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Uber lança no Brasil categoria que permite escolher temperatura do carro e nível de conversa antes da viagem

A Uber vai trazer para o Brasil uma nova categoria de viagens premium que permite aos usuários, antes de entrar no carro do motorista parceiro do aplicativo, selecionar sua preferência para a temperatura do ar condicionado e se desejam uma viagem com conversa ou mais silenciosa.
Os recursos estarão disponíveis na categoria Uber Comfort, lançada nos Estados Unidos há alguns meses, já disponível em outros países, e que chega ao Brasil em novembro. Também valerão para o Uber Black, a primeira categoria da Uber no Brasil.

A novidade faz parte de uma iniciativa de padronizar as categorias da Uber nos países em que a empresa tem operações.

O Uber Comfort foi desenvolvido pensando em usuários frequentes do aplicativo, que já confiam na Uber no dia a dia, mas que desejam um pouco de conforto extra –seja para chegar com tranquilidade ao aeroporto, participar de uma reunião de trabalho ou relaxar antes de uma ocasião especial.

Conheça as 6 scale-ups estrangeiras finalistas do Brazil Tech Award 2019

Seis scale-ups estrangeiras de 138 que se inscreveram na primeira edição da única competição brasileira para atrair empresas inovadoras do mundo inteiro para o Brasil acabam de ser escolhidas.

“Foram 29 países que inscreveram scale-ups nas áreas de Smart Cities, HealthTech, Fintech, Entertainment, Agtech, Manufacturing e MadTech.  Das 138, tivemos uma grande participação de empresas da área da Saúde, Agrobusiness e Fintech”, comentou Sandra Sinicco, Co-Fundadora da LatamTECH.UK, a empresa inglesa gestora do prêmio.

“Os países campeões em mandar inscritos foram o Reino Unido, a Índia e os Estados Unidos. Porém, é muito interessante ver que, nas finalistas, temos 1 empresa da Rússia e 2 de Portugal, além de uma de Israel. As outras 2 são inglesas”, completou.

A apresentação com o pitch final das empresas será no dia 4 de novembro, no Teatro Sesi, prédio da FIESP (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), das 17h30 às 19h — a LatamTECH.UK  dará suporte às finalistas para que possam preparar a melhor apresentação para o público brasileiro.

Em paralelo, haverá uma EXPO para apresentação dos negócios inovadores das scale-ups semifinalistas e finalistas do Brazil Tech Award 2019, além da participação de câmaras de comércio de vários países e do governo britânico.

“A EXPO mostrará algumas das scale-ups mais criativas do mundo e a idéia é que ela fomente a abertura de relações entre empresas estrangeiras e as brasileiras”, disse Gustavo Sanchez Reulet, também Co-Fundador da LatamTECH.UK.

O Brazil Tech Award 2019, que tem a AstraZeneca como patrocinadora, oferece à scale-up vencedora o prêmio inédito de £ 70 mil em serviços, entre eles: escritório por um ano gratuito em São Paulo em edifício do WeWork; serviços de Business Development pela Deloitte; digital marketing da Eydos Digital; coaching pela Sterna; estratégia de marketing e comunicação pela New Option; serviço de envio de SMS, Web Push e emails via SMTP pela Send Pulse; serviço de consultoria técnica de desenvolvimento de software pela DevGrid, serviço de apoio jurídico pela BNZ Innovation e Relações Públicas pelo GrupoCASA Brasil.

No dia do evento, acontecerá também o Acelera Startup reunindo mais de 500 empresas de inovação baseadas em tecnologia que passarão por mentorias, terão encontros de negócios e, ao final do evento, poderão assistir ao Brazil Tech Award 2019.

AS 6 FINALISTAS

Infraspeak (Portugal): plataforma de operações técnicas que se adapta às necessidades de um gestor ou de um negócio, com um leque de serviços como Gestão de Custos, Gerador de Relatórios, Análise Econômica, Gestão de Edifícios ou Auditoria, entre outros. Os serviços são divididos para atender profissionais (gerentes gerais, gestores e técnicos) ou o negócio (gestão de facility, assistência técnica, hotéis, varejo e indústria).

Illumr (Reino Unido): ferramenta que possibilita um diálogo transparente entre analistas de dados especializados e executivos e gerentes não técnicos. A Augmented Cognition (cognição aumentada) capitaliza a capacidade inata humana de reconhecer padrões e a combina com A.I. para trabalhar com dados de grande escala que uma empresa captura e armazena. Cumulativamente, reúnem evidências firmes que podem melhorar a tomada de decisões e reduzir os riscos.

Intsite (Israel): combina as tecnologias de Computer Vision, Deep Learning e algoritmos aeroespaciais com hardware (câmeras e outros sensores), transformando qualquer máquina pesada da construção — como guindastes de torre e escavadoras — em máquinas inteligentes e autônomas mais seguras e eficientes, de maneira rápida e econômica. A segurança e o desempenho das máquinas são aprimoradas à medida que o maquinário se torna “mais inteligente”.

Promptly (Portugal): plataforma com 2 comunidades diferentes: para médicos e para pacientes. A primeira fornece aos médicos informações em tempo real sobre os pacientes em tratamento, que podem ser melhor atendidos; além disso, a plataforma disponibiliza dados validados e organizados para pesquisa clínica. Já a de pacientes fornece informações sobre doenças em geral, compara o progresso do tratamento com outros pacientes e ajuda outros pacientes com a mesma doença. Todos os dados compartilhados são confidenciais e anônimos.

Talkbank.io (Rússia): correntistas podem se comunicar com seu banco por chat em um sistema semelhante ao Messenger para fazer consultas de saldo, pagamentos e transferências, além de receber conselhos sobre aplicações financeiras, entre outros serviços, em qualquer hora do dia. A tecnologia, que reúne AI e BigData, dispensa, asseguram os empreendedores, os tradicionais aplicativos de bancos, escritórios e call-centers.

Voltaware (Reino Unido): serviço de gerenciamento em tempo real do consumo de energia elétrica em residências, escritórios ou prédios, o que possibilita a redução da conta mensal. Fornece uma análise detalhada do consumo no esquema 24/7, indica os aparelhos elétricos que consomem energia de forma ineficiente e sugere como economizar dinheiro com contas detalhadas de energia elétrica e comparação de tarifas.

Brazil Tech Award 2019 — Final

Data: 4 de novembro de 2019, das 17h30 às 19h

Local: Teatro Sesi, prédio da Fiesp (Av. Paulista, 1313, Cerqueira César, São Paulo)

Empresas líderes na adoção de tecnologias crescem duas vezes mais, aponta estudo da Accenture

 

Novos dados do estudo Future Systems conduzido pela Accenture (NYSE: ACN) apontam o impacto da estratégia em investimentos em tecnologias nos resultados dos negócios. O levantamento revela a associação entre a forma de implementação de soluções tecnológicas e o desempenho financeiro das empresas. Entre as empresas mais bem avaliadas, foram identificadas semelhanças de cultura e de comportamento. Neste grupo, as taxas de crescimento de receitas chegam a ser mais que o dobro se comparadas com as empresas que tiveram baixo desempenho nos critérios de avaliação da pesquisa.

