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Dialog recebe aporte de R$ 4 milhões

O Dialog, startup de comunicação interna e RH que funciona como um superapp para os colaboradores, acaba de receber um aporte de R$ 4 milhões, realizado por quatro grupos de investidores anjo, um corporate venture e executivos do mercado de comunicação e RH. O processo, liderado pelo grupo BR Angels, contou também com a participação da Meta Ventures – braço de investimentos da empresa de tecnologia Meta – e Urca Angels, Gávea Angels e Anjos do Brasil. O Dialog, que nasceu como um produto da Critical Mass em 2016, agência de UX do Grupo In Press e da Omnicom, tendo a PepsiCo como primeiro cliente, se tornou um negócio sustentável, fez seu spinoff em 2020 e, logo recebeu investimento anjo de executivos do mercado, como do Antônio Salvador, ex executivo de RH e transformação digital do Grupo Pão de Açúcar.

Atualmente com mais de 25 clientes e cerca de 200 mil colaboradores na sua base de usuários de diversos segmentos, incluindo marcas como Klabin, SBT,Via Varejo, Avon e Livelo, está focada nas empresas com 500 ou mais colaboradores. A startup, que atraiu o olhar dos investidores, em meio à pandemia cresceu 70% em um ano, entrou para o Cubo e foi destaque em RH pelo Top 100 Startups,InovAtiva Brasil e vencedora do desafio Bring Your SaaS, da Meta Ventures Com o intuito de humanizar a comunicação interna de médias e grandes empresas com seus colaboradores, o Dialog é um hub de soluções focadas no colaborador.

De acordo com o CEO da startup, André Franco, o investimento será aplicado na evolução da plataforma, enriquecendo a experiência do colaborador, na integração com outros canais de comunicação interna e de serviços para o colaborador, e na inteligência de dados. “Durante a nossa jornada temos nos posicionado como um aplicativo de comunicação interna – principal canal entre a empresa e colaboradores. Agora, com o aporte, estamos trazendo os serviços de RH para o colaborador para dentro da plataforma, como holerite, ponto digital, treinamentos, onboarding e resultados de vendas, além de inteligência de dados, com insights sobre engajamento, alcance, absorção, influenciadores internos e prevenção de rotatividade, entre outros”, destaca o empresário.

Ainda de acordo com ele, se trata de uma inteligência de dados baseada no comportamento da pessoa, que consegue dizer se o colaborador está desmotivado, comparando o comportamento dele com o de colaboradores que saíram da empresa por estarem com a saúde mental abalada. “É uma forma de prevenir um problema, alertando o RH antes, para que possam dar atenção a esses colaboradores, priorizando a motivação. Tudo isso por meio do aplicativo Dialog. Somos pioneiros desse mercado e com esse investimento visamos liderar o segmento na América Latina, sendo o primeiro Superapp do colaborador no Brasil”, completa.

Mercado propício para investimentos

Para Orlando Cintra, fundador e CEO do BR Angels, grupo de investimento anjo formado por mais de 100 empreendedores e CEOs, não foi diferente. “O Dialog nasceu para atacar uma das principais dores das organizações: a comunicação com as pessoas, que são o principal ativo de qualquer negócio. Uma pesquisa da Robert Ralf mostrou que 80% dos profissionais empregados passaram a considerar o home office como um modo de trabalho e não mais um benefício. Dos entrevistados que estão no mercado, 11% disseram que não aceitariam uma proposta de trabalho que não oferecesse ao menos o modelo híbrido”, diz.

Segundo Cintra, a pandemia impulsionou fortemente a demanda por ferramentas de comunicação interna para garantir maior efetividade e produtividade no momento em que todos tiveram que partir para o trabalho remoto. “Identificamos no Dialog uma startup que desenvolveu o modelo de negócio certo no momento certo, criando uma tempestade perfeita para escalar rapidamente. Identificamos também um time executivo muito experiente e dedicado ao negócio, o que reforçou nossa decisão de investir ao lado de outros importantes investidores”, comenta.

O Dialog foi o vencedor do primeiro desafio “Bring Your SaaS”, concurso nacional realizado pela Meta Ventures, braço de venture capital da Meta, empresa focada em consultoria e serviços de transformação digital. “A seleção teve como objetivo aproximar ainda mais a Meta do ecossistema de inovação, por meio de parceria com startups do tipo SaaS. A estratégia da empresa em apostar nesse desafio nacional nos posiciona entre as companhias que promovem open innovation no Brasil”, conta Claudio Carrara, VP da Meta.

Foram 139 startups inscritas no desafio que destacou o Dialog. “A diversidade de segmentos e a maturidade das startups finalistas do ‘Bring Your SaaS’ nos mostrou o potencial do modelo no Brasil. O que eu posso garantir é que tivemos um trabalho árduo para chegar à vencedora, que apresentou uma solução que acreditamos e achamos que tem sinergia com os negócios da Meta. Por isso, avançamos tão rápido em apostar no Dialog e já aportamos investimento no negócio”, explica Marcio Flôres, Head da Meta Ventures. Nesse mercado de RH e comunicação, o investimento se torna uma grande chave para posicionar a startup no setor.

