Page

Author admin

Máxima Sistemas promove Hackathon em prol da inovação no mercado atacado distribuidor

Imagine permitir que seus clientes criem seus próprios indicadores de negócios, visualizando em dashboards e relatórios personalizados. Esta plataforma foi construída em 40 horas no primeiro hackathon promovido pela Máxima Sistemas, companhia de tecnologias móveis para força de vendas, e-commerce, trade marketing e logística para o setor atacado distribuidor.

A maxHackathon, ocorrido em dois dias seguidos, focou suas atividades no desenvolvimento de novas funcionalidades tecnológicas para serem incluídas nas soluções criadas pela Máxima Sistemas, que atualmente atende a mais de 51 mil usuários e 1,3 mil clientes em todo o Brasil. Tudo para facilitar a rotina de atacadistas distribuidores.

Os participantes, que faziam parte dos times de desenvolvimento e suporte da empresa, tinham como regra criar um componente para que os clientes pudessem elaborar e editar relatórios gráficos de indicadores e dashboards, o qual pudesse ser integrado a qualquer produto da Máxima, nas versões mobile e web.

Integrante da equipe Rampage, que criou o projeto vencedor da maxHackathon, o designer UX, Raul Silva, explica: “Nossa ideia surgiu para ajudar os clientes da Máxima a construir de forma fácil e escalável seus relatórios, conectando-os a diversas ferramentas de BI que permitem uma análise completa de dados. Foi muito bom participar do desafio e ver a empolgação e a dedicação do time. Uma experiência realmente inesquecível”, relata Silva.

A maratona de programação também se mostrou uma boa oportunidade para a companhia ampliar a cultura de inovação entre os seus colaboradores. “Esta é uma maneira de descobrir novos produtos, de engajar a equipe e de conhecer melhor o poder de transformação dos nossos jovens talentos por meio da inovação, além de ser uma forma de exercitar a criação e ter um termômetro a fim de saber como a equipe tem se preparado para lidar com ferramentas futuras e tendências tecnológicas”, finaliza Wagner Patrus, CEO da Máxima Sistemas.

BPP lança primeira carteira digital 100% brasileira

A BPP, empresa especializada em meios de pagamento, lança para o mercado sua carteira digital. Conhecida como BPP Pay, o app passa a ser a primeira e única carteira brasileira com a tecnologia de pagamento por aproximação por tokenização.

Após uma rigorosa fase de testes, a carteira digital agora pode ser utilizada por clientes BPP. Por enquanto, a wallet aceita apenas cartões emitidos pela própria empresa. Atualmente, a fintech possui mais de 1 milhão de clientes. Num primeiro momento, o serviço está disponível para clientes que possuem o sistema operacional Android. Numa segunda fase, estará disponível também para clientes iOS, da Apple.

“O mercado brasileiro tem crescido em relação às transações mobile. O brasileiro é muito aderente a essas novas tecnologias e formas de pagamento. Novamente, estamos inovando no meio em que atuamos”, ressalta José de Carvalho Júnior, diretor de Produtos da BPP.

De acordo com o executivo, o armazenamento dos cartões na carteira digital facilita e agiliza a sua utilização, além de garantir maior segurança, pois conta com a tokenização Visa. Outro diferencial, é que os clientes podem fazer uso da tecnologia de pagamento por aproximação.

A BPP Pay é apoiada pela tecnologia Visa Token Service (VTS), desenhada para permitir a realização de compras sem expor detalhes que possam ser comprometidos por fraudadores. Essa tecnologia inovadora da Visa substitui informações importantes, como os 16 dígitos do cartão, data de validade e código de segurança, por um identificador digital único chamado Token de Pagamento – permitindo compras mais seguras em dispositivos móveis.

Eduardo Abreu, vice-presidente de Novos Negócios da Visa do Brasil, diz: “Os consumidores querem pagar de forma rápida, integrada e segura, e suas expectativas em relação às experiências de varejo estão mais altas do que nunca. O cartão pré-pago tem incluído financeira e digitalmente milhares de pessoas. Com o BPP Pay, eles podem iniciar um pagamento com o próprio celular, em questão de segundos”.

Além do Brasil, por meio da BPP International, a fintech também está mirando o mercado latino americano que tem demandado por carteiras como esta, uma vez que boa parte dos países situados nesse meio ainda não tiveram acesso ao Samsung Pay ou Google Pay.

Com o aplicativo BPP Pay também será possível realizar pagamentos via QR Code e validação de biometria, como digital e/ou pin, ou até mesmo reconhecimento facial, a depender se o smartphone utilizado possui as funcionalidades disponíveis, sendo também necessária autorização do cliente para a sua utilização.

Levantamentos realizados apontam muitas vantagens em relação ao pagamento via celular, a maior delas é a praticidade que as carteiras digitais proporcionam. Além disso, segundo a Global Payments Report 2017 da Worldpay, o uso da carteira digital no Brasil deve dobrar, passando de 15% (dado atual) para 31% em 2021.

Observando dados da Visa em relação à adoção e uso dos Pays, é possível verificar que a curva de crescimento do número de transações Visa com os Pays entre os primeiros seis meses de 2017, com o mesmo período em 2018, é superior a 431%. O crescimento do volume também foi expressivo: o valor transacionado por essa solução cresceu 372%.

A tecnologia empregada no desenvolvimento da nova wallet eleva a BPP ao patamar das BigTechs.

LGPD: bom para a privacidade, melhor para os hackers

Por Francisco Camargo

No Brasil não temos a cultura de analisar ampla e detalhadamente o impacto dos regulamentos governamentais. O que se passa é que os diversos Órgãos públicos geram normas, sem analisar todos os aspetos, e em seguida vemos que os consumidores pagam a conta, como aconteceu, por exemplo, com as tomadas de três pinos, em que não se provou que a inovação melhoraria de fato a segurança elétrica de consumidores, e muitos outros exemplos.

A Análise do Impacto Regulatório deveria ser uma norma obrigatória para qualquer órgão que crie regulamentos, impondo restrições e punições que podem afetar a segurança jurídica e tributária do país.

Mesmo no Legislativo, que leva muito a sério a confecção de leis regulamentadoras, realizando Audiências Públicas, passando os Projetos de Lei por várias comissões, e finalmente aprovando-as, em um processo transparente, passam aspectos não previstos antecipadamente.

Foi isto o que aconteceu com a Lei Geral de Proteção de Dados, baseada no complexo modelo europeu do GDPR.

Por se tratar de um assunto muito recente, de um problema extremamente complexo, que tem impacto na maioria das empresas brasileiras e grande parte da população, é importante trazer à luz detalhes que acabam sendo muito importantes e, às vezes, passam desapercebidos.

A segurança da informação e a proteção de dados foi e continua sendo o calcanhar de Aquiles da nossa sociedade, apoiada cada vez mais em tecnologias digitais e no uso de dados.

Praticamente tudo está armazenado virtualmente, desde fotos em redes sociais até documentos corporativos sigilosos, o que instiga a voracidade de criminosos em burlar essas tecnologias de segurança para obter vantagens, sejam econômicas ou de outra natureza.

Agora, com as novas regulamentações de proteção e privacidade de dados, como a europeia GDPR e a nova LGPD brasileira, a segurança ficou muito mais complexa, pois os invasores terão novos e sérios argumentos para convencerem as empresas a pagarem o preço da chantagem.

Antes das regulamentações, as empresas, vítimas de piratas, que ameaçavam publicar os dados roubados, temiam o dano à sua imagem e o custo dos processos que teriam eventualmente que enfrentar.

Com a nova regulamentação, apareceram as multas pesadas para as empresas vítimas de ataques bem-sucedidos. As penalidades mais incisivas, custos por danos à imagem e indenizações tendem a ser mais altas, pois se as multas são grandes, juridicamente as punições de processo têm que ser equivalentes, o que pode fazer com que a companhia opte por negociar com os piratas, a fim de não permitir que os dados sejam divulgados e o prejuízo seja ainda maior. E isso será um grande estimulo para novos ataques.

