Page

Author admin

Oracle lança programa de estágio inovador na América Latina, de olho em propósito e valores dos candidatos

A Oracle acaba de dar início a um novo programa de seleção, focado nas soft skills dos candidatos. Idealizado por um grupo multidisciplinar de cinco colaboradores brasileiros da Oracle, que tiveram a oportunidade de participar de edições anteriores dos programas de estágio e trainee (eTalent & Class of), o Generation Oracle tem como objetivo orientar e formar uma geração de profissionais do futuro: pessoas com excelentes qualidades humanas, capazes de tirar o melhor proveito da inovação e de transformar o mundo.

Para a Oracle, o programa é um estado de espírito, por isso o processo não é orientado por critérios tradicionais como idade, habilidades técnicas e fluência em línguas, sendo necessário apenas o conhecimento básico do idioma inglês. Para fazer parte do Generation Oracle, os interessados devem ter nível superior ou técnico, durante a duração do programa (de 13 a 18 meses). Além disso, é importante querer “transformar o mundo, empoderando as pessoas, por meio da inovação” (Propósito da Oracle na América Latina) e se identificar com os valores corporativos da empresa (abaixo).

• Viver para a excelência;

• Ser uma pessoa apaixonada;

• Comportar-se como dono;

• Ter espírito de startup;

• Encarar a verdade;

• Ser obcecado por nossos clientes.

Critérios de Participação:

Disponibilidade para trabalhar 35 horas por semana (ou equivalente à carga horária de estagiário), no escritório da Oracle em São Paulo.

Como funciona o programa Generation Oracle?

“Em nosso dia a dia na Oracle, acompanhamos diversas revoluções tecnológicas, que desafiam os sistemas econômicos tradicionais e passam a dar espaço a novas economias. Nesse contexto, nos deparamos com a necessidade também de uma (r)evolução humana. Por isso, nos reunimos e buscamos a mentoria de alguns executivos da empresa para criar o Generation Oracle, pois acreditamos que os profissionais do futuro destacam-se por serem humanos – por seus valores, habilidades comportamentais, consciência e compromisso em fazer um mundo melhor”, explica Lucas Leung, analista de Marketing e porta-voz do grupo que concebeu o novo programa.

Inspirados pelo que há de melhor nas experiências de estágio e de trainee da Oracle, em seus aprendizados e na visão crítica do mercado de trabalho atual, o grupo estruturou o Generation Oracle baseado em três pilares:

1) Novo processo de recrutamento;

2) Sólido programa de desenvolvimento de talentos;

3) Criação da comunidade Gen O.

A primeira etapa é marcada por entrevistas às cegas, repletas de soluções tecnológicas, como inteligência artificial, chatbots, experimentação de cloud (nuvem), o que garante diversidade em todos os aspectos e uma imersão no mundo da tecnologia.

Uma vez selecionada, a pessoa começa sua jornada que durará de 13 a 18 meses. O primeiro mês, de “reconhecimento”, traz treinamentos corporativos e de habilidades-base, explorando a cultura Oracle. Entre o segundo e o 13º mês, há uma rotação pelas áreas, passando pelas estruturas principais da empresa: vendas, pré-vendas, marketing e comunicação, relacionamento com o cliente, além de consultoria, cidadania corporativa, laboratório de inovação, ecossistema de e startups etc.

A pessoa também receberá acompanhamento e será mentorada por uma comunidade formada por entusiastas do programa para dar todo suporte necessário, com possíveis visitas a outras subsidiárias e o desenvolvimento de plano de carreira. A partir do 14º mês, uma vez alocada na estrutura principal que mais tem a ver com ela, a pessoa irá desenvolver um projeto de intra-empreendedorismo junto à comunidade que a ajudou durante o programa, para também contribuir e orientar as futuras turmas do Generation Oracle.

“Estamos convencidos de que a transformação está nas mãos das pessoas e que a tecnologia é a ferramenta que possibilita e acelera as mudanças positivas. Estamos muito felizes em lançar o programa Generation Oracle, pois com ele vamos orientar e formar uma geração de profissionais do futuro – pessoas com as melhores qualidades humanas, capazes de tirar o melhor proveito da inovação e, com isso, transformar o mundo”, afirma Luiz Meisler, vice-presidente executivo da Oracle América Latina.

Período de inscrição: De 4 de fevereiro a 4 de março de 2019
Site para inscrições no Brasil: ora.cl/yi5fq

iFood bate 14,1 milhões de pedidos/mês no Brasil e vai contratar 1.000 profissionais em 2019

Foto: Luiza Florenzano

O iFood bate mais um recorde com 14,1 milhões de pedidos mensais ou meio milhão de pedidos diários – o que representa mais do que o dobro do mesmo período do ano anterior – além de 10.8 milhões de usuários. O novo marco reforça a liderança da empresa que cresce de forma acelerada. Nos últimos 4 meses 650 profissionais foram contratados. Destes, 100 são de Tecnologia. Em 2019 serão contratados mais 1.000 colaboradores.

A empresa, que acaba de anunciar, o recebimento do maior aporte de uma empresa de tecnologia da América Latina, no valor de US$500 milhões, por meio da Movile, com a Naspers e Innova Capital, mostra que o iFood continua inovando.

“Acreditamos muito no potencial do mercado brasileiro e o iFood é um exemplo de tudo que podemos atingir. A Movile tem como propósito impactar positivamente a vida de 1 bilhão de pessoas, e o iFood é parte essencial desse desafio. Para isso continuar expandindo os negócios do iFood com foco em tecnologia, inteligência artificial e logística”, explica Fabrício Bloisi, CEO da Movile.

Movimentar a economia, levar mais opções aos usuários do aplicativo e novos consumidores aos restaurantes é só uma ponta dessa grande revolução. Ao longo dos anos, o iFood expandiu seus negócios e foi criando soluções para os principais parceiros, sempre pensando em revolucionar o universo de alimentação por uma vida mais prática e prazerosa.

“O mercado de delivery ainda tem muito espaço para crescer e queremos continuar protagonizando essa revolução. Impulsionar essa transformação significa desenvolver, de fato, todo o ecossistema de food delivery e melhorar a vida de todos os públicos, gerando oportunidades e melhor experiência aos consumidores, restaurantes, entregadores, além de produtores e distribuidores de embalagens e insumos”, conta Carlos Moyses, CEO do iFood.

Agora, o desafio da empresa é aproveitar a grande base de dados e os mais de 1.400 FoodLovers no Brasil para continuar sua expansão. Pensando nos consumidores, o iFood está ampliando cada vez mais o número de restaurantes, oferecendo opções de alimentação para todos os momentos do dia, gostos e preços. Para os restaurantes, a prioridade é oferecer soluções de gestão, logística e pagamentos. Os entregadores também são parte fundamental do negócio. Por isso, o iFood também está investindo em tecnologia para diminuir o perímetro de entrega entre restaurantes e consumidores, garantindo que os entregadores estejam disponíveis para atender a demanda de cada área e a qualidade da refeição recebida pelos consumidores.

