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2019 será o ano de preparar o terreno para os smart buildings

Por Jaxon Lang

Tendências muito abordadas em 2018, Internet das Coisas, análises de dados, conectividade wireless, mobile edge computing (MEC), cabeamento e definições de novos padrões serão os principais impulsionadores de mudanças no mercado de prédios inteligentes, os chamados smart buildings, nos próximos meses. Elas serão as responsáveis pela convergência e pela tendência de preparação, conforme os prédios se transformam na base para campus e cidades inteligentes. Olhando para o futuro, 2019 será o ano da preparação e convergência, com os administradores e proprietários de edifícios estabelecendo as bases para os futuros desenvolvimentos destinados a atender às novas demandas.

Dados são essenciais para a transformação

Em 2018, muito se falou sobre a importância da integração na transformação de um edifício em um verdadeiro smart building. O advento da Internet das Coisas, no entanto, significou que não se trata apenas de integração de redes e de conectividade, mas também da tecnologia que as complementa. Sensores de IoT, por exemplo, podem suportar volumes altíssimos de dados e também uma variedade de informação que não temos acesso ainda, mas que em um futuro próximo precisaremos. No fim das contas, para a transição para um smart building, será necessário o aproveitamento de todos os dados disponíveis nesses novos sistemas (muitos deles já estão implantados), e de todos os dados do sistema legado de edifícios. E então utilizar essas informações para tomar as decisões que irão otimizar a “saúde” do empreendimento e sua manutenção.

Podemos fazer algumas suposições sobre como isso irá se desenrolar, mas é impossível saber exatamente o que nos espera. O melhor conselho que podemos dar aos donos de negócios é para se adequarem e atualizarem seus sistemas e estruturas para suportar o grande volume de dados, e que também sejam flexíveis o suficiente para permitir o uso de futuros sistemas que serão lançados. Em vez de tentar adivinhar que solução analítica será adotada pelo mercado, a melhor estratégia será habilitar um prédio a gerar o máximo possível de dados, assim oferecendo hoje flexibilidade para a plataforma de análise que virá.

Conectividade wireless

Com a evolução da Internet das Coisas e a crescente geração de dados, veremos fabricantes e revendas disponibilizando dispositivos para todo o tipo de equipamento, desde conexão básica até a coleta de dados, além da convergência de tecnologias. A exigência de latência ultrabaixa em alguns desses dispositivos e de redes com fio e sem fio que permitirão seu funcionamento, vai gerar adoção cada vez maior de MEC, com a capacidade computacional e de armazenamento sendo movida cada vez mais para a borda da rede. E, embora muitos dispositivos de Internet das Coisas, como sensores, não exijam muita largura de banda, todos eles necessitarão de conectividade com redes. Veremos, portanto, um maior uso de conexões wireless dentro dos edifícios, por conexão Wi-fi ou celular, especialmente agora que o 5G está chegando. O suporte na mudança de 1 Gbps para 7-8 Gbps na taxa de transferência por usuário, que é um dos casos de uso do 5G, indica que os donos de edifícios comerciais precisam fazer o upgrade de seus sistemas Cat 5 Ethernet para o Cat6A. O sinal 5G utilizará altas frequências que não conseguem penetrar com qualidade nos edifícios, por isso é necessária uma infraestrutura Cat6A para a adesão da tecnologia 5G.

Cabeamento e padrões

As tendências wireless podem ditar o ritmo de adoção de cabeamento nos edifícios. Energia é outro item que está ditando as mudanças nos edifícios. Por exemplo, em setembro de 2018 foi apresentado o padrão mais recente para Power of Ethernet (PoE) de quatro pares, o IEEE 802.bt, que introduziu dois tipos de energia adicionais – Type 3, para mais de 55 W, e Type 4, entre 90 e 100 Watts. Como resultado, podemos esperar uma proliferação do número de dispositivos com maior foco na entrega de energia em cabeamento estruturado do que com largura de banda.

Os padrões mundiais como esses serão cada vez mais importantes no mercado global, afinal de contas, diferentes regiões possuem exigências diversificadas. Com a abordagem baseada em padrões tecnológicos e na sua implementação, porém, e com conselhos como do IEEE mantendo uma presença global e consciência cultural, será possível para os negócios competirem em um campo relativamente equilibrado, enquanto permanecem suficientemente flexíveis para acomodar diferenças regionais.

Em busca da convergência

Algumas operadoras já começaram a fazer a convergência de redes com fio e sem fio e isso continuará ao longo de 2019 e além. Com as redes wireless cada vez mais predominantes, será necessário, por exemplo, o acompanhamento com suas contrapartes com fios, componentes que tendem a ser envolvidos no backhaul. Desenvolvimentos na tecnologia PoE trarão a convergência entre a entrega de energia e largura de banda, e essa tendência também será vista nas soluções de automação dos edifícios, como o AIM (gerenciamento inteligente da automação, da sigla em inglês), na rede com fio. Enquanto essas soluções são comumente conectadas por links proprietários, podemos esperar uma mudança para a conectividade com base em Ethernet, com fio ou sem fio.

Base para o futuro

Embora muitas dessas tendências já tenham sido discutidas em 2018, podemos colocar 2019 como um ano de preparação antes que muitas delas entrem no mercado com força total. Mesmo que estejam apenas preparando o terreno para estruturas com fio e sem fio, para análise de dados, ou para o cabeamento dentro dos edifícios, decisões são tomadas hoje para empreendimentos que estarão disponíveis pelas próximas décadas. Desenvolvimentos em processos como Internet das coisas, 5G, MEC e novos padrões em PoE significam que a tecnologia está mudando rapidamente, e que nem sempre é possível ter certeza do que está por vir. Nesse cenário, é importante que essa fundação forneça flexibilidade para as tecnologia e serviços que virão a seguir.

Smart building, smart campus, smart city…

É possível ver a transformação começando em edifícios e seguindo para o campus inteligentes e para smart cities. A evolução de prédios tecnológicos para smart buildings está atingindo também a estrutura de universidades em vários edifícios ou mesmo em um mix com centros comerciais que representam o exemplo mais recente de integração em ação. Um smart building usará as informações disponibilizadas pelos sistemas, enquanto o campus inteligente usará as informações fornecidas por esses prédios. Com o uso de redes wireless ou fibra óptica na integração dos empreendimentos imobiliários que compõem essas estruturas, decisões podem ser tomadas para a comunidade como um todo, em áreas como uso da água e de eletricidade. A criação dessas redes, e a integração de cada estágio, irão gerar mais dados, permitindo a tomada de decisões mais abrangentes.

Para o setor de edifícios, 2019 será um ano de muita ação, motivado pelo impacto de tecnologias como a Internet das coisas, assim como novidades com e sem fio. Isso levará à convergência de estruturas e da tecnologia que será adotada não apenas nos prédios, mas nas universidades e nas cidades inteligentes como um todo.

Jaxon Lang, vice-presidente da CommScope

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Para 60% dos empresários, Reforma da Previdência sai do papel e clima é de otimismo com medidas econômicas

Com a perspectiva das medidas econômicas e a reforma da previdência aprovada este ano, o Brasil vai crescer em 2019. É o que mostra pesquisa da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil) realizada com 550 presidentes e diretores de empresas brasileiras de todos os portes e segmentos. O otimismo do setor privado na aprovação de reformas econômicas está alto. A área que os executivos mais sentem confiança em relação ao novo governo é na economia (61%), com expectativa de aprovação de reformas como a previdenciária e tributária.

