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MPEs brasileiras devem gastar mais de R$ 77 bilhões em atividades burocráticas em 2019, revela estudo da Sage

A Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, acaba de lançar a segunda parte do estudo anual Termômetro de Produtividade para MPEs, que analisa quanto tempo e dinheiro micro, pequenas e médias empresas empregam em atividades burocráticas em 12 grandes mercados, incluindo o Brasil.

A pesquisa mostra que o quebra-cabeça da produtividade global está longe de ser solucionado e que, na verdade, piorou. Nos 12 meses corridos, finalizados em março, que esta pesquisa avaliou, o valor dedicado a atividades administrativas no mundo em uma semana de trabalho foi de 446 bilhões de libras (cerca de 2,7 trilhões de reais), volume 2,6% maior em relação ao período anterior.

No Brasil, a expectativa é que o país dedique R$ 77 bilhões para a atividades de backoffice em 2019, montante um pouco menor do que a previsão para 2018, de R$ 79 bilhões. De janeiro a meados de agosto desse ano, o volume gasto pelas MPEs brasileiras nestas atividades havia chegado a R$ 48,7 bilhões. São R$ 2.442 por segundo, R$146.539 por minuto e R$ 8.792.366 por hora. As atividades que mais consomem tempo das brasileiras são contabilidade (13%), contabilidade fiscal (13%), folha de pagamento (13%) e emissão de notas fiscais (13%).

Segundo os executivos entrevistados, o investimento em tecnologia no último ano foi o grande responsável pela pequena melhora, otimizando o tempo de trabalho das equipes e melhorando o desempenho das organizações no período. Eles contaram que a estratégia aumentou o lucro em 62%, melhorou em 60% os serviços de atendimento ao cliente, elevou em 59% a produtividade no ambiente de trabalho, flexibilizou o trabalho e engajou mais os funcionários (50%).

O ranking global dos mercados mais burocráticos segundo a Sage é encabeçado pela Espanha. O país ibérico gasta 10,2% de seu tempo de trabalho com atividades administrativas que poderia ser fortemente reduzido com o uso de tecnologia e ferramentas digitais. Na sequência vêm França (7,5%) e Suíça (7%), seguidas de perto por Brasil (6,2%). Na outra ponta, está o Canadá com apenas 1,7%.

Para o presidente da Sage Brasil e América Latina, Jorge Santos Carneiro, os dados representam um desafio para empreendedores e profissionais de pequenas e médias empresas. “Estamos observando uma maior consciência dos empresários de que a adoção de tecnologia contribui, e muito, para o desempenho de suas organizações.”

Ele, pondera, contudo, que essa transformação digital deveria ocorrer de forma muito mais rápida. “É um sinal de alerta o fato de que em 2019 o crescimento das pequenas e médias empresas, que são responsáveis por 52% dos empregos formais no Brasil, seja ainda limitado pela não utilização de ferramentas e competências digitais. Conforme essa lacuna seja diminuída e superada, os benefícios serão sentidos por todos.”

O Termômetro de Produtividade da Sage foi feito em parceria com a YouGov e calcula tempo e dinheiro gastos a partir de uma pesquisa online com 2.994 representantes sêniores de pequenas e médias empresas de 12 mercados — Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Austrália, Irlanda, Alemanha, Espanha, França, Brasil, África do Sul, Suíça e Malásia.

As informações do termômetro podem ser acompanhadas em tempo real no site da Sage www.sage.com/company/business-builders/reduce-your-admin-burden

A importância dos programas de reconhecimento como elemento motivador entre líderes e colaboradores

Por Danieli Rodrigues

Ao observamos a dinâmica do ambiente corporativo, podemos colocar em perspectiva as particularidades existentes nas relações interpessoais e na forma como cada colaborador busca motivação para dar seguimento em suas funções e desafios. Por mais cientes que nós estejamos da transformação tecnológica que orienta o mercado de trabalho e os conceitos de produtividade no século XXI, não podemos nos esquecer do fator humano como peça fundamental para garantir solidez na condução de processos.

Em uma primeira análise, é comum pensar na questão financeira como principal elemento motivador. Ainda que seja incontestável afirmar que o aumento salarial, decorrente de avaliações satisfatórias de desempenho e alcance de resultados, represente um claro desejo da liderança em manter a pessoa nesta curva de crescimento como um reconhecimento, há aspectos mais amplos a serem abordados. A manutenção desta motivação também deve partir de manifestações genuínas das lideranças, que podem influenciar a forma como o colaborador se posiciona no ambiente profissional e no seu dia-a-dia.

Somos movidos por desafios e, especialmente, pelo desejo de gerar impactos positivos durante a construção de nosso legado. Ao tomarmos consciência destas virtudes e pontos de melhoria, precisamos pensar em programas capazes de estimular o hábito de reconhecer de forma permanente, contemplando não apenas os membros da sua equipe, mas também colaboradores de outras áreas e, por que não, as lideranças, que podem encontrar dificuldades na forma de aplicar esta conduta e também precisam do apoio de iniciativas desta natureza.

