Page

Author admin

Brasil bate recorde de negócios na feira Anuga em 2019: montante alcança US$ 3,4 bilhões

As 112 empresas brasileiras que participaram da centésima edição da feira Anuga, realizada em Colônia, Alemanha, superaram todas as expectativas e realizaram US$ 3,4 bilhões em negócios: a maior marca histórica com apoio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que lidera a participação brasileira há nove anos consecutivos.

Além do bom desempenho no pavilhão nacional, foi grande o destaque das proteínas animais, cujas empresas chegaram a Anuga por meio de projetos setoriais de estímulo à exportação realizados pela Apex-Brasil em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC – 19 empresas) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA – 23 empresas).

No pavilhão nacional o valor registrado em negócios foi de US$ 339,3 milhões. Já no pavilhão de carnes, US$ 2,3 bilhões foram fechados, enquanto no pavilhão de ovos, frangos e suínos, a cifra final alcançou US$ 762,7 milhões. “O resultado obtido na Feira, além de não ter precedente, é mais uma sinalização positiva do mercado internacional à capacidade brasileira de prover alimentos de qualidade, sustentáveis e seguros. Reforçamos e ampliamos, com isso, a importância do agronegócio na nossa agenda”, destaca o gerente de Agronegócios da Apex-Brasil, Igor Brandão.

As empresas brasileiras participantes foram selecionadas por meio de critérios pré-definidos como faixa de exportação, apresentar website e material promocional em língua estrangeira, participação em outras ações organizadas pela agência, dentre outros. Os destaques vão para as empresas-vitrines, presentes em todos os pavilhões, que foram definidas a partir de critérios convergentes com o público europeu, como sustentabilidade, criatividade, inovação e diversidade.

INSEED e EDP Ventures Brasil investem R$ 4,5 milhões em startup de gestão de recursos hídricos

A EDP Ventures Brasil, veículo de investimento de capital de risco do Grupo EDP, e o Criatec 3, fundo gerido pela INSEED Investimentos e criado pelo BNDES, anunciam um coinvestimento de R$ 4,5 milhões na Fractal Engenharia e Sistemas. A empresa catarinense desenvolve soluções destinadas à previsão de eventos hidrológicos e sistemas inteligentes capazes de auxiliar no gerenciamento de barragens, promovendo a automatização de processos e aumentando o nível de segurança das usinas hidrelétricas no País.

Pioneira no Brasil, a plataforma integrada e de tecnologia própria da Fractal engloba machine learning e big data para consolidar serviços de gestão dos recursos hídricos e contribuir para a segurança de barragens a partir da assimilação de dados de diversas fontes meteorológicas, de estações que medem as chuvas e o nível dos rios, e de sensores de acompanhamento das usinas.

Com o cruzamento dessas informações, o sistema é capaz de realizar a previsão de vazão de bacias hidrográficas, ajudando na tomada de decisão para prevenir inundações, estiagens e outros acidentes críticos relacionados aos fenômenos naturais.

As informações de previsão de operação das usinas hidrelétricas são enviadas ao ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) para otimizar a produção e gerenciar o risco hidrológico.

“Nossas hidrelétricas são reconhecidas pela Aneel pelo rigor e excelência de suas operações. Recentemente, a Usina de Lajeado foi considerada a melhor do Brasil, com nota 100 em Segurança e Meio-Ambiente, de acordo com o órgão regulador do setor. Além do investimento, realizaremos um projeto-piloto com o modelo de gestão oferecido pela Fractal para aprimorar ainda mais a eficiência dos nossos processos internos e manter a busca incessante pela aplicação das melhores práticas em nossas usinas”, destaca Livia Brando, gestora executiva de Estratégia, Inovação e Ventures da EDP no Brasil.

O Fundo Criatec 3 investe em empresas de alta tecnologia e viu na Fractal um negócio com alto potencial de crescimento. “Além do profundo conhecimento envolvido, a Fractal chamou a atenção da nossa equipe por entregar previsões em tempo real, com mais assertividade e menor custo”, aponta Gustavo Junqueira, CEO da INSEED.

“O aporte da EDP Ventures Brasil e da INSEED será essencial para o desenvolvimento de novas tecnologias e ferramentas que deixarão a plataforma cada vez mais inteligente e autônoma. Queremos contribuir para aumentar a eficiência e a assertividade nas tomadas de decisão das empresas, por meio de análise em tempo real das usinas e de um diagnóstico mais preciso dos processos hídricos”, afirma Henrique Lucini Rocha, CEO da Fractal Engenharia e Sistemas.

