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Service IT aposta no setor varejista para crescer em São Paulo

A Service IT , empresa brasileira de tecnologia com 23 anos de atuação, aposta no setor varejista para crescer no Estado de São Paulo. A regional tem faturamento de R$ 70 milhões e projeta crescimento de 30% para este ano.

Atualmente, o varejo movimenta cerca de R$ 58 bilhões em São Paulo, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP). “É um segmento que precisa se modernizar para se manter produtivo e também para reter um consumidor cada vez mais conectado”, analisa Carlos Almeida, Diretor da Regional SP da Service IT. “Além disso, apostamos muito em segmentação. Como trabalhamos com uma vasta gama de parceiros, podemos sempre oferecer soluções personalizadas para cada empresa levando em conta características como cultura corporativa e o ambiente de transformação digital no qual ela se encontra.”

A área que se destaca é a segurança cibernética, cada vez mais vital para as companhias. “As empresas já entenderam que precisam proteger seu perímetro e melhorar as políticas de segurança. Mas o desafio agora é maior.”, observa Almeida. “Não se trata apenas de reagir adequadamente a ataques cibernéticos, mas também de proteger a reputação das marcas ante clientes e parceiros e evitar prejuízos financeiros.”

Destaque também para a área de Managed Services, cada vez mais procurada pelas empresas para profissionalizar a cadeia de administração de infraestrutura e atendimento aos usuários finais. Além do varejo, outros setores que crescem em São Paulo são os de utilities, de telecomunicações e de finanças.

Para continuar crescendo, a ideia agora é investir cada vez mais em segurança cibernética. Ajudando nossos clientes na jornada de adequação para a LGPD e melhoria dos controles de segurança com o nosso Security Operation Center.

A Service IT tem hoje 24 anos de atuação, com faturamento de R$ 95 milhões e presença em três países da América Latina.

Startup entrega experiência humanizada por meio da inteligência artificial aplicada em voz

É inegável que a Inteligência Artificial (IA) terá um impacto profundo na sociedade e na maneira como as corporações operam seus negócios. Destacando-se como uma das tecnologias mais transformadoras da Era Digital, a tecnologia, ao contrário do que se imagina, tem ajudado a melhorar, cada vez mais, a experiência entre empresas e cliente, além de tornar os processos muito mais efetivos.

A inteligência artificial se mostra necessária para acabar com as horas intermináveis de trabalho repetitivo e trazer mais produtividade. O volume de aplicações dessa tecnologia em empresas de diversos setores tem crescido rápido e exponencialmente, influenciando o modo como as organizações conduzem seus negócios, investimentos e estratégias.

A Loud Voice Services, startup referência que trabalha com a humanização de robôs, é um exemplo. Cada vez mais a empresa tem implantado suas soluções em grandes corporações e isso está revolucionando a experiência dos clientes. Atenta às potencialidades da tecnologia e como ela poderia melhorar o atendimento das empresas, a startup aplica a inteligência artificial em voz e prepara os devices para atender qualquer demanda.

“Na prática, não fica aquela ligação ‘aperte 1 para x’ ou ‘aperte 2 para y’. Com nossa solução, é possível, em uma única experiência, plugar um STT Google, o TTS Amazon e a base de conhecimento da IBM Watson, por exemplo, e isso faz com que toda a experiência seja pensada para ter o melhor desempenho e que seja personalizada conforme a necessidade de cada cliente”, explica Felipe Almeida, fundado e CEO da Loud Voice Services.

O empreendedor explica que, com a intervenção da inteligência artificial, os colaboradores estão trabalhando mais suas competências humanas e deixando para os robôs as atividades repetitivas. “Os devices não estão aqui para tomar o lugar do humano, mas sim para otimizar alguns processos morosos e fazer com que essas pessoas pensem com mais estratégia”, pontua.

Hoje, a startup consegue reduzir em até 70% os custos com os canais de atendimento das empresas, fazendo com que ela se tornem mais produtivas. Em menos de um ano no mercado, a Loud Voice Services já atendeu empresas como a Oracle, para o programa Global Scale Up, e realizou uma parceria de negócios com a Amazon Web Services, focada na assistente virtual Alexa.

Grupo IN implementa canal de divulgação de vagas de BI e Analytics

O Grupo IN, Elite Master Reseller da Qlik no Brasil, apresenta um novo canal de divulgação de vagas voltado ao mercado de Dados, Business Intelligence e Analytics que ficará hospedado dentro do site da Academia IN.Qualquer empresa com vagas abertas neste segmento poderá publicar suas oportunidades gratuitamente neste canal.

O objetivo da iniciativa é contribuir com o desenvolvimento deste mercado, ajudando parceiros, clientes e também outros players do setor. “Por meio da Academia IN, nós organizamos treinamentos para os produtos e soluções oferecidas pelo Grupo IN. Nosso próximo passo, com o canal de vagas, é ajudar nossos alunos a identificarem boas oportunidades e qual caminho seguir.”, explica Alessandra Domingues, coordenadora da Academia IN.

A Academia IN surgiu há sete anos para fomentar os treinamentos sobre a solução Qlik, oferecida pelo Grupo IN. Com o passar dos anos, identificou-se a necessidade de ampliar a abrangência dos cursos, incluindo um contexto mais amplo de análise de dados. Atualmente, o site da Academia registra cerca de 5.000 acessos mensais, um crescimento de 500% em relação a setembro de 2018. Ao longo de sua história, mais de 1.000 profissionais foram capacitados pela plataforma.

Todas as vagas estarão disponíveis no link: https://www.academiain1.com.br/vagas/

Vagas no Grupo IN

A Inteligência de Negócios uma empresa do Grupo IN está com cinco vagas abertas: 1 vaga de Suporte Qlik, 2 vagas de QlikView Pleno e 2 vagas de QlikView Sênior. As vagas já estão disponíveis no novo portal e os interessados podem se candidatar por meio do link: http://www.academiain1.com.br/oportunidades/

Como engajar colaboradores remotos

Hoje em dia 70% dos brasileiros gostariam de trabalhar remotamente, segundo pesquisa da consultoria de recursos humanos Randstad. Apesar disso, 53% dos profissionais brasileiros não fazem home office, segundo o Ibope Conecta. Os números reforçam a importância das empresas se adaptarem a novos modelos gestão, onde o trabalho remoto é possível e liberado.

Segundo outro relatório, o Future Workforce Report 2018 lançado pela UpWork, o trabalho remoto cresceu nas empresas nos últimos três anos — 63% dos departamentos possuem pelo menos uma pessoa no time que desempenha suas atividades à distância. No entanto, das mais de mil organizações analisadas pelo estudo, 57% não têm políticas internas estabelecidas para essa modalidade de trabalho. Um dos maiores desafios é fazer a gestão de presença dos colaboradores remotos e manter a transparência das relações profissionais.
A pesquisa do Ibope Conecta levantou também que 90% dos profissionais consideram o ambiente de trabalho moderno (com carga horária flexível e possibilidade de trabalhar em casa, segundo definição da pesquisa) como um fator decisivo para analisar propostas de emprego. “Os colaboradores já vivenciam no seu dia a dia experiências de trabalho remoto. É comum haver reuniões por vídeo chamadas, ou o uso expressivo do e-mail para comunicação interna. Às vezes a empresa não precisa fazer um grande investimento para proporcionar o trabalho remoto de seus times, basta oficializar as práticas”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa de saúde corporativa.

