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Braspag é parceira do Google para possibilitar compras com cartão de débito no Google Pay

A Braspag é parceira do Google para transacionar compras de produtos e serviços com cartão de débito via Google Pay, seguindo a tendência de pagamentos por sistemas móveis e carteiras digitais, com o uso do smartphone.

Cartões de débito dos bancos Bradesco (Elo), Banco do Brasil (Elo e Visa) e Itaú (Visa e Mastercard) já estão habilitados para pagamento via Google Pay.

“Esta novidade populariza o sistema de pagamentos em carteiras digitais, já que não são todas as pessoas que possuem cartão de crédito, modalidade que passamos a trabalhar no ano passado com a Google Pay. Por ser um formato extremamente seguro e com autenticação do banco, a modalidade débito traz mais facilidades ao consumidor que pode usar o celular para realizar os pagamentos de forma segura e sem precisar ter o cartão em mãos”, explica o diretor de TI da Braspag, Felipe Cotecchia.

Além da comodidade para o cliente de poder fazer uma compra a partir do seu celular ou outro dispositivo, a tecnologia também oferece mais segurança para o lojista, uma vez que a transação já é considerada autenticada, reduzindo, assim, o risco de chargeback.

Segundo dados do Banco Central, o formato débito é o preferido por 22% dos brasileiros contra 15% que prefere cartão de crédito. Já o uso do dinheiro em espécie caiu de 78% em 2013 para 60% em 2018.

“No Google, estamos sempre pensando em como podemos melhorar a vida das pessoas com os nossos produtos, tornando-os mais acessíveis e inclusivos para todos os tipos de usuários. Hoje, demos mais um passo nesse compromisso com a possibilidade dos brasileiros poderem fazer compras de forma rápida, simples e segura, pagando com débito on-line pelo Google Pay. Parceiros como a Braspag são parte essencial para a consolidação desse momento”, diz Felipe Cunha, Head de Parcerias Google Pay para a América Latina.

Você exagera como líder?

Por Luciana Carreteiro

Exercer uma liderança eficaz sem dúvidas é um grande desafio. Para conquistarmos as nossas metas é necessário realizar uma autoavaliação diária para “acertar na dose”. Eu mesma enquanto líder muitas vezes não percebia que estava “forçando a barra”, até com ações aparentemente inofensivas, como tentar remarcar aquela reunião que a pessoa cancelou ou persistir para envolver um colega mais tímido a interagir e expor sua opinião.

Eu assumia de certa forma a responsabilidade do “bem-estar” coletivo, e dedicava muita energia para tornar o ambiente agradável. E assim me convencia da minha boa intenção. Mas será que era esse mesmo o meu papel de líder? E você, em algum momento já parou para se perguntar se exagera em seu papel de líder?

Com muitos erros e acertos aprendi que para obter sucesso o importante é não pesar. Todos os líderes irão exagerar em algum momento, mesmo tentando ser a melhor versão de si. Somos humanos, erramos e aprendemos. Mas, ao longo da minha experiência, percebi que para se viver bem a liderança é importante aprender a equilibrar seus comportamentos e torná-los naturais.

Ao controlar melhor as emoções você se sente equilibrado, se torna mais leve e essa energia positiva reflete nas pessoas ao seu redor. Com isso, você ganha aderência, eficiência e engajamento da equipe. Acredito que o papel de um líder é conscientizar cada um de suas responsabilidades e servir o seu time. Uma boa liderança está baseada no relacionamento com a equipe, afinal, ninguém obtém sucesso sozinho.

O aprendizado principal é não forçar. Força vem do latim Fortia e tem vários significados, mas o que considero mais valioso é: “o que ocasiona movimento ou faz alguma coisa se mover; impulso”. Ou seja, forçar é fazer o outro se movimentar. E esse é justamente o nosso grande desafio como líder: convide as pessoas a se movimentarem, inspire-as a evoluírem, desperte nelas a vontade de melhorar, mas não as obrigue a sair do lugar.

A primeira lição que aprendi com o trabalho de Coach Executiva é que os adultos só mudam seus comportamentos quando eles realmente querem. Sem esse despertar interno, dificilmente alguém irá se comprometer com a disciplina que uma mudança requer.

A segunda é que todo líder de sucesso é competitivo. Nenhum líder quer ver o time todo se movimentando, melhorando e ficar de fora. Ou seja, cada um tem o seu momento do despertar. Nós decidimos mudar quando o esforço vale o resultado. A liderança inicia em mim, e assim é possível inspirar os outros com o nosso exemplo.

Luciana Carreteiro, coach executiva especialista em desenvolvimento de alta performance para liderança e fundadora da Kyma Coaching, empresa que apoia executivos e empresas a potencializarem suas competências

Confiança na marca já é uma das principais considerações na hora da compra

Relatório especial do Edelman Trust Barometer 2019, a pesquisa IN BRANDS WE TRUST revela que a confiança na marca já é uma das principais considerações na hora da compra para entrevistados de todos os gêneros, faixas etárias e de renda no mundo. No Brasil, 91% dos consumidores classificam como “essencial” ou “fator decisivo” confiar que a marca “fará o que é certo” — a condição perde apenas para qualidade (92%) e custo-benefício (92%) no ranking das principais considerações. Realizada pela Edelman, agência global de Comunicação, a pesquisa investiga a confiança dos consumidores nas marcas em oito países — Brasil, China, França, Alemanha, Índia, Japão, Reino Unido e EUA –, a partir de entrevistas on-line com 16 mil pessoas (2 mil por país) e de pesquisa via celular com 8 mil pessoas (1 mil por país), entre os meses de abril e maio de 2019.

O relatório mostra que a confiança nas marcas está se tornando mais importante para os brasileiros por causa do aumento de suas preocupações em relação ao impacto das empresas na sociedade (75%); em relação aos produtos (69%), movidas por questões como ritmo das inovações, e em relação à sua experiência como consumidor (55%), incluindo o uso de dados pessoais e de inteligência artificial. “A confiança sempre pesou na hora de alguém optar por um produto, mas agora as expectativas das pessoas evoluíram”, diz Marcília Ursini, vice-presidente executiva da Edelman Brasil. “Hoje não basta entregar um produto de qualidade e com bom preço, é preciso oferecer uma boa experiência de compra e impactar a sociedade de maneira positiva”, completa.

Ainda de acordo com o IN BRANDS WE TRUST, quando as marcas são confiáveis, elas são recompensadas por seus públicos. No Brasil, o consumidor que confia em uma marca há muito tempo tem mais chance de comprar novos produtos (58%) do que o que não confia completamente nela (23%). Ele também tem mais probabilidade de permanecer fiel (63% contra 25%), de defendê-la (60% versus 23%) e de apoiá-la (51% contra 20%). Quando a marca é confiável nos três segmentos — em relação ao produto, à experiência de compra e ao impacto social –, a porcentagem de consumidores que comprarão pela primeira vez, permanecerão leais, defenderão e apoiarão (72%) é mais alta do que a de consumidores que compram confiando apenas no produto (52%), uma diferença de 20 pontos. Entre os benefícios, está também a abertura que essas empresas terão ao se comunicar com os consumidores. Em um cenário onde 77% dos brasileiros evitam a publicidade, o estudo mostra que, entre os que confiam na marca há muito tempo, 88% vão prestar atenção em seus anúncios e demais comunicações.

Apesar da importância de se construir confiança e dos benefícios que isso traz, as empresas estão falhando nesse aspecto. No Brasil, 63% dos entrevistados acreditam que toda marca tem a responsabilidade de se envolver em pelo menos uma questão social, mas apenas 23% afirmam ter experiência pessoal de que elas levam em conta os principais interesses da sociedade. Resultado disso é que apenas 36% dos brasileiros confiam na maioria das marcas que consome — ao mesmo tempo um ponto de alerta e uma grande oportunidade para essas companhias de fazer o que é certo.

Além disso, os consumidores estão atentos a quem defende uma causa por meio de discursos e anúncios, mas que não protagonizam ações compatíveis. O estudo mostra que 65% dos brasileiros afirmam que marcas usam questões sociais como manobra de marketing para vender mais. Com isso, a população brasileira está decepcionada com a falta de impacto produzido por elas, com apenas 46% acreditando que as empresas têm ideias melhores do que o governo para solucionar os problemas do país — 13 pontos a menos do que no ano passado. “Abordar uma questão social em um anúncio é bem diferente do que promover mudanças reais na sociedade”, diz Marcília. “Para defender a floresta Amazônica, por exemplo, é preciso tomar iniciativas reais que a protejam de fato, não apenas se manifestar quando o assunto está em alta”, conclui.

