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3 motivos para sua empresa investir em processos seletivos inclusivos

Pouco a pouco empresas vêm aderindo a processos mais assertivos e inclusivos na hora de selecionar novos colaboradores. Criado na Europa, o recrutamento às cegas evita que a contratação seja baseada em critérios como gênero, raça e até classe social, para focar especialmente nas competências oferecidas pelo candidato.

Com o modelo, as informações do candidato e os vídeos gravados em plataformas ficam ocultos para as empresas, tendo o recrutador acesso somente ao áudio com as respostas e vídeo de forma embaçada. Ele só terá acesso ao material completo, caso o aprove o candidato para a próxima fase do processo, tornando as seleções mais justas e inclusivas, em um cenário em que, por exemplo, segundo dados levantados pelo Instituto Ethos, homens brancos com ensino superior são a maioria nas empresas, principalmente quando se fala em cargos de liderança.

Idealizadora e CEO da Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, Cammila Yochabell, elencou três razões para empresas e recrutadores investirem nesse modelo de processo seletivo. Confira!

1. Foco nas competências do candidato

O principal intuito de um processo humanizado é excluir vieses inconscientes do recrutador que normalmente acontecem a partir de fatores como gênero, raça e classe social, por exemplo, e focar exclusivamente nas competências do candidato. Esse tipo de processo é importante para mudar um pouco esse cenário.

No Brasil, segundo o IBGE, as mulheres estão em apenas 13,6% dos executivos do país. O favorecimento de homens na contratação para cargos de liderança se dá em cinco das oito divisões apresentadas pela pesquisa. Mulheres são a maioria como trainees, estagiárias e aprendizes, cargos considerados operacionais.

Já as pessoas negras são apenas 4,9% dos conselhos administrativos das corporações de todo o país. Quanto maior o nível hierárquico das funções menos negros aparecem nesses cargos.

2. Aumenta a produtividade da empresa

A equidade pode surgir como uma das soluções oferecidas para alavancar a empresa. Uma pesquisa recente da McKinsey mostrou que apenas o fato de mulheres ocuparem cargos de liderança aumenta em pelo menos 21% a probabilidade de uma performance financeira acima da média.

3.Competitividade através da diversidade

A diversidade de pessoas promove a competitividade intra e inter corporativa. Estudiosos como Peter Druker (um dos nomes da administração moderna) apontam que políticas como essa são uma das principais estratégias atuais para o sucesso de uma empresa.

Como as fintechs de crédito podem ajudar os pequenos empresários com seus negócios?

Por Daniel Orlean

Não há nada mais típico em empreender ou gerir uma empresa do que questionar continuamente o fluxo de caixa do negócio, principalmente em datas próximas a compromissos financeiros como pagamento de folha de pessoal ou impostos. Todo empreendedor já passou por isso. Outra situação que faz o empresário ou gestor pensar nos recursos em caixa é quando se cogita realizar uma expansão ou investimento no negócio – seja para o investimento em si ou para manter o negócio rodando sem solavancos durante ou depois dessa decisão.

Em ambas as situações as empresas precisam buscar sua sustentabilidade financeira, mas apenas uma pequena parte dos empreendedores percebe nas linhas de crédito disponíveis um caminho positivo e viável. Boa parte disso acontece por conta de toda a burocracia que as empresas reportam ter que passar ao solicitarem o valor desejado em bancos convencionais, por exemplo.

De acordo com dados apurados em todo o país pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL), três em cada dez micro e pequenos empresários consideram difícil o processo de contratação de crédito, sendo o excesso de burocracia e as exigências dos bancos os principais entraves mencionados por 45% desses empresários.

Esse cenário muda rapidamente, com o crescimento e consolidação das fintechs de crédito, que vêm se destacando no mercado como grandes aliadas para atender a necessidades específicas das empresas. Na maioria das vezes, o retorno para liberação do crédito é mais rápido do que as instituições tradicionais, já que atuam de forma mais automatizada e com menos burocracia, sem deixar de proporcionar um atendimento personalizado.

Com o uso de ferramentas de inteligência artificial, automatização de processos e acesso integrado a bases de dados distribuídas, por exemplo, as propostas podem serem feitas de forma totalmente customizada e de acordo com a necessidade de cada perfil de cliente. O analista (que muitas vezes já é um robô) recebe a solicitação tendo acesso imediato ao histórico, aos desafios, às necessidades e a diversos scores de avaliação de risco e da viabilidade de concessão do empréstimo. O atendimento humanizado que se segue já trata cada cliente de forma muito mais profunda e empática, uma abordagem bem diferente da tradicional venda feita por um gerente que atende simultaneamente a diversas solicitações, com metas de vendas de diversos produtos e que depende de um processo manual e com critérios engessados.

Se você que é micro, pequeno ou médio empresário, e necessita de crédito para seu negócio, vale a pena cogitar e pesquisar um pouco sobre o universo das fintechs, e ver quais são as oportunidades e soluções que elas oferecem. O mercado financeiro está em constante evolução e quanto mais informações você tiver, melhor preparado você estará para solicitar seu crédito. Tenho certeza que esse é o melhor caminho para conseguir empréstimos com as melhores condições para sua empresa.

Daniel Orlean, Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

Grin e Yellow anunciam fusão que criará a “Grow”

A Grin, maior empresa de patinetes elétricos da América Latina, e a Yellow, startup líder no Brasil de bicicletas sem estação e patinetes elétricos, anunciam hoje planos para a fusão das companhias para criar um novo campeão local em soluções de micromobilidade e serviços online to offline (020) do continente sul-americano. A fusão dará origem à holding Grow Mobility Inc. que contém as marcas e aplicativos Yellow e Grin que neste momento seguem ativos de forma inalterada em todos os mercados que atuam. O nome GROW deriva de Grin[Gr] + Yellow [ow].

Juntas, as companhias contam atualmente com mais de 135 mil patinetes e bikes em sete países, já realizaram 2,7 milhões de viagens em apenas seis meses e contam com 1,1 mil funcionários.

O plano de curto prazo é mais do que dobrar sua frota, além de ampliar ainda mais suas ofertas 020 e expandir para outros pontos da América Latina nos próximos meses:

Transporte:

A Grow está comprometida em atender às necessidades de mobilidade em toda a América Latina, onde a combinação de alta densidade populacional e infraestrutura de transporte insuficiente cria uma demanda única por soluções de micromobilidade. A Grow manterá e ampliará a operação de bicicletas sem estações e patinetes da Grin e da Yellow no Brasil, México, Colômbia, Peru, Uruguai, Chile e Argentina, além de expandir para novos países no continente.

Pagamentos digitais:

A Grow vai alavancar e continuar a construir sua plataforma própria de pagamentos digitais que oferecem uma maneira segura e conveniente para o número significativo de usuários desbancarizados na América Latina realizarem transações.

Entrega de alimentos:

A Grow vai incorporar e expandir sua parceria existente com a Rappi, maior plataforma de entrega de alimentos e produtos na América Latina, que atualmente opera em 27 cidades de sete países. Os mais de 20 milhões de usuários da Rappi já podem desbloquear patinetes e bicicletas diretamente pelo aplicativo.

“Estamos empolgados em unir duas empresas latino-americanas de tecnologia, que compartilham a mesma visão de transformar não apenas o transporte, mas também melhorar os serviços de infraestrutura e impulsionar a atividade econômica em toda a nossa região”, disse Jonathan Lewy, cofundador da Grin e presidente do conselho da Grow Mobility Inc.

“A demanda por esses serviços cotidianos na América Latina é enorme e, combinando forças e recursos, poderemos nos mover mais rapidamente para atender mais usuários. Estamos ansiosos para desenvolver as fortes relações de Grin e Yellow com as autoridades locais e outros agentes interessados em parcerias para criar um valor duradouro para nossa região”, disse Sergio Romo, cofundador da Grin e CEO Global da Grow.

