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Nova pesquisa da Cisco revela que colaboração, nuvem e segurança são os principais desafios da TI

A nova  pesquisa sobre agilidade digital da Cisco, Accelerating Digital Agility, mostra que os CIOs e tomadores de decisão de TI (ITDMs, na sigla em inglês) pretendem maximizar os investimentos e impulsionar a inovação após um ano difícil, que reforçou o papel dos líderes de TI na promoção de inovações cruciais no local de trabalho.

Nos últimos 12 meses, CIOs e ITDMs de todo o globo têm sido desafiados a acelerar suas capacidades digitais e de nuvem e, ao mesmo tempo, proteger suas organizações de uma crescente lista de ameaças de segurança em expansão. Agora, os líderes de TI devem buscar potencializar os principais investimentos feitos em 2020.

Para preparar suas organizações para o sucesso a partir de 2021, os líderes de TI adaptaram prioridades e estratégias, focando-as em questões fundamentais que incluem: entregar ferramentas seguras de colaboração para manter as forças de trabalho produtivas; maximizar os investimentos em tecnologia feitos no último ano; proporcionar as melhores experiências de usuário para empregados e clientes; adotar definitivamente a nuvem e o modelo “como serviço”; e lidar com questões corporativas e sociais usando a tecnologia.

“Os líderes de TI estão na linha de frente para garantir o crucial sucesso de suas organizações em 2021”, afirma Liz Centoni, diretora executiva de estratégia e gerente geral de Aplicações da Cisco. “Mesmo restando problemas e surgindo novos desafios, os CIOs e tomadores de decisão de TI estão nos falando que precisam acelerar a agilidade digital de suas equipes, de forma que tenham a velocidade, a flexibilidade e as opções de utilização de serviços tanto nos ambientes tradicionais como nos modernos.”


Principais descobertas do estudo:

Para se preparem para o futuro do trabalho, os times precisam de acesso altamente seguro e das melhores experiências de colaboração a fim de prosperar como força de trabalho híbrida. Embora a maioria (61%) dos CIOs e ITDMs não tenha certeza de como será o futuro do trabalho, 89% deles acreditam ser essencial manter a segurança, o controle e a governança sobre dispositivos, redes, nuvens e aplicações voltados ao usuário – no Brasil este índice é de 96%. No cenário de ameaças ampliado pela força de trabalho distribuída, a segurança é primordial – 88% dos entrevistados no mundo e quase a totalidade dos brasileiros (97%) consideram importante proteger as ferramentas de trabalho remoto e os dados de clientes ou funcionários em um ambiente de trabalho distribuído.

As equipes de TI devem criar experiências de usuário final otimizadas, em dia com ambientes de TI cada vez distribuídos, dinâmicos e complexos. Mais de três quartos dos CIOs e ITDMs entrevistados concordam que a experiência do usuário deve ser mais prazerosa do que satisfatória (opinião defendida por 81% dos brasileiros entrevistados). Para proporcionar uma excelente experiência de usuário, 89% dos entrevistados no mundo e 95% do Brasil acham que é importante garantir desempenho consistente de aplicação tanto nos aplicativos como na infraestrutura, e 86%, sendo 95% no Brasil, acreditam na importância de tornar a infraestrutura tão dinâmica quanto os aplicativos de software para atender às necessidades em constante mudança relativas a normas e otimização de aplicações e desenvolvedores. Apesar de a experiência de usuário precisar ser prazerosa, quase todos (90% no mundo e 96% no Brasil) afirmam que é importante ou muito importante manter a segurança a partir da aplicação na direção da infraestrutura, a fim de garantir a conformidade sem retardar os negócios.

A necessidade de agilidade, velocidade, escalabilidade e segurança está ocasionando a adoção de ambientes de nuvem híbrida e soluções de SASE (Secure Access Service Edge). CIOs e ITDMs estão usando a nuvem para dar resiliência aos negócios. No entanto, não existe uma solução uniformizada de nuvem. Embora a maior parte dos CIOs e ITDMs (84% entre todos os países pesquisados e 94% entre os brasileiros) concorde que é importante oferecer liberdade de escolha quando se trata de ambientes de nuvem – seja on premise, nuvem pública, privada ou SaaS, 86% (sendo 96% no Brasil) também consideram essencial oferecer um modelo operacional consistente em todos esses ambientes. Quase 70% dos líderes de TI adotaram soluções de SASE porque estavam investindo em aplicações na nuvem que precisavam ser protegidas (61% no mundo e 65% no Brasil), porque gostam de estar atualizados em relação às melhores práticas do mercado (56% no mundo e no Brasil) e/ou porque sua força de trabalho vai permanecer distribuída (37% no mundo e 34% no Brasil).

Os clientes esperam ter uma experiência de consumo em nuvem, independentemente de suas soluções estarem implantadas on premise ou na nuvem, o que gera uma ampla adoção de soluções “como serviço”. Entre os participantes da pesquisa, 73% adotaram soluções “como serviço” e 76% usam modelos com flexibilidade de utilização. Três quartos dos entrevistados do mundo – e 89% dos brasileiros – acreditam que o modelo “como serviço” vai ajudar a melhorar a experiência tanto dos usuários finais quanto das equipes de TI, contribuindo para que suas organizações obtenham consistência operacional. Além disso, 76% afirmam que o modelo “as a service” vai propiciar melhores resultados para os negócios (índice que chega a 91% no Brasil), e 77% querem que soluções “como serviço” simplifiquem processos e eliminem riscos (índice de 89% no Brasil).

A tecnologia será um fator determinante para facilitar que CIOs e ITDMs lidem com retenção de talentos, iniciativas corporativas internas e questões mais amplas da sociedade em 2021. A maioria dos líders de TI (85%) acredita que a capacidade de atrair e reter talentos será crucial no mundo completamente digitalizado. Quase metade dos entrevistados afirmaram que vão qualificar seus talentos atuais (49%) e investir em talentos de novas áreas (46%) nos próximos 12 meses.

A maior parte dos CIOs e ITDMs (90%) planejam assumir iniciativas internas em 2021, incluindo sustentabilidade (50%), saúde mental dos funcionários (50%), privacidade (47%) e diversidade e inclusão (47%). Os índices no Brasil são de: sustentabilidade (52%), saúde mental dos funcionários (57%), diversidade e inclusão (51%) e privacidade (46%).

