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5 dicas para impulsionar as vendas online na Black Friday

Por Rafael Martins

Você está preparado para a Black Friday? A data, que inicia as compras do fim de ano com inúmeras ofertas e descontos, é uma oportunidade incrível para os lojistas alavancarem as vendas.

Para as empresas que possuem lojas virtuais, essas chances são ainda maiores. Isso porque é muito significativo o número de consumidores que ficam conectados em seus dispositivos para acompanhar as promoções deste período.

No ano passado, somando o período da Black Friday, o faturamento no e-commerce ultrapassou R$ 3,55 bilhões. Nele, o ticket médio do brasileiro foi de R$ 279,27.

Confira algumas dicas para você não perder a oportunidade de alavancar as suas vendas e posicionar a sua loja entre as páginas mais acessadas na Black Friday!

1) Crie uma campanha de e-mail marketing para seus clientes – envie um e-mail para os clientes que já compraram na sua loja ou demonstraram interesse nos produtos. O importante é criar campanhas separadas para estes perfis, os consumidores anteriores e os potenciais, pois eles têm necessidades e desejos diferentes.

Nele, crie um assunto cativante, afinal, isso define se as pessoas abrirão ou não este e-mail. Programe o envio para os horários de pico no número de usuários conectados. Para não marcar bobeira, reserve esta data no seu calendário. E, por último, mas não menos importante: envie este e-mail o quanto antes, no momento em que os concorrentes ainda estão distraídos.

2) Explore as mídias sociais – aproveite o embalo das redes sociais! Afinal, essas plataformas concentram um grande volume de consumidores em potencial.

Ao invés de postar as ofertas somente na semana do evento promocional, publique conteúdos nas semanas anteriores para instigar o seu público e, também, mantê-lo interessado e planejado financeiramente para a Black Friday. Outra ideia é criar páginas especiais nas redes sociais apenas para esta data comemorativa, um local exclusivo para as ofertas deste período.

3) Inicie um programa de indicações – um anúncio na internet chama a atenção, mas não tanto quanto a marcação de um amigo recomendando um produto. Este pensamento que impulsiona um programa de indicações na Black Friday.

Devido ao poder de compartilhamento, as redes sociais são um ótimo ambiente para um programa de indicações. A fim de desenvolver uma oferta irresistível, pesquise o que desencadeia o interesse do seu público e, que tal, trabalhar em forma de recompensa? No final, o consumidor recebe alguma coisa por te indicar.

4) Adicione um cronômetro de contagem regressiva – você sabia que a taxa de abandono do carrinho de compra no e-commerce é de 82% no Brasil, de acordo com os dados do E-commerce Radar? É fato que os clientes tendem a ser indecisos. Na maioria dos casos, checam a concorrência para comparar os produtos.

Por isso, incluir um cronômetro de contagem regressiva nas ofertas, motiva os consumidores a decidirem imediatamente, pois indica a escassez daquele determinado produto. Este é um gatilho de vendas, como a urgência, “essa é a sua última chance”, que você também pode utilizar, principalmente nestas épocas do ano.

5) Upsell e venda cruzada com descontos – “vender mais”, em português, trata-se de uma estratégia com foco na otimização da experiência do comprador e, de quebra, aumentar as vendas. Essa e a venda cruzada são ótimas maneiras de aproveitar o cliente que já está em seu site. Para isso, na finalização da compra, monte combinações de três a quatro produtos que se complementem e os oferte com um desconto no valor total. Esse estilo de promoção combinada funciona com maestria nestes eventos

Pronto! Estes são os cinco segredos para aumentar os lucros na Black Friday. Mas saiba que essas dicas funcionam melhor com o apoio do aplicativo da sua empresa. Isso porque a conversão de vendas num app próprio é superior. Nele, é possível avisar o público através de ‘notificações push’ e publicar as ofertas durante os dias de venda deste evento comercial. Além de ser uma poderosa fonte de dados, pois guardam as informações de todos os seus clientes, o que lhe garante inteligência de mercado e permite que você tome decisões mais assertivas. Já as lojas virtuais que também possuem um ponto físico, o planejamento precisa considerar os dois pontos de venda.

Comece agora para estourar na Black Friday!

