Page

Author admin

eSocial já tem data definida para início da implantação das mudanças no novo sistema

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas divulgou no dia 10 de outubro, a Nota Técnica 15/2019 que prevê as primeiras medidas de simplificação, correções e ajustes pontuais do e-Social, conforme disposto no art. 9º da Portaria 300/2019. Desde o dia 7 de outubro, a equipe técnica realiza a produção de testes e a previsão para o ambiente de produção é 11 de novembro.

No programa #PodeContar, episódio 146, a Valid Certificadora Digital já antecipou algumas dessas mudanças que vigorarão a partir de janeiro de 2020. Entre as principais alterações previstas na revisão estão a simplificação e modernização do sistema, redução considerável nas informações prestadas pelas empresas, órgãos públicos e pessoas jurídicas em geral. Além da redução de números de campos obrigatórios, exclusão de eventos inteiros, consolidação de novo layout e flexibilização das regras que dificultam o fechamento da folha.

Vale lembrar que continuam em vigor todos os prazos vigentes para o envio das informações e que as empresas precisam estar atentas para acessar o sistema de transmissão eletrônica, pois é necessário ter um certificado digital A1 ou A3 emitido por uma autoridade certificadora, como a Valid Certificadora e sua rede, credenciada pela ICP-Brasil.

A certificação digital assegura a transmissão dos arquivos com segurança, garantia de autoria, autenticidade, integridade e validade jurídica dos documentos eletrônicos transmitidos.

Para assistir o este episódio do #PodeContar sobre todas as alterações no e-Social acesse: https://www.youtube.com/watch?v=mNTLVk18P-s

Consumidores prometem punir empresas que não protegem seus dados e recompensar as que colocam a proteção das informações em primeiro lugar

Novas descobertas de uma pesquisa global da Veritas Technologies, líder em market share de proteção de dados corporativos, revelam que os consumidores têm pouca confiança nas organizações para proteger seus dados pessoais. Com cada vez mais empresas sofrendo violações de dados e hackers aparentemente um passo à frente, quase duas em cada cinco (38%) pessoas acreditam que a maioria das organizações não sabe como proteger suas informações pessoais. Ao mesmo tempo, o estudo Veritas Global Data Privacy Consumer também mostra que os consumidores pretendem tomar medidas drásticas ao penalizar as empresas que não protegem seus dados, e recompensar as que o fazem.

Muitas companhias no mundo todo confiam nos dados para direcionar efetivamente bens e serviços que proporcionam experiências melhores aos consumidores. Porém, com a criação de regulamentos rigorosos de conformidade que dão às pessoas mais poder sobre seus dados – como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR) e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), muitos consumidores estão examinando as empresas e responsabilizando-as pela proteção de seus dados pessoais.

O ‘Novo Normal’

O estudo, encomendado pela Veritas e conduzido pela 3GEM, entrevistou 12.500 pessoas em 14 países. Ele indica que os consumidores pretendem recompensar organizações que protegem adequadamente seus dados pessoais e punir aquelas que não o fazem, comprando em outro lugar ou atacando a reputação da marca.

Quase 62% dos pesquisados dizem que deixariam de comprar de uma empresa que não protege seus dados. Outro dado interessante é que praticamente a metade dos entrevistados (48%) afirma que abandonaria sua lealdade à uma determinada marca e consideraria buscar um concorrente. Se analisarmos apenas os consumidores brasileiros, os números surpreendem ainda mais: quase 69% deixariam de comprar de uma empresa que não protege seus dados, e aqueles que abandonariam sua lealdade a uma determinada marca e considerariam buscar um concorrente chegam a 59,8%.

Oito em cada dez (81%) pesquisados dizem que vão pedir para que seus amigos e familiares boicotem a organização, enquanto quase três quartos (74%) afirmam que chegariam ao ponto de denunciar o negócio aos órgãos reguladores. Além disso, quase 65% dos consumidores postariam comentários negativos sobre a companhia online.

No entanto, a pesquisa mostra que eles também pretendem recompensar as empresas que estão protegendo adequadamente seus dados. Quase 60% dizem que gastariam mais dinheiro com organizações nas quais confiam para cuidar de suas informações. Entre os brasileiros, esse número chega a 73%. Destes, mais de um quarto (27%) estão dispostos a gastar até 25% mais com empresas que levam a sério a proteção de dados.

“A confiança nas empresas foi abalada por violações e casos de high-profile em que as organizações demonstraram uma falta de compreensão de como os dados de consumo que detêm são usados ou compartilhados”, afirma Gustavo Leite, country manager da Veritas Brasil. “À medida que os consumidores exigem mais transparência e responsabilidade das empresas, o ‘novo normal’ será eles recompensarem as organizações que têm boas práticas de segurança de dados e punir aquelas que não têm. As empresas devem ser vistas como guardiãs confiáveis de dados se quiserem colher as recompensas associadas à construção da confiança do consumidor. ”

Preocupações crescentes em torno da coleta de dados pessoais

Conforme cresce o interesse em como os dados pessoais são usados e compartilhados, a pesquisa mostra que os consumidores não consentiriam compartilhar as seguintes informações pessoais:

  • Detalhes sobre finanças pessoais, incluindo renda e hipoteca (60%)
  • Localização (40%)
  • Hábitos online (40%)
  • Detalhes sobre saúde/registros médicos (38%)
  • Orientação sexual (28%)
  • Preferências religiosas (26%)

Além disso, os consumidores estão se tornando mais cautelosos sobre como seus dados são compartilhados com empresas e terceiros. Nove em cada dez (92%) estão preocupados com a proteção de seus dados pessoais, sendo que 40% dos entrevistados afirmaram que não têm visibilidade sobre como as empresas estão usando ou compartilhando seus dados. E vinte e um por cento deles estão muito preocupados que seus dados pessoais sejam roubados.

“À luz dos recentes acontecimentos e mudanças na lei, os consumidores precisam de muito mais segurança quando se trata do que as empresas possuem de dados pessoais sobre elas, e como isso é compartilhado e usado”, diz Gustavo Leite. “Isso pode ter implicações significativas para organizações que dependem da coleta de dados para fornecer serviços inteligentes e direcionados, como aplicativos baseados em localização. As companhias mais bem-sucedidas serão aquelas capazes de demonstrar que estão gerenciando e protegendo dados pessoais de maneira compatível”, explica.

A Veritas ajuda empresas de todo o mundo a gerenciar, proteger e obter informações valiosas a partir de seus dados, independentemente de onde eles estão armazenados. Isso não apenas ajuda as companhias a iniciar sua jornada de compliance, mas também a manter a conformidade a cada passo adiante.

Para obter mais informações sobre como a Veritas Technologies pode ajudar sua organização com relação a compliance digital, acesse https://www.veritas.com/solution/digital-compliance.

LGPD: Cinco motivos para exigir a proteção dos dados pessoais

Quem nunca foi perseguido por um anúncio durante meses? Seja o produto que você falou alto ou mesmo a propaganda daquele site que acessou em algum momento. Com a aplicação de algoritmos e o avanço da tecnologia essa situação se torna cada dia mais comum. Hoje, é possível saber o que consumimos, com quem nos relacionamos, se pagamos nossas contas em dia ou até mesmo os locais que frequentamos. Os dados definem muitos comportamentos, não apenas nossos, mas também o relacionamento das empresas com a população. O que parece uma grande vantagem para as empresas, pode afetar a vida real de maneiras prejudiciais.

