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AMcom busca 30 profissionais de TI para projeto Pátio Digital

A AMcom, empresa de Tecnologia da Informação especializada em desenvolvimento customizado, sustentação de sistemas, alocação de profissionais e consultoria, busca profissionais para atuação no projeto Pátio Digital, da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo.

Nesta etapa, a empresa está contratando 30 colaboradores que poderão atuar por um período de dois anos na Secretaria Municipal de Educação, onde será realizada a sustentação e melhoria dos sistemas legados, além do desenvolvimento de novas ferramentas, baseadas em tecnologias avançadas e nas necessidades dos usuários.

Neste primeiro ciclo de desenvolvimento, o projeto contempla a reformulação dos sistemas de alimentação escolar e gestão pedagógica, como o Diário de Classe on-line, além do portal da Secretaria.

“O Pátio Digital é uma iniciativa de Governo Aberto, um conceito de proximidade entre órgãos governamentais e a sociedade para a melhoria da educação na cidade de São Paulo. Nossa proposta é promover mais transparência e viabilizar a colaboração entre governo e sociedade por meio da inovação tecnológica. E esta parceria com a AMcom vai permitir a expansão do projeto”, pontua Fernanda Campagnucci, coordenadora da estratégia de transformação digital da SME-SP.

As vagas em aberto são: Analista Desenvolvedor .Net Fullstack (Jr, Pleno e Sênior), Analista Desenvolvedor Python (Jr, Pleno e Sênior), Analista de Infraestrutura Ágil (Sênior e Pleno), Analista de Banco de Dados (Sênior e Pleno), Analista de Dados (Sênior e Pleno), Analista Funcional – Design Thinking (Pleno), Analista de Negócio – PO (PlenoOs requisitos e candidatura das vagas podem ser consultados e realizados pelo site da empresa http://amcom.com.br/vagas

“O Pátio Digital é um projeto que vem ao encontro do nosso modelo de atuação, que é tornar a tecnologia real. Buscamos profissionais que desejam fazer a diferença, contribuindo para a transformação digital na educação pública”, finaliza a presidente da AMcom, Andréia Rengel.

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Presidente da Edenred Brasil passa a comandar as operações do grupo em todo o continente americano

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para 830 mil empresas-clientes, 47 milhões de empregados e 1,7 milhão de comerciantes, reestrutura sua operação global e anuncia que Gilles Coccoli, presidente da Edenred Brasil, passa a comandar também as operações na América do Sul, Central e do Norte, o que o torna o primeiro Chief Operating Officer (COO) Americas do grupo. A nomeação faz parte de uma estratégia da multinacional francesa para ampliar sua participação nos mercados das Américas com um crescimento sustentável e rentável. O executivo permanece no comando da Edenred Brasil.

Coccoli posicionou o Brasil como um dos principais mercados do grupo e a nova estrutura busca acelerar o desenvolvimento Edenred na América do Norte também. Gilles iniciou na Edenred Brasil em 1997 como Diretor de Projetos, e então tornou-se Diretor de Finanças e Tecnologia. Em 2007, foi indicado como CEO da Edenred Turquia e, dois anos mais tarde, foi escolhido para liderar a PrePay Solutions, com sede na Inglaterra. Em 2012, foi apontado como Vice-Presidente Executivo Global de Estratégia e Desenvolvimento na matriz da Edenred, na França, e, em 2013, tornou-se Presidente da Edenred Brasil.

“Este novo desafio é uma oportunidade para ampliar as sinergias entre os dez países, potencializando oportunidades e o crescimento da Edenred no continente americano. Dessa forma, esperamos ganhar ainda mais eficiência operacional para desenvolver as melhores soluções para nossos empresas, usuários e comerciantes”, afirma Coccoli.

Varejo brasileiro mantém ritmo de recuperação e cresce 4,7% em fevereiro, aponta ICVA

Com crescimento de 4,7% em fevereiro, comparado ao mesmo período do ano passado, o varejo brasileiro mantém o ritmo de recuperação observado nos últimos meses. É o que aponta o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), divulgado nesta sexta-feira (15). O indicador já tem descontado a inflação que incide sobre os setores do varejo ampliado. Em termos nominais, que refletem a receita de vendas de fato observadas pelo varejista, o ICVA registrou alta de 8,0% na comparação com o ano anterior.

O resultado do mês foi impactado positivamente pelo calendário. O Carnaval, período em que as receitas de vendas são tradicionalmente menores, caiu em março, enquanto que em 2018 a data foi comemorada em fevereiro. Ajustando o ICVA deflacionado a esse efeito, o índice apontaria alta de 3,8%, leve aceleração em relação a janeiro. Pelo ICVA nominal, no mesmo conceito, o indicador apresentaria alta de 7,1% na comparação com o mesmo período de 2018, também apresentando leve aceleração.

“Mesmo descontando o benefício do calendário, o resultado do ICVA em fevereiro reforça a trajetória de recuperação no varejo”, comenta Gabriel Mariotto, diretor de Inteligência da Cielo. “Um destaque positivo foi a aceleração no setor de Vestuário. Por outro lado, dentre as regiões, o Sudeste – particularmente o RJ – contribuiu negativamente para o resultado do mês”, complementa.

INFLAÇÃO

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) apurado em fevereiro pelo IBGE apontou alta de 3,89% no acumulado dos últimos 12 meses, com uma leve aceleração em relação ao número registrado em janeiro (3,78%). Os grupos de itens de Alimentação no domicílio e Artigos de residência tiveram aceleração, enquanto o bloco de Transportes caiu ainda mais, de 3,1% em janeiro para 2,0% em fevereiro. A desaceleração foi puxada principalmente pelo item de Passagem aérea – que teve a maior queda – saindo de 14,3% de alta para deflação de 1,6%. Ponderando o IPCA pelos setores e pesos do ICVA, a inflação no varejo ampliado em fevereiro ficou em 3,1%, tendo uma estabilização em relação a janeiro (3,2%).

SETORES

O bloco de Bens não Duráveis foi o único que apresentou desaceleração na passagem de janeiro para fevereiro, considerando o índice com ajustes de calendário. O desempenho do bloco foi puxado pelos setores de Drogarias/Farmácias e Supermercados e Hipermercados – que apresentou alta de preços no mês. Já o grupo de setores de Bens Duráveis e Semiduráveis apresentou aceleração na passagem mensal, influenciado pelas acelerações de setores como Vestuário e Móveis, Eletro e Lojas de Departamento. Finalmente, o bloco de setores de Serviços foi o que apresentou maior aceleração de janeiro para fevereiro, puxado principalmente por Alimentação em Bares e Restaurantes e Turismo e Transporte – este influenciado pela queda de preços experimentada no setor em fevereiro.