Recentemente o Facebook admitiu que 50 milhões de contas foram hackeadas. Imaginem se eles, que investem milhões de dólares em segurança de dados, são vítimas de pirataria, o que aconteceria com empresas menores, no Brasil? É um caso sui generis, em que a lei condena a vítima, e seu agressor pode escapar impune.

A alegação da rede social de Mark Zuckerberg foi que os invasores exploraram uma vulnerabilidade em seu código que permite roubar geradores de senhas de acesso quando os usuários mudam para a visualização dos perfis de “privado” para “público”, por meio do recurso “Visualizar como”.

Seja como for, o vazamento de dados pessoais nunca foi tão desafiador para organizações de todos os portes, o que requer tecnologia avançada, serviços especializados e mudança cultural, dentro e fora das empresas.

Mais do que isso, as regulações vão mudar a forma como se coletam dados (RG, CPF, endereço, renda etc.), com a inclusão de ferramentas contra vazamentos e inclusão de meios que expliquem aos clientes o porquê precisam de determinadas informações, como elas serão usadas e quando serão descartadas. O consentimento tem que ser explícito. Assim, a indicação para que as empresas brasileiras estejam em conformidade com a lei tendo soluções de segurança isoladas não basta. É preciso integrar sistemas com as mais diversas finalidades, o que requer integradores e consultores com apoio técnico de primeira linha e conhecimentos consolidados para entregar projetos que vão ao encontro das novas demandas.

O desafio é grande. Soluções para proteção de dados, criptografia, gerenciamento de logs, firewalls de aplicativo da web, prevenção e detecção de intrusos, sistemas de análise de big data, etc., talvez não bastem.

Com a ascensão dos métodos e tecnologias que utilizam a inteligência artificial, uma das saídas possa ser justamente investir em técnicas de análise de comportamento dos usuários das plataformas digitais das empresas. Com o passar do tempo, os dados coletados poderão prever ações e identificar potenciais riscos à segurança, que podem abrir brechas para ataques passíveis das temidas punições.

Francisco Camargo, Presidente da Abes (Associação Brasileira das Empresas de Software)

Técnica Pomodoro: Saiba como melhorar sua produtividade

Por Marcelo Furtado

Com a correria do dia a dia, não importa em que área você atue, é preciso saber lidar com o tempo para poder otimizar as demandas e ter mais horas para realizar suas tarefas. Estudos do Instituto de Psiquiatria da Universidade de Londres indicaram que exercer mais de uma atividade ao mesmo tempo reduz a produtividade em até 40%. Esse dado mostra a importância de nos organizarmos para concluir e gerir todas as atividades.

Como fazer isso é particular de cada um, mas para quem precisa de ajuda existem algumas técnicas que podem auxiliar, como por exemplo a técnica Pomodoro. Nela você tem a oportunidade de focar em uma atividade por vez e identificar os pontos de distração. Ao mesmo tempo, garante a revisão das atividades e utiliza seu potencial para a demanda que precisa de mais atenção.

O método de gerenciamento de tempo Pomodoro consiste em dividir os fluxos de trabalho em quatro períodos de 25 minutos. Durante esse intervalo é preciso ter atenção total à sua atividade e depois de cumprir o prazo previsto. Você pode ter uma folga de cinco minutos para descansar o cérebro e realizar outras tarefas importantes, ao final descanse por um período maior, entre 15 e 30 minutos. Mais quais são as vantagens de melhorar sua produtividade com essa técnica?

A maioria dos gestores reclamam que o colaborador brasileiro produz pouco. Isso acontece por uma série de fatores, mas se resume em saber como aumentar a produtividade. Os benefícios derivados da gestão do tempo são variados e passam até pela qualidade dos processos. Isso porque o não cumprimento de um padrão ocasiona conflitos e gera pressão entre os profissionais, que precisam realizar as tarefas com muita agilidade e sem o cuidado necessário.

Da mesma forma, é mais fácil estabelecer prioridades e delegar tarefas, ou seja, com essa prática é possível definir exatamente o que precisa ser feito com urgência, o que é importante e o que pode ser deixado para uma outra hora.

Como ela ajuda na produtividade do Departamento Pessoal?

Uma situação bastante comum nos DPs é o profissional ter que lidar com diferentes atividades ao longo do dia. Em muitos casos, o que acontece é que determinada tarefa foi iniciada, mas não finalizada. Ou porque surgiu algum imprevisto e mudou sua prioridade ou porque deixou o que estava programado em segundo plano. Mas, para não perder o controle de sua lista de afazeres, essa técnica ajuda a descobrir como seu tempo é gasto e quantas horas ou minutos cada atividade leva para ser realizada. Ao mesmo tempo, você aprende a lidar com as distrações.

É fato que o monitoramento do tempo possibilita fazer uma análise mais aprofundada de como as rotinas são executadas. Com essas questões em mente, você tem mais argumentos para mudar seus processos e sugerir uma reestruturação que otimize o trabalho e maximize a sua produtividade.

A técnica Pomodoro é uma boa alternativa para identificar erros e acertos, aprender a se planejar e a saber como programar melhor as suas atividades. Com a otimização do tempo, suas rotinas serão executadas com mais rapidez e precisão, o que tornará todo o processo muito mais fácil e eficiente.

Marcelo Furtado, professor de Inbound Marketing na ESPM e CEO da Convenia.

Os cinco estágios da jornada do cliente

Por Morris Menasche

As organizações de serviços em campo estão sempre buscando aprimorar as expectativas de seus clientes, que estão cada vez mais exigentes e demandando uma experiência diferenciada. Receber um serviço em casa ou no local de trabalho faz com que o cliente precise ainda mais de prestador de serviço eficiente para sentir-se no controle da situação e minimizar a frustração.

Um estudo recente sobre experiência do cliente no Brasil, intitulado CXTrends, indica que 55% das empresas não estão satisfeitas com o atendimento que oferecem a seus clientes, resultado que diminuiu em relação a 2017. No entanto, 52% gerenciam o atendimento – em 2017, apenas 47% realizavam esse controle – contra 48% que ainda não possuem metas de relacionamento e atendimento, mas pretendem adotar. Com relação à opinião dos clientes sobre a qualificação dos profissionais no atendimento, 68% desqualificam o atendimento, havendo queda de 13% frente a 2017. Deste modo, torna-se necessário examinar cada estágio da jornada do cliente, para maximizar a satisfação em cada ponto deste processo.

A jornada de um cliente de serviço em campo possui cinco estágios distintos e, idealmente, a satisfação do cliente cresce de um estágio para o próximo, com a frustração diminuindo. Entretanto, cada etapa também é repleta de potencial para retornar à frustração máxima caso determinadas condições não forem cumpridas.

Estágio 1: Identificação do Problema

O próprio fato de sua jornada começar com um problema significa que os clientes já iniciam em um estado frustrado, em níveis variados, dependendo da gravidade do problema. Nesta fase, os prestadores de serviços estão frequentemente no escuro e ainda não conseguem fazer muito.

Minimize os riscos:

Por meio da Internet das Coisas (IoT) e da proliferação dos dispositivos inteligentes, tornou-se ainda mais fácil diagnosticar e reparar problemas remotamente ou enviar um técnico antes que eles aconteçam. Informações claras de diagnóstico, visíveis ao cliente e de fácil acesso, ajudam os sites a oferecer aos consumidores mais controle desde o início. Se eles puderem resolver o problema sozinho – ótimo! Caso contrário, os clientes já fizeram algum esforço para diagnosticar e reparar, e sentem-se mais informados e capacitados após a ligação.

Estágio 2: Solicitação de Serviço

Solicitar um serviço para solucionar um problema é a primeira oportunidade para um provedor de serviços brilhar ou decepcionar. É nesta etapa que um cliente frustrar-se com os longos tempos de espera em uma chamada, com um sistema de voz automatizado não amigável ao usuário ou com a falta de uma opção de contato no site. Diferentes clientes terão diferentes preferências para solicitar, reservar e confirmar o serviço. A empresa prestadora de serviços deve permitir o contato por meio de múltiplos canais, além de um agendamento rápido e simples.