Reunimos aqui quatro tendências adotadas por grandes corporações para garantir o engajamento mesmo à distância.

Para vestir a camisa

Se sentir fazendo parte de um grupo pode ser mais desafiador quando há distância. Por isso, algumas ferramentas tecnológicas, podem ajudar muito a gerar sensação de pertencimento e ainda melhorarem a qualidade de vida do colaborador. Muitas empresas adotam aplicativos que usam estratégias de gamificação para gerar engajamento. É o que acontece com a Ambev. A organização utiliza o aplicativo de saúde corporativa da GoGood. A ferramenta estimula os colaboradores a adquirirem uma melhor qualidade de vida, propondo uma competição saudável que resultará na realização de uma ação social. Pelo aplicativo é possível formar times com colaboradores remotos, que podem participar da ação independente da sua localização. Os times conquistam pontos conforme adquirirem uma boa alimentação, praticarem exercícios e conquistarem uma boa qualidade de sono.

Para se manter informado

A partir do desafio de melhorar a comunicação interna da unidade, nasceu o UNJ em Minutos, iniciativa da Unidade de Justiça (UNJ) da Softplan, uma das maiores desenvolvedoras de software do Brasil. A prática ocorre há dois anos e apresenta comunicados oficiais, bate-papo com especialistas e a cultura da empresa de uma maneira leve, em formato de vídeos. A linguagem é descontraída e atinge toda a Unidade de Justiça e Unidades Corporativas, incluindo os colaboradores que atuam fora da Sede da empresa, em todas as regiões do Brasil. As edições têm alto índice de engajamento, atingindo cerca de 70% dos 1,5 mil colaboradores da Unidade. As pautas são sugeridas pelos colaboradores e há edições especiais, transmitidas ao vivo, nas quais é possível interagir nos comentários. “O UNJ em Minutos faz nós, que estamos longe da sede, nos sentirmos parte de um time só. Sinto que as informações chegam pra nós como se estivéssemos em Floripa. Acho a iniciativa incrível”, foi um dos comentários anônimos feito por um colaborador da companhia, obtido por meio de uma pesquisa de satisfação realizada pelos gestores do programa.

Para uma boa comunicação

Para Gabriel Leite, CMO e Co Founder da Feedz — startup de Florianópolis (SC), que desenvolve uma plataforma para gestão ágil e estratégica de pessoas — uma boa comunicação interna é a chave para o engajamento dos times. Para solucionar os problemas de comunicação interna e estabelecer uma cultura de valorização dos talentos, a tecnologia é uma grande aliada. “Temos um cliente com cerca de 1.200 colaboradores, em que mais da metade trabalha remotamente. Eles comentam que usando a nossa plataforma conseguiram aproximar as pessoas. Por meio das celebrações, por exemplo, é possível entender o que os demais times tem feito e o que vale reconhecimento”, afirma Leite. Uma plataforma para o gerenciamento estratégico do RH faz com que os objetivos dos times e da empresa fiquem nítidos para quem não está o tempo todo na sede física. Além disso, a tecnologia permite que feedbacks e comunicados possam ser enviados a qualquer momento, chegando a todos os colaboradores.

Para uma capacitação eficiente

As plataformas tecnológicas de educação também são imprescindíveis no mercado de trabalho remoto. Elas garantem que todos sejam treinados, mesmo estando em home office, e sem perder o espírito de colaboração entre os colegas. “Os ambientes de e-learning permitem que os colaboradores, mesmo de forma remota, compartilhem seus pensamentos, perguntas e ideias por meio de fóruns, videoconferências etc”, explica Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group, referência nacional em EdTech. O empresário lembra ainda que, independentemente de onde estão localizados, os colaboradores querem oportunidades para desenvolverem suas carreiras. “É preciso oferecer trilhas de conhecimento que os ajudem a melhorar suas habilidades, de forma alinhada com o mercado. Gerenciando esses talentos a distância, o sucesso deles e da empresa será mais garantido”, afirma Ferla.

Olist oferece mais de 100 vagas para profissionais de São Paulo, Curitiba e também para trabalho remoto

O Olist, startup que oferece soluções para a venda em marketplaces, anuncia recorde de vagas preenchidas durante o mês de setembro: mais de 32 posições em diferentes áreas, como marketing, logística, recursos humano e outras, foram ocupadas.

A empresa continua buscando profissionais que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial: são mais de 100 vagas abertas para Curitiba, São Paulo e também para trabalho remoto de qualquer lugar do Brasil. Confira no link.

A instituição, que começou suas atividades, em 2015, com 5 funcionários, atualmente conta com mais de 250 colaboradores. Apesar da rápida expansão, por meio de ações internas que possibilitam a manutenção de uma cultura organizacional forte, a marca segue prezando pela qualidade de vida, bem-estar, capacitação e engajamento de seus funcionários desde o início da atuação.

“Trabalhar no Olist é uma experiência incrível! A equipe é unida e inspiradora. É minha primeira experiência profissional e poder conviver com pessoas de várias idades, com conhecimentos e visões diferentes é um privilégio pois possibilita a troca de experiências. Por ser uma startup, a empresa cresce e se desenvolve mais a cada dia e consequentemente somos desafiados a crescer e nos desenvolver em conjunto com a marca”, diz Ana Luiza Marins Rolim, de 17 anos, jovem aprendiz no Olist.

Com o potencial de sua equipe e dos serviços oferecidos, o Olist tem, hoje, quase um milhão de produtos cadastrados em sua plataforma e atende mais de 7.000 lojistas e grandes marcas.

A startup, que já foi investida pela Redpoint eVentures, 500 Startups e Valor Capital Group, está sediada em Curitiba, no Paraná, e atende clientes de todo o Brasil.

Schneider Electric planeja investir 500 milhões em startups nos próximos cinco anos

A Schneider Electric, líder global na transformação digital em gestão da energia elétrica e automação, conclui hoje, em Barcelona, o Innovation Summit, o encontro internacional de referência no qual partilha as últimas tendências, desafios e oportunidades para potencializar e digitalizar a economia. O Grupo aproveitou o evento deste ano para deixar claro o seu compromisso com as startups e outros projetos disruptivos.

Emannuel Lagarrigue, Chief Innovation Officer da Schneider Electric, partilhou a sua experiência na hora de abraçar a inovação, por meio de encontros com empresas emergentes, organizações e fundos de capital de risco, com a finalidade de beneficiar todo o ecossistema energético. “Incubamos empresas e fomentamos uma cultura de co-inovação; acreditamos que estes esforços de colaboração vão fortalecer o nosso negócio, para nos assegurarmos que continuamos na vanguarda tecnológica, agora e no futuro. Além disso, queremos levar o setor para um modelo descarbonizado e digitalizado”, expôs o executivo, durante um painel dedicado ao tema ‘Innovation at the Edge’ da Schneider Electric.

O plano inclui várias das apostas da multinacional francesa para inovar nas suas diferentes linhas de negócio: “A tecnologia é um meio, um facilitador, para um novo modelo de negócio, que é tão importante quanto a tecnologia, por si só,” assegurou Lagarrigue.