Ecossistema de inovação

Criada em maio de 2018, a EDP Ventures Brasil é o primeiro veículo de investimento do setor elétrico brasileiro, com R$ 30 milhões em recursos a serem destinados a startups que atuam em seis verticais: energia renovável, redes inteligentes, armazenamento de energia, inovação digital (blockchain, IoT, big data, realidade virtual), soluções com foco no cliente e áreas transversais (legal techs, fintechs, hrtechs). Interessados podem acessar o site www.edpventures.vc para obter mais informações.

Desde 2008, os veículos de Venture Capital do Grupo EDP já aplicaram globalmente 33 milhões de euros em 27 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano.

Programa Startups Connected anuncia vencedores

No último dia 2 de outubro, durante a 7ª edição do Congresso Brasil-Alemanha de Inovação, foram anunciadas as startups vencedoras do programa Startups Connected. Em sua 4ª edição, a iniciativa da Câmara Brasil-Alemanha consiste em um programa de aceleração que fomenta não só a conexão entre startups e grandes empresas, mas também a cocriação de novas soluções em conjunto com as empresas âncoras que propuseram os desafios.

A startup vencedora de cada desafio será acelerada durante 5 meses, tendo acesso a diversos benefícios, como assessoria nas áreas de gestão da inovação, desenvolvimento do negócio, finanças, questões jurídicas e incentivos à inovação, de acordo com o estágio de maturidade.

Conheça as vencedoras:

  • Cadeia Produtiva 4.0 (Volkswagen): Forsee

  • Data Farming (Bayer): TCX

 

  • Digitalização de Processos Produtivos (Siemens): ProHauser

  • Economia Circular (BASF): Biosolvit

  • Eficiência Energética Industrial – GIZ (Agência Alemã para Cooperação Internacional): Biohack

  • Jornada do Paciente (Hospital Alemão Oswaldo Cruz): Laura

 

  • Inovação em Papel e Celulose (Voith): Peerdustry e Pix Force

 

  • Mobilidade Urbana Sustentável – Ministério Alemão de Meio Ambiente, Preservação da Natureza e Segurança Nuclear (BMU): Origem

  • TravelTech (Lufthansa): Oktoplus Fidelidade

  • Categoria Alemanha (DWIH): Re:edu

Desde sua 3ª edição, o Programa Startups Connected conta com a parceria do Edital de Inovação para a Indústria SENAI/SEBRAE. Esta parceria possibilita que as startups possam usufruir dos benefícios da Categoria C do Edital, que vão desde acesso a estrutura dos Institutos de Inovação SENAI à disponibilização de insumos e especialistas.

Braspag é parceira do Google para possibilitar compras com cartão de débito no Google Pay

A Braspag é parceira do Google para transacionar compras de produtos e serviços com cartão de débito via Google Pay, seguindo a tendência de pagamentos por sistemas móveis e carteiras digitais, com o uso do smartphone.

Cartões de débito dos bancos Bradesco (Elo), Banco do Brasil (Elo e Visa) e Itaú (Visa e Mastercard) já estão habilitados para pagamento via Google Pay.

“Esta novidade populariza o sistema de pagamentos em carteiras digitais, já que não são todas as pessoas que possuem cartão de crédito, modalidade que passamos a trabalhar no ano passado com a Google Pay. Por ser um formato extremamente seguro e com autenticação do banco, a modalidade débito traz mais facilidades ao consumidor que pode usar o celular para realizar os pagamentos de forma segura e sem precisar ter o cartão em mãos”, explica o diretor de TI da Braspag, Felipe Cotecchia.

Além da comodidade para o cliente de poder fazer uma compra a partir do seu celular ou outro dispositivo, a tecnologia também oferece mais segurança para o lojista, uma vez que a transação já é considerada autenticada, reduzindo, assim, o risco de chargeback.

Segundo dados do Banco Central, o formato débito é o preferido por 22% dos brasileiros contra 15% que prefere cartão de crédito. Já o uso do dinheiro em espécie caiu de 78% em 2013 para 60% em 2018.

“No Google, estamos sempre pensando em como podemos melhorar a vida das pessoas com os nossos produtos, tornando-os mais acessíveis e inclusivos para todos os tipos de usuários. Hoje, demos mais um passo nesse compromisso com a possibilidade dos brasileiros poderem fazer compras de forma rápida, simples e segura, pagando com débito on-line pelo Google Pay. Parceiros como a Braspag são parte essencial para a consolidação desse momento”, diz Felipe Cunha, Head de Parcerias Google Pay para a América Latina.

Você exagera como líder?

