Page

Author admin

GFT promove evento sobre transformação digital e tecnologias exponenciais em parceria com a IBM

A GFT, empresa global da Alemanha referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, em parceria com a IBM, organiza a 11ª edição do GFT User Group |Digital Transformation, evento que reúne CIO’s e diretores das áreas de TI e financeira para a troca de experiências sobre transformação digital, a partir das tecnologias exponenciais. Com temas relacionados aos novos modelos de negócios, Open Banking-Insurance e Business Agility, o encontro deste ano acontece no dia 24 de outubro, a partir das 8h, em São Paulo.

O evento conta com os principais players do mercado compartilhando as experiências, trazendo soluções exponenciais e incentivando o conhecimento escalado e contínuo para a inovação. “Teremos os maiores especialistas em tecnologia comentando sobre as melhores práticas voltadas aos novos modelos de negócios, como o Open Banking, e servindo como inspiração para a implementação de estratégias voltadas ao Business Agility. É uma grande oportunidade para repensarmos as ferramentas e termos insights que favorecem as tomadas de decisões mais assertivas para alavancar os resultados dos nossos negócios”, afirma Marco Santos, managing director Latam da GFT.

Entre os painéis, o GFT User Group conta com sessões voltadas à discussão de Open Banking e Insurance, Business Agility e Novos Modelos de Negócio, com executivos de importantes instituições como Banco Votorantim, B3, Serasa Experian e Portocred. A agenda conta também com apresentação de cases com especialistas do Banco Original e B3, além de um painel sobre Business Agility composto apenas por mulheres.

Para mais informações, conferir a programação completa e se inscrever para participar no evento, acesse aqui.

Como desenvolver sua carreira e se preparar para o futuro do trabalho

Por Fábio Bier

Muitos profissionais priorizam, na busca por trabalho, empresas que ofereçam um plano de carreira. E muitos deles se frustram e culpam as organizações porque, na prática, esses planos não funcionam. A questão aqui é: o único responsável por desenvolver sua carreira é você mesmo.

Primeiramente, é importante entender o que você almeja no plano profissional. Você é realmente feliz no que faz? Quais habilidades, competências e comportamentos as pessoas bem-sucedidas e reconhecidas nessa profissão possuem? Você possui essas características? Se não, como pode desenvolvê-las? Em quais atividades e habilidades você precisa investir para chegar lá?

Conhecer a si mesmo — suas forças e fraquezas — é o primeiro passo para desenvolver sua carreira. Se é difícil fazer essa autoavaliação, o mercado disponibiliza diversas ferramentas de suporte, como orientação vocacional, coaching, counseling e mentoring, que poderão ajudá-lo nesse processo.

Assim que você se sentir dono da sua carreira, é hora de falar com seu gestor e entender qual é a sua trilha de desenvolvimento na organização. A trilha de carreira esclarece quais são as competências técnicas, comportamentais, experiências específicas e qualquer outro requisito necessário para cada cargo e níveis disponíveis na empresa.

Cada organização tem sua forma de avaliar méritos. Esclareça o que é esperado de você, peça orientação e conselhos aos profissionais mais experientes e, principalmente, entenda como você e seus valores pessoais podem contribuir com os desafios organizacionais.

Com essa informação, verifique quais programas de desenvolvimento a empresa já oferece com foco em sua visão de carreira e aproveite as oportunidades. É importante esclarecer que, em momentos de crise, é muito comum que as empresas cortem despesas com esses programas, mas isso não pode impedir seu desenvolvimento profissional. Monte o seu plano de ação, estabeleça atividades, deadlines, peça para que seu gestor ou alguém que você admire e em quem tenha confiança avalie o seu desenvolvimento.

As organizações que melhor dão suporte ao desenvolvimento de carreira de seus profissionais são aquelas que esclarecem e são transparentes em relação aos desafios de cada posição, com métricas e indicadores de avaliação de desempenho e potencial, incluindo aspectos comportamentais valorizados pela cultura da empresa.

Quando um colaborador que conhece bem a si mesmo encontra uma empresa transparente em relação às oportunidades de desenvolvimento, o plano de carreira acontece naturalmente, e esse profissional automaticamente estará preparado para se adequar ao futuro do trabalho.

Fábio Bier, gerente de Recursos Humanos da Husqvarna para a América Latina

ACE lança software para medir inovação corporativa

De acordo com a última edição da ACE Innovation Survey sobre o estado da inovação corporativa no Brasil, mais da metade dos executivos acreditam que a inovação nas empresas é um fator muito importante, e os gestores de inovação cuidam em média de até 50 projetos ao mesmo tempo. Pensando em facilitar e otimizar o acompanhamento das iniciativas, a ACE criou o Mynnovation, software de gestão unificada e eficiente para inovação.

