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Engineering leva casos de sucesso da sua solução fiscal ao SAP NOW Brasil

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital, apresentará durante o SAP NOW Brasil as funcionalidades e escalabilidades da sua própria solução fiscal, o “DP-Fisc 4.0”, que acaba de receber a recertificação de integração e implantação com o SAP TDF, além do Alfredo, o robô fiscal com funcionalidades inovadoras de RPA (Robot Process Automation) e Inteligência Artificial.

O evento, considerado um dos mais importantes da América Latina, será palco para a apresentação dos cases de sucesso com a Pfizer, gigante do ramo farmacêutico e, também, com o IRB Brasil RE, resseguradora líder da América Latina.

Além destas apresentações nos auditórios do evento, os especialistas da Engineering também ministrarão palestras em seu estande sobre a Transformação Digital no universo SAP. Os temas a serem explorados são variados, como a conversão da efetividade no setor fiscal em ROI (Return of Investment) e a abordagem exclusiva da Engineering para a migração para o SAP S/4 HANA.

“O SAP NOW Brasil é uma oportunidade para reforçarmos a nossa atuação no mundo SAP. A nossa participação no evento, bem como o nosso conteúdo, foi pensada para proporcionar a melhor experiência aos visitantes do nosso estande”, explica o CEO da Engineering do Brasil, Filippo Di Cesare.

SAP NOW Brasil

Data: 11 e 12 de setembro de 2019

Hora: 08h às 19h

Local: Transamerica Expo Center

Sessão Paralela – case de sucesso da Pfizer

Palestrantes: Cesar Kazakevicius, head de Tax Solutions da Engineering; Marta Lima, gerente tributária da Pfizer e Alexandre Schmidt, tax business development manager da SAP

Data: 11 de setembro de 2019

Horário: 17h

Local: Auditório 02

Sessão Paralela – case de sucesso do IRB

Palestrantes: André Fernandes, delivery manager da Engineering, e Eder Trindade, gerente de Aplicações para o Negócio do IRB Brasil RE

Data: 12 de setembro de 2019

Horário: 11h

Local: Auditório 01

Startup aposta em novo modelo de supermercado online

Você já parou para pensar quanto tempo do seu dia você gasta indo ao supermercado? Além dos gastos com deslocamento, perdemos tempo procurando produtos e, muitas vezes, acabamos gastando mais do que o necessário, pois as promoções nos atraem a cada corredor e nos fazem levar coisas que não precisamos de fato. Para ajudar os consumidores nessas tarefas, os empreendedores Bruna Vaz Negrão, de 25 anos, e Fábio Rodas Blanco, 26, criaram a Shopper.com.br, uma plataforma que auxilia os usuários a planejarem e economizarem nas compras de supermercado.

Muito mais que um supermercado online, a startup se destaca por ser um sistema de reabastecimento de itens de consumo doméstico: produtos de limpeza, higiene pessoal, alimentos não perecíveis, bebidas, pets e frutas.

A empresa trabalha com o modelo de compras planejadas. O cliente escolhe os produtos no site ou aplicativo e recebe em casa. No mês subsequente, ele é lembrado, dias antes, para que faça ajustes em itens e quantidades, e receba outra cesta. “Nosso objetivo é ajudar as pessoas a abastecerem suas casas para que não faltem itens essenciais no dia a dia”, afirma Fábio.

Na plataforma, o cliente tem a flexibilidade de fazer ajustes no pedido, suspender a entrega ou reagendar para outra data. “Nossos clientes podem alterar 100% de suas cestas entre uma entrega e outra. Diferente de outros modelos de assinatura, estamos atentos à necessidade deles e, por isso, não cobramos nenhuma taxa a mais pela mudança, nem mesmo pelo cancelamento dos serviços”, explica Bruna.

A Shopper.com.br possui um acervo com mais de 2.100 itens e atende mais de 500 bairros da Grande São Paulo, entre eles: Jardins, Higienópolis, Vila Olímpia, Vila Mariana e até a região de Alphaville. O pedido mínimo feito pela plataforma é de R$150,00 e até R$249,90 é cobrada uma taxa de R$9,90 de frete. Para as compras acima de R$250,00, o frete é gratuito.

Além de manter a despensa sempre abastecida, o modelo ajuda as pessoas a planejarem com antecedência suas compras, o que faz com que a startup consiga se organizar melhor e comprar direto dos fabricantes apenas aqueles produtos que sabe que vai vender. Esse planejamento também se traduz numa logística mais eficiente, organizada com antecedência. Somados, esses fatores possibilitam à Shopper.com.br cobrar preços baixos: em média 12% menores que os dos supermercados online tradicionais. Essa maior eficiência do modelo já gerou R$ 1,8M de economia aos milhares de clientes.

Expansão do negócio

A Shopper.com.br iniciou a operação em 2015 e já apresenta resultados bastante positivos. Com crescimento de 20 a 35% ao mês, a startup acaba de captar R$10 milhões. “Queremos manter essa curva de crescimento. A nossa intenção é expandir para mais 300 bairros até o final de 2019”, destaca o CEO da startup.

Hoje, a empresa possui 110 colaboradores e tem mais de 50 vagas abertas, em 20 posições diferentes. Com um Centro de Distribuição de 2.300m², localizado na cidade de São Paulo, a startup já tem mais de 100 mil pessoas cadastradas na plataforma.

“Nós queremos construir um país com menos desperdício, mais eficiente, no qual as pessoas possam consumir e viver de forma inteligente, sem se preocupar com a falta de produtos básicos em casa”, finaliza Fábio.

Chatbot: cinco passos para uma jornada realista

Por Daniel Wildt, diretor de Tecnologia da Zenvia

Segundo o Mapa do Ecossistema Brasileiro de Bots de 2019, divulgado pela Mobile Time, a produção de chatbots e voice bots está se massificando no Brasil, como foi com os aplicativos móveis há cerca de 10 anos. Como exemplo, de 2017 a 2019, o número de chatbots desenvolvidos subiu de 8 mil para 60 mil, uma alta de 750%! Além disso, tomando por base os mesmos anos de comparação, o volume de mensagens trafegadas aumentou de 500 milhões para 1 bilhão.

Esses dados fazem as empresas refletirem sobre a necessidade de terem um chatbot para interagirem com seus clientes. Porém, ainda resta a dúvida: será que é a hora certa de investir na tecnologia? Se sim, por onde começar?

