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Fundador da Khan Academy participa de evento brasileiro em Harvard

O fundador da Khan Academy, Salman Amin “Sal” Khan, participará do evento Brazil Conference at Harvard & MIT 2019, que acontece entre os dia 5 e 7 de abril em Boston, nos Estados Unidos. Durante a ocasião, o educador contará um pouco sobre a trajetória e impacto da organização sem fins lucrativos na disrupção do conceito de educação.

Khan foi escalado, junto com Denis Minze – CEO da Fundação Lemann – para palestrar no painel “+Impacto: Tecnologia como Instrumento de Transformação”, no qual será discutido o papel da tecnologia como instrumento de transformação, seus desafios e oportunidades, além de participar como jurado no HackBrazil, uma competição de empreendedorismo e tecnologia.

Com três diplomas do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e um MBA de Harvard, Sal criou a Khan Academy em 2005, quando começou a ajudar a sua prima a estudar matemática através da ferramenta Yahoo! Doodle Images.

Hoje, a organização oferece ensino à distância para mais de 63 milhões de usuários por meio de exercícios, vídeoaulas e um painel de aprendizagem personalizado, que habilita os estudantes a aprenderem no seu próprio ritmo dentro e fora da sala de aula. Já os professores contam com uma área exclusiva para acompanhar o desempenho dos alunos e orientar sobre quais matérias precisam ser reforçadas.

A plataforma chegou ao Brasil em 2013, por conta da parceria com a Fundação Lemann e teve como desafio, adaptar o seu conteúdo para todo o país. Em um primeiro momento, a organização realizou programas piloto em escolas públicas e se engajou na tradução das disciplinas de matemática e ciências para o português. Agora, com mais de 2,8 milhões de usuário em território nacional, as aulas já estão alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e a Khan Academy está se preparando para o lançamento do curso de Português para 2020.

A Brazil Conference at Harvard & MIT é realizada todos os anos desde 2015, pela comunidade brasileira de estudantes em Boston, com o intuito de promover o encontro com líderes e representantes do Brasil. O evento, que visa estabelecer um espaço plural para o debate e criação de ideias sobre o futuro do país, já contou com a presença personalidades influentes, como José Serra, Celso Amorim, Gisele Bündchen, Jorge Paulo Lemann, Abílio Diniz, Sérgio Moro, Dilma Rousseff, Luiza Trajano, Anitta, Gilberto Gil, Wagner Moura e Drauzio Varella.

Este ano, além de Sal Khan, também sobem ao palco Ciro Gomes, Fernando Henrique Cardoso e a youtuber Jout Jout.

Brazil Conference at Harvard & MIT 2019

5, 6 e 7 de abril
Boston, MA – Estados Unidos
Mais informações: http://www.brazilconference.org/

Cognizant oferece solução para gestão de facilities

A Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, oferece solução para gestão de facilites com o objetivo de ajudar empresas a gerenciar seus recursos, passando pela eficiência energética, segurança, continuidade operacional, compliance, gestão de ativos e infraestrutura na busca pela redução de custos e desperdícios. Desenvolvido pela própria companhia, o 1Facility é uma plataforma inteligente que coleta dados de diferentes sistemas e sensores e os converte em insights valiosos para os clientes.

“De maneira geral, as empresas têm dificuldades de lidar com custos e riscos operacionais, com diversos sistemas, falta de visão integrada dos ativos e infraestrutura, manutenção reativa e baixo uso de analytics”, comenta Bruno Chimentão, diretor associado de Varejo, Bens de Consumo e Hospitalidade da Cognizant. “O 1Facility é uma plataforma que centraliza e integra dados de todos esses sistemas independentes e fornece insights analíticos e em tempo real personalizados para os stakeholders de Facilities.”

Entre os principais benefícios da adoção da plataforma estão a simplificação na integração dos sistemas; atuação de forma proativa e remota nos serviços de campo; monitoramento, gerenciamento e redução dos riscos associados a Facilities; geração de insights através de analytics; otimização dos custos de manutenção e visão única de todos os aspectos de Facilities. Clientes do 1Facility são bancos, varejistas, indústrias farmacêuticas e seguradoras, entre outros.

No setor alimentício, por exemplo, um cliente da Cognizant necessitava de uma solução que pudesse interagir diretamente com seus equipamentos de refrigeração. “A solução implementada pela Cognizant resultou em uma redução de 10% no desperdício de alimentos e US$ 18 milhões de redução de custos operacionais. Por isso acreditamos que, uma vez instalada e integrada, a plataforma 1Facility gera um resultado muito positivo para empresas.” Explica Chimentão.

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Catho ganha novo diretor na área de estratégia

A Catho, um dos maiores e mais completos sites de empregos do país, ganhou mais um nome de peso com a chegada do diretor de Estratégia e Business Intelligence, Rafael Stille. Graduado pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), com mestrado em administração pelo Coppead-UFRJ, Rafael Stille atua há mais de 15 anos com inovação, tecnologia, estratégia e consultoria empresarial.

“Pretendo trazer para a Catho a visão que ganhei ao longo da minha carreira em estratégia. Estruturar a visão de um time com fortes talentos, entender a fundo problemas e ajudar a formular soluções eficientes e focadas”, explica Stille.

Durante sua trajetória, Rafael liderou projetos relevantes nas áreas de Telecom e Aviação, tendo atuado também na Austrália, país do grupo Seek, do qual a Catho faz parte. Além disso, atuou como consultor empresarial pela McKinsey, além de ter sido executivo de estratégia e finanças na Telstra, Qantas, Vivo, e TAP.

Oi leva 31 startups para etapa final do processo seletivo para programa de aceleração do Oito

A Oi levou 31 startups para a etapa final do processo seletivo do segundo ciclo de aceleração do Oito, o hub de empreendedorismo e inovação da companhia. No pitching, que aconteceu esta semana no teatro do Oito, no Rio de Janeiro, cada empresa teve 20 minutos para apresentar suas propostas e responder perguntas da banca, composta por executivos de diferentes diretorias da Oi. O número de selecionadas será definido de acordo com a adequação das propostas aos desafios definidos no edital, elaborados com a contribuição de diferentes áreas da companhia.

O edital recebeu 204 inscrições de startups todas as regiões do Brasil e de outros quatro países (Canadá, Estados Unidos, Israel e Portugal). O Oito busca contribuir para o desenvolvimento de produtos e serviços de base tecnológica com capacidade de melhorar a experiência do cliente, aumentar a eficiência operacional da Oi ou de gerar novas oportunidades de negócios para a companhia ou seus parceiros.

“Nesse segundo ciclo de aceleração do Oito, buscamos projetos mais maduros, que já estejam prontos para aproveitar as alavancas de negócio da Oi, e recebemos muitas propostas com grande potencial de crescimento”, afirma Pedro Abreu, diretor do Oito.

Os desafios que deverão ser atendidos pelas startups foram divididos em quatro categorias: operacionais, financeiros, negócios e open telecom. A categoria que recebeu o maior volume de inscrições e teve o maior número de startups selecionadas para a etapa final foi a de negócios, cujos desafios foram elaborados pela diretoria de negócios B2B da Oi.

“O pitching é uma oportunidade de conhecermos melhor essas startups e avaliarmos se há de fato sinergia com o nosso negócio para desenvolvermos soluções inovadoras, seja para uso da companhia, seja para incluirmos no nosso portfólio e atendermos as novas demandas dos clientes”, afirma Adriana Viali, diretora de B2B da Oi.