Com o objetivo de resolver novos problemas dos clientes, a empresa procura ideias disruptivas e pessoas com talento para investir seu capital, experiência e acesso à indústria. Desta forma, o grupo planeja investir 500 milhões de euros em startups nos próximos cinco anos, podendo assim participar do nascimento de uma startup com contribuições entre os 500.000 e um milhão de euros, ou em rodadas de investimentos de Série A entre três e cinco milhões de euros.

Prioridade aos investimentos na Europa em 2020

A Schneider Electric vai priorizar seus investimentos na Europa em 2020. Atualmente, a empresa colabora com a Submer, uma startup de Barcelona que desenvolveu um líquido de refrigeração para os equipamentos informáticos dos Data Centers; e também com a Enigmedia, de origem basca, especializada em cibersegurança, encriptação e proteção de redes de infraestruturas, indústria 4.0 e edifícios inteligentes. A empresa colabora com 85 startups em todo o mundo e está em contacto com cerca de 5.000 empreendedores.

Globalmente, a Schneider Electric fez mais de 100 investimentos em empresas inovadoras, como a Volta, que oferece carregamentos gratuitos a veículos elétricos, em troca de publicidade digital nas suas estações. Recentemente, o grupo também entrou no capital de empresas como a Autogrid, Synapticon e DST por meio do seu veículo de investimento, com o qual contribui para a sustentabilidade e eficiência energética.

A Schneider Electric trabalha com cinco incubadoras, com as quais ajudou a criar três empresas, e tem já outras em vista. A empresa dispõe também de uma joint venture (AlphaStruxure), com o grupo de capital privado Carlyle, focada na construção de infraestruturas inteligentes e na utilização de energia renovável por meio de microgrids.

O encontro internacional Innovation Summit Barcelona, da Schneider Electric, analisou a forma como a transição energética e as novas tecnologias estão mudando a gestão da energia; como a sustentabilidade está afetando os investimentos e as estratégias de negócio; e aprofundou tendências como IoT, inteligência artificial, casas conectadas/inteligentes, serviços digitais e cibersegurança.

Governança de TI e segurança para reduzir riscos

Por Marcel Mathias, Diretor de Pesquisa & Desenvolvimento da BLOCKBIT

Imagine que sua equipe tem um importante projeto para entregar na semana que vem, mas cada um de seus colegas está falando um idioma diferente, usando ferramentas e processos distintos. Pode parecer uma situação extrema, mas essa é a realidade de muitas organizações que ainda não conseguiram definir padrões ou processos claros de governança em suas operações.

A governança é a formação e aplicação de estratégias que permitem estruturar, proteger e maximizar o uso dos recursos internos e, com isso, apoiar o trabalho da empresa rumo ao sucesso operacional. Evidentemente, esse não é um conceito novo. Há tempos, grandes organizações já aplicam conceitos desse tipo em suas gestões como um todo. A novidade, aqui, é que cada vez mais a transformação digital está forçando empresas de todos os tamanhos a adotarem novos processos e regras, além de também revisarem continuamente sua forma de trabalho.

O tema merece atenção redobrada uma vez que cerca de 70% das empresas atuais correm riscos por conta de processos e políticas de gerenciamento de redes que são falhos. Isso acontece, basicamente, porque os desafios para organizar e controlar as ferramentas e formas da tecnologia estão evoluindo como nunca. Saber integrar dados de servidores com ambientes em Nuvem ou acelerar os ganhos trazidos por inovações como mobilidade e Analytics, por exemplo, são questões que têm gerado enormes alterações na rotina e nos planos das corporações.

Diante desse contexto, a governança de TI é uma questão-chave para o futuro das organizações que desejam se preparar para obterem sucesso no futuro. De forma prática, a construção de um plano de governança completo ajuda a alinhar as diretrizes a serem seguidas por todos os públicos internos, traçando as responsabilidades de cada equipe ou estrutura para o sucesso operacional da companhia.

Criar uma visão estratégica para o uso das estruturas de TI é, portanto, o primeiro passo para construir um ambiente mais previsível e transparente. Com regras e padrões claros para todos, as companhias ganham uma ferramenta para otimizar a performance de suas equipes e departamentos, organizar o trabalho de terceiros e garantir maior proteção às informações. Além disso, as políticas também ajudam a definir as métricas e as ações mais importantes para o futuro dos negócios. Mais do que visualizar os resultados, a gestão é um caminho para aprimorar o que está sendo feito internamente.

Outra questão importante é que a governança de TI é essencial para agregar inteligência à segurança da informação. Ao definir regras mais claras de acesso e identificação dos usuários, as companhias ampliam suas opções para identificar quais são os dados mais relevantes da empresa, protegendo-os com mais camadas de bloqueio e em uma estratégia capaz de equilibrar questões como disponibilidade e controle. Do mesmo modo, é mais fácil filtrar quais são as informações que cada colaborador pode acessar e em quais dispositivos isso é permitido.

Isso acontece porque a definição de uma política mais específica traz a oportunidade de se criar mecanismos mais objetivos de avaliação e melhoria. Cria-se uma linguagem e um código de conduta único, simplificando a visualização dos resultados e a análise de possíveis vulnerabilidades. Ao invés de mergulhar em um cenário repleto de modelos e opções distintas, os times corporativos ganham um guia único e prático de trabalho.

O que não significa dizer, no entanto, que os profissionais devam acompanhar as inovações de “mãos limpas”. Há, hoje, uma série de soluções digitais que possibilitam realizar o monitoramento de forma automatizada, com o acompanhamento e o gerenciamento inteligente de políticas de conformidade e riscos de segurança. As redes definidas por software (SDN – de software-defined network, em inglês) e os firewalls dinâmicos, de nova geração, são exemplos de opções que podem complementar o gerenciamento das redes, tornando o acompanhamento dos processos de segurança muito mais fáceis e alinhados às políticas e requisitos pré-estabelecidos pelo plano de governança.

Mas é preciso ter consciência de que que esses projetos só serão bem-sucedidos com a definição de um plano que faça sentido e engaje a alta cúpula de gestão das empresas. Somente assim, os processos de governança de TI poderão estar realmente alinhados às estratégias e os objetivos de organizações de todos os tamanhos e setores da indústria. É esse alinhamento que permitirá a jornada de inovação e de transformação de suas estruturas de TI, com a migração para novos modelos e propostas de negócios.

Em um momento de grandes mudanças como o atual, garantir a segurança dos dados e dos sistemas é fundamental para os negócios, devendo ser um dogma para todos os funcionários e executivos. A governança de TI traz às organizações uma nova forma de criar, antever e ajustar demandas, garantindo tranquilidade e segurança para as empresas. Definir esse plano, ajuda a empresa a criar formas mais práticas de adotar a tecnologia certa para proteger os dados e maximizar os resultados. Resta saber, apenas, quem está preparado para definir um plano coerente e adotar as soluções fundamentais para o sucesso na nova era digital.

Os caminhos para superar a falta por talentos em TI

Por Mara Maehara, CIO da TOTVS

A falta de profissionais especializados em TI continua sendo um desafio às empresas para acompanhar continuamente a velocidade de mudanças nos negócios. Diante desse cenário, os talentos que conseguem equilibrar conhecimentos técnicos, competências comportamentais e experiência são os mais procurados pelas empresas que estão adaptando seus times às exigências da transformação digital.

