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A inovação do setor privado chegou à área pública?

Por Marcus Granadeiro

Imaginando uma empresa de serviços, de produção de inteligência ou de engenharia, ao pensar em desenvolver um projeto e estruturar um orçamento de uma área, quais seriam os principais custos a serem levantados? Esta estrutura de custos deve ser a mesma de dez ou vinte anos atrás? Este ponto pode ter impacto no processo de inovação do setor?

No passado, o escritório era algo importante: salas de reunião, linhas telefônicas, servidores, teleconferências, aparelhos de fax, grandes equipes de apoio, como secretárias, office boys, cadistas, recepcionistas, garçons e por aí vai. Esses custos “necessários” eram considerados fixos e mereciam atenção especial. Hoje, entretanto, tudo é mais fluido, computadores de mesa deram lugar aos notebooks, o celular é o novo “canivete suíço”, o espaço é compartilhado, as reuniões acontecem em qualquer local e a rede corporativa é a nuvem.

Em uma cidade como São Paulo, o ideal não é ter um escritório, mas diversos, espalhados nas regiões onde estão os clientes, obras e colaboradores. Uma rede de escritórios é a forma de otimizar o tempo de todos os colaboradores. É diante deste cenário, estão crescendo os coworking e teletrabalhos.

Este tema também está associado a um aspecto que costumava ser importante: a frota e o aluguel de carros. Quer ser competitivo? Esqueça essa mentalidade, otimize sua operação para o uso do transporte público e, ou, modais compartilhados. O seu bolso e a cidade agradecem.

Por outro lado, um ponto que não era significativo, a tecnologia, passou a ser. A tecnologia não era listada, pois era considerada um ativo, como um investimento. Atualmente isso não faz mais sentido, pois estamos na era do software como serviço. Não se compra ou desenvolve software, o mercado já mostrou que o conceito correto é considerar a tecnologia um custo operacional, ou seja, pagar sob demanda.

Tudo isso parece muito lógico, porém aí vem uma dúvida: por que ainda temos a grande maioria dos editais públicos remunerando aluguel de escritório, aluguel de carro, quilometragem rodada, mas não apresentam nenhum item relativo à tecnologia?

Geralmente, são editais de projeto que não preveem o custo dos softwares de projeto, textos sobre gerenciamento que não têm espaço para gerenciamento de documentos e processos, assim como uma supervisão de obra que não prevê custo para soluções mobile. Indo além dos sistemas específicos, temos que citar as tecnologias de base como os computadores, editores de texto, planilhas, sistemas de planejamento e rede.

Para estes editais, todos estes custos não existem. Então, qual é o incentivo para inovar que o poder público está dando ao mercado? Este tipo de visão não seria um vetor que vem contribuindo com o atraso em nosso segmento?

O setor público caminha na contramão do privado quando o assunto é evoluir os processos para um mundo digital. Está, ou melhor, já passou da hora de rever este cenário se quisermos, de fato, transformar o mercado.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e ​ do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

Micro e pequenas empresas também precisam se adaptar à nova Lei Geral de Proteção de Dados

O tamanho da companhia não é parâmetro de exclusão para a aplicabilidade da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso significa que sejam micro, pequenas, médias ou grandes empresas, todas as corporações, de qualquer segmento de atuação, que coletem e armazenem dados pessoais terão que atender às exigências da nova legislação.

Sancionada pelo então presidente Michel Temer, em 14 de agosto de 2018, a lei 13.709/2018 entrará em vigor em cerca de um ano, a partir de agosto de 2020, e exigirá o tratamento de dados pessoais, inclusive em meios digitais, com a finalidade de proteger os direitos individuais e fundamentais de liberdade e privacidade. “O objetivo do poder público é permitir que o cidadão tenha mais controle sobre suas informações pessoais”, explica Robson Prado, advogado especialista em Direito Empresarial.

Para isso, a legislação prevê uma série de alterações na forma como as companhias não só armazenam como utilizam as informações pessoais de clientes e outros contatos. Entre essas mudanças estão: O consentimento prévio e explícito para a coleta e arquivamento dos dados; o livre acesso do titular às informações, assim como a possibilidade de exclusão e transferência desses dados; além de procedimentos que garantam a segurança desses arquivos.

Para Robson Prado, quem mais terá dificuldade em se adaptar são as micro e pequenas, independente, do segmento em que atuam. “Clínicas, laboratórios ou outras prestadoras de serviços médicos, por exemplo, tratam dados considerados sensíveis pela nova lei e precisarão de padrões e procedimentos para cuidar dessas informações, sob pena de ter que arcar com multas pesadas. Mas empresas de outros setores, como e-commerces e apps, também passarão por mudanças. Todas terão que se adaptar”, diz.

Os valores para quem não cumprir as exigências podem chegar a 2% do faturamento no último exercício, limitado, no total, a R$ 50 milhões por infração. A lei prevê ainda a possibilidade de multa diária.

A recomendação é que as empresas passem a coletar apenas informações imprescindíveis para o funcionamento da operação ou do atendimento. E que comecem as mudanças agora. “O prazo parece longo, mas quem não começar a pensar nisso o quanto antes pode estar em risco, pois a adequação leva tempo e exige planejamento”, conclui Prado.

Semana do Brasil deve dar novo fôlego e movimentar a economia

Começou hoje a Semana do Brasil, uma ação inédita para mobilizar o comércio, aquecer a economia e celebrar o nosso País. Lojas de todas as regiões de Belo Horizonte irão oferecer diversas promoções e descontos em seus produtos e serviços até o dia 15 de setembro. A Semana do Brasil é uma iniciativa do governo federal, e tem o apoio da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), que incentiva a participação de seus associados. “Entendemos e acreditamos que neste momento, que precisamos destravar a economia, uma ação como essa será benéfica e irá contribuir para que possamos começar fomentar a recuperação das vendas, por isso estamos apoiando a participação de todos os empresários”, comenta o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva.