O estudo “Full Value. Full Stop. How to scale innovation and achieve full value with Future Systems” analisa como as companhias promovem escala para a inovação e de que forma essas ações influenciam no alcance do valor total dos investimentos em tecnologia. O Future Systems é a maior pesquisa corporativa de TI já realizada pela Accenture e traz dados sobre tecnologias maduras e emergentes, como inteligência artificial (IA), blockchain e realidade estendida nas empresas. Os grupos foram definidos de acordo com três aspectos: adoção tecnológica, profundidade da adoção tecnológica e nível de preparo organizacional e cultural. Para fins de análise, ao atribuir uma pontuação para cada um desses fatores, as empresas foram agrupadas entre “líderes” (10% principais) e no grupo “lanterna” (25% inferiores).

Considerados os indicadores de desempenho coletados a partir de 2015 e projetados até 2023, o estudo identificou a relação entre adoção tecnológica e valor alcançado, constatando que, entre os líderes, a receita cresce mais do que o dobro do que entre os últimos colocados. Além disso, apenas em 2018, as empresas nas últimas posições registraram 15% em perdas da receita anual e ainda devem perder em torno de 46% dos ganhos potenciais de receita até 2023 se não mudarem a forma como lidam com a tecnologia.

“Os executivos C-level de hoje já investem quantias significativas de capital em novas tecnologias, mas nem todas as empresas conseguem obter os benefícios da inovação resultante desses aportes”, explica Bhaskar Ghosh, diretor geral para Accenture Technology Services. “Competir na economia pós-digital de hoje, impulsionada por dados, significa que as organizações precisam de uma estratégia minuciosa em relação à adoção de tecnologias e de uma visão clara sobre como devem ser esses futuros sistemas em suas empresas. Nosso mais recente levantamento mostra que as empresas líderes da indústria no mundo estão investindo em sistemas sem fronteiras, adaptáveis e extremamente humanos a fim de maximizar a inovação, desempenho e valor dos negócios”.

No geral, executivos do grupo líder acreditam que o trabalho entre humanos e máquinas tem a capacidade de revelar o melhor em ambos, e que empresas e seus ecossistemas devem formar alianças complementares. Esta é a razão pela qual essas empresas estão motivadas a construir novos sistemas sem fronteiras, adaptáveis e humanos, definidos da seguinte forma:

• sem fronteiras: os sistemas sem fronteiras aproveitam os limites difusos — considerando a área de TI, entre empresas, e na relação entre humanos-máquinas — para criar novos espaços para o florescimento de ideias e parcerias.

• adaptáveis: sistemas adaptáveis são capazes de aprender, melhorar e se adaptar por si só, eliminando os conflitos que limitam o crescimento dos negócios e capacitando as pessoas para tomarem as melhores decisões de forma ágil.

• humanos: sistemas humanos conversam, ouvem, enxergam e compreendem exatamente como nós, reproduzindo a simplicidade das relações humanas para a interação entre pessoas e máquinas, criando as vantagens do futuro.

“O levantamento mostra que as organizações líderes estão melhorando seu quociente de tecnologia, transcendendo a ideia da delimitação de áreas de excelência dentro das empresas e usando estratégias para alcançar a transformação do negócio como um todo, a fim de maximizar o retorno de seus investimentos em tecnologias”, completa Ghosh.

O estudo Future Systems concluiu que as empresas líderes contam com uma mentalidade e abordagem distintas em relação à adoção tecnológica e à transformação organizacional. Há um contraste em relação aos últimos colocados da pesquisa. Mais especificamente, as empresas líderes estão:

• adotando tecnologias ágeis e flexíveis: entre as empresas no topo do ranking, 98% estão adotando tecnologias robustas como IA, contra apenas 42% das empresas no fim do ranking. As empresas líderes também estão usando soluções que possibilitam dissociação de dados, infraestrutura e aplicações. Na verdade, a adoção de tecnologias como DevSecOps, microsserviços e contêineres é consideravelmente maior entre as empresas líderes em comparação com as companhias do grupo lanterna: 97% contra 30%.

• apostando na computação em nuvem: os líderes também estão muito à frente quando o assunto é a adoção de tecnologias em nuvem como forma de alavancar efetivamente outras tecnologias, incluindo IA e analytics. Entre os líderes, 95% enxergam a nuvem como um catalisador da inovação, em comparação com apenas 30% do grupo de empresas nas últimas colocações.

• enxergando dados como um ativo da companhia: 90% das líderes tomam medidas para garantir o nível de qualidade dos seus dados, em vez de confiar em dados potencialmente não verificados ou tendenciosos. Entre os executivos à frente das empresas líderes, 94% afirmam que seus dados são confiáveis o suficiente para gerar mudanças nos negócios, em comparação com apenas 64% das companhias no grupo lanterna.

• gerenciando os investimentos em tecnologia em todas as áreas da empresa: as líderes apresentam um alinhamento melhor das áreas de negócios, derrubando de forma efetiva as barreiras entre TI e outros departamentos.

• investindo na qualificação: as empresas líderes estão usando três vezes mais a aprendizagem prática do que os últimos colocados do ranking: 73% contra 24%. A IA e analytics avançados são usados por 87% das líderes em áreas como aprendizado personalizado, previsão das necessidades de qualificação dos trabalhadores e correspondência dos requisitos de habilidades dos colaboradores com os módulos de treinamento. Entre os últimos colocados na pesquisa, este número chega a apenas 35%.

O novo capítulo do levantamento complementa os dados do estudo Future Systems lançado em 2018 e se baseia em uma pesquisa com mais de 8.300 organizações de 20 indústrias e 22 setores. O estudo foi desenvolvido para ajudar empresas a compreenderem como fechar a lacuna das metas de inovação (a diferença entre valor potencial e valor concretizado a partir dos investimentos em tecnologia).

Nuvemshop apresenta Luiz Piovesana como novo CMO

A Nuvemshop, líder de e-commerce na América Latina, anuncia Luiz Piovesana como novo Chief Marketing Officer (CMO) da companhia. A chegada do executivo acontece após recente remodelamento da marca, para liderar as equipes de Conteúdo, Geração de Demanda, Eventos e Marca no Brasil, Argentina e México.

A empresa tem como foco potencializar histórias de sucesso ao fomentar o e-commerce em toda a América Latina e a experiência do executivo irá colaborar com essa missão. “Estamos construindo um ecossistema de comércio eletrônico onde facilitamos a entrada de pequenas e médias empresas (PME) no mundo digital, conectando-as com marketplaces, meios de pagamento, frete, logística e ferramentas de gestão. Com toda a experiência do Luiz, aprimoraremos ainda mais esses atributos para nos estabelecermos como líderes indiscutíveis no mercado”, completa Santiago Sosa, fundador e CEO da empresa.

Luiz Piovesana é graduado em Engenharia de Controle e Automação pela Unicamp. Em sua trajetória, co-fundou e atuou como diretor de Marketing e Vendas na Empreendemia e como head de Marketing da Sensedia. Durante sua passagem pela última companhia, colaborou significativamente com seu crescimento e estratégia de internacionalização para América Latina e Europa. Além disso, foi professor convidado da pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas, lecionando disciplinas sobre ABM (Account-Based Marketing), estratégia e operações de Marketing.

“Minha trajetória dialoga muito com o propósito da Nuvemshop, que tem como objetivo impulsionar e empoderar PMEs em toda América Latina, pois acredito que desta forma, é possível manter a economia aquecida, gerando mais empregos e renda. Além disso, um fator fundamental para fortalecer este segmento é fornecer uma tecnologia de ponta a um custo acessível e afirmo isso por ter vindo do mundo de TI e saber do impacto que ela tem na sociedade. É fundamental entender a dor e a rotina dos varejistas brasileiros para criar um ecossistema cada vez mais assertivo e, sendo o primeiro C-level brasileiro à frente da operação, acredito que vou conseguir ajudar não só a expandir as nossas parcerias, mas também buscar aquelas que os nossos clientes mais precisam”, explica Piovesana.