Minimize os riscos:

Facilite o contato e não faça com que o cliente explique o problema mais de uma vez. Atenha-se ao canal de comunicação preferido do usuário. Apresente durações de compromisso realistas, que sejam melhores para o cliente e permitam uma resposta rápida.

Estágio 3: Aguardando o Serviço

Enquanto aguardam a realização do serviço, os clientes ainda precisam aliviar totalmente sua ansiedade sobre o problema. Na verdade, ao esperar pela chegada de um técnico, eles estão preocupados com o tempo que irão aguardar e se a ajuda virá no horário designado. Este é o momento mais provável para que cansem de esperar e deixem suas instalações, em vez de ficarem sentados.

Minimize os riscos:

Forneça visibilidade e comunicação clara durante esse período crítico. Confirme o horário do compromisso e a intenção do cliente em estar lá. Uma experiência diferenciada começa com a hora de chegada mais precisa e a janela de agendamento mais estreita possível. Os clientes querem saber que seu tempo é valorizado e respeitado. Quando um profissional estiver em rota, facilite para os clientes rastrearem sua localização e obterem detalhes atualizados sobre o horário de sua chegada.

Estágio 4: Serviço de Recebimento

Nesse crítico estágio, é mais provável que seu cliente tenha interação direta com um profissional em campo – possivelmente a única interação cara a cara com sua marca. Por isso, todo detalhe é importante. A disposição e a capacidade de conhecimento do funcionário podem solidificar ou minar a confiança do cliente. Proporcionar uma resolução aceitável para o problema durante a visita também é essencial.

Minimize os riscos:

Capacite seus funcionários móveis para uma interação positiva com o cliente e forneça a eles todos os detalhes necessários sobre o cliente e o trabalho. O que quer que esteja com problema assegure-se de corrigi-lo já na primeira visita, enviando o profissional com as habilidades apropriadas e com as peças e equipamentos necessários em seu veículo.

Etapa 5: Avaliação Pós-serviço

Seja ele comunicado ou não, seu cliente formou uma opinião sobre sua experiência de serviço – que provavelmente compartilhará com amigos, familiares e nas redes sociais. Se os consumidores não tiverem como compartilhar sua satisfação, você não saberá se está fazendo um bom trabalho. Se eles não têm como compartilhar seu desapontamento, o risco de expressá-lo para um público maior também aumenta.

Minimize os riscos:

Colete feedbacks e, principalmente, tenha uma maneira de realimentá-lo em seus sistemas, para que, por exemplo, um técnico indesejável não seja enviado novamente para o mesmo cliente ou vice-versa. Registre feedbacks e preferências de uma forma que os torne ações e melhores decisões no futuro.
Os cinco estágios da jornada do cliente de serviço em campo podem ilustrar uma escada de degrau para a satisfação ou uma linha plana de frustração. Trabalhar para atender às necessidades específicas do cliente em cada etapa é essencial para garantir altos índices de NPS (Net Promoter Score), fidelidade e aumento do valor do tempo de vida do cliente.

Morris Menasche, Vice Presidente de Vendas da ClickSoftware para América Latina

Fintech Lendico abre vagas de Tecnologia, Produto, Operações e Marketing em São Paulo

A fintech de empréstimo pessoal Lendico, uma das principais do país, está com diversas vagas abertas para estagiários, analistas, coordenadores para diferentes áreas de atuação. O escritório da empresa está localizado no bairro de Pinheiros, em São Paulo.

As oportunidades são para: Desenvolvedor, Designer, PO, Coordenador de Crédito e mais. Hoje a equipe é formada por quase 80 colaboradores e até o fim do ano a Lendico pretende aumentar seu quadro em até 40%.

“Buscamos pessoas que fujam do comum, que sejam apaixonadas pelo que fazem e que, acima de tudo, saibam trabalhar em uma equipe diversa de forma produtiva e divertida” diz Marcelo Ciampolini, CEO da Lendico.

Para mais detalhes em como candidatar a uma das vagas abertas, interessados devem acessar os links exclusivos de cada área:

Veja a lista completa:

Vagas de Marketing

São duas vagas para atuar na equipe de marketing da Lendico: Analista de SEO – http://bit.ly/AnSEOLendico e Diretor(a) de Arte – http://bit.ly/DALendico

Vagas de Tecnologia

Para quem deseja compor a equipe de tecnologia, existem três oportunidades de se unir ao time da fintech: Desenvolvedor(a) Backend (Python) – http://bit.ly/DevBackendLendico, Sysadmin/Devops – http://bit.ly/DevopsLendico e Analista de segurança da informação – http://bit.ly/ASILendico

Vagas de Produto

Na área de produto, a empresa também conta com diversas oportunidades: São vagas de designer de produto, analista de produto e ProductOwner.

Para se candidatar, a fintech pede que os interessados nas vagas de designer de produto tenham experiência em design de interfaces, padrões de design, guidelines, usabilidade, prototipagem e acessibilidade; mobile first; pesquisa, análise de métricas e testes de usabilidade/ conhecimento de metodologia ágil; design systems; entre outras competências técnicas. Os candidatos deverão enviar o currículo com portfólio para people@lendico.com.br com o nome da vaga no título.

Já para a vaga de ProductOwner, a Lendico está em busca de um profissional com experiência no gerenciamento de produtos e projetos; com conhecimento de metodologia ágil; inglês avançado; e formação em Ciências da Computação, Economia, Engenharia, Administração ou correlatas. Os candidatos deverão enviar o currículo com portfólio para people@lendico.com.br com o nome da vaga no título.

Vagas em Operações

Já na área de operações, a Lendico conta com uma vaga de Coordenador de Crédito e uma posição para Analista. Em ambas o requisito é que o candidato tenha conhecimento e experiência com regras de motor de crédito. Currículos devem ser enviados para people@lendico.com.br com o nome da vaga desejada no título.

Capgemini e Efma lançam a FinTechVisor Race 2019, voltada para startups financeiras

A Capgemini e a Efma anunciam a primeira edição da FinTechVisor Race to the Top 2019, competição que oferece às startups[1] participantes a oportunidade de apresentar as mais inovadoras soluções de negócios a um painel de elite, composto por instituições financeiras e influenciadores do setor.

A FinTechVisor Race to the Top 2019 tem o desafio de revelar as mais interessantes inovações desenvolvidas pelas FinTechs, conectando-as a novas oportunidades de mentoria e parcerias. Este é o primeiro concurso do gênero realizado no portal FinTechVisor, lançado no início deste ano para incentivar uma maior colaboração entre as startups e instituições financeiras tradicionais.

Para participar, os candidatos foram convidados a preencher uma página de sua empresa na plataforma FinTechVisor e enviar um vídeo de 90 segundos. O conteúdo deve apresentar a relevância da solução para o mercado, sua inovação e o potencial de negócios nas seguintes categorias: Bancos & Meios de Pagamentos, Financiamento, Seguro de Vida, Seguros para Bens-Vida-Saúde, Criptomoeda & Blockchain, Gestão de Patrimônio, Investimento & Mercados de Capital, RegTech & Cibersegurança, Plataformas & APIs Abertas, Gestão Financeira Pessoal, Contabilidade & Gestão Financeira de Negócios, e Insights & Dados para Serviços Financeiros. Apenas um vídeo por candidato será aceito, mas o conteúdo pode abranger duas categorias. O prazo de inscrições pelo site FinTechVisor se encerra em 1º de fevereiro de 2019.

Uma lista de 10 indicados (um por categoria) será anunciada pela Capgemini e pela Efma no portal FinTechVisor em 12 de fevereiro de 2019. A votação então será aberta a todos os visitantes do site, incluindo membros da Efma, clientes da Capgemini e as próprias FinTechs. Em 7 de março de 2019, durante um webinar online, os três finalistas apresentarão sua solução à um painel com representantes das instituições financeiras e influenciadores do setor, que selecionarão o vencedor geral.