Segundo projeção da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação (Brasscom), até 2024 a demanda do setor será de 420 mil novos profissionais. Em uma conta rápida, isso demandará a contratação de 70 mil pessoas ao ano, o que desperta para a necessidade de formação de mão de obra qualificada no curto prazo. Ainda de acordo com a Brasscom, a procura se dividirá em: 25% em IoT, 11% em segurança, 10% em Big Data, 6% em Nuvem e 2% em IA, além da demanda por profissionais administrativos (19%), de nível técnico (14%) e em outras tecnologias (13%).

O que precisamos evitar é a situação onde a TI se torna um gargalo para entrega da estratégia do negócio por escassez de recursos técnicos ou de gestão. Um caminho importante, nesse sentido, é antecipar o máximo possível o planejamento de projetos e demandas, isso porque muitas vezes o mesmo time que trabalha em novas soluções concorre com a sustentação de soluções existentes. Desenvolver parcerias robustas para execução é uma estratégia eficiente para escalar a capacidade de entrega.

Além da escassez de profissionais qualificados, outro desafio enfrentado pelo setor é a retenção desses talentos, uma preocupação constante para qualquer gestor. Um profissional diferenciado é aquele que não se realiza apenas com sua remuneração financeira, mas busca aprender, crescer e se sente recompensado com o resultado da sua entrega. Por isso, é crucial trabalhar no engajamento desse profissional.

Entender o propósito de um trabalho, ter a clareza de onde se quer chegar e perceber o valor da sua contribuição em uma entrega são pontos fundamentais para aumentar o engajamento. Investir em treinamento e na troca de experiência também gera valor e crescimento, o que consequentemente, retém profissionais.

Na TOTVS temos um programa de incentivo a inovação disponível para toda empresa que visa identificar iniciativas que tragam resultados diferenciados. Estas iniciativas são avaliadas por uma banca de executivos e as que forem selecionadas são premiadas e recebem o investimento e apoio necessário para implementação.

Vale lembrar que o turnover e a substituição de colaboradores impactam em despesas muitas vezes não previstas. Além disso a saída de profissionais de um time pode desestabilizar o planejamento de entregas e/ou a operação de uma área, gerando outros custos indiretos.

Enquanto as novas gerações estão sendo formadas, o nosso papel é oferecer oportunidades e apoiar o aprimoramento da carreira dos talentos que já fazem parte do nosso time! Afinal, em um mercado carente de pessoas qualificadas, os profissionais se tornam cada vez mais o ativo mais valioso da sua empresa.

Empresas brasileiras que conseguiram reduzir custos de forma estratégica aumentaram suas receitas, conclui pesquisa da Deloitte

Tópico sempre polêmico, a redução de custos nas empresas é algo a ser encarado de forma transparente e planejada. Alie-se a isso um cenário de transformações digitais que impulsiona as empresas a se reinventarem para adequar seus custos. Neste contexto, foi elaborada a edição 2019 da Pesquisa Global de Redução de Custos da Deloitte, realizada com mais de 1.200 executivos de todo o mundo.

“De acordo com o que apuramos da pesquisa, as empresas brasileiras estão com dificuldades de definir as suas prioridades; sabem da necessidade de reduzir custos, mas não conseguem implementar, seja por falta de disciplina para monitoramento das economias ou falta de estrutura dedicada para projetos desta natureza. No entanto, os dados nos levam a constatar que nos últimos 24 meses, das empresas que conseguiram efetivar a redução de custos no Brasil, 83% registraram aumento na receita. Na amostra global, essa porcentagem é ainda maior, 86%. Isso mostra que há um valor efetivo na redução de custos implementada de forma estratégica e sustentável”, enfatiza Heloisa Montes, sócia-líder de Estratégia, Analytics e M&A da Deloitte.

De acordo com a pesquisa, 71% das empresas em todo o mundo planejam empreender iniciativas de redução de custos nos próximos 24 meses. Ainda, do total de respondentes, 68% relataram reduções totais de 10% ou mais, e quase um terço (31%) tem metas de otimização de custo acima de 20%. No entanto, 81% relatam não ter conseguido cumprir totalmente suas metas de redução de custos durante o ano passado, 18 pontos percentuais menos do que em 2017, devido a desafios de implementação, falta de sistemas eficazes e metas inviáveis. No Brasil, 73% das organizações relatam não terem conseguido cumprir suas metas.

Para Caroline Yokomizo, sócia dos programas de Strategic Cost Transformation e Margin Plus da Deloitte, “à medida em que as tecnologias digitais continuam a evoluir, as organizações precisam se reinventar para gerenciar seus custos. Então, embora os métodos tradicionais de redução de custos ainda sejam importantes, a maioria também já investe pesadamente em tecnologias transformadoras para melhorar a eficiência operacional e a economia de custos, ao mesmo tempo em que impulsiona seu desempenho e competitividade em um mundo cada vez mais digital”.

1. Barreiras

De acordo com o estudo, as principais barreiras para que as metas de redução de custos das empresas no Brasil não sejam cumpridas são o gerenciamento de desafios para implementar as iniciativas (71%, contra 65% global) e erosão das economias devido ao estabelecimento de metas inviáveis (69%). No mundo, esse dado corresponde a 61%. Relatórios e monitoramento mal planejados chegam também a 69%, enquanto, globalmente, o dado referente a este tópico é de 58% – o que evidencia que no Brasil o problema de qualidade de dados e existência de relatórios é pior do que no restante do mundo.

Quando o tópico são os objetivos estratégicos, as empresas apontem em primeiro lugar o aumento da receita, com 65%. Em seguida, estão as práticas voltadas à busca pela eficiência e a otimização de custos e despesas, com 59%, e o aumento da produtividade, com 49%. “Diante destes dados, vale enfatizar que

a mentalidade predominante entre os executivos para adotar medidas de redução de custos nas empresas mudou. Enquanto víamos anteriormente uma mentalidade de economizar para crescer com gerenciamento de custos, estamos vendo agora o surgimento de economizar para transformar. É um pensamento que envolve muito mais medidas estratégicas para a transformação das organizações do que apenas o corte de gastos em si”, avalia Yokomizo.

2. Riscos externos

Com 66%, o primeiro no ranking dos riscos é flutuação da moeda. No mundo, essa porcentagem é de 58%. Com uma leve diferença, preocupações macroeconômicas aparecem em segundo lugar, com 64% (59% global, o que corrobora a visão de que os executivos estão cautelosos devido à lentidão na retomada econômica do Brasil). E na terceira posição, vem riscos de crédito, com 59%. Neste quesito, o dado global é levemente inferior: 57%. É importante destacar que fora do Brasil, os países se preocupam também com segurança cibernética e transformação digital, enquanto que as empresas brasileiras ainda não apontam essa precaução.

3. Prioridades estratégicas

Quando perguntados sobre as prioridades estratégicas para os próximos 24 meses, o crescimento das vendas continua a ocupar o primeiríssimo lugar, com um percentual ainda maior, de 81% na amostra nacional. A segunda posição é ocupada por implementação tecnológica (73%). Mas a grande surpresa fica com o terceiro lugar, pois é um item que não havia aparecido anteriormente, em relação aos últimos 24 meses: habilitação digital, com 71%. Na amostra global, esse item aparece tanto no passado como no futuro – neste último, com uma percentagem de 69%. E, empatados em primeiro lugar nas respostas da amostra global, estão crescimento das vendas, rentabilidade do produto e implementação tecnológica, todos com 73%.