“Temos muita sorte em reunir duas equipes experientes e bem-sucedidas com profundo conhecimento de mobilidade urbana e das necessidades dos clientes que atendemos”, disse Ariel Lambrecht, cofundador da Yellow e diretor global de produtos da Grow Mobility Inc. “Ambos times são apaixonados por melhorar vidas em nossas áreas urbanas. Juntos, temos o talento, os recursos e a experiência local para promover soluções inteligentes de infraestrutura diária para usuários em toda a América Latina e promover o ecossistema de tecnologia da região de forma mais ampla”, completa Lambrecht.

O empresário brasileiro/argentino, Ariel Lambrecht, atuará como diretor global de produtos, sendo responsável pelas principais funções de produto e engenharia, além de liderar as operações brasileiras ao lado de Marcelo Loureiro. Lambrecht, que foi um dos fundadores da 99, primeiro unicórnio tecnológico do Brasil, ajudará a orientar a Grow com sua experiência profunda em produtos e mobilidade, que será fundamental à medida que a nova empresa cresça em grande escala.

O co-fundador da Yellow Eduardo Musa deixará a administração do dia a dia da Companhia. O time e o conselho da Yellow são eternamente gratos pela sua liderança na construção de uma marca querida e da empresa número um em compartilhamento de bicicletas sem estação da América Latina.

Resource cresce 20% em 2018 e anuncia reposicionamento de marca

A Resource, multinacional focada na entrega de transformação digital, anuncia crescimento acima da média de mercado em todas as suas linhas de negócios. Com atuação no Brasil, América Latina e Estados Unidos, a companhia registrou uma receita de R$ 470 milhões em 2018, com 20% de crescimento em relação ao ano anterior.

“Estamos celebrando um grande momento, com resultados positivos e acima da média do mercado”, afirma Gilmar Batistela, fundador e CEO Global da Resource, destacando que a companhia está crescendo de maneira consistente, com solidez e diferenciais tecnológicos. O objetivo é manter o ritmo de expansão nos negócios, ampliando a receita em cerca de 10 a 15% em 2019 ultrapassando a marca de meio bilhão de reais.

A Resource comemora os bons resultados de seu planejamento estratégico, que previa uma verdadeira guinada em sua operação, digitalizando sua estrutura e oferecendo aos clientes novas e modernas soluções de TI para a transformação de seus negócios. A empresa reforçou seu portfólio de serviços, ampliou sua atuação em setores estratégicos e intensificou as parcerias com os principais fabricantes globais.

A Resource acredita que este ano abre uma nova janela de oportunidade para as empresas e para os negócios e, após as reformas do Governo, o Brasil deverá ter um novo momento de crescimento e de retomada de investimentos. Com isso, o plano de expansão traçado para os próximos anos é bastante agressivo.

A inovação já está presente em todas as suas atividades e estará ainda mais intensa em 2019. A Resource está em contato com startups de diversas indústrias e localidades para oferecer o que há de mais inovador para os seus clientes. O programa de pareceria com startups brasileiras e internacionais permite a criação de produtos e a entrega de soluções diferenciadas, agregando novas ideias para acelerar os negócios de grandes empresas brasileiras. “A Resource é uma Tech Partner com foco em soluções digitais e inovação”, afirma o CEO.

Essa evolução possibilitou uma remodelagem completa de sua forma de atuação, trabalhando para criar uma empresa visionária, capaz de atender as demandas do mercado atual e de propor novas soluções empresariais. “A empresa inicia o ano já com o marco de ter cerca de 70% de seu portfólio de serviços baseado em soluções digitais, fundamentais para clientes que precisam ingressar na nova Era Digital”, explica Marcus Piombo, Vice-Presidente Executivo de Operações da Resource.

Entre as novidades, a companhia tem trabalhado em novas ferramentas de infraestrutura inteligente, além de soluções empresariais baseadas em Inteligência Artificial, RPA (Robotic Process Automation), Chatbots e Cloud Computing. “A inovação faz parte da missão da Resource e está presente em todas as nossas entregas. Temos um time altamente qualificado para oferecer a nossos clientes o que há de melhor em tecnologia global”, afirma o Vice-Presidente Executivo.

Segundo o executivo, a Resource foi pioneira na implementação de sistemas de gestão empresarial da SAP em ambiente Cloud, otimizando as estruturas de TI e potencializando as vantagens da Nuvem para os negócios. Novas soluções foram criadas para integrar tecnologias e melhorar o desempenho das vendas e a infraestrutura dos clientes.

Para destacar essa nova etapa de crescimento, a multinacional desenvolveu reposicionamento da sua marca e nova identidade visual em conformidade com o atual momento de inovação. “Estamos na era da mudança permanente, com novas possibilidades desafiando as corporações a todo o momento.
Nesse ambiente, o sucesso vem da capacidade de nos reinventarmos de maneira ágil e assertiva. Estamos preparados para essa realidade e temos o compromisso de entregar o melhor da Transformação Digital a nossos clientes”, diz Fabiana Batistela, Vice-Presidente de Marketing, Inovação e Capital Humano da Resource. Fabiana destaca que a Resource assumiu o posicionamento de tech partner totalmente focada na entrega de transformação digital. “Nossa nova marca reflete o momento de inovação pelo qual a Resource passa, gerando muito orgulho para todos nós”, diz a Executiva que atua no escritório da Resource no Vale do Silício há 5 anos.

Jovens empreendedores se unem e criam plataforma que alia experiência, conteúdo e networking

Criado em 2012 como uma área de atuação do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, do qual realizou um spin-off em outubro de 2017, o LIDE FUTURO rapidamente se tornou referência no mercado brasileiro pela forma inovadora com que reúne jovens empreendedores, intraempreendedores e sucessores familiares, em uma plataforma de conteúdo, networking e experiências. Composto por pessoas físicas, que estão transformando e impactando os seus segmentos com novos modelos de atuação, também são membros do grupo agentes de mudança da sociedade ou líderes sociais e empresariais, dispostos a desenvolver redes de relacionamento, influência, atualização e aperfeiçoamento de conhecimento.

“Somos um grupo que une relacionamento e conteúdo para quem quer transformar o mundo com o seu trabalho. Seja ele seu próprio negócio ou dentro de uma empresa”, explica a CEO do LIDE FUTURO, Laís Macedo.

Com mais de 1.000 membros filiados no total, o grupo está presente em nove cidades brasileiras (Campinas, Curitiba, Florianópolis, João Pessoa, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto e São Paulo) e em uma no exterior (Assunção, no Paraguai) e segue ampliando o seu exclusivo calendário de eventos, que conta com mais de 100 encontros ao longo do ano.

“Trabalhar por amor pode soar estranho, mas isso é o que guia a nossa geração. Uma geração sonhadora e diferente de todas as outras. Hoje, somos líderes de empresas que não lutam só por dinheiro. Lutam para mudar a vida das pessoas. Dia após dia, acordamos para fazer diferente. Somos motivados pela vontade de criar o novo. Isso é maior do que apenas um trabalho e, quando encontramos pessoas iguais a nós, o mundo pode ser conquistado”, afirma Laís.

Por prezar por uma rede altamente qualificada de networking, que viabilize conexões e trocas de experiências enriquecedoras para o desenvolvimento e sucesso de seus filiados, o LIDE FUTURO estabelece um criterioso processo de filiação.

“Temos um processo seletivo rigoroso, além da necessidade de ser indicado por uma liderança que já integre o LIDE FUTURO, o que nos permite crescer organicamente e totalmente comprometidos com nosso objetivo de ser a mais qualificada plataforma e não a maior”, destaca a CEO do LIDE FUTURO.

Segundo a executiva, a qualificação da base está diretamente relacionada à capacidade do grupo de promover eventos com conteúdo rico e relevante.

“Despertamos o interesse das principais lideranças do mercado para fazerem parte da nossa jornada e contribuírem com suas experiências, assim promovemos programas de mentoria, por exemplo, com Abílio Diniz, Jorge Paulo Lemann, Sérgio Rial, Roberto Setubal, Paula Bellizia. Os principais nomes do mercado já passaram por nossos eventos e projetos. E, justamente pela qualidade da nossa base, a troca entre nossos filiados e mentores é realmente muito valiosa”, diz.

