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iFood inova e entrega por drone

O iFood realizou uma ação histórica ao fazer a sua primeira entrega de comida via drone. A empresa, líder do segmento na América Latina, já foi, recentemente, a pioneira na entrega com patinetes elétricos e não para de inovar. O feito marca mais uma vez a atuação inovadora do iFood e foi realizada em meio a meio milhão de pessoas que acompanhavam a apresentação de um dos mais badalados blocos de carnaval de São Paulo, o Beleza Rara. O drone fez a entrega de um “wrap” para o vocalista da Banda Eva, Felipe Pezzoni.

O iFood cresce de forma acelerada e acaba de receber o maior aporte de uma empresa de tecnologia da América Latina. A entrega por drone pode ser considerada o lançamento de mais uma inovação da área de Logística da empresa, que atua para testar soluções disruptivas de delivery. Além da inovação contínua, a empresa está investindo de forma agressiva em inteligência artificial e na contratação de novos FoodLovers.

“O iFood tem inovação e tecnologia em seu DNA. Apenas o iFood, como líder da categoria, desenvolve o ecossistema de food delivery como um todo. Por isso, o iFood investe continuamente para seguir como pioneiro em iniciativas como essa. Ela representa como a empresa trabalha à frente, testando e inovando sempre”, explica Carlos Moyses, CEO do iFood

Quatro em cada dez casas inteligentes no Brasil têm pelo menos um dispositivo vulnerável

A Avast (LSE:AVST), líder global em produtos de segurança digital, anunciou que 45% das residências inteligentes no Brasil têm mais de cinco dispositivos conectados e 44,89% destas casas digitais contêm pelo menos um dispositivo conectado vulnerável, colocando a rede doméstica em risco de ataques cibernéticos. Isto ilustra o percentual de residências no país ameaçadas com relação aos dispositivos IoT (Internet das Coisas), já que basta apenas que um dispositivo vulnerável comprometa a segurança de toda a rede doméstica. O Relatório sobre Casas Inteligentes 2019 da Avast contém informações de mais de 16 milhões de redes domésticas inteligentes do mundo todo, incluindo dados de mais de 2 milhões de redes de casas inteligentes do Brasil.

“As pessoas usam a smart TV para assistir suas séries favoritas da Netflix ou conectar a babá eletrônica à rede doméstica, mas muitas vezes não sabem como manter a segurança dos seus dispositivos”, disse Ondrej Vlcek, presidente para Consumidores da Avast. “É preciso apenas um dispositivo fraco para permitir a entrada de cibercriminosos que, uma vez na rede, podem acessar outros dispositivos e os dados sigilosos que as pessoas transmitem ou armazenam, incluindo vídeos ao vivo e gravações de voz. Passos simples de segurança, como configurar senhas fortes e exclusivas, e a autenticação de dois fatores para acesso dos dispositivos, além da garantia de que patches de software e atualizações de firmware sejam aplicados quando disponíveis, podem melhorar significativamente a integridade da casa inteligente”.

Credenciais fracas e softwares desatualizados

A maioria (69%) dos dispositivos residenciais vulneráveis no Brasil foi descoberta devido às suas credenciais fracas, como senhas ou o uso de um único fator de autenticação. Já os outros dispositivos (31%) tornaram-se vulneráveis por falta de execução de patches.

O Avast escaneou 11 milhões de roteadores em todo o mundo e constatou que mais da metade (59,7%) possui credenciais fracas ou vulnerabilidades de software. Uma varredura em mais de 2 milhões de redes em casas inteligentes de brasileiros revelou que 66% dos roteadores domésticos no Brasil estão vulneráveis. O software desatualizado costuma ser o elo mais fraco da cadeia de segurança, sendo uma porta de fácil acesso para os cibercriminosos, que miram os dispositivos vulneráveis conectados à rede.

Os dispositivos mais vulneráveis

A pesquisa da Avast apontou que os cinco principais dispositivos vulneráveis no mundo são:

Impressora: 32,9%

Dispositivo de rede (ponto de conexão que pode enviar e receber dados, como um hub): 28,9%

Câmera de segurança: 20,8%

NAT, Network Attached Storage: 7,8%

Caixa de streaming de mídia (set-top boxes, Chromecasts, TiVos): 5,3%

No Brasil, na lista dos dispositivos mais vulneráveis estão:

Dispositivo de rede (ponto de conexão que pode enviar e receber dados, como um hub): 40,6%

Câmera de segurança: 26,7%

Impressora: 19,1%

Caixa de streaming de mídia (set-top boxes, Chromecasts, TiVos): 8,7%

TVs: 2,4%

Portanto, a impressora foi considerada o dispositivo mais vulnerável globalmente, sendo apontada entre os três principais dispositivos listados em todos os países pesquisados, além de figurar no topo da lista nos EUA, Canadá, Austrália, Cingapura, Coreia do Sul e Japão. As caixas de streaming de mídia (por exemplo set-top boxes, Chromecasts, TiVos) entraram na lista dos cinco principais e, por sinal, são o terceiro dispositivo IoT mais encontrado nas residências digitais, depois de TVs e impressoras.

No Brasil, no topo da lista dos dispositivos mais usados nas casas inteligentes está a TV (41,3%), seguida da impressora (17,7%), caixas de streaming de mídia (13,4%), câmeras de segurança (9,6%) e consoles de jogos (7,5%).

*Metodologia

Os dados constantes neste documento foram obtidos a partir de escaneamentos executados por usuários da Avast em seus computadores, por meio do Avast WiFi Inspector em setembro de 2018. No total, 16 milhões de redes domésticas diferentes ao redor do mundo foram incluídas neste estudo, que abrangeu diversos países. 56 milhões de dispositivos foram verificados. O relatório se concentra nos dispositivos conectados emergentes, em oposição a computadores e smartphones.

ABStartups vai a Brasília discutir Marco Legal do setor

O presidente da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), Amure Pinho, participou da 2ª reunião do Subcomitê temático do Ambiente Normativo para Startups. Nela foram retomadas as discussões sobre o Marco Legal do setor, que determinará a identidade dos atores do ecossistema (startups, investidores, aceleradoras etc), processo de abertura e fechamento de startups, tributação, relações de trabalho e contratação, ambiente tecnológico e regulação das verticais.

“No Brasil, quando falamos de criar um ambiente regulatório, estamos falando de modernizar as legislações arcaicas e reduzir o sistema burocrático atual. Para isso acontecer, é fundamental a discussão desses temas entre os players do ecossistema e a participação ativa na comunidade”, pontua o presidente da ABStartups.

Estiveram na reunião, a Associação, junto com os demais participantes do Dínamo, um movimento apartidário e sem fins lucrativos para a articulação do ecossistema de empreendedorismo e inovação. A previsão é de que uma consulta pública com a proposta de um projeto de lei ou decreto seja lançada no mês de abril.

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Você sabe o que é DevOps?

Por Eduardo Namb, Arquiteto de Soluções Claranet Brasil

O termo “DevOps” tem sido muito utilizado para defender como as empresas podem trazer mais eficiência à sua operação e gerar resultados mais qualificados. Mas, afinal de contas, o que significa DevOps: uma profissão, uma metodologia ou apenas um conjunto de técnicas de desenvolvimento?

Para compreender a evolução deste conceito, é necessário ter em mente o que gerou a necessidade de automatizar processos. Com uma demanda cada vez maior de entregas, que precisam ser feitas de forma rápida e eficiente, as empresas passaram a adotar soluções de automatização para otimizar o tempo dos profissionais antes envolvidos em tarefas operacionais, dando mais espaço para que eles se dediquem a funções estratégicas.