“É muito difícil provar o retorno da inovação e acompanhar de forma prática tudo o que acontece na empresa, e dado esses desafios, vimos a importância de criar um software baseado em metodologia validada e aderente às necessidades dos gestores”, relata Sulivan Santiago, CTO da ACE.

Com a plataforma é possível visualizar o andamento e progresso dos projetos, fazer gestão por horizontes de investimento e controle de KPIs, o gestor passa a ter uma visão consolidada de todas as iniciativas de inovação da empresa. Tem ainda um banco de métodos para cada estágio de evolução dos projetos, que deve ser utilizado pelos times. “Desta forma e com essa lógica, viabilizamos a mensuração de ponta a ponta, desde projetos de conexão com startups até processos de ideação com colaboradores, tudo de forma customizada.”, complementa Sulivan.

Módulos

Para auxiliar em todos os âmbitos da inovação o Mynnovation dispõe de módulos específicos para cada dor dos gestores de inovação. O Fórum da inovação, auxilia no desafio de escolher quais projetos devem seguir ou não, quem deve receber investimento, quais tarifas cobrar, além de auxiliar a medir as evoluções dos projetos.

Já o Innovation Accounting, traz a metodologia utilizada em stage gates para diminuir a incerteza da inovação, onde são realizados checkpoints ao longo do tempo para medir, em cada fase, quais os indicadores de performance que a empresa tem para tomar uma decisão.

O Innovation Designer, profissional especialista em inovação que fica à disposição online, apoia as empresas em casos de suporte e pedido de ajuda. O último módulo é Educação, um portfólio de treinamentos para trabalhar a cultura da inovação da liderança e times de projetos.

“Disponibilizamos todo o nosso expertise acumulado em quase 7 anos de empresa, que investiu em mais de 100 startups e deu suporte para o crescimento de mais de 250 negócios no Mynnovation, para apoiar uma das áreas mais importantes de uma empresa”, finaliza Sulivan. Além de utilizar os métodos da ACE, de forma customizada, as empresas que adquirirem o software também podem criar suas próprias metodologias.

CASE 2019 reúne maiores aceleradoras do País

O cenário nacional de startups contém pouco mais de 12.500 soluções mapeadas pela Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entidade que representa o ecossistema; muitas que iniciaram seus negócios ou chegaram ao sucesso e consolidação por meio do incentivo das aceleradoras, que, hoje, são dezenas, e impulsionam os resultados do ecossistema nacional.

Nos dias 28 e 29 de novembro, a Abstartups dará a oportunidade para que empreendedores do setor se aproximem dessas incentivadoras durante a 6ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo, maior evento latino-americano voltado para startups, a ser realizado em São Paulo

Com público estimado de 10 mil participantes, o CASE 2019 contará com conteúdo focado no futuro da inovação, além de uma área exclusiva dedicada aos expositores e feira de negócios. “Entendo que essas organizações são importantíssimas para o desenvolvimento do nosso ecossistema, sendo uma das pontas essenciais para encontrar e estimular negócios interessantes que, muitas vezes, podem ter mais dificuldades de aproximação com essas e outras grandes empresas no dia a dia”, pontua a vice-presidente da Abstartups, Tânia Gomes.

Entre as confirmadas, a Nexus trará, em seu stand, mais informações sobre seus programas Lab, Growth e Scale Up e outras experiências. Já a Darwin Startups divulgará seus programas de aceleração, além de abrir espaço para startups fazerem pitchs e mentorias com seus parceiros corporativos; enquanto a WOW Aceleradora lançará seu 4º grupo de investimentos. A Distrito e a Oxigênio Aceleradora também estão confirmados.

O evento deste ano contará também com uma plenária e quatro arenas de conteúdo voltadas para as principais áreas dentro de uma startup: hacker (desenvolvedores e tecnologia), hipster (design, UX e produto), hustler (vendas e customer success) e hyper (marketing e Growth Hacking).

CASE 2019
Data: 28 e 29 de novembro de 2019, das 10h às 20h
Local: Transamérica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro — São Paulo (SP)
Informações e ingressos: case.abstartups.com.br

Service IT investe em outsourcing e auxilia empresas na contratação de colaboradores de TI

A Service IT , empresa brasileira de tecnologia com 23 anos de atuação, investe em outsourcing de TI para auxiliar empresas na contratação de colaboradores fixos e temporários. Conhecida como body shop, a prática auxilia tanto companhias em busca de funcionários qualificados na área quanto profissionais de TI à procura de emprego. De acordo com o levantamento TIC Empresas de 2017, 55% dos funcionários contratados no período eram de fornecedores externos.