Cenário

Com os jovens chegando cada vez mais cedo a cargos de liderança devido, principalmente, às mudanças de perfis dos novos profissionais e à chegada da chamada geração Y no mercado de trabalho, o LIDE FUTURO chega com o intuito de inovar e promover um ambiente de troca entre jovens lideranças, que, criativas e inquietas, têm revolucionado os negócios no mundo inteiro, sendo uma grande aposta no Brasil.

Todos os encontros se baseiam em temas relevantes para a sociedade, como mobilidade urbana, futuro do trabalho e liderança feminina, além de contar com a participação dos principais nomes do mercado, incentivando o debate de assuntos pertinentes para quem está mergulhado na esfera empreendedora.

Acesse lidefuturo.com.br e saiba mais.

O que aprendi com chatbots no mercado B2B

Por Neto Rodrigues, CIO da Linx

Chatbots são uma grande carta na manga para as empresas que buscam evolução no relacionamento com o novo consumidor final ou cliente. Apesar de não parecer uma solução nova, para atingir todo o seu potencial, exige constante manutenção tecnológica e não apenas investimento em dinheiro, mas também de tempo, para que o time amadureça com os erros e acertos ao lidar com essa tecnologia.

A prova que estamos este mercado está constante evolução é um estudo realizado no Brasil pela consultoria Cedro Technologies. O levantamento aponta que 90% dos processos corriqueiros podem ser realizados por chatbots, e 87% dos usuários que passaram pelo atendimento por um robô classificaram a experiência com Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) como “ótima”. O poder dessa tecnologia dará um grande impulso para as empresas e os mercados que souberem aproveitá-la ao máximo. E estamos falando de qualquer tipo de negócio: pequenas, médias e grandes empresas, tanto do mercado B2B quando do B2C.

Atualmente, várias instituições financeiras globais como os bancos Bank of America e Capital One, investem em chatbots para realizar tarefas corriqueiras a seus clientes, como transferências bancárias, consultas de saldo em conta, localização da agência mais próxima, entre outros. De acordo com o relatório Customers 2020: The Future of B-to-B Customer Experience, produzido por outra consultoria, a norte-americana Walker, o atendimento automatizado eficiente será a primeira opção para diferenciar uma empresa de seus competidores em apenas dois anos, até 2020.

Quando o assunto é atendimento ao consumidor final, os bots já facilitam a comunicação entre as marcas e as pessoas. Agora, como fica o atendimento entre empresas? As possibilidades continuam sendo muitas e difusas. Por meio de um software que gerencia as trocas de mensagens de forma automatizada, estes robôs conseguem realizar pedidos de segunda via, solicitações de acessos e, dependendo da complexidade do pedido, até sabem quando acionar um profissional do time de suporte, porque entende que a resolução da demanda exige o trabalho de um humano. Tudo isso, de forma extremamente rápida, o que melhora consideravelmente a experiência de quem está do outro lado da linha (ou da tela).

Aqui na Linx, líder e especialista em software para varejo, o lançamento dessa tecnologia aconteceu em 2018 com a LAIS, acrônimo para Linx Artificial Intelligence Service. Ela é uma assistente de atendimento virtual, que em apenas oito meses de uso, já resolveu 96 mil chamados, o equivalente a cinco pessoas de um time trabalhando full time.

Durante implantação e piloto, iniciamos o mapeamento dos casos de maior recorrência nas operações de Suporte da Linx aos clientes. A LAIS, então, foi treinada para atender sete tipos de serviços prestados pelas áreas administrativa e financeira. De um universo de 110 mil chamados por mês, atualmente a robô tem potencial de solucionar ao menos 30% deles.

Mesmo com números bastante expressivos, todo tipo de investimento na ferramenta precisa ser constante, para que ela atinja seu potencial. Uma das primeiras lições aprendidas depois da implantação da inteligência artificial foi a importância da escolha do fornecedor, pois esse é um caminho sem volta e trocar no meio do caminho sem gerar indisponibilidade é um trabalho muito preciso e complexo.

Para o futuro, a Linx planeja transformar a LAIS em um canal de vendas mais direto e prático para seus clientes. Para isso, estuda aplicar técnicas de AI em conjunto com as metodologias de Robotic Process Automation (RPA) e Digital Twin of an Organization (DTO) integradas com meios de pagamento, para aperfeiçoar a produtividade de diversas áreas dentro da companhia, como faturamento, contratos, financeiro e contabilidade. Dessa forma, os times poderão investir seu tempo em tarefas menos repetitivas e mais desafiadoras.

Atualmente, os bots já não seguem exatamente o script de um atendimento engessado e artificial, e se aproximam cada vez mais de um atendimento humano. A evolução da tecnologia deve ser acompanhada, para que a evolução e os frutos desse atendimento sejam cada vez melhores. Os chatbots não podem parar.

Máxima Sistemas promove Hackathon em prol da inovação no mercado atacado distribuidor

Imagine permitir que seus clientes criem seus próprios indicadores de negócios, visualizando em dashboards e relatórios personalizados. Esta plataforma foi construída em 40 horas no primeiro hackathon promovido pela Máxima Sistemas, companhia de tecnologias móveis para força de vendas, e-commerce, trade marketing e logística para o setor atacado distribuidor.

A maxHackathon, ocorrido em dois dias seguidos, focou suas atividades no desenvolvimento de novas funcionalidades tecnológicas para serem incluídas nas soluções criadas pela Máxima Sistemas, que atualmente atende a mais de 51 mil usuários e 1,3 mil clientes em todo o Brasil. Tudo para facilitar a rotina de atacadistas distribuidores.

Os participantes, que faziam parte dos times de desenvolvimento e suporte da empresa, tinham como regra criar um componente para que os clientes pudessem elaborar e editar relatórios gráficos de indicadores e dashboards, o qual pudesse ser integrado a qualquer produto da Máxima, nas versões mobile e web.

Integrante da equipe Rampage, que criou o projeto vencedor da maxHackathon, o designer UX, Raul Silva, explica: “Nossa ideia surgiu para ajudar os clientes da Máxima a construir de forma fácil e escalável seus relatórios, conectando-os a diversas ferramentas de BI que permitem uma análise completa de dados. Foi muito bom participar do desafio e ver a empolgação e a dedicação do time. Uma experiência realmente inesquecível”, relata Silva.

A maratona de programação também se mostrou uma boa oportunidade para a companhia ampliar a cultura de inovação entre os seus colaboradores. “Esta é uma maneira de descobrir novos produtos, de engajar a equipe e de conhecer melhor o poder de transformação dos nossos jovens talentos por meio da inovação, além de ser uma forma de exercitar a criação e ter um termômetro a fim de saber como a equipe tem se preparado para lidar com ferramentas futuras e tendências tecnológicas”, finaliza Wagner Patrus, CEO da Máxima Sistemas.

BPP lança primeira carteira digital 100% brasileira

A BPP, empresa especializada em meios de pagamento, lança para o mercado sua carteira digital. Conhecida como BPP Pay, o app passa a ser a primeira e única carteira brasileira com a tecnologia de pagamento por aproximação por tokenização.

Após uma rigorosa fase de testes, a carteira digital agora pode ser utilizada por clientes BPP. Por enquanto, a wallet aceita apenas cartões emitidos pela própria empresa. Atualmente, a fintech possui mais de 1 milhão de clientes. Num primeiro momento, o serviço está disponível para clientes que possuem o sistema operacional Android. Numa segunda fase, estará disponível também para clientes iOS, da Apple.

“O mercado brasileiro tem crescido em relação às transações mobile. O brasileiro é muito aderente a essas novas tecnologias e formas de pagamento. Novamente, estamos inovando no meio em que atuamos”, ressalta José de Carvalho Júnior, diretor de Produtos da BPP.

De acordo com o executivo, o armazenamento dos cartões na carteira digital facilita e agiliza a sua utilização, além de garantir maior segurança, pois conta com a tokenização Visa. Outro diferencial, é que os clientes podem fazer uso da tecnologia de pagamento por aproximação.