O campeão receberá uma mentoria exclusiva da Capgemini, além de uma oportunidade de apresentar sua solução na conferência “Bank + Fintech”, da Efma (a ser realizada em 2 e 3 de abril de 2019), além de oportunidades promocionais em importantes eventos do setor e de networking com as principais instituições financeiras participantes do painel de jurados. Os vencedores ainda serão convidados a participar do ScaleUp Qualification Program, projeto da Capgemini para as ScaleUps[2] que oferece oportunidades para ganhos em credibilidade e aumento na probabilidade de parcerias bem-sucedidas.

“O futuro dos serviços financeiros reside na parceria efetiva entre FinTechs e instituições tradicionais”, afirmou Elias Ghanem, CTO e Líder para FinTechs da área de serviços financeiros da Capgemini na Europa. “Desenvolvemos o portal FinTechVisor para facilitar a colaboração entre as companhias estabelecidas e as emergentes do mercado, criando um espaço onde as ideias possam ser compartilhadas e as parcerias formadas. O FinTechVisor Race to the Top 2019 dá vida a esse conceito, apresentando as inovações para o mercado”, completa.

“Desde o lançamento do portal FinTechVisor, em maio de 2018, construímos uma forte comunidade de FinTechs inovadoras”, revelou Vincent Bastid, CEO da Efma. “Estamos ansiosos para prover uma nova plataforma para que as FinTechs mostrem a força de suas propostas e ofereçam uma oportunidade renovada para as instituições tradicionais em busca de novos parceiros de negócios”.

Estudo da Cisco mostra que as organizações estão obtendo resultados comerciais de seus investimentos em privacidade de dados

Empresas e organizações em todo o mundo que investiram no amadurecimento de suas práticas de privacidade de dados estão agora obtendo benefícios comerciais tangíveis desses investimentos, de acordo com o Estudo de Benchmark de Privacidade de Dados de 2019 da Cisco. O Estudo valida a ligação entre a boa prática de privacidade e os benefícios comerciais, enquanto os entrevistados relatam atrasos de vendas mais curtos, bem como menores e menos dispendiosas violações de dados.

O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), que focou em aumentar a proteção da privacidade e dos dados pessoais dos residentes da UE, entrou em vigor em maio de 2018 e com isso as organizações em todo o mundo vêm trabalhando para se adequarem ao GDPR. No Estudo de Benchmark de Privacidade de Dados de 2019 da Cisco, 59% das organizações relataram que atendem a todos ou a maioria dos requisitos, 29% esperam fazer isso dentro de um ano e 9% levarão mais de um ano.

“No ano passado, a importância da privacidade e proteção de dados aumentou dramaticamente. Os dados são a nova moeda e, à medida que o mercado se transforma, vemos as organizações obtendo benefícios comerciais reais de seus investimentos na proteção de seus dados”, disse Michelle Dennedy, Diretora de Privacidade da Cisco. “Na Cisco, acreditamos plenamente tanto na proteção dos nossos clientes como em impulsionar o sucesso comercial, maximizando o valor dos dados e minimizando os riscos”.

Os clientes estão cada vez mais preocupados com o fato de os produtos e serviços que implantam fornecerem proteções de privacidade apropriadas. As organizações que investiram em privacidade de dados para atender ao GDPR mostraram menores atrasos devido a preocupações com a privacidade ao vender para clientes existentes: 3,4 semanas em comparação com 5,4 semanas para as organizações menos preparadas para o GDPR. No geral, o prazo médio de vendas a clientes existentes foi de 3,9 semanas, menor que as 7,8 semanas relatadas há um ano. As organizações preparadas para o GDPR citaram uma menor incidência de violações de dados, um número menor de registros impactados em incidentes de segurança e tempos de inatividade mais curtos do sistema. Eles também se tornaram muito menos propensos a ter uma perda financeira significativa de uma violação de dados. Além disso, 75% dos entrevistados citaram qu e estão obtendo muitos e maiores benefícios de seus investimentos em privacidade, incluindo maior agilidade e inovação resultantes de controles apropriados de dados, obtenção de vantagem competitiva e uma aprimorada eficiência operacional ao terem seus dados organizados e catalogados.

Mais de 3.200 profissionais globais de segurança e privacidade dos principais setores em 18 países responderam à pesquisa da Cisco sobre as práticas de privacidade de suas organizações. Alguns dos principais resultados são:

87% das empresas enfrentam atrasos em seu ciclo de vendas devido a preocupações de clientes ou prospects com a privacidade, maior que os 66% do ano passado. Isso é provavelmente devido à maior conscientização sobre a privacidade provocada pelo GDPR e às frequentes notícias sobre violações de dados.

Os atrasos nas vendas por país variaram de 2,2 a 5,5 semanas, com a Itália, a Turquia e a Rússia no extremo inferior da faixa, e a Espanha, o Brasil e o Canadá no extremo superior. Os atrasos mais longos nas vendas podem ser atribuídos às áreas nas quais os requisitos de privacidade são altos ou estão em transição. As vendas atrasadas podem causar déficits de receita ligados a remuneração, financiamento e relações com investidores. As vendas atrasadas também podem se tornar vendas perdidas se um cliente potencial comprar de um concorrente ou simplesmente decidir não comprar.

Entre os principais motivos citados para atrasos nas vendas estão a investigação das solicitações dos clientes quanto a necessidades de privacidade, a tradução de informações de privacidade nos idiomas dos clientes, instruir os clientes sobre as práticas de privacidade de uma organização, ou reprojetar produtos para atender às necessidades de privacidade do cliente.

Por país, a conformidade com o GDPR variou de 42% a 75%. Espanha, Itália, Reino Unido e França estavam no topo da lista, enquanto a China, o Japão e a Austrália estavam na ponta mais baixa.

Apenas 37% das empresas preparadas para o GDPR tiveram uma violação de dados que tenha custado mais de US$ 500 mil, em comparação com 64% das empresas menos preparadas para o GDPR.

Acesse o Estudo de Benchmark de Privacidade de Dados de 2019 da Cisco (em inglês): Cisco 2019 Data Privacy Benchmark Study.

Universidades internacionais entrevistam candidatos em São Paulo em fevereiro, no The MBA Tour

Interessados em cursar um MBA fora do Brasil terão novamente a chance de iniciar o processo seletivo sem precisar sair do país. O The MBA Tour volta a São Paulo no dia 27 de fevereiro, das 16h45 às 21h30, para o primeiro evento brasileiro do ano. As inscrições são gratuitas e estão disponíveis no site do The MBA Tour; as vagas são limitadas.

O encontro conecta candidatos a algumas das universidades mais renomadas do mundo, impulsionando suas carreiras e apoiando-os no processo de formação executiva.

Durante o evento, os participantes têm acesso a palestras com as equipes de 10 universidades internacionais. Os interessados podem aprender mais sobre os processos de seleção e realizar entrevistas com os diretores de admissão, que estarão presentes para pré-selecionar os candidatos e dar dicas de melhorias.

Além disso, o The MBA Tour oferece a oportunidade de networking com ex-alunos e profissionais das universidades.

A marca The MBA Tour acaba de ser adquirida pela associação global de escolas de pós-graduação em administração GMAC (Graduate Management Admission Council), detentora do GMAT, exame obrigatório para a grande maioria dos candidatos a programas de MBA ao redor do mundo.

Com a aquisição, o evento passa a se tornar mais orientado por dados coletados pelo GMAC, de forma a tornar o The MBA Tour uma experiência ainda mais personalizada e aprofundada.

Confira abaixo a lista de universidades confirmadas para esta edição

York University – Schulich School of Business
IE Business School
Concordia University – JMSB
HEC Montréal
Hult International Business School
Ivey Business School
Queen’s University
Simon Fraser University
University of British Columbia
William & Mary

The MBA Tour

Dia 27 de fevereiro, das 16h45 às 21h30
Hotel Inter-Continental – Alameda Santos, 1123 – Jardins – São Paulo, SP

HRTech recebe investimento de R$ 11,5 milhões liderados por Valor Capital e Maya Capital

No mercado há três anos e com grandes clientes como Ambev, Kraft Heinz e Somos Educação, além de atuação em cinco países, a Gupy, líder de recrutamento com base em Inteligência Artificial no Brasil, acaba de receber um investimento no valor de R$ 11,5 milhões. O novo aporte, feito pelos fundos Valor Capital, com atuação no Brasil e EUA, e Maya Capital, liderado por Lara Lemann e Monica Saggioro configura a HRTech como uma das primeiras em recrutamento a receber investimento Series A no país.