“A Service IT trabalha com body shop há quatro anos, mas estamos percebendo um aumento na demanda desses projetos”, comenta Amanda Tellini, coordenadora de Atração de Talentos da empresa. “As empresas têm dificuldades para contratar profissionais de TI porque, em muitos casos, a área não é atividade-fim delas. É nessa parte do processo que entramos, oferecendo consultoria e expertise para encontrar funcionários qualificados e alinhados com a cultura da empresa contratante.”

A TIC 2017 indica que 40% das empresas contam com área de TI. Dessas, 33% procuraram contratar colaboradores. Entre as principais dificuldades para preencher essas vagas estão a falta de candidatos (38%), falta de profissionais qualificados (38%) ou com a experiência necessária para o cargo (37%) e altos salários (44%). Os colaboradores terceirizados são chamados para suporte técnico para reparo e manutenção (83%), suporte técnico para sistema interno (83%), desenvolvimento de aplicações (44%), serviços de hospedagem de sites (51%), infraestrutura (54%) e desenvolvimento de websites (42%).

Segundo Amanda, a demanda é maior para a contratação de mão de obra específica para projetos pontuais. “Há dois tipos de vaga para a contratação desse profissional terceirizado: o que é contratado para atuar na sustentação do ambiente do cliente, e o que atua em projeto por tempo determinado, e nesse caso, os funcionários costumam ficar em média seis meses em uma empresa. Depois do término do contrato, a área de Schedule da Service IT pode alocá-lo em outro projeto, caso haja um match com o perfil”, explica a executiva. Além disso, demandas sazonais, como oferecimento de suporte técnico para datas comerciais também norteiam o body shop.

Até o momento, a Service IT já contratou 200 profissionais por meio de projetos de body shop, a maioria em São Paulo e Porto Alegre, embora o interior paulista e o Estado de Minas Gerais também estejam atraindo muitos talentos recentemente. O processo seletivo inclui provas técnicas em ferramentas específicas, e os funcionários contratados podem receber treinamento tanto no cliente quanto na própria Service IT, a depender do contrato. A empresa está com 43 vagas abertas para a modalidade até o fim do ano.

Ponte aérea Israel – Brasil: a aplicação de ecossistemas de inovação

Por Paulo Eduardo Brugugnoli

Israel é um dos três principais polos de inovação mundial, além dos Estados Unidos e China. Atualmente, mais de 530 multinacionais estão em terras israelenses e a força de trabalho local é uma das mais caras do mundo. Porém, o alto custo para aterrissar em Israel inviabiliza que um volume maior de companhias possa ter acesso ao celeiro de inovação local, que recebe 4,3% do PIB para pesquisa e desenvolvimento (P&D), ou seja, aproximadamente US$ 12,8 bilhões anualmente.

Deste montante, 86% são direcionados aos gastos no setor privado. Além disso, em Israel, há duas vezes mais investimentos de venture capital per capita se comparado com os Estados Unidos e 49% dos gastos israelenses com P&D são financiados por capital estrangeiro.

Então, daqui do Brasil, como podemos ter acesso a um dos mais importantes centros de desenvolvimento de tecnologia e inovação do mundo sem sair do nosso país? A resposta é ter no território brasileiro um canal aberto com o ecossistema israelense.

A conexão com este polo pode acelerar o processo de inovação por meio da adoção das mais novas tecnologias. Neste sentido, é possível utilizar a mão de obra e o conhecimento local, tendo acesso ao jogo global por meio de parcerias com o ecossistema israelense. Isso significa capturar o benefício integral das inovações criando vantagem competitiva através da adoção de tecnologias de última geração.

Sozinhos, não conseguimos identificar e implementar o que há de mais novo em tecnologia. E, nesta linha, podemos nos apoiar em empresas que estão bem mais avançadas nesta empreitada, principalmente em temas como Inteligência Artificial, Indústria 4.0 e Cibersegurança.

Em Inteligência Artificial, há mais de 1,1mil startups desenvolvendo soluções associadas a esta tecnologia. A proposta neste campo é ampliar a capacidade de entender o mundo, o conhecimento das coisas, identificando padrões e comportamentos que o pensamento linear do ser humano não é capaz de fazê-lo. Desta forma será possível não apenas responder nossas perguntas, mas fazer as perguntas corretas para os desafios existentes.