GFT oferece 2 mil bolsas de estudo para cursos de programação em parceria com Digital Innovation One

A GFT, empresa alemã referência em tecnologias exponenciais para transformação digital e projetos ágeis, e a Digital Innovation One, a maior plataforma brasileira gratuita de educação em tecnologia e programação, firmaram parceria para disponibilizar aproximadamente 2 mil bolsas de estudo em cursos voltados a tecnologia da informação.

A iniciativa é o pontapé inicial do processo seletivo para o START_UNI, programa de estágio com duração de até um ano da companhia alemã. Os 120 candidatos que tiverem melhor desempenho nos cursos, que contam com aulas em vídeo e exercícios práticos elaborados por especialistas do mercado de desenvolvimento front-end, poderão participar dos próximos passos da iniciativa da marca, que conta com 40 vagas, sendo 30 para São Paulo e 10 para Curitiba.

Os estudantes têm 20 dias para a conclusão das atividades propostas após a inscrição. Entre os cursos, contam com Lógica de Programação, Metodologias Ágeis, Arquitetura de Sistemas e APIs, HTML, CSS e JavaScript ES6. Todos que alcançarem os objetivos requeridos por cada modalidade receberão certificado de conclusão.

A iniciativa de oferecer cursos gratuitos para começar o programa de estágio tem como objetivo fortalecer e incentivar os estudos e formação de profissionais. “Hoje, as carreiras em tecnologia estão em destaque, mas a quantidade de profissionais no país ainda é baixa e temos um déficit crescente. Acreditamos que o nosso papel como players de mercado é de fomento à educação e à formação, gerando oportunidades para que esses novos profissionais cresçam com a gente”, afirma Fernanda Rodrigues, Head de Recursos Humanos da GFT para a América Latina.

Ao entrar para o time da GFT Brasil, os STARTERS, além dos treinamentos técnicos, irão participar de aulas de capacitação comportamental e de soft skills como comunicação e postura corporativa. Para obter mais informações sobre os cursos e as inscrições, os interessados podem acessar digitalinnovation.one/bootcamps/gft-start-uni. Informações sobre requisitos e benefícios estão disponíveis na página do START_UNI.

Zendesk lança Gather, um novo produto para engajar comunidades

A Zendesk, Inc. (NYSE: ZEN) anuncia o lançamento do Gather, um novo produto que permite que as empresas forneçam suporte confiável e transparente aos clientes por meio de fóruns de comunidades online. O Gather cria um espaço onde os clientes podem se relacionar entre si e com especialistas da empresa, para oferecer orientações e informações que vão além do que só um agente de suporte ao cliente poderia lidar.

“Os clientes buscam por suporte relevante e em tempo real, o que pode ser um desafio para implementação em larga escala”, diz Shawna Wolverton, Vice-Presidente Sênior de Produtos da Zendesk. “O Gather é uma forma de aproveitar clientes e especialistas em produtos, para proporcionar um serviço que represente uma grande variedade de pontos de vista. É um espaço para as empresas capturarem, organizarem e compartilharem feedbacks para todo seu time de suporte, produtos, engenharia e muito mais. Usar uma ferramenta voltada à comunidade para ouvir os clientes irá melhorar o relacionamento com eles, assim como suas experiências”.

O suporte fornecido por pares adiciona uma camada extra de confiança e conforto aos clientes, quando estão buscando por ajuda. O Gather assegura que as informações mais relevantes sejam apresentadas a esses consumidores, envolvendo-os de forma proativa na criação, classificação e manutenção de conhecimento. Como o conteúdo é criado com base na perspectiva dos clientes, ele incorpora uma ampla variedade de informações experimentadas em cenários e problemas únicos.

“O Gather nos permite concentrar nossos recursos de suporte aos clientes, que precisam de mais conhecimento”, afirma Sean Kinney, Diretor Sênior de Suporte da InVision. “Nossa entusiasmada comunidade de designers ajuda um ao outro nos problemas que surgem e, como resultado, vimos conversas genuínas e emocionantes acontecendo entre eles”.

Marcas de todos os tamanhos têm comunidades reunidas em torno delas. O Gather é uma maneira poderosa de aproveitar essa base de clientes engajados, para conectar e apoiar seus pares. A solução fornece um espaço para que empresas reúnam informações e insights das pessoas que mais conhecem suas ofertas e incorpora comentários reais dos usuários nos produtos. Além disso, as equipes internas podem solicitar feedback rapidamente, colaborar facilmente com suas melhores práticas e entender a fundo como as decisões afetam os clientes.

Com base no feedback positivo do consumidor e no sucesso de recursos focados na comunidade Guide Enterprise, a Zendesk está investindo em um produto dedicado a engajar comunidades, incluindo funcionalidades adicionais que:

– Entregam o conteúdo mais relevante para os usuários, apresentando artigos populares, publicando postagens e oferecendo uma pesquisa uniforme nas postagens da comunidade e nos artigos da Central de Ajuda.

– Capacitam os membros a se tornarem moderadores da comunidade, atribuindo vários níveis de permissões, incluindo a capacidade de sinalizar, ocultar, editar e mover postagens de usuários.

– Criam comunidades separadas e personalizadas para atender diferentes públicos, regiões e marcas em uma empresa.

Embraer tem mais de 380 vagas para novos talentos

A Embraer vai recrutar mais de 380 novos talentos nesse trimestre para atuar em suas fábricas e escritórios nas cidades de São José dos Campos, São Paulo, Gavião Peixoto, Campinas, Botucatu, Sorocaba (SP), Florianópolis (SC) e Belo Horizonte (MG). São vagas de estágio, nos setores Corporativo e Administrativo, Engenharia e Operações e Tecnologia, e para aprendizes, na área de Mecânica de Manutenção.
Para o Programa de Estágio para 2020, a empresa oferece 350 posições nas oito cidades citadas. Estão divididas nos setores Corporativo e Administrativo (administração, planejamento, estratégia, financeiro, contábil); Engenharia e Operações: (desenvolvimento de produto, ensaios, produção, estruturas, manutenção, manufatura); e Tecnologia (desenvolvimento de front-end, back-end, fullstack, software embarcado, segurança da informação, aplicações Android e IOs, inteligência artificial, machine learning). Os candidatos selecionados terão direito a benefícios como bolsa auxílio compatível com o mercado, vale-transporte, vale-refeição e assistências médica e odontológica. As inscrições acontecem até 31 de outubro e podem ser feitas por meio do site http://embraer.gupy.io. As atividades estão previstas para começarem em fevereiro e março de 2020.
Já a nova rodada do Programa Aprendiz Embraer, terá como foco a cidade de São José dos Campos (SP). São 32 vagas para o curso profissionalizante na área de Mecânica de Manutenção. As inscrições tiveram início em 30 de setembro e vão até 11 de outubro, mediante testes online de Português e Matemática, por meio do link https://embraer.gupy.io/jobs/89667.
Para os dois programas, o recrutamento feito pela Embraer acontece por meio de inteligência artificial na análise primária de perfil dos candidatos. A seleção online torna o processo mais ágil e intuitivo, com testes de perfil, lógica e inglês (não desclassificatórios). Essa nova experiência busca a identificação e retenção de estudantes interessados em um ambiente de trabalho que favorece a inovação e a capacidade empreendedora das pessoas. Por meio dessa relação direta com o candidato, a própria Embraer gerencia e personaliza a seleção.
Após a realização dos testes na plataforma, os selecionados são convidados a participar da etapa presencial de dinâmica em grupo e entrevista com os gestores, que acontecem no mesmo dia. Ao finalizar esta última fase, os participantes devem aguardar até a semana seguinte para receberem o retorno da Embraer.
Como forma de integrar os novos talentos à companhia, são elaboradas palestras e treinamentos sobre a Embraer, design thinking (conceito que estimula o pensamento criativo para a solução de problemas), gestão de projetos, apresentações sobre propósitos e carreira, assim como a formação de grupos que realizam projetos estratégicos para a empresa em suas respectivas áreas de atuação.