Além disso, 85% de todos entrevistados vão tratar de assuntos sociais externos em 2021, tais como desigualdade digital (39%), saúde (37%), mudanças climáticas (35%), justiça social (34%), direitos humanos (33%), desinformação ou fake news (31%) e pobreza, fome e habitação (28%). Entre os entrevistados do Brasil os assuntos sociais externos mais citados foram desigualdade social (41%) e desinformação e fake News (42%).

Sistemas de dados mais robustos são necessários para o combate à pobreza

O Banco Mundial vem propor novos sistemas nacionais de dados mais robustos a fim de realizar todo o potencial da revolução de dados para transformar a vida das pessoas mais pobres.

Desde as informações coletadas em pesquisas domiciliares até os pixels capturados por imagens de satélite, os dados podem subsidiar políticas públicas e estimular a atividade econômica, servindo como uma arma poderosa no combate à pobreza. Mais dados estão disponíveis hoje do que em qualquer outro momento da história; no entanto, seu valor permanece amplamente inexplorado, segundo o novo Relatório de Desenvolvimento Mundial 2021: Dados para uma vida melhor. Os dados também podem ser uma faca de dois gumes e, portanto, requerem um contrato social que gere confiança, proteja as pessoas contra o mal uso e danos e funcione de maneira a proporcionar igualdade de acesso e representatividade.

“Os dados oferecem um enorme potencial para a criação de valor ao melhorar os programas e políticas públicas, impulsionando as economias e empoderando seus cidadãos. O ponto de vista das pessoas pobres tem sido deixado de fora desses debates globais sobre a governança de dados e precisa ser ouvido com urgência”, disse David Malpass, Presidente do Grupo Banco Mundial. “Os países de baixa renda costumam ficar em desvantagem pela falta de instituições, autonomia para a tomada de decisões e recursos financeiros, o que atrasa a sua implementação efetiva e a eficiência dos sistemas de dados e suas estruturas de governança. A cooperação internacional é necessária para harmonizar as regulamentações e coordenar as polícias de forma que o valor dos dados seja aproveitado em benefício de todos, bem como para subsidiar nossos esforços rumo a uma recuperação verde, resiliente e inclusiva.

Os dados coletados para fins públicos ou comerciais, por métodos tradicionais ou modernos, estão sendo utilizados, combinados e reutilizados de maneiras a beneficiar mais pessoas e a fornecer informações mais precisas.

Dados aprimorados ampliam a capacidade dos governos de definir prioridades e direcionar recursos de maneira mais eficiente. No Quênia, por exemplo, dados de mídias sociais e de telefonia celular, bem como relatórios oficiais digitalizados sobre acidentes de trânsito em Nairóbi, possibilitaram a identificação das vias mais perigosas e ajudaram a salvar vidas graças a melhorias na segurança de trânsito. O setor privado está usando dados para melhorar o desempenho de empresas baseadas em plataformas, que, por sua vez, impulsionam o crescimento econômico e geram comércio internacional de serviços. No Haiti, a tecnologia ajudou os produtores de manga a rastrear sua produção até o consumidor final, eliminando muitos intermediários e permitindo que eles ficassem com uma parte maior do lucro.

Métodos de dados inovadores também estão capacitando as pessoas a tomar melhores decisões e levando a melhorias no serviço público. No estado de Tamil Nadu, na Índia, o Banco Mundial apoiou o desenvolvimento de ferramentas que ajudam a enfrentar os desafios relativos à alfabetização de dados. Por meio dessas ferramentas, as preferências expressas pela população são prontamente digitalizadas e ajudam a orientar os debates da comunidade e definir suas prioridades.

“A combinação de dados de várias fontes pode promover a formulação de políticas baseadas em evidências por meio de estatísticas mais precisas e oportunas”, disse Carmen Reinhart, economista-chefe do Grupo Banco Mundial. “Os efeitos adversos da Covid-19 foram sentidos de forma desigual. Os usos inovadores de dados oferecem novas oportunidades para entender a disseminação da doença, avaliar políticas para mitigá-la e direcionar recursos do governo para as pessoas mais necessitadas.”

A Covid-19 destacou de maneira dramática as oportunidades e os desafios associados aos novos usos de dados. Os países reaproveitaram dados de telefonia celular para monitorar o vírus – mas tiveram de oferecer proteção contra o mal uso dos dados. A transformação abrupta para o mundo virtual também expôs a desigualdade digital entre aqueles que têm acesso à tecnologia e aqueles que não têm. Isso nos lembra da necessidade de trabalharmos para garantir o acesso mais equitativo à telefonia celular e à internet para as pessoas mais pobres e nos países de renda baixa. Iniciativas visando à contenção do vírus têm dificultado a coleta de dados básicos em vários países, ressaltando a necessidade de investimentos em infraestrutura, sistemas de dados e capacidade estatística.

No entanto, quanto mais os dados são usados, maior é o potencial para seu uso indevido. A concepção meticulosa de regulamentações para fortalecer a segurança cibernética e proteger os dados pessoais é essencial para gerar confiança. Em uma pesquisa global com 80 países, apenas 40% tinham disposições de regulamentação de dados baseadas em melhores práticas; incluindo menos de um terço dos países de baixa renda, embora muitos deles estejam começando a adotá-las.

Apesar de todo o potencial dos dados para o desenvolvimento, os benefícios do sistema global de dados estão, por enquanto, direcionados apenas aos mais abastados. É, portanto, uma prioridade melhorar a representatividade de pessoas marginalizadas e seu amplo acesso aos dados. Na África Subsaariana, a conectividade digital é limitada e a infraestrutura moderna para troca, armazenamento e processamento de dados é insignificante nos países de baixa renda. Esses países também encontram-se em desvantagem competitiva quando se trata de aproveitar os benefícios econômicos gerados por empresas baseadas em plataformas de dados.

