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Conheça startups que estão revolucionando o mercado financeiro no Brasil

Muito provavelmente você já ouviu falar em fintechs, termo utilizado para designar as startups com soluções tecnológicas desenvolvidas para melhorar a relação dos clientes com o setor financeiro. Somente no Brasil existem 496 empresas no setor, de acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups): São Paulo lidera o ranking, com 196 instituições.

A principal ideia das fintechs é deixar de lado alguns serviços burocráticos dos bancos tradicionais, permitindo, por exemplo, que as pessoas paguem compras online em dinheiro físico; parcelem boletos no cartão de crédito; façam empréstimos pessoais e até mesmo investimentos de forma segura, através de um smartphone ou tablet. E, também, ajudando micro e pequenos empreendedores a expandirem seus negócios por meio do empréstimo online.

Por conta da comodidade e da praticidade das soluções, as fintechs caíram no gosto dos brasileiros. Abaixo, listamos empresas que estão revolucionando o mercado financeiro do país, bem como os respectivos ramos de atuação:

Novas formas de pagamento:

Dedicada a inovar e democratizar a indústria de pagamentos no país, a PagBrasil – fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerces ao redor do mundo – tem entre as suas soluções o PEC Flash®, método de pagamento alternativo voltado para as pessoas que não têm contas bancárias, cartões de crédito e débito ou que preferem realizar pagamentos em dinheiro. Através da tecnologia, os consumidores conseguem fazem compras pela internet e realizar o pagamento presencialmente em qualquer agência lotérica.

Parcelamento de boletos no cartão de crédito:

A Taki Pagamentos, startup com soluções para facilitar diversos tipos de pagamentos, permite que as pessoas parcelem seus boletos em até 12x no cartão de crédito. A iniciativa tem sido bastante procurada pelos motoristas donos de veículos com placa de São Paulo que precisam quitar débitos veiculares, como o licenciamento e o IPVA. Credenciada do Governo do Estado de São Paulo, todos os processos dos pagamentos de veículos são feitos por meio da sua plataforma online, sem precisar de órgãos intermediadores.

Empréstimo para MPME:

A BizCapital, fintech que proporciona aos MPMes um processo de crédito online, rápido e seguro, disponibiliza valores de R$ 5 mil a R$ 150 mil, com a possibilidade de entrega do valor no mesmo dia. Segundo Francisco Ferreira, sócio-fundador da BizCapital, a falta de recurso imediato acaba penalizando esses empreendedores, que perdem a chance de ampliarem sua competitividade no segmento em que atuam. “Hoje, 60% das pequenas e médias empresas que pediram empréstimo na plataforma cresceram e 50% dos pedidos de crédito foram tomados para Capital de Giro”, afirma o executivo.

Crédito pessoal:

Desde 2015 concedendo crédito pessoal, a Geru – primeira Fintech de empréstimo online do Brasil – realiza operações 100% online e sem garantia, com o objetivo de proporcionar praticidade, transparência e segurança aos clientes. A plataforma já recebeu mais de R$ 24 bilhões em pedidos de empréstimos e disponibiliza valores de R$ 2 mil a R$ 50 mil, por meio de serviços totalmente digitais, praticando taxas mais acessíveis, longe dos métodos tradicionais e da burocracia de grandes instituições bancárias. Os dados são avaliados por meio de algoritmos e a resposta é imediata.

Negociação de moedas estrangeiras:

A Meu Câmbio, startup acelerada pelo programa InovAtiva Brasil, é a primeira plataforma independente que permite a negociação de moedas estrangeiras. A ferramenta realiza pesquisa de preço, unificação de cadastro e encaminhamento de pedidos, levando às pessoas a comodidade de não precisarem fazer ligações nem sair de casa. Por meio de uma rigorosa seleção de parceiros e de um sistema capaz de identificar a melhor solução disponível para cada cliente, a empresa proporciona economia frente às taxas disponíveis no mercado.

Investimentos para pessoas físicas:

Criado em 2017, o TradersClub, ou TC, é um dos principais agentes de educação financeira do país, com a missão de ajudar o investidor pessoa física a tomar a melhor decisão sobre seus investimentos . Por meio de sua plataforma web e aplicativo, é possível acessar informações sobre o mercado financeiro, trocar ideias com outros investidores e ter acesso a um conteúdo exclusivo para assinantes. O TC foi fundado por Pedro Albuquerque, um dos principais gestores do Brasil, que gere o fundo multimercado Cosmos e é fundador da TEx Tecnologia, líder no segmento de insure tech.

Educação financeira para crianças:

A OinCoin é uma fintech acelerada pelo programa InovAtiva Brasil que auxilia na educação financeira de crianças de 8 a 14 anos e na preparação delas para a idade adulta. A empresa criou um aplicativo que permite a definição de objetivos e o acompanhamento das etapas para atingi-lo. Com isso, pais e filhos podem criar tarefas bônus para aumentar as receitas da criança, acelerar o objetivo ou guardar dinheiro para novas metas.

