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Petrobras: Nicolás Simone é Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação

Foto: Agência Petrobras

A Petrobras informa que o Conselho de Administração, em reunião realizada ontem (25/09), elegeu o Sr. Nicolás Simone para o cargo de Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação, que assumirá a posição a partir de 01/10/2019, após a criação dessa nova área na Companhia, que está sujeita à deliberação da Assembleia Geral de Acionistas a ser realizada em 30/09/2019.

A dedicação dessa nova Diretoria da Petrobras à transformação digital e inovação é consistente com a ênfase dada à tecnologia da informação no processo de mudança transformacional da Companhia para a maximização da geração de valor para os acionistas e o Brasil.

Nicolás Simone é engenheiro de software e sistemas pela Universidade O.R.T – Uruguai, tem ampla experiência internacional e conhecimento de tecnologia de informação, transformação digital, cyber security, IA, omnichannel, CRM, inovação, vendas, logística, reengenharia de processos, projetos de grande porte, centro de serviços compartilhados (CSC) e indústria 4.0. Liderou projetos globais transformacionais, processos de M&A, implementou sistemas de gestão como SAP/ERP, modelos de outsourcing e off shoring, sistemas de venda, entre outros, mantendo sempre o foco em inovação e agregação de valor para o negócio.

Ocupou cargos de liderança em grandes empresas como Itaú-Unibanco, Lojas Renner, ABInBev e Grupo Boticário, possuindo forte expertise de negócio em indústria, bens de consumo, varejo e mercado financeiro. Seu foco é atuar com empatia e visão sistêmica do negócio para atingir resultados e superar expectativas com agregação de valor.

Na frente de transformação digital, tem forte conhecimento em transformar e conectar negócios e processos analógicos para digital, de acordo com as caraterísticas de cada organização, implementando diferentes metodologias para definir e liderar esta mudança cultural em parceria com as áreas e unidades de negócio.

Com ampla experiência e foco em inovação, transformou áreas de sistemas de um formato tradicional para bimodal, com o objetivo de agregar valor para o negócio, estruturando laboratórios de inovação com áreas de co-working e ativando parcerias com startups para incubar soluções utilizando metodologias como Design Thinking, Agile, Devops e outras, de modo a potencializar a experiência, adaptabilidade e interação com o usuário final e assim poder reduzir os prazos de entrega.

Ao longo de sua carreira, publicou diversos artigos, deu palestras e entrevistas sobre a jornada da transformação digital, inovação, criação de ecossistemas e como transformar a TI tradicional em uma TI agregadora de valor. Seu trabalho foi reconhecido através de diversas premiações: CIO Executive Award em Consumers Goods Category; CIO Executive Award em Retail; e, em 2017, publicou um paper que foi case global falando em como transformar o role do CIO e TI em entidades de agregação de valor, fortalecendo a colaboração com o negócio.

A indicação do Diretor Executivo foi objeto de prévia análise pelo Comitê de Pessoas do Conselho de Administração da Petrobras.

Fonte: Petrobras

Sage lança software de controle financeiro para PMEs

A Sage, líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, acaba de lançar um software totalmente online que garante gestão e controle financeiro para microempreendedores. O Sage Financeiro dispensa de vez o uso de papel e caneta ou planilhas de computador para fazer a gestão das receitas, despesas e fluxo de caixa da empresa de maneira ágil e fácil a um preço que cabe no bolso de qualquer empresário.

“Segundo dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), uma em cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos de existência e entre os principais motivos está a dificuldade dos empreendedores na hora de cuidar da gestão financeira do negócio. Sabemos desse desafio e estamos investindo para apoiar os empresários com uma tecnologia fácil que simplifica essa tarefa e proporciona mais eficiência para a gestão, contribuindo para a continuidade da empresa”, diz Jorge Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina.

O sistema é ideal para que o empreendedor tenha acesso a controles financeiros básicos que os ajudem na tomada de decisão. Um painel de controle com 7 indicadores de negócio (entre eles um gráfico de fluxo de caixa) fornecem ao empreendedor informações importantes que mostram como está a saúde financeira do seu empreendimento. Além disso, outras funcionalidades de destaque são a personalização de categorias e centros de custo para classificação dos lançamentos, integração com o Sage NFe, integração com os softwares contábeis Sage Office e Sage Gestão Contábil e relatórios detalhados de Livro Caixa e Fluxo de Caixa.

