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POPULOS equilibra as necessidades de hoje com a visão do futuro do trabalho e cresce 300%

Os sócios da Populos Gustavo Santos e Paulo Asano

Como será o futuro do trabalho? Seja nos escritórios, fábricas ou outros ambientes, as expectativas das mudanças trazidas pela transformação digital são gigantescas. Todos serão impactados – não importa a função que se desempenhe. Para ajudar organizações a equilibrar as necessidades de hoje com uma visão no futuro do trabalho nasceu em 2016 a POPULOS, empresa focada em soluções de tecnologia voltadas ao usuário final.
Especializada na integração de ferramentas de grandes players do mercado como Citrix, Google Cloud e Nutanix, a empresa inclui em seu portfólio soluções voltadas a Digital Workspace, Endpoint Management, Networking, Cloud Computing, Content Collaboration e Hyperconverged Infrastructure.

Na prática, a POPULOS desenvolve projetos de transformação que habilitam pessoas, dados e aplicações que estejam disponíveis e acessíveis de uma forma simples, segura e unificada. Tudo para garantir liberdade para se trabalhar e inovar sem limitações de local, tempo ou contexto.

“Nossas soluções tornam realidade para as organizações o trabalho sem amarras com controle flexibilidade e segurança, ajudando na jornada de transformação da maneira como as pessoas desempenham suas funções. Habilitamos hoje o futuro, principalmente às empresas que querem oferecer flexibilidade e aumentar a produtividade dos seus colaboradores”, explica Gustavo Santos, sócio-fundador da POPULOS.

Para garantir a entrega de mais de 50 projetos em grandes empresas de verticais como Varejo, Indústria, Energia, e Finanças entre outros, a empresa conta com um time técnico formado por 40 profissionais. Competente e certificada, a equipe tem grande vivência prática e está pronta para desenhar e executar projetos com sucesso.

Com um crescimento médio de 300% no YoY dos últimos 24 meses, os planos para o futuro são arrojados. Gustavo Santos conta que a meta para 2020 é “triplicar o faturamento de 2019 e dobrar o número de colaboradores, além de repetir o sucesso que temos com a Citrix com outros dois importantes parceiros de negócios; Google Cloud e Nutanix.” Em 2017 e 2018 a empresa conquistou importantes prêmios da Citrix como principal parceiro na América Latina.

POPULOS escolheu o Gartner IT Symposium/Xpo 2019 como local para lançar uma oferta inovadora, o Intelligent Digital Workspace. Além do novo portfólio de produtos, que será apresentado em seu estande, a empresa também fará a palestra “Future of Work is Now”, que vai acontecer no dia 30 de outubro às 12h30.

“Institucionalmente nós acreditamos que é muito importante ter nossa marca junto aos grandes players da área de tecnologia. Para nós, será uma excelente oportunidade para estreitar o relacionamento com clientes e fechar bons negócios”, diz Paulo Asano, sócio-fundador da empresa.

No Brasil, fintechs amadurecem e atraem investimentos, diz KPMG

A indústria de fintechs no Brasil atraiu um nível substancial de investimentos no terceiro trimestre de 2019. Além disso, diante da significativa porcentagem de pessoas sem conta bancária no Brasil e na América Latina, muitos investidores de capital de risco veem muito espaço para crescimento na região. Essas são algumas das conclusões do relatório “Venture Pulse Q3 2019”, com as principais tendências, oportunidades e desafios que o mercado enfrenta em âmbito regional e global.

“No Brasil, estamos observando negócios maiores, mais investidores e mais rodadas de investimentos. As fintechs estão crescendo e ainda há muito espaço para a conquista de novos mercados, principalmente com soluções para o mercado de crédito e meios de pagamento”, afirma Raphael Vianna, sócio-diretor do Deal Advisory Strategy & Analytics da KPMG no Brasil.

A pesquisa da KPMG também revelou que, nos últimos trimestres, as fintechs no Brasil continuaram amadurecendo com diversas empresas oferecendo serviços bancários para outras marcas. Ao mesmo tempo, há um interesse crescente em tecnologia financeira por parte dos bancos tradicionais. Com as taxas de juros em um nível histórico baixo no país, e expectativa de declínio adicional, os bancos reconhecem a crescente necessidade de investirem para permanecerem competitivos.

Comparado com as tendências históricas, o Brasil se destacou no terceiro trimestre desse ano com duas megatransações — captação de US$ 250 milhões pela QuintoAndar e captação de US$ 400 milhões pelo Nubank, levando este ao status de deca-unicórnio, a primeira empresa de tecnologia sediada no Brasil a ser avaliada em mais de US$ 10 bilhões.

Os serviços financeiros são considerados uma área de investimento muito forte, não apenas no Brasil, mas também na América Latina. Nas Américas, espera-se que o investimento de capital de risco continue forte no quarto trimestre deste ano. Na América Latina, as fintechs devem continuar atraindo novos investimentos, com perspectiva de crescimento à medida que as empresas do setor amadureçam e atraiam a atenção de mais investidores internacionais.