Em Belo Horizonte diversas empresas, de segmentos como calçados, vestuário, óticas, papelaria, entre outros, já aderiram à campanha, criada para movimentar o comércio e aquecer o turismo nacional. A Semana do Brasil tem como inspiração o varejo dos Estados Unidos, que costuma realizar promoções em feriados cívicos nacionais, como o 4 de Julho, Dia da Independência. A ideia é que a campanha seja repetida todos os anos.

“A Semana do Brasil é uma oportunidade para os lojistas e os consumidores de Belo Horizonte. As lojas vão oferecer produtos e serviços com condições especiais, buscando aumentar as vendas e renovar seus estoques. Os consumidores terão uma oportunidade de comprar produtos que estão precisando e presentes para as datas festivas que vêm pela frente”, avalia Souza e Silva.

Com investimento do fundo Kaszek Ventures e foco em payments e banking as a service, fintech espera mediar R$ 400 milhões em 2019

No meio da explosão de fintechs no Brasil, a forma como pessoas e organizações lidam com o dinheiro mudou completamente, exigindo das empresas que prestam serviço na área uma evolução constante para oferecer as melhores soluções para cada problema que possa surgir.

A Hash atua nesse mercado viabilizando a entrada de novos competidores. Agora, a fintech é uma plataforma de tecnologia especializada na construção de produtos e serviços nas áreas de payments e banking as a service. Ou seja, ela permite que empresas que possuam redes de estabelecimentos comerciais ofereçam serviços de pagamentos e produtos financeiros personalizados para seu ecossistema, criando uma solução única e customizada para cada vertical de negócio. Com o novo posicionamento, o objetivo é mediar mais de R$ 400 milhões em sua operação – em 2018, esse número foi de R$ 100 milhões. Atualmente, as soluções da empresa estão em 15 mil estabelecimentos comerciais e possui grandes clientes em seu portfólio, como MadeiraMadeira, Leo Madeiras, Printi e Peixe Urbano.

“Queremos eliminar as barreiras que existem atualmente no mercado, permitindo a entrada de novos atores no setor e multiplicando ofertas que realmente entreguem valor e inovação aos pequenos e médios estabelecimentos, sempre através dos nossos parceiros de cada vertical”, afirma João Miranda, CEO da Hash.

Para isso, a Hash possui uma tecnologia White Label em que as soluções financeiras possam ser moldadas de acordo com as regras específicas de cada negócio. Na prática, possibilita que as companhias tenham relações financeiras com seus clientes e se transformem nos próprios intermediários financeiros da operação.

A proposta da fintech atraiu investidores, que já realizaram aportes na operação – a última, por exemplo, captou R$ 13 milhões do fundo Kaszek Ventures. A Hash também possui investimento do fundo Canary e dos empreendedores Henrique Dubugras e Pedro Franceschi, fundadores da Brex, unicórnio americano (empresas com valor de mercado superior a US$ 1 bilhão) com atuação nos Estados Unidos.

No comando está João Miranda, 24 anos, fundador e CEO da empresa. Ele fez parte da equipe inicial do Pagar.me, fintech adquirida pela Stone, e atuou como engenheiro de software e gerente de grandes contas. Ele não concluiu o curso de Ciência da Computação na USP para se dedicar ao empreendedorismo.

“Nossa missão é melhorar o mercado brasileiro na construção de serviços bancários e de pagamentos mais relevantes e justos. Buscamos ser protagonistas neste mercado, reconhecidos pela relevância na geração de valor e inovação aos nossos clientes”, conclui Miranda.

Callflex investe R$ 2 mi em startup de Customer Experience

A Callflex, atuante há doze anos desenvolvendo soluções para o mercado de atendimento no Brasil, anuncia o investimento de R$ 2 mi na 2CX. A startup com foco em Customer Experience criou uma abordagem própria chamada “Make Sense” e modelos de Design Sprint para desenhar a melhor jornada e entregar a melhor experiência neste processo.

Com pouco mais de um ano no mercado, a 2CX vem alçando grandes voos, atendendo clientes dos segmentos financeiro, health care e automobilístico, como Troller-Grupo Ford e Bradesco. Recentemente, a startup ainda venceu o programa Innovation Station, tendo como objetivo elaborar para a Auchan, um dos maiores grupos varejistas da Europa, um projeto focando o futuro do varejo no continente.

Defensora e atuante em prol do melhor relacionamento empresa-cliente, a Callflex sempre desenvolveu suas soluções com o objetivo de facilitar e aproximar esta relação, objetivo compartilhado pela startup, um dos motivos do aporte.

“Investimos na 2CX pois compartilhamos da mesma missão, a de melhorar o sistema de atendimento no Brasil. A startup sempre trouxe isso em seu DNA aliado a um modelo diferenciado de construção de jornadas para o cliente”, afirma Alexandre Azzoni, sócio-fundador e CSO da Callflex.

Marcelo Rodrigues, CEO da 2CX, comenta que o investimento é uma prova de que a startup está no caminho certo. “A Callflex já era uma parceira, já usávamos suas soluções e eles também utilizavam nosso know how em suas entregas. Com o investimento, agora estamos ainda mais fortes no mercado, prontos para desenvolver ainda mais o nosso time e nossa empresa.”

Além do investimento, neste ano a Callflex aumentou o seu time de colaboradores em 30%. Contrariando o mercado, a empresa vem passando por uma crescente vertiginosa, mesmo em um momento delicado para o setor de atendimento no Brasil.

“Sempre estivemos atentos ao mercado, as suas necessidades. Nossas soluções, mesmo os discadores, que são tão criticados de uma forma geral, aqui na Callflex sempre foram desenvolvidos dentro de uma regra clara de aproximar empresas e clientes e não o contrário, como temos visto algumas tecnologias e estratégias. Assim, momentos como este, que poderiam gerar uma crise para algumas empresas do setor, aqui o vemos como mais uma possibilidade de continuarmos crescendo, levando nossas soluções, já desenvolvidas de berço em conformidade com as novas regulamentações, aos nossos clientes. E tudo isso agora agregando a expertise da 2CX”, finaliza Azzoni.