Acesse o estudo completo aqui

Cinco vantagens que a atividade física traz para o mercado de trabalho

Com a correria do dia a dia, muitas pessoas entram em uma rotina de trabalho pesada e não reservam um tempo para as atividades físicas. Porém, a falta de exercício, além de causar problemas de saúde, pode atingir diretamente no rendimento dos funcionários, uma vez que ficam mais estressados. De acordo com um estudo encomendado pela Organização Mundial da Saúde , o Brasil é o país latino-americano com mais sedentários. Os dados ainda revelam que 47% da população não praticava atividade física suficiente para se manter saudável em 2016. Na América Latina, o percentual médio era de 39,1%.

Tomás Camargos, sócio fundador da VIK, startup que promove saúde nas empresas por meio da gamificação, explica que a falta de exercícios traz uma série de malefícios para as pessoas e, consequentemente, para as empresas. “Com este cenário, muitas organizações buscam programas bacanas de saúde, que proporcionam interação e saúde para os membros da equipe e, ao mesmo tempo, é uma medida muito estratégica para o setor de recursos humanos, onde conseguem mudar o comportamento dos colaboradores”, complementa.

Ainda de acordo com ele, hoje, o custo com o plano de saúde e absenteísmo é altíssimo para as empresas, por isso, propostas que promovem a saúde por meio de atividades físicas tem sido uma alternativa para as organizações. “Pessoas que estão mal fisicamente e mentalmente faltam demais ao trabalho, sem falar no clima organizacional que fica péssimo, o funcionário se sente indisposto para chegar ao trabalho ou até mesmo em uma reunião. A pessoa que está bem entrega mais resultados e, consequentemente, performa melhor”, pontua.

Abaixo, o especialista lista cinco vantagens que a atividade física proporciona para o rendimento profissional. Confira:

Saúde: Esse é o primeiro ponto. Já é mais do que sabido que atividades físicas previnem doenças do corpo e da mente. Por isso, com a mudança do mercado de trabalho atualmente, em que a concorrência está cada vez maior, as empresas buscam formas de oferecer os exercícios para os seus funcionários, proporcionando um ambiente mais feliz. “Para os empresários, quanto menos estressados e mais engajados os colaboradores se encontram, melhor, pois irão gerir um lugar prazeroso e, ao mesmo tempo, diminuirão os custos com plano de saúde e o alto índice de turnover”, conta.

Disciplina com as atividades: Funcionário disperso, que vive no famoso ‘mundo da lua’ também é comum dentro das empresas. Isso geralmente acontece pela falta de um sono de qualidade, preocupações com o futuro, entre outros fatores. Assim, o esporte também agrega para o desenvolvimento da disciplina e foco, já que muitas modalidades exigem a atenção do praticante. “Se você vai praticar natação, por exemplo, terá que focar nos movimentos e no tempo para ganhar a corrida, o mesmo acontece para quem pratica dança, que precisa seguir os passos da coreografia no mesmo ritmo da música. Todos os esportes exigem um mínimo de atenção, melhorando diretamente no foco e no ambiente de trabalho”, exemplifica Tomás que é amante do esporte.

Autoestima: Muitas vezes, as pessoas se sentem para baixo, sem vontade de se olharem no espelho por não gostarem daquilo que estão vendo. Ao mesmo tempo, um sentimento de culpa por saber que existem formas de melhorar aquela sensação, mas, na verdade, não estão fazendo nada para acabar com ela de uma vez por todas. Além de atingir totalmente as relações pessoais, a falta de autoestima também pode prejudicar os aspectos profissionais, já que a pessoa não se sentirá capaz de enfrentar um problema, conduzir uma reunião e por aí vai.

“Os exercícios como futebol, musculação, luta ou qualquer outro liberam o hormônio do prazer, que faz com que as pessoas se sintam mais dispostas, melhorando a autoestima. Eu sempre falo que quando começamos a praticar atividades físicas, não conseguimos mais parar, pois começamos a encarar como um hábito, gera um empoderamento que também afeta outros aspectos da vida. É preciso apenas de um empurrão para encontrar a melhor versão”, comenta Tomás.

Produtividade: Você já sentiu um cansaço e uma preguiça só de pensar nos problemas de trabalho que vai ter que enfrentar durante o dia? Ou pior, já teve a sensação de que o dia tem apenas 10h? Pois é, não conseguir gerir o tempo de acordo com as atividades é um dos principais problemas que as empresas enfrentam. Longas jornadas de trabalho com poucos resultados, falta de descanso, salário baixo por conta da crise econômica, tudo isso leva a uma vida estressante e ao aumento de doenças como a Síndrome de Burnout.

“Funcionários buscam cada vez mais organizações que apresentam um modelo de gestão humanizado, que oferecem games, happy hour, day off no dia do aniversário. Ambiente mais leve e funcionário feliz – que consequentemente entrega mais resultados em menos tempo de trabalho”, diz.

Socialização: quando a empresa investe em um programa gamificado, por meio da atividade física, isso fará com que os participantes tenham que socializar com as outras pessoas que também irão participar do desafio – com uma premiação para aquele que atingir a maior pontuação. Isso cria um ambiente de descontração e socialização, em que os colaboradores irão parar de falar apenas de trabalho e falarão sobre como estão naquela determinada competição, isso suaviza as relações.

“Para sentir prazer ao realizar as atividades do dia a dia, além de atuar naquela área que gosta, o funcionário precisa ter amigos para conversar, trocar as experiências, ou seja, um ambiente saudável e feliz. A atividade física em grupo proporciona isso”, finaliza.

GrandVision by Fototica lança E-commerce

A GrandVision by Fototica, líder mundial do varejo ótico, anuncia o lançamento do seu e-commerce. A novidade se deu através de uma iniciativa global da companhia que busca acompanhar a transformação digital que acontece em todos os segmentos do mercado. A marca tem, como principal objetivo, atingir novos clientes e reforçar a sua presença e reconhecimento no território brasileiro.

“Esta é uma oportunidade para entrada em mercados antes não explorados pela GrandVision By Fototica. Atingiremos praças nas quais não temos lojas físicas, aumentando assim o reconhecimento da marca e consequentemente nossa base de clientes. Porém, vale lembrar que não vamos diminuir o investimento em franquias. Este modelo de negócios é o nosso carro chefe, não direcionaremos o investimento apenas para o online”, comenta Ana Paula Farias, gerente de marketing da GrandVision By Fototica.

Para atender e acompanhar os novos hábitos de consumo dos brasileiros que tendem a migrar para compras feitas apenas pela internet, todas as áreas da companhia fizeram parte desta transformação digital. Agora a marca apostará na multicanalidade buscando criar uma experiência verdadeiramente omnichannel para os clientes. Futuramente a expectativa é integrar cada vez mais as lojas físicas e o e-commerce para que o consumidor desfrute de uma variedade de opções que vão facilitar e simplificar a compra dos produtos da GrandVision By Fototica.

O e-commerce está disponível para todos os estados e regiões brasileiras. Em comemoração ao lançamento a marca oferece frete grátis para compras a partir de R$ 199,00. Hoje é possível adquirir óculos de sol e lentes de contato pela plataforma que, futuramente, disponibilizará também a compra de óculos receituário completo (armação + lente).

Como a experiência do usuário pode reposicionar sua empresa no mercado?

Por Marco Antonio Silva, cofundador do Garage Criativa

Também conhecido como Experiência do Usuário ou User Experience, trata-se do processo de analisar elementos da interação de um usuário com produtos, sistemas ou serviços.

O foco está em avaliar como ocorre essa interação, portanto, no UX Design, busca-se determinar como será a experiência do usuário com a marca. Perceba que o objetivo é o de gerar uma percepção positiva e garantir que usuários encontrem valor no portfólio da empresa.

Muitos especialistas definem UX Design como o comprometimento de desenvolver produtos com o cliente em mente.

Acho essa definição muito boa para resumir o termo, especialmente porque ela vai ao encontro do que o processo de MVP preza: o feedback do cliente (MVP é a sigla de Minimum Viable Product e significa produto mínimo viável. A partir do MVP testa-se a eficiência do produto no mercado, sua usabilidade, aceitação e comparação com a concorrência.