De acordo com o relatório da KPMG, o terceiro trimestre foi ainda um período robusto de investimentos na Europa e nas Américas, com os Estados Unidos continuando a dominar a região em termos de investimentos e número de negócios. Esses fortes investimentos continuaram alimentando o mercado global de capital de risco, enquanto o volume de negócios e os investimentos na Ásia continuaram fracos, particularmente em comparação com o recorde registrado em 2018.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – http://assets.kpmg/content/dam/kpmg/br/pdf/2019/10/br-venture-pulse-q3-2019.pdf.

Startup brasileira apresenta projeto sustentável em Nova York e União Europeia

O Brasil ainda está longe de se tornar um dos primeiros no ranking dos países mais sustentáveis — Suíça, França e Dinamarca lideram no quesito ações ambientais. Mas, uma startup brasileira acelerada pela Cervejaria Ambev tem ganhado olhares e admiração nacional e internacional, além de gerar resultados significativamente positivos ao meio ambiente. A Green Mining, que surgiu para solucionar um dos problemas quanto ao descarte de embalagens pós consumo, nas últimas três semanas, apresentou seu projeto de logística reversa em Nova York (Estados Unidos), Sardenha (Itália) e em Bruxelas (Bélgica), durante a Conferência Internacional de Cooperação Urbana (International Urban Cooperation — IUC), promovida pela União Europeia.

“Realizamos uma apresentação para cerca de 100 representantes de regiões da Europa e da América Latina, vindos de mais de 28 países diferentes. Para nós, é uma grande satisfação poder falar para pessoas de todo o mundo o que fazemos e o potencial que nossa solução tem para ser desenvolvida em larga escala” diz Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining que contou que, durante o evento IUC, na Bélgica, foi assinada uma carta de intenções com uma agência de desenvolvimento regional da Polônia, que já é a parceira do Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo (CIOESTE) no programa.

O projeto da startup consiste no processo de coleta de embalagens em bares e restaurantes feito de maneira ambientalmente correta, por meio de triciclos, sem emissão de gás carbônico. Em parceria com a Cervejaria Ambev, o vidro recolhido é levado direto à fábrica da própria cervejaria, devolvendo o material à cadeia produtiva da empresa. Atualmente, a Green Mining possui HUBs em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília e já encaminhou para reciclagem mais de 350 toneladas de vidro, evitando a emissão de mais de 58 toneladas de CO2 desde o início da ação, em dezembro do ano passado.
De acordo com o CEO do CIOESTE, Francisco Maciel, a escolha da Green Mining fez todo sentindo para alavancar com soluções na cooperativa da União Europeia. “Queremos alavancar pequenas e médias empresas que proporcionam o desenvolvimento econômico e sustentável, tudo o que encontramos na Green Mining”, afirma Francisco.

Em Nova York, o evento Super Demo Day ocorreu na sede global da AB InBev e proporcionou a apresentação de resultados da startup para investidores, organizações e associações de alto impacto. O evento marcou uma nova etapa da Aceleradora 100+, programa de aceleração de startups com soluções socioambientais da Cervejaria Ambev. A Green Mining participou da primeira edição do programa e, quando se inscreveu, estava começando a criar a sua tecnologia de logística reversa. A startup foi uma das selecionadas para a aceleração global e, desde então, tem participado de eventos e fechado diversos acordos e parcerias nacionais e internacionais. “Ver como a Green Mining cresceu e continua aumentando seu impacto positivo pelo mundo é sensacional. Esse é o nosso objetivo com a Aceleradora 100+: encontrar startups que compartilhem do nosso sonho de construir um mundo melhor”, celebra Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de Sustentabilidade e Suprimentos da Cervejaria Ambev.

Já na Sardenha, Rodrigo Oliveira apresentou os resultados da Green Mining no 17º Simpósio Internacional de Gestão de Resíduos — um dos principais fóruns de resíduos sólidos da Europa.
“Tivemos a oportunidade de apresentar um estudo de caso de recolha de vidros em São Paulo. O simpósio reuniu profissionais de muitos países que todos ficaram bastante entusiasmados com os resultados obtidos até o momento”, conta Rodrigo.

A Green Mining já fechou 10 parcerias e acordos nacionais e internacionais e, este mês, venceu a maior competição de ideias em negócios verdes do país e em novembro, vai representar o Brasil na final global que acontece em Amsterdã. Segundo o presidente da startup, após estas apresentações, o projeto tende a crescer a nível mundial.