O relatório reconhece a diversidade de pontos de vista em relação aos dados e o ambiente político de incertezas. Para colher todos os benefícios dos dados e criar oportunidades para todos são necessários esforços renovados para melhorar a governança de dados em cada país, bem como uma cooperação internacional mais estreita. A falta de ação tem um custo alto e leva a perdas de oportunidades e ao aumento da desigualdade. Forjar um novo contrato social sobre dados – baseado nos princípios de valor, confiança e equidade – fará toda a diferença.

O Banco Mundial, uma das maiores fontes de financiamento e conhecimento para os países em desenvolvimento, está implementando ações amplas e rápidas para ajudar esses países a responder aos impactos sanitários, sociais e econômicos da Covid-19. Isso inclui US﹩ 12 bilhões para ajudar os países de renda baixa e média a adquirir e distribuir vacinas, testes e tratamento contra a Covid-19, além de fortalecer seus programas de vacinação. O financiamento tem como base uma iniciativa mais ampla intitulada Resposta do Grupo Banco Mundial à Covid-19, que está ajudando mais de 100 países a fortalecer seus sistemas de saúde, apoiar as famílias mais pobres e criar condições favoráveis para manter os meios de subsistência e os empregos das pessoas mais afetadas.

Smiles premia vencedores de Hackathon com 1 milhão de milhas

Evento já recebeu mais de 670 inscrições e público pode se inscrever até o dia 26 de março

Com o objetivo de aprimorar o planejamento de viagens do consumidor, a Smiles realiza no próximo fim de semana seu primeiro Hackathon — uma maratona de ideias e projetos para encontrar soluções acessíveis, inclusivas e democráticas com foco na jornada do cliente e na realização do sonho de viajar.

A companhia recebeu até o momento mais de 670 inscrições e os interessados podem se inscrever até o dia 26 de março. A equipe que apresentar o trabalho mais inovador ganhará 1 milhão de milhas Smiles. O segundo e terceiro colocado ganham 500 e 250 mil milhas, respectivamente. “É gratificante ver que a nossa proposta de reunir pessoas diferentes para um encontro de ideias com o objetivo de melhorar a experiência dos clientes está no caminho certo. Estamos com muitos inscritos, superando a média prevista”, comenta Luiz Borrego, CIO da Smiles.

O “Hackathon Smiles” será 100% online, gratuito e a programação compreende sessões de mentoria, oficinas e avaliações. Até o dia 26 de março serão realizadas lives com especialistas da companhia que trarão uma visão geral da empresa. No primeiro dia, Camila Milioni, gerente de Inovação, Canais e UX da Smiles, falará sobre tendências do setor de viagens e mudanças no comportamento do consumidor. Já no segundo dia, Luiz Borrego, CIO da companhia, junto com o time de tecnologia da companhia, abordarão as principais funcionalidades tecnológicas que são utilizadas na Smiles. Por fim, no terceiro dia, Beatriz Bergamaschi Cabral, CMO da Smiles, contará sobre a história, os produtos e dados curiosos da plataforma e André Fehlauer, CEO da Smiles, finalizará falando sobre o contexto do propósito da marca e os desafios da Smiles.

Além disso, esses executivos também compõe o júri do evento que contará com outros convidados especiais ligados ao universo de viagens, turismo, entretenimento e diversidade. Entre eles Alexandre Zylberstajn, sócio-diretor do Passageiro de Primeira, site especializado em Viagens e Programas de Fidelidade, Cris Naumovs, diretora de criação e designer que já atuou em importantes revistas do país e Ricardo Silvestre, fundador e CEO da Black Influence – agência de comunicação especializada em criadores e influenciadores negros. Todos possuem uma bagagem bem interessante, com visões do mercado e um olhar voltado para a inovação e diversidade, o que vai de encontro com o processo de avaliação e essência da Smiles.

O time irá avaliar os projetos durante o fim de semana e no dia 31 de março anunciará as três equipes finalistas. Os interessados encontram mais informações no site Hackathon Smiles

Startup OLÉ-BRASIL’21: última chamada para inscrições

Encerra-se nesta sexta-feira (26) o prazo de inscrição para as startups brasileiras interessadas em criar conexões para o crescimento e desenvolvimento do seu negócio, incluindo acesso a fundos de investimentos internacionais, conhecimento e go to market para a Espanha, através do Startup OLÉ-BRASIL’21.

O evento, que conta com o apoio da Softex para a sua realização, ocorrerá virtualmente nos dias 22 e 23 de abril. Ao se inscreverem, as startups brasileiras contarão com benefícios como acesso a reuniões “one-to-one” de matchmaking com diversos investidores e corporações internacionais, participação em competição de pitch e acesso à plataforma exclusiva de networking do evento.

Entre investidores e corporações internacionais com participação confirmada estão AC Ventures, Kamay Ventures, Globant Ventures, Redwood Ventures, Artifex Angels, Dalus Capital, Hag, Cites, Capital Invent, Gridx, Impulsa Visión RTVE e Axon Partners.

“A Espanha dispõe de um ecossistema vibrante apoiado por 156 aceleradoras e tem duas de suas cidades – Madrid e Barcelona – ocupando respectivamente o 23º e 24º lugares no ranking das 50 melhores cidades do mundo para erguer a sua startup. Há, também, muitas oportunidades para aproveitar financiamentos e auxílios oferecidos pelo governo espanhol para startups e as comunidades têm total independência para lançar iniciativas de apoio a empreendedores que decidam se estabelecer nas suas regiões”, explica Ana Pires, gerente da área internacional da Softex.

As dez melhores startups selecionadas na competição de pitch do Startup OLÉ-BRASIL’21 obterão acesso direto ao Startup OLÉ Blended Edition 2021, que ocorrerá de 8 a 10 de setembro de 2021 em Salamanca, na Espanha.

Para informações adicionais e inscrições para o Startup OLÉ-BRASIL’21 acesse https://lnkd.in/eY_kpae

Atento anuncia chegada de novo parceiro para programa de aceleração de startups

A Atento Next, aceleradora de startups da Atento, multinacional líder em soluções de customer experience no Brasil e na América Latina, selecionou mais uma startup para se juntar ao seu programa de aceleração e agregar iniciativas inovadoras e tecnologias disruptivas para melhoria da experiência dos consumidores: a Twist, empresa de Data Science que realiza a coleta, processamento e análise de dados. A startup contará com o apoio da companhia para a cocriação de projetos que contribuam para potencializar a performance e resultados dos clientes da Atento na monitoria e classificação de perfis de contato das redes sociais em tempo real.

