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Empresas líderes na adoção de tecnologias crescem duas vezes mais, aponta estudo da Accenture

 

Novos dados do estudo Future Systems conduzido pela Accenture (NYSE: ACN) apontam o impacto da estratégia em investimentos em tecnologias nos resultados dos negócios. O levantamento revela a associação entre a forma de implementação de soluções tecnológicas e o desempenho financeiro das empresas. Entre as empresas mais bem avaliadas, foram identificadas semelhanças de cultura e de comportamento. Neste grupo, as taxas de crescimento de receitas chegam a ser mais que o dobro se comparadas com as empresas que tiveram baixo desempenho nos critérios de avaliação da pesquisa.

O estudo “Full Value. Full Stop. How to scale innovation and achieve full value with Future Systems” analisa como as companhias promovem escala para a inovação e de que forma essas ações influenciam no alcance do valor total dos investimentos em tecnologia. O Future Systems é a maior pesquisa corporativa de TI já realizada pela Accenture e traz dados sobre tecnologias maduras e emergentes, como inteligência artificial (IA), blockchain e realidade estendida nas empresas. Os grupos foram definidos de acordo com três aspectos: adoção tecnológica, profundidade da adoção tecnológica e nível de preparo organizacional e cultural. Para fins de análise, ao atribuir uma pontuação para cada um desses fatores, as empresas foram agrupadas entre “líderes” (10% principais) e no grupo “lanterna” (25% inferiores).

Considerados os indicadores de desempenho coletados a partir de 2015 e projetados até 2023, o estudo identificou a relação entre adoção tecnológica e valor alcançado, constatando que, entre os líderes, a receita cresce mais do que o dobro do que entre os últimos colocados. Além disso, apenas em 2018, as empresas nas últimas posições registraram 15% em perdas da receita anual e ainda devem perder em torno de 46% dos ganhos potenciais de receita até 2023 se não mudarem a forma como lidam com a tecnologia.

“Os executivos C-level de hoje já investem quantias significativas de capital em novas tecnologias, mas nem todas as empresas conseguem obter os benefícios da inovação resultante desses aportes”, explica Bhaskar Ghosh, diretor geral para Accenture Technology Services. “Competir na economia pós-digital de hoje, impulsionada por dados, significa que as organizações precisam de uma estratégia minuciosa em relação à adoção de tecnologias e de uma visão clara sobre como devem ser esses futuros sistemas em suas empresas. Nosso mais recente levantamento mostra que as empresas líderes da indústria no mundo estão investindo em sistemas sem fronteiras, adaptáveis e extremamente humanos a fim de maximizar a inovação, desempenho e valor dos negócios”.

No geral, executivos do grupo líder acreditam que o trabalho entre humanos e máquinas tem a capacidade de revelar o melhor em ambos, e que empresas e seus ecossistemas devem formar alianças complementares. Esta é a razão pela qual essas empresas estão motivadas a construir novos sistemas sem fronteiras, adaptáveis e humanos, definidos da seguinte forma:

• sem fronteiras: os sistemas sem fronteiras aproveitam os limites difusos — considerando a área de TI, entre empresas, e na relação entre humanos-máquinas — para criar novos espaços para o florescimento de ideias e parcerias.

• adaptáveis: sistemas adaptáveis são capazes de aprender, melhorar e se adaptar por si só, eliminando os conflitos que limitam o crescimento dos negócios e capacitando as pessoas para tomarem as melhores decisões de forma ágil.

• humanos: sistemas humanos conversam, ouvem, enxergam e compreendem exatamente como nós, reproduzindo a simplicidade das relações humanas para a interação entre pessoas e máquinas, criando as vantagens do futuro.

“O levantamento mostra que as organizações líderes estão melhorando seu quociente de tecnologia, transcendendo a ideia da delimitação de áreas de excelência dentro das empresas e usando estratégias para alcançar a transformação do negócio como um todo, a fim de maximizar o retorno de seus investimentos em tecnologias”, completa Ghosh.

O estudo Future Systems concluiu que as empresas líderes contam com uma mentalidade e abordagem distintas em relação à adoção tecnológica e à transformação organizacional. Há um contraste em relação aos últimos colocados da pesquisa. Mais especificamente, as empresas líderes estão:

• adotando tecnologias ágeis e flexíveis: entre as empresas no topo do ranking, 98% estão adotando tecnologias robustas como IA, contra apenas 42% das empresas no fim do ranking. As empresas líderes também estão usando soluções que possibilitam dissociação de dados, infraestrutura e aplicações. Na verdade, a adoção de tecnologias como DevSecOps, microsserviços e contêineres é consideravelmente maior entre as empresas líderes em comparação com as companhias do grupo lanterna: 97% contra 30%.