A BPP Pay é apoiada pela tecnologia Visa Token Service (VTS), desenhada para permitir a realização de compras sem expor detalhes que possam ser comprometidos por fraudadores. Essa tecnologia inovadora da Visa substitui informações importantes, como os 16 dígitos do cartão, data de validade e código de segurança, por um identificador digital único chamado Token de Pagamento – permitindo compras mais seguras em dispositivos móveis.

Eduardo Abreu, vice-presidente de Novos Negócios da Visa do Brasil, diz: “Os consumidores querem pagar de forma rápida, integrada e segura, e suas expectativas em relação às experiências de varejo estão mais altas do que nunca. O cartão pré-pago tem incluído financeira e digitalmente milhares de pessoas. Com o BPP Pay, eles podem iniciar um pagamento com o próprio celular, em questão de segundos”.

Além do Brasil, por meio da BPP International, a fintech também está mirando o mercado latino americano que tem demandado por carteiras como esta, uma vez que boa parte dos países situados nesse meio ainda não tiveram acesso ao Samsung Pay ou Google Pay.

Com o aplicativo BPP Pay também será possível realizar pagamentos via QR Code e validação de biometria, como digital e/ou pin, ou até mesmo reconhecimento facial, a depender se o smartphone utilizado possui as funcionalidades disponíveis, sendo também necessária autorização do cliente para a sua utilização.

Levantamentos realizados apontam muitas vantagens em relação ao pagamento via celular, a maior delas é a praticidade que as carteiras digitais proporcionam. Além disso, segundo a Global Payments Report 2017 da Worldpay, o uso da carteira digital no Brasil deve dobrar, passando de 15% (dado atual) para 31% em 2021.

Observando dados da Visa em relação à adoção e uso dos Pays, é possível verificar que a curva de crescimento do número de transações Visa com os Pays entre os primeiros seis meses de 2017, com o mesmo período em 2018, é superior a 431%. O crescimento do volume também foi expressivo: o valor transacionado por essa solução cresceu 372%.

A tecnologia empregada no desenvolvimento da nova wallet eleva a BPP ao patamar das BigTechs.

LGPD: bom para a privacidade, melhor para os hackers

Por Francisco Camargo

No Brasil não temos a cultura de analisar ampla e detalhadamente o impacto dos regulamentos governamentais. O que se passa é que os diversos Órgãos públicos geram normas, sem analisar todos os aspetos, e em seguida vemos que os consumidores pagam a conta, como aconteceu, por exemplo, com as tomadas de três pinos, em que não se provou que a inovação melhoraria de fato a segurança elétrica de consumidores, e muitos outros exemplos.

A Análise do Impacto Regulatório deveria ser uma norma obrigatória para qualquer órgão que crie regulamentos, impondo restrições e punições que podem afetar a segurança jurídica e tributária do país.

Mesmo no Legislativo, que leva muito a sério a confecção de leis regulamentadoras, realizando Audiências Públicas, passando os Projetos de Lei por várias comissões, e finalmente aprovando-as, em um processo transparente, passam aspectos não previstos antecipadamente.

Foi isto o que aconteceu com a Lei Geral de Proteção de Dados, baseada no complexo modelo europeu do GDPR.

Por se tratar de um assunto muito recente, de um problema extremamente complexo, que tem impacto na maioria das empresas brasileiras e grande parte da população, é importante trazer à luz detalhes que acabam sendo muito importantes e, às vezes, passam desapercebidos.

A segurança da informação e a proteção de dados foi e continua sendo o calcanhar de Aquiles da nossa sociedade, apoiada cada vez mais em tecnologias digitais e no uso de dados.

Praticamente tudo está armazenado virtualmente, desde fotos em redes sociais até documentos corporativos sigilosos, o que instiga a voracidade de criminosos em burlar essas tecnologias de segurança para obter vantagens, sejam econômicas ou de outra natureza.

Agora, com as novas regulamentações de proteção e privacidade de dados, como a europeia GDPR e a nova LGPD brasileira, a segurança ficou muito mais complexa, pois os invasores terão novos e sérios argumentos para convencerem as empresas a pagarem o preço da chantagem.

Antes das regulamentações, as empresas, vítimas de piratas, que ameaçavam publicar os dados roubados, temiam o dano à sua imagem e o custo dos processos que teriam eventualmente que enfrentar.

Com a nova regulamentação, apareceram as multas pesadas para as empresas vítimas de ataques bem-sucedidos. As penalidades mais incisivas, custos por danos à imagem e indenizações tendem a ser mais altas, pois se as multas são grandes, juridicamente as punições de processo têm que ser equivalentes, o que pode fazer com que a companhia opte por negociar com os piratas, a fim de não permitir que os dados sejam divulgados e o prejuízo seja ainda maior. E isso será um grande estimulo para novos ataques.

Recentemente o Facebook admitiu que 50 milhões de contas foram hackeadas. Imaginem se eles, que investem milhões de dólares em segurança de dados, são vítimas de pirataria, o que aconteceria com empresas menores, no Brasil? É um caso sui generis, em que a lei condena a vítima, e seu agressor pode escapar impune.

A alegação da rede social de Mark Zuckerberg foi que os invasores exploraram uma vulnerabilidade em seu código que permite roubar geradores de senhas de acesso quando os usuários mudam para a visualização dos perfis de “privado” para “público”, por meio do recurso “Visualizar como”.

Seja como for, o vazamento de dados pessoais nunca foi tão desafiador para organizações de todos os portes, o que requer tecnologia avançada, serviços especializados e mudança cultural, dentro e fora das empresas.

Mais do que isso, as regulações vão mudar a forma como se coletam dados (RG, CPF, endereço, renda etc.), com a inclusão de ferramentas contra vazamentos e inclusão de meios que expliquem aos clientes o porquê precisam de determinadas informações, como elas serão usadas e quando serão descartadas. O consentimento tem que ser explícito. Assim, a indicação para que as empresas brasileiras estejam em conformidade com a lei tendo soluções de segurança isoladas não basta. É preciso integrar sistemas com as mais diversas finalidades, o que requer integradores e consultores com apoio técnico de primeira linha e conhecimentos consolidados para entregar projetos que vão ao encontro das novas demandas.

O desafio é grande. Soluções para proteção de dados, criptografia, gerenciamento de logs, firewalls de aplicativo da web, prevenção e detecção de intrusos, sistemas de análise de big data, etc., talvez não bastem.

Com a ascensão dos métodos e tecnologias que utilizam a inteligência artificial, uma das saídas possa ser justamente investir em técnicas de análise de comportamento dos usuários das plataformas digitais das empresas. Com o passar do tempo, os dados coletados poderão prever ações e identificar potenciais riscos à segurança, que podem abrir brechas para ataques passíveis das temidas punições.

Francisco Camargo, Presidente da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Técnica Pomodoro: Saiba como melhorar sua produtividade

Por Marcelo Furtado

Com a correria do dia a dia, não importa em que área você atue, é preciso saber lidar com o tempo para poder otimizar as demandas e ter mais horas para realizar suas tarefas. Estudos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres indicaram que exercer mais de uma atividade ao mesmo tempo reduz a produtividade em até 40%. Esse dado mostra a importância de nos organizarmos para concluir e gerir todas as atividades.

Como fazer isso é particular de cada um, mas para quem precisa de ajuda existem algumas técnicas que podem auxiliar, como por exemplo a técnica Pomodoro. Nela você tem a oportunidade de focar em uma atividade por vez e identificar os pontos de distração. Ao mesmo tempo, garante a revisão das atividades e utiliza seu potencial para a demanda que precisa de mais atenção.

O método de gerenciamento de tempo Pomodoro consiste em dividir os fluxos de trabalho em quatro períodos de 25 minutos. Durante esse intervalo é preciso ter atenção total à sua atividade e depois de cumprir o prazo previsto. Você pode ter uma folga de cinco minutos para descansar o cérebro e realizar outras tarefas importantes, ao final descanse por um período maior, entre 15 e 30 minutos. Mais quais são as vantagens de melhorar sua produtividade com essa técnica?