Para diminuir as incertezas e trazer decisões mais acertadas para as marcas com relação ao uso de chatbots, indico cinco passos para a sua empresa identificar se o agora é o momento para adotar os chatbots e como iniciar a jornada de adoção:

1. Conhecimento inicial do cliente e da interação da empresa com ele

Antes de implantar o chatbot, a primeira pergunta que precisa ser respondida é: para que a sua empresa precisa ou quer um chatbot? E daí derivam outras: qual o perfil dos seus clientes? Como é a interação com eles hoje? Que opinião eles têm sobre o modelo de interação adotado? Por qual canal eles mais se comunicam com a marca? Sobre qual assunto? Sem esse conhecimento inicial, a sua empresa pode até adotar o chatbot, mas dificilmente terá os resultados imaginados, pois não existe um propósito claro em relação ao uso da tecnologia. Aproveite pesquisas que podem ser automatizadas em sistemas, mas não deixe de falar com profundidade com alguns clientes. Este tipo de pesquisa precisa ir além de classificações e agrupamentos.

2. Iniciar com algo que pode ser testado

Respondidas as perguntas iniciais, que trarão a compreensão necessária sobre a necessidade do chatbot e como ele pode simplificar a relação entre a empresa e seus clientes, é hora de pensar no projeto. Em outras palavras, arregaçar as mangas e partir para o planejamento. No início, é muito comum as marcas desejarem resolver todos os problemas dos clientes com o chatbot, mas o ideal é começar com uma necessidade, até para testar e validar o quanto seu consumidor se adapta a este tipo de jornada.

3. Simplificar e aprimorar

Pronto, o chatbot já está no ar e tem um volume de conversas que já é capaz de mostrar a efetividade? Então, é a hora de medir os resultados e cruzar com as metas estipuladas no planejamento. Não pule essa etapa. É ela que determinará se o modelo adotado foi efetivo, ou mostrará a necessidade de correção de rota. Não ter atingido uma meta significa somente isso: ainda não atingimos a meta. Converse com mais clientes que tenham interagido com o chatbot, obtenha percepções e entenda novas possibilidades de avanço com o serviço. Principalmente entendendo se o público alvo que se busca atingir está correto.

4. Experimentar abordagens

O chatbot deu certo? Está funcionando bem? Os clientes estão gostando? Então é a hora de pensar nos próximos passos. E as perguntas voltam à cena: vale incluir uma outra necessidade do cliente no chatbot? É o caso de testar um novo canal (como Facebook Messenger, WhatsApp, chat no site, etc.)? O chatbot pode ser combinado com outra tecnologia, como o SMS ou voz? Como essa combinação trará benefícios ao cliente e à empresa? As respostas a essas questões vão nortear como a sua empresa caminhará na evolução do chatbot. Uma dica? Ao responder a essas perguntas, não coloque o foco em como a marca pode ter vantagens. O destaque é o cliente. Então, reflita sobre como a nova abordagem pode trazer benefícios a ele. Um consumidor satisfeito impacta positivamente nos negócios e, em muitos casos, torna-se até mesmo um defensor e propagador da marca.

5. Aceitar falhas

Tão importante como todos os passos anteriores, é aceitar que nem sempre o chatbot funcionará em completa sintonia com todos os clientes. Tenha em mente que algo não vai ocorrer como esperado e aí está a oportunidade de aprendizado. O mais indicado é errar e corrigir rápido, ou seja, não tenha medo de errar! Se prepare para este processo de aprendizado e evolução constante. Tenha uma equipe especializada, ou conte com um parceiro experiente na jornada conversacional, para apoiar a sua empresa em todas etapas. Isso com certeza trará maior segurança e demonstra o cuidado da marca com o cliente.

Seguir esses passos significa que a tecnologia pode ser adotada por todas as marcas? Muito possivelmente, não. Mas com essas etapas em mente, se a sua empresa verificar que o chatbot será um grande aliado na conversa com o cliente, o processo será muito mais rápido e eficiente. O esforço vale a pena!

WTC Events Center recebe o maior mentor de executivos do mundo

Três em cada dez integrantes da cobiçada lista da Furtune 500 já tiveram suas carreiras impulsionadas por técnicas passadas por Marshall Goldsmith, um dos maiores palestrantes corporativos do mundo. Autor de best-seller que figura no topo da lista do New York Times e vencedor de um prestigiado prêmio da Universidade de Harvard, ele será a principal atração do “Encontro com Gigantes”, que acontece entre os dias 20 e 21 de setembro próximo.

Os organizadores escolheram o WTC Events Center para receber esse grande evento, espaço a altura da importância da presença de Marshall e outros palestrantes, tais como José Salibi Neto, cofundador da HSM , e Sally Helgesen, citada na Forbes como uma das maiores especialistas em coach de liderança do mundo.

Entre outras atividades, os participantes do evento terão contato com a metodologia de liderança reconhecida pela Harvard Business School, técnicas e ferramentas para conduzir o clima das equipes para a sua melhor performance e o pensamento sistemático dos maiores líderes do mundo, diretamente de um especialista que os mentorou.

Encontro com Gigantes

Dia: 20 e 21 de setembro
Horário: 8h30 às 17h30
Local: WTC Events Center | São Paulo
Mais informações em: www.encontrocomgigantes.com.br

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Service IT investe na expansão da área de Segurança Cibernética

A Service IT, empresa brasileira de tecnologia com 23 anos de atuação, investe na área de segurança cibernética, considerada essencial para seu crescimento no País. A área existe desde 2018, com a aquisição da Defenda, empresa de segurança da informação sediada no Tecnosinos, em São Leopoldo, no Rio Grande do Sul.

“Queremos oferecer aos nossos clientes todo o ecossistema de governança da segurança da informação, que consiste em alinhar os objetivos e estratégias, entregar valor e minimizar riscos”, comenta Eduardo Gallo, presidente da Service IT. “Com a proliferação das ameaças virtuais, as organizações estão cada vez mais preocupadas com a proteção de seus ativos digitais e entendem que a segurança da informação é um investimento preventivo.”

Além disso, a Service IT expandiu recentemente seu Centro de Operações de Segurança (SOC), em São Leopoldo. O SOC funciona em conjunto com os centros de operações da Service IT em São Paulo e na Argentina. É composto por uma equipe multidisciplinar que atua em turnos de 24 horas por dia, além de uma instalação dedicada e organizada para responder a ameaças de segurança cibernética.