Além da aderência aos desafios, os critérios de seleção serão a maturidade da solução e da empresa, a sua viabilidade técnica e econômica, a consistência entre o modelo de negócio e a estratégia de entrada no mercado, o grau de inovação e competitividade da solução, e a qualificação da equipe proponente.

“A aproximação com as startups oxigena a companhia e traz agilidade no desenvolvimento de soluções digitais inovadoras para as empresas que avançam no seu processo de transformação digital”, comenta Ricardo Drumond, diretor de Digital da Oi.

As startups selecionadas terão acesso a mentorias, apoio nas áreas gerencial, jurídica, financeira e de comunicação, e acesso facilitado a produtos e serviços de empresas parceiras, como IBM e Amazon Web Services. As incubadas também terão à disposição até três posições de trabalho no espaço de coworking do Oito e poderão receber novas receitas decorrentes da sinergia com a Oi e, eventualmente, investimento para desenvolvimento de adequações da solução. As condições e valores serão acordados entre as partes, incluindo a participação do Oito no seu capital social.

Conheça abaixo os desafios apresentados pela Oi e saiba quantas startups se classificaram para a etapa final em cada um deles.

– Desafios Operacionais

Gestão de Home Devices: 1
Ensino à Distância Gamificado: 2
Plataforma de Relacionamento: 2
People Analytics: 1
Gestão de Energia: 1

– Desafios de Negócios

Video Analytics: 3
Multicloud Management: 1
Marketing Digital + Gestão de Campanhas: 2
Marketplace: 4
IoT Low Cost + SaaS: 6
Experiência de Cliente (UX) em Loja: 4

– Desafios Financeiros

Cobrança Alternativa: 1
Alternativas de Arrecadação: 2

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Empresas ainda são minoria no descarte regular de eletrônicos

Muitas empresas concordam com políticas de educação ambiental, mas não praticam esses ideais. A Cooperativa de reciclagem de Lixo Eletrônico, Coopermiti, realizou um levantamento dos descartes de aparelhos quebrados ou sem uso e observou que os cidadãos comuns são mais conscientizados e preocupados com o descarte regular de eletrônicos do que empresas ou indústrias – que têm um número maior de eletrônicos que poderiam ser encaminhados para a reciclagem.

Grupos empresariais que atualizam o hardware com mais frequência; ou escritórios que substituíram monitores, televisores ou mesmo teclados e mouses, preferem armazenar o lixo eletrônico em almoxarifados ou guardá-los em depósito ao invés de descartar corretamente. Em muitas empresas, é possível encontrar PCs antigos e até mesmo máquinas de escrever.

Muitas vezes por falta de informação, todo lixo eletrônico é enviado diretamente para o lixo comum e acaba indo parar em aterros sanitários – o pior destino para esses equipamentos porque passam a ser perigosos quando expostos ao sol e à chuva, uma vez que podem liberar substâncias como Mercúrio, Cádmio, Cobre, Cromo, entre outros.

Destruição de Dados

A falta de iniciativa na hora do descarte regular é, em alguns casos, devido à preocupação em proteger os dados dos clientes contidos nas máquinas. No entanto, manter os equipamentos no almoxarifado pode ser muito mais arriscado. A Coopermiti fornece o laudo de Destruição Segura de Dados – a cooperativa realiza um processo que elimina as chances de que as informações contidas em dispositivos de armazenamento possam ser recuperadas, evitando o acesso indevido ao conteúdo.

Outro fator que aparece como impeditivo para o descarte regular é o transporte das máquinas – às vezes por desconhecimento e as vezes por falta de veículo adequado, devido ao grande volume de equipamentos nas empresas, por exemplo. Com sede em São Paulo, a Coopermiti realiza o serviço de retirada de lotes de equipamentos de empresas, o agendamento também pode ser efetuado pelo site.

Além disso, a cooperativa conta com diversos pontos de coleta espalhados pela cidade que podem ser o endereço final de equipamentos eletrônicos quebrados ou sem uso.

Como e por que migrar para a nuvem?

Por Fernando Nunes, arquiteto de soluções da Claranet Brasil

Uma migração para a nuvem não precisa acontecer do dia para a noite. É preciso pensar cada detalhe do seu ambiente físico e aplicações, e como eles irão se comportar depois de migrados. Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI e esbarram na limitação do data center que só é escalonável até certo ponto, exigindo maior tempo de trabalho extra, interrupção de serviços e falhas que deixam o ambiente inoperante. É aí que entra a nuvem!

Para um time de projetos, a decisão sobre um provedor de nuvem envolve questões sobre onde haverá maior escala, serviços disponíveis por região e recursos que se tornam infinitos. Mas o que isso gera além da redução de custo se comparado com o ambiente on-premise? Mais segurança, infraestrutura durável, gerenciamento de dados, crescimento do seu negócio e lucros a partir de novos clientes que verão que sua plataforma/sistema é confiável e está sempre disponível independentemente do tamanho de sua corporação.

Falhas são inevitáveis em qualquer sistema, tanto on-premise ou na nuvem, mas neste último ambiente, ao criar os serviços com redundância, realizar testes de falhas em conjunto de servidores/aplicações, torna-se possível mapear se a sua migração foi bem-sucedida. É importante lembrar que a redução de custos nem sempre é o principal fator para migrar para nuvem, mas sim a forma que se pode usar a elasticidade de servidores ou substituir um conjunto de servidores que rodam rotinas pontuais por serviços que têm uma performance muito mais rápida.

Neste processo de migração, apenas “jogar” tudo o que você tem na nuvem com o intuito de solucionar todos os problemas não é exatamente uma opção correta. É necessário estabelecer passos de evolução do seu ambiente para que ele se torne independente, a fim de que somente o seu time de DevOps tenha atividades diárias para atuar nos deploys e também para que os testes ponham em prática a correção de problemas sem parar o ambiente produtivo – o que também é chamado de entrega contínua “CI/CD”.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com know-how a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que tem a disposição. E o desafio pode ser orquestrado nas cinco etapas, descritas abaixo.

avaliação: antes de migrar qualquer servidor, seja ele produtivo ou de homologação, você precisa fazer um levantamento ou inventário de toda a sua tecnologia atual;

piloto: nesta fase, podemos eleger alguns ambientes que podem ser do mais crítico ou menos impactante e migrá-lo para nuvem a fim de analisar como se comportam, realizando uma rodada de testes com usuários que não impactem a produção;

migração de dados: durante um planejamento, muito se questiona sobre o que levar primeiro para a nuvem. O mais assertivo é levar, em primeiro lugar, todos os dados, por se tratar de um volume alto de informações. Levando os dados primeiro, nós podemos medir a performance real e toda e qualquer aplicação estará já conectada com o provedor de nuvem;

migração de aplicações: esta é a fase mais delicada do projeto, pois é neste ponto que começam a ser tomadas as decisões sobre o que levar, o que pode parar nesse primeiro momento, janela de manutenção e etc. A melhor forma de fazer esta movimentação é usar o método “lift and shift”, que consiste em mover um aplicativo ou operação de um ambiente para outro – sem recriar o aplicativo;

otimização: depois de migrado o ambiente e com tudo funcionando na nuvem, vem o trabalho onde todos os ajustes podem ser iniciados, como os de infraestrutura baseado no consumo, de conversão de servidores em serviços providos pela nuvem, entre outros., arquiteto de soluções da Claranet Brasil

Uma migração para a nuvem não precisa acontecer do dia para a noite. É preciso pensar cada detalhe do seu ambiente físico e aplicações, e como eles irão se comportar depois de migrados. Muitas empresas se deparam com a necessidade de expandir seu parque de TI e esbarram na limitação do data center que só é escalonável até certo ponto, exigindo maior tempo de trabalho extra, interrupção de serviços e falhas que deixam o ambiente inoperante. É aí que entra a nuvem!