“Nos interessamos pelo programa de aceleração da Atento por conta do crescente investimento da companhia em tecnologia e pela qualidade do serviço prestado em CX. Temos a certeza de que será uma ótima oportunidade para testarmos nossas soluções e escalarmos nossos negócios, além de colaborar para alcançarmos o nosso objetivo de crescer 50% neste ano”, conta Fernando Ferreira, sócio da Twist.

O Diretor de Inovação da Atento, Mauricio Castro, explica que a empresa vem selecionando startups que estão alinhadas à estratégia da companhia e que agreguem valor aos negócios. “Acreditamos que, além de oportunidades valiosas às startups parceiras, esse programa de aceleração gere novas ofertas e modelos de negócio aos nossos clientes, maximizando resultados e melhorando a experiência dos seus consumidores”, afirma o executivo.

Para seu programa de aceleração, a Atento fechou parceria com a Liga Ventures, empresa especializada em programas de inovação que conectam grandes empresas e startups. O processo de seleção se iniciou em novembro de 2020 com a inscrição de 257 startups com projetos relacionados às novas tecnologias e modelos de negócios.

Atento Next

Inovação está no centro da estratégia da Atento, tanto que, em 2020, a companhia foi a primeira do setor no mundo a conquistar o selo ISO 56002, de gestão de inovação. Ainda em 2020, lançou sua aceleradora de startups, a Atento Next.

O programa é uma das iniciativas do hub de inovação da Atento, que visa alavancar os processos de inovação, gerando novas linhas de negócio e produtos, além de aproximar de empresas que já nasceram digitais.

IBM lança serviços novos e aprimorados para ajudar a simplificar a segurança para a nuvem híbrida

 A IBM Security anunciou serviços novos e aprimorados projetados para ajudar as organizações a gerenciar sua estratégia de segurança de nuvem, políticas e controles em ambientes de nuvem híbrida. Os serviços reúnem tecnologias nativas da nuvem da IBM e de terceiros, junto com a experiência da IBM para ajudar as organizações a criar uma abordagem de segurança unificada em seus ecossistemas de nuvem.

As organizações hoje estão aproveitando uma mistura de recursos de nuvem e on-premises para alcançar um equilíbrio entre agilidade, segurança e redução de custos para seus negócios. Enquanto a flexibilidade da nuvem híbrida pode oferecer vários benefícios, diversas empresas são desafiadas a manter a visibilidade e gerenciar com eficácia a amplitude dos controles de segurança neste ambiente de TI disperso. Nuvens mal configuradas foram líderes nas causas de violações de dados de acordo com o Relatório Cost of a Data Breach 2020, representando aproximadamente 1 em cada 5 violações de dados estudadas.

Disponível hoje, o conjunto expandido do IBM Security Services for Cloud é projetado para ajudar companhias a adotarem uma estratégia de segurança consistente através de seus ambientes de nuvem híbrida – com apoio dos especialistas da IBM com experiência em gerenciar controles de segurança nativos para Amazon Web Services, Google Cloud, IBM Cloud e Microsoft Azure, entre outros. Os serviços da IBM podem ajudar as empresas a avaliarem a situação atual da segurança da nuvem, assim como construir e gerenciar acessos, políticas e controles técnicos para proteger recursos de nuvem novos e existentes. Os serviços aproveitam IA e automação para ajudar a identificar e priorizar riscos, responder a potenciais ameaças nos ambientes de nuvem das empresas e conectar esses dados com suas operações de segurança mais amplas e sistemas on-premises.

“A segurança da nuvem pode parecer assustadora, com os defensores enfrentando uma área de ataque extensa, modelos de responsabilidade compartilhada e plataformas e ferramentas de nuvem em rápida evolução”, disse Vikram Chhabra, Diretor Global de Gestão de Oferta e Estratégia de IBM Security Services. “Nós não podemos supor que as abordagens legadas de segurança funcionarão nesse novo modo operacional – em vez disso, a segurança deve ser modernizada especificamente para a era de nuvem híbrida, com estratégias baseadas em princípios de confiança zero que reúnem contexto, colaboração e visibilidade em qualquer ambiente de nuvem”.

Combinando tecnologia e experiência para simplificar a segurança da nuvem

O IBM Security Services for Cloud oferece uma abordagem aberta e automatizada para ajudar a simplificar a segurança da nuvem híbrida – reunindo experiência em segurança independentemente da nuvem, com um conjunto integrado de soluções de tecnologia em nuvem, proprietárias e de terceiros. Os serviços podem ajudar os clientes em qualquer estágio da sua jornada de segurança da nuvem, desde orientar as organizações sobre como mover os dados, usuários e as cargas de trabalho para a nuvem até fornecer um monitoramento contínuo de risco e gerenciamento de ameaças das suas arquiteturas de nuvem híbrida existentes.

Os serviços novos e aprimorados incluem:

• Serviços de segurança nativos da nuvem: Novos serviços de consultoria e segurança gerenciada que podem fornecer visibilidade centralizada, gerenciamento e monitoramento de controles de segurança nativos por todo o ambiente de nuvem – ajudando a reduzir o risco de má configuração da nuvem, enquanto fornece insights sobre potenciais riscos e ameaças. Os especialistas da IBM podem ajudar a projetar e a implementar práticas de segurança para controles nativos de nuvem baseados em requisitos específicos de negócio e regulatórios, e oferecendo monitoramento e relatórios contínuos sobre como as configurações estão sendo otimizadas em toda a companhia.

• Gerenciamento da postura de segurança da nuvem: Novos serviços de consultoria e de segurança gerenciada podem ajudar os clientes a desenhar e implementar uma solução de gerenciamento da postura de segurança da nuvem (cloud security posture management – CSPM) para endereçar governança e compliance pelos fornecedores de serviço de nuvem. Esses novos serviços podem oferecer uma solução única para compliance e design de estrutura de política de governança, integração do sistema CSPM e serviços gerenciados – fornecendo recomendações acionáveis e automação para ajudar a solucionar questões relacionadas a compliance, assim como monitoramento contínuo e atividades de remediação.