No UX Design estuda-se a interação do cliente durante toda a jornada de compra, desde o contato com o site até a percepção do produto, por isso é preciso, claro, estudar quem são os consumidores e quais são suas necessidades, sempre tendo em mente que produtos e serviços devem melhorar a qualidade da vida das pessoas. Exatamente por isso, ter conhecimento da Experiência do Usuário é essencial também para reposicionar o portfólio de produtos no mercado.

Por isso, preciso falar de Posicionamento de Produto

Toda estratégia de marketing trabalha com o posicionamento de produto, especialmente porque isso ajuda clientes e/ou consumidores a diferenciarem uma marca da outra. E com o aumento de informações que recebemos, posicionar um produto significa destacar-se na multidão.

O posicionamento é especialmente importante porque faz com que um produto se encaixe nas necessidades de um público específico. Ao ver que uma marca tem a solução para suas necessidades, consumidores tornam-se mais ligados a ela, aumentando as chances de que eles não migrem para a concorrência.

No entanto, nem tudo são flores e no mundo competitivo de hoje é bem comum gestores se depararem com quedas nas vendas de determinado produto da empresa. Quando isso acontece, em primeiro lugar é necessário estudar o que levou ao declínio dessas vendas. Pode ser que o preço não esteja mais adequado, ou que exista um produto na concorrência mais completo, ou que o público não tenha mais interesse naquele produto em especial.

As razões para isso são várias e cada caso deve ser estudado. Como aqui neste artigo o objetivo não é o de procurar por motivos de uma empresa estar vendendo menos, mas sim em ajudar com a solução, uma das maneiras para reverter esse cenário é com o reposicionamento de produto.

Reposicionando portfólio de produtos (de olho na experiência do usuário)

Quando uma empresa se vê frente a uma diminuição nas vendas ao longo do tempo é hora de implementar mudanças. Para esses casos, pode ocorrer tanto o reposicionamento da marca quanto de portfólios de produtos.

O reposicionamento ocorre justamente para acompanhar as necessidades de clientes e consumidores, o que tem tudo a ver com o UX Design.

Para a experiência do usuário, reposicionar o portfólio da empresa significa trabalhar desde os pontos de contato entre empresa e cliente (e isso pode ser desde um anúncio até um site), passando pelas interações em redes sociais, e-mails marketing, SAC, embalagem de um produto, entrega de um serviço até a experiência do produto ou serviço em si.

Isso significa trabalhar aspectos emocionais da relação de interação entre empresa e cliente/consumidor. Bom, e se você precisa reposicionar algum produto do portfólio, como o UX Design pode ajudar?

No início deste artigo comentei sobre o Produto Mínimo Viável (ou MVP). O MVP trabalha com o ciclo Construir — Medir — Aprender. O processo de construção é feito levando em conta o feedback do público a que o produto se destina. Essa mesma ideia deve ser levada em consideração quando o assunto é UX Design.

Isso porque para colocar em prática o que prega a experiência do usuário, o processo para reposicionar um produto (ou para criá-lo) inicia com pesquisa, passa pela análise de dados e entrevistas com usuários, seguindo para testes de usabilidade. O foco é tornar a interação o mais user-friendly possível, ou seja, amigável, simples e natural para o cliente/consumidor.

Se o objetivo for o reposicionamento de produto, tenha em mente que levar em conta a experiência do usuário significa fazer com que o consumidor perceba o valor do que está sendo oferecido. Não se trata do aspecto físico do produto, mas sim de:

– Atributos intangíveis que fazem com que o cliente se sinta satisfeito e realizado ao utilizar tal produto e

– Valores afetivos em relação à marca.

Portanto, UX Design utilizado para o reposicionamento de portfólio trata de trabalhar a experiência do cliente com o produto, identificando as necessidades a serem atendidas.

O processo de pesquisa de um UX Designer (que é o profissional responsável por melhorar a experiência do usuário) envolve:

– Análise competitiva

– Desenvolvimento de personas,

– Criação de um produto mínimo viável.

Como o foco aqui é reposicionar o produto, o processo pode ocorrer conforme acima, lembrando que tratando de UX Design a atenção será no fluxo do usuário, ou seja, em como ele interage com o produto.

Comércio online B2B: quais são os benefícios para o seu negócio?

Por Fabrizio Tassitano

As constantes transformações digitais trouxeram mudanças em todos os setores, principalmente na forma como as empresas compram e vendem os seus produtos. Se pensarmos no mercado B2C, por exemplo, o número de e-commerces continua aumentando, isso porque os grandes varejistas entenderam que oferecer os seus produtos online não é apenas uma tendência, mas uma questão de sobrevivência no cenário atual.

O mercado B2B também estabeleceu o sistema de marketplace, plataforma que mostra aos compradores um universo de vendedores, de diferentes áreas, que gerencia todo o negócio e facilita a busca de novos parceiros, bem como o contato entre empresas. Segundo a última edição do relatório Webshoppers, lançada em 2017, o ano foi marcado pelo fortalecimento das transações realizadas em marketplaces. O segmento atingiu R$ 73,4 bilhões e o crescimento foi de 21,9% em relação a 2016. Para 2018 e 2019, a estimativa é ainda maior.

No Brasil, o número de empresas que passaram a utilizar essa solução como um de seus canais de vendas cresce a cada dia. Estudo lançado pelo Panorama dos Marketplaces do País, da Precifica, analisou três dos principais players do mercado. Os dados, referentes ao segundo trimestre de 2017, mostraram que as plataformas analisadas tinham mais de 7 mil vendedores diferentes, um crescimento de 13,6% em relação ao trimestre anterior. Mas será que as organizações sabem a real importância de participar de um marketplace? Será que entendem a diferença competitiva que terão, se estiverem a frente de seus concorrentes, no quesito exposição? Neste artigo, vamos mostrar como é possível aproveitar esse avanço tecnológico e otimizar os resultados do seu negócio.

• Baixo investimento

A companhia que optar por entrar em um marketplace não precisa investir em infraestrutura, pois a plataforma já está pronta. Sendo assim, não é necessário se preocupar com desenvolvimento de site, hospedagem, domínio e divulgação. Esses pontos fazem com que o investimento seja pequeno, limitando-se ao valor do plano contratado ou uma comissão sobre a venda ou valor total transacionado, que pode ser negociado.

• Visibilidade

Na plataforma, a empresa fornecedora pode inserir sua marca e cadastrar todas as informações importantes do seu negócio, como o catálogo de produtos e redes sociais. Por se tratar de um canal de vendas B2B, milhares de compradores fazem parte desse ecossistema e se interessam por novas fontes de fornecimento. Para obter sucesso, é importante que o cadastro esteja completo, com imagens bem tratadas e textos corretos para facilitar a busca do comprador.

• Controle e gerenciamento

Os vendedores recebem notificações de oportunidades geradas pelos compradores e podem participar dos processos de cotação, aumentando suas chances de vender. Além disso, o marketplace possibilita fazer a gestão dos processos e analisar a performance, por meio de gráficos de cotações, pedidos e faturamento, bem como monitorar indicadores de performance, tempo de respostas e negociações.

• Aumento das vendas

A ferramenta é mais um canal que possibilita aumentar vendas com baixo investimento. A empresa com presença digital consegue pesquisar oportunidades, se candidatar e responder cotações disponibilizadas pelos compradores (que não teriam nenhum tipo de visibilidade, se estivessem fora da comunidade). O comprador também se beneficia ao agregar novos vendedores e conquistar economia e mais segurança nos seus processos de compras.

O espaço para quem quiser aproveitar as oportunidades da expansão existe, sem dúvidas, mas é preciso pensar estrategicamente em ações virtuais que gerem volume e conversões, e contribuam ainda mais para o crescimento das vendas e compras online.

Fabrizio Tassitano, Diretor de Produtos no Mercado Eletrônico

Eletropay leva criptomoedas ao Shark Tank e conquista proposta milionária


Camila Farani, investidora-anjo, fecha aporte de R$3,2 milhões por 20% da empresa de pagamento baseada em moedas digitais

A Eletropay, empresa de pagamentos licenciada na América Latina pela 3XBIT, hub de negócios inovadores em Blockchain, conquistou um aporte de R$3,2 milhões em troca de 20% de participação societária feito pela investidora-anjo Camila Farani. O investimento foi o maior de todas as quatro temporadas do Shark Tank Brasil, programa de empreendedorismo do Sony Channel, exibido na última sexta-feira (11). A reprise vai ao ar na terça-feira, dia 15, às 22h.