Além das frentes de trabalho que reconhecem o cumprimento de metas estabelecidas e a apresentação de inovações no cotidiano profissional, é importante que seja levado em conta o reconhecimento dos valores da companhia, presentes em diferentes formas e níveis em cada um de seus colaboradores. Desta forma, é possível atenuar componentes sensíveis de competitividade, insegurança e incompatibilidade, designando estes valores de forma mútua e complementar para comunicar o sucesso e os bons resultados obtidos pela funcionalidade desta equipe.

O alinhamento destas demandas com cargos de liderança exige cuidado e sensibilidade de todos nós, gestores de pessoas, uma vez que lidamos com um dos aspectos mais valiosos não apenas no ambiente profissional, mas também na trajetória de uma vida: a percepção e o reconhecimento do sucesso. Com a adoção de práticas desta natureza, é possível conduzir e acompanhar, passo a passo, a construção de um ambiente que cresce além dos horizontes financeiros e quantitativos, e começa a ser regido também por pessoas confiantes, realizadas e, principalmente, motivadas a construir seus caminhos dentro das empresas.

Danieli Rodrigues, diretora de Gestão de Pessoas da ADAMA Brasil

Gartner destaca as quatro ondas da disrupção digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, alerta que as constantes transformações digitais exigem que os executivos de alto escalão e que os CIOs (Chief Information Officers) reformulem as estratégias para que suas organizações sejam capazes de se adaptarem mais rapidamente às novas tecnologias para suportar novos modelos de negócios que as inovações tecnológicas permitem às operações.

“A abordagem de esperar para ver não funcionará mais”, diz Leigh McMullen, distinguished analyst e vice-presidente de vendas do Gartner. “Os negócios digitais atingirão as empresas em quatro ondas rápidas, forçando as organizações a aprenderem a surfar e se adaptar rapidamente as novas tecnologias que suportam os novos modelos de negócios”.

Neste cenário, o Gartner avalia que as quatro ondas de interrupção são:

1. Mudança de foco: do custo para o crescimento – As organizações estão cada vez mais mudando suas estratégias da necessidade de cortar os custos para a busca de crescimento de receita e lucro. De acordo com a CEO’s Survey 2019, do Gartner, a grande maioria dos CEOs (Chief Executive Officers) afirma que suas companhias desejam desenvolver tecnologia internamente para criar valor comercial, ao invés de terceirizar o trabalho de TI. “No modo de crescimento, a empresa deve se diferenciar, mas nos negócios digitais, ela deve usar a tecnologia para fazer isso”, diz McMullen.

Recomendação do Gartner: Recomendamos que os líderes trabalhem no redesenho do modelo operacional das infraestruturas e ações de TI para dar suporte aos negócios digitais, transformar talentos, maneiras de trabalhar e outros elementos estabelecidos pela organização de TI.

2. Transformações digitais semeiam o caos em todos os mercados – O efeito disruptivo da transformação digital ainda não atingiu seu pico. As mudanças ainda atingem os mercados de maneiras diferentes – e em momentos diferentes. Por exemplo: indústrias fortemente regulamentadas, como as áreas de saúde e de bancos, continuam resistindo à digitalização total, enquanto a mídia de streaming reformulou completamente a indústria da música.

Recomendação Gartner: Os CIOs têm que buscar as opções para responder às futuras transformações digitais, mas devem fazer esta análise sempre avaliando as áreas de negócios que podem realmente se beneficiar de uma determinada tecnologia e, com isso, pensar em formas de criar novo valor para os clientes.

3. O modelo de negócios da plataforma fica perturbado – Hoje, uma plataforma digital suporta muitos negócios digitais, além das atividades da própria empresa e de seus parceiros que fazem parte de seu ecossistema. Isso significa que, geralmente, há mais poder de computação ocioso nas mesas dos funcionários e nos smartphones do que nos data centers ao redor do mundo.

Recomendação Gartner: Para dar suporte ao principal modelo de negócios da organização, os CIOs devem explorar uma arquitetura baseada em Nuvem com aplicações distribuídas, com ações que combinem Cloud e Edge Computing. As ofertas de Nuvem distribuída suportam a Internet das Coisas (IoT), mas também beneficiam os ambientes móveis e de desktop.

4. Inteligência artificial, IoT e Blockchain criam uma tempestade perfeita – A capacidade do Blockchain de suportar microtransações ponto a ponto – combinada com a capacidade de tomada de decisão inteligente da Inteligência Artificial (IA) e os poderes sensoriais da IoT – criará negócios nunca antes possíveis. Os aplicativos de Inteligência Artificial, incluindo chatbots e assistentes pessoais virtuais, já estão sendo amplamente adotados nas empresas, e as tecnologias Blockchain continuam amadurecendo rapidamente.

Recomendação Gartner: Educar os líderes empresariais sobre Inteligência Artificial, Internet das Coisas e Blockchain para que eles possam entender as implicações dessas tecnologias e reorientar o gerenciamento intermediário para o cultivo de talentos à sua volta.