Por Luciana Carreteiro

Exercer uma liderança eficaz sem dúvidas é um grande desafio. Para conquistarmos as nossas metas é necessário realizar uma autoavaliação diária para “acertar na dose”. Eu mesma enquanto líder muitas vezes não percebia que estava “forçando a barra”, até com ações aparentemente inofensivas, como tentar remarcar aquela reunião que a pessoa cancelou ou persistir para envolver um colega mais tímido a interagir e expor sua opinião.

Eu assumia de certa forma a responsabilidade do “bem-estar” coletivo, e dedicava muita energia para tornar o ambiente agradável. E assim me convencia da minha boa intenção. Mas será que era esse mesmo o meu papel de líder? E você, em algum momento já parou para se perguntar se exagera em seu papel de líder?

Com muitos erros e acertos aprendi que para obter sucesso o importante é não pesar. Todos os líderes irão exagerar em algum momento, mesmo tentando ser a melhor versão de si. Somos humanos, erramos e aprendemos. Mas, ao longo da minha experiência, percebi que para se viver bem a liderança é importante aprender a equilibrar seus comportamentos e torná-los naturais.

Ao controlar melhor as emoções você se sente equilibrado, se torna mais leve e essa energia positiva reflete nas pessoas ao seu redor. Com isso, você ganha aderência, eficiência e engajamento da equipe. Acredito que o papel de um líder é conscientizar cada um de suas responsabilidades e servir o seu time. Uma boa liderança está baseada no relacionamento com a equipe, afinal, ninguém obtém sucesso sozinho.

O aprendizado principal é não forçar. Força vem do latim Fortia e tem vários significados, mas o que considero mais valioso é: “o que ocasiona movimento ou faz alguma coisa se mover; impulso”. Ou seja, forçar é fazer o outro se movimentar. E esse é justamente o nosso grande desafio como líder: convide as pessoas a se movimentarem, inspire-as a evoluírem, desperte nelas a vontade de melhorar, mas não as obrigue a sair do lugar.

A primeira lição que aprendi com o trabalho de Coach Executiva é que os adultos só mudam seus comportamentos quando eles realmente querem. Sem esse despertar interno, dificilmente alguém irá se comprometer com a disciplina que uma mudança requer.

A segunda é que todo líder de sucesso é competitivo. Nenhum líder quer ver o time todo se movimentando, melhorando e ficar de fora. Ou seja, cada um tem o seu momento do despertar. Nós decidimos mudar quando o esforço vale o resultado. A liderança inicia em mim, e assim é possível inspirar os outros com o nosso exemplo.

Luciana Carreteiro, coach executiva especialista em desenvolvimento de alta performance para liderança e fundadora da Kyma Coaching, empresa que apoia executivos e empresas a potencializarem suas competências

Confiança na marca já é uma das principais considerações na hora da compra

Relatório especial do Edelman Trust Barometer 2019, a pesquisa IN BRANDS WE TRUST revela que a confiança na marca já é uma das principais considerações na hora da compra para entrevistados de todos os gêneros, faixas etárias e de renda no mundo. No Brasil, 91% dos consumidores classificam como “essencial” ou “fator decisivo” confiar que a marca “fará o que é certo” — a condição perde apenas para qualidade (92%) e custo-benefício (92%) no ranking das principais considerações. Realizada pela Edelman, agência global de Comunicação, a pesquisa investiga a confiança dos consumidores nas marcas em oito países — Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e EUA –, a partir de entrevistas on-line com 16 mil pessoas (2 mil por país) e de pesquisa via celular com 8 mil pessoas (1 mil por país), entre os meses de abril e maio de 2019.

O relatório mostra que a confiança nas marcas está se tornando mais importante para os brasileiros por causa do aumento de suas preocupações em relação ao impacto das empresas na sociedade (75%); em relação aos produtos (69%), movidas por questões como ritmo das inovações, e em relação à sua experiência como consumidor (55%), incluindo o uso de dados pessoais e de inteligência artificial. “A confiança sempre pesou na hora de alguém optar por um produto, mas agora as expectativas das pessoas evoluíram”, diz Marcília Ursini, vice-presidente executiva da Edelman Brasil. “Hoje não basta entregar um produto de qualidade e com bom preço, é preciso oferecer uma boa experiência de compra e impactar a sociedade de maneira positiva”, completa.