O objetivo da companhia é reduzir o tempo de entrega, já que o entregador não precisará retornar ao restaurante para devolver a maquininha de cartão. “Com a expansão desse serviço, a previsão é que tudo fique cada vez mais rápido. Quando um restaurante contrata o serviço de entrega com o iFood, ele não precisa esperar o entregador voltar para enviar outro pedido. Ele pode simplesmente acionar a nossa base, que irá encontrar outro entregador que esteja disponível. Com isso, o tempo de deslocamento entre o entregador e o restaurante diminui bastante”, explica Bloisi.

Três Desafios da Nuvem para se preparar em 2019

Por Carlos Mattos

Como o papel tradicional dos executivos de tecnologia continua evoluindo, a única promessa garantida para 2019 é de mais pressão para entregar soluções que atendam às expectativas de clientes e parceiros.

No final do ano passado, segundo o IDC, quase metade dos gastos com TI foram baseados em nuvem, com uma previsão de atingir 60% de toda a infraestrutura de TI e 60-70% de todos os gastos com software, serviços e tecnologia até 2020.

É imperativo que as empresas vejam a computação em nuvem como um elemento crítico de sua competitividade, não apenas como um custo que precisa ser cuidadosamente gerenciado. Em 2019, as empresas terão que equilibrar as capacidades da mais nova tecnologia em nuvem, enquanto se concentram na segurança.

Aqui estão três tendências em computação em nuvem para as quais as empresas devem se preparar em 2019:

1. O número de serviços e soluções em nuvem (SaaS, PaaS, IaaS) continuará a aumentar

Haverá uma explosão de novos serviços e soluções em nuvem, e aqui estão algumas estatísticas para provar isso.

O software como serviço baseado em assinatura (SaaS) apresentará um crescimento anual na ordem de 18% até 2020, de acordo com a Bain & Company.

O investimento em plataforma como serviço (PaaS) crescerá de 32% em 2016 para 56% em 2019, tornando-se o setor de plataformas em nuvem que mais cresce, de acordo com a KPMG.

O mercado de infraestrutura como serviço (IaaS) deverá atingir US $ 72,4 bilhões em todo o mundo até 2020, segundo o Gartner.

Se julgarmos pelas tendências atuais da computação em nuvem, o número de soluções em nuvem nos setores público e privado se expandirá ainda mais em 2019. Esperamos ver mais organizações aproveitando a simplicidade e o alto desempenho que a nuvem garante.

2. Mais empresas irão optar por soluções de nuvem híbrida

Fazer uma transição completa para a nuvem provou ser mais desafiador do que o previsto, então é aqui que as soluções de nuvem híbrida terão um papel importante. Com uma nuvem híbrida, as empresas podem fazer a transição para a nuvem em seu próprio ritmo, com menos risco e a um custo menor. Em 2019, mais empresas escolherão uma abordagem de nuvem híbrida que lhes permitirá acessar a eficiência e a eficácia das soluções em nuvem.

Essas nuvens podem ser sistemas multivendor ou uma mistura de nuvens privadas e públicas. Com a adoção da nuvem em seu auge, as empresas precisam entender as vantagens e desvantagens de cada uma das nuvens antes de tomar uma decisão que melhor se adapte a seus negócios.

3. Com o GDPR e LGPD, a segurança na nuvem se tornará mais confusa

Não é surpresa que a segurança continue a ser um problema com a tecnologia de nuvem, especialmente agora com a introdução das leis de proteção de dados GDPR na Europa e LGPD no Brasil. Dadas as vantagens da computação em nuvem, muitas empresas provavelmente se apressarão sem considerar seriamente as implicações de segurança.

De acordo com o Gartner, “até 2020, 99% das vulnerabilidades exploradas continuarão sendo conhecidas pelos profissionais de segurança e TI por pelo menos um ano”.

Em 2019, as empresas terão a difícil tarefa de garantir que suas práticas de dados atendam plenamente aos requisitos das leis de proteção de dados.

Impulsionados pela transformação digital, veremos mais e mais empresas migrarem para a nuvem no próximo ano, o que significa que as ameaças à segurança cibernética também aumentarão.

Oitenta e três por cento das cargas de trabalho da empresa estarão na nuvem até 2020 – 41% das cargas de trabalho corporativas serão executadas em plataformas de nuvem pública, enquanto outros 22% serão executados em plataformas de nuvem híbrida.

Garantir a conformidade da nuvem com as leis de proteção de dados não será uma tarefa fácil. Os resultados de uma pesquisa recente feita pela CommVault mostraram que apenas um pequeno número (12% das 177 organizações globais de TI pesquisadas) entende como o GDPR afetará seus serviços em nuvem. Esses resultados levantam a suposição de que as empresas que usam serviços em nuvem serão mais vulneráveis.

As grandes empresas e corporações enfrentarão mais desafios do que nunca para serem competitivas neste ambiente tecnológico em constante mudança. As tendências descritas acima são áreas críticas nas quais dedicar recursos para que elas permaneçam relevantes e garantam que seus produtos permaneçam na liderança do mercado em 2019.

Carlos Mattos, Chief Architect e Head of Technology and Innovation na GFT Brasil.

Tags, ,

Ilson Bressan é o novo CEO do Peixe Urbano

O Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, que em novembro de 2017 se uniu ao Groupon Latam , anuncia Ilson Bressan como seu novo CEO. Em 2018, Bressan se tornou vice-presidente Comercial Latam, já executando a maior área da empresa, e a partir de agora assumirá o desafio do comando integral da marca.

Graduado em Comércio Exterior pela UNISINOS (RS) e com MBA em Marketing pela ESPM, Ilson atua há mais de 20 anos na gestão de Marketing, Vendas e Operações. Além disso, foi fundador de diversas empresas com foco na gestão de marketing para produtos de consumo em massa desde 1994 – a última delas foi o primeiro portal no Brasil para reservas online em restaurantes, o Zuppa, adquirido pelo Peixe Urbano em 2011, ano em que iniciou sua carreira na empresa.

“Construí uma carreira sólida dentro do Peixe Urbano e isso me proporcionou a experiência necessária para assumir esse novo desafio. Por isso, essa mudança veio de forma tranquila e programada. Acredito que a paixão é o que caracteriza o comportamento de todos que trabalham na empresa, e me sinto honrado com o compromisso de manter o DNA da marca, bem como levar a um novo patamar de geração de valor não só ao Brasil, mas aos demais países onde atuamos”, explica o novo CEO.

Para 2019, a companhia está com expectativas bastante positivas. A receita de janeiro fechou 10% maior que o mesmo mês do ano passado, e com melhoria de rentabilidade. Após a fusão da empresa ao Groupon Latam, o Peixe Urbano passou a atuar em mais 5 países: Chile, Argentina, Peru, México e Colômbia, focando na expansão internacional de seus serviços.

T-Systems Brasil tem nova Managing Director

A T-Systems anunciou nesta segunda-feira (04/02) Angelica Vitali como managing director de suas operações no Brasil, e contratou Alexandre Matte como novo vice-presidente de vendas. Matte também integrará o board da companhia no País.

Angelica ocupava a função interinamente desde novembro de 2018. Matte traz para a T-Systems uma vasta experiência na área de vendas, acumulada em cargos de liderança ocupados em grandes empresas globais de tecnologia.

