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Empresas podem e devem pensar além de empregos e impostos e precisam procurar soluções para questões sociais

Por Claudia Buzzette Calais – diretora-executiva da Fundação Bunge

O ser humano tem um potencial incrível para transformar, mas muitos ainda são céticos em relação a isso. Na minha atuação no terceiro setor, primeiro na formação de comunicadores populares (lideranças comunitárias, comunidades rurais, jovens e donas de casa) na região metropolitana de Vitória e interior do Espirito Santo, e, há 17 anos, à frente da Fundação Bunge, que coordena projetos educacionais e de desenvolvimento territorial em várias regiões do Brasil, tenho percebido que o maior desafio é conscientizar as pessoas e as empresas envolvidas sobre o valor do indivíduo como agente transformador.

A questão é que muito do que deveria ser considerado uma tarefa para a razão humana, como o espírito colaborativo e a solidariedade, tem perdido espaço para a cultura do individualismo. A falta de empatia, esse exercício de se colocar no lugar do outro, tem nos distanciado e diminuído a cooperação, seja no campo político, no mundo corporativo ou no nosso dia a dia enquanto cidadãos. Apesar disso, sempre acreditei que o relacionamento e a comunicação são caminhos certeiros para trazer a consciência de cidadania e reconhecer o outro como capital humano. Questões como estas nos ajudam a refletir sobre estratégias e modelos de negócios sociais.

Durante meu envolvimento com ações sociais nas comunidades capixabas, compreendi que a inquietação e a busca pelo novo são a base para qualquer compromisso social. Para mudar, precisamos assumir o protagonismo nas ações e nos responsabilizar por elas. Empresas, instituições e governos são feitos por pessoas e, principalmente, por suas decisões e ações. Por isso, em 2011, encorajei-me a aceitar o desafio de assumir a direção dos projetos da Fundação Bunge, hoje considerada uma das principais instituições sem fins lucrativos do Brasil.

O nosso primeiro desafio na área de projetos sociais (nosso porque a iniciativa envolveu todos os colaboradores e porque Responsabilidade Social é um trabalho coletivo) foi buscar maior interação entre as ações sociais que a instituição desejava desenvolver e as atividades de negócios da empresa mantenedora (Bunge Brasil, empresa atuante no setor de agronegócios e alimentos). Foi preciso analisar os impactos da chegada dos novos empreendimentos à territórios onde havia demanda por infraestrutura e serviços e traçar ações que convertessem impactos em oportunidades para a população local e para o negócio. Precisávamos investir e desenvolver o conceito de valor compartilhado.

Criamos um programa que visa orientar o investimento social privado de forma articulada e conectada com as comunidades a partir de ações planejadas e baseadas em diagnósticos e da criação de um plano de gestão integrada, envolvendo a empresa, o município, sociedade civil e entidades. Com diversos setores envolvidos, desenvolvemos uma agenda comum de trabalho pautada pelo diálogo e pela atuação partilhada, utilizando expertises das diversas partes nas soluções dos desafios em comum e fazendo jus ao nome da iniciativa: Comunidade Integrada, um dos principais programas sociais da Fundação Bunge. Atualmente desenvolvido em sete municípios de três estados brasileiros, beneficiando direta ou indiretamente milhares de munícipes.

Desde então, o diagnóstico das demandas sociais e ações para estimular a participação popular em projetos sociais têm sido o nosso maior desafio, pois, para cada caso existe um caminho diferente a ser seguido. Em comunidades do interior do Pará, por exemplo, onde pretendíamos oferecer cursos de capacitação para melhoria do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), foi preciso, primeiro, enfrentar um desafio muito mais grave: a exploração sexual infantojuvenil. A pobreza extrema e a falta de oportunidades são os principais fatores que levam à violação dos direitos de meninos e meninas no Brasil, mas, neste caso, além destes motivos, constatamos que, para uma grande parcela dos moradores dessas regiões, a exploração sexual de crianças e adolescentes não era percebida como de igual gravidade aos demais pontos citados.

Além de um trabalho de conscientização, foi necessário o apoio a políticas públicas, fortalecendo instâncias do poder público focadas na proteção da criança e do adolescente e ações voltadas à criação de oportunidades sociais, econômicas e culturais para as comunidades. Outra ação desenvolvida foi o treinamento de caminhoneiros e aquaviários como multiplicadores dos direitos da criança e do adolescente, uma vez que as regiões atendidas contam com grande fluxo de transporte fluvial de carga e de pessoas. Eles foram os responsáveis por compartilhar os ensinamentos recebidos com o objetivo de ampliar a rede de proteção, agentes transformadores.

Além disso, foi possível implementar programas de empreendedorismo, desenvolvendo novas cadeias de geração de renda que contam com a biodiversidade local, e os cursos de capacitação, atualmente voltados para jovens e mulheres que atendem às demandas do mercado local.

Já na cidade de Rondonópolis, no interior do Mato Grosso, estamos lidando com os desafios da formação e inclusão de jovens e pessoas com deficiência no mercado de trabalho.

Um diagnóstico do território nos trouxe o desafio: do cumprimento de duas importantes leis para inclusão (Lei da Aprendizagem, que determina que todas as empresas de médio e grande porte devem contratar de 5% a 15% de jovens entre 14 e 24 anos; e a Lei para PCDs, que garante a inclusão no mercado de trabalho de pessoas com algum tipo de deficiência). Neste caso, a Comunicação entre diversos setores do município está sendo primordial para a formação de uma Rede de Trabalho na qual as ações são pensadas, construídas e implementadas em conjunto. O primeiro passo, antes de oferecer cursos e oportunidades à comunidade, é sensibilizar os principais agentes de transformação nesta iniciativa: o empresariado, o poder público, instituições e associações do município. Mais de 30 instituições, entidades e empresas já estão envolvidas neste projeto.

O programa Comunidade Integrada é uma prova de que dar vez e voz à comunidade funciona e traz resultados importantes para os programas sociais e os negócios. As comunidades e as empresas fazem parte de um mesmo processo e é muito importante que o mundo corporativo entenda o seu papel na sociedade e a sua função de agente de transformação. Por outro lado, também é preciso que a comunidade se associe na busca do desenvolvimento econômico e bem-estar social. Costumo dizer que só é possível construir o futuro com atenção ao passado e ações responsáveis no presente. É preciso ter capacidade de leitura de cenários! As empresas podem e devem pensar além de empregos e impostos e precisam propor soluções para questões sociais porque a busca destas soluções também passa pelo enfrentamento de seus problemas. O poder público, por sua vez, deve fazer parte deste processo e a sociedade exercer o seu papel de fiscalização.

Precisamos urgentemente assumir o nosso protagonismo e pararmos de nos esconder atrás de branding e cargos. Não existem empresas, diretores e CEOS. O que existem são pessoas que definirão por meio de seus atos e ações como serão as empresas, os diretores, os CEOs e a sociedade. A decisão está nas mãos de cada um.