“Vale aqui ressaltar que a redução de custos continua como uma das principais prioridades das companhias. O que ocorre é que o atual momento de lenta retomada da economia no país acaba fazendo com que as empresas tentem acelerar o aumento de faturamento para obter maior vantagem competitiva”, destaca Yokomizo.

4. Motivadores

Além destes, outros motivadores de negócios são a estrutura regulatória (67% Brasil/61% mundo); o custo desfavorável em relação aos concorrentes diretos (63% Brasil/57% mundo); a diminuição da liquidez e dificuldade de crédito (59% Brasil/53% mundo) e, finalmente, a redução significativa na demanda do consumidor (54% Brasil/55% mundo).

5. Implementação de tecnologias

No que diz respeito às tecnologias necessárias para a redução de custos, as soluções em nuvem ou cloud solutions aparecem em primeiro lugar em ambas as amostras: dado positivo, pois a nuvem apresenta grande capacidade para aumentar a segurança de dados, além de reduzir custos com infraestrutura. Na amostra nacional, ela atinge 50% dos respondentes e na global, 49%. Em seguida, vem business intelligence, com 26% e tecnologias cognitivas – Inteligência Artificial e machine learning, com 21% da amostra nacional.

“As práticas e abordagens de gerenciamento de custos têm se tornado cada vez mais sofisticadas com o tempo, e a adoção de soluções digitais, embora ainda esteja em amadurecimento, representa agora o nível mais avançado nesse campo. Ao aproveitar o poder da tecnologia digital para simplificar suas estruturas de custos e gerar economias, as empresas podem tirar o máximo proveito das mais recentes inovações digitais, tornando-se disruptivas, e não desorganizadas”, frisa Heloisa Montes. E finaliza: “O estudo da Deloitte mostra que as empresas agora reconhecem que precisam economizar para transformar, aplicando investimentos em infraestrutura digital para impulsionar melhorias em suas operações, maior eficiência e posicionamento de mercado”.

Metodologia

Ao todo, participaram da pesquisa 1.219 executivos seniores de empresas de 24 países de todo o mundo, dos mais diversos segmentos de atuação: Indústria e Consumo, Serviços Financeiros, Energia, Saúde, Tecnologia, entre outros. Do total de pesquisados, 70 são brasileiros, 47% do chamado C-Level.

Petrobras: Nicolás Simone é Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação

Foto: Agência Petrobras

A Petrobras informa que o Conselho de Administração, em reunião realizada ontem (25/09), elegeu o Sr. Nicolás Simone para o cargo de Diretor Executivo de Transformação Digital e Inovação, que assumirá a posição a partir de 01/10/2019, após a criação dessa nova área na Companhia, que está sujeita à deliberação da Assembleia Geral de Acionistas a ser realizada em 30/09/2019.

A dedicação dessa nova Diretoria da Petrobras à transformação digital e inovação é consistente com a ênfase dada à tecnologia da informação no processo de mudança transformacional da Companhia para a maximização da geração de valor para os acionistas e o Brasil.

Nicolás Simone é engenheiro de software e sistemas pela Universidade O.R.T – Uruguai, tem ampla experiência internacional e conhecimento de tecnologia de informação, transformação digital, cyber security, IA, omnichannel, CRM, inovação, vendas, logística, reengenharia de processos, projetos de grande porte, centro de serviços compartilhados (CSC) e indústria 4.0. Liderou projetos globais transformacionais, processos de M&A, implementou sistemas de gestão como SAP/ERP, modelos de outsourcing e off shoring, sistemas de venda, entre outros, mantendo sempre o foco em inovação e agregação de valor para o negócio.

Ocupou cargos de liderança em grandes empresas como Itaú-Unibanco, Lojas Renner, ABInBev e Grupo Boticário, possuindo forte expertise de negócio em indústria, bens de consumo, varejo e mercado financeiro. Seu foco é atuar com empatia e visão sistêmica do negócio para atingir resultados e superar expectativas com agregação de valor.

Na frente de transformação digital, tem forte conhecimento em transformar e conectar negócios e processos analógicos para digital, de acordo com as caraterísticas de cada organização, implementando diferentes metodologias para definir e liderar esta mudança cultural em parceria com as áreas e unidades de negócio.

Com ampla experiência e foco em inovação, transformou áreas de sistemas de um formato tradicional para bimodal, com o objetivo de agregar valor para o negócio, estruturando laboratórios de inovação com áreas de co-working e ativando parcerias com startups para incubar soluções utilizando metodologias como Design Thinking, Agile, Devops e outras, de modo a potencializar a experiência, adaptabilidade e interação com o usuário final e assim poder reduzir os prazos de entrega.

Ao longo de sua carreira, publicou diversos artigos, deu palestras e entrevistas sobre a jornada da transformação digital, inovação, criação de ecossistemas e como transformar a TI tradicional em uma TI agregadora de valor. Seu trabalho foi reconhecido através de diversas premiações: CIO Executive Award em Consumers Goods Category; CIO Executive Award em Retail; e, em 2017, publicou um paper que foi case global falando em como transformar o role do CIO e TI em entidades de agregação de valor, fortalecendo a colaboração com o negócio.

A indicação do Diretor Executivo foi objeto de prévia análise pelo Comitê de Pessoas do Conselho de Administração da Petrobras.

Fonte: Petrobras

Sage lança software de controle financeiro para PMEs

A Sage, líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, acaba de lançar um software totalmente online que garante gestão e controle financeiro para microempreendedores. O Sage Financeiro dispensa de vez o uso de papel e caneta ou planilhas de computador para fazer a gestão das receitas, despesas e fluxo de caixa da empresa de maneira ágil e fácil a um preço que cabe no bolso de qualquer empresário.

“Segundo dados do Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), uma em cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos de existência e entre os principais motivos está a dificuldade dos empreendedores na hora de cuidar da gestão financeira do negócio. Sabemos desse desafio e estamos investindo para apoiar os empresários com uma tecnologia fácil que simplifica essa tarefa e proporciona mais eficiência para a gestão, contribuindo para a continuidade da empresa”, diz Jorge Carneiro, presidente da Sage Brasil e América Latina.

O sistema é ideal para que o empreendedor tenha acesso a controles financeiros básicos que os ajudem na tomada de decisão. Um painel de controle com 7 indicadores de negócio (entre eles um gráfico de fluxo de caixa) fornecem ao empreendedor informações importantes que mostram como está a saúde financeira do seu empreendimento. Além disso, outras funcionalidades de destaque são a personalização de categorias e centros de custo para classificação dos lançamentos, integração com o Sage NFe, integração com os softwares contábeis Sage Office e Sage Gestão Contábil e relatórios detalhados de Livro Caixa e Fluxo de Caixa.

“Estamos oferecendo ao micro e pequeno empresário a possibilidade de transformar a gestão das finanças de sua empresa de forma simples e muito acessível. Com o Sage Financeiro, ele terá autonomia para controlar todas as transações financeiras de seus negócios de forma ágil, intuitiva e na nuvem, o que possibilita acessar a solução a qualquer hora bastando ter acesso à internet”, afirma Osvaldo Meneghel, diretor de produtos da Sage Brasil.

“Atualmente, as micro e pequenas empresas são grandes geradoras de renda e de emprego no Brasil. Elas representam quase a totalidade das empresas nacionais e são responsáveis por 27% do PIB e por mais da metade dos empregos formais do país. O Sage Financeiro chega para auxiliar esses heróis da economia nacional a ter controle da gestão financeira de seus negócios e assim poderem prosperar”, afirma.