Na T-Systems, o executivo será responsável pelas atividades de vendas, marketing e parcerias, e terá o desafio de conduzir ações focadas no crescimento contínuo da empresa.

As mudanças na gestão visam fortalecer a equipe executiva para acelerar o crescimento, reforçar o foco no cliente e consolidar a T-Systems como um player importante na jornada de transformação digital de seus clientes e prospects.

Ex-Diebold é o novo diretor de tecnologia da Máxima Sistemas

O crescimento registrado nos últimos anos da Máxima Sistemas, companhia de tecnologia móvel de força de vendas, e-commerce, trade marketing e logística para o atacado distribuidor, reforçou a necessidade de ampliação da sua estrutura para atender ao mercado dentro da velocidade demandada. Em função deste cenário, a empresa conta hoje com Luciano Almeida à frente da diretoria de tecnologia.

Entre as responsabilidades do executivo está o desenvolvimento de frentes como Pesquisa & Desenvolvimento e Evolução Tecnológica dos produtos da companhia, que atualmente detém um portfólio com 10 soluções, atendendo a mais de 51 mil usuários em todo o Brasil.

A missão de acelerar a jornada digital dos clientes da Máxima Sistemas é um dos seus desafios. “Para isso, estamos empenhados em levar ao mercado um produto cada vez mais aderente, num formato ´plug and play”, comenta Almeida.

Também faz parte do seu escopo de compromissos o incentivo da cultura de Desenvolvimento Ágil, assim como o fortalecimento do uso de ferramentas e métodos de alto desempenho com foco num clima organizacional positivo e voltado ao comportamento inovador. “Vamos garantir as entregas aos clientes prezando sempre pelo bom atendimento, que é uma marca registrada da Máxima, e, em paralelo, levando camadas de inovação para os produtos”, explica o diretor.

Almeida tem experiência de 25 anos no mercado de TI e construiu sua carreira em empresas como Diebold, atuando como diretor de desenvolvimento de software, e CTIS, onde ocupou o cargo de gerente de departamento por 15 anos. É formado em análise de sistemas pela Universidade do Sul de Santa Catarina (Unisul) e possui MBA em Gestão de Empresas com Foco em Estratégia pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).

Fintech Adianta recebe investimento de R$ 8 milhões

Há dois anos no mercado, a startup Adianta, fintech focada em antecipação de recebíveis para pequenas e médias empresas, acaba de receber um novo investimento no valor de R$ 8 milhões. Acompanhada dos antigos investidores, como Yellow Ventures e OsherTech, a nova rodada do aporte inclui os fundos DGF Investimentos e 42K Investimentos, que estruturou um club deal com investidores de fintechs, como a Chromo Investimentos, a Capital Lab e Roger Ingold – ex-CEO da Accenture, e empreendedores, como Sandro Reiss – fundador e CEO da Geru – e Jaime de Paula – fundador e CEO da Neoway.

Com este novo investimento, dentre os planos de crescimento para a startup estão a ampliação do time de engenheiros de desenvolvimento e da equipe de vendas a fim de aumentar a capilaridade da plataforma, além da criação de novos serviços e produtos voltados para pequenas e médias empresas. “A 42K e seus investidores enxergam muitas oportunidades em fintechs de crédito e acreditamos que a Adianta está desenvolvendo uma plataforma para adiantamento de recebíveis e produtos financeiros de muito sucesso, complementado o ótimo portfólio de investimentos na área como a Geru e a BizCapital”, afirma Eduardo Smith.

Até o final do primeiro trimestre deste ano, a Adianta começará o atendimento aos fornecedores de serviços, além de estudar novos produtos de capital de giro. Até o momento, a empresa já recebeu pedidos de cerca de R$ 110 milhões em crédito. Agora, a expectativa para 2019 é alcançar uma carteira de crédito de R$ 100 milhões, incluindo em seu portfólio desconto de duplicatas de serviços, bem como alguns parceiros estratégicos. “O que queremos é desenvolver um relacionamento de longo prazo com os nossos clientes, sempre com a preocupação de desburocratizar a experiência de concessão de crédito. Aos poucos, estamos levando a inovação das fintechs para este segmento”, revela Marco Camhaji, CEO da Adianta.

O executivo explica que o aporte é bastante representativo para a atuação da empresa. “Com a evolução do motor de crédito, devemos garantir um índice mais alto de aprovação das operações, beneficiando as PMEs para que sejam atendidas cada vez mais pela Adianta”, esclarece Camhaji.

A ideia da startup surgiu quando seus fundadores identificaram um gargalo no mercado financeiro para a captação de créditos por parte das pequenas e médias empresas, seja pelo tamanho do negócio ou pelo seu tempo de operação. Disponível todos os dias da semana, 24 horas por dia, a dinâmica de funcionamento da plataforma é simples e totalmente digital: basta o cliente adicionar o formato XML da nota fiscal de venda, que já é realizada toda a formalização do crédito de uma forma bastante intuitiva. A avaliação é realizada em tempo real, sem burocratização, e o cliente imediatamente tem acesso ao status de seu processo.

EqSeed realiza eventos em diversas capitais do Brasil para startups captarem até R$ 5 milhões

A EqSeed, plataforma que conecta investidores a startups, realiza uma rodada de eventos chamada EqSeed Workshop Tour. Trata-se de uma série de Workshops voltada exclusivamente para empreendedores sobre como as empresas devem fazer para realizar rodadas de investimento de até R$ 5 milhões pela plataforma.

O sócio-fundador da fintech, Brian Begnoche, estará presente para tirar todas as dúvidas dos empreendedores sobre o processo de aprovação da EqSeed e sobre o que a startup precisa ter para realizar sua rodada pela plataforma. “O interesse dos empreendedores nesse modelo vem aumentando fortemente. Em 2018, a rodada média na EqSeed foi de mais de R$ 1 milhão, com duração média de 38 dias. Essa velocidade de captação é difícil ignorar”, afirma o executivo.

Em novembro, a EqSeed captou R$2,5 milhões de investimento em apenas 27 horas por meio de sua própria plataforma, quebrando o recorde de maior rodada individual do equity crowdfunding no Brasil. “Pretendemos continuar quebrando recordes esse ano e para fazer isso, queremos aprovar R$12 milhões de rodadas para startups no primeiro semestre desse ano”, finaliza.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas por meio do link http://bit.ly/eqseedworkshoptour.

Grade de eventos:

14 de fevereiro – São Paulo

WeWork Nações Unidas 14261

Av. das Nações Unidas, 14261 – Brooklin

19 de fevereiro – Curitiba

Auditório da Legacy Partners

Rua General Mário Tourinho, nº 1805, conj. 702 – Seminário

21 de fevereiro – Florianópolis

Auditório do Impact Hub Floripa (Acate Building)

Rod. José Carlos Daux, 4150

26 de fevereiro – Rio de Janeiro – (data alterada por conta dos temporais na cidade)

Arena Fábrica de Startups – Centro Comercial AQWA Corporate

Via Binário do Porto, 299, 3º andar – Santo Cristo

Gartner identifica as cinco principais tendências para Infraestrutura e Operações em 2019

O Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, destaca as principais tendências que os líderes de infraestrutura e operações (I&O) devem começar a preparar para suportar a infraestrutura digital em 2019.