Motores elétricos devem reduzir o desperdício de energia

Parceiros da indústria, os motores elétricos — equipamentos destinados a diversos usos, como ventiladores, bombas hidráulicas, compressores de ar, elevadores etc. — consomem cerca de 25% da energia no país. Uma Pesquisa Mercadológica sobre Motores Recondicionados, feita pela PUC-Rio e pelo Procobre (Instituto Brasileiro do Cobre), ressalta qual o impacto da baixa qualidade de determinados produtos na economia e na energia consumida no país. Tal impacto resulta na mudança na legislação, que passa a definir, por meio do Ministério de Minas e Energia (MME), novos valores mínimos de eficiência para motores de indução trifásicos.

O estudo aponta que o gasto com energia é equivalente ao consumo de 4,47 milhões de residências brasileiras, o que deixa em evidência o impacto da baixa eficiência de motores usados no país. A mudança anunciada pelo MME substitui os motores IR2 (alto rendimento) pelo IR3 (rendimento premium). O gerente de Engenharia da Hercules Motores Elétricos, Leandro Bertolino, aponta que, para aumentar o rendimento de motores elétricos, é possível utilizar três estratégias: usar materiais mais nobres; usar maior quantidade de materiais ou melhorar o projeto elétrico/mecânico dos motores.

A Portaria Interministerial No-1, de 29 de junho de 2017, estabelece a mudança no índice de rendimento dos motores e desde então, a Hercules vem trabalhando para se adequar no prazo estipulado. Bertolino comenta como a empresa teve que se adaptar: “Realizamos uma série de estudos técnicos, econômicos e investimentos em máquinas de última geração para conseguir entregar um produto com um bom custo-benefício” afirma.

O estudo feito pela PUC – Rio, ainda conclui que a perda de energia apenas em 2013 foi estimada em 7,1 TW h, e em 2016 8,43 TW h, com o aumento de 18,9% Valor desperdiçado em 2016 que equivale a 5,9 vezes a produção do mesmo ano da Usina Hidrelétrica de Sobradinho ou a 4,5 milhões de veículos elétricos, tipo o Tesla modelo S, rodando no Brasil por ano. Por isso, como os motores elétricos são responsáveis por boa parte da demanda elétrica, a redução desse consumo acarreta em inúmeros benefícios, não somente para a natureza, mas para a sociedade e toda a geração futura.

Gartner apresenta cinco etapas para que CIOs virem líderes na era digital

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, alerta que, apesar do desenvolvimento tecnológico, ainda é bastante forte a ideia de que os clientes preferem lidar pessoalmente com as organizações, tendo as interações humanas como algo fundamental para o sucesso dos negócios. Porém, analistas do Gartner destacam que essa realidade está mudando, com os consumidores optando cada vez mais por interações digitais para obterem experiências que atendam às suas necessidades de maneira eficiente. Nesse contexto, está surgindo uma nova visão de gestão, que apresenta enormes oportunidades para companhias dos mais diversos setores.

“A mudança contínua dos mercados digitais exigirá uma adaptação recorrente da liderança das organizações”, diz Graham Waller, Vice-Presidente de Pesquisa e Analista Distinto do Gartner. “Como qualquer humano, os CIOs (Chief Information Officers) lutam para abandonar a mentalidade de liderança que os serviu bem no passado. Mas os líderes modernos não podem fornecer os recursos digitais necessários para o momento atual, sem adaptar seu pensamento às novas realidades do mercado.”

Para levar suas empresas a uma nova mentalidade de gerenciamento, os CIOs devem entender e evangelizar a destreza digital de todos. De acordo com um recente estudo do Gartner, os funcionários de uma companhia têm 2,6 vezes mais chances de ter alta destreza digital se seu líder definir o tom e modelar o comportamento de evolução das ações, mas apenas 17% das organizações têm líderes que fazem esse trabalho de maneira consistente.

Para mudar esse cenário, o Gartner apresentará no Gartner IT Symposium/XpoTM 2019 cinco etapas essenciais para que os CIOs possam desenvolver a destreza digital necessária para se tornarem líderes de negócios digitais mais eficazes:

Etapa 1: Reformule sua perspectiva, desafiando as crenças pré-estabelecidas – Muitos líderes têm crenças fixas e profundamente arraigadas sobre suas organizações. Mas essas crenças centrais e imutáveis muitas vezes podem criar pontos cegos. Desafie essas ideias para garantir que as operações ainda estão alinhadas às demandas atuais do mundo dos negócios. Os CIOs que não fazem isso correm o risco de manter o status quo em detrimento do progresso. Realize um workshop que estimule algo como “Desafie o que você sabe” e vire a imagem pré-consolidada e tradicional ao contrário. Por exemplo: “Nossos clientes desejam possuir o produto e compram e atualizam por meio de um modelo transacional” pode se tornar uma condição como “Nossos clientes desejam os benefícios do produto e adotam um modelo de assinatura (como serviço)”. Identifique como e quando os novos modelos, conceitos e oportunidades podem ser adicionados ao trabalho de sua organização, verifique isso em relação às ações dos concorrentes e use este exercício para descobrir quais crenças básicas podem ser modificadas ou descartadas.