• Segurança de contêiner: Serviços de segurança para os ambientes de contêiner dos clientes, de consultoria e sistemas de integração a gerenciamento de ameaças, gerenciamento de vulnerabilidade e serviços de segurança gerenciada para todo o ciclo de vida do contêiner. Esse serviço recém-aprimorado inclui:

• Consultores da IBM, que podem avaliar ambientes de contêiner existentes, analisar processos de DevSecOps, rever o design das aplicações e soluções de requerimentos e ajudar os clientes a construir um roadmap para as próximas implementações.

• IBM Managed Security Services, que pode fornecer visibilidade centralizada, gerenciamento e monitoramento de contêineres por um único dashboard – por meio de imagens, registros, orquestradores e fornecedores de serviço de nuvem.

• Integração com o gerenciamento de vulnerabilidade IBM Security X-Force Red, que pode ajudar a identificar, analisar e classificar milhares de vulnerabilidades relacionadas a contêiner dentro do ambiente do cliente a fim de priorizar a remediação.

• Estratégia de segurança de nuvem: Serviços de consultoria aprimorados para avaliação e estratégia de segurança híbrida e multicloud, baseados em estruturas de indústria como CSA Cloud Controls Matrix (CCM). Os serviços agora podem ajudar as organizações a avaliar a postura de segurança de cargas de trabalho e serviços na nuvem, incluindo recomendações para endereçar riscos. Usando técnicas próprias, o serviço pode entregar uma estratégia customizada e um roadmap de maturidade de segurança adaptado às necessidades regulatórias e de negócios específicas do cliente.

Esses serviços se baseiam nos recursos e experiências existentes da IBM para oferecer suporte às jornadas de segurança de nuvem dos clientes. O IBM X-Force Threat Management Services pode ajudar os clientes a gerenciar o ciclo de vida de ameaças de segurança por meio de detecção, investigação e resposta. A IBM também oferece serviços de segurança para Cloud Access Security Broker (CASB), que ajuda a proteger os ambientes de nuvem das organizações por meio de uma abordagem integrada no planejamento e implementação da solução CASB.

ABFintechs apresenta 6 passos para entender o Open Banking de forma descomplicada

No dia 1 de fevereiro iniciou-se a primeira fase do Open Banking no Brasil, que contempla informações padronizadas das instituições financeiras no país. O assunto, que  foi bastante repercutido, ainda é cercado de dúvidas, afinal, como isso funcionará efetivamente para a população, que está na ponta deste serviço? Com base nessas questões, Rogerio Melfi, Coordenador do GT de Open Banking da Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) explicou cada detalhe desse que é um dos passos mais importantes para democratizar o sistema financeiro. 

1) Qual a primeira fase do Open Banking? 

Acesso ao compartilhamento de informações de forma padronizada, tais como: geolocalização dos pontos de atendimentos do bancos (agências e caixas eletrônicos), quais os serviços que o correntista ou usuário pode realizar neste  local (pagamento de conta, saque de dinheiro, TED, DOC),  bem como a tarifa que é praticada por canal, por exemplo. 

2) O que muda? 

A partir de agora é muito mais fácil criar um comparador de preços e identificar quanto custa os serviços de conta de uma  instituição. Antes nós tínhamos uma “média” de valores que eram praticados nas tarifas. Agora, com o compartilhamento do Open Banking, conseguimos identificar quanto realmente cada banco cobra pelo serviço.

3) Em que passo estamos?

Atualmente, existem grupos de trabalho – de auto regulação – atuando fortemente nas especificações da segunda fase de implantação, que está quase pronta. Além disso, há uma outra equipe trabalhando na terceira fase, que terá a especificação entregue em abril. A partir da validação dessas fases, teremos a implementação da segunda fase do Open Banking, da terceira fase e, por fim, a quarta fase, em dezembro. 

4) Quais são as fases seguintes do Open Banking? 

2º fase: o compartilhamento de dados privados dos usuários, terá como ponto forte o início da movimentação para o consentimento dos usuários, somente com consentimento que a instituição terá acesso às informações. Aqui entram informações como: extrato, informações de conta como saldo e extrato, dados cadastrais como nome e endereços, informações dos produtos de crédito (financiamento de veículo, imóvel) contratados naquela instituição. 

3º fase: compartilhamento de serviços, tais  como pagamentos e encaminhamentos e propostas de crédito. Nesta fase será possível, por meio de um aplicativo, realizar pagamentos de uma forma diferente, por exemplo, a pessoa poderá pagar sua conta de água ou  luz, usando o saldo de uma conta, a partir do app de qualquer banco no qual for correntista. Vale ressaltar que essas movimentações  só serão possíveis com o consentimento dos usuários.

4º Fase: Aqui o escopo é mais amplo. Conforme a resolução conjunta, nesta fase será incluída a entrada de produtos de câmbio, seguro e previdência privada, dentre tantos outros serviços que são contratados por meio dos bancos. Então, por exemplo, se uma pessoa contratou um seguro pelo seu banco, esta informação passa a ser “compartilhável” por meio do Open Banking com uma outra instituição.

5) E as fintechs, como elas se encaixam nisso?

Existe um vasto e novo mercado em atuação. Atualmente, um terço da população é desbancarizada, ou seja, não possuem ligação com um banco comercial. Quando pensamos nisso é fácil identificar um grande espaço de expansão para bancos e fintechs, ganharem mercado, certo? 

Porém, para além desta parcela da população, há os bancarizados, ou seja, aqueles que usam o sistema financeiro, que também permitem um grande crescimento de mercado.  Para esses, o Open Banking é um grande fermento, que deixará o “bolo” – o sistema financeiro – ainda maior. De modo geral, é possível que todos cresçam muito mais em parcerias do que disputas.

6) E como as fintechs podem ajudar as pessoas e o próprio banco? 

A colaboração entre fintechs e bancos é super bem-vinda no Open Banking. Isso porque as fintechs possuem uma capacidade de serem mais segmentadas e especializadas em um público específico. Neste sentido, elas podem entender melhor a dor dos usuários e aplicarem uma solução específica para esse público a partir de um banco. 