Como funciona o sistema de logística reversa da Green Mining
A eficiência dessa economia circular colocada em prática pela startup é baseada em um sistema de certificação que é feito em todas as fases do processo, garantindo que todo o material coletado chegue ao seu destino de maneira correta. “Todas as informações são registradas no aplicativo da Green Mining por cada coletor, que recebe um smartphone para realizar o trabalho. Com informações como data e local da coleta, quilos e destinação dos recicláveis, o sistema permite, também, rastrear o percurso de cada triciclo, garantindo a transparência da informação”, finaliza o presidente da Green Mining.

 

 

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São Paulo Tech Week anuncia Hub de conteúdo durante a sua 5ª edição

Um dos maiores festivais de inovação e tecnologia da América Latina, a São Paulo Tech Week chega à 5ª edição com uma novidade: o lançamento do SPTW Hub. Além de reunir empreendedores e investidores, o evento, realizado no SPACES Berrini, contará com conteúdos exclusivos, palestras e workshops focados em inovação e tecnologia, entre os dias 25 e 27 de novembro.

Ao todo, serão quatro arenas: Diversidade; com curadoria realizada em parceria com a jornalista Fabiana Scaranzi, Tecnologia e Criatividade; espaço que recebe conteúdos de assuntos diversos como Big Data, LGPD, Fake News, Fact Checking, Novas Mídias e outros, o Auditório; com palestras de grandes parceiros do evento, o Maker; com oficinas “mão na massa” e workshops, além de um espaço de ativação de marcas, com experiências trazidas por Greenpeace, JCDecaux e HUG Infláveis, entre outras empresas.

“A criação deste hub é a materialização do festival como um novo espaço para ativações e conteúdos para toda a população paulistana, desde entusiastas a CEOs de grandes empresas. O objetivo da Prefeitura e da São Paulo Negócios é ampliar cada vez mais o debate sobre inovação em toda a cidade, além de estimular empresas e organizações a promoverem atividades e iniciativas que façam a conexão entre empreendedores e investidores”, analisa Juan Quirós, presidente da SP Negócios.

5ª São Paulo Tech Week
Quando: de 23 a 29 de novembro de 2019
Onde: Spaces Berrini – Rua Irmã Gabriela, 51 – Cidade Monções – São Paulo/SP
Informações: www.saopaulotechweek.com / sptw@spnegocios.com

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Universidade promove Hackathon de Carreiras na área de TI

Primeira edição aconteceu em agosto e teve mais de 7 mil inscritos
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As inscrições para o segundo Hackathon de Carreiras da Universidade Positivo já estão abertas. Nesta edição, o evento reúne profissionais relacionados à área de Tecnologia da Informação para uma maratona de workshops e desenvolvimento de novas competências para o mercado de trabalho atual. Voltado a profissionais que estejam em busca de inserção ou recolocação profissional, o Hackathon oportuniza o contato com diversas empresas que possuem vagas abertas na área de TI.

Para a seleção, serão avaliadas hard skills, soft skills, lógica, além da competência técnica. Com o intuito de atrair participantes de várias regiões do país, o evento oferece uma ajuda de custo para os interessados em participar que residam a mais de 150 km de Curitiba.

Para o coordenador geral do Centro de Tecnologia da Informação da Universidade Positivo, Kristian Capeline, a ação é uma forma de atrair talentos para uma área que está em crescimento no país. “Esse mercado está aquecido e faltam profissionais qualificados para preencher as demandas das empresas. O Hackathon visa promover esse encontro e gerar oportunidades”, explica.

As vagas são gratuitas e limitadas. Os interessados podem se inscrever até o dia 3 de novembro pelo site www.up.edu.br/hack-ti. Depois da inscrição, os candidatos pré-selecionados passarão por testes técnicos entre os dias 8 e 15 de novembro, que irão classificar 600 participantes para o evento, que acontece no dia 30 de novembro. Durante o dia, os candidatos serão avaliados e apenas 200 serão selecionados para o pitch final. Para mais informações, acesse: www.up.edu.br/hack-ti.

Hackathon de Carreiras – edição TI

Inscrições: até 3 de novembro

Data: sábado, 30 de novembro

Horário: das 7h às 20h

informações: www.up.edu.br/hack-ti

Local: Universidade Positivo (Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5.300 – Curitiba – PR)

Brilia ilumina experiência do cliente com soluções de gestão e analytics da SAP

Em dezembro de 2018, a Brilia, empresa pioneira em iluminação LED no Brasil, iniciou a implementação do sistema de gestão SAP S/4 HANA, em continuidade à transformação digital da companhia. Essa mudança estratégica teve como foco a maior integração, automatização, inteligência e eficiência para os negócios da empresa, o que se traduz em um melhor controle e maior agilidade sobre todos os processos e áreas, informações mais completas e dados mais confiáveis. O novo sistema ainda possibilitou à Brilia assumir a gestão integral de seu centro de distribuição, até então terceirizado.

Para os clientes, concluída a fase de execução, os avanços possibilitam acesso a importantes inovações e experiências mais significativa em toda a sua jornada.

