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Peixe Urbano dá dicas para se preparar para a Black Friday

Uma das épocas mais importantes para o varejo nacional, a Black Friday deste ano cai em 29 de novembro e promete um faturamento acima de R$ 3 bilhões para o e-commerce. O aumento das vendas previsto para o setor é de 18% em comparação com 2018, quando os números atingiram a cifra de R$ 2,6 bilhões, segundo dados da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm) e da consultoria Ebit/Nielsen.

A previsão é otimista, porém, para ter sucesso nas vendas, é preciso levar alguns pontos em consideração. De acordo com a pesquisa “New Shopping Experiences”, feita pelas consultorias Provokers e Float/Quantas, em julho de 2019, a pedido do Google, conveniência e qualidade do atendimento, por exemplo, devem ter tanta relevância quanto o quesito preço. No entanto, se preparar com antecedência é uma das maneiras mais eficazes para conseguir se destacar, em meio ao turbilhão de lojas, comércios e serviços anunciando abatimentos nos valores. Por isso, a equipe do Peixe Urbano, maior plataforma de ofertas locais do Brasil, fez uma listinha para ajudar seu e-commerce a se planejar para a Black Friday.

Foco na experiência do usuário

No e-commerce, a plataforma de compras é a porta de entrada para os consumidores. Por isso, ela precisa ser quase intuitiva, ou seja, com um visual simples e prático para facilitar a vida do cliente. Quanto mais passos para finalizar a compra, mais chances para ele abandonar o carrinho. Outros dois pontos importantes a serem destacados são: ser mobile friendly, já que as vendas por celular aumentam cada vez mais; e ter um servidor de qualidade para garantir o atendimento durante o período maior de usuários.

Crie facilidades

Ainda de acordo com o levantamento do Google, as condições de pagamento e parcelamento foram um fator decisivo para 41% dos consumidores no ano passado. Então, as chances são maiores para aqueles que têm na boa experiência de compra um diferencial.

Frete gratuito

De acordo com 70% das pessoas que responderam à pesquisa encomendada pelo Google, o maior motivo para a desistência de uma compra online é o valor do frete. Uma maneira de atrair novos clientes é oferecer o frete grátis para primeira compra. Mas, claro, é preciso avaliar se vale mesmo a pena arcar com os custos do envio.

Tenha um planejamento

É interessante analisar quais são os produtos e serviços mais vendidos, criando uma estratégia forte para a Black Friday. É importante definir se serão oferecidos mais descontos, por quanto tempo, se haverá ações de incentivo como cashback ou vale-presente, investimento em marketing, etc.

Online e offline

Uma situação inédita é esperada para a edição deste ano: o número de consumidores online e em lojas físicas deve se igualar. Porém, o aumento pelas buscas offline não significa que o e-commerce deve ser deixado de lado, muito pelo contrário. Investir em uma comunicação e venda multicanal pela internet pode expandir as possibilidades de atingir o público-alvo, criando facilidades para atrair clientes para estabelecimentos como restaurantes, por exemplo.

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WhatsApp incrementa vendas de vinhos em São Paulo

O Whatsapp pode ser bem vantajoso nos negócios: além da comunicação com os clientes de uma forma mais imediata e informal, ele também auxilia o empreendedor fornecendo métricas e mensagens de respostas automáticas para uma conversão mais eficiente.

O WhatsApp foi implementado nas vendas da Sonoma no final de 2017, hoje oferece os mesmos números de conversão que e-mail marketing e, somente este ano, o aplicativo fez com que a Entrega 90 aumentasse 47% por mês. A meta é crescer mais 30% no último trimestre de 2019. Sexta-feira a noite e sábado durante o dia foram os dias que mais aumentaram com a disponibilidade do aplicativo.

Cerca de 70% dos contatos totais são feitos entre a quinta-feira e o sábado. Metade dos contatos feitos via WhatsApp são de clientes em São Paulo que já usaram a Entrega 90 anteriormente. Na maioria das vezes, os pedidos são domiciliares: as pessoas pedem vinhos no final de semana para jantar tranquilamente em casa ou assistir um seriado acompanhado de um vinho.

Homens são o gênero que mais pede pela rede social e a faixa etária predominante é entre 30 e 45 anos. Cerca de 60% dos contatos por Whats são da cidade de São Paulo, local com o maior número de clientes totais da Sonoma (45%).

“Às vezes os clientes entram em contato para solicitar mudança de endereço ou adicionar mais vinhos ao pedido. O WhatsApp auxilia também na agilidade: conseguimos atender, adicionar vinhos e alterar o endereço de entrega com rapidez. O mais legal do WhatsApp é que os consumidores voltam ao aplicativo para agradecer ou dar um feedback da Entrega 90. Muitos ficam surpresos com a velocidade da entrega.”, afirma Alykhan Karim, CEO da Sonoma.