Para um time de projetos, a decisão sobre um provedor de nuvem envolve questões sobre onde haverá maior escala, serviços disponíveis por região e recursos que se tornam infinitos. Mas o que isso gera além da redução de custo se comparado com o ambiente on-premise? Mais segurança, infraestrutura durável, gerenciamento de dados, crescimento do seu negócio e lucros a partir de novos clientes que verão que sua plataforma/sistema é confiável e está sempre disponível independentemente do tamanho de sua corporação.

Falhas são inevitáveis em qualquer sistema, tanto on-premise ou na nuvem, mas neste último ambiente, ao criar os serviços com redundância, realizar testes de falhas em conjunto de servidores/aplicações, torna-se possível mapear se a sua migração foi bem-sucedida. É importante lembrar que a redução de custos nem sempre é o principal fator para migrar para nuvem, mas sim a forma que se pode usar a elasticidade de servidores ou substituir um conjunto de servidores que rodam rotinas pontuais por serviços que têm uma performance muito mais rápida.

Neste processo de migração, apenas “jogar” tudo o que você tem na nuvem com o intuito de solucionar todos os problemas não é exatamente uma opção correta. É necessário estabelecer passos de evolução do seu ambiente para que ele se torne independente, a fim de que somente o seu time de DevOps tenha atividades diárias para atuar nos deploys e também para que os testes ponham em prática a correção de problemas sem parar o ambiente produtivo – o que também é chamado de entrega contínua “CI/CD”.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com know-how a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que tem a disposição. E o desafio pode ser orquestrado nas cinco etapas, descritas abaixo.

– avaliação: antes de migrar qualquer servidor, seja ele produtivo ou de homologação, você precisa fazer um levantamento ou inventário de toda a sua tecnologia atual;

– piloto: nesta fase, podemos eleger alguns ambientes que podem ser do mais crítico ou menos impactante e migrá-lo para nuvem a fim de analisar como se comportam, realizando uma rodada de testes com usuários que não impactem a produção;

– migração de dados: durante um planejamento, muito se questiona sobre o que levar primeiro para a nuvem. O mais assertivo é levar, em primeiro lugar, todos os dados, por se tratar de um volume alto de informações. Levando os dados primeiro, nós podemos medir a performance real e toda e qualquer aplicação estará já conectada com o provedor de nuvem;

– migração de aplicações: esta é a fase mais delicada do projeto, pois é neste ponto que começam a ser tomadas as decisões sobre o que levar, o que pode parar nesse primeiro momento, janela de manutenção e etc. A melhor forma de fazer esta movimentação é usar o método “lift and shift”, que consiste em mover um aplicativo ou operação de um ambiente para outro – sem recriar o aplicativo;

– otimização: depois de migrado o ambiente e com tudo funcionando na nuvem, vem o trabalho onde todos os ajustes podem ser iniciados, como os de infraestrutura baseado no consumo, de conversão de servidores em serviços providos pela nuvem, entre outros.

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Unisys anuncia 2ª edição de Hackathon em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia

Com o tema “Making Smart Cities Safer”, estão abertas as inscrições para a segunda edição do Hackathon da Unisys, em parceria com o Instituto Mauá de Tecnologia. A edição 2019 do evento acontece em 23 de maio, durante a Semana Mauá de Inovação, Liderança e Empreendedorismo (SMILE), na unidade do Instituto Mauá de Tecnologia em São Caetano do Sul (Grande São Paulo). O evento promete atrair mais de uma centena de participantes e abordará a segurança digital das cidades inteligentes.

Os interessados podem inscrever-se para a maratona tecnológica em equipes de três a cinco membros, pelo site do evento http://hackathonunisys.com.br, até 30 de abril. As premiações totalizam R$ 6 mil reais, dos quais R$ 3 mil são para o primeiro colocado, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o terceiro. O primeiro colocado também terá a chance de apresentar o projeto vencedor ao board de executivos da Unisys e receberá mentoria da empresa nas áreas de cibersegurança e negócios por três meses.

“O principal objetivo de nosso Hackathon, em parceria com a Mauá, é fomentar inovações na área de segurança digital dos centros urbanos. A tecnologia tem desempenhado uma função cada vez mais importante para os cidadãos e governos, ajudando a solucionar os desafios da transformação digital, e a segurança cibernética tem papel fundamental nesse processo. O Hackathon é uma maneira de incentivarmos o surgimento de boas e novas ideias, que impactarão positivamente a vida das pessoas”, afirma Leonardo Carissimi, diretor de soluções de segurança da Unisys para a América Latina.

Para o professor Everson Denis, gestor dos Hackathons na SMILE, as maratonas tecnológicas são importantes, porque proporcionam troca de experiências entre os alunos e o público externo, ajudam a reforçar a integração das áreas de atuação da Mauá (Administração, Design e Engenharia) e estreitam o relacionamento com empresas e profissionais que atuam no mercado.

“Os participantes poderão ampliar seus conhecimentos, desenvolver a criatividade, trabalhar em equipe, tomar decisões, definir ações estratégicas, fazer networking, estimular o empreendedorismo, participar de um projeto real e colaborativo, além de deixar um legado para a sociedade”, afirma o professor Everson.

A competição é aberta a participantes de todo o Brasil com idade igual ou superior a 16 anos. É recomendável que os times sejam formados por integrantes com habilidades em áreas diferentes e complementares (como Engenharia, Tecnologia, Comunicação, Administração, Marketing, Design etc.) para as equipes reunirem tanto conhecimento técnico, quanto soft skills, a fim de estruturarem o projeto que será avaliado pela comissão julgadora, formada não apenas por executivos da Unisys e professores da Mauá, mas também por clientes e parceiros.

Na seleção dos candidatos, a equipe de jurados avaliará informações técnicas, inovação dos projetos, cumprimento dos prazos e habilidade das equipes, a partir do documento fornecido para avaliação antes da competição e durante as atividades desenvolvidas no dia da maratona. O anúncio dos participantes selecionados para a competição será feito no dia 10 de maio no site oficial do evento (http://hackathonunisys.com.br).

Ao se inscreverem, os candidatos terão de optar por um dos quatro temas-chave, no qual se basearão para desenvolver seus projetos. São eles:

1. Smart Networks – exercício utilizando a plataforma Stealth* da Unisys, para projetar soluções de proteção para um ambiente público conectado por redes inteligentes e/ou que contenham dispositivos IoT, para conter e isolar a ameaça e permitir a continuidade dos negócios;

2. Zero Trust – exercício para idealizar solução de gerenciamento de vulnerabilidades que possa alertar cidadãos, empresas e autoridades competentes sobre níveis de riscos e/ou ameaças proeminentes e, assim, contribuir para infraestruturas mais resilientes;

3. Safer Traffic – proposta que utilize dados públicos (estruturados e não estruturados) para fornecer informações e/ou análises que possibilitem o deslocamento mais fluido e seguro de pessoas em áreas urbanas;

4. Better Place – criação de uma solução que corrija ou aperfeiçoe um processo, serviço ou estrutura identificada no campus da Mauá, tendo como prioridade o tratamento da segurança lógica e física.