3 dicas para conquistar novas metas profissionais em 2019

Especialista aponta qual o melhor caminho para uma vida profissional de grandes resultados
Com o fim do ano se aproximando, muitas pessoas já começam a definir novas metas profissionais para 2019. Traçar um plano de carreira, porém, requer boa dose de autoconhecimento, uma vez que é fundamental entender os objetivos que vão fazer sentido para sua vida. Pedir aumento, ser promovido ou conseguir um novo emprego são metas válidas. Mas, pensar no que você quer para o próximo ano vai muito além disso.

Uma pesquisa realizada pela empresa de Consultoria ETALENT, com o apoio do site de recrutamento Catho, constatou que 55% das pessoas que afirmam possuir um plano de carreira se sentem felizes ou muito felizes com suas vidas profissionais.

Por outro lado, dos que não tem um planejamento, apenas 33% se declaram profissionalmente felizes. “Por isso é tão importante sair da zona de conforto e pensar onde você deseja chegar realmente”, explica Fernando Pacheco, diretor executivo da Penser e autor do livro O Caminho dos Líderes.

Para ajudar as pessoas a traçar as novas linhas da vida profissional, Pacheco aponta algumas dicas fundamentais:

1 – Comece analisando suas conquistas e quais rumos sua carreira tomou. “Muita coisa pode ter mudado em um ano, incluindo prioridades e tarefas que você gosta de realizar diariamente. Reflita se o seu plano de carreira continua o mesmo e, se não for o caso, trace novos objetivos”, comenta. A partir daí, é possível planejar com mais clareza as estratégias que serão adotadas.

Outra coisa importante é definir metas possíveis de serem alcançadas, para que o crescimento seja sólido e você não se sinta frustrado. “Pode ser a aprovação em algum teste para sua área profissional ou economizar dinheiro para começar um negócio. Varia de acordo com cada objetivo, mas independentemente do que você deseja conquistar, é indispensável incluir a capacitação em seus planos”, afirma Fernando.

Diversas empresas já disponibilizam cursos online e gratuitos de ótima qualidade – com certificação no final. Para quem pretende investir um pouco mais, uma pós-graduação ou MBA em sua área de interesse são ótimas opções. Aprender uma nova língua ou aprofundar conhecimentos sobre um determinado idioma também pode ser algo útil. Seja para conseguir um emprego ou abrir sua própria empresa, capacitação pode te colocar um passo a frente dos demais.

2 – Em tempos cada vez mais tecnológicos, não deixe de lado as suas redes sociais – como Facebook, Instagram e Linkedin. Elas podem ser fundamentais para desenvolver sua rede de contatos (networking) e fazer negócios.

“Não se esqueça de pesquisar informações atuais sobre seu mercado de trabalho e descobrir qual é o real cenário do seu setor de atuação. Conhecer os potenciais da sua área, cargos e média salarial ajudará na hora de escolher qual rota seguir”, informa o diretor da Penser.

3 – Um profissional especializado também pode ajudar a traçar objetivos e definir metas. Porém, antes de contratar um coaching ou mentor, é recomendável pesquisar e buscar referências entre seus conhecidos.

“Pensar em carreira não é coisa apenas de grandes executivos e nem se resume a conseguir um salário melhor. Passa por exercícios de autoconhecimento, definição de metas e reflexão sobre quais objetivos deseja-se atingir – mesmo que eles sejam diferentes do ano que passou”, finaliza.

Mitos e verdades sobre a rede móvel 4G

A rede de quarta geração já é bem consolidada no Brasil, mas ainda existem dúvidas sobre o uso do 4G, velocidade, conexão etc. A TIM, líder em cobertura em todo o País, com mais de 3.200 cidades, fez um levantamento com os principais mitos e verdades para esclarecer todas as dúvidas sobre a tecnologia. Confira!

Um aparelho 4G funciona também como 3G ou 2G?

Verdade. Assim como os chips 3G funcionam em celulares 2G, os 4G funcionam nos aparelhos 3G. Em termos de compatibilidade não há qualquer impedimento entre as tecnologias. No entanto, para ter a experiência 4G o usuário precisa de aparelho e chip compatíveis com a tecnologia de quarta geração, além de estar em uma área coberta. A TIM cobre, atualmente, 3.278 cidades em todo o País, liderando a cobertura da tecnologia de quarta geração.

Internet 4G é mais cara do que 3G?

Mito. Atualmente, as operadoras oferecem o serviço de internet com base na franquia de dados contratada, independentemente da tecnologia utilizada.

É impossível fazer ligações pela rede de quarta geração?

Mito. A ligação via rede 4G é feita através da tecnologia VoLTE (Voice over LTE), e tem qualidade superior a chamadas realizadas pela rede 2G ou 3G. A funcionalidade traz alta definição de voz, maior estabilidade dos serviços, redução do consumo de bateria e maior velocidade no estabelecimento das chamadas.

A TIM já disponibiliza o VoLTE para os clientes pré e pós-pagos em mais de 2.550 municípios brasileiros, englobando todas as capitais. O acesso à tecnologia depende de um smartphone compatível e da atualização do sistema operacional para a versão mais recente. Inclusive a TIM foi a única certificada pela Apple a liberar a tecnologia aos clientes que utilizam iPhone. Os consumidores poderão conferir no site a lista completa de modelos compatíveis, as cidades onde a funcionalidade está disponível, além de esclarecerem suas dúvidas sobre a tecnologia. Clientes pré, pós, controle e corporativos das cidades já contempladas têm acesso ao serviço.

A frequência de 700MHz, liberada em algumas cidades após o desligamento do sinal analógico da TV, melhora a qualidade do 4G?

Verdade. A faixa de 700Mhz permite melhor cobertura em ambientes indoor, como shoppings, garantindo maior qualidade de navegação aos usuários. Atualmente, a TIM lidera a oferta da rede de quarta geração nesta frequência, em mais de 1.280 cidades, incluindo todas as capitais. Até 2020, a empresa pretende chegar a mais de 4 mil municípios com sua rede 4G, alcançando 96% da população urbana, ativando a tecnologia na faixa de 700Mhz em todas essas localidades. A TIM foi pioneira na implantação da faixa de 700Mhz.

Todos os smartphones 4G comprados no exterior funcionam normalmente no Brasil?

Mito. O aparelho precisa ser homologado pela Anatel e compatível com a frequência utilizada pela operadora, já que não há um padrão universal para a banda 4G.

É possível utilizar o 4G de uma operadora brasileira no exterior?

Verdade. Para navegar na rede 4G fora do Brasil, o cliente precisa ter um aparelho compatível com a frequência do país visitado e um chip da tecnologia de quarta geração. No caso da TIM, por exemplo, ao solicitar a ativação dos pacotes de roaming, é possível navegar nos seguintes países: Alemanha, Áustria, Bélgica, Canadá, Estados Unidos, Espanha, França, Holanda, Itália, Noruega, Reino Unido, Romênia e Suíça.

A principal diferença entre a rede 4G e a 3G é a velocidade?

Verdade. O 4G foi criado com foco na experiência de dados. Por conta disso, houve uma melhoria significativa em sua construção e desenvolvimento, com o objetivo de oferecer qualidade, velocidade e maior penetração dos usuários a sua rede. A rede de quarta geração também possui menor latência – tempo em que os dados saem de um ponto para outro, como no envio de um e-mail, por exemplo – melhorando consideravelmente a qualidade e a velocidade da internet.