Peça seu vinho pelo WhatsApp da Sonoma: (11) 97020-1701. A média da Entrega 90 é de 38 minutos – mais rápido que muitas pizzarias.

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Grupo Santa Joana implementa projeto de transformação digital em seus hospitais

O Grupo Santa Joana está implementando um grande projeto de transformação digital, que recebeu o nome de Conecta. Através dele ocorrerá uma reformulação geral dos sistemas de informação visando a integração geral dos processos das unidades do Grupo, que contempla o Hospital e Maternidade Santa Joana, a Maternidade Pro Matre Paulista e o Hospital e Maternidade Santa Maria. Devido à amplitude e complexidade do programa, a Instituição iniciou no segundo semestre do ano passado o diagnóstico e a análise dos processos para entender a realidade e para desenvolver soluções em TI focadas nas necessidades dos hospitais do Grupo.

Dentre os resultados da análise para as diretrizes do Conecta, foi constatada uma demanda por um projeto robusto para atender as necessidades do maior grupo de maternidades do país, sem perder em qualidade e segurança de pacientes e corpo clínico, prioridades da Instituição. Por esse motivo, o Conecta foi formulado de maneira precisa, com a intenção de padronizar processos dentro dos hospitais do Grupo e, também, aumentar a individualização da assistência ao paciente, trazendo uma experiência cada vez mais personalizada.

Além do rigor de processos, o diferencial do programa é ser sustentável. “A ideia é promover a otimização e integração dos excelentes recursos humanos e dos equipamentos de ponta, através da tecnologia, sem desalinhar o cotidiano dos profissionais”, explica Dr. Francisco Neri, CMIO do Grupo Santa Joana.

Por esse motivo, uma das características mais marcantes do Conecta é a integração promovida pelos gestores de TI entre as equipes dos hospitais, que propõe a captação de vivências de quem está no cotidiano dos processos para aprimorar o atendimento. Para isso, laboratórios de testes já estão em funcionamento nos hospitais do Grupo Santa Joana. Neles, colaboradores e a equipe de soluções em TI simulam todos os processos hospitalares para apresentar os novos sistemas, capacitar funcionários, corrigir falhas e aprimorar métodos, tudo isso em um ambiente coletivo que favorece o engajamento com as novidades.

Para Vinicius Oliveira, diretor de Operações do Grupo Santa Joana, a melhoria dos processos contribui para a atualização, bem como fortalece e proporciona mais ferramentas para otimizar o cuidado. “Com a segurança e a facilidade dos dados, é possível avaliar com mais proximidade cada paciente de acordo com suas singularidades, o que permite ampliar a precisão de tratamentos e diagnósticos nas instituições do Grupo”, completa.

De acordo com Martinho Repullio Salvador, gerente de Tecnologia da Informação do Grupo Santa Joana, nesse momento a Instituição está ampliando a comunicação clínica. “Quando informatizamos todos os processos, passamos a nos enxergar digitalmente, melhorando a comunicação e articulação das equipes”, explica.

O Projeto Conecta eleva o Grupo Santa Joana para um novo patamar de maturidade no uso das tecnologias em saúde alinhando cuidado integral e transformação digital.

SAS participará da Futurecom com painel de IA e Capital Humano

O SAS , empresa líder em Analytics, está confirmada para participar da Futurecom 2019, maior evento da América Latina de transformação digital nos negócios. No dia 29 de outubro, o presidente do SAS Brasil, Cássio Pantaleoni, participará de painel sobre o impacto da tecnologia no capital humano e como os CEOs estão lidando com esse cenário.

Ao lado de executivos da IBM e da Adobe e com moderação de Bruno Capelas, editor de tecnologia do Estadão, o SAS abordará os potenciais que a automação e a cultura de dados trazem para as empresas, e como as habilidades humanas podem potencializar o uso da tecnologia. Pantaleoni é graduado e mestre em Filosofia pela pela PUC-RS e possui mais de 30 anos de experiência no mercado de tecnologia, estando à frente da liderança do SAS no Brasil desde 2017.

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“Inovar é questionar o que já existe”, Por João Appolinário

Para obter sucesso é necessário questionar regras, propor novos conceitos e ter a coragem de colocá-los em prática.Todo empresário de sucesso tem em sua carreira um momento em que tomou uma decisão ousada que mudou totalmente a sua vida. E com João Appolinário, fundador e CEO da Polishop, não foi diferente e ele conta tudo sobre a sua trajetória de sucesso em “Inovar é questionar o que já existe”. “Sou um cara insaciável por mudanças e inovação. E esta segunda palavra me define por completo”, revela Appolinário.