*Participantes que optarem pelo tema número 1 terão acesso a um treinamento disponibilizado gratuitamente pela Unisys sobre a plataforma Stealth™.

Hackathon Unisys e Mauá

Tema: “Making Smart Cities Safer”

Data: 23 de maio de 2019

Local: Instituto Mauá de Tecnologia – São Caetano do Sul (Praça Mauá, 1 – São Caetano do Sul – SP – Brasil)

Horário: 7h30 às 19h

Inscrições e informações: http://hackathonunisys.com.br

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Santander abre inscrições para a terceira edição do seu programa de aceleração de startups

O Santander Brasil abre hoje as inscrições para o Radar – Programa de Aceleração, que apoia empreendedores que buscam crescimento acelerado e desafiam o mercado financeiro com soluções inovadoras. O programa, que é realizado em parceria com a Endeavor, entra na terceira edição com uma série de mudanças.

As inscrições podem ser feitas no portal https://www.santander.com.br/hotsite/radar/ até o dia 05 de maio e são gratuitas. O Radar – Programa de Aceleração busca startups com perfil de scale-ups, com um moldeo de negócio escalável, um sólido portfólio de clientes, com vendas recorrentes e com dedicação integral dos seus sócios-fundadores.

Nesta edição, procuram-se soluções inovadoras em análise de dados, canais de relacionamento; eficiência em custos; e serviços para pequenas e médias empresas (PMEs). O programa também aceita inscrições de negócios que já tenham recebido aportes financeiros em nível Seed, Series A ou posteriores.

Durante cada período de aceleração serão oferecidos um diagnóstico do negócio (análise do estágio de maturidade dos principais desafios para o crescimento); capacitações individuais e coletivas com executivos do Santander e da Endeavor, além de uma rede de networking e conexões para geração de potenciais negócios.

Mais startups e dois batches por ano

O Radar – Programa de Aceleração terá algumas alterações a partir de 2019. Serão dois ciclos completos de seleção e aceleração (batches) por ano, e não apenas um. Outra mudança é a quantidade de startups que vão participar de cada batch: antes eram selecionadas cinco scale-ups e, agora, podem chegar a 10.

“Mais do que simplesmente entender essa nova dinâmica do mercado financeiro, temos que aprender com as startups. A ampliação desse relacionamento dissemina a cultura da inovação e gera novas oportunidades de negócios para todas as áreas de atuação do Santander. Queremos ser o banco dos empreendedores e o Radar Programa de Aceleração é mais um reforço do nosso posicionamento nesse ecossistema”, afirma Cássio Schmitt, diretor de Novos Negócios do Santander Brasil.

No primeiro batch do ano, as inscrições vão até o dia 05 de maio. No dia 08 de maio, os 18 finalistas que disputarão as vagas para as mentorias serão divulgados. Antes da etapa final, as scale-ups terão uma imersão com os mentores (sponsors) e uma apresentação (Pitch Day) para o Comitê Executivo do Santander Brasil e representantes da Endeavor. No dia 03 de junho, serão anunciadas as scale-ups selecionadas para participar da aceleração, que será realizada de 10 de junho a 13 de setembro.

Em setembro está prevista a abertura das inscrições para o segundo batch e, em dezembro, um Demo Day com a apresentação dos resultados dos dois batches de 2019.

“A terceira edição do Radar – Programa de Aceleração vem para consolidá-lo como uma das principais referências do mercado em scale-ups e desenvolvimento de negócios com grandes corporações, no caso o Santander Brasil. O engajamento empreendedor-empresa é uma das principais formas de inovação aberta para corporações e o Radar – Programa de Aceleração comprova isso pelos resultados de suas edições passadas, nas quais 80% das empresas aceleradas fizeram negócios com o Banco”, ressalta Luis Felipe Franco, head de Corporate Innovation na Endeavor Brasil.

Edições anteriores

Em 2017, estreia do Radar Santander, participaram da mentorias as scale-ups Pipefy, de gestão de processos e workflows para ganho de eficiência; Tempest, de solução de cyber segurança e combate a fraudes digitais; IDwall, de serviços de validação de documentos, verificação de identidade e background check; Moneto, de solução por aplicativo de recebimento, controle e cobrança para microempresário; e Docway, de base de médicos e pacientes para atendimento domiciliar.

No ano passado, receberam mentorias as scale-ups Aquarela, de plataforma de Data Analytics para predição de cenários; Arquivei, de gerenciamento e armazenamento automático de notas fiscais de forma automática; Escale, de marketing digital para aumento de performance em vendas; Sensedia, plataforma para design, segurança e gerenciamento de APIs; e Skore, de capacitação e gestão do conhecimento.

Somadas as duas edições anteriores, o programa recebeu mais de 500 inscrições e mais de 1 milhão de pessoas foram sensibilizadas via redes sociais.

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EMBRAPII leva empresas a Israel para buscar parceria em projetos de inovação

Israel será o próximo país visitado pela Presidência da República e a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) participará da missão oficial, estreitando relações entre os países para cooperações e parcerias nas áreas de ciência e tecnologia. A visita será realizada entre os dias 31 de março e 4 de abril.

O trabalho da EMBRAPII em Israel será feito em conjunto com a Apex (Agência de Promoção de Exportações). O objetivo é colocar empresários brasileiros em contato com empresas e startups israelenses para debater projetos de inovação conjuntamente, apresentar os centros de pesquisas e o ecossistema de Israel.

A iniciativa ocorre dentro do âmbito do acordo de cooperação entre EMBRAPII e a Autoridade de Inovação de Israel (IIA), que destinou 10 milhões de dólares a projetos inovadores realizados com empresas sediadas nos dois países. Além das empresas brasileiras, estarão presentes na delegação representantes de Unidades EMBRAPII (UE) onde os projetos serão desenvolvidos.

O acordo abriu chamada pública para propostas de projetos de inovação de novas tecnologias nas áreas de energia, IoT (Internet das Coisas), agricultura e ciências da vida, feitas, por ao menos, uma empresa de cada país. A viagem será uma importante oportunidade para que as conversas avancem e os contratos sejam assinados. Os empresários brasileiros irão arcar com os próprios custos da viagem.

“O encontro vai permitir que os empresários brasileiros possam interagir com os israelenses de forma a trocarem conhecimento e desenharem modelos de parceria. O acordo EMBRAPII – IIA é uma forma de investir na internacionalização das empresas brasileiras. Desnecessário mencionar a importância dessa colaboração científico-tecnológica dada a reconhecida qualificação do ecossistema israelense para a geração de inovações disruptivas, propiciando oportunidades relevantes às nossas UEs para compor parcerias com empresas brasileiras e israelenses que resultam em mútua alavancagem da competitividade industrial”, destaca Jorge Guimarães, diretor-presidente da EMBRAPII.

Israel é o país com maior concentração de empregados em P&D – 140 a cada 10 mil habitantes – e também o com a maior concentração de empregados em alta tecnologia – 1 a cada 10 trabalhadores atua com tecnologia de ponta. Também respondem pelo maior índice per capita de startups do mundo: uma a cada 400 pessoas. Com tanta inovação, o país, que conta com 350 centros de pesquisa e desenvolvimento de multinacionais, atraiu a atenção de grandes empresas estrangeiras.