Para discutir esses temas, os analistas do Gartner apresentarão pesquisas e novidades durante o Gartner IT Symposium/XpoTM 2019, principal evento do Gartner no Brasil, que acontecerá de 28 a 31 de outubro. Trata-se do mais importante encontro de CIOs e executivos de TI do mundo. Líderes da área confiam em eventos como esses para obter insights sobre como suas organizações podem usar TI para superar desafios de negócios e melhorar a eficiência operacional de suas empresas.

Está na hora de trocar a transformação digital por inovação contínua

Por Michael Allen, VP Worldwide Partners da Dynatrace

As organizações estão em uma esteira de inovação contínua. À medida que o mundo se torna digital, as expectativas dos clientes por novas experiências, serviços e funcionalidades aumentaram exponencialmente. Os exemplos mais claros disso são vistos nos ciclos anuais de smartphones ou até mesmo nas atualizações de aplicativos que recebemos diariamente. A necessidade de fornecer o melhor e o mais recente tornou-se um problema para toda e qualquer empresa – é por isso que a Amazon lança novos programas a cada 11 segundos para atender demandas de consumidores ou resolver as pressões do mercado. Esse modelo é seguido também por companhias modernas que buscam se transformar digitalmente para criar uma vantagem competitiva para suas ofertas.

No entanto, visualizar a transformação digital como o objetivo final de uma jornada pode ser um grande desafio para as organizações, a exemplo do que ocorreu com a Kodak e a Blockbuster quando tiraram o pé do acelerador. À medida que os projetos de transformação digital atingem o que parece ser seu destino final, as companhias se tornam mais vulneráveis ​​aos concorrentes “nativos digitais”, que estão constantemente ultrapassando os limites e olhando como podem surpreender ainda mais o mercado com algo novo. Por isso, as empresas deveriam mudar a maneira como encaram a transformação, tratando-a como uma atividade constante e não apenas como uma meta final. Ter inovação presente em todas as atividades permite a evolução constante das empresas, assim como a adaptação para os novos movimentos de mercado que podem surgir a qualquer momento.

Para alcançar a inovação plena, as organizações deveriam ir além da infraestrutura estática, reforçando a migração para a computação em Nuvem vista nos últimos anos. Ter um ambiente de TI híbrido e mais dinâmico é crucial para impulsionar a entrega contínua de novos produtos e serviços, pois a inovação constante exige um ecossistema de tecnologia flexível e escalável, que possa acompanhar o ritmo da mudança. Arquiteturas nativas de Cloud construídas com microsserviços e contêineres promovem processos mais rápidos de desenvolvimento e implementação. Isso fornece às empresas os alicerces para permitir a inovação contínua na velocidade que os clientes exigem.

Por outro lado, a complexidade criada pelos ecossistemas baseados em Nuvem Híbrida pode ser problemática para as equipes de tecnologia, que não têm visibilidade para identificar a causa raiz de alguns problemas de performance que podem afetar os usuários finais. Portanto, a tendência é que cada vez mais organizações adotem recursos de Inteligência Artificial para ajudar suas equipes a agirem de forma mais rápida e assertiva diante de eventuais problemas, ou possíveis interrupções que possam gerar impacto na performance corporativa.

A tecnologia é fundamental para ajudar as empresas em suas jornadas digitais e na correção automática dos sistemas. Mas mudar para ambientes em Nuvem é apenas metade da batalha – apenas porque as organizações têm um ecossistema de tecnologia mais dinâmico, isso não significa que elas se tornem ágeis da noite para o dia. Uma vez que as organizações tenham total visibilidade de ponta a ponta de suas redes de Nuvem Híbrida, elas devem procurar mudar a mentalidade das equipes de TI para criar uma cultura mais ágil e dinâmica.

Essa mudança de mentalidade pode ser alcançada com a adoção de DevOps, que permite que as organizações obtenham uma cultura colaborativa mais ágil, quebrando os silos em que as equipes de desenvolvimento e operações trabalham. Isso cria um ambiente em que cada equipe trabalha em direção a objetivos compartilhados e específicos. Para empresas que buscam alcançar inovação contínua, o DevOps deve se tornar mais do que apenas uma norma cultural para as equipes de TI. Em vez disso, deve ser visto como um componente crucial na forma como a empresa opera.

Uma cultura DevOps ajuda as organizações a se tornarem mais confiantes em seu código, com diferentes equipes trabalhando juntas para garantir que tudo funcione dentro dos parâmetros definidos para a experiência dos clientes. Para conseguir isso, no entanto, as equipes de DevOps precisam de visibilidade completa do impacto de seu código na performance da rede como um todo. A cultura colaborativa significa que todos têm acesso a essas ideias, garantindo que a equipe completa esteja trabalhando a partir de uma única fonte de verdade nos negócios.

As organizações podem levar isso adiante com o BizDevOps, tornando a inovação como algo positivo para o sucesso dos negócios e integrando especialistas de diferentes áreas para a criação de um ecossistema digital que surpreenda os consumidores em duas jornadas de compra e de interação com as marcas por meio de seus canais eletrônicos. Isso estabelece um foco mais profundo e organizacional na inovação e garante que todos estejam trabalhando juntos para melhorar a capacidade da organização de atender às necessidades de seus clientes.