Solução para recebimento de pagamentos em criptomoedas nos pontos de venda, a Eletropay é uma “maquininha”, como é popularmente conhecida, mas com diferenciais que vão além das que já existem no mercado. Além dos recebimentos pelas vendas, o produto permite a compra e a venda das moedas digitais no próprio estabelecimento, que passa a funcionar como um “mini balcão” de negociações. “A taxa de utilização é menor do que a de outras empresas, o que favorece a aceitação pelos comerciantes e a utilização pelos clientes”, afirma Saint Clair Izidoro, CEO da 3XBIT e da Eletropay Brasil – a empresa também conta com unidades de negócios na Europa, Ásia e Estados Unidos.

Izidoro explica que a ideia de se inscrever no programa surgiu quando a empresa era praticamente embrionária, com apenas três meses de formação. “Números e projeções era apenas o que tínhamos”, explicou. A Eletropay tem a meta de implantar 100 mil máquinas POS em todo Brasil até o final de 2020. Para conquistar essa meta ambiciosa, a empresa apostou na estratégia de firmar parcerias com associações comerciais de importantes municípios, como Campinas e Marília, ambas localizadas no Estado de São Paulo, que já são parceiras, para garantir a aceitação de lojistas e uma rede com boa capilaridade.

O objetivo primordial de se inscrever no Shark Tank, explica Izidoro, foi o de mostrar que as criptomoedas são acessíveis ao grande público e podem fazer a diferença, facilitando a vida cotidiana. “Acreditamos no potencial revolucionário da tecnologia Blockchain, por isso nossa missão é levá-la para o mundo real. Os ‘tubarões’ buscam empreendedores que querem mais do que o dinheiro, por isso acho que conseguimos sair do programa com essa ótima proposta”, afirma.

João Appolinário, fundador da Polishop, também fez uma proposta pela Eletropay. “Ficamos muito honrados com o interesse desses dois grandes expoentes do empreendedorismo brasileiro. Optamos pela Camila Farani, mas o importante foi saber que temos portas abertas com o Appolinário e outros participantes do programa.

Além desses “tubarões”, o Shark Tank também é formado por Caito Maia, fundador da Chilli Beans, Cristiana Arcangeli, empresária serial do segmento de moda, beleza e bem-estar e José Carlos Semenzato, fundador da Microlins e SMZTO Holding de Franquias. Formato de sucesso em mais de 30 países, o reality show vai ao ar no Sony Channel.

Certisign firma parceria com Verticore e TOTVS para solução de gestão de documentos

A Certisign, especialista em identificação digital, firmou uma parceria com a Verticore e a TOTVS, maior fabricante de sistemas de gestão ERP do Brasil, para o desenvolvimento de um portal de assinaturas, chamado Vertsign, destinado à formalização de documentos com poucos cliques, sem papel e caneta.

“A estratégia da Certisign é ampliar o uso da assinatura eletrônica e os benefícios de tecnologias paperless em todo mercado. Participamos do desenvolvimento por meio da integração da nossa API de assinatura eletrônica, que não interfere na infraestrutura tecnológica do sistema. Por meio de códigos simples, a funcionalidade foi embarcada, possibilitando aos usuários da Vertsign a assinatura de documentos com rapidez e validade legal”, explica Erik Rainer, Gerente Comercial da Certisign.

O que é assinatura eletrônica?

A assinatura eletrônica é gerada a partir da grafia de uma assinatura na tela de um dispositivo (computador, celular e tablet) e tem eficácia probatória de acordo com as evidências colhidas, como a geolocalização, voz, imagem, entre outros critérios. “Ela é indicada para assinar documentos com baixo risco financeiro e de curto prazo, tais como recibos de entrega, aceite de propostas, contratos de serviços e financiamentos, entre outros”, explica Rainer.

Benefícios da plataforma

Segundo Marco Aurélio Lessa CEO da Vertsign, a solução atende empresas de todos os segmentos e tamanhos. “Qualquer companhia que utilize o sistema da TOTVS e tenha a necessidade de gerenciar documentos no meio eletrônico pode ser atendida por nossa plataforma. Os principais benefícios são redução de custos, melhora da eficiência operacional e sustentabilidade, porque todo o fluxo pode ser realizado de forma automatizada graças à tecnologia de assinatura eletrônica embarcada no software”.

LGPD é debatido em encontro em São Paulo pela Stefanini

Como as empresas estão se preparando para absorver as mudanças previstas pela nova regulamentação de uso e proteção dos dados pessoais prevista na Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)? Para elucidar e esclarecer as muitas dúvidas do universo corporativo, a Stefanini, uma das mais importantes provedoras globais de soluções de negócios baseadas em tecnologia, tem dado sequência em seu LGPD Roadshow, iniciativa criada pela multinacional brasileira para promover e ampliar o conhecimento sobre a nova legislação, destacando as oportunidades para quem quer estar totalmente alinhado com esse importante tema. O evento acontece em São Paulo, no dia 16 de outubro. Os encontros já ocorreram em Curitiba (PR), no Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife e Fortaleza.

Na ocasião, Marco Aurélio Peres, Head de IA e Analytics da Stefanini, juntamente com equipes de relacionamento de clientes locais, reunirá parceiros para compartilhar experiências e orientações, além de debater as principais adequações que devem ser feitas para estarem em dia com as regras da nova regulamentação. “É fundamental discutir e aportar o conhecimento de aspectos práticos da LGPD, afinal, há uma série de exigências de governança, transparência e segurança que deve estar implementada até agosto de 2020”, destaca o especialista em LGPD da multinacional brasileira.

A Stefanini oferece ao mercado sua solução LGPD, que inclui projetos de conscientização via workshops para organizações públicas e privadas. O objetivo é prepará-las sobre questões sensíveis como coleta de dados do titular, termo de consentimento, proteção, acesso, anonimização, qualidade, transparência, tratamento, segurança e prestação de contas ao Governo, a qualquer hora.

Elgin investe R$ 5 milhões em instalação de células fotovoltaicas na unidade de Mogi das Cruzes (SP)

A Elgin S/A, empresa com 67 anos no mercado nacional, investiu aproximadamente R$ 5 milhões para a instalação de células fotovoltaicas em sua fábrica instalada na cidade de Mogi das Cruzes, interior de São Paulo. A empresa projeta economizar entre 40% e 44% da energia elétrica contratada da concessionária EDP. A intenção da companhia também é que o sistema sirva de case para clientes em potencial.

Com 1.200 funcionários, essa fábrica é a primeira da Elgin, inaugurada em 1952, para a produção de máquinas de costura. Atualmente, a unidade produz sistemas de refrigeração comercial e industrial, além de abrigar um centro de distribuição de equipamentos de ar-condicionado e sistemas fotovoltaicos.

Segundo Marcel Tavares Coelho, gerente de Produto da área fotovoltaica da Elgin, a empresa está no mercado de sistemas solares há quase dois anos e entendeu a necessidade de utilizar seus produtos. “Se vendemos um produto temos que mostrar que acreditamos nele”, afirma. “Também somos clientes da EDP, distribuidora de energia elétrica, e enfrentamos um grande aumento nos preços nos últimos anos, sendo que de 2018 até agora o reajuste no preço da energia foi de 20%”.

Coelho explica que a Elgin viu uma oportunidade de reduzir os custos na produção dos sistemas de refrigeração. “Energia é um item de custo fixo e impacta diretamente a margem de custo do produto. Instalamos as células fotovoltaicas tanto para dar visibilidade aos clientes, mas também visando a economia da fábrica para ter margens melhores e nosso produto ser mais competitivo no mercado”, afirma.

O executivo garante que era possível gerar 100% da energia consumida pela fábrica. Mas a empresa possui uma demanda contratada com a EDP de 1.8 MW. “Pela modalidade que temos contratado da concessionária 44% é o máximo que conseguimos instalar”. Serão aproximadamente 5.600 placas instaladas nos telhados da empresa. Atualmente, já estão instaladas e em funcionamento 2.000 placas gerando energia para consumo de todo o complexo industrial. As demais 3.600 placas estão sendo montadas com previsão de finalização em novembro deste ano.

