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A Inteligência Artificial redesenha os modelos de operação das instituições financeiras

A Inteligência Artificial (IA) já é uma realidade e vem mudando os padrões de diversos setores da economia, inclusive das instituições financeiras. Esse é o ponto de partida do relatório A Nova Física dos Serviços Financeiros, que acaba de ser lançado pela Deloitte, em parceria com o Fórum Econômico Mundial (WEF). O estudo aborda como a Inteligência Artificial está modificando o relacionamento destas empresas com todos os seus stakeholders, alterando suas próprias estruturas.

Os mercados já começam a observar os resultados do uso da IA para eficiência operacional e, consequentemente, a sua contribuição para aumentar a competitividade: “a Inteligência Artificial está remodelando rapidamente os atributos necessários para um negócio de sucesso em serviços financeiros. No futuro, as instituições financeiras serão construídas com base nos dados e na capacidade de alavancar esses dados. Novos modelos de negócio estão emergindo, nos quais o compartilhamento de dados é fundamental para o sucesso competitivo e os primeiros a fazerem esse uso se diferenciarão, oferecendo melhores serviços, por meio de uma presença constante e customizações. As empresas que permanecerem estagnadas vão acabar descobrindo que suas antigas forças podem não mantê-las tão competitivas quanto antes”, declara Sergio Biagini, sócio-líder da indústria de Serviços Financeiros da Deloitte.

Diante desse cenário, o relatório A Nova Física dos Serviços Financeiros identifica nove importantes insights que demonstram como a Inteligência Artificial está criando novas formas de estrutura, nas quais capacidades novas e antigas estão sendo combinadas de maneiras inusitadas.

Centros de custo x Centros de lucro – As instituições transformarão as operações de back-office, a partir da inteligência artificial, com o objetivo de acelerar o processo e também diminuir custos.

Um novo campo de batalha para fidelização de clientes – A IA está dando origem a um novo conjunto de fatores relevantes como, por exemplo, a capacidade das empresas de otimizar os resultados financeiros adaptando, recomendando e aconselhando os clientes, de forma a criar mais vínculo e mais assertividade em suas respostas. As instituições passarão a oferecer uma consultoria diferenciada, melhorando assim o desempenho.

Autonomia no setor financeiro – As experiências futuras dos clientes serão centradas na Inteligência Artificial, que irá automatizar grande parte da vida financeira deles e melhorar seus resultados financeiros. Os indivíduos irão interagir cada vez mais com uma única plataforma ou agente de consultoria que fornecerá recomendações personalizadas sobre os tipos de produtos e serviços com os quais eles devem se envolver. Isso ocorrerá com base em dados e algoritmos que automatizarão a maioria das decisões rotineiras dos clientes.

Soluções coletivas para problemas compartilhados – Enquanto a IA apresenta mais possibilidades de competição, também, por meio do compartilhamento de dados, demonstra-se um forte mecanismo para apoiar outras atividades dentro das empresas. Um dos fatores nos quais a IA auxilia as companhias é na prevenção de fraudes. As soluções por meio de análise de dados compartilhados aumentam a precisão e o desempenho na busca por segurança do sistema financeiro.

Divisão da estrutura de mercado – Como a IA reduz os custos de P&D, as empresas serão impulsionadas aos extremos dos mercados, com o objetivo de ampliar os retornos para os grandes players e também criar novas oportunidades para os pequenos, que representam nichos específicos e que possuem características mais inovadoras.

Complexas alianças de dados – Em um ecossistema onde todas as instituições estão disputando a diversidade de dados, a gestão de parcerias com outros players e potenciais concorrentes será fundamental, apesar de repleta de desafios estratégicos e operacionais.

O poder dos reguladores – As regulamentações que regem a privacidade e a portabilidade dos dados moldarão a capacidade das instituições de implementar a IA tornando-se tão importante quanto as regulamentações tradicionais para o posicionamento competitivo das empresas.

Adaptação de estratégias de talentos – A transformação de talentos será o item mais desafiador na implementação da inteligência artificial nas instituições, colocando em risco o posicionamento competitivo das empresas que falharem nesse processo de transição.

Novos dilemas éticos – A IA exigirá uma avaliação conjunta de princípios e técnicas de supervisão para abordar as questões éticas e as incertezas regulatórias que estão impedindo as companhias de adotarem as capacidades de inteligência artificial.

“A jornada para entender e direcionar os benefícios da inteligência artificial ​​diante da necessidade de estabilidade econômica, social e política global não será fácil. Os impactos transformadores dessa nova tecnologia ​​exigirão um nível de comprometimento público-privado para moldar continuamente o futuro dos serviços financeiros”, conclui Sergio Biagini.

Bionexo anuncia Rafael Barbosa como novo CEO

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A Bionexo, empresa multinacional brasileira focada em tecnologia digital para a saúde, anuncia hoje Rafael Barbosa como novo CEO da companhia por indicação do Conselho de Administração. O executivo assume a posição em substituição a Rodrigo Borer que, no período em que esteve à frente da companhia, contribuiu decisivamente para seu fortalecimento.

Rafael Barbosa tem 33 anos e chegou à Bionexo em 2015 como gerente de Novos Negócios e posteriormente assumiu a diretoria de Produtos da companhia. Formado em economia pela Universidade Federal de Santa Catarina e mestre em Desenvolvimento Econômico pela Unicamp com pesquisa voltada à dinâmica de inovação, iniciou sua trajetória profissional como consultor para projetos do Banco Mundial na Amazônia brasileira, sendo responsável pela execução e monitoramento de políticas públicas para saúde primária e desenvolvimento social. Em 2015, concluiu MBA na Darden School of Business, na Universidade da Virginia.

No setor privado, sua experiência inclui M&A e Investimento na Bessemer Venture Partners, fundo de Venture Capital Americano focado em tecnologia. Atuou também como consultor para inovação do IIC (Inter-american Investment Corporation) braço privado do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

“A escolha do Rafael foi unânime diante dos resultados apresentados nos últimos três anos. Além disso, foi responsável pela estratégia de desenvolvimento das novas soluções digitais da Bionexo e incorporação de inovações ao portfólio de produtos. Rafael também liderou a criação da whizHealth, programa da Bionexo para fomento ao empreendedorismo que, juntamente à IFC (Internacional Finance Corporation), financiou diversos projetos de inovação em saúde no ano passado por meio do programa TechEmerge”, explica Marcelo Hallack, vice-presidente do Conselho de Administração e sócio da Prisma Capital.

“É uma honra ser indicado ao cargo de CEO pelo Conselho de Administração. Minha missão sempre foi impactar de forma relevante o crescimento da companhia aportando inovação e inteligência aos produtos. Estaremos cada vez mais próximos dos agentes do setor, mantendo o foco no desenvolvimento de soluções disruptivas para a gestão em saúde nos países onde atuamos. Internamente, seguimos fiéis ao DNA da companhia na valorização das pessoas e seu desenvolvimento”, conta Rafael Barbosa, CEO da Bionexo.

Startup leva inteligência artificial para acelerar aprovação de alvarás pelas prefeituras

Com o objetivo de levar mais inovação às prefeituras do País, a 1Doc, startup que oferece uma plataforma em nuvem de comunicação, atendimento e gestão documental, uniu forças com a Softplan, empresa pioneira na área de simplificação e automatização de processos para gestão pública, setor de construção e justiça, na oferta de uma solução que automatizará todo o processo de validação e aprovação de alvarás. Com isso, as gestões municipais terão muito mais eficiência na tramitação do documento.

Baseada em conceitos de inteligência artificial e machine learning, a 1Doc implantou a inovação a partir da expertise em tecnologia e conhecimento da Softplan, que com uma estratégia de investimentos em pesquisa e inovação, estruturou laboratórios de ciência de dados para o desenvolvimento da solução. Com isso, implantou o recurso em sua plataforma de gestão pública, possibilitando análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil.

Presente em cerca de 60 municípios brasileiros, a 1Doc oferecerá inicialmente a tecnologia nas cidades catarinenses de Schroeder e de Biguaçu. Com o recurso em funcionamento, estima-se uma redução significativa no tempo de tramitação desses processos, que hoje levam em torno de 60 dias para serem concluídos. Ou seja, todo o processo de análise e aprovação de projetos para construção de residências, comércios e indústrias será feito de forma totalmente digital.