“Mais do que nunca, o departamento de infraestrutura e operações precisa se envolver com o dia a dia das áreas estratégicas das empresas. O foco dos líderes desse setor não é mais entregar apenas engenharia e processos para as operações, mas entregar produtos e serviços que suportem e permitam a estratégia de negócios das organizações”, diz Ross Winser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner. “A questão é como podemos usar os recursos como inteligência artificial (IA), automação de rede ou computação de ponta para suportar infraestruturas em rápido crescimento e que precisam atender às necessidades das companhias”.

Nesse contexto, o Gartner encoraja os líderes de infraestrutura e operações a se prepararem para as 10 tecnologias e tendências que apoiarão a infraestrutura digital em 2019. São elas:

Computação sem servidor – A computação sem servidor (Serverless) é um padrão emergente de arquitetura de software que promete eliminar a necessidade local de provisionamento e gerenciamento de infraestrutura. Os líderes de infraestrutura e operações precisam começar a adotar uma abordagem centrada em aplicações para computação sem servidores e com gerenciamento de APIs e SLAs, ao invés de seguirem com infraestruturas físicas criadas em suas empresas. “A verdade é que os servidores continuarão a existir, mas os provedores de serviços é que serão os responsáveis por toda a análise e dimensionamento dos recursos envolvidos no ambiente, o que resultará em mais agilidade às organizações”, explica. Vale lembrar que esse tipo de tecnologia não substituirá a aplicação de contêineres ou máquinas virtuais, sendo fundamental saber como usar melhor o conceito sem servidor antes de aplicá-lo. “O desenvolvimento de recursos de suporte e gerenciamento desse tipo deve ser um foco dentro das equipes de infraestrutura e operações, pois mais de 20% das organizações globais implementarão tecnologias de computação sem servidor até 2020. Hoje, menos de 5% das companhias usam esse formato”, afirma Winser.

Impactos de Inteligência Artificial – A Inteligência Artificial está crescendo em importância para os líderes de infraestrutura e operações que precisam gerenciar infraestruturas em plena expansão e que, ao mesmo tempo, não podem aumentar sua equipe. Os recursos de inteligência artificial têm o potencial de transformar as organizações e estão no centro dos negócios digitais, cujos impactos já são sentidos pelas companhias. De acordo com a Gartner, os negócios derivados de Inteligência Artificial chegarão a US$ 3,9 trilhões até 2022.

Garantir agilidade de rede – A infraestrutura e a capacidade de rede são a base de tudo o que a área de TI faz – soluções em Nuvem, Internet das Coisas (IoT) e serviços de ponta, por exemplo, sendo que continuarão avançando em 2019. “As equipes estão sob constante pressão para garantir a alta disponibilidade de rede. Ainda que a cultura das equipes muitas vezes limite as mudanças, o fato é que a demanda por agilidade na performance dessas operações também aumentou”, diz Winser. O foco dos líderes de I&O para 2019 e nos próximos anos deve ser o de encontrar formas para ajudar suas equipes a aumentarem o ritmo de trabalho, buscando opções para atender à necessidade por mais agilidade. “Parte dessa resposta é a criação de um ambiente com automação e análise, capaz de lidar com a mudança real das empresas”, explica.

O Gartner avalia que as demandas por melhorias de performance de rede deverão crescer com o advento do 5G, da maturidade das soluções em Nuvem e com a explosão no número de dispositivos de IoT. “Essas são apenas algumas das pressões que os líderes devem antecipar. Então, o período crítico para lidar com este desafio é agora”, diz o analista do Gartner.

Morte do Data Center – O Gartner prevê que, em 2025, 80% das organizações migrarão seus dados de Data Centers locais para ambientes no formato de co-location, hospedagem ou Nuvem, levando-as ao gradual encerramento de seus Data Centers tradicionais. “Os líderes de I&O devem se preparar para esse movimento, ajustando as cargas de trabalho com base nas necessidades dos negócios e não se limitando a decisões baseadas em localização física. Desde a hospedagem até a Nuvem Pública, existem muitas alternativas para os Data Centers locais. Os líderes devem identificar se existem razões verdadeiramente estratégicas para persistir com necessidades locais, especialmente quando consideram que a quantidade significativa de investimento envolvida é muitas vezes amortizada ao longo de muitos anos”, afirma o analista. As preparações devem começar agora, pois o prazo crítico para isso será de 2021 a 2025.

Edge Computing – O avanço de dispositivos de Internet das Coisas e de tecnologias imersivas levarão o processamento de informações ao limite, redefinindo e reformulando o que os líderes de I&O precisarão implantar e gerenciar. A borda, nesse caso, é o local físico onde as coisas e as pessoas se conectarão com o mundo digital em rede – espaço que fará a infraestrutura a chegar cada vez mais ao seu limite. A Edge Computing faz parte de uma topologia de computação distribuída em que o processamento de informações está localizado próximo à borda, que é onde as coisas e as pessoas produzem ou consomem essas informações. Edge Computing aborda as leis da física, economia e terra, que são fatores que contribuem para como e quando usar borda. “Essa é outra tendência que não substitui a Nuvem, mas a potencializa”, diz Winser. “O prazo crítico para as organizações adotarem essa tendência é entre 2020 e 2023”.

Pesquisas adicionais sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, em São Paulo. No evento, analistas brasileiros e internacionais vão apresentar conexões vitais entre tecnologias, gestão e cultura com um foco especial na liderança de cada função de Infraestrutura e Operações (I&O).

Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil.

Tags,

Locaweb abre inscrições para a quarta edição do Programa Trainee

A Locaweb, referência em serviços digitais no País, abre as inscrições para a quarta edição do Programa Trainee. O objetivo é encontrar jovens talentos que, acima de tudo, queiram aplicar seus conhecimentos acadêmicos e desenvolver competências técnicas, em um espaço que valoriza a inovação, a criatividade e o trabalho em equipe.

Voltado para formados desde julho de 2017 e formandos até julho de 2019 nos cursos de Engenharia (todas as áreas), Administração, Marketing, Economia, e todos aqueles vinculados a negócios, as inscrições podem ser feitas até 19 de março pelo site www.traineelocaweb.com.br.

Todos os candidatos passarão por um processo seletivo composto por etapas online com análise de currículo, teste de inglês, raciocínio lógico e game de competências e, se aprovados, seguirão para as etapas presenciais com dinâmica de grupo, painel com discussão de cases e entrevista com gestores.

A previsão é que os selecionados iniciem os trabalhos em julho deste ano, quando serão alocados nas áreas onde a aptidão do trainee e a necessidade da equipe se encontram. Os profissionais ainda terão a oportunidade de participar dos eventos mais importantes promovidos pela empresa, como Hackathon, Locaweb Digital Conference e RubyConf.

“Procuramos talentos que buscam a chance de desenvolver sua carreira em um ambiente que preza a criatividade na busca de soluções e o trabalho em equipe, além da troca de ideias, conhecimento e experiências. Na Locaweb, cada desafio é visto como uma chance de inovar, aprender e crescer. Trata-se de uma grande oportunidade para quem deseja fazer história dentro de uma Big Tech Company 100% brasileira”, ressalta Raquel Parente, gerente de recursos humanos da empresa.

