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FGV Direito SP, FGV EAESP e IE Law School de Madrid promovem competição de startups jurídicas

O Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) da FGV Direito SP, em parceria com o IE Law School de Madrid e o Centro de Estudos em Private Equity da FGV EAESP, traz para o Brasil o Legaltech Venture Day, competição de startups ligadas ao mundo jurídico e espaço de debates acadêmicos sobre o futuro da profissão jurídica.

As inscrições para a competição vão até o dia 8 de setembro. As legaltechs pré-selecionadas serão avaliadas por uma comissão em um evento no dia 26 de setembro, em São Paulo.

Criado pelo IE, o Legaltech Venture Day tem por propósito expor e discutir as mudanças na profissão e nas organizações jurídicas.

A equipe da legaltech vencedora ganhará uma viagem, com todas as despesas pagas, para participar da etapa internacional da competição, em abril de 2020, em Madrid.

Serão aceitos projetos inovadores inclusivos, que utilizem tecnologia para resolver importantes desafios legais de empresas, governos, instituições públicas e instituições da sociedade civil.

Podem participar startups constituídas com um modelo de inovação baseado em serviços e produtos direcionados ao mercado jurídico, que tenham potencial de escala internacional e que consigam identificar oportunidades claras de mercado.

O evento está inserido no âmbito da pesquisa “O Futuro das Profissões Jurídicas”, integrando também os projetos da Law Schools Global League (LSGL), associação internacional com 27 escolas de Direito distribuídas pelo mundo, das quais fazem parte a FGV Direito SP, a FGV Direito Rio e o IE.

Mais detalhes sobre o evento e a competição estão disponíveis no site oficial.

As inscrições das legaltechs competidoras devem ser feitas por meio deste link.

O decreto do Plano Nacional IoT foi assinado. E agora?

Por Werter Padilha

Estava na fase de definição do tema deste artigo, quando foi assinado o decreto nº 9.854. de 25 de junho de 2019, que instituiu o “Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas”, conforme descrito na abertura do documento. A comemoração no ecossistema foi grande, pois era grande a expectativa em torno de sua oficialização, assim como analisei no texto Plano Nacional de Internet das Coisas Precisa sair da retranca. Afinal, desde 2017, o mercado e a sociedade brasileira aguardavam esse decreto. Por isso, o assunto do artigo não poderia ser outro.

O Plano Nacional de IoT (IoT.br) é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Ministério da Economia (ME) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em conjunto com a sociedade civil – empresas, academia, agências de fomento e outros órgãos -, e participei ativamente da sua elaboração como representante da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software no conselho consultivo, após muitas reuniões, consultas públicas, pesquisas e relatórios, que estão disponíveis para download. E, como tendemos a ser ansiosos, novas perguntas surgiram: o decreto do IoT.br foi assinado. E agora? Quais são os próximos passos?

Primeiramente, o decreto traz uma definição do que é IoT e seus devices (“sistemas de comunicação máquina a máquina”, com exceção de máquinas de cartão de crédito e débito); explica como funcionará a Câmara IoT; reitera quais são as quatro verticais prioritárias (agronegócios, saúde, cidades inteligentes e indústria) e explica, em seu segundo artigo, que Internet das Coisas diz respeito à “infraestrutura que integra a prestação de serviços de valor adicionado com capacidades de conexão física ou virtual de coisas com dispositivos baseados em tecnologias da informação e comunicação existentes e nas suas evoluções, com interoperabilidade”. Resumindo, temos bases para conferir mais segurança jurídica aos projetos e iniciativas baseados em IoT.

E, falando das iniciativas em IoT, agora temos a base oficial que dá direcionamento e estímulo à continuidade das ações em andamento, como o BNDES Projetos Piloto de IOT e suas linhas de crédito, assim como as atividades conduzidas pela Finep, Embrapii, Senai, Sebrae, ABDI e os institutos de ciência e tecnologia. Antes disso, tanto as iniciativas governamentais quanto as privadas, estavam trabalhando projetos relacionados à IoT sem uma base regulamentar, especialmente quanto às questões tributárias. Lembro ainda que temos no Congresso o Projeto de Lei 7.656/2017, de autoria do deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP) que propõe zerar taxas para incentivar o IoT, que já está aguardando parecer do Relator na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC).

Quanto à Anatel e suas certificadoras, em meu ponto de vista, terão o desafio de agilizar seus processos de homologação e certificação para os devices de IoT, a fim de evitar que a burocracia postergue os lançamentos e, consequentemente, afete os negócios em um segmento no qual a possibilidade de obsolescência de um equipamento tende a ser mais rápida, em alguns casos.

Importante ainda lembrar que o IoT.br está alinhado aos objetivos e ações definidas na Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, oficializada pelo Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018. A Câmara Nacional IoT retoma suas atividades e em decorrência das verticais priorizadas, já temos a Câmara Nacional da Indústria 4.0, criada em abril de 2019, em uma ação interministerial do MCTIC e Ministério da Economia (ME), da qual tenho participado e garanto que muitas ações boas e estruturadas virão brevemente. E neste mês de julho, o governo instituirá a Câmara Nacional do Agro 4.0, uma ação conjunta do Ministério da Agricultura e MCTIC e, muito em breve, virão as Câmara Saúde 4.0 e Cidades 4.0. E, se considerarmos a recente assinatura do acordo histórico de livre comércio, fechado entre o Mercosul e a União Europeia, ouso dizer que não me recordo de termos, nos últimos anos, condições tão propícias para “fazermos acontecer” de forma tão consistente.

Por isso, tenho dito que vejo o decreto não como um fim, mas como a retomada do “jogo” para que o Brasil se posicione na vanguarda do ecossistema mundial de IoT. A tendência é que muitas inovações comecem a aparecer rapidamente no mercado B2B e B2C, com novas soluções para todas as verticais citadas e introduzindo mais tecnologias IoT no cotidiano dos consumidores.

Werter Padilha, Coordenador do Comitê de IoT da ABES

Boa empresa, mau investimento

Por Tiago Reis, da casa de análise financeira Suno Research

Recentemente, um de meus investidores favoritos, Mohnish Pabrai, palestrou na Califórnia para alunos da Guanghua School of Management, da Peking University, sobre sua filosofia de vida. Dentre vários ensinamentos que ele transmitiu, um me chamou a atenção: uma empresa excelente pode sim se mostrar um investimento ruim. Mas por quê?

Empresas excelentes geralmente apresentam vantagens competitivas, receitas e lucros crescentes e estáveis, margens elevadas e uma série de fatores que as colocam nesta posição. Com tantas qualidades, essas acabam por atrair grande atenção dos investidores. Com analistas constantemente “de olho”, frequentemente, elas são precificadas de acordo com sua qualidade e por consequência, negociadas com múltiplos elevadíssimos, muito superiores à média do mercado.

Há quem defenda que o preço não importa, mas grande parte dos que batem nessa tecla pouco sabem sobre investimentos. Na última reunião anual dos acionistas da Berkshire Hathaway, Buffett disse que “você sempre pode transformar um bom investimento em um mau negócio ao pagar caro demais”.

Para explicar esse ponto, Pabrai lança o exemplo da Coca-Cola, empresa mundialmente conhecida por sua excelência. Apesar de muito bem gerida, próximo ao ano 2000, ela chegou a ser negociada a mais de 40 vezes o lucro. Por mais que fosse uma companhia excelente, o preço não justificava o investimento. Caso você tivesse comprado as ações naquele ano e segurasse a posição até hoje, seus retornos anuais não superariam a marca de 3%. Caso tivesse comprado a ação em meados de 1998, em 2016, seu retorno seria nulo.