“As empresas precisam ter foco no negócio, ao mesmo tempo em que têm de pensar em estratégias adequadas para fazer frente a essas ameaças cibernéticas”, afirma Paula Lopes, diretora regional de Vendas da Service IT no Rio Grande do Sul e no Paraná. “O SOC é parte importante dessa estratégia, seja interno ou externo, e contribui para prevenir, detectar, avaliar e responder a ameaças e incidentes.”

Aplicativo Barpass oferece descontos em diversos estabelecimentos

odo mundo sabe que, o custo para se alimentar fora de casa, todos os dias, pesa bastante no orçamento mensal. Dependendo da região, o gasto de um almoço não sai por menos de R$ 30,00. Sem contar as despesas com o happy hour semanal da empresa e os diversos aniversários de amigos, em bares e baladas. Pensando nisso, Felipe Ribeiro, engenheiro de produção pela FAAP, viu um nicho de mercado muito vantajoso e resolveu facilitar a vida dos clientes.

Criou então, o aplicativo Barpass, que entrará em vigor a partir de 11 de setembro, onde a pessoa poderá se associar, pagando R$ 14,90 por mês (sendo que o primeiro mês é gratuito) e participará de uma rede de descontos, a partir do mínimo de 10%, em diversos estabelecimentos como restaurantes, bares, cafés, hamburguerias, baladas e afins, que estiverem cadastrados no aplicativo. Para os universitários, vinculados a diretorias e atléticas associadas, o valor reduz para R$ 9,90 por mês (com 3 meses grátis).

Para os proprietários dos estabelecimentos da cidade, não existirá custo de adesão ao aplicativo. Para se tornar um estabelecimento parceiro do Barpass, ao aderir, basta respeitar o desconto mínimo de 10%, podendo aumentá-lo nos períodos de maior ociosidade. Entre as propostas de valor para os estabelecimentos parceiros, destaca-se a redução da ociosidade, por meio de descontos dinâmicos, decididos pelos próprios estabelecimentos.

Visibilidade com destaque para publicação de promoções e alavancagem do próprio estabelecimento dentro do App, assim como o retorno de informações relevantes, quanto às avaliações, que serão consolidadas e passadas periodicamente, para que os estabelecimentos saibam seus gargalos e busquem melhorias, com base nas experiências dos seus clientes.

“Os aplicativos que existem, dão os descontos com os famosos “EXCETO ou APENAS” e realmente precisávamos atingir um público maior. Dar descontos reais, para os usuários, sem impor determinadas condições. O investimento para a realização deste projeto, com o desenvolvimento do aplicativo, das redes sociais e do planejamento de comunicação já chega à casa dos 200 mil reais e trará muitos benefícios”, explica Felipe.

Com 100 estabelecimentos já cadastrados, o aplicativo favorecerá executivos (as), pessoas que fazem a maioria das refeições fora de casa e universitários. E a ideia é crescer ainda mais, num futuro bem próximo.

“A ferramenta também proporciona ao cliente, avaliar os estabelecimentos quanto ao atendimento, ambiente e qualidade dos produtos. Isso fortalecerá a fidelização dos frequentadores. Claro que, produtos da parte de tabacaria, não entrarão na lista de descontos”, conclui Felipe.

Impostômetro da ACSP chega a R$ 1,7 trilhão nesta terça-feira (10)

Nesta terça-feira (10/09), às 11 horas, o Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingirá a marca de R$ 1,7 trilhão. O montante, que corresponde ao total de impostos, taxas, multas e contribuições pagas desde o primeiro dia do ano à União, aos estados e aos municípios, será atingido com 14 dias de antecedência em relação a 2018.

Essa antecipação reflete o nível de atividade econômica mais a inflação do período, segundo Marcel Solimeo, economista da ACSP. “Mas ela também é influenciada pelos produtos com maior crescimento nas vendas, que têm tributação mais alta. Como é o caso de veículos, que ajudaram a aumentar a arrecadação.”

O importante, porém, segundo o economista, é avaliar esse aumento pelo lado das receitas do governo: ao mesmo tempo em que elas crescem, as despesas também aumentam em um ritmo mais rápido. “Então é preciso olhar pelo outro lado da moeda para tentar equilibrar as contas”, afirma.

Perguntado se a Reforma Tributária, que está em discussão na Câmara e no Senado, ajudaria a reverter esse quadro, o economista diz que, num primeiro momento, a preocupação será mais com a simplificação do sistema do que com a redução da carga tributária.

“O ideal, porém, seria adotar simultaneamente medidas tanto para reduzir os gastos como, para num futuro próximo, reduzir também essa carga – muito alta para o nível de renda que o país tem.”

O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade.

Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista, mas outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis.

No www.impostometro.com.br, é possível acessar diversas informações tributárias e entender mais sobre o assunto.

Transformação digital no âmbito da transformação tecnológica

Por Carlos Eduardo Correa Schotka

A transformação tecnológica é um dos responsáveis pela construção de novos negócios, ou mesmo, da disrupção de mercados no âmbito da transformação digital. Isso porque o pilar tecnológico segue algumas tendências que, muitas vezes, não são balanceadas com a expectativa do cliente.

Diante deste cenário, sempre temos que ter em mente que nem todos no mercado são visionários. Sendo assim, a tecnologia deve aderir e prover soluções ao mercado, bem como criar novas possibilidades ao negócio, sempre orientada pela ótica de que o cliente está no centro de tudo. Com isso, a transformação tecnológica deve utilizar como lastro a arquitetura da solução, de software e de infraestrutura.

Durante a arquitetura de solução, identificamos a real necessidade da solução a ser ofertada e as regras que a proposta deve atender para que a tecnologia não se exceda da real necessidade do atendimento. Essa deve focar em agregar valor ao cliente em todos os âmbitos. Portanto, é preciso ser sensato na proposta de solução para que ela seja viável na estratégia de venda e ser financeiramente viável para o cliente, além de ser evolutiva, focando não apenas no pontual, mas também em ser reaproveitável e permitir adaptações para o futuro.

Uma nova arquitetura de solução deve ser encarada como uma oportunidade para conviver com o legado e, posteriormente, de maneira gradativa e controlada, evoluído em conjunto ou removido devido à obsolescência do fluxo de negócio ou tecnológico. Ainda na arquitetura de solução, durante o processo, deve-se analisar a performance e a agilidade para atender à necessidade do cliente, afinal não precisamos de uma Ferrari para ir ao trabalho todos os dias. Às vezes, um patinete já dá conta do recado.