Em sua obra, o CEO da Polishop conta detalhes da criação da empresa varejista, que em quase 20 anos de existência se tornou pioneira e referência na questão do marketing via televisão no país. “E, em 1999, quando fundei a Polishop, um varejo inovador, eu já imaginava algo que estivesse conectado que pudesse oferecer mais que um produto para o consumidor. Eu queria oferecer benefícios e uma experiência de compra que não estivesse atrelado unicamente ao preço. Eu queria produtos que agregassem Valor às pessoas e resolvessem problemas do dia a dia das pessoas e que muitas vezes elas nem imaginavam que existiam”.

A gestão de João Appolinário à frente do crescimento do grupo o colocou entre os empresários de renome do país, tanto que foi convidado, em 2016, para ser um dos integrantes do programa de TV Shark Tank Brasil. Programa com foco em empreendedores com ideias novas que apresentam seus projetos para investidores de sucesso.

Appolinário explica que o objetivo do seu livro é fazer com que o leitor questione o que parece óbvio e trazer soluções para o dia a dia das pessoas. “Fazer com que você possa absorver a uma nova maneira de provocar os acontecimentos, questionar o que já existe, desenvolver um pensamento crítico e ser um observador que traz soluções ao dia a dia das pessoas. Para mim, inovar é questionar o que já existe”.

Otimismo e realidade sempre se misturam. Cabe a você equilibrar cada um deles para conseguir tomar as decisões certas, seguir em frente e não desistir dos seus objetivos!

“Inovar é questionar o que já existe”
Autor: João Appolinário
Preço: R$ 49,90
Selo: Buzz Editora
ISBN: 978-65-80435-28-9
Formato: 16×23
Lançamento: Novembro
Páginas: 192

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Os bancos estão aumentando o uso da inteligência artificial. Saiba para quê

A inteligência artificial (IA) está entre as tecnologias emergentes que prometem mudar de forma significativa os modelos operacionais e de negócios dos bancos, e deve revolucionar a forma de relacionamento entre usuários e instituições.

O lado mais visível desta revolução no setor bancário é sua aplicação no atendimento a clientes, por meio de chatbots e assistentes virtuais. Aqui, os robôs são dotados da capacidade de “pensar” como seres humanos, o que inclui a prática de raciocinar e tomar decisões a partir do cruzamento de dados. Com isso, ajudam a tirar dúvidas, dar informações e auxiliar em consultas e até sugerir investimentos. Os robôs vão se aperfeiçoando quanto mais interagem e usam a linguagem natural. E eles vem sendo muito utilizados.

De acordo com a Pesquisa FEBRABAN de Tecnologia Bancária, os atendimentos feitos por chatbots somaram 3 milhões em 2017, número que disparou para 80,6 milhões no ano passado, uma expansão de 2.585%.

“O uso da inteligência artificial aproxima os bancos e clientes, já que o atendimento fica mais personalizado, e pode ser feito a qualquer hora do dia, melhorando a experiência bancária”, afirma Gustavo Fosse, diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da FEBRABAN. “E agora, a bola da vez é o atendimento por voz, serviço que está se expandindo nos bancos”, complementa.

Uma pesquisa global da empresa Salesforce, com mais de 6,7 mil consumidores de 15 países, incluindo o Brasil, mostrou que 80% dos entrevistados consideram a experiência oferecida por uma marca tão importante quanto a qualidade dos produtos e serviços que ela oferece. Cinquenta e nove por cento dos participantes do estudo se dizem abertos a organizações que usam inteligência artificial (IA) para melhorar sua experiência. Entre os brasileiros, 68% dos consumidores – finais ou corporativos – afirmaram que a IA já vêm transformando ativamente suas expectativas com as marcas.

Outras aplicações

O uso da inteligência artificial também é destaque nas transações bancárias em diferentes canais oferecidos pelos bancos, feitas no WhatsApp e Messenger, do Facebook. A tecnologia avança, também, em áreas de backoffice, responsáveis, internamente, pelo apoio aos setores que lidam diretamente com os clientes.

“O uso da inteligência artificial tornou-se hoje um fator competitivo nas empresas. As tendências estão nos levando a cada vez mais usar IA”, afirma Sérgio Biagini, sócio-líder de Financial Services Industry da Deloitte Brasil. “Você só vai conseguir ser uma instituição segura, rápida e ágil em seus processos com o uso da inteligência artificial”, complementa.