Brasil Investment Forum destacará oportunidades de investimentos em setores estratégicos da economia brasileira

O maior evento voltado à atração de investimentos na América Latina será realizado nos dias 10 e 11 de outubro em São Paulo. Organizado pelo governo brasileiro – por meio da Apex-Brasil, do Ministério de Economia e do Ministério de Relações Exteriores –, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o Fórum de Investimentos Brasil (em inglês: Brasil Investment Forum) destacará oportunidades de investimentos em setores estratégicos da economia brasileira, como infraestrutura, energia, agronegócios, tecnologia e inovação. Esta será uma oportunidade única para discutir as melhorias no ambiente de negócios no Brasil.

São esperados para o BIF cerca de 1.500 participantes entre executivos de grandes empresas, formadores de opinião, representantes de alto escalão do governo, investidores estrangeiros e empresários brasileiros. Para se ter uma ideia da relevância do evento, na edição 2018 estiveram presentes convidados estrangeiros de mais de 48 países. Noventa por cento do público presente era oriundo do setor privado.

O Fórum será inaugurado pelo Presidente da República, Jair Bolsonaro, e pelo Presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento, Sr. Luis Alberto Moreno. Também estão confirmados os Ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça), Bento Costa L. Leite (Minas e Energia), Tereza Cristina Dias (Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Tarcísio de Freitas (Infraestrutura) e Marcos Pontes (Ciência e Tecnologia).

Entre os executivos confirmados como panelistas do evento estão Francesco Starace, CEO Global da ENEL; Luiz Pretti, Presidente da Cargill; Dilip Sundaram, CEO da Mahindra; Werner Baumann, CEO Global da Bayer; José Acosta, Presidente da UPS nas Américas; Donna Hrinak, CEO da Boeing na América Latina; John Rodgerson, CEO da Azul; Leonardo Vianna, CEO do Grupo CCR; Marcelo Fujimoto, CEO da Mandaê e Marcelo Claure, COO do Softbank; Ana Paula Assis, Presidente da IBM na América Latina; José Berenguer, CEO da JP Morgan;

“Vivemos um período inédito no Brasil, em que temos os órgãos do governo federal atuando de forma uníssona e coordenada em prol do crescimento econômico e das melhorias do nosso ambiente de negócios. Estou certo de que os participantes do BIF sairão do evento com renovado interesse por atuar em nosso país, conscientes das vantagens competitivas que o Brasil oferece”, afirma o Presidente da Apex-Brasil, Sergio Segovia.

Solicite sua pré-inscrição e confira a programação completa do BIF 2019 em www.brasilinvestmentforum.com

Ambiente de investimentos no Brasil

Com área de 8,5 milhões de quilômetros quadrados e mais de 210 milhões de habitantes, além de um território rico em recursos naturais, uma indústria sólida e democracia consolidada, o Brasil é um dos países mais atraentes para investimentos estrangeiros.

Um sistema financeiro estável e um enorme mercado interno tornam o Brasil um destino seguro para investimentos e dão ao país a força para resistir a crises internacionais. O Brasil é hoje o sétimo maior destinatário de IED no mundo, de acordo com a Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD).

As reformas econômicas de ajuste fiscal formam a base para o realinhamento macroeconômico atual, garantindo a previsibilidade e a sustentabilidade dos investimentos estrangeiros.

O Brasil também trabalha para aumentar a competitividade e produtividade das suas empresas, adotando medidas para melhorar as condições de negócio.

Algumas das principais vantagens competitivas do país são:

– Ambiente de investimento sólido

– Enorme mercado interno

– Celeiro de inovação

– Grandes projetos de infraestrutura

– Potencial energético e agricultável – Principal economia da região

– Porta de entrada para a América Latina

– Grande competidor global

CDL/BH recebe a primeira edição em Minas do Startup Weekend Retail

Minas Gerais receberá pela primeira vez uma edição do Startup Weekend Retail, evento mundial de inovação focado em varejo. O encontro acontecerá no fim de semana dos dias 13, 14 e 15 de setembro, na sede da Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH).

O Startup Weekend é um evento que acontece no mundo inteiro, por meio uma rede global de líderes e empreendedores, que tem por missão inspirar, educar e capacitar indivíduos, equipes e comunidades. Na etapa de Belo Horizonte, o desafio será criar uma startup (empresa com solução escalável e inovadora) em 54 horas para solucionar algum desafio do varejo. Ao longo desses três dias, os participantes são encorajados a terem boas ideias, validá-las, construir o modelo de negócios, desenvolver um protótipo e realizar uma apresentação para uma banca avaliadora. Mas, apesar de ser uma competição, o maior prêmio é a experiência adquirida com isso.

‘Semana do Brasil’ é aposta de nova data comercial para aquecer o varejo em setembro

O governo federal lançou na quarta-feira (28) a Semana do Brasil, durante o congresso de varejo Latam Retail Show, realizado na capital paulista. A partir de agora, o período entre 6 e 15 de setembro entra no calendário do comércio com ações promocionais para estimular vendas em um mês habitualmente morno para o setor.

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), que já discutiam possíveis ações locais para impulsionar o comércio na Capital e no interior em setembro, agora apoiam a iniciativa do governo em sinergia com mais de 40 entidades, como o IDV (Instituto de Desenvolvimento do Varejo).

Alfredo Cotait Neto, presidente da Facesp e ACSP, afirma que ambas já orientam seus associados a participarem da Semana, que coincide com as comemorações da Independência do Brasil (7 de setembro). A ideia é que os comerciantes direcionem estratégias para oferecerem preços promocionais, descontos exclusivos e ambientação diferenciada na loja física e na virtual.

“É um esforço de vendas para reacender um pouco a economia, uma ação comercial onde os consumidores terão vantagens, e o varejo terá uma oportunidade de vender um pouco mais”, afirma o presidente. “Também é uma forma de pontuar o patriotismo, o sentido do Dia da Pátria, mas que será comemorado de uma forma mais completa”, reforça Cotait Neto, que acredita que a nova data promocional do calendário do varejo brasileiro “veio para ficar.”

Essa espécie de “Black Friday antecipada”, que será realizada nos mesmos moldes da ação promocional criada nos Estados Unidos, é uma ideia discutida há bastante tempo entre entidades varejistas. Agora, ela se concretiza num momento em que a economia precisa de estímulo, e deve ser puxada pelos saques do FGTS e a antecipação do 13º salário dos aposentados.