Segundo Vinicius Marchini, CEO da Brilia, com o S/4 HANA a empresa passou a contar com suporte de um sistema completo, maduro, robusto e com uma interface amigável. “Terminamos a implementação em 2 de julho, e em 15 de agosto passamos a faturar pedidos de clientes no mesmo dia, um processo que anteriormente podia demorar até 48 horas”, afirma. Ele destaca que a empresa tem agora total domínio da informação, em tempo real, e atua de forma conectada e integrada. Com isso, os colaboradores têm em mãos condições ideais para trabalhar de forma criativa e inovadora, desenvolvendo novos produtos e soluções que superem as expectativas dos consumidores.

Marchini explica que a experiência do cliente hoje é pensada de ponta a ponta. “Não basta disponibilizar as melhores tecnologias e produtos para o mercado, precisamos estar atentos a como essas soluções chegam nas mãos das pessoas. A jornada não termina quando o consumidor adquire um produto da nossa empresa. Nossa relação é um processo contínuo”. Ele ainda ressalta que, em qualquer interação do cliente com a empresa, é preciso estar preparado para dar a resposta adequada. “O sistema que está por trás de tudo isso é uma peça fundamental na viabilidade desse plano. Para auxiliar na tomada de decisão. Quando você tem domínio e sabe que a informação está correta e robusta, em tempo real, isso permite que gestores tomem a melhor decisão e quem ganha é o cliente”, conta Marchini.

“Um dos diferenciais do SAP S/4 HANA, é a simplificação dos processos de gestão, impulsionadas pela nuvem e que torna possível que empresas de todos os portes e tamanhos adotem uma solução de peso, de última geração e que ao mesmo tempo traga simplificação para seus processos e integração com as demais áreas da empresa. O custo e o tempo de implementação foram diferenciais deste projeto e desde a primeira hora, como exemplificado com a facilidade de faturamento, gera impactos positivos para os negócios”, explica Rui Botelho, Vice-Presidente da área de Digital Core da SAP Brasil.

A Brilia destaca que uma das grandes surpresas no processo, que teve a ITS como parceira, foi a combinação de robustez e vanguarda apresentada pelo SAP S/4 HANA. Nos próximos 60 dias será concluída também a adoção do SAP Analytics Cloud. A meta é integrar todas as áreas de empresa, do financeiro até a comunicação completa com o cliente, passando pelas operações.

Rui Botelho também destaca que a implementação do S/4 HANA, habilita a Brilia a adotar novos módulos de tecnologias, incluindo plataformas de internet das coisas, inteligência artificial, blockchain e machine learning, que podem ser estruturadas e contratadas sob medida ao crescimento e às novas necessidades do negócio.

Os 10 bilionários mais procurados pelos brasileiros

SEMrush , líder global em marketing digital, preparou uma pesquisa para entender quem são as personalidades afortunadas e mais pesquisados na web pelos brasileiros entre janeiro e setembro de 2019. O investidor e fundador da empresa Microsoft, Bill Gates, foi responsável por receber 806 mil pesquisas realizadas pelos brasileiros, em mecanismos de busca como Google, Yahoo e Bing. Com patrimônio líquido acumulado em mais de 105 bilhões de dólares, Bill Gates é o bilionário mais popular na internet e está no topo do ranking apurado pela SEMrush.

Em seguida, com fortuna estimada em R$ 104 bilhões, Jorge Paulo Lemann, sócio do 3G Capital, ocupa há sete anos a posição de o homem mais rico do Brasil. De acordo com a SEMrush, o empresário recebeu 673 mil pesquisas por seu nome desde janeiro.

Empatado com o brasileiro, Jeff Bezos obteve o mesmo volume de pesquisas. O presidente da Amazon lidera na lista dos mais ricos em 2019, segundo a Forbes. Sua fortuna é avaliada em 131 bilhões de dólares e seu nome é pesquisado, em média, 75 mil vezes por mês na web pelos brasileiros.

Em quarto lugar do ranking entre os bilionários mais buscados está Warren Buffett. Aos 88 anos, o americano já recebeu, no período de janeiro a setembro, 464 mil buscas na web. É considerado o investidor mais bem sucedido do século XX. Na carteira de investimentos do bilionário, temos: American Express, Coca-Cola, Wells Fargo, Bank of America e Apple.

Em seguida, um dos cinco fundadores do Facebook, o brasileiro Eduardo Saverin é empreendedor e investidor anjo. Além de ser um dos bilionários mais jovens do mundo, seu patrimônio é estimado em US$ 10 bilhões e lhe deu o título do 4º mais rico do Brasil em 2019, segundo a Forbes. Saverin foi pesquisado 188 mil vezes na internet, no período apurado.

O sexto lugar vai para Abílio Diniz, que em 1950 lançou o primeiro Pão de Açúcar, além de ser sócio de gigantes varejistas como a Casas Bahia. O empresário recebeu 142 mil buscas realizadas pelos brasileiros durante esse ano.