A maioria dos empresários acredita que a reforma da Previdência vai ser aprovada esse ano, mas com ressalvas. Essa é a reforma possível para 63% deles, que responderam a pesquisa “Plano de Voo Amcham: perspectivas e análises Brasil 2019”. Para eles, a expectativa é de aprovação de um projeto que não consiga abarcar todos os setores da sociedade, mas que ainda assim terá um impacto positivo nas contas do governo.

“O clima é de otimismo. Detectamos que os empresários brasileiros estão confiante na capacidade do governo de conduzir o comunicar os motivos da reforma e os efeitos que pretendem ser alcançados”, comenta Devorah Vieitas, CEO da Amcham Brasil. A Câmara Americana de Comércio reúne no Brasil 5 mil empresas, em 15 cidades, sendo 85% delas de origem brasileira.

A aprovação de uma reforma estrutural e ampla, que consiga abarcar todos os setores – incluindo militares e todos os servidores públicos – até o final do ano, foi votada por 20% do público. O otimismo do setor privado é grande. Só 16% acham que a reforma ainda enfrentará certa resistência para ser aprovada, provavelmente não sendo aprovada até o fim do ano. E só 2% não acreditam que ela sairá em 2019.

Articulação com o Congresso

Mas, para a reforma sair esse ano, vai ser preciso uma grande capacidade de articulação do governo com o Congresso. Para os empresários, o tema demanda três focos de trabalho do novo governo. O fator crucial para o Governo Bolsonaro endereçar seu texto, pelo menos para 32%, é manter a defesa e o debate da proposta, assumindo a condução da disputa sobre pontos com menores concessões (ex: militares e servidores públicos).

Mas 30% responderam que o fator decisivo será o protagonismo do Presidente na discussão, direcionando seu capital popular para essa pauta estratégica e abrindo mão temporariamente de temas de grande popularidade. Outros 29% acham que é importante dialogar mais com o Congresso, com envolvimento de todas as lideranças partidárias para aprovação da reforma no Congresso, pausando temporariamente o discurso bélico contra opositores.

Só 9% responderam que, antes do grande teste da Previdência, o governodeve priorizar a aprovação de outras pautas, testando e mapeando as alianças costuradas e números de votos conquistados.

Os primeiros 40 dias e outras reformas

A avaliação do governo nos primeiros 40 dias é bem positiva. 60% respondeu que os anúncios de medidas econômicas é positiva, com perspectivas de melhora da economia, geração de empregos e aumento de competitividade. Pouco mais de um terço (36%) achou neutro, uma vez que não houve tempo ou marcos suficientes para avaliação da gestão. E 4% acharam que o começo foi negativo, com pouca perspectiva de crescimento da economia.

Além da Previdência, o governo terá algum folego para aprovar outras reformas. A que tem mais chances de acontecer, para 41%, é um ambicioso programa de privatização e prestação de serviços de infraestrutura. Em seguida, vêm a mudança do sistema tributário (15%), reforma administrativa e liberação comercial (com 13% cada), redução e racionalização dos subsídios concedidos da União, e autonomia do Banco Central (9% cada).

Baixa confiança

Por outro lado, o público está pessimista em relação à atenção que o governo vai dedicar a algumas áreas importantes. 37% dos respondentes estão menos confiantes em medidas para as áreas social e cultural. Em seguida, vêm a área ambiental (24%), educação e saúde (23%) e relações exteriores (10%).

Das reformas com menos chance de acontecer nos próximos 4 anos, a mudança do sistema tributário foi a mais votada, com 37%. Também há baixa expectativa de reforma administrativa (19%), redução e racionalização dos subsídios concedidos da União (17%) e autonomia do Banco Central (15%).

No tema da competividade, os empresários entrevistados pela Amcham esperam medidas importantes. Quase metade (48%) votou na simplificação e redução de carga tributária. O restante ficou dividido entre atração de investimentos (20%), desburocratização (15%), ajuste fiscal (10%) e combate à corrupção (6%).

A PESQUISA

A pesquisa “Plano de Voo Amcham: perspectivas e análises Brasil 2019” foi realizada nesta quinta-feira (7/2) envolvendo 550 presidentes e diretores de empresas brasileiras de todos os portes e segmentos econômicos.

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Retargetly nomeia Mario Rubino de Azevedo como Country Manager no Brasil

A Retargetly, principal fornecedora de soluções de marketing baseadas em dados para o mercado latino-americano, anuncia a abertura de seu escritório no Brasil e elege como líder deste processo Mario Rubino de Azevedo.

“A indústria da publicidade digital no Brasil é conhecida por ter profissionais com práticas de alta performance e, sobretudo, por uma capacidade única para desenvolver soluções, práticas, processos e experiências que funcionam especificamente no mercado local” assinala Mario Rubino. Isso é o que a Retargetly tem como foco principal: O fornecimento de dados específicos às marcas que necessitam entregar a mensagem correta, à pessoa correta, no momento indicado, gerando uma experiência integral e eficiente entre anunciante e consumidor.

Neste sentido, e referindo-se especificamente a combinação entre Big Data e MarTech, o novo Country Manager acrescentou que “vive-se um momento especial no Brasil, a medida que se consolida o uso da tecnologia em publicidade e as companhias embarcaram no intrincado processo de aprender como e em que profundidade usar os dados que possuem”.

A Retargetly traz ao Brasil seus produtos e serviços de categoria mundial, reconhecidos por seus clientes ao redor de toda América Latina em virtude dos resultados obtidos, tais como o governo da Cidade de Buenos Aires, a Renault e a Havas Media. – “Nossos inovadores produtos são capazes de ajudar as agências e as marcas a melhorar seus resultados, com dados que darão tanto visão como possibilidade de atuar”, afirmou Santiago Darmadrail, COO da Companhia.

Hoje a empresa oferece análises de mais de 200 milhões de usuários e um painel de dados que lhes tem permitido obter as taxas de coincidência mais altas do mercado, e é com esse currículo que quer ganhar a maior parte da torta do mercado. “Somos a empresa número um em toda América Latina, com exceção do Brasil, onde há jogadores já muito bem estabelecidos”, indicou Darmandrail, e acrescentou: “2019 será o ano em que vamos mudar isso com nossos dados, produtos, serviços e liderança regional”.

Sobre a escolha de Mario Rubino, o COO indicou que influenciou tanto sua experiência de duas décadas em empreendimentos digitais, como seu pensamento estratégico para compreender o valor de um mercado orientado para os dados a partir de marcas e agências “É uma escolha que reúne duas qualidades que são difíceis de encontrar, a experiência e a vontade de olhar além”, pontuou.

Por sua vez, o novo Country Manager fez referência a duas das quais considera suas mais importantes realizações ao longo de sua carreira: Por um lado ter ajudado a tornar o vertical de classificados automotivos WebMotors o número 1 em todo o Brasil, por outro ter lançado a MediaMath, plataforma de MarTech programática, tendo formado uma equipe vencedora na empresa.

Mario Rubino estudou Física na Universidade Federal do Rio de Janeiro e em seguida se graduou em Administração de Empresas na Fundação Armando Álvares Penteado – FAAP. Trabalhou 11 anos na WebMotors como diretor comercial e nos últimos dois anos liderou a operação da MediaMath no Brasil como Country Manager.