Por isso, ano passado, foi promulgada uma lei que dispõe sobre a proteção de dados pessoais pelas empresas. Conhecida como LGPD – Lei Geral de Proteção de dados – a iniciativa deu um baque nas empresas que lidam com dados dos usuários. A proteção e a privacidade de dados é um tema que tem sido discutido mundialmente. Em abril de 2014, o Brasil seguiu uma tendência mundial ao estabelecer o marco civil da internet, ou seja, os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Já em 2018, após inúmeros debates, surgiram legislações regulando a privacidade ao redor do mundo.

De acordo com Rubens Leite, Sócio Gestor do RGL Advogados, a lei que irá entrar em vigor no Brasil em agosto de 2020 abrange qualquer pessoa com atividade empresarial que tenha acesso a dados pessoais – coleta, armazenamento, compartilhamento, etc. “A Legislação veio para proteger os direitos do titular dos dados e estimular a economia. Antes, muitas empresas acreditavam que os dados pessoais pertenciam a elas, mas agora, com a lei, será realizado o tratamento de dados dos brasileiros, em que são estabelecidos parâmetros de como devem ser coletados, armazenados, processados e excluídos”, revela.

Abaixo o especialista lista os principais benefícios da lei que garante a proteção de dados. Confira:

1 – Consentimento de informações: as empresas devem deixar claro que o titular deu permissão para a coleta dos dados. “É necessário que a realização da coleta de informação esteja documentada nos termos de uso e privacidade, de forma escrita. A política de privacidade que era implementada como uma cláusula, deve ter uma maior relevância agora, essa transparência faz com que os usuários saibam que precisam permitir a coleta de seus dados”, revela.

Ainda de acordo com Rubens, o ponto fundamental da lei é o consentimento. “É necessário uma autorização para tratamento e manipulação de dados e seu escopo de proteção abrange desde relações de trabalho, até as relações de consumo”, alerta.

2 – Saiba do direito de corrigir e apagar os dados: os dados são considerados tão valiosos que permitem o conhecimento sobre a personalidade de cada pessoa. “Por meio da análise dessas informações é possível saber preferências políticas, religiosas, sociais, comerciais, raça, de variados grupos de pessoas, sendo de grande utilidade para determinar a estratégia de empresas, políticos e terceiros que possam se beneficiar. Mas caso essas informações não estejam alinhadas com a realidade, ou a pessoa não queira divulgá-las, esse é um direito dela e a lei vai em seu benefício”, releva Gonçalves.

Também é importante ressaltar as previsões quanto aos direitos do titular – que deve possuir fácil acesso às informações referentes ao tratamento de seus dados. “Isso deve acontecer de forma clara, adequada e ostensiva, como por exemplo, a finalidade, forma e duração do tratamento, identificação do controlador e suas informações de contato, dentre outros”, explica.

3 – Implemente o compliance: a implementação do compliance é indispensável para evitar as punições previstas, devendo-se estruturar da maneira mais eficiente possível, com foco na criação de políticas, metas e plano de gerenciamento de proteção de dados, inclusive com planos de emergência para crises e a criação de uma cartilha interna a ser seguida.

“É preciso uma análise profunda com diagnóstico da equipe multidisciplinar especializada – T.I, negócios, jurídico – relatando os riscos e impactos das novas exigências, procurando constatar a situação atual da empresa, seus pontos falhos e passíveis de riscos, e, assim, as medidas a serem tomadas”, acrescenta o especialista

4 – Cuidado com as armadilhas: Facebook, Amazon, Apple, Microsoft, Google, Baidu, Alibaba e Tencent. Essas são empresas que dominaram o desenvolvimento de Inteligência Artificial, trabalhando com dados e faturam grandes fortunas – mesmo que algumas já tenham sido pivôs de ‘confusões’.

“Vale lembrar o recente escândalo sobre o enorme vazamento de dados de mais de 50 milhões de pessoas que utilizaram determinada ferramenta do Facebook. Existem fortes indícios de que tais dados foram usados para influenciar na campanha à eleição presidencial que consagrou Donald Trump como o 45º Presidente dos Estados Unidos da América”, cita o advogado.

5- Se informe sobre a fiscalização da lei: o descumprimento da lei pode gerar algumas penalidades, desde advertência, publicização da infração, multa diária, até o bloqueio de tratamento de dados. Diante desse novo cenário, é imprescindível implantar um sistema de conformidade- que passa desde a revisão de processos internos da organização, de modo que haja o mapeamento dos processos de tratamento de dados e a criação de pontos de verificação de proteção de dados.

“A estruturação de um sistema de proteção de dados dos clientes e colaboradores vai garantir com que a empresa esteja em compliance com a nova legislação de proteção de dados, garantindo a transparência, segurança e responsabilidade no tratamento de dados de terceiros”, explica Rubens Leite.

Para ele, é possível perceber que a criação de uma Lei que regulamenta as operações envolvendo dados pessoais era extremamente necessária. “A adaptação das empresas deve ser realizada de maneira consciente e eficaz, prevenindo possíveis problemas futuros”, finaliza.

Siemens Digital Industries Software anuncia novo diretor de marketing para as Américas

A Siemens Digital Industries Software, fornecedora de serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto e de software de gerenciamento de operações de manufatura, anuncia a nomeação de Allyson Chiarini de Faria como novo diretor de Marketing para as Américas. Com o objetivo de entender as necessidades do mercado norte-americano (EUA e Canadá), além de todo o mercado latino, Allyson é o primeiro brasileiro da companhia a ocupar uma posição de liderança responsável por todo o continente. O executivo terá o desafio de integrar equipes e ações da empresa para o fortalecimento da marca e elaborar estratégia alinhada com as equipes de produto e vendas, a fim de atingir os objetivos d inicialmente no planejamento da empresa.

“Sentimos que é imprescindível nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes e entender melhor as necessidades de cada indústria. Como o Marketing precisa desenhar uma estratégica individual e única, precisamos trabalhar com ‘personas’ e saber qual a linguagem cada espectador utiliza para que possamos ter um discurso e uma conversa no mesmo nível. Assim mostramos de forma transparente os nossos objetivos e também conseguimos ser mais assertivos nas mensagens que enviamos”, aponta Faria.

Na Siemens há 3 anos, o executivo atuou como diretor de marketing para América do Sul e em janeiro de 2018 foi promovido para liderar toda a América Latina. Com a promoção atual, Allyson novamente amplia sua atuação geográfica e escopo de trabalho. Sua trajetória de mais de treze anos em gestão de produto, marketing, desenvolvimento de negócios e estratégias de go-to-market de clientes e parceiros de negócios, conta com atuação na IBM, onde exerceu os cargos de líder de operações, gerente de marketing para Rational e de gerente sênior de marketing para Big Data & Analytics; e na Technogym, onde atuou como gerente-geral de marketing e colaborou para o posicionamento da marca no Brasil como fornecedor oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Com essa mudança, a Siemens Digital Industries Software pretende assegurar o melhor planejamento e execução do Marketing para todos os países do continente americano. Isso inclui garantir melhores resultados das atividades da área por meio de KPIs, propiciar um plano coeso por indústria e por região, e a habilidade de consolidação de todo o plano estratégico desenhado para América do Norte, América Central e América do Sul. “Podemos assim tomar decisões mais efetivas, coerentes e baseadas em dados concretos”, acrescenta.