• apostando na computação em nuvem: os líderes também estão muito à frente quando o assunto é a adoção de tecnologias em nuvem como forma de alavancar efetivamente outras tecnologias, incluindo IA e analytics. Entre os líderes, 95% enxergam a nuvem como um catalisador da inovação, em comparação com apenas 30% do grupo de empresas nas últimas colocações.

• enxergando dados como um ativo da companhia: 90% das líderes tomam medidas para garantir o nível de qualidade dos seus dados, em vez de confiar em dados potencialmente não verificados ou tendenciosos. Entre os executivos à frente das empresas líderes, 94% afirmam que seus dados são confiáveis o suficiente para gerar mudanças nos negócios, em comparação com apenas 64% das companhias no grupo lanterna.

• gerenciando os investimentos em tecnologia em todas as áreas da empresa: as líderes apresentam um alinhamento melhor das áreas de negócios, derrubando de forma efetiva as barreiras entre TI e outros departamentos.

• investindo na qualificação: as empresas líderes estão usando três vezes mais a aprendizagem prática do que os últimos colocados do ranking: 73% contra 24%. A IA e analytics avançados são usados por 87% das líderes em áreas como aprendizado personalizado, previsão das necessidades de qualificação dos trabalhadores e correspondência dos requisitos de habilidades dos colaboradores com os módulos de treinamento. Entre os últimos colocados na pesquisa, este número chega a apenas 35%.

O novo capítulo do levantamento complementa os dados do estudo Future Systems lançado em 2018 e se baseia em uma pesquisa com mais de 8.300 organizações de 20 indústrias e 22 setores. O estudo foi desenvolvido para ajudar empresas a compreenderem como fechar a lacuna das metas de inovação (a diferença entre valor potencial e valor concretizado a partir dos investimentos em tecnologia).

Nuvemshop apresenta Luiz Piovesana como novo CMO

A Nuvemshop, líder de e-commerce na América Latina, anuncia Luiz Piovesana como novo Chief Marketing Officer (CMO) da companhia. A chegada do executivo acontece após recente remodelamento da marca, para liderar as equipes de Conteúdo, Geração de Demanda, Eventos e Marca no Brasil, Argentina e México.

A empresa tem como foco potencializar histórias de sucesso ao fomentar o e-commerce em toda a América Latina e a experiência do executivo irá colaborar com essa missão. “Estamos construindo um ecossistema de comércio eletrônico onde facilitamos a entrada de pequenas e médias empresas (PME) no mundo digital, conectando-as com marketplaces, meios de pagamento, frete, logística e ferramentas de gestão. Com toda a experiência do Luiz, aprimoraremos ainda mais esses atributos para nos estabelecermos como líderes indiscutíveis no mercado”, completa Santiago Sosa, fundador e CEO da empresa.

Luiz Piovesana é graduado em Engenharia de Controle e Automação pela Unicamp. Em sua trajetória, co-fundou e atuou como diretor de Marketing e Vendas na Empreendemia e como head de Marketing da Sensedia. Durante sua passagem pela última companhia, colaborou significativamente com seu crescimento e estratégia de internacionalização para América Latina e Europa. Além disso, foi professor convidado da pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas, lecionando disciplinas sobre ABM (Account-Based Marketing), estratégia e operações de Marketing.

“Minha trajetória dialoga muito com o propósito da Nuvemshop, que tem como objetivo impulsionar e empoderar PMEs em toda América Latina, pois acredito que desta forma, é possível manter a economia aquecida, gerando mais empregos e renda. Além disso, um fator fundamental para fortalecer este segmento é fornecer uma tecnologia de ponta a um custo acessível e afirmo isso por ter vindo do mundo de TI e saber do impacto que ela tem na sociedade. É fundamental entender a dor e a rotina dos varejistas brasileiros para criar um ecossistema cada vez mais assertivo e, sendo o primeiro C-level brasileiro à frente da operação, acredito que vou conseguir ajudar não só a expandir as nossas parcerias, mas também buscar aquelas que os nossos clientes mais precisam”, explica Piovesana.

GFT oferece 2 mil bolsas de estudo para cursos de programação em parceria com Digital Innovation One

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, e a Digital Innovation One, a maior plataforma brasileira gratuita de educação em tecnologia e programação, firmaram parceria para disponibilizar aproximadamente 2 mil bolsas de estudo em cursos voltados a tecnologia da informação.

A iniciativa é o pontapé inicial do processo seletivo para o START_UNI, programa de estágio com duração de até um ano da companhia alemã. Os 120 candidatos que tiverem melhor desempenho nos cursos, que contam com aulas em vídeo e exercícios práticos elaborados por especialistas do mercado de desenvolvimento front-end, poderão participar dos próximos passos da iniciativa da marca, que conta com 40 vagas, sendo 30 para São Paulo e 10 para Curitiba.