Com a arquitetura e seus fatores ambientais definidos, é o momento da aplicação da solução com foco nas ferramentas focando em valor agregado. Uma arquitetura digital deve ser modular, escalável, performática, integrável, recusável, resiliente, sustentável, adaptável e inteligente. A inteligência aplicada sobre às características do desenho de um software digital transcende a aplicação de recursos de inteligência artificial na sua arquitetura.

Nesse cenário, estamos falando de utilizar uma visão decentralizada na confecção de APIs ou microsserviços ao ponto da manutenção de uma funcionalidade ser imperceptível ao cliente.

A tecnologia possibilita aos clientes novas formas de prover valor agregado ao seu negócio, começando pela automatização de processos de caráter repetitivo e um atendimento inteligente integrado, até funcionalidades nas quais o cliente final possa ter a solução para problemas de forma automática. Já as análises preditivas sobre a base de dados dos clientes são de suma importância para entender o próprio mercado e identificar novas formas de fazer negócio.

Existe um leque de ferramentas hoje disponíveis no mercado para viabilizar a arquitetura tecnológica em uma transformação digital. Seguindo os drives já expostos acima como uma base para sustentação de novas tecnologias, o processo digital parte para outro nível, preparando o cliente para o uso de ferramentas autônomas, como análise aumentada, tecnologia orientada por IA, Digital Twins, Empowered Edge, Trend, Blockchain, Espaços Inteligentes, Privacidade Digital e Computação Quântica.

Para agregar valor ao cliente, é necessário prever as interações, eliminando as fronteiras entre nichos de tecnologia e promovendo uma sinergia para compor a solução possível para o cliente. O uso da infraestrutura conectada provê opções mais robustas que geram novas possibilidades, como o uso de robôs, drones e Internet of Things.

O mais importante é ter em mente que a tecnologia é a ferramenta. Considerando que ela estará em constante evolução, devemos sempre analisar qual a necessidade do cliente, identificar qual tecnologia atende da melhor maneira possível a solução que está sendo proposta para o negócio e se a tecnologia gera uma vantagem competitiva. É neste ponto que temos a transformação digital.

Carlos Eduardo Correa Schotka, Digital Labs Manager de Transformação Digital da regional de Belo Horizonte da Engineering

Veja 5 boas práticas de responsabilidade social corporativa que podem ajudar sua empresa

Por Jesus Rodriguez, Gerente de Corporate Social Responsibility da Subway América Latina

Quando falamos sobre “responsabilidade social corporativa” (CSR na sigla em inglês), muita gente fica sem saber direito o que a expressão quer dizer. Ações de responsabilidade social do tipo corporativo são aquelas atividades em que mostram que a empresa está preocupada com o impacto que ela causa no ambiente em que ela está inserida e as ações que ela toma para diminuir os danos que ela invariavelmente pode causar. Na hora de formular um plano para lidar com esse tipo de questão, é comum ficar em dúvida do que levar em consideração. Veja abaixo algumas dicas que podem ser úteis:

1. Alinhe os esforços de CSR com a identidade da marca

Para começo de conversa, não alinhar os esforços de CSR com o tipo da marca é um dos grandes problemas que empresas enfrentam ao colocar em ação suas iniciativas de social responsability. É muito importante centrar seus esforços de CSR em causas que tenham fit com a identidade da sua marca, para que a bandeira que será levantada tenha relação com as mensagens que a companhia carrega. Este esforço é especialmente importante para que suas ações não se percam com o tempo e que os resultados sejam satisfatórios.

Se a sua empresa é alimentícia, por exemplo, faz sentido engajar em atividades de preservação de água, diminuição de uso de plástico ou outras questões que estão relacionadas a experiência de comer. Assim, a causa não está longe do setor da sua empresa e faz sentido mesmo para os consumidores.

2. Seja genuíno

Não adianta só fazer um plano muito bacana de CSR, é preciso que você realmente ponha a mão na massa para fazê-lo sair do papel. Para isso, é necessário que você se comunique de maneira autêntica e que até mesmo os seus executivos sêniores estejam comprometidos em fazer com que a campanha da vez esteja sendo aplicada corretamente. Essa sinceridade pode ser sentida por parte do público, que acreditará nas suas ações e pode também contribuir para que sua campanha seja um sucesso e não só algo da boca para fora.

3. Comprometa-se com metas claras, mensuráveis e atingíveis

A menos que você tenha um objetivo claro, não existe a possibilidade de fazer uma campanha bem-sucedida. É aquilo: não dá para se comprometer com ideias abstratas, então a única saída é cravar um número, uma meta, algo que possa ser alcançado e quantificado. Trace um plano: o que você está fazendo para efetivamente ter um projeto bem-sucedido? Qual foi o passo a passo definido? Como ele te ajuda a atingir o objetivo macro da campanha? É preciso ser pragmático e persistente para que, com um plano estruturado, os objetivos sejam atingidos.

4. Procure iniciativas “ganha-ganha”

Também é muito importante que a empresa foque em iniciativas “ganha-ganha”, isto é, atividades em que os resultados sejam bons para todos os stakeholders envolvidos no processo. Encontre uma causa ou tipo de atividade que seja positiva para todos os atores da empresa, ou seja, os clientes, fornecedores, executivos e funcionários e que faça sentido para eles. Ter em mãos uma ação que cause comoção ou que seja relacionada com o dia a dia dos stakeholders ajuda todos a se engajarem e continuarem dando seguimento à causa após o impacto inicial de adesão da campanha.

5. Crie um ciclo virtuoso de engajamento com stakeholders

Por fim, é muito importante que suas ações sejam parte de um ciclo que se auto alimente. Começando com “ações”, é essencial que você tome iniciativas e as divulgue para todos os stakeholders envolvidos no processo. Isso já se relaciona com a segunda parte do círculo, a “comunicação”. É importante que todos estejam cientes de tudo o que está acontecendo com a campanha e possam compartilhá-la com o maior número de pessoas. Com isso, a terceira parte pode ter início, o “engajamento”. De posse de informação de como a campanha funciona, todos podem se engajar e contribuir para que ela cresça. Por último, todos que estiveram envolvidos de alguma forma oferecem “feedback” de como foi a experiência deles, ajudando a campanha a se afinar ainda mais e reiniciar um novo ciclo.

Ao levar todas essas dicas em consideração, é possível se nortear e começar a dar os primeiros passos nos planejamentos de social responsability e agregar valor para as ações da sua companhia.