REGIÕES

Todas as regiões brasileiras apresentaram aceleração na passagem mensal, segundo o ICVA Deflacionado com ajuste de calendário. A única exceção foi a região Nordeste, que apresentou certa estabilidade no período. Pelo ICVA deflacionado sem ajustes de calendário, comparando com o mesmo período do ano anterior, o varejo ampliado na região Norte apresentou alta de 10,0%, seguido pelas regiões Centro-Oeste e Sul com 7,3% e 6,3% respectivamente. Por fim, temos as regiões Nordeste, com alta de 5,9%, e o Sudeste, com alta de 2,8%. “A região Sudeste foi impactada negativamente em decorrência das fortes chuvas – principalmente no estado do Rio de Janeiro – que fizeram diminuir o ritmo de vendas no estado”, comenta Mariotto. Pelo ICVA nominal – que não considera o desconto da inflação – o destaque também foi a região Norte, que registrou alta de 11,8% em fevereiro. Em seguida, temos as regiões Centro-Oeste e Nordeste, ambas com crescimento de 9,9% no período. Por último, temos as regiões Sul e Sudeste, que apresentaram crescimentos de 8,6% e 6,9%, respectivamente.

SOBRE O ICVA

O Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA) acompanha mensalmente a evolução do varejo brasileiro de acordo com a sua receita de vendas, com base em um grupo de mais de 20 setores mapeados pela Cielo, de pequenos lojistas a grandes varejistas, responsáveis por 1,4 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à companhia. O peso de cada setor dentro do resultado geral do indicador é definido pelo seu desempenho no mês.

O ICVA foi desenvolvido pela área de Inteligência da Cielo e tem como proposta oferecer mensalmente uma fotografia do comércio varejista do país a partir de informações reais.

COMO É CALCULADO

A gerência de Inteligência da Cielo desenvolveu modelos matemáticos e estatísticos que foram aplicados à base da companhia com o objetivo de isolar os efeitos do comportamento competitivo do mercado de credenciamento, como a variação de market share, bem como isolar os efeitos da substituição de cheque e dinheiro no consumo – dessa forma, o indicador não reflete somente a atividade do comércio pelo movimento com cartões, mas, sim, a real dinâmica de consumo no ponto de venda.

Esse índice não é de forma alguma a prévia dos resultados da Cielo, que é impactado por uma série de outras alavancas, tanto de receitas quanto de custos e despesas.

ENTENDA O ÍNDICE

ICVA Nominal – Indica o crescimento da receita nominal de vendas no varejo ampliado do período, comparando com o mesmo período do ano anterior. Reflete o que o varejista de fato observa nas suas vendas.

ICVA Deflacionado – ICVA Nominal descontado da inflação. Para isso, é utilizado um deflator que é calculado a partir do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), apurado pelo IBGE, ajustado ao mix e pesos dos setores contidos no ICVA. Reflete o crescimento real do varejo, sem a contribuição do aumento de preços.

ICVA Nominal/Deflacionado com ajuste calendário – ICVA sem os efeitos de calendário que impactam determinado mês/período, quando comparado com o mesmo mês/período do ano anterior. Reflete como está o ritmo do crescimento, permitindo observar acelerações e desacelerações do índice.

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Twitter apresenta novas soluções de conteúdo para marcas

O Twitter apresentou nesta quarta-feira (13) ao mercado soluções de conteúdo em vídeo que têm como objetivo prover às marcas diferentes formas de impactar sua audiência de maneira relevante e assertiva. Uma grande novidade anunciada pela plataforma é um novo formato oferecido por Niche, comunidade do Twitter que une criadores de conteúdo às marcas gerando sinergia entre suas produções e as mensagens dos anunciantes. Chamada Creator Originals, a solução permite que marcas se associem a conteúdos idealizados pelos criadores.

“O mercado já conhece Niche como uma solução que convida criadores de conteúdo para conectar marcas à audiência com quem desejam se comunicar. Nesse sentido, co-criamos campanhas e projetos customizados para as marcas. Creator Originals é o inverso: o criador produz uma série em torno de um assunto sobre o qual ele já gostaria de falar, atinge sua audiência cativa de forma autêntica, e nós encontramos as marcas que mais se adequam àquele conteúdo”, explica Thaiza Akemi, head de Niche na América Latina. Ainda que o criador não produza a partir de um briefing, existe a possibilidade de fazer integrações da marca ao conteúdo, desde que elas estejam inseridas ao contexto.

O primeiro anunciante a investir no formato no Brasil é a Rappi (@RappiBrasil), que está patrocinando a série “28 coisas que meu pai nunca fez”, do @naosalvo. Para a Rappi, que já fazia campanhas no Twitter com o objetivo de se aproximar de seus consumidores, o investimento na série é um importante passo em sua frente de construção de marca no mercado brasileiro. “Estamos investindo em diferentes canais para construir e fortalecer a nossa marca no Brasil. O Twitter é uma mídia bastante inovadora que oferece conteúdos inteligentes e voltados para performance. Com a ampliação da nossa parceria, esperamos aumentar ainda mais o awareness em relação a Rappi”, destaca Fernando Vilela, head de Growth e Marketing da Rappi no Brasil.

“Não poderia ter um lugar melhor para lançar a série como no Twitter, a plataforma mais pessoal e acolhedora da internet. A recepção está sendo incrível e o número de pessoas que dizem que terminam de assistir e vão dar um abraço nos pais é reconfortante. Me sinto inspirando os outros e isso é maravilhoso”, diz o creator Mauricio Cid.

Niche já conta com outros seis programas para oferecer a marcas interessadas em se associar a conteúdos de qualidade que atingem uma audiência receptiva.

Edição de vídeo e patrocínio de conteúdos de parceiros

O Twitter também traz uma nova facilidade para as marcas interessadas em investir em vídeo na plataforma: a possibilidade de editar, dentro de casa, peças produzidas inicialmente para outras mídias, como a TV, e torná-las mais alinhadas às melhores práticas de vídeo da plataforma, de acordo com o consumo de conteúdo em dispositivos móveis.

“O sucesso de um vídeo no Twitter está atrelado a uma combinação entre estratégia de mídia e boas práticas de conteúdo. Na maioria dos casos, vemos que vídeos curtos, de em torno de seis a 15 segundos, com logo da marca desde os primeiros segundos e elementos visuais que ajudam a contar a história mesmo sem som, performam muito bem na plataforma. Como sabemos que muitas vezes as marcas produzem conteúdos originalmente mais longos, que são concebidos tendo em mente outras mídias, passamos a oferecer uma solução de edição que aumenta o potencial de o formato funcionar bem no Twitter, sem qualquer prejuízo à mensagem do anunciante”, afirma Renata Altemari, gerente de soluções de vídeo do Twitter para a América Latina.