Rafael Martins, CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce

Green Mining vence a maior competição de ideias em negócios verdes do país

Rodrigo Oliveira e Leandro Metropolo, co-fundadores da Green Mining, durante a premiação da Competição de Ideias de Negócios Verdes

A Climate Ventures — plataforma criada para acelerar a economia regenerativa de baixo carbono no Brasil — e a Climate Launchpad se uniram, pela segunda vez, para buscar ideias de negócios verdes no Brasil. A missão é destravar o potencial de tecnologias limpas (cleantechs) de todo o mundo que tratem do combate às mudanças climáticas. A competição, que visa criar um palco para estas ideias, teve como vencedora, anunciada na tarde desta quinta (17), a startup Green Mining, que surgiu para solucionar um dos problemas relacionados ao descarte de embalagens pós consumo.

O projeto da startup consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes feito de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico, devolvendo o material recolhido à cadeia produtiva. Atualmente, a Green Mining possui HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e já encaminhou para reciclagem mais de 367 toneladas de embalagens — principalmente vidro, evitando a emissão de mais de 61 toneladas de CO2 desde o início da ação, em dezembro do ano passado.

“Participar de uma competição global como essa é essencial para uma startup como a Green Mining que pensa em uma expansão para fora do país. Além da troca de ideias, experiências e mentorias, ajuda tanto na divulgação da nossa solução quanto no incentivo à discussão relacionada às baixas taxas atuais de reciclagem e às condições precárias de muitos trabalhadores da cadeia da reciclagem. Isso pode incentivar mais e mais pessoas a pensarem em suas próprias atitudes e em maneiras para fazer a diferença. Estamos ansiosos para representar o Brasil na final que acontece em Amsterdã, na Holanda”, diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

O executivo conta que a solução foi vencedora por ser simples e unir, de forma consistente, os propósitos ambientais, sociais e econômicos. “Temos uma ideia inovadora de Logística Reversa Inteligente que permite recuperar embalagens pós-consumo do mercado de forma inteligente. Dessa maneira, as empresas que nos contratam têm uma solução com custo eficiente para cumprir seu papel na responsabilidade compartilhada determinada na Política Nacional de Resíduos Sólidos e para levar materiais de volta para à cadeia de suprimentos. Isso, claro, além de colaborar com o meio ambiente, reduzindo a exploração de recursos naturais e tendo uma importante vertente social ao formalizar e dar dignidade ao trabalho de catadores, carroceiros ou cooperados”, afirma.

Stibo Systems implementa solução de dados na Duratex

A Stibo Systems, líder global na oferta de soluções de Gestão de Dados Mestres Multidomínio (MDM – de Master Data Management, em inglês), anuncia acordo com a Duratex, empresa brasileira líder nos mercados de louças e metais sanitários, pisos, revestimentos, painéis de madeira e celulose. Com a iniciativa, a Stibo Systems será responsável pelo o fornecimento da tecnologia e consultoria durante a implementação do novo sistema de gerenciamento de dados mestres da fabricante.

“A Duratex tem investido muito em inovação e a escolha pela Stibo Systems comprova que a nossa solução é uma ferramenta extremamente relevante para a iniciativa de transformação digital e inovação que as empresas tanto almejam hoje em dia”, afirma Ricardo Fornari, Country Manager da empresa no Brasil. “Empresas de grande porte e com atuação global, como a Duratex, precisam lidar e garantir uma enorme quantidade de informações. Nossa parceria, portanto, tem como objetivo ajudá-los a assegurar um processo de cadastro de produtos totalmente centralizado, confiável e eficiente”.

A expectativa é que a implementação completa da solução em todas as linhas de negócios da Duratex ajude a gerar uma substancial economia nos custos operacionais ligados ao processo de cadastro da companhia, garantindo maior assertividade no dimensionamento dos processos logísticos, de compra e de conformidade com as regras de transporte e exportação. “O apoio da Stibo Systems será fundamental para acelerar a transformação digital da Duratex. Com o MDM, poderemos deixar de trabalhar com silos e garantir a padronização de processos, com um único modelo de governança, e total confiabilidade nos dados”, afirma André Villamar, Head of Data & Analytics da Duratex.

Para isso, o acordo prevê a instalação da solução de MDM de Produtos da Stibo Systems e, também, um amplo processo de consultoria de negócios. “O projeto surgiu para mapear todo o sistema e saber como funcionava a jornada dos usuários, do cadastro inicial até a experiência de consumo final”, diz Villamar.