Economia Circular ganha espaço entre empresas que buscam sustentabilidade

Todos os dias nos deparamos com notícias sobre o aquecimento global ou a poluição desenfreada ao meio ambiente, temas que preocupam a sociedade e incentivam a busca por um modo de vida mais sustentável.

O crescimento constante na demanda por produtos orgânicos ou ecológicos prova que o consumidor está ficando cada vez mais engajado e exigente. Por isso, é essencial que as grandes corporações comecem a investir em práticas mais sustentáveis ao nosso planeta.

Uma das alternativas usadas para reduzir o impacto ambiental é a Economia Circular, que propõe uma mudança em toda a maneira de consumir, desde a concepção dos produtos até nossa relação com suas matérias-primas e resíduos. O principal objetivo é manter a circulação de produtos – componentes e materiais – de volta ao processo produtivo, maximizando o proveito de valor e utilidade entre ciclos técnicos e biológicos.

Para o professor Hong Yuh Ching, coordenador do departamento de Administração da FEI, esta economia, que faz oposição ao atual sistema linear, não pode deixar de ser abordada pelos cursos de graduação. “As empresas encaram a sustentabilidade como algo mandatório pela sociedade, por isso, administradores e engenheiros devem chegar ao mercado aptos a trabalharem com Economia Circular”, explica.

O professor explica ainda que, na FEI, o tema é abordado nas disciplinas de Sustentabilidade nas Organizações e Sustentabilidade na Cadeia de Suprimento. Além disso, a sustentabilidade é tratada de forma transversal em boa parte das demais disciplinas do curso de Administração.

Em parceria com os departamentos de Engenharia e de Ciência da Computação, a instituição também trabalha em diversas linhas de pesquisa que buscam soluções ecológicas para diversos setores da sociedade, desde práticas agrícolas a cuidados com animais de estimação.

Pesquisa de “efeitos negativos” avalia sentimentos de preocupação e raiva na vida pessoal e profissional

O bem-estar do colaborador tem sido um assunto bastante discutido nos debates de recursos humanos e gestão de pessoas. De acordo com o Relatório Mundial da Felicidade, realizado pela Gallup, empresa de pesquisas, e a Organização das Nações Unidas (ONU), em março de 2019, o Brasil caiu 16 posições no ranking da felicidade, entre 2015 e 2019, ocupando a 32ª posição, de 156 países. O levantamento mostrou, ainda, que o país foi colocado como o pior da América Latina na categoria “efeitos negativos”, que avaliam sentimentos como tristeza, preocupação e raiva, ficando em 105º na classificação mundial.

A felicidade é imprescindível para a qualidade de vida do qualquer indivíduo e no ambiente de trabalho é fundamental para a produtividade e engajamento. O CEO da Passadori Educação, Liderança e Negociação, Reinaldo Passadori, explica que o local de trabalho é o lugar onde passamos a maior parte do tempo, por isso, deve ser um ambiente onde os colaboradores sintam-se à vontade. “Locais desorganizados, com muito barulho ou mal estruturados comprometem o bem-estar do colaborador o que, consequentemente, reflete na produtividade. A estrutura da organização, a forma de se relacionar com colegas de trabalho e a relação entre gestor e equipe influenciam, diretamente, no rendimento da empresa”, completa.

Entre os fatores que são determinantes para aumentar a satisfação dos colaboradores, estão as relações interpessoais, a organização do ambiente e o reconhecimento. “As empresas devem incentivar, sempre, a troca de informação e respeito entre os colegas, tendo em vista que o bom relacionamento no ambiente corporativo promove clima agradável, permitindo que o profissional tenha prazer de estar ali e realize as tarefas propostas da melhor maneira”, afirma.

O especialista comenta, ainda, que o reconhecimento é um dos principais motivos para o aumento no engajamento dos colaboradores. “Todos nós precisamos de objetivos, pessoais e profissionais, que nos estimulem diariamente. Por isso, ter o seu trabalho reconhecido, por meio de feedbacks, e recompensado, seja com promoções ou benefícios, faz com que o profissional sinta-se valorizado pela organização e aumente, também, a sua autoestima. É importante que os líderes e gestores saibam motivar sua equipe, para que se tornem profissionais engajados e satisfeitos”, finaliza Passadori.

‘Capacitt a Hub Education’ chega ao mercado com cursos diferenciados de tecnologia

A tecnologia vem ganhando cada vez mais espaço entre as pessoas e, consequentemente, entre as empresas. Segundo a pesquisa Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), pela primeira vez – praticamente – dois terços da população do Brasil (69,8%) possuem conexão à internet. Em 2017, o país chegou a 126,3 milhões de usuários, o que significou um aumento de 10,2 milhões em comparação com 2016. Com esse movimento, segundo dados da Associação Brasileira das Empresas de Software (ABES), foram investidos 38 bilhões de dólares em hardwares, softwares e serviços no Brasil, em 2017, em relação a 2016.

Acompanhando o crescimento do setor e com a expertise de especialistas renomados do segmento, é inaugurado o Centro de Treinamento chamado Capacitt a Hub Education, referência na capacitação dos melhores profissionais para o mercado de tecnologia, através do ensino imersivo com atividades em “bootcamp”, multidisciplinares, práticas e exclusivas.

“Estamos falando de um nicho que precisa estar em constante desenvolvimento, levando em consideração que é uma área que tem se transformado com velocidade”, aponta Rodrigo Pimenta, um dos fundadores da Capacitt e CEO da HubChain Technologies. “Os profissionais da tecnologia precisam estar sempre um passo a frente para não serem surpreendidos e engolidos pelo mercado, e foi com essa percepção e experiência de 30 anos no setor, que estamos inaugurando cursos especializados e atualizados”, completa.

Segundo Eliandro Lopes de Sousa, CEO da GrooveTech e também fundador da Capacitt, a ideia nasceu através da escassez de profissionais de TI no mercado. “Um dos maiores problemas que as instituições de ensino não conseguem solucionar é a formação de profissionais capacitados neste setor que possam assumir desafios com maturidade mínima. A Capacitt veio para ajudar nisso, ou seja, através de seus cursos imersivos com método “bootcamp”, cursos objetivos, situações diárias, resolução de dúvidas e melhores práticas resolvidas na hora, como se os alunos estivessem em um ambiente profissional real”, cita Eliandro. “Esta metodologia de treinamento aumentará a maturidade daqueles que forem treinados na Capacitt”, completa.