Service IT aposta no setor varejista para crescer em São Paulo

A Service IT , empresa brasileira de tecnologia com 23 anos de atuação, aposta no setor varejista para crescer no Estado de São Paulo. A regional tem faturamento de R$ 70 milhões e projeta crescimento de 30% para este ano.

Atualmente, o varejo movimenta cerca de R$ 58 bilhões em São Paulo, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). “É um segmento que precisa se modernizar para se manter produtivo e também para reter um consumidor cada vez mais conectado”, analisa Carlos Almeida, Diretor da Regional SP da Service IT. “Além disso, apostamos muito em segmentação. Como trabalhamos com uma vasta gama de parceiros, podemos sempre oferecer soluções personalizadas para cada empresa levando em conta características como cultura corporativa e o ambiente de transformação digital no qual ela se encontra.”

A área que se destaca é a segurança cibernética, cada vez mais vital para as companhias. “As empresas já entenderam que precisam proteger seu perímetro e melhorar as políticas de segurança. Mas o desafio agora é maior.”, observa Almeida. “Não se trata apenas de reagir adequadamente a ataques cibernéticos, mas também de proteger a reputação das marcas ante clientes e parceiros e evitar prejuízos financeiros.”

Destaque também para a área de Managed Services, cada vez mais procurada pelas empresas para profissionalizar a cadeia de administração de infraestrutura e atendimento aos usuários finais. Além do varejo, outros setores que crescem em São Paulo são os de utilities, de telecomunicações e de finanças.

Para continuar crescendo, a ideia agora é investir cada vez mais em segurança cibernética. Ajudando nossos clientes na jornada de adequação para a LGPD e melhoria dos controles de segurança com o nosso Security Operation Center.

A Service IT tem hoje 24 anos de atuação, com faturamento de R$ 95 milhões e presença em três países da América Latina.

Startup entrega experiência humanizada por meio da inteligência artificial aplicada em voz

É inegável que a Inteligência Artificial (IA) terá um impacto profundo na sociedade e na maneira como as corporações operam seus negócios. Destacando-se como uma das tecnologias mais transformadoras da Era Digital, a tecnologia, ao contrário do que se imagina, tem ajudado a melhorar, cada vez mais, a experiência entre empresas e cliente, além de tornar os processos muito mais efetivos.

A inteligência artificial se mostra necessária para acabar com as horas intermináveis de trabalho repetitivo e trazer mais produtividade. O volume de aplicações dessa tecnologia em empresas de diversos setores tem crescido rápido e exponencialmente, influenciando o modo como as organizações conduzem seus negócios, investimentos e estratégias.

A Loud Voice Services, startup referência que trabalha com a humanização de robôs, é um exemplo. Cada vez mais a empresa tem implantado suas soluções em grandes corporações e isso está revolucionando a experiência dos clientes. Atenta às potencialidades da tecnologia e como ela poderia melhorar o atendimento das empresas, a startup aplica a inteligência artificial em voz e prepara os devices para atender qualquer demanda.

“Na prática, não fica aquela ligação ‘aperte 1 para x’ ou ‘aperte 2 para y’. Com nossa solução, é possível, em uma única experiência, plugar um STT Google, o TTS Amazon e a base de conhecimento da IBM Watson, por exemplo, e isso faz com que toda a experiência seja pensada para ter o melhor desempenho e que seja personalizada conforme a necessidade de cada cliente”, explica Felipe Almeida, fundado e CEO da Loud Voice Services.

O empreendedor explica que, com a intervenção da inteligência artificial, os colaboradores estão trabalhando mais suas competências humanas e deixando para os robôs as atividades repetitivas. “Os devices não estão aqui para tomar o lugar do humano, mas sim para otimizar alguns processos morosos e fazer com que essas pessoas pensem com mais estratégia”, pontua.

Hoje, a startup consegue reduzir em até 70% os custos com os canais de atendimento das empresas, fazendo com que ela se tornem mais produtivas. Em menos de um ano no mercado, a Loud Voice Services já atendeu empresas como a Oracle, para o programa Global Scale Up, e realizou uma parceria de negócios com a Amazon Web Services, focada na assistente virtual Alexa.

Grupo IN implementa canal de divulgação de vagas de BI e Analytics

O Grupo IN, Elite Master Reseller da Qlik no Brasil, apresenta um novo canal de divulgação de vagas voltado ao mercado de Dados, Business Intelligence e Analytics que ficará hospedado dentro do site da Academia IN.Qualquer empresa com vagas abertas neste segmento poderá publicar suas oportunidades gratuitamente neste canal.

O objetivo da iniciativa é contribuir com o desenvolvimento deste mercado, ajudando parceiros, clientes e também outros players do setor. “Por meio da Academia IN, nós organizamos treinamentos para os produtos e soluções oferecidas pelo Grupo IN. Nosso próximo passo, com o canal de vagas, é ajudar nossos alunos a identificarem boas oportunidades e qual caminho seguir.”, explica Alessandra Domingues, coordenadora da Academia IN.

A Academia IN surgiu há sete anos para fomentar os treinamentos sobre a solução Qlik, oferecida pelo Grupo IN. Com o passar dos anos, identificou-se a necessidade de ampliar a abrangência dos cursos, incluindo um contexto mais amplo de análise de dados. Atualmente, o site da Academia registra cerca de 5.000 acessos mensais, um crescimento de 500% em relação a setembro de 2018. Ao longo de sua história, mais de 1.000 profissionais foram capacitados pela plataforma.

Todas as vagas estarão disponíveis no link: https://www.academiain1.com.br/vagas/

Vagas no Grupo IN

A Inteligência de Negócios uma empresa do Grupo IN está com cinco vagas abertas: 1 vaga de Suporte Qlik, 2 vagas de QlikView Pleno e 2 vagas de QlikView Sênior. As vagas já estão disponíveis no novo portal e os interessados podem se candidatar por meio do link: http://www.academiain1.com.br/oportunidades/

Como engajar colaboradores remotos

Hoje em dia 70% dos brasileiros gostariam de trabalhar remotamente, segundo pesquisa da consultoria de recursos humanos Randstad. Apesar disso, 53% dos profissionais brasileiros não fazem home office, segundo o Ibope Conecta. Os números reforçam a importância das empresas se adaptarem a novos modelos gestão, onde o trabalho remoto é possível e liberado.