A maioria dos gestores reclamam que o colaborador brasileiro produz pouco. Isso acontece por uma série de fatores, mas se resume em saber como aumentar a produtividade. Os benefícios derivados da gestão do tempo são variados e passam até pela qualidade dos processos. Isso porque o não cumprimento de um padrão ocasiona conflitos e gera pressão entre os profissionais, que precisam realizar as tarefas com muita agilidade e sem o cuidado necessário.

Da mesma forma, é mais fácil estabelecer prioridades e delegar tarefas, ou seja, com essa prática é possível definir exatamente o que precisa ser feito com urgência, o que é importante e o que pode ser deixado para uma outra hora.

Como ela ajuda na produtividade do Departamento Pessoal?

Uma situação bastante comum nos DPs é o profissional ter que lidar com diferentes atividades ao longo do dia. Em muitos casos, o que acontece é que determinada tarefa foi iniciada, mas não finalizada. Ou porque surgiu algum imprevisto e mudou sua prioridade ou porque deixou o que estava programado em segundo plano. Mas, para não perder o controle de sua lista de afazeres, essa técnica ajuda a descobrir como seu tempo é gasto e quantas horas ou minutos cada atividade leva para ser realizada. Ao mesmo tempo, você aprende a lidar com as distrações.

É fato que o monitoramento do tempo possibilita fazer uma análise mais aprofundada de como as rotinas são executadas. Com essas questões em mente, você tem mais argumentos para mudar seus processos e sugerir uma reestruturação que otimize o trabalho e maximize a sua produtividade.

A técnica Pomodoro é uma boa alternativa para identificar erros e acertos, aprender a se planejar e a saber como programar melhor as suas atividades. Com a otimização do tempo, suas rotinas serão executadas com mais rapidez e precisão, o que tornará todo o processo muito mais fácil e eficiente.

Marcelo Furtado, professor de Inbound Marketing na ESPM e CEO da Convenia.

Os cinco estágios da jornada do cliente

Por Morris Menasche

As organizações de serviços em campo estão sempre buscando aprimorar as expectativas de seus clientes, que estão cada vez mais exigentes e demandando uma experiência diferenciada. Receber um serviço em casa ou no local de trabalho faz com que o cliente precise ainda mais de prestador de serviço eficiente para sentir-se no controle da situação e minimizar a frustração.

Um estudo recente sobre experiência do cliente no Brasil, intitulado CXTrends, indica que 55% das empresas não estão satisfeitas com o atendimento que oferecem a seus clientes, resultado que diminuiu em relação a 2017. No entanto, 52% gerenciam o atendimento – em 2017, apenas 47% realizavam esse controle – contra 48% que ainda não possuem metas de relacionamento e atendimento, mas pretendem adotar. Com relação à opinião dos clientes sobre a qualificação dos profissionais no atendimento, 68% desqualificam o atendimento, havendo queda de 13% frente a 2017. Deste modo, torna-se necessário examinar cada estágio da jornada do cliente, para maximizar a satisfação em cada ponto deste processo.

A jornada de um cliente de serviço em campo possui cinco estágios distintos e, idealmente, a satisfação do cliente cresce de um estágio para o próximo, com a frustração diminuindo. Entretanto, cada etapa também é repleta de potencial para retornar à frustração máxima caso determinadas condições não forem cumpridas.

Estágio 1: Identificação do Problema

O próprio fato de sua jornada começar com um problema significa que os clientes já iniciam em um estado frustrado, em níveis variados, dependendo da gravidade do problema. Nesta fase, os prestadores de serviços estão frequentemente no escuro e ainda não conseguem fazer muito.

Minimize os riscos:

Por meio da Internet das Coisas (IoT) e da proliferação dos dispositivos inteligentes, tornou-se ainda mais fácil diagnosticar e reparar problemas remotamente ou enviar um técnico antes que eles aconteçam. Informações claras de diagnóstico, visíveis ao cliente e de fácil acesso, ajudam os sites a oferecer aos consumidores mais controle desde o início. Se eles puderem resolver o problema sozinho – ótimo! Caso contrário, os clientes já fizeram algum esforço para diagnosticar e reparar, e sentem-se mais informados e capacitados após a ligação.

Estágio 2: Solicitação de Serviço

Solicitar um serviço para solucionar um problema é a primeira oportunidade para um provedor de serviços brilhar ou decepcionar. É nesta etapa que um cliente frustrar-se com os longos tempos de espera em uma chamada, com um sistema de voz automatizado não amigável ao usuário ou com a falta de uma opção de contato no site. Diferentes clientes terão diferentes preferências para solicitar, reservar e confirmar o serviço. A empresa prestadora de serviços deve permitir o contato por meio de múltiplos canais, além de um agendamento rápido e simples.

Minimize os riscos:

Facilite o contato e não faça com que o cliente explique o problema mais de uma vez. Atenha-se ao canal de comunicação preferido do usuário. Apresente durações de compromisso realistas, que sejam melhores para o cliente e permitam uma resposta rápida.

Estágio 3: Aguardando o Serviço

Enquanto aguardam a realização do serviço, os clientes ainda precisam aliviar totalmente sua ansiedade sobre o problema. Na verdade, ao esperar pela chegada de um técnico, eles estão preocupados com o tempo que irão aguardar e se a ajuda virá no horário designado. Este é o momento mais provável para que cansem de esperar e deixem suas instalações, em vez de ficarem sentados.

Minimize os riscos:

Forneça visibilidade e comunicação clara durante esse período crítico. Confirme o horário do compromisso e a intenção do cliente em estar lá. Uma experiência diferenciada começa com a hora de chegada mais precisa e a janela de agendamento mais estreita possível. Os clientes querem saber que seu tempo é valorizado e respeitado. Quando um profissional estiver em rota, facilite para os clientes rastrearem sua localização e obterem detalhes atualizados sobre o horário de sua chegada.

Estágio 4: Serviço de Recebimento

Nesse crítico estágio, é mais provável que seu cliente tenha interação direta com um profissional em campo – possivelmente a única interação cara a cara com sua marca. Por isso, todo detalhe é importante. A disposição e a capacidade de conhecimento do funcionário podem solidificar ou minar a confiança do cliente. Proporcionar uma resolução aceitável para o problema durante a visita também é essencial.

Minimize os riscos:

Capacite seus funcionários móveis para uma interação positiva com o cliente e forneça a eles todos os detalhes necessários sobre o cliente e o trabalho. O que quer que esteja com problema assegure-se de corrigi-lo já na primeira visita, enviando o profissional com as habilidades apropriadas e com as peças e equipamentos necessários em seu veículo.

Etapa 5: Avaliação Pós-serviço

Seja ele comunicado ou não, seu cliente formou uma opinião sobre sua experiência de serviço – que provavelmente compartilhará com amigos, familiares e nas redes sociais. Se os consumidores não tiverem como compartilhar sua satisfação, você não saberá se está fazendo um bom trabalho. Se eles não têm como compartilhar seu desapontamento, o risco de expressá-lo para um público maior também aumenta.

Minimize os riscos:

Colete feedbacks e, principalmente, tenha uma maneira de realimentá-lo em seus sistemas, para que, por exemplo, um técnico indesejável não seja enviado novamente para o mesmo cliente ou vice-versa. Registre feedbacks e preferências de uma forma que os torne ações e melhores decisões no futuro.
Os cinco estágios da jornada do cliente de serviço em campo podem ilustrar uma escada de degrau para a satisfação ou uma linha plana de frustração. Trabalhar para atender às necessidades específicas do cliente em cada etapa é essencial para garantir altos índices de NPS (Net Promoter Score), fidelidade e aumento do valor do tempo de vida do cliente.