Os estudantes têm 20 dias para a conclusão das atividades propostas após a inscrição. Entre os cursos, contam com Lógica de Programação, Metodologias Ágeis, Arquitetura de Sistemas e APIs, HTML, CSS e JavaScript ES6. Todos que alcançarem os objetivos requeridos por cada modalidade receberão certificado de conclusão.

A iniciativa de oferecer cursos gratuitos para começar o programa de estágio tem como objetivo fortalecer e incentivar os estudos e formação de profissionais. “Hoje, as carreiras em tecnologia estão em destaque, mas a quantidade de profissionais no país ainda é baixa e temos um déficit crescente. Acreditamos que o nosso papel como players de mercado é de fomento à educação e à formação, gerando oportunidades para que esses novos profissionais cresçam com a gente”, afirma Fernanda Rodrigues, Head de Recursos Humanos da GFT para a América Latina.

Ao entrar para o time da GFT Brasil, os STARTERS, além dos treinamentos técnicos, irão participar de aulas de capacitação comportamental e de soft skills como comunicação e postura corporativa. Para obter mais informações sobre os cursos e as inscrições, os interessados podem acessar digitalinnovation.one/bootcamps/gft-start-uni. Informações sobre requisitos e benefícios estão disponíveis na página do START_UNI.

Zendesk lança Gather, um novo produto para engajar comunidades

A Zendesk, Inc. (NYSE: ZEN) anuncia o lançamento do Gather, um novo produto que permite que as empresas forneçam suporte confiável e transparente aos clientes por meio de fóruns de comunidades online. O Gather cria um espaço onde os clientes podem se relacionar entre si e com especialistas da empresa, para oferecer orientações e informações que vão além do que só um agente de suporte ao cliente poderia lidar.

“Os clientes buscam por suporte relevante e em tempo real, o que pode ser um desafio para implementação em larga escala”, diz Shawna Wolverton, Vice-Presidente Sênior de Produtos da Zendesk. “O Gather é uma forma de aproveitar clientes e especialistas em produtos, para proporcionar um serviço que represente uma grande variedade de pontos de vista. É um espaço para as empresas capturarem, organizarem e compartilharem feedbacks para todo seu time de suporte, produtos, engenharia e muito mais. Usar uma ferramenta voltada à comunidade para ouvir os clientes irá melhorar o relacionamento com eles, assim como suas experiências”.

O suporte fornecido por pares adiciona uma camada extra de confiança e conforto aos clientes, quando estão buscando por ajuda. O Gather assegura que as informações mais relevantes sejam apresentadas a esses consumidores, envolvendo-os de forma proativa na criação, classificação e manutenção de conhecimento. Como o conteúdo é criado com base na perspectiva dos clientes, ele incorpora uma ampla variedade de informações experimentadas em cenários e problemas únicos.

“O Gather nos permite concentrar nossos recursos de suporte aos clientes, que precisam de mais conhecimento”, afirma Sean Kinney, Diretor Sênior de Suporte da InVision. “Nossa entusiasmada comunidade de designers ajuda um ao outro nos problemas que surgem e, como resultado, vimos conversas genuínas e emocionantes acontecendo entre eles”.

Marcas de todos os tamanhos têm comunidades reunidas em torno delas. O Gather é uma maneira poderosa de aproveitar essa base de clientes engajados, para conectar e apoiar seus pares. A solução fornece um espaço para que empresas reúnam informações e insights das pessoas que mais conhecem suas ofertas e incorpora comentários reais dos usuários nos produtos. Além disso, as equipes internas podem solicitar feedback rapidamente, colaborar facilmente com suas melhores práticas e entender a fundo como as decisões afetam os clientes.

Com base no feedback positivo do consumidor e no sucesso de recursos focados na comunidade Guide Enterprise, a Zendesk está investindo em um produto dedicado a engajar comunidades, incluindo funcionalidades adicionais que:

– Entregam o conteúdo mais relevante para os usuários, apresentando artigos populares, publicando postagens e oferecendo uma pesquisa uniforme nas postagens da comunidade e nos artigos da Central de Ajuda.

– Capacitam os membros a se tornarem moderadores da comunidade, atribuindo vários níveis de permissões, incluindo a capacidade de sinalizar, ocultar, editar e mover postagens de usuários.

– Criam comunidades separadas e personalizadas para atender diferentes públicos, regiões e marcas em uma empresa.

