Page

Author admin

Consumidores preferem marcas que se conectam à cultura e a movimentos sociais, aponta estudo

As conversas que acontecem diariamente no Twitter sobre cultura geram debates, tendências e movimentos e até extrapolam a plataforma. As marcas que entendem a importância deste cenário e se conectam com questões culturais e sociais são mais relevantes e valorizadas pelos consumidores do Brasil. É o que revela a pesquisa “O Impacto da Cultura”, realizada por Twitter, MAGNA, IPG Media Lab e WMcCann com a população brasileira e um grupo de usuários da plataforma no país.

O posicionamento e envolvimento da marca com a cultura é tão importante para as pessoas que foi mencionado como um atributo de forte influência na decisão de compra – tanto quanto ter uma boa imagem. Entre os entrevistados, 74% dos que usam o Twitter preferem empresas que se conectam à cultura. Para entender mais a fundo o que o público espera de uma marca, o estudo traz dois importantes questionamentos: qual a definição de cultura do ponto de vista do consumidor? E o que eles pensam sobre o tema quando relacionado à marca com a qual interagem?

Segundo o levantamento, o que antes era entendido como cultura (línguas, religião, tradições, culinária) hoje se desdobrou em diversos tópicos como música, arte, filmes, esportes, moda e política – assuntos de interesse que estão presentes no cotidiano das pessoas. A partir disso, o vínculo com a cultura é vista como algo necessário para que uma marca tenha desempenho favorável, assim como boa reputação e relação entre preço e benefícios.

“Constatamos que as pessoas querem, cada vez mais, encontrar marcas que estejam alinhadas aos seus interesses, sejam transparentes e se preocupem genuinamente com as questões sociais. O uso de celebridades em anúncios patrocinados, por exemplo, foi o modo menos citado pelos entrevistados como ação para que uma empresa seja culturalmente relevante. O importante é encontrar uma causa legítima que gere identificação e traga bons resultados – tanto para a empresa, quanto para a comunidade”, destaca Camilla Guimarães, gerente de Pesquisa do Twitter no Brasil.

A conexão e identificação com a marca é maior quando ela apoia causas que beneficiam a comunidade e promove tendências que definem a cultura. A sinergia com temas culturais também melhora as avaliações de atributos de marca: 80% dos entrevistados consideram que as empresas relevantes no âmbito cultural são mais informadas; 79% acredita que são mais autênticas; e 75% deles indicou que são mais engajadas, inclusivas, inovadoras e têm boa reputação – índices consideravelmente superiores aos das marcas com menos relevância cultural.

Além disso, filantropia e posição política também são importantes: 68% das pessoas que usam o Twitter concordam que as marcas precisam dar algo em retorno à comunidade de alguma forma; e mais de 50% dos consumidores afirmam que ter uma posição política é um fator decisivo para se destacar no mercado. Tal opinião é especialmente relevante para os usuários do Twitter no Brasil. Em outros mercados onde a pesquisa foi conduzida, como Canadá e EUA, aproximadamente 30% dos consumidores pensam que marcas devem se posicionar politicamente.

“Os consumidores acreditam que é importante que as marcas se envolvam em sua cultura e conectem-se a elas. Eles preferem empresas que compartilham seus interesses e são apaixonadas pelas mesmas coisas”, afirma Karla Natareno, diretora da Magna na América Latina.

“No momento da compra, a combinação entre preço e qualidade foi o fator de decisão eleito mais importante pelos consumidores (47%); as qualidades da marca ficaram em segundo lugar (27%); e o envolvimento com a cultura logo em seguida (26%). Quando se trata de tomar decisões de compra, estar envolvido com a cultura é quase tão importante quanto ter qualidades positivas de marca (premium, popular, moderna, inovadora, moderna, autêntica, tradicional)”, diz André França, vice-presidente de mídia da WMcCann. “Este estudo traz um profundo olhar sobre a relação entre os jovens e a cultura. Podemos ver que, para manter-se relevante e acompanhar os concorrentes, as marcas precisam ter a cultura sempre em mente”, conclui.

As verticais em que grandes marcas têm destaque na relevância cultural são bebidas, entretenimento e serviços financeiros.

Para o estudo, consumidores brasileiros e usuários do Twitter no país foram questionados sobre o envolvimento de marcas com a cultura, além de tópicos que permitiram identificar os fatores mais importantes que consideram ao tomar decisões de compra.

7 desafios que as empresas enfrentam ao inovar

Por Martina Basile

O surgimento de startups nos mais diversos setores mudou completamente as dinâmicas de negócios e, consequentemente, o cenário competitivo das organizações. Empresas fortes e consolidadas foram surpreendidas por players que mudaram completamente o conjunto de regras do mercado, conquistando, a passos largos, uma grande parcela desse público, além de um poder de escala impulsionado pela tecnologia.

Este novo cenário, altamente competitivo e dinâmico, fez com que a introdução à mudança passasse a ser cada vez mais valorizada e perseguida, como forma de se manter vivo no mercado. A busca incessante por uma vantagem competitiva tornou esse termo um dos mais relevantes da atualidade. Entretanto, grande parte das companhias enfrenta dificuldade quando tenta implementar inovação, principalmente aquelas com uma longa e tradicional história.

Cultura de inovação reúne os valores, as normas e atitudes que estimulam o pensamento não ortodoxo e, consequentemente, o desenvolvimento de inovações dentro da companhia. Como os processos de renovação ocorrem transversalmente, a cultura se refere a padrões e valores compartilhados entre todos os participantes do processo. Uma atitude inovativa positiva cria incentivos para os colaboradores e leva a um aumento na força inovadora. Uma mudança exige mais do que o comprometimento da alta gestão e, normalmente, ocorre primeiramente em nível de sistema, para que isso se torne competência da empresa, e evolua para atitudes dos colaboradores – até que se torne uma crença e valor da companhia.

Veja quais são os sete principais desafios das companhias que querem se tornar mais inovadoras e se deparam com diversos obstáculos em torno da questão cultural que, de modo geral, já está enraizada em seus colaboradores:

Conhecer o consumidor e colocá-lo no centro das decisões

Empresas orientadas a clientes conseguem oferecer produtos e serviços que atendem suas necessidades de forma mais assertiva, gerando um vínculo mais forte. Pesquisas recorrentes com clientes ajudam a entender suas dores e necessidades, desenvolver empatia e tê-lo no centro de suas decisões. Esse entendimento é essencial, pois permite acompanhar e compreender verdadeiramente as mudanças na demanda, ao mesmo tempo que busca identificar tendências para projetar o futuro.

Tratar a inovação como um desafio de todos

Muitas organizações, com o intuito de serem mais inovadoras, criam uma área específica ou aumentam os investimentos para o desenvolvimento de novos produtos. Contudo, as mais inovadoras são aquelas que a tem no seu DNA e que consideram, portanto, que a inovação pode vir de qualquer pessoa da organização e não apenas de um grupo pré-determinado.

Ter um processo de inovação estruturado

Criar uma estrutura inovativa, orientada por um estratégia bem definida e objetivos claros, permite que todos tenham conhecimento do status do processo e os critérios necessários para que um projeto siga adiante. Quando a gestão não tem claro o caminho que pretende seguir ou não deixa evidente aos envolvidos, as pessoas não entendem as regras do jogo, não vêem propósito e o engajamento acaba sendo menor. Entender as temáticas de inovação que está olhando é fundamental para que as propostas dos colaboradores estejam na mesma direção.