De acordo com o executivo, o projeto englobará todos os modelos de negócios da Duratex, partindo das operações da marca Deca. “Uma das premissas para que a parceria fosse firmada era a possibilidade de ter uma solução de MDM em Cloud, expansível para todas as modalidades de negócios”, explica.

Reconhecida como a maior produtora de painéis de madeira industrializada e pisos, louças e metais sanitários do Hemisfério Sul, a companhia vem adotando um abrangente plano de transformação digital para impulsionar a geração de valor em todas as suas etapas e processos de atuação.

Nesse cenário, a solução e a consultoria entregues pela Stibo Systems serão fatores essenciais para o futuro da jornada digital da Duratex. “O sucesso de uma estratégia de inteligência de dados exige que as empresas entendam quais são as informações disponíveis e como organizar esses ativos armazenados. Estamos prontos para ajudar nossos clientes a extraírem o real valor das informações fornecidas pelos sistemas, criando um registro único e confiável de todo o conjunto de dados gerado em cada um dos departamentos, áreas e parceiros da organização”, explica Fornari.

O objetivo é que o processo de mapeamento das informações e de implementação da solução estejam prontos até o início de 2020. De maneira prática, a plataforma de MDM da Stibo Systems para Gestão de Dados Mestres de Produtos possibilitará a centralização de todas as informações da produção e vendas, facilitando o processo de lançamento de soluções e a experiência de compra dos clientes e distribuidores.

Atento nomeia José Antonio de Souza Azevedo Chief Financial Officer

A Atento S.A. (NYSE: ATTO), líder em serviços de gestão de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina, e um dos cinco maiores provedores a nível mundial, anunciou hoje a nomeação de José Antonio de Souza Azevedo como Diretor Financeiro (Chief Financial Officer – CFO) e membro de seu Comitê de Gestão. Azevedo substituirá o atual CFO, Mauricio Montilha. A nomeação entrará em vigor em 11 de novembro de 2019.

Azevedo ingressa na Atento após uma carreira profissional de 15 anos gerenciando operações financeiras globais a partir de posições em conselhos administrativos e comitês de gestão. Ele liderou transformações financeiras e fusões corporativas em empresas de destaque, bem como implementou estratégias financeiras e de desenvolvimento de negócios que geraram valor para todos os grupos de interesse da empresa. Antes de ingressar na Atento, ele ocupou o cargo de Diretor Financeiro e Diretor de Relações com Investidores na Unidas, a maior provedora de gerenciamento de frotas e a segunda maior empresa de aluguel de carros no Brasil.

“Estamos muito felizes por José Azevedo se juntar à nossa equipe. José é um executivo com vasta experiência nas áreas financeiras que também nos dará uma extensa e valiosa experiência internacional nas áreas de tecnologia da informação e serviços”, disse Carlos López-Abadía, CEO da Atento. “Estamos transformando a Atento para liderar a próxima geração de soluções de experiência do cliente e subcontratação de processos de negócios, criando cada vez mais valor para nossos clientes, funcionários e acionistas. Estou convencido de que José desempenhará um papel fundamental neste projeto e no alcançar de nossos objetivos”. López-Abadía acrescentou: “Gostaria também de agradecer a Mauricio Montilha por sua excelente contribuição à nossa empresa ao longo dos anos”.

“A Atento tem um compromisso exclusivo de gerar valor para as empresas, desenvolvendo e implementando as melhores soluções de experiência do cliente do mercado. Por esse motivo, é a líder indiscutível do setor na América Latina e um dos cinco fornecedores mais importantes do mundo. Estou muito satisfeito por fazer parte dessa equipe de liderança e espero contribuir para sua transformação e crescimento futuros “, disse José Azevedo.

Experiência adicional

José Azevedo ocupou o cargo de Gerente Nacional do Brasil da Softline Company de 2016 a 2017. Anteriormente ocupou os cargos de CEO, em 2015, e Diretor Financeiro, de 2014 a 2015, na Globalweb Data Services. Ele também foi Diretor Financeiro da Estre Ambiental, de 2013 a 2014, e ocupou vários cargos de gerência na Latam Airlines, de 2008 a 2013.

Azevedo possui um MBA na Universidade de Hamburgo na Alemanha, é formado em Administração de Empresas pela Universidade Autônoma de Lisboa em Portugal e possui formação em finanças e gestão (CBI) pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.