Cabify e BID Invest anunciam financiamento destinado a impulsionar iniciativas de impacto e desenvolvimento social em países da América Latina

A Cabify e a BID Invest anunciam um financiamento de US$ 70 milhões, concedida pela entidade financeira à plataforma de mobilidade urbana. Trata-se de um acordo inédito e o maior para empresas privadas. As organizações se reuniram em Lima (Peru) para formalizar o anúncio da parceria financeira e foram coanfitriões do painel de especialistas sobre “Desafios e Oportunidades da nova Economia Digital para promover inclusão financeira e previdência social para profissionais autônomos”.

O financiamento permitirá a Cabify reforçar suas ações em favor de cidades mais inteligentes, melhorar a vida dos cidadãos e este projeto em conjunto comprova a preocupação da Cabify em gerar impactos positivos na sociedade. Como startup que nasceu dentro da nova economia digital, a plataforma ocupa hoje uma posição de liderança quando se trata de fornecer soluções para as disparidades econômicas e os desafios sociais e ambientais mais críticos que afetam atualmente os países da América Latina. A operação, a primeira realizada pelo BID Invest e estruturada por meio de produto financeiro inovador para uma empresa de modelo de negócio digital em mobildiade urbana, permitirá que o Grupo BID desempenhe um papel importante na evolução da mobilidade urbana na América Latina e Caribe.

O crédito, que incluiu a mobilização de fundos como o Blue like an Orange Sustainable Capital Fund, será destinado principalmente para três áreas: melhora da mobilidade urbana, permitindo que a Cabify aumente as opções de serviços oferecidos a consumidores e empresas; a otimização da qualidade do serviço; fomento à inovação, tendo um plano para melhorar as oportunidades de renda dos motoristas parceiros e que aumente a inclusão financeira e ajude no acesso a benefícios sociais.

O anúncio do financiamento ocorreu durante o painel “Desafios e Oportunidades da nova Economia Digital”. A Cabify e o BID Invest foram coanfitriões do encontro de especialistas para promover inclusão financeira e previdência social para profissionais independentes no Peru. A Cabify considera ter papel relevante na geração de renda para grupos socioeconômicos de difícil inserção no mercado de trabalho e procura contribuir para a solução de importantes desafios relacionados o bem-estar social e o futuro dos condutores, além de promover sua inclusão financeira e, consequente, melhoria socioeconômica no futuro. Seu modelo de negócios transparente, digital e jurídico permite a rastreabilidade das operações e transações e, portanto, representa uma oportunidade para formalizar a economia na América Latina.

“Olhamos atentamente vários grupos relacionados ao nosso mercado e um deles é o de motoristas parceiros. Entre os principais perfis reunidos no grupo estão jovens, desempregados que tiveram dificuldade em retornar ao mercado de trabalho, pessoas com mais de 45 anos e mulheres que são responsáveis por sustentar a família. Todos encontram na plataforma uma modelo de trabalho autônomo sustentável, flexível e seguro. Acreditamos que colaborando com a luta contra a desigualdade social e econômica, que certamente é um dos principais desafios enfrentados pela região. Os aliados estratégicos, como a BID Invest, nos permitirá replicar nosso impacto positivo não apenas nas cidades, mas também naqueles que dão vida diariamente aos nossos ambientes urbanos”, afirma Juan de Antonio, fundador da Cabify.

“Nós vemos na Cabify um esforço genuíno para contribuir na resolução de alguns dos desafios de desenvolvimento e inclusão financeira na região. As ações para profissionalizar e formalizar grupos, que normalmente estão fora da economia formal e também do sistema bancário e da previdência, são diferenciais chaves do modelo de negócio da empresa e, sem dúvida, um aliado do nosso trabalho”, diz Gema Sacristán, Diretora Geral de Negócios da BID Invest.

O projeto financiado pela BID Invest está alinhado com a missão da Cabify de tornar as cidades um lugar melhor para viver, torná-las mais sustentáveis e também com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e à agenda 2030, os quais foram incluídos nos objetivos da empresa ao aderir o Pacto Global da ONU. “Essas metas são ambiciosas e alcançá-las não será possível sem um esforço com soluções disruptivas, escaláveis e, acima de tudo, que gerem uma transformação sistêmica. E, para isso, não poderíamos contar um aliado melhor que a BID Invest”, conclui Juan Antonio.

CI&T vai conectar startups do Cubo Itaú com projetos de transformação digital de grandes marcas

Desde o segundo semestre do ano passado, a CI&T, multinacional brasileira com presença global e especializada na transformação digital de grandes marcas, está no Cubo Itaú com um espaço próprio, um “Centro de Design Estratégico”. Nele, as startups residentes podem usufruir de mentoria e acesso à expertise em transformação digital da CI&T, incluindo ferramentas Lean (ou enxuto, processo focado no cliente que simplifica tarefas e elimina desperdícios, reduzindo o tempo de entrega e aumentando a efetividade da empresa), e metodologias como design thinking, design sprint, analytics e marketing digital.

Agora, a CI&T está anunciando planos para ir além em 2019. A companhia está envolvida em projetos de transformação digital de empresas globais, como Coca-Cola, Itaú, Raízen, Cielo e outras, e iniciou um processo para identificar inovações dentre as mais de 200 startups do Cubo Itaú – maior hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, fundado em conjunto pelo Itaú Unibanco e a Redpoint eventures – para promover a ponte entre as startups e as necessidades de grandes marcas, imersas em processos de transformação digital.

“O Cubo Itaú é um ecossistema de inovação, onde há startups desenvolvedoras de soluções com potencial de escala e já testadas no mercado. Queremos apoiar essas startups para que tenham sucesso em seus negócios disruptivos, enquanto encontramos oportunidades para inseri-las nos projetos de transformação digital de grandes marcas, atendidas pela CI&T”, disse Marcelo Trevisani, CMO da CI&T. “Fizemos um mapeamento para entender potenciais inovações e seus mercados, e constatamos soluções para as áreas de big data, fintechs, educação, recursos humanos, saúde, e-commerce, inteligência artificial, marketing digital, mobilidade, entre outras, inclusive de impacto social”, completou.

Outra iniciativa da CI&T será a realização de eventos exclusivos às startups do Cubo Itaú, durante o ano. A agenda de eventos será lançada ainda no primeiro semestre e vai incluir debates de temas voltados às áreas de tecnologia, marketing, experience management, transformação digital, analytics, business e RH.

“Como empreendedor digital e residente no Cubo Itaú, é muito valioso contar com a expertise e apoio de empresas como a CI&T. E não é só a conexão com grandes empresas e potenciais clientes que importa, mas também todo o aporte de conhecimento e experiência de uma empresa de sucesso que já foi uma startup um dia e superou muitos dos desafios que nós, empreendedores, enfrentamos ao longo da nossa jornada”, comenta Frederico Lacerda, CEO e co-fundador da Pin People, startup que utiliza psicologia organizacional, ciência de dados, tecnologia e inteligência artificial para ajudar empresas a medir e melhorar a experiência dos seus colaboradores a partir de diversas soluções de RH, do recrutamento à retenção de talentos. “As perspectivas da parceria com a CI&T são enormes para 2019, já que enxergamos muitas sinergias entre os nossos produtos voltados para Employee Experience e os projetos de transformação digital da CI&T, em especial em um contexto de desafios das organizações em medir, entender e otimizar a experiência de seus colaboradores frente às mudanças culturais e organizacionais”, finalizou.