Segundo o novo diretor, a companhia está plenamente preparada para entregar as soluções necessárias para que os clientes superem seus desafios. A perspectiva da empresa para o próximo ano fiscal, iniciado este mês, é de bastante produtividade. “Com a retomada do crescimento econômico na região, mesmo que tímido, e com a crescente confiança do mercado, temos percebido que os clientes estão mais propensos a terem conversas estratégicas e executivas”, explica Faria.

Formado em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, Gestão Empresarial (também pela Anhembi Morumbi), Farias tem Extensão Executiva em Business Design pela Business School São Paulo (BSP), formação em Marketing Digital pela ESPM e tem MBA em Inteligência Competitiva pela Business School São Paulo (BSP).

SAP adiciona novos recursos para simplificar o desenvolvimento de aplicações em sua plataforma de nuvem

A SAP anuncia a integração de novos recursos e inteligência à SAP Cloud Platform para facilitar incorporação de recursos inteligentes como aprendizagem de máquina, Internet das Coisas e incorpora-las aos principais processos de negócios.  Os novos recursos, como o SAP Data Intelligence, serviço que oferece um ciclo completo para gerenciamento de dados e aprendizagem de máquina (machine learning). O pacote de serviços SAP Intelligent Business Processes Management (SAP Intelligent BPM) ajuda a transformar processos manuais em fluxos de trabalho digitais.

A SAP Cloud Platform é um importante pilar da plataforma tecnológica para negócios. É a plataforma de integração e extensão da SAP que ajuda reduzir a distância entre tecnologias inteligentes, como aprendizagem de máquina (machine learning, ML) e Internet da Coisas (Internet of Things, IoT), e a incorporá-las aos principais processos de negócios.

Ao conectar processos e experiências, os clientes também podem tomar decisões confiáveis e continuar impulsionando a inovação seja na nuvem, localmente, nas bordas das redes ou em ambientes híbridos.

  • SAP Data Intelligence é o primeiro serviço de nuvem para empresas com um ciclo de vida completo para gerenciamento de dados e aprendizagem de máquina. Tecnologias como machine learning e orquestração de dados oferecem uma grande variedade de informações relevantes para os negócios – desde rotatividade de clientes e comportamento dos consumidores até previsões para manufatura. Explorar esses dados geralmente é desafiador quando se usam diferentes ferramentas. Usando o SAP Data Intelligence, é possível transformar dados de diversas fontes em insights importantes para gerar melhores resultados de negócio. Também permite que os clientes se adaptem às últimas tendências e tecnologias combinando SAP Data Hub e SAP Leonardo® Machine Learning Foundation em uma solução de nuvem integrada, fazendo uso de estruturas de código aberto já estabelecidas, como TensorFlow.
  • O pacote de serviços SAP Intelligent Business Processes Management (SAP Intelligent BPM) ajuda a transformar processos em papel em fluxos de trabalho digitais. É possível usar os serviços SAP Cloud Platform Workflow, SAP Cloud Platform Business Rules e SAP Cloud Platform Process Visibility em conjunto para criar extensões de processos para as principais aplicações de negócio, orquestrar tarefas e criar aplicações centradas em processos. Com essa transparência dos fluxos de trabalho, os clientes podem estender a visibilidade dos processos de ponta a ponta, na direção dos processos de negócio observados em aplicações SAP e não SAP. O SAP Intelligent BPM é integrado ao serviço SAP Conversational AI para orientar os clientes ao longo dos fluxos de trabalho, apresentando recomendações automáticas para ação.
  • Desenvolvidos sobre a SAP Cloud Platform, serviços de negócios que usam aprendizagem de máquina e IoT para superar desafios específicos já estão disponíveis. Entre eles está o serviço Document Information Extraction que aplica aprendizagem de máquina para digitalizar documentos não estruturados, extraindo informações e combinando-as com dados relevantes para os negócios. Recursos avançados em ambientes híbridos de bordas IoT e nuvem oferecem a capacidade de “definir uma vez, executar em qualquer lugar”, para que os clientes não dependam da latência, largura de banda ou conectividade das redes. Essa abordagem oferece flexibilidade e capacidade de expansão para que seja possível definir facilmente artefatos de processamento para IoT uma vez e, em seguida, optar por implantar na nuvem e/ou nas bordas para processar dados.

Mais de 1.400 parceiros estão desenvolvendo solução para SAP Cloud Platform, com mais de 750 apps disponíveis no SAP App Center.

“Há uma crescente demanda por parte de clientes e parceiros para expandir e integrar facilmente suas soluções e criar aplicações completamente novas e criar condições para levar suas infraestruturas para o modelo de serviços. Com uma plataforma tecnológica para negócios, ofereceremos aos clientes o mais alto nível de abertura e flexibilidade para esse tipo de iniciativa”, afirma Rui Botelho, vice-presidente de Digital Core da SAP Brasil.

Plataforma exclusiva e primeiras soluções já disponíveis para transformar dados em valor para os negócios

 

A versão mais recente da solução SAP Analytics Cloud possui aprimoramentos para recursos de análise aumentada e designer de análise que ajudam os clientes a tomar decisões mais rápidas e confiáveis. As atualizações incluem:

  • Análise aumentada – As atualizações para a extensão search-to-insight oferecem uma nova experiência de análise conversacional para entender e usar melhor a semântica em todos os dados de negócio. Os usuários agora podem conversar ao vivo com dados nas aplicações SAP HANA® e identificar os principais fatores que influenciam pontos positivos ou negativos em uma tabela de métricas com algoritmos “smart insights” ativados para extrair pontos de dados.
  • Designer de análise – Com o novo analisador de dados, os usuários agora podem obter insights mais rapidamente usando um serviço pronto para consultas na aplicação SAP Business Warehouse, permitindo navegar e analisar informações com facilidade. Também é possível criar aplicações mais rapidamente, criando e reutilizando widgets personalizados em um tema.

 

SAP continua ultrapassando os limites do blockchain unindo forças com a Microsoft

 

Com uma nova iniciativa de cooperação, SAP e Microsoft Corporation anunciaram a interoperabilidade de serviços de blockchain na nuvem. Contando com uma longa parceria, as empresas pretendem dar aos clientes a capacidade de executar suas aplicações de blockchain na SAP Cloud Platform diretamente conectadas ao Azure Blockchain Service. Com essa interoperabilidade, será possível usar os serviços de infraestrutura e plataforma de preferência incorporados aos sistemas SAP de uma maneira muito fácil. A cooperação tem como objetivo permitir que clientes em comum tragam a confiança e a transparência do blockchain para importantes processos de negócios, como os de rastreabilidade de materiais, prevenção de fraudes e colaboração nas áreas de ciências da vida.

 

Inteligência incorporada e maior usabilidade para SAP S / 4HANA®

O pacote de Integração das SAP Best Practices for SAP Intelligent Robotic Process Automation com SAP S/4HANA já está disponível para orientar e acelerar implementações com recursos de automação predefinidos, cobrindo processos de negócios importantes, como administração de pedidos de venda e confirmações de pedidos de compra. O pacote oferece ferramentas predefinidas para automação robótica para, por exemplo, finanças, distribuição de vendas e compras, além de recursos para setores como serviços profissionais e manufatura. Os clientes podem usar o pacote para ajudar a reduzir custos relacionados à mão de obra e reduzir o tempo de reação às mudanças de mercado e outros requisitos de negócios.