Morris Menasche, Vice Presidente de Vendas da ClickSoftware para América Latina

Fintech Lendico abre vagas de Tecnologia, Produto, Operações e Marketing em São Paulo

A fintech de empréstimo pessoal Lendico, uma das principais do país, está com diversas vagas abertas para estagiários, analistas, coordenadores para diferentes áreas de atuação. O escritório da empresa está localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

As oportunidades são para: Desenvolvedor, Designer, PO, Coordenador de Crédito e mais. Hoje a equipe é formada por quase 80 colaboradores e até o fim do ano a Lendico pretende aumentar seu quadro em até 40%.

“Buscamos pessoas que fujam do comum, que sejam apaixonadas pelo que fazem e que, acima de tudo, saibam trabalhar em uma equipe diversa de forma produtiva e divertida” diz Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico.

Para mais detalhes em como candidatar a uma das vagas abertas, interessados devem acessar os links exclusivos de cada área:

Veja a lista completa:

Vagas de Marketing

São duas vagas para atuar na equipe de marketing da Lendico: Analista de SEO – http://bit.ly/AnSEOLendico e Diretor(a) de Arte – http://bit.ly/DALendico

Vagas de Tecnologia

Para quem deseja compor a equipe de tecnologia, existem três oportunidades de se unir ao time da fintech: Desenvolvedor(a) Backend (Python) – http://bit.ly/DevBackendLendico, Sysadmin/Devops – http://bit.ly/DevopsLendico e Analista de segurança da informação – http://bit.ly/ASILendico

Vagas de Produto

Na área de produto, a empresa também conta com diversas oportunidades: São vagas de designer de produto, analista de produto e ProductOwner.

Para se candidatar, a fintech pede que os interessados nas vagas de designer de produto tenham experiência em design de interfaces, padrões de design, guidelines, usabilidade, prototipagem e acessibilidade; mobile first; pesquisa, análise de métricas e testes de usabilidade/ conhecimento de metodologia ágil; design systems; entre outras competências técnicas. Os candidatos deverão enviar o currículo com portfólio para people@lendico.com.br com o nome da vaga no título.

Já para a vaga de ProductOwner, a Lendico está em busca de um profissional com experiência no gerenciamento de produtos e projetos; com conhecimento de metodologia ágil; inglês avançado; e formação em Ciências da Computação, Economia, Engenharia, Administração ou correlatas. Os candidatos deverão enviar o currículo com portfólio para people@lendico.com.br com o nome da vaga no título.

Vagas em Operações

Já na área de operações, a Lendico conta com uma vaga de Coordenador de Crédito e uma posição para Analista. Em ambas o requisito é que o candidato tenha conhecimento e experiência com regras de motor de crédito. Currículos devem ser enviados para people@lendico.com.br com o nome da vaga desejada no título.

Capgemini e Efma lançam a FinTechVisor Race 2019, voltada para startups financeiras

A Capgemini e a Efma anunciam a primeira edição da FinTechVisor Race to the Top 2019, competição que oferece às startups[1] participantes a oportunidade de apresentar as mais inovadoras soluções de negócios a um painel de elite, composto por instituições financeiras e influenciadores do setor.

A FinTechVisor Race to the Top 2019 tem o desafio de revelar as mais interessantes inovações desenvolvidas pelas FinTechs, conectando-as a novas oportunidades de mentoria e parcerias. Este é o primeiro concurso do gênero realizado no portal FinTechVisor, lançado no início deste ano para incentivar uma maior colaboração entre as startups e instituições financeiras tradicionais.

Para participar, os candidatos foram convidados a preencher uma página de sua empresa na plataforma FinTechVisor e enviar um vídeo de 90 segundos. O conteúdo deve apresentar a relevância da solução para o mercado, sua inovação e o potencial de negócios nas seguintes categorias: Bancos & Meios de Pagamentos, Financiamento, Seguro de Vida, Seguros para Bens-Vida-Saúde, Criptomoeda & Blockchain, Gestão de Patrimônio, Investimento & Mercados de Capital, RegTech & Cibersegurança, Plataformas & APIs Abertas, Gestão Financeira Pessoal, Contabilidade & Gestão Financeira de Negócios, e Insights & Dados para Serviços Financeiros. Apenas um vídeo por candidato será aceito, mas o conteúdo pode abranger duas categorias. O prazo de inscrições pelo site FinTechVisor se encerra em 1º de fevereiro de 2019.

Uma lista de 10 indicados (um por categoria) será anunciada pela Capgemini e pela Efma no portal FinTechVisor em 12 de fevereiro de 2019. A votação então será aberta a todos os visitantes do site, incluindo membros da Efma, clientes da Capgemini e as próprias FinTechs. Em 7 de março de 2019, durante um webinar online, os três finalistas apresentarão sua solução à um painel com representantes das instituições financeiras e influenciadores do setor, que selecionarão o vencedor geral.

O campeão receberá uma mentoria exclusiva da Capgemini, além de uma oportunidade de apresentar sua solução na conferência “Bank + Fintech”, da Efma (a ser realizada em 2 e 3 de abril de 2019), além de oportunidades promocionais em importantes eventos do setor e de networking com as principais instituições financeiras participantes do painel de jurados. Os vencedores ainda serão convidados a participar do ScaleUp Qualification Program, projeto da Capgemini para as ScaleUps[2] que oferece oportunidades para ganhos em credibilidade e aumento na probabilidade de parcerias bem-sucedidas.

“O futuro dos serviços financeiros reside na parceria efetiva entre FinTechs e instituições tradicionais”, afirmou Elias Ghanem, CTO e Líder para FinTechs da área de serviços financeiros da Capgemini na Europa. “Desenvolvemos o portal FinTechVisor para facilitar a colaboração entre as companhias estabelecidas e as emergentes do mercado, criando um espaço onde as ideias possam ser compartilhadas e as parcerias formadas. O FinTechVisor Race to the Top 2019 dá vida a esse conceito, apresentando as inovações para o mercado”, completa.

“Desde o lançamento do portal FinTechVisor, em maio de 2018, construímos uma forte comunidade de FinTechs inovadoras”, revelou Vincent Bastid, CEO da Efma. “Estamos ansiosos para prover uma nova plataforma para que as FinTechs mostrem a força de suas propostas e ofereçam uma oportunidade renovada para as instituições tradicionais em busca de novos parceiros de negócios”.

Estudo da Cisco mostra que as organizações estão obtendo resultados comerciais de seus investimentos em privacidade de dados

Empresas e organizações em todo o mundo que investiram no amadurecimento de suas práticas de privacidade de dados estão agora obtendo benefícios comerciais tangíveis desses investimentos, de acordo com o Estudo de Benchmark de Privacidade de Dados de 2019 da Cisco. O Estudo valida a ligação entre a boa prática de privacidade e os benefícios comerciais, enquanto os entrevistados relatam atrasos de vendas mais curtos, bem como menores e menos dispendiosas violações de dados.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), que focou em aumentar a proteção da privacidade e dos dados pessoais dos residentes da UE, entrou em vigor em maio de 2018 e com isso as organizações em todo o mundo vêm trabalhando para se adequarem ao GDPR. No Estudo de Benchmark de Privacidade de Dados de 2019 da Cisco, 59% das organizações relataram que atendem a todos ou a maioria dos requisitos, 29% esperam fazer isso dentro de um ano e 9% levarão mais de um ano.

“No ano passado, a importância da privacidade e proteção de dados aumentou dramaticamente. Os dados são a nova moeda e, à medida que o mercado se transforma, vemos as organizações obtendo benefícios comerciais reais de seus investimentos na proteção de seus dados”, disse Michelle Dennedy, Diretora de Privacidade da Cisco. “Na Cisco, acreditamos plenamente tanto na proteção dos nossos clientes como em impulsionar o sucesso comercial, maximizando o valor dos dados e minimizando os riscos”.