A criação de um ambiente de TI mais dinâmico e de formas ágeis de trabalho em uma empresa pode ajudar as equipes de negócios a encontrarem novas maneiras de solucionar seus desafios, impulsionando a inovação e aprimorando verdadeiramente a experiência de seus clientes. Em uma era de constantes mudanças, a necessidade de inovação contínua é maior do que nunca, demandando que as empresas busquem uma vantagem competitiva em relação aos concorrentes.

Com aplicações em Nuvem, ambientes híbridos, estrutura dinâmica e um novo olhar sobre os negócios, as inovações vão surgir de forma rápida e assertiva. A mudança de mentalidade, combinando novas ferramentas e sistemas com uma revisão completa da maneira como uma organização opera, criará ambientes técnicos e operacionais diferenciados. A jornada pode parecer difícil, mas a tecnologia já está disponível para promover as mudanças necessárias de forma automática. Sem dúvida, as empresas que terão sucesso no futuro já estão escolhendo hoje o caminho correto para a suas novas jornadas.

Quero Educação é única brasileira entre 100 maiores empresas da Y Combinator

A Y Combinator, uma das aceleradoras mais influentes do Vale do Silício, divulgou na última semana a lista das 100 Top Companies entre as 2.000 já aprovadas, tendo como base o valuation – estimativa do valor da empresa. A Quero Educação, edtech que desenvolve soluções para o mercado de educação, é a única brasileira na lista, cujo anúncio oficial aconteceu durante o Disrupt San Francisco 2019, evento que reúne empreendedores, investidores e especialistas para discutir tendências tecnológicas no maior polo de inovação do mundo.

“Ficamos felizes em ver o nome da Quero Educação ao lado das maiores startups do mundo, entre as mais bem sucedidas empresas que passaram pela Y Combinator. Os aprendizados que tivemos durante o programa foram fundamentais para escalar o negócio rumo ao objetivo de ser tornar a maior edtech do mundo”, afirma Lucas Gomes, fundador da Quero Educação. A empresa paulista, criada em São José dos Campos, foi a primeira edtech brasileira aprovada e também a primeira startup brasileira a estar duas vezes nos programas da aceleradora, o YC Core Program 2016 e YC Growth Program 2018.

A lista é encabeçada pelas startups Stripe, Airbnb e Cruise. O valuation combinado das 100 empresas chega a mais de $155B. Juntas, elas geraram mais de 195 mil empregos em todo o mundo, somente a Quero Educação gerou aproximadamente 700. Confira a lista completa das empresas aqui.

Criada em 2012, a Quero Educação cresceu mais de 20 vezes nos últimos três anos. Por meio do Quero Bolsa, marketplace que conecta alunos a vagas que seriam ociosas em instituições de ensino com descontos de até 70%, já matriculou mais de 500 mil alunos. Com foco em melhorar a performance das mais de 6.000 instituições de ensino parceiras, lançou o Quero Pago – solução de pagamentos e retenção para o mercado de educação, e o Quero Analytics – plataforma de inteligência de dados em tempo real.

Homens compram mais do que mulheres no Instagram e são atraídos por anúncios impactantes

Mais de um terço dos usuários do Instagram já compra direto pelos anúncios na plataforma. É o que a VidMob, plataforma de inteligência criativa que acaba de chegar ao Brasil, descobriu por meio de estudo realizado em parceria com a empresa de pesquisa mFour, em agosto deste ano.

A pesquisa aponta que a probabilidade de usuários do sexo masculino comprarem pelo Instagram é 10% mais alta do que entre as mulheres; no entanto, 81% delas compram de marcas que não conhecem, enquanto menos homens (75%) dizem fazer o mesmo.

Meninas da Geração Z (entre 16 e 19 anos) apresentaram a maior incidência de compras por meio de anúncios no Instagram, enquanto as entrevistadas entre 35 e 45 anos foram as que menos adotaram esse costume – menos de 40% delas declarou ter comprado algo por meio de anúncios na rede social.

Os produtos mais comprados tanto por homens quanto por mulheres são roupas, sapatos e acessórios, sendo os preferidos por cerca de 60% de mulheres e mais de 50% dos homens.

Homens compram 3 vezes mais computadores e produtos tecnológicos do que mulheres, que por sua vez adquirem 3 vezes mais produtos de beleza do que eles. Outras categorias populares são viagens, alimentos e ingressos de cinema.

“À medida que cresce a popularidade dos shoppable ads [anúncios que oferecem venda direta de produtos] e a funcionalidade Checkout, ainda em sua versão beta, o Instagram se transforma cada vez mais em um centro de compras,” afirma Stephanie Bohn, CMO da VidMob.

A pesquisa também mostra que o consumidor segue informado: antes de realizar a compra direta no Instagram, quase dois terços dos usuários buscam pesquisar mais sobre os produtos e marcas fora da plataforma e mais de 40% o fazem dentro da própria rede social.

Em termos de fatores que influenciam as compras, menos de 20% de todos os entrevistados dizem ter comprado algo após ver celebridades ou influenciadores no anúncio do Instagram. Segundo o relatório, mais mulheres do que homens veem o preço como principal fator de influência, enquanto os homens são 77% mais influenciados pela aparência dos anúncios do que as mulheres.