A última versão do SAP S/4HANA Cloud inclui fluxo de aprovação inteligente para pedidos de compra. O serviço usa aprendizagem de máquina para classificar aprovações de requisição de compra com e sem importância, ponderando-as com um fator de confiança definido por meio da análise do histórico de aprovações com base em preço, fonte de suprimento, grupo de materiais, aprovadores e anexos. Também orienta os usuários a aprovar itens que exijam atenção imediata, liberando tempo para itens de trabalho relevantes.

O Quartz light, novo tema do SAP Fiori® 3 para experiência do usuário, é usado pela versão mais recente do SAP S/4HANA Cloud e todas as outras aplicações SAP. Projetado e desenvolvido por todas as equipes de produtos da SAP, o SAP Fiori 3 oferece uma experiência mais consistente e integrada para todo o portfólio da SAP. Isso ajuda a diminuir o tempo de treinamento, eleva a eficácia das aplicações e garante consistência de uso entre os dispositivos. A inteligência artificial incorporada ao SAP Fiori 3 apresenta home pages inteligentes que apresenta tudo de o que precisa, além de trabalhar com gestão proativa das situações de negócio, que oferece explicações, insights e propostas de ações.

Kroton fecha parceria com startup focada na preparação de jovens para o mercado de trabalho

Com a proposta de ajudar candidatos a terem sucesso em entrevistas de emprego, a Kroton, uma das principais organizações educacionais do mundo, fechou parceria com a startup Meu Entrevistador para que seus alunos e ex-alunos cadastrados no portal de empregabilidade da companhia, Canal Conecta, tenham acesso gratuito e ilimitado à plataforma online, que conta com vídeos de simulações de entrevistas de emprego realizados pelos principais executivos do Brasil, além de dicas de profissionais de RH, coachs, entre outros.

Por meio da dinâmica é possível entender melhor o que os recrutadores observam nos currículos ou nos perfis do LinkedIn, e principalmente aquilo que os gestores perguntam e esperam ouvir ao realizar uma seleção. As entrevistas simuladas, por exemplo, podem ser conduzidas em inglês ou português para que o profissional se prepare para o tipo de questão que costuma aparecer em sua área de atuação ou interesse.

“Oferecer uma ferramenta tão importante para quem está iniciando sua trajetória no mercado de trabalho, especialmente em um momento em que há cerca de 13 milhões de desempregados no país, é muito gratificante para nós. Até o momento, temos mais de 800 alunos acessando a plataforma, 64,5% são mulheres. Esperamos muito mais. O nosso objetivo é democratizar o acesso ao conteúdo do universo corporativo e responder as principais dúvidas sobre a preparação de entrevistas de emprego, processos seletivos de estágio e trainee para os jovens e estimulá-los a sempre se atualizarem”, afirma Thais Jesus, diretora acadêmica da Kroton.

Conheça mais sobre o Canal Conecta, acesse: www.canalconecta.com.br/

Agibank apresenta um App focado na experiência do usuário

Oferecer uma experiência única para os clientes. Esse foi o grande motivador do Agibank para a concepção do seu novo aplicativo, que já está sendo utilizado pelos colaboradores da instituição. O banco digital, que tem o propósito de melhorar o dia a dia das pessoas e facilitar sua vida financeira, deve estender os testes do novo canal para mais de 5 mil usuários nos próximos meses e, na sequência, disponibilizá-lo aos seus clientes.

Segundo a empresa Hibou, especializada em pesquisa e monitoramento de mercado e consumo, 42% dos brasileiros pagam a maioria de suas contas por aplicativo de banco, um aumento de quase 8%, em relação ao ano de 2018. Isso significa que investir em tecnologia nos apps é mais que uma obrigação para os bancos digitais.

No Agibank, o desenvolvimento da nova solução partiu de uma ampla pesquisa para entender as necessidades dos usuários. Após 15 mil respostas únicas, o banco incorporou tecnologias e conceitos de vanguarda para entregar uma experiência muito próxima a dos aplicativos mais famosos, como Instagram, Facebook e Spotify.

Já o design system foi projetado para atender todos os tipos de perfis de clientes: de jovens adeptos à tecnologia até pessoas de mais idade; de pessoas que precisam de orientação para gerir a vida financeira às mais independentes. Outro ponto importante é o dinamismo do aplicativo, que se adapta ao usuário: para aquele que tem como característica usar mais o crédito, é possível destacar esse tipo de informação com prioridade. Já para o cliente mais propenso a investir, outras funcionalidades serão apresentadas na tela em primeiro lugar.

Segundo Fernando Castro, Diretor de Tecnologia e Produtos, o aplicativo materializa o DNA de inovação do Agibank e vem para facilitar essa relação das pessoas com os serviços financeiros. “Além de ter todas as suas necessidades plenamente atendidas pelo aplicativo, de acordo com o seu perfil, o novo app chega para ajudar de fato os nossos clientes, à medida que o canal realmente conversa com o usuário, guiando a navegação. O resultado é um produto de ponta, com conceitos inovadores, mas com a simplicidade necessária para atender todos os públicos”, explica Castro.

As cores no layout do app não são apenas uma questão de estética. Usando os tons do semáforo como referência, a ideia é ajudar o usuário a entender quais são as principais ações que ele pode executar no aplicativo. Como são cores que fazem parte do dia a dia de todas as pessoas, fica ainda mais fácil tomar decisões e entender as orientações e alertas. Por exemplo, uma operação concluída positivamente assume a cor verde, mostrando para o usuário que houve êxito na efetivação.

Já no quesito segurança e agilidade, o aplicativo conta com a utilização de detecção facial e machine learning. Além disso, foram feitos testes automatizados de interface, que simularam o uso das funcionalidades do aplicativo. Dessa forma, relatórios instantâneos foram gerados, possibilitando a rápida correção ao longo do desenvolvimento e implementação de melhorias para o aplicativo.

Todo o design do novo app foi aplicado aos principais sistemas, como o Internet Banking, mostrando que a estratégia por trás dessa concepção estará presente em todos os pontos de contato do cliente com a instituição. Um novo design de cartão também vai integrar esse movimento.

Em breve, os clientes do Agibank poderão usufruir dos benefícios do novo aplicativo, que facilitará o controle e a realização das operações, de forma rápida e intuitiva.

SONDA contrata Nelson Serranegra como diretor Comercial para Data Center e Cloud

Nelson Serranegra é o novo diretor Comercial da SONDA para a área de Data Center e Cloud. O executivo trabalhará no escritório da companhia em Belo Horizonte (MG), onde se localiza o maior data center da empresa no Brasil.
Serranegra vem da Algar Tech, onde ocupou cargo similar por quase dez anos. Ele também tem passagens pela Oracle, como diretor Comercial Regional para Minas Gerais, Centro Oeste, Norte e Nordeste.

Na SONDA, o executivo terá duas principais atribuições: líder nacional de vendas para Data Center e Cloud, conduzindo uma equipe de 20 profissionais, em diferentes regiões do país, e líder regional de vendas em Minas Gerais para as demais soluções da empresa.

“O data center de BH é um dos bem mais construídos do país, tanto em estrutura, como em tecnologia e disponibilidade. Com a demanda crescente do mercado de cloud, nosso potencial de expansão é excelente”, comenta Serranegra.