Para mais informações sobre o software: http://info.sageone.com.br/sage-financeiro?utm_source=pr&utm_medium=noticia&utm_campaign=sfin

Onde acompanhar licitações públicas

No ano passado o governo brasileiro gastou R$ 90 bilhões em licitações de bens e serviços. O mercado de licitações é enorme e ainda pouco aproveitado pelos empreendedores. Segundo pesquisa do Sebrae/SP, apenas 11% das empresas em atividade já venderam para o governo. Entender como acompanhar os editais e começar a ofertar para o Estado pode ser o primeiro passo para ter uma empresa mais sustentável e competitiva no mercado. 

 

O governo precisa de tudo, desde material para construção civil até grampos de papel, e a modalidade mais popular para comprar esses itens é o pregão eletrônico, que recentemente se tornou obrigatório para licitações que envolvem verba do Governo Federal. Com a digitalização do processo, empresas de todo país podem participar, incluindo as micro e pequenas empresas, e até mesmo os microempreendedores individuais. “Existe a ilusão de que apenas grandes corporações podem ser fornecedoras do Estado, isso não é verdade. A legislação favorece os menores, que podem ter uma ótima oportunidade de potencializarem seus negócios. Isso é uma grande vantagem para economia, o dinheiro passa a circular em diferentes camadas sociais, e não fica preso entre as grandes empresas”, comenta Fernando Salla, CEO da Effecti, empresa especializada em desenvolver automação para o fornecedores participantes de licitação. 

 

Onde acompanhar licitações

“O primeiro passo para participar de um edital é saber onde acompanhar as licitações que estão abertas, para isso é possível acompanhar sites de compra do governo ou usar ferramentas que automatizam esse processo”, explica Fernando.

 

Compras Net

Site que reúne as licitações federais.

 

Licitações-e

Plataforma para licitações do Banco do Brasil.

 

Bolsa Eletrônica de Compras de SP (BEC)

Portal de compras do Estado de São Paulo. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Licitações Caixa

Licitações da Caixa Econômica Federal. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Compras MG

Portal do governo de Minas Gerais. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Compras Públicas

Maior portal independente de licitações do país. Mais informações sobre o portal aqui.

 

Outros

Aqui você pode ter um panorama dos 16 principais portais para acompanhar licitações no Brasil. 

 

Monitoramento conforme segmento de atuação

Como você já deve estar percebendo, são muitos portais para acompanhar e descobrir qual edital melhor se encaixa com seu negócio. Com o avanço da tecnologia, há no mercado ferramentas gratuitas para teste que acompanham de maneira automática todos esses portais e que é possível segmentar o interesse conforme o ramo de atuação da sua empresa. “Na Effecti capturamos cerca de 3 milhões de novas oportunidades de negócio por mês. É um volume muito grande para uma pessoa só monitorar, por isso ferramentas de automação ajudam. Com uma boa ferramenta é possível aplicar filtros conforme o negócio e receber uma notificação sempre que uma licitação da área escolhida for aberta”, explica Fernando Salla, CEO da Effecti, empresa especializada em automação para fornecedores de licitações.

Colloquium 2019 discute IA no Brasil e Transformação Digital

Amanhã, dia 4 de outubro, a partir das 10h, a IBM realiza a 9ª edição do Colloquium, principal evento sobre ciência e inovação produzido pelo Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Neste ano, a 9ª edição do Colloquium promoverá discussões sobre “Os caminhos para a IA no Brasil e Transformação Digital” com líderes das principais iniciativas de P&D no país, tanto da iniciativa privada quanto da academia e governo.

Na ocasião, serão apresentados destaques de avanços em pesquisas, projetos e casos práticos de startups e grandes empresas para aplicações de inteligência artificial.

A transmissão online será no site do evento e contará, ainda, com palestras de nomes como Glauco Arbix, professor titular da USP, especialista em teoria da inovação e sociologia econômica, e um painel com participação de Ulisses Mello, diretor do Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil.

Confira a programação abaixo:

10h00 – 10h20: Abertura
10h20 – 10h40: Por uma Estratégia Nacional de IA que habilite a inovação e crescimento – Fabio Rua, Líder de Government & Regulatory Affairs da IBM América Latina
10h40 – 10h50: Q&A
10h50 – 11h10: Políticas de Inovação no Brasil, Glauco Arbix, professor titular da USP
11h10 – 11h20: Q&A
11h20 – 11h40: Projeto de IA para o Brasil, Rosa Vicari, professora titular da UFRGS
11h40 – 12h00: Convite para as demos
13h30 – 13h40: Abertura segundo bloco
13h40 – 14h00: Dr. Vinicius Calsavara – Pesquisador e Estatístico na A.C.Camargo
14h00 – 14h10: Q&A
14h10 – 14h30 Sergio Novaes – Advanced Institute for Artificial Intelligence (AI²)
14h30 – 14h40: Q&A
14h40 – 15h00: Centro de IA – Parceria IBM e Fapesp
16h00 – 16h10: Abertura terceiro bloco
16h10 – 17h40: Painel: Os caminhos para IA no Brasil e a nossa transformação digital
17h40 – 17h50: Q&A
17h50 – 18h00: Encerramento

Não perca a transmissão ao vivo pelo site do Colloquium.

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Líder mundial de consultoria SAP adquire participação majoritária da FH

O grupo itelligence, empresa líder mundial de consultoria SAP e parte do Grupo NTT DATA, anunciou hoje o acordo para adquirir a participação majoritária na FH S.A. (FH) para entrada no mercado brasileiro de SAP. Em concordância com os procedimentos usuais de regulação do mercado, o fechamento da transação depende agora do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), assim como do cumprimento de outras condições regulamentares. A liberação do CADE está prevista para as próximas semanas.

A FH, fundada em 1999, é uma das principais empresas em software e serviços SAP do Brasil. Suas soluções fiscais são utilizadas por empresas que, juntas, respondem por mais de 8% do PIB brasileiro. Globalmente, a FH também ocupa uma posição de destaque: na América Latina, a FH é líder no fornecimento do portfólio SAP Customer Experience e tem experiência em projetos de Rollout SAP em mais de 30 países.

Norbert Rotter, CEO da itelligence AG, afirma: “Para o grupo itelligence, que conta com 26 subsidiárias próprias, a aquisição da FH significa uma expansão estratégica no mercado latino-americano. Ganhamos 700 colegas de SAP em seis unidades no Brasil, que agora fazem parte de uma equipe global de 9,2 mil colaboradores. Os ativos de propriedade intelectual da FH, combinados às tecnologias inovadoras da SAP, nos auxiliarão no crescimento contínuo dentro e fora do Brasil. ”

Com a aquisição, o grupo itelligence amplia sua presença em uma das regiões de maior crescimento econômico do mundo. Segundo a IDC e a Gartner, o Brasil é o oitavo maior mercado mundial de TI, com uma expansão de 9,8% em 2018, sendo esperado um crescimento significativo até 2024, acima da média mundial.

Diante do aumento dos requisitos legais de transparência e compliance no Brasil, cresce a demanda por softwares de ERP e soluções de gestão financeira. Ambos os parceiros veem grande potencial de crescimento também nas áreas de marketing, CRM, e-commerce e IoT (Internet das Coisas).