Nesta edição são esperadas 11 mil inscrições e, à princípio, serão oferecidas cerca de 10 vagas, número que pode variar de acordo com o desempenho dos candidatos. Os contratados terão como benefícios remuneração compatível com o mercado, assistência médica e odontológica, seguro de vida, horário flexível, vale refeição para consumo dentro da empresa, vale transporte ou estacionamento, programa de qualidade de vida (academia in company, massagem relaxante e ginástica laboral), sala de relax com videogames, mesas de ping-pong, pebolim e pufes para descanso.

IBM registra 9.100 patentes em 2018 e bate recorde pelo 26º ano consecutivo

Os inventores da IBM (NYSE: IBM) registraram 9.100 patentes em 2018, alcançando pelo 26º ano consecutivo a liderança no ranking de patentes dos Estados Unidos, de acordo com o IFI CLAIMS Patent Services1. A IBM liderou o número de patentes para Inteligência Artificial (IA), computação em nuvem, segurança e computação quântica. O ano de 2018 também foi de destaque para os pesquisadores da IBM Brasil. Isso porque, das empresas estabelecidas no País, a IBM foi a que mais registrou patentes (56) nos EUA, segundo o Escritório Americano de Marcas e Patentes (USPTO, na sigla em inglês) dos EUA. No acumulado entre 2011 e 2018, a IBM também se mantém na liderança, com 183 patentes no total2.

Em seus oito anos de operação, além de contribuir para o desenvolvimento da inovação no País, o laboratório da IBM no Brasil já desenvolveu e submeteu mais de 300 patentes ao USPTO – 94 delas já foram concedidas. O time de pesquisadores brasileiros também publicou mais de 450 artigos científicos e conquistou 35 prêmios. As patentes geradas no Brasil estão dentro da área de nanotecnologia, cloud computing, cognitive computing, blockchain, analytics e Internet das Coisas (IoT), aplicadas principalmente àsindústrias de exploração de óleo e gás, agricultura, finanças e saúde.

As 1.600 patentes de IA que os inventores da IBM ob tiveram em 2018 incluem novas maneiras de usar a inteligência artificial para ajudar a proteger e preservar lagos e vias fluviais. A inteligência artificial também desempenhou um papel importante nas mais de 1.400 patentes de segurança que foram concedidas aos inventores da IBM em 2018, incluindo uma abordagem de segurança baseada em IA para combater o phishing de voz. No geral, quase metade das patentes de 2018 estão relacionadas a avanços pioneiros em inteligência artificial, computação em nuvem, segurança, blockchain e computação quântica.

Algumas patentes da IBM concedidas em 2018 incluem:

• Project Debater – Desenvolvido por IBM Research é o primeiro sistema de inteligência artificial que pode debater com humanos sobre questões complexas. Os inventores da IBM patentearam uma abordagem para usar o aprendizado de máquina, identificando evidências como segmentos de texto relevantes em dados não estruturados, que apoiam ou se opõem a um problema em questão. Isso poderia ajudar a fornecer avanços no modo como as máquinas e os seres humanos interagem em conversas.

• Os inventores da IBM patentearam um sistema inteligente que poderia ser usado pa ra identificar, caracterizar e monitorar os gradientes verticais de temperatura que afetam a vida marinha em lagos e outros ecossistemas aquáticos. A análise combinada com IBM Cloud e o mapeamento da Internet das Coisas (IoT) ajudaram a IBM e parceiros a projetar o lago mais inteligente do mundo, o Lago George.

• O “Phishing” ocorre quando uma pessoa ou sistema de computador tenta obter informações confidenciais de vítimas desconhecidas. Mais recentemente, os fraudadores recorreram ao phishing de voz, ou “vishing”, que realiza chamadas telefônicas cujo principal objetivo é obter dados bancários ou outras informações pessoais importantes das vítimas. A IBM patenteou um sistema de Inteligência Artificial que, com a permissão do usuário, pode analisar os padrões de diálogo para identificar quando uma das partes tenta enganar a outra. O sistema poderia enviar uma mensagem de aviso em tempo real para alertar a vítima em potencial do vishing e ajudar os especialistas em TI da empresa a prevenir e gerenciar melhor as ameaças à segurança de computadores e dispositivos móveis.

Nuvem, Blockchain e Quantum

Os inventores da IBM receberam mais de 2.000 patentes de computação em nuvem em 2018, incluindo uma referente a um monitor especializado em máquinas virtuais baseadas em unikernel, que adota uma abordagem mais leve para melhorar o isolamento e a segurança entre um aplicativo em nuvem e seu host, reduzindo os tempos de fornecimento e melhorando o desempenho. A pesquisa tem relação com a segurança de contêineres e pode permitir que organizações movam dados e aplicativos com mais segurança, por meio dos ambientes locais e na nuvem.

Os pesquisadores da IBM também continuam a liderar o caminho no desenvolvimento do Blockchain e seu rápido ritmo de adoção global. A IBM recebeu uma patente de um método para criptografar dados armazenados em uma cadeia de blocos. Os membros de uma rede Blockchain podem colocar dados em uma cadeia de blocos que gostariam de compartilhar com outros membros. No entanto, em vez de armazenar os dados abertamente para que qualquer um dos participantes possa ver, os membros podem criptografar seus dados dentro da rede e somente aqueles que receberam uma chave de descriptografia podem ter acesso às informações. A IBM ativou esse recurso patenteado para usuários do código aberto Hyperledger Fabric.

A IBM também patenteou invenções importantes na computação quântica, incluindo uma nova maneira de miniaturizar componentes para melhorar o desempenho de computadores quânticos.

Para saber mais sobre a liderança da IBM em patente e inovação, visite http://www.research.ibm.com/patents/

¹ 2018 patent data sourced from IFI CLAIMS Patent Services: http://www.ificlaims.com
² Fonte: USPTO TAF database, PTMT, 1/10/2019.

Pesquisa da Fujitsu aponta IA como ferramenta para equilibrar vida e trabalho nas empresas

O investimento em ferramentas modernas e softwares de última geração deixou de ser o principal foco das empresas: a estratégia agora está em como equilibrar essas tecnologias para reter os melhores talentos e trazer um equilíbrio entre vida e trabalho. É o que aponta o estudo Workplace 2025, realizado pela Fujitsu em parceria com a empresa de pesquisa Pierre Audoin Consultants (PAC).

A pesquisa, realizada no final de 2018 com funcionários de empresas de grande e médio porte na Bélgica, França, Alemanha, países Nórdicos, Espanha, Reino Unido e Irlanda, destaca os fatores essenciais para o crescimento da produtividade. Além disso, o estudo analisa os desafios enfrentados pelas empresas à medida em que evoluem. Nem todas as organizações possuem a cultura, as políticas ambientais e as tecnologias corretas para permitir que seus funcionários sejam eficazes ou para atrair talentos no futuro.

Uma dessas tecnologias transformadoras é a Inteligência Artificial, apontada pelos entrevistados como principal aliada para otimizar a produtividade e equilibrar o trabalho com a vida pessoal. Isso porque, segundo os respondentes, apesar de apresentarmos mais horas dedicadas ao trabalho, a produtividade está comprometida. A solução para ajudar neste processo é o acesso às ferramentas corretas (segundo 40% dos respondentes) e é fundamental para ajudar na produtividade e um ambiente de trabalho estimulante e saudável (49%).