Isso não significa que a empresa não cresceu. Pelo contrário, a empresa mais do que dobrou suas receitas e quase triplicou seus lucros. Entretanto, como disse Pabrai, uma boa empresa, que constantemente melhora seus resultados, nem sempre é um bom investimento. E isso acontece quando o investidor paga caro demais.

Esse é o principal motivo porque reforço a necessidade de uma margem de segurança adequada para a realização de um investimento. Mesmo que você invista em uma companhia que não possua as características de uma companhia extraordinária, caso consiga pagar o preço correto, com grande desconto em relação ao valor intrínseco, este pode se mostrar um investimento extraordinário.

Não estou dizendo que empresas excelentes não podem ser boas apostas. Só reitero que investidor deve estar sempre atento ao preço inicial, pois, caso pague caro demais, como defende Warren Buffett, seu bom investimento se transformará em um mau negócio.

Regis Ataides assume Diretoria de Canais da Siemens Digital Industries Software

Com novas contratações na Colômbia, Argentina e Brasil, a Siemens Digital Industries Software anuncia a promoção do engenheiro Regis Ataides a diretor de Canais para América do Sul. A nomeação é parte da estratégia da companhia para fortalecer seu time de canais e elevar a qualidade dos processos e suporte aos seus parceiros. O executivo será responsável pela formulação do plano de negócios para canais parceiros da companhia e por atender às necessidades financeiras e tecnológicas dessas empresas. Assumindo o cargo regional, Regis passará também a responder pelo crescimento de vendas da empresa na América do Sul, onde a atuação da companhia se dá 100% por meio de parceiros.

Entre os desafios no novo cargo, chama a atenção o plano de aumentar o faturamento por meio de parceiros em 5 vezes até 2023. Para isso, Ataides aposta suas fichas nos pequenos e médios negócios, mercado que considerado de alto potencial para a companhia. “A sinergia se dará com empreendedores que estão interessados em crescer os seus negócios exponencialmente”, afirma o diretor. A meta, segundo ele, exigirá mais eficiência na execução e uma visão holística e estratégica.

Se engana, porém, quem pensa que o diretor busca necessariamente aumentar sua cartela de clientes. Segundo Ataides, a empresa está investindo no fortalecimento da relação com os parceiros atuais, com mais transparência e alinhamento estratégico, para ganhar abrangência geográfica e de portfólios para atender com eficiência à demanda de seus clientes. “O aumento de vendas não virá necessariamente pelo recrutamento de novos parceiros”.

O SMB (Small and Medium Business) segue no cerne da estratégia de Canais da Siemens nos próximos 5 anos. A companhia vem trabalhando intensamente nas soluções específicas para este mercado, com foco técnico e na qualidade e sob o ponto de vista comercial e estratégico. “Existe um mercado potencial enorme nesta área e estamos colocando muito esforço na busca por esse mercado”, afirma Ataides.

Com formação pela Universidade de Brasília, onde também completou seu mestrado, e MBA em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Ataides ingressou na Siemens Digital Industries Software em 2016 como Gerente de Negócios e no ano seguinte assumiu a Gerência da área de Desenvolvimento de Portfólio. Para ele, a migração de uma área técnica para um departamento comercial é um movimento natural em sua jornada profissional. “O mercado está mudando e exigindo uma visão mais holística e completa das indústrias. A nova posição me permite ter uma visão mais abrangente dentro da digitalização e na indústria 4.0”

boostLAB, do BTG Pactual, elege oito startups para sua 4ª Edição

Essa semana, as oito Scale-ups selecionadas pelo BTG Pactual para a quarta edição do boostLAB começam a ser potencializadas pelos executivos do Banco, pela aceleradora ACE e pelo time de mentores do programa.

São elas: A55, BizCapital, Diin, Levee, Mobills, Netlex, Tail e Vindi.

No total, 268 empresas se inscreveram para a iniciativa, que ocorrerá durante o segundo semestre de 2019. O número é 33% maior do que na rodada anterior e 116% que na primeira rodada.

As escolhidas são Scale-ups, ou seja, startups mais maduras, já com faturamento e carteira de clientes. A ideia central é encontrar sinergias entre as empresas selecionadas, o BTG Pactual e empresas parceiras do banco, a fim de ampliar os negócios, dar um “boost” nas escolhidas, beneficiando assim todos os envolvidos.

As empresas selecionadas também recebem créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS), US$ 5 mil no da Google e US$ 15 mil da Oracle.

Para Frederico Pompeu, sócio responsável pelo boostLAB, “o grande diferencial do programa é o comprometimento e envolvimento de sócios sêniores do Banco para efetivamente fazer negócios com as Scale-ups participantes”.

Este ano, o BTG Pactual anunciou investimento em cinco startups que participaram do boostLAB, direta ou indiretamente: Agronow, Digesto, Finpass, Liber Capital e Resale. Em um ano e meio de boostLAB, 20 startups foram potencializadas e quase todas são parceiras de negócios do BTG Pactual. Além disso, o programa foi reconhecido como um dos 25 melhores centros de inovação do mundo, sendo o único da América Latina, pelo Prêmio The Innovators 2019, da Global Finance.

“O BoostLAB está se tornando o hub de negócios do banco para empresas Tech. O envolvimento cada vez maior do Banco com as startups traz inovação para todas as áreas de atuação do nosso Grupo”, afirma Pompeu.

Informações adicionais sobre as selecionadas:

A55
Solução de venture debt para empresas de tecnologia (asset light).
Plataforma para acompanhamento, em tempo real, do fluxo de caixa e recebíveis das empresas financiadas.

BizCapital
Fintech de crédito online com foco em PMEs.
Modelo proprietário de análise e score de crédito via plataforma, permitindo o desembolso ao tomador no mesmo dia.

Diin
Aplicativo de educação financeira para as classes C, D e E.
A solução tem o objetivo de criar uma reserva financeira para os usuários, por meio de diferentes desafios e objetivos traçados via app.

Levee
Startup de recrutamento para posições operacionais.
Por meio de machine learning, a ferramenta aumenta a eficiência no processo de seleção. Possuem base de dados de milhões de CPFs cadastrados.

Mobills
Aplicativo de gestão de finanças pessoais e monitoramento de transações.

Netlex
Startups de automação de documentos jurídicos para aumentar a produtividade. Por meio de um questionário inteligente, a ferramenta permite facilitar o trabalho no processo de criação de contratos e propostas.

Tail
Solução de big data e analytics que permite conhecer os interesses do consumidor, enriquecendo a base de dados da empresa e gerando insights para área de marketing para melhor conversão de vendas.

Vindi
Fintech de gateway de pagamentos. São especializados em cobranças de pagamentos recorrentes, com foco na indústria de serviços

Startup Green Mining é a primeira parceira brasileira da organização europeia Friends of Glass

O vidro leva cerca de 5 mil anos para se decompor, mas em contrapartida, pode ser reciclado infinitas vezes. Para apoiar esta iniciativa, startups como a brasileira Green Mining, que atua na coleta seletiva e logística reversa de forma eficiente, e a organização europeia Friends of Glass, que apoia o estilo de vida sustentável, se uniram em parceria para incentivar a reciclagem do vidro.

Criada pela European Container Glass Federation (FEVE), uma associação internacional sem fins lucrativos, a Friends of Glass começou como uma campanha de conscientização para o vidro e, atualmente, conta com organizações para promover os benefícios ambientais, de saúde e segurança das embalagens. Impulsionando campanhas voltadas ao consumidor e ativações de varejo em mercados europeus, oferece uma maneira de colaborar na promoção dos benefícios do vidro por meio de mídias sociais e comunicações digitais.

