Page

Author admin

Por que escolher um espaço compartilhado?

Por Renato Auriemo

Antigamente, quando um profissional decidia abrir seu negócio haviam duas opções: alugar uma sala comercial, o que traria custos operacionais, além de aspectos burocráticos e gastos com manutenção, ou trabalhar em casa, que reduziria algumas despesas a pequeno e médio prazo, porém, poderia acarretar na diminuição da produtividade. Com o surgimento dos coworkings, esse cenário mudou!

Muitos profissionais têm optado por sua utilização por conta da infraestrutura aliada ao custo-benefício. No mercado já é possível encontrar variados tipos de espaços compartilhados que vão desde os básicos, onde há somente algumas salas com mesas e Wi-Fi, até os mais elaborados, com arquitetura impecável e equipamentos de ponta. Existem ainda os segmentados, que buscam atrair empresas de um determinado setor, promovendo troca de experiências entre os residentes.

Por conta da procura e das vantagens que oferecem, o aumento no número de escritórios colaborativos têm sido significativo, se tornando uma tendência. Quando o primeiro Censo de Coworking foi feito no Brasil, em 2015, haviam cerca de 238 coworkings. Já o último estudo, divulgado em 2018, mostrou que há em média 1.194 nos país inteiro. Então, por que não apostar em um ambiente compartilhado?

Listo aqui alguns dos inúmeros benefícios de se instalar em um coworking:

1. Custo mais baixo

Uma das maiores dificuldades do empreendedor quando monta o seu negócio, é o custo com a implantação e manutenção de um escritório. Para ter seu próprio espaço os gastos com decoração, móveis, computadores, telefones, contas de luz, água, telefone, internet, entre outros, são inevitáveis e altos. Porém, quando se tratam de coworkings, as salas já estão prontas, mobiliadas e o custo total com as despesas pode ser até 40% menor.

2. Menos burocracia

No valor do aluguel de uma sala em um escritório colaborativo já estão embutidos gastos com internet, água, energia, IPTU, café e condomínio. Isso evita que o empreendedor tenha muitas contas para pagar e dá tempo para que ele pense no que realmente importa, sua empresa.

3. Netwoking

Por conta da grande movimentação de empreendedores em um mesmo ambiente, os coworkings podem trazer uma grande oportunidade para fechar novas parcerias, além de ajudar na troca de experiências.

4. Inovação

Com toda a transformação digital que vivemos hoje, a busca por inovação nunca foi tão imprescindível para o crescimento de uma empresa. E é por isso que muitos coworkings têm cada vez mais se estabelecido como hubs de inovação. Esse movimento tem acontecido como meio de criar conexões entre startups e grandes empresas, gerando novos negócios.

5. Mais produtividade

Muitos profissionais optam por trabalhar home-office por conta da redução de custos, porém, muitas vezes não é possível focar totalmente nas atividades por conta de inúmeras distrações. Já os coworkings possuem escritórios privativos que evitam interrupções desnecessárias.

6. Sem mudanças drásticas com o aumento de equipe

A medida que a sua empresa cresce, a tendência é que a sua equipe aumente também. Por isso, é importante pensar em lugares que não tornem essas mudanças muito bruscas. Nos espaços compartilhados, o empreendedor não precisa se preocupar com isso, já que torna possível a locação de salas maiores.

Em linhas gerais, é importante entender o que funciona melhor para você e para a sua empresa e a utilização de coworkings pode ser um passo para o sucesso do seu negócio. Aposte sem medo!

Renato Auriemo, CEO do Co.W.

Tags, , ,

MIT Sloan seleciona startups brasileiras

MIT Sloan School of Management

Com base em seus modelos de negócios, potencial de crescimento e êxito, as startups brasileiras C6 Bank e Gocase foram escolhidos para sediar projetos do Laboratório Global de Empreendedorismo (G-Lab) em colaboração com o MIT Sloan School of Management, fundador do programa internacional.

Desde o ano 2000, equipes do G-Lab têm trabalhado para resolver questões empresariais de mais de 375 companhias em mercados emergentes ao redor do mundo em áreas críticas, como crescimento estratégico, entrada em novos mercados, precificação, marketing, benchmarking, captação de recursos e estratégia financeira. No processo, os alunos do MBA ganham experiências reais em criar, desenvolver e administrar jovens empresas com infraestruturas diversas, bem como em pensar sobre o papel da política, cultura e outras variáveis não-econômicas.

O trabalho externo dos alunos do MIT Sloan para o C6 Bank e a Gocase começou em setembro de 2018 e acabará em fevereiro de 2019, incluindo uma análise final e aprofundada. Os resultados das equipes incluirão uma apresentação formal e materiais concretos com ferramentas de alto impacto que podem ser usados pelas empresas imediatamente.

“Trabalhamos com empreendedores em toda a América Latina por quase 20 anos”, conta o professor do MIT Sloan Simon Johnson, ex-economista-chefe do Fundo Monetário Internacional e cofundador do G-Lab. “Esses homens e mulheres são notavelmente resilientes e oferecem grandes perspectivas para o futuro. É um privilégio e uma grande lição para os nossos alunos encontrar formas de ajudá-los. Todos retornam aos Estados Unidos impressionados com a energia e a intensidade dos CEOs dessas empresas”.

C6 Bank

Sediada em São Paulo, a startup C6 Bank, que recentemente recebeu licença do Banco Central para operar como um banco múltiplo, emprega atualmente 300 funcionários e tem como foco médias e pequenas empresas e pessoas físicas. Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan – uma das escolas de negócios mais reconhecidas do mundo – auxiliará o C6 a definir um plano para a criação de um Robo-Advisor a partir de um produto viável mínimo (MVP). Eles estão trabalhando no escritório do C6 Bank em São Paulo durante todo o mês de janeiro.

No dia 28 de janeiro, o C6 lançará um centro de inovação chamado Opp, com espaço para 90 empresários, no seu escritório em São Paulo. Com o objetivo de se tornar um próspero hub para startups, o Opp vai sediar um programa de formação em empreendedorismo que combinará rodada de investimento e mentoria.

Em breve, o C6 também oferecerá uma plataforma completa de serviços financeiros, incluindo serviços bancários tradicionais. Além disso, ainda neste ano, a startup planeja abrir um escritório em Nova York dedicado à análise de dados.

“Acreditamos que as universidades e empresas devem trabalhar juntas para promover a inovação. Temos muito orgulho de trabalhar com os alunos do MIT Sloan e esperamos poder continuar fortalecendo nossa parceria”, afirma Eduardo Prado, sócio do C6 Bank.

Gocase

Lançada há três anos no Brasil, a Gocase tornou-se rapidamente uma das maiores marcas digitais brasileiras. Com mais de 1.3 milhões de seguidores no Instagram, a startup tem foco no desenvolvimento de acessórios personalizados que refletem a personalidade de cada cliente. O objetivo do Gocase é mudar a maneira como os gadgets são vistos e percebidos, transformando-os em novos conceitos que combinem com o estilo de vida dos clientes, com inspiração nas últimas tendências de moda e design. A marca rapidamente expandiu para o exterior, já tendo comercializado produtos para mais de 130 países e possui escritórios em Fortaleza (CE), Amsterdã (NL) e na China.