“Estamos oferecendo ao micro e pequeno empresário a possibilidade de transformar a gestão das finanças de sua empresa de forma simples e muito acessível. Com o Sage Financeiro, ele terá autonomia para controlar todas as transações financeiras de seus negócios de forma ágil, intuitiva e na nuvem, o que possibilita acessar a solução a qualquer hora bastando ter acesso à internet”, afirma Osvaldo Meneghel, diretor de produtos da Sage Brasil.

“Atualmente, as micro e pequenas empresas são grandes geradoras de renda e de emprego no Brasil. Elas representam quase a totalidade das empresas nacionais e são responsáveis por 27% do PIB e por mais da metade dos empregos formais do país. O Sage Financeiro chega para auxiliar esses heróis da economia nacional a ter controle da gestão financeira de seus negócios e assim poderem prosperar”, afirma.

Para mais informações sobre o software: http://info.sageone.com.br/sage-financeiro?utm_source=pr&utm_medium=noticia&utm_campaign=sfin

Onde acompanhar licitações públicas

No ano passado o governo brasileiro gastou R$ 90 bilhões em licitações de bens e serviços. O mercado de licitações é enorme e ainda pouco aproveitado pelos empreendedores. Segundo pesquisa do Sebrae/SP, apenas 11% das empresas em atividade já venderam para o governo. Entender como acompanhar os editais e começar a ofertar para o Estado pode ser o primeiro passo para ter uma empresa mais sustentável e competitiva no mercado. 

 

O governo precisa de tudo, desde material para construção civil até grampos de papel, e a modalidade mais popular para comprar esses itens é o pregão eletrônico, que recentemente se tornou obrigatório para licitações que envolvem verba do Governo Federal. Com a digitalização do processo, empresas de todo país podem participar, incluindo as micro e pequenas empresas, e até mesmo os microempreendedores individuais. “Existe a ilusão de que apenas grandes corporações podem ser fornecedoras do Estado, isso não é verdade. A legislação favorece os menores, que podem ter uma ótima oportunidade de potencializarem seus negócios. Isso é uma grande vantagem para economia, o dinheiro passa a circular em diferentes camadas sociais, e não fica preso entre as grandes empresas”, comenta Fernando Salla, CEO da Effecti, empresa especializada em desenvolver automação para o fornecedores participantes de licitação. 

 

Onde acompanhar licitações

“O primeiro passo para participar de um edital é saber onde acompanhar as licitações que estão abertas, para isso é possível acompanhar sites de compra do governo ou usar ferramentas que automatizam esse processo”, explica Fernando.

 

Compras Net

Site que reúne as licitações federais.

 

Licitações-e

Plataforma para licitações do Banco do Brasil.

 

Bolsa Eletrônica de Compras de SP (BEC)

Portal de compras do Estado de São Paulo. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Licitações Caixa

Licitações da Caixa Econômica Federal. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Compras MG

Portal do governo de Minas Gerais. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Compras Públicas

Maior portal independente de licitações do país. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Outros

Aqui você pode ter um panorama dos 16 principais portais para acompanhar licitações no Brasil. 

 

Monitoramento conforme segmento de atuação

Como você já deve estar percebendo, são muitos portais para acompanhar e descobrir qual edital melhor se encaixa com seu negócio. Com o avanço da tecnologia, há no mercado ferramentas gratuitas para teste que acompanham de maneira automática todos esses portais e que é possível segmentar o interesse conforme o ramo de atuação da sua empresa. “Na Effecti capturamos cerca de 3 milhões de novas oportunidades de negócio por mês. É um volume muito grande para uma pessoa só monitorar, por isso ferramentas de automação ajudam. Com uma boa ferramenta é possível aplicar filtros conforme o negócio e receber uma notificação sempre que uma licitação da área escolhida for aberta”, explica Fernando Salla, CEO da Effecti, empresa especializada em automação para fornecedores de licitações.

Colloquium 2019 discute IA no Brasil e Transformação Digital

Amanhã, dia 4 de outubro, a partir das 10h, a IBM realiza a 9ª edição do Colloquium, principal evento sobre ciência e inovação produzido pelo Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Neste ano, a 9ª edição do Colloquium promoverá discussões sobre “Os caminhos para a IA no Brasil e Transformação Digital” com líderes das principais iniciativas de P&D no país, tanto da iniciativa privada quanto da academia e governo.