Pensando nisso, a Gávea Angels – primeira associação de investidores anjo da América Latina – acredita que foi uma boa oportunidade de investimento. “Uma comunicação fluida entre a empresa e seus colaboradores, sem ruídos e alinhada estrategicamente, é o sonho de toda liderança. O Dialog viabiliza essa possibilidade, com tecnologia, inovação e escalabilidade. Vimos na startup uma ótima oportunidade”, finaliza Cecília Andreucci, membro e conselheira da Gávea Angels.

Kenzie Academy Brasil recebe aporte de R$ 8 milhões da E3 Negócios

A escola de programação de origem norte-americana Kenzie Academy Brasil acaba de receber um aporte de R$ 8 milhões da E3 Negócios, consultora estratégica à frente de fundos de venture capital. Com a captação, a edtech irá acelerar o crescimento no país, desenvolver ferramentas e tecnologia para melhorar ainda mais a qualidade do ensino, e formar mais de 2.500 desenvolvedores web full stack ao longo de 2021 e 2022.

A Kenzie iniciou sua operação em janeiro de 2020 e já teve mais de 50 mil interessados em seu curso, posicionando-se como alternativa ao ensino superior, realizando o sonho de milhares de pessoas que desejam ingressar no mercado de tecnologia. Totalmente online, e com aulas ao vivo para todo o Brasil, o curso possui 2.000 horas de estudos, concluídas em 12 meses.

“Nos orgulhamos de ter 100% de empregabilidade dos nossos alunos após três meses de conclusão do curso de programação, o que comprova que o método realmente funciona. Além disso, contamos com dezenas de empresas parceiras para possibilitar a rápida colocação profissional dos nossos alunos”, comenta Daniel Kriger, cofundador e CEO da Kenzie.

Por meio do modelo de ‘sucesso compartilhado’, já utilizado pela maioria dos seus mais de 400 alunos, a escola oferece um método de financiamento inovador (Income Share Agreement – ISA). Com ele, o aluno paga o curso após a conclusão dos estudos e, somente, depois de conseguir colocação profissional, com remuneração acima de R$ 3 mil, quando passa a devolver 17% da renda para a Kenzie por até 60 meses.

Liderada pelos empreendedores Daniel Kriger, ex-Positivo Tecnologia, e Ugo Roveda, ex-Bcredi, a Kenzie tem como propósito transformar vidas por meio da educação, de forma rápida e prática, sem abrir mão da qualidade. “Quando identificamos o ISA como tendência no mundo, resolvemos trazer a Kenzie Academy para o Brasil para expandir o acesso ao ensino qualificado em tecnologia”, conta Kriger, cofundador e CEO da Kenzie. “Queremos diminuir a escassez de profissionais no país e elevar o nível de pessoas programadoras que entregamos ao mercado, com suporte em tempo integral do nosso time de ensino”, completa Roveda, cofundador e COO da edtech.

A carência de desenvolvedores qualificados no mercado brasileiro ainda é muito grande. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), estima-se a criação de 420 mil novas vagas até 2024, porém, a instituição também prevê um déficit anual de 24 mil profissionais por falta de qualificação. Já a consultoria McKinsey Company estima mais de 2 milhões de vagas disponíveis até 2030 na área de tecnologia.

“Precisamos reduzir a carência da falta de desenvolvedores formados com qualidade e rapidez e a Kenzie faz parte desta revolução. A formação de profissionais da área de tecnologia da informação capacitados deve fazer parte de uma estratégia de desenvolvimento nacional, pois a falta destes profissionais atrasa a digitalização de diversos setores cruciais para a competitividade e crescimento da economia brasileira”, comenta Bruno Freitas, diretor de investimentos da E3 Negócios.

Simulação do mercado de trabalho


Toda a estrutura de aprendizagem na Kenzie é projetada para simular o mercado de trabalho e o dia a dia de um desenvolvedor. Com metodologia desenvolvida por engenheiros de software do Vale do Silício, comprovada internacionalmente, a escola traz em sua grade curricular linguagens e tecnologias modernas de front-end e back-end, muito utilizadas no mercado, como HTML, CSS, JavaScript, React, SQL e Python.

“Como empreendedor, tenho conversado com diversos líderes de grandes empresas e todos dizem a mesma coisa: que faltam profissionais qualificados na área de tecnologia e que saibam o que fazer na prática. Na Kenzie, além do aprendizado prático, ensinamos soft skills, como liderança, feedback, relacionamento em equipe, diversidade, comunicação e proatividade, para que os alunos se sintam, de fato, preparados para o mercado”, explica o CEO.

Além disso, a escola tem um programa interno que tem como premissa garantir ao estudante um aprendizado de qualidade e inseri-lo no mercado de trabalho rapidamente, o que acontece por meio de mentoria de carreira e parcerias com outras empresas, como Ebanx, Banco Bari, James Delivery e Creditas, que aceleram essa contratação.

Eventos virtuais devem continuar como uma tendência mesmo após a pandemia, afirma pesquisa do LinkedIn

Os eventos virtuais devem receber quase o dobro de investimentos em 2021, de acordo com o levantamento do LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo. Os dados,  parte do relatório “O Cenário de Eventos Virtuais” realizado com mais de 200 organizações B2B no Brasil, mostram ainda que 85% dos entrevistados fizeram  um evento, webinar ou palestra online nos últimos doze meses. 