Além da parceria com Israel, a EMBRAPII mantém acordos com os Institutos Fraunhofer, na Alemanha, para promover a capacitação de pesquisadores e profissionais em gestão e a troca de dados científicos, e também com a Innovate UK, agência de inovação no Reino Unido para projetos de desenvolvimento de tecnologias para smart cities e ambientes urbanos sustentáveis.

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Gigante brasileira de tecnologia investe em HRTech de vídeo recrutamento

A Jobecam, plataforma de empregos que busca otimizar os processos de recrutamento e seleção, por meio da ferramenta de vídeo e uso de algoritmos inteligentes, acaba de receber aporte financeiro da BRQ Digital Solutions. A empresa, uma das gigantes da área de tecnologia no país, trabalha há 26 anos apaixonada por transformar negócios no setor.

Antes do investimento e da parceria, a marca é cliente da startup. A instituição faz uso da plataforma de vídeo e oferece vagas desde tecnologia a backoffice.

Para Cammila Yochabell, fundadora e CEO da Jobecam, a atuação da BRQ vai além do investimento financeiro. A executiva destaca que o modo de atuação da nova parceira na transformação digital das empresas, unindo a paixão em transformar negócios, está alinhado com as crenças da Jobecam, que, segundo ela, vem alterando positivamente os processos de recrutamento nas organizações.

“A BRQ por meio do BRQ Labs já vem atuando em decisões estratégicas junto ao board da Jobecam, com o foco de melhorias contínuas na tecnologia para que a plataforma escale de forma sustentável e segura, principalmente por já ser reconhecida como a melhor plataforma de vídeo recrutamento do mercado brasileiro”, afirma a empresária.

Já para BRQ, uma das principais razões para o investimento é acreditar em um recrutamento mais assertivo e ágil. “Vimos na Jobecam uma oportunidade de aprimorar o recrutamento do século 21 e conectar de forma eficiente candidatos e contratantes”, destaca Antonio Pimentel, sócio diretor da empresa.

Além do novo aporte, a Jobecam acaba de ser selecionada para o programa de aceleração do Facebook com a Artemísia, na Estação Hack, primeiro centro para inovação criado pela rede social americana no mundo para impulsionar startups de impacto social.

“Parcerias como estas espelham o crescimento da Jobecam no mercado, onde tem se consolidado como referência e sustentado a ideia de um recrutamento mais humanizado dentro das corporações”, analisa Cammila Yochabell.

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Geração Z escolhe IBM como a empresa preferida para trabalhar

A IBM foi selecionada como a empresa mais cobiçada pelos jovens da Geração Z. É o que aponta o estudo global The Next Generation of Talent: Where Gen Z Wants to Work, feito recentemente pelo site de emprego Glassdoor, que traz algumas das tendências que estão surgindo entre a nova geração de jovens profissionais, incluindo onde eles estão mais interessados em trabalhar.

O Glassdoor define como Geração Z aqueles nascidos entre 1997 e 2012 e, apesar de a maior parte deles ainda não fazer parte do mercado de trabalho, os membros mais velhos desse grupo já chegaram à fase adulta. Segundo o levantamento, os principais critérios considerados pelos candidatos da Geração Z ao avaliarem uma empresa são “ambiente de trabalho” e “horários flexíveis”, duas características que fazem parte da cultura da IBM. Desde a sua fundação, a empresa segue consolidando ações que estimulam o equilíbrio entre vida profissional e pessoal, com possibilidade de trabalho remoto e ajuste no horário tradicional.

“A IBM é uma empresa centenária e se reinventa continuamente. Por essa razão, jovens profissionais têm nos escolhido como um lugar para iniciar e construir uma carreira. Isso é um reconhecimento às iniciativas em prol da qualidade de vida e bem-estar de nossos colaboradores, desenhadas para fomentar um ambiente diverso e flexível”, afirma Christiane Berlinck, diretora de Recursos Humanos da IBM Brasil. “Alinhado a isso, acreditamos no potencial de nossos funcionários e oferecemos oportunidades de desenvolvimento, com iniciativas focadas no crescimento e aprendizado, independentemente da área em que atuam”.

No Brasil, a relação de confiança entre a companhia e seus colaboradores foi base para a criação de uma série de benefícios como a possibilidade de trabalho remoto, flexibilidade na carga horário, política no dress code, que oferece liberdade na escolha de vestimenta, bem como a iniciativa “Summer Time”, que permite aos colaboradores sair mais cedo às sextas-feiras durante o verão.

A IBM também é reconhecida por suas iniciativas para promover a diversidade e a inclusão no ambiente de trabalho, outro fator importante para a Geração Z, segundo levantamento realizado pela consultoria Ernst & Young. Um exemplo é a Mentoria Reversa, ação na qual representantes de grupos de afinidades da empresa, incluindo LGBT, pessoas com deficiências, negros e mulheres, realizam uma sessão de mentoria com gestores da empresa. Os colaboradores podem compartilhar suas experiências dentro e fora do ambiente organizacional, contribuindo assim para a sensibilização das lideranças para o tema.

O estudo na íntegra, em inglês, está disponível no link.

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do IBGC

Henrique Luz é o novo presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Conforme prevê o estatuto social, a escolha foi feita entre os próprios integrantes do conselho de administração, durante reunião do colegiado realizada na tarde de quinta-feira (28). O executivo substitui Ricardo Setubal, cujo mandato como conselheiro e presidente do conselho de administração se encerrou na mesma data.

Formado em economia e ciências contábeis e com cursos em Harvard, Darden e Singularity University, Henrique Luz possui vasta experiência como líder de empresas de auditoria. Atuou por 43 anos na PwC, dos quais 32 como sócio e 24 como vice-presidente e membro do Comitê Executivo de Liderança no Brasil. No IBGC, integra o conselho de administração desde março de 2017. É membro do Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) e conselheiro de entidades como MAM-SP, MAM-Rio, Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil e Fundação Dorina Nowill para Cegos, nesta última ocupando o posto de vice-presidente do conselho. Henrique Luz também é ex-presidente do conselho de administração do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo (Ibef-SP) e da Associação Nacional de Executivos de Finanças (Anefac).

Também chegaram ao fim os mandatos dos conselheiros Richard Blachet e Isabella Saboya – que a pedido próprio encontrava-se afastada de suas funções no IBGC desde janeiro. Para os três assentos, os associados ao instituto elegeram, em assembleia geral ordinária, os seguintes profissionais:

Iêda Aparecida Patrício Novais é conselheira de administração, conselheira consultiva e coordenadora do comitê de auditoria em organizações privadas, estatais, de economia mista e do terceiro setor. Formada em comunicações (USP) e com diversos cursos em negócios (FGV), é membro do Colegiado Independente Recursal (CIR) do Instituto.

Leonardo Wengrover tem histórico de nove anos de participação nas atividades do IBGC. Engenheiro, com formação internacional voltada a inovação e tecnologia, assumiu a coordenação geral do Capítulo Sul em 2015, expandindo a atuação regional que é uma das prioridades do Instituto. Possui grande experiência em empresas familiares e organizações com e sem fins lucrativos.

Carlos Eduardo Brandão tem participação em Conselhos de Administração de empresas como a Cemig, CEG e Progen e atuação como executivo sênior nas áreas de gestão de pessoas e administração de crises. Formado em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), é doutor em História e Filosofia da Ciência- HCTE-UFRJ, tem MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC-RJ (1993) e Mestrado em Planejamento Energético na COPPEUFRJ (1989). Foi membro do Conselho de Administração do IBGC (2010 – 2014) e do Instituto Ethos (2013 – 2016).