Assim como no período em que a Black Friday chegou ao Brasil via e-commerce no longínquo ano de 2010, e hoje virou um sucesso de vendas que cresceu 23% em 2018, faturando R$ 2,6 bilhões só na sexta-feira (dados da Ebit/Nielsen), por enquanto é difícil mensurar o quanto as vendas podem crescer na Semana do Brasil, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Afinal, apesar do estímulo para vender mais, nenhum comerciante é obrigado a aderir à ação. “É difícil saber qual seria o grau de adesão, embora haja uma expectativa de que ela seja bastante expressiva por conta das perspectivas de movimentar um mês tradicionalmente fraco e adicionar um extra no faturamento da loja”, afirma.

Mas como fazer um consumidor que ainda se mantém cauteloso e com medo de gastar abrir a carteira durante a nova semana promocional? Segundo Solimeo, há dois desafios a enfrentar: o primeiro é atrair o consumidor para a loja. Já o segundo é fazê-lo comprar na loja. Para isso, é preciso oferecer promoções muito competitivas para dar certo.

“Estamos no fim da estação, e muitos lojistas ficaram estocados porque o inverno demorou a chegar”, afirma. “Se o friozinho continuar nos próximos dias, dar bons descontos nesses itens e em outros com giro menor podem gerar resultados interessantes. Mas lembre-se: primeiro é preciso conseguir atrair o consumidor para dentro da loja.”

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SAP Now debate a Economia da Experiência no Brasil e no mundo e traz cases de empresas que saíram na frente nessa nova transformação

A presidente global dos negócios em nuvem da SAP e membro do conselho executivo da empresa, Jennifer Morgan, estará na edição brasileira do SAP NOW, segundo maior evento da SAP no mundo. A executiva falará no dia 11 de setembro sobre como vencer na era da Economia da Experiência, além de compartilhar projetos visionários que a companhia lidera em diversos países. O foco da apresentação também será a integração de Qualtrics ao portfólio da SAP, que vem tornando a empresa a única no mercado com potencial de oferecer soluções que combinam dados de experiencia (X-data) com dados operacionais (O-data).

Jennifer também vai chamar ao palco Rodrigo Vicentini, head da NBA no Brasil, que apresentará como a liga utiliza os diferentes tipos de dados para aperfeiçoar a experiência dos fãs dentro e fora das quadras. Juntos, falam sobre o showcase SAP & NBA Basketball Data Court, uma parceria da SAP com a NBA para trazer uma quadra de basquete sensorizada, que tem tecnologias SAP para comparar estatísticas com atletas reais e proporcionar uma experiência imersiva aos participantes do evento.

A grade também contará com outros palestrantes que trarão suas visões sobre economia da experiência em diversos segmentos de negócios. Claudio Muruzabal, presidente da SAP América Latina, recebe no primeiro dia do evento Dennis Wang, VP de operações do Nubank para um talk show sobre o papel da cultura da empresa na experiência do cliente.

Também está confirmada a apresentação de Chip Conley, fundador da The Modern Elder Academy (MEA), mentor e conselheiro estratégico de Hospitalidade do Airbnb, que vai falar sobre a reinvenção da hospitalidade. Na palestra Na palestra “Surfing Disruption”, no dia 12, ele vai abordar os desafios de se destacar na Economia da Experiência, onde todos buscam o novo e reinventar conceitos, como foi o caso do Airbnb.

Qualtrics na prática – jornada dos clientes e de colaboradores

Uma das sessões mais esperadas da edição de 2019 é mostrar como o portfólio Qualtrics se integra às soluções SAP. A palestra “O impacto e a jornada da Economia da Experiência, powered by Qualtrics”, conduzida por Kekoa Loo, head de Software Sales Strategy and GTM Learning & Enablement da Qualtrics, vai demonstrar como os usuários podem gerar resultados de negócios usando dados operacionais (“O” data) e dados de experiência (“X” data). As empresas agora podem coletar dados sobre as experiências de clientes, funcionários, produtos e marcas e combinar seus X’s & O’s por meio de um único sistema.

Ao longo dos dois dias, outras palestras vão abordar a integração de Qualtrics ao portfólio da SAP.

A programação do SAP NOW inclui mais de 500 sessões de conteúdos e apresentações de mais de 100 cases de clientes SAP. Confira a agenda neste link https://sessioncatalog.sapevents.com/go/agendabuilder.sessions/?l=224&locale=pt_BR

SAP NOW 2019

Data: 11 e 12 de setembro de 2019

Hora: de 8h às 20h

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP.

Inscrições no site do evento SAP NOW 2019.

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Sua empresa está preparada para a LGPD?

Por Patrícia Cosentino

No dia 14 de agosto de 2018 foi sancionada a Lei 13.709, intitulada Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Embora esteja prevista sua entrada em vigor apenas em agosto de 2020, as empresas já precisam começar a pensar nos mecanismos que adotarão para se adequar à normativa, que tem como principal objetivo imputar transparência no uso de dados das pessoas, ou seja, garantir maior controle e privacidade às informações de pessoas físicas ou jurídicas. Mais do que isso: a lei cria regras claras sobre como deve ser realizada a coleta, o armazenamento e o compartilhamento destes dados.

A LGPD brasileira inspirou-se na regulamentação europeia aprovada em maio de 2018, que usa os direitos fundamentais da liberdade e privacidade para estabelecer regras sobre a coleta e armazenamento de dados pessoais. Prevê, ainda, hipóteses que tornam legais os tratamentos de dados, sendo necessário o consentimento explícito do titular, que deve ser informado de maneira clara sobre o tratamento que será dado às informações.

Os dados de pessoas jurídicas somente poderão ser coletados com a autorização expressa e comprovada do titular; e nos casos de dados pessoais de crianças e adolescentes, será exigida uma atenção especial, incluindo o consentimento de um dos pais antes da coleta das informações.

É importante destacar que os titulares poderão, a qualquer momento, retificar, cancelar ou solicitar a exclusão dos dados junto ao cadastro da empresa.