Até mesmo as chamadas de voz no 4G são realizadas através de uma rede de dados (pacotes) com a tecnologia VoLTE, permitindo também desempenho superior ao serviço de voz 3G.

A velocidade da internet móvel no Brasil está muito abaixo da internet fixa?

Mito. A rede 4G, dependendo da velocidade que o usuário possui em casa ou na empresa, pode superar a velocidade da internet fixa. Esta vantagem só não ocorre quando a internet fixa é entregue por fibra óptica. Em locais afastados e de difícil acesso para a chegada de infraestrutura, como na ilha de Fernando de Noronha (PE), por exemplo, a rede móvel tem velocidade superior à rede fixa.

Quando o 5G chegar ao Brasil vai extinguir o 4G e 3G?

Na verdade, as tecnologias são complementares e não deixarão de existir. O 4G foi o primeiro passo para a preparação de novas soluções e o desenvolvimento da internet das coisas, em que objetos se conectam e compartilham informações entre eles. Além disso, no futuro, também será por meio desta rede que haverá uma interação direta com o wi-fi, melhorando a velocidade de transmissão de dados e conectividade dos aparelhos em geral.

Como a busca personalizada influencia a decisão de compra no e-commerce

Por Alan Prando

Aumentar o mix de produtos no e-commerce não garante que o consumidor comprará mais. Pelo contrário, diante de tantas alternativas, ele pode se sentir perdido, paralisado e, assim, não efetivar a compra.

A explicação é psicológica. O nome que se dá ao processo ocasionado por uma grande quantidade de opções é choice overload (ou sobrecarga de escolha). Isso significa que, a partir de um determinado número de itens, a pessoa pode ficar impaciente e se sentir incapacitada para tomar uma decisão.

Oferecer um portfólio amplo é essencial para atender clientes com gostos e necessidades diferentes. Porém, quando eles se deparam com milhares de itens, a satisfação pode ficar comprometida. O consumidor online é exigente. Ele quer agilidade para encontrar o que procura. Imagine, por exemplo, uma pessoa que está procurando um notebook. Com vários modelos, de diversas marcas e com funções semelhantes no mercado, a decisão ficará ainda mais complexa.

Por isso, é fundamental investir na experiência do cliente, fazendo com que ele se sinta único, exclusivo. A solução é diminuir estrategicamente as alternativas, por meio da busca personalizada. Esse recurso traz benefícios, como:

-Reduz o esforço para encontrar os produtos e tomar a decisão de compra;

– Apresenta apenas o que é relevante para o consumidor;

– Proporciona uma experiência positiva;

– Atinge clientes mais maduros.

Com esse tipo de ferramenta, ao fazer uma pesquisa no site, o usuário não recebe apenas resultados relacionados aos termos digitados. O e-commerce também faz a recomendação de produtos, com base no perfil, histórico de navegação e interesses do usuários – dados que o sistema já rastreou e armazenou anteriormente.

Desta forma, os resultados da busca são totalmente personalizados para cada usuário e as opções se limitam aos produtos que ele está mais propenso a adquirir. Tudo isso facilita a escolha e aumenta as chances de conversão.

Clientes que utilizam a pesquisa interna do e-commerce geralmente estão mais maduros para comprar, pois já sabem o que estão buscando. Eles apenas precisam comparar e avaliar as alternativas que a loja oferece. Por isso, a experiência da busca personalizada é tão determinante para garantir a satisfação e gerar a conversão.

Alan Prando, CTO e cofundador da Biggy, plataforma especializada em Big Data e Inteligência Artificial, com foco em personalização e recomendação de e-commerce.

Estabeleceu uma meta difícil em 2018? Saiba como atingi-la em 2019

Você se colocou uma meta ambiciosa, muito além das suas expectativas em 2018, e não conseguiu cumprir? Percebeu que depois de algum tempo sua determinação diminuiu e o sentimento de desmotivação e desânimo tomou lugar da empolgação que existiam no começo? Leia com atenção o post de hoje!

Se existe um senso em comum a respeito de completar metas durante um ano é que sem um planejamento, dificilmente a pessoa tem êxito. No entanto, para atingir os seus objetivos é preciso defini-los. Não basta simplesmente dizer “eu quero” e esperar que se realize. Tem a ver com um processo que começa com um desejo de alcançar e termina com persistência e objetivo alcançado.

Durante esse caminho, existem alguns passos fundamentais que devemos cumprir para realizar as metas com sucesso:

1. Defina metas que o motivem

Quando se pensa em meta é importante que ela te motive. Isso significa garantir que existe um propósito para você cumpri-la e que será importante alcançá-la. Se há pouco interesse no resultado, as chances de se concretizar são mínimas.

Depois de definidas quais metas você deseja alcançar dentro do ano, estabeleça para cada uma delas um plano individual. Atenção: não confunda meta com plano de ação para alcançá-la. Meta é o objetivo e, para cada um destes objetivos, você deverá traçar um plano para alcançá-lo.

2 – Estabeleça o plano com etapas a serem cumpridas de curto, médio e longo prazos

Cumprir metas exige comprometimento, portanto, para aumentar a chance de sucesso é necessário ter um senso de urgência e uma atitude de “devo fazer”.

Coloque no papel as etapas que o levarão ao cumprimento de suas metas, detalhe suas datas de conclusão e tente alcançá-las sem risco de adiar. Realizar as pequenas tarefas ao longo do caminho o motiva a ganhar impulso e incentivo.

3 – Foco para realização de um objetivo por vez

Uma pessoa fica facilmente sobrecarregada quando se concentra em várias tarefas e informações numa mesma época. Com a falta de foco é menos provável que se cumpra qualquer dos objetivos propostos, principalmente se eles exigem um forte esforço emocional ou mental.

4 – Estabeleça metas atingíveis

Tenha certeza que é possível atingir as metas que definiu. Muitos profissionais estabelecem objetivos difíceis de atingir e se frustram. Sendo assim, definir o caminho requer autoconhecimento e uma autoavaliação sincera.

5 – Tenha foco, consciência e rotina

Rotina e hábitos são a dupla perfeita para se alcançar as metas. Ao definir uma rotina é interessante acompanhar o progresso ao longo do tempo e tomar consciência sobre os próximos passos.

6 – Mantenha a ansiedade sob controle

Aqui vale uma observação importante: nem sempre tudo você pode controlar. Suas metas podem depender de outros, das flutuações do mercado e de uma série de fatores externos à sua vontade. Entenda isso e mantenha a ansiedade sob controle.

No fundo tudo são escolhas, decisões de caminhos a percorrer. É planejamento e disciplina no acompanhamento que faz a diferença!

Boa sorte com as suas metas ao longo de 2019 e Feliz Ano Novo!

Uranio Bonoldi, consultor, palestrante e oferece aconselhamento personalizado para empresários e executivos.

Entre os escritórios de patentes do mundo, Brasil tem o pior desempenho

Inventor brasileiro espera quase oito anos para ter seu pedido avaliado, principalmente devido à falta de investimentos na área

Imagine. Depois de muito tempo e dinheiro investidos para resolver determinado problema, um pesquisador encontra uma solução inédita. No momento de registrar sua criação, descobre uma dura realidade: precisará aguardar quase oito anos para ter sua invenção patenteada. Este cenário coloca o Brasil como o País com pior desempenho entre os escritórios de patentes do planeta.