Neste sentido, automatizar a operação gerou mais disponibilidade de tempo e energia para que o time responsável por algum projeto específico possa se concentrar no desenvolvimento e avaliação destes processos. A integração destes dois times, de operação e desenvolvimento, é o DevOps.

Como uma boa prática baseada em agilidade, o DevOps pode ser considerado uma evolução de metodologias que visam maior eficiência a partir de integração de equipes distintas. Dessa maneira, esses times deixam de atuar em “caixas separadas” sem uma integração ou sinergia real para enfim estar alinhados com um propósito único e responsabilidades compartilhadas. Para que obtenham êxito, as práticas de DevOps exigem a criação de novas diretrizes, a aplicação de testes, implementação, operação e monitoramento contínuo.

É importante notar que cada uma das tarefas de operação que serão automatizadas vão necessitar de uma ou mais plataformas. E uma boa notícia é que a lista de opções existentes no mercado é enorme tanto para o contexto “on premise” quanto para os provedores de soluções na nuvem. Na realidade, as aplicações que são concebidas já utilizando servidores em algum provedor de cloud já tem um DNA que facilita as tarefas de automação se comparado a aplicações originadas em ambiente “on premise”.

Um exemplo real que nos ajuda a entender o impacto de DevOps é a evolução do setor de vendas online. A internet impulsionou o mercado para uma realidade virtual onde o limite do alcance das vendas e criatividade para os novos mercados até hoje não foram alcançadas.

Ao mesmo tempo que o limite em inovar não existe, essa nova realidade coloca o “mercadinho de bairro” com as mesmas condições que um mercado multinacional. Isso porque todos podem colocar seu produto na internet e vender para o mesmo público.

A partir desta condição, surgem duas questões: Como ser melhor? O que faz o público acessar mais o site A do que o site B? Criar uma loja física em uma ótima região, expor os produtos e ter muitos funcionários para atender têm uma grande chance de dar certo, mas no contexto virtual as coisas não costumam ser tão simples. Quando falamos em conquistar o público numa realidade online, inovar e testar novos métodos são necessidades ainda mais urgentes – e esta inovação se refere à forma de vender, de apresentar o produto, de oferecer itens relacionados, etc.

Ao dar velocidade ao que realmente importa ao seu negócio através de tecnologias e técnicas que permitem automatizar tarefas operacionais, o DevOps garante mais eficiência para a área de vendas na internet ou qualquer outra que se interesse por resultados ágeis e recorrentes.

Startups vão à falência por más contratações

Especialista da Randstad explica por que 1 a cada 4 startups fecha as portas antes do 1 º ano de funcionamento e 50% não sobrevivem aos 4 primeiros anos

Toda empresa de pequeno porte, inclusive as famosas startups, possuem o ponto de virada, a hora de profissionalizar a operação e contratar um time especializado para fazer o negócio rodar a todo vapor. E essa etapa é uma grande armadilha para muitos negócios.

Em levantamento especial da Randstad, líder global de RH, apenas 5% das empresas procuram serviço especializado em contratação nesse ponto, um dos erros responsáveis pela falência no início de sua operação. De acordo com uma pesquisa da Fundação Dom Cabral, 1 a cada 4 startups fecha as portas antes do 1 º ano de funcionamento e 50% não sobrevivem aos 4 primeiros anos.

Analisando o ciclo de vida dessas empresas, as primeiras contratações, que acontecem na criação e primeira rodada de investimentos, são feitas diretamente pelos donos, que costumam escolher amigos e conhecidos que vão embarcar na ideia junto com eles. “Naturalmente, essa cúpula precisa ser de confiança dos fundadores para que sonho e investimento deles vinguem”, justifica Juliano Gonçalves, diretor da Randstad.

Passada essa fase, vem a segunda rodada de investimento e, com ela, o momento de se estruturar para ganhar o mercado. De acordo com o especialista da Randstad, esse é o divisor de águas do negócio. “Essa é a hora de contratar os melhores talentos e que tenham as competências necessárias para ajudar a empresa a atingir os resultados estipulados”, explica. “O grande problema é que a maioria das startups não procura uma assessoria ou ajuda especializada e continua contratando por indicação ou com ajuda das incubadoras, que não tem olhar imparcial sobre a empresa, nem são especialistas no assunto”, complementa. O resultado é que os contratados, em sua maioria, não possuem as habilidades necessárias para fazer a empresa se desenvolver, e consequentemente, ela não entrega os resultados esperados.

Entre as barreiras enfrentadas, as startups resistem a investir dinheiro na contratação de consultorias. Para definir claramente o rumo do trabalho e a projeção dos resultados, a visão de um terceiro é muito importante. “O olhar de uma pessoa de fora no momento da contratação é primordial”, finaliza Gonçalves.

O que muda no Brasil com as fintechs?

Por Elvis Tinti

A evolução da tecnologia nas últimas décadas transformou a forma como as pessoas lidam com o dinheiro. Se antes havia um abismo entre os conceitos financeiros e a grande parte da população, hoje percebe-se uma aceitação maior de serviços que auxiliam os consumidores a administrarem seu dinheiro e melhoram a experiência de compra. Essa nova realidade só foi possível com o advento das fintechs, startups que desenvolvem soluções para democratizar o mercado financeiro. A consolidação da primeira geração de empresas deste segmento abre espaço para que novos produtos e serviços sejam desenvolvidos, facilitando ainda mais a vida da população.

É um cenário que desafia as instituições bancárias. Pesquisa realizada pela consultoria PwC mostra que 76% dos bancos consideram as fintechs como potencial ameaça. Além disso, 80% dessas empresas afirmam que desenvolvem serviços focados na relação com o consumidor, algo que apenas 56% dos bancos acreditam fazer também. Não à toa, 42% das instituições já perceberam um movimento de incorporação e aliança com as startups para, justamente, entregar aquilo que seus clientes esperam.

Dessa forma, a mentalidade por trás das fintechs apresenta uma nova realidade para o usuário de produtos financeiros no Brasil. A união de tecnologia com a capacidade de quebrar barreiras pré-estabelecidas pelo mercado financeiro fez com que muitos processos que eram vistos como difíceis, morosos ou complicados fossem transformados em questões fáceis de serem resolvidas com poucos cliques. Desburocratizamos, por exemplo, a relação que o brasileiro tem com o dinheiro, facilitando sua vida com soluções que apresentam a melhor experiência. A simplificação é palavra de lei: quanto mais intuitivo e menos demorados as empresas do setor forem, melhor.

Logo, é preciso suprir as demandas da população. Muitas empresas ainda têm focos diferentes – e acabam não decolando por conta disso. Algumas do mercado financeiro oferecem uma série de diferentes serviços, com facilidade e um grande leque de ofertas, mas que, por outro lado, entregam uma experiência menos agradável ao longo do processo, com muita burocracia. O que o cliente quer é agilidade, facilidade, poucas taxas e o máximo de transparência no processo.

Portanto, a próxima geração de fintechs deve ser rápida o suficiente para acompanhar tudo o que está acontecendo no mercado interno e externo e ter agilidade na implementação de processos, mudanças e novos produtos. No meio do caminho é comum errar, mas é essencial aprender rapidamente com os erros. Dessa forma, é mais fácil criar disrupção em novos produtos e serviços e entregar melhores propostas de valor. Independentemente do segmento, o usuário quer a melhor experiência do começo ao fim de seu ponto de contato com a startup.