A Capacitt conta com um programa multidisciplinar completo para cada módulo de seus cursos voltados a tecnologia. Atua também nos principais segmentos da tecnologia, compreende desenvolvimento de “software”, qualidade de “software” e infraestrutura de TI e tecnologia “blockchain”. A primeira turma inicia em setembro de 2019 com “soft open” com o curso de Qualidade de “Software”, formação básica denominado “Foundation” com 3 meses de duração e carga horária de 108 horas. O aluno, ao final deste curso, estará apto a integrar times de desenvolvimento de “software” e atuar como analista de qualidade de “software”, pilar que o especialista dessa área está acostumado a desempenhar, como criar planos de testes, automatizar testes entre outros, em diferentes “frameworks”, linguagens e ferramentas da área.

Inaugurado o Qualidade de “Software”, virão os demais cursos como “Full Stack Mobile DevOp” e “Blockchain”. O espaço contará com salas de aula com capacidade de 12 a 16 lugares e opção de atender 36 a 40 alunos simultaneamente. Os interessados nos cursos devem entrar em contato através do e-mail admin@capacitt.com.

As empresas em busca de profissionais na área de tecnologia, com desejo de melhor capacitação técnica e de gestão de seus colaboradores, se beneficiarão com a inauguração, assim como profissionais da área de tecnologia que se preparam para o próximo nível de sua carreira. Mas, além desses dois perfis, a Capacitt disponibilizará parte de suas vagas em sala de aula para talentos de baixa renda, que não têm a oportunidade de capacitar-se e atingir um melhor emprego. “Trata-se de um modelo de parcerias com grandes empresas que ajudarão a financiar esses talentos com bolsa de até 100%.”, explica Raquel Pimenta, executiva estratégica da Capacitt. “Capacitar-se para o futuro é fundamental para o desenvolvimento de qualquer indivíduo e o “Talent Training” é um projeto que colabora com a capacitação profissional de jovens talentos de baixa renda, preparando-os para o mercado de tecnologia”, completa a executiva.

O projeto seleciona talentos nas comunidades, através de parcerias, acompanhando-os e preparando-os no seu desenvolvimento e aptidão técnica até que tenham a oportunidade de serem absorvidos por uma grande empresa, gerando assim mais empregos. Os fundadores, Rodrigo Pimenta e Eliandro Lopes de Sousa, investiram no centro com o objetivo de capacitar esses jovens em tecnologia e valorizar suas habilidades vocacionais, com a missão de prepará-los para um mercado cada vez mais exigente.

Jabra apresenta soluções em vídeo e áudio para o mercado de call center no Conarec

Em parceria com a SigmaOne, a Jabra, multinacional dinamarquesa referência em soluções de áudio e vídeo, participa do Conarec 2019 – Congresso Nacional das Relações Empresa-Clientes, dias 10 e 11 de setembro, em São Paulo. As marcas vão expor, em primeira mão no Brasil, o produto recém-lançado mundialmente: a Jabra PanaCast. Trata-se da primeira solução de vídeo inteligente Plug and Play com três câmeras integradas que oferecem um panorama de 180° do ambiente em resolução 4K.

Presentes no evento pela terceira vez, Jabra e SigmaOne também expõem aos visitantes as linhas Engage e Biz, que têm foco no atendimento ao cliente. Dotados de tecnologias de última geração, os headsets contam com cancelamento de ruído ativo, baterias de longa duração, luz indicativa de uso, múltipla conectividade, proteção auditiva PeakStop, que elimina picos de som repentinos potencialmente prejudiciais, entre outros benefícios desenvolvidos especificamente para o mercado de call center e atendimento ao consumidor.

O Conarec 2019 tem como objetivo desbravar a relação entre clientes e fornecedores, entender o comportamento do consumidor, bem como as ferramentas de fidelização.

Plataforma digital inovadora para gestão logística recebe primeira rodada de investimentos

O mercado aduaneiro passa por um momento de inovações, uma delas é a ElloX, startup que cuida de todo o processo logístico, desde o orçamento do frete à gestão do fluxo de documentos – em uma única plataforma. A empresa acaba de receber uma rodada de investimentos com o objetivo de entregar maior produtividade e eficiência às empresas que trabalham com exportação e importação aliados a melhor experiência digital.

Entre os investidores que fizeram aportes nesta primeira rodada de captação de recursos, estão: André Lettieri, fundador da Unimar Agência Marítima; Guilherme Nazar, atual Head de Operações do Uber Brasil; Gabriel Carvalho, fundador da Blu Logistics Brasil; André Xavier Andrade, fundador e CEO da Mimic; e Leonardo Caepa, diretor comercial da Kraft Heinz em Londres.

“Temos uma proposta bem definida quando iniciamos este projeto no fim de 2018 e estamos muito felizes em contar com estes parceiros que acreditam na ElloX Digital. É um marco muito importante para, pois mostra que estamos no caminho certo para reinventar a logística e facilitar os processos de exportação e importação”, afirma Lucas Moreno, CEO e fundador da ElloX Digital.

“Sendo a logística fator determinante para as empresas exportadoras, e com o advento do blockchain e os marketplaces, decidimos investir na ElloX Digital. Por ser uma plataforma ligada ao transporte e com a oferta de serviços correlatos, como seguros, vimos no projeto uma sintonia enorme com a digitalização de um segmento tradicional, abraçando fortes tendências para o desenvolvimento do mercado aduaneiro”, declara André Lattieri, fundador da Unimar Agência Marítima e um dos investidores da ElloX.

Com os recursos captados, a ElloX Digital continuará o desenvolvimento da plataforma desktop e mobile para agregar mais funcionalidades. A startup tem em como plano atuar em todo processo logístico, para além do transporte marítimo, incluindo os modais aéreo e rodoviário. A ElloX é a única startup brasileira com potencial de rápida com rápida expansão na América Latina que está fazendo esse tipo de trabalho, de facilitar a vida do exportador, para que não precise utilizar diversas plataformas para resolver os processos. Por questões contratuais, a ElloX Digital não abre os valores captados.

Parceria

Paralelamente à rodada de investimentos, a ElloX Digital anuncia uma parceria com a Blu Logistics, agente de carga presente em 11 países, em 50 cidades, ou seja, o parceiro possibilita que a startup atua em 11 países, além do Brasil, aumentando muito a credibilidade da marca. “Para nós, é essencial e de grande satisfação conseguir uma parceria dessa, pois nos dá uma penetração internacional devido à presença da Blu Logistics em 11 países”, destaca Moreno.