De acordo com Jéferson de Castilhos, fundador da 1Doc, o grande diferencial será em permitir que os próprios técnicos das prefeituras possam realizar a geração de documentos específicos para cada contexto com o benefício da criação de modelos a partir da tecnologia de machine learning. “Isso ocorrerá sem a necessidade de possuir conhecimentos em desenvolvimento de sistemas ou inteligência artificial, ocorrendo de forma intuitiva”, afirma.

Atualmente, a plataforma 1Doc garante celeridade dos atos administrativos e permitindo transparência e acesso à informação para todos os cidadãos. Isso é possível por oferecer resposta aos pedidos e requerimentos, nos prazos estabelecidos em lei, via internet. Tanto o profissional responsável pelo projeto quanto os proprietários podem acompanhar o processo de aprovação e liberação da obra ou outra solicitação por SMS ou por um e-mail previamente cadastrado no sistema.

Castilhos diz que existe uma procura constante por parte da gestão pública em buscar mecanismos que aperfeiçoem os processos dentro do órgão. “Para sair da era da burocracia e da morosidade, cada vez mais as Prefeituras têm buscado a tecnologia como solução para digitalização dos processos e, mais recentemente, investido em tornar os processos realmente inteligentes”, afirma.

Com a nova solução, a partir do uso da inteligência artificial, as gestões municipais poderão ter agilidade em análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil. “Tudo isso tornará o trabalho dos servidores públicos ainda melhor, uma vez que este profissional ficará dedicado à parte nobre das atividades, deixando a parte chata à cargo dessas novas tecnologias, o que torna célere a tomada de decisão e o atendimento aos cidadãos”, diz o fundador da 1Doc.

Fiesp: indicador de Nível de Atividade da indústria paulista encerra o ano no positivo e avança 1,2%

Pelo segundo ano consecutivo, o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria paulista ficou positivo e encerrou 2018 com alta moderada de 1,2%. Houve avanço nas variáveis do total de vendas reais (20,1%), horas trabalhadas na produção (3,0%) e no Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) para 0,4 p.p. Em 2017, o indicador encerrou com alta de 3,6%. Na análise mensal, houve estabilidade em novembro (0,0%) e avanço de 1,5% em dezembro, na série com ajuste sazonal. Os resultados foram divulgados nesta sexta-feira (01/02) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp).

De acordo com o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, o INA refletiu o resultado positivo do PIB dos dois últimos anos. “Existe uma confiança na melhora do ambiente de negócios, que tende a subir com as primeiras ações do governo. A posse dos novos deputados e senadores e a apresentação de uma série de propostas do governo, como a da previdência, em discussão desde a campanha eleitoral, deve trazer mais otimismo para o mercado”, avalia.

Roriz observa também que a utilização da capacidade instalada das indústrias do estado ainda está abaixo da média histórica, que é de 80%. Em dezembro, ficou em 74,7%. “Em um período de crescimento econômico, a capacidade instalada gira em torno de 80%, segundo a média histórica. Estamos trabalhando abaixo dessa linha e, para que sejam feitos novos investimentos, o ideal para a capacidade instalada é estar entre 80% e 82%”, observa Roriz.

A variação do INA ficou positiva em 11 dos 20 setores acompanhados em 2018. Entre os setores de destaque está o de veículos automotores, com crescimento de 15,3%, metalurgia (10,7%) e farmacêutico (10,2%).

Sensor

A pesquisa Sensor do mês de janeiro fechou em 50,5 pontos, na série com ajuste sazonal, resultado superior ao de dezembro, quando marcou 47,9 pontos. Leituras acima de 50 pontos sinalizam expectativa de aumento da atividade industrial para o mês. Contudo, o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho, observa que “os dados mostram um otimismo moderado entre os industriais em janeiro, já que eles vêm de um período de férias”.

Para a variável de vendas, houve recuo de 0,2 pontos, saindo de 48,9 pontos para 48,7 pontos. No item condições de mercado, o indicador foi de 50,1 pontos em dezembro para 49,4 pontos em janeiro, queda de -0,7. Abaixo dos 50,0 pontos, indica piora das condições de mercado. O indicador de emprego recuou -1,2 pontos, para 48,1 pontos, ante os 49,3 pontos de dezembro. Resultados abaixo dos 50,0 pontos indicam expectativa de demissões para o mês.

O nível de estoque avançou 11,3 pontos para 53,4 pontos em janeiro ante os 42,1 pontos do mês anterior. Leituras superiores a 50,0 pontos indicam estoque abaixo do desejável, ao passo que inferiores indicam sobrestoque.

Gartner prevê que gastos globais de TI chegarão a US$ 3,8 trilhões em 2019

Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, revela que os gastos mundiais com TI deverão movimentar US$ 3,76 trilhões, em 2019, um aumento de 3,2% em relação a 2018.

Apesar da incerteza alimentada por rumores de recessão, pelas dúvidas sobre o Brexit e pelas guerras comerciais e tarifárias globais, o cenário provável para os gastos com TI em 2019 é de crescimento”, afirma John-David Lovelock, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner. “No entanto, há muitas mudanças acontecendo em relação a quais segmentos impulsionarão de fato a expansão do mercado no futuro. Os gastos estão passando de área saturadas, como telefones celulares, PCs e infraestrutura de Data Center local para serviços em Nuvem e dispositivos de Internet das Coisas (IoT). As tecnologias de IoT, inclusive, estão começando a tomar a atenção e a relevância de segmentos tradicionais. Onde o mercado está saturado, a IoT cresce”.

A TI não é mais apenas uma plataforma que permite às organizações executar suas operações. A área de tecnologia está se tornando o motor que move os negócios”, explica Lovelock. “À medida que os negócios e os ecossistemas digitais avançam, a TI será cada vez mais o elemento que ajudará as empresas”.Com a mudança para a Computação em Nuvem, um dos principais impulsionadores dos gastos de TI, o mercado de software corporativo continuará a apresentar forte crescimento, com projeção de alta de 8,5% em 2019. A tendência é que esse segmento siga em expansão, ampliando suas vendas em mais 8,2% no próximo ano, totalizando US$ 466 bilhões (ver Tabela 1) de faturamento global. O Gartner prevê, ainda, que as organizações deverão aumentar seus gastos com aplicações corporativas em 2019, com o aumento do orçamento dedicado à contratação de ferramentas de Software como Serviço (SaaS).

Tabela 1. Previsão Mundial de Gastos com TI (em bilhões de dólares)

Gastos de 2018 Crescimento de 2018 (%) Gastos para 2019 Crescimento para 2019 (%) Gastos para 2020 Crescimento para 2020 (%)
Sistemas de Data Center 202 11,3 210 4,2 202 -3,9
Software Corporativo 397 9,3 431 8,5 466 8,2
Dispositivos 669 0,5 679 1,6 689 1,4
Serviços de TI 983 5,6 1.030 4,7 1.079 4, 8
Serviços de Comunicação 1.399 1,9 1.417 1,3 1.439 1,5
Total 3.650 3,9 3.767 3,2 3.875 2,8

Fonte: Gartner (Janeiro de 2019)

Apesar da desaceleração no mercado de telefonia móvel, o segmento de smartphones deverá crescer 1,6% em 2019. Para isso, a expectativa é que os maiores e mais saturados mercados de smartphones, como China, Estados Unidos e Europa Ocidental, sejam impulsionados por um novo ciclo de substituição. Em 2018, com a Samsung enfrentando desafios para posicionar seus smartphones premium e a queda das vendas dos principais smartphones da Apple por conta do alto valor de seus aparelhos, os consumidores mantiveram seus telefones atuais, o que derrubou o mercado de celulares em 1,2%.

“Além de notarmos algumas mudanças de comportamento dos clientes, também estamos vendo que as habilidades internas das equipes estão começando a ficar para trás, à medida que as organizações começam a adotar novas tecnologias, como os dispositivos de IoT, para impulsionar os negócios digitais”, diz Lovelock. “Quase metade da força de trabalho de TI, hoje, precisa desenvolver urgentemente algumas habilidades ou competências para apoiar as iniciativas de negócios digitais das organizações. Os requisitos para acompanhar, como inteligência artificial (IA), aprendizado de máquina, API e design de plataforma de serviços e ciência de dados, estão mudando mais rápido do que já vimos antes”.