Ainda de acordo com o IN BRANDS WE TRUST, quando as marcas são confiáveis, elas são recompensadas por seus públicos. No Brasil, o consumidor que confia em uma marca há muito tempo tem mais chance de comprar novos produtos (58%) do que o que não confia completamente nela (23%). Ele também tem mais probabilidade de permanecer fiel (63% contra 25%), de defendê-la (60% versus 23%) e de apoiá-la (51% contra 20%). Quando a marca é confiável nos três segmentos — em relação ao produto, à experiência de compra e ao impacto social –, a porcentagem de consumidores que comprarão pela primeira vez, permanecerão leais, defenderão e apoiarão (72%) é mais alta do que a de consumidores que compram confiando apenas no produto (52%), uma diferença de 20 pontos. Entre os benefícios, está também a abertura que essas empresas terão ao se comunicar com os consumidores. Em um cenário onde 77% dos brasileiros evitam a publicidade, o estudo mostra que, entre os que confiam na marca há muito tempo, 88% vão prestar atenção em seus anúncios e demais comunicações.

Apesar da importância de se construir confiança e dos benefícios que isso traz, as empresas estão falhando nesse aspecto. No Brasil, 63% dos entrevistados acreditam que toda marca tem a responsabilidade de se envolver em pelo menos uma questão social, mas apenas 23% afirmam ter experiência pessoal de que elas levam em conta os principais interesses da sociedade. Resultado disso é que apenas 36% dos brasileiros confiam na maioria das marcas que consome — ao mesmo tempo um ponto de alerta e uma grande oportunidade para essas companhias de fazer o que é certo.

Além disso, os consumidores estão atentos a quem defende uma causa por meio de discursos e anúncios, mas que não protagonizam ações compatíveis. O estudo mostra que 65% dos brasileiros afirmam que marcas usam questões sociais como manobra de marketing para vender mais. Com isso, a população brasileira está decepcionada com a falta de impacto produzido por elas, com apenas 46% acreditando que as empresas têm ideias melhores do que o governo para solucionar os problemas do país — 13 pontos a menos do que no ano passado. “Abordar uma questão social em um anúncio é bem diferente do que promover mudanças reais na sociedade”, diz Marcília. “Para defender a floresta Amazônica, por exemplo, é preciso tomar iniciativas reais que a protejam de fato, não apenas se manifestar quando o assunto está em alta”, conclui.

Acesse o estudo completo aqui

Cinco vantagens que a atividade física traz para o mercado de trabalho

Com a correria do dia a dia, muitas pessoas entram em uma rotina de trabalho pesada e não reservam um tempo para as atividades físicas. Porém, a falta de exercício, além de causar problemas de saúde, pode atingir diretamente no rendimento dos funcionários, uma vez que ficam mais estressados. De acordo com um estudo encomendado pela Organização Mundial da Saúde , o Brasil é o país latino-americano com mais sedentários. Os dados ainda revelam que 47% da população não praticava atividade física suficiente para se manter saudável em 2016. Na América Latina, o percentual médio era de 39,1%.

Tomás Camargos, sócio fundador da VIK, startup que promove saúde nas empresas por meio da gamificação, explica que a falta de exercícios traz uma série de malefícios para as pessoas e, consequentemente, para as empresas. “Com este cenário, muitas organizações buscam programas bacanas de saúde, que proporcionam interação e saúde para os membros da equipe e, ao mesmo tempo, é uma medida muito estratégica para o setor de recursos humanos, onde conseguem mudar o comportamento dos colaboradores”, complementa.

Ainda de acordo com ele, hoje, o custo com o plano de saúde e absenteísmo é altíssimo para as empresas, por isso, propostas que promovem a saúde por meio de atividades físicas tem sido uma alternativa para as organizações. “Pessoas que estão mal fisicamente e mentalmente faltam demais ao trabalho, sem falar no clima organizacional que fica péssimo, o funcionário se sente indisposto para chegar ao trabalho ou até mesmo em uma reunião. A pessoa que está bem entrega mais resultados e, consequentemente, performa melhor”, pontua.

Abaixo, o especialista lista cinco vantagens que a atividade física proporciona para o rendimento profissional. Confira:

Saúde: Esse é o primeiro ponto. Já é mais do que sabido que atividades físicas previnem doenças do corpo e da mente. Por isso, com a mudança do mercado de trabalho atualmente, em que a concorrência está cada vez maior, as empresas buscam formas de oferecer os exercícios para os seus funcionários, proporcionando um ambiente mais feliz. “Para os empresários, quanto menos estressados e mais engajados os colaboradores se encontram, melhor, pois irão gerir um lugar prazeroso e, ao mesmo tempo, diminuirão os custos com plano de saúde e o alto índice de turnover”, conta.