Com os bons resultados obtidos em Mogi das Cruzes, a Elgin já prepara um projeto para instalar um sistema fotovoltaico em sua fábrica de ar-condicionado em Manaus (AM). “No próximo ano, daremos início à instalação de placas fotovoltaicas em nossa fábrica no Amazonas, devido aos resultados que obtivemos em Mogi das Cruzes. Considerando o desempenho que estamos atingindo na usina de força, e pensando como empresário, é viável amplir os investimentos”, analisa Coelho.
Grande potencial da energia solar

Segundo estudo divulgado em maio pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), cerca de 40 mil usinas de energia solar foram instaladas no Brasil entre 2016 e 2018. Isso elevou a participação da energia solar na matriz energética nacional de 0,1% para 1,4%. E um estudo divulgado recentemente pela consultoria Bloomberg New Energy Finance aponta que o Brasil deve receber quase US$ 100 bilhões em investimentos em energia solar até 2040. Antes ignorada por causa de seu alto custo de implantação, a fonte fotovoltaica já é uma realidade no maior país da América Latina, e seu crescimento vem movimentando a cadeia de fornecedores do setor.

A Elgin, afirma Coelho, viu na energia solar um potencial muito grande neste mercado em constante crescimento. “Nossos produtos possuem uma eficiência e rendimento maior que alguns concorrentes, o que garante uma melhor produção de energia no local instalado”, afirma o executivo. “Tanto que hoje estamos entre os quatro maiores do Brasil em micro geração e devemos estar entre os dois maiores até 2020”, acredita.

Entre os produtos oferecidos pela marca, Coelho destaca o micro inversor de 1300W para 4 placas, que é o único no mercado que possui esta potência para uso com até 4 placas de 400W. “Outro diferencial da Elgin, são os inversores até 75kw trifásicos com tensão de trabalho entre 380V e 480V, também sendo o único no mercado com esta possibilidade”.

Atualmente, a Elgin possui obras em 17 estados do Brasil, instalações de 600W há 5MW e nível de problemas menor que 0,5%. “O mercado forte de atuação da companhia é o chamado de micro geração, com projetos até 75 kW, que caracteriza instalações residenciais e comerciais de baixo porte, no qual estamos muito competitivos com uma rede de mais 300 integradores no Brasil, atuando forte no mix de produtos, com ar-condicionado e solar, que realmente é essência da Elgin, de pluralidade de mercado”, explica Coelho. Este ano a Elgin entrou também no mercado de grande porte, com pretensões de atuação em projetos de até 1 MW, com a mesma agressividade dos projetos menores.

3 dados que servem de alerta aos profissionais de RH

Aprendizagem é um processo associado ao desenvolvimento pessoal, onde competências, comportamentos, habilidades, conhecimentos e valores são adquiridos ou modificados através de experiências, observação, estudo e raciocínio. Porém, no mundo corporativo, você sabia que um dos maiores obstáculos que impedem a eficácia de um Treinamento & Desenvolvimento é a capacidade do profissional de reter o conhecimento? Pesquisas mostram dados alarmantes sobre o assunto:

Profissionais esquecem até 50% do que aprenderam em uma hora

Pesquisas mostram que funcionários esquecem até 50% do que aprendem dentro de uma hora. Dentro de um dia, 70% e, dentro de um mês, 90% do que aprendeu. Esse fenômeno, conhecido cientificamente como Curva de Esquecimento de Ebbinghaus, destaca o fato de que sessões formais de aprendizado pontuais, como programas de orientação de funcionários de um dia, não são boas o suficiente. A metodologia 70:20:10, que é um modelo de aprendizagem que une o prático ao teórico, é uma boa diretriz para a estrutura do programa de aprendizagem. Nela, 10% do aprendizado deve ser formal (sala de aula, livros etc.); 20% deve vir do relacionamento com outras pessoas da sua área de trabalho; e 70% só é adquirido com a prática.

Aprender com colegas durante a execução de tarefas é chamado de aprendizado social, e pesquisa mostra taxas de retenção de conhecimento de 70% quando empregada esta prática. Plataformas de aprendizagem que facilitam o aprendizado social são essenciais para combater o impacto da Curva do Esquecimento. Recursos como fóruns de discussão de cursos, bem como a capacidade de todos os usuários criarem, enviarem e compartilharem informações úteis podem ajudar a promover um ambiente em que o conhecimento é efetivamente compartilhado e retido.

Um terço dos profissionais não acha os materiais de treinamento interessantes

Se os materiais de treinamento não são interessantes, afetará negativamente as experiências de um funcionário com a empresa e a retenção de conhecimento. Treinamentos desatualizados, como longas apresentações em PowerPoint ou folhetos de 40 páginas, simplesmente não funcionam mais. Atualmente, espera-se que os treinamentos sejam suportados por recursos digitais. Com isso, os profissionais podem estudar no seu melhor horário e acessar o treinamento a qualquer momento e em qualquer lugar.

Quase 40% dos profissionais buscam no Google dúvidas relacionadas ao trabalho

Mais uma vez, um treinamento ruim no trabalho é um grande problema, pois os funcionários dizem que como as ferramentas de aprendizado estão desatualizadas, é mais provável que eles usem o Google como fonte de ajuda. Abordar a aprendizagem no ponto de necessidade é fundamental. É preciso facilitar aos profissionais que encontrem o que precisam e quando precisam.

Em vez de colocar conteúdo em uma série de workshops exaustivos de um dia inteiro, evite a sobrecarga de informações, criando um roteiro que ofereça suporte e direcione o processo de aprendizado e disponibilize mentores e treinadores para que os funcionários aprendam durante a integração. Felizmente, as plataformas de aprendizado podem ajudar nesse processo por meio de análises e relatórios de dados internos que permitirão que os administradores de aprendizado obtenham visibilidade da eficácia do treinamento.

A importância da linguagem visual

Usar uma boa solução de aprendizagem é primordial para aumentar a retenção de conhecimento. É aqui que entra a importância da linguagem visual que, segundo pesquisas, quando aplicada consegue um poder de convencimento em 43% maior, respostas corretas aumentadas em 42%, respostas mais rápidas em 13%, consenso entre grupo 36% maior e reuniões 28% mais rápidas. Uma das principais barreiras de uma solução de aprendizagem corporativa hoje em dia é tempo disponível, e o design da informação é a ferramenta que faz a diferença em explicar as informações de forma rápida e fácil de ser assimilada.

Para Renato Gangoni, CEO da Visual Insight Training, uma boa indicação é o uso dos Modelos Visuais Mentais, que são elementos da linguagem visual como jogos, vídeos, ilustrações e realidade aumentada para comunicar uma informação. “A rotina corporativa é marcada por muitas demandas e pouco tempo. Portanto, a linguagem visual destaca-se. Além de ter o dinamismo para capturar a atenção do aprendiz, a prática acelera a emissão e internalização de conteúdo, porque transmite os dados de um jeito mais palatável. Por exemplo, em vez de apresentar dez slides em uma seção, exibe apenas um infográfico com o mesmo material”.

Na esteira da transformação digital, a tecnologia é forte aliada

Por Thais Antoniolli, Presidente da PR Newswire América Latina

Há mais ou menos quatro anos, o presidente de uma grande fabricante de software profetizou: “No futuro, toda empresa será de tecnologia”. Não foi preciso ir muito longe. Podemos dizer que esse dia, definitivamente, chegou. Quem tem em seu core a tecnologia está muitos passos à frente da concorrência e melhor: entende e atende melhor o seu cliente, em uma era na qual a infidelidade à marca é o novo normal.

Empresas de Comunicação não fogem à regra de ser um negócio de tecnologia e as que não são podem contar com companhias como a PR Newswire, líder em Comunicação, Marketing e Distribuição de Conteúdo, como parceiras estratégicas. Afinal, aqui temos inovação proprietária em nosso DNA. Investimos em tecnologia para ajudar times de Comunicação a entender o verdadeiro valor de ações de PR, antes colocadas de lado em prol do Marketing.

Quem tem medo do digital?

Em uma pesquisa realizada em 2018 pela Cision, empresa mãe da PR Newswire, ouvimos 2 mil jornalistas em dez países, incluindo o Brasil, para entender como a tecnologia se faz presente no dia a dia de profissionais do setor e Comunicação das empresas. A maioria, 22%, citou redes sociais e influenciadores digitais como os maiores desafios do jornalismo tradicional. Apenas 8% revelaram que é a adaptação aos avanços tecnológicos.

Em tempos de transformação digital, fake news, procura por métricas relevantes, podcasts e multimídia, esse número surpreende. Nunca foi tão difícil conquistar a atenção e a confiança dos consumidores.