58% dos brasileiros não trocam suas senhas com frequência

Para promover o Dia Internacional da Troca de Senhas de 2019, os pesquisadores de segurança da Kaspersky Lab estão aconselhando aos usuários que senhas exclusivas e inesquecíveis são mais fortes e mais eficazes do que trocá-las regularmente para manter seus dados online em segurança. Os pesquisadores compartilham ainda algumas medidas simples que as pessoas podem tomar para criar sua própria série de códigos exclusivos.

As senhas são um método de autenticação consolidado para contas online, mas nem sempre é fácil criá-las que sejam seguras e difíceis de esquecer, e isso vai ficando mais difícil conforme as pessoas têm mais contas online. Se o usuário cria uma sequência simples que provavelmente não vai esquecer, o risco de um invasor descobri-la será maior. No entanto, se criar um código complexo, será mais fácil esquecê-lo. Assim, é provável que o usuário opte pela reutilização das palavras-chaves em diferentes sites. De acordo com um estudo recente da Kaspersky Lab e da CORPA, 41% dos brasileiros administram todas as suas contas online usando até três senhas.

Os pesquisadores da Kaspersky Lab estimam que a maior vulnerabilidade seja o fato delas serem reutilizadas, isto ficou claro com a divulgação de mais de 700 milhões de endereços de e-mail e milhões de senhas não criptografadas. É fácil associar dados de violações diferentes e usá-los nos chamados ataques de “credential stuffing”, ou “preenchimento de credenciais”, em que os hackers usam combinações de e-mail/palavra-chave das vítimas para invadir as contas que têm o mesmo login.

No entanto, a segurança fica limitada quando o comportamento online do usuário facilita a violação de dados. Segundo a mesma pesquisa, 44% dos brasileiros já compartilharam a senha de seus smartphones com outras pessoas e 56% não as troca com frequência – destes, 21% nem sequer se lembra quando foi a última vez que fez o fez.

Para David Jacoby, investigador de segurança da Equipe Global de Pesquisadores e Analistas da Kaspersky Lab, é importante que as pessoas entendam que a criação de senhas fortes é a melhor maneira de mudar esse cenário. Além disso, sua força não se baseia na complexidade, mas em sua exclusividade – o que se alinha com a questão de mantê-la privada. Contudo, parece haver alguma confusão sobre o que é uma senha forte.

“Muitos sites agora exigem senhas complexas que contenham pelo menos oito ou mais letras entre maiúsculas e minúsculas, números e caracteres especiais. Isso é o que muitos usuários consideram como uma sequência ‘forte’, e isso pode parecer bastante desencorajador”, explica Jacoby.

“A boa notícia é que “forte” não necessariamente significa assustador! Quando você analisa a questão do ponto de vista da segurança, pode ver que, em geral, as senhas são fortes quando são exclusivas para o usuário e para uma conta. Existem maneiras fáceis de torná-las únicas, mas inesquecíveis, de modo que não possam ser usadas para violar outros serviços online, mesmo que os dados sejam expostos por uma violação. Também existem as ferramentas de gerenciamento de senhas, como o Kaspersky Password Manager, que tornam fácil criar e usar dezenas de senhas exclusivas com segurança”, acrescenta.

A Kaspersky Lab separou abaixo algumas etapas que ajudarão a criar senhas exclusivas e difíceis de esquecer:

Etapa 1: Crie uma ‘sequência fixa’ (a parte da senha que não muda)

Pense em uma frase, na letra de uma música, na fala de um filme, em uma brincadeira de criança ou qualquer coisa parecida que seja inesquecível para você;

Pegue a primeira letra das primeiras três a cinco palavras;

Adicione um caractere especial entre as letras: @ / # etc.

A partir de agora, o usuário pode basear todas as suas senhas exclusivas nesta sequência única.

Etapa 2: Acrescente o poder da associação

Quando você pensar nas contas online para as quais precisa de uma senha (Facebook, Twitter, eBay, sites de relacionamento, Internet Banking, lojas online ou de jogos, etc.), escreva a primeira palavra que você associa com cada um dos sites;

Por exemplo, ao criar uma senha para o Facebook, você pode associar a rede social com o azul do logotipo e acrescentar a palavra “azul”, talvez em letras maiúsculas, ao final de sua sequência fixa.

“Por exemplo, se a frase que você pensou é ‘batatinha quando nasce espalha a rama pelo chão’, e o caractere especial que você escolheu é ‘#’, sua sequência do Facebook seria algo como: B#Q#N#E#A#R#P#Cazul. Não faz sentido algum quando você olha para ela, ou se alguém a apresenta a você. Mas, como ela é algo particular, você entende o sistema usado para gerar suas senhas e associa a palavra com o site; assim, é fácil lembrá-la”, explicou Jacoby.

Mas a forma mais simples de fazer um backup, memorizar e preencher logins automaticamente e com segurança é usando um gerenciador, como o Kaspersky Password Manager, que permite criar sequências complexas e exclusivas para todas as suas contas online e o usuário precisa lembrar apenas de uma senha-mestre para acessá-las. As soluções de gerenciamento de senhas mais seguras oferecem ainda recursos avançados de criptografia para reduzir o perigo de violação de dados por terceiros.

Empreenda Santander 2019 contemplará empreendedores de todo o Brasil

Já estão abertas as inscrições do maior programa de incentivo ao empreendedorismo no Brasil do Santander Universidades: o Empreenda Santander 2019 faz parte do projeto global Santander X, com o qual o Banco promove o empreendedorismo universitário em todo o mundo.

A segunda edição terá três categorias: Universidade & Microempreendedor, Universitário Empreendedor e aquela destinada à Startup. O Programa é a evolução dos Prêmios Santander Universidades, realizados até 2015 e durante os 11 anos de sua existência foram recebidas mais de 20 mil inscrições, 161 projetos premiados e R$ 11 milhões em prêmios.

O Empreenda Santander tem como objetivo fomentar o empreendedorismo em todo o Brasil e apoiará os negócios dos contemplados destes três perfis com apoio financeiro, bolsas de estudo e mentoria por até 6 meses.

Na categoria Universitário Empreendedor podem participar universitários matriculados em cursos de graduação, pós-graduação em qualquer Instituição de Ensino Superior reconhecida pelo Ministério da Educação e também alunos de ensino técnico, sob orientação de um professor escolhido. O objetivo é apoiar ideias inovadoras, e o projeto selecionado receberá aporte financeiro de R$30 mil, bolsa de estudos na Babson College – para professor e aluno – nos Estados Unidos e mentoria de até seis meses realizada pela ACE.

Em Startup a finalidade é apoiar iniciativas com alto potencial de crescimento e escala. Participam empreendedores com negócio já constituído no mercado e a startup finalista receberá o valor de R$100 mil, além de bolsa de estudo na Babson College e mentoria de até seis meses realizada pela Endeavor.

Na esfera de Universidade & Microempreendedor o foco é capacitar a instituição de ensino para que esta apoie o desenvolvimento do negócio do microempreendedor selecionado, para isso a Universidade receberá um treinamento exclusivo da Aliança Empreendedora.

Os microempreendedores devem ser clientes do Prospera Santander Microcrédito, e os interessados devem procurar o agente de crédito para gravar um vídeo contando sobre seu negócio. Após a etapa de inscrição dos microempreendedores, as Universidades poderão assistir aos vídeos e escolher entre os negócios que desejam contribuir. A instituição de ensino superior selecionada receberá R$15 mil para aplicar no plano de capacitação que apoiará o microempreendedor por até seis meses, e este poderá receber R$5 mil para investir em seu negócio.

Na avaliação de Steven Assis, Head do Santander Universidades “o programa oferece uma jornada completa de empreendedorismo que aborda desde a ideia que muitas vezes ainda não saiu do papel até negócios escaláveis que buscam aceleração para se consolidar no mercado”.

O carioca Marcelo Guedes Roque, da Preço Certo, foi o contemplado da categoria Startup na última edição do programa. A Preço Certo é uma startup de formação de preços e simulação de resultados para comércio e prestadores de serviço. A plataforma visa simplificar o que hoje é muito difícil para as MPEs: precificação com precisão para entender qual o impacto nos indicadores e resultado mensal do negócio. Segundo ele a iniciativa foi um divisor de águas para sua empresa: “ A capacitação na Babson College associada à mentoria com executivo do Banco e a aceleração da Endeavor mudou nossa empresa da água para o vinho. Estamos crescendo muito desde então. Recomendo a todo empreendedor que se candidate no Empreenda Santander. Não é uma jogada de marketing do Banco. É trabalho sério. Tem muita gente competente diretamente envolvida nesse suporte”, garante.