Renovação

Todos os anos, o conselho de administração do IBGC, composto por nove pessoas, renova um terço de seus membros – cujo mandato é de três anos -, que são responsáveis pela eleição ou reeleição do presidente do conselho administrativo do instituto. Tal procedimento é feito no intuito de manter o conhecimento dentro do órgão de forma mais estável, além de promover a renovação constante dos membros.

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Ipea prevê crescimento de 2% no PIB e inflação de 3,85% em 2019

O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) reviu de 2,7% para 2% a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto em 2019. Segundo estudo divulgado nesta quinta-feira, 28, pelo Grupo de Conjuntura do Instituto, os primeiros indicadores do ano mostram que a recuperação da atividade econômica permanece lenta. As projeções para inflação foram reduzidas de 4,10% para 3,85%.

A análise aponta que, dada a limitação para a atuação das políticas fiscal e monetária, o estímulo de curto prazo à economia fica condicionado à melhora nas expectativas e à implementação de políticas de aumento de produtividade, como novas concessões na área de infraestrutura e a medidas na área de crédito.

A necessidade de redução de deficit fiscal primário faz com que o estímulo da economia tenha que vir, necessariamente, do setor privado. “Tendo como base um cenário em que a reforma da Previdência é aprovada com impacto fiscal relevante em meados de 2019, projetamos a aceleração do crescimento trimestral ao longo do ano, condição necessária para atingir o crescimento anual esperado de 2%”, afirma a Carta de Conjuntura.

O crescimento do PIB será liderado pelo bom desempenho da absorção doméstica, na avaliação dos pesquisadores. Embora não seja esperada uma melhora significativa dos indicadores de mercado de trabalho este ano, o consumo das famílias deverá crescer 2,6% esse ano. Com um ambiente econômico caracterizado por um mercado doméstico mais aquecido, e níveis de incerteza decrescentes, a recuperação dos indicadores de confiança dos empresários deverá se traduzir em mais investimentos ao longo do ano – a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), que mede os investimentos da indústria, deve fechar 2019 com expansão de 4,7%, mantida a baixa participação do setor da construção civil.

A previsão para o PIB agrícola permanece a mesma, em 0,4%, considerando as perspectivas de safra do ano. O PIB Industrial, estimado em 1,8%, reflete a lenta retomada dos índices mensais de atividade industrial. Para o PIB de serviços, a previsão é de crescimento de 2,2%. Em relação às exportações, o Ipea estima um crescimento de 4% para o ano.

Para 2020, a expectativa de crescimento do PIB, ainda condicionada à aprovação da reforma da Previdência, é de 3%. As projeções indicam ainda um aumento de 7,8% nos investimentos, graças ao amadurecimento do programa de concessões para infraestrutura. O avanço das medidas de liberalização e produtividade deve ter impacto positivo na economia, alavancando consumo e renda das famílias. A aceleração do consumo estará associada também à gradual redução nos índices de desemprego e ao amadurecimento das medidas de crédito.

A expectativa mais positiva de crescimento do PIB do ano que vem é compatível com a estimativa de manutenção da taxa básica de juros no atual nível, o mais baixo historicamente, devido ao comportamento do grau de ociosidade da economia brasileira. O Indicador Ipea de Hiato do Produto mostra que o PIB se encontra atualmente em 3,2% de seu nível potencial. Além disso, mesmo com a recuperação mais intensa, algum nível de ociosidade deve ser mantido até o fim de 2020.

O Grupo de Conjuntura também analisa o impacto da Previdência no espaço fiscal e os possíveis efeitos da reforma proposta pelo governo federal, em termos de economia para o país. Caso a reforma seja aprovada na íntegra pelo Congresso, a margem fiscal aumentará, em média, cerca de R$ 40 bilhões por ano em termos reais (já descontada a inflação) no período 2020-2023.

TOTVS contrata Eduardo Neubern para liderar lançamento de Fintech

Como parte da estratégia de expandir e fortalecer sua proposta de valor a mais de 30 mil clientes, a TOTVS – líder brasileira no desenvolvimento de softwares de gestão – divulga a contratação de Eduardo Neubern, como novo diretor-executivo responsável pelas iniciativas de fintech. Há mais de 15 anos no mercado financeiro, o executivo tem passagens pela Cielo, MasterCard, Bradesco, American Express e SAP, entre outras.

“Estamos nos estruturando para criar soluções inovadoras que combinem a tecnologia TOTVS com a de parceiros para simplificar, ampliar e baratear o acesso dos clientes ao crédito e a serviços financeiros em geral”, explica o diretor-executivo de Fintech. “Mais do que uma oportunidade de negócios, queremos democratizar o acesso a estes serviços para os clientes, impulsionando o crescimento da economia brasileira”, destaca Neubern.

A primeira iniciativa da companhia nesse sentido será a oferta para pequenos e médios varejistas das soluções de adquirência da Rede, voltadas à captura e ao processamento das transações de pagamento com cartão de crédito e débito.

Neubern ressalta, no entanto, que a estratégia da TOTVS vai muito além de meios de pagamento para o varejo. O objetivo é agregar às soluções de gestão empresarial líderes no Brasil serviços financeiros, oferecendo, por exemplo, produtos de crédito a setores tão diversos quanto Educação, Saúde, RH e Indústria. “Nossas iniciativas de fintech nascem com uma forte vantagem competitiva por termos proposta de valor e escala, além de tecnologia proprietária e uma força de vendas que conhece profundamente as necessidades de nossos clientes em vários setores de atuação, o que nos permite também beneficiar a economia como um todo. Esses diferenciais, somados às soluções de parceiros da indústria financeira, nos colocam em uma posição única no setor”, destaca Neubern.

Estratégia para acelerar soluções do iDEXO

Um dos pilares da área de fintech da TOTVS será utilizar o iDEXO – instituto criado pela companhia para fomentar o empreendedorismo e a inovação, ao conectar startups, empreendedores e desenvolvedores – para construir novas soluções financeiras.

O objetivo é alavancar parcerias com as mais de 40 startups que fazem parte do iDEXO para fortalecer a proposta de valor das iniciativas de fintech da TOTVS. “A partir das necessidades de nossos clientes vamos construir soluções customizadas combinando tecnologia TOTVS, serviços especializados das startups parceiras e produtos dos maiores players da indústria financeira”, informa o diretor-executivo de Fintech da TOTVS.

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UiPath, líder mundial em robotização de processos, chega ao Brasil

Boa parte da força de trabalho das empresas passa todo o horário de expediente envolvida em tarefas como ler e-mails, olhar e copiar informações de planilhas, acessar documentos no Word, acessar sistemas corporativos como ERP e CRM, criar relatórios, e funções parecidas. O acúmulo destas atividades repetitivas consome o profissional durante o período de trabalho e impede o envolvimento das pessoas em tarefas mais impactantes e projetos estratégicos, reduzindo o potencial de geração de valor dos colaboradores para suas contratantes. A resposta mais eficiente da tecnologia a este cenário é o conceito conhecido como RPA (Robotic Process Automation). A idéia consiste em colocar robôs de software para aprender e executar estas tarefas junto com os humanos, economizando milhões de horas e alavancando produtividade, eficiência e lucratividade a patamares nunca antes vistos. A empresa líder mundial desta revolução se chama UiPath e acaba de anunciar a instalação de uma unidade completa de negócios no Brasil.