Já no quesito Industria 4.0, há uma gama de tecnologias que permite realizar a gestão da capacidade de produção de uma fábrica de maneira diferenciada. É possível ter tecnologias que identificam os problemas da linha de produção antes mesmo que eles aconteçam. Como? Sensores ligados às maquinas ouvem o barulho que a linha de produção emite e consegue identificar quando há algum ruído diferente, sendo possível prever quando a máquina irá parar.

Na linha de Cibersegurança, o mundo mudou e é preciso se preparar. Os danos atuais representam mais de 600 milhões de dólares às indústrias. Uma fábrica pode ser fechada ou uma marca pode ter sua imagem afetada com um ataque cibernético. Israel é o segundo país que mais cria soluções de segurança no mundo, muito além da gestão de senhas, antivírus, firewalls e VPNs.

Estamos na economia do conhecimento e, nos centros mais avançados de desenvolvimento, quanto mais se desenvolve, quantos mais se usa as novas tecnologias, mais se tem conhecimento para sobreviver e ser competitivo. E nesta linha, Israel soma 6,6 mil startups ativas. Por isso a região é alvo de investimentos para desenvolver novas tecnologias, pois eles aprendem constantemente com suas iniciativas de inovação.

Para quem, de fato, quer sair à frente no Brasil, o caminho é a ponte aérea Brasil — Israel. De certo, essa medida irá acelerar as empresas brasileiras no acesso ao que há de mais competitivo no mundo!

Paulo Eduardo Brugugnoli, CTO global do gA

E-commerce registra variação de 2,53% nas vendas de setembro, aponta índice MCC-ENET

O volume de vendas no comércio eletrônico apresentou variação positiva de 2,53% em setembro de 2019, ante o mês anterior, conforme revela o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie. O indicador mostra ainda que o faturamento teve um aumento de 4,3% em setembro.

“Os dados de faturamento e de venda comprovam que setembro foi o segundo maior resultado positivo da série desde janeiro de 2018, perdendo apenas para a Black Friday do ano passado”, afirma André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Compre & Confie. “A Semana do Brasil, que aconteceu pela primeira vez em setembro deste ano, foi um grande incentivador para os dados expressivos”.

Vendas online

A variação do índice de vendas no acumulado do ano até setembro é de 24,82%, enquanto que em relação ao mesmo período do ano passado foi de 8,07%. “Podemos ver neste dado um significativo aumento no ritmo das vendas”, destaca Dias.

Na comparação por regiões, no mês de setembro, o Sudeste foi o líder em vendas online, com alta de 4,14% em relação a agosto, seguido pelo Sul, que apresentou um aumento de 1,45%. Em contrapartida, Norte, Centro-Oeste e Nordeste variaram negativamente: -5,86%, -4,74% e -0,15%, respectivamente.

No acumulado dos últimos 12 meses, todas as regiões tiveram variação positiva no índice de vendas: Nordeste (79,82%), Centro-Oeste (77,14%), Sul (67,01%), Norte (62,33%) e Sudeste (59,18%).

Faturamento

Na análise dos índices de faturamento do e-commerce, a variação em setembro foi de 4,33% em relação ao mês anterior. No acumulado dos últimos 12 meses, foi de 73,39%.

Ao traçar o comparativo das regiões em setembro, duas regiões registraram queda: o Norte teve a maior variação negativa, com -3,94%, e Centro-Oeste caiu -1,43%. Já no Sudeste, Sul e Nordeste, a variação foi positiva: 6,11%, 3,76% e 1,52%, respectivamente.

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de agosto, o e-commerce representou 5,6% quando comparado ao mês anterior, no comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). Ao avaliar o acumulado dos últimos 12 meses, a participação é de 5,3%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Categorias

Entre as categorias, no mês de agosto, os brasileiros compraram mais online: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (42,1%), seguido por móveis e eletrodomésticos (23,9%). Na sequência, tecidos, vestuário e calçados (13,2%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (10%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (6,5%), hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (2,7%) e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (1,6%).

Consumidores Virtuais

O MCC-ENET revela ainda que, entre julho e setembro de 2019, 11,3% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra no e-commerce. Nota-se um crescimento de 1,2% em relação ao trimestre anterior (10,1%). Já na comparação com o mesmo período de 2018, o avanço é de 2,8%.