“O vidro é uma matéria prima de longa vida e deve ser reciclado para evitar a contaminação do ambiente, preservando assim, os recursos naturais (solo e água) e contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Para nós, a parceria com a Friends of Glass trará resultados positivos, pois queremos inspirar, ainda mais, pessoas a serem ecologicamente ativas e responsáveis”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

De acordo o levantamento realizado pela Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), a reciclagem do material no Brasil movimenta aproximadamente R$ 120 milhões por ano. “A logística reversa é uma tendência em todo o mundo, em que as empresas se responsabilizam pelo retorno das embalagens pós consumo ao ciclo de produção”, diz Rodrigo.

Os golfinhos agradecem

Em uma ação chamada #CheersFromTheOcean, realizada recentemente em Portugal, a Friends of Glass fez com que os clientes fossem agradecidos, de forma virtual, por golfinhos quando compram produtos com embalagens de vidro. No momento que o código de barras era passado pelo terminal de pagamento, os clientes enxergavam imagens e ouviam sons dos animais que os alertavam para a importância da escolha do vidro, em detrimento do plástico.

Segundo estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, em 2050, o oceano terá mais plástico que peixes, e 99% das aves que consomem animais marinhos também terão plástico em seus estômagos.

Mas se engana quem pensa que somente as espécies marinhas serão prejudicadas. Segundo documento divulgado pela organização não governamental World Wide Fund for Nature (WWF), a contaminação de macro, micro e nanoplásticos já atinge os solos, águas doces e oceanos. “A cada ano, seres humanos ingerem cada vez mais nanoplástico a partir de seus alimentos e da água potável, e seus efeitos totais ainda são desconhecidos”, diz o documento.

Clique na imagem e confira o vídeo da ação #CheersFromTheOcean divulgado pela Friends of Glass:

Cruze Premier chega como o primeiro carro com Wi-Fi

O Campo de Provas da GM está completando 45 anos de atividades em meio a ampliações para o desenvolvimento de veículos inéditos e tecnologias inovadoras de conectividade, segurança e eficiência energética. Novidades que vão estrear com os próximos lançamentos da Chevrolet no país.

O Cruze Premier é o primeiro carro com Wi-Fi nativo a bordo do mercado. A tecnologia exclusiva da Chevrolet proporciona conexão automática de alta velocidade para até sete dispositivos simultaneamente e a possibilidade de serviços conectados na tela do veículo, entre outras vantagens.

“Estamos acostumados a acessar o Wi-Fi em casa, no trabalho, no restaurante. Por que não no carro? Estudos mostram que o brasileiro é um dos mais conectados do mundo e passa, em média, duas horas e meia por dia no trânsito de grandes centros. O Wi-Fi a bordo muda completamente a experiência do usuário no automóvel”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Além de não precisar usar o plano de dados de seu smartphone para acessar a internet, o usuário do Cruze Premier ainda tem à disposição uma intensidade de sinal até 12 vezes maior em deslocamentos.

“Isto acontece pelo fato de a antena do veículo ser dotada de sistema de amplificação. O posicionamento dela sobre o teto também contribui para reduzir a perda de sinal proveniente de áreas de “sombra”, como é chamado fenômenos que atrapalham a conexão – e quanto maior a velocidade de deslocamento, maior é a percepção da estabilidade de sinal que se tem a bordo do Chevrolet com Wi-Fi”, explica Rosana Herbst, diretora de Serviços Conectados da GM.

No caso do Cruze Premier, o sistema de internet Wi-Fi é nativo. Ou seja, faz parte da arquitetura eletrônica do veículo, permitindo assim melhor funcionamento, máximo nível de segurança cibernética e acesso no futuro a serviços conectados na tela do painel, como aplicativos que já existem hoje para smatphones.

Aliás, o multimídia MyLink do Cruze Premier agora é de nova geração. Ganha melhor resolução gráfica para a tela de 8 polegadas, mais velocidade de processamento e novas funcionalidades, entre elas navegação conectada, manual do proprietário digitalizado e ícone para agendamento online de revisão.

O novo MyLink permite ainda o pareamento via bluetooth simultâneo até dois celulares, traz mais uma entrada USB no console dianteiro, carregamento wireless compatível com maior gama de celulares e introduz o sistema para reconhecimento do motorista – o carro identifica qual de suas chaves eletrônicas está no comando e automaticamente ajusta o conteúdo da tela para as preferencias memorizadas de cada usuário (aplicativos, estações de rádio, etc).

Tudo isso mantendo a compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay de projeção de smartphones.

Apesar de os serviços poderem ser independentes, o Wi-Fi utiliza-se da estrutura do sistema OnStar, outro item exclusivo do Cruze em seu segmento.

A Claro é a empresa de telecomunicações provedora do sinal para o Wi-Fi dos veículos Chevrolet. A parceria da Claro com a GM começou em 2015 no Brasil quando a Chevrolet lançou a tecnologia de telemática avançada OnStar.

Entre outros benefícios, o OnStar é capaz de identificar que o veículo se envolveu em um acidente e contatar a central 24h para providenciar resgate automático, se necessário. Há também assistência na recuperação veicular em caso de roubo ou furto e apoio em caso de problemas mecânicos cobertos pelo Chevrolet Road Service.

Isso faz da GM a empresa líder em conectividade com a maior frota de carros conectados do mundo – são mais de 11 milhões de veículos em circulação.

O Cruze Premier chega às concessionárias Chevrolet do Brasil a partir de setembro nas opções sedã e Sport6. A nova configuração topo de linha do modelo traz ainda atualizações visuais que o deixaram com muito mais personalidade. O acabamento interno está mais sofisticado, com destaque para os revestimentos premium em preto e castanho.

Botão para desabilitar o sistema Stop/Start (que desliga temporariamente o motor em paradas de semáforos, por exemplo, para economizar combustível), câmera de ré de alta definição e novos equipamentos, como o sistema de frenagem automática de emergência com detecção de pedestres são outras novidades do modelo equipado com motor turbo e transmissão automática de série.

A versão Premier traz também os sistemas que consagraram o Cruze como referência no segmento dos médios em relação a performance, tecnologia, conectividade e segurança, como o alerta de colisão frontal, o alerta de ponto cego e o assistente de permanência em faixa.

Visual com a nova linguagem de design da Chevrolet

O Cruze Premier estreia com mudanças estéticas que ressaltam sua personalidade, em linha com a mais recente linguagem de design global da marca.

As alterações começam pela parte frontal do veículo, que traz novos para-choque, luzes auxiliares e grade. A tradicional gravata Chevrolet ganha destaque por estar agora mais centralizada verticalmente e posicionada sobre uma imponente moldura cromada que divide as duas entradas que de ar. As grades trazem novos elementos estéticos internos, alusivos à tecnologia.

No sedã, a peça imprime um ar mais sóbrio e refinado pelo efeito dos filetes cromados. Já na configuração Sport6, o que mais chama a atenção são os apliques customizados nas extremidades do para-choque que acomodam as luzes auxiliares, conferindo um aspecto mais agressivo.

Na lateral, as rodas aro 17 de linhas exclusivas da versão Premier trazem acabamento diamantado na superfície e pintura escurecida na parte interna. Um friso cromado na base da área envidraçada ressalta a linha de cintura elevada e a silhueta contemporânea do carro.

Na traseira, a novidade fica por conta das lanternas. Elas agora extrapolam o limite da carroceria criando um interessante efeito 3D. As lentes acrílicas e a disposição dos elementos internos também foram retrabalhadas para receber uma nova assinatura luminosa em LED.

Por dentro, o grande diferencial do Cruze Premier está no acabamento mais refinado na combinação de cores preto e castanho. Estes revestimentos premium dos painéis, dos bancos, volante e até do teto são inéditos na gama e foram inspirados em veículos de alto luxo.