Com o objetivo de aprimorar as soluções do sistema e expandi-lo nacionalmente, o investimento também auxiliará a startup a promover maior eficiência e disrupções no mercado de Recursos Humanos. “O Brasil é o quinto maior mercado de recrutamento e possui características específicas que dificulta a boa atuação de soluções de fora. Com esse investimento vamos evoluir o sistema para oferecermos ainda mais inovações para os nossos clientes e sermos líderes aqui e em breve em novos países”, pontua Mariana Dias, CEO e cofundadora da empresa.

A empresa, que em 2016 foi acelerada pela Wayra, programa de inovação aberta e empreendedorismo da Telefónica, já havia recebido, em 2017, um aporte no valor de R$ 1,5 milhão do fundo de investimento Canary, liderado pelos fundadores do Peixe Urbano, M Square e Printi, e do fundo Yellow Ventures, liderado por Patrick Sigrist, fundador do iFood. A rodada contou ainda com dinheiro de investidores-anjos, que trouxeram, também, importante conhecimento para auxiliar na estratégia de expansão da empresa. “Apesar de termos três anos no mercado, ainda estamos começando, temos muito chão pela frente e cada investimento é único e muito transformador. Além do próprio capital estratégico, cada investimento nos proporciona ampliar o suporte operacional e a conectividade aos mercados globais”, comenta Mariana.

Novos algoritmos de recrutamento e crescimento

Com crescimento de pelo menos 15% ao mês em Receita Recorrente, até o final de 2018, a empresa mais do que quintuplicou suas receitas em relação à 2017. O foco principal da Gupy está em acelerar ao máximo a evolução do seu produto focado na eficiência e experiência de todo o processo de recrutamento e otimizar sua máquina de vendas para alcançar médias empresas e outros grandes nomes do mercado. “Acreditamos que este é o momento para termos uma grande transformação na forma como as empresas contratam. Queremos proporcionar aos nossos usuários as melhores tecnologias, inovações e experiências e assim continuar liderando as disrupções que esse mercado necessita”, destaca Mariana.

Atualmente, o novo algoritmo da plataforma ajuda o recrutador a realizar uma triagem de currículos com 70% menos esforço operacional. Essa tecnologia de Inteligência Artificial faz com que os clientes da Gupy só precisem analisar, em média, os 12 perfis de candidatos mais compatíveis para encontrar aquele ideal para a vaga, ao invés de dezenas e muitas vezes centenas de currículos. Esse mecanismo é uma estratégia para que o RH consiga gerar cada vez mais valor para o negócio. “Pessoas são o bem mais valioso de qualquer organização competitiva, para isso selecionar os melhores talentos não é mais só um papel estratégico do RH, mas também dos CEOs e de todos os gestores. A Gupy existe para tornar fácil e rápido conseguir atrair, gerir o processo de recrutamento e selecionar com alta assertividade os candidatos certos para cada vaga, assim acreditamos que teremos gente mais realizada nas empresas conseguindo impactar suas organizações e o mundo”, explica Guilherme Dias, CMO e cofundador da startup.

Residente duas vezes consecutivas no Programa Google for Statups e selecionados entre 12 startups no mundo para o Google Alumni Summit em Israel no final de 2018, a startup possui, hoje, mais de 60 funcionários e escritório próprio em função do crescimento vertiginoso. A expectativa para este ano, além de aumentar a equipe e as operações no Brasil, é otimizar mais os processos de recrutamento através de algoritmos cada vez mais eficientes e entregar uma experiência inovadora para os candidatos.

Booking.com anuncia as finalistas do Technology Playmaker Awards 2019

Hoje, a Booking.com, uma das maiores empresas de e-commerce do mundo e líder em tecnologia digital, anunciou as finalistas da segunda edição do Booking.com Technology Playmaker Awards. Lançada em setembro de 2017, esta premiação visa reconhecer e homenagear mulheres que trabalham mundo afora ultrapassando barreiras e que através da tecnologia, vêm transformando negócios, setores, comunidades e a sociedade.

A lista completa e informações sobre as principais finalistas estão aqui: http://techplaymakerawards.com/finalists
Este ano, há finalistas de mais de 20 países, incluindo EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Irlanda, Espanha, Holanda, Finlândia, Lituânia, Ucrânia, Canadá, África do Sul, China, Índia, México, Nigéria, Marrocos, Arábia Saudita, Bahrein e Gana, comprovando que mulheres de todas as partes do mundo estão usando a tecnologia de forma original e impactante. Diferentemente da premiação de 2018 em que as inscrições estavam abertas apenas na Europa, a premiação deste ano foi aberta para mulheres do mercado da tecnologia no mundo todo e de qualquer patamar ou campo relacionado à tecnologia.

As sete categorias do Technology Playmaker Awards 2019 foram planejadas para reconhecer o impacto e a contribuição das mulheres do mercado da tecnologia em áreas como empreendedorismo, inovação, impacto na comunidade e liderança, entre outras. As 6 finalistas e a vencedora serão divulgadas em um jantar de gala em Londres, Reino Unido, no dia 13 de março juntamente com o Technology Playmaker de 2019. As finalistas e demais participantes do evento – incluindo mulheres e apoiadoras de empresas de tecnologia, fundadoras de start-ups e profissionais de tecnologia – ouvirão Eileen Burbidge, MBE, venture capitalist (investidora) e sà ³cia fundadora da Passion Capital, bem como Hadeel Ayoub, a vencedora do Technology Playmaker do ano passado e fundadora e CEO da BrightSign, uma start-up de tecnologia que desenvolve inovações para facilitar a comunicação de indivíduos com deficiências verbais.

“Após a nossa primeira premiação do ano passado, recebemos o dobro de inscrições de mulheres do mercado da tecnologia extremamente talentosas e inspiradoras, de quase o dobro de países, resultando em finalistas de alta qualidade,” afirmou Gillian Tans, CEO da Booking.com. “Na lista de finalistas é possível notar a incrível dimensão das conquistas e contribuições que essas mulheres fazem diariamente em vários estágios da carreira na área de tecnologia. Desde jovens empreendedoras que desenvolveram um dispositivo único que, junto com um processamento inteligente de dados, permite que mulheres façam exame de câncer de colo de útero em casa, até uma líder digital que desenvolveu uma plataforma que detecta a localização de uma pessoa após um terremoto, estamos simplesmente impressionados com a dimensão das contribuições que as mulheres do mercado de tecnologia têm feito para a sociedade, comunidade e negócios.”

As vencedoras serão selecionadas por um respeitado grupo de jurados, composto por executivos de empresas de tecnologia multinacionais e start-ups bem sucedidas como Skyscanner, Happn, Booking.com, WeTransfer, Amazon Web Services, Wormhole e All Turtles, além de representantes do ramo acadêmico, do Parlamento Europeu e do mundo da mídia. A vencedora de cada categoria ganhará um prêmio de 5 mil euros. A grande vencedora, que será selecionada entre as ganhadoras das categorias individuais, receberá um prêmio adicional de 10 mil euros.

“Uma pesquisa recente da Booking.com, feita para entender melhor o desafio da diversidade de gêneros no mercado da tecnologia, indicou que 43% das mulheres na área da tecnologia do mundo todo querem ver mais exemplos de mentoras no setor. Homenagear e reconhecer o sucesso das mulheres que têm transformado a área de tecnologia é importante para a Booking.com, pois isso ajuda a valorizar suas trajetórias e incentiva mais mulheres a entrarem nesse ramo e superarem as fronteiras do que elas podem conquistar. Se nós realmente visamos um futuro com mais diversidade e igualdade de gênero, temos que motivar as mulheres nas suas jornadas na área de tecnologia, assim elas podem continuar inovando e inspirando as gerações futuras,” concluiu Gillian Tans.