Na ocasião, serão apresentados destaques de avanços em pesquisas, projetos e casos práticos de startups e grandes empresas para aplicações de inteligência artificial.

A transmissão online será no site do evento e contará, ainda, com palestras de nomes como Glauco Arbix, professor titular da USP, especialista em teoria da inovação e sociologia econômica, e um painel com participação de Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Confira a programação abaixo:

10h00 – 10h20: Abertura
10h20 – 10h40: Por uma Estratégia Nacional de IA que habilite a inovação e crescimento – Fabio Rua, Líder de Government & Regulatory Affairs da IBM América Latina
10h40 – 10h50: Q&A
10h50 – 11h10: Políticas de Inovação no Brasil, Glauco Arbix, professor titular da USP
11h10 – 11h20: Q&A
11h20 – 11h40: Projeto de IA para o Brasil, Rosa Vicari, professora titular da UFRGS
11h40 – 12h00: Convite para as demos
13h30 – 13h40: Abertura segundo bloco
13h40 – 14h00: Dr. Vinicius Calsavara – Pesquisador e Estatístico na A.C.Camargo
14h00 – 14h10: Q&A
14h10 – 14h30 Sergio Novaes – Advanced Institute for Artificial Intelligence (AI²)
14h30 – 14h40: Q&A
14h40 – 15h00: Centro de IA – Parceria IBM e Fapesp
16h00 – 16h10: Abertura terceiro bloco
16h10 – 17h40: Painel: Os caminhos para IA no Brasil e a nossa transformação digital
17h40 – 17h50: Q&A
17h50 – 18h00: Encerramento

Não perca a transmissão ao vivo pelo site do Colloquium.

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Líder mundial de consultoria SAP adquire participação majoritária da FH

O grupo itelligence, empresa líder mundial de consultoria SAP e parte do Grupo NTT DATA, anunciou hoje o acordo para adquirir a participação majoritária na FH S.A. (FH) para entrada no mercado brasileiro de SAP. Em concordância com os procedimentos usuais de regulação do mercado, o fechamento da transação depende agora do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), assim como do cumprimento de outras condições regulamentares. A liberação do CADE está prevista para as próximas semanas.

A FH, fundada em 1999, é uma das principais empresas em software e serviços SAP do Brasil. Suas soluções fiscais são utilizadas por empresas que, juntas, respondem por mais de 8% do PIB brasileiro. Globalmente, a FH também ocupa uma posição de destaque: na América Latina, a FH é líder no fornecimento do portfólio SAP Customer Experience e tem experiência em projetos de Rollout SAP em mais de 30 países.

Norbert Rotter, CEO da itelligence AG, afirma: “Para o grupo itelligence, que conta com 26 subsidiárias próprias, a aquisição da FH significa uma expansão estratégica no mercado latino-americano. Ganhamos 700 colegas de SAP em seis unidades no Brasil, que agora fazem parte de uma equipe global de 9,2 mil colaboradores. Os ativos de propriedade intelectual da FH, combinados às tecnologias inovadoras da SAP, nos auxiliarão no crescimento contínuo dentro e fora do Brasil. ”

Com a aquisição, o grupo itelligence amplia sua presença em uma das regiões de maior crescimento econômico do mundo. Segundo a IDC e a Gartner, o Brasil é o oitavo maior mercado mundial de TI, com uma expansão de 9,8% em 2018, sendo esperado um crescimento significativo até 2024, acima da média mundial.

Diante do aumento dos requisitos legais de transparência e compliance no Brasil, cresce a demanda por softwares de ERP e soluções de gestão financeira. Ambos os parceiros veem grande potencial de crescimento também nas áreas de marketing, CRM, e-commerce e IoT (Internet das Coisas).

De acordo com Ricardo Fachin, CEO da FH: “Ao longo de mais de 20 anos, geramos conhecimento em diferentes processos de negócio e desenvolvemos ofertas de software e serviços que auxiliam empresas dos setores de manufatura, agroindústria, varejo, serviços, financeiro e de utilities. Apostamos na inovação para simplificar os negócios dos nossos clientes. Em 2018, apresentamos o ECG, nosso software de serviços fiscais cloud, e, em 2019, habilitamos na solução fiscal GUEPARDO as funcionalidades de machine learning.