A tecnologia, portanto, desponta como o caminho. A mídia precisa, sim, olhar com atenção para os avanços tecnológicos e encará-la como uma aliada em sua rotina. Não há como voltar. Claro que as pessoas têm importante papel nesse cenário, mas a tecnologia é parte da conversa.

O poder da tecnologia

Eu sempre bato na tecla do apoio da atuação dos times de Comunicação em métricas. Até escrevi um artigo recentemente sobre o tema. Mas as métricas não podem caminhar sozinhas. Elas devem vir acompanhadas de outras tecnologias que apoiam a rotina dos jornalistas e da área de Comunicação das companhias.

Do lado da Comunicação das empresas, é preciso pensar, por exemplo, se aquela reportagem impactará 1 milhão de pessoas, e se aquelas são as pessoas com as quais sua marca quer falar. E, sim, nós já temos ferramental para fazer esse tipo de verificação.

A inteligência artificial (IA) também surge como um diferencial nesse contexto. A tecnologia está, definitivamente, revolucionando o setor de notícias, já que as organizações utilizam machine learning para automatizar milhares de conteúdos, vasculhar dados, encontrar tendências e construir robôs que constroem conversas individuais com seus públicos.

Vivemos um momento único no setor de Comunicação, em que a tecnologia pode mudar completamente as regras do jogo e é preciso estar preparado, contar com o parceiro certo e apoiar-se no novo para conquistar resultados nunca vistos.

Nós estamos empenhados nessa meta, tanto é que até o final deste ano vamos lançar uma plataforma de dados, distribuição, monitoramento e análise aqui no Brasil para empoderar cada vez mais o setor e, além de levar notícia relevante ao mercado, vamos reforçar o que fazemos de melhor: munir os talentos de tecnologias de dados relevantes, elementos fundamentais para alcançar objetivos na nova era.

Você está preparado para essa nova fase do universo da Comunicação?

eSocial já tem data definida para início da implantação das mudanças no novo sistema

O Sistema de Escrituração Digital das Obrigações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas divulgou no dia 10 de outubro, a Nota Técnica 15/2019 que prevê as primeiras medidas de simplificação, correções e ajustes pontuais do e-Social, conforme disposto no art. 9º da Portaria 300/2019. Desde o dia 7 de outubro, a equipe técnica realiza a produção de testes e a previsão para o ambiente de produção é 11 de novembro.

No programa #PodeContar, episódio 146, a Valid Certificadora Digital já antecipou algumas dessas mudanças que vigorarão a partir de janeiro de 2020. Entre as principais alterações previstas na revisão estão a simplificação e modernização do sistema, redução considerável nas informações prestadas pelas empresas, órgãos públicos e pessoas jurídicas em geral. Além da redução de números de campos obrigatórios, exclusão de eventos inteiros, consolidação de novo layout e flexibilização das regras que dificultam o fechamento da folha.

Vale lembrar que continuam em vigor todos os prazos vigentes para o envio das informações e que as empresas precisam estar atentas para acessar o sistema de transmissão eletrônica, pois é necessário ter um certificado digital A1 ou A3 emitido por uma autoridade certificadora, como a Valid Certificadora e sua rede, credenciada pela ICP-Brasil.

A certificação digital assegura a transmissão dos arquivos com segurança, garantia de autoria, autenticidade, integridade e validade jurídica dos documentos eletrônicos transmitidos.

Para assistir o este episódio do #PodeContar sobre todas as alterações no e-Social acesse: https://www.youtube.com/watch?v=mNTLVk18P-s

Consumidores prometem punir empresas que não protegem seus dados e recompensar as que colocam a proteção das informações em primeiro lugar

Novas descobertas de uma pesquisa global da Veritas Technologies, líder em market share de proteção de dados corporativos, revelam que os consumidores têm pouca confiança nas organizações para proteger seus dados pessoais. Com cada vez mais empresas sofrendo violações de dados e hackers aparentemente um passo à frente, quase duas em cada cinco (38%) pessoas acreditam que a maioria das organizações não sabe como proteger suas informações pessoais. Ao mesmo tempo, o estudo Veritas Global Data Privacy Consumer também mostra que os consumidores pretendem tomar medidas drásticas ao penalizar as empresas que não protegem seus dados, e recompensar as que o fazem.

Muitas companhias no mundo todo confiam nos dados para direcionar efetivamente bens e serviços que proporcionam experiências melhores aos consumidores. Porém, com a criação de regulamentos rigorosos de conformidade que dão às pessoas mais poder sobre seus dados – como o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (GDPR) e a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), muitos consumidores estão examinando as empresas e responsabilizando-as pela proteção de seus dados pessoais.

O ‘Novo Normal’

O estudo, encomendado pela Veritas e conduzido pela 3GEM, entrevistou 12.500 pessoas em 14 países. Ele indica que os consumidores pretendem recompensar organizações que protegem adequadamente seus dados pessoais e punir aquelas que não o fazem, comprando em outro lugar ou atacando a reputação da marca.

Quase 62% dos pesquisados dizem que deixariam de comprar de uma empresa que não protege seus dados. Outro dado interessante é que praticamente a metade dos entrevistados (48%) afirma que abandonaria sua lealdade à uma determinada marca e consideraria buscar um concorrente. Se analisarmos apenas os consumidores brasileiros, os números surpreendem ainda mais: quase 69% deixariam de comprar de uma empresa que não protege seus dados, e aqueles que abandonariam sua lealdade a uma determinada marca e considerariam buscar um concorrente chegam a 59,8%.

Oito em cada dez (81%) pesquisados dizem que vão pedir para que seus amigos e familiares boicotem a organização, enquanto quase três quartos (74%) afirmam que chegariam ao ponto de denunciar o negócio aos órgãos reguladores. Além disso, quase 65% dos consumidores postariam comentários negativos sobre a companhia online.

No entanto, a pesquisa mostra que eles também pretendem recompensar as empresas que estão protegendo adequadamente seus dados. Quase 60% dizem que gastariam mais dinheiro com organizações nas quais confiam para cuidar de suas informações. Entre os brasileiros, esse número chega a 73%. Destes, mais de um quarto (27%) estão dispostos a gastar até 25% mais com empresas que levam a sério a proteção de dados.

“A confiança nas empresas foi abalada por violações e casos de high-profile em que as organizações demonstraram uma falta de compreensão de como os dados de consumo que detêm são usados ou compartilhados”, afirma Gustavo Leite, country manager da Veritas Brasil. “À medida que os consumidores exigem mais transparência e responsabilidade das empresas, o ‘novo normal’ será eles recompensarem as organizações que têm boas práticas de segurança de dados e punir aquelas que não têm. As empresas devem ser vistas como guardiãs confiáveis de dados se quiserem colher as recompensas associadas à construção da confiança do consumidor. ”

Preocupações crescentes em torno da coleta de dados pessoais

Conforme cresce o interesse em como os dados pessoais são usados e compartilhados, a pesquisa mostra que os consumidores não consentiriam compartilhar as seguintes informações pessoais:

  • Detalhes sobre finanças pessoais, incluindo renda e hipoteca (60%)
  • Localização (40%)
  • Hábitos online (40%)
  • Detalhes sobre saúde/registros médicos (38%)
  • Orientação sexual (28%)
  • Preferências religiosas (26%)

Além disso, os consumidores estão se tornando mais cautelosos sobre como seus dados são compartilhados com empresas e terceiros. Nove em cada dez (92%) estão preocupados com a proteção de seus dados pessoais, sendo que 40% dos entrevistados afirmaram que não têm visibilidade sobre como as empresas estão usando ou compartilhando seus dados. E vinte e um por cento deles estão muito preocupados que seus dados pessoais sejam roubados.

“À luz dos recentes acontecimentos e mudanças na lei, os consumidores precisam de muito mais segurança quando se trata do que as empresas possuem de dados pessoais sobre elas, e como isso é compartilhado e usado”, diz Gustavo Leite. “Isso pode ter implicações significativas para organizações que dependem da coleta de dados para fornecer serviços inteligentes e direcionados, como aplicativos baseados em localização. As companhias mais bem-sucedidas serão aquelas capazes de demonstrar que estão gerenciando e protegendo dados pessoais de maneira compatível”, explica.

A Veritas ajuda empresas de todo o mundo a gerenciar, proteger e obter informações valiosas a partir de seus dados, independentemente de onde eles estão armazenados. Isso não apenas ajuda as companhias a iniciar sua jornada de compliance, mas também a manter a conformidade a cada passo adiante.