Por exemplo, temos uma fintech X, especializada em Pequenas e Médias Empresas (PMEs), ou seja, voltada para empreendedores. A partir do momento que um banco usa um serviço deles, pode começar a trabalhar com vários produtos dentro deste segmento. Para a fintech essa é a oportunidade de se posicionar como um canal eficiente de distribuição. 

Mas os bancos já não possuem isso? Sim, mas o padrão é atender “quase todo mundo” da mesma maneira (mesmo app, mesmo site, mesmo 0800). A fintech dialoga melhor por segmento e entende com mais profundidade cada público. Logo, a parceria é benéfica para ambos os lados. 

Maior evento de fintechs irá discutir os próximos passos do Open Banking

A Associação Brasileira de Fintechs (ABFintechs) realizará mais uma edição do Fintouch, maior evento no calendário da entidade e o maior do Brasil focado em fintechs. A programação contará com a participação de nomes de referência nacionais e internacionais do ecossistema de inovação e serviços financeiros. O encontro acontece nos dias 15 e 16 de abril, das 9h às 18h, pela primeira vez de forma totalmente online. 

Mantendo a excelência dos conteúdos, extremamente relevantes para o segmento, o evento abordará assuntos como: Tokenização de Ativos; Identidade Digital para Fintechs; Serviços e Produtos para Desbancarizados; AgFintechs: Regulação, Crédito de Carbono, Empresas ESGs; dentre outros. Além do painel sobre o Open Banking a partir da visão do Banco Central, que contará com a participação de Rogerio Melfi (ABFintechs), Diogo José Sousa da Silva (Banco Central), Ingrid Barth (ABFintechs) e Thiago Alvarez (ABCD/ Guia Bolso). Para saber mais acesse: https://www.abfintechs.com.br/fintouch.

Webmotors anuncia abertura de 40 vagas em Tecnologia

Em constante crescimento e focada na criação de novas soluções digitais, a Webmotors, principal portal de negócios e de soluções para o segmento automotivo, anuncia a abertura de mais de 40 vagas na área de tecnologia. As oportunidades são abertas para candidatos de todas as regiões do país, que, dependendo da localidade, poderão trabalhar no formato remoto.

“Somos uma empresa movida pela inovação e pelo entusiasmo. Por isso, estamos em busca de pessoas que sejam extremamente curiosas, inconformadas e tenham conceito de agilidade como um princípio de trabalho”, conta a Head de RH da Webmotors, Cibele Diniz.

As oportunidades são para Agilista, Analista de Negócios, Analista de Qualidade, Analista de UX, Cientista de Dados, Coordenador de TI, Desenvolvedor Back End, Desenvolvedor Front End, Engenheiro de Dados, Gerente de TI e Product Manager. Para se inscrever e saber mais detalhes sobre cada vaga, basta entrar na página de carreiras da Webmotors na Gupy: http://webmotors.gupy.io/ .

“Aqui na Webmotors, trabalhamos com tecnologia de ponta, arquitetura 100% cloud e com deploys automatizados. Oferecemos aos nossos pilotos um ambiente que combina a inovação de uma startup com a solidez financeira de um grande banco (fazemos parte do ecossistema do Santander) e com muitas possibilidades de crescimento. Buscamos candidatos que queiram fazer a diferença e gerar impacto positivo na empresa que é líder no setor automotivo”, afirma o diretor de tecnologia da empresa, Daniel Polistchuck.

Atualmente, a Webmotors conta com 300 funcionários. Por mês, seu site possui mais de 33 milhões de visitas mensais, 2 milhões de leads e 140 milhões de pesquisas por veículos. Em 2002, a empresa passou a ter o Grupo Santander Brasil como seu principal controlador e, em abril de 2013, celebrou a chegada da Carsales (empresa australiana de tecnologia, especializada no segmento automotivo), que adquiriu 30% do seu capital acionário e contribuiu ainda mais para acelerar ainda mais o seu crescimento nos últimos anos.

A transformação digital e o valor da experiência dos clientes

Por Sandra Maura, CEO da TOPMIND 

Cerca de 70% de todas as inciativas de transformação digital feitas atualmente estão falhando. Ou seja: apesar de todo o investimento envolvido, a verdade é que ainda existe uma longa jornada entre o desejo de digitalização das companhias e a realidade que elas enfrentam na hora de realmente extrair o real valor da tecnologia. Mas por quê? 

Em primeiro lugar, é preciso ponderar que o grande desafio para a transformação dos negócios não está, exclusivamente, na falta ou excesso de tecnologias. Ao contrário. Em tempos de evolução exponencial de toda a indústria de Tecnologia da Informação, a grande dificuldade parece estar, justamente, na necessidade de olharmos o que, de fato, pode ser melhorado e aprimorado com a digitalização. 

Nesse cenário, tomemos como exemplo a área de atendimento aos clientes. Muito tem se falado sobre a importância de se oferecer uma jornada omnichannel. Mas sua empresa sabe o que isso realmente significa? Mais do que adotar novas ferramentas e estar presente nos canais digitais, a cultura omnichannel exige um atendimento integrado, em que os consumidores sejam vistos de maneira única e completa em todas as frentes de suporte. 

Isso quer dizer, portanto, que um segredo da adoção de uma postura omnichannel passa muito mais pela análise de quais canais irão gerar valor à cadeia de clientes (e de como integrá-los) do que simplesmente pela compra de novas soluções e sistemas sem qualquer planejamento. É exatamente essa a questão da Transformação Digital: mais do que novas ferramentas, a digitalização bem-sucedida é aquela que pensa a entrega das iniciativas por meio da ótica dos consumidores. 

O cliente é quem aponta o que vale a pena mudar – e a transformação das ferramentas, nesse modelo, deve ser encarada como uma tarefa baseada exclusivamente pelo ponto de vista da geração de valor às pessoas. Simples assim. É preciso deixar de pensar na digitalização como uma etapa de reprodução dos processos que já existiam, agora dentro de uma plataforma on-line. Mais do que isso, a verdadeira missão dessas iniciativas está na entrega de uma experiência mais adequada. 