De acordo com Robin Lipscomb, chefe de estratégia de serviços de tecnologia digital da Fujitsu EMEIA, o consumo de tecnologia nas empresas já se funde com as linhas do mundo corporativo e vidas pessoais. E a pesquisa da Fujitsu permite que pontos como estes sejam focos de atenção. “Quando reconhecemos a importância de colocar as pessoas em primeiro lugar e oferecemos as ferramentas corretas na realização de seus trabalhos, veremos vidas profissionais e privadas começando a se mesclar de maneira mais eficiente”, completa o executivo.

O estudo mostra que mais de 80% dos participantes acreditam que a IA, experimentada por meio de assistentes virtuais ou experiências de usuário personalizadas, tem efeito positivo no dia a dia na empresa. E não são apenas os funcionários nativos digitais que estão prontos, essa perspectiva positiva é compartilhada por trabalhadores iniciantes e experientes.

Empresas precisam se preparar para reter talentos

Ao mesmo tempo em que a concorrência por trabalhadores qualificados se intensifica, as empresas não conseguem atender às expectativas de seus colaboradores: Quase a metade de todos os funcionários entrevistados (46%) acredita que seu local de trabalho atual não tem um impacto positivo no recrutamento e retenção de pessoas com habilidades essenciais.

À medida que os profissionais trabalham por mais horas, buscam maneiras de obter equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. Isso pode ser conseguido por meio de horários e práticas de trabalho flexíveis, onde mais da metade (53%) considera esse tópico “muito importante” em termos de aumento da produtividade.

Conforme a Inteligência Artificial, tecnologias de automação e processos robotizados são amplamente adotados pelas empresas, as pessoas esperam dos seus empregadores processos básicos, como atividades de integração e automatização de solicitações de serviços. As empresas que conseguirem atingir esse equilíbrio serão capazes de enfrentar os desafios da produtividade e ganharão a guerra por talentos, atraindo e retendo funcionários qualificados.

Num futuro próximo, a Fujitsu espera que os trabalhadores enfatizem mais a capacidade de combinar efetivamente a vida pessoal e profissional. Com abordagem centrada no ser humano, a Fujitsu está bem posicionada para fornecer os serviços, ecossistemas e tecnologias necessários para o local de trabalho moderno, pessoal e flexível. O relatório do estudo pode ser encontrado aqui.

Cognizant é reconhecida pelo Top Employers Institute, pela excelência nas práticas de RH

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, foi reconhecida pelo Top Employers Institute pela excelência nas práticas de RH.

“Temos 1.700 colaboradores só no Brasil e estamos orgulhosos por mais essa conquista. A Cognizant é uma empresa inovadora, disruptiva e que contribui para acelerar o desenvolvimento tecnológico no país. Esse selo reforça o comprometimento que temos em empoderar nossos profissionais a fazerem parte dessa transformação, que se traduz em processos e estratégias eficientes, no protagonismo de carreira e nas melhores práticas.”, diz Tatiana Porto, diretora de Recursos Humanos da Cognizant no Brasil.

O Top Employers Institute tem mais de 25 anos de experiência e certifica globalmente a excelência nas práticas de RH que as empresas criam para seus colaboradores, como condições ideais de trabalho e os benefícios para funcionários, que garantem que se desenvolvam pessoal e profissionalmente.

A certificação também aponta indicadores de desempenho, como retenção de conhecimento, rotatividade, aquisição de talentos, absenteísmo, entre outros, que impactam diretamente nos resultados financeiros das organizações.

Além disso, há um processo de pesquisa de seis meses, que analisa cerca de 600 práticas de gestão de pessoas. A qualidade dessas práticas também é avaliada comparativamente às demais empresas participantes pelo Top Employers Institute. Em seguida, o estudo é validado por uma auditoria externa que reitera a qualidade do processo de certificação. Para participar, é necessário que a organização tenha um mínimo de 250 colaboradores nacionais, ou 2.500 internacionais, e demonstre os mais altos padrões de excelência em gestão de pessoas.

“Com esse reconhecimento, reforçamos nossa capacidade de inovar e aprimorar soluções para propiciar um ambiente de trabalho produtivo e engajador para todos”, conclui a executiva.

As mudanças que o Brasil precisa começam pelo mindset do governo

Por Laércio Cosentino, presidente do Conselho de administração da TOTVS

O último relatório Focus, apresentado em 31 de dezembro de 2018 pelo Banco Central, mostra que a expectativa de investimentos estrangeiros no Brasil em 2019 subiu de US$ 78,4 bilhões para US$ 79,5 bilhões. Já a estimativa do BC é que nosso PIB cresça 2,4%, mas condiciona isso à reformas e ajustes fiscais na economia brasileira.

O que esses dados mostram é que depois da retração dos últimos anos, com investimentos represados, principalmente nos setores de infraestrutura e tecnologia, é primordial que o novo governo apresente uma agenda favorável às reformas necessárias para que este cenário se torne realidade. Especialmente, para evitar novas dificuldades econômicas. Claro que este não é um processo fácil ou tranquilo, mas é necessário para evitar que tenhamos, inclusive, novos retrocessos.

Isso começa por uma mudança de mentalidade do próprio governo. Por exemplo, a cada ano que passa acompanhamos o lançamento de novos produtos e serviços que buscam acompanhar as necessidades de seus clientes. Esta é uma demanda dos próprios consumidores que buscam por experiências inovadoras e que estão cada vez mais exigentes e empoderados de seus direitos.

O jovem não tem interesse em adquirir um imóvel, pois prefere alugar algo mais próximo do trabalho e que seja mais acessível. Eles também não se preocupam em correr contra o tempo para conseguir a habilitação, já que preferem utilizar o serviço de aplicativos de transporte. Portanto, sendo o governo o principal prestador de serviços de um país, está mais do que na hora de se adequar a essa nova realidade. É preciso se modernizar.

Tamanha mudança social demanda por reformas profundas de sistemas como o judiciário, trabalhista, tributário e até mesmo partidário. A reforma tributária, por exemplo, passa por uma reformulação completa do orçamento. De acordo com o Impostômetro, em 2018, foram pagos R$ 2,388 trilhões em impostos no Brasil, um valor equivalente a 50 salários mínimos por mês durante 4,2 milhões de ano. Enquanto o setor privado investe e se prepara para esta nova realidade, os governos se mantêm estagnados, desatualizados e sem entender o momento em que estamos vivendo.

Em contrapartida, temos as tecnologias de conectividade, mobilidade e colaboração disponíveis e já sendo usadas pelos cidadãos e pelo setor privado. Hoje temos inovações como os sensores de IoT, que captam informações para apoiar a tomada de decisões, ou alimentar algoritmos de Inteligência Artificial, que permitem a previsão de tendências. As empresas estão ágeis e os governos precisam perceber esses recursos para reduzir cargas tributárias, melhorarem a relação com o cidadão e com os potenciais investidores no Brasil.