A contratação de Serranegra faz parte da estratégia da SONDA em oferecer uma abordagem comercial mais consultiva. O executivo responderá para Viviane Ricci, vice-presidente Comercial da SONDA, com reporte operacional para Ricardo Scheffer, vice-presidente de ITS, Data Center e Cloud.

“Serranegra adiciona ainda mais experiência ao nosso time comercial por ser um grande conhecedor das necessidades de negócios das empresas e das tendências em tecnologia. Esse mix de conhecimento terá um papel-chave para manter o forte crescimento que registramos nos últimos dois anos”, explica Viviane.

A SONDA hoje conta com sete data centers distribuídos por dez países da América Latina, para serviços de cloud, host e colocation. Do total, três estão localizados no Brasil, sendo um em São Paulo e dois em Minas Gerais.

A empresa também está em fase de conclusão do seu primeiro data center tier IV no Chile, que deve ser finalizado até o final deste ano. A SONDA será a primeira provedora de serviços de TI da América Latina a possuir um data center, com certificação tier IV e validação internacional pelo Uptime Institute.

8 ações para diminuir as perdas de estoque no seu negócio

Por Rodrigo Castro

Prevenir perdas de estoque não é uma ciência exata. O problema é complexo, multidisciplinar e exige um esforço conjunto de várias áreas da empresa. Afinal de contas, um problema de R$ 6,7 bilhões, que foi o total de perdas estimada pelo estudo de prevenção de perdas da ABRAS para o ano de 2018, não é pequeno. Além disso, a perda não é um problema que se resolve e ponto final. Trata-se de uma doença crônica, como se diz no jargão da medicina.

Ou seja, é algo que persiste dentro da empresa e precisa ser constantemente remediado para se manter em níveis aceitáveis para não matar o paciente. Para problemas complexos, não se pode dar soluções simples. O tratamento leva tempo e precisa ser atacado em diversas frentes em conjunto. Isto quer dizer que não se pode fazer uma ação e deixar outra de lado. Elas precisam atuar em conjunto para remediar o problema. Abaixo, listo oito ações que são efetivas em reduzir perdas de estoque nas empresas, quando realizadas em conjunto:

1. Tenha controle sobre a apuração dos números – tudo começa por um número de perdas que seja confiável e claro. E para isto ocorrer, o lançamento das perdas identificadas, como avaria e vencimento, precisa ser realizado sistematicamente na operação. Se o setor de FLV (frutas, legumes e verduras) num supermercado perde 90% dos itens por maturação e vencimento, não se pode permitir pontos de venda com 50% de registro ou menos. Afinal, ninguém entra no varejista para roubar berinjelas. Para medir as perdas desconhecidas, um inventário bem realizado e com periodicidade adequada é fundamental. Economizar com execução de inventário significa ter perdas altas, pois rastrear uma alta perda com inventários anuais é praticamente impossível. Para produtos de alto risco de perda, prefira os inventários rotativos.

2. Incentive todas as áreas de negócio a reduzir as perdas – estruturas de prevenção de perdas não conseguem resolver as perdas de estoque sozinhas. Inclusive se os indicadores de performance das outras áreas jogarem contra. Neste caso, a tarefa passa a ser sacrificante. Se a margem da área comercial, por exemplo, considerar apenas a receita menos o custo da mercadoria vendida, as perdas ficam em última prioridade. Afinal de contas, não importa quanto produto eu joguei fora para gerar a margem. O que importa é apenas o quanto se lucrou com os produtos vendidos. Na logística, o mesmo princípio também pode ser aplicado. Se o foco for especificamente na produtividade, incentiva-se a agilidade e não a precisão da entrega. Ou seja, se a loja pede 10 caixas de iogurte sabor morango, mas recebe 10 caixas de iogurte sabor ameixa, a equipe de logística está feliz. Mas as perdas vão aparecer mais a frente. Ou seja, o comercial deve ter visibilidade das perdas sobre o seu resultado e a logística precisa mensurar e avaliar os erros de entrega e assim por diante, em todos os elos do negócio.

3. Divulgue as perdas em todas as hierarquias do negócio – as perdas não são assunto só de executivos, ou só da operação, ou só da prevenção de perdas. Como dito, prevenir perdas é tarefa multidisciplinar. E, para isto, todos precisam entender e conhecer o problema dentro do seu espectro de atuação. A operação precisa conhecer o número em toda a estrutura hierárquica. Dos diretores, passando pelos gerentes distritais, gerentes regionais, até o responsável pelo ponto de venda, todos devem ter acesso constante ao seu resultado de perda. E este resultado deve ser compreensível para todos os públicos e é preciso que seja apurado também pela estrutura mercadológica, ou seja, por departamento, setor, categoria etc. Por último, distinguir as perdas desconhecidas (furtos, desvios) das perdas identificadas (avarias e vencimentos) é fundamental, porque são problemas distintos com soluções distintas de ataque. No final, a matriz com as perdas por estrutura operacional e mercadológica, segregada entre perdas identificadas e desconhecidas, é uma ferramenta elucidadora para identificar cirurgicamente o problema das perdas de estoque.

4. Estabeleça a governança das perdas – não adianta ter números e dados exatos se o problema não for atacado e monitorado. Para isto, é importante ter fóruns dedicados para se falar do tema. Comitês de perdas com as principais áreas de negócio, fóruns regionais, pautas nas lojas, tudo isto é importante para gerar movimento no tratamento das perdas. Uma ferramenta que funciona muito bem são as áudio-conferências com todas as lojas, partindo das estruturas corporativas. Esse mecanismo simples estabelece um comprometimento alto nos pontos de venda porque mostram comprometimento e engajamento da empresa em lidar com o tema. Além disso, aproximam a sede das lojas, que às vezes nem conhece os executivos que conduzem a empresa.

5. Analise menos e faça mais — prevenção de perdas não é uma ciência exata. O ataque é sim baseado em números e dados, mas ao final, algumas hipóteses devem ser traçadas e atacadas. Muitas empresas focam em estressar os números e buscar a precisão de onde exatamente as perdas aconteceram. Ou seja, se o inventário aponta a perda relevante de protetor solar, o executivo decide direcionar a energia da equipe em buscar a resposta de onde exatamente esta mercadoria sumiu, ao invés de atacar as possíveis causas para que o problema não ocorra mais. Isso pode ser extremamente improdutivo e desgastante, pois gera desmotivação e paralisia. Afinal, não se precisa ter todas as respostas para se traçar algumas hipóteses e atacá-las.

6. Empodere e apodere as lojas –Em todas as redes varejistas com alto volume de lojas, haverá pontos de venda com bons e maus resultados. Existem sim fatores exógenos à loja que contribuem para a perda. Mas a gestão da loja é determinante para bons resultados. Afinal, se uma loja apresenta 1% de perda e a outra 5%, mas ambas têm o mesmo processo logístico, a mesma estrutura e os mesmos executivos, é bem provável que as causas estejam na loja. Portanto, o líder da loja deve ter os mecanismos para comunicar e atuar em prol da redução de perdas do seu ponto de venda, enquanto cabe às estruturas corporativas ouvir a operação e tomar as ações para reduzir as perdas.