Ao longo dos últimos anos, as startups especializadas em tecnologia e finanças cresceram por oferecerem serviços mais democráticos e eficientes à população do que as tradicionais instituições bancárias. Essa atitude está criando uma geração que não apenas se preocupa com sua finança, mas sabe como administrá-la e identifica quais ferramentas podem ajudar nisso. Agora, a fase de novidades passou e o desafio das empresas que já existem ou irão surgir daqui para frente é melhorar cada vez mais a experiência dos usuários e pensar soluções que continuam agregando ao dia a dia das pessoas.

Elvis Tinti, diretor comercial da Acesso

LGPD: ABES cria Grupo de Trabalho para discutir nova lei

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) criou um Grupo de Trabalho (GT) sobre a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018, mais conhecida como LGPD).

O novo GT tem como objetivo aprofundar o entendimento da lei e promover o debate sobre seus impactos e desafios para o setor, bem como discutir propostas relativas à futura regulamentação da LGPD.

Sancionada em agosto de 2018, é esperado que a LGPD produza efeitos a partir de 2020, tendo como metas garantir a privacidade de dados pessoais e implantar regras mais claras sobre os processos de coleta, armazenamento e compartilhamento dessas informações. A lei é aplicavel a todos os setores da economia e prevê sanções altas, principalmente no caso de vazamento de dados, com multas de até 2% do faturamento (limitadas a R$ 50 milhões).

Visando fomentar esse debate a associação está promovendo eventos de disseminação de conteúdo. Em fevereiro, realizou a palestra “Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) – Impactos, Perspectivas e Tendências”, que contou com a participação dos advogados Bruno Bioni e Renato Leite Monteiro, fundadores do Data Privacy Brasil. Ambos atuam na pesquisa e difusão de conhecimento sobre o impacto das tecnologias da informação sobre privacidade e proteção de dados pessoais.

“No Brasil, não temos a cultura de analisar ampla e detalhadamente o impacto dos regulamentos governamentais e, pelo fato da LGDP tratar-se de um assunto muito recente e de um problema extremamente complexo, que tem impacto na maioria das empresas brasileiras e grande parte da população, é importante trazer à luz detalhes muito importantes que, às vezes, passam desapercebidos. Criar o GT auxiliará na compreensão da lei, identificará os pontos a serem esclarecidos na regulamentação e trará para mais perto dos profissionais de tecnologia essas questões, suas implicações e um exemplo de Programa de Governança de Dados, de acordo com a nova lei”, conclui Francisco Camargo, presidente da ABES.

boostLAB, do BTG Pactual, elege oito startups para sua 3ª Edição

A partir desta semana, as oito Scale-ups selecionadas pelo BTG Pactual para a terceira edição do boostLAB começam a ser potencializadas pelos executivos do Banco, pela aceleradora ACE e pelo time de mentores do programa.

São elas: Stilingue, Allya, Rock Content, Smarttbot, Resale, Bela, Zen Finance e Gyra+

No total, 200 empresas se inscreveram para a iniciativa, que ocorrerá durante o primeiro semestre de 2019. O número é 50% maior do que nas duas rodadas anteriores, o que acabou elevando o número de selecionadas de seis para oito empresas.

As escolhidas são Scale-ups, ou seja, startups mais maduras, já com faturamento e carteira de clientes. A ideia central é encontrar sinergias entre as empresas selecionadas, o BTG Pactual e empresas parceiras do banco, a fim de ampliar os negócios, dar um “boost” nas escolhidas, beneficiando assim todos os envolvidos.

As empresas selecionadas já receberam créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS), US$ 3 mil no da Google e US$ 15 mil da Oracle.

Para Frederico Pompeu, sócio responsável pelo boostLAB, “o grande diferencial do programa é o comprometimento e envolvimento de sócios sêniores do Banco para fazer o programa e as Scale-ups darem certo”.

No início de fevereiro, o BTG Pactual anunciou investimento minoritário em três startups que participaram ao longo de 2018 do boostLAB: Agronow, Digesto e Finpass.

“A ideia é que o BTG Pactual se torne o Banco do ecossistema das startups. O envolvimento cada vez maior do Banco com as startups traz inovação para todas as áreas de atuação do nosso Grupo”, afirma Pompeu.

Resultados de edições anteriores

Finalizada em dezembro de 2018, segunda edição do programa contou com seis empresas: Bxblue, Nexoos, Virtus Pay, Ewally, Digesto e Omie.

A Omie, que é um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning), aumentou a receita em 20% e conquistou quatro mil novos clientes durante a potencialização. Além disso, o volume emitido de NF-e de R$ 4 bilhões para R$ 5,1 bilhões ao mês. A empresa oferece um sistema de gestão completo para pequenas e médias empresas com CRM, Finanças, Fluxo de Caixa, NF-e, Estoques e Frente de Loja.

Durante o boostLAB, a Nexoos ampliou seu negócio, passando a ser também um market-place lending, além de peer-to-peer lending. “Tivemos aumento de 30% na receita contra o trimestre anterior. A empresa sai do programa com um nível de maturidade muito maior”, disse Daniel Gomes, CEO e fundador da empresa.

Já a primeira rodada, que aconteceu no primeiro semestre, contou com inscrição de 124 empresas, dentre as quais seis foram escolhidas: Neurotech, Agronow, Clicksign, Finpass [antiga F(X)], Liber Capital e Zigpay.

A Finpass foi uma das empresas que mais se beneficiou do programa. Trata-se de um marketplace de crédito para médias e grandes empresas, que utiliza tecnologia de “matching” para tornar esse processo mais inteligente, rápido e efetivo. Ao final da participação no boostLAB, o volume transacionado pela plataforma teve crescimento de 966%.

Saiba mais sobre as startups selecionadas

Stilingue http://stilingue.com.br/
Software que usa inteligência artificial para analisar o comportamento online de brasileiros e influenciadores digitais.

Allya http://www.allya.com.br/

A Allya aposta em um aplicativo que oferece descontos em estabelecimentos que sejam mais adequados ao perfil do usuário, tudo por meio de dados de geolocalização e um algoritmo próprio.

Rock Contenthttp://rockcontent.com/

A maior empresa de Marketing de Conteúdo da América Latina. Software de gestão de conteúdo, estratégias focadas no sucesso do cliente e resultados reais.

Smarttbot http://smarttbot.com/
A SmarttBot é uma plataforma para traders operarem de forma automatizada na Bolsa de Valores.

Resale http://resale.com.br/

A Resale é uma plataforma para compra e venda de imóveis retomados. Criada em 2015 a empresa oferece soluções para o mercado financeiro na venda desse tipo de ativo e ferramentas para o consumidor final encontrar oportunidades.

Bela http://site.belaviagem.com/

Solução de meio de pagamentos que permite às empresas efetuarem venda eletrônica de reservas em hotéis, ingressos para eventos, atrações e parques, passeios turísticos, restaurantes e outras atividades ligadas ao trade.

Zen Financehttp://www.zenfinance.com.br/

Plataforma de Crédito como Serviço (CaaS, na sigla em inglês) por meio da qual marketplaces e adquirentes de pagamento parceiros podem oferecer linhas de crédito personalizadas para seus fornecedores e clientes, gerando maior conversão para a sua própria solução.

Gyra+http://gyramais.com/

GYRA+ é especialista em operações de crédito para a nova era digital, oferecendo capital de giro a vendedores de e-commerce.