Embraer tem mais de 380 vagas para novos talentos

A Embraer vai recrutar mais de 380 novos talentos nesse trimestre para atuar em suas fábricas e escritórios nas cidades de São José dos Campos, São Paulo, Gavião Peixoto, Campinas, Botucatu, Sorocaba (SP), Florianópolis (SC) e Belo Horizonte (MG). São vagas de estágio, nos setores Corporativo e Administrativo, Engenharia e Operações e Tecnologia, e para aprendizes, na área de Mecânica de Manutenção.
Para o Programa de Estágio para 2020, a empresa oferece 350 posições nas oito cidades citadas. Estão divididas nos setores Corporativo e Administrativo (administração, planejamento, estratégia, financeiro, contábil); Engenharia e Operações: (desenvolvimento de produto, ensaios, produção, estruturas, manutenção, manufatura); e Tecnologia (desenvolvimento de front-end, back-end, fullstack, software embarcado, segurança da informação, aplicações Android e IOs, inteligência artificial, machine learning). Os candidatos selecionados terão direito a benefícios como bolsa auxílio compatível com o mercado, vale-transporte, vale-refeição e assistências médica e odontológica. As inscrições acontecem até 31 de outubro e podem ser feitas por meio do site http://embraer.gupy.io. As atividades estão previstas para começarem em fevereiro e março de 2020.
Já a nova rodada do Programa Aprendiz Embraer, terá como foco a cidade de São José dos Campos (SP). São 32 vagas para o curso profissionalizante na área de Mecânica de Manutenção. As inscrições tiveram início em 30 de setembro e vão até 11 de outubro, mediante testes online de Português e Matemática, por meio do link https://embraer.gupy.io/jobs/89667.
Para os dois programas, o recrutamento feito pela Embraer acontece por meio de inteligência artificial na análise primária de perfil dos candidatos. A seleção online torna o processo mais ágil e intuitivo, com testes de perfil, lógica e inglês (não desclassificatórios). Essa nova experiência busca a identificação e retenção de estudantes interessados em um ambiente de trabalho que favorece a inovação e a capacidade empreendedora das pessoas. Por meio dessa relação direta com o candidato, a própria Embraer gerencia e personaliza a seleção.
Após a realização dos testes na plataforma, os selecionados são convidados a participar da etapa presencial de dinâmica em grupo e entrevista com os gestores, que acontecem no mesmo dia. Ao finalizar esta última fase, os participantes devem aguardar até a semana seguinte para receberem o retorno da Embraer.
Como forma de integrar os novos talentos à companhia, são elaboradas palestras e treinamentos sobre a Embraer, design thinking (conceito que estimula o pensamento criativo para a solução de problemas), gestão de projetos, apresentações sobre propósitos e carreira, assim como a formação de grupos que realizam projetos estratégicos para a empresa em suas respectivas áreas de atuação.

Service IT aposta no setor varejista para crescer em São Paulo

A Service IT , empresa brasileira de tecnologia com 23 anos de atuação, aposta no setor varejista para crescer no Estado de São Paulo. A regional tem faturamento de R$ 70 milhões e projeta crescimento de 30% para este ano.

Atualmente, o varejo movimenta cerca de R$ 58 bilhões em São Paulo, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). “É um segmento que precisa se modernizar para se manter produtivo e também para reter um consumidor cada vez mais conectado”, analisa Carlos Almeida, Diretor da Regional SP da Service IT. “Além disso, apostamos muito em segmentação. Como trabalhamos com uma vasta gama de parceiros, podemos sempre oferecer soluções personalizadas para cada empresa levando em conta características como cultura corporativa e o ambiente de transformação digital no qual ela se encontra.”

A área que se destaca é a segurança cibernética, cada vez mais vital para as companhias. “As empresas já entenderam que precisam proteger seu perímetro e melhorar as políticas de segurança. Mas o desafio agora é maior.”, observa Almeida. “Não se trata apenas de reagir adequadamente a ataques cibernéticos, mas também de proteger a reputação das marcas ante clientes e parceiros e evitar prejuízos financeiros.”

Destaque também para a área de Managed Services, cada vez mais procurada pelas empresas para profissionalizar a cadeia de administração de infraestrutura e atendimento aos usuários finais. Além do varejo, outros setores que crescem em São Paulo são os de utilities, de telecomunicações e de finanças.

Para continuar crescendo, a ideia agora é investir cada vez mais em segurança cibernética. Ajudando nossos clientes na jornada de adequação para a LGPD e melhoria dos controles de segurança com o nosso Security Operation Center.

A Service IT tem hoje 24 anos de atuação, com faturamento de R$ 95 milhões e presença em três países da América Latina.

Startup entrega experiência humanizada por meio da inteligência artificial aplicada em voz

É inegável que a Inteligência Artificial (IA) terá um impacto profundo na sociedade e na maneira como as corporações operam seus negócios. Destacando-se como uma das tecnologias mais transformadoras da Era Digital, a tecnologia, ao contrário do que se imagina, tem ajudado a melhorar, cada vez mais, a experiência entre empresas e cliente, além de tornar os processos muito mais efetivos.