A co-fundadora da Talent Academy, Renata Betti, ressalta a meta da startup em buscar revolucionar a gestão de pessoas dentro das corporações, centrada no propósito individual de cada colaborador. “A experiência da CI&T com transformações digitais e culturais no mundo corporativo pode nos ajudar muito. Neste momento, estamos desenvolvendo um produto escalável, que pode ser aplicado em qualquer tipo de empresa ou setor, e contamos com a expertise da companhia para nos guiar e evitar erros desnecessários. Ter o apoio de uma empresa que já tem anos de conhecimento na área de tecnologia e service design nos traz muita segurança”.

Para promover a transformação digital de grandes empresas, a CI&T utiliza o pensamento Lean aliado à design para entregas exponenciais. O diferencial está na forma como a filosofia Lean é aplicada, com ferramentas de design, analytics e marketing digital. Esta combinação faz com que a CI&T apoie grandes marcas a alcançar seus objetivos de negócios com velocidade a partir de mudanças de mindset e cultural.

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3 dicas infalíveis para lidar com as adversidades e obter sucesso

O escritor e professor americano William Arthur Ward um dia disse que “as adversidades fazem alguns quebrarem, outros quebrarem recordes”. Foi o caso do cientista americano Thomas Edison, cujas tentativas de inventar a lâmpada foram frustradas milhares de vezes antes de obter sucesso. Cada falha mostrava a Edison uma forma diferente de inviabilizar o seu processo científico, mas então ele buscava uma nova alternativa para alcançar seu objetivo, sem cometer os erros anteriores.

A realidade é que dificuldades podem levar à frustração se o indivíduo se contentar com uma postura negativa. “Contudo, uma pessoa resiliente é capaz de superar eventos traumáticos e, em pouco tempo, retomar seu funcionamento otimizado, transformando a experiência negativa em um aprendizado enriquecedor”, explica Flora Victoria, Presidente da SBCoaching Training e Diretora Educacional do SBCoaching Group. Ela lista abaixo as três dicas fundamentais para abandonar um comportamento de negatividade e assumir uma postura positiva e assertiva sobre a vida.

1) Aceitação da realidade

Ser resiliente não significa negar a realidade e sim adaptar-se a ele ou entendê-la profunda e pragmaticamente para poder transformá-la. O olhar sobre esta realidade não deve ser nem de vitimismo, tampouco de um otimismo não embasado. É importante, portanto, buscar certa neutralidade para conseguir uma melhor compreensão e entender os meios para alterar o cenário atual.

2) Crença inabalável no sentido da vida

Uma característica fundamental da resiliência é acreditar no sentido da vida, mesmo diante das situações que podem levar a maioria das pessoas a questioná-lo. No livro Em Busca de Sentido (2009), o psiquiatra austríaco Viktor Frankl, que foi um sobrevivente do Holocausto, afirma que é o propósito que dá sentido à existência. Por isso, uma das providências fundamentais num momento de profunda adversidade é saber quais são esses valores e propósitos e, caso estes não venham à mente de imediato, questioná-los a si mesmo.|

3) Uma incrível capacidade de improvisar

Indivíduos resilientes são mestres na improvisação. Eles possuem a impressionante habilidade de tirar o máximo proveito dos recursos disponíveis e de responder com rapidez e criatividade a todo tipo de desafio. Com base no trabalho do antropólogo francês Claude Lévi-Strauss, os psicólogos chamam essa habilidade de “bricolagem”. Trata-se de usar a inventividade para encontrar soluções, mesmo na ausência de caminhos óbvios ou de ferramentas adequadas.

Randstad recrutará profissionais de tecnologia na Campus Party

A Randstad, líder global de soluções em recursos humanos, terá um espaço dedicado no evento para relacionamento com candidatos interessados e possível recrutamento desses profissionais de tecnologia presentes na Campus Party, um dos maiores eventos de experiências tecnológicas do mundo, que acontecerá em São Paulo entre os dias 12 e 17 de fevereiro. A ação será realizada durante os dias 13 a 16 de fevereiro, no espaço Campus Jobs.

Os campuseiros que se interessarem por uma posição na área poderão conversar com os recrutadores da Randstad na mesa especial da empresa no evento, onde já acontecerão as primeiras etapas das seleções. Se aprovado na primeira fase, o candidato poderá ser entrevistado pela empresa contratante já na Campus Party ou encaminhado para outra etapa após o evento.

“O mercado de tecnologia está muito aquecido e temos escassez de talento para algumas posições. Nada melhor do que procurar pelos melhores profissionais em um evento focado no setor. Vamos unir o útil ao agradável para os campuseiros”, diz Juliano Gonçalves, diretor da Randstad Technologies, área da empresa completamente voltada para recrutamento e seleção de posições de tecnologia.

Além da mesa de recrutamento, a Randstad ministrará duas palestras. A primeira, no dia 14, abordará a evolução do mercado para entrevistas com robôs. Já a segunda, no dia 15, falará sobre o futuro dos talentos no mercado de tecnologia.

Campus Party
Quando: De 12 a 17 de fevereiro
Onde: Expo Center Norte – Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme
Mesa de recrutamento da Randstad: entre os dias 13 e 16, no Campus Jobs

Palestra “Get Ready: Seu próximo entrevistador pode ser um Robô!”.
Quando: 14/02, das 18h45 às 19h30.
Palestrante: Rafael Pereira, alquimista digital da Randstad.

Palestra “O futuro dos talentos no mercado de tecnologia”
Quando: 15/02, das 18h45 às 19h30.
Palestrante: Fernanda Cristina Prado, consultora da Randstad Technologies.

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Transformação digital no varejo: o maior desafio do setor

Por Carlos Alves

Uma das principais lições (se não a mais importante) a ser internalizada pelo varejo é a transformação digital.

De acordo com dados da pesquisa mais recente do IBGE, 116 milhões de brasileiros têm acesso à internet – o equivalente à 64,7% de usuários acima de 10 anos de idade. E qual o meio de conexão mais utilizado? O celular. 94,6% dos internautas utilizam celular, à frente de computadores (63,7%), tablets (16,4%) e smart tvs (11,3%). Reiterado pelo levantamento do CGI.br (Comitê Gestor da Internet no Brasil) divulgado em julho de 2018, um a cada cinco domicílios brasileiros acessam a internet, mas não tem um computador em casa – a conexão é feita via smartphones.

Troca de mensagens, uso de redes sociais e aquisição de serviços e produtos estão dentre as atividades mais realizadas pela população. O fenômeno representa um novo comportamento social, e, principalmente, o padrão de consumo atual: os clientes transitam pelos canais das marca buscando as melhores vantagens antes de realizar a compra e comparam, em poucos segundos, os benefícios de marcas concorrentes. São os chamados omnishopper, os consumidores digitais.

Esse novo consumidor abala as bases do varejo engessado. Como atender exigências cada vez mais específicas e ao mesmo tempo prever demandas e desejos desse público? A resposta é uma só: virando a chave digital da cultura empresarial.

E não pense que basta ter em mãos equipamentos mais modernos ou criar um aplicativo. O conceito essencial da transformação digital é enxergar a tecnologia como um processo contínuo, em que há novas demandas de consumo e, para se adaptar, o uso inteligente de dados se faz fundamental. A máxima “data beats opinions” que ecoa aos quatro cantos do Vale do Silício, nos EUA, deve ser a diretriz: dados superam opiniões. Traduzindo para o bom português, esqueça os “achismos”.

Os dados devem ser analisados e considerados para a tomada de decisões para todos os processos da empresa desde o preço, sortimento, logística à facilitar o atendimento da equipe e até receber novos meios de pagamento de clientes que já usam celular como cartão de crédito, como o Apple Pay, do Iphone e Apple Watch.