7. Comemore bons resultados e compartilhe os ganhos – mecanismos de incentivo são eficientes em reduzir as perdas, mas devem ser usados com cautela. Resultados individuais não podem ser recompensados se o coletivo não for atingido. Além disso, não se pode premiar resultados de curto prazo. A conta pode chegar depois e a premiação pode ser injusta. Além disso, não se pode exagerar nos prêmios. As perdas são altas e a redução traz sim altos ganhos para as empresas. Mas a ação sobre este tema não pode ser incentivada exclusivamente por retornos financeiros. Uma alternativa interessante para minimizar prêmios financeiros é usar a gameficação das perdas e criar uma disputa saudável entre lojas, por exemplo, para atingir os resultados.

8. Inove – não dá para prevenir perdas utilizando técnicas que são literalmente do século passado. Afinal de contas, a prevenção de perdas veio ao Brasil em meados dos 90 e muitas áreas trabalham do mesmo jeito até hoje. Inovação em prevenção de perdas vai além de equipamentos de segurança. Existem novas formas de avaliar as perdas com Machine Learning, controlar equipamentos e equipes de campo com IOT (Internet das Coisas), realizar processos e controles em aplicativos, dentre outras novidades.
Estas oito dicas aplicadas em um programa de redução de perdas, com certeza, trarão resultados efetivos para o aumento da rentabilidade do negócio. Mas o caminho não é rápido, muito menos simples. Assim como as doenças crônicas, o tratamento leva tempo e não pode ser abandonado nunca.

Rodrigo Castro, diretor de riscos e performance na ICTS Protiviti

Netshoes abre mais de 600 postos de trabalho para a Black November 2019

Devido ao aumento no volume de pedidos no final de ano, impulsionada pela Black November e as vendas de Natal, a Netshoes está com vagas de trabalho temporárias em diferentes regiões do Brasil: São Paulo, Barueri-SP, Extrema-MG e Jaboatão dos Guararapes-PE. Ao todo, são mais de 600 oportunidades para atuar com operação logística e atendimento ao cliente.

Especificamente sobre as vagas para Jaboatão dos Guararapes-PE, são mais de 100 oportunidades para atuar como operador logístico. Os candidatos devem ter Ensino Médio completo, disponibilidade para trabalhar em turnos e muita vontade de aprender (não é necessária experiência na área).

Os contratos são de 30 dias e as contratações acontecem de 05/out a 04/dez, com possibilidade de efetivação. Além do salário competitivo com o oferecido no mercado, os benefícios são transporte fretado e refeição no local.

“Dado o impulso no movimento que a nossa Black November traz à companhia nesta época de final de ano, procuramos potencializar também o time de colaboradores nas nossas operações a fim de sempre oferecer a melhor experiência de compra on-line. As vendas de final de ano são sempre um desafio para o e-commerce e a Netshoes, como um dos grandes players do setor, é responsável por firmar cada vez mais a Black November no Brasil, oferecendo uma boa jornada de compra aos nossos clientes”, afirma Tatiana Denadai, Head de Recursos Humanos da Netshoes.

Os interessados devem inscrever-se pelo site: jobs.kenoby.com/gruponetshoes .

Uma agenda de inovação para empresários brasileiros

Por Fernando Aguirre

No meio da discussão sobre novas tecnologias, desafios e oportunidades para empresários, qual é a aplicabilidade e acessibilidade deste novo mundo para empresas pequenas e médias? Uma visão cartesiana impõe uma limitação inicial a este mercado, que possui orçamentos menores para investimentos em projetos de inovação. Menor receita, menor orçamento. Mas isso está no rol de necessidades reais e de forma consciente? A transformação digital é para todos ou para quem tem acesso ao capital em larga escala?

Consideremos os modelos de receita exponencial de startups e empresas calcadas em tecnologia, com acesso ao cliente universal e quase ilimitado, em que os recursos para provimento do serviço estão sob domínio do próprio mercado e são compostos de informação sobre desejos e necessidades desse mesmo cliente. Propositadamente, uso o exemplo mais conhecido: os aplicativos de transporte. São empresas que surgiram de empreendedores e acabam se tornando unicórnios. Qualquer pequeno empresário deseja tornar sua empresa grandiosa.

O número de empresas com estas características ainda é reduzido por algumas razões: mercado inadequadamente explorado e clientes com necessidades a serem satisfeitas; pouquíssimas empresas com potencial de sucesso em escala exponencial, por (falta de) velocidade para entrar no mercado ou por investimentos já realizados.

O mercado empreendedor brasileiro é rico em atividades industriais com grande capital investido. Como permitir que as empresas sobrevivam às transformações? Quais são as opções de uma pequena e média empresa (PME) para crescer? Será que uma grande empresa não tem mais riscos e mais a perder ao fazer movimentos maiores de mudança? Em outras palavras, mover um transatlântico é muito mais difícil do que uma PME.

Em interações com o mercado, vemos que o maior desafio é conhecimento. Tanto do empresário, para entender como este novo mundo funciona, quanto na ausência de mão de obra qualificada. A velocidade é muito importante e precisa ser desenvolvida a partir de fatores de capacitação. Em primeiro lugar, o modelo mental adequado. Baseados em nossa pesquisa “Retratos de Família”, as empresas de menor porte, familiares, oferecem menos atrativos para aquisição e retenção de talentos.

Em segundo lugar, está o investimento em novas competências e aquisição de perfis de talentos rejuvenescidos. As novas competências devem se pautar por buscar real conhecimento das necessidades do mercado-alvo da empresa e como este mercado poderá ser melhor atendido, ampliado e fidelizado.

O empreendedor precisa cuidar da agenda de pessoas, atraindo gente adequada. O foco em atrair pessoas corretas é remédio para vários desafios, inclusive a possível ignorância sobre toda esta transformação que poderá impactar suas receitas de forma implacável.

Fernando Aguirre, sócio de Mercados Regionais da KPMG no Brasil.

Banco Original e Força Meninas premiam garotas com viagem para o Vale do Silício

Prêmio “Mude o Mundo Como Uma Menina”, promovido em parceria entre o Banco Original — primeiro banco no Brasil a proporcionar abertura de conta 100% digital -, e o Força Meninas — negócio de impacto social voltado a capacitar garotas de 6 a 18 anos a desenvolverem habilidades sociais e culturais para serem líderes no futuro -, premia cinco meninas, nas categorias Criativa, Pioneira, Visionária, Líder e Determinada, com viagem para o Vale do Silício.

A premiação tinha o objetivo de reconhecer e homenagear as garotas que se destacaram em projetos e inciativas que impactam a sociedade. Durante o evento, que aconteceu na tarde do dia 11, na Unibes Cultural, cerca de 110 meninas de 10 a 14 anos foram convidadas para participar de oficinas inspiradas nas categorias do prêmio, com atividades voltadas para o empoderamento feminino e a equidade de gênero. O vídeo do evento pode ser visto aqui .

As premiadas foram:

Categoria Criativa – Anna Luísa Beserra, de 21 anos, que criou a startup “Safe Drinking Water for all – SDW”, que desenvolve tecnologias para tratamento, gestão e monitoramento de recursos hídricos, incubada pela INOVAPoli (Incubadora de base tecnológica da Escola Politécnica da UFBA).

Categoria Pioneira – Mariana Bigolin Groff, de 17 anos, primeira brasileira a ganhar medalha de ouro na Olimpíada Europeia Feminina de Matemática, é co-fundadora do Movimento Meninas Olímpicas. É também vencedora de 28 medalhas nacionais de olimpíadas em áreas como Física, Astronomia, Química e informática.