Para obter mais informações sobre como a Veritas Technologies pode ajudar sua organização com relação a compliance digital, acesse https://www.veritas.com/solution/digital-compliance.

LGPD: Cinco motivos para exigir a proteção dos dados pessoais

Quem nunca foi perseguido por um anúncio durante meses? Seja o produto que você falou alto ou mesmo a propaganda daquele site que acessou em algum momento. Com a aplicação de algoritmos e o avanço da tecnologia essa situação se torna cada dia mais comum. Hoje, é possível saber o que consumimos, com quem nos relacionamos, se pagamos nossas contas em dia ou até mesmo os locais que frequentamos. Os dados definem muitos comportamentos, não apenas nossos, mas também o relacionamento das empresas com a população. O que parece uma grande vantagem para as empresas, pode afetar a vida real de maneiras prejudiciais.

Por isso, ano passado, foi promulgada uma lei que dispõe sobre a proteção de dados pessoais pelas empresas. Conhecida como LGPD – Lei Geral de Proteção de dados – a iniciativa deu um baque nas empresas que lidam com dados dos usuários. A proteção e a privacidade de dados é um tema que tem sido discutido mundialmente. Em abril de 2014, o Brasil seguiu uma tendência mundial ao estabelecer o marco civil da internet, ou seja, os princípios, garantias, direitos e deveres para o uso da Internet no Brasil. Já em 2018, após inúmeros debates, surgiram legislações regulando a privacidade ao redor do mundo.

De acordo com Rubens Leite, Sócio Gestor do RGL Advogados, a lei que irá entrar em vigor no Brasil em agosto de 2020 abrange qualquer pessoa com atividade empresarial que tenha acesso a dados pessoais – coleta, armazenamento, compartilhamento, etc. “A Legislação veio para proteger os direitos do titular dos dados e estimular a economia. Antes, muitas empresas acreditavam que os dados pessoais pertenciam a elas, mas agora, com a lei, será realizado o tratamento de dados dos brasileiros, em que são estabelecidos parâmetros de como devem ser coletados, armazenados, processados e excluídos”, revela.

Abaixo o especialista lista os principais benefícios da lei que garante a proteção de dados. Confira:

1 – Consentimento de informações: as empresas devem deixar claro que o titular deu permissão para a coleta dos dados. “É necessário que a realização da coleta de informação esteja documentada nos termos de uso e privacidade, de forma escrita. A política de privacidade que era implementada como uma cláusula, deve ter uma maior relevância agora, essa transparência faz com que os usuários saibam que precisam permitir a coleta de seus dados”, revela.

Ainda de acordo com Rubens, o ponto fundamental da lei é o consentimento. “É necessário uma autorização para tratamento e manipulação de dados e seu escopo de proteção abrange desde relações de trabalho, até as relações de consumo”, alerta.

2 – Saiba do direito de corrigir e apagar os dados: os dados são considerados tão valiosos que permitem o conhecimento sobre a personalidade de cada pessoa. “Por meio da análise dessas informações é possível saber preferências políticas, religiosas, sociais, comerciais, raça, de variados grupos de pessoas, sendo de grande utilidade para determinar a estratégia de empresas, políticos e terceiros que possam se beneficiar. Mas caso essas informações não estejam alinhadas com a realidade, ou a pessoa não queira divulgá-las, esse é um direito dela e a lei vai em seu benefício”, releva Gonçalves.

Também é importante ressaltar as previsões quanto aos direitos do titular – que deve possuir fácil acesso às informações referentes ao tratamento de seus dados. “Isso deve acontecer de forma clara, adequada e ostensiva, como por exemplo, a finalidade, forma e duração do tratamento, identificação do controlador e suas informações de contato, dentre outros”, explica.

3 – Implemente o compliance: a implementação do compliance é indispensável para evitar as punições previstas, devendo-se estruturar da maneira mais eficiente possível, com foco na criação de políticas, metas e plano de gerenciamento de proteção de dados, inclusive com planos de emergência para crises e a criação de uma cartilha interna a ser seguida.

“É preciso uma análise profunda com diagnóstico da equipe multidisciplinar especializada – T.I, negócios, jurídico – relatando os riscos e impactos das novas exigências, procurando constatar a situação atual da empresa, seus pontos falhos e passíveis de riscos, e, assim, as medidas a serem tomadas”, acrescenta o especialista

4 – Cuidado com as armadilhas: Facebook, Amazon, Apple, Microsoft, Google, Baidu, Alibaba e Tencent. Essas são empresas que dominaram o desenvolvimento de Inteligência Artificial, trabalhando com dados e faturam grandes fortunas – mesmo que algumas já tenham sido pivôs de ‘confusões’.

“Vale lembrar o recente escândalo sobre o enorme vazamento de dados de mais de 50 milhões de pessoas que utilizaram determinada ferramenta do Facebook. Existem fortes indícios de que tais dados foram usados para influenciar na campanha à eleição presidencial que consagrou Donald Trump como o 45º Presidente dos Estados Unidos da América”, cita o advogado.

5- Se informe sobre a fiscalização da lei: o descumprimento da lei pode gerar algumas penalidades, desde advertência, publicização da infração, multa diária, até o bloqueio de tratamento de dados. Diante desse novo cenário, é imprescindível implantar um sistema de conformidade- que passa desde a revisão de processos internos da organização, de modo que haja o mapeamento dos processos de tratamento de dados e a criação de pontos de verificação de proteção de dados.

“A estruturação de um sistema de proteção de dados dos clientes e colaboradores vai garantir com que a empresa esteja em compliance com a nova legislação de proteção de dados, garantindo a transparência, segurança e responsabilidade no tratamento de dados de terceiros”, explica Rubens Leite.

Para ele, é possível perceber que a criação de uma Lei que regulamenta as operações envolvendo dados pessoais era extremamente necessária. “A adaptação das empresas deve ser realizada de maneira consciente e eficaz, prevenindo possíveis problemas futuros”, finaliza.

Siemens Digital Industries Software anuncia novo diretor de marketing para as Américas

A Siemens Digital Industries Software, fornecedora de serviços de gerenciamento do ciclo de vida do produto e de software de gerenciamento de operações de manufatura, anuncia a nomeação de Allyson Chiarini de Faria como novo diretor de Marketing para as Américas. Com o objetivo de entender as necessidades do mercado norte-americano (EUA e Canadá), além de todo o mercado latino, Allyson é o primeiro brasileiro da companhia a ocupar uma posição de liderança responsável por todo o continente. O executivo terá o desafio de integrar equipes e ações da empresa para o fortalecimento da marca e elaborar estratégia alinhada com as equipes de produto e vendas, a fim de atingir os objetivos d inicialmente no planejamento da empresa.

“Sentimos que é imprescindível nos aproximarmos ainda mais de nossos clientes e entender melhor as necessidades de cada indústria. Como o Marketing precisa desenhar uma estratégica individual e única, precisamos trabalhar com ‘personas’ e saber qual a linguagem cada espectador utiliza para que possamos ter um discurso e uma conversa no mesmo nível. Assim mostramos de forma transparente os nossos objetivos e também conseguimos ser mais assertivos nas mensagens que enviamos”, aponta Faria.

Na Siemens há 3 anos, o executivo atuou como diretor de marketing para América do Sul e em janeiro de 2018 foi promovido para liderar toda a América Latina. Com a promoção atual, Allyson novamente amplia sua atuação geográfica e escopo de trabalho. Sua trajetória de mais de treze anos em gestão de produto, marketing, desenvolvimento de negócios e estratégias de go-to-market de clientes e parceiros de negócios, conta com atuação na IBM, onde exerceu os cargos de líder de operações, gerente de marketing para Rational e de gerente sênior de marketing para Big Data & Analytics; e na Technogym, onde atuou como gerente-geral de marketing e colaborou para o posicionamento da marca no Brasil como fornecedor oficial dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Com essa mudança, a Siemens Digital Industries Software pretende assegurar o melhor planejamento e execução do Marketing para todos os países do continente americano. Isso inclui garantir melhores resultados das atividades da área por meio de KPIs, propiciar um plano coeso por indústria e por região, e a habilidade de consolidação de todo o plano estratégico desenhado para América do Norte, América Central e América do Sul. “Podemos assim tomar decisões mais efetivas, coerentes e baseadas em dados concretos”, acrescenta.