Esses novos consumidores visitam lojas físicas para conhecer o produto, mas finalizam a compra online, em sua grande maioria. Algumas marcas passaram a oferecer a retirada do produto em suas lojas, sem frete, como maneira de incentivar o fluxo de visitas.

Para além de um instrumento a serviço do varejo, a tecnologia é parte de novo mercado que busca aproximar a marca de seus clientes, outra premissa essencial do processo de transformação digital. Novas soluções para pessoas que buscam não apenas um produto; eles querem ter as necessidades e desejos percebidos e considerados pelas marcas – uma boa experiência é hoje um dos mais importantes fatores de decisão de compra. De que adianta diversos canais de comunicação com a loja se o atendimento, informação ou resolução de problema não for bem realizado?

Mas vale ressaltar que nada disso será alcançado sem uma transformação cultural bem-sucedida sem que antes aconteça uma mudança organizacional: a transformação digital da marca é a estratégica. Claro que isso também impacta no modelo de negócios da gestão, quando não, do modelo de negócios praticado. O setor já percebe que o investimento em tecnologias e inovações digitais feitos hoje, vão garantir a sobrevivência das empresas varejistas no futuro. Tais mudanças são positivas e geram valor para tanto para o consumidor, quanto para os colaboradores, já que até mesmo os procedimentos do trabalho podem ser otimizados e aumentar a produtividade. Afinal, uma empresa é feita por pessoas e a colaboração harmoniosa entre as equipes é a força motriz para inovação e estratégias eficazes.

*Carlos Alves é Diretor de Marketplace da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e Head de E-Commerce na Riachuelo, sendo um dos precursores dos shoppings virtuais no país e o primeiro lojista a integrar em uma mesma plataforma todos grandes players nacionais.

Meios de pagamentos móveis são a nova revolução do varejo

Por Denis Piovezan, Diretor Executivo da Linx Pay Hub

Em janeiro, um dos maiores eventos mundiais do varejo, a NRF 2019 Retail’s Big Show, aconteceu em Nova York, nos Estados Unidos. Se, na edição anterior, em 2018, já se falava em experiência do consumidor e na ampliação do uso de dispositivos móveis, neste ano, os dois assuntos estiveram juntos na pauta do dia, chamando a atenção para a mobilidade dos meios de pagamentos.

A facilidade dos mPayments não é novidade. É raro, por exemplo, quem não pague suas contas usando o internet banking. As tecnologias móveis, atualmente, permitem que o cliente entre e saia de uma loja física levando o que deseja sem a necessidade de passar pelo caixa ou mesmo compre um carro sem sair do sofá (nem para pegar o cartão de crédito).

Graças a isso, existe uma revolução no mercado de pagamentos na qual as transações digitais estão tomando o lugar das trocas físicas de dinheiro. Mais especificamente, de acordo com um estudo realizado pelo boostLAB, programa de potencialização de startups em nível avançado do BTG Pactual, a estimativa é que, em 2019, US$ 1 trilhão seja transacionado via meios de pagamentos móveis.

A quantia (bastante considerável) demonstra a nova realidade do mercado de pagamentos. A carteira digital da Apple, por exemplo, já é aceita em 74 dos 100 principais comerciantes dos Estados Unidos. Com ela, o cliente dispensa o uso do cartão de crédito físico, podendo fazer compras sem fio (via NFC). O cartão está cadastrado no próprio dispositivo e o cliente, sem sair de casa ou mexer no bolso, tem acesso fácil à compra. O mesmo acontece com o Google Pay e Samsung Pay, sistemas que integram a maioria dos grandes bancos.

Para atender a um consumidor que tem se mostrado cada vez mais interessado em finalizar suas compras de forma veloz e prática, algumas organizações estão levando os sistemas móveis para as lojas físicas. Já é possível um vendedor finalizar a compra em qualquer lugar do estabelecimento sem que o consumidor precise passar pelo caixa, como mencionado na abertura deste texto. Outra opção que também dispensa o caixa é o autoatendimento, no qual o próprio cliente compra e paga no mesmo local sem precisar da ajuda de terceiros.

A loja do futuro – que, na verdade já é o presente e cresce em grande velocidade – conta com diversas soluções móveis. Nela, os varejistas são responsáveis por tornar o momento da compra cada vez mais simples, intuitivo e interessante para a ponta final da cadeia. E isso independente do canal: online ou offline.

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Oiweek e USP firmam parceria inédita e reúnem a comunidade de inovação em evento em São Paulo

A Open Innovation Week, maior evento de inovação aberta do Brasil, e a Universidade de São Paulo (USP) se uniram em uma parceria inédita liderada pela FEA-USP e Agência USP de Inovação para promover a Oiweek SciBiz, evento que irá reunir a comunidade de inovação, em uma experiência pioneira de open innovation que será realizada de 25 a 28 de fevereiro, na USP Campus Cidade Universitária, em São Paulo.

Startups, pesquisadores, investidores, estudantes universitários e executivos de grandes empresas poderão participar do evento para discutir os rumos do setor e estimular as conexões e negócios dentro desse ecossistema. Inscrições podem ser feitas no site www.oiweekscibiz.com.

A plataforma 100 Open Startups e 100 Open Techs serão a base das ações de conexão entre startups, cientistas e mercado durante o evento que encerra o ciclo de avaliações para a publicação do Ranking Top 100 Open Startups 2019. A iniciativa tem como objetivo compartilhar conhecimento, gerar negócios e cocriar soluções para os mais importantes desafios do mercado e da sociedade.

“Em colaboração com a USP, ampliamos o formato da 11ª Oiweek, utilizando os métodos mais avançados de open innovation e uma verdadeira transformação digital no formato do evento. Vamos promover uma experiência pioneira de inovação aberta dentro do Campus, aliada à tecnologia do 100 Open Startups, buscando potencializar a colaboração entre os atores do ecossistema e resultados mais efetivos. Ter uma das instituições de ensino superior mais importantes do Brasil aberta e participando ativamente de um evento deste porte é um marco para o ecossistema”, explica Bruno Rondani, organizador da Oiweek.

O evento se propõe a aproximar profissionais de diferentes áreas de novas tecnologias, como digitalização, robotização, inteligência artificial, manufatura avançada, big data, IoT, drones, biotecnologia e outras tendências que estão mudando radicalmente a estrutura do mercado e da sociedade. “Cocriar soluções a partir de redes de inovação, open innovation e empreendedorismo de alto impacto torna-se crucial como uma oportunidade de expansão. A expectativa é realizar mais de 5.000 reuniões de negócios”, acrescenta Rondani.

Programação

Nos dias 25 e 26 de fevereiro, serão realizadas reuniões em formato speed-dating, conectando as 300 startups mais atraentes de acordo com o mercado com mais de 100 empresas líderes. Universidades e Institutos Tecnológicos globais também participam do encontro, apresentando tecnologias disruptivas, bem como trocar experiências entre cientistas, executivos e investidores. Nesses dias, estudantes universitários poderão se conectar com startups e empresas líderes para conhecer seus processos de recrutamento e seleção para trabalhar com inovação.

Os dias 27 e 28 de fevereiro serão dedicados aos painéis e mesas redondas com especialistas internacionais da II Science Meets Business Conference, para discutir os benefícios da ciência encontrando negócios. Os painéis compreenderão as diferentes visões dos principais interessados em inovação sendo compostos por representantes de startups, corporações líderes, investidores, acadêmicos e formuladores de políticas públicas. Especificamente no dia 27 acontece o Open Campus, uma imersão no ambiente acadêmico e científico da USP, com aulas abertas ministradas por docentes e visitas aos laboratórios da Universidade.