Segundo outro relatório, o Future Workforce Report 2018 lançado pela UpWork, o trabalho remoto cresceu nas empresas nos últimos três anos — 63% dos departamentos possuem pelo menos uma pessoa no time que desempenha suas atividades à distância. No entanto, das mais de mil organizações analisadas pelo estudo, 57% não têm políticas internas estabelecidas para essa modalidade de trabalho. Um dos maiores desafios é fazer a gestão de presença dos colaboradores remotos e manter a transparência das relações profissionais.
A pesquisa do Ibope Conecta levantou também que 90% dos profissionais consideram o ambiente de trabalho moderno (com carga horária flexível e possibilidade de trabalhar em casa, segundo definição da pesquisa) como um fator decisivo para analisar propostas de emprego. “Os colaboradores já vivenciam no seu dia a dia experiências de trabalho remoto. É comum haver reuniões por vídeo chamadas, ou o uso expressivo do e-mail para comunicação interna. Às vezes a empresa não precisa fazer um grande investimento para proporcionar o trabalho remoto de seus times, basta oficializar as práticas”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa de saúde corporativa.

Reunimos aqui quatro tendências adotadas por grandes corporações para garantir o engajamento mesmo à distância.

Para vestir a camisa

Se sentir fazendo parte de um grupo pode ser mais desafiador quando há distância. Por isso, algumas ferramentas tecnológicas, podem ajudar muito a gerar sensação de pertencimento e ainda melhorarem a qualidade de vida do colaborador. Muitas empresas adotam aplicativos que usam estratégias de gamificação para gerar engajamento. É o que acontece com a Ambev. A organização utiliza o aplicativo de saúde corporativa da GoGood. A ferramenta estimula os colaboradores a adquirirem uma melhor qualidade de vida, propondo uma competição saudável que resultará na realização de uma ação social. Pelo aplicativo é possível formar times com colaboradores remotos, que podem participar da ação independente da sua localização. Os times conquistam pontos conforme adquirirem uma boa alimentação, praticarem exercícios e conquistarem uma boa qualidade de sono.

Para se manter informado

A partir do desafio de melhorar a comunicação interna da unidade, nasceu o UNJ em Minutos, iniciativa da Unidade de Justiça (UNJ) da Softplan, uma das maiores desenvolvedoras de software do Brasil. A prática ocorre há dois anos e apresenta comunicados oficiais, bate-papo com especialistas e a cultura da empresa de uma maneira leve, em formato de vídeos. A linguagem é descontraída e atinge toda a Unidade de Justiça e Unidades Corporativas, incluindo os colaboradores que atuam fora da Sede da empresa, em todas as regiões do Brasil. As edições têm alto índice de engajamento, atingindo cerca de 70% dos 1,5 mil colaboradores da Unidade. As pautas são sugeridas pelos colaboradores e há edições especiais, transmitidas ao vivo, nas quais é possível interagir nos comentários. “O UNJ em Minutos faz nós, que estamos longe da sede, nos sentirmos parte de um time só. Sinto que as informações chegam pra nós como se estivéssemos em Floripa. Acho a iniciativa incrível”, foi um dos comentários anônimos feito por um colaborador da companhia, obtido por meio de uma pesquisa de satisfação realizada pelos gestores do programa.

Para uma boa comunicação

Para Gabriel Leite, CMO e Co Founder da Feedz — startup de Florianópolis (SC), que desenvolve uma plataforma para gestão ágil e estratégica de pessoas — uma boa comunicação interna é a chave para o engajamento dos times. Para solucionar os problemas de comunicação interna e estabelecer uma cultura de valorização dos talentos, a tecnologia é uma grande aliada. “Temos um cliente com cerca de 1.200 colaboradores, em que mais da metade trabalha remotamente. Eles comentam que usando a nossa plataforma conseguiram aproximar as pessoas. Por meio das celebrações, por exemplo, é possível entender o que os demais times tem feito e o que vale reconhecimento”, afirma Leite. Uma plataforma para o gerenciamento estratégico do RH faz com que os objetivos dos times e da empresa fiquem nítidos para quem não está o tempo todo na sede física. Além disso, a tecnologia permite que feedbacks e comunicados possam ser enviados a qualquer momento, chegando a todos os colaboradores.

Para uma capacitação eficiente

As plataformas tecnológicas de educação também são imprescindíveis no mercado de trabalho remoto. Elas garantem que todos sejam treinados, mesmo estando em home office, e sem perder o espírito de colaboração entre os colegas. “Os ambientes de e-learning permitem que os colaboradores, mesmo de forma remota, compartilhem seus pensamentos, perguntas e ideias por meio de fóruns, videoconferências etc”, explica Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, referência nacional em EdTech. O empresário lembra ainda que, independentemente de onde estão localizados, os colaboradores querem oportunidades para desenvolverem suas carreiras. “É preciso oferecer trilhas de conhecimento que os ajudem a melhorar suas habilidades, de forma alinhada com o mercado. Gerenciando esses talentos a distância, o sucesso deles e da empresa será mais garantido”, afirma Ferla.

Olist oferece mais de 100 vagas para profissionais de São Paulo, Curitiba e também para trabalho remoto

O Olist, startup que oferece soluções para a venda em marketplaces, anuncia recorde de vagas preenchidas durante o mês de setembro: mais de 32 posições em diferentes áreas, como marketing, logística, recursos humano e outras, foram ocupadas.

A empresa continua buscando profissionais que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial: são mais de 100 vagas abertas para Curitiba, São Paulo e também para trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil. Confira no link.

A instituição, que começou suas atividades, em 2015, com 5 funcionários, atualmente conta com mais de 250 colaboradores. Apesar da rápida expansão, por meio de ações internas que possibilitam a manutenção de uma cultura organizacional forte, a marca segue prezando pela qualidade de vida, bem-estar, capacitação e engajamento de seus funcionários desde o início da atuação.

“Trabalhar no Olist é uma experiência incrível! A equipe é unida e inspiradora. É minha primeira experiência profissional e poder conviver com pessoas de várias idades, com conhecimentos e visões diferentes é um privilégio pois possibilita a troca de experiências. Por ser uma startup, a empresa cresce e se desenvolve mais a cada dia e consequentemente somos desafiados a crescer e nos desenvolver em conjunto com a marca”, diz Ana Luiza Marins Rolim, de 17 anos, jovem aprendiz no Olist.

Com o potencial de sua equipe e dos serviços oferecidos, o Olist tem, hoje, quase um milhão de produtos cadastrados em sua plataforma e atende mais de 7.000 lojistas e grandes marcas.

A startup, que já foi investida pela Redpoint eVentures, 500 Startups e Valor Capital Group, está sediada em Curitiba, no Paraná, e atende clientes de todo o Brasil.

Schneider Electric planeja investir 500 milhões em startups nos próximos cinco anos

A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, conclui hoje, em Barcelona, o Innovation Summit, o encontro internacional de referência no qual partilha as últimas tendências, desafios e oportunidades para potencializar e digitalizar a economia. O Grupo aproveitou o evento deste ano para deixar claro o seu compromisso com as startups e outros projetos disruptivos.

Emannuel Lagarrigue, Chief Innovation Officer da Schneider Electric, partilhou a sua experiência na hora de abraçar a inovação, por meio de encontros com empresas emergentes, organizações e fundos de capital de risco, com a finalidade de beneficiar todo o ecossistema energético. “Incubamos empresas e fomentamos uma cultura de co-inovação; acreditamos que estes esforços de colaboração vão fortalecer o nosso negócio, para nos assegurarmos que continuamos na vanguarda tecnológica, agora e no futuro. Além disso, queremos levar o setor para um modelo descarbonizado e digitalizado”, expôs o executivo, durante um painel dedicado ao tema ‘Innovation at the Edge’ da Schneider Electric.

O plano inclui várias das apostas da multinacional francesa para inovar nas suas diferentes linhas de negócio: “A tecnologia é um meio, um facilitador, para um novo modelo de negócio, que é tão importante quanto a tecnologia, por si só,” assegurou Lagarrigue.