De acordo com Ricardo Fachin, CEO da FH: “Ao longo de mais de 20 anos, geramos conhecimento em diferentes processos de negócio e desenvolvemos ofertas de software e serviços que auxiliam empresas dos setores de manufatura, agroindústria, varejo, serviços, financeiro e de utilities. Apostamos na inovação para simplificar os negócios dos nossos clientes. Em 2018, apresentamos o ECG, nosso software de serviços fiscais cloud, e, em 2019, habilitamos na solução fiscal GUEPARDO as funcionalidades de machine learning.

Nesta nova fase, contamos com a expertise e a presença global do grupo itelligence para fortalecer nossa posição no mercado brasileiro e ampliar nossas ofertas de software e serviços. Isto resultará em novas oportunidades não só para a empresa, mas também para os nossos colaboradores. Agora também estamos mais qualificados para satisfazer as necessidades dos clientes com operações internacionais e poderemos consolidar ainda mais a nossa posição como um dos principais parceiros estratégicos de tecnologia no Brasil.”

Ambas as partes optaram por sigilo sobre o valor de compra da transação.

Robotização da indústria no Brasil é baixa e está atrasada, apontam especialistas na ABM WEEK 2019

A implementação de robôs na indústria é um processo em aceleração crescente nos países mais competitivos do mundo, nos quais o setor minero-metalúrgico já os emprega em diferentes aplicações. O Brasil está muito atrasado em comparação com países como Alemanha e China nesse aspecto, mas algumas companhias nacionais e a universidade brasileira têm trabalhado para avançar na robotização de algumas operações fabris.

Mencionando dados do anuário 2019 da International Federation of Robotics, Edouard Mekhalian, diretor-geral da Kuka Roboter do Brasil, apontou que 70% dos robôs adquiridos pela indústria mundial em 2018 ficaram em apenas cinco países, como China e Japão. No Brasil, a taxa média de robotização na indústria como um todo é de 14 robôs para 10 mil trabalhadores — índice bem inferior à média internacional de 99 robôs para cada 10 mil trabalhadores.

“O número brasileiro é até pior, dada a enorme quantidade de desempregados”, explicou Mekhalian durante a mesa-redonda Robotização aplicada na indústria minero-metalúrgica, um dos eventos realizados na ABM WEEK nesta quarta-feira (2 de outubro).

Martin Hirschmanner, vice-presidente de mecatrônica da Primetals Technologies, apontou que há diferentes níveis de aplicação de robôs na indústria minero-metalúrgica. “O primeiro nível já é padrão no setor, o de soluções isoladas”, afirmou. Robôs têm sido largamente aplicados a diversas tarefas em plantas siderúrgicas, substituindo o trabalho manual de operários em funções como medições e amostragens.

Os níveis mais elevados de robotização estendem-se a processos completos, como o lingotamento contínuo. O passo seguinte será o desenvolvimento de uma usina completamente robotizada — algo que não existe hoje em dia e que ainda depende de uma série de desenvolvimentos tecnológicos, segundo Hirschmanner.

Casos de sucesso

Embora as companhias brasileiras enfrentem uma série de desafios para avançar na aplicação de robôs em suas plantas, há notáveis casos de sucesso. Leonardo Martins Demuner, gerente-geral de Aciaria da Ternium, apresentou o programa de robotização da companhia.

“Temos implementando modificações e realizado estudos quanto às áreas e postos de trabalho onde é possível implantar robôs. A ideia foi mapear toda a usina, identificando onde a carga de trabalho é mais pesada e onde é possível instalar equipamentos de forma mais rápida”, explicou. Entre os setores em que a empresa implantou robôs, Demuner citou a etiquetagem de placas e medição de temperatura de gusa. “Esses são os itens em que temos processo mais adiantado, mas a ideia é atuar em todas as áreas em que há maior exposição dos trabalhadores”, concluiu Demuner.

Fernando Broder é o novo Chief Information Officer da ASSIST CARD Internacional

A ASSIST CARD, empresa referência no segmento de seguro viagem no Brasil, nomeou Fernando Broder como Chief Information Officer.

O executivo iniciou sua trajetória na ASSIST CARD em 2008, como gerente Global IT Applications, responsável por todos os países nos quais a companhia atua. Em 2015, Broder foi promovido a diretor da empresa e, além de continuar responsável por aplicativos e sistemas globalmente, também passou a gerenciar os departamentos de Produtos e Preços.

Desde 2016, Fernando se tornou responsável também pelas áreas de infraestrutura, service desk, telecomunicações, redes, desenvolvimento de aplicativos e dispositivos móveis, suporte de TI e segurança de computadores, entre outros.

“Como novo CIO, continuarei trabalhando no principal objetivo que buscamos na ASSIST CARD: entregar o melhor serviço, com uma infraestrutura robusta e a tecnologia mais inovadora que nos permite oferecer aos nossos clientes a melhor experiência. Ajudamos os nossos clientes para que, toda vez que viajam, sintam que não estão sozinhos, porque os acompanhamos a todo, em qualquer lugar e por qualquer motivo ”, diz Broder.

Antes de trabalhar na ASSIST CARD International, Fernando ocupou o cargo de gerente de Desenvolvimento e Aplicações no Grupo Clarín por mais de quatro anos. Também foi consultor de negócios da IBM na Argentina, Suíça e América Central. Com muitos anos de experiência no setor de tecnologia da informação, o profissional é referência em áreas como Processos de Negócios, Planejamento Estratégico e Negociação.

Broder é graduado em Contabilidade e Administração de Empresas pela Universidade de Buenos Aires (UBA) e possui mestrado em Finanças Internacionais pela mesma Universidade. Ainda, em 2005, obteve a certificação em Project Management Professional (PMP) pelo Instituto de Estudos de Excelência Competitiva (IEEC), centro regional de ensino e desenvolvimento de aplicações em Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos para empresas do setor de Manufatura e Serviços

Empresas que se destacam no escalonamento da inovação tecnológica dobram crescimento de receita, aponta estudo da Accenture

A Accenture (NYSE: ACN) revela hoje complementos do estudo Future Systems, que aponta o impacto de se investir com qualidade em tecnologias que melhorem o desempenho financeiro das empresas e, principalmente, a cultura e o comportamento das empresas que lideram a indústria. Intitulado “Full Value. Full Stop. How to scale innovation and achieve full value with Future Systems”, o estudo analisa como escalonar inovação e alcançar o valor total dos investimentos em tecnologia.

As informações do levantamento complementam os dados do estudo Future Systems lançado em 2018 e baseiam-se em uma pesquisa com mais de 8.300 organizações de 20 indústrias e 22 setores. O estudo foi desenvolvido para ajudar empresas a compreenderem como fechar a lacuna das metas de inovação (a diferença entre valor potencial e valor concretizado a partir dos investimentos em tecnologia).

O Future Systems é a maior pesquisa corporativa de TI já realizada pela Accenture e inclui dados sobre tecnologias maduras e emergentes, como inteligência artificial (IA), blockchain e realidade estendida. As empresas foram divididas de acordo com três aspectos: adoção tecnológica, profundidade da adoção tecnológica e nível de preparo organizacional e cultural. Ao atribuir uma pontuação para cada um desses fatores, foram definidos grupos com as empresas “líderes” (10% principais) e o grupo “lanterna” (25% inferiores). Analisados os indicadores de desempenho coletados a partir de 2015 e projetados até 2023, o estudo identificou a relação entre adoção tecnológica e valor alcançado, constatando que, entre os líderes, a receita cresce mais do que o dobro do que entre os últimos colocados. Além disso, apenas em 2018, as empresas nas últimas posições registraram 15% em receita anual perdida e provavelmente perderão em torno de 46% dos ganhos potenciais de receita até 2023 se não mudarem a forma como lidam com a tecnologia.