Criar um ambiente interno propício para a criatividade

Oferecer um espaço físico aberto, agradável e visualmente estimulante é um bom início para favorecer uma visão inovadora, mas sozinho não é o suficiente. Para que um ambiente de trabalho seja inovador, é preciso que haja espaço para experimentar, brincar e para momentos de troca. A carga de trabalho também é um ponto de atenção. Colaboradores que são consumidos pelas atividades do dia a dia não tem tempo nem cabeça para se dedicar a pensar em ideias novas. Além disso, é preciso que hajam pessoas abertas para o diferente, pois é natural que ideias muito disruptivas acabem gerando resistência e, por isso, ter sponsors é importante para que as ideias não sejam rejeitadas antes mesmo de terem sido colocadas à prova.

Estimular a colaboração interna e externa

A colaboração é um item chave para que a inovação aconteça. A cooperação entre os setores é essencial, pois cada área tem sua expertise e um olhar único sobre um mesmo problema, e, por isso, quando existe troca, essas visões se complementam e um espaço para a criação de novas formas de pensar ou fazer alguma atividade é potencializado. A perspectiva de quem está do lado de fora da organização também pode ser valiosa, e com olhar menos enviesado, trazendo insights na reinvenção de uma indústria. Parcerias estratégicas entre startups e empresas já consolidadas têm sido cada vez mais frequentes, já que a complementaridade entre elas pode trazer resultados muito positivos para ambas as partes.

Aprender a lidar com o fracasso como parte do processo

A incerteza é inerente ao processo e, por isso, as que desejam incentivar iniciativas inovadoras precisam estar abertas para lidar com o fracasso de uma forma natural, principalmente quando se trata de uma disrupção. A cultura do erro e do aprendizado contínuo nem sempre é bem vista dentro das companhias, gerando medo ao risco, por isso é fundamental que se adotem medidas de incentivo ao erro. Além disso, as falhas que ocorrem ao longo do processo impactam diretamente no prazo, e, consequentemente, no investimento do mesmo. Muitas não se preparam para um investimento de longo prazo e acabam interrompendo um projeto antecipadamente, gerando resultados negativos para o processo e para a motivação dos envolvidos.

Incentivar a equipe a inovar

O estímulo à inovação deve ser constante e exige um comprometimento da alta gestão. Para que se sintam empoderados, colaboradores precisam se sentir apoiados por suas lideranças quando precisam assumir riscos ou se ausentar de suas atividades por estarem envolvidos em projetos. Além disso, programas de premiação ou tempo reservado para dedicação dos para colaboradores que propuseram uma ideia interessante também podem ser fatores de motivação.

Conhecer esses desafios e entender a cultura da organização que quer fazer a mudança é o primeiro passo para conseguir enfrentá-los. Essa transição para uma mudança de mindset requer consistência e persistência, pois, como ocorre em todo tipo de mudança, haverá resistência. Quanto maior o número de pessoas envolvidas nessa operação, mais difícil de conseguir o alinhamento ou o consenso de todos, por isso, é importante que a gestão tenha convicção do movimento e faça uma trabalho cuidadoso de gestão da mudança, para que todos os envolvidos se sintam respeitados e acolhidos dentro do processo.

Martina Basile, líder da área de Digital Design e Inovação na ilegra

Inscrições abertas para o Prêmio EDF Pulse Brasil

Estão abertas as inscrições para a 1ª edição do Prêmio EDF Pulse Brasil, com foco em startups de inovação que desenvolvem soluções eficientes para os desafios das indústrias e das grandes cidades. Serão oferecidos até R$ 100 mil aos primeiros lugares, sendo R$ 40 mil para os vencedores de cada categoria – Smart City e Smart Factory – e uma premiação especial de R$ 20 mil para um terceiro Projeto de Destaque. Além disso, caso alguma inovação seja de interesse das empresas EDF no Brasil, há a possibilidade da realização de parceria para o seu desenvolvimento. Os projetos serão avaliados por um júri de especialistas e executivos do Grupo. As inscrições podem ser feitas até 1º de novembro pelo site www.edf.fr/pulse-brasil, e os vencedores serão anunciados em dezembro deste ano.

Líder global em energia de baixo carbono, o Grupo EDF promove o Prêmio Pulse desde 2014, com edições na França, Itália, Reino Unido e África. No Brasil, o prêmio é resultado da parceria entre as principais empresas do Grupo no país: EDF Norte Fluminense, EDF Renewables, Citelum e Framatome. Do exoesqueleto que permite a paraplégicos andar novamente à iluminação de fibra óptica natural, o prêmio dá visibilidade a projetos inovadores alinhados à alta tecnologia para o futuro, sendo uma das principais iniciativas mundiais da EDF. Já concorreram 1.800 startups, com 22 vencedores e mais de 50 projetos acompanhados pelo Grupo no mundo.

Dentre as categorias do prêmio, a Smart City julga inovações voltadas para infraestruturas e espaços habitacionais, individuais e coletivos, à métodos produtivos e organizacionais, buscando transformar nossas cidades e territórios para enfrentar os desafios demográficos e ambientais. A Smart Factory avalia os projetos de aceleração na convergência entre os meios e processos industriais e tecnologias digitais, para maior eficiência e otimização do consumo.

Estão habilitadas a concorrer pequenas empresas e startups criadas até julho de 2019, domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 pessoas, que podem ter sociedade com empresas de até 500 colaboradores. O júri vai considerar os seguintes critérios: qualidade e robustez da solução; impacto e progresso para a sociedade; sustentabilidade do modelo do negócio; e a equipe (visão, complementaridade, experiências, habilidades).

O Brasil é um país estratégico para o desenvolvimento global do Grupo EDF, com investimentos em geração, serviços e soluções inteligentes de energia. Por isso, busca startups nacionais que contribuam para questões energéticas e soluções inovadoras para enfrentar os desafios da atualidade. Dessa forma, as empresas do Grupo podem identificar possibilidades de novos projetos e parceiros de negócios e ampliar a interação com startups, para melhor compreensão de sua dinâmica de funcionamento. Até o momento, já foram investidos cerca de R$ 60 milhões na área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), no Brasil.

PRÊMIO EDF PULSE BRASIL

Inscrições: até 1º de novembro pelo site www.edf.fr/pulse-brasil.

Podem concorrer: pequenas empresas e startups criadas até julho de 2019, domiciliadas no Brasil e compostas por no máximo 30 pessoas, que podem ter sociedade com empresas de até 500 colaboradores.

Categorias: Smart City (R$ 40 mil), Smart Factory (R$ 40 mil) e Special (R$ 20 mil).

Tags, ,

DHL inaugura Centro de Inovação nas Américas para acelerar o desenvolvimento de novas soluções e aprimorar a logística

A DHL está expandindo sua presença global em inovação para a região das Américas com a inauguração do seu Centro de Inovação das Américas, que aconteceu no dia 12 de setembro de 2019. Juntando-se ao Centro de Inovação da DHL em Troisdorf, próximo de Bonn, na Alemanha, e ao Centro de Inovação da DHL na região Ásia-Pacífico, em Cingapura, o Centro de Inovação das Américas exibirá tecnologias que a DHL já está implementando em toda a região, além de investigar soluções futuras que podem proporcionar ganhos significativos de produtividade e eficiência.