Com o objetivo de resolver novos problemas dos clientes, a empresa procura ideias disruptivas e pessoas com talento para investir seu capital, experiência e acesso à indústria. Desta forma, o grupo planeja investir 500 milhões de euros em startups nos próximos cinco anos, podendo assim participar do nascimento de uma startup com contribuições entre os 500.000 e um milhão de euros, ou em rodadas de investimentos de Série A entre três e cinco milhões de euros.

Prioridade aos investimentos na Europa em 2020

A Schneider Electric vai priorizar seus investimentos na Europa em 2020. Atualmente, a empresa colabora com a Submer, uma startup de Barcelona que desenvolveu um líquido de refrigeração para os equipamentos informáticos dos Data Centers; e também com a Enigmedia, de origem basca, especializada em cibersegurança, encriptação e proteção de redes de infraestruturas, indústria 4.0 e edifícios inteligentes. A empresa colabora com 85 startups em todo o mundo e está em contacto com cerca de 5.000 empreendedores.

Globalmente, a Schneider Electric fez mais de 100 investimentos em empresas inovadoras, como a Volta, que oferece carregamentos gratuitos a veículos elétricos, em troca de publicidade digital nas suas estações. Recentemente, o grupo também entrou no capital de empresas como a Autogrid, Synapticon e DST por meio do seu veículo de investimento, com o qual contribui para a sustentabilidade e eficiência energética.

A Schneider Electric trabalha com cinco incubadoras, com as quais ajudou a criar três empresas, e tem já outras em vista. A empresa dispõe também de uma joint venture (AlphaStruxure), com o grupo de capital privado Carlyle, focada na construção de infraestruturas inteligentes e na utilização de energia renovável por meio de microgrids.

O encontro internacional Innovation Summit Barcelona, da Schneider Electric, analisou a forma como a transição energética e as novas tecnologias estão mudando a gestão da energia; como a sustentabilidade está afetando os investimentos e as estratégias de negócio; e aprofundou tendências como IoT, inteligência artificial, casas conectadas/inteligentes, serviços digitais e cibersegurança.

Governança de TI e segurança para reduzir riscos

Por Marcel Mathias, Diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da BLOCKBIT

Imagine que sua equipe tem um importante projeto para entregar na semana que vem, mas cada um de seus colegas está falando um idioma diferente, usando ferramentas e processos distintos. Pode parecer uma situação extrema, mas essa é a realidade de muitas organizações que ainda não conseguiram definir padrões ou processos claros de governança em suas operações.

A governança é a formação e aplicação de estratégias que permitem estruturar, proteger e maximizar o uso dos recursos internos e, com isso, apoiar o trabalho da empresa rumo ao sucesso operacional. Evidentemente, esse não é um conceito novo. Há tempos, grandes organizações já aplicam conceitos desse tipo em suas gestões como um todo. A novidade, aqui, é que cada vez mais a transformação digital está forçando empresas de todos os tamanhos a adotarem novos processos e regras, além de também revisarem continuamente sua forma de trabalho.

O tema merece atenção redobrada uma vez que cerca de 70% das empresas atuais correm riscos por conta de processos e políticas de gerenciamento de redes que são falhos. Isso acontece, basicamente, porque os desafios para organizar e controlar as ferramentas e formas da tecnologia estão evoluindo como nunca. Saber integrar dados de servidores com ambientes em Nuvem ou acelerar os ganhos trazidos por inovações como mobilidade e Analytics, por exemplo, são questões que têm gerado enormes alterações na rotina e nos planos das corporações.

Diante desse contexto, a governança de TI é uma questão-chave para o futuro das organizações que desejam se preparar para obterem sucesso no futuro. De forma prática, a construção de um plano de governança completo ajuda a alinhar as diretrizes a serem seguidas por todos os públicos internos, traçando as responsabilidades de cada equipe ou estrutura para o sucesso operacional da companhia.

Criar uma visão estratégica para o uso das estruturas de TI é, portanto, o primeiro passo para construir um ambiente mais previsível e transparente. Com regras e padrões claros para todos, as companhias ganham uma ferramenta para otimizar a performance de suas equipes e departamentos, organizar o trabalho de terceiros e garantir maior proteção às informações. Além disso, as políticas também ajudam a definir as métricas e as ações mais importantes para o futuro dos negócios. Mais do que visualizar os resultados, a gestão é um caminho para aprimorar o que está sendo feito internamente.

Outra questão importante é que a governança de TI é essencial para agregar inteligência à segurança da informação. Ao definir regras mais claras de acesso e identificação dos usuários, as companhias ampliam suas opções para identificar quais são os dados mais relevantes da empresa, protegendo-os com mais camadas de bloqueio e em uma estratégia capaz de equilibrar questões como disponibilidade e controle. Do mesmo modo, é mais fácil filtrar quais são as informações que cada colaborador pode acessar e em quais dispositivos isso é permitido.

Isso acontece porque a definição de uma política mais específica traz a oportunidade de se criar mecanismos mais objetivos de avaliação e melhoria. Cria-se uma linguagem e um código de conduta único, simplificando a visualização dos resultados e a análise de possíveis vulnerabilidades. Ao invés de mergulhar em um cenário repleto de modelos e opções distintas, os times corporativos ganham um guia único e prático de trabalho.

O que não significa dizer, no entanto, que os profissionais devam acompanhar as inovações de “mãos limpas”. Há, hoje, uma série de soluções digitais que possibilitam realizar o monitoramento de forma automatizada, com o acompanhamento e o gerenciamento inteligente de políticas de conformidade e riscos de segurança. As redes definidas por software (SDN – de software-defined network, em inglês) e os firewalls dinâmicos, de nova geração, são exemplos de opções que podem complementar o gerenciamento das redes, tornando o acompanhamento dos processos de segurança muito mais fáceis e alinhados às políticas e requisitos pré-estabelecidos pelo plano de governança.

Mas é preciso ter consciência de que que esses projetos só serão bem-sucedidos com a definição de um plano que faça sentido e engaje a alta cúpula de gestão das empresas. Somente assim, os processos de governança de TI poderão estar realmente alinhados às estratégias e os objetivos de organizações de todos os tamanhos e setores da indústria. É esse alinhamento que permitirá a jornada de inovação e de transformação de suas estruturas de TI, com a migração para novos modelos e propostas de negócios.

Em um momento de grandes mudanças como o atual, garantir a segurança dos dados e dos sistemas é fundamental para os negócios, devendo ser um dogma para todos os funcionários e executivos. A governança de TI traz às organizações uma nova forma de criar, antever e ajustar demandas, garantindo tranquilidade e segurança para as empresas. Definir esse plano, ajuda a empresa a criar formas mais práticas de adotar a tecnologia certa para proteger os dados e maximizar os resultados. Resta saber, apenas, quem está preparado para definir um plano coerente e adotar as soluções fundamentais para o sucesso na nova era digital.

Os caminhos para superar a falta por talentos em TI

Por Mara Maehara, CIO da TOTVS

A falta de profissionais especializados em TI continua sendo um desafio às empresas para acompanhar continuamente a velocidade de mudanças nos negócios. Diante desse cenário, os talentos que conseguem equilibrar conhecimentos técnicos, competências comportamentais e experiência são os mais procurados pelas empresas que estão adaptando seus times às exigências da transformação digital.