“Os executivos C-level de hoje já investem quantias significativas de capital em novas tecnologias, mas nem todas as empresas conseguem obter os benefícios da inovação resultante desses investimentos”, explica Bhaskar Ghosh, diretor geral para Accenture Technology Services. “Competir na economia pós-digital de hoje, impulsionada por dados, significa que as organizações precisam de uma estratégia minuciosa em relação à adoção de tecnologias e de uma visão clara sobre como devem ser esses futuros sistemas em suas empresas. Nosso mais recente levantamento mostra que as empresas líderes da indústria no mundo estão investindo em sistemas sem fronteiras, adaptáveis e extremamente humanos a fim de maximizar a inovação, desempenho e valor dos negócios”.

No geral, os líderes acreditam que o trabalho entre humanos e máquinas tem a capacidade de revelar o melhor em ambos, e que empresas e seus ecossistemas devem formar alianças complementares. Esta é a razão pela qual essas empresas estão motivadas a construir novos sistemas sem fronteiras, adaptáveis e humanos, definidos da seguinte forma:

  • Sem fronteiras: os sistemas sem fronteiras aproveitam os limites difusos – considerando a área de TI, entre empresas, e na relação entre humanos-máquinas – para criar novos espaços para o florescimento de ideias e parcerias.
  • Adaptáveis: sistemas adaptáveis são capazes de aprender, melhorar e se adaptar por si só, eliminando os conflitos que limitam o crescimento dos negócios e capacitando as pessoas para tomarem melhores decisões de forma ágil.
  • Humanos: sistemas humanos conversam, ouvem, enxergam e compreendem exatamente como nós, trazendo uma simplicidade para cada interação entre pessoas e máquinas, criando as vantagens do futuro.

“O levantamento mostra que as organizações líderes estão melhorando seu quociente de tecnologia, ultrapassando a ideia de delimitação de áreas de excelência e usando estratégias para alcançar a transformação da empresa como um todo, a fim de maximizar o retorno de seus investimentos em tecnologias”, completa Ghosh.

O estudo Future Systems concluiu que as empresas líderes contam com uma mentalidade e abordagem distintas em relação à adoção tecnológica e à transformação organizacional. Há um contraste em relação aos últimos colocados da pesquisa. Mais especificamente, as empresas líderes estão:

  • Adotando tecnologias ágeis e flexíveis: entre as empresas no topo do ranking, 98% estão adotando tecnologias robustas como IA, contra apenas 42% das empresas no fim do ranking. As empresas líderes também estão usando soluções que possibilitam dissociação de dados, infraestrutura e aplicações. Na verdade, a adoção de tecnologias como DevSecOps, microsserviços e contêineres é consideravelmente maior entre as empresas líderes em comparação com as retardatárias: 97% contra 30%.
  • Apostando na computação em nuvem: os líderes também estão muito à frente quando o assunto é a adoção de tecnologias em nuvem como forma de alavancar efetivamente outras tecnologias, incluindo IA e analytics. Entre os líderes, 95% enxergam a nuvem como um catalisador da inovação, em comparação com apenas 30% do grupo de empresas nas últimas colocações.
  • Enxergando dados como um ativo da companhia: 90% dos líderes tomam medidas para garantir a qualidade dos dados, em vez de confiar em dados potencialmente não verificados ou tendenciosos. Isso significa que 94% dos executivos em empresas líderes afirmam que seus dados são confiáveis o suficiente para gerar mudanças nos negócios, em comparação com apenas 64% das companhias no grupo lanterna.
  • Gerenciando os investimentos em tecnologia em todas as áreas da empresa: os líderes apresentam um alinhamento melhor nos negócios, derrubando de forma efetiva as barreiras entre TI e outros departamentos.
  • Investindo na qualificação: as empresas líderes estão usando três vezes mais a aprendizagem prática do que os últimos colocados do ranking: 73% contra 24%. A IA e analytics avançados são usados por 87% dos líderes em áreas como aprendizado personalizado, previsão das necessidades de qualificação dos trabalhadores e correspondência dos requisitos de habilidades dos trabalhadores com os módulos de treinamento. Entre os últimos colocados na pesquisa, esse número chega a apenas 35%.

Informações adicionais sobre o estudo “Full Value. Full Stop”, incluindo os infográficos, principais indicadores para um período de oito anos e referências por setor e localização estão disponíveis aqui.

Colaboração por meio da tecnologia: a transformação digital chegou para o ambiente de trabalho

Por João Aguiar, gerente de Engenharia e Pré-vendas para a região do Brasil e CALA da Poly

É de comum senso que os processos de negócios estão migrando rapidamente para o ambiente virtual, possibilitando que a experiência dos usuários se torne ágil, objetiva e proveitosa. Em função disso, os recursos tecnológicos mais avançados estão sendo agregados ao mundo corporativo para proporcionar melhores resultados e, quem opta por não acompanhar essa tendência, acaba se distanciando da realidade.

Na América Latina, mudanças no workplace atual já são uma realidade. Salas compartilhadas e virtuais, colaboração em nuvem e vídeo colaboração são tendências que já existem no mercado de trabalho. Mas como as empresas estão enfrentando essas mudanças hoje? Que considerações as empresas devem ter para se adaptar a esse mundo tecnológico, dinâmico e conectado?

Em uma pesquisa feita pelo MindMetre Research a pedido do International Workplace Group (IWG), realizada em 96 países, foi constatado que mais de dois terços dos executivos trabalham de forma remota ao menos uma vez por semana em todo o mundo. No Brasil, esse número chega a 25%, segundo o IBOPE. Ou seja, a transformação digital chega para provocar uma mudança radical na maneira como as empresas operam atualmente, incorporando processos digitais com inteligência e garantindo seu lugar no futuro.

Um dos aliados neste momento são as salas colaborativas. Hoje mais eficazes e produtivas, as soluções de áudio e vídeo são a grande aposta dos executivos de RH para o futuro do trabalho. A tecnologia chegou para equipar os diferentes espaços de reunião, desde salas a espaços abertos, bem como locais de conferências tradicionais.

Produtividade e eficiência no trabalho são temas que caminham lado a lado com a prática do home office e, para obter ganhos nesse sentido, a tecnologia é uma grande aposta porque está intrinsecamente ligada ao alto desempenho dos funcionários. Soluções inteligentes, com tecnologias acessíveis e eficientes, são a aposta de empresas que entendem essa movimentação. Com esse tipo de serviço, a experiência do usuário é enriquecida e, provavelmente, tão eficiente quanto seria estar fisicamente presente.

À medida em que os ambientes de trabalho ficam mais dinâmicos e há o avanço da tecnologia, as empresas se veem na necessidade de se flexibilizar e adotar essas novas políticas de colaboração. A previsão é que boa parte das organizações as adotarão como padrão até 2020. Afinal, elas entenderam que entregar um bom trabalho não significa estar no escritório e na mesma sala de reunião, mas sim no mesmo caminho da empresa.