Disciplina com as atividades: Funcionário disperso, que vive no famoso ‘mundo da lua’ também é comum dentro das empresas. Isso geralmente acontece pela falta de um sono de qualidade, preocupações com o futuro, entre outros fatores. Assim, o esporte também agrega para o desenvolvimento da disciplina e foco, já que muitas modalidades exigem a atenção do praticante. “Se você vai praticar natação, por exemplo, terá que focar nos movimentos e no tempo para ganhar a corrida, o mesmo acontece para quem pratica dança, que precisa seguir os passos da coreografia no mesmo ritmo da música. Todos os esportes exigem um mínimo de atenção, melhorando diretamente no foco e no ambiente de trabalho”, exemplifica Tomás que é amante do esporte.

Autoestima: Muitas vezes, as pessoas se sentem para baixo, sem vontade de se olharem no espelho por não gostarem daquilo que estão vendo. Ao mesmo tempo, um sentimento de culpa por saber que existem formas de melhorar aquela sensação, mas, na verdade, não estão fazendo nada para acabar com ela de uma vez por todas. Além de atingir totalmente as relações pessoais, a falta de autoestima também pode prejudicar os aspectos profissionais, já que a pessoa não se sentirá capaz de enfrentar um problema, conduzir uma reunião e por aí vai.

“Os exercícios como futebol, musculação, luta ou qualquer outro liberam o hormônio do prazer, que faz com que as pessoas se sintam mais dispostas, melhorando a autoestima. Eu sempre falo que quando começamos a praticar atividades físicas, não conseguimos mais parar, pois começamos a encarar como um hábito, gera um empoderamento que também afeta outros aspectos da vida. É preciso apenas de um empurrão para encontrar a melhor versão”, comenta Tomás.

Produtividade: Você já sentiu um cansaço e uma preguiça só de pensar nos problemas de trabalho que vai ter que enfrentar durante o dia? Ou pior, já teve a sensação de que o dia tem apenas 10h? Pois é, não conseguir gerir o tempo de acordo com as atividades é um dos principais problemas que as empresas enfrentam. Longas jornadas de trabalho com poucos resultados, falta de descanso, salário baixo por conta da crise econômica, tudo isso leva a uma vida estressante e ao aumento de doenças como a Síndrome de Burnout.

“Funcionários buscam cada vez mais organizações que apresentam um modelo de gestão humanizado, que oferecem games, happy hour, day off no dia do aniversário. Ambiente mais leve e funcionário feliz – que consequentemente entrega mais resultados em menos tempo de trabalho”, diz.

Socialização: quando a empresa investe em um programa gamificado, por meio da atividade física, isso fará com que os participantes tenham que socializar com as outras pessoas que também irão participar do desafio – com uma premiação para aquele que atingir a maior pontuação. Isso cria um ambiente de descontração e socialização, em que os colaboradores irão parar de falar apenas de trabalho e falarão sobre como estão naquela determinada competição, isso suaviza as relações.

“Para sentir prazer ao realizar as atividades do dia a dia, além de atuar naquela área que gosta, o funcionário precisa ter amigos para conversar, trocar as experiências, ou seja, um ambiente saudável e feliz. A atividade física em grupo proporciona isso”, finaliza.

GrandVision by Fototica lança E-commerce

A GrandVision by Fototica, líder mundial do varejo ótico, anuncia o lançamento do seu e-commerce. A novidade se deu através de uma iniciativa global da companhia que busca acompanhar a transformação digital que acontece em todos os segmentos do mercado. A marca tem, como principal objetivo, atingir novos clientes e reforçar a sua presença e reconhecimento no território brasileiro.

“Esta é uma oportunidade para entrada em mercados antes não explorados pela GrandVision By Fototica. Atingiremos praças nas quais não temos lojas físicas, aumentando assim o reconhecimento da marca e consequentemente nossa base de clientes. Porém, vale lembrar que não vamos diminuir o investimento em franquias. Este modelo de negócios é o nosso carro chefe, não direcionaremos o investimento apenas para o online”, comenta Ana Paula Farias, gerente de marketing da GrandVision By Fototica.

Para atender e acompanhar os novos hábitos de consumo dos brasileiros que tendem a migrar para compras feitas apenas pela internet, todas as áreas da companhia fizeram parte desta transformação digital. Agora a marca apostará na multicanalidade buscando criar uma experiência verdadeiramente omnichannel para os clientes. Futuramente a expectativa é integrar cada vez mais as lojas físicas e o e-commerce para que o consumidor desfrute de uma variedade de opções que vão facilitar e simplificar a compra dos produtos da GrandVision By Fototica.

O e-commerce está disponível para todos os estados e regiões brasileiras. Em comemoração ao lançamento a marca oferece frete grátis para compras a partir de R$ 199,00. Hoje é possível adquirir óculos de sol e lentes de contato pela plataforma que, futuramente, disponibilizará também a compra de óculos receituário completo (armação + lente).