Negociação virtual cresce e bancos expandem serviços para o consumidor

Acordos de negociação de dívidas feitos de forma virtual já representam até 40% do total, em algumas instituições. Em um prazo de até dois anos, a negociação online deverá superar a presencial

A negociação online para quitar dívidas de clientes e empresas avança em plataformas e aplicativos oferecidos pelos principais bancos do país: os acordos feitos de forma virtual já representam até 40%, em algumas instituições financeiras, do total. Pela estimativa do setor, as negociações online, entre este e o próximo ano, já deverão ultrapassar as presenciais, feitas nas agências.

A conveniência de dispensar o deslocamento a uma agência e a flexibilidade de horário estão entre as principais razões apontadas por especialistas para explicar o avanço das negociações de modo virtual, explica Fábio Moraes, diretor de Educação Profissional e Financeira da FEBRABAN. Outro fator é a maior discrição e privacidade no atendimento _ uma vez que não há o contato telefônico, eliminando-se, dessa forma, situações que possam causar constrangimentos.

“Com o celular usado em um número cada vez maior de transações e com a conveniência dos serviços digitais, em um prazo de um a dois anos, a negociação online deverá superar a física”, prevê o diretor da Federação. Atualmente, 35% das transações bancárias são feitas pelo mobile banking, de acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária. Se somado o internet banking, as operações eletrônicas totalizam 57%.

Independentemente da forma de negociação escolhida pelo consumidor _ se por meio do uso de plataformas ou presencialmente _ é importante ressaltar que os bancos têm políticas de monitoramento dos consumidores endividados, e adotam medidas preventivas e ações voltadas à orientação financeira. Também enviam ao cliente, se solicitado, documentos e demonstrativos que apresentem a evolução da dívida, para que possam entender a composição dos valores apresentados. Estas medidas estão previstas no Normativo de Tratamento e Negociação de Dívidas, lançado em agosto de 2017 pelo Sistema de Autorregulação Bancária da FEBRABAN.

Outro ponto de destaque do normativo de Autorregulação é o estímulo ao uso da plataforma “consumidor.gov.br” do Ministério da Justiça. A plataforma é hoje o principal instrumento usado nos mutirões de negociação de dívidas organizados pelos Procons de todo o país. E os números falam por si: em 2018 foram realizados 45 mutirões com índice de acordo próximo de 80%.

“O normativo amplia a transparência sobre os canais oferecidos para negociação de dívidas, tanto presenciais como eletrônicos. Também contribui para a reestruturação financeira do consumidor”, afirma Amaury Oliva, diretor de Autorregulação da FEBRABAN. A iniciativa é um esforço do setor para enfrentar proativamente um tema sensível, evitando que os conflitos exijam recurso aos órgãos de defesa do consumidor e à Justiça.

Plataformas de negociação

Os principais bancos brasileiros investem em plataformas de negociação online para se aproximar cada vez mais dos clientes endividados e facilitar o pagamento de débitos em atraso pelos canais digitais.

O Itaú Unibanco faz, até 31 de março, a campanha “Conte a sua história para a gente sair dessa com você”. O objetivo é incentivar o processo de revisão de dívidas pelos meios eletrônicos, o que inclui site, aplicativo e chat. “Os canais digitais são, atualmente, um meio de contato fundamental para os clientes que buscam colocar suas finanças em dia”, diz Adriano Pedroti, diretor de Crédito e Cobrança do Itaú Unibanco.

O número de renegociações efetivadas em canais digitais no banco cresceu 72% no ano passado, segundo os dados mais atualizados da instituição. Somente com o Feirão de Renegociação, feito pelo Itaú no último trimestre de 2018, a procura aumentou quase 30%, considerando centrais de atendimento, site, app e agências. O volume de acessos aos canais digitais por clientes em busca de renegociar dívidas teve um aumento de 27% durante a iniciativa.

O Portal Soluções de Dívidas, do Banco do Brasil, atingiu quase um milhão de acordos realizados e ultrapassou mais de R$ 10 bilhões renegociados, desde que foi criado em 2014 pela instituição até dezembro do ano passado. “A quantidade de acordos feitos pela plataforma cresceu 163% e o valor renegociado aumentou 179%, de janeiro de 2017 até agora”, afirma Simão Kovalski, diretor de Reestruturação de Ativos Operacionais do BB.

Considerados todos os acordos contratados em agências e em canais digitais, 40% das renegociações concretizadas pelo BB já são online. Desde o lançamento do portal, mais de 425 mil clientes já renegociaram suas dívidas pelo internet banking ou app.

Com o lançamento de seu Portal de Renegociação no ano passado, o Santander chegou a 30% de acordos feitos por meio de canais digitais. Em 2016, quando o banco iniciou o processo de recuperação de dívidas pelo internet banking e chat, o percentual era 3%. Um ano depois, com a possibilidade de negociar pelo mobile banking, havia subido para 11%. “Neste ano seguiremos investindo em soluções digitais para que possamos alcançar números ainda mais expressivos: 50% de participação no market share”, diz Paulo Cesar Mendes Oliveira, superintendente-executivo de Recuperação de Crédito do Santander Brasil.

Sob medida

“É possível compreender de forma rápida e eficaz o momento financeiro do cliente e oferecer negociações apropriadas à sua capacidade de pagamento”, ressalta Sebastián Duh, superintendente do Departamento de Recuperação de Créditos do Bradesco, ao destacar as prováveis razões para o crescimento dessa forma de negociar os débitos.

Para o executivo, assim também se oferece ao cliente praticidade, comodidade e privacidade, facilitando o processo de negociação. O Bradesco também notou crescimento nas negociações virtuais, principalmente da realizada por meio do celular, que hoje representa 30% do total das negociações em canais digitais.

Já a média diária de acordos feitos nos meios digitais na Caixa foi seis vezes maior em 2018 em comparação ao período de novembro de 2016 – quando a operação foi criada no site- a janeiro de 2017. O número de acordos passou de 235 por dia para cerca de 1.550, segundo Julio Cesar Volpp Sierra, vice-presidente de Produtos de Varejo da Caixa.

O montante renegociado chegou a R$ 772 milhões no ano passado, com 567 mil acordos para pagamentos de débitos em atraso. “A negociação online tem aumentado a cada dia, mas a presencial, nas agências da Caixa, ainda é maior”, diz. “Os nossos clientes mudam o comportamento de forma gradativa para o canal online.”

Impactos

O atual cenário econômico torna ainda mais relevante a busca de serviços mais eficientes e que estimulem os consumidores a decisões mais conscientes, na hora de quitar as dívidas e recuperar o crédito.

O Brasil chegou, em 2018, a 62,6 milhões de brasileiros com alguma conta em atraso e com o CPF restrito para contratar crédito ou fazer compras parceladas, segundo dados do indicador de inadimplência da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). O número representa 41% da população adulta do país.

O vice-presidente da Caixa destaca que a instituição tem alcançado índices recordes de reversão da inadimplência nos últimos anos, com iniciativas que incluem a negociação online. Isso ocorre não só nos canais tradicionais – como autoatendimento (ATM), internet banking e mobile banking -, mas por novos meios. “O caminhão da adimplência percorre as cidades para proporcionar atendimento presencial ao cliente que quer negociar suas dívidas”, explica Sierra, da Caixa. Até junho, o caminhão estará em cidades de seis Estados – São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará.

Educação Financeira

As plataformas de negociação dos bancos também têm investido em conteúdo para internet que vai além das ferramentas para simular cálculos, valores, prazos e prestações. O motivo é simples: sabem que lições de educação financeira têm impacto na taxa de inadimplência. “Estão educando financeiramente e orientando as pessoas sobre como lidar melhor com o orçamento mensal”, afirma Fábio Moraes.