As inscrições podem ser realizadas até o dia 25 de abril de 2019 pela plataforma de empreendedorismo global do banco, o Santander X (brasil.santanderx.com/empreenda).

Tendências tecnológicas que vão impactar o mundo do trabalho em 2019

O avanço contínuo da tecnologia significa que há mais ferramentas disponíveis para os profissionais de Recursos Humanos do que nunca. Para que os líderes de negócios e de RH aproveitem os benefícios que a tecnologia pode trazer, é importante que eles primeiro entendam as tendências que devem impactar os departamentos de RH em 2019.

Jacky Carter, Diretor de Engajamento Digital da Hays, diz: “O volume e a velocidade da tecnologia baseada em RH que entrou no mercado nos últimos anos tem sido, às vezes, esmagadora. Ter essa riqueza de ferramentas tecnológicas para escolher significa ter as habilidades técnicas necessárias disponíveis é crucial. Muitos dos que ocupam cargos de liderança em RH provavelmente não têm alta tecnologia em suas próprias habilidades – mas isso está mudando rapidamente. ”

De acordo com a Hays, as principais tendências tecnológicas para 2019 são:

Desenvolva novas habilidades | O mundo do trabalho está mudando rapidamente, não apenas na função que os profissionais desenvolvem, mas também no modo como trabalham. Por exemplo, os funcionários esperam cada vez mais padrões de trabalho diferentes em suas carreiras para permitir flexibilidade. À medida que sua vida profissional continua a evoluir com o tempo, suas habilidades também precisam evoluir para acompanhar as mudanças tecnológicas e os estilos de trabalho.

Mensagens, comunicação e colaboração – o e-mail está acabando? | As pessoas estão cada vez mais se comunicando com amigos e familiares através de plataformas de mensagens como o Messenger, WhatsApp, Viber ou até mesmo SMS – mais do que e-mail ou telefonemas. No entanto, muitos profissionais ainda usam o e-mail no trabalho como a forma predominante de comunicação, mas, como ferramenta de comunicação, pode estar se tornando menos relevante.

Automação – está chegando, você está pronto? | É inevitável que muitas tarefas repetitivas sejam substituídas pela automação. No entanto, em vez de temer a mudança e evitar lidar com o impacto, os líderes de negócios e RH devem comunicar as vantagens à sua força de trabalho e começar a abraçar, discutir e se preparar para as mudanças que trará.

Experiência do funcionário – o novo envolvimento dos funcionários | A “experiência do funcionário” está surgindo como o novo termo coletivo que abrange todo o ciclo de vida do funcionário em uma organização – e como ele se sente a esse respeito. A jornada começa antes do emprego na empresa – começando com a marca do empregador, até a integração, gerenciamento de desempenho, engajamento contínuo, bem-estar dos funcionários, a importância dos benefícios dos funcionários e, por último, mas não menos importante, o ciclo de feedback dos funcionários. A cadência e a metodologia sobre como esse feedback é coletado está se tornando cada vez mais sofisticada, usando a Inteligência Artificial para garantir que o foco esteja nos resultados certos que tenham o maior impacto.

Dados e análises – as métricas são mais importantes do que nunca | Seguindo a experiência do profissional, os dados e as análises estão se tornando ainda mais importantes, à medida que as organizações coletam, analisam e entendem o impacto de suas estratégias na população de funcionários.

Cultura – é sua com você ou contra você? | A tecnologia só é útil se as pessoas quiserem usá-la; qualquer implementação precisa fazer sentido para quem vai usar. Para garantir que isso aconteça, a maioria das organizações precisa de uma mudança de cultura – muitas vezes do topo da empresa para baixo – para permitir um ambiente de abertura, colaboração e flexibilidade, além de incorporar transparência e “voz do cliente” ao design. clientes internos ou externos. Os líderes de RH têm um papel fundamental a desempenhar na condução e facilitação de uma cultura que abraça e incorpora a mudança no tecido da organização, de uma forma que maximiza o impacto positivo de qualquer nova tecnologia.

Não esqueça o toque humano | E, finalmente, à medida que os avanços tecnológicos continuam a tomar conta e um pequeno número de empregos se torna redundante, alguns podem esperar que o papel do ser humano se torne menos importante no mundo do trabalho à medida que o tempo avança. No entanto, os robôs ainda lutarão com muitas habilidades exclusivas dos humanos e, como resultado, os seres humanos serão insubstituíveis pela tecnologia de várias maneiras.

SAP Brasil recebe primeira certificação Top Employers Brasil 2019

A SAP Brasil, empresa direcionada a levar a melhor experiência ao cliente voltada à transformação digital, recebe pela primeira vez a Top Employers Brasil, certificação mundialmente reconhecida e aplicada pelo Top Employers Institute, presente em 118 países. Para o reconhecimento, foi realizada uma análise profunda das políticas de RH da companhia, que avaliou quesitos como remuneração e benefícios, cultura, aprendizado e desenvolvimento.

No mundo, a SAP vem sendo reconhecida desde a edição de 2013, sendo que no último ano, foi certificada em 22 países. “Receber a certificação Top Employers no Brasil confirma os excelentes índices de engajamento que temos nas pesquisas internas e demonstra que nossas práticas estão em sintonia com a transformação do trabalho. Investimos em um ambiente onde a saúde e o bem-estar são prioridades e o retorno desse investimento está refletido no ambiente de trabalho e em nossos resultados de negócios”, explica Marcelo Carvalho, diretor de Recursos Humanos da SAP Brasil.

O executivo destaca alguns pontos importantes para que a empresa fosse reconhecida como um dos melhores empregadores do Brasil. “Temos a diversidade integrada em nossa cultura corporativa e adotamos as melhores práticas de gestão para manter um time engajado, comprometido com os resultados da empresa e que ao mesmo tempo faça um balanço positivo entre a vida pessoal e profissional”, completa Carvalho.

Entre as iniciativas da SAP que foram determinantes para a alcançar a Certificação Top Employers Brasil, destacam-se políticas para que os funcionários se sintam valorizados e livres para serem autênticos no ambiente de trabalho. A empresa também cria condições para que sejam estabelecidas redes de funcionários em que os colaboradores possam se sentir representados e integrados, como o Pride@SAP, focado na comunidade LGBTQ+, e o Business Women’s Network, para desenvolver talentos femininos e promover a igualdade de gênero, entre outras iniciativas que visam ampliar ainda mais a diversidade na empresa.

Em sua sétima edição, o Top Employers Institute certificou também outras 37 empresas no Brasil. Como parte da certificação, as empresas completam um rigoroso processo de pesquisa que confirmam a excelência nos processos de gestão de pessoas. Para consolidar a validade do processo, todas as respostas foram auditadas independentemente, o que significa que esta pesquisa averiguou as excelentes condições de carreira da SAP Brasil e lhe garantiu uma posição cobiçada dentre um seleto grupo de Top Employers certificados.

Bancos oferecem 150 cursos online gratuitos para clientes e não clientes

Banco do Brasil, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander oferecem, juntos, cerca de 150 cursos online gratuitos e abertos para toda a sociedade. As aulas abrangem diversas áreas de conhecimento, como administração, finanças, desenvolvimento pessoal e profissional, informática e idiomas, com cursos que incluem até o ensino da língua chinesa.

Com as novas áreas TICs (Tecnologias de Informação e Comunicação), as instituições financeiras investem na oferta de cursos online gratuitos, que mudam a forma e os processos de ensino e aprendizagem. O objetivo é permitir desenvolver competências individuais e aperfeiçoar a formação pessoal e profissional, qualquer que seja o tempo disponível e a localização do aluno. Os bancos aproximam-se, assim, das comunidades a que pretendem servir.

“Em um mundo cada vez mais dinâmico e digital, a educação assume papel importante, porque sempre haverá espaço para aprender, reaprender e se qualificar para novos desafios”, avalia Fernanda Hatanaka, coordenadora de Soluções Educacionais do INFI- Instituto FEBRABAN de Educação. “Neste ponto, os bancos contribuem com um papel social ao oferecer um portfólio de diferentes cursos gratuitos para seus clientes e não clientes, qualificando a sociedade e estimulando a busca pelo conhecimento.”