Metodologia do MCC-ENETOs índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no país a partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: http://www.i-mpr.com/s/1017/c

Gartner apresenta 10 Hacks para apoiar a mudança de Cultura para a Transformação Digital

cultura pode ser uma grande barreira à mudança e à inovação. Por isso, o Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, avalia que é importante que os CIOs (Chief Information Officers) atuem como “hackers culturais”, promovendo ações que quebrem os paradigmas internalizados e agilizem as transformações internas de suas operações. Os hacks culturais são ações que podem simplificar e agilizar a mudança das culturas organizacionais, colocando o comportamento das equipes como um acelerador da inovação digital.

“Por hackers de cultura, não queremos dizer que os CIOs devem encontrar um ponto fraco e invadir um sistema ilegalmente”, diz Mary Mesaglio, Vice-Presidente e Analista do Gartner. “Trata-se de encontrar pontos vulneráveis em sua cultura e transformá-los em mudanças reais que permanecem e suportam o dia a dia das organizações rumo ao futuro na era digital”.

Neste cenário, o Gartner recomenda que os líderes da área de tecnologia adotem 10 hacks de cultura, com ações altamente visíveis e que oferecem resultados imediatos. São eles:

  1. Garanta que todas as reuniões apoiam a nova estratégia –Imagine que, na segunda-feira, você anuncia uma nova estratégia digital. Na terça-feira, em sua primeira reunião do dia, pergunte como essa discussão poderá ajudar a impulsionar a nova estratégia digital comunicada um dia antes. Se não houver respostas, cancele a reunião e verifique que as discussões não reapareçam na sua programação (ou na de ninguém) até que todos entendam como avançar na estratégia a ser implementada.
  1. Celebre o fracasso –Quando o CIO da DirecTV quis criar uma cultura onde se celebrava o aprendizado do fracasso, ele começou compartilhando seus próprios erros. Celebre o fracasso e as lições aprendidas com eles. Ao compartilhar suas falhas, o CIO consegue aumentar a tolerância ao risco, que é um tipo de mudança de cultura.
  1. Regra de decisão de 48 horas –Crie uma regra em que todas as decisões precisam ser tomadas dentro de 48 horas. Isso muda a responsabilidade e permite novas abordagens de atuação. Por exemplo: um CIO da área de governo disse à sua equipe que ganha dois pontos por tomar uma decisão e perde um ponto se for uma má decisão. Se você tomar uma decisão ruim, ainda estará mais à frente do que se não tivesse tomado nenhuma decisão.
  1. Decisões de recompensa –O exemplo acima não trata de manter a pontuação, mas de criar uma nova mentalidade entre os gerentes. Por sua vez, o CIO descobriu que sua equipe estava intensificando e aproveitando mais o trabalho. Além disso, o CIO reduziu de 70% de seu tempo trabalhando em questões internas para menos de 40% do tempo.
  1. Remova os móveis da sala de reuniões –Embora bem-intencionadas, as reuniões permanentes às vezes podem se arrastar e se transformar em sessões prolongadas de reclamação. Uma dica para evitar isso é remover todos os móveis da sala. Se não houver lugar para sentar, descontrair ou descansar o cotovelo, também não haverá lugar confortável para se acomodar em um espaço negativo.
  1. Abra espaço para as perguntas difíceis –Não termine nenhuma reunião até que seus funcionários façam três perguntas realmente difíceis. Para mudar a mentalidade, você precisa estar disposto a enfrentar as questões difíceis em aberto.
  1. Admita que você não tem todas as respostas –Realisticamente, você não terá todas as respostas para as perguntas difíceis. A boa notícia é que, ao admitir isso, você não desejará ter todas as respostas. Isso cria uma mentalidade de crescimento e um ambiente focado no aprendizado.
  1. Cancelar reuniões de status –Os CIOs gastam até 70% de seu tempo de trabalho lidando com reuniões e e-mails. Cancele as reuniões de status e substitua-as por breves atualizações por escrito. Isso muda a autoridade de tomada de decisão para os proprietários do projeto, permitindo que eles avancem e tomem medidas.
  1. Hackeie as agendas de suas reuniões –As reuniões se tornam improdutivas quando se tornam longas demais ou se as pessoas chegam tarde. Para otimizar as conversas, misture a estrutura de suas reuniões, movendo a votação e a tomada de decisões para o início e guardando as discussões para mais tarde.
  1. Estabeleça o modelo “15/60/15” de reuniões –Os dias repletos de reuniões consecutivas podem ser estressantes e deixar pouco tempo para reagir ou pensar nas ações criadas a partir das discussões. Tente marcar uma reunião por 90 minutos e reservar os primeiros e os últimos 15 minutos para checar os e-mails, acompanhar as sugestões de reuniões ou verificar o andamento de outro projeto.