Outro exemplo é a gestão do sistema educacional do país. Veja como esta base de dados está fragmentada, já que cada instituição seja ela privada ou pública, detém para si o registro dos seus alunos. Quando o Ministério da Educação quer fazer uma avaliação, precisa aplicar a Prova Brasil ou checar dados do Enade e do Enem, que não mostram a verdadeira qualidade do ensino porque não são todos os estudantes que fazem as provas. Com uma base de dados integrada e padronizada, seria possível comparar e avaliar em nível nacional as melhores instituições, índices de frequência, notas de alunos, municípios com falta de professores e escolas ou faculdades. Assim, reparar e desenvolver a educação brasileira.

Mas, tudo isso demanda agilidade e a capacidade de antecipar comportamentos, tendências e tecnologias, para que os governantes se adequem à nova realidade. Caso contrário, nosso mercado vai ficar para trás.

As oportunidades e o momento estão aí! As cartas estão dadas.

O governo precisa fazer a sua parte e nós como cidadãos precisamos expressar opiniões construtivas e colaborar para que o resultado positivo seja atingido. Vamos todos trabalhar para que o Brasil não perca mais quatro anos.

Tags, ,

Randstad anuncia CTO Brasil

A Randstad, líder global de soluções em recursos humanos, anuncia nova posição na empresa: CTO – Chief Transformation Officer (diretora de transformação digital), que passa a ser ocupada por Eddy Salinas.

Natural da Venezuela, a executiva reside no Brasil desde 1995 e possui 30 anos de experiência em Tecnologia da Informação. Com carreira sólida no setor, atua há 20 anos no País, com uma trajetória internacional marcada por sete anos de experiência na Venezuela, três nos Estados Unidos e um na Colômbia. Eddy é graduada em Engenharia da Computação e Sistemas de Informações pela Universidad Tecnológica del Centro (UNITEC), da Venezuela, e tem especialização em desenvolvimento de lideranças e transformação digital.

Antes de entrar na Randstad, a executiva ocupava o cargo de diretora de TI na Unilever, onde era responsável pelas operações do Brasil e da América Latina. Na Randstad, Eddy Salinas contribuirá para manter a liderança da empresa no mercado global e local, além de comandar a transformação digital da companhia, guiada pelo conceito Tech & Touch da marca.

Stefanini investe em soluções para o banco do futuro

O mundo está cada vez mais digital e influencia diretamente na transformação do setor financeiro. Há quem acredite que na agência do futuro seremos recebidos por robôs ou que faremos qualquer transação bancária apenas pela íris do olho. Com a evolução tecnológica, é possível que tudo isso faça parte de um novo cenário, que ajude a complementar a utilização crescente dos aplicativos como forma de simplificar as operações financeiras na nova economia.

Apoiando a transformação bancária, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, desenvolveu a solução Topaz, com capacidade de realizar todas as etapas do gerenciamento do banco, permitindo que empresas financeiras de qualquer porte transformem seus processos de Core Banking com maior agilidade, facilidade, segurança e redução de custos.

“Nossa solução está preparada para atender a estratégia de qualquer banco, independente do tamanho. Temos uma plataforma robusta e uma equipe totalmente capacitada para apoiar a construção desse novo mundo”, afirma Jorge Iglesias, diretor da Stefanini, responsável pela plataforma que foi utilizada para suportar a transformação digital do Sicredi, instituição financeira cooperativa presente em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, e que atende a 3,7 milhões de associados.

O projeto contemplou a substituição gradual do core bancário, sistema que processa os produtos e serviços, com o objetivo de atender a demanda dos associados por conveniência e agilidade, além de conectar mais pessoas por meio do cooperativismo. “Com uma plataforma modular, escalável e fortemente integrada aos canais digitais, por meio de APIs, esperamos ampliar, em 2019, nossa atuação em outros bancos do Brasil e América Latina”, destaca o executivo.

Atualmente, existem três categorias do Topaz. A primeira delas é o Topaz Banking, que suporta todas as etapas e processos bancários, como verificação de contas e poupanças, depósitos a prazo e empréstimos comerciais e pessoais. Ele permite operações bancárias em tempo real de forma centralizada, disponível em múltiplos canais, ajudando os bancos a redefinirem seu papel e reimaginarem as relações com os clientes, criando lealdade e novos fluxos de receita para atender seu cliente.

O Topaz Banking possui uma arquitetura aberta de alta performance, robusta e eficiente, permitindo realizar novas demandas de trabalho sem aumento exponencial de custos. “É a base para a construção de um banco projetado para o cliente, visando o seu propósito e visão clara do futuro. Possuímos mais de 30 anos de experiência de mercado, com cobertura funcional completa para as necessidades atuais e futuras, conjunto de microsserviços simplificado e alto nível de parametrização, que garantem ao banco permanecer em conformidade, seguro, atendendo às exigências do mercado, além de facilitar o lançamento de novos produtos e serviços financeiros, atendendo o time to market do negocio”, destaca o diretor.

A solução atende aos requisitos regulatórios e contempla todas as etapas e processos para bancos, financeiras, intuições de pagamento, fundos de investimentos e empresas varejistas que também queiram atuar no segmento financeiro. “Usamos processos ágeis para que produtos e novas tecnologias possam chegar ao mercado mais cedo, com a vantagem de serem ajustados na medida em que avançamos e melhorarmos a experiência do cliente.”

O Topaz Trace é totalmente especializado em compliance. Com ele, é possível fazer monitoramento, gerando listas restritivas, tanto internas como externas, alertas em tempo real, análise de perfil do cliente e também relatórios de conformidade. Por fim, o Topaz Microfinance atende instituições de microfinanças e microcrédito especializada em processos de depósitos a prazo e remessas.

Além da solução de core banking utilizada pelo Sicredi, a Stefanini conta com uma oferta completa de banco digital. Cada projeto pode ser desenhado e implementado em até quatro meses, de maneira consultiva, podendo incorporar, de acordo com a demanda, as seguintes soluções: originação de cadastros, contas e créditos; a assistente virtual Sophie; soluções para assinatura eletrônica de contratos pela web ou via aplicativo, assinatura digital, ferramentas de segurança cibernética e imagens para gestão de garantias dos créditos de agronegócio; captura de documentos e processamento de imagens; tesouraria e backoffice, plataforma de engajamento, analytics e moeda digital (Okanii). “O ecossistema de inovação da Stefanini garante a oferta de uma solução ponta a ponta para tornar as instituições financeiras ainda mais competitivas”, reitera Jorge Iglesias.

Para Breno Barros, diretor global de Inovação & Negócios Digitais da Stefanini, a economia digital trouxe um novo desafio para as instituições financeiras, que precisam se transformar o tempo inteiro. “Não há disrupção apenas com a tecnologia, mas principalmente com as pessoas. Por isso, as corporações devem mudar a forma de lidar com elas para que a transformação digital realmente aconteça para todos. Não são empresas que mudam, são as pessoas”, comenta.

Tags, , ,

A transformação da experiência a partir de novas gerações

Por Beatriz Oliveira

Não é novidade que o comportamento dos consumidores tem mudado a cada dia. Se fizermos uma breve análise, vemos um aumento crescente na busca por experiências positivas. Mais do que o consumo de eventos em si, a nova geração está apta a consumir eventos que tragam algum diferencial e proporcionem algo que não teriam acesso se o organizador não tivesse oferecendo.