A inteligência artificial se mostra necessária para acabar com as horas intermináveis de trabalho repetitivo e trazer mais produtividade. O volume de aplicações dessa tecnologia em empresas de diversos setores tem crescido rápido e exponencialmente, influenciando o modo como as organizações conduzem seus negócios, investimentos e estratégias.

A Loud Voice Services, startup referência que trabalha com a humanização de robôs, é um exemplo. Cada vez mais a empresa tem implantado suas soluções em grandes corporações e isso está revolucionando a experiência dos clientes. Atenta às potencialidades da tecnologia e como ela poderia melhorar o atendimento das empresas, a startup aplica a inteligência artificial em voz e prepara os devices para atender qualquer demanda.

“Na prática, não fica aquela ligação ‘aperte 1 para x’ ou ‘aperte 2 para y’. Com nossa solução, é possível, em uma única experiência, plugar um STT Google, o TTS Amazon e a base de conhecimento da IBM Watson, por exemplo, e isso faz com que toda a experiência seja pensada para ter o melhor desempenho e que seja personalizada conforme a necessidade de cada cliente”, explica Felipe Almeida, fundado e CEO da Loud Voice Services.

O empreendedor explica que, com a intervenção da inteligência artificial, os colaboradores estão trabalhando mais suas competências humanas e deixando para os robôs as atividades repetitivas. “Os devices não estão aqui para tomar o lugar do humano, mas sim para otimizar alguns processos morosos e fazer com que essas pessoas pensem com mais estratégia”, pontua.

Hoje, a startup consegue reduzir em até 70% os custos com os canais de atendimento das empresas, fazendo com que ela se tornem mais produtivas. Em menos de um ano no mercado, a Loud Voice Services já atendeu empresas como a Oracle, para o programa Global Scale Up, e realizou uma parceria de negócios com a Amazon Web Services, focada na assistente virtual Alexa.

Grupo IN implementa canal de divulgação de vagas de BI e Analytics

O Grupo IN, Elite Master Reseller da Qlik no Brasil, apresenta um novo canal de divulgação de vagas voltado ao mercado de Dados, Business Intelligence e Analytics que ficará hospedado dentro do site da Academia IN.Qualquer empresa com vagas abertas neste segmento poderá publicar suas oportunidades gratuitamente neste canal.

O objetivo da iniciativa é contribuir com o desenvolvimento deste mercado, ajudando parceiros, clientes e também outros players do setor. “Por meio da Academia IN, nós organizamos treinamentos para os produtos e soluções oferecidas pelo Grupo IN. Nosso próximo passo, com o canal de vagas, é ajudar nossos alunos a identificarem boas oportunidades e qual caminho seguir.”, explica Alessandra Domingues, coordenadora da Academia IN.

A Academia IN surgiu há sete anos para fomentar os treinamentos sobre a solução Qlik, oferecida pelo Grupo IN. Com o passar dos anos, identificou-se a necessidade de ampliar a abrangência dos cursos, incluindo um contexto mais amplo de análise de dados. Atualmente, o site da Academia registra cerca de 5.000 acessos mensais, um crescimento de 500% em relação a setembro de 2018. Ao longo de sua história, mais de 1.000 profissionais foram capacitados pela plataforma.

Todas as vagas estarão disponíveis no link: https://www.academiain1.com.br/vagas/

Vagas no Grupo IN

A Inteligência de Negócios uma empresa do Grupo IN está com cinco vagas abertas: 1 vaga de Suporte Qlik, 2 vagas de QlikView Pleno e 2 vagas de QlikView Sênior. As vagas já estão disponíveis no novo portal e os interessados podem se candidatar por meio do link: http://www.academiain1.com.br/oportunidades/

Como engajar colaboradores remotos

Hoje em dia 70% dos brasileiros gostariam de trabalhar remotamente, segundo pesquisa da consultoria de recursos humanos Randstad. Apesar disso, 53% dos profissionais brasileiros não fazem home office, segundo o Ibope Conecta. Os números reforçam a importância das empresas se adaptarem a novos modelos gestão, onde o trabalho remoto é possível e liberado.

Segundo outro relatório, o Future Workforce Report 2018 lançado pela UpWork, o trabalho remoto cresceu nas empresas nos últimos três anos — 63% dos departamentos possuem pelo menos uma pessoa no time que desempenha suas atividades à distância. No entanto, das mais de mil organizações analisadas pelo estudo, 57% não têm políticas internas estabelecidas para essa modalidade de trabalho. Um dos maiores desafios é fazer a gestão de presença dos colaboradores remotos e manter a transparência das relações profissionais.
A pesquisa do Ibope Conecta levantou também que 90% dos profissionais consideram o ambiente de trabalho moderno (com carga horária flexível e possibilidade de trabalhar em casa, segundo definição da pesquisa) como um fator decisivo para analisar propostas de emprego. “Os colaboradores já vivenciam no seu dia a dia experiências de trabalho remoto. É comum haver reuniões por vídeo chamadas, ou o uso expressivo do e-mail para comunicação interna. Às vezes a empresa não precisa fazer um grande investimento para proporcionar o trabalho remoto de seus times, basta oficializar as práticas”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa de saúde corporativa.