Para discutir o tema e apresentar dicas sobre como aplicar este processo, os analistas do Gartner apresentarão pesquisas e novidades durante o Gartner IT Symposium/Xpo 2019™, principal evento do Gartner no Brasil, que acontecerá de 28 a 31 de outubro. Trata-se do mais importante encontro de CIOs e executivos de TI do mundo. Líderes da área confiam em eventos como esses para obter insights sobre como suas organizações podem usar TI para superar desafios de negócios e melhorar a eficiência operacional de suas empresas. Acompanhe novidades sobre os eventos no Twitter:  #GartnerSYM.

As inscrições para o Gartner IT Symposium/Xpo 2019™ podem ser feitas pelos telefones (11) 5632-3109, 0800-7741440, e-mail conferencias.brasil@gartner.com ou site www.gartner.com/br/symposium.

Icatu patrocina Hacking.Rio, que reúne especialistas em tecnologia, inovação e maior hackathon da América Latina

Acompanhando de perto as mudanças de comportamento das gerações e investindo em inovação em um ambiente cada vez mais digital, a Icatu Seguros participa, pelo 2º ano, do Hacking.Rio, festival de cultura digital que reúne o maior hackathon da América Latina e um congresso com especialistas em tecnologia, inovação e negócios.

Focada em pessoas e imersa no ecossistema de transformação digital, a Icatu é a única patrocinadora no cluster de Seguros do evento, que vai reunir mais de 3 mil pessoas entre potenciais investidores, especialistas em tecnologia e empreendedores para palestras, competições e fóruns nos dias 18 e 19 de outubro, no Porto Maravilha (RJ).

O Hacking Rio é o resultado de discussões conduzidas pelo movimento Juntospelo.Rio, que reúne um time de empreendedores engajados em criar e potencializar oportunidades de negócio locais através da colaboração, inovação e tecnologia.

Este ano, além de apoiar o Hacking.Rio, a Icatu vai propor um desafio aos participantes do Hackathon, uma maratona de 42 horas de programação reunindo hackers, desenvolvedores, programadores, especialistas em tecnologia, CTO de startups, empreendedores e universitários.

“É muito importante estar dentro das discussões mais atuais do universo de inovação e acompanhar de perto o impacto da transformação digital no nosso negócio. Na Icatu, buscamos construir uma empresa focada no presente, mas sempre consciente da importância de pensar e planejar o futuro. E é esse pensamento que queremos ampliar também entre a sociedade”, pontua Humberto Sardenberg, superintendente de Experiência Digital da companhia.

Black Friday 2019: Pesquisa mostra que consumidores não vão utilizar o 13º para compras

A data mais importante para o e-commerce e a mais esperada pelos brasileiros, a Black Friday, acontece este ano no dia 29 de novembro — mesma data limite para pagamento do 13º salário. Embora seja um dinheiro a mais no orçamento, 74% daqueles brasileiros que vão receber o benefício disseram que não vão usá-lo para as compras, segundo pesquisa do site oficial do evento, www.BlackFriday.com.br.

“Os brasileiros costumam usar o 13º para quitar alguma dívida. Esta renda extra ajuda indiretamente nas compras da Black Friday, visto que o consumidor tem mais liquidez; mas não diretamente, como esperado. Isso demonstra maior maturidade do brasileiro em relação ao consumo. Outro fato que demonstra isso são os produtos com maior procura no Black Friday, como smartphone e televisão: mais caros e o consumidor pode esperar para comprar, se planejando, inclusive guardando dinheiro para comprar”, analisa Ricardo Bove, idealizador do Black Friday.

De acordo com a pesquisa, grande parte dos brasileiros (82%) costuma usar cartão de crédito como meio de pagamento na Black Friday e 69% parcelou suas compras em 2018.

A maioria (98%) vai comprar algo para si este ano. Dessa forma, analisando os produtos adquiridos no ano passado e aqueles que elas pretendem comprar, é possível perceber um comportamento: grande parte aproveita a data para trocar de celular e renovar a casa.

O primeiro item que será mais procurado este ano é o celular: 37% dos consumidores disseram que pretendem comprar um novo. Competindo quase diretamente, estão os eletrodomésticos: 36% das pessoas estão querendo comprar itens novos para casa.

Aquela TV da última geração com um precinho ótimo é a terceira mais desejada pelos consumidores do Black Friday: 29% planeja investir neste bem.