Foram pesquisados os 76 principais escritórios do mundo em avaliação conduzida pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI). Enquanto uma solicitação ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) leva em média 95 meses para ser concluída, na China ou na Europa o tempo de espera é de 22 meses. Na Rússia, de apenas nove meses.

“O Inpi é formado por um corpo de servidores muito dedicado e vocacionado. Mas sua estrutura humana e material é relativamente pequena para o volume de trabalho”, defende Marcos da Cunha e Souza, professor do curso de Direito do Centro Universitário Internacional Uninter. Em alguns campos, o País não possui equipamentos necessários para verificar se determinada invenção é mesmo uma novidade, por exemplo. “Sofremos, portanto, com uma falta crônica de investimentos”, pontua.

Como consequência, o inventor brasileiro vive um período de grande frustração enquanto o Inpi não concede a patente requerida. Isso porque qualquer um pode copiar, reproduzir e comercializar seu invento, e ele terá poucos mecanismos legais para se defender.

Uma alternativa encontrada por alguns pesquisadores é registrar seu invento apenas no exterior. Esse procedimento vale a pena, segundo Souza, se o principal mercado para o novo produto se encontra no estrangeiro. “Mas não impedirá que uma empresa concorrente fabrique e venda aqui mesmo no Brasil”, ressalta. Assim, ainda que moroso, o pedido de patente no Brasil é importante.

Pesquisa engessada

Entre os escritórios pesquisados, China, EUA, Japão, Coreia e Europa representaram 84,6% do total mundial de patentes, enquanto África, América Latina e Oceania representaram apenas 3,4%. O professor explica que, no Brasil, existem poucas instituições com perfil necessário para competir no mercado internacional. A pesquisa de tecnologias de ponta exige muitos recursos e mão de obra especializada, bem remunerada.

“Pesquisar é arriscado. Nem sempre o dinheiro gasto consegue ser recuperado. Quando chegamos ao final de uma pesquisa exitosa, frequentemente ela se torna obsoleta em pouco tempo”, explana. Além disso, grandes empresas estrangeiras acumulam patentes que são desenvolvidas, estrategicamente, para tentar bloquear o avanço de empresas rivais. Por isso, muitas empresas brasileiras preferem pagar pelo uso de tecnologias estrangeiras – mais vantajosas e baratas.

Para modificar a situação, Souza coloca que é possível se espelhar no exemplo da China. O país, que anteriormente tinha “fama” de cometer pirataria e plagiar tecnologias estrangeiras, conseguiu reverter a situação em pouco tempo. “É preciso crescer economicamente, gerar poupança interna e dinamismo intelectual, capazes de alimentar e justificar grandes investimentos”, propõe.

Sobre

Quer ser um campeão? Esteja pronto!

Esteja sempre pronto! Essa foi a lição dada para vencer, apresentada pelo lutador de Kickboxing Ariel Machado, um dos melhores do mundo na modalidade, em um encontro com profissionais da empresa de tecnologia 4Results.

O atleta participou de um almoço com os colaboradores da empresa, no Hard Rock Cafe Curitiba, para incentivar a equipe que tem vários desafios de entregas de projetos importantes entre o final de 2018 e o início de 2019.

Ariel Machado mostrou, em palestra, que passou por inúmeras dificuldades até brilhar mundialmente nas artes marciais em grandes disputas do MMA e Glory. Ele disse que começou a prosperar a partir do momento que fez algo como um plano de negócios para a própria carreira e listou o que importa para alcançar o sucesso:

– Saiba quem você é
– Decida o que quer
– Trabalhe duro
– Mantenha-se motivado
– Qualifique-se
– Esteja pronto
– Supere seu medo
– Vença!

Por coincidência, o campeão de lutas também é da área de Tecnologia da Informação. Tem graduação de nível superior em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

Ariel Machado foi convidado para o evento com o objetivo de mostrar que foco e determinação são essenciais para quem quer vencer no mundo corporativo.

Cristiane Werner, CEO da 4Results, que convidou o lutador para a palestra, ressaltou a importância desse tipo de preparação da equipe da empresa para seguir a trilha vencedora que garantiu, em 2018, um crescimento de mais de 25% em faturamento e novas contratações. Ela usou o exemplo do especialista em TI que venceu no mundo das lutas para motivar a equipe a superar novos desafios. “Conquistamos a confiança de grandes clientes e vamos passar de um ano para outro com a responsabilidade de entregar projetos complexos com o máximo de eficiência e acerto”, destacou a empresária.

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Como aumentar a eficiência nos processos de recrutamento e seleção

Final do ano é o timing para empresas iniciarem seus processos seletivos para o próximo ano. Muito se fala sobre a importância da experiência dos candidatos, a relevância dos tão esperados feedbacks — e como fazê-los o quanto antes —, e a melhoria na criatividade de cada etapa para filtrar os melhores profissionais. Mas como, de fato, promover tudo isso com eficiência e êxito nos processos de recrutamento e seleção de uma empresa? A Gupy, solução líder de mercado em gestão de recrutamento, lista cinco dicas imprescindíveis para sua empresa investir no aumento de eficiência dos processos seletivos, gerando valor para cada etapa do recrutamento e, ao mesmo tempo, fortalecer a marca empregadora.

1 – Feedbacks: dificuldade está no mindset e na automação

Muitas empresas ainda recebem inúmeras reclamações sobre a falta de retorno das etapas de um recrutamento ou a demora de cada uma dela. Pesquisas mostram que o feedback é o principal fator de percepção de valor de um candidato em um processo seletivo. É preciso uma mudança de mindset do RH para entender isso como fundamental e indispensável. A falta de tempo pode ser resolvida com o uso de ferramentas que ajudam a automatizar o envio de feedbacks personalizados para candidatos. Além disso, já existem bons ATS, em tradução livre “Sistemas de Rastreamento de Candidatos”, que fazem isso, e, conseguem oferecer um feedback ainda mais personalizado para as etapas finais do processo.

2 – Entrevista presencial ou por Skype? Na era digital, qual a melhor opção?

Não existe certo ou errado, nem melhor ou pior. Se sua empresa está distante geograficamente do candidato, entrevistas remotas são ótimas opções para garantir que não perderão aquele candidato especial. Enquanto isso, entrevistas presenciais podem ser opções interessantes para apresentar ao candidato seu ambiente de trabalho e ainda aumentar o seu engajamento com a vaga.

3 – Fortalecimento da marca empregadora começa também por meio do recrutamento e seleção

Muitas empresas buscam fortalecer suas marcas nos processos seletivos e investem budgets enormes em projetos de employer branding para construir uma boa reputação como marca empregadora. Porém, na verdade, os fatores que mais encantam os candidatos e os tornam promotores de suas marcas podem ser realizados de formas simples, com páginas de carreiras com depoimentos dos funcionários, fotos, vídeos e mensagens que transmitem emoção e conquistem um apelo sentimental dos candidatos. Outra opção, comumente aplicada em Programas de Estágio e Trainee, é realizar previamente Webinars, com recrutadores e pessoas da área, para tirar dúvidas dos candidatos e apresentar a realidade da empresa. Grupos Focais também podem ser uma solução, caso sua empresa queira capturar as expectativas dos candidatos, suas dores e anseios, e, usar essas informações como insumo na criação das etapas. Já os jogos virtuais e gamefication podem servir para criar um fluxo dinâmico ao processo.