“A inovação é a força motriz da DHL desde a sua fundação, em 1969”, disse Ken Allen, CEO da DHL eCommerce Solutions e membro do Conselho de Soluções & Inovação para Clientes do grupo Deutsche Post DHL. “Agora, com três Centros de Inovação em todo o mundo, a DHL pode alavancar o poder da inovação para atender aos clientes e desempenhar um papel fundamental na definição do futuro da logística. A DHL é uma organização que prioriza a renovação de ideias para oferecer excelência, e eu tenho muito orgulho de termos agora essa plataforma nas Américas para estender esses recursos a parceiros em sua própria região”.

A instalação de última geração com 28.000 pés quadrados oferece um espaço colaborativo para a DHL trabalhar com seus clientes, parceiros de tecnologia e acadêmicos, além de explorar o potencial inovador de seus colaboradores. A inauguração do novo Centro de Inovação nas Américas é o ponto alto da celebração dos 50 anos de DHL neste ano. O evento de abertura atraiu mais de 300 convidados, incluindo líderes do setor de tecnologia e logística, clientes de toda a região, autoridades locais e a liderança sênior da DHL.

“A inovação permite à DHL estar na vanguarda das soluções mais inovadoras do setor de supply chain”, disse Matthias Heutger, Head Global de Inovação e Desenvolvimento Comercial da DHL. “Os Centros de Inovação são o núcleo da nossa abordagem de inovação centrada no cliente. Eles fornecem a plataforma para que possamos entender as tendências que surgem e descobrir insights com o potencial de gerar impactos nos negócios do mundo real. A DHL foi o primeiro player do setor a utilizar robôs coletores, por exemplo, em armazéns norte-americanos. Os robôs autônomos utilizados para auxiliar a coleta de pedidos podem aumentar as taxas de coleta em até 200% – algo bastante significativo em um ambiente de comércio eletrônico globalizado e em rápida expansão”.

As três unidades de negócios da DHL que operam nas Américas e no Brasil estão comprometidas em investir nos próximos anos no desenvolvimento e na adoção de novas tecnologias que sejam capazes de melhorar as operações, aprimorar a experiência do cliente, reduzir os custos e facilitar melhores processos de trabalho para seus colaboradores.

Como líder mundial em logística, a DHL avalia continuamente soluções inovadoras centradas no cliente, já implementando uma série de tecnologias avançadas para aumentar a produtividade, reduzir os custos e atender melhor às necessidades dos clientes em constante evolução. Por exemplo, a DHL Supply Chain, unidade especializada em contratos logísticos do grupo Deutsche Post DHL, já registrou aumentos significativos de produtividade – especialmente na alta temporada – resultantes do emprego de várias soluções robóticas, incluindo veículos autoguiados capazes de transportar mercadorias entre armazéns, robôs móveis que facilitam o atendimento de pedidos em operações de comércio eletrônico e robôs colaborativos projetados para ajudar em tarefas repetitivas, como a coleta e a embalagem de produtos. Como parte do seu compromisso de investir em novas tecnologias, a DHL Supply Chain divulgou em novembro passado que investiria US$ 300 milhões em 2018 e até o fim deste ano para implantar tecnologias emergentes em 350 de suas 430 instalações e torres de controle de transporte na América do Norte. A empresa também está investindo no desenvolvimento de uma nova plataforma digital para gerenciar suas operações de transporte.

A DHL Express, empresa líder internacional em entregas expressas, continuará a agregar mais automação a seus hubs, gateways e centros de serviços regionais, introduzirá a robótica para ajudar no carregamento/descarregamento de remessas, expandirá o uso da IA e do machine learning para melhorar a otimização de rotas, aplicará a automação de processos repetitivos para as tarefas de cobrança, bem como continuará adicionando ferramentas de chatbots e reconhecimento de voz para reservas, rastreamento de pedidos e melhor atendimento ao cliente.

A DHL Global Forwarding, principal especialista em transporte aéreo e marítimo do mundo, está trabalhando com uma tecnologia aprimorada para rastrear embarques e gerenciar cargas sensíveis à temperatura, além de implementar a automação de armazéns com rastreamento RFID para monitorar a localização das cargas, a consolidação dos embarques e os cronogramas estabelecidos. A DHL Global Forwarding lançou ontem uma nova ferramenta avançada de análise de dados projetada para clientes com cargas altamente sensíveis, como os setores de medicamentos e saúde. Ela fornece análises e insights rápidos para uma melhor tomada de decisão, como as rotas comerciais ideais a serem utilizadas, a verificação dos controles de temperatura em trânsito e a capacidade de analisar e reduzir riscos. Assim como a DHL Express, a DHL Global Forwarding está usando a realidade virtual para programas de treinamento de funcionários em vários países das Américas.

Getronics consolida aquisição da Resource

A Getronics, integrante do Grupo Cimcorp, anuncia a aquisição da Resource, empresa posicionada entre as maiores do setor de TI no Brasil. A compra fortalecerá a marca Getronics no Brasil e na América Latina e a atuação cooperada com a estrutura global do Grupo Getronics criará um dos mais relevantes fornecedores de serviços de TIC, com atuação em mais de 110 países – sendo que, em 25 deles, com presença direta. “Estamos muito felizes com a aquisição bem-sucedida da Resource, uma das dez maiores empresas de TI e serviços digitais do País. Continuaremos construindo relacionamentos locais e fornecendo as melhores soluções de TIC no Brasil, agora fortalecidos pela cooperação com uma organização global de prestação de serviços”, diz Nana Baffour, Chairman e CEO da nova operação e, também, Chairman e CEO Global da Getronics.

Segundo Baffour, a estratégia da aquisição baseou-se na oportunidade única de integrar aplicações, serviços de TIC e infraestrutura criando uma solução end-to-end para suportar a crescente busca das empresas por tecnologia e serviços de qualidade. “Essa aquisição impulsiona a nossa capacidade de ajudar os clientes na transformação de seus negócios, incluindo ofertas de Aplicações, SAP, Cloud & Analytics, Digital BPO e Infraestrutura”, afirma. “Nos consolidamos como um parceiro end-to-end, entregando resultado e valor a nossos clientes por meio de toda a malha digital”, diz.

A operação latino-americana será comandada por Rogério Dias, Vice-Presidente Executivo da Getronics. “Ao unirmos as operações, reforçamos nossa capacidade de auxiliar as organizações a gerenciarem sua infraestrutura de conectividade, comunicações e colaboração por meio de soluções resilientes, adaptáveis e centradas nas pessoas, transformando dados digitais em decisões e informações úteis”, diz. Segundo o executivo, o que se propõe é um modelo de inovação contínua e que tem nas pessoas seu principal foco. “Continuaremos atuando na entrega de soluções inovadoras, que ajudem empresas de diferentes segmentos a serem mais produtivas e eficientes”, explica.

Conheça os 4 maiores mitos sobre computação na nuvem

Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI, mas esbarram na limitação do data center que só é escalável até certo ponto. Neste cenário, tem se tornado uma tendência global que companhias dos mais variados setores rodem suas aplicações na nuvem. No entanto, como o assunto ainda é cercado por alguns mal entendidos, a Claranet Brasil listou os 4 maiores mitos sobre o tema. As explicações são feita por Fernando Nunes, arquiteto de soluções da provedora de TI.