A maioria dos profissionais preferem este formato por não serem afetados pela pandemia, a possibilidade de levar o conteúdo a um público mais amplo e o bom custo-benefício, já que 56% tiveram cortes de orçamento. Diante da necessidade de reorganização na destinação da verba, os brasileiros foram os campeões em alocar recursos para o desenvolvimento de conteúdo. Nos próximos 12 meses, 54% dos respondentes afirmaram ter esta questão como prioridade dentro dos seus respectivos orçamentos. 

De acordo com Ana Carolina Almeida, gerente de marketing do LinkedIn, priorizar esta área é também uma maneira que as empresas encontraram para conseguir a atenção do público. “Com tantos eventos virtuais acontecendo simultaneamente, investir em conteúdo de qualidade é uma estratégia de diferenciação.”

Dessa forma, as táticas de marketing digital ganham ainda força na promoção destes eventos e representam 22% do total da verba disponível. Com a transformação deste mercado, 49% dos profissionais brasileiros afirmam que gostariam de ter mais competências em mídias sociais para melhorar o perfil das organizações e 47% querem aprimorar suas competências e conhecimentos em publicidade online. 

Ana Carolina Almeida reforça que este é um formato que veio para ficar. “Cerca de 79% dos organizadores de evento brasileiros afirmaram que o retorno sobre investimento (ROI) dos eventos virtuais tem sido maior do que o dos eventos físicos. E este é um sinal de que eles estão sendo bem-sucedidos, já que esta é uma das métricas mais importantes para o marketing 一 sobretudo em períodos de recessão econômica, em que as empresas tendem a adotar posturas de austeridade”, afirma. 

Cerca de 83% dos profissionais continuarão organizando eventos virtuais no longo prazo. E, mesmo em um futuro cenário onde o isolamento social não seja uma realidade, 42% do total de eventos devem continuar de forma virtual com 26,5% em um modelo híbrido; apenas 31,5% serão feitos fisicamente.

Metodologia 

Este levantamento foi realizado em 13 países, entre eles o Brasil, com gerentes, empresários e profissionais de marketing e eventos. Para garantir uma diversidade de opiniões, esses organizadores vêm de diferentes tamanhos de negócio, renda, experiência e especialização. 

Pesquisa Capgemini: 66% das empresas de consumo e varejistas planejam revisar suas estratégias a partir da pandemia com reflexos na TI

Um novo relatório do Capgemini Research Institute examinou o impacto da interrupção do ano passado em produtos de consumo e cadeias de suprimentos de varejo (CP&R, na sigla em inglês), e descobriu que 66% das organizações dizem que sua estratégia mudará significativamente nos próximos 3 anos, à medida que se adaptam à pandemia e incorporam maior resiliência às operações. Apenas 23% das organizações de produtos de consumo e 28% dos varejistas acreditam que sua cadeia de suprimentos é ágil o suficiente para suportar as necessidades de negócios em evolução da organização.

O COVID-19 foi um alerta para as empresas de CP&R: 85% das organizações de produtos de consumo e 88% dos varejistas dizem que enfrentaram uma interrupção, enquanto 63% das organizações de produtos de consumo e 71% dos varejistas dizem que levou pelo menos 3 meses para que suas cadeias de abastecimento se recuperassem das interrupções.

O movimento para detecção de demanda


Mais de dois terços das organizações (68%) dizem que enfrentaram dificuldades no planejamento da demanda devido à falta de informações precisas e atualizadas sobre a flutuação dos pedidos dos clientes durante a pandemia. Para melhorar essa previsão, 66% das organizações planejam segmentar as cadeias de abastecimento de acordo com padrões de demanda, valor do produto e dimensões regionais pós-pandemia, enquanto 54% dizem que usarão análises/aprendizado de máquina e Inteligência Artificial para melhoria da previsão de demanda como forma de lidar com o impacto do COVID- 19.

A visibilidade torna-se crítica


Um total de 75% das empresas de produtos de consumo enfrentaram dificuldades quando precisaram aumentar ou diminuir rapidamente a capacidade de produção devido ao COVID-19. Para obter agilidade nas respostas as mudanças repentinas na demanda, os fabricantes podem identificar oportunidades para melhorar essa visibilidade, cita o relatório. Isso pode ajudar a lidar melhor com o desafio de decisões operacionais estratégicas, táticas e em tempo real.

As organizações entendem a importância dos investimentos digitais na melhoria da visibilidade: 58% dos varejistas e 61% das organizações de produtos de consumo planejam aumentar os investimentos na digitalização das cadeias de abastecimento. Em particular, 47% das organizações planejam investir em automação, 42% pretendem investir em robótica e 42% em inteligência artificial. E ainda, 64% e 63% das organizações também planejam fazer uso extensivo de inteligência artificial e aprendizado de máquina em transporte e otimização de preços, respectivamente.

Da globalização à localização


Para evitar interrupções futuras, as organizações estão reconhecendo a importância da localização e investindo ativamente. As organizações de CP&R estão mudando da filosofia de globalização para a localização da base de fornecedores e manufatura. E 72% das organizações de produtos de consumo e 58% dos varejistas afirmam que estão investindo ativamente na regionalização ou localização de sua base de manufatura ou produção próxima ao local.