Uma equipe internacional de quatro alunos do MBA do MIT Sloan está trabalhando no Brasil e na Holanda durante o mês de janeiro, com o objetivo de desenvolver um plano de entrada para a Gocase no mercado dos Estados Unidos.

G-Lab

O G-Lab é um dos 15 laboratórios pioneiros do Action Learning, disponíveis para os alunos do MIT Sloan. Embora as atividades do projeto variem, elas estão agrupadas por temas comuns, incluindo aprendizagem experimental, reflexiva e entre pares, mentoria docente, solução de problemas reais, transferência de conhecimento, e o envolvimento de uma equipe de estudantes com vistas a gerar um impacto mensurável tanto no quesito social quanto nos negócios. Esses desafios de gerenciamento em tempo real trazem a teoria à vida.

A MIT Sloan School of Management, localizada em Cambridge, Massachusetts (EUA), é uma das principais fontes acadêmicas de inovação em teoria e prática da gestão. Com estudantes de mais de 60 países, desenvolve líderes eficazes, inovadores e com princípios que impulsionam a economia global. Para saber mais, acesse: http://mitsloan.mit.edu

Tags, ,

Justiça suspende licitação da Celepar

A juíza Diele Denardin Zydek, da 5ª Vara da Fazenda Pública do Paraná, concedeu liminar suspendendo o procedimento licitatório regido pelo Pregão Eletrônico no 44/2018 realizado pela celepar.

A decisão atende a pedido do deputado estadual Márcio Pacheco, que questiona uma contratação milionária feita pela Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicações do Paraná no final de 2018.

O pregão eletrônico 44/2018 era para contratar empresa de tecnologia para controle e fiscalização de tráfego, de trânsito, velocidade de veículos e análise de dados coletados em diversos pontos do Estado do Paraná. A vencedora foi a Velsis Tecnologia por um valor anual de 50 milhões de reais por ano, podendo o contrato se estender a cinco anos, rendendo 250 milhões de reais para a parte vencedora.

De acordo com pedido em ação proposta por Márcio Pacheco, o Edital seria nulo porque a descrição de seu objeto não traduz o serviço, de fato, licitado. E as especificações, tratam, exclusivamente, de controle de tráfego, de velocidade de veículos, de placas de carro, etc. Mas nada disso constaria na descrição do objeto.

A liminar suspende o processo de contratação por suspeita de falta de divulgação, igualdade e competitividade. A Celepar e a empresa vencedora têm 20 dias para se manifestar.

Distribuidora de medicamentos e laboratório farmacêutico investem em entregas por drones

O Grupo Elfa, composto por empresas varejistas e distribuidoras de medicamentos, juntamente com o laboratório farmacêutico Sanofi, resolveram investir em um modal de transporte que vem revolucionando o mercado de logística brasileiro: entregas com o uso de drones. Em parceria com a SMX, empresa especialista em desenvolver sistemas aéreos não tripulados, o serviço está em fase de testes e promete ser uma grande revolução no mercado de saúde.

O diretor de operações do Grupo Elfa, Igor Spreafico, afirma que investir nessa tecnologia é de extrema importância e será um ganho para todo o País. “Esse novo modal vai trazer mais agilidade e segurança. Entregar o produto integro e na temperatura correta, por exemplo, serão um dos grandes diferenciais nesse novo sistema”, diz.

De acordo com Roger Vallim, diretor corporativo do Grupo Elfa, a empresa possui uma visão de futuro que permite estar sempre à frente de seu tempo pensando em fazer o melhor, não apenas em nível de serviço, mas olhando o paciente, afinal a empresa cuida de vidas. “Quando avaliamos o tamanho do Brasil, há lugares com muita dificuldade de acesso, e com essa tecnologia, esses locais poderão ser atendidos com rapidez e agilidade. Vidas serão salvas e esse é nosso principal objetivo”.

Segundo o executivo há muitos locais que um carro não chega nem mesmo um avião pelo custo envolvido. “Esperamos levar esperança para os pacientes e serviço para as instituições que cuidam desses pacientes”, completa Vallim.

Para a diretora de Supply Chain da Sanofi, Katia Souza, a iniciativa é mais um passo da Sanofi no caminho de se tornar referência em inovação. “Colocamos em prática nosso propósito de entregar saúde e conectar pessoas. Por isso, buscamos novas formas de atender as necessidades de nossos clientes e pacientes.”

O fundador da SMX Systems, empresa detentora da tecnologia dos drones, Samuel Salomão, diz que o objetivo da empresa é inovar no desenvolvimento de drones com foco o transporte aéreo focando na saúde. “Temos certeza que nos próximos anos a área da saúde se beneficiará muito com o transporte de medicamentos, bolsas de sangue, órgãos, etc. Acreditamos que esse modal ainda salvará muitas vidas”, afirma.

De acordo com Vallim, a necessidade em investir no desenvolvimento dessa tecnologia nasceu quando a Elfa olhou para a realidade do Brasil e viu que hoje há muitas dificuldades de acesso, em localidades remotas e as grandes cidades estão com congestionamentos cada vez maiores. “Quando olhamos para o futuro, vemos que o custo com transporte no Brasil está e será cada vez mais alto, portanto a necessidade de promover mais acesso a recursos de saúde se torna necessário para nós na Elfa. Com a entrega por drones teremos mais produtividade, melhora de do nível de serviço e redução de custo”, esclarece.

Spreafico complementa que além da agilidade, os benefícios serão para o meio ambiente. “Por ser elétrico o drone não emite gases o que o torna mais limpo. Para nós, a inovação não tem limite. Temos que pensar no impossível. Somente pensando no impossível é que conseguimos buscar inovações, fazer com que o sonho vire realidade assim como estamos fazendo hoje”, afirma.

Tags, , , , ,

A cada 10 líderes empresariais apenas 1 é mulher

Segundo dados do Instituto Ethos, as mulheres são maioria nos cargos de estágio e aprendiz, mas perdem força em funções maiores e de liderança que oferecem os melhores salários. Esse afunilamento de oportunidades dentro das corporações foi constatado em uma pesquisa realizada nas 500 maiores empresas do Brasil.

Enquanto nos cargos de aprendiz e estágio a presença feminina é de quase 60%, nos cargos dos conselhos de administração, as mulheres são apenas 11%. Ou seja, praticamente uma mulher para cada dez funcionários nesse nível hierárquico.

Além disso, levantamentos do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizados em 2014 apontam que mulheres com cinco a oito anos de estudo receberam, por hora, uma média de R$ 7,15, enquanto homens com a mesma escolaridade registraram uma média de R$ 9,44.

Uma pesquisa recente da consultoria McKinsey reiterou a importância da igualdade entre homens e mulheres dentro do universo corporativo. O levantamento realizado com mais de 1.000 empresas em 12 países do mundo, mostrou que dar oportunidades de cargos de chefia às mulheres, aumenta em 21% a probabilidade de uma empresa ter performance financeira acima da média.