Segundo projeção da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação (Brasscom), até 2024 a demanda do setor será de 420 mil novos profissionais. Em uma conta rápida, isso demandará a contratação de 70 mil pessoas ao ano, o que desperta para a necessidade de formação de mão de obra qualificada no curto prazo. Ainda de acordo com a Brasscom, a procura se dividirá em: 25% em IoT, 11% em segurança, 10% em Big Data, 6% em Nuvem e 2% em IA, além da demanda por profissionais administrativos (19%), de nível técnico (14%) e em outras tecnologias (13%).

O que precisamos evitar é a situação onde a TI se torna um gargalo para entrega da estratégia do negócio por escassez de recursos técnicos ou de gestão. Um caminho importante, nesse sentido, é antecipar o máximo possível o planejamento de projetos e demandas, isso porque muitas vezes o mesmo time que trabalha em novas soluções concorre com a sustentação de soluções existentes. Desenvolver parcerias robustas para execução é uma estratégia eficiente para escalar a capacidade de entrega.

Além da escassez de profissionais qualificados, outro desafio enfrentado pelo setor é a retenção desses talentos, uma preocupação constante para qualquer gestor. Um profissional diferenciado é aquele que não se realiza apenas com sua remuneração financeira, mas busca aprender, crescer e se sente recompensado com o resultado da sua entrega. Por isso, é crucial trabalhar no engajamento desse profissional.

Entender o propósito de um trabalho, ter a clareza de onde se quer chegar e perceber o valor da sua contribuição em uma entrega são pontos fundamentais para aumentar o engajamento. Investir em treinamento e na troca de experiência também gera valor e crescimento, o que consequentemente, retém profissionais.

Na TOTVS temos um programa de incentivo a inovação disponível para toda empresa que visa identificar iniciativas que tragam resultados diferenciados. Estas iniciativas são avaliadas por uma banca de executivos e as que forem selecionadas são premiadas e recebem o investimento e apoio necessário para implementação.

Vale lembrar que o turnover e a substituição de colaboradores impactam em despesas muitas vezes não previstas. Além disso a saída de profissionais de um time pode desestabilizar o planejamento de entregas e/ou a operação de uma área, gerando outros custos indiretos.

Enquanto as novas gerações estão sendo formadas, o nosso papel é oferecer oportunidades e apoiar o aprimoramento da carreira dos talentos que já fazem parte do nosso time! Afinal, em um mercado carente de pessoas qualificadas, os profissionais se tornam cada vez mais o ativo mais valioso da sua empresa.

Empresas brasileiras que conseguiram reduzir custos de forma estratégica aumentaram suas receitas, conclui pesquisa da Deloitte

Tópico sempre polêmico, a redução de custos nas empresas é algo a ser encarado de forma transparente e planejada. Alie-se a isso um cenário de transformações digitais que impulsiona as empresas a se reinventarem para adequar seus custos. Neste contexto, foi elaborada a edição 2019 da Pesquisa Global de Redução de Custos da Deloitte, realizada com mais de 1.200 executivos de todo o mundo.

“De acordo com o que apuramos da pesquisa, as empresas brasileiras estão com dificuldades de definir as suas prioridades; sabem da necessidade de reduzir custos, mas não conseguem implementar, seja por falta de disciplina para monitoramento das economias ou falta de estrutura dedicada para projetos desta natureza. No entanto, os dados nos levam a constatar que nos últimos 24 meses, das empresas que conseguiram efetivar a redução de custos no Brasil, 83% registraram aumento na receita. Na amostra global, essa porcentagem é ainda maior, 86%. Isso mostra que há um valor efetivo na redução de custos implementada de forma estratégica e sustentável”, enfatiza Heloisa Montes, sócia-líder de Estratégia, Analytics e M&A da Deloitte.

De acordo com a pesquisa, 71% das empresas em todo o mundo planejam empreender iniciativas de redução de custos nos próximos 24 meses. Ainda, do total de respondentes, 68% relataram reduções totais de 10% ou mais, e quase um terço (31%) tem metas de otimização de custo acima de 20%. No entanto, 81% relatam não ter conseguido cumprir totalmente suas metas de redução de custos durante o ano passado, 18 pontos percentuais menos do que em 2017, devido a desafios de implementação, falta de sistemas eficazes e metas inviáveis. No Brasil, 73% das organizações relatam não terem conseguido cumprir suas metas.

Para Caroline Yokomizo, sócia dos programas de Strategic Cost Transformation e Margin Plus da Deloitte, “à medida em que as tecnologias digitais continuam a evoluir, as organizações precisam se reinventar para gerenciar seus custos. Então, embora os métodos tradicionais de redução de custos ainda sejam importantes, a maioria também já investe pesadamente em tecnologias transformadoras para melhorar a eficiência operacional e a economia de custos, ao mesmo tempo em que impulsiona seu desempenho e competitividade em um mundo cada vez mais digital”.

1. Barreiras

De acordo com o estudo, as principais barreiras para que as metas de redução de custos das empresas no Brasil não sejam cumpridas são o gerenciamento de desafios para implementar as iniciativas (71%, contra 65% global) e erosão das economias devido ao estabelecimento de metas inviáveis (69%). No mundo, esse dado corresponde a 61%. Relatórios e monitoramento mal planejados chegam também a 69%, enquanto, globalmente, o dado referente a este tópico é de 58% – o que evidencia que no Brasil o problema de qualidade de dados e existência de relatórios é pior do que no restante do mundo.

Quando o tópico são os objetivos estratégicos, as empresas apontem em primeiro lugar o aumento da receita, com 65%. Em seguida, estão as práticas voltadas à busca pela eficiência e a otimização de custos e despesas, com 59%, e o aumento da produtividade, com 49%. “Diante destes dados, vale enfatizar que

a mentalidade predominante entre os executivos para adotar medidas de redução de custos nas empresas mudou. Enquanto víamos anteriormente uma mentalidade de economizar para crescer com gerenciamento de custos, estamos vendo agora o surgimento de economizar para transformar. É um pensamento que envolve muito mais medidas estratégicas para a transformação das organizações do que apenas o corte de gastos em si”, avalia Yokomizo.

2. Riscos externos

Com 66%, o primeiro no ranking dos riscos é flutuação da moeda. No mundo, essa porcentagem é de 58%. Com uma leve diferença, preocupações macroeconômicas aparecem em segundo lugar, com 64% (59% global, o que corrobora a visão de que os executivos estão cautelosos devido à lentidão na retomada econômica do Brasil). E na terceira posição, vem riscos de crédito, com 59%. Neste quesito, o dado global é levemente inferior: 57%. É importante destacar que fora do Brasil, os países se preocupam também com segurança cibernética e transformação digital, enquanto que as empresas brasileiras ainda não apontam essa precaução.

3. Prioridades estratégicas

Quando perguntados sobre as prioridades estratégicas para os próximos 24 meses, o crescimento das vendas continua a ocupar o primeiríssimo lugar, com um percentual ainda maior, de 81% na amostra nacional. A segunda posição é ocupada por implementação tecnológica (73%). Mas a grande surpresa fica com o terceiro lugar, pois é um item que não havia aparecido anteriormente, em relação aos últimos 24 meses: habilitação digital, com 71%. Na amostra global, esse item aparece tanto no passado como no futuro – neste último, com uma percentagem de 69%. E, empatados em primeiro lugar nas respostas da amostra global, estão crescimento das vendas, rentabilidade do produto e implementação tecnológica, todos com 73%.