Algo como 65% das empresas de CP&R também estão investindo na regionalização e localização de sua base de fornecedores, aumentando para 83% no Reino Unido e 73% na Índia, por exemplo. Em linha com essas estratégias, os fornecedores globais representarão apenas 25% da capacidade dos varejistas em 3 anos, ante 36% nos dias de hoje. Em produtos de consumo, os fabricantes globais representarão apenas 17%, contra os 26% atuais.

Em linha com a mudança para a localização, as “lojas dark”, que têm operações independentes e estão mais próximas dos locais de entrega, estão se tornando uma alternativa cada vez mais útil para o atendimento de pedidos online à medida que o tráfego físico diminui. Uma pesquisa anterior da Capgemini mostrou que se as entregas das lojas dark aumentassem 50%, as margens de lucro poderiam crescer 7% como resultado de custos de entrega mais baixos e maior rendimento de entrega em comparação com as lojas – embora também não afetem as operações da loja.

“Fabricantes e varejistas reconhecem o grande risco de interrupções futuras e têm a oportunidade de criar agilidade e resiliência para adaptar suas redes de cadeia de suprimentos”, afirma Lindsey Mazza, líder global da cadeia de suprimentos de varejo da Capgemini. “A pandemia foi um evento de aprendizado acelerado. As organizações percebem que as novas tecnologias podem permitir a agilidade necessária – desde a melhoria das previsões de demanda até o aumento do atendimento e entregas de última milha mais rápidas e econômicas. Ao investir agora, as organizações se colocam em boa posição para apoiar com segurança os consumidores em seus momentos de necessidade – sempre que ocorrer a próxima interrupção do setor”.

Soft skills ganham destaque em meio a falta de mão de obra no mercado de tecnologia

Em meio a um cenário de recessão econômica que assola diversos segmentos do país, o mercado de tecnologia continua aquecido, porém com dificuldades de contratação, mesmo com os índices de desemprego em alta. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), até 2024, cerca de 420 mil novas vagas no mercado de TI devem ser criadas. Entretanto, a expectativa é que aproximadamente 150 mil não sejam preenchidas, por falta de profissionais qualificados.

Diante desse cenário, as habilidades chamadas de soft e hard skills ganham destaque e passam a ser pontos chave para a melhoria da empregabilidade. “Entendemos que cada profissional é o resultado de suas experiências e aprendizados e, em alguns momentos, a combinação entre o lado técnico e o que cada um possui de soft skills acaba sendo mais difícil, especialmente para vagas de liderança”, pontua Ana Paula Cordeiro, head de RH da Claranet Brasil.

Um levantamento realizado pelo InfoJobs, empresa de tecnologia para recrutamentos, revelou que, mesmo em uma área técnica, as soft skills mais buscadas pelas empresas para a contratação desses profissionais são: facilidade de comunicação, senso de dono, trabalho em equipe, autogestão e aprendizado contínuo. “Vale ressaltar que mesmo em um mercado superaquecido como o de tecnologia, os profissionais que não mostrarem habilidades técnicas e comportamentais, perdem valor para as empresas”, pontua Nathália Paes, desenvolvimento de negócios do Infojobs.

Para ajudar os profissionais do mercado a se destacarem, as especialistas explicam os pontos que mais chamam atenção dos recrutadores:

Empatia: Significa saber se colocar no lugar do outro. A empatia é importante em vários momentos da carreira, seja para entender os motivos que levam um determinado colega a ter dificuldades no ambiente de trabalho, solucionar conflitos ou resolver um problema do cliente;

Positividade: Sabe aquela pessoa que sempre consegue enxergar uma oportunidade? Pois isso é uma soft skill também! Às vezes, é difícil acreditar em um projeto ou meta, mas pessoas positivas tendem a encontrar resoluções de problemas com sua força de vontade. Pessoas positivas são aquelas que conseguem inspirar os outros e mantê-los nos trilhos, mesmo que um resultado não possa ser visto no curto prazo;


Adaptabilidade: A facilidade de se adaptar faz do colaborador, uma pessoa que trabalha melhor em equipe. Dentro de uma empresa, os funcionários mudam. De tempos em tempos são contratados novos membros e até líderes, ser adaptável, nesse sentido, permite manter-se resiliente diante de qualquer novidade;

Gerenciamento do tempo: Não só na vida profissional, mas também nos compromissos pessoais, a gestão do tempo se torna uma soft skill procurada por todos. Quando o tempo é bem trabalhado, é possível fazer mais e gerar mais valor com a mesma quantidade de tempo;

Controle das emoções: De nada adianta ser um especialista se a pessoa não conseguir controlar as diferentes emoções que a afetam diariamente. Uma das grandes vantagens de quem sabe controlar as emoções é conseguir usar os momentos de estresse como gatilho para ser mais produtivo. Essa habilidade faz com que a pessoa saiba converter ambientes e situações caóticas em valor agregado, isto é, tirar vantagem daquilo que é aparentemente ruim;