Entre os cursos mais procurados pelos alunos que participam dos programas gratuitos dos bancos está o de empreendedorismo. De acordo com a pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), produzida pela equipe do IBQP (Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade) com o apoio do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), a taxa total de empreendedorismo registrada no país foi de 36,4%, em 2017, o que significa dizer que de cada 100 brasileiros e brasileiras adultos, entre 18 e 64 anos, 36 deles estavam engajados em alguma atividade empreendedora, seja na criação ou aperfeiçoamento de um novo negócio ou na manutenção de um negócio já estabelecido. Em números absolutos, esse percentual representa 49,3 milhões de empreendedores em todo o país.

A FEBRABAN, por meio do programa Meu Bolso em Dia, fez uma parceria com o Sebrae, e desenvolveram materiais de estudo voltados aos empreendedores. No Canal do Empreendedor, disponível no portal do programa (www.meubolsoemdia.com.br) é possível acessar conteúdo ligado ao cotidiano dos empreendedores por meio de matérias, vídeos, infográficos e outros formatos, com informações como dicas para ampliação dos negócios, instruções sobre controle do fluxo de caixa e um passo a passo sobre como se tornar um microempreendedor individual (MEI).

“Quando pensamos no futuro do mercado de trabalho, o empreendedorismo ganha destaque”, diz Fernanda, do INFI. “Seu significado está atrelado a fazer diferente, empregar os recursos disponíveis de forma criativa, assumir riscos calculados, buscar oportunidades e também inovar”, diz ela. “Esta é uma importante competência/ habilidade a ser desenvolvida dentro ou fora das empresas, pois é uma alavanca para o desenvolvimento social e econômico de um país.”

Aulas disponíveis

Certos cursos têm como foco parcelas da população que nem sempre têm sua competência reconhecida no mercado. “Plano de crescimento: como transformar negócios em sucesso”, por exemplo, é o nome do curso lançado pelo programa Itaú Mulher Empreendedora para capacitar mulheres em suas trajetórias profissionais, que, em março, quando completará um ano, terá alcançado cerca de 8 mil mulheres no país, segundo prevê o banco.

As mulheres representam metade da população do mundo e são donas de mais de 40% das empresas registradas na América Latina e no Caribe, como mostra pesquisa do Banco Mundial-IFC Enterprise. “Trabalhar questões relacionadas ao empreendedorismo feminino está alinhado à estratégia do banco; favorece o desenvolvimento sustentável do nosso negócio e do país; além de trazer ganhos econômicos, com benefícios sociais muito importantes”, afirma Denise Hills, superintendente de Sustentabilidade e Negócios Inclusivos do Itaú Unibanco.

Na Escola Virtual, da Fundação Bradesco, o curso de empreendedorismo e inovação foi o mais buscado no ano passado entre os 95 cursos gratuitos oferecidos pela instituição para quaisquer interessados, acima de 14 anos. Entre os dez cursos mais procurados em 2018 também estão aulas de estratégia de negócios, introdução à administração, finanças pessoais, além de cursos de Excel básico, língua portuguesa e comunicação escrita. A Escola Virtual foi criada em 2001 e até hoje já atendeu cerca de 3,1 milhões de alunos.

Também voltado para empreendedores, o Programa Avançar, do Santander está disponível para clientes ou não clientes da instituição financeira, e o objetivo é apoiar o crescimento das pequenas e médias empresas.

Entre as 44 opções oferecidas estão cursos de idiomas, como inglês, espanhol e chinês; e outros como de finanças básicas para empreendedores, primeiros passos para montar seu negócio, liderança, gestão da carreira, marketing para empreendedores e o direito na vida do empreendedor. “A intenção é impulsionar a evolução do empreendedorismo no Brasil e fazer os negócios e as pessoas prosperarem”, afirma o superintendente executivo da área de Negócios & Empresas do Santander Brasil, Alexandre Teixeira.

Entre os 16 cursos abertos oferecidos pela UniBB (Universidade Corporativa Banco do Brasil) está o de Gestão Empreendedora e Inovação, que debate, nas aulas online, temas como modelos de negócio, estratégias e o perfil do consumidor. Também estão disponíveis cursos como Prevenção e Combate à Corrupção e o de Liderança, Gestão e Cultura.

Idiomas e informática

Além dos cursos voltados à área de negócios, os bancos oferecem aulas técnicas voltadas ao aprimoramento profissional. É o caso, no Programa Avançar, do Santander, dos cursos de chinês, inglês e espanhol. O curso de chinês, por exemplo, tem 10 módulos de 6 horas de duração cada um, com 10 testes de autoavaliação e uma avaliação final. O aluno aprende a usar palavras e expressões básicas de uso cotidiano, construir frases e orações simples, reconhecer aproximadamente 50 caracteres chineses e um vocabulário de 150 palavras mais comuns em pinyin – sistema desenvolvido pelo governo chinês que faz a ponte entre o alfabeto latino e o chinês.

A Escola Virtual da Fundação Bradesco tem 66 cursos de informática disponíveis para clientes e não clientes, que englobam temas como banco de dados, desenvolvimento de sistemas, desenvolvimento mobile, informática básica, navegadores, sistemas operacionais, entre outros. Em pacote office, a instituição oferece as versões 2007, 2010 e 2013 dos programas Microsoft Access, Excel, Outlook, PowerPoint e Word nos níveis básicos, intermediário e avançado.

De acordo com a instituição, os cursos online são eficientes por terem flexibilidade, e cumprem o papel de dar aos estudantes uma formação com qualidade e diferencial competitivo. “Sua arquitetura digital favorece a autogestão do estudo, por isso, disponibiliza um ambiente virtual completo e que respeita o ritmo e a capacidade de aprendizagem de cada pessoa”, afirmou a instituição, em nota.

Conheça os cursos online gratuitos oferecidos pelos bancos:

Bradesco

A Escola Virtual da Fundação Bradesco oferece 95 cursos gratuitos para qualquer pessoa acima de 14 anos nas áreas de Administração, Contabilidade e Finanças, Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Educação e Pedagogia e Informática.

https://www.ev.org.br/
Banco do Brasil

A Universidade Corporativa Banco do Brasil (UniBB) tem 16 cursos abertos à comunidade, entre eles o de Gestão Empreendedora e Inovação; Liderança, e Prevenção e Combate à Corrupção.

https://www.unibb.com.br/saiba-mais#/cursos-abertos
Itaú Unibanco

Oferece o curso digital “Plano de crescimento: como transformar negócios em sucesso”, realizado gratuitamente pela plataforma eduK. É um curso de e-learning, em vídeo, voltado para mulheres empreendedoras.

https://www.eduk.com.br/cursos/11-negocios/12252-plano-de-crescimento-como-transformar-negocios-em-sucesso
Santander

Oferece 44 cursos online gratuitos. Entre eles estão os de idiomas, como Inglês, Espanhol e Chinês, além de cursos como Liderança, Comunicação Empresarial, Gestão da Carreira, Finanças Básicas para Empreendedores, Marketing para Empreendedores, e Como Fazer Investimentos, entre outros.

https://www.santandernegocioseempresas.com.br/desenvolvimento/cursosonline.html

Fonte: FEBRABAN

Cursos de graduação atraem 91% dos profissionais em busca de qualificação

Estabilidade financeira, busca por salários mais altos, conquistar um emprego melhor. Muitos são os motivos que estimulam as pessoas a buscarem qualificação profissional. Segundo dados levantados pela Catho Educação, 91% dos pesquisados têm buscado por cursos de graduação no site da instituição. O que reforça a expectativa dos brasileiros para 2019 quando o assunto é profissionalização.

Os cursos de direito, enfermagem, psicologia, administração e fisioterapia foram as formações de maior procura segundo a empresa. Para o gerente da Catho Educação, Fernando Gaiofatto, investir em educação prepara o profissional para os desafios enfrentados durante a carreira, o tornando mais valioso para o mercado de trabalho.

“Fazer a escolha do curso levando em consideração a disponibilidade de vagas daquela profissão no mercado bem com a aptidão do aluno para a carreira escolhida pode economizar tempo e dinheiro no futuro. Investir também na qualidade desse ensino proporciona diversos benefícios para o profissional, principalmente pelo seu reconhecimento no mercado. Vale ressaltar também que os cursos de qualificação podem impactar diretamente no salário de um profissional, de acordo com o cargo hierárquico que ocupar na empresa”, afirma o gestor.