“A SciBiz permitirá aos profissionais da inovação navegar por tópicos complexos de gestão da inovação, redes de inovação e inovação aberta. A grande variabilidade de padrões de inovação que difere de setor para setor, o uso de tecnologia, comportamento do consumidor, e assim por diante, serão abordados de forma estruturada” comenta Moacir Miranda, chairman da SciBiz Conference e líder da iniciativa.

Nesta edição especial Oiweek SciBiz a expectativa é superar os números do ano anterior que contou com a participação de mais de 2.000 executivos de empresas líderes, 300 startups, 50 painelistas, 15 palestrantes internacionais, 300 investidores e 200 tecnologias. Com coordenação geral do Prof. Dr. Moacir de Miranda Oliveira Junior, professor-titular e chefe do Departamento de Administração da FEA-USP, o evento é realizado em conjunto pela Agência USP de Inovação – AUSPIN, 100 Open Startups e centenas de parceiros do ecossistema em um modelo aberto.

Comunidade

A Oiweek é uma comunidade criada por um grupo de 350 gestores de inovação que em 2008 passaram a promover prática de open innovation no Brasil. Atualmente a comunidade é composta por mais de 1.000 companhias líderes de todos os setores organizadas em 20 grandes temas-desafios, como: Indústria do Futuro, Plataformas Científicas e Tecnológicas, Saúde & Bem-Estar, Serviços Financeiros, Varejo e Moda e Beleza. Com o propósito de criar conexões com o ecossistema, participam da rede investidores, startups, cientistas e demais organizações ligadas a inovação e empreendedorismo ultrapassando a marca 40 mil pessoas engajadas.

Confira a agenda completa: http://www.oiweekscibiz.com/agenda.html

Oiweek SciBiz

Data: Dias 25/09 das 9h às 17h, 26 a 28/02 das 10h às 17h

Local: USP Campus Cidade Universitária – Av Prof. Luciano Gualberto, 908

São Paulo – SP

Ingressos: pelo site http://www.oiweekscibiz.com/#tickets com valores entre R$60 e R$640

Informações: helpme@oiweek.com/(11) 3500-5001

# Conheça o movimento “100 Open Startups”: http://www.openstartups.net

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Transformação Blockchain: conheça o futuro das criptomoedas nas transações bancárias

Por Rodrigo Pimenta, CEO e fundador da HubChain Technologies

Estamos na era da maior transformação que o mundo já conheceu. Estas mudanças estão acontecendo nas mais diversos áreas de interesse público como: tecnologia, educação, alimentação, entre outros. No entanto, o setor bancário também apresenta os primeiros sinais de uma mudança que pode transformar permanentemente seu sistema atual: a introdução das criptomoedas, por meio da tecnologia blockchain, nas transações bancárias.

De acordo com o Banco Central do Brasil, as criptomoedas possuem a classificação de “moedas virtuais” ou “moedas criptográficas” e não são emitidas ou controladas pelo Banco Central do Brasil (BACEN), o que faz com que o valor de conversão para o valor em real (R$) seja ditado pelo mercado – sujeito aos riscos de perda de todo o capital investido, além da variação de seu preço – e quase sempre anônimas. Existe também outra categoria, chamada “moeda eletrônica”, da qual trata a Lei nº 12.865, de 9 de outubro de 2013, que corresponde a um modo de expressão de créditos denominados em reais, com um responsável legal pelo seu lastro.

No contexto de uma “moeda eletrônica” representada em real (R$), construída com a mesma tecnologia de uma “moeda criptográfica” em Blockchain/DLT e com alguma governança de permissionamento, entramos numa subcategoria de blockchain permissionado (conhecida como DTL). Atuando como “stablecoin” no fator de conversão de 1 “stablecoin” para R$ 1, poderíamos observar um grande primeiro salto no entendimento entre Banco Central e sua aprovação como transação bancária.

Para que seja possível compreender e analisar todas as vertentes desta possível mudança, primeiramente é necessário apontar as principais vantagens e desvantagens:

– Principais vantagens de uma “stablecoin” para transações bancárias:

– Envio com taxas mais baratas que bancos (dependendo da criptomoeda);

– Envio e validação com tempo menor que uma remessa internacional (30 minutos à 1 hora, ou menos);

– As informações são imutáveis, auditáveis e transparentes;

– Baixíssimo custo para operação para criptomoedas com blockchain privado (DLT) em comparação a um sistema bancário;

– Novas áreas de estudos, pesquisas e de mercado de trabalho podem surgir, como o Auditor de Blockchain/DLT, por exemplo.

– Principais desvantagens de uma “stablecoin” para transações bancárias:

– Grande esforço para educação e conscientização da sociedade;

– A complexidade no entendimento leva a abertura de possibilidades de golpes e fraudes;

– A anonimização (não identificação eficiente dos participantes e suas operações), pode favorecer a lavagem de dinheiro, assim como incentivo ao tráfico e ao terrorismo.

Além das vantagens e desvantagens da implementação das criptomoedas no sistema bancário, outros dois aspectos também chamam a atenção acerca deste tema: regulamentação e segurança. Na prática, regulamentar o uso de criptomoedas como Bitcoin, Ethereum, Ripple, entre outras, implica em classificá-la ou categorizá-la em uma série de regulamentações, leis, regimentos e resoluções para se manter o máximo de segurança jurídica.

No quesito segurança, falar em transações bancárias com “moedas eletrônicas” em Blockchain/DLT, implica numa eficiente Gestão de Governança em Blockchain/DLT. É fato que qualquer que seja a inovação, é preciso atender as exigências de alguns órgãos reguladores (BACEN, COAF, CVM, entre outros), além de, é claro, estabelecer proteções tecnológicas dos participantes. Com este processo sendo realizado de maneira transparente e eficiente, a implementação das criptomoedas no sistema bancário, ainda que não transforme totalmente o modelo atual, não deixa de representar inovação, avanço e o que a tecnologia tem de melhor a oferecer para a sociedade.

Fiesp: Banco Central mantém Selic em 6,5% ao ano, mas o custo do crédito continua acima de 300%

O Banco Central decidiu, na reunião desta quarta-feira (6 de fevereiro), manter a taxa Selic em 6,5% ao ano. Vamos completar um ano com a Selic em seu patamar histórico mais baixo, porém o custo do crédito para as empresas e famílias continua bastante elevado, e o cheque especial, em particular, continua acima de 300% ao ano.

A Federação dos Bancos (Febraban) lançou uma cartilha de 164 páginas com sua receita para baixar os juros no Brasil. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) tem uma receita de apenas quatro palavras: BANCOS, BAIXEM OS JUROS.

O país precisa urgentemente ter um custo de crédito em padrões competitivos para alcançar o crescimento econômico e a geração de empregos de que tanto precisamos.

Federação das Indústrias do Estado de São Paulo – Fiesp

Centro das Indústrias do Estado de São Paulo – Ciesp

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Neoway, Endeavor e Insper realizam estudo sobre Empresas de Alto Crescimento (EAC’s) no Brasil

A Cátedra Insper-Endeavor em parceria com a Neoway, maior empresa brasileira de Big Data Analytics e tecnologia aplicada a negócios, realizou uma análise sobre o cenário das empresas de alto crescimento (EACs) persistente no Brasil. O estudo teve como base o conhecimento gerado a partir da plataforma da Neoway.