Dentre os recursos que trazem encantamento aos candidatos estão a acessibilidade digital às oportunidades de vagas e os feedbacks personalizados e escritos com cuidado para mostrar preocupação genuína com o candidato. Recentemente, algumas empresas têm usado a construção de vídeos depoimentos contendo toda a jornada de um candidato, trazendo um contexto emocional da sua relação com a organização e revelando como tem sido a rotina do colaborador após contratação. Além disso, a entrega de aprendizado ao candidato durante o processo, por meio de workshops, talks ou recomendações de leitura, tem proporcionado conhecimento e enriquecido à vivência de quem procura uma oportunidade.

Mesmo que não aprovado, é importante que a empresa faça com que o candidato saia do processo melhor do que entrou, ou seja, com o maior aprendizado possível da vaga, da empresa e sobre seus autoconhecimentos.

4 – Como conciliar o uso da inteligência artificial (IA) com um processo de recrutamento inclusivo?

Os algoritmos não possuem pré-conceitos ou baias inconscientes. Eles não criam julgamentos irracionais das pessoas, o que pode acontecer de forma imperceptível pelos recrutadores. O papel do recrutador deve ser o de análise crítica para entender e guiar a tecnologia a seu favor. A exemplo, uma empresa que utilizou a plataforma da Gupy em seu processo de recrutamento, mostrou um aumento no número de mulheres que chegavam às etapas finais do processo após usarem IA. Isso só aconteceu porque percebeu-se que anteriormente muitos homens analisavam a dinâmica e passavam, inconscientemente, outros homens para a etapa seguinte. Essa é apenas uma das provas práticas de que a Inteligência Artificial realmente tem auxiliado na promoção de inclusão.

5 – Uso do onboarding na avaliação de desempenho

Através do onboarding, do inglês, “integração”, pode-se identificar os gaps dos funcionários que estão entrando na empresa e estabelecer o ponto de partida desse funcionário no negócio. Com isso, a Avaliação de Desempenho pode comparar a evolução da performance no colaborador. O problema é que muitas empresas em suas Atividades de Vida Diárias (AVD) não analisam os saltos dos colaboradores e, sim, criam fotografias do momento. Entender onde o colaborador estava quando entrou em sua empresa e onde está hoje é um grande sinal de seu potencial, de sua capacidade de aprendizagem e evolução, além de permitir aos seus líderes a criação de planos de desenvolvimento de competências.

IPT, ANPROTEC e MyFirstIPO fomentam a construção de negócios de base tecnológica

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IPT, ANPROTEC e MyFirstIPO fomentam a construção de negócios de base tecnológica
IPT, ANPROTEC e MyFirstIPO examinam oportunidades de cooperação com vistas ao desenvolvimento de novos negócios inovadores na modalidade Venture Building, formato que vem sendo aplicado com cada vez mais intensidade ao redor do mundo. São técnicas que IPT e ANPROTEC acessaram junto a instituições de ensino e pesquisa nos principais centros europeus, com destaque para Suécia e Holanda.

“A MyFirstIPO inova em seus modelos de negócios. No 27o. Congresso da ANPROTEC, divulgou modelo inédito de captação em crowdfunding para aceleradoras.Local: Sao Paulo, SP
Data: 21/12/2018

IPT, ANPROTEC e MyFirstIPO examinam oportunidades de cooperação com vistas ao desenvolvimento de novos negócios inovadores na modalidade Venture Building, formato que vem sendo aplicado com cada vez mais intensidade ao redor do mundo. São técnicas que IPT e ANPROTEC acessaram junto a instituições de ensino e pesquisa nos principais centros europeus, com destaque para Suécia e Holanda.

O IPT, que conta com o maior laboratório de P&D&I da América Latina, bem como com um banco de dados único de informações geológicas, climáticas e ocorrências de fenômenos naturais, disponibilizará, mediante acordos de participação, acesso a essas informações, bem como aos serviços de P&D&I de seus laboratórios a startups cujos projetos venham a ser qualificados. O IPT atuará como Hub de Pesquisa e Desenvolvimento e Inovação para outros centros de tecnologia e inovação no Estado de São Paulo.

A ANPROTEC, que coordena e acompanha a liberação de recursos da EMBRAPII – Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial – para Institutos de Pesquisa em todo o Brasil, acionará as suas associadas para assistir na aceleração de modelos de negócios sustentáveis. Especialista em “Venture Building” e projetos de captação de recursos em crowdfunding de investimento, a MyFirstIPO atuará, dentro das suas áreas de competência, para viabilizar esses projetos.

Inovação

A MyFirstIPO inova em seus modelos de negócios. No 27o. Congresso da ANPROTEC, em setembro de 2018, apresentou modelo inédito de captação em crowdfunding de investimento para apoiar aceleradoras em seus ciclos de aceleração. Desenvolvido em colaboração com “Barcellos Tucunduva Advogados” e “Gomes Altimari Advogados”, a MyFirstIPO celebra acordos com empresas especialistas em mercado de capitais, para assessorar aceleradoras em seus projetos de captação nessa modalidade: “Morkoski & Associados” e “Marins Bertoldi Advogados”.

Propostas da Febraban: redução de juros trará efeito aos consumidores?

Por Rafael Pereira

Recentemente, a Febraban lançou um livro com propostas para reduzir as taxas de juros praticadas no Brasil e estimular o crescimento da economia. A publicação nasce em meio a um cenário onde a ampliação do debate sobre o tema na sociedade torna-se cada vez mais necessária. Isso porque, mesmo com iniciativas muito bem executadas por parte do Ministério da Fazenda e do Banco Central em relação à queda da SELIC, não foi possível perceber essa diminuição nas taxas repassadas aos consumidores.

A instabilidade do setor econômico, a regulamentação complexa e os altos custos administrativos e operacionais são alguns dos pontos apontados pela federação que acabam barrando essa questão, além da alta concentração bancária. Não conheço nenhum setor, em todo o mundo, em que a concentração traga benefícios para a sociedade e é justamente por isso que esse movimento de abertura ao diálogo começa justo quando o regulador iniciou uma agenda para estimular a competição.

Acho fundamental, no entanto, ressaltar as propostas relacionadas à diminuição da inadimplência que, ao meu ver, é uma consequência do nosso modelo estruturalmente errado e não a grande vilã das altas taxas cobradas, como apontado na publicação. Para entender como o sistema atual estimula essa questão, é só imaginarmos um mercado composto por apenas 2 pessoas – a boa e a má pagadora. O banco tem R$100 para emprestar e decide emprestar R$ 50 para cada uma delas. Como o banco sabe que a inadimplência será alta, ele decide que terá que cobrar 100% de juros nestas operações. Assim, o bom pagador pega R$ 50 emprestado e tem que pagar de volta R$100, sendo que R$50 são só de juros. Nesse caso, como o mal pagador não paga nada de volta, os bancos culpam a inadimplência pelo fato de o bom pagador ter que pagar 100% de juros e mesmo assim o banco não g anhar nada!