Abaixo, confirma quatro áreas e atividades nas quais os bancos mais estão usando a inteligência artificial:

1- Atendimento

As instituições financeiras usam chatbots para responder dúvidas de funcionários nas agências, e também no atendimento de clientes. O foco inicial foi na interação das pessoas com os sistemas em linguagem natural, com softwares capazes tanto de entender uma pergunta humana como de transformar dados em respostas. Posteriormente, as instituições passaram a fazer também o atendimento dos clientes em mídias sociais.

Quando a necessidade não é resolvida completamente após uma série de interações iniciais, o cliente é encaminhado para um atendente humano, com o problema mais próximo de uma solução. Os robôs ajudam a tirar dúvidas, dão informações e auxiliam em consultas e até sugerem investimentos.

Transações bancárias também são feitas no WhatsApp e Messenger, do Facebook, por meio de assistentes virtuais, com troca de informação nas interações criptografadas.

2- Personalização de serviços

O uso combinado de inteligência artificial e analytics ajuda o banco a interpretar as informações para que ele ofereça serviços e produtos sob medida e entenda o momento de vida dos clientes. Por exemplo: se um cliente busca informação sobre um imóvel, a instituição poderá oferecer parcerias com transportadoras e seguradoras a partir de dados que já dispõe.

A tecnologia permite a criação de soluções individualizadas, e não massificadas. O relacionamento com os usuários é o foco das principais instituições financeiras do país, que hoje investem em parcerias com grandes empresas do setor e fintechs, além de incrementarem suas equipes internas.

Um grande desafio dos bancos é aprimorar cada vez mais a tecnologia para que ela interprete comportamentos e tire conclusões que resultem em serviços mais eficientes ao consumidor.

3- Áreas de backoffice

Os bancos estão usando inteligência artificial em áreas responsáveis, internamente, pelo apoio aos setores que lidam diretamente com os clientes. O uso da tecnologia avança no processo de onboarding (abertura de contas) digital, reconhecimento de imagens, reconhecimento de assinaturas em cheques, financiamentos, modelos de risco de crédito, e em áreas como a de recursos humanos e na jurídica, para leitura de contratos e pareceres.

IA também é utilizada nas áreas de logística e abastecimento de caixas eletrônicos, onde faz análise de dados para determinar, por exemplo, o valor necessário de cédulas em cada região. A tecnologia permite fluxos mais simples e rápidos na relação dos clientes com os bancos, e ainda pode gerar redução de custos.

4- Segurança e combate a fraudes

As instituições financeiras usam a IA combinada com analytics para interpretar dados e, desta maneira, detectar algum comportamento anormal do cliente em uma transação bancária. A IA, permite, por exemplo, detectar um movimento suspeito de operações bancárias em meios digitais, por uma pessoa que nunca comprou pela internet, e verificar que ela pode estar sendo vítima de tentativa de fraudes.

Leia mais sobre inteligência artificial na reportagem de capa da última edição da revista CIAB FEBRABAN em:

http://noomis.febraban.org.br/temas/inteligencia-artificial/bancos-buscam-parcerias-e-transformacao-com-inteligencia-artificial

JeffreyGroup anuncia nova Diretora Geral no Brasil

A JeffreyGroup, agência latino-americana de marketing, comunicação e assuntos públicos, acaba de nomear Patrícia Ávila para o cargo de Diretora Geral no Brasil. A partir de dezembro, a executiva será responsável pela maior operação da companhia, que tem mais de 150 colaboradores em escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Patrícia vem atuando desde o ano passado como CEO da BCW no Brasil, tendo desempenhado anteriormente a mesma função na Burson-Marsteller, onde ingressou em 2010. Sua trajetória inclui ainda cargos executivos em Comunicação na Andreoli MSL, na McKinsey & Company e no Hospital Israelita Albert Einstein, que atualmente está entre os clientes da JeffreyGroup.

No país, a JeffreyGroup atende ainda marcas como Airbus, Algar, American Airlines, Bayer, Camargo Corrêa Infra, Citibank, GE, Marriott International, MasterCard, Pernod Ricard, Salesforce e Tetra Pak.

“Com sua ampla experiência em estratégias de comunicação corporativa e negócios, Patrícia agrega uma perspectiva valiosa à prestação de serviços aos nossos clientes”, afirma Brian Burlingame, CEO da JeffreyGroup. “Queremos aproveitar essa experiência para impulsionar o crescimento e a evolução de nossa operação no Brasil e somá-la às competências do nosso time regional de líderes.”

Rodrigo Pinotti, que vinha ocupando a posição de Diretor Geral da JeffreyGroup Brasil desde 2017, deixa a companhia.

Fundada em 1993, a JeffreyGroup é a maior agência exclusivamente voltada ao atendimento de marcas e empresas multinacionais na América Latina, oferecendo um leque completo de serviços de marketing, comunicação corporativa e assuntos públicos. A companhia emprega mais de 250 funcionários em sete escritórios próprios e trabalha com uma rede de parceiros locais em toda a região.