Além disso, a área de parcerias de conteúdo do Twitter reforçou as oportunidades de patrocínio de produções realizadas por parceiros da plataforma no Brasil. Entre os pacotes para os próximos meses estão conteúdos relacionados a grandes momentos de conversas no Twitter, como Lollapalooza, Game of Thrones, Copa do Mundo Feminina, Copa América, Libertadores, Prêmios MTV MIAW, Rock in Rio, entre outros. “Esta é uma forma de as marcas impactarem o seu público a partir de conteúdos seguros e de qualidade. Para os parceiros, é uma maneira de alcançar uma audiência complementar à de outras plataformas e monetizar seu conteúdo”, diz Gabriela Malta, gerente de parcerias de conteúdo do Twitter Brasil.

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Conheça 10 startups nacionais que se destacam no Capitalismo Consciente

O Instituto Capitalismo Consciente Brasil acaba de divulgar a primeira lista das Startups Conscientes do País. O levantamento, realizado via Linkedin, destaca os modelos de negócios com uma gestão e cultura corporativa guiada por práticas que geram valor financeiro agregado à sustentabilidade e satisfação dos colaboradores.

As empresas sao : Crafto, Dobra, Lumen, Menos1Lixo, Mother, Papel Semente, Pedala, Positiv.A e Smile Flame. Como reconhecimento, as startups ganharam ingressos para participar da primeira “Conferência Latino-Americana sobre Capitalismo Consciente”, que será realizada nos dias 19 e 20 de março, em São Paulo, com o objetivo de discutir formas conscientes e sustentáveis de fazer negócios e gerir equipes. Além disso, as startups receberão uma homenagem no evento.

Para a escolha das startups, o Instituto Capitalismo Consciente Brasil adotou algumas regras: foram apenas consideradas empresas, , que possuem como propósito praticar ações alinhadas com o conceito do capitalismo consciente como modelo de negócios e não como uma iniciativa ou departamento isolado; por fim, foram priorizadas as empresas mais jovens, que contam com estabelecidos pilares de Propósito, Cultura, Liderança e Orientação para stakeholders.

A primeira Conferência Latino-Americana sobre Capitalismo Consciente é aberta para todas as empresas que desejam seguir crescendo e lucrando, enquanto cuidam do meio ambiente, da sociedade, dos seus colaboradores e demais stakeholders.

Capitalismo Consciente – Latin-American Conference 2019

Data: 19 e 20/03/2019

Local: Centro Universitário Senac – Av. Eng. Eusébio Steuvax, 823 – Santo Amaro, São Paulo

Inscrições: http://www.ccbrasil.cc/cclac2019-inscricoes

Empresa desenvolve chatbot interligado ao WhatsApp para todo tipo de serviço

A utilização de chatbots, programas de computador que simulam um ser humano na conversação com pessoas, é uma tendência da automação de marketing em franca expansão e, de acordo com pesquisa do Mobile Time – site de notícias voltado às novidades da indústria móvel -, em 2018 houve um incremento de 27% no número de empresas desenvolvedoras de bots no Brasil.

Participaram da pesquisa empresas distribuídas pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Alagoas.

Um exemplo dessa expansão é o sistema desenvolvido pela empresa paranaense de tecnologia SYM, um mensageiro Inteligente, que trabalha interligado com o WhatsApp, com capacidade de interação com qualquer área de atuação e software do mercado. Com o sistema, é possível fazer agendamentos automáticos, pesquisa de satisfação, distribuição de panfletos e folders digitais, recebimento e armazenamento de arquivos, nos mais variados formatos, inclusive áudios e vídeos.

“O sistema é capaz de perguntar, interpretar as respostas, receber e enviar textos e arquivos de vários tipos, e até inserir no meio do chat, um atendente humano”, explica Júlio dos Reis, diretor e sócio da SYM – Software Your Mode, empresa paranaense focada em desenvolvimento de softwares inovadores e desenvolvedora do Pigeon.

Para ele, o aumento da demanda reforça que as empresas estão buscando por aperfeiçoamento e agilidade no atendimento aos clientes.
“Além de ganharem agilidade no atendimento, as empresas e profissionais liberais conseguem otimizar o tempo para qualificar a entrega de produtos e buscar melhorias nos serviços”, lembra Júlio.

Além do aumento na quantidade de usuários, a pesquisa da Mobile Time mediu o tráfego de mensagens enviadas pelos bots das 66 empresas analisadas durante o período de um ano.

Nesse período, a quantidade de mensagens trocadas com chatbots teve um aumento de 60% – passou de 500 milhões em 2017 para 800 milhões em 2018.

No caso do Pigeon, diariamente, mais de 5 mil usuários utilizam as soluções criadas pelos engenheiros de inovação da SYM.

“O chatbot do Pigeon, mensageiro inteligente adaptado ao que funciona na plataforma do WhatsApp, é capaz de se adaptar aos diferentes mercados e públicos.

E é possível implantá-lo nos setores de educação, saúde, atendimento, varejo, marketing, pets, promoções e qualquer outro segmento de forma muito simples e eficaz”, detalha Luciano Reis, também responsável pelo projeto do Pigeon.

Novo Samsung Galaxy S10 chega à TIM

A TIM inicia a pré-venda dos smartphones da nova geração do Samsung Galaxy. A linha S10 celebra uma década do lançamento do primeiro Galaxy S e chega com três modelos ao mercado. Clientes da operadora terão brindes e descontos1 de até R$ 1.500 no lançamento e poderão explorar ainda mais as funcionalidades dos aparelhos contando com as ofertas inovadoras da companhia na maior rede 4G do Brasil.

Os celulares Galaxy S10 foram projetados para oferecer uma experiência de última geração nos quesitos com os quais os consumidores mais se preocupam. A nova tela AMOLED dinâmica, por exemplo, é um diferencial para assistir vídeos em alta resolução dos parceiros de streaming da TIM, como Netflix e YouTube. Já a câmera com inteligência avançada que facilita a captura de fotos e vídeos é ideal para aqueles que gostam de registrar seus momentos em posts, aproveitando o acesso ilimitado às redes sociais dos planos da operadora.

A pré-venda da TIM acontece na loja virtual (lojaonline.tim.com.br). Quem comprar os modelos S10 e S10e em qualquer plano ganhará como brinde os Galaxy Buds, fones de ouvido sem fio da marca. Já quem adquirir o S10+ leva gratuitamente um smartwatch Galaxy Active. Novos e atuais clientes dos planos TIM Black terão descontos especiais de até R$ 1.500 no smartphone. Além do acesso aos principais apps de redes sociais e vídeo, as ofertas trazem até 30GB de dados, ligações ilimitadas para qualquer operadora, apps de comunicação e mobilidade – como WhatsApp e Waze – e utilização das plataformas TIM Music by Deezer, TIM Banca Virtual e TIM Protect Backup.