Stefanini contribui com a transformação digital do Banco Votorantim

Ferramenta de monitoramento Dynatrace colaborou para que a instituição financeira agilizasse processos de pagamentos

Em 2015, a Stefanini, uma das importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, fez uma parceria com o Banco Votorantim para implementar uma solução capaz de identificar rapidamente a origem de problemas operacionais.

Os resultados do projeto foram bem-sucedidos e, dois anos depois, a tecnologia, que garante mais produtividade entre os colaboradores na aplicação dos processos, auxiliou a instituição financeira no processo de tomada de decisão. “À medida que fomos expandindo o uso da ferramenta Dynatrace, ganhamos sinergia com as áreas de desenvolvimento, que passaram a utilizá-la na hora de definir a estratégia de lançamento de produtos”, afirma Marcelo Toledo, gerente de infraestrutura do Banco Votorantim.

Com o aumento da demanda interna, uma equipe de infraestrutura passou a colaborar com outras áreas no desenvolvimento de dashboards – painéis virtuais que apresentam informações importantes para alcançar um ou mais objetivos de negócio. O escopo do projeto previa o monitoramento tanto no teste de novos produtos quanto na análise de resultados diários. A tecnologia também auxiliou no processo de reformulação do site, uma vez que o banco passou a detectar o total de acessos por celular e o navegador mais utilizado.

Com o projeto em fase de expansão, a ideia é apoiar todas as áreas. Segundo Jean Calixto da Silva, gerente de negócios da Stefanini, essa estratégia é essencial para dar conta das transformações rápidas que acontecem no mundo.

Para a Stefanini, a parceria reforça o seu posicionamento estratégico e intensifica a colaboração com a Dynatrace. “A Stefanini investe cada vez mais em transformação digital para conectar toda a experiência do usuário ao disponibilizar ferramentas inovadoras que ampliem a geração de resultados e a melhoria da experiência com produtos e processos, garantindo um monitoramento em tempo real do comportamento de cada cliente em múltiplos canais de atendimento”, afirma Filipe Cotait, diretor de tecnologia da Stefanini Scala.

Entenda a ferramenta

As plataformas da Dynatrace, reconhecidas pelo Quadrante Mágico do Gartner como líderes em Application Performance Monitoring (APM) pelo 8º ano consecutivo, tornam visíveis informações em tempo real, ajudando as companhias a enxergarem suas aplicações e canais digitais pela perspectiva dos usuários finais. O monitoramento é baseado na experiência dos clientes e impulsionado por Inteligência Artificial, o que garante que as performances digitais, tanto nas navegações feitas pela web quanto nos dispositivos móveis, sejam de alto nível.

A tecnologia possui dashboards intuitivos, que possibilitam acompanhar o que ocorre em cada camada das transações, localizar exceções que possam atrapalhar o funcionamento das aplicações, identificar as causas que geram demora nas respostas e monitorar – de ponta a ponta – a performance de todo o sistema.

Falhas nos sistemas ou até mesmo o atraso em alguns segundos na aplicação on-line são suficientes para fazer o consumidor migrar para o concorrente, algo que a Dynatrace, líder mundial em inteligência de software, está fortemente comprometida em evitar. “Um de nossos principais produtos é o financiamento de veículos. Se o cliente não consegue fazer a simulação rapidamente, acaba dando preferência a outro banco, o que representa uma perda de receita potencial”, acrescenta Toledo.

NRF 2019: o varejo precisa de Customer Success para vender mais

Por Ricardo Pinho, diretor de Customer Success da Linx

“Medimos o sucesso pelas interações com nossos clientes, não pela venda”. A frase de Jeremy King, Chief Information Officer (CIO) e Chief Technology Officer (CTO) do Walmart, durante um dos painéis sobre tendências tecnológicas para o varejo na NRF Big Show 2019 – maior feira dedicada ao varejo em todo o mundo – reflete uma filosofia assertiva que exploramos aqui na Linx.

Isso nos ajuda a desenvolver e ofertar soluções capazes de ajudarem nossos clientes a construir e fidelizar o relacionamento com seus consumidores. Este conceito apresentado pelo executivo esteve presente nas mais diferentes formas, em muitas apresentações de grandes líderes empresariais do varejo global, no encontro realizado em janeiro e sediado na cidade de Nova Iorque (EUA).

Autenticidade, colaboração, relevância e propósito parecem marcar essa fase do chamado “New Retail”, ou novo varejo, que ressurge totalmente modificado. As relações passam a ser mais de longo prazo do que apenas resumidas a poucas transações e a experiência do cliente ganhou mais importância do que a venda em si. Assim, nosso entendimento é de que as marcas têm que apresentar um propósito pra ser relevante aos novos consumidores porque, caso contrário, não serão capazes de sobreviver e prosperar.

A inovação de gigantes

Na novíssima e tecnológica House of Innovation, imensa flaghship inaugurada pela Nike na Quinta Avenida, no Midtown Manhattan, ponto nobre e movimentado do comércio nova-iorquino, os vendedores são bonificados pelo engajamento dos consumidores que atendem com a marca, e não por vendas propriamente ditas.

Na unidade, existe também a possibilidade de o cliente agendar um horário para uma consultoria personalizada com os “Nike Experts” no último – e exclusivo – andar da loja, que soma uma área total de pouco mais de 6 mil metros quadrados. Lá, os clientes ganharam um canal pelo qual podem resolver qualquer problema e tirar qualquer dúvida sobre os produtos, construindo uma relação próspera com seus clientes. Esses colaboradores fazem o trabalho de verdadeiros executivos de Customer Success.

E isso não acontece apenas com gigantes como a empresa de artigo esportivo, o mercado de luxo também está dando o tom desta nova era de engajamento. Duvida? A quase centenária Gucci, dona de uma história baseada em exclusividade e sofisticação, inaugurou em maio de 2018 sua “experience store”, no Soho, outro badalado bairro de Nova Iorque. A intenção da grife italiana é desinibir os visitantes e encorajá-los a interagir com a marca de luxo, algo que para muitas pessoas pode parecer intimidador e inalcançável.

Em vez de seguranças sisudos na porta, o espaço de 930 m² conta com “conectores” (sim, não são chamados de vendedores), cujo objetivo é fazer com que os clientes desenvolvam a melhor experiência possível com todo o luxo exposto nas prateleiras. As contratações dos profissionais para a loja da Gucci são feitas com base no potencial de engajamento com os clientes, e não no track record de vendas do colaborador.

O resultado? Os clientes compram, e compram muito! Os mais VIPs chegam a levar à flagship seus vendedores preferidos para realizar a compra lá, simplesmente porque é a melhor experiência que a marca pode oferecer. A companhia, aliás, estima um crescimento de aproximadamente 35% em 2019.

O modelo de negócios passa por mudanças

Scott Galloway, da L2, instituto de pesquisas controlado pelo Gartner, destacou em seu painel que as empresas crescerão em receita pela conquista e retenção dos clientes. Corroborando essa ideia, a RH New York, espécie de galeria-loja localizada na efervescente região do Meatpacking District, já possui 45% de sua receita advinda de assinaturas.

Os clientes cadastrados no clube de assinatura chegam a ter descontos especialíssimos na aquisição de mobiliário para escritórios e residências. Os negócios da loja vêm crescendo assustadoramente rápido e neste ano projeta receitas na casa dos US$ 100 milhões. Um detalhe curioso: o restaurante localizado dentro da loja já responde por 10% desse faturamento. Tudo isso para encantar o cliente e fazer com que ele queira ir até a loja.

E o que tudo isso tem a ver com Customer Success?

Tudo! Basta olhar o propósito desses varejistas para entender que há uma mudança radical no modelo de atendimento a clientes e consumidores. As diretrizes e os incentivos são todos atrelados à relação de longo prazo. Vende-se não mais ao cliente, mas pelo cliente.