Nesta nova fase, contamos com a expertise e a presença global do grupo itelligence para fortalecer nossa posição no mercado brasileiro e ampliar nossas ofertas de software e serviços. Isto resultará em novas oportunidades não só para a empresa, mas também para os nossos colaboradores. Agora também estamos mais qualificados para satisfazer as necessidades dos clientes com operações internacionais e poderemos consolidar ainda mais a nossa posição como um dos principais parceiros estratégicos de tecnologia no Brasil.”

Ambas as partes optaram por sigilo sobre o valor de compra da transação.

Robotização da indústria no Brasil é baixa e está atrasada, apontam especialistas na ABM WEEK 2019

A implementação de robôs na indústria é um processo em aceleração crescente nos países mais competitivos do mundo, nos quais o setor minero-metalúrgico já os emprega em diferentes aplicações. O Brasil está muito atrasado em comparação com países como Alemanha e China nesse aspecto, mas algumas companhias nacionais e a universidade brasileira têm trabalhado para avançar na robotização de algumas operações fabris.

Mencionando dados do anuário 2019 da International Federation of Robotics, Edouard Mekhalian, diretor-geral da Kuka Roboter do Brasil, apontou que 70% dos robôs adquiridos pela indústria mundial em 2018 ficaram em apenas cinco países, como China e Japão. No Brasil, a taxa média de robotização na indústria como um todo é de 14 robôs para 10 mil trabalhadores — índice bem inferior à média internacional de 99 robôs para cada 10 mil trabalhadores.

“O número brasileiro é até pior, dada a enorme quantidade de desempregados”, explicou Mekhalian durante a mesa-redonda Robotização aplicada na indústria minero-metalúrgica, um dos eventos realizados na ABM WEEK nesta quarta-feira (2 de outubro).

Martin Hirschmanner, vice-presidente de mecatrônica da Primetals Technologies, apontou que há diferentes níveis de aplicação de robôs na indústria minero-metalúrgica. “O primeiro nível já é padrão no setor, o de soluções isoladas”, afirmou. Robôs têm sido largamente aplicados a diversas tarefas em plantas siderúrgicas, substituindo o trabalho manual de operários em funções como medições e amostragens.

Os níveis mais elevados de robotização estendem-se a processos completos, como o lingotamento contínuo. O passo seguinte será o desenvolvimento de uma usina completamente robotizada — algo que não existe hoje em dia e que ainda depende de uma série de desenvolvimentos tecnológicos, segundo Hirschmanner.

Casos de sucesso

Embora as companhias brasileiras enfrentem uma série de desafios para avançar na aplicação de robôs em suas plantas, há notáveis casos de sucesso. Leonardo Martins Demuner, gerente-geral de Aciaria da Ternium, apresentou o programa de robotização da companhia.

“Temos implementando modificações e realizado estudos quanto às áreas e postos de trabalho onde é possível implantar robôs. A ideia foi mapear toda a usina, identificando onde a carga de trabalho é mais pesada e onde é possível instalar equipamentos de forma mais rápida”, explicou. Entre os setores em que a empresa implantou robôs, Demuner citou a etiquetagem de placas e medição de temperatura de gusa. “Esses são os itens em que temos processo mais adiantado, mas a ideia é atuar em todas as áreas em que há maior exposição dos trabalhadores”, concluiu Demuner.

Fernando Broder é o novo Chief Information Officer da ASSIST CARD Internacional

A ASSIST CARD, empresa referência no segmento de seguro viagem no Brasil, nomeou Fernando Broder como Chief Information Officer.

O executivo iniciou sua trajetória na ASSIST CARD em 2008, como gerente Global IT Applications, responsável por todos os países nos quais a companhia atua. Em 2015, Broder foi promovido a diretor da empresa e, além de continuar responsável por aplicativos e sistemas globalmente, também passou a gerenciar os departamentos de Produtos e Preços.

Desde 2016, Fernando se tornou responsável também pelas áreas de infraestrutura, service desk, telecomunicações, redes, desenvolvimento de aplicativos e dispositivos móveis, suporte de TI e segurança de computadores, entre outros.