Esse cenário faz com que o bom pagador vá ao banco reclamar das altas taxas e acabar ouvindo que não há nada a se fazer pois o problema é a inadimplência. Por muitos anos, as instituições se acomodaram com esse discurso. Com a baixa competição, era muito mais fácil cobrar 100% do bom pagador que não tem outras opções do que ter que brigar para ser mais eficiente.

Atualmente, já podemos identificar iniciativas com o intuito de fomentar uma melhor avaliação do risco de crédito de cada pessoa, e com isso garantir que o sistema como um todo seja mais eficiente, recompensando os bons pagadores. Isso será possível justamente por meio de outro ponto muito importante citado no documento – a melhor utilização de dados por parte das instituições, como é o exemplo do cadastro positivo. Temos muitas informações disponíveis e que podem ser essenciais para melhora da eficiência dos processos de análise de crédito. O Banco Central e o Ministério da Fazenda já têm se mostrado muito favoráveis à essa questão e cabe, agora, o legislativo e o judiciário refletirem esse movimento.

A publicação acerta em cheio quando menciona o famoso “Custo Brasil” e seu impacto no setor financeiro. Nossa sociedade paga mais caro por praticamente tudo quando levamos em consideração o sistema tributário mais complexo do mundo, leis trabalhistas antiquadas, um emaranhado de leis municipais, estaduais e federais que muitas vezes não se conversam, falta de segurança jurídica, etc. Isso é inquestionável e diz respeito a toda nossa economia. Empresários de todos os setores têm as mesmas reivindicações e o setor financeiro se unindo neste mesmo questionamento reforça que uma melhoria estrutural é fundamental ao nosso país.

Na minha visão, ainda é muito difícil apontar quando – e se – as propostas surtirão efeito, ainda mais se não vierem acompanhadas de um aumento da competição no setor. No entanto, o simples fato de a Febraban ter resolvido encarar de frente o tema e iniciar um debate com a sociedade já é um passo muito positivo na caminhada por um sistema financeiro melhor para todos.

Rafael Pereira, Co-fundador e CEO da REBEL, fintech que oferece produtos de crédito online, e presidente da ABCD (Associação Brasileira de Crédito Digital).

Mais de 2 mil aplicativos mobile fazem parte da preferência do usuário brasileiro

A mais nova pesquisa semestral Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de apps no Brasil, que acaba de ser divulgada, relevou o Radar sobre os aplicativos preferidos os internautas brasileira que acessam a Internet pelo smartphone: em comparação com a edição anterior, publicada em junho deste ano, entraram no Radar os seguintes títulos: Americanas, Deezer, Garena Free Fire, Magazine Luiza, PayPal e Tinder. Ficaram de fora nesta edição o Cartola FC e Duolingo.

A pesquisa também constatou que a fragmentação dos apps na homescreen (a página de entrada do celular) é enorme: nesta edição da pesquisa foram citados 2.006 apps diferentes e a esmagadora maioria é mencionada por menos de 1% dos entrevistados. Somente 43 títulos conseguiram superar a marca de 2%, o que lhes confere o direito de figurar no Radar.

Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa, a massificação dos smartphones, aliada à melhora da performance dos aparelhos e à expansão da cobertura das operadoras móveis, está transformando diversos setores da economia, com destaque para a economia digital. “Na verdade, alguns serviços foram lançados mais cedo e outros mais tarde, mas todos estão em constante adaptação. Quem saiu na frente gozou das vantagens do pioneirismo, mas também enfrentou a dificuldade de desbravar o desconhecido. Os bancos estão entre os primeiros a surfar na onda da mobilidade. Não à toa seus apps estão entre os mais presentes na homescreen do brasileiro. As empresas nacionais de mídia, por sua vez, vieram depois”.

Segundo Paiva, ao se analisar o resultado, nota-se claramente a enorme força e presença de apps de redes sociais e de comunicação, tanto no seu centro (WhatsApp, Facebook, Instagram) quanto na periferia do radar (Telegram, Skype). “Isso reforça a posição das redes sociais como meio de comunicação entre as pessoas, grupos de pessoas e empresas. No caso dos apps, reforça-se a heterogeneidade da utilização dos dispositivos móveis pelas pessoas, seja para o entretenimento como para o trabalho. Afinal, o brasileiro é um dos usuários mais conectados do mundo pelo celular”.

Outras categorias também estão em destaque nesta edição do pesquisa semestral Panorama Mobile Time/Opinion Box: os apps globais de conteúdo (YouTube, Netflix e Spotify); bancos com atuação nacional; utilitários do Google (Gmail, Google Maps, Google Chrome); marketplaces (Mercado Livre, OLX, Americanas, Magazine Luiza, iFood) e jogos (Candy Crush, Garena Free Fire). Os únicos representantes das categorias de corridas de automóveis/táxis e de matchmaking são Uber e Tinder, respectivamente.

O relatório também traz dados sobre aplicativos de games (onde 66% dos entrevistados afirmar usar o aparelho para jogar), antivírus e otimização de performance, assim como uma série de outras informações relativas ao comportamento do usuário nacional de smartphone: 64% dos planos de dados e voz são pré-pagos; 60% possuem smartphone há mais de três anos; 91% é usuário de Android; apenas 16% afirma ter comprado um app para seu aparelho; 56% já comprou pelo celular, entre outros dados. “O relatório tem duas novidades: a verificação da proporção de brasileiros que usam relógios e/ou pulseiras inteligentes, e a inclusão de um guia de prestadores de serviços para apps”, destaca Fernando Paiva.

O questionário foi elaborado por Mobile Time e aplicado on-line por Opinion Box junto a 1.737 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone, respeitando as proporções de gênero, idade, faixa de renda e distribuição geográfica desse grupo. As entrevistas foram feitas ao longo de novembro de 2018. A margem de erro é de 2.3 pontos percentuais. O grau de confiança é de 95%.

A pesquisa semestral Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre uso de apps no Brasil pode ser baixada gratuitamente AQUI.

Banco Inter reforça time de atendimento com assistente virtual

O time de atendimento do Banco Inter ganhou reforço. A partir de hoje, os clientes passam a contar também com uma assistente virtual, que chega para solucionar dúvidas simples sobre produtos e serviços. Batizada de Babi (Bot de Atendimento do Banco Inter), ela vai agregar e trazer mais inovação, praticidade e agilidade, melhorando a experiência dos clientes.

“Ao contrário do mercado, que utiliza bots para reduzir custos, estamos apostando na Babi como uma atendente que será a porta de entrada dos nossos clientes e resolverá dúvidas simples”, diz Priscila Salles, diretora de Marketing e CRM do Banco Inter. “Enquanto a Babi faz esse tipo de atendimento, nosso time de pessoas se dedicará a atender demandas específicas, de forma ainda mais personalizada”.

A executiva ressalta ainda o valor das pessoas por trás do atendimento e a premissa de oferecer um atendimento parceiro. Ainda de acordo com ela, o canal de atendimento humano continuará recebendo investimentos para atender as demandas dos mais de 1 milhão de clientes. “Nossa equipe de atendimento telefônico, chat e mídias sociais é a que mais cresce e vai estar sempre à disposição dos nossos clientes, fortalecendo a relação de parceria que temos com nossos clientes”.