Com uma evolução superior a 5.000% nos últimos dois anos, a companhia é reconhecida como a detentora do crescimento mais rápido da história da indústria de software. Conta com mais de dois mil funcionários globalmente e já ultrapassou o patamar de US$ 150 milhões por ano em receitas recorrentes, com um valor de mercado avaliado em aproximadamente US$ 3 bilhões.

Seu crescimento agressivo é impulsionado por investidores de peso do Vale do Silício como Google e fundos como Accel e Sequoia, que possuem histórico de importantes participações em ícones como Apple, Google, YouTube, ServiceNow, PayPal, Oracle, LinkedIn, DropBox e Whatsapp.

A companhia iniciou suas operações no Brasil no final de 2018 e atualmente conta com uma estrutura completa e equipe brasileira comandando as operações no território nacional. O escritório, que foi inaugurado oficialmente no início de março, fica na zona sul de São Paulo, e a empresa já ampliou a equipe atendendo localmente no Rio de Janeiro, Brasília e nos Estados da Região Sul.

O presidente da UiPath no Brasil, Paulo Pellon, explica que a empresa já conta com mais de 40 clientes no país incluindo marcas como Renault, Souza Cruz, Bosch, ThyssenKrupp, Essilor, Ball Corporation, entre outras. Segundo o executivo, com este desempenho, o Brasil já ocupa a segunda posição em importância estratégica para a empresa na Divisão Américas, ficando atrás somente dos EUA.

“A meta no Brasil é multiplicar por 20 o faturamento atual ainda em 2019. Para isso, é fundamental a instalação de um escritório no país”, diz.

Pellon ressalta que as movimentações iniciais em território nacional já foram suficientes para fazer com que o número de leads e oportunidades de negócios se multiplicassem por dez. “Alcançar este nível de interesse neste curto período confirma o potencial do mercado brasileiro e permite aumentar nossa segurança de que chegaremos onde imaginamos”, disse.

O escritório brasileiro da UiPath terá estrutura administrativa completa, desde de áreas como vendas e pré-vendas, até backoffice, recursos humanos e marketing, passando também por setores cruciais ao suporte dos clientes como a área de Customer Success.

“É uma área na qual temos pessoas altamente capacitadas que visam apoiar os clientes em suas jornadas de RPA. A empresa optou por fazer um investimento deste porte para ter no Brasil o mesmo nível de satisfação dos nossos clientes na Europa, EUA e outros continentes. Neste indicador nós trabalhamos com um patamar superior a 80%, que é o maior no mercado de RPA”, finaliza.

Volkswagen e Amazon Web Services desenvolverão Nuvem Industrial

A Volkswagen e a Amazon Web Services (AWS) desenvolverão juntas a Nuvem Industrial Volkswagen. As duas companhias anunciaram um acordo global multianual para desenvolver o projeto em conjunto. No futuro, a Nuvem Industrial Volkswagen combinará dados de todas as máquinas, fábricas e sistemas de todas as 122 instalações industriais do Grupo Volkswagen.

Isso apresentará novas possibilidades para a otimização dos processos de produção e permitirá consideráveis avanços na produtividade das fábricas. Dessa forma, a Nuvem Industrial Volkswagen criará os pré-requisitos para alcançar os objetivos de produtividade na produção.

No longo prazo, toda a cadeia global de fornecimento do Grupo Volkswagen, com mais de 30 mil instalações e mais de 1.500 fornecedores e empresas parceiras também poderá ser integrada. Ao alavancar a tecnologia e os serviços da Amazon Web Services, a Volkswagen está criando sua Nuvem Industrial como uma plataforma industrial aberta, que outros parceiros das áreas da indústria, logística e vendas poderão usar no futuro.

“Iremos continuar a fortalecer a produção como um fator chave de competitividade para o Grupo Volkswagen. Nossa colaboração estratégica com a Amazon Web Services será o alicerce”, afirmou Oliver Blume, presidente do Conselho Executivo da Porsche AG e membro do Conselho Diretor da Volkswagen Aktiengesellschaft responsável pela área de Produção.

“O Grupo Volkswagen, com seu conhecimento global da produção de automóveis, e a Amazon Web Services, com seu know-how tecnológico, complementam um ao outro extraordinariamente bem. Com nossa plataforma industrial global, queremos criar um ecossistema industrial crescente com transparência e eficiência, trazendo benefícios para todos os envolvidos”, complementa Blume.

“A nuvem industrial da Volkswagen, que vai reinventar seus processos de manufatura e logística, é mais um exemplo de como a Volkswagen continua a inovar e liderar”, declarou Andy Jassy, CEO da Amazon Web Services.

“A colaboração mútua da Volkswagen e AWS terá um profundo impacto na eficiência e qualidade da produção através de toda a cadeia global de suprimento da Volkswagen, à medida que o Grupo Volkswagen terá acesso à mais ampla e profunda nuvem com o máximo de funcionalidade, inovação, performance e segurança e a maior comunidade de parceiros e clientes de qualquer outra provedora de infraestrutura. Estamos estreitamente alinhados através dos negócios da Volkswagen para ajudá-los a reimaginar o futuro da fabricação de automóveis tirando vantagem de todos os benefícios que a nuvem pode proporcionar”, afirmou Jassy.

TI na produção será padronizada

Através do desenvolvimento da Nuvem Industrial Volkswagen, a fabricante de automóveis está lançando a base para a digitalização sem barreiras de sua produção e logística. A Tecnologia da Informação (TI) no nível de produção de maquinário, equipamentos e sistemas – no planejamento da produção e gerenciamento de estoques, por exemplo – deverá ser padronizada e ligada em rede através de todas as 122 plantas de produção do Grupo Volkswagen. Até agora, tem havido diferenças entre os sistemas individuais das fábricas.

O Grupo Volkswagen e a Amazon Web Services desenvolverão juntos a Nuvem Industrial Volkswagen.

A Volkswagen optou pelo portfólio de serviços da AWS, incluindo Internet das Coisas (IoT), análise do aprendizado de máquina e serviços computacionais, que foram desenvolvidos especialmente para o ambiente de produção e serão ampliados para atender às necessidades da indústria automotiva. A arquitetura será a nova Plataforma Digital de Produção (DPP) da Volkswagen no futuro.

Todas as fábricas do Grupo e empresas fora do Grupo irão basear suas arquiteturas de sistema nessa plataforma, que vai padronizar e simplificar a troca de dados entre sistemas e fábricas.

Otimização de processos

Com sua Nuvem Industrial, a Volkswagen pretende melhorar ainda mais a eficiência e flexibilidade da produção. A combinação de dados de todas as fábricas vai proporcionar novas possibilidades para a otimização dos processos. Isso inclui o controle mais eficiente do fluxo de materiais, a detecção precoce e eliminação de engarrafamentos no fornecimento e interrupções de processos e a operação otimizada do maquinário e equipamento em todas as fábricas.

Além disso, a plataforma baseada na nuvem, com sua permuta de dados simplificada, é um pré-requisito essencial para a Volkswagen poder distribuir rapidamente novas tecnologias e inovações a todas as suas várias instalações. Elas incluem robótica inteligente e funções de análise de dados para avaliar e checar processos de chão de fábrica entre as diversas instalações de produção.

Com a plataforma baseada em nuvem, novas aplicações, como na área de segurança de TI para sistemas de chão de fábrica poderão ser alocadas diretamente para todas as instalações ao redor do mundo. A Volkswagen irá alavancar as melhores práticas de inovação da AWS para tornar-se mais ágil de reagir mais rapidamente às tendências da indústria.