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Brasil Risk Summit reúne lideranças, reguladores e autoridades para discutir o combate a crimes financeiros, lavagem de dinheiro e financiamento ao terrorismo

O Banco Central do Brasil (BACEN), publicou em janeiro deste ano o Edital de Consulta Pública 70/2019, com o objetivo de aperfeiçoar a regulamentação de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo (PLD/FT) para as instituições reguladas pelo órgão. A medida prevê que o Brasil reforce as estruturas normativas de controle sobre lavagem ou ocultação de bens, direitos e valores, além de financiamento do terrorismo.

Em meio a esta discussão, o Brasil Risk Summit 2019 reúne as maiores lideranças, executivos, autoridades, reguladores e profissionais da área de Compliance e Risco para abordar os principais desafios do setor, as novas regulamentações locais e globais e o impacto da Lei Geral de Proteção da Dados (LGPD) sobre a base de dados destinada ao combate ao crime financeiro, um dos principais desafios atuais para os profissionais que atuam na área.

No dia 06 de novembro, acontece em São Paulo a terceira edição de um dos principais eventos sobre risco financeiro do mundo, que acontece em Nova York, Londres e Dubai. Promovido pela Refinitiv, o Brasil Risk Summit 2019 contará com autoridades, como o Ministro da Advocacia Geral da União, André Mendonça, que abordará a evolução das regras dos acordos de leniência. Já Tom Fox, uma das maiores referências mundiais em compliance, irá falar sobre os principais erros das empresas com seus programas de combate à corrupção e sobre o DOJ (Departamento de Justiça dos Estados Unidos) e Revisão da Avaliação dos Programas de Compliance.

Os crimes financeiros também são destaque do evento. Neste cenário, a Refinitiv, uma das maiores provedoras de dados de mercados financeiros e de infraestrutura do mundo, realizou a pesquisa “A inovação e a luta contra o crime financeiro”, em que entrevistou 3.138 companhias dos cinco continentes — incluindo Brasil- e levantou números relevantes que reforçam a importância do trabalho no setor e como a tecnologia está ajudando na prevenção e na luta contra os crimes financeiros. Exemplo disso são os 72% dos entrevistados que admitem estar cientes dos crimes financeiros nas suas operações globais nos últimos 12 meses, com destaque para fraudes, lavagem de dinheiro, suborno e corrupção, evasão fiscal, roubo, crime cibernético e financiamento ao terrorismo, este último sendo citado por 42% dos entrevistados.

“Hoje, um dos principais desafios para coibir os crimes financeiros é a falta de regulamentação, mas estamos diante de mudanças, muitos países já estão fechando o cerco para coibir os crimes financeiros. Neste cenário, a entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados, em agosto de 2020, pode impactar a luta contra os crimes financeiros e é um dos principais assuntos a serem discutidos no Brasil Risk Summit 2019”, diz Rodrigo Lopes, Diretor para soluções de risco na América Latina da Refinitiv.

O Brasil Risk Summit 2019 acontece no dia 06 de novembro, no Sheraton WTC, em São Paulo/SP, das 08h às 18h.

Programação completa do Brasil Risk Summit 2019:

08:00 — Welcome Coffee
08:30 — Abertura: Apresentação da Refinitiv e de suas soluções inovadoras para o mercado de Compliance e Risco com Rodrigo Lopes, Diretor Latam de Risk Management Solutions na Refinitiv.

09:00 — Acordos de Leniência: O que há de mais relevante a discutir
André Luiz de Almeida Mendonça — Ministro da AGU
João Carlos Figueiredo Cardoso — SCC -Secretaria de Combate à Corrupção — CGU
José Leonelio de Souza — Moderador

09:45 — Coffee Break

10:05 — Do we have a radical transformation in Compliance?
Tom Fox – Global Compliance Advisor
Isabel Franco — Moderadora

11:00 — Crimes Financeiros, Lavagem de Dinheiro, Tráfico Humano, Trabalho Escravo
Roberto C. Troncon Filho – Interpol Brasil – Polícia Federal
Christopher Snyder – Head of Financial Crime Threat Mitigation for Latin America — HSBC

11:55 — A nova regulamentação sobre Lavagem de Dinheiro e Financiamento do Terrorismo
Adalberto Felinto da Cruz Júnior – Secretário Executivo — Bacen
Ricardo Liao – Presidente da UIF (Unidade de Inteligência Financeira, antigo COAF)
Alexandre Pinheiro – Superintendente Geral da CVM
Rodrigo Lopes — Moderador