Já o sétimo lugar do ranking aponta o homem mais afortunado do Brasil, com 124 mil buscas por seu nome, Joseph Safra. Ele é o fundador do Banco Safra e tem patrimônio estimado em R$95 bilhões e é o segundo bilionário mais rico do Brasil, segundo o último levantamento da revista Forbes (setembro).

Em oitavo lugar, Larry Page recebeu 76,2 mil pesquisas realizadas na internet. Com fortuna estimada em 50,8 bilhões de dólares, o executivo criou, em 1998, o Google. Larry Page é considerado, pela Forbes, o décimo homem mais rico do mundo.

Segundo o ranking da SEMrush, Joesley Batista é o nono bilionário mais pesquisado da internet pelos brasileiros com 75 mil buscas entre janeiro e setembro. Ele comanda a JSB – das marcas Friboi e Seara -, ao lado de seu irmão Wesley Batista e foi pivô de um escândalo no governo de Michel Temer, em 2017. Nesse ano, seu patrimônio líquido está avaliado em R$ 14,8 bilhões.

O décimo lugar entre os bilionários mais populares da web, ficou para Bernard Arnault. Ele é um empresário francês e dono do maior grupo de luxo do mundo, a Louis Vuitton Moët Hennessy (LVMH), que controla marcas como Dior, Pucci e relógios Bulgari, tem sua fortuna estimada em 76 bilhões de dólares. O magnata recebeu 54,3 mil pesquisas na web de brasileiros interessados em saber mais a respeito da personalidade.

1. Bill Gates – 806 mil
2. Jorge Paulo Lemann – 673 mil
3. Jeff Bezos – 673 mil
4. Warren Buffett – 464 mil
5. Eduardo Saverin – 188 mil
6. Abilio Diniz – 142 mil
7. Joseph Safra – 124 mil
8. Larry Page – 76,2 mil
9. Joesley Batista – 75 mil
10. Bernard Arnault – 54,3 mil

A jornada do aprendizado é para a vida toda

Por Juliano Costa, vice-presidente de Educação da Pearson no Brasil

A aprendizagem é inerente ao ser humano desde o seu nascimento. Um conjunto de competências, habilidades, conhecimentos, comportamentos e valores começa a ser formado logo no primeiro momento de vida, e se desenvolve de maneira constante e permanente. Existe um senso comum de que o processo de aprender “de verdade”, “oficial”, se encerra quando o jovem adulto conclui o Ensino Médio ou a faculdade, tendo em mãos um certificado que lhe garante aptidão para atuar no mercado de trabalho. Um olhar cuidadoso sobre a realidade, no entanto, mostra que essa mentalidade está ficando para trás.

Uma pesquisa divulgada este ano pela Pearson, que ouviu 11 mil pessoas com idades entre 16 e 70 anos em 19 países, mostrou que a maioria das pessoas acha importante continuar estudando na vida adulta e acredita que esse é um caminho fundamental para progredir na carreira. Entre os brasileiros, por exemplo, 88% concordaram com a afirmação de que a educação não termina na escola, e de que as pessoas precisam continuar aprendendo ao longo de suas carreiras para permanecerem atualizadas.

E eles estão corretos. Em um mercado cada vez mais competitivo e em acelerada transformação, em que a inovação tecnológica e outras tendências provocam mudanças a todo instante, as pessoas se deparam com novos desafios constantemente. Quem está mais preparado para lidar com esses desafios é, em geral, quem está mais atualizado, e não quem preferiu se apegar a um diploma ou conjunto de conhecimentos conquistado anos atrás. Nesse cenário, ganha cada vez mais força o conceito de lifelong learning (aprendizagem ao longo de toda a vida), assim como o de “conhecimento via streaming” (em fluxo constante) ao invés do “conhecimento em storage” (acumulado).

Felizmente, tudo indica que estamos acordando para essa nova realidade. A pesquisa mostrou que dois terços dos brasileiros empregados têm buscado se requalificar nos últimos dois anos, em resposta a transformações ocorridas em seus trabalhos desde que eles começaram a exercê-los. Eles estão fazendo cursos de curta duração, treinamentos oferecidos pelos empregadores ou por associações profissionais, cursos de ensino superior ou aprendendo por conta própria. A proporção de brasileiros se requalificando é maior que as de países desenvolvidos como Estados Unidos (31%) e Reino Unido (24%).

É interessante também notar que 45% dos brasileiros pertencentes a esse grupo se requalificaram por meio de cursos e treinamentos oferecidos por seus empregadores ou por uma associação profissional. É um número que aponta para a importância de que as empresas busquem, cada vez mais, investir no desenvolvimento de seu pessoal. Mesmo porque não há como esperar que seus profissionais – e, consequentemente, seu negócio – estejam preparados para os desafios dos próximos anos se você não abre caminho para que essa preparação aconteça. Se não for por meio de treinamentos internos, que seja com apoio financeiro para cursos externos, ou com flexibilização de horários de trabalho para que o colaborador possa estudar, entre outras possibilidades.