Todo este capricho também é visto na execução das costuras pespontadas dos assentos e nos apliques que enobrecem o ambiente. À noite, os LEDs do painel e o novo grafismo do computador de bordo digital no centro do quadro de instrumentos criam uma atmosfera especialmente aconchegante.

Pensadas para combinar com o interior em preto e castanho, duas novas opções de cores para a carroceria estão sendo lançadas com o Cruze Premier: o Marrom Capuccino e Azul Eclipse, este puxado para o escuro.

“O Cruze Premier traz consigo o máximo em sofisticação e tecnologia que esta versão simboliza para a Chevrolet. Além disso, é um produto comercialmente estratégico para a companhia, pois atende um consumidor bastante específico, que não abre mão da performance e do prazer ao dirigir característicos dos carros médios da marca”, explica Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da GM.

Outra característica de mercado determinante que guiou o desenvolvimento do Cruze Premier foi o fato de a procura pelas versões mais sofisticadas do modelo terem duplicado nos últimos anos. Saltaram de 25% do mix em 2015 para mais de 55% até o fechamento do primeiro semestre deste ano.

Sistema de estacionamento semiautônomo, acionamento da ignição por controle remoto para prévia climatização da cabine, sistema de som de alta definição e banco do motorista com ajustes elétricos são apenas algumas das conveniências disponíveis para estas configurações.

Com todas estas novidades, incluindo o sistema Wi-Fi, o Cruze Premier chega para complementar a gama do modelo no país e inaugura um novo patamar de sofisticação e conectividade no mercado.

Patrick Hruby junta-se à Movile com o desafio de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas

O Grupo Movile, líder em marketplaces móveis e holding de empresas como iFood, Wavy, Sympla, Zoop, PlayKids e Movile Pay , anuncia Patrick Hruby como novo executivo. Ele chega ao grupo como Executive in Residence, modelo inovador de contratação no qual passará um período conhecendo toda a operação das unidades de negócios, até juntar-se ao C-level para levar a Movile até o estágio de empresa global.

Hruby tem 14 anos de experiência em empresas do Vale do Silício, sendo sete no Google e os últimos sete no Facebook, onde até o momento ocupava o cargo de vice-presidente de vendas de pequenas e médias empresas para América Latina. O executivo contribuirá com a estratégia de inovação e crescimento do grupo, que tem como sonho melhorar a vida de 1 bilhão de pessoas por meio de seus apps. “Tenho como desafio ajudar a consolidar a Movile como primeira empresa global de tecnologia sediada no Brasil. Os anos de vivência em grandes companhias globais contribuirão para isso”, afirma.

Fabricio Bloisi, CEO do grupo, reforça que a chegada de Hruby vem para somar ao momento de grande crescimento da Movile. “Temos que pensar cada vez maior. O Brasil tem espaço para ter empresas de tecnologia de US$ 100 bilhões, assim como China e Estados Unidos. E, por isso, estamos olhando para o mercado e trazendo as melhores pessoas para nos apoiar na conquista deste patamar”, reforça.

Patrick Hruby tem mais de 20 anos de experiência em empresas como Deloitte e ExxonMobil, além de Google e Facebook. Formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, possui MBA em Finanças em Yale.

Volanty anuncia aporte de R$70 milhões liderado por SoftBank e Kaszek Ventures

A Volanty, primeiro marketplace digital de carros seminovos no Brasil, acaba de concluir uma nova rodada de financiamento e receber um aporte Series B no valor de R$ 70 milhões. O investimento, liderado pelo grupo japonês SoftBank e pela firma de venture capital Kaszek Ventures, contou também com a participação da monashees e Canary, que já haviam aportado na empresa.

A startup, que conecta compradores e vendedores de seminovos, nasceu no Rio de Janeiro em maio de 2017. A plataforma cresceu mais de 20 vezes desde então e planeja usar o investimento recebido para acelerar sua expansão nacional, com a abertura de novos centros de atendimento nas principais cidades e capitais do País (atualmente já são 9 unidades em São Paulo e 3 no Rio de Janeiro), bem como no desenvolvimento de novas tecnologias para melhorar a experiência de compra e venda dos carros.

“Usamos a tecnologia para conectar compradores e vendedores de forma eficiente, segura e conveniente, maximizando assim o valor de venda do carro. Eliminamos a burocracia e a parte chata de se vender ou comprar um carro usado já que fazemos todo o trabalho de precificar, fotografar, anunciar, negociar propostas e resolver a papelada da transferência do carro, que sai com 1 ano de garantia”, afirma Mauricio Feldman, cofundador e CEO da Volanty.

Apenas no ano passado, mais de 14 milhões de carros usados e seminovos foram vendidos no Brasil, de acordo com a Fenauto, a federação das revendedoras no País. O número ajuda a dar uma ideia do potencial de crescimento da Volanty no mercado nacional nos próximos anos. O desejo de Mauricio e seu sócio Antonio Avellar empreenderem surgiu quando eles estudavam nos Estados Unidos. Mauricio na Stanford University, na Califórnia, e Antonio na NYU, em Nova York.

Obstinados em resolver grandes problemas e com a certeza que queriam criar algo inovador, os dois empreendedores decidiram juntar forças em 2016. Aliando a experiência de Mauricio em marketplaces digitais e de Antonio no mercado de automóveis, eles fundaram a Volanty. “O mais importante para o nosso futuro é encontrarmos os melhores talentos do mundo que se encaixam à nossa cultura e investirmos em mantê-los felizes e desafiados. Boa parte desse aporte será usada na aquisição de novos colaboradores e desenvolvimento do time”, afirma Antonio. A Volanty possui 100 funcionários e está com vagas abertas e contratando.

“Procuramos por equipes ambiciosas que atuam em grandes mercados com tecnologia de verdade. Estamos entusiasmados com o fato de termos encontrado essa combinação na Volanty e esperamos ajudá-los a acelerar seu crescimento”, avalia Shu Nyatta, membro da equipe executiva do Softbank no Brasil.

Hernan Kazah, sócio da Kaszek Ventures conta que “decidimos investir na Volanty porque vemos a necessidade de proporcionar uma experiência muito melhor para compradores e vendedores de carros e acreditamos que a equipe e a tecnologia de Volanty vão dominar esse mercado”.

Deslocamento até o trabalho representa uma das principais causas de estresse entre os colaboradores, aponta pesquisa

O estresse está entre os principais motivos para a diminuição da produtividade no trabalho. Para combatê-lo, empresas têm investido em recursos para melhorar a qualidade de vida e promover a satisfação e reconhecimento do profissional. De acordo com levantamento realizado pela Associação Internacional de Manejo do Estresse (ISMA), 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho apresentam alguma sequela ocasionada pelo estresse. Outra pesquisa realizada, em 2018, pelo Comparably, site de carreiras, apontou que o deslocamento até o trabalho representa 16% do estresse entre os colaboradores, ficando à frente de outros causadores de estresse como colegas difíceis (14%) e passar tempo demais na empresa (13%).