O portal Meu Bolso em Dia, da FEBRABAN, atua com o objetivo de oferecer conteúdo sobre finanças pessoais e ensinar a usar o crédito de maneira consciente para evitar o endividamento. Já acumula mais de 20 milhões de visitantes desde que foi lançado, em 2010.

Em julho passado, o Santander lançou a ferramenta “Meus Compromissos Financeiros”, no app da instituição, para o cliente verificar sua situação e agir de forma preventiva ao endividamento. O acesso já passa de 2 milhões por mês. “Esperamos redução na taxa de inadimplência por levar algo além para o cliente: educação financeira, ou seja, propiciando ferramentas que permitam, de forma preventiva, cuidar da vida financeira”, diz Mendes de Oliveira, superintendente do Santander.

Ainda neste semestre, o Banco do Brasil deve lançar melhorias em seu portal de renegociação para torná-lo mais simples e intuitivo. “Isso sem perder funcionalidades, como permitir o acesso de clientes que não possuem mais conta corrente ativa ou não se lembram de suas senhas”, diz Kovalski, diretor do banco.

Os programas e iniciativas das instituições financeiras para negociações online com seus clientes são tema da reportagem de capa da edição 79 da revista CIAB FEBRABAN divulgada hoje. A matéria completa pode ser lida neste link.

Fonte: FEBRABAN

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SAP anuncia plataforma Leonardo Internet das Coisas para ambientes industriais

A SAP SE (NYSE: SAP) apresentou durante o Mobile World Congress (MWC), realizado nesta semana em Barcelona, a plataforma SAP Leonardo Internet das Coisas (IoT), a mais abrangente tecnologia para gerar e impulsionar a transformação digital em ambientes industriais e indústria 4.0. Além disso, a SAP anunciou a interoperabilidade de nuvens do SAP Leonardo IoT com o Microsoft Azure IoT Hub, garantindo aos clientes uma opção de conectividade e gestão de dispositivos.

O SAP Leonardo IoT tem como objetivo impulsionar os níveis de produtividade, redefinir a experiência dos clientes e aumentar os fluxos de receita. A solução direcionada para ambientes industriais dará aos clientes a capacidade de incorporar a IoT na linha de produção para aprimorar aplicações e inclusive suportar novos modelos de negócios, baseados nas informações captadas a partir dos dispositivos e processos conectados.

A SAP conta com um sólido ecossistema de parceiros para IoT e entende o valor que, conjuntamente, podem oferecer aos clientes. “A plataforma SAP Leonardo IoT somada à experiencia da SAP na indústria para aplicações de alto desempenho e obtenção de informações valiosas, tem forte potencial para ajudar os clientes a ampliarem sua vantagem competitiva, se destacando da concorrência e impulsionando a transformação digital e a indústria 4.0”, explica Rui Botelho, SVP da área de Digital Core da SAP Brasil. “A combinação de IoT com tecnologias inovadoras, como aprendizagem de máquina e analytics, tem sido a força motriz da empresa inteligente”, completa.

O SAP Leonardo IoT vai permitir que os clientes inovem e melhorem os processos de negócio usando a inteligência orientada por dados e o contexto operacional de máquinas, produtos, cadeias de fornecimento, consumidores e parceiros. O SAP Leonardo IoT oferece três caminhos de inovação com base nas demandas de negócios específicas das empresas:

Combinação dos dados de IoT com dados dos processos de negócio para possibilitar aplicações integradas, acelerando a adoção para garantir a capacidade de inovar rapidamente usando soluções como SAP S/4HANA, pacote SAP C/4HANA, SAP SuccessFactors, SAP Ariba e o portfólio SAP Digital Supply Chain;

Extensão das atuais aplicações IoT da SAP para gerar mais valor de negócio;

Desenvolvimento de novas soluções inteligentes utilizando SAP Leonardo IoT para criar aplicações escaláveis, permitindo novos tipos de processos de negócios orientados por IoT, mantendo os processos centrais estáveis.

Interoperabilidade do SAP Leonardo IoT com Microsoft Azure IoT Hub

A nova linha de cooperação planeja oferecer a possibilidade de utilizar o Microsoft Azure IoT Hub como camada de conectividade e gestão de dispositivos para dados de telemetria IoT, que são perfeitamente retransmitidos para o SAP Leonardo IoT.

Além disso, o SAP Leonardo IoT Edge pretende dar aos clientes a opção de estender o suporte para seus processos de negócio localmente sobre o tempo de execução do Microsoft Azure IoT Edge. Espera-se que os módulos essenciais de função de negócios baseados no SAP Leonardo IoT Edge também possam ser executados em contêineres no Microsoft Azure IoT Edge, reduzindo a dependência dos clientes em termos de latência, largura de banda e conectividade.

A SAP está empenhada em trabalhar com seu ecossistema para ajudar as empresas a superar as expectativas dos clientes e manter suas vantagens competitivas. A SAP planeja oferecer a mesma interoperabilidade com outros parceiros no futuro.

Como reduzir a complexidade dos ambientes de TI para obter sucesso na Era Digital

Por Leandro Turbino, Gerente de Contas Estratégicas da ASG Technologies.

A Transformação Digital traz ao mundo corporativo imensas oportunidades de geração de negócios e desenvolvimento de produtos e serviços. Para aproveitar todos os benefícios que esse movimento oferece, os líderes empresariais precisam estar atentos e encontrar formas de gerenciar a complexidade que as novas tecnologias geram para os ambientes de TI.

Além da profusão de sistemas que nem sempre conseguem interagir de forma a integrar informações vitais, a dinâmica do mercado atual, com fusões e aquisições acontecendo a todo momento, também contribui para que os ecossistemas de TI acabem se tomando silos desconexos, dificultando a otimização de valor dentro das organizações. Diante disso, muitas companhias não possuem uma visibilidade adequada de suas plataformas e acabam investindo recursos desnecessariamente altos em tecnologia para solucionar problemas de conformidade. As empresas sabem que precisam de mais controle, mas lutam para equacionar os diversos fluxos espalhados em mainframes, servidores e em Nuvem.

Os silos de TI podem ainda ser criados por processos internos ineficientes ou mudanças súbitas nas políticas de tecnologia, devido às constantes mudanças nos cargos no C-level. A rápida evolução do software como serviço (SaaS), tradicional ou hospedado em nuvem, também agregou desafios para a visibilidade de ponta a ponta. Muitas empresas ainda segregam o gerenciamento de seus serviços de mainframe e perdem uma valiosa oportunidade de melhorar os processos, esquecendo-se de que não atender aos níveis acordados com os clientes pode custar milhões em penalidades.

Com a consolidação de mercados, as grandes corporações passaram a exercer vantagem na negociação com os fornecedores de TI, que ficam sujeitos a prejuízos por não cumprirem requisitos como tempo de resposta ou tempo para conclusão da atualização em lote do dia. Uma visão consistente e única da performance das plataformas, capacidade e possíveis gargalos aumenta as chances de sucesso. No caso de empresas que vendem diretamente aos consumidores, os efeitos de tempos de resposta lentos durante o processo de compra afetam diretamente o volume de vendas e o relacionamento com os clientes.