Com o propósito de fortalecer a liderança feminina e evidenciar a importância da equidade de gênero dentro das empresas, Carine Roos e Amanda Gomes criaram a primeira escola voltada para resolver esse problema, a ELAS, e seguem realizando workshops e treinamentos para ajudar as mulheres a terem voz mais ativa no ambiente de trabalho.

Desde agosto de 2017, a ELAS já atingiu mais de 3.000 mulheres nos workshops. Já o Programa ELAS certificou 180 alunas e está em sua sexta edição. As participantes obtêm uma espécie de graduação após três meses de aula.

Para ajudar as mulheres a “hackear o sistema” corporativo desigual em oportunidades, a ELAS faz um diagnóstico das habilidades comportamentais das alunas em 26 competências. Ao final de cada programa, os resultados e as mudanças são mostrados. Com isso, a organização afirma seu compromisso e responsabilidade em fazer diferença na sociedade e na vida das pessoas, indo muito além de uma simples reflexão ou discussão sobre o tema.

O conteúdo é prático e vivencial. A grade é dividida em três módulos e as participantes têm aulas dentro de um ambiente exclusivo e seguro para compartilhar informações. E não é só em espaços físicos que elas recebem a mentoria.

Durante os três meses de curso, as alunas são acompanhadas via WhatsApp pelas cofundadoras do programa, Carine e Amanda. Na mentoria em tempo real, as duas especialistas dão dicas para momentos cruciais na carreira das futuras líderes: entrevistas de emprego, pedidos de aumento e solicitações de efetivação.

SONDA adquire empresa brasileira de soluções de transporte e mobilidade urbana

A SONDA, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, adquiriu 100% da M2M Solutions, um dos principais provedores de soluções tecnológicas em transportes e mobilidade urbana no Brasil.

A M2M Solutions conta com um amplo portfólio de serviços e soluções tecnológicas em transportes e mobilidade urbana, entre a quais gestão integral de frota e informação ao usuário, com base em Cloud, planejamento e gestão de viagem, controle de acesso de passageiros, telemetria, Analytics e Business Intelligence e uma diversidade de aplicações para operadoras de transporte, consórcios, usuários e autoridades.

A M2M Solutions tem presença nacional e uma base diversificada de clientes. O histórico da companhia se destaca pelo desenvolvimento de projetos de transportes inteligentes e integrados no Brasil e no exterior, com atuação no México, Portugal e Guatemala. Entre os principais projetos da empresa está a implantação de soluções de gestão de frotas para os BRTs do Rio de Janeiro (RJ), Belém (PA) e Fortaleza (CE) – essa última foi a primeira capital brasileira a ter sua frota de ônibus 100% monitorada.

A aquisição faz parte do plano estratégico trienal da SONDA 2019-2021, no qual se destacam os segmentos foco para a América Latina: Transporte, Varejo, Serviços Financeiros e Governo.

Sobre o plano estratégico, o CEO da SONDA, Raúl Véjar explica que o foco da companhia é melhorar e transformar os negócios dos clientes. “Temos um track-record de sucesso na indústria de transporte, que tem ajudado as pessoas a se locomoverem diariamente, melhorando sua qualidade de vida. Temos certeza que as soluções da M2M Solutions nos ajudarão a ampliar o que já temos construído”, comentou Véjar.

A SONDA é uma referência regional em soluções de transporte com projetos de grande complexidade em diversas localidades da América Latina. “A aquisição por uma empresa multinacional da envergadura da SONDA abre uma janela de possibilidades para as tecnologias da M2M Solutions. Passamos a ter acesso a novos mercados e um potencial de expansão dos negócios que construímos. Ganhamos a musculatura necessária para uma nova fase de serviços tecnológicos em mobilidade urbana para os grandes projetos no Brasil e na América Latina. Será uma grande mudança de paradigma que trazemos para o mercado”, comenta Alexandre Fleck, que permanece como presidente da M2M Solutions.

As soluções da M2M Solutions também poderão ser aplicadas em outros países da América Latina, onde a SONDA atua. “A tecnologia e o conhecimento da M2M Solutions complementam o nosso portfólio de soluções e ampliam as possibilidades de atuação no mercado, tanto no Brasil como em outros países da América Latina. Esta aquisição é uma oportunidade para acelerar o crescimento de nossas soluções de transporte e mobilidade urbana no Brasil”, explica Affonso Nina, CEO do grupo SONDA no Brasil.

Cerca de 50% dos brasileiros se arriscariam em uma nova profissão na cidade de São Paulo

Cidade dos sonhos, terra da oportunidade, a cidade que nunca dorme, locomotiva do Brasil. Com certeza você já ouviu uma dessas expressões sobre São Paulo, cidade que completa 465 anos nesta sexta-feira (25). Segundo dados levantados pela Catho, com mais de 8 mil respondentes, 49,7% das pessoas se arriscariam em uma nova profissão na cidade.

Com mais de 12 milhões de habitantes, São Paulo é considerada a maior capital econômica do país e uma das maiores megacidades do mundo. Provavelmente por esse motivo, se aventurar em uma carreira profissional na metrópole ainda se confirme como desejo de muitos brasileiros. Exercer uma função de nível hierárquico menor também não seria um problema para os profissionais, segundo dados da pesquisa, 57,5% aceitariam a proposta de emprego abaixo do cargo desejado apenas para estar na cidade.

Para Fabrício Kuriki, gerente de BI da Catho, por ser muito visada e constantemente noticiada, São Paulo é memorizada como uma cidade de sucesso. “As pessoas são bombardeadas pelos mais diversos tipo de informações todos os dias. Vemos constantemente a cidade sendo pautada nos noticiários, seja pelas oportunidades de emprego em suas mais diversas áreas, seja pelos acontecimentos culturais, como shows e exposições”, afirma o gestor.

Dentre os principais motivos que motivam a mudança dos brasileiros à capital: 54% afirmam que viriam diante de uma proposta de salário maior; 50% devido à oportunidade de crescimento de carreira; 15% exercendo cargo maior ao atual; 15% na condição de ser transferido pela empresa, e 10% viria na mesma condição que possui atualmente.

Resoluções de ano novo: como fazer um bom plano de carreira para 2019

Erro comum, profissionais não planejam o futuro e se tornam passivos em suas carreiras; Veja quatro passos para definir seus objetivos para o próximo ano

Um novo ano se aproxima e, com ele, surgem dúvidas e questionamentos sobre nossa vida, como o que desejamos manter e o que queremos mudar nos próximos meses – inclusive profissionalmente.

Passo essencial, o plano de carreira é o guia da vida profissional e torna muito mais simples fazer escolhas boas e conscientes ao longo da carreira. Porém, muitas pessoas deixam seu futuro nas mãos do gestor ou do RH da empresa. “Esse é um erro muito comum e os profissionais acabam à deriva. Na verdade, a única pessoa responsável pela sua carreira é você mesmo”, orienta Ricardo Fazanaro, gerente de carreira da Randstad.