O Chief Marketing Officer (CMO) da Microsoft, Chris Capossela, deu um show em sua palestra mostrando como a companhia teve que se reinventar durante a transformação digital. O case já é bem conhecido pela comunidade de Customer Success, mas assistir ao vídeo que mostra a preocupação de gerar propósito e relevância da marca em seus consumidores foi de arrepiar. Pra quem vendia “caixinhas de CD”, a adaptação ao modelo “mission-driven” na era do Software as a Service (SaaS) está sendo radical.

Não faltaram “coincidências” entre as novidades expostas na NRF, sobre o modelo de atendimento que ampara todas essas iniciativas. Às vezes o termo “Customer Success” não era citado nas palestras, mas nem foi preciso. É um conceito nítido em cada slide, em cada discurso, e provocava em nós, profissionais do sucesso do cliente, a vontade de seguir firmes nesta jornada.

Tags, , ,

Soluções em cloud puxam o crescimento da SAP Brasil em 2018

A SAP Brasil teve um ano bastante positivo na receita de soluções em nuvem, que cresceu dois dígitos em relação a 2017. Os contratos firmados em SAP Customer Experience, com soluções voltadas à experiência do cliente conectadas à nuvem, grande aposta estratégica da empresa para o ano, foram o destaque com crescimento de três dígitos e grande adesão do varejo nacional. A companhia fechou o ano com 12.963 clientes em território nacional.

“Os resultados refletem uma maturidade cada vez maior do mercado brasileiro para a digitalização, acompanhando a tendência mundial. O nosso cliente precisa conhecer seu consumidor final, entender o momento dessa relação, saber quando e como fazer o contato e aumentar a taxa de conversão. E é toda essa experiência que CX entrega”, afirma Cristina Palmaka, presidente da SAP Brasil.

Outra linha de grande destaque em cloud foi SAP Fieldglass, que deu um salto significativo em volume de contratos na comparação com 2017. O produto automatiza o processo de gestão de trabalhadores externos, independentes e autônomos, ajudando também no controle de fatura e pagamento. Com a nova lei de terceirizações, o sistema permite que as empresas cumpram todas as determinações com relação à contratação de prestadores de serviço.

Os sistemas de gerenciamento de capital humano registraram avanço de dois dígitos, enquanto a linha SAP Concur, de serviços que simplificam a gestão de viagens e despesas, cresceram três dígitos na comparação com 2017. As soluções de Leonardo, que impulsionam a inovação com machine learning, inteligência artificial, Internet das Coisas e funções analíticas avançadas, também tiveram aumento substancial.

O varejo está entre os setores que contribuíram para o bom desempenho do resultado da subsidiária brasileira, com sólidos três dígitos de avanço em relação a 2017. O mesmo aconteceu nas indústrias de construção, telecomunicações e petróleo e gás. Setores como bens de consumo, bancos e concessionárias de serviços públicos registraram dois dígitos de crescimento. A SAP Brasil avançou também no mercado de pequenas e médias empresas, com as soluções para este segmento, como BusinessOne, subindo dois dígitos.

Último trimestre em linha com resultados do ano

A SAP Brasil apresentou um desempenho no quarto trimestre de 2018 em linha com o resultado do ano, com crescimento de dois dígitos nas soluções em nuvem, na comparação com o mesmo período do ano anterior. Novamente há grande destaque para as ferramentas de SAP CX (dois dígitos), gestão de capital humano (HCM, dois dígitos), SAP Fieldglass e SAP Concur.

Varejo, ensino superior, construção, química e transporte foram setores de destaque, todos na casa dos três dígitos de crescimento. As pequenas e médias empresas mantiveram o desempenho dos três trimestres anteriores, registrando em todo o ano consistentes dois dígitos de alta na adesão à digitalização, considerando os mesmos períodos de 2017.

Empresas brasileiras seguem se tornando mais inteligentes

A Natura&Co, multinacional brasileira do setor de cosméticos, adquiriu neste último trimestre uma série de soluções como SAP S/4HANA, SAP C/4HANA, SAP Ariba e SAP Concur, com foco na sua unidade de negócios The Body Shop. A marca Natura também vai utilizar as soluções SAP C/4 HANA para realizar campanhas direcionadas, implementar programas de fidelidade e apoiar equipes internas para analisar os hábitos dos clientes, proporcionando melhor experiência.

Outro nome de destaque no portfólio de clientes da SAP é a Braskem. A maior companhia petroquímica das Américas está adotando o SAP Integrated Business Planning para otimizar seu gerenciamento de estoques, aumentando a eficiência, reduzindo o tempo de resposta, otimizando a logística e aumentando o nível de serviço ao cliente. A companhia também passou a usar o SAP Cloud Platform para contar com mais flexibilidade, agilidade e integração com sistemas SAP e não SAP existentes.

Receita global chega a € 24,7 bilhões e lucro vai a 17%

Em nível global, a SAP divulgou um crescimento de 32% em subscrições de serviços em cloud e suporte em 2018, com receita total de € 24,7 bilhões (+5%), incluindo também vendas de licença de software, e um lucro operacional de 17%, chegando a € 5,7 bilhões. A empresa atingiu ou superou todas as métricas, mesmo após várias revisões durante o ano. Para 2019 a projeção é chegar a 39% de alta em nuvem e suporte e manter o crescimento geral. A companhia ambiciona chegar a 2023 com uma receita total de mais de € 35 bilhões.

O CEO global, Bill McDermott, comentou que, com a recém-completada aquisição da empresa de gerenciamento de experiência Qualtrics, a SAP está posicionada para revolucionar a indústria. “Com um histórico recente de crescimento sem precedentes, vamos liderar nossos stakeholders para fechar o gap de experiência. Nossa estratégia é inovadora, completa e exclusiva, e está na vanguarda da economia da experiência”. O CFO global, Luka Mucic, destacou que pela primeira vez os novos pedidos ultrapassaram € 10 bilhões no ano em moeda constante, o que permite prever uma continuidade do forte desempenho.

14 trimestres consecutivos de crescimento em nuvem na América Latina

O desempenho da SAP na América Latina e Caribe segue puxado pelos serviços em nuvem, com 14 trimestres consecutivos de crescimento e mais um ano fechando com crescimento de duplo dígito. Na região os destaques também ficaram com a linha de gestão de terceirizados SAP Fieldglass e a de gerenciamento de viagens e despesas SAP Concur. As linhas SAP SuccessFactors e SAP Customer Experience registraram alta de dois dígitos em relação a 2017.

Mitsubishi Electric cria área para desenvolver IIOT

A Mitsubishi Electric, uma das principais companhias de automação industrial e CNC do mundo, está constantemente inovando para trazer mais produtividade aos seus clientes por meio da tecnologia. A companhia investe anualmente mais de US$ 2 bilhões em P&D em diversas áreas como IIOT, Big Data, Machine Learning e Inteligência Artificial. Como resultado, em 2017 foram registradas mais de 4400 patentes no Japão, sendo a empresa com maior número de registro de patentes no país e entre as maiores do mundo.

“A Mitsubishi Electric desenvolve uma série de produtos e soluções voltados para manufatura avançada visando atingir objetivos claros e mensuráveis, como reduzir o tempo de setup de linhas, diminuir o tempo de parada de máquinas, melhorar a eficiência dos equipamentos e aumentar o índice de qualidade de produtos, por exemplo”, afirma Helio Sugimura, gerente de marketing da divisão de automação industrial.

Todo o portfólio reunido resultou em uma área específica para acompanhar esses temas: a Maisart. “Formada por um conjunto de modelos proprietários de algoritmos de Inteligência Artificial com aplicações em Automação Industrial, é útil principalmente para análise de dados para manutenção preditiva ou, em robótica, para parametrização de robôs”, completa Sugimura.

Nesse sentido, o principal segmento que tem feito uso das soluções da companhia é o de manufatura. Globalmente, a companhia tem aplicado suas novidades em empresas fabricantes de semicondutores – que têm apresentado forte potencial para a companhia, especialmente na região asiática.