“Como novo CIO, continuarei trabalhando no principal objetivo que buscamos na ASSIST CARD: entregar o melhor serviço, com uma infraestrutura robusta e a tecnologia mais inovadora que nos permite oferecer aos nossos clientes a melhor experiência. Ajudamos os nossos clientes para que, toda vez que viajam, sintam que não estão sozinhos, porque os acompanhamos a todo, em qualquer lugar e por qualquer motivo ”, diz Broder.

Antes de trabalhar na ASSIST CARD International, Fernando ocupou o cargo de gerente de Desenvolvimento e Aplicações no Grupo Clarín por mais de quatro anos. Também foi consultor de negócios da IBM na Argentina, Suíça e América Central. Com muitos anos de experiência no setor de tecnologia da informação, o profissional é referência em áreas como Processos de Negócios, Planejamento Estratégico e Negociação.

Broder é graduado em Contabilidade e Administração de Empresas pela Universidade de Buenos Aires (UBA) e possui mestrado em Finanças Internacionais pela mesma Universidade. Ainda, em 2005, obteve a certificação em Project Management Professional (PMP) pelo Instituto de Estudos de Excelência Competitiva (IEEC), centro regional de ensino e desenvolvimento de aplicações em Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos para empresas do setor de Manufatura e Serviços

Empresas que se destacam no escalonamento da inovação tecnológica dobram crescimento de receita, aponta estudo da Accenture

A Accenture (NYSE: ACN) revela hoje complementos do estudo Future Systems, que aponta o impacto de se investir com qualidade em tecnologias que melhorem o desempenho financeiro das empresas e, principalmente, a cultura e o comportamento das empresas que lideram a indústria. Intitulado “Full Value. Full Stop. How to scale innovation and achieve full value with Future Systems”, o estudo analisa como escalonar inovação e alcançar o valor total dos investimentos em tecnologia.

As informações do levantamento complementam os dados do estudo Future Systems lançado em 2018 e baseiam-se em uma pesquisa com mais de 8.300 organizações de 20 indústrias e 22 setores. O estudo foi desenvolvido para ajudar empresas a compreenderem como fechar a lacuna das metas de inovação (a diferença entre valor potencial e valor concretizado a partir dos investimentos em tecnologia).

O Future Systems é a maior pesquisa corporativa de TI já realizada pela Accenture e inclui dados sobre tecnologias maduras e emergentes, como inteligência artificial (IA), blockchain e realidade estendida. As empresas foram divididas de acordo com três aspectos: adoção tecnológica, profundidade da adoção tecnológica e nível de preparo organizacional e cultural. Ao atribuir uma pontuação para cada um desses fatores, foram definidos grupos com as empresas “líderes” (10% principais) e o grupo “lanterna” (25% inferiores). Analisados os indicadores de desempenho coletados a partir de 2015 e projetados até 2023, o estudo identificou a relação entre adoção tecnológica e valor alcançado, constatando que, entre os líderes, a receita cresce mais do que o dobro do que entre os últimos colocados. Além disso, apenas em 2018, as empresas nas últimas posições registraram 15% em receita anual perdida e provavelmente perderão em torno de 46% dos ganhos potenciais de receita até 2023 se não mudarem a forma como lidam com a tecnologia.

“Os executivos C-level de hoje já investem quantias significativas de capital em novas tecnologias, mas nem todas as empresas conseguem obter os benefícios da inovação resultante desses investimentos”, explica Bhaskar Ghosh, diretor geral para Accenture Technology Services. “Competir na economia pós-digital de hoje, impulsionada por dados, significa que as organizações precisam de uma estratégia minuciosa em relação à adoção de tecnologias e de uma visão clara sobre como devem ser esses futuros sistemas em suas empresas. Nosso mais recente levantamento mostra que as empresas líderes da indústria no mundo estão investindo em sistemas sem fronteiras, adaptáveis e extremamente humanos a fim de maximizar a inovação, desempenho e valor dos negócios”.