Como a experiência do usuário pode reposicionar sua empresa no mercado?

Por Marco Antonio Silva, cofundador do Garage Criativa

Também conhecido como Experiência do Usuário ou User Experience, trata-se do processo de analisar elementos da interação de um usuário com produtos, sistemas ou serviços.

O foco está em avaliar como ocorre essa interação, portanto, no UX Design, busca-se determinar como será a experiência do usuário com a marca. Perceba que o objetivo é o de gerar uma percepção positiva e garantir que usuários encontrem valor no portfólio da empresa.

Muitos especialistas definem UX Design como o comprometimento de desenvolver produtos com o cliente em mente.

Acho essa definição muito boa para resumir o termo, especialmente porque ela vai ao encontro do que o processo de MVP preza: o feedback do cliente (MVP é a sigla de Minimum Viable Product e significa produto mínimo viável. A partir do MVP testa-se a eficiência do produto no mercado, sua usabilidade, aceitação e comparação com a concorrência.

No UX Design estuda-se a interação do cliente durante toda a jornada de compra, desde o contato com o site até a percepção do produto, por isso é preciso, claro, estudar quem são os consumidores e quais são suas necessidades, sempre tendo em mente que produtos e serviços devem melhorar a qualidade da vida das pessoas. Exatamente por isso, ter conhecimento da Experiência do Usuário é essencial também para reposicionar o portfólio de produtos no mercado.

Por isso, preciso falar de Posicionamento de Produto

Toda estratégia de marketing trabalha com o posicionamento de produto, especialmente porque isso ajuda clientes e/ou consumidores a diferenciarem uma marca da outra. E com o aumento de informações que recebemos, posicionar um produto significa destacar-se na multidão.

O posicionamento é especialmente importante porque faz com que um produto se encaixe nas necessidades de um público específico. Ao ver que uma marca tem a solução para suas necessidades, consumidores tornam-se mais ligados a ela, aumentando as chances de que eles não migrem para a concorrência.

No entanto, nem tudo são flores e no mundo competitivo de hoje é bem comum gestores se depararem com quedas nas vendas de determinado produto da empresa. Quando isso acontece, em primeiro lugar é necessário estudar o que levou ao declínio dessas vendas. Pode ser que o preço não esteja mais adequado, ou que exista um produto na concorrência mais completo, ou que o público não tenha mais interesse naquele produto em especial.

As razões para isso são várias e cada caso deve ser estudado. Como aqui neste artigo o objetivo não é o de procurar por motivos de uma empresa estar vendendo menos, mas sim em ajudar com a solução, uma das maneiras para reverter esse cenário é com o reposicionamento de produto.

Reposicionando portfólio de produtos (de olho na experiência do usuário)

Quando uma empresa se vê frente a uma diminuição nas vendas ao longo do tempo é hora de implementar mudanças. Para esses casos, pode ocorrer tanto o reposicionamento da marca quanto de portfólios de produtos.

O reposicionamento ocorre justamente para acompanhar as necessidades de clientes e consumidores, o que tem tudo a ver com o UX Design.

Para a experiência do usuário, reposicionar o portfólio da empresa significa trabalhar desde os pontos de contato entre empresa e cliente (e isso pode ser desde um anúncio até um site), passando pelas interações em redes sociais, e-mails marketing, SAC, embalagem de um produto, entrega de um serviço até a experiência do produto ou serviço em si.

Isso significa trabalhar aspectos emocionais da relação de interação entre empresa e cliente/consumidor. Bom, e se você precisa reposicionar algum produto do portfólio, como o UX Design pode ajudar?

No início deste artigo comentei sobre o Produto Mínimo Viável (ou MVP). O MVP trabalha com o ciclo Construir — Medir — Aprender. O processo de construção é feito levando em conta o feedback do público a que o produto se destina. Essa mesma ideia deve ser levada em consideração quando o assunto é UX Design.

Isso porque para colocar em prática o que prega a experiência do usuário, o processo para reposicionar um produto (ou para criá-lo) inicia com pesquisa, passa pela análise de dados e entrevistas com usuários, seguindo para testes de usabilidade. O foco é tornar a interação o mais user-friendly possível, ou seja, amigável, simples e natural para o cliente/consumidor.

Se o objetivo for o reposicionamento de produto, tenha em mente que levar em conta a experiência do usuário significa fazer com que o consumidor perceba o valor do que está sendo oferecido. Não se trata do aspecto físico do produto, mas sim de:

– Atributos intangíveis que fazem com que o cliente se sinta satisfeito e realizado ao utilizar tal produto e

– Valores afetivos em relação à marca.