Papel e caneta na mão? Então confira os quatro passos listados pelo executivo para definir seu planejamento e comece 2019 com o pé direito na profissão.

1. Defina seu propósito de carreira

Esta etapa é fundamental, mas muitas pessoas acabam pulando. O propósito da carreira ajudará a guiar seus passos e aplicar filtros durante toda a sua trajetória, avaliando eventuais oportunidades com olhar crítico de quem você é como profissional. Seu propósito pode ser apenas pessoal, como virar gerente, ou social, como contribuir para a melhoria da sociedade.

2. Elenque os cargos pelos quais quer passar

Qual é o cargo máximo que você quer chegar? Quer empreender? Quais são os feitos que você deseja alcançar na sua trajetória? Essas perguntas são importantes para que você tenha um alvo, uma meta a perseguir. Definido o objetivo máximo, liste quais são os cargos, projetos e etapas intermediárias, com seus respectivos períodos. Ex.: quero ser diretor em 4 anos.

3. Saiba qual será sua estratégia

Uma vez que você já sabe quais são as etapas que precisará percorrer, é momento de traçar sua estratégia. Avalie quais são os cursos, idiomas e habilidades que você precisará alcançar em cada momento de sua carreira. A partir do prazo definido, você também definirá a intensidade e urgência de cada um desses itens.

4. Avalie a importância do equilíbrio entre vida pessoal e profissional

Quando não fazemos essa avaliação, podemos ser pegos de surpresa ou nos arrepender tarde demais. Reflita sobre suas metas pessoais e o estilo de vida que deseja ter. Assim, conseguirá encontrar o meio termo ideal entre vida profissional e pessoal, além de definir quais são os sacrifícios que está disposto a fazer em cada momento da carreira.

Tags, ,

Blockchain vai turbinar o supply chain global até 2025

Um novo relatório do Instituto de Pesquisa Capgemini revela que o blockchain pode se tornar onipresente até 2025, entrando nos negócios tradicionais e apoiando práticas de supply chain em todo o mundo. Por meio de investimentos e parcerias, a tecnologia distribuída dominará o setor de manufatura, bem como as áreas de produtos de consumo e o varejo, trazendo uma nova era de transparência e confiança.

O relatório “Does Blockchain Hold the Key to a New Age of Supply Chain Transparency and Trust?” (em tradução livre, “O Blockchain tem a Chave para Uma Nova Era de Transparência e Confiança na Cadeia de Suprimentos?”) fornece uma visão abrangente dos negócios e geografias que estão pavimentando sua migração para blockchain e prevê que a tecnologia se tornará mainstream na prática de supply chain até 2025. Atualmente, apenas 3% das organizações que estão investindo em blockchain o fazem em escala e 10% têm um projeto-piloto implementado, com os restantes 87% dos entrevistados relatando estar nos estágios iniciais no uso da tecnologia.

O Reino Unido (22%) e a França (17%) lideram atualmente com a implementação em escala e pilotos de blockchain na Europa, enquanto os Estados Unidos (18%) são líderes em termos de financiamento de iniciativas da prática. Estes precursores estão otimistas quanto ao potencial da tecnologia, com mais de 60% deles acreditando que blockchain está transformando a maneira como eles colaboram com seus parceiros.

O estudo também apontou que a redução de custos (89%), a rastreabilidade aprimorada (81%) e a transparência aprimorada (79%) são os três principais impulsionadores dos atuais investimentos em blockchain. Além disso, a tecnologia permite que as informações sejam entregues com segurança, rapidez e transparência, e pode ser aplicada as funções críticas de supply chain, do acompanhamento a produção passando pelo monitoramento das cadeias de alimentos e a garantia da conformidade regulatória. Entusiasmados pelos resultados que estão vendo, os precursores identificados no estudo devem aumentar seu investimento em blockchain em 30% nos próximos 3 anos.

Apesar do otimismo em torno das implementações de blockchain, permanecem as preocupações em torno de estabelecer um retorno claro sobre o investimento e as barreiras de interoperabilidade entre os parceiros de supply chain. A maioria (92%) dos precursores aponta que estabelecer o ROI é o maior desafio para a adoção, e 80% citam a interoperabilidade com os sistemas legados como um grande desafio operacional. Além disso, 82% apontam para a segurança das transações como inibidor na adoção pelos parceiros de seus aplicativos blockchain, prejudicando o status da tecnologia como uma prática segura.

Sudhir Pai, CTO para Serviços Financeiros da Capgemini, disse: “Existem alguns casos de uso realmente interessantes no mercado que estão mostrando os benefícios do blockchain para melhorar o supply chain, no entanto, a tecnologia não é a “bala de prata” para solucionar todas as questões da cadeia de fornecimento de uma organização. O ROI da blockchain ainda não foi quantificado, e os modelos e processos de negócios precisarão ser redesenhados para sua adoção. Parcerias eficazes são necessárias em toda a cadeia de suprimentos para construir uma estratégia de blockchain baseada em ecossistemas, integrada com implementações de tecnologia mais ampla, para garantir que ela possa realizar seu potencial”.

Em um relatório anterior, realizado no início deste ano com a Universidade de Tecnologia de Swinburne, na Austrália, a Capgemini descobriu que a experimentação em blockchain atingirá seu ápice em 2020, quando as organizações puderem explorar provas de conceito e se desdobrarem com as Fintechs. De acordo com o relatório, a transformação do blockchain irá amadurecer em 2025, quando as organizações realizarem a transformação e a integração das empresas, estabelecendo políticas para privacidade e gerenciamento de dados.

O professor Aleks Subic, vice-reitor de Pesquisa e Desenvolvimento da Universidade de Tecnologia de Swinburne, disse: “As organizações confiam na tecnologia blockchain para resolver questões importantes e criar novas oportunidades de negócios, e isso dá credibilidade ao ecossistema digital em toda a supply chain. Acreditamos que a tecnologia blockchain desempenhará um papel integral na transformação digital dos canais da cadeia de suprimentos para uma ampla gama de indústrias no futuro próximo”.

Apesar das barreiras enfrentadas pelo blockchain hoje, as organizações estão tentando impulsionar uma adoção mais ampla agora, enquanto a tecnologia está em seu estágio inicial. Um exemplo é a Mobility Open Blockchain Initiative (MOBI), consórcio formado por um grupo de empresas de automóveis e de tecnologia focadas em fazer com que as montadoras atribuam identidades digitais aos veículos para que carros e sistemas possam transacionar entre si.

Casos atuais de uso da indústria
O relatório do Capgemini Research Institute identificou 24 casos de uso de blockchain, variando de negociação de créditos de carbono a gerenciamento de contratos com fornecedores e prevenção de produtos falsificados. A Capgemini aplicou esses casos de uso ao varejo, manufatura e produtos de consumo, descobrindo que o blockchain pode ser e está sendo usado para rastrear a produção, a procedência e o inventário de contratos, produtos e serviços. O relatório destaca que as organizações de produtos de consumo concentram-se principalmente no rastreamento e identificação de produtos, com a Nestlé, a Unilever e a Tyson Foods implementando testes de blockchain. Os varejistas estão focados nos mercados digitais e na prevenção de falsificações, com empresas como a Starbucks investindo em testes da tecnologia. Mais criticamente, a blockchain pode proteger o fornecimento de alimentos, rastreando alimentos do campo ao garfo, para impedir a contaminação ou recalls de produtos.