Etapa 2: Defina sua nova mentalidade de líder da Era Digital – Os CIOs precisam ter a mentalidade certa para o contexto de negócios atual. Os líderes digitais de sucesso, nesse cenário, têm seis características:

– Trabalham para prosperar, apesar das incertezas;

– Buscam resultados de negócios inovadores;

– Exploram as novas opções competitivas da era digital;

– Começam, experimentam, aprendem e repetem as ações para o sucesso de suas companhias;

– Cultivam a criatividade e uma cultura de inovação;

– Atraem talentos de destreza digital de alto nível.

Os analistas do Gartner recomendam que os CIOs classifiquem suas próprias habilidades em cada ponto, seguindo uma escala de 1 a 5 – sendo 1 a pior capacidade e 5 as capacidades plenamente utilizadas no dia a dia. Depois, os especialistas sugerem que os executivos de TI se concentrem no desenvolvimento das habilidades que estão com notas de 2 a 4 e que, portanto, podem ser melhoradas.

Etapa 3: Foque na transformação das iniciativas e de sua postura – Depois que novas mentalidades forem identificadas, é hora de internalizá-las. Durante todo esse processo, você geralmente ouvirá duas vozes em sua cabeça, com a velha e a nova mentalidade em conflito. Por exemplo: alguém pode dizer “Vamos seguir em frente, apesar da incerteza, e depois continuar ou voltar com base no que aprendemos”; a outra voz dirá algo como “Vamos estudar e esperar até ter certeza de que podemos fazer isso”. É essencial mudar essa conversa cerebral. Tente agendar 15 minutos no seu calendário para avaliar em quais pontos você usou a nova mentalidade e em quais optou pela antiga. Feito isso, reserve um tempo para realmente pensar e reconhecer as opções para evitar a reversão e peça aos colegas de confiança que o ajudem a mantê-lo em evolução.

Etapa 4: Reforce a nova mentalidade por meio de ações rotineiras – Para garantir que sua nova mentalidade permaneça em uso, crie rotinas com ações pequenas e viáveis, ou hacks culturais para reforça-los de maneira prática. Uma dica para aprofundar a “busca de resultados comerciais inovadores” é reservar 30 minutos, toda sexta-feira, para revisar o que foi feito durante a semana. Nessa conversa, pergunte a si mesmo se você estava pensando em segurança nos próximos passos ou em saltos ousados. Uma vez por mês, visite uma nova startup ou empresa de um setor diferente que esteja usando modelos de negócios diferentes e considere como você pode usá-los em sua própria organização.

Etapa 5: Consolide esses novos comportamentos com o aprendizado experimental – Um programa de desenvolvimento deve incluir 70% do aprendizado experimental, 20% de orientação ou treinamento e 10% de educação formal. A melhor maneira de criar essa mentalidade é dedicar tempo e recursos às ações. A aprendizagem experiencial pode ser usada para fortalecer uma característica específica. Para cultivar criatividade e inovação, considere hospedar eventos de hackers ou empresas de turismo conhecidas por esses traços.

Para discutir o tema e apresentar dicas sobre como aplicar este processo, os analistas do Gartner apresentarão pesquisas e novidades durante o Gartner IT Symposium/XpoTM 2019 principal evento do Gartner no Brasil, que acontecerá de 28 a 31 de outubro. Trata-se do mais importante encontro de CIOs e executivos de TI do mundo. Líderes da área confiam em eventos como esses para obter insights sobre como suas organizações podem usar TI para superar desafios de negócios e melhorar a eficiência operacional de suas empresas. Acompanhe novidades sobre os eventos no Twitter: #GartnerSYM.

Interessados em participar do Gartner IT Symposium/XpoTM 2019 podem entrar em contato com o Gartner pelos telefones (11) 5632-3109, 0800-7741440, e-mail conferencias.brasil@gartner.com ou site www.gartner.com/br/symposium.

Fiduc traz ex-CTO da Vitacon para realizar transformação digital na empresa

A Fiduc, fintech pioneira em oferecer uma solução integrada de gestão de investimentos e planejamento financeiro no país, anuncia a chegada de Patrick Peres, ex-diretor de Tecnologia da Vitacon, como seu novo chief technology officer – CTO. Ele chega para reformular a identidade digital da empresa, transformando a experiência dos clientes e associados por meio de novos aplicativos e plataformas, mais versáteis, completos e intuitivos. A objetivo é fazer com que os negócios da Fiduc ganhem mais escala por meio de novas ferramentas.