Portanto, UX Design utilizado para o reposicionamento de portfólio trata de trabalhar a experiência do cliente com o produto, identificando as necessidades a serem atendidas.

O processo de pesquisa de um UX Designer (que é o profissional responsável por melhorar a experiência do usuário) envolve:

– Análise competitiva

– Desenvolvimento de personas,

– Criação de um produto mínimo viável.

Como o foco aqui é reposicionar o produto, o processo pode ocorrer conforme acima, lembrando que tratando de UX Design a atenção será no fluxo do usuário, ou seja, em como ele interage com o produto.

Comércio online B2B: quais são os benefícios para o seu negócio?

Por Fabrizio Tassitano

As constantes transformações digitais trouxeram mudanças em todos os setores, principalmente na forma como as empresas compram e vendem os seus produtos. Se pensarmos no mercado B2C, por exemplo, o número de e-commerces continua aumentando, isso porque os grandes varejistas entenderam que oferecer os seus produtos online não é apenas uma tendência, mas uma questão de sobrevivência no cenário atual.

O mercado B2B também estabeleceu o sistema de marketplace, plataforma que mostra aos compradores um universo de vendedores, de diferentes áreas, que gerencia todo o negócio e facilita a busca de novos parceiros, bem como o contato entre empresas. Segundo a última edição do relatório Webshoppers, lançada em 2017, o ano foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces. O segmento atingiu R$ 73,4 bilhões e o crescimento foi de 21,9% em relação a 2016. Para 2018 e 2019, a estimativa é ainda maior.

No Brasil, o número de empresas que passaram a utilizar essa solução como um de seus canais de vendas cresce a cada dia. Estudo lançado pelo Panorama dos Marketplaces do País, da Precifica, analisou três dos principais players do mercado. Os dados, referentes ao segundo trimestre de 2017, mostraram que as plataformas analisadas tinham mais de 7 mil vendedores diferentes, um crescimento de 13,6% em relação ao trimestre anterior. Mas será que as organizações sabem a real importância de participar de um marketplace? Será que entendem a diferença competitiva que terão, se estiverem a frente de seus concorrentes, no quesito exposição? Neste artigo, vamos mostrar como é possível aproveitar esse avanço tecnológico e otimizar os resultados do seu negócio.

• Baixo investimento

A companhia que optar por entrar em um marketplace não precisa investir em infraestrutura, pois a plataforma já está pronta. Sendo assim, não é necessário se preocupar com desenvolvimento de site, hospedagem, domínio e divulgação. Esses pontos fazem com que o investimento seja pequeno, limitando-se ao valor do plano contratado ou uma comissão sobre a venda ou valor total transacionado, que pode ser negociado.

• Visibilidade

Na plataforma, a empresa fornecedora pode inserir sua marca e cadastrar todas as informações importantes do seu negócio, como o catálogo de produtos e redes sociais. Por se tratar de um canal de vendas B2B, milhares de compradores fazem parte desse ecossistema e se interessam por novas fontes de fornecimento. Para obter sucesso, é importante que o cadastro esteja completo, com imagens bem tratadas e textos corretos para facilitar a busca do comprador.

• Controle e gerenciamento

Os vendedores recebem notificações de oportunidades geradas pelos compradores e podem participar dos processos de cotação, aumentando suas chances de vender. Além disso, o marketplace possibilita fazer a gestão dos processos e analisar a performance, por meio de gráficos de cotações, pedidos e faturamento, bem como monitorar indicadores de performance, tempo de respostas e negociações.

• Aumento das vendas

A ferramenta é mais um canal que possibilita aumentar vendas com baixo investimento. A empresa com presença digital consegue pesquisar oportunidades, se candidatar e responder cotações disponibilizadas pelos compradores (que não teriam nenhum tipo de visibilidade, se estivessem fora da comunidade). O comprador também se beneficia ao agregar novos vendedores e conquistar economia e mais segurança nos seus processos de compras.

O espaço para quem quiser aproveitar as oportunidades da expansão existe, sem dúvidas, mas é preciso pensar estrategicamente em ações virtuais que gerem volume e conversões, e contribuam ainda mais para o crescimento das vendas e compras online.

Fabrizio Tassitano, Diretor de Produtos no Mercado Eletrônico

Eletropay leva criptomoedas ao Shark Tank e conquista proposta milionária


Camila Farani, investidora-anjo, fecha aporte de R$3,2 milhões por 20% da empresa de pagamento baseada em moedas digitais

A Eletropay, empresa de pagamentos licenciada na América Latina pela 3XBIT, hub de negócios inovadores em Blockchain, conquistou um aporte de R$3,2 milhões em troca de 20% de participação societária feito pela investidora-anjo Camila Farani. O investimento foi o maior de todas as quatro temporadas do Shark Tank Brasil, programa de empreendedorismo do Sony Channel, exibido na última sexta-feira (11). A reprise vai ao ar na terça-feira, dia 15, às 22h.