Profissionais engajados são a porta de entrada para a fidelidade do cliente

Por Paul Whitelam

A conquista de novos clientes pode ser uma iniciativa cara e as empresas precisam fazer tudo o que estiver ao seu alcance para oferecer uma experiência positiva que os mantenha fiéis. Na década de 90, os clientes tinham opções limitadas e, se houvesse uma escolha de fornecedores, eles normalmente procuravam organizações com o menor custo. Hoje, no entanto, os clientes desejam experiências que os façam se sentir valorizados.

No mundo altamente competitivo dos provedores de serviços de telecomunicação, a retenção de clientes não depende apenas do fornecimento dos recursos e benefícios certos, mas também da experiência. A última pesquisa de satisfação divulgada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) neste ano, por exemplo, revelou que as maiores notas foram obtidas pelas prestadoras de pequeno porte, o que vem ocorrendo sistematicamente desde 2015. O levantamento da Anatel ouviu mais de 100 mil consumidores brasileiros, que avaliaram a qualidade e a satisfação do público com os serviços prestados pelas empresas de telecom. Os consumidores que mais ficaram satisfeitos foram os de telefonia móvel e pós-paga, com nota média nacional de 7,3 contra 6,99 em 2017. O aspecto que foi considerado com a melhor avaliação do serviço foi a cobrança, com 7,53. E as menores notas foram de atendimento telefônico, com 6,40, e a capacidade de solução de problemas, com somente 6,34.

Como prestadores de serviços, os técnicos de serviços em campo estão em uma posição única para controlar regularmente os clientes que atendem. Infelizmente, o único momento em que os clientes interagem com seu provedor de serviços é quando têm um problema, como interrupção de serviço, cobrança indevida, etc., ou na melhor das hipóteses, quando aguardam uma instalação. No passado, o nível para se medir o sucesso de um serviço era muito baixo. Em essência, as equipes de serviço tinham de aparecer em algum momento dentro de uma ampla janela, resolver o problema e não causar danos.

Hoje, os técnicos precisam ter poderes para resolver os problemas de maneira mais rápida e fácil, o que significa remover os obstáculos que impeçam seu bom desempenho. Ao manter os técnicos de serviço em campo motivados, produtivos e engajados, a satisfação e a lealdade do cliente também aumentam.

Desbloqueie o poder dos técnicos em campo

A pesquisa da Gallup revelou que os locais de trabalho mais engajados têm uma probabilidade 56% maior de alcançar a lealdade do cliente acima da média, confirmando a forte correlação entre o engajamento dos funcionários e a satisfação dos clientes. De fato, os provedores de serviços que mantêm ativamente seus profissionais engajados beneficiam-se de maior produtividade, lucratividade e valor de estoque.

É claro que os funcionários que se sentem gratificados por seu trabalho sejam mais produtivos – e, em última análise, empregados mais produtivos proporcionam uma melhor experiência ao cliente. No entanto, existe uma “lacuna de envolvimento” significativa. A mesma pesquisa da Gallup também revelou que as empresas perdem mais de US$ 500 bilhões devido à queda de produtividade e rotatividade de clientes – e esses indicadores negativos podem ser atribuídos ao baixo engajamento dos colaboradores.

Então, o que as operadoras de telecom estão fazendo quanto ao baixo envolvimento dos funcionários? Em uma recente conferência para operadoras de telefonia móvel, um dos principais provedores de telefonia móvel do Reino Unido compartilhou sua estratégia para aumentar o engajamento de seus profissionais. Sua jornada para impulsionar o engajamento dos funcionários ganhou vida própria e o slogan inicial ‘People Promise’ (promessa de pessoas na tradução livre) evoluiu para ‘Live the Experience’ (viva a experiência), tornando-se a visão do Grupo Telefonica.

As empresas com alto nível de engajamento dos funcionários beneficiam-se de menor desgaste de clientes, redução de absentismo dos colaboradores e maior produtividade. Em um mercado de trabalho restrito, agora é a hora de os prestadores de serviços aumentarem seu foco no envolvimento de seus empregados.

Embora existam muitos caminhos para melhorar esse engajamento, a adoção de tecnologia e melhores práticas que aumentem a independência de um técnico em campo, a eficiência e o nível de envolvimento do cliente são métodos comprovados para conseguir esse feito. Aqui estão três maneiras distintas de aumentar a satisfação profissional dos técnicos de serviço em campo:

Dê um impulso à autonomia

É altamente provável que você tenha contratado ótimos técnicos, mas para que eles façam o trabalho, precisam de poder e autonomia para resolver quaisquer problemas que surjam. Por isso, é fundamental que você promova um ambiente de confiança, que os apoiará na tomada de decisão.

Quando possível, permita que eles escolham seu próprio caminho para a resolução, como através da disponibilidade de um manual de instruções em seu dispositivo móvel, colaboração em tempo real com um colega, assistência ao vivo por vídeo com um especialista no back office ou realidade aumentada. Técnicos em campo aprendem com a experiência o que precisam para fazer o trabalho e o que funciona melhor para eles.

Permita que os técnicos façam o que fazem de melhor

Não é segredo, os técnicos de serviço em campo não gostam da burocracia da papelada. Isso demanda tempo e atrasam o que eles fazem melhor – atender clientes e resolver problemas. Ao armar esses profissionais com as aplicações móveis corretas, a papelada pode ser reduzida ou mesmo eliminada. Utilizando formulários inteligentes, os técnicos só conseguem ver os campos relevantes para o trabalho em questão, eliminando a suposição de saber as informações necessárias que precisam ser capturadas.

Facilite a obtenção de informações

Normalmente, os técnicos trabalham sozinhos. Quando não têm fácil acesso às informações, peças e ferramentas necessárias, a resolução do problema na primeira visita torna-se quase impossível. Isso não apenas frustra o funcionário como fornece uma experiência ao cliente menos do que satisfatória. Para eliminar essas barreiras, concentre-se em oferecer ferramentas e processos que incentivem a comunicação bidirecional – a todos os participantes na jornada de atendimento ao cliente.

Como a satisfação do funcionário aumenta a satisfação do cliente. Como os técnicos são o rosto de sua organização, o engajamento profissional é uma maneira infalível de aumentar sua eficiência e níveis de satisfação, além da lealdade do cliente.