Segundo um levantamento realizado pela Euromonitor, líder em pesquisa estratégica para o mercado de consumo, os setores que proporcionam cada vez mais experiências aos seus consumidores projetam crescimento de até 2,5% ao ano. Ainda segundo o estudo, até 2022, a expectativa é que a expansão atinja a marca de 10%. Números que são considerados surpreendentes para o mercado de eventos. Um outro estudo da American Lifestyles – Mintel, ainda projeta que nos próximos cinco anos o gasto total nestas categorias consideradas “não essenciais”, crescerá 22%.

O fato curioso é que todos esses dados estão ligados a geração Z, representada pelas pessoas que nasceram após os anos 2000, e que estão cada vez mais antenadas e exigentes quanto a experiência de compra. Recentemente, fizemos uma pesquisa nos Estados Unidos que mostrou detalhadamente essa mudança de comportamento. Essa geração costuma valorizar muito mais viver experiências, do que adquirir bens materiais.

Se avaliarmos alguns anos atrás, podemos afirmar que esse cenário era completamente diferente. Possuir o primeiro carro ou comprar a primeira casa eram ambições que as pessoas tinham como foco. Esses pontos já foram fatores importantes para a criação da identidade, mas a geração Z não está tão interessada em ter casa ou comprar um carro, pelo menos não como as anteriores estavam. A realidade é que agora, o valor real está na experiência, não na propriedade.

A verdade é que os jovens acreditam que a felicidade está relacionada em compartilhar momentos e criar coisas novas, ou seja, capturar memórias adquiridas em experiências é muito mais importante do que investir seu dinheiro em coisas palpáveis. Tudo isso mostra que esse mercado está cada vez mais desafiador e temos que ficar sempre mais próximos e ligados em tudo que essa geração está disposta a consumir. Qualquer tipo de mudança é um sinal de que temos que alterar nossas estratégias para proporcionar aquilo que eles buscam, ou seja, experiências singulares!

Vejo uma tendência muito grande na união do mundo on-line com o off-line. Além disso, vale lembrar que a premissa de um bom trabalho com essa geração é entender melhor o consumidor e seu digital body language, para depois oferecer uma comunicação mais direcionada e assertiva. Tenho certeza que essa mudança de mindset trará bons frutos para seu negócio. Pense nisso!

Beatriz Oliveira, Head de Marketing da Eventbrite, maior plataforma de tecnologia para eventos e venda de ingressos do mundo.

Qlik adquire CrunchBot e Crunch Data para aumentar as capacidades conversacionais de Analytics

A Qlik anuncia a aquisição do CrunchBot, bot de Inteligência Aumentada com analytics, e do time de AI e desenvolvimento de soluções da Crunch Data Inc. Agora, os usuários podem interagir e entender seus dados usando linguagem natural por meio do Qlik Sense e dentro das principais ferramentas de colaboração, como Slack, Skype, Salesforce Chat e Microsoft Teams. Isso amplia as capacidades cognitivas e de Inteligência Aumentada da Qlik ao oferecer análises de conversação adicionais com a plataforma Qlik e suas APIs abertas.

“Trazer o CrunchBot e a Crunch Data para a Qlik facilita a inserção de dados nos fluxos de trabalho e torna a análise um elemento essencial na colaboração diária e nas tomadas de decisão”, aponta Mike Capone, CEO da Qlik. “A Qlik procura continuamente novas formas de fornecer inteligência aumentada aos usuários para melhorar a alfabetização de dados. Essas aquisições permitem que nossos clientes e parceiros potencializem dados e insights em sua origem, aumentando o valor dos dados e da organização”, completa.

De acordo com o Gartner, “até 2020, 50% das consultas analíticas serão geradas via pesquisa, PLN (Processamento de Linguagem Natural) ou voz, ou serão geradas automaticamente”. Com o movimento de aquisição do CrunchBot e da Crunch Data, a Qlik já permite que seus clientes se beneficiem dos recursos de Inteligência Aumentada e da busca por linguagem natural, além de expandir e estender esses recursos por meio de uma interface de linguagem natural e conversacional.

A Crunch Data ajuda a impulsionar a adoção de Analytics e o sucesso dos clientes, integrando-se imediatamente à área de Customer Success da Qlik para expandir a capacidade da empresa em fornecer serviços gerenciados. A equipe da Crunch Data, uma mistura de desenvolvedores offshore e de profissionais de AI baseados nos EUA, tem um forte histórico de engajamento bem-sucedido em projetos com marcas como Century Link e Hortonworks.

“A Qlik é a líder em Analytics e leva a Inteligência Aumentada e Machine Learning para os usuários corporativos”, afirma Nish Patel, CEO da CrunchBot e co-fundador da Crunch Data. “Estamos entusiasmados em nos tornarmos parte dos recursos avançados que a Qlik continua trazendo ao mercado, ajudando os clientes corporativos a perceber o valor final de facilitar a conversa dos funcionários com os dados”, afirma.

O CrunchBot

O CrunchBot opera exclusivamente com as soluções da Qlik e elimina a lacuna entre a descoberta visual e o analytics conversacional. Por ser uma solução Trusted Extension Developer (TED), validada pela Qlik em termos de qualidade e funcionalidade, e construída sobre a estrutura de API aberta e o mecanismo associativo da Qlik, o CrunchBot permite aos usuários:

· Fazer perguntas de maneira conversacional por meio da interface de usuário do Qlik Sense ou de ferramentas de colaboração populares, como Slack, Skype, Salesforce Chat e Microsoft Teams;

· Explorar e fazer perguntas sobre os dados por meio de interação de voz com integração a serviços como a Amazon Alexa;

· Receber respostas e insights poderosos, incluindo contexto adicional com gráficos gerados automaticamente, interpretações, principais impulsionadores, cálculos de período-a-período e previsões;

· Aprofundar diretamente nos aplicativos de análise do Qlik Sense com base nos resultados, com o contexto (estado selecionado) preservado;

· Aproveitar o exclusivo Processamento de Linguagem Natural (NLP, na sigla em inglês) que treina automaticamente e rastreia consultas de usuários ao longo do tempo, e Geração de Linguagem Natural (NLG, na sigla em inglês), que fornece insights não apenas do que está acontecendo, mas também o porquê e para onde seguir. Diferentemente das soluções de pesquisa independentes, essa abordagem oferece o melhor dos dois mundos, permitindo que os usuários iniciem uma experiência de conversa e, em seguida, façam a transição para a exploração visual, para uma compreensão e descoberta mais profundas. Os clientes e parceiros da Qlik verão o aumento da adoção de Analytics e da alfabetização de dados entre os usuários em função da maneira mais rápida e fácil de fazer perguntas, gerar insights e tomar decisões baseadas em dados com o CrunchBot.

O CrunchBot está imediatamente disponível para os clientes Qlik e será licenciado como uma solução adicional para a plataforma Qlik Sense. O novo produto, chamado de Qlik Insigh Bot, está disponível junto com o recurso Insight Advisor da Qlik e é totalmente integrado ao mecanismo cognitivo da Qlik para oferecer ainda mais valor aos seus clientes.