Investir em nuvem não é tão barato

Mito. Na verdade, a estrutura da nuvem é extremamente maleável e permite que a empresa pague apenas pela capacidade utilizada, o chamado pay as you go. Isso ajuda companhias com mudanças drásticas no volume de tráfego devido a sazonalidade de campanhas a otimizar os custos com nuvem. Um e-commerce durante o período de Natal, por exemplo, vai precisar de mais espaço na nuvem para coletar e armazenar os dados de compra de seus clientes. Passado este período de pico, a empresa volta a usar e pagar apenas pela estrutura menor de tráfego de que precisa, pois a estrutura de cloud é bastante escalável.

O ambiente da nuvem não é seguro

Mito. O ambiente da nuvem é muito mais seguro que de servidores tradicionais em data centers. Isso porque a nuvem está baseada em redundância, o que significa que o mesmo dado fica registrado em ambientes distintos para evitar falhas e perdas, o que é conhecido como “disaster recovery”. Além disso, os provedores de nuvem (como Amazon, Google e Microsoft) usam criptografia avançada e firewalls para identificar possíveis invasores e preservar todos os dados hospedados no ambiente. Esses provedores ainda contam com os profissionais mais qualificados para garantir a segurança da nuvem.

Os provedores de nuvem vasculham os dados

Mito. Ainda existe um mal entendido muito grande sobre esta questão, e é comum que as empresas imaginem que o provedor de nuvem tenha acesso a seus dados, o que na verdade não acontece. Players reconhecidos em todo o mundo por seu profissionalismo, como Google, Amazon e Microsoft tem uma longa atuação no mercado e oferecem um serviço exclusivamente de segurança na nuvem, ao invés de “investigar” ou até vasculham os dados de seus clientes. Ainda assim, a prática do mercado é que as empresas contratantes e os respectivos provedores assinem contratos de confidencialidade.

A segurança da nuvem é responsabilidade exclusiva do provedor

Mito. Para entender de quem é a incumbência por garantir a segurança da nuvem, é essencial ter em mente que o mercado trabalha com o modelo de “Responsabilidade Compartilhada”. Isso equivale a dizer que segurança e conformidade são atribuições compartilhadas entre o provedor e o cliente que roda suas aplicações na nuvem.

Segundo este modelo, o provedor é responsável por proteger a infraestrutura que executa todos os serviços oferecidos na nuvem. Essa infraestrutura é composta por hardware, software, redes e instalações que executam os serviços da provedora. Por sua vez, o cliente tem a responsabilidade determinada pelos serviços de nuvem que ele mesmo selecionou. Isso inclui a quantidade de operações de configuração que ele deverá executar como parte de suas responsabilidades de segurança.

Sendo assim, ter um parceiro para sustentação do seu ambiente em nuvem pública é importante para que sejam seguidas as melhores práticas de compliance, além de gerir de forma inteligente e segura todas as soluções fornecidas. Além disso, o parceiro também pode ajudar a esclarecer as principais dúvidas e guiar a empresa em sua jornada pela transformação digital.

8ª edição do Fórum Empreendedora acontece nesta semana em São Paulo

Nos dias 19 e 20 de setembro, das 9h às 18h, a Rede Mulher Empreendedora (RME) realiza, em São Paulo, a 8ª edição do Fórum Empreendedoras. Maior evento de empreendedorismo feminino do Brasil, o encontro promoverá mais de 100 atrações e reunirá mais de 4 mil participantes e os maiores nomes do empreendedorismo nacional.

Com o tema Propósito e Impacto, o Fórum trará histórias e casos de mulheres que tiveram suas vidas transformadas graças à sua visão empreendedora, além de diversas ações como mentorias individuais, em que será possível tirar dúvidas e receber orientações para os negócios. Neste ano, o evento conta com uma novidade: a Trilha Empreendedora, espaço destinado a workshops e minicursos com foco prático.

Entre as panelistas confirmadas está Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude, plataforma que conecta psicólogos a pacientes em poucos cliques. Na sexta-feira (20) a executiva vai apresentar uma palestra inspiracional com o tema Mulheres mudam o mundo; eu mudo e tudo muda.

Palestra “Mulheres mudam o mundo; eu mudo e tudo muda”, com Tatiana Pimenta

Data: 20 de setembro

Horário da palestra: 13h30

Local: Club Homs | Av. Paulista, 735 – Bela Vista, São Paulo – SP, 01311-100

Site: forumempreendedoras.com.br/

A armadilha da automação para o recrutamento de profissionais

Foi-se o tempo a tecnologia mais avançada para selecionar novos funcionários era o LinkedIn. Hoje em dia, muitas empresas têm adotado aprendizado por máquina e inteligência artificial em seus processos de recrutamento. A ideia, em tese, é ótima: diminui etapas, economiza recursos e torna todo o trâmite mais ágil. Mas, na prática, esses recursos trazem melhores resultados?

Segundo a Foursales, especialista no recrutamento de talentos para a área comercial, raramente. Apesar do grande potencial dessas ferramentas, tanto do ponto de vista das empresas, como do ponto de vista dos candidatos – quem gosta, afinal, de gastar horas em deslocamentos e entrevistas? -, o resultado por ora não é positivo.

“Boa parte das empresas ainda não está conseguindo usar a tecnologia de forma produtiva. Em certos casos, isso acaba atrapalhando inclusive as consultorias de talentos, que precisam direcionar os candidatos que avaliam para as automações criadas por essas companhias”, afirma Rodrigo Sahd, diretor geral da Foursales no Brasil.

O administrador César Marques, que procura emprego há oito meses e já participou de vários processos seletivos – parte deles, totalmente automatizados – é um exemplo. “A sensação que fica quando se faz determinados testes é que você está jogando na loteria”, disse. “Algumas perguntas que tive de responder chegavam a ser cômicas”.

Um dos casos mais emblemáticos pertence a umas das maiores startups do Brasil. Recentemente, ela passou a aplicar cinco testes de alta subjetividade – e dificuldade -, eliminando de antemão 96% dos candidatos. Mesmo assim, o percentual de efetividade das entrevistas, isso é, que se converteram em contratações, caiu de 27% para 8%. Em outras palavras, com a implantação da tecnologia, a empresa passou a entrevistar três vezes mais profissionais para garantir o mesmo indicador que tinha antes.

De acordo com a Foursales, que atende essa startup, a qualidade das contratações também diminuiu, implicando em um aumento do acionamento de garantia de 7,5% para 12,8%. “Isso significa que a chance de insucesso da contratação, medida pela rápida substituição de um profissional recém-contratado, aumentou em 70%”, aponta Sahd.

À procura do equilíbrio entre automação e assertividade

Mais importante do que implementar a automação, é saber utilizá-la com inteligência. Caso contrário, o resultado final pode ser o inverso do pretendido, com perda de qualidade e eficiência nas contratações.

“A ciência, através de livros e artigos, tem gerado uma série de informações contundentes, mas sem obter a devida atenção”, diz Sahd. “Testes comuns em automações de recrutamento, como de inteligência emocional e aderência cultural, não têm validação científica ou um coeficiente estatístico relevante. Sua popularidade, por isso, causa espanto”.

O segredo está não só no próprio teste, como também na maneira como ele é interpretado ou para o tipo de cargo que é aplicado. Por exemplo, o teste de raciocínio lógico, o famigerado ‘teste de QI’, é útil somente para cargos de diretoria e vice-presidência e desde que uma nota média mínima, e não uma média máxima Idea, seja considerada.