Consumidores que forem às lojas físicas da TIM garantem um voucher com mais R$ 100 de desconto na pré-venda pelo site. Para mais informações sobre preços e planos, acesse www.tim.com.br. Para mais informações sobre a linha Galaxy S10, acesse http://www.samsung.com/br/.

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Omiexperience abre primeiro lote de ingressos para festival de empreendedorismo

A Omiexperience, startup que fornece a mais completa plataforma de gestão em nuvem para pequenas e médias empresas, acaba de abrir as vendas do primeiro lote de ingressos para o We Are Omie, evento de empreendedorismo que no ano passado atraiu mais de 2800 pessoas. Os ingressos podem ser adquiridos no link www.eventbrite.com.br/WeAreOmie19.

O We Are Omie, que neste ano acontece no dia 8 de agosto, no Transamérica Expo Center, em São Paulo, é uma oportunidade única de networking e aprendizado prático para empreendedores e contadores brasileiros. O encontro traz cases de sucesso práticos e conteúdo relevante, além de análises e tendências da contabilidade e do empreendedorismo mundial com o objetivo de apontar caminhos para um futuro próspero e de permanente evolução.

Em 2018, o evento contou com palestra magna do economista Ricardo Amorim e palestras sobre a jornada do consumidor, da diretora LATAM da Winning By Design, Renata Centurion; sobre a importância de metodologia em vendas, de Gilberto Cunha Jr., Head da Omie Academy da Omiexperience; sobre construção de marca, do fundador da agência Fábrica e mentor da Endeavor Brasil Luiz Buono; e sobre inovação e resultados, ministrada por Kip Garland, o fundador da primeira consultoria de inovação da América Latina, a innovationSEED, entre outras.

O We Are Omie é dividido trilhas de conteúdo adaptadas aos diferentes públicos do evento. Na trilha Gestão Empresarial Transformadora, empreendedores de sucesso compartilham dicas para uma maior produtividade, menos burocracia, otimização de processos, análise e interpretação de dados e potencialização dos lucros. Já a trilha Marketing e Vendas de Resultado é focada em processos de marketing voltados para tornar uma marca referência no mercado de forma a potencializar seu crescimento exponencial. Por fim, a trilha A Empresa Contábil Perfeita traz insights para contadores e empreendedores contábeis com relação ao novo mundo da contabilidade, que inclui automação de processos, análise e interpretação de dados, consultoria contábil e gestão de crise.

Nesta edição, o We Are Omie oferece ainda um aplicativo que conecta empreendedores de áreas correlatas, o MatchBusiness, que otimiza o networking entre pessoas que podem de fato suprir as necessidades umas das outras.

Outra grande aposta do evento são as sessões de Speed Mentoring, ou mentoria rápida, com grandes mentores, que vão tratar as principais dores do empreendedorismo e da jornada de crescimento,em momentos de bate-papo, com dão orientações e dicas práticas e dicas.

O evento faz parte de uma série de iniciativas da Omiexperience, embaixadora da #culturadocrescimento, visando a ferramentalizar empresários e contadores, de forma a desenvolver o mercado do país como um todo, cumprindo assim seu propósito de levar prosperidade para o ecossistema de PMEs brasileiro.

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HSM entra no mercado de cursos abertos

A HSM Educação Corporativa, reconhecida pelos eventos, livros, revista e cursos in Company, inicia uma nova unidade de negócio em 2019 com objetivo de ampliar acesso aos conteúdos de gestão, inovação e liderança acumulados nos últimos 30 anos. Por meio da HSM University, a plataforma de educação corporativa oferecerá cursos livres e pós-graduação a distância voltados para gestão e inovação.

Os cursos livres, com carga horária de 40 horas, são desenvolvidos a partir das histórias de sucessos dos maiores executivos e empreendedores do mundo. O foco é oferecer aprimoramento das principais competências exigidas pelo mercado de trabalho.

Já a pós-graduação, reconhecida pelo MEC (Ministério da Educação), tem carga horária de 360 horas, que possibilita aprender boas práticas profissionais com materiais que são cases de sucessos e de grandes nomes mundiais da gestão. No portfólio inaugural já constam cursos como Gestão Estratégica de Negócios, Gestão de Projetos, Gestão Estratégica de Pessoas e Transformação Digital. Durante todo o curso, os alunos terão acesso a coaching e mentoria, as principais bibliotecas virtuais e a tópicos de gestão empresarial em vídeos, ebooks, artigos e podcasts exclusivos. Todos os cursos são certificados pelo Centro Universitário UNA e HSM University.

Ambas as escolhas contam com um time qualificado de professores e mestres que atuarão na curadoria e aprimoramento do conteúdo junto aos alunos. Além disso, todos as aulas são ministradas a distância, possibilitando que estudantes tenham acesso a grade curricular da HSM University de todo o Brasil.

De acordo com o CEO da HSM University, Fábio Figueiredo “Até o final do ano, a nossa expectativa é que a plataforma tenha mais 55 novos cursos livres e de pós-graduação, e uma base de mais de 10 mil alunos”.

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Plano Nacional de Internet das Coisas precisa sair da retranca

Por Werter Padilha

Segundo a McKinsey, a Internet das Coisas (IoT) tem o potencial de movimentar US$ 200 bilhões no Brasil, a partir de 2025, contribuindo para a melhora na competitividade da economia nacional, no aprimoramento dos serviços públicos e na qualidade de vida da população. É um mercado que movimenta softwares, dispositivos, serviços e conectividade, provendo-os para todos os setores econômicos e serviços públicos. Os números mundiais também são impactantes e nós, brasileiros, queremos nos posicionar entre os principais mercados globais de IoT. Mas, em qual estágio o Brasil se encontra?

Para responder a esta questão, quero me referir à uma nova versão da metáfora do copo: “O pessimista verá o copo meio vazio. O otimista, o verá meio cheio. O empreendedor vai em busca de mais água para completar o copo”.

Em 2016, quando o Brasil deu o pontapé para a elaboração do Plano Nacional de IoT (IoT.br), a iniciativa conferiu ao país uma posição entre os primeiros a se preocupar em ter políticas macro para essa tecnologia. Financiado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o consórcio foi capitaneado pela consultoria McKinsey, com a participação do Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD) e do escritório Pereira Neto I Macedo Advogados. Ou seja, formou-se uma seleção com ótimos participantes, que contou ainda com o apoio de um comitê consultivo, do qual tive o privilégio de ser um de seus integrantes.