Peres tem mais de 20 anos de carreira e já coordenou estratégias no mesmo segmento em outras seis startups, além de ter atuado em outras empresas de médio e grande porte. Seu último posto foi na Vitacon, de onde saiu direto para a Fiduc. Na incorporadora, foi um dos responsáveis por uma mudança de cultura, promovendo integração de sistemas e, entre outras coisas, a implantação da assinatura digital de contratos, que diminuiu em 50% o tempo das vendas. Isso gerou um aumento de 40% na satisfação dos clientes.

“Agora coloco essa experiência em gestão, desenvolvimento de produto, experiência do usuário, detecção de problemas e escalabilidade a serviço da FIDUC, de seus associados e clientes para criar um ambiente de negócios cada vez mais moderno, prático e efetivo”, diz o novo CTO.

Para o co-fundador e CEO da Fiduc, Pedro Guimarães, a chegada de Peres é determinante para a expansão da empresa, pois guiará o processo de criação das novas plataformas proprietárias da empresa, do mesmo nível das que já são oferecidas pelas melhores fintechs do Brasil. “Queremos oferecer ao cliente Fiduc e à nossa rede de associados as melhores ferramentas para o planejamento financeiro e acompanhamento da gestão de patrimônio, tornando o nosso trabalho ainda mais transparente e estreitando o relacionamento entre as partes envolvidas”, diz.

O objetivo da Fiduc é oferecer a qualquer cliente pessoa física a mesma estrutura de gestão patrimonial de um Family Office, até então disponível no Brasil apenas para grandes milionários. A empresa iniciou suas atividades em fevereiro de 2018 com a proposta de oferecer serviços no modelo fiduciário, trabalhando com foco em identificar e atender as necessidades de seus clientes – e não em vender produtos de investimento.

No primeiro semestre deste ano, a empresa já tinha trazido o o ex-vice-presidente de Negócios da Natura e ex-CEO da Jafra Cosmetics no Brasil, Guto Pedreira, para a sociedade, de modo a fortalecer a ampliar a rede de associados. A Fiduc possui hoje 172 planejadores financeiros associados em 51 cidades do país de 15 estados.

EduSim promove Olimpíada de Inglês para incentivar a prática do idioma no Brasil

Até o final de setembro, alunos de escolas públicas e particulares brasileiras poderão participar da Olimpíada de Inglês 2019. Via ferramenta ChatClass, através do WhatsApp, o concurso cultural busca estimular o ensino de inglês com tecnologias já inseridas no cotidiano dos alunos em idade escolar. Juntamente com o Regional English Language Office da Embaixada Americana e o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (CONSED), a startup mobiliza estudantes e professores para incentivar o aprimoramento do inglês no país.

O ChatClass é uma Inteligência Artificial (IA) que, de forma dinâmica e intuitiva, interage por meio de áudios e interações com alunos do Ensino Fundamental 2 e Médio para que estes consigam praticar o idioma. A Olimpíada de Inglês premiará os alunos e professores mais bem colocados no ranking nacional, em diversas categorias.

Segundo dados do British Council, apenas 5% da população brasileira tem o inglês fluente. Os objetivos da EduSim e das instituições parceiras são incentivar o estudo do idioma, reverter esse cenário e ampliar os horizontes de alunos, escolas e famílias. Durante a Olimpíada de Inglês, os estudantes estão praticando escrita, escuta e principalmente a fala do idioma pelo ChatClass, enquanto os professores conseguem dados e insights sobre as dificuldades individuais de cada aluno.

“O WhatsApp já é uma plataforma extremamente difundida no cotidiano dos jovens, portanto, nosso concurso cultural não demanda a necessidade de mais um aplicativo ou ferramenta. Estamos junto com professores e pais para o incentivo do estudo do idioma, como um complemento do conteúdo já passado em aula”, explica o CEO e fundador da EduSim, Jan Krutzinna.

O conteúdo de inglês utilizado no concurso está alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). Alunos e professores podem participar, gratuitamente, até o dia 27 de setembro no site: www.olimpiadadeingles.com .

Cerca de dois terços das empresas não sentem segurança sobre sua infraestrutura de rede

Um novo estudo da Accenture (NYSE:ACN) revela que apenas 36% das empresas se dizem “muito satisfeitas” com a capacidade de suas redes corporativas para atender suas necessidades de negócio, mesmo com a adoção de novas tecnologias digitais, como internet das coisas/edge computing (77% das empresas entrevistadas), big data/analytics (83%) e experiência digital do cliente (78%). O dado revela que 64% das empresas acreditam que suas redes podem ser melhoradas.

Com base em uma pesquisa global com 300 executivos sênior de TI e negócios de grandes empresas, o relatório “Network Readiness Survey: sua empresa está pronta para o futuro conectado?” mostra que menos de 40% dos entrevistados se dizem “muito satisfeitos” com sua capacidade geral (36%) e largura de banda (38%). Metade ou menos disseram estar “muito satisfeitos” com o desempenho de suas redes (43%), segurança (50%) e confiabilidade (50%).