KPMG vence prêmio de empoderamento de mulheres

A KPMG venceu a 3ª edição 2019 do Prêmio WEPs Brasil, iniciativa criada com o objetivo de reconhecer empresas que compartilham os Princípios de Empoderamento das Mulheres e incentivar a cultura da equidade de gênero dentro das organizações. A conquista, na categoria Ouro Grande Porte, foi anunciada em evento realizado no dia 7 de outubro, em São Paulo.

“A nossa jornada no empoderamento de gênero teve início há dez anos com a criação do KNOW, iniciativa direcionada à equidade na empresa, já que a inclusão da diversidade é tema estratégico para nós”, afirma Patricia Molino, sócia-líder do Comitê de Inclusão e Diversidade da KPMG no Brasil.

“Estamos no caminho certo, inspirando e promovendo nossas executivas na liderança para um mercado de trabalho mais igualitário”, afirma Luciene Magalhães, sócia-líder do Human Capital na KPMG no Brasil e na América do Sul.

Um dos propósitos do prêmio é impulsionar e reconhecer esforços de organizações que promovem a cultura da equidade de gênero e o empoderamento da mulher. A iniciativa é reconhecida pela Organização das Nações Unidas (ONU), por meio do United Nations Global Compact (Pacto Global da ONU) e pela United Nations Women (ONU Mulheres), com suas representações brasileiras, a Rede Brasileira do Pacto Global da ONU e a ONU Mulheres no Brasil.

Os Princípios de Empoderamento das Mulheres são os seguintes:

1 – Estabelecer uma liderança corporativa de alto nível para a igualdade de gênero.

2 – Tratar todos os homens e mulheres de forma justa no trabalho é respeitar e apoiar os direitos humanos e a não discriminação.

3 – Assegurar a saúde, segurança e o bem-estar de todos os trabalhadores e trabalhadoras.

4 – Promover a educação, a formação e o desenvolvimento profissional das mulheres.

5 – Implementar o desenvolvimento empresarial e as práticas da cadeia de fornecedores e de marketing que empoderem as mulheres.

6 – Promover a igualdade através de iniciativas comunitárias e de defesa.

7 – Medir e publicar relatórios dos progressos para alcançar a igualdade de gênero.

Bancos promovem Semana da Segurança Digital

A FEBRABAN — Federação Brasileira de Bancos e 18 bancos associados promovem entre os dias 20 e 26 de outubro a Semana da Segurança Digital, com o objetivo de contribuir para a conscientização do uso seguro da internet e dos canais digitais. O setor bancário brasileiro, de forma inédita, se alinha a ações similares desenvolvidas durante todo o mês de outubro tanto nos Estados Unidos, desde 2003, como na Europa, desde 2012, e que envolvem vários setores da economia.

Embora as tentativas de golpes ou fraudes ocorram durante todo o ano, em determinadas épocas há um aumento, justamente quando crescem as oportunidades de os bandidos agirem, como ocorre em novembro com a Black Friday.

Pesquisa da ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) revela que o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões na Black Friday deste ano, que acontece no dia 29 de novembro. Este montante é 18% superior ao ano passado. Outro levantamento, do Google com a consultoria Provokers, aponta que a intenção de compra para a Black Friday aumentou 58% neste ano, e mais de 60% dos consumidores declaram preferir o mundo digital para fazer suas aquisições.

O que faz dessa megaliquidação tão tradicional nos Estados Unidos e que caiu no gosto do brasileiro uma oportunidade para os bandidos? Quadrilhas aproveitam o momento de euforia com o grande volume de ofertas para aplicar golpes que causam grande prejuízo, especialmente usando a tática da engenharia social, que consiste na manipulação do usuário para que ele lhe forneça informações confidenciais. O cliente é induzido a informar os seus códigos e senhas para os estelionatários, o que gera as fraudes e golpes.

“Atualmente, 70% das fraudes estão vinculadas à engenharia social”, adverte Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN. “Com a nossa ação de conscientização, queremos ajudar a criar uma forte cultura de proteção de dados em nosso país, auxiliando o consumidor no uso de suas informações de modo seguro no ambiente digital.”