Foco: Quanto maior for seu poder de foco, mais rápido chegará aos seus objetivos – seja ele terminar uma sequência de tarefas ou subir de cargo. Atualmente, as empresas veem profissionais focados como aqueles com maior índice de desenvolvimento, e que, por consequência, também podem ajudá-las a crescer;

Resiliência: Você consegue reagir de forma positiva quando se vê em uma situação de pressão? Consegue superar adversidades sem ter reações explosivas? Se sim, você é uma pessoa resiliente. Profissionalmente, em meio a tantas cobranças, é importante não deixar de manter a calma. Isso dará a força necessária para dar continuidade a projetos de longo prazo implantados em qualquer empresa;

Multitasking: Sabe o seu smartphone, que consegue rodar vários aplicativos ao mesmo tempo, sem que isso afete a experiência de uso? É assim que o empregado multitasking funciona. Ele consegue se envolver em diferentes projetos e cuidar de todas as suas obrigações sem que isso impacte na qualidade delas. Pessoas que têm essa soft skill, conseguem gerar mais valor porque podem acumular funções e responsabilidades, garantindo que as entregas acontecerão conforme o previsto;

Facilidade de comunicação: ser um facilitador ao passar as informações, traduzir o cenário, verbalizar de forma compreensível e clara as questões relacionadas a tecnologia;

Senso de dono: tomar os projetos para si.

MovilePay anuncia novo CFO

A MovilePay, fintech do Grupo Movile, anuncia a contratação de Valério Zarro para a posição de CFO. Com mais de 20 anos de atuação em diversas áreas, Zarro tem ampla experiência em cargos de gestão de bancos e fintechs, acumulando passagens pelo Banco do Brasil, EloPar, Banco Digio, Alelo e PicPay.

Engenheiro Mecânico de formação, pela Universidade Federal de Santa Catarina, Zarro possui pós-graduação em Administração e Negócios pela Fundação Dom Cabral e em Gestão de Pessoas com ênfase em Liderança Organizacional pela Universidade do Vale do Rio Sinos. Suas últimas especializações foram em Governança, Risco e Compliance, pela KPMG, e em Gestão em Finanças, pela Fundação Getúlio Vargas.

Após anos de atuação como diretor Executivo de Risco (CRO) em outras fintechs e bancos digitais, o executivo assume o novo cargo na MovilePay com o objetivo de aplicar a sua experiência em riscos e finanças em empresas do setor na liderança da fintech. “A MovilePay visa a ser o maior banco dos restaurantes do Brasil, por meio dos serviços financeiros desenvolvidos para o setor com a Conta Digital iFood. Entro na fintech com o desafio de apoiar o crescimento consolidado que ela vem registrando e auxiliar a equipe a oferecer as melhores soluções financeiras para os clientes. Meu foco é fortalecer as parcerias estratégicas e as finanças da empresa”, aponta Zarro.

A tecnologia e os desafios logísticos da vacinação contra a COVID-19

Por Angela Gheller, diretora de manufatura, logística e agroindústria da TOTVS

Vencidas as etapas da espera pelo desenvolvimento de vacinas seguras e eficazes contra a COVID-19, da negociação para a compra dos imunizantes e da necessária aprovação do seu uso pelas autoridades sanitárias, temos ainda um gigantesco desafio pela frente para vencer essa pandemia: os possíveis gargalos logísticos para a distribuição das vacinas.

A grande questão é: como fazer com que essas vacinas e seus insumos cheguem da China, Índia e outros países ao Instituto Butantan e à Fiocruz/Bio-Manguinhos e, de lá, sejam distribuídos com agilidade, segurança e perfeito estado de conservação para 35 mil unidades de saúde, em mais de 5.500 municípios de um país continental como o Brasil? Essa logística deve seguir um rigoroso protocolo de manuseio, armazenamento, transporte e distribuição, sob pena de perder sua capacidade imunogênica.

Mesmo tratando as vacinas como prioridade na cadeia logística, contando com o esforço das companhias aéreas, por exemplo, a operação esbarra em algumas dificuldades, tais como:

● Descentralização da cadeia de suprimentos: a produção de vacina é um empreendimento multinacional. Em sua composição entram insumos de várias fontes espalhadas pelo mundo, e tudo tem que chegar na hora certa, pois numa pandemia não há tempo a perder. Isso vale para todos os insumos que de alguma forma compõem o combate à doença, como ampolas, seringas, agulhas, álcool, luvas etc.

● Cold Supply Chain: todas as vacinas desenvolvidas até agora, como as das farmacêuticas Pfizer, AstraZeneca, Moderna e Sinovac, precisam ser mantidas em refrigeração e/ou congeladas, em todo percurso da cadeia de distribuição. Essas empresas, em parceria com grandes operadores logísticos como FedEx, DHL e UPS, oferecem centros de armazenamento capazes de atender esse requisito. Mas, ainda há poucos veículos de carga com alta capacidade de refrigeração.

● Infraestrutura: a velocidade na distribuição das vacinas também vai depender, naturalmente, da infraestrutura viária, de energia e de transporte de cada Estado e região. O Brasil possui a quarta maior malha rodoviária do planeta, com mais de 1,7 milhão de km de extensão. Mas, só 12,4% das estradas são asfaltadas. Isso sem contar que muitas localidades da Amazônia são acessíveis somente por barco ou avião.