Além disso, esses percentuais permanecem os mesmos quando consideramos a habilidade das redes para atender as necessidades de negócio dentro de 18 a 24 meses. Menos da metade dos entrevistados (43%) respondeu que suas redes estão totalmente compatíveis com tecnologias digitais e computação em nuvem.

O relatório indica a “falta de alinhamento entre TI e as necessidades de negócio”, com 48% das respostas, como o maior obstáculo para manter as redes corporativas em sintonia com as demandas das empresas. O segundo maior obstáculo citado foram as “complexidades inerentes entre os requisitos de negócio e as necessidades operacionais” (45%) e o terceiro foram as “demandas por largura de banda, performance e outros aspectos técnicos ultrapassando a habilidade de entrega (45%).

A aparente falta de alinhamento entre TI e áreas de negócios é suportado pela disparidade na percepção dos obstáculos quando as respostas são discriminadas por cargo (por exemplo, CIO/CTO, Diretores/VPs de Infraestrutura/Rede e EVP/VP de Linha de Negócios). Nenhum problema isolado aparece entre os três maiores obstáculos citados pelos entrevistados de todas as categorias de trabalho. De fato, cada cargo reconhece um obstáculo diferente como o maior desafio a ser superado.

Essa disparidade de opiniões também é aparente quando decisões estratégicas de infraestrutura de rede são tomadas em colaboração entre a TI e áreas de negócios. No geral, menos da metade dos entrevistados disse que o processo foi “sempre colaborativo”. Por outro lado, CIOs/CTOs tendem a perceber um nível maior de colaboração, com 58% deles respondendo que o processo foi “sempre colaborativo”, comparado a 45% dos executivos de negócios e apenas 28% dos seus subordinados imediatos.

“As necessidades de negócios não estão acompanhando a habilidade da TI para entregar os serviços necessários. Nossa pesquisa mostra que as organizações têm um esforço maior a ser feito para garantir que as limitações de suas redes não as impeçam de alcançar os seus objetivos de negócios. Os líderes de TI e de negócios precisam colaborar mais ao tomar decisões sobre as redes corporativas”, afirma Prasad Sankaran, diretor sênior e líder global de inteligência em infraestrutura e nuvem na Accenture.

“Nossos clientes devem estar prontos para o futuro em meio ao escalonamento de custos, infraestruturas herdadas e exigências de compliance. Dar suporte a novos serviços digitais com redes previamente existentes exige uma estratégia clara para aumentar capacidade, implementar novas tecnologias e manter um gerenciamento eficiente. Trata-se de adotar um planejamento abrangente de infraestrutura em nuvem voltado à inovação”, complementa Sankaran.

O estudo foi desenvolvido em colaboração com a Cisco Systems seguindo dois relatórios recentemente publicados, intitulados “Long Live the Network: The Rise of Network Automation” e “Are You Going Digital Without a Net?”.

Confira o estudo completo: www.accenture.com/_acnmedia/pdf-107/accenture-network-readiness-survey.pdf

Metodologia

A Accenture entrevistou 300 executivos sênior de TI e negócios para descobrir o quanto as redes corporativas estão preparadas para atender às demandas atuais, e o quanto os executivos se sentem aptos a atender a requisitos futuros. A pesquisa incluiu executivos de empresas com receitas anuais acima de US$ 1 bilhão. Os entrevistados vieram de 10 diferentes setores e sete países. Participantes da área de TI incluíram CIOs/CTO, seus subordinados diretos e vice-presidentes (VPs) ou diretores de infraestrutura e redes. Participantes de áreas de negócios incluíram VPs executivos (EVPs) e VPs.

Pollux abre inscrições para Programa de Estágio Tech Challenge 2019

A Pollux, empresa brasileira de tecnologia industrial, está com inscrições abertas até o dia 27 de setembro para o programa de estágio Tech Challenge 2019. Serão disponibilizadas no mínimo 10 vagas com bolsa auxílio compatível com o mercado e benefícios como plano de saúde, vale refeição, vale transporte e ajuda de custo para realização de cursos de inglês e espanhol.

“O objetivo do Tech Challenge é estimular o autodesenvolvimento dos jovens que estão ingressando no mercado de trabalho. Pessoas que entendam da nossa tecnologia estão em falta no mercado, então queremos capacitar bons profissionais já no início de suas carreiras. Durante o programa, o estagiário vai aprender tanto na teoria quanto na prática. Além de estudar sobre o negócio da Pollux, entender sobre tecnologia e automação industrial, eles terão a oportunidade de participar ativamente dos nossos projetos”, explica Andrea Dela Plata, gerente de Recursos Humanos da Pollux.