Reunimos aqui quatro tendências adotadas por grandes corporações para garantir o engajamento mesmo à distância.

Para vestir a camisa

Se sentir fazendo parte de um grupo pode ser mais desafiador quando há distância. Por isso, algumas ferramentas tecnológicas, podem ajudar muito a gerar sensação de pertencimento e ainda melhorarem a qualidade de vida do colaborador. Muitas empresas adotam aplicativos que usam estratégias de gamificação para gerar engajamento. É o que acontece com a Ambev. A organização utiliza o aplicativo de saúde corporativa da GoGood. A ferramenta estimula os colaboradores a adquirirem uma melhor qualidade de vida, propondo uma competição saudável que resultará na realização de uma ação social. Pelo aplicativo é possível formar times com colaboradores remotos, que podem participar da ação independente da sua localização. Os times conquistam pontos conforme adquirirem uma boa alimentação, praticarem exercícios e conquistarem uma boa qualidade de sono.

Para se manter informado

A partir do desafio de melhorar a comunicação interna da unidade, nasceu o UNJ em Minutos, iniciativa da Unidade de Justiça (UNJ) da Softplan, uma das maiores desenvolvedoras de software do Brasil. A prática ocorre há dois anos e apresenta comunicados oficiais, bate-papo com especialistas e a cultura da empresa de uma maneira leve, em formato de vídeos. A linguagem é descontraída e atinge toda a Unidade de Justiça e Unidades Corporativas, incluindo os colaboradores que atuam fora da Sede da empresa, em todas as regiões do Brasil. As edições têm alto índice de engajamento, atingindo cerca de 70% dos 1,5 mil colaboradores da Unidade. As pautas são sugeridas pelos colaboradores e há edições especiais, transmitidas ao vivo, nas quais é possível interagir nos comentários. “O UNJ em Minutos faz nós, que estamos longe da sede, nos sentirmos parte de um time só. Sinto que as informações chegam pra nós como se estivéssemos em Floripa. Acho a iniciativa incrível”, foi um dos comentários anônimos feito por um colaborador da companhia, obtido por meio de uma pesquisa de satisfação realizada pelos gestores do programa.

Para uma boa comunicação

Para Gabriel Leite, CMO e Co Founder da Feedz — startup de Florianópolis (SC), que desenvolve uma plataforma para gestão ágil e estratégica de pessoas — uma boa comunicação interna é a chave para o engajamento dos times. Para solucionar os problemas de comunicação interna e estabelecer uma cultura de valorização dos talentos, a tecnologia é uma grande aliada. “Temos um cliente com cerca de 1.200 colaboradores, em que mais da metade trabalha remotamente. Eles comentam que usando a nossa plataforma conseguiram aproximar as pessoas. Por meio das celebrações, por exemplo, é possível entender o que os demais times tem feito e o que vale reconhecimento”, afirma Leite. Uma plataforma para o gerenciamento estratégico do RH faz com que os objetivos dos times e da empresa fiquem nítidos para quem não está o tempo todo na sede física. Além disso, a tecnologia permite que feedbacks e comunicados possam ser enviados a qualquer momento, chegando a todos os colaboradores.

Para uma capacitação eficiente

As plataformas tecnológicas de educação também são imprescindíveis no mercado de trabalho remoto. Elas garantem que todos sejam treinados, mesmo estando em home office, e sem perder o espírito de colaboração entre os colegas. “Os ambientes de e-learning permitem que os colaboradores, mesmo de forma remota, compartilhem seus pensamentos, perguntas e ideias por meio de fóruns, videoconferências etc”, explica Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, referência nacional em EdTech. O empresário lembra ainda que, independentemente de onde estão localizados, os colaboradores querem oportunidades para desenvolverem suas carreiras. “É preciso oferecer trilhas de conhecimento que os ajudem a melhorar suas habilidades, de forma alinhada com o mercado. Gerenciando esses talentos a distância, o sucesso deles e da empresa será mais garantido”, afirma Ferla.

Olist oferece mais de 100 vagas para profissionais de São Paulo, Curitiba e também para trabalho remoto

O Olist, startup que oferece soluções para a venda em marketplaces, anuncia recorde de vagas preenchidas durante o mês de setembro: mais de 32 posições em diferentes áreas, como marketing, logística, recursos humano e outras, foram ocupadas.

A empresa continua buscando profissionais que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial: são mais de 100 vagas abertas para Curitiba, São Paulo e também para trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil. Confira no link.