“Os consumidores têm se mostrado bastante dispostos a comprar de marcas que não conhecem se gostarem do anúncio. Isso significa que peças publicitárias que tenham um bom design podem ajudar a colocar marcas novas e tradicionais em pé de igualdade”, destaca a executiva.

Isso porque, do ponto de vista das empresas, chama atenção a possibilidade de conquistar novos públicos: 6 em cada 10 consumidores passaram a seguir uma marca que não conheciam no Instagram após encontrarem um anúncio da empresa do qual gostaram.

A atitude é mais comum entre pessoas do gênero feminino entre 16 e 19 anos, dentre as quais 77% declaram ter se tornado seguidoras de empresas após gostarem de um anúncio. Homens entre 35 e 45 anos são os que demonstram menos flexibilidade para seguir novas marcas, mas, ainda assim, mais da metade deles declara ter esse costume.

“Essas tendências estão presentes no mercado brasileiro e as marcas devem ficar bastante atentas à forma com que se comunicam em plataformas como o Instagram, que têm um impacto cada vez maior nas receitas das empresas. Com a chegada da VidMob no Brasil, buscaremos dar às marcas a habilidade de otimizar e mensurar a criatividade de forma que elas criem anúncios verdadeiramente impactantes, de alta performance”, conclui Miguel Caeiro, head das operações latino-americanas da VidMob.

ARPAC capta R$ 1,3 milhão em rodada de investimentos

A ARPAC, startup prestadora de serviços especializadas em pulverização de lavouras com drones, abriu rodada de investimentos e captou 1,3 milhão de reais. Entre os investidores estão Francisco Forbes (Brasil) , investidor anjo; a MOR Capital (Brasil), hub de investimentos; e o Drone Fund (Japão), fundo global de investimento especializado em drones – que faz seu primeiro investimento em uma empresa brasileira.

Fundada em 2016, pelo administrador e piloto de aviões Eduardo Goerl, a ARPAC teve um primeiro aporte em 2017 e para ampliar seus serviços abriu nova rodada para investidores neste ano.

“Com o aporte captado nesta última rodada vamos continuar a investir em tecnologia, na distribuição e capilaridade das nossas áreas de atuação no Brasil. Esta safra contamos com 5 bases operacionais e devemos ao menos duplicar para a próxima safra.”, comenta Eduardo Goerl.

Para Francisco Forbes, a oportunidade do investimento vai de encontro ao momento do país. “O Brasil é uma referência mundial no agronegócio tradicional e tem todas as condições de criar tecnologia para um campo mais eficiente e mais saudável.”, afirma.

“Os drones são novidade no Brasil; o mercado está muito receptivo e nos faz enxergar um futuro promissor para a região.”, diz Soki Omae da Drone Found. “O investimento na ARPAC marca a nossa entrada como investidores no Brasil, nós acreditamos na empresa e no potencial do país, especialmente no setor de agricultura”, completa.

Em um mercado aquecido e promissor, a ARPAC espera atender mais de 200 mil hectares de serviços para a próxima safra e já possui contratos com grandes empresas do setor. A startup está em crescimento e prevê faturar mais de 1 milhão até 2020.

Anfavea revisa projeções para 2019

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou suas novas projeções para o fechamento do ano, com expectativa de crescimento na produção, e sobretudo nas vendas ao mercado interno. De acordo com o levantamento da equipe econômica da entidade, as vendas internas deverão fechar o ano com 2,8 milhões de unidades vendidas, um crescimento de 9,1% sobre 2018.

O destaque positivo é o setor de pesados, com importante crescimento estimado de 35%, ultrapassando a marca das 100.000 unidades vendidas — número que não era alcançado desde 2014. Já a produção deverá crescer menos, em função da queda de 33,2% nas exportações, provocada em grande parte pela crise da Argentina. Estima-se a alta em 2,1%, o que representará o terceiro ano consecutivo de recuperação na produção.

“As estimativas feitas no início do ano levavam em conta um crescimento maior do PIB, câmbio mais estável e maior agilidade na aprovação das reformas da Previdência e Tributária. Além disso, o cenário na Argentina ficou pior do que o imaginado. Na revisão feita agora, 85% da redução da expectativa de produção se deveu à queda de embarques aos nossos vizinhos argentinos”, afirmou o presidente da Anfavea, Luiz Carlos Moraes. “O mais importante é que manteremos o terceiro ano seguido de crescimento no mercado interno e na produção, com boas expectativas para 2020”.

Resultados do setor em setembro

No fechamento de setembro, destaque para a marca de mais de 2 milhões de autoveículos licenciados em nove meses, melhor resultado do período desde 2014 e mais do que todo o volume de 2016. Este foi o segundo melhor mês do ano em média diária de vendas, o que comprova o aquecimento do mercado neste segundo semestre, como é comum no setor automotivo. Mais uma vez, o melhor desempenho é o do setor de caminhões, que em nove meses praticamente atingiu todo o volume de vendas do ano passado.