Segundo estudo, realizado em 2018 pelo Ibope Inteligência, a pedido da Rede Nossa São Paulo, organização da sociedade civil, sobre mobilidade urbana, mostrou que o paulistano leva, em média, 1h57 minutos para se deslocar, ida e volta, ao realizar atividades essenciais como estudo e trabalho, sendo o ônibus o meio de transporte mais utilizado para locomoção (43%). Como o deslocamento até o trabalho está entre os motivos de insatisfação dos colaboradores, a RB, empresa de benefícios, desenvolveu um sistema que colabora para a redução do tempo de locomoção, traçando rotas mais práticas e rápidas, aumentando, assim, a qualidade de vida do colaborador. “O sistema de roteirização apresenta informações como a linha de transporte mais célere, local de embarque e desembarque, tempo estimado, distância a pé até o destino e, também, valor da tarifa, com o objetivo de auxiliar o profissional a identificar o caminho mais rápido até o trabalho”, comenta Renato Zacharias, sócio-diretor da RB. Para o executivo esta é uma forma de motivar o colaborador e investir para que ele se sinta valorizado na organização. “Atualmente, muitas empresas investem em ações para minimizar o estresse no ambiente de trabalho, como sala de jogos, massagem, meditação, medidas para melhorar a qualidade de vida e aumentar a produtividade do profissional”, comenta.

As consultas preventivas das rotas podem ser feitas, inclusive, durante o processo de recrutamento e seleção. “O software pode ser manuseado online, em tempo real, por meio da própria plataforma da empresa, apresentando o resultado no mesmo instante. Por este motivo, a roteirização pode ser usada durante os processos pré-admissionais, para identificar qual seria o melhor trajeto para o futuro colaborador e facilitar o cálculo com o vale-transporte. O sistema pode ser utilizado, também, para consulta dos profissionais que estão mudando de unidade, sendo necessário que a empresa ofereça uma nova opção de deslocamento”, completa.

Além de poupar o tempo do colaborador, o sistema de roteirização permite uma economia para as empresas nos gastos com vale-transporte. “Roteirizar este trajeto auxilia no gerenciamento do benefício e pode gerar uma economia para as organizações de até 15%, em curto prazo. O software auxilia na qualidade de vida do colaborador e, para a empresa, auxilia na reeducação referente aos gastos com o transporte. Logo, todos os lados saem ganhando”, finaliza Zacharias.

Com novo CEO, Extreme Digital Solutions aposta em novos mercados

A Extreme Digital Solutions (EDS), empresa brasileira integradora de soluções tecnológicas, anuncia a contratação de Gustavo Rabelo, ex-IBM e Oracle, como novo CEO. Com a chegada do novo executivo, quase um ano depois do início das conversas, o sócio fundador Márcio Moreira transfere o comando da empresa e assume a presidência do Conselho de Administração, recém-criado, para liderar o processo de expansão no mercado internacional. O sócio fundador Fábio Machado permanece no dia a dia dos negócios, como chefe das operações.

As mudanças na EDS, consideradas as mais significativas desde sua fundação em 2013, marcam o início de uma nova fase, fundamentada em um plano ambicioso de expansão – tanto no Brasil como nos países da América Latina e nos Estados Unidos. Além do mercado brasileiro, a empresa já possui clientes no estado americano da Flórida.

Dentre as principais missões do novo CEO destacam-se a tarefa de ampliar as parcerias com fabricantes de tecnologia e parceiros técnicos, além de diversificar o portfólio de clientes no setor público e iniciativa privada. A estratégia é fortalecer a capacidade da EDS de disputar a implementação de projetos de transformação digital em clientes que atendem, sobretudo, consumidores ávidos por uso de tecnologias como serviço, cada vez mais acessíveis a custos baixos. “Minha missão é buscar e crescer em mercados heterodoxos, romper fronteiras e tornar a EDS a maior referência nacional em transformação digital”, diz Rabelo. “Chegou a hora de planejar voos mais altos, por meio de crescimento orgânico e inorgânico, uma vez que a EDS possui estrutura para isso”.

Para alcançar os objetivos, Rabelo conta com 20 anos de experiência no mercado de TI – 14 anos na IBM e 6 na Oracle. Ele traz na bagagem liderança de importantes projetos, como o programa Smart Cities da IBM, que envolve o uso de tecnologia e soluções inovadoras para melhorar a infraestrutura urbana, aumentar a eficiência de serviços e promover o bem-estar da população. Formado em Tecnologia da Informação pelo Uniceub, tem MBA e especialização em Gestão Empresarial e de Negócios pela Fundação Dom Cabral e participou de programas de formação executiva na Harvard Business School, no IESE Business School, no Ross Business School, além do Singularity University.

Internacionalização

A contratação de Gustavo Rabelo também abre espaço para que o fundador Márcio Moreira passe a atuar de forma mais estratégica, sobretudo no processo de internacionalização da EDS. Segundo Moreira, há muitas oportunidades de negócios nos Estados Unidos, Caribe e América Latina. “Vamos priorizar regiões onde nossos principais parceiros de tecnologia não possuem atuação marcante ou onde é grande a carência de prestadores de serviços de qualidade, que entregam resultados com o nível de exigência esperado pelo cliente”, avalia Moreira. “Temos sido convidados por fabricantes para atuar como integradores de solução em outros países porque nossa visão é o foco no cliente, e a missão é o resultado”.

Para o empresário, o apetite para desbravar novos setores no Brasil e buscar espaço no mercado internacional tem por base a expansão acelerada em sua história. Nos seis anos de atuação, a EDS passou de três funcionários para um time de 250, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A contratação do Gustavo, ressalta Moreira, foi motivada pela sua capacidade de entrega e o compromisso com o cliente, características que marcaram a história da própria EDS. “Gustavo conhece a excelência do trabalho técnico da EDS. É um passo enorme trazer um executivo com sua experiência, o que demonstra que entraremos numa nova fase de investimentos. Sentimo-nos com uma musculatura robusta para executar esse movimento”.

Certificações

A EDS vem ganhando notoriedade no mercado pelo expressivo número de certificações obtidas nos últimos meses. Em julho deste ano, a empresa entrou pela segunda vez consecutiva no ranking das “Melhores Empresas para Trabalhar no Rio de Janeiro”, na 13ª posição na categoria “Médias Empresas”, segundo o GPTW, a maior autoridade global do mundo do trabalho. No mesmo mês, a empresa conquistou a CertiGov, uma certificação de processos éticos de vendas ao governo com maior credibilidade e transparência.

Em 2018, a empresa conquistou o certificado corporativo de qualidade em serviços MPT.Br (Melhoria do Processo de Teste), que assegura as melhores práticas no desenvolvimento de software com foco nos testes. No início de 2017, a EDS também recebeu a certificação internacional CMMI Dev ML 3 (sigla em inglês para Modelo de Maturidade em Capacitação e Integração Nível 3), um selo de melhores práticas para a maturidade de diferentes áreas de tecnologia, como Engenharia de Sistemas, Engenharia de Software, Desenvolvimento de Processo e Produtos, entre outros, validando o estágio de desenvolvimento dos processos e padronização da empresa.

Horário flexível cresce 192% nas empresas do Brasil, revela estudo

O controle da jornada de trabalho, em que o colaborador precisava bater o ponto todos os dias rigorosamente no mesmo horário, começa a entrar em desuso. Isso é o que mostra a Pesquisa de Benefícios Aon 2018-2019, que, em sua 12ª edição, contou com 640 empresas participantes, somando cerca de 2,3 milhões de colaboradores analisados.

De acordo com o estudo, 38% das empresas no Brasil oferecem horário flexível, número que saltou 192% desde que a última edição foi publicada, há dois anos.

Ainda segundo o levantamento, 37% das companhias adotam vestimenta casual no seu dia a dia, enquanto 21% têm como prática o home office.

Quando o assunto é filhos, 29% das organizações disponibilizam licença-maternidade estendida, benefício que cresceu 142% desde 2017. Para os homens, as empresas também começam a olhar com mais atenção para a licença-paternidade, direito com tempo ampliado em 21% das empresas para o perfil masculino.

Entre as tendências para os próximos anos, o benefício flexível – categoria em que o colaborador escolhe os benefícios da sua preferência dentro do pacote da companhia – é uma prática que deve crescer, apesar de presente em apenas 3% das empresas.