A instituição, que começou suas atividades, em 2015, com 5 funcionários, atualmente conta com mais de 250 colaboradores. Apesar da rápida expansão, por meio de ações internas que possibilitam a manutenção de uma cultura organizacional forte, a marca segue prezando pela qualidade de vida, bem-estar, capacitação e engajamento de seus funcionários desde o início da atuação.

“Trabalhar no Olist é uma experiência incrível! A equipe é unida e inspiradora. É minha primeira experiência profissional e poder conviver com pessoas de várias idades, com conhecimentos e visões diferentes é um privilégio pois possibilita a troca de experiências. Por ser uma startup, a empresa cresce e se desenvolve mais a cada dia e consequentemente somos desafiados a crescer e nos desenvolver em conjunto com a marca”, diz Ana Luiza Marins Rolim, de 17 anos, jovem aprendiz no Olist.

Com o potencial de sua equipe e dos serviços oferecidos, o Olist tem, hoje, quase um milhão de produtos cadastrados em sua plataforma e atende mais de 7.000 lojistas e grandes marcas.

A startup, que já foi investida pela Redpoint eVentures, 500 Startups e Valor Capital Group, está sediada em Curitiba, no Paraná, e atende clientes de todo o Brasil.

Schneider Electric planeja investir 500 milhões em startups nos próximos cinco anos

A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, conclui hoje, em Barcelona, o Innovation Summit, o encontro internacional de referência no qual partilha as últimas tendências, desafios e oportunidades para potencializar e digitalizar a economia. O Grupo aproveitou o evento deste ano para deixar claro o seu compromisso com as startups e outros projetos disruptivos.

Emannuel Lagarrigue, Chief Innovation Officer da Schneider Electric, partilhou a sua experiência na hora de abraçar a inovação, por meio de encontros com empresas emergentes, organizações e fundos de capital de risco, com a finalidade de beneficiar todo o ecossistema energético. “Incubamos empresas e fomentamos uma cultura de co-inovação; acreditamos que estes esforços de colaboração vão fortalecer o nosso negócio, para nos assegurarmos que continuamos na vanguarda tecnológica, agora e no futuro. Além disso, queremos levar o setor para um modelo descarbonizado e digitalizado”, expôs o executivo, durante um painel dedicado ao tema ‘Innovation at the Edge’ da Schneider Electric.

O plano inclui várias das apostas da multinacional francesa para inovar nas suas diferentes linhas de negócio: “A tecnologia é um meio, um facilitador, para um novo modelo de negócio, que é tão importante quanto a tecnologia, por si só,” assegurou Lagarrigue.

Com o objetivo de resolver novos problemas dos clientes, a empresa procura ideias disruptivas e pessoas com talento para investir seu capital, experiência e acesso à indústria. Desta forma, o grupo planeja investir 500 milhões de euros em startups nos próximos cinco anos, podendo assim participar do nascimento de uma startup com contribuições entre os 500.000 e um milhão de euros, ou em rodadas de investimentos de Série A entre três e cinco milhões de euros.

Prioridade aos investimentos na Europa em 2020

A Schneider Electric vai priorizar seus investimentos na Europa em 2020. Atualmente, a empresa colabora com a Submer, uma startup de Barcelona que desenvolveu um líquido de refrigeração para os equipamentos informáticos dos Data Centers; e também com a Enigmedia, de origem basca, especializada em cibersegurança, encriptação e proteção de redes de infraestruturas, indústria 4.0 e edifícios inteligentes. A empresa colabora com 85 startups em todo o mundo e está em contacto com cerca de 5.000 empreendedores.

Globalmente, a Schneider Electric fez mais de 100 investimentos em empresas inovadoras, como a Volta, que oferece carregamentos gratuitos a veículos elétricos, em troca de publicidade digital nas suas estações. Recentemente, o grupo também entrou no capital de empresas como a Autogrid, Synapticon e DST por meio do seu veículo de investimento, com o qual contribui para a sustentabilidade e eficiência energética.

A Schneider Electric trabalha com cinco incubadoras, com as quais ajudou a criar três empresas, e tem já outras em vista. A empresa dispõe também de uma joint venture (AlphaStruxure), com o grupo de capital privado Carlyle, focada na construção de infraestruturas inteligentes e na utilização de energia renovável por meio de microgrids.

O encontro internacional Innovation Summit Barcelona, da Schneider Electric, analisou a forma como a transição energética e as novas tecnologias estão mudando a gestão da energia; como a sustentabilidade está afetando os investimentos e as estratégias de negócio; e aprofundou tendências como IoT, inteligência artificial, casas conectadas/inteligentes, serviços digitais e cibersegurança.