Os clientes estão cada vez mais preocupados com o fato de os produtos e serviços que implantam fornecerem proteções de privacidade apropriadas. As organizações que investiram em privacidade de dados para atender ao GDPR mostraram menores atrasos devido a preocupações com a privacidade ao vender para clientes existentes: 3,4 semanas em comparação com 5,4 semanas para as organizações menos preparadas para o GDPR. No geral, o prazo médio de vendas a clientes existentes foi de 3,9 semanas, menor que as 7,8 semanas relatadas há um ano. As organizações preparadas para o GDPR citaram uma menor incidência de violações de dados, um número menor de registros impactados em incidentes de segurança e tempos de inatividade mais curtos do sistema. Eles também se tornaram muito menos propensos a ter uma perda financeira significativa de uma violação de dados. Além disso, 75% dos entrevistados citaram qu e estão obtendo muitos e maiores benefícios de seus investimentos em privacidade, incluindo maior agilidade e inovação resultantes de controles apropriados de dados, obtenção de vantagem competitiva e uma aprimorada eficiência operacional ao terem seus dados organizados e catalogados.

Mais de 3.200 profissionais globais de segurança e privacidade dos principais setores em 18 países responderam à pesquisa da Cisco sobre as práticas de privacidade de suas organizações. Alguns dos principais resultados são:

87% das empresas enfrentam atrasos em seu ciclo de vendas devido a preocupações de clientes ou prospects com a privacidade, maior que os 66% do ano passado. Isso é provavelmente devido à maior conscientização sobre a privacidade provocada pelo GDPR e às frequentes notícias sobre violações de dados.

Os atrasos nas vendas por país variaram de 2,2 a 5,5 semanas, com a Itália, a Turquia e a Rússia no extremo inferior da faixa, e a Espanha, o Brasil e o Canadá no extremo superior. Os atrasos mais longos nas vendas podem ser atribuídos às áreas nas quais os requisitos de privacidade são altos ou estão em transição. As vendas atrasadas podem causar déficits de receita ligados a remuneração, financiamento e relações com investidores. As vendas atrasadas também podem se tornar vendas perdidas se um cliente potencial comprar de um concorrente ou simplesmente decidir não comprar.

Entre os principais motivos citados para atrasos nas vendas estão a investigação das solicitações dos clientes quanto a necessidades de privacidade, a tradução de informações de privacidade nos idiomas dos clientes, instruir os clientes sobre as práticas de privacidade de uma organização, ou reprojetar produtos para atender às necessidades de privacidade do cliente.

Por país, a conformidade com o GDPR variou de 42% a 75%. Espanha, Itália, Reino Unido e França estavam no topo da lista, enquanto a China, o Japão e a Austrália estavam na ponta mais baixa.

Apenas 37% das empresas preparadas para o GDPR tiveram uma violação de dados que tenha custado mais de US$ 500 mil, em comparação com 64% das empresas menos preparadas para o GDPR.

Acesse o Estudo de Benchmark de Privacidade de Dados de 2019 da Cisco (em inglês): Cisco 2019 Data Privacy Benchmark Study.

Universidades internacionais entrevistam candidatos em São Paulo em fevereiro, no The MBA Tour

Interessados em cursar um MBA fora do Brasil terão novamente a chance de iniciar o processo seletivo sem precisar sair do país. O The MBA Tour volta a São Paulo no dia 27 de fevereiro, das 16h45 às 21h30, para o primeiro evento brasileiro do ano. As inscrições são gratuitas e estão disponíveis no site do The MBA Tour; as vagas são limitadas.

O encontro conecta candidatos a algumas das universidades mais renomadas do mundo, impulsionando suas carreiras e apoiando-os no processo de formação executiva.

Durante o evento, os participantes têm acesso a palestras com as equipes de 10 universidades internacionais. Os interessados podem aprender mais sobre os processos de seleção e realizar entrevistas com os diretores de admissão, que estarão presentes para pré-selecionar os candidatos e dar dicas de melhorias.

Além disso, o The MBA Tour oferece a oportunidade de networking com ex-alunos e profissionais das universidades.

A marca The MBA Tour acaba de ser adquirida pela associação global de escolas de pós-graduação em administração GMAC (Graduate Management Admission Council), detentora do GMAT, exame obrigatório para a grande maioria dos candidatos a programas de MBA ao redor do mundo.

Com a aquisição, o evento passa a se tornar mais orientado por dados coletados pelo GMAC, de forma a tornar o The MBA Tour uma experiência ainda mais personalizada e aprofundada.

Confira abaixo a lista de universidades confirmadas para esta edição

York University – Schulich School of Business
IE Business School
Concordia University – JMSB
HEC Montréal
Hult International Business School
Ivey Business School
Queen’s University
Simon Fraser University
University of British Columbia
William & Mary

The MBA Tour

Dia 27 de fevereiro, das 16h45 às 21h30
Hotel Inter-Continental – Alameda Santos, 1123 – Jardins – São Paulo, SP

HRTech recebe investimento de R$ 11,5 milhões liderados por Valor Capital e Maya Capital

No mercado há três anos e com grandes clientes como Ambev, Kraft Heinz e Somos Educação, além de atuação em cinco países, a Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial no Brasil, acaba de receber um investimento no valor de R$ 11,5 milhões. O novo aporte, feito pelos fundos Valor Capital, com atuação no Brasil e EUA, e Maya Capital, liderado por Lara Lemann e Monica Saggioro configura a HRTech como uma das primeiras em recrutamento a receber investimento Series A no país.

Com o objetivo de aprimorar as soluções do sistema e expandi-lo nacionalmente, o investimento também auxiliará a startup a promover maior eficiência e disrupções no mercado de Recursos Humanos. “O Brasil é o quinto maior mercado de recrutamento e possui características específicas que dificulta a boa atuação de soluções de fora. Com esse investimento vamos evoluir o sistema para oferecermos ainda mais inovações para os nossos clientes e sermos líderes aqui e em breve em novos países”, pontua Mariana Dias, CEO e cofundadora da empresa.

A empresa, que em 2016 foi acelerada pela Wayra, programa de inovação aberta e empreendedorismo da Telefónica, já havia recebido, em 2017, um aporte no valor de R$ 1,5 milhão do fundo de investimento Canary, liderado pelos fundadores do Peixe Urbano, M Square e Printi, e do fundo Yellow Ventures, liderado por Patrick Sigrist, fundador do iFood. A rodada contou ainda com dinheiro de investidores-anjos, que trouxeram, também, importante conhecimento para auxiliar na estratégia de expansão da empresa. “Apesar de termos três anos no mercado, ainda estamos começando, temos muito chão pela frente e cada investimento é único e muito transformador. Além do próprio capital estratégico, cada investimento nos proporciona ampliar o suporte operacional e a conectividade aos mercados globais”, comenta Mariana.

Novos algoritmos de recrutamento e crescimento

Com crescimento de pelo menos 15% ao mês em Receita Recorrente, até o final de 2018, a empresa mais do que quintuplicou suas receitas em relação à 2017. O foco principal da Gupy está em acelerar ao máximo a evolução do seu produto focado na eficiência e experiência de todo o processo de recrutamento e otimizar sua máquina de vendas para alcançar médias empresas e outros grandes nomes do mercado. “Acreditamos que este é o momento para termos uma grande transformação na forma como as empresas contratam. Queremos proporcionar aos nossos usuários as melhores tecnologias, inovações e experiências e assim continuar liderando as disrupções que esse mercado necessita”, destaca Mariana.

Atualmente, o novo algoritmo da plataforma ajuda o recrutador a realizar uma triagem de currículos com 70% menos esforço operacional. Essa tecnologia de Inteligência Artificial faz com que os clientes da Gupy só precisem analisar, em média, os 12 perfis de candidatos mais compatíveis para encontrar aquele ideal para a vaga, ao invés de dezenas e muitas vezes centenas de currículos. Esse mecanismo é uma estratégia para que o RH consiga gerar cada vez mais valor para o negócio. “Pessoas são o bem mais valioso de qualquer organização competitiva, para isso selecionar os melhores talentos não é mais só um papel estratégico do RH, mas também dos CEOs e de todos os gestores. A Gupy existe para tornar fácil e rápido conseguir atrair, gerir o processo de recrutamento e selecionar com alta assertividade os candidatos certos para cada vaga, assim acreditamos que teremos gente mais realizada nas empresas conseguindo impactar suas organizações e o mundo”, explica Guilherme Dias, CMO e cofundador da startup.