Atualmente, com as consequências impostas pelas legislações de proteção de dados, as organizações precisam ter foco em processos que garantam uma administração correta de todas as informações pessoais de seus clientes, que circulam em diversos sistemas e plataformas. Além do regulamento europeu, o General Data Protection Regulation (GDPR), as empresas brasileiras também devem estar atentas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), sancionada no ano passado e que estabelece prazo até agosto de 2020 para o cumprimento das exigências estabelecidas. Manter um controle efetivo de todos os dados que estão sob sua responsabilidade é uma tarefa ainda mais difícil diante do atual nível de complexidade do ambiente de TI das organizações.

Para obter sucesso nesse cenário, as companhias precisam organizar seus silos de tecnologia e manter um gerenciamento eficaz de informações passadas. Com ferramentas modernas que fornecem análises automatizadas, relatórios, modelagem e planejamento de capacidade, os líderes têm acesso a um monitoramento de alta visibilidade e podem melhorar a confiabilidade e a produtividade em seus ambientes de TI. Com esses dados em mãos, os gerentes serão capazes de tomar decisões mais assertivas sobre como aproveitar os recursos de tecnologia com maior precisão e diminuir a complexidade nativa de suas infraestruturas.

Outro ponto importante é que a adoção de soluções automatizadas para a gestão das informações permite criar uma interface unificada para a análise de diferentes tecnologias e estruturas. Assim, as companhias ganham novas condições para se planejar para os picos de demanda, simplificar o reconhecimento de gastos desnecessários e facilitar a identificação das necessidades de escalabilidade.

É preciso, então, quebrar as barreiras e ampliar as competências para o gerenciamento de dados. Para isso, a orquestração dos silos de TI e o gerenciamento de desempenho, com soluções que centralizem o acesso aos dados, são fundamentais. O objetivo é munir os gerentes de TI com informações relevantes sobre o status das operações, para que tenham uma visão ampla e completa a respeito das necessidades organizacionais.

Com essas informações, as organizações podem manter a produtividade e fornecer visibilidade para a TI em toda a empresa, capacitando suas equipes para prever o crescimento nas plataformas e definir expectativas realistas para os negócios. Saber o real posicionamento da tecnologia é essencial para que os líderes consigam reduzir a complexidade atual da TI, transformando as oportunidades trazidas pela Era Digital em uma vantagem real, integrável e totalmente voltada ao sucesso de suas organizações.

Capgemini conclui a aquisição da Leidos Cyber, divisão de cibersegurança da Leidos

A Capgemini anunciou, após o cumprimento de todos os requisitos regulamentares, a conclusão da aquisição da Leidos Cyber, braço de cibersegurança comercial da empresa FORTUNE 500® – anunciada em junho de 2018. A equipe de aproximadamente 500 profissionais de elite em segurança cibernética, localizados principalmente na América do Norte, se unirão ao Grupo Capgemini no atendimento à crescente demanda dos clientes por serviços e soluções de segurança cibernética.

“Estamos muito satisfeitos em dar as boas-vindas ao Grupo à equipe de cibersegurança da Leidos. Além de reforçar nossa prática de segurança cibernética na América do Norte, sua especialização mundial também beneficiará nossa base de clientes globais em numerosas localidades”, comentou Jean-Philippe Bol, membro do Conselho Executivo do Grupo Capgemini e CEO da divisão Cloud Infrastructure Services, que inclui serviços de segurança cibernética da Capgemini.

A Leidos Cyber ​​é uma empresa líder[1] em segurança corporativa com recursos de infraestrutura crítica comprovados[2], fornecendo aos seus clientes corporativos uma plataforma holística de serviços que atende toda a arquitetura de segurança, incluindo ofertas integradas de proteção combinadas com serviços de segurança gerenciados. A Leidos Cyber ​​é reconhecida ainda como pioneira no campo da segurança cibernética, o que definiu o mercado de proteção dos ecossistemas, evoluindo do controle industrial para as necessidades de infraestrutura de missão crítica das empresas globais. Seus clientes estão principalmente entre as empresas da FORTUNE 500®, e em múltiplos setores.

“Estamos muito satisfeitos por nos juntarmos ao Grupo Capgemini”, afirmou Robert Meindl, presidente da Leidos Cyber. “Nossas equipes estão muito ansiosas para fazer sua parte no apoio às diversas necessidades de segurança cibernética da base de clientes internacionais da Capgemini e auxiliar na construção da prática na América do Norte”.

Esta mais recente adição está alinhada aos planos do Grupo Capgemini de fortalecer ainda mais a experiência e portfólio de serviços de segurança, para ajudar as empresas a integrar a segurança cibernética em suas iniciativas de crescimento e esforços de transformação digital. A equipe global da Capgemini, com algo como 3 mil especialistas em cibersegurança, fornece serviços de ponta a ponta, desde avaliação e consultoria até proteção e monitoramento, com soluções baseadas na próxima geração de suporte ao “Threat Intelligence” e um backbone global de Centros de Operações de Segurança conectados.

Gartner indica cinco prioridades para as empresas escolherem seus fornecedores de Computação em Nuvem

Para muitas empresas, selecionar um fornecedor de Nuvem adequado para a hospedagem de infraestrutura, aplicações e dados pode ser um processo complicado. Afinal de contas, não há dois fornecedores de Nuvem iguais e a falta de uma estrutura para avaliação faz com que definir o fornecedor correto seja um desafio real para executivos e líderes de Infraestrutura e Operações (I&O).

“Escolher e gerenciar ofertas de Nuvem é uma habilidade essencial para os líderes de I&O, dado o papel central da Computação em Nuvem nas iniciativas da próxima geração, como negócios digitais, Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial”, diz Elias Khnaser, Diretor de Pesquisa Sênior do Gartner Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas. “Avaliar esse cenário é uma questão imprescindível. Ainda mais porque, em alguns anos, essas companhias não vão querer olhar para trás com pesar, uma vez que as escolhas definidas agora podem ter um impacto duradouro também no futuro”.

Para que as empresas tenham sucesso na definição de seus futuros fornecedores de serviços em Nuvem, o Gartner indica que os executivos de tecnologia e de I&O sigam cinco prioridades na hora de realizar a seleção, compra e implantação de ofertas de Nuvem:

Prioridade 1: pesquisar os recursos e características das principais ofertas dos fornecedores de Nuvem – Ao selecionar um fornecedor de Cloud, as empresas devem considerar como a arquitetura técnica dos fornecedores se integrarão aos fluxos internos de trabalho, avaliando os efeitos imediatos e no futuro. É preciso que as companhias se lembrem de que as arquiteturas técnicas das principais plataformas de Nuvem são grandes, complexas e geralmente difíceis de entender. Além disso, os detalhes técnicos das ofertas desses fornecedores geralmente são modelos com restrições de uso.

“Apesar desses desafios, é importante determinar os principais componentes das arquiteturas disponíveis, avaliando como esses recursos atendem as operações das companhias e de que maneira as características gerais desses fornecedores afetam a performance da solução no geral. Os líderes de I&O devem priorizar as ferramentas que incluem autoatendimento, elasticidade, acesso à rede, segurança, conformidade regulatória e capacidades operacionais”, afirma Khnaser.

Prioridade 2: entender como as ofertas de Nuvem se comparam a seus principais requisitos e critérios – Antes de escolher um fornecedor de Nuvem, as organizações precisam analisar como as ofertas desses fornecedores se alinham com os requisitos e critérios internos de suas operações. Por exemplo, ao escolher um serviço de Nuvem Pública, os requisitos de entrada padrão são geralmente a simplicidade, desempenho, um amplo conjunto de recursos e custo competitivo. No entanto, muitos clientes estão indo além desses requisitos para escolher quais serão seus fornecedores estratégicos de longo prazo.