No geral, os líderes acreditam que o trabalho entre humanos e máquinas tem a capacidade de revelar o melhor em ambos, e que empresas e seus ecossistemas devem formar alianças complementares. Esta é a razão pela qual essas empresas estão motivadas a construir novos sistemas sem fronteiras, adaptáveis e humanos, definidos da seguinte forma:

  • Sem fronteiras: os sistemas sem fronteiras aproveitam os limites difusos – considerando a área de TI, entre empresas, e na relação entre humanos-máquinas – para criar novos espaços para o florescimento de ideias e parcerias.
  • Adaptáveis: sistemas adaptáveis são capazes de aprender, melhorar e se adaptar por si só, eliminando os conflitos que limitam o crescimento dos negócios e capacitando as pessoas para tomarem melhores decisões de forma ágil.
  • Humanos: sistemas humanos conversam, ouvem, enxergam e compreendem exatamente como nós, trazendo uma simplicidade para cada interação entre pessoas e máquinas, criando as vantagens do futuro.

“O levantamento mostra que as organizações líderes estão melhorando seu quociente de tecnologia, ultrapassando a ideia de delimitação de áreas de excelência e usando estratégias para alcançar a transformação da empresa como um todo, a fim de maximizar o retorno de seus investimentos em tecnologias”, completa Ghosh.

O estudo Future Systems concluiu que as empresas líderes contam com uma mentalidade e abordagem distintas em relação à adoção tecnológica e à transformação organizacional. Há um contraste em relação aos últimos colocados da pesquisa. Mais especificamente, as empresas líderes estão:

  • Adotando tecnologias ágeis e flexíveis: entre as empresas no topo do ranking, 98% estão adotando tecnologias robustas como IA, contra apenas 42% das empresas no fim do ranking. As empresas líderes também estão usando soluções que possibilitam dissociação de dados, infraestrutura e aplicações. Na verdade, a adoção de tecnologias como DevSecOps, microsserviços e contêineres é consideravelmente maior entre as empresas líderes em comparação com as retardatárias: 97% contra 30%.
  • Apostando na computação em nuvem: os líderes também estão muito à frente quando o assunto é a adoção de tecnologias em nuvem como forma de alavancar efetivamente outras tecnologias, incluindo IA e analytics. Entre os líderes, 95% enxergam a nuvem como um catalisador da inovação, em comparação com apenas 30% do grupo de empresas nas últimas colocações.
  • Enxergando dados como um ativo da companhia: 90% dos líderes tomam medidas para garantir a qualidade dos dados, em vez de confiar em dados potencialmente não verificados ou tendenciosos. Isso significa que 94% dos executivos em empresas líderes afirmam que seus dados são confiáveis o suficiente para gerar mudanças nos negócios, em comparação com apenas 64% das companhias no grupo lanterna.
  • Gerenciando os investimentos em tecnologia em todas as áreas da empresa: os líderes apresentam um alinhamento melhor nos negócios, derrubando de forma efetiva as barreiras entre TI e outros departamentos.
  • Investindo na qualificação: as empresas líderes estão usando três vezes mais a aprendizagem prática do que os últimos colocados do ranking: 73% contra 24%. A IA e analytics avançados são usados por 87% dos líderes em áreas como aprendizado personalizado, previsão das necessidades de qualificação dos trabalhadores e correspondência dos requisitos de habilidades dos trabalhadores com os módulos de treinamento. Entre os últimos colocados na pesquisa, esse número chega a apenas 35%.

Informações adicionais sobre o estudo “Full Value. Full Stop”, incluindo os infográficos, principais indicadores para um período de oito anos e referências por setor e localização estão disponíveis aqui.

Colaboração por meio da tecnologia: a transformação digital chegou para o ambiente de trabalho

Por João Aguiar, gerente de Engenharia e Pré-vendas para a região do Brasil e CALA da Poly

É de comum senso que os processos de negócios estão migrando rapidamente para o ambiente virtual, possibilitando que a experiência dos usuários se torne ágil, objetiva e proveitosa. Em função disso, os recursos tecnológicos mais avançados estão sendo agregados ao mundo corporativo para proporcionar melhores resultados e, quem opta por não acompanhar essa tendência, acaba se distanciando da realidade.

Na América Latina, mudanças no workplace atual já são uma realidade. Salas compartilhadas e virtuais, colaboração em nuvem e vídeo colaboração são tendências que já existem no mercado de trabalho. Mas como as empresas estão enfrentando essas mudanças hoje? Que considerações as empresas devem ter para se adaptar a esse mundo tecnológico, dinâmico e conectado?