Para adequar-se às novas exigências, é impreterível a criação de um Comitê de Segurança da Informação, que será responsável pela análise da atual situação dos procedimentos internos no que diz respeito aos dados recebidos, fazendo um mapeamento a respeito do tratamento dos dados e de todo o seu ciclo e armazenamento dentro da empresa. Ou seja, as empresas deverão garantir a segurança das informações e em casos de incidentes, o encarregado de dados, ou DPO – data protection officer deverá comunicar o órgão regulador, a Agência Nacional de Proteção de Dados, e o titular dos dados.

As sanções administrativas que serão aplicadas aos agentes nos casos de violação da lei, estão previstas no artigo 52 e têm natureza retributiva, pois imputam ao infrator uma sanção pelo ato praticado, evitando, assim, a reincidência de atos ilícitos.

Com menos de um ano para a entrada em vigor da LGPD, as empresas precisam se adaptar às exigências da normativa, a fim de evitar sanções pela Agência Nacional de Proteção de Dados.

Patrícia Costa de Carvalho Cosentino, do escritório Almeida Prado & Hoffmann, é bacharel em direito pela Faculdades Metropolitanas Unidas – FMU.

TIVIT contrata novo diretor de Public Cloud e Growth Business

A TIVIT, multinacional brasileira de soluções digitais, anuncia a contratação de Daniel Galante para reforçar a sua unidade de negócios de Cloud Solutions. O executivo assume a posição de Diretor de Public Cloud e Growth Business e irá reportar diretamente para André Frederico, Diretor Executivo & Head de Cloud Solutions.

Daniel Galante tem mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, estudou Administração de Empresas na PUC São Paulo e foi o fundador da CredibiliT, empresa especializada em migração e gestão de nuvem, que foi vendida posteriormente à Claranet Brasil, uma das principais parceiras da AWS (Amazon Web Services) no Brasil, em que, até então, ocupava a direção executiva.

Sua estrutura terá o desafio de triplicar os resultados, até 2022, considerando tanto a expansão em Public Cloud, que conta com a parceria de empresas como AWS, Microsoft e Google, quanto de Growth Business, que atende a carteira de empresas com alta capacidade de crescimento, também em nuvem privada.

“Assumo a oportunidade na TIVIT com o objetivo de alavancar o crescimento dos negócios em Cloud e acredito que o meu conhecimento, a minha experiência no mercado e a aproximação com as empresas parceiras serão determinantes. Com uma visão empreendedora, vamos impactar positivamente e acelerar a transformação digital dos negócios de nossos clientes, além de nos posicionar como o maior e principal provedor de serviços gerenciados de nuvem.”, afirma Galante.

A unidade de negócios de Cloud Solutions é uma das principais avenidas de crescimento da TIVIT e, para alcançar os resultados esperados, a companhia foca na expansão da sua oferta de serviços em nuvem, como Managed Services e PaaS (Platform as a Service). A companhia reforça também o seu posicionamento como especialista em nuvens híbridas e no apoio à jornada para a nuvem de seus clientes.

“Trazer um profissional como o Galante para o time de Cloud da TIVIT nos dá a oportunidade de atuar com dinamismo e de direcionar de forma mais estratégica as nossas competências, bem como a expertise das nossas equipes. Hoje, a unidade de Cloud Solutions já representa 30% do resultado da TIVIT e temos certeza que essa movimentação impulsionará ainda mais a nossa área a atingir melhores resultados”, finaliza André Frederico.

Yes, we code!

Por Maureen Fernandes, analista de sistemas da Locaweb

A participação das mulheres no mercado de Tecnologia começou promissora. Em 1843, Augusta Ada King – A Condessa de Lovelace, concentrava-se nos passos iniciais para se tornar a primeira desenvolvedora da história. Já em 1965, Mary Kenneth Keller também conquistou espaço entre as mulheres pioneiras no segmento de TI ao receber um diploma de doutorado em Ciências da Computação. Ao longo de sua carreira, a profissional dedicou-se a utilizar os computadores como uma ferramenta educacional voltada ao desenvolvimento humano por meio da propagação do maior acesso à informação.

No entanto, a contribuição feminina para os recursos tecnológicos passou a ser sobreposta pela desigualdade de gênero durante o passar dos anos – o que impactou negativamente o avanço deste público no setor. Atualmente, as brasileiras representam apenas 20% dos 580 mil profissionais que atuam na área, sendo que elas recebem uma média de 78% do salário dos homens, tendo que enfrentar 60% de chances de sofrer assédio moral e físico no ambiente de trabalho.

Quando decidi seguir a carreira de programadora, entrei para a estatística de 17% do gênero feminino neste cargo. A paixão que surgiu ainda na infância ao entrar em contato com videogames em brincadeiras com o meu irmão, mostrou-se um caminho que vale a pena trilhar. Contudo, é preciso se disponibilizar a encarar rotas tortuosas. Logo no curso técnico, percebi uma grande desistência por parte das mulheres. Ao ingressar no mercado de trabalho, estive em locais dominados pelo gênero masculino onde cheguei a ser a única mulher em meio a 20 programadores. Além de experienciar muitas situações constrangedoras, teve momentos em que os colegas de trabalho incentivaram o aparecimento de dúvidas sobre minha própria capacidade profissional.

Após seis anos nesta trajetória, faço parte de uma empresa na qual consigo expor meu ponto de vista e realmente ser ouvida. Mas, digo com convicção que o principal desafio da mulher no mercado de Tecnologia é mostrar que independente do gênero, tem o conhecimento necessário para trazer grandes resultados para a área. Acredito que hoje em dia as portas estão se abrindo para nós devido o aumento de interesse neste segmento. Há grupos femininos nacionais e internacionais que incentivam as mulheres a codar, por exemplo.

Dessa maneira, o meu recado para quem também deseja construir uma carreira na programação é trabalhar a curiosidade e procurar sair da zona de conforto. Participem de eventos a fim de aumentar o networking enquanto compartilham aprendizagens. Não deixem de reciclar os conhecimentos. E, não se desmotivem por comentários maldosos que possam surgir no meio do caminho. O segredo é esforçar-se para ser a melhor desenvolvedora que se possa ser. Afinal, yes, we code!