De acordo com a OECD, instituição internacional que promove políticas de desenvolvimento econômico e social ao redor do mundo, para ser considerada uma EAC a organização precisa ter, pelo menos, 10 colaboradores e apresentar um crescimento de, no mínimo, 20% ao ano por 3 anos consecutivos. As EACs persistentes, por sua vez, são aquelas que apresentam crescimento contínuo em um dado período.

“O ponto de partida foi organizações ativas entre 2010 e 2012, para identificar o grupo inicial de EACs. Dentro desse universo, analisamos os resultados conquistados pelas empresas até 2016 e selecionamos aquelas que apresentaram crescimento contínuo no período. Aplicando todos esses critérios, foi possível identificar 16.142 EACs persistentes, distribuídas pelas cinco regiões do Brasil”, explica Lucas de Paula, CTO (Chief Technology Officer) da Neoway.

As empresas de alto crescimento têm ganhado destaque no debate econômico muito porque elas vêm desempenhando um papel cada vez mais relevante na geração de empregos para o País. Segundo dados do IBGE, o número de pessoas empregadas por EACs aumentou 172%, de 2013 a 2015, atingindo 3,5 milhões. Já, em 2016, algo em torno de 1,8 milhão de novas oportunidades surgiram por conta desse tipo de organizações.

“Nós acreditamos que os empreendedores à frente das Empresas de Alto Crescimento podem ser os grandes transformadores do país. E, por isso, nos esforçamos em entender o que faz esses empreendedores serem tão únicos”, diz Camilla Junqueira, diretora geral da Endeavor. “Essa pesquisa é mais um passo nessa direção, mostrando as diferenças que existem dentro desse grupo de empresas e abrindo diversas oportunidades para que a gente entenda os principais desafios para o crescimento persistente de empresas no Brasil”, complementa.

O levantamento aponta também que o grupo de empresas de alto crescimento persistente não é homogêneo. A divisão pode ser feita em três aglomerados principais. O primeiro, e maior, é composto por 10.121 firmas que cresceram, em média, 106% durante o período analisado. O segundo, representado por 4.927, apresenta uma taxa de 210%. Por fim, há ainda o de maior crescimento, em porcentagem, 930%, que é representado por outras 1.094 companhias.

“Conseguimos identificar duas principais características que favorecem as EACs persistentes. As empresas instaladas em regiões com maior gasto em Pesquisa e Desenvolvimento e onde a população tem maior escolaridade, apresentam maior probabilidade de estarem nos grupos com maior alto crescimento”, comenta Guilherme Fowler, Professor Associado do Insper e coordenador da Cátedra Endeavor. “Essa área de pesquisa é bastante vasta e, de certa forma, ainda pouco explorada. Isso representa tanto uma desvantagem, quanto uma oportunidade para estudos futuros”, complementa.

Para mais informações sobre o estudo, acesse o site.

Stefanini e INSEAD abrem inscrições para curso de transformação digital

Após o sucesso obtido no ano passado com um NPS de 100% (nenhuma nota foi inferior a nove), a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, e o INSEAD, referência global em programas de MBA, estão com inscrições abertas para a nova edição do curso de transformação digital, que acontecerá de 15 a 18 de abril, no campus em Fontainebleu, localizado a 75 km de Paris.

Serão quatro dias de imersão para que executivos C-Level possam discutir a cultura de inovação e como “aterrissar” o aprendizado no dia a dia de suas organizações. “Nós, da Stefanini, acreditamos que a cultura e a liderança são tão críticas quanto às novas tecnologias no processo de transformação digital”, afirma Guilherme Stefanini, responsável por liderar o curso junto à equipe da instituição francesa.

Segundo o executivo, os participantes receberão todo o acompanhamento necessário para que possam utilizar, na prática, os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. “Muitas empresas querem se transformar, mas não sabem por onde começar. O curso será um momento especial para refletir sobre novas práticas, a partir da apresentação de vários cases de sucesso globais – da Stefanini e de outras companhias”, destaca.

“Por mais que as tecnologias sejam importantes para a evolução da sociedade, a transformação digital de fato é uma transformação cultural, que começa na mente do executivo e se estende por todas as pessoas da organização”, ressalta Marco Stefanini, fundador e CEO global da Stefanini.

Transformação Digital

Parceria entre Stefanini e INSEAD
Data: 15 a 18 de abril de 2019
Local: INSEAD – Campus Fontainebleau
Inscrições: Até o dia 15 de março de 2019
Mais informações: insead@stefanini.com

Ticket é a melhor fornecedora para RH na categoria Benefícios

Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket

A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, foi eleita a melhor empresa, na categoria Benefícios, no Prêmio Melhores Fornecedores para RH, promovido pela revista Gestão RH. O prêmio reconhece o trabalho dos fornecedores de produtos ou serviços para os departamentos de recursos humanos.

Esta é a 10ª vez que a Ticket vence a premiação, ocupando o 1º lugar, na categoria Benefícios. Além disso, a marca foi uma das melhores empresas avaliadas dentre todas as participantes. “Nosso trabalho é desenvolver soluções inovadoras que multipliquem os benefícios e ampliem cada vez mais nosso leque de serviços para os nossos clientes. Somos uma marca que tem paixão pelos clientes, e esse reconhecimento nos permite continuar nesse caminho, a fim de facilitar o cotidiano dos departamentos de recursos humanos”, afirma Felipe Gomes, diretor-geral da Ticket.

A pesquisa para eleger os melhores fornecedores foi realizada ao longo de 2018, com profissionais, gestores de RH e com os próprios clientes dos finalistas. O prêmio valoriza o trabalho das empresas fornecedoras de produtos ou serviço s para os departamentos de RH e avalia as práticas direcionadas aos clientes nas áreas de benefícios, talentos, tecnologia para o RH, gestão do negócio e serviços.

Cielo abre processo seletivo para contratação de estagiários em várias cidades do Brasil

A Cielo, empresa líder em tecnologia, serviços e soluções inovadoras para o varejo, anuncia abertura do Programa Estágio Comercial que vai contratar 100 profissionais. Os selecionados vão compor o time comercial da companhia, com a responsabilidade de apoiar os executivos da área, prestando auxílio na venda de produtos e soluções, desenvolvimento de projetos, visitas e suporte aos clientes, entre outras funções.

A Cielo está em busca de pessoas que estejam cursando o penúltimo ou o último ano de seus respectivos cursos técnicos ou de graduação. Não é necessário ter experiência prévia, mas é imprescindível ter disponibilidade para estagiar por 6 horas em horário comercial. Ter boas habilidades em comunicação, raciocínio lógico e estar alinhado com os valores praticados pela companhia fazem parte do perfil profissional esperado.

As vagas são para atuar em Manaus, Recife, Fortaleza, Salvador, Goiânia, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis. As inscrições se encerram no dia 13 de fevereiro e os interessados vão passar por testes online, seguidos de dinâmicas de grupo e entrevistas individuais, com as admissões previstas para 11 e 14 de março nas praças de SP e RJ, e 1º de abril nas demais. A Cielo oferece todos os benefícios compatíveis com o mercado: vale refeição, vale transporte, bolsa auxílio, seguro de vida e assistências médica e odontológica.

Para mais informações sobre as vagas e envio de currículos, acesse: https://www.99jobs.com/cielo/jobs/36263-programa-estagio-comercial-cielo-2019

VTEX DAY, maior evento de e-commerce da América Latina, inicia vendas de ingressos para a edição 2019

A próxima edição do VTEX DAY, maior evento de vendas multicanal da América Latina, já está com os ingressos à venda. O evento, que reúne os principais varejistas do país e milhares de visitantes internacionais, será realizado no SP Expo e oferece duas modalidades de entradas: Multi e Black. Os ingressos do primeiro lote custam a partir de R$ 490 e podem ser adquiridos até o dia 15 de março.