Pesquisa x Oferta imperdível

Embora as pessoas saibam o que querem comprar — 51% dos entrevistados disseram que em 2018 compraram os produtos da sua lista; e pesquisem muito antes do evento — 97% já tem uma ideia dos preços antes; a pesquisa mostrou também que quase metade dos consumidores (51%) comprou algo que não estava planejado.

“Isso mostra que os brasileiros se preparam para o evento, mas muitos também acabam se rendendo às oportunidades da data. Eles acessam o site para ver as ofertas e se deparam com grandes descontos, isso faz com que eles queiram aproveitar. E eles não gastam pouco”, relata Bove.

A grande maioria (70%) pretende gastar mais de R$ 500, e quase a metade dos consumidores (47%) mais de R$ 1.000. Entre os entrevistados, 26% também pretende comprar para terceiros, sendo que 42% destes pretende desembolsar menos de R$ 200.

O preço, como já esperado, é o principal fator que determina a compra para 90% dos entrevistados. No entanto, indo de encontro com essa lógica, o segundo fator mais importante para os brasileiros é a confiança na loja (61%), antes mesmo do custo do frete (45,1%).

“O mercado online brasileiro ainda está em consolidação, diferente dos EUA e Europa, por exemplo. Por ainda ser uma novidade para muitos, o brasileiro tende a ser desconfiado no que diz respeito ao meio digital. Por isso, ele é mais fiel e tende a comprar sempre na loja que já conhece e teve boa experiência”, analisa Bove.

A pesquisa do www.BlackFriday.com.br foi realizada online com 1.297 pessoas.

Migrate suporta 80 milhões de documentos fiscais por mês com GeneXus

Com o alto índice de mudanças e particularidades nas legislações fiscais, é preciso acompanhar as mudanças no cenário de emissão dos documentos fiscais. Neste quesito, mais do que adequar os modelos de emissão, é preciso que os sistemas estejam preparados para os volumes de documentos gerados.

Ciente deste cenário, a Migrate, empresa de Tecnologia da Informação especializada em ferramentas para gestão e emissão de documentos fiscais eletrônicos, escolheu a plataforma low-code GeneXus para desenvolver sua plataforma, o InvoiCy. Além do GeneXus disponibilizar linguagens pré-codificadas que aceleram o desenvolvimento de aplicações e, consequentemente, a entrega de soluções, a Migrate também constatou a capacidade da plataforma de suportar grandes volumes de documentos transacionados.

“Transacionamos mais de 80 milhões de documentos por mês via o InvoiCy somando todas as empresas que operam com nossa solução no Brasil, Uruguai e Paraguai”, comenta Glauber Weddigen, COO da Migrate. No Brasil, hoje, a aplicação realiza cerca de duas mil requisições por segundo e cinco milhões de transações por dia, o que corresponde a mais de dois milhões de documentos, entre NF-e, NFC-e, CT-e, NFS-e, MDF-e e CF-eSAT. O InvoiCy atende empresas como Zara, BioRitmo, Mega Sistemas e Dia%, entre outras.

A Migrate também foi pioneira na emissão de uma das primeiras faturas eletrônicas (e-kuatia) do Paraguai. Já no Uruguai, cerca de 9% dos documentos fiscais do país são operados via InvoiCy. Ao todo, a empresa mantém cerca de 25 mil clientes nos três países em que atua.

Para o country manager da GeneXus Brasil, Ricardo Recchi, o mercado, cada vez mais, caminha rumo à automatização de tarefas para que as empresas possam manter o foco em seus negócios. E, para suportar o grande volume de dados que são transacionados nas aplicações, é preciso uma plataforma que comporte a evolução das empresas. “Permitimos que as empresas ganhem agilidade no desenvolvimento de suas soluções e, mais importante do que isso, garantimos a capacidade de suportar o grande volume de dados que irá trafegar pelas aplicações”, finaliza Recchi.

Lei da Liberdade Econômica: o que falta agora?

Por Adilson Caldeira

Variadas abordagens conceituais e filosóficas consideram liberdade e paz condições essenciais para o bem-estar dos indivíduos. Um exemplo é a Escola Austríaca de Economia, que defende também que prosperidade e propriedade se encontram no mesmo nível de importância.

O livre arbítrio do indivíduo em decidir sobre sua própria vida resulta na responsabilidade sobre como conquistar o bem-estar de forma duradoura. Ao ser livre para decidir, um indivíduo pode se diferenciar de outros quanto à capacidade de acúmulo de propriedade. Os que acumulam montantes significativamente grandes necessitam aplicar em arranjos produtivos de bens, serviços ou crédito.