Temos de lembrar sempre de que estamos vivendo a Era da Experiência. O que de forma prática quer dizer que as empresas, agora, têm a obrigação de encantar seus clientes em todos os canais possíveis (o mesmo cliente, em todos os canais). Vale ressaltar que dois terços dos consumidores de todo o mundo, hoje em dia, já consideram a experiência envolvida no consumo de um produto ou de um serviço como o fator mais importante para se manterem fiéis à uma marca.  

Desenvolver uma estratégia omnichannel é algo indiscutível para o sucesso das operações. E muitas companhias estão pensando nisso, neste exato momento. Entretanto, o que fará com que essas estratégias sejam positivas ou não, no caso, é a capacidade que suas equipes terão de alinhar a inovação com as demandas e desejos das pessoas. 

É essencial que as companhias pensem como eliminar os pontos de atrito de seus modelos de atendimento, tornando suas operações mais fluídas, eficientes e agradável – sem abrir mão da inteligência necessária para juntar chatbot, telefone, sites, lojas físicas e qualquer outro canal de suporte e experiência fornecida aos consumidores. 

Para deixar claro: de acordo com uma recente pesquisa da consultoria Ayden, três em cada quatro consumidores desistem de fazer uma determinada compra quando percebem que o processo é complicado ou demorado. A jornada Omnichannel, assim como a transformação digital de sucesso, é aquela que simplifica a operação das pessoas e maximiza a entrega dos produtos em si. 

O foco deve ser a união dos canais on-line e off-line para a criação de uma experiência positiva, em todos os ambientes necessários. Isso incluir investir em inteligência e inovação tecnológica, e capacitar as equipes (operacionais e de atendimento, entre outras) para também pensarem de “modo digital”.  Vale pensar o que a tecnologia pode fazer para atender o que os consumidores querem e quais pontos podem ser escalados e ampliados – de maneira exponencial – para satisfazer esses públicos ainda mais. 

Em tempos cada vez mais digital, criar uma cultura que coloque a tecnologia para alavancar a entrega feita pelas pessoas é o grande diferencial de qualquer iniciativa de digitalização. Precisamos pensar, em suma, quais são as soluções para promover novas entregas de valor agregado. Isso começa com o plano imaginado pela marca e ganha escala com a contratação dos parceiros certos para realizar os projetos. 

A transformação digital não é um projeto para colocar tudo dentro dos computadores. É a aplicação de um modelo que entende o potencial dos consumidores e, depois, aplica essa potencialidade para transformar a entrega das organizações aos consumidores. Esse movimento exige uma estratégia orientada aos clientes e à inovação tecnológica. Para uma transformação real e verdadeira, temos de pensar em como podemos ser melhores usando as ferramentas digitais. É hora de reimaginar a evolução digital olhando para quem está do outro lado do balcão – seja ele qual for.

Brasil avança em ranking global da Câmara de Comércio dos EUA sobre inovação e Propriedade Intelectual

Em um cenário onde a Propriedade Intelectual (PI) toma o centro das discussões sobre o combate à pandemia, o Brasil registra um avanço neste setor na nona edição do IP Index 2021. O ranking global, elaborado anualmente pelo Centro de Política de Inovação Global (GIPC) da Câmara de Comércio dos Estados Unidos (U.S. Chamber of Commerce), analisa o cenário econômico para as áreas de inovação e Propriedade Intelectual de 53 diferentes mercados que, juntos, representam mais de 90% do PIB mundial. Com uma pontuação total de 42,32%, o país ficou em terceiro lugar entre os integrantes do Brics, à frente da Índia e da África do Sul. O relatório com todos os resultados de 2021 será apresentado em evento virtual nesta quarta, dia 24, às 14h, com a participação de representantes da World Intellectual Property Organization e do INPI – Instituto Nacional de Propriedade Intelectual.  

De maneira geral, a edição 2021 do IP Index mostra melhorias no ambiente de Propriedade Intelectual global, com aumentos positivos de pontuação em 32 dos 53 países medidos, com destaque para o Brasil e Índia no panorama histórico dos últimos nove anos, desde que o ranking foi criado. São avaliados pontos como políticas de patentes e direitos autorais, comercialização de ativos de Propriedade Intelectual e ratificação de acordos internacionais, entre outros.  

De acordo com Robert Grant, diretor Sênior de Relações Internacionais do Centro de Política de Inovação Global (GIPC) da Câmara de Comércio dos Estados Unidos, por ser das maiores economias da América do Sul – e um impulsionador principal da agenda do MERCOSUL – contar com uma estrutura de Propriedade Intelectual unificada pode impulsionar um maior crescimento socioeconômico no Brasil e, como consequência, na região. Segundo o executivo, padrões de PI previsíveis, transparentes e confiáveis também permitirão laços comerciais mais profundos com os países da OCDE, como os Estados Unidos. 

“O IP Index 2021 reflete o momento positivo do Brasil no estímulo à inovação e criatividade estimuladas pela PI, com uma pontuação que vem melhorando continuamente em 4% ao longo das últimas edições, o que já garantiu inclusive o terceiro lugar no Brics, à frente da Índia e da África do Sul”, ressalta Grant. “Há ainda perspectivas muito otimistas para que esse cenário se torne ainda melhor, com a implementação de uma estratégia nacional inédita de propriedade intelectual e relevantes planos de ação neste sentido”, analisa. “Claro que ainda existem desafios para os detentores de patentes, como o backlog de solicitações, mas a Câmara de Comércio dos EUA avalia de forma muito positiva a decisão do governo brasileiro de acelerar esse processo de aprovação, alocando mais recursos e pessoal”, conclui o diretor do GIPC. 

O IP Index 2021 ilustra igualmente que economias com estruturas de PI mais eficazes estão mais aptas a alcançar os recursos socioeconômicos necessários para combater a COVID-19, com maior acesso ao capital de risco, maior investimento do setor privado em pesquisa e desenvolvimento e uma atividade de estudos clínicos 10 vezes maior. No último ano, direitos de propriedade intelectual transparentes e previsíveis também promoveram níveis sem precedentes de colaborações entre o setor público e o privado, com grandes êxitos.  