Podemos nos apegar as referências do passado, mas o ideal é seguir juntas, em frente, construindo um futuro cada vez melhor para as mulheres, dentro e fora da tecnologia.

8 mudanças que prometem revolucionar o futuro do trabalho

A dinâmica de trabalho que conhecemos hoje promete mudar drasticamente nos próximos anos. É o que mostra o PageGroup, referência mundial em recrutamento especializado de executivos de todos os níveis hierárquicos. De acordo com a companhia, tendências como maior concorrência no mercado de trabalho, transformação constante de carreiras e empresas, aprendizado e modificação de rotina com mais frequência e horário de trabalho flexível são algumas das mudanças que devem movimentar o mercado e as relações trabalhistas nos próximos anos.

“É comum que o mercado de trabalho passe por transformações ao longo dos anos. Porém, notamos que essas transformações vêm acontecendo com mais velocidade graças ao rápido desenvolvimento da tecnologia e da ciência. O desafio para os executivos é se adaptar aos novos tempos e absorver de forma dinâmica novas demandas e foco no aprendizado contínuo”, explica Gil van Delft, presidente do PageGroup no Brasil.

Confira as oito mudanças que devem impactar o mercado de trabalho:

1) Maior concorrência no mercado de trabalho

Esqueça classe social e econômica, orientação sexual e gênero ou distância do local de trabalho. As empresas irão selecionar o candidato que julguem mais atrativos para a vaga em aberto, sem se importar com essas questões. A seleção de perfil será mais criteriosa e estritamente baseada no conhecimento técnico. “A concorrência cada vez mais é global. Vários empregos e atividades podem ser feitos no Brasil, Índia, México ou outra localidade. A pessoa não concorre apenas dentro do seu setor ou empresa, e sim com outros países e candidatos que podem executar a mesma atividade. Outro aspecto que deve ser considerado é a concorrência com robôs ou sistemas de automação, que farão boa parte das atividades operacionais hoje feitas por humanos”, destaca Gil.

2) Carreira numa mesma empresa?

A dinâmica de trabalho em sintonia com a evolução tecnológica e cientifica irá permitir aos profissionais buscarem projetos específicos que agradem seu perfil. Por isso, a troca de empregos será mais natural. As empresas terão de se adaptar a essa dinâmica e buscar novos caminhos para atrair e reter os melhores profissionais do mercado. “As empresas terão de se adaptar também às dinâmicas que os profissionais buscam. Hoje buscam trabalhos de curta duração e projetos com início e fim. Aí surge um desafio para as empresas em atração e retenção e provocar maior produtividade desses profissionais”, conta o executivo.

3) Mais estudos

Para se manterem relevantes no mercado, os profissionais terão que aperfeiçoar seus conhecimentos com mais frequência. Esqueça a rotina e longa duração dos cursos de graduação. Atualizações pontuais e cursos de reciclagem com duração rápida e on-line ditarão o aprendizado do profissional do futuro. “A tecnologia vai exigir atualização mais constante das pessoas não apenas sobre novas tecnologias, mas também como utilizá-las. A liderança terá um desafio de como construir uma empresa e mantê-la competitiva num mercado que está em constante movimentação”, analisa Gil.

4) O escritório do futuro será onde o profissional quiser

Tem uma viagem no meio da semana, mas não pode ir por conta do trabalho? Isso é passado. No futuro, trabalhar de qualquer lugar fora do escritório será comum. A prática permitirá à empresa poupar gastos e ao profissional tocar novos negócios e expandir sua dinâmica de trabalho. O modelo de escritório físico irá mudar drasticamente e em alguns casos poderá ser itinerante, com espaços esporádicos de coworking servindo para reuniões. “A tecnologia com vídeo conferência é um grande facilitador para que o profissional do futuro possa trabalhar de onde quiser. A troca de arquivos em nuvem, sem perder qualidade ou agilidade, também mudou o panorama nesse sentido,” explica Gil Van Delft.

5) As oito horas de trabalho diárias serão extintas

Flexibilidade para entrar e sair do trabalho, cargas menores no expediente e horas reduzidas serão fatores imprescindíveis para os profissionais do futuro escolherem uma empresa para trabalhar. O profissional do futuro irá considerar inadequada a prática de estar presencialmente nas companhias oito a nove horas por dia. “Uma das prerrogativas da diminuição da carga horária é o bem-estar familiar e pessoal. O profissional do futuro, além das atribuições técnicas, também terá foco em realizações pessoais, como trabalhos sociais e qualidade de vida”, diz.

6) A tecnologia será uma forte aliada

A automatização dos processos é uma realidade. Porém, a procura por profissionais que saibam manejar as novas tecnologias irá aumentar consideravelmente. As empresas do futuro irão promover sinergia entre fator humano e automação. Os colaboradores que souberem trabalhar em harmonia com as novas tecnologias, promovendo maior produtividade e mudanças positivas, estarão em evidência.

7) Globalização econômica

Por um tempo globalização foi a palavra que mais ouvimos falar. Hoje os limites geográficos, quando falamos de empregos e negócios, não são mais um entrave. É importante que o profissional fique atento aos novos mercados que irão surgir que, hoje em dia, não são tão falados. Pense em rotas comerciais, e-commerce e costumer experience de uma forma mais interativa e entrega de produtos consideravelmente mais prática e rápida. “Nesse sentido, como citei, o profissional que estiver alinhado a tecnologia de forma que otimize os negócios, terá destaque no mercado de trabalho. O ideal é que a tecnologia seja uma aliada e não concorrente”, discorre Gil.

8) Novas profissões

Algumas profissões que ainda não foram criadas já estão em constante mudança. O avanço científico e tecnológico começa a mudar o perfil das profissões que ainda estão sendo desenvolvidas. A evolução é tamanha que cerca de 70% das crianças de hoje em dia trabalharão em profissões que ainda não existem.

Apenas 3% dos presidentes das maiores empresas brasileiras são mulheres: liderança feminina é tema de debate do LIDE FUTURO

No dia 11 de setembro, o LIDE FUTURO, plataforma de conteúdo, experiência e networking para jovens lideranças, promove uma edição especial do W LIDE FUTURO, que visa a debater liderança feminina e a paridade de gênero como prioridade estratégica nas empresas brasileiras.