12:55 — Almoço

13:55 — Lei Geral de Proteção de Dados (13.853/19)
Marcel Leonardi – Advogado especialista em proteção de dados – Pinheiro Neto Advogados
Adam J. Rivera – Senior Counsel & Privacy Officer, Refinitiv
Miriam Wimmer – Ministério da Ciência e Tecnologia
Felipe Dal Belo — Moderador

14:45 — Compliance viável que traz valor e sustentabilidade para a instituição
Rogéria Gieremek – Head Compliance – Grupo Latam Airlines
Gilson Libório – Assessor Especial do Ministro da AGU
Ana Paula Candeloro – Diretora de Compliance RB Capital
Gonzalo Gómez de Liaño – Ministério Admin. Públicas — Espanha

15:45 — Coffee Break

16:00 — Ciência de dados e tecnologia para prevenção de crimes financeiros na era digital
Sandro Sinhorigno – Sup. Governança de PLD – Itaú
Anamaria Pimenta – Head de Compliance da XP Investimentos
José Gomes Fernandes – Diretor Seg. Corp. — Bradesco
Fabiana Marquezini – Mercado Livre
Celso Poltronieri — Moderador

17:00 — Relação entre ética e compliance
Luiz Felipe Pondé – Escritor, professor e filósofo
Angelo Calori — Moderador

18:00 — Encerramento
Adrian Owen Managing Director Latin America Refiniitiv

18:10 — Coquetel

Mais informações: http://www.refinitiv.com/pt/events/brasil-risk-summit-2019

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Ética do profissional brasileiro foi abalada pela crise, aponta pesquisa da ICTS Protiviti

Como está a percepção ética do trabalhador brasileiro frente aos acontecimentos políticos ocorridos nos últimos dois anos? As decisões morais do profissional brasileiro se alteraram diante das mudanças do cenário econômico e político? A resposta para estas perguntas está na 4ª edição da pesquisa bienal “Perfil Ético dos Profissionais Brasileiros”, realizada pela consultoria de Gestão de Riscos, Ética e Compliance, ICTS Protiviti.

O estudo, que contou com a análise do grau de flexibilidade moral de 4.784 colaboradores de diferentes níveis hierárquicos, identifica o comportamento destes profissionais frente a dilemas éticos vivenciados no ambiente corporativo, mapeando como agiriam em relação a temas como: apropriação indébita, gratificação indevida e vazamento de informações.

A análise aponta que 57% dos profissionais apresenta grau de flexibilidade moral médio, situação em que o comportamento do indivíduo pode ser influenciado por pressões externas. Este ponto traz um alerta, vez que na edição anterior do estudo, divulgada em 2017, este índice correspondia a 36% dos colaboradores. Ao verificar que o grupo de profissionais com menor propensão para se corromperem (graus de flexibilidade média-baixa e baixa), caíram de 50% para 19% entre 2017 e 2019, conclui-se que, de forma geral, os colaboradores tornaram-se mais propensos a compactuarem com condutas antiéticas no ambiente corporativo.

“Analisando os possíveis fatos que podem ter influenciado este grau de flexibilidade, podemos considerar o desaquecimento da exposição da Lava Jato na imprensa, tornando-se um assunto mais corriqueiro e menos mobilizador, principalmente após a prisão do ex-presidente Lula, assim como os menores investimentos nos controles das empresas, o medo do desemprego e a juniorização de cargos, estes três últimos estimulados pela crise econômica”, relata Heloisa Macari, porta-voz da pesquisa e diretora executiva da consultoria ICTS Protiviti.

Para a executiva, o ápice de movimentos populares em prol da ética foi refletido na baixa flexibilidade moral do trabalhador brasileiro. Ou seja, antes não fazia sentido compactuar com uma conduta antiética. Agora, houve um afrouxamento desse cenário e as empresas devem refletir sobre os cuidados a serem tomados. “Num primeiro momento, as empresas passaram a adotar os canais de denúncia e as pessoas ampliaram seus relatos numa tentativa de autoproteção. Agora, a atenção das empresas deve ser a de conhecer melhor o comportamento de seus colaboradores e, acima de tudo, focar numa cultura ética interna para que os problemas não voltem a acontecer”, explica Heloisa.

Este cenário é suportado por outros indicadores do estudo. Do grupo analisado, 71% falariam sobre erros próprios ou de terceiros que pudessem gerar prejuízos à organização se, e somente se, o ambiente corporativo trouxesse segurança, inclusive contra retaliações. Em contrapartida, 28% reportariam tais situações independentemente de fatores externos. Na edição passada, este número era maior, chegando a 35%. O mesmo ocorre sobre a convivência com atos antiéticos. Apenas 29% dos profissionais disseram que não aceitariam essa situação. Na edição anterior, 47% fizeram essa afirmação.