Governança de TI e segurança para reduzir riscos

Por Marcel Mathias, Diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da BLOCKBIT

Imagine que sua equipe tem um importante projeto para entregar na semana que vem, mas cada um de seus colegas está falando um idioma diferente, usando ferramentas e processos distintos. Pode parecer uma situação extrema, mas essa é a realidade de muitas organizações que ainda não conseguiram definir padrões ou processos claros de governança em suas operações.

A governança é a formação e aplicação de estratégias que permitem estruturar, proteger e maximizar o uso dos recursos internos e, com isso, apoiar o trabalho da empresa rumo ao sucesso operacional. Evidentemente, esse não é um conceito novo. Há tempos, grandes organizações já aplicam conceitos desse tipo em suas gestões como um todo. A novidade, aqui, é que cada vez mais a transformação digital está forçando empresas de todos os tamanhos a adotarem novos processos e regras, além de também revisarem continuamente sua forma de trabalho.

O tema merece atenção redobrada uma vez que cerca de 70% das empresas atuais correm riscos por conta de processos e políticas de gerenciamento de redes que são falhos. Isso acontece, basicamente, porque os desafios para organizar e controlar as ferramentas e formas da tecnologia estão evoluindo como nunca. Saber integrar dados de servidores com ambientes em Nuvem ou acelerar os ganhos trazidos por inovações como mobilidade e Analytics, por exemplo, são questões que têm gerado enormes alterações na rotina e nos planos das corporações.

Diante desse contexto, a governança de TI é uma questão-chave para o futuro das organizações que desejam se preparar para obterem sucesso no futuro. De forma prática, a construção de um plano de governança completo ajuda a alinhar as diretrizes a serem seguidas por todos os públicos internos, traçando as responsabilidades de cada equipe ou estrutura para o sucesso operacional da companhia.

Criar uma visão estratégica para o uso das estruturas de TI é, portanto, o primeiro passo para construir um ambiente mais previsível e transparente. Com regras e padrões claros para todos, as companhias ganham uma ferramenta para otimizar a performance de suas equipes e departamentos, organizar o trabalho de terceiros e garantir maior proteção às informações. Além disso, as políticas também ajudam a definir as métricas e as ações mais importantes para o futuro dos negócios. Mais do que visualizar os resultados, a gestão é um caminho para aprimorar o que está sendo feito internamente.

Outra questão importante é que a governança de TI é essencial para agregar inteligência à segurança da informação. Ao definir regras mais claras de acesso e identificação dos usuários, as companhias ampliam suas opções para identificar quais são os dados mais relevantes da empresa, protegendo-os com mais camadas de bloqueio e em uma estratégia capaz de equilibrar questões como disponibilidade e controle. Do mesmo modo, é mais fácil filtrar quais são as informações que cada colaborador pode acessar e em quais dispositivos isso é permitido.

Isso acontece porque a definição de uma política mais específica traz a oportunidade de se criar mecanismos mais objetivos de avaliação e melhoria. Cria-se uma linguagem e um código de conduta único, simplificando a visualização dos resultados e a análise de possíveis vulnerabilidades. Ao invés de mergulhar em um cenário repleto de modelos e opções distintas, os times corporativos ganham um guia único e prático de trabalho.

O que não significa dizer, no entanto, que os profissionais devam acompanhar as inovações de “mãos limpas”. Há, hoje, uma série de soluções digitais que possibilitam realizar o monitoramento de forma automatizada, com o acompanhamento e o gerenciamento inteligente de políticas de conformidade e riscos de segurança. As redes definidas por software (SDN – de software-defined network, em inglês) e os firewalls dinâmicos, de nova geração, são exemplos de opções que podem complementar o gerenciamento das redes, tornando o acompanhamento dos processos de segurança muito mais fáceis e alinhados às políticas e requisitos pré-estabelecidos pelo plano de governança.

Mas é preciso ter consciência de que que esses projetos só serão bem-sucedidos com a definição de um plano que faça sentido e engaje a alta cúpula de gestão das empresas. Somente assim, os processos de governança de TI poderão estar realmente alinhados às estratégias e os objetivos de organizações de todos os tamanhos e setores da indústria. É esse alinhamento que permitirá a jornada de inovação e de transformação de suas estruturas de TI, com a migração para novos modelos e propostas de negócios.

Em um momento de grandes mudanças como o atual, garantir a segurança dos dados e dos sistemas é fundamental para os negócios, devendo ser um dogma para todos os funcionários e executivos. A governança de TI traz às organizações uma nova forma de criar, antever e ajustar demandas, garantindo tranquilidade e segurança para as empresas. Definir esse plano, ajuda a empresa a criar formas mais práticas de adotar a tecnologia certa para proteger os dados e maximizar os resultados. Resta saber, apenas, quem está preparado para definir um plano coerente e adotar as soluções fundamentais para o sucesso na nova era digital.