Caso a opção seja aplicar em um arranjo produtivo, encara-se a competição pela preferência de agentes do mercado pelos bens ou serviços ofertados, além de buscar o aperfeiçoamento de processos para que os custos sejam os menores possíveis, de modo a otimizar a rentabilidade da atividade produtiva. Quem busca a remuneração do capital via crédito, por sua vez, enfrenta a competição com outros ofertantes de recursos de capital para conseguir interessados em obter a maior quantidade possível de sua riqueza.

Presente em ambas as situações, a competição por consumidores de bens, serviços ou crédito tende a resultar em queda do nível de preços e das taxas de juros, de forma que a propriedade se torna uma ferramenta de expansão e desenvolvimento econômico, conduzindo à prosperidade e bem-estar dos indivíduos para o seu próprio futuro e também para novas gerações que os sucederem.

Assim como a propriedade, o empreendedorismo é visto, nos estudos da Escola Austríaca, como instrumento de prosperidade e desenvolvimento econômico, em função da ação inovadora e disposta ao risco inerente à incerteza sobre o futuro. A abertura de novos negócios e a criação de valor possibilitada pela inovação proporcionam benefícios à qualidade de vida da população de países em que a Liberdade Econômica tem sido significativamente acelerada nos últimos anos. Os indicadores refletem ações promovidas nesses países para o estímulo à iniciativa e minimização de vínculos estruturais, encorajando a liberdade de ação e reduzindo a burocratização.

A Lei da Liberdade Econômica, sancionada no Brasil em 20 de setembro de 2019, se alinha a algumas das premissas da Escola Austríaca, uma vez que tem por foco o estímulo ao empreendedorismo e à redução da burocracia na abertura e gestão de negócios, além do reconhecimento à proteção da propriedade e prosperidade individual dos empreendedores. As novas regras incluem flexibilização do horário de funcionamento e do ponto na jornada de trabalho, instituição da emissão eletrônica da Carteira de Trabalho, dispensa de alvará para alguns tipos de negócios e desburocratização documental, permitindo o arquivamento digital de documentos e que a autenticidade de uma cópia seja comprovada pela comparação com o papel original, sem exigência de autenticação.

Além de todos esses ganhos, há que se destacar a separação entre o patrimônio da pessoa jurídica e da física. A nova lei estabelece que o patrimônio pessoal dos donos de uma empresa não pode ser usado para quitar dívidas do negócio, a não ser em caso de fraude. Como é comum que uma pessoa invista em diferentes negócios até ter sucesso, a preservação do patrimônio pessoal caso algo dê errado estimula o surgimento de novos negócios.

Contudo, ainda que a Lei da Liberdade Econômica já se configure como uma real evolução rumo ao desenvolvimento do empreendedorismo e seus consequentes benefícios à economia brasileira, é necessário que sua implementação se efetive, sem grandes desvios da intenção original.

Há advogados que não acreditam que a divisão de bens realmente se materialize. De acordo com o entendimento da atual legislação trabalhista, por exemplo, é legítimo o confisco de bens dos sócios de uma empresa para saldar dívidas com empregados quando esta não tiver recursos para tal. Assim sendo, há, no mínimo, uma divisão na jurisprudência, pois pode ocorrer que alguns juízes não levem a nova lei em conta, pelo conflito com a outra.

Para que efetivamente tenham efeito de liberdade econômica, portanto, é preciso que as novas regras se tornem realidade, o que requer persistência e mudança cultural. O alcance do status favorável à paz, liberdade e prosperidade preconizadas pela Escola Austríaca de Economia depende muito mais da dinâmica efetiva da economia do que de simples mudanças na legislação, embora estas sejam requeridas como meios para a gradual mudança do comportamento dos agentes de mercado.

Vale recordar as categorias que compõem o índice de Liberdade Econômica segundo os critérios adotados pelo Instituto Fraser: Tamanho do Governo, Sistema Legal e Direitos de Propriedade, Solidez da Moeda, Liberdade de Comércio Internacional e Regulamentação. Uma mudança nas leis, portanto, é um bom começo. Mas é preciso que os demais elementos se alinhem para a sintonia essencial à efetividade dos ganhos em Liberdade Econômica do País.

O desafio está lançado. Que venham os próximos passos!

Adilson Caldeira, pesquisador do Centro Mackenzie de Liberdade Econômica e docente do mestrado profissional em Administração do Desenvolvimento de Negócios da Universidade Presbiteriana Mackenzie