A lista de palestrantes será divulgada em breve. Em edições anteriores, o evento recebeu importantes nomes dos cenários nacional e mundial, como Joaquim Barbosa, ex-presidente do Supremo Tribunal Federal; Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil; Bruce Dickinson, empreendedor e vocalista do Iron Maiden; Luiza Trajano, presidente do Conselho de Administração do Magazine Luiza; Andreas Weigend, ex-cientista chefe da Amazon; Richard Branson, empresário britânico e fundador do grupo Virgin; Sucharita Kodali, vice-presidente da Forrester Research; Paula Bellizia, presidente da Microsoft Brasil; e o co-fundador da Netflix, Marc Randolph.

Além disso, o VTEX DAY conta com parceiros importantes, como Stone, Buscapé, Carrefour, Adyen, Via Varejo, TrustHub, Synapcom, PagSeguro e Rede. Atualmente, mais de 40% dos patrocinadores reservam seus grandes lançamentos para serem anunciados durante o evento.

Para conferir os ingressos, seus benefícios e formas de pagamento, acesse: http://vtexday.vtex.com/.

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Dia da Segurança na Internet: Como não ficar refém da conectividade?

Dia 06 de fevereiro é dia da segurança na internet e sabemos que a Internet proporciona acesso a uma infinidade de informação mas, durante a navegação, todas pessoas e, principalmente empresas, estão sujeitas a diversos tipos de ameaças. Podemos ver os mais diversos truques, que vão de fraudes à contaminação do computador, distribuição de conteúdos em vídeos e até furto com dados bancários para compras. Com isso, é fundamental que os usuários se mantenham alertas para não cair em eventuais armadilhas.

Pensando nisso, reunimos algumas dicas de especialista que falam sobre os cuidados que os internautas devem ter ao se conectar com a internet e apostar em soluções inovadoras.

Como se proteger no mercado de vídeos online?

Segundo uma pesquisa realizada pela Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI), o Brasil é o segundo país que mais pratica pirataria. De todos os CDs, DVDs e softwares comercializados, 52% são piratas, enquanto a média mundial é de mais ou menos 34%. Uma das grandes preocupações dos produtores de conteúdo (desde professores autônomos até as grandes instituições) é essa questão, pois ninguém quer ter o seu material baixado ou compartilhado irregularmente.

Em uma pesquisa realizada recentemente pela Samba Tech, empresa líder na distribuição de vídeos online na América Latina, entre os produtores de vídeos que já sofreram pirataria, 46% atribuem o problema às falhas da plataforma utilizada e 18% aos sites que hospedam vídeos. Segundo Pedro Filizzola, CMO da Samba Tech, uma forma estratégica de evitar a pirataria é dificultar a distribuição dos conteúdos de forma ilegal é por meio da proteção por domínio. “Com ela, o produtor configura em qual domínio ele quer que seus vídeos sejam exibidos e então, mesmo que alguém consiga baixar, não poderá distribuí-los e revendê-los, já que ele só funcionará no domínio configurado”, explica.

Invista em segurança para o seu e-commerce

Segundo Alfredo Soares, fundador da Xtech Commerce, plataforma de e-commerce para PME´s, sem a segurança necessária para criptografar as informações fornecidas pelos clientes, além de um reforço no acesso a elas, a loja passa a ser um ambiente vulnerável a ataques de ladrões virtuais. Essas invasões podem resultar em diversas fraudes, como, por exemplo, a substituição do endereço de entrega das últimas compras realizadas e novas compras feitas com dados de terceiros. “Em um ambiente virtual que lida com transações financeiras, como um e-commerce, é preciso receber todo o investimento necessário para proporcionar segurança aos seus consumidores. Sem a segurança das transações financeiras, o cliente passa a desconfiar da loja on-line” revela Alfredo.

Invista em criptomoedas com segurança

Segundo recente relatório divulgado pela McAfee, empresa americana de informática e software de segurança, tivemos um aumento de 600% no número de ameaças de malwares criptos, apenas no primeiro trimestre de 2018. Tais dados nos mostram o quanto o quesito segurança tem se tornado essencial para usuários e investidores de criptomoedas.

Segundo Fernando Bresslau, Head of Operation and Finance da Ripio, carteira digital mobile para serviços financeiros, é importante tomar alguns cuidados na hora de realizar operações com moedas digitais. “Tenha excesso de atenção com as senhas, deixando-as mais extensas e complexas, use todos os sistemas de autenticação que a corretora ou carteira virtual oferecer e, principalmente, pesquise muito sobre a reputação da carteira que pretende usar, pois quanto mais lastro positivo ela tiver, mais confiança ela gera”, afirma Bresslau.

Compre na internet com segurança

Os consumidores estão cada vez mais propensos a realizarem compras no ambiente on-line, mas é preciso muito cuidado para não cair em ciladas. Um dos principais cuidados de segurança é verificar quais as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce: mais especificamente se a loja aceita cartão de crédito.

“Uma empresa, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação – e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Muitas pessoas acreditam erroneamente que o boleto bancário é a maneira mais segura, mas existem vários tipos de golpes envolvendo esse tipo de pagamento e o banco não se responsabiliza. Já nos pagamentos via cartão, por contrato, o consumidor sempre está protegido.

A biometria a serviço da segurança

A biometria, aos poucos, está se tornando parte do nosso dia a dia, principalmente quando o assunto é segurança. As instituições bancárias já estão implementando soluções do tipo para saque e consulta de dados. Uma câmera de celular, tablet ou notebook e um software. Isso é o suficiente para a utilização da biometria facial, uma nova tecnologia que tem se tornado tendência na identificação de pessoas em diversos setores.

Segundo Danny Kabiljo, CEO fundador da FullFace, startup brasileira que criou um sistema de reconhecimento facial que facilmente se integra a hardwares e softwares facilitando processos de autenticação biométrica facial web e mobile.

“Para contextualizar, a biometria facial pode ser utilizada em qualquer segmento onde seja necessário a identificação, ou seja, bancos em processos de autenticação, sistemas de saúde e laboratórios para reconhecer o cliente, qualquer empresa que necessite identificar o funcionário (controle de acesso e controle de ponto), aeroportos e empresas aéreas, segurança pública, no setor varejista que necessita saber quem é o cliente para fidelizá-lo, entre outros”.

Consultório Virtual 100% criptografado

O mercado de novos aparelhos e soluções de diagnóstico remoto só cresce, tornando-se hoje uma nova área da Medicina e Saúde que traz uma revolução na própria forma de se atender e entender o paciente através dos dados que se pode coletar dele por meio do teleatendimento online.

Para Lucas Arthur de Souza, Co-fundador e Diretor de Operações da TelaVita, marketplace de saúde digital, segurança sempre foi importante no desenvolvimento da plataforma que tem como objetivo conectar psicólogos e pacientes de todo país. “Mesmo sem existir um padrão universal de segurança no Brasil, nosso sistema já está próximo e de acordo com a maioria dos padrões internacionais, como padrão norte americano, HIPPAA, por exemplo. Possuímos várias camadas de segurança com diversas abordagens. Primeiramente o sistema possui certificação SSL (HTTPS) que garante que todas as transações e informações são criptografadas”.