Semana

Participam da Semana da Segurança Digital os bancos Agibank, Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Banese, Banestes, Banpará, Banrisul, Bradesco, Caixa, C6 Bank, Inter, Itaú, Pan, Santander, Semear, Sicoob, Sicredi, Tribanco e a FEBRABAN, cuja campanha irá acontecer até dezembro.

As instituições participantes usarão seus canais de comunicação para divulgar a Semana da Segurança Digital. Cada banco desenvolverá livremente suas ações de conscientização para seus clientes, usando as hashtags #SegurançaDigital/ #SemanadaSegurançaDigital / #CompartilheSegurançaDigital.

Na FEBRABAN, as informações estarão disponíveis no hot site antifraudes.febraban.org.br e nas redes sociais da Federação – Youtube, Facebook, Twitter e Linkedln.

Entre os principais temas que serão abordados na Semana da Segurança Digital estão golpes através do WhatsApp, Instagram e Facebook. No caso do WhatsApp, os criminosos enviam mensagens para os contatos da pessoa, fazendo-se passar por ela, pedindo dinheiro emprestado. Uma medida simples para evitar que o WhatsApp seja clonado, e que será ressaltada na Semana da Segurança Digital, é habilitar, no aplicativo, a opção “Verificação em duas etapas” (Configurações/Ajustes > Conta > Verificação em duas etapas). Desta forma, é possível cadastrar uma senha que será solicitada periodicamente pelo app.

Outro esquema muito usado pelas quadrilhas envolve aplicativos e links maliciosos. O golpe começa com o envio de um e-mail suspeito com um link. Ao clicar, é instalado um vírus e os bandidos ganham acesso ao dispositivo do usuário. Com essa técnica, comumente chamada de phishing, eles conseguem solicitar dados, como nomes de usuário e números de cartão, para realizar transações.

A Semana da Segurança Digital também irá tratar de outros assuntos como privacidade de dados, boletos de cobrança, promoções imperdíveis que resultam em fraudes e o golpe do motoboy.

Investimentos em tecnologia e parcerias

Além de ações como a Semana da Segurança Digital, os bancos brasileiros atuam em várias frentes com o objetivo de contribuir para o combate aos golpes e fraudes. As instituições investem cerca de R$ 2 bilhões em sistemas de tecnologia da informação voltados para segurança, valor que corresponde a cerca de 10% dos gastos totais do setor com essa área. Além disso, os bancos também atuam em estreita parceria com governos, polícia e com o Poder Judiciário, para combater os crimes e propor novos padrões de proteção.

Entre as tecnologias de ponta usadas pelos bancos voltadas à segurança das transações bancárias e a prevenção as fraudes, Adriano Volpini destaca as aplicações de biometria, aliadas à análise de dados, e o uso da inteligência artificial, que contribuem para processos seguros de validação de usuários, controle de ações e monitoramento de compras. “Também destaco a tecnologia avançada dos chips, que continua sendo a solução mais segura que existe para o mercado de cartões de crédito e débito”, afirma. O Brasil é um dos mercados mais seguros do mundo, tendo sido um dos primeiros mercados mundiais a implementar o chip”, complementa.

TCE-PR suspende licitação da Sanepar para instalar data center em Curitiba

A existência de exigências possivelmente irregulares para a habilitação de empresas interessadas em participar da Licitação nº 284/2019, lançada pela Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), levou o Tribunal de Contas do Estado (TCE-PR) a adotar medida cautelar para suspender o certame. A disputa, com valor máximo previsto de R$ 10.465.755,53, tem como objetivo a implantação de um data center (centro de processamento de dados) da estatal em Curitiba.

O ato foi provocado por Representação da Lei nº 8.666/1993 (Lei de Licitações e Contratos) interposta pela Aceco Produtos para Escritório e Informática Ltda. Conforme a interessada, o edital do procedimento licitatório prevê que as licitantes demonstrem o atendimento a índices econômico-financeiros que, além de injustificados, seriam contrários aos pressupostos da Lei de Licitações.

O relator do processo, conselheiro Artagão de Mattos Leão, acolheu as alegações da representante. Para ele, há possíveis irregularidades na exigência de apresentação de indicadores de liquidez, endividamento geral e patrimônio aparentemente muito elevados – em alguns casos, até mesmo contrários à jurisprudência do Tribunal de Contas da União (TCU).