Plataforma Industrial aberta

A Volkswagen está criando a Nuvem Industrial como uma plataforma aberta. O objetivo é integrar outras companhias e construir uma rede de parceiros industriais com uma base de dados e informações que irá beneficiar todos os envolvidos. No longo prazo, a cadeia global de fornecimento do Grupo Volkswagen, com mais de 30 mil instalações e mais de 1.500 fornecedores e empresas parceiras também poderá ser integrada.

Também é possível que a plataforma em nuvem possa ser acessível de forma geral por outras fabricantes de carros. Isso irá criar um ecossistema industrial global em crescimento permanente. Negociações específicas com grandes empresas industriais interessadas em migrar para a Nuvem Industrial Volkswagen já estão em andamento.

Projeto será desenvolvido em vários centros de TI

Equipes especializadas da Volkswagen e da Amazon Web Services estão dando forma em conjunto à Nuvem Industrial Volkswagen. No médio prazo, cerca de 220 especialistas vão trabalhar no projeto. Eles estão baseados em vários centros de competência de TI da Volkswagen, assim como no Industrial Cloud Innovation Center, em Berlim, na Alemanha. Especialistas de Dresden, Munique e Wolfsburg também darão apoio adicional.

O trabalho deve começar imediatamente. As equipes já definiram 140 projetos de integração. Eles incluem, por exemplo, um sistema para acompanhamento da transferência de mercadorias no interior e fora da fábrica, como por caminhões (serviço de localização de veículos) e serviços para a análise da eficiência de sistemas dentro das fábricas (eficiência geral do equipamento, OEE).

O objetivo é colocar a Nuvem Industrial e os primeiros serviços concretos em operação no final de 2019.

Ticket oferece soluções que multiplicam os benefícios do trabalhador

Os trabalhadores que utilizam os cartões Ticket Alimentação e Ticket Restaurante contam com vantagens especiais para multiplicar seus benefícios. Isso porque, a Ticket, marca de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, permite o pagamento móvel via aplicativo Samsung Pay, no qual o usuário ainda acumula pontos no programa Samsung Rewards, e dá descontos nas compras de produtos nas lojas físicas das redes Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco.

“Nossa missão é oferecer, diariamente, soluções que multipliquem os benefícios e facilitem o dia a dia de todos os nossos públicos. Além de sermos a primeira marca do setor a disponibilizar uma opção de pagamento móvel, que ainda pode acumular pontos e se transformar em produtos, temos uma parceria com rede de drogarias para descontos na compra de produtos. Isso mostra o nosso pioneirismo, com soluções dinâmicas e que atendem às necessidades de todos”, ressalta o Diretor-Geral da Ticket, Felipe Gomes.

Para acumular os pontos no Samsung Rewards, basta o usuário cadastrar seu cartão Ticket Restaurante e Ticket Alimentação no aplicativo Samsung Pay por meio de um aparelho compatível¹ da Samsung e, no momento do pagamento, liberar o uso via biometria ou PIN, aproximar o celular da máquina de cartão para validar a transação. Os dados são enviados por meio de transmissão magnética segura (MST, na sigla em inglês), que é um dos sistemas mais avançados para esse tipo de transação financeira e com tecnologia exclusiva da Samsung. Essa tecnologia permite o pagamento em praticamente todos os pontos de venda credenciados da Ticket, e não é necessário o uso de aparelhos ou recursos adicionais.

Nas redes da Drogaria São Paulo e Drogarias Pacheco, a Ticket oferece descontos na compra de medicamentos e produtos de perfumaria e higiene. Para obter o benefício, basta solicitar o desconto da Ticket e informar o CPF na hora do pagamento. Os descontos são para medicamentos genéricos e de marca tarjados, medicamentos de venda livre e isentos de prescrição, além de ofertas para produtos de perfumaria e higiene pessoal, mas só valem para compras em lojas físicas.

“Esta é mais uma forma de ampliar o acesso dos empregados a benefícios voltados à saúde, e também mais uma solução que a Ticket oferece para complementar as iniciativas do setor. Com os descontos, os medicamentos passam a ter preços mais acessíveis e, como não há limite de compras durante o mês, o trabalhador tem mais tranquilidade para cuidar da sua saúde”, explica o executivo.

O Ticket Alimentação e o Ticket Restaurante atendem ao Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), criado em 1976, que estimula a refeição saudável, proporcionando mais saúde, bem-estar e maior produtividade aos trabalhadores brasileiros. Segundo o livro que celebra os 40 anos do PAT, a produtividade dos trabalhadores é beneficiada pela melhoria na qualidade da alimentação, pois a deficiência de nutrientes impacta negativamente no desenvolvimento mental.

¹ O serviço é compatível com os smartphones: Galaxy S10, S10+ e S10e, Galaxy Note9, Galaxy S9, Galaxy S9+, Galaxy Note8, Galaxy S8, Galaxy S8+, Galaxy S7, Galaxy S7 edge, Galaxy S6 edge+, Galaxy A9, Galaxy A8, Galaxy A8+, Galaxy A5 (2016 e 2017), Galaxy A7 (2016 e 2017) e Galaxy Note 5.

IBGC lança guia de governança para startups e scale-ups

O Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) desenvolveu um guia para apoiar startups e scale-ups – empresas de rápido crescimento, com estrutura organizacional não-tradicional– na adoção de práticas de governança e gestão que contribuam para a sustentabilidade e para o sucesso do negócio.

O documento Governança Corporativa para Startups & Scale-Ups aborda as quatro fases de maturação de uma startup (ideação, validação, tração e escala) e sugere as prioridades e os passos a serem dados no campo da governança corporativa. O objetivo é estimular a adoção das melhores práticas desde a criação da empresa, até o momento em que ela ganha escala e deixa de ser uma startup, tornando-se uma scale-up.

Além de boas ideias, startups, assim como as demais empresas, precisam que seus fundadores tenham expectativas alinhadas, discutam sobre a capacidade financeira e perda suportável por cada sócio, definam como cada sócio irá contribuir para a sociedade, prevejam a proteção da propriedade intelectual gerada e dos segredos dos negócios e criem um acordo de fundadores (founders agreement), entre outras medidas que garantem a perenidade das empresas.

Para a superintendente de Vocalização e Influência do IBGC, Valeria Café, a adoção de boas práticas de governança pode representar o diferencial para reduzir o risco de insucesso, uma vez que a taxa de mortalidade das startups é alta. “A governança corporativa pode fazer a diferença para a evolução saudável e criação de valor para empresas de alto crescimento. As práticas contidas na publicação são acessíveis e devem ser implementadas de acordo com o estágio de maturidade do negócio”, ressalta.

Para Max Carlomagno, consultor nas áreas de estratégia, inovação e crescimento, e coordenador da publicação, o material contribui para que a governança corporativa seja levada em conta desde o primeiro momento, de criação da startup, até a sua transformação em referência para o mercado e para a sociedade. “A governança corporativa alavanca a geração de valor para a empresa, ajudando-a a caminhar mais longe, mais rápido e com menos risco”, completa.

A versão online da publicação é gratuita e está disponível no Portal do Conhecimento, plataforma desenvolvida pelo IBGC com o objetivo de ampliar a disseminação do conhecimento sobre governança corporativa e que se tornou um ponto de referência no assunto.

Link: http://conhecimento.ibgc.org.br/Paginas/Publicacao.aspx?PubId=24050