Sudhir Pai conclui: “Nosso estudo ressalta o potencial do blockchain, mas também mostra que atualmente existem poucas implementações em larga escala da tecnologia e claras barreiras à adoção. As empresas devem usar nossa análise das organizações precursoras para entender como a blockchain é viável para elas, fortalecendo seu programa e transformando o hype em realidade”.

Metodologia de Pesquisa

O Instituto de Pesquisa Capgemini entrevistou cerca de 450 organizações nas quais a implementação do blockchain está em andamento em sua cadeia de fornecimento como uma prova de conceito, piloto ou em escala. A pesquisa investigou a abordagem ao blockchain, as aplicações que eles estão implementando e os desafios que estão enfrentando na ampliação de suas iniciativas. Os entrevistados foram escolhidos entre os setores de produtos de consumo, varejo e manufatura.

Tags, , ,

Google Cloud e SAP lançam concurso global de empreendedorismo social

Economia Circular 2030 busca projetos originais que beneficiem qualquer aspecto da economia global com base nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU

O Google Cloud e a SAP anunciaram hoje, 23, durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, um concurso global de empreendedorismo social, com o objetivo de impulsionar o crescimento econômico de forma sustentável. A competição, chamada de Economia Circular 2030, estimula os participantes a tirar o máximo proveito de tecnologias para criar projetos inovadores para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU) até 2030.

A parceria estratégica faz parte do engajamento de Google Cloud e SAP para solucionar desafios globais atuais, incluindo aqueles relacionados à pobreza, desigualdade, clima, degradação ambiental, prosperidade, paz e justiça.

Podem participar do concurso empreendedores sociais, ONGs, organizações sem fins lucrativos ou voltadas para a área social, além de associações comunitárias. Os candidatos devem ser maiores de 18 anos e enviar, entre 22 de janeiro e 17 de março, propostas que ajudem a gerar receita para a produção e o consumo responsáveis, com o apoio de soluções Google Cloud e SAP. As inscrições devem ser feitas por meio do site oficial.

Após a seleção, cinco semifinalistas serão convidados para o Google Cloud Next, principal evento anual de computação em nuvem do Google, que acontece entre 9 e 11 de abril, em San Francisco (EUA). Na ocasião, os participantes poderão aprender como usar soluções de computação em nuvem em seus projetos diretamente com nossos especialistas. Os semifinalistas também participarão de um hackathon para colocar em prática os conhecimentos adquiridos ao longo do evento.

O grande vencedor do concurso Economia Circular 2030 será anunciado durante o evento SAP Sapphire, que será realizado entre os dias 7 e 9 de maio, em Orlando (EUA). Ele será premiado com US$ 200 mil, além da participação no Bootcamp do Google Cloud for Startups. Os outro quatro finalistas receberão um prêmio de US$ 50 mil e mentoria individual com profissionais do Google Cloud e SAP.

Inteligência artificial e a economia circular

A Fundação Ellen MacArthur e o Google, com o apoio da McKinsey, produziram um paper para explicar sobre como a inteligência artificial pode acelerar a transição para uma economia circular.

O estudo é baseado em mais de 40 entrevistas com especialistas e apresenta os primeiros insights sobre como a inteligência artificial pode ser aplicada para gerar uma economia circular em escala. O estudo avalia duas cadeias de valor, alimentos e agricultura, além de eletrônicos. Para a primeira cadeia, a estimativa é de que a IA possa gerar US$ 127 bilhões por ano em 2030; para a segunda, a oportunidade gira em torno de US$ 90 bilhões por ano.

O que é economia circular?

A economia circular é um tipo de economia em que o crescimento é gradualmente separado do consumo de recursos finitos. Seus princípios incluem projetar soluções para lixo e poluição, manter produtos e materiais em uso e regenerar sistemas naturais.

O que é inteligência artificial?

A inteligência artificial (IA) lida com modelos e sistemas que desempenham funções geralmente associadas com a inteligência humana, como raciocinar e aprender. Como uma das principais tendências, a IA deve adicionar US$ 13 trilhões em atividade econômica em todo o mundo até 2030.

Tags, , , , ,

Brasileiros integram debate sobre criptomoedas no Fórum Econômico Mundial

Nesta semana acontece o Fórum Econômico Mundial na Suíça. Para esta edição, uma programação destinada às criptomoedas foi estruturada no dia 24 de janeiro (quinta-feira), das 11h às 14h. Trata-se do Crypto Winter in Davos, painel que reunirá diversos especialistas na área, entre eles Eduardo Carvalho e Fábio Asdurian, brasileiros que representarão o avanço do segmento.

Idealizadores de dois projetos estruturados com apoio do Governo Suíço, os empreendedores encabeçam as empresas Dynasty e Ampere. A primeira é uma criptomoeda com lastro no mercado imobiliário, que almeja se tornar o primeiro ativo digital regularizado no mundo. Já a Ampere segue também o conceito de moeda digital segura e legalizada, explorando energias renováveis como lastro. “Ficamos lisonjeados em sermos os únicos brasileiros entre as instituições selecionadas pelo Consulado Suíço para ir ao evento”, entusiasma-se Carvalho.

O calendário de debates trará alguns temas importantes do universo das criptomoedas, entre eles o potencial tecnológico, a segurança e os ambientes regulatórios. “A idealização desta programação sobre criptomoedas no Fórum só comprova o quanto esta inovação ganhou notoriedade. Quando líderes mundiais se reúnem para analisar as movimentações dos ativos digitais, significa que suas nações estão se preparando para esta evolução do mercado financeiro”, complementa Asdurian.

“O Fórum Econômico Mundial reúne diversas personalidades para pensarem conjuntamente no futuro da economia global. Neste cenário, resolvemos abordar sobre Blockchain e novas tecnologias vindas de fintechs, setores onde a Suíça se destaca. Convidamos players importantes para participar e selecionamos a Dynasty, por ser uma das primeiras criptomoedas sediadas em território suíço, e em processo de regularização”, diz Bruno Aloi, Business Develop Manager do Consulado Suíço no Brasil.

As outras empresas convidadas pelo Consulado Suíço são: F10, uma aceleradora de Zürich e a Interlock Ledger, uma desenvolvedora da plataforma blockchain.

O Fórum Econômico Mundial acontece anualmente na cidade de Davos, nos Alpes Suíços. O evento contará com a participação de chefes e membros de mais de 100 governos, além de executivos de empresas globais e de organizações não-governamentais. Parte da programação será transmitida online, no site oficial (em inglês): www.weforum.org

Confira a programação completa do painel Crypto Winter in Davos:

11h – Abertura

11h05 – Roda de debates: A abordagem suíça

11h15 – Palestra: A Gênese do Crypto Valley – Por que a Suíça está pavimentando o caminho em um mundo descentralizado?