A empresa, que já conduziu mais de mil projetos de tecnologia para fábricas de diversos segmentos, tem como objetivo proporcionar experiências de aprendizado, e apresentar todas as ferramentas e tecnologias da Pollux aos candidatos durante um período de um ano. Ao longo do programa, os estudantes passaram por 6 módulos, nos quais serão avaliados e receberão feedback pelo desempenho em cada uma das tecnologias apresentadas. Dentre as tecnologias que os estagiários estarão em contato destacam-se a manufatura avançada, Internet das Coisas (IoT), software industrial, robótica avançada, automação e veículos autônomos e outras soluções da chamada Indústria 4.0 e Logística 4.0.

Sobre as etapas

O processo contemplará 5 etapas. A primeira, das inscrições, se encerra nesta sexta-feira, 27, e para se inscrever é preciso estar matriculado e cursando uma instituição de ensino técnico ou superior, ter mais de 16 anos, morar em Joinville, e estar nos cursos de Mecatrônica, Elétrica, Eletrônica, Computação ou afins. Na segunda fase, que acontecerá online entre os dias 02 e 07 de outubro, será feita uma pesquisa e um teste de fit cultural. Aos candidatos aprovados, a próxima etapa consistirá em um desafio presencial no Ágora Tech, no sábado, 26 de outubro. Entre os dias 11 e 13 de novembro, acontecerão as entrevistas individuais. E por fim, os selecionados receberão a proposta por e-mail no período de 19 a 21 de novembro. O programa de estágio iniciará oficialmente em fevereiro de 2020.

Para participar, basta ser proativo, comprometido, ter espírito transformador e estar disposto a aprender. A empresa não exige nenhuma experiência prévia.

Os interessados poderão se inscrever pelo link: conteudo.pollux.com.br/techchallenge

Fintech que automatiza pagamento a fornecedores movimenta R$ 40 milhões por mês

A Transfeera é uma fintech de Joinville que atua desde 2017 automatizando a rotina de pagamentos de empresas para diferentes fornecedores, gerando economia e desburocratizando as transações entre bancos. Desde a sua fundação a empresa já movimentou mais de R$ 1 bilhão, sendo mais de R$ 40 milhões por mês em novos pagamentos. A empresa possui mais de 150 clientes, que vão desde startups a grandes companhias, como Unilever, Kimberly-Clark, EBANX, iFood, Rappi e Vakinha.

A startup nasceu da vontade de simplificar transações de TED e DOC entre diferentes bancos e recebeu seu primeiro investimento em uma rodada do EBANX com o Curitiba Angels. Ao todo, foram R$ 570 mil em aportes. “Nós conseguimos identificar um problema entre as transações de pagamentos das grandes organizações. As empresas perdiam dinheiro com as taxas e o tempo entre transferências. Percebemos que era possível transformar essa rotina, deixando mais simples e tudo interconectado”, explica Guilherme Verdasca, CEO da Transfeera.

A partir do problema inicial a empresa percebeu a possibilidade de expandir sua atuação. Hoje a Transfeera também possui um serviço de validação bancária, que verifica a autenticidade dos dados de consumidores para proporcionar maior segurança para as transações financeiras. “Atuamos principalmente em duas frentes, a solução de payout e a validação bancária por meio de API. Continuamos em processo de inovação, queremos promover automação para diferentes etapas do processo financeiro”, compartilha Guilherme. No Brasil o mercado das fintechs está em ascensão. Ano passado, dos cinco unicórnios anunciados, três eram fintechs (Nubank, PagSeguro e Stone). O país conta com mais de 600 startups dedicadas ao mercado financeiro, segundo o último Radar Fintechs.

Atualmente a startup cresce 18% ao mês e sua projeção é crescer 150% até o fim do ano. Desde a fundação, os empreendedores passaram por diversos programas, como o de capacitação Startup SC, a aceleradora InovAtiva Brasil, pela incubadora Softville e, no momento, fazem parte da turma da segunda edição do programa de aceleração Visa 2019. A empresa está localizada no Centro de Desenvolvimento de Tecnologia de Joinville (CDTEC) e possui 13 colaboradores.

Estudo de professor da FGV aponta que brasileiro está menos otimista quanto à tecnologia

O brasileiro nunca esteve tão pessimista em relação à tecnologia. É o que mostra o Indicador de Confiança Digital (ICD), levantamento contínuo que afere a perspectiva do brasileiro frente a mudanças políticas, sociais, econômicas, ambientais ou tecnológicas. A terceira versão do estudo apresentou uma queda de 3,2% em seu desempenho. Em escala que vai até 5, a pontuação caiu de 3,33 no início de 2018 para 3,22. A primeira versão registrou 3,92.

“Escândalos relacionados à tecnologia e transformações político-econômicas afetaram a confiança dos brasileiros na tecnologia em 2019. Nesse período, surgiram diferentes escândalos de vazamento de dados, invasão de hackers e divulgação de notícias falsas (fake news) – fatores que, portanto, afetaram a forma como o público vê a tecnologia. A tensão e a polaridade política vistas nas redes sociais também podem ter influenciado nesse resultado”, explica o coordenador do MBA de Marketing Digital da FGV e responsável pela pesquisa, André Miceli.