Deste esforço compartilhado passo a passo com a sociedade, por meio da divulgação de relatórios, realização de pesquisas e eventos envolvendo mais de 4.000 profissionais, elaborou-se o IoT.br com, 76 ações e identificação de quatro ambientes prioritários para o uso em larga escala da IoT: agronegócio, saúde, cidades e indústria, apresentado ao público no final de 2017. Entretanto, atualmente, o mercado vive a expectativa de sua oficialização como política pública brasileira, pois falta a assinatura presidencial no documento que estabelecerá as principais diretrizes.

É relevante destacar que, mesmo no aguardo da oficialização do IoT.br, tivemos o BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento); a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep); a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae); a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii); a Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), entre outros, disponibilizando, em 2018, ações e linhas de financiamentos à inovação, por meio de chamadas públicas e editais, que já estão estimulando o desenvolvimento de tecnologias IoT inovadoras para as verticais priorizadas, seja por meio de testbeds, networking e incentivos à construção de ecossistemas. Uma demonstração clara de que todos os que trabalharam na montagem do plano estão conscientes do senso de urgência de “fazer acontecer”.

Comparando o atual cenário com uma partida de futebol, diria que o Brasil preparou de forma muito competente sua estratégia de jogo em IoT para entrar no ataque desde o início, mas está, atualmente, na retranca, desde a divulgação do IoT.br, em 2017. Em 2018, “jogadores” habilidosos em campo realizaram algumas jogadas individuais, conduzidas pelos órgãos de fomento à inovação, centros de inovação e pesquisa, empresas e startups. Eles têm mantido a bola em movimento, mas o Brasil necessita que o programa de políticas públicas saia do papel, com a assinatura do decreto por parte do presidente e a fim de voltar ao ataque como protagonista em IoT no mundo.

Cogita-se que a questão tributária seja um importante entrave para a assinatura do decreto, pois discute-se em quanto taxar as novas receitas advindas de IoT. Mas, o bom senso deve prevalecer. É certo que o MCTIC e o Ministério da Economia sabem que esta equação tem que ser bem resolvida e podem propor estratégias viáveis para desenvolver IoT no Brasil para que o país não fique dependente de subsídios, não acarrete insegurança jurídica ou desincentivo ao empreendedorismo brasileiro.

Precisamos ser incentivados para a produção de soluções de IoT, envolvendo softwares, middlewares, dispositivos, serviços e conectividade. Mas, naturalmente que existirá algum tipo de tributação, pois o Estado precisa arrecadar. Por fim, como sempre digo: Não estamos em uma corrida de 100 metros rasos. Estamos correndo a “maratona mundial de IoT” e, nesta disputa, a estratégia é a de nos mantermos no pelotão de elite, formado por Estados Unidos, Coreia do Sul, China, entre outros países. E, que não nos deixemos levar pelo pessimismo e que continuemos a encher o copo com nossa capacidade empreendedora e inovadora.

Por Werter Padilha, Coordenador do Comitê de IoT da ABES

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iClinic adquire a base da indiana Practo no Brasil e abre temporada 2019 de aquisições

A startup iClinic, líder nacional em soluções em nuvem para clínicas e consultórios médicos, começa 2019 com aquisições. A empresa acaba de adquirir a base de clientes da empresa indiana Practo no Brasil, que oferece um software de gestão e agendamento online.

A aquisição faz parte de um forte processo de expansão da iClinic. Ano passado a empresa realizou o mesmo movimento com outras duas empresas, dentre elas a carteira de clientes da P2D Prontuário Universal, que possuía um sistema de prontuário eletrônico. Para este semestre, estão previstas mais duas aquisições. A iClinic estima que as cinco aquisições juntas devam somar mais de 6 mil clientes à base da companhia e acrescentar R$ 20 milhões de faturamento nos próximos dois anos.

De acordo com o fundador e CEO da iClinic, Felipe Lourenço, as aquisições são um meio de acelerar o crescimento da empresa. “O mercado ainda carece de soluções de ponta quando o assunto é tecnologia aplicada à gestão em saúde. Clínicas e consultórios ainda sofrem com problemas básicos da falta de digitalização como a grande ineficiência gerada pela dependência do papel, baixa presença online e dificuldades na gestão do negócio. A tecnologia já está disponível, o que precisamos é apresentá-la ao médico, colocá-la em seu campo de visão e deixar claro os benefícios para o exercício da medicina. As aquisições visam reforçar o nosso acelerado ritmo de expansão e tendem a acelerar essa aproximação”, explica.

Digitalização potencializa Telemedicina

Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou a realização de consultas online, telecirurgias e telediagnóstico, entre outras formas de atendimento à distância. Formado em Informática Médica e especialista em Gestão de Saúde, ambos pela USP, Lourenço vê a autorização com otimismo, mas pondera que o processo tem que ser implantado com responsabilidade e cautela.

“É curioso porque quando falamos em tecnologia aplicada à medicina, a barreira não é a viabilidade técnica, mas sim cultural e regulatória. Por isso esse posicionamento do CFM é importante. Agora se quisermos falar em saúde digital e Telemedicina em todo o seu pleno potencial, temos que começar da base. De maneira simples, o que quero dizer é que hoje temos um bocado de sistemas com tecnologias ultrapassadas em clínicas e consultórios, que na grande maioria das vezes não se conversam. Para se falar em saúde digital em grande escala, três etapas são essenciais: digitalização, padronização e conexão. E esse é o papel da iClinic nesse ecossistema”, finaliza.

Desde sua fundação, em 2012, a health tech já beneficiou mais de 18 milhões de pacientes por meio de 80 milhões de atendimentos.. Atualmente, sua solução é usada em mais de 930 cidades em cerca de vinte países, especialmente Brasil e Angola.

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88i é aprovada em programa global de startup da Singularity University

A 88i, plataforma de serviços digitais para seguros e blockchain, foi aprovada no Global Startup Program (GSP) da Singularity University, corporação do Vale do Silício que oferece programas educacionais e uma incubadora de empresas.

O GSP é um programa abrangente para startups que buscam transformar ideias radicais em impacto tangível e em escala global. As empresas selecionadas participam de workshops estruturados e imersivos, com três fases exclusivas (Ativar, Acelerar e Conectar), e trabalho de campo intensivo em vários locais ao redor do mundo. “Por meio deste programa, temos acesso aos melhores recursos e especialistas para executarmos nosso projeto”, ressalta Rodrigo Ventura, CEO e co-fundador da 88i.