“Vale aqui ressaltar que a redução de custos continua como uma das principais prioridades das companhias. O que ocorre é que o atual momento de lenta retomada da economia no país acaba fazendo com que as empresas tentem acelerar o aumento de faturamento para obter maior vantagem competitiva”, destaca Yokomizo.

4. Motivadores

Além destes, outros motivadores de negócios são a estrutura regulatória (67% Brasil/61% mundo); o custo desfavorável em relação aos concorrentes diretos (63% Brasil/57% mundo); a diminuição da liquidez e dificuldade de crédito (59% Brasil/53% mundo) e, finalmente, a redução significativa na demanda do consumidor (54% Brasil/55% mundo).

5. Implementação de tecnologias

No que diz respeito às tecnologias necessárias para a redução de custos, as soluções em nuvem ou cloud solutions aparecem em primeiro lugar em ambas as amostras: dado positivo, pois a nuvem apresenta grande capacidade para aumentar a segurança de dados, além de reduzir custos com infraestrutura. Na amostra nacional, ela atinge 50% dos respondentes e na global, 49%. Em seguida, vem business intelligence, com 26% e tecnologias cognitivas – Inteligência Artificial e machine learning, com 21% da amostra nacional.

“As práticas e abordagens de gerenciamento de custos têm se tornado cada vez mais sofisticadas com o tempo, e a adoção de soluções digitais, embora ainda esteja em amadurecimento, representa agora o nível mais avançado nesse campo. Ao aproveitar o poder da tecnologia digital para simplificar suas estruturas de custos e gerar economias, as empresas podem tirar o máximo proveito das mais recentes inovações digitais, tornando-se disruptivas, e não desorganizadas”, frisa Heloisa Montes. E finaliza: “O estudo da Deloitte mostra que as empresas agora reconhecem que precisam economizar para transformar, aplicando investimentos em infraestrutura digital para impulsionar melhorias em suas operações, maior eficiência e posicionamento de mercado”.

Metodologia

Ao todo, participaram da pesquisa 1.219 executivos seniores de empresas de 24 países de todo o mundo, dos mais diversos segmentos de atuação: Indústria e Consumo, Serviços Financeiros, Energia, Saúde, Tecnologia, entre outros. Do total de pesquisados, 70 são brasileiros, 47% do chamado C-Level.

Petrobras: Nicolás Simone é Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação

Foto: Agência Petrobras

A Petrobras informa que o Conselho de Administração, em reunião realizada ontem (25/09), elegeu o Sr. Nicolás Simone para o cargo de Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação, que assumirá a posição a partir de 01/10/2019, após a criação dessa nova área na Companhia, que está sujeita à deliberação da Assembleia Geral de Acionistas a ser realizada em 30/09/2019.

A dedicação dessa nova Diretoria da Petrobras à transformação digital e inovação é consistente com a ênfase dada à tecnologia da informação no processo de mudança transformacional da Companhia para a maximização da geração de valor para os acionistas e o Brasil.

Nicolás Simone é engenheiro de software e sistemas pela Universidade O.R.T – Uruguai, tem ampla experiência internacional e conhecimento de tecnologia de informação, transformação digital, cyber security, IA, omnichannel, CRM, inovação, vendas, logística, reengenharia de processos, projetos de grande porte, centro de serviços compartilhados (CSC) e indústria 4.0. Liderou projetos globais transformacionais, processos de M&A, implementou sistemas de gestão como SAP/ERP, modelos de outsourcing e off shoring, sistemas de venda, entre outros, mantendo sempre o foco em inovação e agregação de valor para o negócio.

Ocupou cargos de liderança em grandes empresas como Itaú-Unibanco, Lojas Renner, ABInBev e Grupo Boticário, possuindo forte expertise de negócio em indústria, bens de consumo, varejo e mercado financeiro. Seu foco é atuar com empatia e visão sistêmica do negócio para atingir resultados e superar expectativas com agregação de valor.

Na frente de transformação digital, tem forte conhecimento em transformar e conectar negócios e processos analógicos para digital, de acordo com as caraterísticas de cada organização, implementando diferentes metodologias para definir e liderar esta mudança cultural em parceria com as áreas e unidades de negócio.

Com ampla experiência e foco em inovação, transformou áreas de sistemas de um formato tradicional para bimodal, com o objetivo de agregar valor para o negócio, estruturando laboratórios de inovação com áreas de co-working e ativando parcerias com startups para incubar soluções utilizando metodologias como Design Thinking, Agile, Devops e outras, de modo a potencializar a experiência, adaptabilidade e interação com o usuário final e assim poder reduzir os prazos de entrega.

Ao longo de sua carreira, publicou diversos artigos, deu palestras e entrevistas sobre a jornada da transformação digital, inovação, criação de ecossistemas e como transformar a TI tradicional em uma TI agregadora de valor. Seu trabalho foi reconhecido através de diversas premiações: CIO Executive Award em Consumers Goods Category; CIO Executive Award em Retail; e, em 2017, publicou um paper que foi case global falando em como transformar o role do CIO e TI em entidades de agregação de valor, fortalecendo a colaboração com o negócio.

A indicação do Diretor Executivo foi objeto de prévia análise pelo Comitê de Pessoas do Conselho de Administração da Petrobras.

Fonte: Petrobras

Sage lança software de controle financeiro para PMEs

A Sage, líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, acaba de lançar um software totalmente online que garante gestão e controle financeiro para microempreendedores. O Sage Financeiro dispensa de vez o uso de papel e caneta ou planilhas de computador para fazer a gestão das receitas, despesas e fluxo de caixa da empresa de maneira ágil e fácil a um preço que cabe no bolso de qualquer empresário.

“Segundo dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), uma em cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos de existência e entre os principais motivos está a dificuldade dos empreendedores na hora de cuidar da gestão financeira do negócio. Sabemos desse desafio e estamos investindo para apoiar os empresários com uma tecnologia fácil que simplifica essa tarefa e proporciona mais eficiência para a gestão, contribuindo para a continuidade da empresa”, diz Jorge Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina.

O sistema é ideal para que o empreendedor tenha acesso a controles financeiros básicos que os ajudem na tomada de decisão. Um painel de controle com 7 indicadores de negócio (entre eles um gráfico de fluxo de caixa) fornecem ao empreendedor informações importantes que mostram como está a saúde financeira do seu empreendimento. Além disso, outras funcionalidades de destaque são a personalização de categorias e centros de custo para classificação dos lançamentos, integração com o Sage NFe, integração com os softwares contábeis Sage Office e Sage Gestão Contábil e relatórios detalhados de Livro Caixa e Fluxo de Caixa.

“Estamos oferecendo ao micro e pequeno empresário a possibilidade de transformar a gestão das finanças de sua empresa de forma simples e muito acessível. Com o Sage Financeiro, ele terá autonomia para controlar todas as transações financeiras de seus negócios de forma ágil, intuitiva e na nuvem, o que possibilita acessar a solução a qualquer hora bastando ter acesso à internet”, afirma Osvaldo Meneghel, diretor de produtos da Sage Brasil.

“Atualmente, as micro e pequenas empresas são grandes geradoras de renda e de emprego no Brasil. Elas representam quase a totalidade das empresas nacionais e são responsáveis por 27% do PIB e por mais da metade dos empregos formais do país. O Sage Financeiro chega para auxiliar esses heróis da economia nacional a ter controle da gestão financeira de seus negócios e assim poderem prosperar”, afirma.

Para mais informações sobre o software: http://info.sageone.com.br/sage-financeiro?utm_source=pr&utm_medium=noticia&utm_campaign=sfin