“O sistema internacional de PI deu à comunidade científica inovadora a capacidade de responder à pandemia global”, declara David Hirschmann, presidente e diretor executivo do GIPC. “Os países com os ecossistemas de PI mais eficazes – conforme medido pelo Índice 2021 – tornam-se parceiros confiáveis na missão de desenvolver, fabricar e distribuir as soluções necessárias para derrotar o COVID-19 em tempo recorde”, afirma. “Agora é a hora de construir maior consenso e capacidade internacional em PI, possibilitando que todos os países e a próxima geração construam uma recuperação econômica sustentada por meio da criatividade e inovação”. 

O IP Index mapeia o ecossistema de Propriedade Intelectual em 53 economias globais, representando mais de 90% do PIB mundial: Argélia, Argentina, Austrália, Brasil, Brunei, Canadá, Chile, China, Colômbia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Egito, França , Alemanha, Grécia, Hungria, Índia, Indonésia, Irlanda, Israel, Itália, Japão, Jordânia, Quênia, Kuwait, Malásia, México, Marrocos, Holanda, Nova Zelândia, Nigéria, Paquistão, Peru, Filipinas, Polônia, Rússia, Arábia Saudita , Cingapura, África do Sul, Coréia do Sul, Espanha, Suécia, Suíça, Taiwan, Tailândia, Turquia, Estados Unidos da América, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Ucrânia, Venezuela e Vietnã. 

O Centro de Política de Inovação Global da Câmara de Comércio dos EUA está trabalhando em todo o mundo para defender a inovação e a criatividade, com padrões de Propriedade Intelectual que criam empregos, salvam vidas, promovem a prosperidade econômica e cultural, gerando soluções inovadoras para os desafios globais. 

Consulta pública sobre segurança cibernética no Judiciário inicia nesta quarta (24/3)

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza, a partir desta quarta-feira (24/3), consulta pública sobre a proposta de Estratégia da Segurança Cibernética e da Informação do Poder Judiciário. O documento, elaborado pelo Comitê de Segurança Cibernética, abrange a política de segurança cibernética e a estratégia nacional de segurança cibernética, incluindo a governança e gestão de segurança da informação. E estabelece padrões mínimos de gestão de riscos e de proteção de ativos de Tecnologia da Informação e Comunicação, além de requisitos que assegurem confiança digital, prevenção e mitigação de ameaças cibernéticas.

“Ao caminharmos a passos largos para o Judiciário 100% digital, torna-se imprescindível garantir a segurança cibernética do nosso ecossistema digital, estabelecendo processos de trabalho orientados para a boa gestão da segurança da informação, o que abrange o estabelecimento de protocolos de prevenção, de atuação em eventuais momentos de crise e, finalmente, de constante atualização e acompanhamento das regras de compliance às melhores práticas”, afirma o presidente do CNJ, ministro Luiz Fux.

A participação das pessoas interessadas pode ser feita pelo Portal do CNJ, onde podem ser conhecidas as propostas e acessado o formulário para colaborar, no endereço http://www.cnj.jus.br/poder-judiciario/consultas-publicas/estrategia-e-governanca-ciberneticas-do-poder-judiciario/. A consulta pública fica aberta até 4 de abril.

Agência CNJ de Notícias

Em forte expansão, Grupo DB1 abre vagas DEV/TECH

O Grupo DB1, formado por empresas de tecnologia brasileiras, com sede em Maringá – PR – Brasil e bases operacionais no Brasil, Argentina e Estados Unidos, busca profissionais na área de desenvolvimento e tecnologia para dar continuidade às suas atividades de expansão.

Com a perspectiva de crescer 30% em relação a 2020 e inaugurar a nova sede  em Maringá no primeiro semestre, as 7 empresas do Grupo contabilizam um total de 126 vagas abertas.

Além de um atraente pacote de benefícios, o Grupo oferece remuneração compatível com o mercado, plano de saúde + VR/VA, plano de carreira, um ambiente com metas desafiadoras e possibilita que o colaborador atue em projetos de grande porte.

Com times voltados para atingir os melhores resultados com menor esforço, processos bem definidos e flexíveis, os colaboradores ainda podem contar com a ajuda da empresa para colocar em prática projetos inovadores e recebem apoio financeiro para a obtenção de certificações.

São desejados profissionais que busquem trabalhar com o propósito de transformar a vida das pessoas e organizações por meio da tecnologia. Profissionais engajados, que tenham um compromisso com o seu crescimento pessoal e profissional, que queiram atuar em um ambiente de camaradagem, em verdadeiro espírito de equipe, compartilhamento de conhecimento e com o foco em entregar melhores resultados sempre. Desenvolvedores que buscam aperfeiçoar seu código, aplicando boas práticas de programação (Clean Code, princípios de SOLID etc.) e queiram crescer na carreira.

As vagas, que aceitam inscrições de pessoas com deficiência (PCD), permitem candidatos de todo o Brasil em modelo 100% Home Office.

As oportunidades de trabalho incluem:

Tecnologias DEV:

  • DEV JAVA:

Pleno: http://bit.ly/3vITkdO

Senior: http://bit.ly/3vFwjIH

Tech Lead: http://bit.ly/techleadjava

  • DEV GoLang:

Junior: http://bit.ly/devgolangjuniordb1

Pleno/Senior: http://bit.ly/devgolangseniordb1

Vagas TECH:

As empresas do Grupo DB1 vêm recebendo as melhores avaliações voltadas à satisfação dos colaboradores com o ambiente de trabalho e cujos esforços garantem os melhores lugares para talentos. 

Em 2020, o Great Place to Work classificou a DB1 como referência na prática de escutar seus colaboradores pelo ranking GPTW Paraná. Na cultura da empresa, cada um é responsável pelo que ocorre à sua volta, onde todos são apaixonados pelo que fazem e, por isso, fazem o melhor, dentro e fora da empresa. Essa cultura acabou resultando na forma como a empresa escuta seus colaboradores com sinceridade, com os líderes se mostrando abertos e acessíveis para que as pessoas possam perguntar, sugerir e expressar suas críticas. Além de incentivar ideias e sugestões, levando-as em consideração de forma sincera.

Para pesquisar todas as vagas disponíveis, acesse http://bit.ly/vagas_marco.