“Esperamos crescer e evoluir ainda mais nesse tipo de tecnologia, trazendo as novidades para o Brasil. Para nós, é fundamental desenvolver o que há de mais novo em avanços dentro do ambiente industrial de maneira prática e com diferencial tecnológico”, finaliza Sugimura.

Sucessão nas corporações: herdeiro ou sucessor?

Por Bernt Entschev

Pesquisas apontam que 98% das empresas brasileiras são fundadas por famílias. As corporações, geralmente, surgem a partir de uma ideia, um projeto ou uma necessidade de um indivíduo que a desenvolve e inicia uma organização.

Depois de 20 ou 30 anos de fundação é chegada a hora de ‘passar o bastão’. De minha experiência no segmento, a cada 100 empresas que são desenvolvidas no Brasil, apenas 30 sobrevivem na segunda geração, somente 13 chegam até a terceira e 5 passam para a quarta geração. Os números realmente são assustadores. É por isso até que ouvimos aquele ditado no meio corporativo: “A primeira geração constrói, a segunda consome e a terceira destrói”.

Mas mesmo possuindo um perfil familiar, essas empresas possuem conceitos diferentes. Destaco três deles que são comuns e relevantes: o primeiro e o mais conhecido é a empresa familiar, que existe para sustentar a família e estão preocupados com luxo e caprichos, além da delapidação dos patrimônios herdados; o segundo é a multifamiliar, quando a corporação que é administrada por várias famílias; e a terceira, família empresária, que surgem para competir no mercado.

Enquanto na primeira existe o choque e conflito entre gerações, na terceira é evidente observar muito mais compreensão e apoio entre as gerações. Neste caso, o status da família irá variar de acordo com as possibilidades da organização. Eles pensam, principalmente, na agregação contínua ao valor do negócio, na manutenção do patrimônio e no crescimento e manutenção do patrimônio.

E quando chega a hora de passar o bastão? É o momento de decidir por um herdeiro ou sucessor. A sucessão é um problema tanto para uma empresa familiar ou não. Quando se tem uma empresa de grande porte, por exemplo, isso torna-se bem complicado.

É necessário realizar um planejamento chamado ‘plano de sucessão’, que é longo porque muitas vezes significa ter que formar estas pessoas que irão assumir determinadas posições. Muitas vezes o indivíduo tem potencial, mas precisa desenvolver outras habilidades para a ‘cadeira’ que irá assumir.

O herdeiro recebe de presente, tendo ou não talento, já o sucessor, é aquele que irá administrar tecnicamente e profissionalmente a companhia. Claro, herdeiro e sucessor podem estar na mesma figura. Posso citar um exemplo. No caso de minha empresa, foi desta forma que aconteceu. Meu filho é o herdeiro e sucessor. Foi o escolhido para ser o gestor, mas em um processo de sucessão que levou três anos. Desta forma, caso o herdeiro seja o escolhido, algumas situações precisam ser observadas: o herdeiro só deve entrar na corporação se houver vaga ou se gerar uma vaga na empresa; ele terá que obedecer os mesmos critérios em que os recursos humanos praticam para outros profissionais no ingresso na corporação. Se nesta posição é necessário inglês, o indivíduo precisa falar inglês e mais ainda, terá que receber a remuneração de qualquer profissional daquela função.

Na verdade, o que precisamos ter é o conceito profissional. O ideal é que o herdeiro não atue diretamente com parentes. Ele poderá começar como estagiário, ser testado antes de assumir um cargo de chefia na organização.

Chega um momento que, psicologicamente, o herdeiro começa a ter interesse pelo negócio. É muito difícil colocar em prática a sucessão se o filho não tiver interesse na corporação. A conversa franca com os filhos sobre a passagem da direção da empresa é muito importante neste processo.

E aí entra uma regra de ouro: não esperar morrer para transmitir a herança. Até porque muitos dos colaboradores, de vez em quando, têm ataques de imortalidade, de que todo mundo vai morrer, menos ele.

A sucessão na verdade é um processo e não um determinado evento. Não existe: Hoje é o dia da sucessão! O indivíduo vai entrando na empresa, assumindo responsabilidades gradualmente, conhecendo o negócio, as pessoas, os clientes, fornecedores, bancos, enfim, ele já assumiu, mas em um processo, e não de uma só vez.

Agora quando existe mais de um interessado na família, por exemplo, dois irmãos querendo esta posição de sucessor ou não existe um filho interessado, como fazemos?

A solução, se for da família, é realizar um Assessment, de preferência com uma empresa de consultoria externa. O programa irá possibilitar à empresa uma visão aperfeiçoada e detalhada de seu capital humano, de suma importância em um processo sucessório.

Além do que, se terá bastante independência de raciocínio para julgar, e obviamente, aquele que tiver melhor resultado será o escolhido.

No caso de não termos um herdeiro sucessor, o processo será com a contratação de um sucessor, com candidatos externos. E quando não acontece, o processo deve ser com candidatos externos para se chegar ao sucessor. Um headhunter, por meio de processos, pode identificar o melhor perfil para o cargo.

Bernt Entschev, conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná), headhunter e fundador da De Bernt.

Dona da 99, DiDi anuncia joint venture com gigante dos carros elétricos

A DiDi Chuxing, maior plataforma de transporte do mundo e dona da 99 no Brasil, anunciou nesta segunda-feira (28) uma joint venture com a Beijing Electric Vehicle — afiliada da montadora BAIC e maior fabricante de carros elétricos da China. A nova empresa, batizada de JingJu, visa desenvolver os automóveis do futuro combinando frotas de veículos movidos a novas energias e soluções de inteligência artificial.

A JinJu faz parte de uma parceria estratégica formada entre a DiDi e representantes do setor automotivo. A companhia iniciou os programas de cooperação em 2016 e, desde então, desenvolveu uma plataforma colaborativa de serviços para que usuários tenham acesso a diversos serviços num só app — incluindo locações, vendas, abastecimento e manutenção, além do transporte por aplicativo.

A China está acelerando sua transição para novas formas de energia. Enquanto a BAIC anunciou planos para interromper a fabricação e venda de modelos de carros movidos a combustíveis convencionais até 2025, a DiDi hoje é a maior rede compartilhada de veículos elétricos do mundo, com cerca de 400 mil automóveis movidos a nova energia registrados.

Elo anuncia parceria com aceleradora global Plug and Play

Avançando na estratégia de inovação e no propósito de captar novas oportunidades no momento em que são concebidas, a Elo – bandeira 100% brasileira que tem Banco do Brasil, Bradesco e CAIXA como acionistas – anuncia parceria com a Plug and Play, plataforma de inovação global para startups, corporações e investidores, com o objetivo de apoiar iniciativas disruptivas no mercado de pagamentos.

Com atuação em países da Europa, no Vale do Silício (EUA), na Ásia e no Oriente Médio, a Plug and Play seleciona todos os anos as melhores ideias para seu programa de aceleração. A partir de janeiro, a Elo passa a participar ativamente da qualificação destas empresas, bem como a acessar de forma imediata inovações que podem integrar o escopo de produtos e serviços oferecidos pela bandeira.

“Com a parceria, nosso intuito é de nos aproximarmos ainda mais do ecossistema de startups e de soluções inovadoras”, explica Daniel Passarelli, superintendente de Inovação e Produtos da Elo. “Ao nos associarmos ao programa, queremos identificar as melhores oportunidades para desenvolvimento de novas soluções personalizadas para o mercado brasileiro”, completa.

Considerada uma das investidoras em inovação mais ativas dos últimos dois anos, a Plug and Play realizou 222 investimentos em 2018, dos quais 160 foram feitos na América do Norte. Ao se aliar à plataforma, a Elo passa a ter acesso à produção tecnológica de startups em estágio inicial e maduro em todo o mundo, e atrai para o mercado de pagamentos nacional inovações em termos de produtos, processos e modelo de negócios.

“Estamos fortalecendo nossa ponte existente entre o mercado brasileiro e o resto de nossas operações globais, para capacitar ainda mais as corporações e os empresários a colaborarem em oportunidades progressivas”, ilustra Fernando Zornig, Diretor de Programa da Plug and Play em Frankfurt.