● Last mile: o que tem se observado é que a logística “macro”, do transporte em massa das doses, geralmente por via aérea, está funcionando bem. Mas os gargalos estão no chamado “last mile”, ou seja, na última etapa da viagem das vacinas até a ponta da cadeia.

É importante dizer ainda que a complexidade de toda essa operação logística tende a crescer exponencialmente à medida que a produção da vacina for ampliada, com a previsão de distribuição de dezenas de milhões de doses nos próximos meses.

E é por essas e outras que o uso intensivo de tecnologia pode se tornar um importante aliado na gestão e controle do transporte, distribuição e aplicação das vacinas em todo o território nacional. Existem plataformas digitais que permitem o planejamento da entrega e rastreamento das cargas, considerando variáveis como janela de entregas, horários de carga e descarga, localização dos postos de saúde e ordem de prioridade. O resultado é uma operação logística muito mais inteligente, eficiente, com redução de custos e tempo de transporte, proporcionando uma maior produtividade.

Qualquer que seja a solução tecnológica adotada pelo Ministério da Saúde e pelos governos estaduais e municipais, o mais importante é que a vacina chegue aos brasileiros de forma segura, rápida e na quantidade necessária. Somente desta forma poderemos preservar a vida e saúde das pessoas, que é o mais importante, e criar as condições necessárias para uma vigorosa retomada da economia brasileira.

ADM Venture Capital, empresa do Grupo Rendimento, renova estratégia e busca startups Series A

A ADM Venture Capital, braço de investimentos em startups e Fintechs do Grupo Rendimento – do qual faz parte o Banco Rendimento, a Cotação (empresa de câmbio) e a Agillitas (de meios de pagamento) -, reformulou o seu perfil estratégico ao ajustar o foco de investimentos em startups para aquelas de Series A, quando o negócio já está provado, mas a empresa precisa de dinheiro para escalar o seu negócio e se consolidar. Um exemplo prático é o investimento na Grão Direto – plataforma de comercialização digital de grãos que realizou recentemente uma captação com investidores de R$ 13,5 milhões – e na projeção que a ADM Venture Capital faz para três novos investimentos em startups em 2021.

“O ano de 2020 foi complicado, mas produtivo e definidor. Encerramos um ciclo com a venda e o desinvestimento em startups do tipo Seed e subimos nossos parâmetros para investir em empresas que estão no nível Series A. Buscamos parceiros com um grau maior de maturação e encontramos a Grão Direto, que trabalha em um segmento importante para a economia brasileira, o agronegócio. Além da participação como investidor, iremos fornecer toda a infraestrutura tecnológica para a implementação dos serviços financeiros da plataforma através de nossas APIs e serviços de pagamentos e liquidações, garante Roger Ades, diretor do Grupo Rendimento e responsável pela gestão da ADM Venture Capital.

O executivo aponta que o Grupo Rendimento quer enfatizar ainda mais o perfil da ADM como Corporate Venture por meio de seus investimentos em Venture Capital. “O nosso posicionamento é como Smart Money e queremos facilitar o acesso da Grão e de outras startups ao Grupo Rendimento e seus serviços. Buscamos neste ano investimentos em múltiplos perfis, e estamos em conversa com empresas de diversos segmentos. Pode ser uma Fintech, alguém que ofereça serviços B2B, uma empresa de logística ou mesmo uma healthtech. Ou ainda quem precise utilizar de meios de pagamento digitais como o PIX, ou fornecer contas de pagamento e liquidação para seus clientes, através de nossas plataformas de Bank as a Service, explica Ades.

Esses fatores de atração é que levaram até a Grão Direto, empresa que soma R$ 18 milhões em captações de investidores – sendo a última rodada, na qual a ADM Venture Capital participou, de R$ 13,5 milhões. Esse último valor vai garantir a ideia de expansão da Grão de 70 mil usuários em três estados para 500 mil usuários em 10 estados até 2022. Com a startup merecendo destaque ao oferecer a flexibilidade necessária para que todos os participantes da cadeia produtiva – tradings, cerealistas, cooperativas, corretoras tradicionais, fábricas de ração, granjas, confinamentos, armazenadores, traders, entre outros – realizem a comercialização de grãos dentro da plataforma, com acesso ágil e eficiente às melhores informações.

Ao falar dos investidores presentes na mais recente rodada de aporte, como a ADM-Grupo Rendimento, Alexandre Borges, CEO da Grão Direto, afirmou: “Esse é certamente um dos grupos mais importantes de investimento em tecnologia no agronegócio da América Latina, com a presença de diversos perfis relevantes para promover esta revolução ‘fora da porteira´. Temos imenso orgulho de juntarmos excelentes fundos de venture capital com grandes corporações da agricultura e do mercado financeiro, além de executivos com experiências globais”. Ao lado da ADM Venture Capital, estão: Lanx Capital, líder da rodada, Bayer, Barn Investimentos, além de grandes executivos como Luiz Edmond, Fued Sadala, Osvaldo Barbosa de Oliveira, William Kern, Roberto Martins, Mauro Muratório, Ricardo Coelho Duarte e representantes de grandes grupos ligados à agricultura como Bernardo Klabin, Luxor Agro e Diego Schlatter.