11h30 – Ranking: Revelando as maiores companhias desenvolvedoras da tecnologia Blockchain no Crypto Valley

11h40 – Palestra: Iniciando o Crypto Spring – Como a Suíça está possibilitando a próxima fase de crescimento do Blockchain

12h10 – Palestra: O quão segura é a tecnologia Blockchain?

12h25 – Palestra: Como os bancos desafiadores estão moldando o futuro das finanças (sem a tecnologia Blockchain)

12h35 – Almoço de Networking

Tags, , ,

Sistema Grátis busca parceria com técnicos de informática e oferece renda recorrente

O prestador de serviços de informática para pequenas e médias empresas pode ganhar uma nova via rentável a partir de agora. O Sistema Grátis busca fechar parceria com técnicos de informática para aumentar a comercialização do Sistema de Gestão e, com isso, gerar uma comissão para o profissional.

O objetivo da proposta do Sistema Grátis é incentivar que o técnico de informática ofereça o ERP para os seus clientes. Isso porque muitas empresas não usam ainda um sistema de gestão e precisam de ajuda em tarefas simples como organização de orçamentos, entrada e saída de caixa, emissão de notas fiscais, entre outras.

Para o diretor do Sistema Grátis, Robinson Idalgo, o técnico de informática é o intermediário ideal para consolidar essa nova abordagem de comercialização do negócio. “A função faz com que cliente e prestador de serviço estejam sempre discutindo o que é melhor para a empresa, quais são os equipamentos, tamanho de rede e sistemas que contribuem para que a área de tecnologia da companhia funcione sem falhas”, explica. “O profissional, então, tem a credibilidade necessária para indicar a ferramenta, acessada pela internet, e os módulos mais indicados para cada cliente”.

Ao fechar a parceira, a equipe do Sistema Grátis apresenta uma breve explicação sobre o ERP ao técnico de informática, que inclusive poderá testá-lo. Na proposta, a empresa sugere uma renda mensal de 10% do valor que é proposto à empresa cliente, partindo da contratação de módulos em que não há gratuidade.

Vale lembrar que o Sistema Grátis tem módulos para finanças, controle de vendas, orçamento e emissão de recibos e notas. Tudo é acessado pela nuvem, portanto, de maneira informatizada e em uma única plataforma. O Sistema Grátis tem forte atuação no varejo e serviços.

“Sabemos que o técnico de informática é um prestador de serviço essencial para pequenas e médias empresas e temos uma ferramenta muito eficiente que pode ser associada a esse trabalho, já reconhecidamente importante. É uma parceria que traz benefícios para todos”, comenta Robinson.

Para os interessados em participar da parceria e saber como funciona, veja mais no link: http://parceiros.sistemagratis.com.br/ebook-tecnico-de-informatica

Tags, ,

Fintech Neon abre mais de 60 vagas para diversas áreas

A Neon Pagamentos, fintech que tem como propósito simplificar a vida financeira das pessoas, está em busca de mais de 60 novos profissionais de diversas áreas para integrar a empresa. Criada em 2016, a startup planeja uma forte expansão da equipe em 2019, alinhada à seniorização de sua gestão.

No total, são 63 posições abertas para as áreas de Tecnologia, Metodologia Ágil, Produto, Cadastro e Business Inteligence, entre outras. As vagas estão disponibilizadas na plataforma de recrutamento Gupy. Com quase 200 funcionários, a Neon Pagamentos vai aumentar significativamente seu quadro de funcionários para continuar a melhorar os produtos oferecidos e acelerar o desenvolvimento de novos, fortalecendo ainda mais um de seus principais diferenciais: o atendimento ao cliente.

Para 2019, a startup pretende crescer em ritmo acelerado e oferecer novos produtos que facilitem ainda mais a vida de seus clientes, conta Adriano Lima, sócio da Neon e líder da área de Pessoas e de Customer Experience. “Vamos focar na atração de colaboradores que sejam a cara da Neon, no desenvolvimento da equipe interna e no fortalecimento da nossa cultura. No próximo mês, vamos lançar o programa de indicação de candidatos externos, o ‘Indicaê’ e o programa de desenvolvimento interno, o ‘Decola’. Esses nomes foram escolhidos pelos próprios funcionários, para que eles façam parte do projeto desde o começo”, diz Adriano.

O ano de 2018 foi movimentado para a Neon. A startup recebeu um aporte Série A de R$ 72 milhões, saltou de 110 funcionários em janeiro para 190, em dezembro, e inaugurou uma nova sede. Entre os principais lançamentos de serviços, estão o cartão de crédito e a conta Neon Pejota, voltada para pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs).

Para saber mais sobre as vagas disponíveis e se candidatar, acesse: http://neon.gupy.io/

Tags, , ,

Gartner anuncia agenda de eventos para o Brasil em 2019

O Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia seu calendário de eventos para o Brasil em 2019. Na agenda, estão programadas três conferências programadas para os meses de abril (Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud), de maio (Gartner Data & Analytics) e de agosto (Gartner Segurança e Gestão de Riscos), além do tradicional IT Symposium/Xpo, o maior e mais importante evento de tecnologia do Brasil e que acontecerá em outubro.

As conferências antecipam tendências de tecnologia para um público qualificado, com poder de decisão e formado por executivos estratégicos de TI e CIOs (Chief Information Officers). Os eventos irão acontecer no WTC Sheraton Hotel (SP) e estão programados para permitir aos participantes acesso a apresentações especiais de analistas do Gartner, além de pesquisas inéditas, workshops, casos de sucesso e oportunidade de interação e de troca de experiências. O público também poderá assistir a debates em mesas-redondas e sessões práticas que apresentam ideias inéditas para o mercado de TI. Os eventos do Gartner apresentam ainda oportunidades únicas de networking, interação para desenvolvimento de negócios e possibilidade de agendamento de reuniões particulares com analistas do Gartner para obtenção de conselhos práticos sobre os desafios específicos de cada empresa.

Até 23 de março, as inscrições para a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud estão com desconto de R$ 550,00. Há preços diferenciados para profissionais do setor público e descontos para grupos. Interessados devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil

Confira a agenda programada pelo Gartner para 2019:

– Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud – Dias 24 e 25 de abril

– Conferência Gartner Data & Analytics – Dias 29 e 30 de maio

– Conferência Gartner Segurança e Gestão de Riscos – Dias 13 e 14 de agosto

– Gartner IT Symposium/Xpo – De 28 a 31 de outubro

Programe-se para participar das conferências do Gartner:

Acesse a programação completa em http://www.gartner.com/events/calendar/.

Tags, , ,

Estudo Dell Technologies: apenas 6% das empresas brasileiras já têm a transformação digital enraizada no negócio

A Dell Technologies – uma família única de negócios que fornece a infraestrutura essencial para as organizações construírem o futuro digital, transformarem a TI e protegerem as informações – mapeou, em parceria com a Intel, o progresso da Transformação Digital de empresas de médio e grande porte em 42 países, incluindo o Brasil. O levantamento, Índice de Transformação Digital da Dell Technologies (DT index), mostra que apenas 6% das empresas brasileiras podem ser consideradas como líderes digitais, ou seja, já têm a digitalização enraizada no negócio.