O despacho, de 3 de outubro, foi homologado na sessão do Tribunal Pleno do TCE-PR desta quarta-feira (16). Com a suspensão, foi aberto prazo de 15 dias para apresentação de defesa por parte da Sanepar. Os efeitos da medida perduram até que o Tribunal decida sobre o mérito do processo.

Fonte: TCE/PR

Inovação no varejo: ProVA apresenta balanço de suas atividades

Após 18 meses de atividades, o Laboratório de Inovação do Varejo – ProVA – da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, promove evento para fazer um balanço de suas ações, no espaço experimental montado no shopping Frei Caneca, em São Paulo. O presidente da ABDI, Igor Calvet, vai apresentar os resultados da iniciativa, nesta sexta-feira (18), às 19h30.

Desde o primeiro evento, em maio de 2018, até agora, foram realizadas mais de uma centena de ações no local. “O ProVA foi concebido para atender as necessidades reais do varejo. Toda a grade de atividades foi planejada tendo em vista os desafios identificados junto ao setor”, destaca Eduardo Tosta, líder do projeto na ABDI.

O terceiro ciclo de ações do ProVA se encerrou nesta quinta-feira (17), com o último curso de capacitação de multiplicadores. São cinco entidades parceiras nesta etapa: as Câmaras de Dirigentes Lojistas (CDL) de Erechim e Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul; o Senac de São Paulo; a Câmara Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e a Secretaria de Proteção ao Consumidor (SPC); além da Fecomércio de Pernambuco.

Ao todo serão realizadas pelo menos 50 novas ações de inovação nos estados, impactando mais de mil empresários varejistas. “Estes multiplicadores continuarão a disseminar os conhecimentos do Laboratório em suas economias regionais”, defende Tosta.

Apresentação dos resultados do ProVA
Data: Sexta-feira (18/10)
Horário: 19h30
Local: Shopping Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 Consolação – São Paulo/SP

Robotic Process Automation já é realidade na auditoria interna em grande parte das empresas, aponta relatório da Protiviti

A consultoria Protiviti, especializada em compliance e gestão de riscos, divulga seu 15ª relatório global sobre o futuro da auditoria interna nas empresas. A publicação traz visões e tendências de líderes que atuam na área de auditora e envolve 16 grandes companhias, tais como Accenture, Anixter, Brinks Home Security, Capital One, Country Road, Deutsche Telekom, DriveTime, Fidelity, Jardine, NTT, Occidental Petroleum, Synchrony e Zain Group.

Neste ano, a publicação sinaliza mudanças disruptivas nos processos de auditorias devido ao uso massivo de tecnologias digitais para dar mais agilidade e assertividade nos controles internos das empresas. Analytics e RPA (Robotic Process Automation) aparecem como as principais alternativas.

A Accenture e a DriveTime, por exemplo, têm obtido maior eficiência em seus processos de auditoria, sem precisar significativamente de mão de obra humana, após a adoção da automação por meio do RPA. Já a Deutsche Telecom e a Capital One adotam o tripé Inteligência Artificial/Aprendizado de Máquina (Machine Learning), Automação e Analytics como formas de suportar as entregas, porém sem esquecer de agregar valor ao negócio.

A publicação também revela empresas, como a Delta Airline e a Jardine Matherson Group, que entendem que adoção de novas tecnologias é precedida pelo investimento em lideranças e times inovadores que desenvolvam novas abordagens para auditar as novas tecnologias, já que os métodos tradicionais podem não ser suficientes para manter a exposição a riscos em um padrão seguro.

“Tornar-se uma empresa de última geração requer uma nova mentalidade e uma mudança cultural. Para ajudar a empresa a se transformar, a auditoria interna precisa olhar para o futuro, adotar uma abordagem ágil e buscar ativamente o avanço de uma função avessa a riscos e mudanças a um centro de inovações”, disse Brian Christensen, vice-presidente executivo e líder de auditoria interna global e assessoria financeira da operação norte-americanas da Protiviti.

Já Rodrigo Kramper, gerente sênior de inovação e transformação da sede brasileira da ICTS Protiviti, acrescenta ao dizer que “isso significa equilibrar novos modelos de auditoria interna com as tecnologias, as metodologias e os recursos ideais, viabilizados por governança e infraestrutura. Para as organizações que não querem ficar para trás na era digital, o momento de começar a abordar essas questões é agora”, finaliza o executivo.