Em uma pesquisa feita pelo MindMetre Research a pedido do International Workplace Group (IWG), realizada em 96 países, foi constatado que mais de dois terços dos executivos trabalham de forma remota ao menos uma vez por semana em todo o mundo. No Brasil, esse número chega a 25%, segundo o IBOPE. Ou seja, a transformação digital chega para provocar uma mudança radical na maneira como as empresas operam atualmente, incorporando processos digitais com inteligência e garantindo seu lugar no futuro.

Um dos aliados neste momento são as salas colaborativas. Hoje mais eficazes e produtivas, as soluções de áudio e vídeo são a grande aposta dos executivos de RH para o futuro do trabalho. A tecnologia chegou para equipar os diferentes espaços de reunião, desde salas a espaços abertos, bem como locais de conferências tradicionais.

Produtividade e eficiência no trabalho são temas que caminham lado a lado com a prática do home office e, para obter ganhos nesse sentido, a tecnologia é uma grande aposta porque está intrinsecamente ligada ao alto desempenho dos funcionários. Soluções inteligentes, com tecnologias acessíveis e eficientes, são a aposta de empresas que entendem essa movimentação. Com esse tipo de serviço, a experiência do usuário é enriquecida e, provavelmente, tão eficiente quanto seria estar fisicamente presente.

À medida em que os ambientes de trabalho ficam mais dinâmicos e há o avanço da tecnologia, as empresas se veem na necessidade de se flexibilizar e adotar essas novas políticas de colaboração. A previsão é que boa parte das organizações as adotarão como padrão até 2020. Afinal, elas entenderam que entregar um bom trabalho não significa estar no escritório e na mesma sala de reunião, mas sim no mesmo caminho da empresa.

Tudo o que você precisa saber sobre a Carteira de Trabalho Digital

Por Polyana Lais Majewski Caggiano, advogada associada no escritório Marins Bertoldi

Na Era em que vivemos, a tendência é que todos os documentos, aos poucos, passem ao formato digital. E não poderia ser diferente com a Carteira de Trabalho e Previdência Social.

Na verdade, o aplicativo da CTPS digital já existe desde 2017, mas não era obrigatório. A partir da entrada em vigor da MP da liberdade econômica, para a contratação dos empregados, o documento físico deixou de ser imprescindível.

A CTPS digital certamente aumentará a segurança trabalhista, tanto para empregados quanto para empregadores.

O empregado, por exemplo, poderá acompanhar em tempo real, os dados anotados em sua CTPS e todos os outros inseridos, tais como salário, função e demais alterações, controlando inclusive se o empregador anotou corretamente a data do início do vínculo empregatício. O benefício é recíproco, na medida em que o próprio empregador ganha agilidade e praticidade para proceder as anotações e atualizações cabíveis via sistema.

A funcionalidade digital também auxiliará os empregados que buscam aposentadoria, pois reunirá dados que antes não eram interligados, otimizando tempo e até mesmo acarretando maior segurança e veracidade de informações.

De igual forma, a CTPS digital traz segurança para o empregador que utiliza o sistema e-social, uma vez que a anotação pode ser simultânea, evitando a dependência de o empregado entregar a carteira, tanto para a admissão, quanto para a demissão.

Não é incomum, por exemplo, um empregado se negar a trazer a CTPS quando ocorre uma demissão. E nesse sentido o empregador pode realizar todo o procedimento de forma rápida, prática e desburocratizada por meio da plataforma digital.

Não se pode esquecer que o sistema é seguro, pois é desenvolvido pela DATAPREV. As informações coletadas são obtidas através das bases do Governo Federal, como CPF, CNIS, CAGED, RAIS, dentre outros, e de forma alguma podem ser repassadas a terceiros, exceto por ordem judicial. Esta funcionalidade inibe os chamados “bancos negativos de dados de trabalhadores”. Por fim, o documento digital é capaz de impedir e minimizar golpes que envolvam a falsificação do documento físico, bem como é responsável por dificultar, ou até mesmo impedir, fraudes envolvendo seguro desemprego ou perante o INSS, além de reduzir uma série de discussões em âmbito judicial acerca de danos morais e materiais oriundos da extravio da carteira de trabalho física.