“A coisa mais responsável, respeitosa e por que não, humana, que um profissional de RH pode fazer na sua função é oferecer aos profissionais que ele avalia uma comparação coerente e baseada em fatos”, diz Sahd. “Para tanto, o respaldo científico é fundamental”.

Oportunidade de carreira para engenheiros recém-formados

Com inscrições até o dia 30 de setembro, a primeira etapa do Programa Engenheiros 2020 da Rumo entrou na reta final. A iniciativa promove o desenvolvimento de competências no setor ferroviário para profissionais que estão iniciando a carreira, já que é destinado para graduados nos cursos de engenharia entre dezembro de 2017 e 2019.

Além deste requisito, os candidatos interessados devem ter disponibilidade para viagem e mudança. As vagas abrangem toda área de atuação da Companhia que administra cerca de 14 mil quilômetros de ferrovias nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste do país.

A descrição de todas as etapas do programa as inscrições estão disponíveis no site: www.programaengenheirosrumo.com.br.

Programa para startups da abeLLha agora é digital e gratuito

A falta de conhecimento e planejamento – estratégico ou financeiro – são as maiores travas para o desenvolvimento de novos negócios. Em geral, se uma ideia começa desestruturada, sem hipóteses claras a serem validadas, as chances de evolução são pequenas. Por isso, a abeLLha decidiu democratizar o conhecimento que acumulou durante mais de 4 anos de experiência em incubação e aceleração de startups e disponibilizou, gratuitamente, uma plataforma online com toda a metodologia e ferramentas de acompanhamento financeiro e de indicadores para startups em estágio inicial ou para quem está interessado em começar um empreendimento.

“A nossa missão é levar método, conteúdo e ferramentas que possam ajudar o maior número de empresas ou equipes a se desenvolverem de forma organizada, com agilidade e simplicidade. O mercado está muito veloz, as pessoas enxergam oportunidade de negócio para resolverem problemas e gerar valor, porém muitos tem dificuldade na gestão e organização da empresa. É aí que a gente entra: nosso método é simples e eficaz”, conta Ana Julia Ghirello, fundadora da abeLLha.
A plataforma abeLLha Digital é dividida em três pilares: educação (estágios), controle financeiro e acompanhamento de indicadores (KPIs).

O primeiro pilar, da educação, inclui 15 módulos divididos em dois estágios, com conteúdos que ajudam os empreendedores a tirar a ideia da cabeça e colocar em prática. No primeiro deles, os usuários aprenderão sobre os conceitos básicos do empreendedorismo e ferramentas úteis para estruturar um negócio. Por exemplo, como utilizar o modelo Canvas, criar estratégias de monetização, fazer um plano financeiro e como montar uma equipe coerente e eficiente.

No segundo estágio, os empreendedores aprendem a preparar o negócio para o lançamento e operar no dia-a-dia, sobretudo por meio de um produto mínimo viável (MVP, na sigla em inglês, minimum viable product), importante para testar e validar as hipóteses iniciais de viabilidade no mercado. Além disso, esse estágio ajuda a criar uma boa estratégia de marketing e comunicação, além de ensinar como organizar o financeiro da empresa.

O terceiro estágio, que será lançado em breve, é focado na operação do negócio, depois que o produto ou serviço já foi lançado no mercado e a empresa já está funcionando. Aqui, os usuários irão aprender a criar e manter a startup funcionando eficientemente, e entender a operacionalizar estratégias de branding, de produto, monetização e vendas. Nesse ponto, em alguns casos é importante pensar em captar investimentos, e para isso, incluímos módulos sobre pitch de investimento, vendas e patrocínio, além de conteúdo sobre relacionamento com investidores.

O material pedagógico está amparado por uma plataforma de acompanhamento financeiro, onde os usuários podem lançar receitas e despesas para controlarem o fluxo de caixa, as projeções do plano de negócio e ver os resultados de forma simples e prática. A plataforma transforma essa planilha em gráficos e indicadores (KPIs) que facilitam a leitura e deixa clara a evolução do negócio.

A abeLLha Digital terá o conteúdo atualizado sistematicamente e estará atenta aos feedbacks dos usuários. “Nesse início, vamos ficar de ouvidos abertos para os comentários dos usuários, entender o que falta e como podemos melhorar”, explica Ana Julia. “Essa não é uma plataforma estática. Estamos preocupados em aperfeiçoar e aumentar o conteúdo e as funcionalidades continuamente”, completa.

No futuro, quando o número de pessoas utilizando o sistema estiver maior, o plano da abeLLha é selecionar os melhores projetos e fazer um trabalho de aceleração com acompanhamento pessoal e captação de investimentos. “Como teremos as informações e os dados de evolução das startups, poderemos fazer a curadoria de forma muito assertiva. Com o consentimento dos empreendedores, vamos buscar criar as ligações com investidores, promovendo uma conexão muito mais relevante devido aos dados e histórico de cada empresa”, detalha.

Tags, ,

Reunião do Conselho de Administração reelege diretoria da Softex

A 68ª reunião do Conselho de Administração da Softex – Associação Para Promoção da Excelência do Software Brasileiro, reelegeu para um mandato de mais dois anos à frente da entidade Ruben Delgado e Diônes Lima, respectivamente presidente e vice-presidente.

O deputado federal Marcos Pereira (PRB/SP) segue como presidente do Conselho de Administração da Softex e presidiu a reunião, que contou com as presenças dos membros do Conselho da entidade e foi realizada durante o Rio Info, evento promovido pelo agente regional RIOSOFT.

Há mais de 20 anos, a Softex trabalha no desenvolvimento de projetos de inovação tecnológica. Hoje, se consolidou como a principal instituição brasileira a conectar atores das três esferas – Governo, Academia e Setor Privado – com o objetivo central de impulsionar o desenvolvimento do Brasil por meio da ampliação da inovação e da competitividade do setor produtivo brasileiro.

“Vivemos um momento profundamente disruptivo. A Softex é um instrumento de fomento da Transformação Digital e da capacitação em tecnologias tanto para o setor produtivo como para o Governo. Participamos ativamente das mutações do mercado e temos a responsabilidade de auxiliar as empresas nacionais a compreenderem a velocidade exponencial dessas transformações e a nova forma como as pessoas se relacionam com a tecnologia”, destaca Ruben Delgado, presidente reeleito da entidade.

Em mais de duas décadas de atividades, a Softex coleciona uma série de conquistas envolvendo iniciativas de apoio, desenvolvimento, promoção e fomento. Integram seu portfólio de execução, entre outras ações, os programas StartUp Brasil, Inova Maranhão, TechD, Brasil Mais TI, Conexão Startup Brasil, Brasil IT+ e MPS.BR e, mais recentemente, o Manaus Tech Hub.

Inscrições da 5ª edição do programa “Quero ser Dev”, da Locaweb, terminam dia 23

As inscrições para a 5ª edição do programa “Quero ser Dev”, da Locaweb, terminam na próxima semana (23). A empresa, líder em serviços digitais no mercado brasileiro, quer ajudar desenvolvedores a expandirem as habilidades técnicas, abrindo espaço para o aprendizado na prática, e assim, se prepararem para trabalhar em empresas de tecnologia.