KPMG patrocina evento da NASA

A KPMG anuncia o patrocínio ao evento NASA Space Apps Challenge, a ser realizado na cidade de São Paulo nos dias 18, 19 e 20 de outubro. Na ocasião, projetos serão desenvolvidos de forma colaborativa por equipes que deverão ter ideias inovadoras para solucionar problemas globais.

“Esta competição internacional é realizada simultaneamente em várias cidades do mundo, com participantes envolvidos na solução de desafios reais desenvolvidos pela agência espacial americana. Este já é o maior hackathon do mundo. No ano passado, foram 75 países e mais de 18 mil participantes”, afirma Ricardo Santana, sócio-líder da área de Análise de Dados da KPMG no Brasil.

O NASA Space Apps Challenge é uma competição internacional realizada simultaneamente em várias cidades do mundo. Reúne programadores, designers, makers, engenheiros, artistas e profissionais das mais diversas áreas. O intuito é que os participantes utilizem de sua criatividade para resolver os desafios propostos pela NASA. A iniciativa conta com desafios de vários níveis diferentes, permitindo que pessoas de diversas idades e perfis possam participar juntos.

Mais informações sobre o evento podem ser consultadas no link – 2019.spaceappschallenge.org/locations/sao-paulo-brazil.

Preocupação com governança e compliance está entre as três prioridades de TI das empresas brasileiras em 2019, revela estudo da Logicalis

A preocupação das empresas brasileiras com governança e compliance cresceu. É o que aponta a sexta edição do Brazil IT Snapshot, estudo sobre o panorama de adoção corporativa da TI no Brasil, realizado pela Logicalis, empresa global de soluções e serviços de tecnologia da informação e comunicação.

A atenção dos executivos com esse tema subiu da oitava para a terceira posição, aumentando 13 pontos porcentuais em comparação a 2018 e sendo apontada por 34% dos respondentes. O tema fica atrás apenas da preocupação com segurança da informação (45%) e projetos de big data e analytics (41%). Essa mudança se deve principalmente pelo surgimento das leis de privacidade de dados — tanto a europeia (GDPR) quanto a nacional, LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), aprovada em agosto do ano passado.

Quando o assunto são os negócios da companhia, o aumento da eficiência operacional e a transformação dos processos são as maiores prioridades, recebendo 72% e 69% dos votos, respectivamente. E, apesar das incertezas do setor econômico, os executivos seguem otimistas com o mercado nacional: 81% das empresas pretendem investir em TIC mais ou a mesma quantia que em 2018.

Apesar dos avanços de leis como a LGPD, as companhias ainda lutam para se adequar quando o assunto é segurança da informação. O estudo da Logicalis aponta que 38% das empresas não possuem um plano integrado de segurança. Porém, se considerarmos apenas as organizações com faturamento acima de R$ 1 bilhão, há uma mudança significativa no cenário: apenas 17% ainda não têm plano integrado de segurança e 64% estão em processo de implementação.

“O mercado de tecnologia da informação evoluiu muito e se tornou uma disciplina de gestão das empresas. No caso específico da segurança, apesar de o tema ter alta relevância entre as organizações, muitas delas ainda optam por iniciativas pontuais para sanar questões urgentes”, destaca Yassuki Takano, diretor de consultoria da Logicalis.

Quando falamos em iniciativas ligadas à proteção e privacidade dos dados, a mais citada pelos executivos (70%) é o envolvimento da área jurídica da empresa para atuação conjunta. Porém, a estratégia de tratamento de dados ainda está sensibilizando poucos executivos e as ações mais práticas parecem estar engatinhando: somente 24% afirmam possuir um orçamento dedicado exclusivamente para tratar do tema e apenas 31% já estão desenvolvendo um plano de gestão de dados.

Cloud computing

A computação em nuvem já é uma realidade para as empresas brasileiras. Dos executivos entrevistados, 42% afirmam que executam totalmente ou parcialmente seus planos de migração para a cloud computing e 15% já possuem processos e pessoas dedicados à melhoria contínua desse ambiente.

Entre as dificuldades enfrentadas nesse processo, a infraestrutura de telecomunicações foi apontada por 58% dos executivos como a principal barreira para a transição, seguida da complexidade na integração com o legado (46%) e dos custos de operação (44%).