Está claro que as pessoas têm vontade e consciência de que é necessário continuar aprendendo sempre. Diante dessa constatação, é necessário pensar em como criar condições para que elas possam aprender cada vez mais. Empresas, universidades, sistemas educacionais, governos e instituições precisam entrar de vez na era do lifelong learning. É assim que nós, como sociedade, estaremos prontos para os desafios do futuro.

Quatro qualidades que a geração Z busca no emprego dos sonhos

Uma nova geração de influenciadores entrou em cena. Os membros da geração Z -, pessoas nascidas de 1995 a 2010 — são verdadeiros nativos digitais: desde a juventude, foram expostos à Internet, às redes sociais e aos dispositivos móveis. Considerados o futuro da economia global, a partir de 2020, essa geração será o maior grupo de consumidores do mundo. Esse contexto onde a internet sempre existiu, produziu uma geração hipercognitiva muito confortável em coletar e absorver diversas fontes de informação e em integrar experiências virtuais e offline.

No Brasil, a geração Z já representa 20% da população do país. A McKinsey, empresa americana de consultoria, colaborou com a Box1824, uma agência de pesquisa especializada em tendências de consumo, para realizar uma pesquisa investigando os comportamentos dessa nova geração e sua influência nos padrões de consumo no Brasil.

O estudo baseado na pesquisa revelou quatro comportamentos principais da geração Z, todos ancorados em um elemento: a busca pela verdade. A geração Z valoriza a expressão individual e evita rótulos. Eles se mobilizam por uma variedade de causas. Acreditam profundamente na eficácia do diálogo para resolver conflitos e melhorar o mundo. Por fim, tomam decisões e se relacionam com as instituições de maneira altamente analítica e pragmática.

E como todas essas experiências e características refletem na escolha da profissão? Manter o trabalho alinhado com seus valores é uma prioridade para a maioria dos indivíduos dessa geração. Na hora da escolha do emprego, muitos tem como principal prioridade o equilíbrio entre vida pessoal, trabalho e remuneração. É comum ouvir desse grupo que preferem ficar desempregados do que presos em um emprego que não amam.

Pensando nisso, Uranio Bonoldi professor da Fundação Dom Cabral separou quatro pontos que essa geração busca e prioriza na hora de procurar o emprego ideal:

Redes Sociais e Aplicativos

Os membros da Geração Z realmente não têm uma vida sem mídias sociais e tecnologia. Como a tecnologia está tão enraizada em seu estilo de vida, naturalmente se atraem em direção a posições ou cargos que envolvam sistemas digitais. “A geração Z é agarrada a detalhes, apresentam habilidade em tomar decisões criativas e disposta a colaborar com os outros. Essas características tornam o mundo em expansão de carreiras em aplicativos de smartphones e mídia social perfeito para eles”, argumenta Uranio.

Comunicação Interpessoal

Sem dúvidas a capacidade comunicacional dessa geração é algo a se destacar. Eles não apenas possuem as habilidades tecnológicas para acompanhar os clientes, mas também demonstram alta eficiência em comunicação interpessoal. Em todo momento de suas vidas a habilidade de transmitir, receber e interpretar mensagens e informação foi praticada. Dessa forma, a Geração Z é capaz de formar laços estreitos com gestores e clientes com suas habilidades de comunicação mais extrovertida. “Essa geração também espera salários compatíveis de seus empregadores. Por isso, acabam se tornando bons vendedores de serviços e produtos, com o objetivo de atingir metas e complementar o salário com recebimento de bônus e comissões, — se encaixam bem neste modelo de remuneração com alto peso no variável por performance”, enfatiza Bonoldi.

Salários Satisfatórios

Um “bom salário” é uma das palavras-chave mais comuns usadas pela geração Z para descrever o emprego ideal, assim como o reconhecimento. De acordo com uma pesquisa realizada pela InsideOut Development, 75% deste grupo acreditam que devem trabalhar em seu primeiro cargo por apenas um ano antes de receber uma promoção e 32% acreditam que merecerão uma promoção nos primeiros 6 meses de trabalho.

Tecnologia

Como uma geração cuja educação foi fortemente influenciada pela tecnologia — e nunca conheceu um mundo sem Internet — são muito atraídos pelas empresas de tecnologia na hora de procurar emprego. Empresas como Google, Facebook, IBM, Apple e Microsoft estão no topo da lista desse grupo. Alguns dos cargos mais comuns são Desenvolvedor e/ou Engenheiro de Software, Analista de Dados, Engenheiro Mecânico e Analista de Negócios. Viva a geração Z!