A ação vai selecionar desenvolvedores de todo o país para participar de um curso de nove semanas, três delas online, e seis presenciais, na Campus Code. Durante o treinamento, os desenvolvedores selecionados têm a oportunidade de atuar com profissionais experientes e aprenderem conceitos de programação e diversas linguagens. O curso é custeado e personalizado pela própria Locaweb. No final das aulas, os alunos apresentam um projeto com base no que aprenderam e recebem um certificado de conclusão. Os que mais se destacarem durante esta etapa são contratados pela Locaweb quando terminam a jornada do “Quero ser Dev”.

“Em contraste ao número de desempregados no Brasil, que está em 12,984 milhões no país, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o mercado de tecnologia tem vagas, mas sofre com a falta de profissionais qualificados. Com o ‘Quero ser Dev’ a Locaweb contribui para qualificar trabalhadores para este segmento”, afirma Simony Morais, gerente de Gente e Gestão da Locaweb.

A empresa busca pessoas que queiram atuar na área da tecnologia, sejam apaixonadas por desenvolver e inovar, programando em diferentes linguagens. Os interessados em participar do programa “Quero ser Dev” podem se inscrever www.queroserdevlocaweb.com.br até segunda-feira, dia 23 de setembro. Esta é a quinta edição do programa que registrou 1.635 inscritos em 2018.

Wi-fi pública: quais os riscos e como se proteger

Utilizar a internet se tornou parte do dia-a-dia da população, mas se conectar a redes públicas pode trazer algumas consequências. Pensando nisso, a ESET, empresa líder em detecção proativa de ameaças, compartilha pontos importantes a serem observados quando se trata de redes wi-fi públicas e segurança.

1. Tome cuidado com o que você faz após se conectar

Os cibercriminosos podem interceptar informações trocadas em redes públicas, por isso, [e recomendável não acessar serviços de homebanking, contas de email, redes sociais e outros aplicativos que exijam nome de usuário e senha para estabelecer a conexão. Se for de extrema urgência acessar dados confidenciais, é preferível usar dados móveis (conexão 4G) ou uma VPN.

2. Sempre atualizar seu sistema operacional e aplicativos

É essencial manter o sistema operacional e os aplicativos sempre atualizados, elas podem conter correções de segurança lançadas pelos fabricantes que protegem o equipamento. Além disso, ter uma solução antivírus instalada em computadores, laptops e celulares, é uma etapa essencial para sua segurança.

3. Só acessar sites que utilizem o protocolo HTTPS

O protocolo HTTPS garante que as informações transmitidas entre o computador do usuário e o site sejam criptografadas na transmissão. Essa precaução serve igualmente tanto para dispositivos móveis como para qualquer computador desktop.

4. Configurar seu dispositivo para não se conectar automaticamente

Para evitar que seu aparelho se conecte automaticamente e exponha suas informações, a ESET recomenda alterar a opção nas configurações de wi-fi, dessa maneira, qualquer conexão deve ser liberada pelo usuário.

5. Utilizar Duplo Fator de Autenticação

Nunca é demais ter uma camada extra de segurança como a fornecida pelo duplo fator de autenticação. A maioria dos serviços tem a possibilidade de configurar o acesso ao site para que, após a senha, seja necessário inserir um código adicional, que será enviado ao telefone por SMS, email, aplicativo ou chamada, pedindo uma confirmação de que é o titular da conta que está realizando o acesso.

“A rede wi-fi facilita e acelera nossa vida cotidiana, mas, infelizmente, sua popularidade é acompanhada de riscos, com os quais devemos ter o cuidado É preciso aplicar medidas de segurança apropriadas, protegendo nossas informações, para podermos aproveitar a tecnologia da maneira mais segura “, diz Camilo Gutierrez, Chefe do Laboratório da ESET América Latina.

Para saber mais sobre segurança da informação, entre no portal de notícias da ESET: www.welivesecurity.com/br/

Como estimular a inovação na minha empresa?

Por Gilberto Cheng

A resposta para essa pergunta é uma provocação a executivos e empreendedores que ainda não se questionaram sobre o motivo de não conseguirem inovar em seus modelos de negócios tradicionais. Em primeiro lugar é importante deixar claro que não existe transformação na zona de conforto. Inovar custa tempo, dinheiro e requer uma mudança estrutural que vai muito além da aplicação de novos métodos e ferramentas nos processos internos. É uma questão cultural nas organizações, e começa com as pessoas. Equipes mais engajadas também são aquelas com mais autonomia para tomar decisões estratégicas.

O que em geral acontece dentro das empresas mais tradicionais é que elas não possuem um ambiente propício para a inovação acontecer. Seja pela burocracia, excesso de hierarquia, falta de integração entre os times ou outros fatores que inibem iniciativas que podem ser revolucionárias. Os aspectos culturais são tão fortes que podem afastar as pessoas que tenham um perfil mais empreendedor. Profissionais com esse espírito inquieto gostam de ser desafiados a solucionarem problemas do dia a dia e se sentem parte da empresa quando podem ajudá-la a crescer.

Uma expressão que está na moda é a “transformação digital”, porém algumas companhias ainda não perceberam que esse movimento já é uma realidade em todo o mundo e que o preço por não investir em inovação é ser irrelevante no futuro. Em uma perspectiva clara e simples, posso afirmar que não existirá mercado para quem não mudar o mindset e reconhecer que metodologias de gestão mais ágeis são essenciais para acompanhar o ritmo de mudanças da nossa sociedade.

Em se tratando da reestruturação de uma organização, o processo em si pode ser conduzido de maneira natural para todos que fazem parte da empresa. Ela começa com pequenas ações que levam a grandes resultados e ganhos em performance e produtividade. Entender, por exemplo, que os erros fazem parte de quem se arrisca a inovar é um dos primeiros aprendizados.

Outro ponto é que – além de errar – quem decide pela inovação também está atento à dor do cliente. Essa relação mais transparente é fundamental na hora de implementar melhorias e até mesmo desenvolver novos produtos e serviços. Abraçar os erros, aprender com eles, testar novos métodos e abordagens para um mesmo problema são algumas das mudanças importantes que a inovação traz no cerne de uma organização. As inovações realmente impactantes são as que reconfiguram ou introduzem novos modelos de negócio ou experiências cativantes, e tais inovações têm sido viabilizadas na maioria dos casos através de softwares.

Percebo que muitas organizações estão tornando-se empresas de software e sofisticando-se em questões de práticas de design, metodologias ágeis e tecnologias digitais. Para quem está começando é importante contar com o apoio de uma consultoria especializada no pontapé inicial dessa jornada de transformação. As organizações que buscam incubar suas iniciativas de inovação, por exemplo, podem contratar parceiros de tecnologia que facilitam e aceleram o desenvolvimento de seus modelos inovadores de entrega de valor, testando hipóteses em protótipos MVP (sigla em inglês para Produto Mínimo Viável) e obtendo feedbacks de seus potenciais clientes ou usuários de forma a tomar decisões estratégicas baseada em dados.

Por fim, a empresa que se prepara para essa jornada se mostra aberta à investimentos que irão ajudá-la a alcançar seus objetivos de negócio. Nem tudo o que está disponível no mercado é essencial para todos. O nível de maturidade tecnológica de uma organização é um fator importante a ser levado em consideração. As organizações com alto nível de maturidade em inovação são também as mais transparentes para selecionar, avaliar e interromper iniciativas. Tal transparência é fundamental para estabelecer cultura e agilidade de inovação. Cabe ainda uma análise profunda do real objetivo de cada implementação para que elas contribuam com o processo de melhorias contínuas que só é possível a partir de uma mudança cultural bem conduzida.