Entretanto, quando se trata de infraestrutura como serviço (IaaS) e aplicações de plataforma como serviço (aPaaS), as principais áreas a serem avaliadas são um pouco diferentes. O Gartner indica que, nas ofertas de IaaS, as empresas considerem fatores como capacidade de computação, agilidade de rede, opções de armazenamento, segurança e nível de suporte. Para as ofertas aPaaS, as principais considerações incluem a análise dos componentes de arquitetura de aplicativos, ferramentas para desenvolvedores, arquitetura de virtualização e hospedagem, além de implantação de código, gerenciamento de ciclo de vida, escalabilidade e disponibilidade.

Prioridade 3: avaliar as condições para reduzir os riscos de segurança e conformidade – À medida que as organizações aumentam sua adoção de ofertas em Nuvem Pública, a necessidade de obedecer às regras de privacidade de dados e regulamentadoras que regem o processamento de dados aumenta. O Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR), que entrou em vigor em 2018 vale para todas as organizações que processam e armazenam dados pessoais de qualquer pessoa que resida na União Europeia, independentemente do local. Com isso em mente, os líderes de I&O devem aprender sobre a abordagem dos fornecedores de Nuvem em relação ao GDPR e quais são as ferramentas que eles fornecem para a conformidade dos dados coletados e administrados.

Prioridade 4: encontrar uma estrutura preparada para adquirir ferramentas de plataformas de gerenciamento em Nuvem modernas e atualizadas – Graças à rápida adoção de serviços em Nuvem, as empresas de Cloud Computing estão continuamente lançando novas ferramentas e serviços nativos. Por sua vez, esse movimento de inovação constante está aumentando a importância das plataformas e ferramentas de gerenciamento de Nuvem. Como resultado, as organizações são aconselhadas a criar um conjunto de critérios preparado para avaliar as soluções de Nuvem, bem como uma estratégia capaz de orientar e acompanhar as estratégias de seleção e implementação de recursos de TI.

Prioridade 5: Conhecer as opções de processos e de arquiteturas para implementar a governança dos serviços em Nuvem – As empresas geralmente priorizam as decisões relativas à funcionalidade da infraestrutura, ao invés de avaliar as questões sobre o planejamento de escalabilidade e o suporte técnico de longo prazo. No entanto, é essencial que os líderes de I&O reservem um tempo para se preparar para a governança dos serviços em Nuvem. “Uma estratégia eficaz de governança de TI e design de contas em Nuvem fornece aos líderes de I&O a capacidade de dimensionar as estruturas de maneira correta, além de ajudar a reduzir as complexidades do gerenciamento de rede. Ao propor um planejamento direcionado, é possível que as companhias evitem a necessidade de uma adaptação abrangente e disruptiva da infraestrutura pouco tempo após a transformação do ambiente uma plataforma de produção crítica”, afirma Khnaser.

Pesquisas adicionais sobre o tema serão apresentadas durante a Conferência Gartner Infraestrutura de TI, Operações & Estratégia de Cloud, que acontece nos dias 24 e 25 de abril, em São Paulo. No evento, analistas brasileiros e internacionais vão apresentar conexões vitais entre tecnologias, gestão e cultura com um foco especial na liderança de cada função de Infraestrutura e Operações (I&O).

Interessados em participar da conferência devem contatar o Gartner pelo e-mail brasil.inscricoes@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site https://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/infrastructure-operations-cloud-brazil/register.

Eduardo Henrique é o novo CEO da Wavy

O crescimento e sucesso de uma empresa vem das pessoas que integram o dia a dia da companhia e de um time sinérgico. Nesse sentido, a Wavy, empresa do Grupo Movile que reúne mensageria em SMS, Whatsapp, RCS, Bots além do negócio de conteúdos de valor agregado com operadoras de telefonia móvel e TVs, acaba de anunciar seu novo CEO: Eduardo Henrique, que já atuava como Diretor de Novos Negócios anteriormente e, a partir de agora, comandará as operações.

Co-fundador da Movile, Eduardo Henrique possui vasta experiência em plataformas móveis e, após fazer parte de muitas iniciativas de inovação dentro da empresa, mudou-se para o Vale do Silício, em 2012, obtendo um papel fundamental em todas as iniciativas de expansão do Grupo Movile, além de participação ativa na criação de novos produtos e negócios. É também um dos criadores da PlayKids, plataforma de entretenimento educacional para crianças mais importante do mundo. Recentemente, Eduardo concluiu o programa executivo de Stanford e, além disso, é formado pelo programa de Ciência da Computação da Universidade de Campinas (UNICAMP). O executivo ainda tem no currículo os diplomas de Marketing na Escola de Publicidade e Marketing (ESPM-SP) e pós-graduação em Marketing Digital da FECAP-SP.

Seu principal objetivo à frente da Wavy será reinventar a companhia, focando maciçamente em inovação. Entre os desafio estão os projetos que utilizam novas tecnologias de mensageria como o Whatsapp, Facebook Messenger e Google RCS, bem como a utilização de Inteligência Artificial para tornar chatbots muito mais eficientes e construir um novo mundo dentro do segmento de customer experience. Tal inovação não descarta o crescimento no negócio atual de SMS corporativo que consagrou a Wavy como líder na América Latina e um dos grandes players globais..

“Queremos trazer uma solução disruptiva no segmento de customer experience que realmente resolva dores latentes de nossos clientes. Já vemos que o SMS e o WhatsApp são ferramentas de grande valor na digitalização, otimização de custos e na entrega de uma melhor experiência, com cases e dados que comprovam esse valor. Com Ingresso Rápido, por exemplo, um de nossos cases de atendimento com chatbot por WhatsApp que com o uso de processamento de linguagem natural (PLN), mais de 3 mil intenções já foram identificadas. Como resultado, a retenção do bot está acima de 75%. E 50% dos clientes atendidos pelo robô declaram ter ficado extremamente satisfeitos com a experiência. A meta é chegar a 70%. A solução está gerando significativa economia para a Ingresso Rápido. Mas este é só o começo na nossa visão. Gostamos de sonhar grande!”, afirma Eduardo Henrique.

A escolha de Eduardo para CEO pelo board da Movile foi estratégica dado o perfil empreendedor do executivo e o amplo know-how no mercado, uma vez que foi uma dos fundadores do Grupo Movile. Além disso, com toda a estratégia de reinvenção da Wavy, era clara a necessidade de direcionamento dado por um perfil bastante inovador, que gosta de arriscar, e acredita em estruturas verticais e com extrema autonomia no time.

“O propósito da Wavy é empoderar nossas clientes a criarem experiências valiosas para as pessoas através da tecnologia. Estamos em um momento de grande expansão e transformação e é nosso desafio diário fazer com que as empresas entendam o poder e importância da tecnologia e dos novos canais de comunicação e como os consumidores estão cada vez mais exigentes, demandando que as empresas estejam conectadas e disponíveis nos diferentes canais de comunicação existentes. Somos pioneiros no mercado mobile e mensageria e agora estamos ainda mais focados em agregar mais valor aos nossos produtos com ferramentas de inteligência artificial e no universo de customer experience”, afirma o novo CEO.

Inseed Investimento anuncia aporte na VarejOnline

O segmento de varejo vem apostando na digitalização e adoção de soluções mais simples, acessíveis e inteligentes. De olho nesse contexto, a Inseed Investimentos anuncia aporte de R$ 3 milhões na VarejOnline pelo Fundo Criatec 3. Futuramente, o aporte pode chegar a R$ 10 milhões, de acordo com o desempenho da investida.