Esta relação entre qualificação e melhores rendimentos certamente é uma das que mais impacta na busca por uma formação profissional. Segundo dados da 57º Pesquisa Salarial da Catho, o curso superior proporciona aumento salarial de 38% em cargos como coordenador ou supervisor. Em cargos de profissionais técnicos, esse aumento representa 12%, enquanto assistententes, auxiliares e operacionais recebem 25% de aumento no salário.

Os cursos de pós-graduação e MBA também foram identificadas como objetivo de qualificação para esse ano, ainda segundo a pesquisa, 9% dos pesquisados tem interesse pela formação. Dentre os cursos mais buscados estão: MBA em secretariado executivo, o MBA em gestão de infraestrutura e facilities, direito aeronáutico, ensino de gastronomia e tomografia computadorizada e ressonância magnética.

Startup apresenta aplicativo que ajuda deficientes visuais a se localizar

Foto:Valdecir Galor/SMCS – Prefeitura de Curitiba

Um aplicativo para celular de fácil manuseio, que permite aos deficientes visuais se localizar pela cidade. Este projeto foi apresentado ao prefeito Rafael Greca nesta quarta-feira (30/1) pela Veever, uma startup curitibana que trabalha desde 2015 a ideia de inclusão de deficientes por meio da tecnologia.

De acordo com João Pedro Novochadlo, um dos fundadores da Veever, o projeto nasceu durante um hackathon – competição entre empresas de tecnologia – promovido em Curitiba em 2015. A Veever venceu o certame com o aplicativo para ajudar os deficientes visuais.

“O sistema funciona com beacons, dispositivos de microlocalização que seriam fixados em pontos chave da cidade, cujo sinal é interceptado pelo smartphone do usuário. Trocando em miúdos, é como se fosse um GPS, mas com maior precisão”, resumiu.

João Pedro, publicitário de formação, é fascinado por tecnologia. Ele contou que mandou implantar em sua mão um chip que permite abrir a porta de casa sem chave. Greca ficou impressionado. “Essa eu nunca tinha visto: um guri com chip. Quero ver eles no Paiol Digital, apresentando estas maravilhas”, cobrou o prefeito.

Promovido pelo Vale do Pinhão, o movimento da Prefeitura e do ecossistema para incentivar o ambiente da inovação da cidade, o Paiol Digital busca o engajamento de pessoas conectadas ao mundo do empreendedorismo, da inovação e das novas tecnologias, propiciando networking e fomentando ações voltadas ao desenvolvimento da cidade, das pessoas e dos negócios.

Acessibilidade plena

O prefeito explicou as vantagens da invenção da Veever. “Se tivesse um cego aqui, ele saberia que está no gabinete do prefeito. Além disso, esta tecnologia ajuda a identificar o Interbairros, o Ligeirinho e todo o sistema de transporte”, contou.

O projeto para inclusão de deficientes visuais através da tecnologia já está entre 30 selecionados para participar do HackBrazil, evento que será realizado na Universidade de Harvard, em Boston (EUA), de 4 a 9 de abril. Se o projeto da Veever ficar entre cinco finalistas os integrantes conquistarão o direito de apresentar a ideia à banca de notáveis no evento internacional, tendo entre eles o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso e o empresário Jorge Paulo Lehmann, controlador da InBev.

O prêmio para o vencedor da etapa final será de R$ 75 mil. “Nós já estamos comprometidos em aplicar o valor integralmente no desenvolvimento do projeto”, garantiu João Pedro. O prefeito gravou uma mensagem de apoio aos jovens e desejou boa sorte na competição, além de pedir que sejam abertos espaços para disseminação da ideia nos eventos sobre tecnologia na cidade.

Participaram também do encontro os demais integrantes da Veever, Lohann Ferreira (programador), João Guilherme Baglili (engenheiro civil), e Leonardo Garcia Custódio (médico); além de Denise Moraes, da Assessoria dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Ana Paula Guzela Bertolin, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (Ippuc), e Mateus Bacila.

Fonte: Prefeitura de Curitiba

3 motivos para sua empresa investir em processos seletivos inclusivos

Pouco a pouco empresas vêm aderindo a processos mais assertivos e inclusivos na hora de selecionar novos colaboradores. Criado na Europa, o recrutamento às cegas evita que a contratação seja baseada em critérios como gênero, raça e até classe social, para focar especialmente nas competências oferecidas pelo candidato.

Com o modelo, as informações do candidato e os vídeos gravados em plataformas ficam ocultos para as empresas, tendo o recrutador acesso somente ao áudio com as respostas e vídeo de forma embaçada. Ele só terá acesso ao material completo, caso o aprove o candidato para a próxima fase do processo, tornando as seleções mais justas e inclusivas, em um cenário em que, por exemplo, segundo dados levantados pelo Instituto Ethos, homens brancos com ensino superior são a maioria nas empresas, principalmente quando se fala em cargos de liderança.

Idealizadora e CEO da Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, Cammila Yochabell, elencou três razões para empresas e recrutadores investirem nesse modelo de processo seletivo. Confira!

1. Foco nas competências do candidato

O principal intuito de um processo humanizado é excluir vieses inconscientes do recrutador que normalmente acontecem a partir de fatores como gênero, raça e classe social, por exemplo, e focar exclusivamente nas competências do candidato. Esse tipo de processo é importante para mudar um pouco esse cenário.

No Brasil, segundo o IBGE, as mulheres estão em apenas 13,6% dos executivos do país. O favorecimento de homens na contratação para cargos de liderança se dá em cinco das oito divisões apresentadas pela pesquisa. Mulheres são a maioria como trainees, estagiárias e aprendizes, cargos considerados operacionais.

Já as pessoas negras são apenas 4,9% dos conselhos administrativos das corporações de todo o país. Quanto maior o nível hierárquico das funções menos negros aparecem nesses cargos.

2. Aumenta a produtividade da empresa

A equidade pode surgir como uma das soluções oferecidas para alavancar a empresa. Uma pesquisa recente da McKinsey mostrou que apenas o fato de mulheres ocuparem cargos de liderança aumenta em pelo menos 21% a probabilidade de uma performance financeira acima da média.

3.Competitividade através da diversidade

A diversidade de pessoas promove a competitividade intra e inter corporativa. Estudiosos como Peter Druker (um dos nomes da administração moderna) apontam que políticas como essa são uma das principais estratégias atuais para o sucesso de uma empresa.

Como as fintechs de crédito podem ajudar os pequenos empresários com seus negócios?

Por Daniel Orlean

Não há nada mais típico em empreender ou gerir uma empresa do que questionar continuamente o fluxo de caixa do negócio, principalmente em datas próximas a compromissos financeiros como pagamento de folha de pessoal ou impostos. Todo empreendedor já passou por isso. Outra situação que faz o empresário ou gestor pensar nos recursos em caixa é quando se cogita realizar uma expansão ou investimento no negócio – seja para o investimento em si ou para manter o negócio rodando sem solavancos durante ou depois dessa decisão.

Em ambas as situações as empresas precisam buscar sua sustentabilidade financeira, mas apenas uma pequena parte dos empreendedores percebe nas linhas de crédito disponíveis um caminho positivo e viável. Boa parte disso acontece por conta de toda a burocracia que as empresas reportam ter que passar ao solicitarem o valor desejado em bancos convencionais, por exemplo.

De acordo com dados apurados em todo o país pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes (CNDL), três em cada dez micro e pequenos empresários consideram difícil o processo de contratação de crédito, sendo o excesso de burocracia e as exigências dos bancos os principais entraves mencionados por 45% desses empresários.

Esse cenário muda rapidamente, com o crescimento e consolidação das fintechs de crédito, que vêm se destacando no mercado como grandes aliadas para atender a necessidades específicas das empresas. Na maioria das vezes, o retorno para liberação do crédito é mais rápido do que as instituições tradicionais, já que atuam de forma mais automatizada e com menos burocracia, sem deixar de proporcionar um atendimento personalizado.

Com o uso de ferramentas de inteligência artificial, automatização de processos e acesso integrado a bases de dados distribuídas, por exemplo, as propostas podem serem feitas de forma totalmente customizada e de acordo com a necessidade de cada perfil de cliente. O analista (que muitas vezes já é um robô) recebe a solicitação tendo acesso imediato ao histórico, aos desafios, às necessidades e a diversos scores de avaliação de risco e da viabilidade de concessão do empréstimo. O atendimento humanizado que se segue já trata cada cliente de forma muito mais profunda e empática, uma abordagem bem diferente da tradicional venda feita por um gerente que atende simultaneamente a diversas solicitações, com metas de vendas de diversos produtos e que depende de um processo manual e com critérios engessados.