Paul Whitelam, Vice-Presidente sênior de marketing global da ClickSoftware

Spin abre inscrições para sétimo ciclo de aceleração

A Spin, primeira e maior rede de aceleradoras startup+indústria do Brasil e uma das dez melhores do país conforme o Startup Award 2018, abriu as inscrições para o sétimo ciclo de aceleração. O programa é destinado a startups de todo o país que desejam ganhar escalabilidade nos negócios.

Com metodologia exclusiva do Vale do Silício no Brasil, o processo transformador tem como foco as validações e ajustes necessários ao crescimento sustentado e consequente sucesso das startups. Ele ainda oferece programa exclusivo de governança corporativa para startups, coaching em grupo e individual, treinamentos e workshops, mentorias com grandes especialistas em diversas áreas, suporte jurídico, assessoria de imprensa e conexão com possíveis clientes e potenciais investidores.

O programa tem 12 semanas de duração, inscrições abertas até 15 de setembro e início do programa agendado para a segunda quinzena de outubro. Todas as unidades da Spin ao redor do país como São Paulo — SP, Curitiba no Paraná, Jaraguá do Sul, Joinville e Blumenau em Santa Catarina, estarão disponíveis para realizar o ciclo. As inscrições devem ser feitas por meio do site: http://academy.spin.capital/programs

A inovação do setor privado chegou à área pública?

Por Marcus Granadeiro

Imaginando uma empresa de serviços, de produção de inteligência ou de engenharia, ao pensar em desenvolver um projeto e estruturar um orçamento de uma área, quais seriam os principais custos a serem levantados? Esta estrutura de custos deve ser a mesma de dez ou vinte anos atrás? Este ponto pode ter impacto no processo de inovação do setor?

No passado, o escritório era algo importante: salas de reunião, linhas telefônicas, servidores, teleconferências, aparelhos de fax, grandes equipes de apoio, como secretárias, office boys, cadistas, recepcionistas, garçons e por aí vai. Esses custos “necessários” eram considerados fixos e mereciam atenção especial. Hoje, entretanto, tudo é mais fluido, computadores de mesa deram lugar aos notebooks, o celular é o novo “canivete suíço”, o espaço é compartilhado, as reuniões acontecem em qualquer local e a rede corporativa é a nuvem.

Em uma cidade como São Paulo, o ideal não é ter um escritório, mas diversos, espalhados nas regiões onde estão os clientes, obras e colaboradores. Uma rede de escritórios é a forma de otimizar o tempo de todos os colaboradores. É diante deste cenário, estão crescendo os coworking e teletrabalhos.

Este tema também está associado a um aspecto que costumava ser importante: a frota e o aluguel de carros. Quer ser competitivo? Esqueça essa mentalidade, otimize sua operação para o uso do transporte público e, ou, modais compartilhados. O seu bolso e a cidade agradecem.

Por outro lado, um ponto que não era significativo, a tecnologia, passou a ser. A tecnologia não era listada, pois era considerada um ativo, como um investimento. Atualmente isso não faz mais sentido, pois estamos na era do software como serviço. Não se compra ou desenvolve software, o mercado já mostrou que o conceito correto é considerar a tecnologia um custo operacional, ou seja, pagar sob demanda.

Tudo isso parece muito lógico, porém aí vem uma dúvida: por que ainda temos a grande maioria dos editais públicos remunerando aluguel de escritório, aluguel de carro, quilometragem rodada, mas não apresentam nenhum item relativo à tecnologia?

Geralmente, são editais de projeto que não preveem o custo dos softwares de projeto, textos sobre gerenciamento que não têm espaço para gerenciamento de documentos e processos, assim como uma supervisão de obra que não prevê custo para soluções mobile. Indo além dos sistemas específicos, temos que citar as tecnologias de base como os computadores, editores de texto, planilhas, sistemas de planejamento e rede.

Para estes editais, todos estes custos não existem. Então, qual é o incentivo para inovar que o poder público está dando ao mercado? Este tipo de visão não seria um vetor que vem contribuindo com o atraso em nosso segmento?

O setor público caminha na contramão do privado quando o assunto é evoluir os processos para um mundo digital. Está, ou melhor, já passou da hora de rever este cenário se quisermos, de fato, transformar o mercado.

Marcus Granadeiro, engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e ​ do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

Micro e pequenas empresas também precisam se adaptar à nova Lei Geral de Proteção de Dados

O tamanho da companhia não é parâmetro de exclusão para a aplicabilidade da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Isso significa que sejam micro, pequenas, médias ou grandes empresas, todas as corporações, de qualquer segmento de atuação, que coletem e armazenem dados pessoais terão que atender às exigências da nova legislação.

Sancionada pelo então presidente Michel Temer, em 14 de agosto de 2018, a lei 13.709/2018 entrará em vigor em cerca de um ano, a partir de agosto de 2020, e exigirá o tratamento de dados pessoais, inclusive em meios digitais, com a finalidade de proteger os direitos individuais e fundamentais de liberdade e privacidade. “O objetivo do poder público é permitir que o cidadão tenha mais controle sobre suas informações pessoais”, explica Robson Prado, advogado especialista em Direito Empresarial.

Para isso, a legislação prevê uma série de alterações na forma como as companhias não só armazenam como utilizam as informações pessoais de clientes e outros contatos. Entre essas mudanças estão: O consentimento prévio e explícito para a coleta e arquivamento dos dados; o livre acesso do titular às informações, assim como a possibilidade de exclusão e transferência desses dados; além de procedimentos que garantam a segurança desses arquivos.

Para Robson Prado, quem mais terá dificuldade em se adaptar são as micro e pequenas, independente, do segmento em que atuam. “Clínicas, laboratórios ou outras prestadoras de serviços médicos, por exemplo, tratam dados considerados sensíveis pela nova lei e precisarão de padrões e procedimentos para cuidar dessas informações, sob pena de ter que arcar com multas pesadas. Mas empresas de outros setores, como e-commerces e apps, também passarão por mudanças. Todas terão que se adaptar”, diz.

Os valores para quem não cumprir as exigências podem chegar a 2% do faturamento no último exercício, limitado, no total, a R$ 50 milhões por infração. A lei prevê ainda a possibilidade de multa diária.

A recomendação é que as empresas passem a coletar apenas informações imprescindíveis para o funcionamento da operação ou do atendimento. E que comecem as mudanças agora. “O prazo parece longo, mas quem não começar a pensar nisso o quanto antes pode estar em risco, pois a adequação leva tempo e exige planejamento”, conclui Prado.