Rodrigo Ventura decidiu criar a 88i após validar sua tese no Startup Weekend Blockchain Techstars, evento patrocinado pelo Google e pela TechStars, braço de inovação do banco Barclays da Inglaterra. A plataforma nasce com o objetivo de mudar o paradigma na contratação de seguros e capilarizar a venda em território nacional, por meio de minicorretores. O intuito é proteger um bilhão de pessoas e democratizar o mercado de seguros, promovendo a inclusão social.

Grupo Movile irá contratar mais de 100 profissionais de Inteligência Artificial em 2019

De acordo com um levantamento da consultoria PricewaterhouseCoopers (PwC), a previsão para o mercado de IA é de movimentar US$ 70 bilhões no mundo em 2020. Isso por conta do forte avanço da área nos últimos anos, além da compreensão de como o uso de dados pode ser precioso para os negócios e decisões mais assertivas dentro das empresas.

A Movile, um dos líderes globais de marketplaces móveis e que possui metas ambiciosas para os próximos anos, está de olho nesse mercado que promete ser um dos mais promissores globalmente. Além de ter pilares muito bem definidos, como logística urbana, pagamentos e bots para atendimento, a empresa concentrará ainda mais esforços e investimentos nesta tecnologia, tanto por meio de novas contratações, quanto pela criação de uma área específica de inteligência artificial dentro da companhia, que irá ampliar essa cultura por todos os departamentos.

De acordo com Bruno Henriques, VP de Inteligência Artificial da Movile e responsável por alavancar esse desenvolvimento de cultura na empresa, a IA parece distante, mas não é. “Já utilizamos a tecnologia em nosso dia a dia e nem nos damos conta! Ela está presente no uso de aplicativos, reconhecimento de imagens, carros autônomos, assistentes virtuais, entre muitos outros exemplos. É uma nova e poderosa forma de processar dados e devemos aprender a usá-la cada vez mais, pois isso nos ajudará a tomar decisões mais ágeis, precisas e inteligentes”, explica Henriques.

E a ambição não para por aí: o grande desafio da Movile – que já está sendo colocado em prática – é montar um time com mais de 100 especialistas em machine learning, número que dificilmente já foi alcançado por alguma outra companhia, para trabalhar nos principais desafios que as organizações enfrentam hoje.

Segundo Henriques, as empresas brasileiras não possuem esse olhar mais diversificado de IA por acreditarem que é um conceito que se limita à tecnologia. “A Movile vem se destacando nesse cenário, uma vez que é uma das pioneiras no Brasil a criar essa cultura e proporcionar capacitação dos profissionais deste mercado. Queremos que todos usem Inteligência Artificial para propor soluções internas e externas, a criação de uma área voltada para esse segmento é uma ação inovadora e que oferecerá um grande avanço no Brasil”, diz o executivo.

Além disso, a empresa pretende criar parcerias estratégicas com universidades a fim de investir nos centros laboratoriais. Em São Carlos, por exemplo, há projetos para a construção de um laboratório universitário de IA para auxiliar em uma formação mais prática e complexa de profissionais. Tudo com foco no desenvolvimento desse ecossistema.

Como toda tecnologia nova, é preciso um amplo investimento na formação e capacitação dos profissionais de diversos níveis e departamentos. Por isso, recentemente, a Movile financiou dez bolsas para especialização de profissionais do Grupo em IA. Além disso, um profissional foi contratado pelo iFood, empresa de food delivery investida do Grupo, para auxiliar no curso interno a fim de treinar os funcionários no nível básico de data science e permitir a entrada nos temas mais avançados de machine learning.

“O mais interessante é que as empresas não estão mais com medo de dizer o que estão fazendo por meio de inteligência artificial, porque o segredo não está mais no algoritmo e sim na capacidade de coletar, preparar e usar os dados, o que traz o valor do negócio”, finaliza Henriques.

Sobre a Movile

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Paraná aposta em rede de blockchain para gestão pública desburocratizada

Na última semana, representantes do setor de TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) do Paraná se encontraram em Curitiba para lançamento do programa Paraná Hub Blockchain, promovido pela Celepar. A Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná é uma sociedade de economia mista do governo do Estado do Paraná, e lançou o programa em parceria com a empresa canadense de soluções e inovação ‘Blockchain Research Institute’ (BRI).

O objetivo é criar uma gestão pública desburocratizada, ágil e, acima de tudo, com transparência baseado na tecnologia blockchain para agilizar processos e impedir desvios de recursos públicos. Carl Amorim, executivo da BRI Brasil explicou como o Paraná pode evoluir com o blockchain e se tornar um centro de atenção com a criação de políticas públicas, controle de gastos, orientação estratégica e abertura de novos mercados. “Vamos oferecer as condições para que o Paraná se transforme em um hub de tecnologia blockchain no Brasil, exportando essa expertise e servindo de referência para outros estados da federação”, disse.

O diretor-presidente da Celepar, Allan Costa, ressaltou a importância dessa parceria na desburocratização e inovação no serviço público. “Somos pioneiros no Brasil nessa iniciativa, quebrando paradigmas, colocando todos os órgãos do governo para conversar, e transformando a maneira de entregar serviços ao cidadão”, destacou.

Allan Costa enalteceu ainda “vamos levar a Celepar a um novo patamar, respeitando a história da tecnologia da informação, mas sendo protagonista no papel de inovação para que o Paraná se torne o estado mais inovador do país”.

Recentemente a Software by Maringá, entidade que reúne mais de 100 empresas de TI e startups, também anunciou a criação da Rede Maringaense de Blockchain que visa estimular a aquisição de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento da região. De acordo com Luis Marcos Campos, presidente da entidade, “a ideia é escalar o faturamento do setor por meio da aquisição de conhecimento, pesquisa e desenvolvimento locais. Maringá tem grande tradição cooperativista, e a blockchain tem tudo a ver com cooperativismo e inclusão. É exatamente sobre esta visão que o sistema nasceu e guarda grande potencial de gerar riqueza e bem-estar social”, explica.

Guilherme Furlaneto, V.P. de Qualidade, Diretor Adjunto da Câmara de negócios financeiros (Fintech) da Software by Maringá e especialista em blockchain pela Oxford University, esteve presente no evento e participou de um painel sobre Blockchain.

De acordo com Fulaneto, a SbM está focada em trazer novas tecnologias de produção de software para empresas de TIC da região e auxiliar no desenvolvimento de um ecossistema regional especializado. “Maringá acaba de anunciar a criação de uma infraestrutura blockchain local, a criação de uma rede maringaense de blockchain com participantes das mais diferentes esferas. Com isso, queremos potencializar negócios de blockchain em nível nacional, em especial para as empresas voltadas ao agronegócio, contando com empresas especializadas em agrotech (tecnologia de agricultura). O objetivo é criar soluções para rastreabilidade de produtos agropecuários, em conjunto com a CELEPAR e a iniciativa blockchain do estado do Paraná para fomento a políticas públicas”, explica. Além de agrotech, está no radar da entidade aplicações de blockchain para construção civil (construtech), saúde (healthtech) e para o setor público.