O DT index aponta o progresso da transformação digital das empresas consultadas e examina as expectativas e medos digitais dos líderes empresariais nos próximos cinco anos. O estudo revela que 14% dos profissionais brasileiros acreditam que sua organização vai se esforçar para atender às demandas dos clientes, enquanto 26% dos respondentes temem que suas empresas sejam ultrapassadas pela concorrência.

As empresas foram classificadas com base no desempenho percebido em quatro áreas: incorporação dos principais atributos de um negócio digital, estratégia de TI existente, estratégia de transformação da força de trabalho e investimentos planejados para os próximos cinco anos.

Embora apenas 6% das empresas brasileiras possam ser consideradas líderes digitais, o estudo mostra que a maior parte das empresas brasileiras (70%) já contam com planejamento e investimentos para digitalizar os negócios, sendo que 37% contam com um plano digital maduro e investimentos em inovação, enquanto 33% investem de forma gradual e com maior cautela. Na contra-mão, o índice de transformação digital também revela que muitas empresas ainda se movem muito lentamente (22%) ou nem sequer tem um plano digital em vigor (2%).

“Nos próximos anos, o ecossistema digital orientado por dados vem ganhando força e a expectativa é que cada vez mais empresas concentrem seus esforços nos processos de digitalização. Com isso, a necessidade da digitalização é cada dia mais mandatória para que as empresas permaneçam competitivas em seus respectivos mercados, que inclui a capacidade da empresa de seguir inovando e se diferenciando da concorrência”, explica Luis Gonçalves, vice-presidente Sênior e Gerente Geral da Dell EMC Brasil. “A era digital chegou e está reformulando a forma como vivemos, trabalhamos e conduzimos negócios. O que significa que o tempo é essencial. A transformação genuína precisa acontecer agora e precisa de ser radical”, completa.

Entre os decisores brasileiros, o DT Index identificou que 86% dos respondentes apontaram grandes barreiras para avançar em seus processos de digitalização, destacando entre os desafios:

1. Regulamentação ou mudanças nas leis (33%)

2. Preocupações com privacidade e cibersegurança (31%)

3. Sobrecarga de informação (30%)

4. Fraca governança digital e estrutura (26%)

5. Falta dos conjuntos de habilidades e conhecimentos internos adequados (24%)

Essas barreiras estão dificultando os esforços de transformação digital. Por exemplo, 82% dos líderes empresariais brasileiros acreditam que as iniciativas devem ser mais difundidas em toda a organização (em comparação com 76,3% em 2016). Apenas 15% acreditam fortemente que estarão na posição de incomodar em vez de serem incomodados pela concorrência, em cinco anos.

Investimentos atuais e futuros

A pesquisa indica que as empresas estão tomando medidas para superar suas barreiras, juntamente com a ameaça de serem superadas por concorrentes mais ágeis e inovadores. Embora o progresso nessas áreas não seja tão regular como o esperado, podemos observar que:

· 70% se esforça para desenvolver internamente os conjuntos de habilidades e os conhecimentos adequados, como o ensino de programação, por exemplo (em 2016 era 35,3%)

· 67% das empresas brasileiras já utilizam tecnologias digitais para acelerar o desenvolvimento de novos produtos / serviços (em 2016 eram 63,3%)

· 67% das empresas empregam medidas de segurança e privacidade em todos os dispositivos, aplicativos e algoritmos (em 2016 eram 50,3%)

· 63% de compartilhamento de conhecimento entre funções, equipando os líderes de TI com habilidades de negócios e líderes de negócios com habilidades de TI (em 2016 eram 27,7%)

· 53% já adotaram o desenvolvimento ágil (em 2016 eram 42,7%)

As empresas também estão se voltando para tecnologias emergentes e soluções de cibersegurança para possibilitar e proteger a Transformação Digital. Para os próximos 3 anos, os executivos brasileiros sinalizam investimentos em:

· 62% multi-cloud

· 61% cibersegurança

· 57% tecnologias de Internet das Coisas (IoT)

· 55% Inteligência Artificial

· 48% abordagem de computação centrada

· 43% tecnologia em Flash

Um número menor de empresas está planejando experimentar outras tecnologias emergentes, com 43% em realidade virtual e/ou aumentada (VR/AR), 38% sinalizando investimentos em blockchain e 25% em computação quântica.

O Estudo

A pesquisa, patrocinada pela Dell Technologies em parceria com a Intel, foi realizada pela Vanson Bourne no segundo semestre de 2018 e é uma atualização do mapeamento feito em 2016. Nesta edição foram entrevistados profissionais de 100 empresas líderes no Brasil, de médio e grande porte, para avaliar o posicionamento de suas organizações no Índice de Transformação Digital da Dell Technologies. A Vanson Bourne classificou os esforços de negócios digitais das empresas examinando sua estratégia de TI, as iniciativas de transformação da força de trabalho e o desempenho percebido em relação a um conjunto central de atributos de negócios digitais. Os resultados globais (com base em 4.600 entrevistados de 42 países) serão divulgados ao longo de 2019.

Tecnologia automatizada será a tendência de cloud service em 2019, segundo Claranet

A automatização de tecnologias como o machine learning e a inteligência artificial será a grande tendência do mercado de cloud service em 2019. É esta a aposta da Claranet, provedora de serviços gerenciáveis de TI, presente no Brasil desde 2016 por meio da aquisição da CredibilIT.

Com um mercado extremamente aquecido, tem se tornado cada vez mais comum que empresas reconheçam a importância de investir em inovação tecnológica para garantir uma melhor experiência dos clientes, além de entenderem como uma jornada de migração para a nuvem acontece de forma mais ágil e eficiente.

Leonardo Piva, Head of Sales da Claranet Brasil, afirma que “Algumas empresas prestadoras de serviços e varejistas online já estão de olho neste movimento criando assistentes virtuais para auxiliar seus clientes e ‘robôs’ atendentes para esclarecer de forma mais rápida e com custo reduzido as dúvidas dos seus consumidores – e esta tendência só tende a aumentar”.

De fato, existe uma revolução batendo à porta no sentido de transferir sistemas inteiros para a nuvem. Executivos de diversas empresas estão atentos a fatores como rentabilidade, maior taxa de produtividade de seus times e um ambiente mais dinâmico e colaborativo como os principais ganhos para aderir ao cloud computing.

Prova disso é que, segundo uma pesquisa da consultoria Frost & Sullivan com executivos e líderes de TI, 36% deles afirmam estar instigados a se atualizar devido a novos concorrentes que se mostram mais modernos. Para 27% deste grupo que aposta em mudanças, a necessidade de digitalização do seu negócio é o principal fator em questão. Outros 18% afirmam querer se digitalizar para atender novos modelos de mercado e 12% pretendem se modernizar pois trabalham com serviços que são, na verdade, produtos (como 99 e Yellow, por exemplo).