Categoria Líder – Isabelle Christina, de 16 anos, moradora do Grajaú, na Grande São Paulo, foi a criadora do projeto Meninas Negras, que tem como objetivo a inclusão digital de jovens afrodescendentes para maior inserção delas em meios ligados à educação, cultura e no mercado de trabalho.

Categoria Determinada – Verônica Hipólito, de 23 anos, é multimedalhista paraolímpica. A atleta, que já teve câncer no cérebro e um AVC, é pentacampeã brasileira dos 100m e 200m. Ela possui ainda quatro medalhas em para-panamericanos, duas medalhas em mundiais, três ouros em sul-americanos e uma prata e um bronze nos Jogos Paralímpicos de Verão de 2016 no Rio de Janeiro.

Categoria Visionária – Rafaella De Bona, de 22 anos, conquistou o prêmio alemão iF Design Talent Award 2019, pela criação de um absorvente sustentável pensado para mulheres que vivem em situação de rua.

50% dos usuários baixam músicas e filmes de sites não oficiais

A ESET , empresa líder em detecção proativa de ameaças, apresenta os resultados de sua pesquisa* com os usuários latino-americanos para saber o que eles acham sobre o download de software e informações de sites não oficiais. Entre os resultados, foi revelado que 68% dos usuários baixam software de sites não oficiais e metade das pessoas fazem downloads de músicas e filmes de fontes duvidosas.

A mesma pesquisa aponta ainda que 60% dos usuários ​​admitem ter diminuído o download devido ao excesso de publicidade em sites não oficiais e 49% afirmam ter feito isso por causa de riscos relacionados aos malwares.

Por outro lado, 58% mencionaram saber onde baixar arquivos seguros e 37% disseram que continuam baixando de sites não oficiais, apesar de conhecer o risco envolvido. Além disso, 82% dos usuários disseram usar sites de download direto e 44% usam Torrents ou software P2P (Peer-to-peer).

Seminário apresenta panorama das desigualdades de acesso e de uso da Internet no espaço urbano

O atual cenário de acesso e de uso da Internet no espaço urbano, bem como os impactos das desigualdades on-line para as políticas públicas de inclusão digital, serão discutidos em São Paulo no dia 28 de outubro durante o Seminário “Mapeando as desigualdades digitais: novas metodologias e evidências para políticas públicas”.

Realizado pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), em parceria com o Centro de Estudos da Metrópole (CEM) e o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), o evento também integra o projeto internacional DiSTO – From Digital Skills to Tangible Outcomes (Das habilidades digitais aos resultados tangíveis), liderado pela London School of Economics and Political Science (LSE). Os interessados em participar do Seminário devem inscrever-se gratuitamente no endereço: mapeandodesigualdadesdigitais.cetic.br/.

Com participação de especialistas nacionais e internacionais, a programação do evento contará com a realização de dois painéis, e marcará o lançamento da publicação da pesquisa TIC Domicílios 2018 e do Estudo setorial: “Desigualdades digitais no espaço urbano: um estudo sobre o acesso e o uso da Internet na cidade de São Paulo”. Partindo do estudo de caso de São Paulo, maior metrópole do país, o livro apresenta dados que buscam compreender a relação entre desigualdades digitais e sociais e como o acesso e o uso da rede estão disseminados no território urbano.

“Ainda que a cidade de São Paulo, por exemplo, tenha avançado de maneira mais acelerada que a média nacional em termos de usuários conectados, o olhar para as métricas no interior do município mostra desigualdades importantes. Esse tipo de análise é importante para o desenho de políticas urbanas mais efetivas”, comenta Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

O Seminário reunirá, em seu primeiro painel intitulado “O território importa: inovações metodológicas para a medição de desigualdades digitais no nível local”, Ellen Helsper (London School of Economics and Political Science), Tomás Wissenbach (Cebrap), Luis Claudio Kubota (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA) e Graziela Castello (Cebrap). Já a segunda mesa do encontro discutirá as relações entre políticas públicas e as desigualdades digitais e sociais, e contará com a presença de Karen Mossberger (Arizona State University), Marta Arretche (Centro de Estudos da Metrópole), Francisco Gaetani (EBAPE/FGV) e Fabio Senne (Cetic.br).

Todas as informações sobre a agenda e as inscrições estão disponíveis no sítio do evento.

Anote na Agenda
Seminário “Mapeando as desigualdades digitais: novas metodologias e evidências para políticas públicas”Com o lançamento das publicações: TIC Domicílios 2018 e Estudo Setorial: Desigualdades digitais no espaço urbano: um estudo sobre o acesso e o uso da Internet na cidade de São Paulo

Data: 28 de outubro (segunda-feira)
Horário: 14h às 19h
Endereço: Av. das Nações Unidas, 11541 – 2º andar – Brooklin, São Paulo-SP
Inscrições gratuitas: mapeandodesigualdadesdigitais.cetic.br/. Vagas limitadas.

Pesquisa do Twitter aponta hábitos dos consumidores em relação a investimentos e finanças

O Twitter Brasil divulga nesta sexta-feira (11) um estudo inédito sobre os hábitos dos brasileiros que usam a plataforma quando o assunto é finanças. Os dados combinados no levantamento são provenientes do Global Web Index e da Twitter Insight Survey, conduzida pela própria plataforma.

De acordo com o estudo, 86% do público da plataforma guarda dinheiro, tem dinheiro guardado ou possui algum patrimônio. Além disso, 74% das pessoas são bancarizadas, 65% possuem cartão de crédito e 20% investem em títulos de renda fixa ou ações.

“Nosso levantamento mostra que tarifas baixas e bons benefícios são determinantes na escolha de uma instituição financeira, mas ações culturais, patrocínios e propósitos defendidos pelos bancos também fazem a diferença na avaliação de um serviço bancário, principalmente entre os mais jovens”, ressalta Camilla Guimarães, responsável pela área de Pesquisa do Twitter Brasil.

Educadores financeiros, analistas, gestores de recursos, investidores, economistas, influenciadores, jornalistas e pessoas que se interessam pelo tema acessam o Twitter diariamente para engajar em conversas sobre o mercado financeiro e assuntos relacionados. Considerando o período de janeiro de 2018 a julho de 2019, foram registrados 6 milhões de Tweets sobre finanças no Brasil e 4,4 milhões de Tweets sobre bancos – desses, 55% mencionaram nominalmente as empresas, seus perfis no Twitter ou hashtags de campanhas.

Fatores que determinam a escolha de um banco

Na hora de escolher um banco, 70% apontaram tarifas baixas como fator determinante, 68% esperam ter bons benefícios, 54% destacaram a localização e acessibilidade, e 52% mencionaram boas opções digitais. Já em relação à satisfação com o seu banco principal, 54% disseram estar satisfeitos, 33% nem satisfeitos nem insatisfeitos e 13% insatisfeitos.

Valores e propósitos dos Bancos

De acordo com a pesquisa, propósitos defendidos pelos bancos podem ser cruciais. 61% disseram que patrocínios culturais e apoio a causas podem mudar positivamente sua percepção sobre o banco e 47% afirmaram que posições sociais tomadas pelo banco (como o apoio ao movimento LGBT, doações, entre outras) podem fazer o mesmo. Além disso, 85% dos pessoas afirmaram que ações de imagem de marca tomadas por bancos geram uma percepção mais positiva, sendo que quanto mais jovem é o consumidor, maior é a importância de ações de imagem de marca para ele.