O Banco Inter recebe atualmente cerca de 10 mil contatos diários dos clientes. Neste ano, a central telefônica da Conta Digital passou a funcionar 24 horas por dia, 7 dias por semana, da mesma forma que já operava o 0800 do banco. Além disso, a instituição realizou a readequação da capacidade telefônica, para comportar o crescimento.

As redes sociais também são um canal muito utilizado. O banco conta com 1 milhão de fãs no Facebook, 130 mil no Twitter e mais de 100 mil no Instagram. São mais de 40 mil interações mensais, cerca de 1,3 mil por dia. O atendimento funciona das 6h à meia-noite em dias úteis, das 8h às 20h nos finais de semana e das 10h às 19h nos feriados.

“Como qualquer inteligência artificial, a Babi começará em fase de treinamento. Ela vai aprender mais a cada novo atendimento e queremos que nossos clientes participem disso com feedbacks constantes” lembra. “Ter uma assistente virtual apoiada por uma grande equipe é um caminho natural para um banco 100% digital, mas com essência humana”, conclui a diretora.

Sofisa Direto embarca IA da Allgoo para ter excelência na indicação de investimentos

O Sofisa Direto lança robô de investimentos e inaugura uma nova categoria no setor bancário, permitindo que o investidor, iniciante ou experiente, crie seu próprio portfólio de investimento diversificado e de alta rentabilidade, de forma simples e intuitiva. Para tanto, selecionou a solução de Robô Advisor, da fintech Allgoo, por sua tecnologia única de IA para a gestão de investimentos.

O projeto, que teve início em agosto de 2018, utiliza algoritmos inteligentes do Robô Advisor da fintech além de fazer todos os cálculos para a proposição de uma carteira de investimentos e acompanhar diariamente as aplicações para recomendar qualquer mudança se necessário. Dessa forma, o aplicativo ajuda o cliente a montar uma carteira de investimentos automaticamente e sugere quais são os caminhos para investir o dinheiro e obter maior ganho no menor tempo possível. E, ao longo do tempo, o aplicativo recalcula os investimentos e usa dicas e alertas para o cliente redistribuir os recursos quando surgirem oportunidades melhores de rendimentos.

Segundo o CEO da Allgoo, Luiz Macedo, a tecnologia da empresa é capaz de gerar o máximo de personalização possível, no ambiente digital, na oferta e gestão de produtos e carteiras de investimentos. “Todos os dias, nossa tecnologia se inova para incorporar a melhor engenharia de inteligência artificial e bancária e ser o motor de soluções e de aplicativos de empresas do mercado financeiro,” explica.

Pioneira em IA e open banking white label para bancos digitais, a fintech de São José dos Campos, foi apontada este ano em um relatório da KPMG como a única fintech na área de investimentos a utilizar IA. E já aportou sua expertise tecnológica em várias instituições financeiras, como bancos e corretoras de valores. O reconhecimento do mercado bancário veio este ano ao ser selecionada como finalista do Prêmio IDEA da Associação Brasileira de Bancos justamente por sua solução de Robô Advisor.

Com a tecnologia, algo que era restrito a algumas corretoras ou apenas no exterior agora está disponível em um banco digital. Com poucos cliques, é possível abrir uma conta no Sofisa Direto, pelo celular ou computador, e investir o dinheiro em CDB, LCI, LCA ou fundos, garantindo rentabilidade com no mínimo 100% do CDI. Para efeito de comparação, é 40% a mais do que rende a poupança. O cliente não paga nenhuma tarifa e não precisa da intermediação de agências ou corretores, e nem mesmo de muito conhecimento sobre o mercado financeiro. Tudo por inteligência artificial, de forma direta e franca.

Casino instala data centers em armazéns e depósitos para ampliar receita

O grupo Casino fechou parceria estratégica com a Qarnot Computing para instalar data centers de última geração em seus depósitos e armazéns. O negócio irá gerar receita adicional para o varejista francês, por meio do aluguel de espaço disponível e da venda de energia necessária para operá-los. O fornecimento de energia será feito através da subsidiária de geração de energia solar da companhia, a GreenYellow.

Os data centers serão operados pela ScaleMax, de propriedade conjunta do Casino e da empresa de software Qarnot Computing. O primeiro data center entrará em operação no primeiro trimestre de 2019, em um armazém logístico da rede de comércio eletrônico Cdiscount, em Paris. Mais 20 depósitos do grupo devem ser equipados até 2023. Também está nos planos do Casino reutilizar o calor dos servidores para aquecer os prédios que abrigam os data centers, o que permitirá economizar energia.

Para Martin Calmels, diretor de inovação do Grupo, a ScaleMax representa uma oportunidade para o Casino aproveitar melhor o espaço de seus armazéns, enquanto utiliza energia limpa e sustentável por meio da GreenYellow, de geração de energia solar.

5 dicas para organizar a vida financeira em 2019

A chegada de um novo ano pode ser o momento ideal para programar uma viagem, trocar de carro ou dar entrada em uma casa própria, mas para isso acontecer, antes de tudo, é necessário ter uma vida financeira organizada.

Ao longo dos 12 meses do ano, inúmeras despesas não programadas surgem pelo caminho e a falta de planejamento pode ser uma armadilha perigosa para as finanças. O conserto do carro ou um gasto com saúde, por exemplo, podem ser fatais para quem ainda tem dúvidas de como se comportar perante as contas.

“Certamente, o primeiro passo para se organizar financeiramente é saber o quanto entra e o quanto sai”, afirma o economista Fábio Corrêa. Pós-graduado em finanças e com expertise de mais de dez anos no setor, é sócio cofundador do LIDE FUTURO, grupo de jovens líderes empresariais que tem o objetivo de compartilhar experiências, fomentar práticas de sucesso no ambiente empreendedor e promover uma qualificada rede de networking.

Com o intuito de ajudar quem busca mudanças significativas para 2019, ele elencou cinco dicas fundamentais para equilibrar as contas e ter uma vida financeira saudável, tranquila e estável.

Passo 1 – Conheça suas finanças

A primeira coisa a fazer é saber exatamente o quanto de dinheiro entra e o quanto dele você gasta. É muito importante ter disciplina para nunca expender mais do que se ganha. Uma dica interessante é colocar todas essas informações numa planilha, por exemplo, para ter um controle maior e mais eficaz.

Passo 2 – Poupe dinheiro

Quando você sabe exatamente o quanto recebe e o quanto gasta, é hora de realizar uma análise crítica de despesas supérfluas. Dentre todos esses custos, defina, por prioridade, os mais relevantes para você. Os custos que tiverem menor importância na sua vida, devem ser cortados ou diminuídos. Essa economia varia de pessoa para pessoa, mas deve englobar de 10% a 30% da sua renda mensal.

Passo 3 – Crie uma reserva financeira

Agora que você entende tudo das suas finanças e ainda economiza dinheiro, está no momento exato para criar uma reserva financeira bacana que vai ser primordial para qualquer acontecimento inesperado, como a perda de um emprego, por exemplo. Essa reserva deve ser suficiente para suprir os gastos dos próximos seis meses.