Busca do Google lança experiência para destacar informações de qualidade sobre vacina contra a COVID-19

A partir de agora, quando as pessoas procurarem por informações sobre a vacina contra a COVID-19 na Busca do Google, elas têm acesso rápido a uma experiência que prioriza e organiza conteúdos e notícias relevantes sobre o assunto, oriundo de autoridades públicas, como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização Panamericana de Saúde (PAHO), além de órgãos locais oficiais.

Ao pesquisar por “vacina covid” ou “vacina contra a COVID-19”, por exemplo, são exibidos carrosséis de notícias de fonte jornalísticas sobre o tema, bem como painéis com informações oficiais de número de doses aplicadas no Brasil, percentual da população vacinada, assim como o avanço histórico da população imunizada, entre outras estatísticas.

Essa nova experiência na Busca contempla ainda painéis informativos sobre as vacinas de fabricantes que já foram autorizadas pelos órgãos públicos, com informações da OMS. Há também links diretos para páginas de fontes oficiais locais com mais detalhes geolocalizados sobre cadastro e locais de vacinação do estado ou cidade de onde foi feita a pesquisa.

Desde o início da pandemia global de COVID-19, as pessoas consultam o Google em busca de informações sobre sintomas e dicas de prevenção – em 2020, “coronavírus” foi o tema mais buscado pelos brasileiros. Diante do novo cenário, a experiência na Busca foi sendo ampliada em um esforço constante e alinhado com a missão do Google de organizar as informações do mundo e torná-las universalmente acessíveis e úteis para todos.

Para trazer informações relevantes e de forma rápida, a Busca lançou em março do ano passado uma experiência com um painel de Alerta SOS com links e orientações da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Ministério da Saúde sobre sintomas, formas de contágio, tratamento e prevenção da doença. Esses painéis permitem acesso direto às notícias principais e vídeos sobre a COVID-19 e visualização de um mapa com as áreas mais afetadas.

Google Trends: as buscas por vacinas

As consultas por vacina na Busca do Google estão em nível recorde no Brasil. Essa tendência de alta vem crescendo desde novembro de 2020 no país. Só em março deste ano, o interesse pelo assunto cresceu 47% em comparação a fevereiro. Porém, no acumulado dos 12 meses da pandemia, entre março de 2020 e março de 2021, as pesquisas por vacina mais que dobraram, uma alta de 127%.

Os dados são do Google Trends, que lançou em janeiro deste ano uma central de insights sobre a vacina contra a COVID- 19 para acompanhar as tendências de busca sobre o tema. A página contém as principais dúvidas dos brasileiros sobre o imunizante no país, os planos de vacinação e os fabricantes mais buscados. Além da central de dados para a vacina da COVID-19, há também uma seção especial dedicada ao coronavírus .

Compliance é tema de nova comissão da Câmara Francesa

Primeiro evento debaterá perspectivas e desafios do setor na visão das mulheres líderes de grandes empresas

A Câmara de Comércio França-Brasil (CCIFB-SP), maior entidade bilateral da América Latina e a mais antiga do País, acaba de lançar a comissão de Compliance. Liderada por Chantal Pillet, diretora de Compliance do Grupo Carrefour, o novo grupo de trabalho tem o objetivo de trazer os grandes temas para debate entre os empresários franceses e brasileiros.

O primeiro evento da comissão de Compliance será realizado por meio de live no dia 24 de março, a partir das 14h30, e terá como tema central os desafios e perspectivas do setor na visão das mulheres. Entre as convidadas estão Deise Sobreira, Corporate Compliance Manager da Danone, e Magda de Castro Kiehl, senior vice-president Legal, Risk & Compliance South America da Accor Hotels.

A CCIFB possui atualmente 16 comissões temáticas. São elas: Mundo do Trabalho, Saúde, Startup, Tributária, Observatório Econômico, Mercado do Luxo, Jurídica, Infraestrutura, Educação Superior e Executiva, Agronegócios, Comunicação e Marketing, Comércio Exterior, Blockchain, Bioeconomia, PME e, agora, Compliance.

Lucas Vargas deixa Grupo Zap e assume comando da Nomad

Na última semana, a Nomad, primeira fintech a oferecer uma conta corrente internacional gratuita em banco americano para brasileiros, anunciou mais um importante passo na evolução da startup: a contratação do novo CEO, Lucas Vargas. O jovem executivo de apenas 37 anos é um nome destaque no mercado por sua importante atuação na fase inicial e desenvolvimento de startups, contribuindo para acelerar o crescimento das operações. Sob o seu comando, em 2020, o Grupo Zap, startup de base tecnológica do ramo imobiliário, foi adquirida por R$2,9 bilhões pela OLX – a transação se tornou a segunda maior venda do ecossistema de startups do país, atrás apenas da venda da 99 por R$3,3 bilhões para a chinesa Didi.