Solução para recebimento de pagamentos em criptomoedas nos pontos de venda, a Eletropay é uma “maquininha”, como é popularmente conhecida, mas com diferenciais que vão além das que já existem no mercado. Além dos recebimentos pelas vendas, o produto permite a compra e a venda das moedas digitais no próprio estabelecimento, que passa a funcionar como um “mini balcão” de negociações. “A taxa de utilização é menor do que a de outras empresas, o que favorece a aceitação pelos comerciantes e a utilização pelos clientes”, afirma Saint Clair Izidoro, CEO da 3XBIT e da Eletropay Brasil – a empresa também conta com unidades de negócios na Europa, Ásia e Estados Unidos.

Izidoro explica que a ideia de se inscrever no programa surgiu quando a empresa era praticamente embrionária, com apenas três meses de formação. “Números e projeções era apenas o que tínhamos”, explicou. A Eletropay tem a meta de implantar 100 mil máquinas POS em todo Brasil até o final de 2020. Para conquistar essa meta ambiciosa, a empresa apostou na estratégia de firmar parcerias com associações comerciais de importantes municípios, como Campinas e Marília, ambas localizadas no Estado de São Paulo, que já são parceiras, para garantir a aceitação de lojistas e uma rede com boa capilaridade.

O objetivo primordial de se inscrever no Shark Tank, explica Izidoro, foi o de mostrar que as criptomoedas são acessíveis ao grande público e podem fazer a diferença, facilitando a vida cotidiana. “Acreditamos no potencial revolucionário da tecnologia Blockchain, por isso nossa missão é levá-la para o mundo real. Os ‘tubarões’ buscam empreendedores que querem mais do que o dinheiro, por isso acho que conseguimos sair do programa com essa ótima proposta”, afirma.

João Appolinário, fundador da Polishop, também fez uma proposta pela Eletropay. “Ficamos muito honrados com o interesse desses dois grandes expoentes do empreendedorismo brasileiro. Optamos pela Camila Farani, mas o importante foi saber que temos portas abertas com o Appolinário e outros participantes do programa.

Além desses “tubarões”, o Shark Tank também é formado por Caito Maia, fundador da Chilli Beans, Cristiana Arcangeli, empresária serial do segmento de moda, beleza e bem-estar e José Carlos Semenzato, fundador da Microlins e SMZTO Holding de Franquias. Formato de sucesso em mais de 30 países, o reality show vai ao ar no Sony Channel.

Certisign firma parceria com Verticore e TOTVS para solução de gestão de documentos

A Certisign, especialista em identificação digital, firmou uma parceria com a Verticore e a TOTVS, maior fabricante de sistemas de gestão ERP do Brasil, para o desenvolvimento de um portal de assinaturas, chamado Vertsign, destinado à formalização de documentos com poucos cliques, sem papel e caneta.

“A estratégia da Certisign é ampliar o uso da assinatura eletrônica e os benefícios de tecnologias paperless em todo mercado. Participamos do desenvolvimento por meio da integração da nossa API de assinatura eletrônica, que não interfere na infraestrutura tecnológica do sistema. Por meio de códigos simples, a funcionalidade foi embarcada, possibilitando aos usuários da Vertsign a assinatura de documentos com rapidez e validade legal”, explica Erik Rainer, Gerente Comercial da Certisign.

O que é assinatura eletrônica?

A assinatura eletrônica é gerada a partir da grafia de uma assinatura na tela de um dispositivo (computador, celular e tablet) e tem eficácia probatória de acordo com as evidências colhidas, como a geolocalização, voz, imagem, entre outros critérios. “Ela é indicada para assinar documentos com baixo risco financeiro e de curto prazo, tais como recibos de entrega, aceite de propostas, contratos de serviços e financiamentos, entre outros”, explica Rainer.

Benefícios da plataforma

Segundo Marco Aurélio Lessa CEO da Vertsign, a solução atende empresas de todos os segmentos e tamanhos. “Qualquer companhia que utilize o sistema da TOTVS e tenha a necessidade de gerenciar documentos no meio eletrônico pode ser atendida por nossa plataforma. Os principais benefícios são redução de custos, melhora da eficiência operacional e sustentabilidade, porque todo o fluxo pode ser realizado de forma automatizada graças à tecnologia de assinatura eletrônica embarcada no software”.