Formação de equipe

O executivo de tecnologia tem também enfrentado um desafio muito grande na atração de profissionais: 45% dos respondentes afirmam que falta mão de obra qualificada, enquanto 35% acreditam que a dificuldade deve-se à remuneração oferecida estar abaixo das demandas dos profissionais.

Outro ponto é composição das habilidades da equipe: para 56%, é difícil encontrar profissionais com capacidade de mapear processos de negócio e sugerir mudanças, enquanto do lado técnico, existe uma necessidade de compor uma equipe com conhecimentos em assuntos tão diversos e complexos como segurança da informação, analytics e inteligência artificial.

“A cada edição do estudo conseguimos observar um avanço sólido na disseminação e uso de novas tecnologias nas empresas brasileiras, aumentando assim, o desafio dos gestores de TI. As novas tecnologias possibilitam não apenas um avanço da eficiência operacional, mas também uma maior responsabilidade da área na cobertura e suporte aos processos de negócios e competitividade das organizações”, finaliza Takano.

O estudo, realizado em parceria com a Stratica Consultoria e Pesquisa, contou com participação de 143 líderes da área de tecnologia da informação de empresas brasileiras, sendo 71% delas de grande porte e 34% com faturamento acima de R$ 1 bilhão.

Primeiro ecossistema sem fins lucrativos de blockchain é lançado no Brasil

Apesar de ser umas das tecnologias mais disruptivas que surgiram nos últimos anos, o blockchain ainda apresenta alguns gargalos. O mais comum é a demora registrada em determinadas operações decorrente da pouca escalabilidade dos sistemas interligados. Para resolver este problema, a empresa de tecnologia brasileira Golchain, lança o Blockum, o primeiro ecossistema sem fins lucrativos do segmento no Brasil, um ambiente tecnológico independente de cooperação entre empresas, entidades governamentais e pessoas. A meta é se tornar o maior ecossistema de blockchain do mundo, com mais de 50 mil nós validadores até 2021.

Guilherme Canavese, diretor de operação da Golchain, conta que o projeto foi inspirado na iniciativa de sucesso da Alastria, na Espanha. Por lá, já são mais de 420 membros como Santander, Telefónica e SAP colaborando na mesma rede, responsável por disponibilizar ferramentas para fomentar estratégias de blockchain e acelerar a transformação digital.

Seguindo os mesmos passos, a brasileira Blockum já nasce com alguns associados representativos, entre eles o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN), que buscava uma plataforma segura para armazenar pesquisas e informações confidenciais, além de desenvolver estudos utilizando a tecnologia. Completam a lista a operadora de telefonia Sercomtel e centros de inovação ligados a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), reunidas dentro do ecossistema para criar um projeto municipal de desenvolvimento e inovação em blockchain em Londrina.

Compartilhamento democrático

No sistema de compartilhamento do Blockum, cada membro do ecossistema disponibiliza sua infraestrutura de computadores e hardware, para receber em troca uma plataforma em nuvem de blockchain pronta e regulamentada para transações de valor jurídico. Com a identificação do caso de uso e o fornecimento de API’s, o associado pode desenvolver soluções com a tecnologia da maneira que for mais interessante para a sua operação, abrangendo as mais variadas utilizações.

“É um sistema extremamente democrático, já que qualquer empresa ou instituição, independente do seu tamanho, pode fazer parte do ecossistema”, explica Canavese. Segundo o executivo, com uma rede descentralizada e distribuída entre os vários associados, ao invés de concentrada em uma única companhia, é praticamente impossível que algum dado seja hackeado. “As operações também conseguem ser feitas em maior escala e sem espera. Com o partilhamento de nós validadores privados e permissionados, existe ainda maior segurança atrelada a uma rede permitida e protegida ao mesmo tempo”, detalha o executivo.

No caso do Blockum, apesar da mesma proposta de compartilhamento de infraestrutura e cooperação da Alastria, a meta é expandir a rede internacionalmente de olho no potencial desse mercado, que deve chegar a US$ 12 bilhões até 2022, de acordo com o IDC.

“Vamos lançar o Blockum agora em Portugal e depois no restante da Europa, Estados Unidos e Ásia. Nosso objetivo é fomentar a pesquisa & desenvolvimento baseada nesse tipo de tecnologia, ainda em estágio embrionário se pensarmos em todo o potencial que ela tem pela frente e as perspectivas de crescimento do setor”, informa Canavese.