Neste cenário, é fundamental que as empresas que investem em projetos de TI não apenas se automatizem, mas também criem um ambiente adequado para que sistemas inteligentes operem de forma completa, com as devidas regras de funcionamento pré-estabelecidas.

Conforme aumenta o interesse de grandes empresas por soluções em cloud service, surgem novos desafios para garantir que seus dados armazenados em nuvem estejam seguros. No entanto, Piva garante: “Hoje, boa parte dos líderes em TI já têm a consciência de que ter seus dados na nuvem é mais seguro do que no seu próprio datacenter. Conseguimos finalmente quebrar o mito de que a nuvem não oferecia segurança suficiente para nossos clientes, com crenças do tipo ‘Google vai ter acesso a todos os meus dados’.

85% dos brasileiros resolvem pendências nas férias; conheça 5 dicas para fugir dessa estatística

Por Luana Marley , assessora de Carreira da Catho

Depois de um ano intenso de trabalho, as tão desejadas férias chegam. Mas afinal, 30 dias de pausa são suficientes para descansar? Segundo a pesquisa “Férias Marcadas”, realizada pela consultoria global Northstar e encomendada pela Expedia, 85% dos brasileiros afirmam que não. Isso porque os trabalhadores escolhem o período de relaxamento para resolverem pendências pessoais. A assessora de Carreira da Catho, Luana Marley, listou abaixo 5 dicas valiosas para conseguir se desligar do trabalho durante as férias e de fato aproveitar!

1. Planeje com antecedência

Calendário de ajustes até para descansar? Sim. E se possível, tente agendar suas férias com no mínimo 6 meses de antecedência. Além de ser um intervalo seguro para se organizar financeiramente, também o ajudará no planejamento de suas atividades profissionais.

2. Utilize as férias para descansar

Pintar a casa? Passar horas no banco resolvendo problemas? Nada disso! É muito comum profissionais utilizarem seu período de férias para realizar alguma meta pessoal, como um curso ou até mesmo reformar a casa. É importante não tornar essa medida recorrente, e se for necessário, não utilizar todo o período desta forma. É preciso se permitir desligar de processos tensos e burocráticos e ter de verdade um período de descanso.

3. Seja organizado

Para não correr o risco de passar as férias na praia mas com a cabeça no escritório, nada como uma boa organização profissional. Antes de sair de férias, compartilhe seu cronograma de atividades e todas as demandas que deverão ser realizadas na sua ausência. Com a segurança de que as coisas estão em andamento, ficará muito mais fácil se desligar do trabalho.

4. Desconecte-se

Redes sociais, e-mails, grupos e mais grupos em aplicativos de mensagens para falar de trabalho. Muitas vezes no período de férias, inevitavelmente, acabamos acompanhando os problemas e rotinas. Permita-se sair dessas redes em seu período de descanso, você pode ficar à disposição no privado caso algo urgente aconteça, mas pode sair dos grupos e retornar quando seu período de férias acabar. Não se esqueça de deixar a mensagem automática de férias em seu e-mail, para que as pessoas saibam quem devem procurar.

5. Mude sua rotina

Desligar o despertador, esquecer um pouco o celular, experimentar novos hobbies, visitar novos lugares. Tudo isso lhe permitirá se desligar da rotina acelerada que temos diariamente. Seguindo esses passos, no momento de retorno ao trabalho, terá certeza de que estará renovado para mais um ciclo profissional.

Intermodal South America puxa retomada de negócios no setor logístico

Tradicional ponto de encontro dos setores logístico, de transporte de cargas e de comércio exterior, a Intermodal South America, o maior evento dedicado a estes mercados na América Latina, chega a mais uma edição. Reconhecida por antecipar as principais tendências para todos os elos da cadeia logística e por estimular novos negócios no setor, a feira é vista como um termômetro para o desenvolvimento constante dos segmentos que congrega e por isso atrai, cada vez mais, a presença de executivos e tomadores de decisão ao seu hall de visitantes.

Dados da Informa, promotora e organizadora do evento, revelam o aumento da qualificação do público na Intermodal. No comparativo das duas últimas edições da feira, por exemplo, a participação desses profissionais cresceu cerca de 10%, o que indica que o mercado em geral vem recuperando gradativamente a confiança na economia do País e, consequentemente, no potencial de negócios do setor. De 2017 para 2018, houve alta na presença de gerentes (+ 4%), de diretores (+ 2%), de coordenadores e supervisores (+ 2%) e de presidentes, CEO’s e diretores gerais (+ 1%), dos mais diferentes setores, no evento.

“Estamos sempre buscando inovar e surpreender o público – expositor ou visitante -, adequando a Intermodal às expectativas e necessidades do setor, trazendo para o evento o que há de melhor no mercado, tanto em termos de produtos e serviços quanto em questão de conteúdo, e oferecendo diferenciais competitivos únicos. São iniciativas como essas que nos colocam à frente e explicam essa maior qualificação dos profissionais que visitam a feira. Aliás, esperamos que em 2019 possamos repetir o sucesso das edições anteriores, colaborando novamente para o êxito dos negócios das marcas que estão conosco em mais uma edição”, afirma a gerente geral do portfólio de infraestrutura da Informa, Márcia Gonçalves.

Entre todos os segmentos que marcam presença na feira, destacam-se o de transportes, logística e armazenagem, que também apresentaram crescimento no número de profissionais que visitam o evento. Em 2017, 26% do público visitante pertencia a este mercado, enquanto em 2018 chegou a 33%, alta de 7%. Na sequência, vêm os representantes dos embarcadores de carga (dos mais diversos segmentos industriais), com 31%; das empresas de importação e exportação, com 15%; de serviços (8%) e de consultoria (4%), resultando na circulação de mais de 33 mil profissionais no evento, do mundo inteiro. 60% deles são provenientes de países da América do Sul, 14% da Europa, 10% da América do Norte, 9% da Ásia, 6% da América Central e 1% da África.

Para apresentar o que há de mais moderno no Brasil e no mundo em produtos, serviços e soluções para todos eles, a Intermodal reúne, em três dias de evento, mais de 400 marcas expositoras, de 22 países, em São Paulo (SP), de 19 a 21 de março. São companhias especializadas nos mais diversos segmentos, como: agentes de cargas, aeroportos, condomínios logísticos, companhias aéreas, freight forwarders, operadores logísticos, portos e terminais, além de empresas ferroviárias, marítimas e rodoviárias, e de desenvolvedoras e fornecedoras de inovações e novas tecnologias.

Encontro Metroferroviário – Pela primeira vez, os visitantes da Intermodal poderão acompanhar também, de forma simultânea, as últimas novidades do setor metroferroviário sul-americano, já que o São Paulo Expo sediará também a maior feira do continente dedicada a este mercado, a NT Expo – Negócios nos Trilhos.

25ª Intermodal South America

Data: 19 a 21 de março

Horário: Das 13 às 21 horas

Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo – SP