Segundo o novo diretor, a companhia está plenamente preparada para entregar as soluções necessárias para que os clientes superem seus desafios. A perspectiva da empresa para o próximo ano fiscal, iniciado este mês, é de bastante produtividade. “Com a retomada do crescimento econômico na região, mesmo que tímido, e com a crescente confiança do mercado, temos percebido que os clientes estão mais propensos a terem conversas estratégicas e executivas”, explica Faria.

Formado em Comunicação Social, com ênfase em Publicidade e Marketing pela Universidade Anhembi Morumbi, Gestão Empresarial (também pela Anhembi Morumbi), Farias tem Extensão Executiva em Business Design pela Business School São Paulo (BSP), formação em Marketing Digital pela ESPM e tem MBA em Inteligência Competitiva pela Business School São Paulo (BSP).

SAP adiciona novos recursos para simplificar o desenvolvimento de aplicações em sua plataforma de nuvem

A SAP anuncia a integração de novos recursos e inteligência à SAP Cloud Platform para facilitar incorporação de recursos inteligentes como aprendizagem de máquina, Internet das Coisas e incorpora-las aos principais processos de negócios.  Os novos recursos, como o SAP Data Intelligence, serviço que oferece um ciclo completo para gerenciamento de dados e aprendizagem de máquina (machine learning). O pacote de serviços SAP Intelligent Business Processes Management (SAP Intelligent BPM) ajuda a transformar processos manuais em fluxos de trabalho digitais.

A SAP Cloud Platform é um importante pilar da plataforma tecnológica para negócios. É a plataforma de integração e extensão da SAP que ajuda reduzir a distância entre tecnologias inteligentes, como aprendizagem de máquina (machine learning, ML) e Internet da Coisas (Internet of Things, IoT), e a incorporá-las aos principais processos de negócios.

Ao conectar processos e experiências, os clientes também podem tomar decisões confiáveis e continuar impulsionando a inovação seja na nuvem, localmente, nas bordas das redes ou em ambientes híbridos.

  • SAP Data Intelligence é o primeiro serviço de nuvem para empresas com um ciclo de vida completo para gerenciamento de dados e aprendizagem de máquina. Tecnologias como machine learning e orquestração de dados oferecem uma grande variedade de informações relevantes para os negócios – desde rotatividade de clientes e comportamento dos consumidores até previsões para manufatura. Explorar esses dados geralmente é desafiador quando se usam diferentes ferramentas. Usando o SAP Data Intelligence, é possível transformar dados de diversas fontes em insights importantes para gerar melhores resultados de negócio. Também permite que os clientes se adaptem às últimas tendências e tecnologias combinando SAP Data Hub e SAP Leonardo® Machine Learning Foundation em uma solução de nuvem integrada, fazendo uso de estruturas de código aberto já estabelecidas, como TensorFlow.
  • O pacote de serviços SAP Intelligent Business Processes Management (SAP Intelligent BPM) ajuda a transformar processos em papel em fluxos de trabalho digitais. É possível usar os serviços SAP Cloud Platform Workflow, SAP Cloud Platform Business Rules e SAP Cloud Platform Process Visibility em conjunto para criar extensões de processos para as principais aplicações de negócio, orquestrar tarefas e criar aplicações centradas em processos. Com essa transparência dos fluxos de trabalho, os clientes podem estender a visibilidade dos processos de ponta a ponta, na direção dos processos de negócio observados em aplicações SAP e não SAP. O SAP Intelligent BPM é integrado ao serviço SAP Conversational AI para orientar os clientes ao longo dos fluxos de trabalho, apresentando recomendações automáticas para ação.
  • Desenvolvidos sobre a SAP Cloud Platform, serviços de negócios que usam aprendizagem de máquina e IoT para superar desafios específicos já estão disponíveis. Entre eles está o serviço Document Information Extraction que aplica aprendizagem de máquina para digitalizar documentos não estruturados, extraindo informações e combinando-as com dados relevantes para os negócios. Recursos avançados em ambientes híbridos de bordas IoT e nuvem oferecem a capacidade de “definir uma vez, executar em qualquer lugar”, para que os clientes não dependam da latência, largura de banda ou conectividade das redes. Essa abordagem oferece flexibilidade e capacidade de expansão para que seja possível definir facilmente artefatos de processamento para IoT uma vez e, em seguida, optar por implantar na nuvem e/ou nas bordas para processar dados.

Mais de 1.400 parceiros estão desenvolvendo solução para SAP Cloud Platform, com mais de 750 apps disponíveis no SAP App Center.

“Há uma crescente demanda por parte de clientes e parceiros para expandir e integrar facilmente suas soluções e criar aplicações completamente novas e criar condições para levar suas infraestruturas para o modelo de serviços. Com uma plataforma tecnológica para negócios, ofereceremos aos clientes o mais alto nível de abertura e flexibilidade para esse tipo de iniciativa”, afirma Rui Botelho, vice-presidente de Digital Core da SAP Brasil.

Plataforma exclusiva e primeiras soluções já disponíveis para transformar dados em valor para os negócios

 

A versão mais recente da solução SAP Analytics Cloud possui aprimoramentos para recursos de análise aumentada e designer de análise que ajudam os clientes a tomar decisões mais rápidas e confiáveis. As atualizações incluem:

  • Análise aumentada – As atualizações para a extensão search-to-insight oferecem uma nova experiência de análise conversacional para entender e usar melhor a semântica em todos os dados de negócio. Os usuários agora podem conversar ao vivo com dados nas aplicações SAP HANA® e identificar os principais fatores que influenciam pontos positivos ou negativos em uma tabela de métricas com algoritmos “smart insights” ativados para extrair pontos de dados.
  • Designer de análise – Com o novo analisador de dados, os usuários agora podem obter insights mais rapidamente usando um serviço pronto para consultas na aplicação SAP Business Warehouse, permitindo navegar e analisar informações com facilidade. Também é possível criar aplicações mais rapidamente, criando e reutilizando widgets personalizados em um tema.

 

SAP continua ultrapassando os limites do blockchain unindo forças com a Microsoft

 

Com uma nova iniciativa de cooperação, SAP e Microsoft Corporation anunciaram a interoperabilidade de serviços de blockchain na nuvem. Contando com uma longa parceria, as empresas pretendem dar aos clientes a capacidade de executar suas aplicações de blockchain na SAP Cloud Platform diretamente conectadas ao Azure Blockchain Service. Com essa interoperabilidade, será possível usar os serviços de infraestrutura e plataforma de preferência incorporados aos sistemas SAP de uma maneira muito fácil. A cooperação tem como objetivo permitir que clientes em comum tragam a confiança e a transparência do blockchain para importantes processos de negócios, como os de rastreabilidade de materiais, prevenção de fraudes e colaboração nas áreas de ciências da vida.

 

Inteligência incorporada e maior usabilidade para SAP S / 4HANA®

O pacote de Integração das SAP Best Practices for SAP Intelligent Robotic Process Automation com SAP S/4HANA já está disponível para orientar e acelerar implementações com recursos de automação predefinidos, cobrindo processos de negócios importantes, como administração de pedidos de venda e confirmações de pedidos de compra. O pacote oferece ferramentas predefinidas para automação robótica para, por exemplo, finanças, distribuição de vendas e compras, além de recursos para setores como serviços profissionais e manufatura. Os clientes podem usar o pacote para ajudar a reduzir custos relacionados à mão de obra e reduzir o tempo de reação às mudanças de mercado e outros requisitos de negócios.

A última versão do SAP S/4HANA Cloud inclui fluxo de aprovação inteligente para pedidos de compra. O serviço usa aprendizagem de máquina para classificar aprovações de requisição de compra com e sem importância, ponderando-as com um fator de confiança definido por meio da análise do histórico de aprovações com base em preço, fonte de suprimento, grupo de materiais, aprovadores e anexos. Também orienta os usuários a aprovar itens que exijam atenção imediata, liberando tempo para itens de trabalho relevantes.

O Quartz light, novo tema do SAP Fiori® 3 para experiência do usuário, é usado pela versão mais recente do SAP S/4HANA Cloud e todas as outras aplicações SAP. Projetado e desenvolvido por todas as equipes de produtos da SAP, o SAP Fiori 3 oferece uma experiência mais consistente e integrada para todo o portfólio da SAP. Isso ajuda a diminuir o tempo de treinamento, eleva a eficácia das aplicações e garante consistência de uso entre os dispositivos. A inteligência artificial incorporada ao SAP Fiori 3 apresenta home pages inteligentes que apresenta tudo de o que precisa, além de trabalhar com gestão proativa das situações de negócio, que oferece explicações, insights e propostas de ações.