Em relação ao tratamento de informações confidenciais, que avalia o grau de compreensão e respeito que o colaborador apresenta ao tratar questões de sigilo profissional, 59% usariam informações se estivessem sob pressão ou buscando uma recolocação profissional, enquanto 41% não repassariam dados confidenciais. Na edição anterior, 63% não usariam esses dados em benefício próprio. E quando o assunto é pagamento ou recebimento de proprinas, 58% dos profissionais condicionariam sua decisão a fatores externos.

“Nesta edição, percebe-se uma migração dos profissionais de alta e de baixa flexibilidade ética para o nível médio e médio alto, o que mostra que há riscos para as empresas quando o assunto é flexibilidade moral. Isso significa uma necessidade de maior intensidade das ações educativas, de controle e de gestão de pessoas nas organizações frente a um cenário de crise sócio-política-econômica que afetou a flexibilidade moral dos profissionais brasileiros”, finaliza Heloisa Macari.

Análise de Dados registra aumento de 58,9% nas demandas de trabalho

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje são mais de 12,6 milhões de desempregados em território brasileiro e com o crescimento dessa taxa diariamente, a procura por empregos informais também gera aumento, transformando a modalidade conhecida como freelancer cada vez mais popular.

Essa tendência profissional que cresce a cada dia é sintetizada pelo Fast 50, um índice trimestral das principais e mais procuradas áreas de atuação dentro da plataforma que recentemente atingiu a marca de 1 milhão de usuários brasileiros, a Freelancer.com. No topo do ranking, a Análise de Dados e a Assistência Virtual surgem como as áreas com maior aumento de projetos significativos do trimestre. Esses setores estão obtendo a maior demanda por parte dos empregadores, com um crescimento nesses de 58,9% e 55,6%, respectivamente, no terceiro trimestre.

“Grandes e pequenas empresas ainda estão contratando, mas nem sempre de maneira tradicional. Com visão de futuro, empresas inovadoras – especialmente aquelas que buscam otimizar e escalar – estão cada vez mais buscando mercados de crowdsourcing”, afirma o CEO e fundador da Freelancer.com Matt Barrie.

As 5 profissões que mais cresceram no último trimestre foram:

• Análise de Dados: O crescimento de 58,9% das demandas dessa área subiram de ​1.114 para 1.770​empregos, demonstrando uma crescente necessidade de empregadores procurarem trabalhadores qualificados para analisar e interpretar dados e assim, identificar tendências emergentes.

• Assistência Virtual: O terceiro trimestre também registrou um aumento de 55,6% dos empregos, de 7.925 para 12.329, passando do décimo para o segundo maior crescimento de demandas, com tarefas que variam desde a entrada de dados até publicações em mídias sociais.

• Microsoft Office: O ressurgimento do Microsoft Office sob o comando de Satya Nadella é evidente, atingindo a terceira maior demanda neste trimestre. Desde a publicação do Relatório Freelancer Fast 50, a demanda pelo Microsoft Office diminuiu até sua primeira aparição no Fast 50, crescendo 31,2% para ocupar o 15º lugar no segundo trimestre deste ano (2.018 a 2.740) e subindo mais 54,2% no terceiro trimestre (2.683 a 4.137).

• Digitação de Cópia: Embora a digitação de cópias passe do segundo para o quarto lugar, a demanda aumentou 53% (6.988 para 10.692), após um aumento de 50% no segundo trimestre, e permanecendo no top 10 pelo segundo trimestre consecutivo. Além da limpeza de dados, os empregadores estão buscando freelancers especializados em transferir notas manuscritas para um formato editável – como esse empregador australiano que precisa de arquivos PDF convertidos em documentos do Word.

• Transcrição: Enquanto os avanços na tradução automática se aceleram, como o Facebook usando a matemática para traduções automáticas de palavras, a Unbabel mostra recentemente a necessidade de intervenção humana, recebendo recentemente US$ 60 milhões para adotar uma abordagem mista de máquina e ser humano para traduções e serviços de transcrição ao vivo, demonstrados neste projeto que exige que alguém entenda vários sotaques. Freelancers especializados em Transcrição foram contratados para 3.981 projetos no terceiro trimestre de 2019, um aumento de 52,2% em relação ao segundo trimestre.