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Cognizant aposta em ecossistema de inovação e passa a atuar no InovaBra Habitat

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, aposta em ecossistema de inovação e passa a atuar no inovaBra habitat.

“O Habitat é um ambiente extremamente inovador, que nos permite um espaço amplo para o desenvolvimento de projetos, realização de workshops de design thinking, além da possibilidade de criar protótipos para ideias e demonstrar cases e soluções”, afirma Eduardo Guerreiro, diretor de Negócios Digitais da Cognizant.

O Habitat une empresas, startups, investidores, mentores e empreendedores, possibilitando a geração de novos negócios e o desenvolvimento de soluções inovadoras com base no networking e na colaboração. O espaço conta com mais de 130 startups e aproximadamente 50 empresas dos mais diversos segmentos.

“Queremos também investir no relacionamento com startups, selecionando as que oferecem soluções aderentes ao nosso negócio e oferecendo toda a nossa força comercial para impulsionar os negócios dessas empresas que estão começando no mercado. Essa troca de conhecimentos e a sinergia com as startups nos permitem oferecer soluções personalizadas de acordo com as necessidades de cada cliente”, comenta Fabio Guimarães, responsável pela atuação da Cognizant Digital Business no Habitat.

O conceito Cognizant Lab para o Habitat visa atuar em quatro eixos complementares: Soluções, Prototipação, Parcerias e Comunicação. Os dois primeiros eixos visam abordar cases reais e o desenvolvimento de protótipos inovadores. O terceiro eixo visa expandir o relacionamento com startups e outras empresas. Enquanto que o eixo de comunicação, difunde dentro e fora do ecossistema a atuação da Cognizant.

O InovaBra Habitat é organizado em vertentes tecnológicas como Blockchain, Inteligência Artificial, Big Data e Algoritmos, Internet das Coisas e Plataformas Digitais. Em todos esses agrupamentos a Cognizant permite a demonstração e experimentação de soluções já desenvolvidas.

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Maior evento de logística da América Latina começa na próxima semana

Na próxima semana, São Paulo será palco do maior evento de logística, transporte de cargas e comércio exterior da América Latina, a Intermodal South America, que chega à sua 25ª edição. E para celebrar mais de duas décadas na liderança destes mercados, o evento reúne durante três dias de realização, de 19 a 21 de março, mais de 400 marcas expositoras, de 22 países, no São Paulo Expo, para o fomento de novos negócios que impulsionem ainda mais o desenvolvimento do setor no País.

Entre elas estarão as principais empresas de equipamentos, produtos e serviços para o mercado de movimentação de materiais e intralogística como um todo, um dos focos do evento neste ano, como a BYD, uma das referências quando o assunto são empilhadeiras. De acordo com o diretor de vendas da marca na América do Sul, Henrique Antunes, os principais destaques da BYD na Intermodal deste ano serão suas soluções 100% elétricas, como os modelos ECB35 e RTR16, conhecidos pela utilização de baterias de ferro lítio, que garantem mais autonomia aos mesmos.

“Somos a vanguarda da tecnologia em baterias de fosfato de ferro lítio, somos líderes mundiais neste segmento. E por termos o sistema completo, conseguimos deixar nossas empilhadeiras no topo quando se trata de produtividade. Permitimos maior agilidade e menor custo com manutenção, além de reduzir riscos de acidentes e de diminuir o consumo de energia em até 30%”, afirma.

Quem também reserva para o evento suas últimas novidades neste sentido é o Grupo Kion, responsável por marcas reconhecidas neste segmento, como Linde e Still. Segundo o gestor comercial de ambas as empresas, Murilo Marin, serão expostos cinco modelos de empilhadeiras de última geração na Intermodal: a H70 T da Linde e as FMX NG, RX 20-20, EGV e OPX 25 da Still. “Temos preparado uma participação recheada de novidades, explorando toda a nossa expertise, que é de entregar soluções completas aos nossos clientes. São recursos que vão desde a estrutura, passando pelos equipamentos e pela oferta de soluções de supply chain de forma integrada, aplicando na prática o conceito de Indústria 4.0”, pontua.

Estes são apenas alguns dos produtos exclusivos que serão apresentados na Intermodal 2019, que recebe ainda as principais companhias dos modais rodoviário, ferroviário, aquaviário e aéreo, além de empresas especializadas em serviços logísticos em geral e de desenvolvedores e fornecedores de novas tecnologias, como tecnologia da informação, telemática, e-commerce, softwares e etc. Ao todo, mais de 33 mil profissionais são esperados nesta edição.

25 Anos de Intermodal – Também em comemoração aos 25 anos de evento, a Informa Exhibitions, organizadora da Intermodal, promove uma exposição exclusiva que retrata em imagens toda a história da feira até aqui, assim como os principais fatores econômicos e sociais que impactaram o setor no mesmo período.

Encontro Metroferroviário – Simultaneamente à Intermodal, o São Paulo Expo recebe também o maior evento dedicado ao mercado metroferroviário da América do Sul, o NT Expo – Negócios nos Trilhos, que reúne autoridades, empresários e especialistas para o debate a respeito do futuro do setor no País.

25ª Intermodal South America

Data: 19 a 21 de março

Horário: Das 13 às 21 horas

Local: São Paulo Expo – Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda, São Paulo – SP

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Bancos e seguradoras ficam para trás na corrida da transformação digital, aponta relatório da Capgemini

Um novo relatório do Instituto de Pesquisas da Capgemini revela que as empresas de serviços financeiros estão ficando para trás na transformação digital em comparação com outros setores da economia. Afinal, as companhias financeiras reportaram uma queda da confiança em suas capacidades digitais e a falta de habilidade, liderança e visão coletiva necessárias para moldar o seu futuro digital.

O relatório, parte do Global Digital Mastery Series da Capgemini, examina o sentimento sobre as capacidades de liderança e digital entre executivos de bancos e seguradoras comparando com um estudo equivalente de 2012. Mais de 360 ​​executivos de 213 empresas, cuja receita combinada em 2017 representa aproximadamente US$ 1,67 trilhão, foram entrevistados.