Entenda como o Employee Experience pode impulsionar as operações de uma empresa

O cenário atual, de forte concorrência entre as empresas, impulsionou o investimento em Customer Experience (experiência do cliente) e em User Experience (experiência do usuário), metodologias que capturam a atenção e buscam fidelizar clientes, garantindo recorrência de compras, recomendações e, consequentemente, retornos financeiros. No entanto, como oferecer serviços e atendimentos de qualidade se os colaboradores estiverem insatisfeitos?

Proporcionar uma boa experiência ao consumidor é relevante para qualquer negócio. Entretanto, a experiência do funcionário também é fundamental. Neste contexto, o Employee Experience ganha destaque como mais uma tendência no mundo dos negócios.

A metodologia, também chamada de experiência do funcionário, representa a percepção do colaborador a respeito de todas as suas experiências e conexões com uma empresa.

Segundo Marco Antonio Silva, cofundador do Garage Criativa, laboratório de inovação que tem ajudado empresas de diversos segmentos em suas jornadas de transformação digital, “Employee Experience, na essência, é a análise (percepção e/ou avaliação) por parte do colaborador de todas as interações que teve com os elementos que fazem parte da estrutura organizacional: pessoas, política, conteúdo, marca, serviço, processos, ferramentas de trabalho, fornecedores, tecnologia digital, dados e diferentes canais. A soma acumulada dessa análise determina se a organização cumpre ou não com suas promessas.”

As organizações que utilizam a estratégia constroem experiências que visam a inspirar, engajar e desenvolver o desempenho dos colaboradores, fortalecer a cultura interna da marca e também ampliar seus resultados.

De acordo com pesquisa promovida pela Ahgora, em parceria com a SocialBase, referências em Recursos Humanos, o Employee Experience está presente em organizações de todos os portes, com maior incidência nas pequenas empresas de até 100 funcionários (39.9%), seguido das médias empresas, de até 1000 funcionários (33.4%) e grandes empresas, com mais de 1000 colaboradores (26.8%).

Aproximadamente 90% do total das instituições entrevistadas pelo levantamento garantem que o tema já não é mais desconhecido para elas e está se consolidando com cada vez mais força dentro das organizações, afinal, um ambiente de trabalho agradável e promissor estimula a produtividade e é determinante para a retenção de talentos.

De acordo com a Deloitte, auditoria e consultoria empresarial, para o Employee Experience seja aplicado adequadamente nas empresas, é preciso promover mais ciclos de promoções e oferecer ferramentas adequadas para que os profissionais gerenciem da melhor forma suas próprias carreiras.

Segundo Marco Antonio, “Para criar uma experiência diferenciada, quem irá conduzir um projeto deverá fugir de soluções repetitivas, que não dão suporte de fato à estratégia, como festas, promoções da marca, salas de diversão, puf’s, etc. A nova oferta irá demandar mais criatividade e inovação, gerando o desafio de experimentar soluções e aplicações que façam sentido para o colaborador. Como bons exemplos, temos empresas como Starbucks, Disney e Cirque du Soleil; no Brasil, TOTVS, Edenred, Alpargatas e Banco Toyota.”

Do ponto de vista empresarial, o Employee Experience reduz os gastos com a rotatividade de profissionais e aperfeiçoa as ações do colaborador em prol dos resultados do negócio, qualificando times, diminuindo reclamações e aumentando o faturamento e a visibilidade da empresa.

“Quando existe a percepção de que a organização trabalha com EX, a aquisição de um produto ou serviço é facilitada. Quando existe um trabalho com foco real no colaborador, os resultados refletem-se na entrega, na ponta da produção. Então, provoca conexões evidentes.” conclui o fundador.

Huawei vende 200 milhões de unidades de smartphones em 2019 em tempo recorde

A Huawei Consumer Business Group (CBG) anunciou hoje que vendeu 200 milhões de smartphones até o momento em 2019, 64 dias antes do mesmo marco ter sido atingido nas vendas no ano passado. O incansável foco da Huawei em tecnologia de ponta e em criar designs próprios inovadores, com seu total compromisso com os consumidores em todo o mundo, reforçou sua confiança e comprometimento enquanto cada vez mais consumidores continuam apoiando a Huawei.

O ano de 2019 foi marcado pelo lançamento de diversos dispositivos de destaque, como a premiada HUAWEI P30 Series, que trouxe o HUAWEI P30 Pro, amplamente considerada a melhor câmera em smartphone disponível no mercado, além de líder absoluto da categoria. Em meio a uma série de prêmios e distinções, a Associação Europeia de Imagem e Som (EISA), um grupo que compreende 55 das revistas de eletrônicos de consumo mais respeitadas do mundo, chamou o P30 Pro da HUAWEI de “Melhor Smartphone da EISA em 2019-2020”, tornando este o segundo ano consecutivo em que a Huawei foi premiada nesta categoria.