Passo 4 – Estabeleça metas

Todos essas passos ganham ainda mais força quando estão atrelados a metas. Ou seja, faça uma lista de tudo que deseja realizar em 2019, isso pode incluir um curso, uma viagem, a compra de um carro ou imóvel – práticas que envolvem gastos. Quando você tem que reduzir os custos por um objetivo, a ação se torna muito mais fácil e sadia.

Passo 5 – Fuja das dívidas

Tenha muita disciplina para usar o cartão de crédito e controle adequadamente seus gastos. Se você já se vê mergulhado em dívidas, é hora de ir ao banco tentar negociá-las para, quem sabe, conseguir um bom desconto. Utilize a internet a seu favor e conheça artimanhas para não cair nessa cilada. O site da XP e da Infomoney são importantes canais de informação financeira.

Startup gaúcha recebe premiação do Sebrae

A Zuna, startup gaúcha criada com o intuito de transformar o mercado de estágios no Brasil, foi vencedora do Programa StartupRS de 2018, realizado pelo Sebrae. O destaque permite que a Zuna se aproxime mais do ecossistema de startups no Brasil, tendo acesso a organizações globais que apoiam iniciativas empreendedoras.

Dentre os prêmios, a startup terá a oportunidade de fazer um pitch para as aceleradoras WOW, Ventiur e Fundo Criatec, terá mentoria técnica e de negócio com a IBM, parte do IBM Global Entrepreneur Program, está automaticamente selecionada para o Programa Scale do StartupRS em 2019 e terá 3 meses de incubação sem custo no Unitec/Tecnosinos ou na Raiar/PUC.

“Ser reconhecida no principal programa para startups do RS como principal destaque, é uma chancela de que estamos no caminho certo, de que aprendemos rapidamente com nossos erros e que a equipe está muito engajada e em sintonia. Evoluímos muito ao longo do programa e como somos obstinados pelos clientes, estamos muito felizes do que já podemos oferecer”, comenta Everton Mendes, CEO da Zuna.

A participação no StartupRS Scale oferece consultoria especializada em preparação de investimentos e, além da mentoria da IBM, o prêmio também engloba mentoria com uma grande empresa referência no mercado de atuação da startup. Em adição a isso, ajuda na organização dos objetivos, metas e perspectiva de crescimento, além de proporcionar uma rica troca de experiências com pessoas e empresas envolvidas no mercado.

A Zuna oferece uma plataforma online e mobile para que as pessoas possam encontrar o estágio ideal de forma simples. Além disso, permite que empresas divulguem vagas e realizem todo o processo de contratação online, evitando contratos impressos e deslocamentos desnecessários.

A startup foi criada em fevereiro de 2018 para trazer o mercado de estágios no Brasil para o Século XXI, conectando estudantes, empresas e universidades de forma eficiente e prática.

“Tornar incrível a experiência de todos os envolvidos, estudantes, empresas e universidades, este é o propósito da Zuna”, acrescenta Everton.

Ao longo de cinco meses, as startups participantes do programa do Sebrae contaram com workshops, participação em eventos, sessões de consultoria e mentoria para lapidar seu modelo de negócio e desenvolver seus produtos.

Em dezembro de 2018, o Sebrae RS realizou o Demo Day da edição do Programa Startup RS e as 15 startups participantes do programa apresentaram seus pitchs para uma banca de empreendedores e investidores parceiros do programa.

A Zuna foi escolhida como o grande destaque da edição de 2018 do programa.

Robert Walters anuncia novo Country Manager no Brasil

A empresa global de recrutamento Robert Walters anuncia Leonardo de Souza, como seu novo Country Manager do Brasil. A nova contratação faz parte da estratégia de crescimento da empresa no país.

Para Kevin Gibson, CEO da Robert Walters para a América Latina, “com a chegada de Leonardo à empresa nosso foco será a expansão na América Latina. “Há cerca de quatro meses abrimos um escritório no Chile e até o final de 2019 estaremos também no México e, provavelmente, em mais um país da região.”

“As perspectivas de retomada para o mercado brasileiro em 2019 são otimistas e estamos preparando a Robert Walter para atender a uma maior demanda por executivos no próximo ano. De fato, este aumento de demanda já se apresenta desde o início do último trimestre de 2018, o que reforça a expectativa de uma melhora de cenário no próximo ano.”, comenta Leonardo de Souza.

Leonardo de Souza possui mais de 10 anos de experiência em executive search. Antes de assumir as operações da Robert Walters no Brasil, como diretor executivo e board member do PageGroup, Leonardo dirigiu as operações da companhia em São Paulo e do Rio de Janeiro. Antes disso, comandou a abertura dos escritórios da mesma empresa em duas outras localidades, Recife e Belo Horizonte. Anteriormente, como consultor de gestão em consultoria americana, atuou em projetos de consultoria para a implementação de práticas de gerenciamento de projetos. Atuou também na área de suprimentos em indústria automotiva francesa.

Leonardo é formado em engenharia de Produção pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com pós-graduação em Gerenciamento de Projetos pela FGV, MBA Executivo na Fundação Dom Cabral e Pós-MBA na Kellogg School of Management, Northwestern University.

B2Mamy abre inscrições para primeira turma do programa Start de 2019

A B2Mamy, aceleradora que conecta mães empreendedoras ao ecossistema de inovação, promoverá, em São Paulo, o primeiro passo de sua Trilha Empreendedora de 2019, o programa START by Google Developers Launchpad. O encontro será no dia 18 de janeiro, sexta-feira, das 9h às 17h30.

O programa tem duração de um dia e orienta grupos de até 20 empresas que buscam validar ou inovar seu modelo de negócio e também às futuras empreendedoras que têm apenas uma ideia e precisam ser impulsionados para tirá-la do papel, apresentando as ferramentas necessárias para aceleração desses projetos ou negócios.

A participante sairá do encontro com um Lean Canvas, que auxilia na validação da ideia ou negócio, além de uma rede de contatos e mentores que ela poderá acionar durante essa jornada.

O B2Mamy START já conseguiu colocar 565 ideias em prática e as turmas que participaram de programas anteriores, formadas por cerca de 100 empresas aceleradas em diversos segmentos, faturaram juntas aproximadamente mais de R$ 1.800,00 no período de aceleração.

As inscrições para participar do evento estão abertas e podem ser realizadas no site http://bit.ly/2EAnKYj

Programação do evento START by Google Developers Lauchpad 2019

– Abertura e Aquecimento;
– Apresentação das Ideias;
– Estruturação do negócio | Workshop de planejamento estratégico;
– Mentorias de experts do mercado e voluntários para ajudar com ferramentas de trabalho, como programas de gestão, design, finanças e networking;
– Estruturação do negócio | Workshop de Pitch;
– Votação das ideias mais estruturadas na j ornada para os próximos passos do B2Mamy.

Programa START by Google Developers Launchpad 2018

Dia 18 de janeiro, sexta-feira, das 9h às 17h30

Local: Plug. Co – Rua Lisboa, 890, Cerqueira Cesar, São Paulo – SP

www.b2mamy.com.br