Se você que é micro, pequeno ou médio empresário, e necessita de crédito para seu negócio, vale a pena cogitar e pesquisar um pouco sobre o universo das fintechs, e ver quais são as oportunidades e soluções que elas oferecem. O mercado financeiro está em constante evolução e quanto mais informações você tiver, melhor preparado você estará para solicitar seu crédito. Tenho certeza que esse é o melhor caminho para conseguir empréstimos com as melhores condições para sua empresa.

Daniel Orlean, Sócio-fundador da BizCapital, fintech que tem como principal objetivo desburocratizar e tornar mais eficiente o processo de concessão de crédito para o micro e pequeno empreendedor.

Grin e Yellow anunciam fusão que criará a “Grow”

A Grin, maior empresa de patinetes elétricos da América Latina, e a Yellow, startup líder no Brasil de bicicletas sem estação e patinetes elétricos, anunciam hoje planos para a fusão das companhias para criar um novo campeão local em soluções de micromobilidade e serviços online to offline (020) do continente sul-americano. A fusão dará origem à holding Grow Mobility Inc. que contém as marcas e aplicativos Yellow e Grin que neste momento seguem ativos de forma inalterada em todos os mercados que atuam. O nome GROW deriva de Grin[Gr] + Yellow [ow].

Juntas, as companhias contam atualmente com mais de 135 mil patinetes e bikes em sete países, já realizaram 2,7 milhões de viagens em apenas seis meses e contam com 1,1 mil funcionários.

O plano de curto prazo é mais do que dobrar sua frota, além de ampliar ainda mais suas ofertas 020 e expandir para outros pontos da América Latina nos próximos meses:

Transporte:

A Grow está comprometida em atender às necessidades de mobilidade em toda a América Latina, onde a combinação de alta densidade populacional e infraestrutura de transporte insuficiente cria uma demanda única por soluções de micromobilidade. A Grow manterá e ampliará a operação de bicicletas sem estações e patinetes da Grin e da Yellow no Brasil, México, Colômbia, Peru, Uruguai, Chile e Argentina, além de expandir para novos países no continente.

Pagamentos digitais:

A Grow vai alavancar e continuar a construir sua plataforma própria de pagamentos digitais que oferecem uma maneira segura e conveniente para o número significativo de usuários desbancarizados na América Latina realizarem transações.

Entrega de alimentos:

A Grow vai incorporar e expandir sua parceria existente com a Rappi, maior plataforma de entrega de alimentos e produtos na América Latina, que atualmente opera em 27 cidades de sete países. Os mais de 20 milhões de usuários da Rappi já podem desbloquear patinetes e bicicletas diretamente pelo aplicativo.

“Estamos empolgados em unir duas empresas latino-americanas de tecnologia, que compartilham a mesma visão de transformar não apenas o transporte, mas também melhorar os serviços de infraestrutura e impulsionar a atividade econômica em toda a nossa região”, disse Jonathan Lewy, cofundador da Grin e presidente do conselho da Grow Mobility Inc.

“A demanda por esses serviços cotidianos na América Latina é enorme e, combinando forças e recursos, poderemos nos mover mais rapidamente para atender mais usuários. Estamos ansiosos para desenvolver as fortes relações de Grin e Yellow com as autoridades locais e outros agentes interessados em parcerias para criar um valor duradouro para nossa região”, disse Sergio Romo, cofundador da Grin e CEO Global da Grow.

“Temos muita sorte em reunir duas equipes experientes e bem-sucedidas com profundo conhecimento de mobilidade urbana e das necessidades dos clientes que atendemos”, disse Ariel Lambrecht, cofundador da Yellow e diretor global de produtos da Grow Mobility Inc. “Ambos times são apaixonados por melhorar vidas em nossas áreas urbanas. Juntos, temos o talento, os recursos e a experiência local para promover soluções inteligentes de infraestrutura diária para usuários em toda a América Latina e promover o ecossistema de tecnologia da região de forma mais ampla”, completa Lambrecht.

O empresário brasileiro/argentino, Ariel Lambrecht, atuará como diretor global de produtos, sendo responsável pelas principais funções de produto e engenharia, além de liderar as operações brasileiras ao lado de Marcelo Loureiro. Lambrecht, que foi um dos fundadores da 99, primeiro unicórnio tecnológico do Brasil, ajudará a orientar a Grow com sua experiência profunda em produtos e mobilidade, que será fundamental à medida que a nova empresa cresça em grande escala.

O co-fundador da Yellow Eduardo Musa deixará a administração do dia a dia da Companhia. O time e o conselho da Yellow são eternamente gratos pela sua liderança na construção de uma marca querida e da empresa número um em compartilhamento de bicicletas sem estação da América Latina.

Resource cresce 20% em 2018 e anuncia reposicionamento de marca

A Resource, multinacional focada na entrega de transformação digital, anuncia crescimento acima da média de mercado em todas as suas linhas de negócios. Com atuação no Brasil, América Latina e Estados Unidos, a companhia registrou uma receita de R$ 470 milhões em 2018, com 20% de crescimento em relação ao ano anterior.

“Estamos celebrando um grande momento, com resultados positivos e acima da média do mercado”, afirma Gilmar Batistela, fundador e CEO Global da Resource, destacando que a companhia está crescendo de maneira consistente, com solidez e diferenciais tecnológicos. O objetivo é manter o ritmo de expansão nos negócios, ampliando a receita em cerca de 10 a 15% em 2019 ultrapassando a marca de meio bilhão de reais.

A Resource comemora os bons resultados de seu planejamento estratégico, que previa uma verdadeira guinada em sua operação, digitalizando sua estrutura e oferecendo aos clientes novas e modernas soluções de TI para a transformação de seus negócios. A empresa reforçou seu portfólio de serviços, ampliou sua atuação em setores estratégicos e intensificou as parcerias com os principais fabricantes globais.

A Resource acredita que este ano abre uma nova janela de oportunidade para as empresas e para os negócios e, após as reformas do Governo, o Brasil deverá ter um novo momento de crescimento e de retomada de investimentos. Com isso, o plano de expansão traçado para os próximos anos é bastante agressivo.

A inovação já está presente em todas as suas atividades e estará ainda mais intensa em 2019. A Resource está em contato com startups de diversas indústrias e localidades para oferecer o que há de mais inovador para os seus clientes. O programa de pareceria com startups brasileiras e internacionais permite a criação de produtos e a entrega de soluções diferenciadas, agregando novas ideias para acelerar os negócios de grandes empresas brasileiras. “A Resource é uma Tech Partner com foco em soluções digitais e inovação”, afirma o CEO.

Essa evolução possibilitou uma remodelagem completa de sua forma de atuação, trabalhando para criar uma empresa visionária, capaz de atender as demandas do mercado atual e de propor novas soluções empresariais. “A empresa inicia o ano já com o marco de ter cerca de 70% de seu portfólio de serviços baseado em soluções digitais, fundamentais para clientes que precisam ingressar na nova Era Digital”, explica Marcus Piombo, Vice-Presidente Executivo de Operações da Resource.

Entre as novidades, a companhia tem trabalhado em novas ferramentas de infraestrutura inteligente, além de soluções empresariais baseadas em Inteligência Artificial, RPA (Robotic Process Automation), Chatbots e Cloud Computing. “A inovação faz parte da missão da Resource e está presente em todas as nossas entregas. Temos um time altamente qualificado para oferecer a nossos clientes o que há de melhor em tecnologia global”, afirma o Vice-Presidente Executivo.

Segundo o executivo, a Resource foi pioneira na implementação de sistemas de gestão empresarial da SAP em ambiente Cloud, otimizando as estruturas de TI e potencializando as vantagens da Nuvem para os negócios. Novas soluções foram criadas para integrar tecnologias e melhorar o desempenho das vendas e a infraestrutura dos clientes.