Vantagens da carteira de trabalho digital

A principal vantagem da implementação da CTPS digital é a redução da burocracia, principalmente para as empresas que dependiam da entrega do documento físico para poder efetivar uma contratação. De igual forma a medida facilita o acesso ao mercado de trabalho, já que através do fornecimento do CPF do empregado, pode-se realizar todo procedimento que envolve admissão, demissão, licença-maternidade e até mesmo auxiliar no pedido de aposentadoria.

Outra vantagem da CTPS digital é o poder que o empregado terá de acompanhar em tempo real o que está sendo anotado, conseguindo conferir todas as informações através de um aplicativo on line que facilita a visualização das informações, atualizações, etc.

Ainda, a CTPS digital traz maior segurança às pessoas, já que o fato de não ter que portar o documento físico elimina possibilidades de perda do documento, furtos ou roubos.

Não menos importante é a questão ambiental. O documento digital alia tecnologia e sustentabilidade, uma vez que a redução da emissão de CTPS físicas minimiza impactos ambientais ocasionados pelo uso excessivo de papel e outros recursos necessários para sua produção.

A emissão da CTPS digital não tem custos, sendo acessível a todo e qualquer cidadão, até mesmo os gastos com a foto, que antes saíam do bolso do empregado, não existem mais. Além disso, a CTPS digital leva em torno de 15 a 20 minutos para ficar pronta, otimizando ainda mais o tempo, que nos dias de hoje é tão precioso. Por fim, as palavras que resumem o tema são economia, acessibilidade, sustentabilidade, desburocratização e praticidade. Ademais, certamente os frutos da implementação dessa medida não tardarão a ser colhidos de forma ampla pela sociedade.

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Outubro Rosa: Empresa de tecnologia realiza campanha para conscientização e prevenção do câncer de mama

A Matera, empresa de tecnologia voltada ao segmento de mercado financeiro, varejo e gestão de risco, inicia o mês de outubro com a campanha “Matera Touch”, uma ação especial sobre a importância do autoexame para detectar o câncer de mama. Com o slogan “Segurança na ponta dos dedos”, a empresa busca mobilizar funcionários, colaboradores e a população, na conscientização da prevenção da doença.

De acordo com a Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) e o Instituto Nacional do Câncer (INCA), o câncer de mama é um dos três tipos de câncer de maior incidência no mundo, é o que mais acomete mulheres em 154 países. Os números são alarmantes: 2,1 milhões de diagnósticos pelo mundo, mais de 59 mil novos casos no Brasil em 2018, mais de 16 mil mulheres perderam suas vidas para a doença em 2017. Por isso, o autoexame é a melhor forma de prevenção.

“Nosso objetivo é mostrar que toda mulher tem a melhor “tecnologia” e é de graça. O simples toque pode mudar uma vida”, afirma o CEO da Matera, Carlos Netto, que fez o vídeo de lançamento da campanha ao lado do médico Dr. José Alaercio de Toledo Lima, ginecologista e obstetra. A empresa iniciará uma série de ações para promover o autoexame, com dicas do médico, depoimentos de colaboradores que já vivenciaram essa história, dados da doença, mensagens de incentivo, ensinar como fazer o autoexame e na última semana farão uma ação de doação de cabelos para instituições de combate ao câncer.

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Infobip abre vagas na área de vendas em São Paulo e Curitiba

A Infobip, uma das maiores plataformas próprias de mensageria e comunicação do mundo, anuncia a abertura de vagas na área de vendas no Brasil. A empresa atua no País desde 2013. As vagas abertas no momento são para os cargos de Customer Success Manager, Sales Executives, e Presales Engineer. As oportunidades são para as filiais da Infobip em São Paulo e Curitiba.

Todas as vagas da Infobip estão disponíveis no LinkedIn e na página de carreiras da empresa. A Infobip não aceita currículos por e-mail porque está em compliance com a lei de proteção de dados da União Europeia. O processo seletivo inclui testes técnicos e entrevistas em inglês e português. Além dos requisitos específicos de cada vaga, é imprescindível falar inglês, ser proativo, apaixonado por tecnologia e ter experiência nas áreas de TI e telecom.

Todos os colaboradores receberão treinamento durante o processo de integração. Alguns terão até mesmo a oportunidade de passar por treinamento na sede da Infobip na Croácia. Atualmente, a empresa possui 62 escritórios ao redor do mundo, com atuação em mais de 190 países.