Gilberto Cheng, head de Inovação da Infosys Brasil

O que o futuro reserva para o mercado de impressão?

Por Luis Bairão, presidente da Ricoh Brasil

Ao olhar para a jornada de transformação digital e a evolução da tecnologia, percebemos que muitas práticas mudaram. Ao mesmo tempo, é curioso notar como outras não cairão em desuso tão cedo. Um exemplo de mercado que certamente não perdeu espaço na era digital é o de impressão. Segundo estudo divulgado pelo IDC Brasil em abril deste ano, o Quarterly Hardcopy Tracker Q4 2018, houve crescimento de 8% no mercado de impressoras no ano passado, sendo que 61% foi para o varejo e 39% para o mercado corporativo. A receita, por sua vez, aumentou 14,7%, comparada a 2017, com um total de US$ 727 milhões.

No recorte para o ambiente corporativo, é possível ter ainda mais segurança sobre a evolução que o segmento está tendo. Nos últimos anos, a crise econômica modificou a maneira como as empresas lidam e o que demandam das impressoras. Uma vez que o mercado gráfico é diretamente relacionado ao volume de negócio das empresas, é possível afirmar que as companhias procuraram reduzir custos e buscaram soluções financeiramente mais viáveis. Por isso, a estratégia de entrega destes equipamentos está mais direcionada à melhora a experiência dos usuários, fazendo com que os produtos sejam cada vez mais inteligentes.

Dentre tantas projeções do que o futuro reserva para as impressoras, o ponto focal para esse mercado é a personalização. Em um mundo cada mais adaptável, é fundamental que os equipamentos se moldem às demandas e necessidades de cada mercado. E para que isso seja viabilizado, as máquinas tendem a ser cada vez mais versáteis e com a possibilidade de customizações para cada necessidade do cliente – e isso tanto para os aparelhos já existentes quanto para os novos.

Dentro desse contexto, apresento três principais tendências que reforçam a retomada e crescimento do mercado de impressão:

1. Economia

Em um mundo cada vez mais focado em pautas de sustentabilidade, a ordem são máquinas que consigam entregar um melhor processo para o cliente, ao mesmo tempo em que reduzem o desperdício de material, horas de trabalho ou retrabalho.

2. Além da impressão

As impressoras já passaram do simples ato de imprimir. Agora, elas também são capazes de apoiar tarefas como correção de provas e atendimento por chatbots. Tais atendimentos utilizam inteligência cognitiva tanto para o nível 1 (que atende, registra, resolve ou encaminha), quanto no nível 2, que recebe os chamados encaminhados no primeiro nível, de qualquer tipo de mercado.

3. Assistente virtual cognitivo

Ele auxilia os técnicos na identificação dos problemas e reparos das máquinas, diminuindo em mais de 40% o tempo de atendimento in loco, além de evitar que as máquinas fiquem paradas por muito tempo – uma vez que tempo é dinheiro quando falamos de impressão -, o que auxilia também no aumento da assertividade da solicitação e no uso das peças.

São inúmeras as vantagens que a tecnologia traz para o mercado de impressão, mas algo permanece imutável, e reforça o crescimento do segmento: sempre buscar surpreender o usuário.

Ou seja, para conseguir atingir as expectativas quanto à posição da marca no mercado, os produtos e o que os clientes esperam é necessário trabalhar diariamente para otimizar processos e fazer com que as máquinas apoiem decisões estratégicas. Esse é o futuro da impressão.

Conferência ANPEI de Inovação discute como os diferentes atores estão trabalhando para fomentar e acelerar a inovação

Para mostrar como os diferentes atores da inovação nacional estão operando para fomentar e acelerar a inovação e as perspectivas para o futuro, a Conferência ANPEI de Inovação 2019 promoverá, no dia 27, às 14h30, no Palco Iguaçu, o Painel Ecossistemas de Inovação. O painel será moderado pela Gerente de Pesquisa e Inovação na Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos, Marisa Rizzi, e terá a participação de Eduardo Castanheira, Diretor Superintendente do Parque Tecnológico do Itaipu, de Marcos Vinicius Souza, Subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação/Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo e Vinicius Roman, Diretor Técnico da Neo Ventures.

O objetivo é destacar que a inovação não ocorre de forma isolada e requer a participação e compromisso de um conjunto diverso de atores. O ecossistema é composto por todas as instituições envolvidas na transformação, difusão e uso de ideias e tecnologias em novas soluções que chegam ao mercado. Essa perspectiva é útil para a formulação de estratégias de sistema e políticas em nível nacional, regional e local, e para o fomento e desenvolvimento de novos players inovadores que complementam competências e aceleram a inovação nos ecossistemas. O painel procurará mostrar quais os benefícios que podem ser capturados pelas organizações na interação com o ecossistema, como governos e organizações civis podem alavancar inovações na articulação dos atores dos ecossistemas e como a sociedade pode se beneficiar delas.

Sob o tema Inovação X.0 – As (re)evoluções que transformam a sociedade e mercados, aConferência ANPEI de Inovação 2019 espera reunir mais de 1,5 mil profissionais, entre representantes de empresas, agências do governo e instituições de ciência, tecnologia e inovação. As palestras serão centralizadas em quatro assuntos principais: Inovação em Modelo de Negócio, Inovação de Base Tecnológica, Inovação de Impacto Social e Ambiental e Ecossistemas de Inovação. O evento promoverá ainda debates, rodadas de negócios e visitas técnicas em algumas empresas e instituições do ecossistema local e regional de inovação. A programação completa está disponível no link: www.conferenciaanpei.org.br/programacao.html

Serviço

Data: 25 a 27 de setembro

Local: Rafain Palace Hotel & Convention – Av. Olímpio

Rafagnin, 2357 – Parque Imperatriz – Foz de Iguaçu – PR

Valor: R$ 575 – Associados e residentes PR/ R$ 825 para não associados

Mais informações: www.conferenciaanpei.org.br/

Governo Federal leva gratuitamente 17 startups para Boston

StartOut Brasil, programa de apoio à inserção de startups brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo, escolheu 17 startups para participar do seu 8º ciclo de internacionalização. Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e duas startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa.

Entre os dias 22 e 27 de setembro de 2019 essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Boston, Estados Unidos, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócios organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

“As startups brasileiras tendem a olhar apenas para o mercado doméstico em função de seu tamanho. O programa busca justamente alterar essa mentalidade, mostrando as oportunidades de ganhar novos mercados e apoiar essas startups no processo de internacionalização. A participação do governo também ajuda a atrair a visibilidade necessária para a expansão desses negócios e a conectá-los com parceiros estratégicos”, afirma Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia.

Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”:

  1. Engage – solução para estruturar os principais processos de desenvolvimento de pessoas dentro de uma organização;
  2. APTAH – empresa de bioinformática especializada em desenvolver e validar novos medicamentos e métodos de diagnóstico;
  3. InEvent – especialista em soluções digitais para eventos e desenvolvedora de soluções para credenciamento, logística, aplicativos de engajamento, métricas em tempo real e coletores sociais de dados;
  4. Starline Tecnologia S/A – desenvolvedora de soluções que geram clareza e simplificam todas as etapas de um processo de avaliação;
  5. Eco Panplas – tecnologia produtiva limpa e sustentável, voltada para a reciclagem de embalagens plásticas de óleo lubrificante;
  6. Pix Force – empresa que utiliza tecnologias de visão computacional, inteligência artificial e machine learning para aquisição e interpretação automática de imagens e vídeos;
  7. SlicingDice – solução baseada em nuvem que fornece todas as ferramentas fundamentais usadas por técnicos e executivos para transformar os dados brutos das empresas em decisões orientadas para os negócios;
  8. PluriCell Biotech – empresa de Pesquisa e Desenvolvimento cujo principal foco é gerar células humanas especializadas a partir de células-tronco;
  9. Bright Cities – plataforma que executa um algoritmo complexo com toneladas de dados para criar um roteiro feito sob medida para que cidades possam se tornar mais inteligentes;
  10. Delfos Intelligent Maintenance – tecnologia que permite alcançar excelência operacional aproveitando todos os dados disponíveis dentro da organização;
  11. Cíngulo – aplicativo de terapia guiada que ajuda as pessoas a superarem os problemas emocionais e aumentarem o autoconhecimento;
  12. GYTH Desenvolvimento de Sistemas Ltda. – empresa de otimização de processos e gestão de logística;
  13. Aerothermal Solutions – desenvolvedora de projetos complexos para diversos segmentos da indústria, como aeroespacial, óleo e gás, pesada, transportes e máquinas e equipamentos;
  14. 3D Biotechnology Solutions – startup que possibilita a construção de tecidos humanos vivos que comprovadamente funcionem como tecidos nativos;
  15. Ubivis – solução completa para otimizar a operação industrial com a utilização de IoT;

E as selecionadas como “graduadas”:

  1. Portal Telemedicina LTDA – central médica online que une tecnologia e medicina para atender clientes em todas as etapas do negócio;
  2. RECICLAPAC – empresa especializada no desenvolvimento de tecnologias de embalagens para logística reversa otimizada.

Ciclo Boston

Durante a missão as startups farão conexão com importantes players do ecossistema para, quando voltarem, aprimorarem sua estratégia de expansão e maximizar as oportunidades identificadas no exterior. Para preparar essas empresas para a imersão em Boston, o StartOut Brasil oferece consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino e sessões online de treinamento de pitch.

Além disso, nos dias 23 e 24 de agosto, os participantes tiveram a oportunidade de participar de um workshop presencial em São Paulo, no qual assistiram palestras do Centro de Inovação, Excelência e Liderança (IXL Center) e do SelectUSA, programa do governo dos EUA que facilita o processo de conquista de investimento.

Nestes dois dias, as startups também puderam conhecer um pouco melhor cada um dos organizadores do StartOut Brasil, realizar network, ter acesso a agenda da missão e passar por Elevator Pitch, treinamento de pitch e reuniões com o matchmaker.

Para Roberto Machado, Cofundador da MarketFit, plataforma americana de aceleração de startups focada em treinamento de pitch, o trabalho iniciado durante o workshop ainda não terminou. “Meu papel é de ajudar as startups na preparação do pitch, ou seja, capacitá-las para se apresentarem aos investidores e outros parceiros locais que elas vão encontrar em Boston. Esse é um trabalho que está sendo desenvolvido, mas que ainda não está pronto. Temos mais umas quatro semanas para deixar os empreendedores preparados para a missão”, comenta Machado.

De acordo com ele, o mercado de Boston é dinâmico e bem desenvolvido. É um dos hubs de inovação dos Estados Unidos, junto com o Vale do Silício, Nova York e Los Angeles, por exemplo. Por isso, a missão será, não apenas para a venda de soluções e tecnologias, mas também para que os empreendedores aprendam sobre um dos principais mercados americanos.

Tags, ,

A tecnologia como aliada na gestão de soft skills

Por Ilana Brancalhão

De acordo com a pesquisa Global Talent Trends 2019 divulgada pelo Linkedin, 92% dos entrevistados afirmaram que as soft skills, ou competências comportamentais, são tão ou mais importantes do que as hard skills, as conhecidas competências técnicas aprendidas na universidade ou em algum curso que a pessoa faça para agregar conhecimento à carreira. E mais, o levantamento aponta que 89% das pessoas ouvidas consideram que “contratações ruins” estejam relacionadas a candidatos que não desenvolvem as soft skills.

Dentre as soft skills mais requeridas pelas empresas estão: liderança, comunicação, gestão de conflito, ética no trabalho, pensamento crítico e trabalho em equipe. Todas elas estão atreladas a se ter um profissional que possa se desenvolver numa companhia e agregar valor ao seu trabalho, otimizando processos e aumentando a produtividade. Por exemplo, a comunicação é a base de todos os processos dentro de uma empresa. Já a ética de um colaborador indica que ele vai seguir o propósito da empresa, terá foco, organização e comprometimento com as metas.

Se uma empresa possui apenas profissionais excelentes nas hard skills isso não será suficiente para se ter sucesso em seu segmento de atuação. Para desenvolver qualquer competência comportamental, o líder ou gestor precisa primeiro realizar uma avaliação de todo o time. É um verdadeiro ciclo que contempla identificar, avaliar, desenvolver e avaliar novamente cada colaborador. Neste processo é importante um feedback constante e com periodicidade regular.

A boa notícia é que a tecnologia pode ser uma grande aliada na hora de desenvolver as soft skills. Já existem players no mercado que oferecem soluções com recursos que possibilitam analisar, mapear e até realizar avaliações de desempenho e educação corporativa. O uso do mapeamento das soft skills deve ser sempre conectado ao planejamento estratégico da empresa, para saber quais são necessárias para que a organização alcance seus objetivos.

Desta forma utilizar a tecnologia para apoiar as estratégias e mapeamento dos cargos dentro de uma organização, garantem uma assertividade na escolha de equipes e possibilita subsidiar gestores com indicadores para uma melhor tomada de decisão. Ferramentas de desempenho integradas ao plano da empresa geram indicadores – tanto para os gestores como para o departamento de Recursos Humanos -, feedbacks contínuos e plano de desenvolvimentos (PDI) com acompanhamento para o aprimoramento das soft skills, permitindo a ascensão de carreira, melhor adaptação das equipes e maior produtividade.

As organizações que decidem utilizar tecnologia para gestão de soft skills agregam ao seu RH uma comunicação simplificada e com direcionamento, uma gestão de seu capital intelectual e seus talentos, permitindo que o gestor acesse as informações de forma simples e rápida.

Quando relacionamos os benefícios de uma equipe com várias soft skills em aprimoramento temos: um time multidisciplinar, uma gestão de conflitos efetiva, comunicação sem ruído, profissionais que se desenvolvem para serem futuros líderes, maiores oportunidades de alcançar os resultados de forma rápida e produtiva devido a boa integração das equipes.

Sempre ressalto que uma companhia depende de seus colaboradores para alcançar suas metas de negócio. Sendo assim, o melhor caminho para estimular o engajamento, motivar e valorizar seus talentos é realizar uma gestão de carreira clara e transparente com todos. A partir do momento que a empresa passa a olhar os colaboradores como um diferencial competitivo, ela está pronta para usufruir das tecnologias voltadas ao público interno.

*Ilana Brancalhão é arquiteta de Soluções da Benner.

Tags, ,