De Santa Catarina, a VarejOnline desenvolveu uma plataforma ERP (Enterprise Resource Planning) aplicada à gestão do varejo. A proposta de valor é tornar a operação de lojas e franquias mais padronizadas, eficientes e lucrativas. Alguns dos diferenciais oferecidos pela empresa são: a possibilidade de integrar ao sistema qualquer plataforma digital externa, a centralização de informações e o acompanhamento de dados em tempo real.

A VarejOnline atende mais de 1.500 lojas em todos os estados do Brasil, tem mais de 16 mil usuários e clientes que faturam até R$ 650 milhões ao ano. “Ao longo da análise da oportunidade de investimento, identificamos que os segmentos de atuação da VarejOnline, como moda, entretenimento e lazer, sofrem com a falta de soluções adequadas às suas necessidades de negócio”, conta Gustavo Junqueira, CEO da Inseed Investimentos.

Junqueira cita ainda um outro ponto positivo: o segmento de franquias cresceu 8% em 2017, na comparação com 2016, segundo levantamento da Associação Brasileira de Franchising (ABF). “As receitas de todo o franchising nacional somaram cerca de R$ 163 bilhões em 2017, frente a R$ 151 bilhões registrados em 2016. Para a entidade, o principal motivo para que o setor avançasse mesmo em um ano economicamente complexo, como foi o ano passado, foi justamente a busca de inovações por parte das franqueadoras”, explica.

Como funciona

A plataforma da VarejOnline permite a visão estratégica do negócio de forma clara e em tempo real por meio de gráficos e monitores de atividades em diversos formatos.

Juliano Mortari, CEO da investida, explica que os diferenciais vão além de características técnicas da solução. Com a plataforma, é possível o acompanhamento de informações em tempo real de lojas e franquias. “Dá para acompanhar faturamento, ticket médio, peças por venda, trocas, descontos, produtos mais vendidos, entre outros”, aponta Mortari.

Segundo o CEO, a plataforma tem funcionalidades como: o controle das contas a pagar e receber e a gestão inteligente de estoques. “No caso dos estoques, a VarejOnline tem o Sugestão de Compra App, que auxilia o lojista ou franqueado a fazer a compra certa por meio de uma análise dos dados de vendas e do acompanhamento dos produtos armazenados. Após a coleta dessas informações é gerado o pedido de compras para o fornecedor. Tudo isso de forma automática e de qualquer lugar a partir de dispositivos móveis”, indica.

A plataforma também permite a criação de relatórios personalizáveis. “Com o App de Relatórios, o cliente cria, filtra, analisa e controla suas informações como quiser”, explica Mortari. Ele esclarece que é possível ainda emitir notas, mesmo em modo off-line, e identificar automaticamente a bandeira do cartão, dando maior segurança às transações de crédito e débito. “Um dos nossos maiores diferenciais é o conciliador automático de cartões, em que todas as transações realizadas são checadas automaticamente junto às operadoras. As divergências e pendências são detectadas e apresentadas de forma detalhada, com fácil gestão de todo o processo, assegurando a otimização de tempo e dinheiro por meio de resultados confiáveis”.

Como melhorar o seu networking na empresa

As novas possibilidades de jornada no trabalho, como home office, short Friday e horários flexíveis, geram novas formas de conexão entre os profissionais dentro das companhias. Conquistar e manter uma boa rede de relacionamento hoje é essencial para qualquer profissional e isso não precisa estar relacionado a momentos ruins e forçados. Existem diversas maneiras de se se aproximar das pessoas certas e criar uma rede estratégica de relacionamento.

Para Aline Félix, consultora Sênior de Talent & Inclusion da Bayer, uma rede só tem sucesso quando ela te conecta com pessoas que ajudam a realizar o seu trabalho, te defendem e te orientam. “É importante aproveitar os almoços informais, happy hours e espaços comuns dentro das empresas para conhecer essas pessoas”, diz.

A executiva também comenta que as festas de confraternização, por exemplo, são sempre um momento para descontrair, servem para tornar o ambiente corporativo mais leve e, geralmente, se aproximar de pessoas chave, tirar realmente proveito para criar valor para o trabalho. “Claro que é o melhor momento para se divertir, mas porque não tirar uma parte do tempo para investir no seu networking?”, pergunta.

Gisele Souza, assistente executiva da Bayer há quatro anos, diz que aceitou esse desafio: “Na última festa de confraternização da Bayer, conheci uma profissional que me ajudou a concluir um projeto que estava trabalhando há alguns meses. O contato pessoal ajudou muito na evolução do processo, passamos a ter confiança e empatia uma pela outra. Antes, eu não utilizava essa oportunidade para conhecer outras pessoas de outros cargos e áreas, acabava ficando sempre com as pessoas da minha equipe. Mas, quando comecei a dedicar um tempinho das festas para desenvolver o meu networking, passei a me aproximar de novas pessoas que hoje em dia fazem a diferença no meu dia a dia e em minha carreira”.

Aline Félix também dá algumas dicas para quem deseja aumentar a sua rede de contatos:

– Aproveite para interagir com pessoas de fora do seu círculo de amizade, afinal, em clima de festa as pessoas estão mais abertas.

– Mantenha contato com as novas pessoas que conheceu, isso é o que realmente fará a diferença

– Evite falar sobre assuntos polêmicos da empresa

– Não compartilhe nas mídias sociais situações comprometedoras de seus colegas

Número de martechs cresceu 32% nos últimos anos

De acordo com o mapeamento da Associação Brasileira de Startups, no Brasil, há cerca entre 10 e mil mil startups, sendo 10.228 mapeadas pela associação. Dessas, 589 são martechs, ou seja, empresas cujo mercado de atuação é voltado para advertising, comunicação / mídia e marketing. Ainda segundo a AbStartups:

32%. É o aumento registrado no número de startups voltadas ao segmento mapeadas de 2016 a 2019.

B2B. 46% das martechs mapeadas oferecem serviços e soluções voltadas para o público B2B. Em seguida, foram registradas 16% para B2B2C e 7,1% para B2C.

Os estados que mais concentram martechs são São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul.

Beetools expande atuação e abre unidades em São Paulo

A Beetools, edtech brasileira especializada no ensino de idiomas, inicia a expansão de suas unidades pelo país. A startup, que oferece aulas de inglês com uma metodologia diferenciada, inaugura duas unidades na cidade de São Paulo. As escolas já estão em operação e estão localizadas no Brooklyn e na rua Oscar Freire. Até dezembro a rede deverá abrir mais 6 unidades na capital paulista.

Estas são as primeiras unidades da empresa na região Sudeste. No total, já existem 13 escolas da Beetools em funcionamento e a meta é fechar 2019 com 30 estabelecimentos em todo o país e um faturamento de 10 milhões.

Para se matricular, o interessado deve utilizar o aplicativo da escola, disponível gratuitamente para iOS e Android. Nele, é possível efetuar a inscrição em uma unidade, comprar a quantidade de aulas desejadas, agendar o melhor horário e até desmarcar, se for necessário.

A Beetools, sediada em Curitiba, Paraná, está no mercado desde junho de 2018. A startup é um exemplo de Edtech ao apostar em tecnologias que facilitam a rotina de estudo dos alunos ao mesmo tempo em que permite analisar as dificuldades de cada pessoa. Entre os recursos utilizados estão Realidade Aumentada, Gamificação, Inteligência Artificial e material 100% digital.