O levantamento mediu a opinião dos brasileiros sobre a tecnologia por meio de avaliação de sete afirmações. Os resultados variaram, em média, 4,41% para cima ou para baixo em relação a 2018. “Essa média foi influenciada, em grande parte, pela pergunta: A tecnologia me traz angústia e ansiedade” – que apresentou uma piora de 14%. Apenas duas das sete perguntas apresentaram um desempenho melhor do que na primeira edição””, acrescenta Miceli.

O levantamento do ICD aponta ainda que os jovens continuam sendo a parte da população que mais desconfia da tecnologia, enquanto adultos e idosos se mostram mais otimistas, com uma visão mais positiva de suas funcionalidades. “Entre os adolescentes (13-17 anos), o ICD é 3,00 – o mais baixo entre o público analisado. O valor cai ainda para 2,78 em entrevistados com Ensino Fundamental (1º Grau) completo, que coincide com o público dessa faixa etária”, acrescenta André Miceli.

A sequência da pesquisa revela que as gerações mais velhas, de modo geral, se mostram otimista quando o tema é internet e tecnologia. “Pessoas entre 55-64 anos apresentaram o maior ICD, com um indicador de 3,57,” relata o professor da FGV.

Grupo Globo investe 35 milhões de reais em startup

A fintech Bom Pra Crédito, primeiro e maior marketplace de crédito online do Brasil, acaba de receber um aporte de R$ 35 milhões em rodada pré-Série B liderada pelo Grupo Globo, maior conglomerado de mídia e comunicação da América Latina.

Com o aporte, realizado no formato media for equity, a Globo entra no quadro societário da empresa e parte do investimento é convertido em mídia. O investimento também potencializará a estratégia de expansão da oferta do marketplace, que inclui novos produtos e melhoria da experiência para o usuário final, além da expansão do uso de data science e inteligência artificial para concessão de crédito.

Em outubro de 2018, a fintech já havia recebido um aporte Série A de R$ 22 milhões liderado pelo fundo Innova Capital,que já investiu em empresas como Movile, e composta pela Astella Investimentos.

“Não planejávamos uma nova rodada para este momento, mas ter o Grupo Globo, um dos maiores grupos de mídia do mundo como nosso sócio, é uma oportunidade de aumentarmos nosso alcance para além do mundo online, gerando mais impacto em termos de ampliação do acesso ao crédito no País e na melhoria das condições para nossos clientes. Além disso, vemos esse momento como essencial para ganharmos ainda mais credibilidade frente ao público brasileiro”, afirma Ricardo Kalichsztein, CEO e Fundador do Bom Pra Crédito.

Lançada em 2014, a plataforma une credores e tomadores de empréstimos por meio de uma experiência única e 100% digital, do cadastro até a assinatura do contrato. A partir do preenchimento de um formulário online, o cliente recebe, em poucos minutos, diversas ofertas de crédito e pode escolher a que mais se adequa ao seu perfil. Se aprovado pela instituição financeira, o dinheiro é depositado em conta em até 48 horas.

Já o credor tem acesso a uma plataforma completa de Credit as a Service (CaaS), que utiliza inteligência de dados e tecnologia de ponta e, com isso, os permite conceder crédito de qualidade para milhões de clientes.

Atualmente, a fintech conta com mais de 6 milhões de usuários e já intermediou cerca de R$ 500 milhões de empréstimos dos mais de 34 parceiros que compõem a plataforma.

Com o aporte, o Bom pra Crédito espera aumentar a originação de crédito em 4 vezes até o final do próximo ano, rumo a seus objetivo de atingir R$10 bi de crédito intermediado até 2022 e servir a mais de 22 milhões de brasileiros durante o período.

“A parceria com a Bom Pra Crédito reforça os objetivos do Grupo Globo de diversificar seus investimentos em negócios voltados para a área de inteligência e análise de dados. Com isso, esperamos contribuir para a democratização do acesso ao crédito no país”, afirma o CFO do Grupo Globo, Sérgio Lourenço Marques.

Fraudes online: Investir em cibersegurança não deveria ser opcional

Por Hederson Albertini

Verdadeiramente estamos vivendo a era dos dados. Nunca se falou tanto neles como ultimamente e, diante desse turbilhão de informações, é fato que a segurança passou a ser uma preocupação cada vez mais frequente das empresas. Apesar disso, muitos ainda não levam a sério esse assunto. A Tempest Security Intelligence ouviu 50 empresas de diferentes segmentos do mercado brasileiro e apurou que para mais da metade, o orçamento em segurança da informação representa até 2% do faturamento anual.