Para destacar essa nova etapa de crescimento, a multinacional desenvolveu reposicionamento da sua marca e nova identidade visual em conformidade com o atual momento de inovação. “Estamos na era da mudança permanente, com novas possibilidades desafiando as corporações a todo o momento.
Nesse ambiente, o sucesso vem da capacidade de nos reinventarmos de maneira ágil e assertiva. Estamos preparados para essa realidade e temos o compromisso de entregar o melhor da Transformação Digital a nossos clientes”, diz Fabiana Batistela, Vice-Presidente de Marketing, Inovação e Capital Humano da Resource. Fabiana destaca que a Resource assumiu o posicionamento de tech partner totalmente focada na entrega de transformação digital. “Nossa nova marca reflete o momento de inovação pelo qual a Resource passa, gerando muito orgulho para todos nós”, diz a Executiva que atua no escritório da Resource no Vale do Silício há 5 anos.

Jovens empreendedores se unem e criam plataforma que alia experiência, conteúdo e networking

Criado em 2012 como uma área de atuação do LIDE – Grupo de Líderes Empresariais, do qual realizou um spin-off em outubro de 2017, o LIDE FUTURO rapidamente se tornou referência no mercado brasileiro pela forma inovadora com que reúne jovens empreendedores, intraempreendedores e sucessores familiares, em uma plataforma de conteúdo, networking e experiências. Composto por pessoas físicas, que estão transformando e impactando os seus segmentos com novos modelos de atuação, também são membros do grupo agentes de mudança da sociedade ou líderes sociais e empresariais, dispostos a desenvolver redes de relacionamento, influência, atualização e aperfeiçoamento de conhecimento.

“Somos um grupo que une relacionamento e conteúdo para quem quer transformar o mundo com o seu trabalho. Seja ele seu próprio negócio ou dentro de uma empresa”, explica a CEO do LIDE FUTURO, Laís Macedo.

Com mais de 1.000 membros filiados no total, o grupo está presente em nove cidades brasileiras (Campinas, Curitiba, Florianópolis, João Pessoa, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, São José do Rio Preto e São Paulo) e em uma no exterior (Assunção, no Paraguai) e segue ampliando o seu exclusivo calendário de eventos, que conta com mais de 100 encontros ao longo do ano.

“Trabalhar por amor pode soar estranho, mas isso é o que guia a nossa geração. Uma geração sonhadora e diferente de todas as outras. Hoje, somos líderes de empresas que não lutam só por dinheiro. Lutam para mudar a vida das pessoas. Dia após dia, acordamos para fazer diferente. Somos motivados pela vontade de criar o novo. Isso é maior do que apenas um trabalho e, quando encontramos pessoas iguais a nós, o mundo pode ser conquistado”, afirma Laís.

Por prezar por uma rede altamente qualificada de networking, que viabilize conexões e trocas de experiências enriquecedoras para o desenvolvimento e sucesso de seus filiados, o LIDE FUTURO estabelece um criterioso processo de filiação.

“Temos um processo seletivo rigoroso, além da necessidade de ser indicado por uma liderança que já integre o LIDE FUTURO, o que nos permite crescer organicamente e totalmente comprometidos com nosso objetivo de ser a mais qualificada plataforma e não a maior”, destaca a CEO do LIDE FUTURO.

Segundo a executiva, a qualificação da base está diretamente relacionada à capacidade do grupo de promover eventos com conteúdo rico e relevante.

“Despertamos o interesse das principais lideranças do mercado para fazerem parte da nossa jornada e contribuírem com suas experiências, assim promovemos programas de mentoria, por exemplo, com Abílio Diniz, Jorge Paulo Lemann, Sérgio Rial, Roberto Setubal, Paula Bellizia. Os principais nomes do mercado já passaram por nossos eventos e projetos. E, justamente pela qualidade da nossa base, a troca entre nossos filiados e mentores é realmente muito valiosa”, diz.

Cenário

Com os jovens chegando cada vez mais cedo a cargos de liderança devido, principalmente, às mudanças de perfis dos novos profissionais e à chegada da chamada geração Y no mercado de trabalho, o LIDE FUTURO chega com o intuito de inovar e promover um ambiente de troca entre jovens lideranças, que, criativas e inquietas, têm revolucionado os negócios no mundo inteiro, sendo uma grande aposta no Brasil.

Todos os encontros se baseiam em temas relevantes para a sociedade, como mobilidade urbana, futuro do trabalho e liderança feminina, além de contar com a participação dos principais nomes do mercado, incentivando o debate de assuntos pertinentes para quem está mergulhado na esfera empreendedora.

Acesse lidefuturo.com.br e saiba mais.

O que aprendi com chatbots no mercado B2B

Por Neto Rodrigues, CIO da Linx

Chatbots são uma grande carta na manga para as empresas que buscam evolução no relacionamento com o novo consumidor final ou cliente. Apesar de não parecer uma solução nova, para atingir todo o seu potencial, exige constante manutenção tecnológica e não apenas investimento em dinheiro, mas também de tempo, para que o time amadureça com os erros e acertos ao lidar com essa tecnologia.

A prova que estamos este mercado está constante evolução é um estudo realizado no Brasil pela consultoria Cedro Technologies. O levantamento aponta que 90% dos processos corriqueiros podem ser realizados por chatbots, e 87% dos usuários que passaram pelo atendimento por um robô classificaram a experiência com Inteligência Artificial (AI, na sigla em inglês) como “ótima”. O poder dessa tecnologia dará um grande impulso para as empresas e os mercados que souberem aproveitá-la ao máximo. E estamos falando de qualquer tipo de negócio: pequenas, médias e grandes empresas, tanto do mercado B2B quando do B2C.

Atualmente, várias instituições financeiras globais como os bancos Bank of America e Capital One, investem em chatbots para realizar tarefas corriqueiras a seus clientes, como transferências bancárias, consultas de saldo em conta, localização da agência mais próxima, entre outros. De acordo com o relatório Customers 2020: The Future of B-to-B Customer Experience, produzido por outra consultoria, a norte-americana Walker, o atendimento automatizado eficiente será a primeira opção para diferenciar uma empresa de seus competidores em apenas dois anos, até 2020.

Quando o assunto é atendimento ao consumidor final, os bots já facilitam a comunicação entre as marcas e as pessoas. Agora, como fica o atendimento entre empresas? As possibilidades continuam sendo muitas e difusas. Por meio de um software que gerencia as trocas de mensagens de forma automatizada, estes robôs conseguem realizar pedidos de segunda via, solicitações de acessos e, dependendo da complexidade do pedido, até sabem quando acionar um profissional do time de suporte, porque entende que a resolução da demanda exige o trabalho de um humano. Tudo isso, de forma extremamente rápida, o que melhora consideravelmente a experiência de quem está do outro lado da linha (ou da tela).

Aqui na Linx, líder e especialista em software para varejo, o lançamento dessa tecnologia aconteceu em 2018 com a LAIS, acrônimo para Linx Artificial Intelligence Service. Ela é uma assistente de atendimento virtual, que em apenas oito meses de uso, já resolveu 96 mil chamados, o equivalente a cinco pessoas de um time trabalhando full time.

Durante implantação e piloto, iniciamos o mapeamento dos casos de maior recorrência nas operações de Suporte da Linx aos clientes. A LAIS, então, foi treinada para atender sete tipos de serviços prestados pelas áreas administrativa e financeira. De um universo de 110 mil chamados por mês, atualmente a robô tem potencial de solucionar ao menos 30% deles.

Mesmo com números bastante expressivos, todo tipo de investimento na ferramenta precisa ser constante, para que ela atinja seu potencial. Uma das primeiras lições aprendidas depois da implantação da inteligência artificial foi a importância da escolha do fornecedor, pois esse é um caminho sem volta e trocar no meio do caminho sem gerar indisponibilidade é um trabalho muito preciso e complexo.

Para o futuro, a Linx planeja transformar a LAIS em um canal de vendas mais direto e prático para seus clientes. Para isso, estuda aplicar técnicas de AI em conjunto com as metodologias de Robotic Process Automation (RPA) e Digital Twin of an Organization (DTO) integradas com meios de pagamento, para aperfeiçoar a produtividade de diversas áreas dentro da companhia, como faturamento, contratos, financeiro e contabilidade. Dessa forma, os times poderão investir seu tempo em tarefas menos repetitivas e mais desafiadoras.

Atualmente, os bots já não seguem exatamente o script de um atendimento engessado e artificial, e se aproximam cada vez mais de um atendimento humano. A evolução da tecnologia deve ser acompanhada, para que a evolução e os frutos desse atendimento sejam cada vez melhores. Os chatbots não podem parar.