“Com cada vez mais diferentes perfis de profissionais em uma mesma organização, acreditamos que disponibilizar opções para o colaborador escolher aquela que melhor se adequa às suas necessidades e momento de vida será um caminho importante para a atração e retenção de talentos”, explica Rafaella Matioli, Diretora de Health e Retirement Solutions da Aon Brasil.

Estudo

O estudo contou com a participação 640 empresas de todo o Brasil para oferecer uma abrangente análise sobre o segmento de benefícios no país, demonstrando as melhores práticas e tendências. No ranking dos incentivos mais comuns no mercado de trabalho, o plano de saúde ocupa a primeira posição, seguido pelo seguro de vida e plano odontológico.

Nesta edição da Pesquisa de Benefícios Aon, o número de empresas participantes subiu 19%. Entre os perfis mais representativos, 37% das empresas entrevistadas têm até 500 colaboradores, 15% entre 500 e 1 mil funcionários e 23% de 1 mil a 3 mil profissionais.

Os insights da Pesquisa foram apresentados, pela primeira vez, durante o Fórum de Benefícios 2019 da Aon, que aconteceu hoje (7), no Auditório Ibirapuera, em São Paulo e reuniu cerca de 800 pessoas entre profissionais de RH e especialistas, para discutirem sobre as tendências do mercado de benefícios, reforma da previdência e inovação. O evento ainda acontecerá em Belo Horizonte e Rio de Janiero, nos dias 20 e 23 de agosto, respectivamente.

Bionexo compra empresa GTT Healthcare

A Bionexo – multinacional brasileira líder em soluções digitais para gestão em saúde – acaba de comprar a GTT Healthcare, health tech líder em soluções de auto identificação para controle de estoques e produtos médico-hospitalares. A solução chamou a atenção da Bionexo por ser capaz de oferecer eficiência e governança na gestão de estoque por meio de rastreabilidade e acuracidade sensorial em tempo real. Com a aquisição, a companhia passa a oferecer o que há de melhor em Internet of Things (IoT) aos players da cadeia de saúde brasileira e da América Latina e pretende quadruplicar a participação no segmento em três anos.

“Nossa estratégia de investimento é encontrar soluções que enriqueçam nossa oferta aos clientes, automatizando a cadeia de valor de ponta a ponta. Estamos investindo, em 2019, cerca de R$ 30 milhões em novas tecnologias, tanto internas quanto via aquisições, reafirmando nosso compromisso com o fomento e valorização da inovação e do potencial empreendedor no Brasil”, explica Rafael Barbosa, CEO da Bionexo.

Ao incorporar as tecnologias e experiências da GTT Healthcare, a Bionexo avança ainda mais na execução de sua proposta empreendedora e inovadora e passa a oferecer ao mercado o estado da arte em IoT, auto-identificação de estoques (tecnologia RFID), monitoramento ambiental (sensometria) e gestão de medicamentos refrigerados.

Com atuação nas regiões sul, sudeste, centro-oeste e nordeste, a GTT Healthcare nasceu há 10 anos, em Florianópolis, após identificar uma oportunidade de mercado de otimizar e organizar os estoques de produtos médico-hospitalares. Suas soluções são utilizadas para obter reduções de até 90% em perdas de estoque por vencimento e tempo de inventário, bem como para redução de desperdícios e automação de processos de alto valor em tempo real, eliminando falhas humanas.

“Estamos felizes com essa oportunidade de crescimento. A tecnologia RFID é utilizada por alguns dos principais hospitais do país, mas ainda tem pouca penetração na grande massa de instituições de saúde. Acredito que essa nova etapa permitirá ampliar significativamente o controle e rastreabilidade da cadeia, principalmente de materiais médicos de alto custo, o que trará mais eficiência para o setor, além de reduzir a margem de fraudes e desperdícios”, afirma Guido Dellagnelo, CEO e fundador da GTT Healthcare.

A Bionexo oferece soluções digitais para gestão de processos em hospitais, clínicas e planos de saúde. Desde seu nascimento, a health tech brasileira tem construído um ecossistema crescente de clientes em busca de transparência, eficiência e inteligência e, 19 anos após sua fundação, seu marketplace conecta cerca de 1.700 instituições de saúde e mais de 10.000 fornecedores de insumos, com R$ 12 bilhões de transações anuais. No Brasil, impacta cerca de 38% dos leitos privados e 64% dos de alta complexidade. A companhia é líder na construção de soluções digitais em nuvem para saúde e no fomento à inovação no setor, contribuindo decisivamente para a profissionalização e digitalização da cadeia de saúde no Brasil, Argentina, Colômbia, México e Espanha.

Conheça as 50 empresas selecionadas para o Programa Conecta Startup Brasil

O Conecta Startup Brasil divulga a relação das 50 empresas selecionadas para participar do Programa, promover o relacionamento e o apoiar o desenvolvimento de startups em estágio inicial (early stage).

Resultado da ação conjunta entre o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Softex e o parceiro executor, o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as atividades do Programa Conecta Startup Brasil incluem desde a ideação, passando pela conexão, capacitação, mentoria e também o acesso tanto ao mercado como a investimentos. Projetos aprovados das startups poderão receber até R$ 200 mil em aportes.

Entre as 50 empresas selecionadas nesta etapa, 48% são médias e pequenas e 52% são de grande porte. Em relação ao setor de atividade, 70% atuam no segundo setor, 22% no primeiro e 8% no terceiro. Os Estados com maior participação são São Paulo (17), Santa Catarina (7), Rio Grande do Norte (5), Minas Gerais (4) e Rio Grande do Sul (4). Quanto à atividade econômica, segundo a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) adotada pelo IBGE, 50% pertence às indústrias de transformação, 10% de informação e comunicação, 8% comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas, 8% atividades científicas e técnicas, 4% educação e 4% atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados. Integram a relação de participantes Grupo Boticário, FCA FIAT Chrysler, 3M, Votorantim Cimentos, Burger King, L’Oreal Brasil, Johnson & Johnson, Natura e Unimed, entre outras.

Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, destaca que “o grande diferencial do Conecta Startup Brasil é o fato de o programa abrir uma janela de oportunidade para as startups. Ao trabalharem para atender demandas concretas do setor produtivo, os empreendedores ampliam suas bases de negócios. Isso traz ganhos para todos e expande, pelo olhar do mercado, o funil da inovação.”

“Procuramos atrair empresas de todas as regiões que possuíssem desafios tecnológicos reais. Nosso próximo passo é capacitar as startups e, para isso, lançamos uma plataforma de EAD com conteúdo voltado para quem deseja tirar uma ideia do papel e transformá-la em um negócio. Na sequência, anunciaremos o edital que selecionará as 100 equipes empreendedoras que irão compor a última etapa de seleção do Programa”, explica Diônes Lima, vice-presidente da Softex.

Segundo o presidente da ABDI, Guto Ferreira, os pedidos tecnológicos apresentados pelas empresas fortalecem as startups. “As demandas reais das empresas preparam as startups para lidar com o mercado e com os novos tipos de inovação”, afirma.
Para as empresas, o Conecta Startup Brasil é uma oportunidade para fortalecer a cultura open innovation, participar do ecossistema de inovação e se relacionar com startups. Já as Universidades e Centros de Pesquisas e de Desenvolvimento se beneficiam da interação com o mercado e com o próprio ecossistema. A iniciativa também auxilia as entidades investidoras ao entregar startups mais robustas e com soluções aderentes às necessidades do mercado.