Desde dezembro de 2020, após receber aporte de R$30 milhões liderado pela Monashees, mudanças estratégicas têm acontecido dentro da Nomad. Além da contratação do novo CEO e um aumento considerável da companhia, a Nomad começou a ampliar sua carteira de produtos e deve anunciar, ainda neste semestre, soluções em investimentos. Os fundadores Patrick Sigrist e Eduardo Haber continuam como executivos no dia a dia da empresa. Enquanto Sigrist segue mais focado no desenvolvimento de produtos e experiência ao consumidor, Eduardo atuará na área de investimentos.

Costumo dizer que crescimento gera complexidade e complexidade mata o crescimento. Então cada etapa representa um processo diferente em que são exigidas novas habilidades e novas perspectivas. A gestão é primordial para minimizar a complexidade e continuar trazendo progresso em cada nova etapa da empresa. Toda minha experiência foi construída desta forma: reconstruindo a empresa a cada novo estágio. É o tipo de desafio que me motiva. Vou reviver alguns deles na Nomad, mas com uma perspectiva mais ampla, de quem já conhece o processo“, diz o novo CEO.

Com o reforço de Vargas, e todo seu know how na gestão e desenvolvimento de negócios, a Nomad deve crescer e se firmar cada vez mais como uma empresa de tecnologia – do segmento financeiro – inovadora, transparente e totalmente digital, ajudando o brasileiro a acessar um mundo financeiro internacional e sem fronteiras. A conta vem atraindo especialmente viajantes, frequentes ou não, nativos digitais que costumam realizar compras online, e até perfis mais seniores que entendem a necessidade de manter uma reserva financeira em uma moeda forte, como o dólar, a fim de diversificar seus investimentos. Com os novos passos, a Nomad pretende alcançar até 100 mil contas até o fim de 2021.

ServiceNow adquire a Intellibot para ajudar empresas a automatizar qualquer fluxo de trabalho

A ServiceNow (NYSE: NOW), companhia líder em fluxos de trabalho que fazem o trabalho funcionar melhor para as pessoas, anunciou hoje a assinatura de um acordo para adquirir a Intellibot, empresa de automação robótica de processos (RPA, na sigla em inglês) sediada em Hyderabad, na Índia. A Intellibot complementa as principais capacidades de fluxo de trabalho da ServiceNow, ajudando os clientes a automatizar tarefas repetitivas e proporcionando automação inteligente de ponta a ponta. A ServiceNow pretende desenvolver as capacidades da Intellibot nativamente na Now Platform, a fim de permitir que os clientes as integrem mais facilmente com seus sistemas, tanto modernos como legados, para impulsionar a produtividade e fortalecer as iniciativas já existentes em termos de inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (AM).

“A ServiceNow é a plataforma das plataformas para a revolução dos fluxos de trabalho, oferecendo capacidades potentes de automação completa que permitem que os clientes simplifiquem as decisões de negócio e abram a possibilidade de atingir novos níveis de produtividade“, afirma Josh Kahn, vice-presidente sênior de Produtos de Criação de Fluxos da ServiceNow. “Nossos clientes representam quase 80% da Fortune 500, e a ampla maioria deles está tentando promover a automação em uma combinação de aplicações legadas e modernas. Com a Intellibot, vamos ampliar a capacidade da ServiceNow de ajudar os clientes a conectar sistemas de forma que possam facilmente automatizar fluxos de trabalho e impulsionar a produtividade.

A ServiceNow lançou recentemente a versão Quebec da Now Platform para ajudar as empresas a acelerar sua transformação digital por meio da inovação rápida, da agilidade e maior produtividade operacional em um novo mundo do trabalho precipitado pela covid. A Intellibot vai complementar essas capacidades, ampliando os recursos atuais da ServiceNow em termos de IA e AM, integrações, desenvolvimento com pouco código (low‑code), mineração de processos, automação de processos, NLX, chatbot e agente virtual.

“Temos orgulho em unir forças com a ServiceNow, que investe continuamente em capacidades potentes de automação de ponta a ponta para fazer o mundo do trabalho funcionar melhor para as pessoas“, afirma Srikanth Vemulapalli, CTO e cofundador da Intellibot. “Nossa RPA, combinada aos fluxos de trabalho da ServiceNow, ajudará as empresas a conectar melhor sistemas diferentes para que acelerem a inovação e prosperem em um novo mundo do trabalho.”

Presença expandida na Índia

Esta aquisição contribui para o compromisso mais amplo da ServiceNow com o mercado indiano, um dos que crescem mais rápido na companhia. A empresa pretende construir duas novas centrais de dados na Índia até o primeiro trimestre de 2022. Essas novas instalações atenderão aos requisitos de residência de dados locais, farão parte da arquitetura avançada de alta disponibilidade da ServiceNow e aumentarão o suporte à escalabilidade dos serviços de nuvem da companhia. A Índia abriga o segundo maior centro de pesquisa e desenvolvimento da ServiceNow e é um polo de talentos cada vez importante para a organização. A ServiceNow tem planos de duplicar sua equipe no país nos próximos três anos.

A Intellibot foi fundada em 2015 por Raghu “Alekh” Barli, atual CEO, Srikanth Vemulapalli, que é o CTO, e Kushang Moorthy, seu COO. A ServiceNow espera concluir a aquisição da Intellibot no segundo trimestre de 2021. As disposições financeiras da transação não foram divulgadas.