Mais recentemente, a HUAWEI Mate 30 Series foi lançada com grande sucesso de crítica. Apresentando processador topo de linha Kirin 990 5G Soc, sistema de câmera quádrupla vencedora do DxOMark com a revolucionária câmera SuperSensing Cine e design Halo futurista, o HUAWEI Mate 30 Pro consolida mais uma vez a reputação da Huawei como líder do setor.

Comemorando o marco, a Huawei anunciou a Edição Comemorativa do HUAWEI Mate 30 Pro 5G. A versão limitada terá 8 GB de RAM + 512 GB de armazenamento e estará disponível nas cores Forest Green e Orange com couro vegano. Ele estará disponível no mercado chinês para pedidos pelo Huawei Vmall a partir de 1º de novembro de 2019 às 10h08, horário da China.

AliExpress se prepara para o Festival Global de Compras 11.11 de 2019

AliExpress, o marketplace global de vendas online do Alibaba Group, anuncia hoje que está convidando consumidores de todo o mundo para participar do Festival Global de Compras 11.11, transformando o evento em uma celebração mundial nesta edição de 2019.

Este ano, o AliExpress permitirá pela primeira vez comerciantes locais estrangeiros da Itália, Espanha, Turquia e Rússia para participar do maior evento de compras do mundo. Isso demonstra o comprometimento do AliExpress em agregar pequenas e médias empresas (PMEs) de todo o globo e em criar valor nos mercados-chave em que opera atualmente.

“O AliExpress está focado em ser a plataforma de estilo de vida para consumidores e vendedores de todo o planeta”, explica Wang Mingqiang, gerente geral do AliExpress. “A chegada das PMEs estrangeiras registradas no AliExpress ao Festival Global de Compras 11.11 do Alibaba Group significa apenas o início do nosso empenho em trazer mais pequenas e médias empresas de outros países para a plataforma e ajudá-las a crescer e ter sucesso nos mercados internacionais.”

O AliExpress divulgará suas ofertas em 28 de outubro, com todos os itens prontos para compra em 11 de novembro.

Se autopresentear foi transformado em algo maior

Na China, o dia 11 de novembro (11.11) é conhecido como “Dia dos Solteiros (Singles’ Day)”, porque a data se assemelha a “quatro varetas”, termo comumente utilizado para se referir a solteiros e solteiras. No início dos anos 90, um grupo de estudantes universitários chineses popularizou este dia como uma celebração destinada a combater atitudes negativas em relação aos solteiros. O presidente e CEO do Alibaba, Daniel Zhang, escolheu usar este feriado pouco conhecido para divulgar a nova unidade de negócios do grupo, o Tmall, incentivando as pessoas solteiras a se tratarem bem e a comprarem algo para si mesmas neste dia.

Na última década, o 11.11 (Double Eleven, em inglês) se tornou um evento de compras em todo o país, deixando para traz suas origens como o Dia dos Solteiros. Hoje, é o maior evento de vendas de 24 horas do mundo, superando as vendas combinadas da Black Friday e da Cyber Monday nos Estados Unidos. Os comerciantes internacionais já usam o 11.11, há muitos anos, para vender aos consumidores chineses nas plataformas do Tmall e Tmall Global. Recentemente, o festival também atraiu mais chineses no exterior e outros compradores de fora da China.

Agora, na 11º edição, ainda mais consumidores de todo o mundo poderão participar e desfrutar das melhores ofertas do ano do AliExpress. A plataforma atende a mais de 200 países e regiões do planeta, incluindo Rússia, Espanha, França, Estados Unidos, Brasil, Polônia, Oriente Médio e muito mais. Este ano, vendedores locais da Rússia, Espanha, Itália e Turquia poderão participar do festival pela primeira vez, transformando-o em um evento verdadeiramente global.

Transpondo fronteiras para revelar o potencial das PMEs locais

O Festival 11.11 deste ano se concentrará na nova forma de consumo, em novos negócios e na construção de uma sociedade mais sustentável. Haverá promoções pop-up, bem como outras atividades online e offline em 35 cidades de 15 países.

“O 11.11 não é apenas um festival para consumidores da China”, afirma Jiang Fan, presidente das plataformas do Tmall e Taobao do Alibaba. “É uma celebração para os consumidores de todo o mundo que fazem parte da economia digital do Alibaba.”

Alinhado à visão de globalização do Alibaba Group, o AliExpress acredita que as PMEs desempenham um papel fundamental no desenvolvimento do comércio eletrônico em todo o mundo. É por isso que se esforça para nutrir o crescimento e o desenvolvimento desses negócios, derrubando barreiras comerciais em nível global para tornar mais fácil fazer negócios em qualquer lugar. Com o apoio e os dados do AliExpress sobre otimização de marca e estratégias de marketing, o Festival de Compras 11.11 é uma ótima oportunidade para vendedores locais lançarem produtos e desenvolverem conexões com consumidores locais e internacionais.