Uber lança no Brasil categoria que permite escolher temperatura do carro e nível de conversa antes da viagem

A Uber vai trazer para o Brasil uma nova categoria de viagens premium que permite aos usuários, antes de entrar no carro do motorista parceiro do aplicativo, selecionar sua preferência para a temperatura do ar condicionado e se desejam uma viagem com conversa ou mais silenciosa.
Os recursos estarão disponíveis na categoria Uber Comfort, lançada nos Estados Unidos há alguns meses, já disponível em outros países, e que chega ao Brasil em novembro. Também valerão para o Uber Black, a primeira categoria da Uber no Brasil.

A novidade faz parte de uma iniciativa de padronizar as categorias da Uber nos países em que a empresa tem operações.

O Uber Comfort foi desenvolvido pensando em usuários frequentes do aplicativo, que já confiam na Uber no dia a dia, mas que desejam um pouco de conforto extra –seja para chegar com tranquilidade ao aeroporto, participar de uma reunião de trabalho ou relaxar antes de uma ocasião especial.

Conheça as 6 scale-ups estrangeiras finalistas do Brazil Tech Award 2019

Seis scale-ups estrangeiras de 138 que se inscreveram na primeira edição da única competição brasileira para atrair empresas inovadoras do mundo inteiro para o Brasil acabam de ser escolhidas.

“Foram 29 países que inscreveram scale-ups nas áreas de Smart Cities, HealthTech, Fintech, Entertainment, Agtech, Manufacturing e MadTech.  Das 138, tivemos uma grande participação de empresas da área da Saúde, Agrobusiness e Fintech”, comentou Sandra Sinicco, Co-Fundadora da LatamTECH.UK, a empresa inglesa gestora do prêmio.

“Os países campeões em mandar inscritos foram o Reino Unido, a Índia e os Estados Unidos. Porém, é muito interessante ver que, nas finalistas, temos 1 empresa da Rússia e 2 de Portugal, além de uma de Israel. As outras 2 são inglesas”, completou.

A apresentação com o pitch final das empresas será no dia 4 de novembro, no Teatro Sesi, prédio da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), das 17h30 às 19h — a LatamTECH.UK  dará suporte às finalistas para que possam preparar a melhor apresentação para o público brasileiro.

Em paralelo, haverá uma EXPO para apresentação dos negócios inovadores das scale-ups semifinalistas e finalistas do Brazil Tech Award 2019, além da participação de câmaras de comércio de vários países e do governo britânico.

“A EXPO mostrará algumas das scale-ups mais criativas do mundo e a idéia é que ela fomente a abertura de relações entre empresas estrangeiras e as brasileiras”, disse Gustavo Sanchez Reulet, também Co-Fundador da LatamTECH.UK.

O Brazil Tech Award 2019, que tem a AstraZeneca como patrocinadora, oferece à scale-up vencedora o prêmio inédito de £ 70 mil em serviços, entre eles: escritório por um ano gratuito em São Paulo em edifício do WeWork; serviços de Business Development pela Deloitte; digital marketing da Eydos Digital; coaching pela Sterna; estratégia de marketing e comunicação pela New Option; serviço de envio de SMS, Web Push e emails via SMTP pela Send Pulse; serviço de consultoria técnica de desenvolvimento de software pela DevGrid, serviço de apoio jurídico pela BNZ Innovation e Relações Públicas pelo GrupoCASA Brasil.

No dia do evento, acontecerá também o Acelera Startup reunindo mais de 500 empresas de inovação baseadas em tecnologia que passarão por mentorias, terão encontros de negócios e, ao final do evento, poderão assistir ao Brazil Tech Award 2019.

AS 6 FINALISTAS

Infraspeak (Portugal): plataforma de operações técnicas que se adapta às necessidades de um gestor ou de um negócio, com um leque de serviços como Gestão de Custos, Gerador de Relatórios, Análise Econômica, Gestão de Edifícios ou Auditoria, entre outros. Os serviços são divididos para atender profissionais (gerentes gerais, gestores e técnicos) ou o negócio (gestão de facility, assistência técnica, hotéis, varejo e indústria).

Illumr (Reino Unido): ferramenta que possibilita um diálogo transparente entre analistas de dados especializados e executivos e gerentes não técnicos. A Augmented Cognition (cognição aumentada) capitaliza a capacidade inata humana de reconhecer padrões e a combina com A.I. para trabalhar com dados de grande escala que uma empresa captura e armazena. Cumulativamente, reúnem evidências firmes que podem melhorar a tomada de decisões e reduzir os riscos.

Intsite (Israel): combina as tecnologias de Computer Vision, Deep Learning e algoritmos aeroespaciais com hardware (câmeras e outros sensores), transformando qualquer máquina pesada da construção — como guindastes de torre e escavadoras — em máquinas inteligentes e autônomas mais seguras e eficientes, de maneira rápida e econômica. A segurança e o desempenho das máquinas são aprimoradas à medida que o maquinário se torna “mais inteligente”.