Residente duas vezes consecutivas no Programa Google for Statups e selecionados entre 12 startups no mundo para o Google Alumni Summit em Israel no final de 2018, a startup possui, hoje, mais de 60 funcionários e escritório próprio em função do crescimento vertiginoso. A expectativa para este ano, além de aumentar a equipe e as operações no Brasil, é otimizar mais os processos de recrutamento através de algoritmos cada vez mais eficientes e entregar uma experiência inovadora para os candidatos.

Booking.com anuncia as finalistas do Technology Playmaker Awards 2019

Hoje, a Booking.com, uma das maiores empresas de e-commerce do mundo e líder em tecnologia digital, anunciou as finalistas da segunda edição do Booking.com Technology Playmaker Awards. Lançada em setembro de 2017, esta premiação visa reconhecer e homenagear mulheres que trabalham mundo afora ultrapassando barreiras e que através da tecnologia, vêm transformando negócios, setores, comunidades e a sociedade.

A lista completa e informações sobre as principais finalistas estão aqui: http://techplaymakerawards.com/finalists
Este ano, há finalistas de mais de 20 países, incluindo EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Irlanda, Espanha, Holanda, Finlândia, Lituânia, Ucrânia, Canadá, África do Sul, China, Índia, México, Nigéria, Marrocos, Arábia Saudita, Bahrein e Gana, comprovando que mulheres de todas as partes do mundo estão usando a tecnologia de forma original e impactante. Diferentemente da premiação de 2018 em que as inscrições estavam abertas apenas na Europa, a premiação deste ano foi aberta para mulheres do mercado da tecnologia no mundo todo e de qualquer patamar ou campo relacionado à tecnologia.

As sete categorias do Technology Playmaker Awards 2019 foram planejadas para reconhecer o impacto e a contribuição das mulheres do mercado da tecnologia em áreas como empreendedorismo, inovação, impacto na comunidade e liderança, entre outras. As 6 finalistas e a vencedora serão divulgadas em um jantar de gala em Londres, Reino Unido, no dia 13 de março juntamente com o Technology Playmaker de 2019. As finalistas e demais participantes do evento – incluindo mulheres e apoiadoras de empresas de tecnologia, fundadoras de start-ups e profissionais de tecnologia – ouvirão Eileen Burbidge, MBE, venture capitalist (investidora) e sà ³cia fundadora da Passion Capital, bem como Hadeel Ayoub, a vencedora do Technology Playmaker do ano passado e fundadora e CEO da BrightSign, uma start-up de tecnologia que desenvolve inovações para facilitar a comunicação de indivíduos com deficiências verbais.

“Após a nossa primeira premiação do ano passado, recebemos o dobro de inscrições de mulheres do mercado da tecnologia extremamente talentosas e inspiradoras, de quase o dobro de países, resultando em finalistas de alta qualidade,” afirmou Gillian Tans, CEO da Booking.com. “Na lista de finalistas é possível notar a incrível dimensão das conquistas e contribuições que essas mulheres fazem diariamente em vários estágios da carreira na área de tecnologia. Desde jovens empreendedoras que desenvolveram um dispositivo único que, junto com um processamento inteligente de dados, permite que mulheres façam exame de câncer de colo de útero em casa, até uma líder digital que desenvolveu uma plataforma que detecta a localização de uma pessoa após um terremoto, estamos simplesmente impressionados com a dimensão das contribuições que as mulheres do mercado de tecnologia têm feito para a sociedade, comunidade e negócios.”

As vencedoras serão selecionadas por um respeitado grupo de jurados, composto por executivos de empresas de tecnologia multinacionais e start-ups bem sucedidas como Skyscanner, Happn, Booking.com, WeTransfer, Amazon Web Services, Wormhole e All Turtles, além de representantes do ramo acadêmico, do Parlamento Europeu e do mundo da mídia. A vencedora de cada categoria ganhará um prêmio de 5 mil euros. A grande vencedora, que será selecionada entre as ganhadoras das categorias individuais, receberá um prêmio adicional de 10 mil euros.

“Uma pesquisa recente da Booking.com, feita para entender melhor o desafio da diversidade de gêneros no mercado da tecnologia, indicou que 43% das mulheres na área da tecnologia do mundo todo querem ver mais exemplos de mentoras no setor. Homenagear e reconhecer o sucesso das mulheres que têm transformado a área de tecnologia é importante para a Booking.com, pois isso ajuda a valorizar suas trajetórias e incentiva mais mulheres a entrarem nesse ramo e superarem as fronteiras do que elas podem conquistar. Se nós realmente visamos um futuro com mais diversidade e igualdade de gênero, temos que motivar as mulheres nas suas jornadas na área de tecnologia, assim elas podem continuar inovando e inspirando as gerações futuras,” concluiu Gillian Tans.

Stefanini contribui com a transformação digital do Banco Votorantim

Ferramenta de monitoramento Dynatrace colaborou para que a instituição financeira agilizasse processos de pagamentos

Em 2015, a Stefanini, uma das importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, fez uma parceria com o Banco Votorantim para implementar uma solução capaz de identificar rapidamente a origem de problemas operacionais.

Os resultados do projeto foram bem-sucedidos e, dois anos depois, a tecnologia, que garante mais produtividade entre os colaboradores na aplicação dos processos, auxiliou a instituição financeira no processo de tomada de decisão. “À medida que fomos expandindo o uso da ferramenta Dynatrace, ganhamos sinergia com as áreas de desenvolvimento, que passaram a utilizá-la na hora de definir a estratégia de lançamento de produtos”, afirma Marcelo Toledo, gerente de infraestrutura do Banco Votorantim.

Com o aumento da demanda interna, uma equipe de infraestrutura passou a colaborar com outras áreas no desenvolvimento de dashboards – painéis virtuais que apresentam informações importantes para alcançar um ou mais objetivos de negócio. O escopo do projeto previa o monitoramento tanto no teste de novos produtos quanto na análise de resultados diários. A tecnologia também auxiliou no processo de reformulação do site, uma vez que o banco passou a detectar o total de acessos por celular e o navegador mais utilizado.

Com o projeto em fase de expansão, a ideia é apoiar todas as áreas. Segundo Jean Calixto da Silva, gerente de negócios da Stefanini, essa estratégia é essencial para dar conta das transformações rápidas que acontecem no mundo.

Para a Stefanini, a parceria reforça o seu posicionamento estratégico e intensifica a colaboração com a Dynatrace. “A Stefanini investe cada vez mais em transformação digital para conectar toda a experiência do usuário ao disponibilizar ferramentas inovadoras que ampliem a geração de resultados e a melhoria da experiência com produtos e processos, garantindo um monitoramento em tempo real do comportamento de cada cliente em múltiplos canais de atendimento”, afirma Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala.

Entenda a ferramenta

As plataformas da Dynatrace, reconhecidas pelo Quadrante Mágico do Gartner como líderes em Application Performance Monitoring (APM) pelo 8º ano consecutivo, tornam visíveis informações em tempo real, ajudando as companhias a enxergarem suas aplicações e canais digitais pela perspectiva dos usuários finais. O monitoramento é baseado na experiência dos clientes e impulsionado por Inteligência Artificial, o que garante que as performances digitais, tanto nas navegações feitas pela web quanto nos dispositivos móveis, sejam de alto nível.

A tecnologia possui dashboards intuitivos, que possibilitam acompanhar o que ocorre em cada camada das transações, localizar exceções que possam atrapalhar o funcionamento das aplicações, identificar as causas que geram demora nas respostas e monitorar – de ponta a ponta – a performance de todo o sistema.

Falhas nos sistemas ou até mesmo o atraso em alguns segundos na aplicação on-line são suficientes para fazer o consumidor migrar para o concorrente, algo que a Dynatrace, líder mundial em inteligência de software, está fortemente comprometida em evitar. “Um de nossos principais produtos é o financiamento de veículos. Se o cliente não consegue fazer a simulação rapidamente, acaba dando preferência a outro banco, o que representa uma perda de receita potencial”, acrescenta Toledo.