A relação das 50 empresas selecionadas para o Programa Conecta Startup Brasil está disponível para consulta no endereço https://conectastartupbrasil.org.br/edital/. Para acessar o conteúdo da plataforma EAD visite https://conectastartupbrasil.org.br/pagina-ead/

Recruta Stone abre inscrições para o 2º semestre de 2019

A Stone, fintech de meios de pagamentos, abriu inscrições para o 11º Recruta Stone, um dos maiores processos seletivos do Brasil, que na última edição teve mais de 38 mil inscritos. Para se inscrever não é necessário ter competências técnicas, experiência ou formação acadêmica, basta ter pelo menos 18 anos e alguns pré-requisitos: energia, inteligência, integridade e muita vontade de transformar a vida de donos de negócios brasileiros. Para se inscrever, acesse http://www.recrutastone.com.br/.

Com um modelo de seleção inédito e exclusivo, o Recruta Stone não tem quantidade específica de vagas para contratação e possui nove fases, entre elas: testes online, questionário sobre a vida pessoal do candidato, leitura de livros, entrevistas com líderes e fundadores da empresa, além de vivências em grupo, e apresentação de cases. O processo quer impactar mais de 100 mil jovens talentos em todo o Brasil para atrair as melhores pessoas para a companhia e contribuir em algo na vida de todos que passam por ele, independente do resultado.

Desde 2014, a empresa contratou mais de 1000 pessoas por meio do Recruta. Muitas delas tiveram a chance de entrar na empresa mesmo não sendo aprovadas no processo. Os candidatos que chegam à final são contratados como Recrutas e, ao entrar na Stone, passam quatro meses conhecendo os clientes da companhia, acompanhado de um programa de mentoria com um dos líderes da empresa. Após esse período, com o apoio do mentor, podem escolher qual time desejam integrar. Ao todo, 30 recrutas foram contratados ao longo dos últimos anos, 15 deles ocupam posições de liderança e cinco se tornaram sócios da companhia.

“O Recruta Stone é o maior ritual de cultura da empresa e promove uma verdadeira jornada de autoconhecimento e desenvolvimento aos candidatos. Buscamos profissionais que queiram nos ajudar na missão de melhorar a vida do empreendedor brasileiro por meio de produtos financeiros, tecnologia e um atendimento ao cliente referência no país”, explica Lívia Kuga, que chegou à Stone por meio do Recruta e hoje é líder de atração de talentos e uma das organizadoras desse processo.

O Recruta também é responsável por potencializar a marca empregadora da Stone em nível nacional, treinar e formar líderes da companhia. Além de divulgar a cultura da empresa para pessoas de fora e atrair aqueles que se identificam com a fintech, o processo também tem como missão disseminar a cultura para todas as áreas da companhia. Mais de 100 líderes são envolvidos no processo de aprovação dos candidatos, incluindo seus fundadores.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 12 de setembro pelo site recrutastone.com.br. Os recrutas serão anunciados em dezembro, mês previsto para o término da seleção.

HRTech brasileira é convidada para o Oracle Open World no Vale do Silício

A Jobecam, plataforma de empregos e entrevistas gravadas que torna os processos de seleção mais eficientes e justos por meio da tecnologia de vídeo e inteligência artificial, é convidada pela multinacional de tecnologia Oracle para representar as startups latino-americanas da Oracle for Startups no Oracle Open World, evento que acontece de 16 a 19 de setembro, no Vale do Silício, em São Francisco, nos Estados Unidos.

A HRTech brasileira, que está reinventando os processos de recrutamento e seleção, foi acelerada em 2018 pela gigante tech e participou do Programa Oracle ScaleUp, onde obteve importantes ferramentas para o desenvolvimento de sua plataforma.

Durante os quatro dias de atividade, a CEO e fundadora da Jobecam, Cammila Yochabell e Karina Miranda, Head de Marketing, irão expor cases que transformaram empresas e pessoas por meio da entrevista às cegas. A funcionalidade bloqueia todas as informações do candidato à vaga de emprego, distorce sua voz e esfumaça imagem. Com isso, o recrutador avalia o profissional pelas suas reais habilidades e elimina qualquer viés inconsciente.

“Na contramão da inteligência artificial que vem sendo aplicada em muitas plataformas de recrutamento, acreditamos que é possível promover a diversidade por meio da tecnologia, mas sem deixar tudo na mão da máquina. É preciso ter um cuidado para que não ocorram injustiças ao deixar que um robô avalie totalmente um perfil, e é por isso que aplicamos inteligência diferente nos vídeos entrevistas, capaz ranquear baseado nas capacidades técnicas, experiências e diferenciais ao invés de fatores que levem a decisões tendenciosas”, explica Cammila.
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Oracle Open Word

Quando: dias 16, 17, 18 e 19 de setembro, de segunda à quinta-feira.

Onde: Centro de Moscone, em São Francisco, nos Estados Unidos.

Mais informações: www.oracle.com/openworld/

Profissionais híbridos: o que fazem e como vivem?

Desde a explosão do Big Data o mundo passou por uma grande transformação tecnológica, alterando o modo de viver de gerações de uma forma nunca vista anteriormente. O mundo expandiu para era da internet, criando, assim, profissionais híbridos detentores de conhecimento em diversas áreas, e inseridos completamente no universo digital. E, dentro dessa digitalização, o mercado de trabalho também tem sentido a necessidade de se atualizar, pois um emprego com uma carreira estável, salário e status já não atrai mais a chamada geração “Z”.

O objetivo agora é outro: os jovens da geração “Z” priorizam a qualidade de vida, e estão ansiosos por viver experiências. Eles têm entre 18 e 24 anos de idade e desejam, mais do que tudo, trabalhar com o que gostam (42%), equilibrarem trabalho e vida pessoal (39%) e serem reconhecidos pelo que fazem (32%), esses aspectos são mais importantes do que ganhar bem (31%), é o que diz os dados da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Para Marcus Araujo, presidente da Datastore e conhecido como “Mago do Imobiliário”, o que a geração “Z” e os Millennias procuram é um ambiente sem amarras, com liberdade de expressão, empregos em que consigam aumentar o processo de criatividade. “Hoje, muitas construtoras e empresas estão se adaptando ao estilo “Z”, característico de startups, disponibilizando espaço para que os colaboradores possam se sentir em casa, isso desperta o espírito de parceria e pertencimento em cada indivíduo. Além disso, o modo de viver também mudou, os apartamentos se tornaram mais compactos e com mais áreas de compartilhamento”, enfatiza.

Os profissionais híbridos são conectados, descolados e, por possuírem experiências em diversas áreas, conseguem se adaptar facilmente a qualquer ambiente e trabalhar em planos de ação para solucionar qualquer problema/imprevisto que possam surgir. “Por viverem de maneira intensa eles buscam novas experiências. Eles também não têm mais o sonho de comprar uma casa, casar e ter filhos. Essa geração não pretende ter carro e prefere utilizar o transporte público, bicicleta ou aplicativos de transportes. Se trabalhar em casa, utiliza o coworking do condomínio. Na hora do almoço, a comida chega via aplicativo, as roupas são lavadas na lavanderia coletiva do prédio. Ou seja, a vida dessa geração gira em torno do lugar em que moram”, destaca o presidente da Datastore.

Velha geração, novos hábitos

As gerações mais antigas também estão sendo influenciadas pelos hábitos de consumo da geração “Z”, o que pede um conhecimento ainda maior sobre os públicos a serem atingidos pelo mercado imobiliário. “As pessoas perderam poder aquisitivo por conta da diminuição da renda. A mulher entrou no mercado de trabalho, as famílias optaram por terem somente um filho, as pessoas vivem conectadas, não contam mais com a ajuda de uma empregada doméstica para os afazeres da casa. Tudo caminha para um apartamento menor e com um projeto bem resolvido”, analisa o Mago Imobiliário.