Além das áreas mencionadas acima, devido ao aumento das demandas de trabalho dentro do site Freelancer.com, o Fast 50 também apontou algumas das áreas que demonstraram queda no terceiro trimestre deste ano, mas que preveem o aumento favorável na popularidade e procura por profissionais capacitados nessas áreas. Sendo elas:

• Engenharia, Engenharia Elétrica, Análise de Estatísticas, Algoritmos, Engenharia Mecânica e Matlab e Matemática

Abaixo, a tabela das 50 áreas com mais oportunidades e demandas dentro da plataforma da Freelancer.com:

Apesar de demonstrarem queda no último trimestre, a imagem geral fornecida pelas habilidades em declínio apresenta a fluidez do mercado freelancer. As habilidades que tiveram número considerável de aumentos nos trimestres anteriores vieram a cair no terceiro trimestre, enquanto outras áreas que diminuíram a demanda nos trimestres anteriores tiveram fortes aumentos no terceiro trimestre. Embora possa haver alguma volatilidade na demanda trimestral, o mercado freelancer em geral permanece vibrante e crescente.

Peak Invest anuncia Bruno Giusti como novo Head de Marketing

A Peak Invest, fintech de crédito no formato P2P (peer to peer), anuncia a contratação de Bruno Giusti como o novo Head de Marketing da empresa. Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Sorocaba, o executivo conta com mais de 8 anos de experiência em Marketing Digital, Inbound Marketing, Inbound Sales, Outbound, SAC 3.0, Growth Hacking e Social Media para empresas do mercado náutico e do varejo ligadas à construção civil.

O novo Head de Marketing da Peak Invest será responsável por coordenar toda a operação de marketing da empresa, incluindo comunicação e relacionamento com clientes.

Marcio Berger, co-fundador e CEO da Peak Invest, conta que Bruno Giusti veio para transformar a comunicação da fintech. “A chegada do Bruno acontece em um momento importante da Peak, estamos crescendo rápido. A comunicação apropriada com nossos clientes atuais e o mercado potencial é chave para a escalada sustentável do nosso negócio”, afirma.

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O Brasil ocupa o oitavo lugar entre os países com maior potencial de seguro, segundo índice da MAPFRE

A atualização do Índice Global de Seguros Potenciais (GIP), elaborado pelo Serviço de Estudos da MAPFRE, mostra o Brasil como uma das nações com maior oportunidade para o setor. No ranking, que analisou 96 mercados, o país ocupa o oitavo no lugar no segmento Vida, subindo uma posição em relação à edição anterior divulgada em março, e também no de Não Vida, em que se manteve estável.

Lançado no começo deste ano, o GIP é a primeira métrica internacional que apresenta os países com mais possibilidades de crescimento para a indústria seguradora em médio e longo prazo. O levantamento teve como base o período de 2008 a 2018 e indica que países da Ásia e da África apresentam o maior potencial para seguros e importância relativa no contexto global.

De acordo com o Serviço de Estudos, o GIP aumentou em comparação com os valores da década 2007-2017, o que é explicado principalmente pelo desenvolvimento ainda incipiente do produto Vida em países emergentes como o Brasil. O estudo conclui que o potencial de seguro é bastante concentrado, independentemente de se tratar de um mercado desenvolvido ou não, e que permanece semelhante nos últimos anos.

O diretor Geral de Serviços de Estudos da MAPFRE, Manuel Aguilera, afirma que as expectativas de reaquecimento econômico colaboraram com o ganho de uma posição no ranking de Vida. “Tempos de crises trazem importantes aprendizados em relação à economia e finanças pessoais. Neste sentido, apresenta-se uma valiosa oportunidade para o mercado segurador brasileiro, que possui um vasto campo a ser explorado pelas companhias que melhor se posicionarem e adaptarem seus produtos à realidade local”, observa.

“Sabemos do enorme potencial do Brasil para o desenvolvimento do negócio de Vida, e também já percebemos que o consumidor tem demonstrado maior preocupação em ter uma proteção para si mesmo e suas famílias, no caso de um evento não programado”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Regional Brasil e representante da Fundación MAPFRE no país.

Entenda o GIP-MAPFRE

O índice desenvolvido pelo Serviço de Estudos da MAPFRE se baseia em estimativas da Estimativa da Abertura de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre a cobertura de seguro economicamente necessária e benéfica para a sociedade e o valor dessa cobertura realmente adquirida, e modifica-se em função do crescimento econômico e da população de um país, assim como do surgimento de novos riscos. No caso do Brasil, essa diferença alcançou 314,5 bilhões de reais ou o equivalente a 86 bilhões de dólares.

Para o cálculo do GIP-MAPFRE, além da BPS, outras variáveis ​​são levadas em consideração, como penetração (prêmios / PIB), tamanho da própria economia ou nível populacional, entre outras. Em resumo, oferece uma pontuação que ordena cada país de acordo com sua contribuição para diminuir o déficit global de seguros.

Acesse o estudo completo em inglês: http://www.fundacionmapfre.org/documentacion/publico/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1103681

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