Baseado na pesquisa “Sem atalhos: transformando o discurso em ações efetivas para promover a liderança feminina”, o evento conta com as palestrantes Luciana Batista, sócia da Bain & Company, e Ana Cláudia Plihal, Head de Soluções de Talentos do LinkedIn, empresas responsáveis pela produção do material.

Dentre os 1.000 profissionais que participaram do estudo, 82% das mulheres e 66% dos homens acreditam que a igualdade de gênero deve constar entre as prioridades estratégicas de suas organizações.

No entanto, apesar da crescente conscientização sobre a relevância do tema, na prática ainda há pouco movimento por parte das empresas. Apenas 38% das mulheres acreditam que seus líderes organizacionais consideram a conquista da igualdade de gênero uma demanda estratégica.

Profissionalmente, o foco na diversidade de times significa entregar enriquecimento às empresas por meio da convivência entre pessoas com visões de mundo distintas, encontrando, assim, soluções mais eficientes aos desafios diários.

A presença da diversidade também está associada ao aumento da criatividade, à revisão de crenças e ao aumento da empatia, reduzindo conflitos internos e externos. Mais de 85% dos respondentes concordam que equipes com lideranças diversas dão melhores resultados.

Apesar dos números, o estudo aponta que os cargos de liderança femininos ainda não são expressivos: apenas 3% dos presidentes e 5% dos presidentes de conselho das 250 maiores empresas brasileiras são mulheres.

As transformações a passos lentos são reflexos de práticas e crenças instaladas há décadas nas corporações. No entanto, a atenção às questões está aumentando e, consequentemente, o engajamento de funcionários que acreditam trabalhar em empresas envolvidas na causa.

“Diante de um tema tão estratégico e relevante, pela primeira vez traremos para nosso programa de liderança, o W LIDE FUTURO, as lideranças masculinas filiadas ao grupo. Valorizamos a oportunidade, respaldada em dados atuais e relevantes, ao trazê-los para a discussão, para que se tornem agentes multiplicadores dessa transformação dentro e fora das suas empresas”, ressalta Laís Macedo, sócia e CEO do LIDE FUTURO.

O LIDE FUTURO anuncia também as empresas apoiadoras do evento, que incluem as marcas Bossa Nova Investimentos, Pró Corpo e LinkedIn.

Acesse lidefuturo.com.br e saiba mais.

W LIDE FUTURO:

Data: 11/09

Horário: 9h00 às 11h00

Local: Auditório do LinkedIn – Av. das Nações Unidas, 8501 – Pinheiros (23º andar)

Evento restrito a convidados

Startups de tecnologia priorizam a contratação de mulheres

Embora a área de exatas seja, ainda, majoritariamente a preferência de atuação pelo gênero masculino, as startups e todo o DNA disruptivo que carregam, demonstram que existem oportunidades no mercado também para as mulheres. Não diferente dos homens, elas também querem desafios, reconhecimento do seu papel no mundo do trabalho e buscam qualificação. Ambientes despojados e inovadores também têm atraído o público feminino em busca de novas experiências.

Ainda que as mulheres sejam minoria em cargos de liderança, algumas empresas, já despertaram o interesse de ter essas profissionais como braço direito e esquerdo, bem como conselheiras para a tomada de decisão. Essa ideia parece ser longínqua, mas já tem orientado a gestão de algumas startups de tecnologia, desenvolvedoras de softwares, como é o caso da Linte e da Qulture.Rocks, ambas residentes no Cubo Itaú – maior centro de empreendedorismo tecnológico da América Latina -, e da International School, empresa líder de mercado em soluções para o aprendizado da língua dentro das escolas, que pertence ao Grupo Arco, que usa as novas tecnologias como games, robóticas e realidade virtual.

Todas, sem exceção, estão priorizando a contratação de mulheres e também para liderar o time de vendas, comercial, marketing e atendimento ao cliente. Entre os fatores que contribuíram para a mudança do paradigma e maior participação de mulheres nos negócios, está a velocidade com que as startups fecham negócios, a valorização do trabalho feminino e a implantação dos programas de diversidade, que ganharam maior visibilidade e adesão nos últimos anos.

Pesquisa realizada pela Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação (Assespro-PR) em parceria com o Departamento de Economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), revelou a taxa de crescimento de mulheres empregadas em Serviços de TI de (48%), entre 2007 a 2017. O Estado de São Paulo é o quarto do ranking dos Estados brasileiros que melhor remuneram as mulheres do setor, com 91%. Em primeiro lugar vem o Estado do Paraná, seguido pelo Rio Grande do Sul e Minas Gerais.

Startups também inovam empregando

A Linte, software inteligente para gestão e automação de contratos, fundada por Gabriel Senra, conta atualmente com 30 colaboradores. Desses, 12 são mulheres e duas estão em cargo de liderança. Estão com vagas abertas, priorizando mulheres em todas elas, e a meta é contratar mais 10 mulheres até o fim do ano.

A Qulture. Rocks, software de gestão de desempenho, fundada por Francisco Homem de Melo, tem ao seu lado como vice-presidente, Renata Monteiro que, anteriormente, estava na função de VP Customer Success, responsável pelo gerenciamento do sucesso do cliente. Antes de chegar na startup, trabalhou na AmBev, contribuindo para a remodelagem da estrutura organizacional/cultural, atendimento ao mercado e na implementação da trilha de carreira da companhia. Atualmente, a Qulture soma 54 funcionários, sendo 20 mulheres. Dessas, sete assumem cargos de liderança, o mesmo número envolvendo o sexo oposto. Até o próximo mês, a meta é contratar mais sete mulheres.

Já a International School, – empresa líder de mercado em soluções para o aprendizado da língua dentro das escolas, do Grupo Arco Educação, conta com mais de 200 funcionários e, atualmente, 13 são mulheres que atuam em cargos de liderança na comercial, editorial, produto, logística e marketing. Em 2016, eram 46 mulheres na empresa, em 2017, saltou para 62, e no ano passado, 117. Cerca de 26.7% delas se desenvolveram dentro da empresa.