Promptly (Portugal): plataforma com 2 comunidades diferentes: para médicos e para pacientes. A primeira fornece aos médicos informações em tempo real sobre os pacientes em tratamento, que podem ser melhor atendidos; além disso, a plataforma disponibiliza dados validados e organizados para pesquisa clínica. Já a de pacientes fornece informações sobre doenças em geral, compara o progresso do tratamento com outros pacientes e ajuda outros pacientes com a mesma doença. Todos os dados compartilhados são confidenciais e anônimos.

Talkbank.io (Rússia): correntistas podem se comunicar com seu banco por chat em um sistema semelhante ao Messenger para fazer consultas de saldo, pagamentos e transferências, além de receber conselhos sobre aplicações financeiras, entre outros serviços, em qualquer hora do dia. A tecnologia, que reúne AI e BigData, dispensa, asseguram os empreendedores, os tradicionais aplicativos de bancos, escritórios e call-centers.

Voltaware (Reino Unido): serviço de gerenciamento em tempo real do consumo de energia elétrica em residências, escritórios ou prédios, o que possibilita a redução da conta mensal. Fornece uma análise detalhada do consumo no esquema 24/7, indica os aparelhos elétricos que consomem energia de forma ineficiente e sugere como economizar dinheiro com contas detalhadas de energia elétrica e comparação de tarifas.

Brazil Tech Award 2019 — Final

Data: 4 de novembro de 2019, das 17h30 às 19h

Local: Teatro Sesi, prédio da Fiesp (Av. Paulista, 1313, Cerqueira César, São Paulo)

Empresas líderes na adoção de tecnologias crescem duas vezes mais, aponta estudo da Accenture

 

Novos dados do estudo Future Systems conduzido pela Accenture (NYSE: ACN) apontam o impacto da estratégia em investimentos em tecnologias nos resultados dos negócios. O levantamento revela a associação entre a forma de implementação de soluções tecnológicas e o desempenho financeiro das empresas. Entre as empresas mais bem avaliadas, foram identificadas semelhanças de cultura e de comportamento. Neste grupo, as taxas de crescimento de receitas chegam a ser mais que o dobro se comparadas com as empresas que tiveram baixo desempenho nos critérios de avaliação da pesquisa.

O estudo “Full Value. Full Stop. How to scale innovation and achieve full value with Future Systems” analisa como as companhias promovem escala para a inovação e de que forma essas ações influenciam no alcance do valor total dos investimentos em tecnologia. O Future Systems é a maior pesquisa corporativa de TI já realizada pela Accenture e traz dados sobre tecnologias maduras e emergentes, como inteligência artificial (IA), blockchain e realidade estendida nas empresas. Os grupos foram definidos de acordo com três aspectos: adoção tecnológica, profundidade da adoção tecnológica e nível de preparo organizacional e cultural. Para fins de análise, ao atribuir uma pontuação para cada um desses fatores, as empresas foram agrupadas entre “líderes” (10% principais) e no grupo “lanterna” (25% inferiores).

Considerados os indicadores de desempenho coletados a partir de 2015 e projetados até 2023, o estudo identificou a relação entre adoção tecnológica e valor alcançado, constatando que, entre os líderes, a receita cresce mais do que o dobro do que entre os últimos colocados. Além disso, apenas em 2018, as empresas nas últimas posições registraram 15% em perdas da receita anual e ainda devem perder em torno de 46% dos ganhos potenciais de receita até 2023 se não mudarem a forma como lidam com a tecnologia.

“Os executivos C-level de hoje já investem quantias significativas de capital em novas tecnologias, mas nem todas as empresas conseguem obter os benefícios da inovação resultante desses aportes”, explica Bhaskar Ghosh, diretor geral para Accenture Technology Services. “Competir na economia pós-digital de hoje, impulsionada por dados, significa que as organizações precisam de uma estratégia minuciosa em relação à adoção de tecnologias e de uma visão clara sobre como devem ser esses futuros sistemas em suas empresas. Nosso mais recente levantamento mostra que as empresas líderes da indústria no mundo estão investindo em sistemas sem fronteiras, adaptáveis e extremamente humanos a fim de maximizar a inovação, desempenho e valor dos negócios”.

No geral, executivos do grupo líder acreditam que o trabalho entre humanos e máquinas tem a capacidade de revelar o melhor em ambos, e que empresas e seus ecossistemas devem formar alianças complementares. Esta é a razão pela qual essas empresas estão motivadas a construir novos sistemas sem fronteiras, adaptáveis e humanos, definidos da seguinte forma:

• sem fronteiras: os sistemas sem fronteiras aproveitam os limites difusos — considerando a área de TI, entre empresas, e na relação entre humanos-máquinas — para criar novos espaços para o florescimento de ideias e parcerias.

• adaptáveis: sistemas adaptáveis são capazes de aprender, melhorar e se adaptar por si só, eliminando os conflitos que limitam o crescimento dos negócios e capacitando as pessoas para tomarem as melhores decisões de forma ágil.

• humanos: sistemas humanos conversam, ouvem, enxergam e compreendem exatamente como nós, reproduzindo a simplicidade das relações humanas para a interação entre pessoas e máquinas, criando as vantagens do futuro.