Marcos explica que “o importante é que todos os setores fiquem de olho. Essa geração está priorizando mais a educação, eles são curiosos e apaixonados pelo o que fazem, sabem aplicar a autogestão, querem resolver os problemas de forma rápida e, acima de tudo, priorizam o crescimento pessoal – que já não é mais passar 20 anos na mesma empresa. Estão ganhando cada vez mais espaço no mercado de trabalho e, as organizações que não se adaptarem a essa mudança, ficarão para trás. Fica a dica” – finaliza Marcus.

Ericsson abre inscrições para Programa de Estágio e Trainee 2020

Estão abertas as inscrições para o Programa Talentos 2020 da Ericsson Brasil. Com 60 vagas disponíveis para estágio e 10 para trainees, o programa busca atrair os melhores jovens talentos do País, com potencial para serem líderes de negócios e contribuírem com os planos de expansão da empresa no mercado.

A iniciativa está alinhada ao compromisso da Ericsson de renovar constantemente seu repertório de ideias e conceitos de inovação, para seguir se destacando como pioneira no setor em que atua. Desde o ano passado, a empresa promove importantes mudanças culturais dentro da empresa para modernizar o ambiente de trabalho, aproximar as pessoas, permitir cada vez mais integração entre os times e troca de experiências, ser um celeiro vivo das melhores ideias e assegurar boas oportunidades de desenvolvimento pessoal.

Alguns exemplos são a campanha Seja Você, que incentiva as pessoas a trazerem para o ambiente de trabalho o melhor delas, agindo, pensando e até se vestindo da forma como melhor se sentem; o Projeto FIKA!Labs, conectado à inovação e em busca de ideias e soluções inspiradoras para a resolução de problemas; o Clube Ericsson Toastmasters, focado no desenvolvimento das habilidades de comunicação e liderança; e, mais recentemente, a mudança para um novo escritório, a Nova Casa Ericsson – um ambiente muito mais moderno, mais digital, com conceito de open space, sem postos de trabalho fixos, para aproximar cada vez mais os colaboradores.

“Inovação é palavra-chave na visão e na estratégia de negócios da Ericsson. O mundo se transforma a cada dia, nosso mercado vive em constante processo de evolução e nós acompanhamos esse movimento de perto. Abrir nossas portas para mentes jovens e inovadoras é parte fundamental da governança da empresa”, diz Silvio Paciello, Vice Presidente de Recursos Humanos da Ericsson para o Cone Sul da América Latina. “Aumentamos em 20% o número de vagas no programa de estágio e dobramos as vagas para trainees nesse ano em comparação ao ano passado para ampliar ainda mais o mix de idades e experiências”, completa o executivo.

A valorização do profissional jovem é algo que está no DNA da empresa há muitos anos. Um grande exemplo disso é a história de Eduardo Ricotta, Presidente da Ericsson para a região LATAM Sul. O executivo – que é graduado em Engenharia de Telecomunicações pelo Inatel (Instituto Nacional de Telecomunicação) e acumula mais de 25 anos de experiência profissional – começou sua carreira na Ericsson em 1993, justamente como trainee. Segundo ele, o programa foi um divisor de águas em sua formação e em sua trajetória: “Quando participei do Programa de Trainee da Ericsson, me foi dada a oportunidade de interagir com as diferentes áreas de negócios da companhia. Todos os dias, eu era motivado a contribuir com soluções para os desafios das áreas, combinando os conhecimentos que eu havia acumulado durante minha graduação com os novos aprendizados adquiridos na interação com os executivos que já estavam na empresa há mais tempo. Esse mix de experiências e visões me preparou para os passos seguintes que pude dar na minha carreira, e que me levaram a ocupar posições de destaque na Europa, América do Norte e na América Latina”. Antes de assumir a presidencia da região LATAM Sul, Ricotta era o Presidente da Ericsson para o Brasil (2017-2019) e Vice Presidente de Negócios para LATAM (2012-2017).

Segundo Ricotta, o programa de atração de novos talentos está diretamente ligado à estratégia de negócios da empresa: “A Ericsson é líder em infraestrutura e soluções digitais para redes móveis no Brasil e no mundo há mais de 140 anos. Ao longo dos 95 anos de operação no Brasil, nossas ideias, tecnologia e pessoas mudaram o mundo e transformaram vidas, indústrias e a sociedade como um todo, e manter uma visão moderna, jovial e inovadora é fundamental para que sigamos desenvolvendo e entregando infraestrutura e soluções de Internet das Coisas, transformação digital e conexão 5G – tecnologia que deve revolucionar a forma com que nos conectamos com o mundo ao nosso redor”.

Sobre o programa

O Programa Ericsson Talentos 2020 foi elaborado para oferecer a plataforma de desenvolvimento que os jovens talentos precisam para fazer um significativo avanço em suas carreiras, com experiências que irão maximizar suas habilidades de negócios, adicionar mais conteúdo aos seus repertórios e equipá-los para impactar positivamente o cenário global das telecomunicações.

Programa de Estágio – Com duração de até 2 anos, proporciona aos candidatos a vivência da missão da Ericsson desde cedo. Por meio de experiências práticas e conteúdo especialmente preparado, o programa tem como objetivo enriquecer a formação acadêmica e o currículo dos estagiários selecionados. Como benefícios, são oferecidos Bolsa salário, Assistência Médica, Assistência Odontológica, Seguro de Vida, Vale Transporte, Restaurante no local ou Vale Refeição (dependendo da localização), Programa Gympass, Bicicletário e chuveiro (dependendo da localização). Para se ser elegível à candidatura, o/a estudante precisa estar regularmente matriculado no nível superior, cursando em 2020 o penúltimo ou último ano. Diferentes áreas são aceitas, com destaque para Ciências da Computação, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Engenharia Produção, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Telecomunicações, Engenharia de Materiais, Administração, Direito, Economia, Matemática, Sistemas de Informação, Publicidade & Propaganda, Relações Públicas, Marketing ou Comunicação. É necessário também ter inglês avançado (espanhol será um diferencial) e bons conhecimentos do pacote Office.

Programa de trainee – Com 12 meses de duração, oferece aos candidatos a possibilidade de obter uma visão global da empresa. O programa será planejado e orientado por executivos e profissionais da área de Recursos Humanos, visando proporcionar aprendizado diferenciado para que os trainees possam assumir, futuramente, posições de destaque na Ericsson.

Ao longo do ano, os selecionados irão passar por diferentes áreas da empresa para que conheçam todo o funcionamento do negócio, além de participarem de sessões de coaching e mentoria com os executivos da companhia. Há a possibilidade de experiência nos outros quatro escritórios da Ericsson no Cone Sul da América Latina para os 5 candidatos que mais se destacarem no programa. A Ericsson oferece, como benefícios aos trainees, remuneração compatível com mercado, vale transporte, vale alimentação ou refeitório no local, seguro saúde, seguro de vida, seguro dental e plano de previdência.

Para ser elegível à candidatura, o/a estudante deve ter formação acadêmica entre Dez/2018 e Dez/2019. Todos os cursos de bacharelado são de interesse, com destaque para: Administração, Engenharia, Tecnologia da Informação, Marketing, Análise & Desenvolvimento de Sistemas e Matemática. Ter disponibilidade para viagens nacionais e internacionais, além de inglês fluente, são requisitos fundamentais. Espanhol será considerado um diferencial na decisão final pelo candidato.

Clique aqui para mais informações sobre o Programa de Estágio e Trainees 2020 da Ericsson.

Programa Ericsson Talentos 2020

Inscrições: de 06 a 30/08/2019

Clique aqui para inscrição no programa de estágio

Clique aqui para inscrição no programa de trainees