As principais constatações incluem:

Confiança nas capacidades de liderança e digital afundou desde 2012

Em comparação com 2012, uma proporção menor de executivos de serviços financeiros disse que suas organizações tinham as capacidades digitais necessárias para serem bem-sucedidas – com aqueles com “confiança” caindo de 41% para 37%. Desmembrando esse dado, embora mais executivos sentissem que tinham as capacidades digitais necessárias na experiência do cliente (40% em comparação com 35%), a confiança nas operações teve uma queda significativa. Apenas 33% dos executivos disseram que tinham as capacidades operacionais necessárias, em comparação com os 46% de 6 anos atrás.

Um déficit na questão da liderança também foi citado, com apenas 41% dos executivos dizendo que suas organizações têm a capacidade de liderança necessária, abaixo dos 51% de 2012. Em algumas áreas específicas, a confiança na liderança caiu significativamente, incluindo governança (de 45% para 32%), engajamento (de 54% para 33%) e na relação entre TI e negócios (de 63% para 35%).

O domínio digital mostra-se ilusório

No framework de “digital mastery” (“domínio digital”), da Capgemini, apresentada no relatório, apenas 31% dos bancos e 27% das seguradoras são considerados “digital masters” ou “mestres digitais”, enquanto 50% e 56%, respectivamente, são classificados como iniciantes.

Os executivos também criticaram a falta de uma visão convincente para a transformação digital dentro de suas organizações. Apenas 34% dos entrevistados nos bancos e 24% nas seguradoras concordaram com a afirmação de que “nossa visão de transformação digital se alinha com o das unidades organizacionais internas”, enquanto apenas 40% e 26%, respectivamente, falam que “há um roadmap de alto nível para a transformação digital”.

A transformação bancária tomou o centro do palco, enquanto o mercado de seguros coloca o foco na automação

Embora as jornadas de transformação digital dos bancos estejam bem encaminhadas, o setor chegou a uma encruzilhada, cita o relatório, ao tentar atender às crescentes expectativas digitais dos clientes, gerenciar as pressões de custo e competir com as novas empresas de tecnologia. Menos da metade dos bancos (38%) afirmam ter as capacidades digitais e de liderança necessárias para a transformação digital. Mas o setor de seguros está se recuperando, com apenas 30% reivindicando ter os recursos digitais necessários e 28% admitindo ter os recursos de liderança necessários.

O setor bancário, no entanto, ultrapassa os setores de serviços não financeiros em recursos como experiência do cliente, capacitação da força de trabalho e alinhamento da tecnologia com os negócios. Dentre as empresas bancárias, 56% delas disseram que usam analytics para um marketing mais eficaz – em comparação com 34% de seguros e 44% do setor de serviços não financeiros. Mais da metade (53%) das organizações bancárias também afirma que o aprimoramento e a reciclagem de suas habilidades digitais são uma prioridade para elas, comparado com 32% para seguros e 44% para serviços não financeiros.

Um ponto de vantagem para as seguradoras é a automação operacional, com 42% dos executivos afirmando que usaram RPA (automação de processos robóticos, na tradução), contra 41% dos bancos e 34% relatando o uso de inteligência artificial nas operações – em comparação com 31% dos executivos de bancos.

Mais desafios à frente

Por outro lado, a inovação do modelo de negócios, definição de uma visão e propósito claros, cultura e engajamento são alguns pontos que são desafiadores tanto para o setor bancário quanto para o de seguros. Apenas 33% das seguradoras e 39% das organizações bancárias lançaram novos negócios baseados em tecnologias digitais, enquanto 41% do setor de serviços não financeiros o fizeram.

Enquanto o setor bancário está em linha com a média dos serviços não financeiros, apenas cerca de um terço (34%) dos bancos tinham uma visão digital alinhada com suas unidades organizacionais. O seguro está ainda mais atrasado, com apenas um quarto (24%) tendo uma visão abrangente. Também em termos de aspectos culturais, apenas 33% dos bancos e 25% das organizações de seguros acreditavam que seus líderes estavam adotando novos comportamentos necessários para a transformação digital, em comparação com os 37% nas organizações de serviços não financeiros.

“Esta pesquisa mostra que uma verificação da realidade ocorreu em todo o mercado de serviços financeiros, já que os executivos agora entendem a verdadeira extensão do desafio da transformação digital. Em um ambiente de crescente competição e expectativa do consumidor, a visão é muito diferente da de alguns anos atrás, e não surpreende que grandes organizações tenham se tornado mais realistas sobre suas capacidades”, disse Anirban Bose, CEO da Capgemini’s Financial Services e membro da Conselho Executivo do Grupo.

“Ao mesmo tempo, esse é um alerta para que bancos e seguradoras reexaminem seus modelos de negócios. O modelo operacional do futuro é colaborativo, inovador e ágil. Os “digital masters” que analisamos estão trabalhando com um ecossistema de parceiros terceirizados, desenvolvendo e testando ideias mais rapidamente sob um modelo de MVP (Model View-Presenter) e alimentando uma cultura de inovação e experimentação de baixo para cima. A maioria das empresas de serviços financeiros precisa aprender com o pequeno grupo de inovadores genuínos em seu campo”, concluiu Bose.

O relatório pode ser baixado aqui.

Metodologia

O Instituto de Pesquisa da Capgemini entrevistou 1.338 líderes empresariais no nível de gerentes ou acima de 757 organizações, com 71% das organizações relatando receitas de mais de US$ 1 bilhão no ano fiscal de 2017. No setor de serviços financeiros, pesquisou 369 líderes empresariais no nível de gestores ou acima, em 213 organizações de serviços financeiros. Além disso, o setor bancário representa 200 entrevistados em 125 organizações e o de seguros inclui 169 entrevistados em 88 organizações.

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Rede Cigam projeta duplicar seu tamanho até 2021

A Rede Cigam, fornecedora de software de gestão empresarial (ERP, CRM, RH, PDV, BPM, Mobile e BI) projeta duplicar seu tamanho em três anos. A companhia cresceu 15% em 2018, ano em que concluiu sua preparação para este desenvolvimento planejado e sustentável e investiu mais de 6 milhões em inovação e transformação digital. Uma estratégia sólida tendo como principais pilares o aumento e qualificação dos parceiros comerciais em todo o território nacional.

Para sustentar este crescimento a companhia está ampliando sua capilaridade e planeja oito novos parceiros. Segundo o CEO da Cigam, Robinson Klein, a empresa conta com revendas em diversos estados, que correspondem por 70% do faturamento da empresa.

“Em um ano difícil como 2018 a operação cresceu 15%. Só no último trimestre registramos um crescimento de 250% em vendas se comparado com o primeiro trimestre do ano, e nossos parceiros registraram aumento médio de 25% no faturamento em relação a 2017. Estes números mostram que a confiança do mercado está voltando e, por isso, estamos com um plano de ação para aproveitarmos as oportunidades apostando na qualificação e ampliação da nossa rede de parceiros”, explica Klein.