“O levantamento mostra que as organizações líderes estão melhorando seu quociente de tecnologia, transcendendo a ideia da delimitação de áreas de excelência dentro das empresas e usando estratégias para alcançar a transformação do negócio como um todo, a fim de maximizar o retorno de seus investimentos em tecnologias”, completa Ghosh.

O estudo Future Systems concluiu que as empresas líderes contam com uma mentalidade e abordagem distintas em relação à adoção tecnológica e à transformação organizacional. Há um contraste em relação aos últimos colocados da pesquisa. Mais especificamente, as empresas líderes estão:

• adotando tecnologias ágeis e flexíveis: entre as empresas no topo do ranking, 98% estão adotando tecnologias robustas como IA, contra apenas 42% das empresas no fim do ranking. As empresas líderes também estão usando soluções que possibilitam dissociação de dados, infraestrutura e aplicações. Na verdade, a adoção de tecnologias como DevSecOps, microsserviços e contêineres é consideravelmente maior entre as empresas líderes em comparação com as companhias do grupo lanterna: 97% contra 30%.

• apostando na computação em nuvem: os líderes também estão muito à frente quando o assunto é a adoção de tecnologias em nuvem como forma de alavancar efetivamente outras tecnologias, incluindo IA e analytics. Entre os líderes, 95% enxergam a nuvem como um catalisador da inovação, em comparação com apenas 30% do grupo de empresas nas últimas colocações.

• enxergando dados como um ativo da companhia: 90% das líderes tomam medidas para garantir o nível de qualidade dos seus dados, em vez de confiar em dados potencialmente não verificados ou tendenciosos. Entre os executivos à frente das empresas líderes, 94% afirmam que seus dados são confiáveis o suficiente para gerar mudanças nos negócios, em comparação com apenas 64% das companhias no grupo lanterna.

• gerenciando os investimentos em tecnologia em todas as áreas da empresa: as líderes apresentam um alinhamento melhor das áreas de negócios, derrubando de forma efetiva as barreiras entre TI e outros departamentos.

• investindo na qualificação: as empresas líderes estão usando três vezes mais a aprendizagem prática do que os últimos colocados do ranking: 73% contra 24%. A IA e analytics avançados são usados por 87% das líderes em áreas como aprendizado personalizado, previsão das necessidades de qualificação dos trabalhadores e correspondência dos requisitos de habilidades dos colaboradores com os módulos de treinamento. Entre os últimos colocados na pesquisa, este número chega a apenas 35%.

O novo capítulo do levantamento complementa os dados do estudo Future Systems lançado em 2018 e se baseia em uma pesquisa com mais de 8.300 organizações de 20 indústrias e 22 setores. O estudo foi desenvolvido para ajudar empresas a compreenderem como fechar a lacuna das metas de inovação (a diferença entre valor potencial e valor concretizado a partir dos investimentos em tecnologia).

Nuvemshop apresenta Luiz Piovesana como novo CMO

A Nuvemshop, líder de e-commerce na América Latina, anuncia Luiz Piovesana como novo Chief Marketing Officer (CMO) da companhia. A chegada do executivo acontece após recente remodelamento da marca, para liderar as equipes de Conteúdo, Geração de Demanda, Eventos e Marca no Brasil, Argentina e México.

A empresa tem como foco potencializar histórias de sucesso ao fomentar o e-commerce em toda a América Latina e a experiência do executivo irá colaborar com essa missão. “Estamos construindo um ecossistema de comércio eletrônico onde facilitamos a entrada de pequenas e médias empresas (PME) no mundo digital, conectando-as com marketplaces, meios de pagamento, frete, logística e ferramentas de gestão. Com toda a experiência do Luiz, aprimoraremos ainda mais esses atributos para nos estabelecermos como líderes indiscutíveis no mercado”, completa Santiago Sosa, fundador e CEO da empresa.

Luiz Piovesana é graduado em Engenharia de Controle e Automação pela Unicamp. Em sua trajetória, co-fundou e atuou como diretor de Marketing e Vendas na Empreendemia e como head de Marketing da Sensedia. Durante sua passagem pela última companhia, colaborou significativamente com seu crescimento e estratégia de internacionalização para América Latina e Europa. Além disso, foi professor convidado da pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas, lecionando disciplinas sobre ABM (Account-Based Marketing), estratégia e operações de Marketing.

“Minha trajetória dialoga muito com o propósito da Nuvemshop, que tem como objetivo impulsionar e empoderar PMEs em toda América Latina, pois acredito que desta forma, é possível manter a economia aquecida, gerando mais empregos e renda. Além disso, um fator fundamental para fortalecer este segmento é fornecer uma tecnologia de ponta a um custo acessível e afirmo isso por ter vindo do mundo de TI e saber do impacto que ela tem na sociedade. É fundamental entender a dor e a rotina dos varejistas brasileiros para criar um ecossistema cada vez mais assertivo e, sendo o primeiro C-level brasileiro à frente da operação, acredito que vou conseguir ajudar não só a expandir as nossas parcerias, mas também buscar aquelas que os nossos clientes mais precisam”, explica Piovesana.