Fontes:

Finance Industry Analysis, Julho 2019, Brasil. Por Twitter Marketing Insights & Analytics, baseado em dados de Global Web Index de Q1 e Q2 2019 e Twitter Insight Survey de Outubro de 2018

Uma visão realista da Transformação Digital nas empresas brasileiras

Por Daniel Domeneghetti

Sabemos, sim, que há muitos interesses comerciais por trás da adoção inveterada e irresponsável de tecnologias e serviços digitais pelas grandes companhias. Mas há uma pergunta que não quer calar: quem é dono do “tema digital” nas empresas? Assim como o RH é “dono” do tema funcionário, a área financeira é “dona” do assunto dinheiro, quem é o “dono” do Digital? Quem toma as decisões? Quem é obrigado a saber para onde ir e como ir? O que comprar e o que deixar passar? É modismo ou não serve à nossa empresa?

E, por constatação óbvia, descobri que, assim como ocorre para o cliente, a questão digital não tem ‘”dono” empoderado nas empresas. Ou melhor, tem vários donos, o que é tão ruim quanto. Vejamos a quantidade “C’s”: CEO, CIO, CTO, CMO, CCO, CDO, COO, CHRO…cada qual tem seu quinhão, sua visão particular e sua prioridade em relação ao assunto.

Para se ter uma ideia, descobri, por exemplo, que 82% dos apps corporativos são irrelevantes e “morrem” em até seis meses. Outras descobertas: parte das operações de e-commerce não produz “resultado relativo relevante”, as redes sociais mais produzem perda de produtividade e risco reputacional do que retorno de alguma forma. Também veio à tona que as startups, aqui, especialmente as voltadas ao universo corporativo, mesmo com alguns anjos apoiando, ainda são, em sua imensa maioria, mais start do que ups, uma vez que ainda (cada vez menos) são largamente modelos “me too” de americanos, chineses e israelenses e que raramente conseguem conquistar e entregar contratos relevantes com grandes clientes, de maneira recorrente.

Outro ponto intrigante foi perceber que as grandes empresas confundem absurdamente digital com inovação, como se toda inovação fosse digital. Ou, pior, como se tudo que é digital fosse inovador. São dois enormes enganos que não param de pé ao menor esforço de análise da realidade. Vimos uma profusão de labs, fundos corporativos, coworkings, squads e uma infinitude de modismos da inovação absorvidos por essas empresas e seus colaboradores, sem, contudo, haver real mudança de chassis tecnológicos, modelo de investimentos e gestão de projetos, mind-set decisório e cultura corporativa, modelo de gestão e incentivos/compensation, dentre outros instrumentos básicos.

Encontrei muitos “velhos executivos”, novos e velhos, com novíssimos jargões e vestimentas, como se estivessem indo, todos os dias, trabalhar nos jantares inteligentes do Pondé. Vi, para minha alegria, muitos preferindo continuar sem graça, como eu. Vi também make-ups arquitetônicos e de discurso de dar inveja, pois a embalagem é importante, tanto a física, como a de comunicação.

Encontrei jovens executivos, que não se enxergam como executivos, exceto pelo contrato de trabalho e salário que religiosamente recebem, perdidos na suposta aura do “sou millenium, sou brilhante, tudo posso, tudo sou”, mas pouquíssimas inovações relevantes e funcionando por eles produzidas. Falta de apoio? Excesso de apoio? Falta de estudo e experiência? E, pior de tudo, muita gente pensando em lacrar, mais do que em suar, construir, produzir, deitar e dormir. Vi muito dinheiro indo para o lixo e muito tempo sendo desperdiçado ou a ser desperdiçado.

Concluí que estamos doentes pelo novo, mas não sabemos qual novo, porque perdemos quase todas as referências. Viramos líquidos, instantâneos, cool e conectados, mas perdemos a essência. Somos líquidos corporativos em busca de uma inovação que nos torne concretos, mas com a grife de inovadores digitais. Somos todos empreendedores, mas não queremos empresariar por que dá trabalho e isso é coisa de gente analógica. Afinal, nos dias de hoje, empresa é feita para vender e não para produzir riqueza a partir do suor e da inteligência combinados dia após dia.

E o que achei de fato nas empresas? Bem, isso fica para uma próxima oportunidade…

Daniel Domeneghetti, especialista em práticas digitais no relacionamento com cliente e CEO da E-Consulting Corp.

Shopping centers preveem aumento de 28% no número de contratações temporárias para o último trimestre do ano

De acordo com dados da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), as contratações de temporários para o último trimestre do ano devem aumentar 28% em comparação com o mesmo período de 2018. Os novos empregos deverão atender à demanda do setor para três grandes datas do varejo: Dia das Crianças, Black Friday e Natal.

A pesquisa também apontou que as categorias que deverão alavancar as contratações são lojas de calçados (65%), vestuários (62%) e brinquedos (57%).

Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, os dados demonstram o otimismo do setor para os três últimos meses do ano, em especial para importantes datas comemorativas do varejo. “Inflação controlada, ligeira queda nos índices de desemprego, aumento do volume de crédito, ao lado dos saques dos recursos do FGTS, atuam positivamente sobre a confiança do consumidor e sobre o consumo das famílias. Este cenário só reforça a trajetória ascendente que vem sendo apresentada pelo setor ao longo do ano”, conclui o executivo.

Vendas crescem em agosto

O otimismo do setor na reta final de 2019 acompanha os resultados positivos de vendas do segundo semestre. Em agosto, a receita de vendas dos shoppings cresceu 5,7%, em comparação com o mesmo período do ano passado. O acumulado do ano, de janeiro a agosto, soma 8,3% de crescimento em relação ao mesmo período de 2018. Os dados são do Índice Cielo de Varejo em Shopping Centers — Abrasce (ICVS-Abrasce).

No mês analisado, o destaque foi para a região Norte, que passou dos 8,2% de receita de vendas em julho para 13,2% em agosto. Em seguida, as regiões com maior índice de vendas foram: Sudeste (6,6%), Centro-Oeste (5,2%), Nordeste (4,9%) e Sul (3,7%). O ticket médio chegou a R$ 97,70, número 40% maior em comparação com as lojas de rua.

TIVIT contrata diretor de Tecnologia e Inovação

A TIVIT, multinacional brasileira de soluções digitais, anuncia a contratação de George Bem. O executivo que traz mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, assume a posição de CTO e Diretor de Inovação, reportando diretamente para Carlos Gazaffi, Presidente da TIVIT.

George será responsável pelas áreas de Operações de Data Center, TI Corporativa, Engenharia de TI, Cloud e DevOps, e terá como principal desafio continuar o trabalho de evolução de toda infraestrutura tecnológica, conferindo inovação para as ofertas e serviços da companhia.

“É com grande satisfação que assumo o desafio de continuar desenvolvendo soluções que impactem na rotina dos clientes da TIVIT e também das pessoas que fazem parte dessa história. Acredito que as minhas experiências irão ajudar a acelerar ainda mais o processo de transformação digital de nossos clientes, levando uma visão ágil e inovadora para os nossos projetos”, explica George.

Em sua trajetória, George acumula passagens por empresas como Netshoes, Rede Record e Natura. Formado em engenharia elétrica pela FASP, pós-graduado em gerenciamento de projetos e ambientes de missão crítica pela UNIP, o executivo também tem MBA em gestão empresarial pela FGV. Na área de tecnologia, o diretor possui vasto conhecimento em Infraestrutura, Segurança da Informação, Internet e E-commerce.