Fusões e aquisições: transações domésticas cresceram mais de 45% no 1º semestre, diz KPMG

O número de fusões e aquisições domésticas realizadas nos seis primeiros meses deste ano teve um aumento de mais de 45% em comparação com o mesmo período do ano passado, segundo pesquisa da KPMG. No primeiro semestre, foram feitas 340 transações deste tipo, envolvendo apenas empresas brasileiras, contra 232 no ano passado. Já o número total de negócios fechados nesse período, em 2019, foi 543 contra 461 em 2018, um aumento de 17%.

De acordo com o levantamento, do total de fusões e aquisições registradas no primeiro semestre deste ano (543), foram registradas ainda transações do tipo CB1 realizadas por empresa estrangeira adquirindo brasileira que chegaram a 140; 31 CB2 (brasileira comprando de estrangeiro empresa no exterior), 8 CB3 (brasileira adquirindo, de estrangeiros, empresa no Brasil), 11 CB4 (estrangeira adquirindo, de estrangeiros, empresa no Brasil) e 13 CB5 (estrangeiro adquirindo, de brasileiros, empresa no exterior).

“Os números mostraram que houve um aumento considerável de transações do tipo doméstica, ou seja, realizada entre empresas brasileiras. As negociações fechadas por elas refletem um maior apetite para investimentos no longo prazo por estas empresas, decorrente de uma melhor previsibilidade do cenário econômico brasileiro”, analisa o sócio da KPMG, Luis Motta.

Setores – Top 5:

A pesquisa da KPMG mostrou ainda os setores que mais se destacaram no primeiro semestre deste ano. Entre os cinco primeiros estão os seguintes: companhias de internet com 116 operações fechadas neste período, seguidas por tecnologia da informação 61, imobiliário com 38, empresas de energia com 29, hospital e laboratório de análise clínica com 29, e telecomunicação e mídia 24.

“Entre os setores pesquisados, o destaque foi para o imobiliário que teve um forte crescimento este ano, passando de dez operações fechadas no primeiro trimestre para 28 no segundo. Para se ter uma ideia, nos primeiros seis meses de 2018, esse segmento havia acumulado apenas sete transações”, afirma o sócio.

Pesquisa – Fusões e Aquisições da KPMG
2019
2018
1º trimestre
250
234
2º trimestre
192
227
Acumulado
543, sendo 340 domésticas
461, sendo 232 domésticas
Legendas
Transações Domésticas: entre empresas de capital brasileiro
CB1: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.
CB2: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no exterior.
CB3: Empresa de capital majoritário brasileiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.
CB4: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de estrangeiros, capital de empresa estabelecida no Brasil.
CB5: Empresa de capital majoritário estrangeiro adquirindo, de brasileiros, capital de empresa estabelecida no exterior.

Durante o SAP NOW TIVIT apresenta a jornada da Malwee para a Google Cloud Platform

A TIVIT, multinacional brasileira em soluções digitais, participa do SAP NOW, evento que abordará o futuro da economia da experiência, reunindo importantes nomes do mercado nacional e internacional para debater tendências e inovações em diversos painéis e palestras. A expectativa da organização é receber aproximadamente 10 mil visitantes no congresso e na área de exposição, que acontece nos dias 11 e 12 de setembro, no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

Na ocasião, Anderson Gaspar, Líder de Vendas e Marketing da TIVIT, apresentará o projeto de jornada para a nuvem pública do Google desenvolvido para a Malwee, uma das maiores varejistas do Brasil. Anderson irá compartilhar os principais benefícios e oportunidades da migração que está levando 90% da infraestrutura da companhia catarinense, antes distribuída em data centers proprietários, para o GCP (Google Cloud Platform).

Como uma forma de crescer de maneira sustentável, trazendo mais agilidade e inovação para os processos, além de ter mais economia, governança e facilitando à empresa adotar novas tecnologias, a Malwee optou por migrar todos os seus dados e infraestrutura SAP para a nuvem pública. Nesse sentido, foi desenvolvido um cenário híbrido personalizado, uma vez que, ademais do GCP, o ambiente produtivo e outras aplicações fiscais permaneceram on-premise, e toda essa estrutura tem sido gerenciada pela TIVIT. Para o projeto, a nuvem pública da Google Cloud Platform e a solução de nuvem privada TIVIT Cloud, foram escolhidas.

“A Malwee tinha o desafio de aumentar o seu nível de serviço e acelerar a inovação dentro de casa, com isso, seria necessário reposicionar para atividades estratégicas, os profissionais que conhecem a fundo o negócio da varejista, mas que antes se mantinham ocupados com a infraestrutura de tecnologia. Havia também a necessidade de lidar com ambientes de alta complexidade, além do risco operacional, já que os processos principais da organização estão no seu Sistema Integrado de Gestão Empresarial (ERP). Por isso, a companhia procurou parceiros em nuvem pública que pudessem suportar o seu ambiente fora de casa. A TIVIT desenhou uma arquitetura híbrida, unindo nosso Enterprise Cloud e o Google Cloud Platform, capaz de entregar um serviço de gerenciamento de ponta a ponta e possibilitar um crescimento do cliente de maneira inovadora”, explica Anderson.

SAP Now 2019

Data: 11 e 12 de setembro

Local: Transamérica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – São Paulo, SP

Agenda

Data: Quinta-feira, 12 de setembro

Horário: 11h00

Palestra: “Jornada para nuvem da Malwee”

Palestrante: Anderson Gaspar, Líder de Vendas e Marketing da TIVIT

Experiência do cliente no centro das estratégias de negócio

A experiência do cliente digital já se tornou um dos principais diferenciais para as empresas B2B. Para abordar os impactos desse novo cenário nas estratégias de negócio das companhias, Fernanda Nascimento, sócia-fundadora da Stratlab, planejadora de Marketing e especialista ‘customer centric’, participará do fórum SAP Now no dia 12 de setembro, no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Ela também vai falar sobre a importância dos colaboradores no processo de CX (Customer Experience).