A primeira coisa que precisamos pensar é que, independente de serem pequenas ou grandes, as fraudes provocam perdas financeiras e ameaçam a sustentabilidade de qualquer negócio. E quando olhamos para o Brasil percebemos que neste quesito ainda temos muito o que evoluir: as nossas empresas são as mais impactadas por fraudes, de acordo com um estudo da Relx Group. E entre os golpes mais comuns no mercado estão aqueles relacionados a roubo de identidade, clonagem de cartões e lavagem de dinheiro.

Mas imagina só: Um estudo recente da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) revelou que, no último ano, o comércio eletrônico faturou quase R$ 70 bilhões no país, o que representa um crescimento de 15%. Daí já podemos perceber a quantidade de dados trafegados diariamente para que possamos fazer o seguinte questionamento: como conseguimos nos manter protegidos diante desse volume tão grande de informações se não tivermos mecanismos para isso?

Olhando para este cenário, aqui vai a dica de ouro: apostem na tecnologia. Investir em ferramentas, certificados e expertises tecnológicas não é algo que só as grandes companhias têm acesso. Isso é possível para empresas de todos os tamanhos, que nos últimos anos passaram a poder contar, por exemplo, com sistemas de validação cadastral e checagem de identidade de clientes novos e atuais, entre tantas aplicações de prevenção.

Automatizem os setores da empresa. Invistam em bancos de dados atualizados e confiáveis. Busquem certificados de segurança. Procurem por empresas tecnológicas que possam auxiliar nesse processo. Assim, será possível ter mais segurança nos pagamentos, na movimentação de recursos da empresa, no preenchimento de notas fiscais, e até mesmo na consulta de dados cadastrais de funcionários ou fornecedores.

Quando falamos em cibersegurança temos que ter muito claro que isso não é mais um investimento do futuro e jamais deve ser visto como um gasto. Já pensou quanto sua empresa poderá perder caso sofra algum ataque? Podemos ir além: quanto sua companhia está perdendo em vendas por investir em segurança visto que cada vez mais os consumidores estão verificando os certificados antes de efetuarem compras ou passarem seus dados no ambiente virtual?

Para finalizar, fica a reflexão: durante o evento Fortinet CiberSecurity Summit (FCS19) foi revelado que o Brasil sofreu 15 bilhões de tentativas de ataques cibernéticos em apenas três meses. Sua empresa está nesta estimativa ou você já se preparou para garantir credibilidade e segurança no mercado?

Hederson Albertini, co-fundador e CEO da Assertiva, plataforma que utiliza inteligência de dados para prevenção a fraude e apoio nas relações comerciais.

Nova lei de proteção de dados é tema de destaque na Arena ANTP 2019

Desde que foi sancionada em 2018 pelo Governo Federal, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) está constantemente na pauta de empresas públicas e privadas que precisam se adequar às novas regras e regulamentar o tratamento de dados pessoais de clientes e usuários. O setor de transportes também está focado nesta discussão, uma vez que a lei mexe com contratos públicos de mobilidade urbana, relacionando dados do transporte e sua forma de gestão. As empresas têm até agosto de 2020 para se adequar e fugir das multas, que podem chegar a até R$ 50 milhões.

É sobre esta temática que os advogados Leonardo Cordeiro e Ivan Lima, da empresa Cordeiro, Lima e Advogados, apresentam seu painel no segundo dia da Arena ANTP 2019 – Congresso Brasileiro de Mobilidade Urbana, em 25 de setembro, sob o tema “Legislação brasileira”. “Vamos abordar a temática não apenas sob o aspecto da nova lei, mas também sob o ponto de vista do tratamento jurídico a ser dado aos transportes de uma maneira geral”, explica Cordeiro. “É fundamental que os poderes concedentes e as empresas discutam sobre como aplicar a lei aos contratos vigentes, porque as adaptações tecnológicas e procedimentos não serão realizados em curto espaço de tempo”, complementa o profissional.

O advogado ressalta que, mesmo antes das novas regras entrarem em vigor, há uma série de aspectos a serem observados pelos operadores. A partir da data de vigência da lei, qualquer empresa que tiver em sua base de dados informações de seus clientes, ainda que sejam as mais básicas, como nome completo e e-mail, devem se adequar às regras de proteção e transparência no tratamento desses dados. “No caso dos transportes públicos e mobilidade urbana, será preciso diferenciar o que são dados dos passageiros e o que são dados da própria concessão, além de identificar os casos de coleta em que é preciso pedir autorização para o usuário”, comenta Cordeiro.

Outro ponto é a obrigatoriedade de investimento em tecnologia e segurança da informação, o que, eventualmente, gera necessidade de reequilíbrio nos contratos vigentes. Segundo Cordeiro, o impacto no equilíbrio econômico-financeiro de contrato é objetivo, o que deve fazer com que muitos passem por revisão, até mesmo para se adaptarem à nova realidade legal.

Para ter acesso à programação completa do Congresso, acesse o site www.arenaantp.com.

Arena ANTP 2019 – Congresso Brasileiro de Mobilidade Urbana
Data: 24 a 26 de setembro
Horário: das 9h às 18h
Local: Transamerica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo