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Gustavo Krowczuk é o novo Head de Tecnologia da Saque e Pague

O executivo Gustavo Krowczuk assume como Head de Tecnologia da Saque e Pague, plataforma que facilita e democratiza o acesso a soluções financeiras por meio da tecnologia, e que transformou o fluxo do dinheiro no Brasil.

Krowczuk possui 22 anos de experiência atuando nos setores de Tecnologia e Gestão de Projetos nos segmentos financeiros e industriais. Passou por empresas nacionais e multinacionais como HP – Hewlett Packard, Souza Cruz/BAT e Getnet S/A.

Ao assumir a nova posição, Krowczuk fortalecerá o trabalho na área de tecnologia para viabilizar novos projetos em toda rede, que conta com dois mil terminais de autoatendimento presentes em todos os estados brasileiros, acompanhando as movimentações e transformações do mercado financeiro. O executivo também terá um papel importante nas iniciativas relacionadas à segurança da informação e arquitetura de referência, suportando a expansão internacional da companhia, já presente no México e Colômbia.

Gustavo Krowczuk, antes de ganhar a posição de Head, já fazia parte do time tecnologia da Saque e Pague desde agosto de 2017.

TEDxSãoPaulo ganha nova edição em parceria com SoftwareONE

O TEDxSãoPaulo ganhará mais uma edição nos dias 9 e 10 de junho com palestras sobre Inovação & Tecnologia. Em parceria com a SoftwareONE, o evento, que é uma versão independente de uma das conferências mais importantes e inovadoras do mundo, também contará com a participação de outros grandes nomes do mercado. Os palestrantes têm como objetivo trazer à tona assuntos revolucionários, ligados ao mundo corporativo.

“A nossa equipe adora novos desafios, é fã de aprender fazendo, e sempre busca inovar. Em 2016 fomos o primeiro evento TEDx num estádio de futebol. Em 2020, ano de pandemia, levamos nosso conteúdo para nosso público de forma online e organizamos o primeiro evento formato Drive-in. Começamos 2021 com a ideia de oferecer conteúdo on demand ao longo do dia do evento. Este evento será no formato híbrido: gravaremos as palestras com toda segurança num estúdio para garantir a melhor qualidade de vídeo e áudio das palestras. Para o público será um evento online, mas com ferramentas para fazer networking dentro da plataforma”, diz Elena Crescia, organizadora e curadora do TEDxSãoPaulo.

De acordo com Otavio Argenton, Country Manager da SoftwareONE Brasil, o objetivo do evento é disseminar conhecimento. “O TEDxSãoPaulo está totalmente alinhado às diretrizes da SoftwareONE em fomentar debates sobre tecnologia, já que a transformação digital por si só não acontece sozinha, uma vez que é necessário envolver as pessoas no processo de inovação ainda mais neste momento, em que os temas abordados nas palestras são essenciais para que as empresas se mantenham firmes no mercado”, ressalta o executivo.

Temas e palestrantes do TEDxSãoPaulo

Para o tema de Tech for Good, Ricardo Wagner, Accessibility Lead da Microsoft, se junta ao time de palestrantes e irá discorrer sobre como a tecnologia pode ajudar a sociedade e a vida das pessoas. Já Isabelle Christina, Analista de Negócios da Oracle, falará sobre Mulheres na Tecnologia trazendo insights de como trazer mais diversidade para as equipes. Na área de Inovação, Amanda Graciano, Head de Startups do Cubo Itaú e Top Voice do LinkedIn, ressaltará a importância da tecnologia para perpetuar o negócio das startups. Rodrigo Pimenta terá uma fala sobre Segurança da informação. Ana Claudia Quintana Arantes, médica e CEO da empresa A Casa Humana, falará sobre a tecnologia na área de cuidados paliativos. O evento também terá uma fala da Rachel Maia, consultora em sustentabilidade e founder da RM Consulting e Programa Social Capacita-me sobre propósito, liderança e carreira.

No dia seguinte, a SoftwareONE oferece o ONE Talks, uma experiência exclusiva para os participantes do evento no qual irá discorrer Inovação tecnológica & Pessoas, transformando a vida das pessoas, empresas, mundo e a sociedade com Otávio Argenton, Presidente Brasil da SoftwareONE Brasil e André Fernandes, Fundador e Presidente América Latina da SoftwareONE. Junta-se ao time Eronides Junior, Renata Mello, Gabriela Camano, Ítalo Cavalcante e Maximiliano Machado.

Como participar do TEDxSãoPaulo

Para participar do TEDxSãoPaulo, basta acessar: TEDxSãoPaulo | Inovação & Tecnologia – Jun 09 | Hopin para receber mais informações.

Programa de Reciclagem da Nespresso completa 10 anos com impactos sociais e ambientais positivos

A Nespresso, marca líder em cafés porcionados de alta qualidade sustentável e pioneira na reciclagem de cápsulas, completa 10 anos de seu Programa de Reciclagem. Desde 2011, a Nespresso recebe as cápsulas de café usadas e faz a separação do pó de café do alumínio, sem a utilização de água. Atualmente, a marca possui um Centro de Reciclagem em Osasco, na região metropolitana de São Paulo. No processo de economia circular, o alumínio é infinitamente reciclável, ou seja, ele volta para o seu ciclo de vida em formas variadas, como bicicletas e canetas, enquanto o pó de café é compostado, se tornando adubo orgânico. O Centro também é o marco na celebração de 15 anos de operação da companhia no País e reforça o compromisso em ser uma empresa carbono neutro até 2022.

A Nespresso investe mais de R$ 5 milhões de reais por ano em ações ligadas à reciclagem e vem aumentando os pontos de coleta de cápsulas usadas por todo Brasil, além de oferecer orientação aos clientes que não estão saindo de casa. “Ao longo desses 10 anos de atuação já reciclamos milhares de toneladas de cápsulas vindas de todos os cantos do Brasil” comemora Cecilia Seravalli, Gerente de Sustentabilidade da Nespresso no Brasil. “Com a pandemia nossos esforços têm sido redobrados, incentivando ainda mais a separação dos resíduos (pó de café e alumínio) em casa e recomendando a melhor forma de descarte. Vale ressaltar que a Nespresso oferece a 100% dos consumidores pelo menos uma solução para reciclagem de cápsulas usadas e nossa meta é chegar a 50% de reciclagem efetiva até até 2030”.

Em relação à linha profissional, 100% dos clientes das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro participam do programa de reciclagem por logística reversa. Até o final do ano, a Nespresso vai oferecer uma solução para todos os clientes do país. “A sustentabilidade é uma responsabilidade encadeada e compartilhada. Estamos em uma jornada constante de melhoria com ações de engajamento com o consumidor com o objetivo de aumentar a taxa efetiva de reciclagem” Acrescenta Cecilia Seravalli.

SEGUNDA VIDA AOS RESÍDUOS

O programa Nespresso Hortas existe desde 2020 e fornece o pó de café, decorrente da reciclagem, como alternativa de adubo para cultivo de alimentos orgânicos, de forma regenerativa, pela Cooperapas – Cooperativa Agroecológica de Produtores Rurais e de Água Limpa da Região Sul de São Paulo, localizada em Parelheiros. Ao colaborar com outros atores locais para garantir o aproveitamento do pó do café na produção de alimentos, o projeto proporciona uma demonstração prática da visão de uma economia circular para os alimentos em São Paulo.

Outra contribuição importante da iniciativa é a doação de parte dos alimentos produzidos na região para o Programa Banco de Alimentos da Prefeitura de São Paulo, que distribui para entidades assistenciais localizadas na zona sul da capital paulistana. Até o final do ano, 3500 famílias receberão cestas de alimentos orgânicos.

A Morada da Floresta é umas das parceiras da Nespresso no Projeto Hortas, responsável por organizar todos os elos do processo, a logística da borra de café, orientação de uso e consultoria para os agricultores, “O projeto é extremamente importante, reforça a viabilidade da economia circular em diversas escalas! Além de devolver matéria orgânica para o solo e ofertar um insumo para adubação orgânica, estamos ajudando na redução de custos dos produtores. O projeto exemplifica a importância de parcerias para efetivação da economia circular, juntando seus diversos elos.”, diz Victor Argentino, consultor técnico da Morada da Floresta.

Já o alumínio, destinado à indústria química, volta para o seu ciclo de vida em formas variadas, como bicicletas, canetas e até peças de esquadria. O alumínio reciclado requer 95% menos energia para produzir do que o alumínio virgem, além de colaborar com uma redução significativa na pegada de carbono. A Nespresso assumiu o compromisso de que, até 2022, suas cápsulas da linha Original serão produzidas com 80% de alumínio reciclado e da linha Vertuo, 85%.

“A economia circular ajuda na redução da pegada de carbono. Segundo um report da The Ellen MacArthur Foundation, empresas que adotam essas iniciativas podem ter uma redução de 48% nas emissões de CO2, e por isso buscamos aumentar cada vez mais a reciclagem, utilizar alumínio reciclado e dar uma segunda vida aos resíduos é tão importante” aponta Cecilia Seravalli.

PARCERIA COM COOPERATIVAS DE RECICLAGEM

A Nespresso tem parceria com 80 cooperativas de reciclagem em 14 cidades, que trabalham com coleta seletiva para a triagem de cápsulas em diversas regiões, um trabalho importante pelo impacto ambiental e social gerado. A Nespresso adquire essas cápsulas e as leva até o Centro de Reciclagem, gerando renda a esses trabalhadores.

Telines Basílio, mais conhecido como Carioca, é um dos parceiros da Nespresso nessa frente. Presidente da Coopercaps há 13 anos, atua no gerenciamento de resíduos dentro do cenário de cooperativas de reciclagem e proporciona a mais de 350 famílias a oportunidade de ingressar ao mercado de trabalho, por meio do Cooperativismo, promovendo capacitação profissional e desenvolvimento socioambiental.

“As cápsulas de café estão presentes em boa parte da vida dos brasileiros e poucos sabem a importância de sua segregação e destinação ambientalmente adequada nos dias atuais. Podemos apoiar a reinserção da matéria prima na cadeia produtiva da cápsula e colaborar com as empresas nos preceitos de sustentabilidade, e dentro disso, as cooperativas de reciclagem e os agentes ambientais autônomos são fundamentais para ajudar a cumprir esse papel e a legislação que nos rege hoje”, completa Carioca.

COMO RECICLAR

Hoje, a Nespresso oferece a 100% dos consumidores pelo menos uma solução para reciclagem de cápsulas usadas:

• Afim de levar mais comodidade ao cliente, a Nespresso ampliou a solução de logística reversa Entrega Verde. Depois de São Paulo e Rio de Janeiro, neste primeiro trimestre as cidades de Porto Alegre e Recife também receberam a iniciativa, que promove a coleta de cápsulas usadas no ato da entrega de novas cápsulas, sem que o cliente precise ir até um ponto de coleta;

• Ainda no primeiro trimestre, a Nespresso também se uniu aos Correios para disponibilizar uma base para recebimento de cápsulas de café usadas em agências. O projeto-piloto começou em 4 cidades e tem o potencial de atingir mais de 3500 agências por todo país;

• A Nespresso ainda conta com mais de 200 pontos de coleta espalhados pelo Brasil;

• O consumidor que não tem acesso a um ponto de coleta pode enviar suas cápsulas pelos Correios, sem custo, solicitando uma Autorização de Postagem por meio do site http://www.nespresso.com/reciclagem.

StartupRace : competição com inscrições abertas tem prêmio de R$ 50 mil para startups

Com a intenção de se tornar a maior corrida de startups do país, a StartupRace acaba de ser lançada e está com inscrições abertas para empreendimentos de todo o país até o dia 31 de maio. Para participar, as startups devem ter a tecnologia como pilar central do negócio, ser uma empresa constituída formalmente com CNPJ, além de já ter o produto ou serviço validado. O evento foi criado pela empresa Chiefs.Group , uma aceleradora que conecta startups early stage a empreendedores experientes, executivos seniores dos mais diversos setores e investidores para transformar a realidade de novos negócios no Brasil.

Os três primeiros colocados na competição ganharão 50 mil reais em dinheiro, 30 mil reais em assessoria jurídica, 10 mil reais investidos em criação de landing page ou site, além de uma cesta de benefícios equivalente a 100 mil reais em serviços. Também haverá premiação para o top 5 de startups participantes, com a mesma cesta de benefícios. Todos os melhores colocados, incluindo o top 10, terão acesso à dedicação part time de executivos C-Level da Chiefs.Group no negócio e a participação no evento Meet the VC’s, que consiste em um encontro com as Ventures Capital apoiadoras da competição.

A disputa terá duração de três meses com foco em performance, mentoria e networking. Todos os participantes terão acesso a uma jornada de aperfeiçoamento customizada, encontros com potenciais investidores, além de contato com uma seleta rede de profissionais de referência no mercado de atuação.

Na primeira fase, Elevator Pitch, é necessário enviar um vídeo de até 3 minutos para efetivar a inscrição do negócio na competição. Após a análise e seleção das startups, serão iniciadas as etapas de Speed Interaction, encontros rápidos entre startups e mentores para verificações sobre a preparação das startups até aqui, e Deep Interaction, um aprofundamento da interação com profissionais escolhidos especialmente para cada startup para contribuir para o futuro da mesma. A Final Race é a última etapa da competição e irá selecionar, por meio de uma banca de agentes da cena empreendedora brasileira, grupos de três, de cinco e de dez startups que tiverem o melhor desempenho e se encontrarem aptas para receber investimentos de acordo com a classificação.

“Com o lançamento da competição StartupRace queremos ampliar a oportunidade para startups de todas as regiões do Brasil se desenvolverem e conseguirem investimentos. Essa é a nossa forma de contribuir para um ecossistema empreendedor igualitário e diverso”, declara a CEO & Founder da Chiefs.Group, Cristiane Mendes.

Grupo Reckitt abre inscrições para Trainee 2021

O Grupo Reckitt – multinacional de bens de consumo em higiene, saúde e nutrição – está em busca de seus futuros líderes. A companhia, que possui grandes marcas em seu portfólio como Veja, Vanish, SBP e Lysol, abre as inscrições para o Trainee Grupo Reckitt 2021, em parceria com a 99jobs e com o tema “Vem do seu jeito, vem com tudo”. Serão selecionados 13 candidatos para atuar no Brasil, com início em agosto deste ano e duração de 18 meses.

Com o propósito de proteger, curar e nutrir na busca incansável por um mundo mais limpo e saudável, o Grupo Reckitt procura pessoas diversas, que tenham valores alinhados aos da companhia, valorizem um trabalho com propósito, além de serem curiosas, ágeis e movidas por desafios.

Podem se inscrever candidatos de qualquer curso superior (tecnólogo, bacharel ou licenciatura), que tenham se formado entre dezembro de 2017 e dezembro de 2020. É necessário ter disponibilidade para viagens e para residir em diferentes estados do país. O conhecimento da língua inglesa não é obrigatório, mas é desejável.

O Trainee do Grupo Reckitt 2021 tem o objetivo de formar líderes em 18 meses. Neste período, os candidatos selecionados irão atuar nas áreas de Vendas, Marketing e Supply Services (Logística) da Reckitt Hygiene Comercial Brasil, participando ativamente de diferentes projetos e interagindo com lideranças. Durante toda a jornada, eles serão acompanhados por profissionais apaixonados pelo que fazem e poderão viver em um ambiente que oferece liberdade para alcançar o sucesso.

“Somos movidos por três pilares no Grupo Reckitt – pessoas, propósito e performance. Vamos oferecer todo o suporte que os trainees precisam, como treinamentos, mentorias e participação em projetos de alto impacto para que se tornem líderes inspiradores. Esperamos – e encorajamos – que cada um mostre seu protagonismo e autonomia, se destacando com suas qualidades individuais e entregando resultados de alto nível”, explica Raquel Carneiro, Diretora de Recursos Humanos LATAM da Reckitt Hygiene Comercial.

O Trainee Grupo Reckitt 2021 oferece salário mensal de R﹩ 8.500, bônus na contratação, planos de saúde e odontológico, vale-refeição, participação nos lucros, previdência privada, seguro de vida e Gympass. As inscrições vão de 19/05 a 15/06 e podem ser feitas em http://traineereckitt.com/ . A seleção será 100% online e conta com quatro etapas, sendo a última uma entrevista com a vice-presidente da Reckitt Hygiene Comercial.

Devido à pandemia da COVID-19, os colaboradores administrativos estão trabalhando em home office. A previsão de retorno ao escritório ainda não foi definida, porém o Grupo Reckitt já adianta aos trainees que adotará um modelo de trabalho híbrido no futuro.

Stake, app de investimentos nos EUA, capta R$ 165 milhões para desenvolvimento de produto e crescimento global

A fintech Australiana Stake, anunciou um aporte de R$ 165 milhões da Tiger Global e parceiros da DST Global, investidores de empresas de tecnologia de ponta

A plataforma digital de investimento no mercado de ações dos EUA, Stake, anunciou uma bem-sucedida rodada de investimentos da Tiger Global e sócios da DST Global, que investiram um valor que alcança a marca de R$ 165 milhões para impulsionar a expansão de seu produto bem como a sua presença global.

Isso ocorreu depois do rápido e contínuo crescimento da Stake, que contou com o lançamento em outros países. Operando desde 2017 na Austrália, no ano passado a Stake cresceu mais de 6 vezes a sua base de clientes, chegando ao Brasil e também no Reino Unido e Nova Zelândia, atingindo a marca de 350.000 clientes em todo o mundo. 

“Estamos muito animados em termos chegado até aqui, mas é apenas o começo. Nascemos para abrir muitas possibilidades  para os investidores de varejo e fomos autofinanciados durante os primeiros quatro anos de nossa jornada. Testamos e aprovamos o modelo e agora temos a chance de expandir o produto e levar nosso serviço de corretagem zero a ainda mais investidores.”, disse Matt Leibowitz, fundador e CEO da Stake.

A Stake oferece aos investidores pessoa física acesso a mais de 4.000 ações dos EUA, sem taxa de corretagem. Os investidores podem acessar vários tipos de ordens avançadas e negociar frações de ações – possibilitando que todas as ações, não importa o preço, possam ser acessadas, não importa o valor do investimento. Os investidores podem ter poder de compra instantâneo, ou seja, podem comprar ações antes que os fundos sejam liquidados e podem acessar dados financeiros completos das empresas, classificações de analistas e preços alvo das empresas de Wall Street.

Liderando a rodada de investimento estão os norte-americanos Tiger Global e os sócios dos britânicos, DST Global, que juntos foram os principais investidores de algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo. A Stake se beneficiará não apenas do valor aportado, mas também da orientação refinada que vem com a larga experiência desses gigantes investidores globais.

“É um movimento que nos eleva a um patamar superior e extraordinário. Poder ter parceiros desse calibre, que têm desempenhado um papel tão importante no crescimento de empresas líderes mundiais repetidas vezes, é muito animador.” disse o fundador e CEO da Stake, Matt Leibowitz.

Stake revela que o investimento será direcionado para expansão global e no desenvolvimento do produto. Além do crescimento, haverá um investimento forte nos mercados locais e por aqui, isso vai ser tangibilizado com o aumento da equipe no Brasil com um foco especial em atender as demandas dos investidores não só brasileiros, mas do mundo todo.

“Por mais que a Stake tenha um DNA australiano, a atuação é sempre pensada globalmente e, com a expansão global que tivemos ano passado e pretendemos ter ainda esse ano, é essencial entender profundamente o comportamento local para sempre atuar de acordo com os interesses dos públicos específicos, que têm suas preferências e particularidades.” afirma Paulo Kulikovsky, COO global e diretor geral da Stake para América Latina.

Para atender a demandas globais, a Stake já está investindo em aumento de equipe, criando várias oportunidades de emprego em áreas que vão desde o atendimento aos clientes, operações, marketing e tecnologia. 

“Para cumprir nossa missão de levar a melhor experiência de investimentos para as pessoas, é imprescindível ter uma equipe que possua entendimento profundo dos mercados locais, só assim é possível ouvir os clientes e desenvolver um pacote de produtos que vá de encontro com suas necessidades e desejos.”, conclui Kulikovsky.

Softplan faz investimento relevante no CV – Construtor de Vendas que passa integrar o Sienge Plataforma

Aporte faz parte da estratégia de crescimento da companhia via fortalecimento do seu portfólio de produtos no mercado privado

A Softplan, uma das principais desenvolvedoras de software do Brasil, começou o ano com um olhar estratégico voltado para a área de M&A. Com a perspectiva de investir R$ 200 milhões em três anos, a empresa anuncia sua segunda aquisição em 2021, o CV-Construtor de Vendas. O movimento representa a união de dois expoentes do mercado da construção, sendo o CV, principal CRM especializado no mercado imobiliário brasileiro e o Sienge, solução líder no país em gestão na área de construção.

O tamanho e a importância do investimento ficam evidentes a partir da análise dos dados de crescimento do Sienge e CV. Em 2020, o avanço do Sienge foi de 13% chegando a 3,6 mil clientes. No mesmo período, o CV cresceu 131%, atingindo mais de 340 clientes. Em 2021, o CV trabalha para dobrar o resultado de 2020.

Além da atuação no setor da construção civil, Sienge e CV têm seus negócios baseados em tecnologia, com receita recorrente e digitalização de processos de gestão de empresas da incorporação e construção. Essa ação foi, portanto, um passo natural em um relacionamento que iniciou em 2019 com a integração entre as soluções e que faz parte da estratégia de ampliação do espectro de atuação da plataforma, com construção de soluções para jornadas de negócios completas.

Dentre os trunfos do CV está a possibilidade de fazer a gestão de leads, vendas e pós-vendas das incorporadoras. Com isso, o CRM proporciona visibilidade e controle a todos os players envolvidos no processo: incorporadoras, imobiliárias, corretores, correspondentes e clientes. As características do CV são muito aderentes à estratégia do Sienge Plataforma. Não é à toa que 94% dos clientes CV compartilham características com a base Sienge. “A associação reforça a estratégia do Sienge de ser cada vez mais uma one stop shop para as empresas de construção e incorporação”, explica Fabrício Schveitzer, diretor de Estratégia e Mercado do Sienge.

O CV, por sua vez, também visa a transformação do mercado da construção civil. “Nós colocamos a cultura de trabalhar de forma digital em uma área que hoje ainda é muito ‘offline’”, explica Toninho Garcez, COO do Construtor de Vendas. “O desafio é escalar e manter o mesmo nível de atendimento e, desta forma, ajudar o setor a evoluir”, complementa.

Assim, com esse tipo de integração, o Sienge Plataforma se posiciona cada vez mais como espinha dorsal tecnológica de seus clientes. Ou seja, um hub – que atualmente já conta com mais de 30 softwares integrados – por meio do qual os clientes podem escolher as soluções tecnológicas mais adequadas a seus modelos de negócio.

Um dos principais ativos da associação é o conhecimento de mercado desenvolvido pelo CV. “Como o propósito é agregar expertises, um dos grandes ativos é continuar tendo os sócios-fundadores à frente da operação”, pontua Schveitzer.

Outra sinergia compartilhada entre as empresas é o foco na construção de um ecossistema de valor em torno das soluções oferecidas. “Nossa estratégia continua sendo a de promover o crescimento e a integração do mercado imobiliário. Tanto é que, além do Sienge Plataforma, o CRM integra com outros ERPs do mercado, como Totvs, SAP, Informakon, UAU, Mega, dentre outros”, explica Fábio Garcez, CEO do CV.

Além disso, o time de Produto e Tecnologia do CV foi estruturado para entregar cada vez mais valor ao Cliente. “Temos feito investimentos agressivos em arquitetura e servidores para atender à crescente demanda dos nossos clientes e as expectativas comerciais da empresa.” diz o CTO do CV, Gabriel Manzano. Essa negociação ataca o cerne de uma demanda histórica de mercado, que é a digitalização e inovação em processos de gestão no segmento da construção. Com um faturamento de R$ 336 milhões em 2020 e mais de 2 mil funcionários em todo o território nacional e na Colômbia, a Softplan anunciou a criação de uma nova diretoria de M&A em janeiro.

Pipefy lança ferramenta no-code para otimização de fluxos de trabalho

O Pipefy, solução de gerenciamento de processos de negócio, garante que empresas criem formulários padronizados, otimizando o fluxo de trabalho das equipes e aumentando a produtividade dos profissionais entre Solicitações de RH, Solicitações de TI, Reembolso de Despesas, Solicitações de Manutenção e mais

O Pipefy Forms é uma plataforma gratuita, no- code, simples e intuitiva. Por meio de drag and drop, facilita a implementação e projeção de formulários personalizados para padronizar seus processos internos em qualquer unidade de negócios. Além de oferecer maior eficiência, convertendo formulários em fluxos de trabalho, onde os usuários podem atribuir tarefas, acompanhar datas de vencimento, monitorar o status da atividade e obter aprovações.

A empresa conta com mais de 3 mil clientes pelo mundo e tem visto como ponto de partida a simplificação e automatização de inúmeros processos. As partes envolvidas no processo podem rastrear informações e se comunicar ativamente com aqueles que processam suas solicitações, mesmo sem uma conta no Pipefy.

Enquanto outras soluções de formulários controlam apenas o momento de coleta de informações de um processo, o Pipefy Forms vai além, processando os dados dentro da própria ferramenta. Ele também oferece uma experiência 360º, permitindo que os solicitantes monitorem suas submissões e se envolvam com as partes interessadas do processo.

A nova ferramenta já está disponível para o mundo todo e para comemorar o lançamento, o Pipefy promove nesta quinta-feira (20), às 17h, um webinar gratuito. As inscrições já estão abertas para o evento: Inscreva-se aqui .

A fonte dos riscos é cyber

Por Marco Mendes

Em uma realidade feita de dados, eles são os bens mais valiosos que uma companhia tem. É a partir da informação coletada no dia a dia, com base em suas operações e relações, que a empresa tem chance de tomar melhores decisões para o futuro. Comprometer esses dados pode levar a questões de imagem e confiança, regulatórias e, até mesmo, a processos. Além disso, é preciso acompanhar a constante mudança no mercado de riscos cibernéticos e de tecnologia.

Para inovar e crescer, é preciso investir de forma controlada. Trazer um processo de governança para a gestão de riscos cibernéticos pode posicionar melhor a organização frente a seus concorrentes, seja para atender a contratos internacionais, angariar investimentos ou contingenciar possíveis exposições.

O Cyber, seguro para riscos cibernéticos, é uma ferramenta abrangente que lida com questões relacionadas ao vazamento de dados e ao comprometimento de rede e visa a diminuir o custo e a exposição da companhia, protegendo seu balanço em caso de um incidente cibernético. Tem várias coberturas que vão interagir com sanções e penalidades trazidas pela LGPD.

A Lei Geral de Proteção de Dados cria bases legais sob as quais as empresas podem ser responsabilizadas quanto ao vazamento de dados. Diante disso, as corporações podem responder ao incidente diminuindo a sua proporção e tendo parte dos custos relacionados a essa ação cobertos pela apólice. É possível reembolsar valores gastos com investigações administrativas abertas pela ANPD e outros reguladores.

A gestão de um negócio sempre tem falhas em processos e diretrizes internas, que podem ter impacto significativo para a avaliação do risco. Por isso, é preciso ter medidas de contenção. Políticas de segurança de informação são fundamentais à estratégia corporativa, e o seguro é um ótimo adicional, por reafirmar as boas práticas que já vêm sendo adotadas pela empresa.

O Cyber deve se tornar o seguro mais procurado pelas organizações nos próximos anos. Cobre um risco latente, tem pago indenizações e possui boa reputação como ferramenta acessória na gestão do risco. Um seguro que hoje cresce mais de 100% ao ano e já tem taxa de sinistralidade na casa dos 80% no Brasil. O risco cibernético pode se tornar a fonte de todos os outros riscos e, ao gerenciá-lo, pode posicionar melhor a empresa em relação a qualquer mercado.

Esse crescimento também é uma perspectiva global, um fenômeno de crescimento expressivo que já dura mais de 5 anos. Atualmente, atinge a marca dos US﹩ 7 bilhões de prêmios emitidos no mundo inteiro, o que nos dá uma ideia do quanto de risco foi transferido e do quanto ainda podemos transferir, considerando as perdas relacionadas ao crime cibernético no mundo. Além disso, a procura e os questionamentos sobre o seguro só aumentam: podemos observar um incremento anual de 150% no volume de novas consultas a respeito do Cyber desde o fim de 2018.

De fato, a pandemia impactou tanto o aumento do risco quanto a percepção do risco. Com mais serviços on-line e mais consumidores navegando, o cenário se torna propício para os criminosos. Existe o fator “busca por informações” e o fator “home-office”. Nos tornamos mais vulneráveis. Precisamos ter a capacidade de olhar para o cenário de segurança, compreender os riscos a ele atrelados e, a partir disso, desenvolver boas apólices para transferir o risco que afeta companhias.

Marco Mendes, especialista em Risco Cibernético da Aon Brasil.

Cia. Hering lança seu programa de trainee 2021

Para quem está em busca de novas oportunidades profissionais, a Cia. Hering acaba de comunicar o lançamento do Conexão Trainee. Neste ano, o programa reforça o foco no desenvolvimento de talentos para as carreiras no varejo de moda, preparando-os para assumir desafios estratégicos dentro da Cia. Além de fortalecer o propósito da empresa de impulsionar negócios e conectar marcas às pessoas. Serão 6 vagas para a unidade de São Paulo, divididas entre as áreas de Transformação Digital (contemplando estratégia, inovação e digitalização) e Produto (formando especialistas em Merchandising). As inscrições podem ser realizadas entre 17 de maio e 13 de junho pelo link http://traineeciahering.com.br e, com o apoio de um chatbot, não levam mais do que 5 minutos, em média.

Para participar, os interessados deverão ter graduação concluída de dezembro de 2017 a julho de 2021. Não há restrição de cursos nem exigência de experiências anteriores. “O programa de Trainee da Cia. Hering tem como objetivo trazer profissionais que possam alimentar o pipeline da empresa com seu potencial, e que buscam alavancar sua carreira, visando uma curva de desenvolvimento nas áreas estratégicas do nosso negócio”, conta Renata Del Bove, Diretora de Gente, Cultura e Sustentabilidade na Cia. Hering. Ainda segundo Renata, “a Cia. Hering busca uma variedade de perfis, sendo que cada um terá oportunidade para ser quem é, num ambiente diverso e inclusivo. Pessoas criativas e inovadoras, que gostam de atuar como donas do negócio e que são movidas por resultados, serão valorizadas”.

O Conexão Trainee foi desenvolvido em parceria com a consultoria Matchbox, que será responsável por conduzir a experiência do candidato, de acordo com o padrão já praticado pela Cia. Hering. O processo de seleção será 100% online, com envolvimento das principais lideranças da Cia. Após uma triagem inicial, os candidatos passarão por testes de lógica, avaliação de aderência cultural à empresa, game de competências, dinâmicas e entrevistas, além de um painel final com gestores e apresentação de um case para aprovação.

A partir do início de trabalho, previsto para 2 de agosto, o programa terá duração de 18 meses, com o diferencial de os profissionais se tornarem experts em suas áreas de atuação. Neste período, estão incluídas as etapas de integração e imersão nas áreas de negócio, vivência em loja, mentorias e treinamentos específicos sobre varejo, moda, transformação digital e estratégia. “Será um mix de agendas técnicas, inspiracionais e muitas trocas entre as áreas da empresa e de outras fontes do mercado. Os profissionais terão uma ampla bagagem acumulada pelo job rotation, e também irão se aprofundar na especialidade em que estarão alocados”, reforça Renata. Para ajudar na construção desta jornada e acompanhar os talentos, a Cia. Hering estabeleceu parceria com a Capta, consultoria especialista em Desenvolvimento Humano.

Riachuelo cria programa de aceleração de carreira focado em tecnologia

Com a aceleração do seu processo de transformação digital, a Riachuelo lança o Up!Tech, programa de aceleração de carreiras que tem como objetivo identificar e reter talentos da empresa e do mercado para atuar na área de tecnologia. A capacitação, que começa em junho, será dedicado, no primeiro momento, à carreira de Desenvolvedores de Software (Devs).

Com o avanço das vendas pelos canais digitais e o fortalecimento do modelo de negócio omnichannel, a varejista contratou 1.433 novos profissionais, sendo mais de 400 pessoas para a área de Tecnologia da Informação.

“A área de tecnologia tem papel fundamental nessa transformação e vem realizando grandes entregas para o nosso negócio, o que gera maior demanda por profissionais cada vez mais qualificados. O Up!Tech surge então como uma oportunidade de acelerar o desenvolvimento desses talentos dentro de casa, valorizando nossos colaboradores e captando novos profissionais com alto potencial”, conta Juliana Carneiro da Silva Paes, Gerente de Desenvolvimento Organizacional da Riachuelo.

Com o propósito de transformar vidas enraizado em seu DNA, a empresa abrirá 21 vagas para profissionais juniores e investirá na capacitação deles em três segmentos da carreira de Devs: Front-End, Back-End e FullStack. “O programa será mais uma oportunidade de crescimento para os nossos colaboradores que apresentam performance diferenciada, alto potencial e engajamento. E também queremos atrair novos profissionais, para que venham contribuir com a sua experiência e crescer junto à nossa tribo “, completa Juliana.

Com duração de aproximadamente três meses, os participantes terão acesso a diversos conteúdos online, alguns que fazem parte do portfólio da Universidade Riachuelo e outros que estarão na plataforma da Alura, consultoria de aprendizagem parceira no projeto, referência no mercado quando o assunto é capacitação em TI. O programa também vai contar com aulas ao vivo para trazer muita troca e aprendizado em tempo real. Os sponsors são profissionais de tecnologia e inovação do próprio grupo, como o diretor executivo de tecnologia e inovação, Carlos Alves, e os participantes serão avaliados e desenvolvidos nas competências técnicas, comportamentais e de negócio. Além disso, há etapas hands on e on the job, na qual o tech lead acompanhará o participante muito de perto. Ao final da formação, o participante se tornará team member da Riachuelo em um squad da área de Tecnologia e Inovação.

Conexo prorroga período de inscrições para programa de desenvolvimento de startups

A Conexo, hub de inovação aberta das Empresas Randon, prorrogou o período para inscrições no Startup Creator, programa com o propósito de acelerar o desenvolvimento de soluções inovadoras. As inscrições estão abertas até a próxima segunda-feira, 24 de maio. Serão selecionadas para participar dessa iniciativa, 15 startups de qualquer ramo de atuação. O Startup Creator conta ainda com a participação de sete projetos de equipes das Empresas Randon que participaram do Start, programa de intraempreendedorismo da Conexo. A seleção e a mentoria técnica dos participantes têm o apoio do Sebrae RS e da consultoria Semente Negócios.

O Startup Creator procura desenvolver e validar ou tracionar soluções em estágios de maturidade para serem lançadas no mercado. A metodologia, desenvolvida em cocriação pela Conexo e Semente Negócios, conta com mentorias de executivos da região, espaço para potenciais ações de relacionamento e realização de negócios com as unidades das Empresas Randon e com a rede de parceiros da companhia, além do contato com outras startups e soluções de grandes empresas. O programa tem mais de 50 horas de atividades, como workshops práticos, atividades de consultoria, mentorias técnicas e gerenciais, construção de pitch deck para captação de recursos, eventos com investidores e demoday com o ecossistema regional.

O Sebrae RS vai apoiar as startups selecionadas subsidiando parte do valor que os participantes devem investir para participar do programa. As informações completas sobre formas de participação, investimento e critérios de seleção estão disponíveis no site http://digital.randon.com.br/startup_creator. O resultado dos selecionados será divulgado a partir do dia 26 de maio.

FDC lança manual com 10 etapas concretas para estruturar agenda de inovação nas empresas

A Fundação Dom Cabral (FDC), uma das nove melhores escolas de negócios do mundo, de acordo com o ranking 2020 do jornal britânico Financial Times, lança relatório executivo com 10 passos para estruturar e executar uma agenda completa de inovação nas empresas. Em parceria com a consultoria Deloitte, o manual leva em conta experiências empíricas de inúmeros projetos realizados em empresas de grande e médio porte. O relatório também apresenta alguns pontos no processo de inovação que necessitam de atenção durante a sua implementação.

Considerando a realidade executiva brasileira, o material apresenta uma metodologia prática de como implementar inovação – fugindo do seu aspecto abstrato e às vezes difícil de mensurar. Por exemplo, explica a necessidade da criação de uma área responsável por inovação, que estrutura ela deve ter, a que métricas deve estar submetida, que perfil comportamental a equipe deve ter, entre outros. “O perfil de colaborador que deve trabalhar com inovação é bem específico”, diz Hugo Tadeu, professor da FDC responsável pelo relatório. “Somente cerca de 8% dos trabalhadores o tem.”

Não fazer um assessment correto dos funcionários que trabalham na área é apenas um dos erros que muitas empresas cometem nos departamentos de inovação. Outro aprendizado importante é a relação intrínseca entre a inovação e longevidade de um negócio. Por isso, muitas vezes, é necessário que uma companhia tenha um CEO exclusivo dedicado à inovação. “Neste caso, o executivo teria apenas metas de longo prazo: a maioria delas conectadas com inovação”, diz Tadeu.

Na prática

Por muito tempo, acreditou-se que bastava ter ideias geniais para inovar. A verdade é que a prática requer gestão, disciplina, estratégia, clareza, metas e as pessoas certas – assim como qualquer outro departamento de uma empresa. “Não existe uma receita”, diz Tadeu. “Mas há um caminho.”

Acesse o link para baixar o material:
http://www.fdc.org.br/conhecimento-site/blog-fdc-site/Documents/Inovacao_como_deve_ser.pdf

Rodrigo Kede Lima é o novo Presidente da Microsoft América Latina e Vice-Presidente Corporativo da Microsoft Corporation

A Microsoft anunciou que Rodrigo Kede Lima é o novo Presidente para a América Latina e Vice-Presidente Corporativo da Microsoft Corporation.

A principal prioridade de Rodrigo será apoiar e acelerar ainda mais a transformação digital de países e comunidades por toda a América Latina por meio da adoção de tecnologias que vão de serviços em nuvem até Inteligência Artificial, enquanto contribui para que os clientes da Microsoft na região acelerem o crescimento de seus negócios e criem seu próprio caminho rumo à transformação digital. Comprometido em construir equipes diversas e capacitar diferentes comunidades para promover oportunidades que aumentem a resiliência e a prosperidade econômica sustentável, Rodrigo é responsável por toda a oferta de produtos, serviços e suporte da Microsoft na América Latina, e lidera uma operação que inclui 30 escritórios em 22 países.

Como novo Presidente da Microsoft América Latina, Kede se concentrará em continuar a desenvolver um forte ecossistema colaborativo que capacitará ainda mais o mercado latino-americano e a comunidade em geral. Ao priorizar as necessidades dos clientes e promover relacionamentos robustos com parceiros, sua liderança buscará ampliar o legado de compromisso que a companhia tem tido nos últimos 34 anos de presença na região.

Kede é um líder empático, com um profundo conhecimento sobre o que significa Transformação Digital. Ocupou várias funções nacionais e internacionais trabalhando nos EUA, na América Latina e na Ásia. Iniciando sua carreira na IBM, em Finanças Corporativas, dirigiu a Divisão de Serviços no Brasil e, posteriormente, tornou-se Presidente da IBM Brasil. Após um período na empresa brasileira TOTVS, ele voltou para a IBM como Presidente para a América Latina e depois mudou-se para os EUA para liderar o negócio de serviços globais da IBM.

Plenamente engajado com a missão da Microsoft de empoderar cada pessoa e cada organização no planeta a conquistar mais, Kede trabalhará com equipes de toda a região para garantir que a tecnologia continue a proporcionar um impacto positivo para diferentes empresas, instituições e a sociedade em geral, através de uma estratégia que coloca a confiança como um bloco fundamental de qualquer implementação e solução.

Apaixonado pelo que a tecnologia pode fazer para empoderar as pessoas, Rodrigo é formado em Engenharia Mecânica e de Produção pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro; possui MBA em Finanças/Mercado de Capitais pelo Instituto INSPER de São Paulo e é graduado pela Harvard Business School, Classe AMP 192.

É membro do conselho da Suzano Papel e Celulose e faz parte do conselho consultivo da Agrotools. Também faz parte do Conselho Consultivo da Fundação Dom Cabral. Foi Chairman do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) de 2016 a 2017 e membro da Câmara Americana de Comércio no Brasil entre 2013 e 2015. Além disso, Rodrigo é atualmente membro da comunidade de liderança global YPO.

O crescimento de IoT em um mundo cada vez mais conectado: do controle por voz até cidades inteiras conectadas

Por José Renato de Mello Gonçalves, Vice-Presidente da Orange Business Services para a América Latina
“Quais são as minhas reuniões agendadas para hoje?”. Essa e outras frases, antecipadas pelo comando do assistente de voz, se tornaram rotina para muitas pessoas. Desde que a sociedade precisou passar mais tempo dentro de casa, dispositivos que utilizam a Internet das Coisas (IoT), como Alexa, Google Home, entre outros, ganharam espaço e mostraram que essa tecnologia é uma tendência em ascensão.

Em um mundo cada vez mais digital em que vivemos, o IoT tem se expandido rapidamente. A expectativa é que, até 2022, 18 bilhões de dispositivos estejam conectados. Iluminação, fechaduras e até mesmo geladeiras inteligentes são apenas alguns exemplos de itens que já existem. No entanto, a integração domiciliar depende de um grande investimento em tecnologias para aprimorar assistentes virtuais, a capacidade de conectividade e a troca de informações com aplicativos IoT centralizados. 

A tecnologia é tão eficiente para a atualidade que, segundo uma reportagem do Valor Econômico, em 2013, a taxa de erro das palavras em reconhecimento de voz era de 23%, um número considerado alto para que a funcionalidade pudesse ser considerada um sucesso. Com todos os aprimoramentos feitos até agora, esse número não chega a 5%, dizem os especialistas. E, embora no Brasil, esse tipo de tecnologia ainda não seja tão acessível, devido ao alto investimento para transformar a residência inteira em uma casa inteligente, profissionais de TI têm se dedicado a oferecer aos usuários e consumidores uma boa experiência, levando em conta a capacidade dos dispositivos em entender o idioma falado. 

Conectividade e integração para além dos muros

A praticidade das inovações que permitem uma conexão entre dispositivos já começou a ser pensada para fora das casas. Essa inovação é tão abrangente que é capaz de trazer uma integração em um nível muito maior do que se pode imaginar. Pensando nisso, a Orange aceitou o desafio de projetar a ‘Nova Capital Administrativa’ inteligente do Egito, que fica a 45km de distância do Cairo, e que vai contar com tecnologias avançadas para integração e conexão de processos. 

A conectividade IoT complementa e adapta necessidades de diferentes segmentos de negócios, fazendo com que os projetos possam oferecer novas maneiras de uso. Uma das grandes vantagens dessa tecnologia é a redução de custos e melhoria da produtividade por meio da otimização de processos, além de ser capaz de gerar novas fontes de receita através de novas ofertas e modelos de negócios, aumentando a fidelização dos clientes e, ainda, o aumento da conformidade regulatória de proteção de dados em decorrência do monitoramento remoto.

Existe, ainda, um gigantesco potencial que pode ser explorado pelas corporações em relação a essa tecnologia. Com tantas possibilidades, que passam por simples inovações dentro de casa, ou até mesmo cidades inteiras conectadas e gerenciadas. Podemos apostar que esse recurso, tão explorado nos últimos tempos, terá um crescimento exponencial. Por isso, fica a reflexão: o que mais ainda pode ser conectado? Para mim, o limite está relacionado a capacidade da criatividade humana… então a pergunta seria, qual o limite para nossa criatividade?

O impacto do Data Science para negócios

Por Paulo Campos, CIO Global da HartB

Vivemos, atualmente, a quarta revolução industrial, que é caracterizada por uma profunda transformação na forma como consumimos e trabalhamos por meio da incorporação de tecnologias disruptivas como a Inteligência Artificial, robótica, Internet das Coisas e Data Science, em nossas rotinas. Com a velocidade dos avanços tecnológicos, as empresas cada vez mais precisam adaptar-se a esse novo tempo a fim de conseguirem estar à frente do mercado e ganharem escalabilidade. Hoje, abraçar massivamente as inúmeras vantagens que a tecnologia proporciona não é mais uma questão de opção, e sim um diferencial competitivo fundamental.

Entre os benefícios que a transformação digital entrega às corporações está a capacidade de tomar melhores decisões, que afetam positivamente o relacionamento com clientes e, consequentemente, a rentabilidade da organização. O Data Science é justamente a tecnologia que explora e estuda os dados que as empresas possuem a fim de testar hipóteses e obter respostas, fornecendo soluções inovadoras para velhos problemas. Quando aliada ao conhecimento de negócios, a ciência de dados pode extrair informações poderosas, capazes de auxiliar as mais diversas áreas, desde aumentar a captação de clientes até a otimização de processos internos e predição de eventos futuros.

Data Science para negócios

O Data Science entrega como resultado informações, gráficos e dashboards que possibilitam ter visões claras e responder diferentes dúvidas sobre o negócio. Se associado também ao poder das ferramentas de Machine Learning e Inteligência Artificial, o Data Science pode fornecer soluções ainda mais impressionantes, que permitem as empresas recalcular a rota e expandir seus ganhos.

A abordagem da ciência de dados depende da área de atuação e da maturidade das organizações. Empresas com alto grau de digitalização e grandes quantidades de dados podem tirar maior proveito do Data Science, sendo capazes de extrair as mais diversas informações e produtos de seus dados. No entanto, o mercado evoluiu no sentido de democratizar este serviço. Com o avanço da digitalização nas corporações e com a evolução do próprio Data Science, empresas menores também poderão beneficiar-se consideravelmente da ciência de dados.

Desafios do Data Science para negócios

Líderes corporativos provavelmente já estão familiarizados com o termo Data Science e o uso do Big Data, contudo muitos talvez não consigam entender completamente o que isso representa para o futuro de seus negócios. O custo da mudança em desprender-se de velhos métodos, de velhos comportamentos e das burocracias complicadas é um dos principais fatores que apresentam uma barreira para a evolução tecnológica. O mercado brasileiro precisa mudar o foco, direcionar esforços para alcançar um nível de maturidade na forma de lidar com a informação, e estabelecer estratégias com essa nova perspectiva de gestão a fim de alcançar maior poder competitivo e resultados mais promissores.

Para que o processo rumo ao Data Science seja implementado com sucesso, alguns desafios precisam ser superados e estes tendem a exigir uma quantidade considerável de tempo, principalmente quando enfrentados pela primeira vez. O primeiro deles é a qualidade dos dados, que é essencial para a obtenção de resultados satisfatórios. Dependendo da empresa, os dados são armazenados de formas diferentes em cada área, o que pode gerar erros na combinação desses dados e inconsistência nas informações obtidas. Uma solução é a implementação de um Data Warehouse. Com essa estrutura, os dados passam por processos de filtragem, sumarização, normalização e reorganização, formando um alicerce seguro para futuras utilizações. Além de ordenar os dados para a análise, é possível também manter um histórico detalhado e corrigir falhas.

Outro desafio durante o processo é o usuário final, que pode apresentar dificuldades pela falta de interesse em alterar as rotinas diárias. Porém, um programa de treinamento de usuários que seja abrangente o suficiente para superar quaisquer hesitações iniciais pode ser uma alternativa para as corporações conseguirem fazer com que o uso do Data Science seja adotado.

A mão de obra qualificada também se enquadra como um dos desafios no caminho para essa transformação, já que encontrar e construir uma equipe certa com as habilidades adequadas não é uma tarefa fácil. Um time de Data Science é composto por profissionais que possuem determinadas habilidades específicas, como conhecimento em estatística, programação, Machine Learning, Inteligência Artificial, visualização de dados, curiosidade, boa comunicação e uma boa formação. Esse profissional deve estar habituado à necessidade de estudo contínuo dada a evolução frenética das tecnologias, ao passo que precisa entender a necessidade de negócio do cliente e sempre estar atento a traduzir ao interlocutor não especialista como a solução dos seus problemas pode ser alcançada.

Quais setores da empresa posso utilizar o Data Science?

O acesso à informação confiável leva a execução de tarefas ajustadas às necessidades dos clientes e do negócio, por isso o Data Science pode ser utilizado em qualquer setor de uma empresa visando melhorar, principalmente, a sua produtividade. Mas não para por aí, a ciência de dados também entrega diversas outras vantagens para as organizações, como aumentar a retenção de clientes ao identificar o seu comportamento e encontrar soluções para que eles não deixem de consumir os produtos e serviços; agilizar o processo de tomada de decisões por meio do acesso rápido a informações que necessita; e criar ações de marketing alinhadas de forma precisa com o perfil do público-alvo, os quais tem maior propensão a converterem-se como clientes da empresa.

O Data Science ainda ajuda a prever demandas para um determinado produto ou serviço, o que permite a empresa não perder negócios por falta de capacidade de atendimento de clientes; potencializa as vendas por meio da análise dos dados dos produtos e serviços que vendem melhor; facilita a personalização de produtos e serviços, levando em consideração que quanto mais personalizados de acordo com o público-alvo forem os produtos e serviços, maior será o potencial competitivo da organização; e detecta possíveis riscos e fraudes por meio de metodologias estatísticas, de rede, caminho e Big Data para modelos preditivos de propensão a fraudes, que possibilitam criar alertas que ajudam a garantir respostas oportunas quando dados incomuns são reconhecidos.

Trata-se, de maneira abrangente, de ter um olhar analítico para qualquer operação a ser executada dentro da empresa e estar sempre buscando melhorar processos, olhar este que ainda tem muito a ser evoluído acompanhado de uma maturidade maior das corporações para que possam usar os dados a seu favor. Hoje, o Data Science já é uma tecnologia bastante requisitada e só tende a aumentar a sua amplitude e atuação à medida que as empresas vão compreendendo cada vez mais como aplicá-lo no seu dia a dia e os quão poderosos são seus resultados no caminho rumo ao crescimento e diferenciação no mercado.

Food Service: o que mudou e o que vai ficar no pós-pandemia

Por Ramon Silva, diretor de Food Service e Micro e Pequenos negócios da TOTVS

Há mais de um ano, muito temos discutido sobre as mudanças que a pandemia de COVID-19 causou tanto para os consumidores, quanto para os empresários. Muitos estabelecimentos, em diversos segmentos, não estavam preparados para o fechamento compulsório das lojas físicas. Porém, mesmo em meio a tantas mudanças e adaptações, um setor que se destacou muito por manter suas operações e pela retomada rápida foi o de alimentação.

Por conta das medidas de distanciamento social, tudo o que havia sido planejado em 2019 para o setor de food service teve que ser adaptado para a nova realidade. Muitos restaurantes e bares, por exemplo, não estavam preparados para o delivery e take-out, muito menos esperavam ter que embarcar nesse universo de forma tão repentina.

Uma pesquisa realizada pelo Sebrae em parceria com a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) aponta que, antes da pandemia, cerca de 54% dos empresários brasileiros usavam o delivery em seus negócios. Com as restrições impostas pela crise sanitária, esse percentual subiu para 66%. A pesquisa revela ainda o aumento da adesão aos aplicativos de entrega, uma vez que 25% dos negócios já estavam nas plataformas digitais. Agora, cerca de 72% estão operando dessa forma.

Analisando esses dados, temos um ponto importante como reflexão: entender como será o novo comportamento do consumidor em um mundo pós-pandemia e saber como estar preparado para continuar atendendo às novas necessidades. Para isso, trago algumas práticas que se você ainda não aplicou no seu negócio, está na hora de implementar para se manter produtivo e competitivo.

• Delivery e take-out

Como as pesquisas nos mostraram, esse tipo de compra cresceu muito no último ano e, dificilmente, o consumidor dará um passo para trás em relação a esse novo hábito. Hoje existem ferramentas que facilitam o seu delivery próprio, otimizando a operação dentro do PDV, além de integração com as principais plataformas do mercado. Esse é o primeiro passo necessário para se manter rentável e diversificar suas vendas.

Além da entrega em casa, a opção de retirada na loja também se popularizou no período, já que algumas pessoas acabam preferindo realizar compras em locais mais próximos às suas residências, mesmo que não possuam um serviço de entrega.

• Cardápio digital e autoatendimento

Para que se tenha cada vez menos contato físico direto, o que até pouco tempo pareciam ser recursos voltados mais para as grandes redes, hoje se tornaram essenciais para a sobrevivência de estabelecimentos de qualquer porte. O cardápio disponibilizado via QR Code na mesa, por exemplo, já era um movimento que acontecia antes da pandemia e, agora, é uma necessidade, dispensando o uso de papéis que, além de não poderem ser higienizados, podem contribuir para a disseminação do vírus.

Além disso, o autoatendimento por totem era um serviço que precisava de um hardware de alto valor, mas que agora pode ser adaptado para qualquer tamanho de negócio e utilizando qualquer tela. Esse tipo de ferramenta, além de reduzir custos, também automatiza e agiliza o pedido, que é recebido diretamente na cozinha, contribuindo com a produtividade do negócio e dos colaboradores.

• Comanda eletrônica e pagamentos digitais

Outra ferramenta que trouxe praticidade e agilidade ao segmento de food service, a comanda digital permite ao garçom iniciar a solicitação do cliente por meio de smartphone, tudo integrado ao sistema do estabelecimento. Além disso, existem plataformas já integradas com os meios de pagamento digitais, deixando o atendimento ainda mais veloz e aceitando diversas formas de pagamento.

Além das novidades tecnológicas, é preciso que o setor de food service também fique atento aos protocolos sanitários como, por exemplo, álcool gel na entrada dos estabelecimentos, o uso de máscaras e luvas pelos garçons e, claro, o respeito às regras de volume da ocupação, conforme às normas vigentes da localidade do estabelecimento.

Dado esse cenário da pandemia, a dica mais valiosa de todas é escolher um fornecedor de tecnologia de qualidade, que seja realmente parceiro do negócio e consiga ajudar o segmento a passar por esse momento difícil, em que o setor de food service foi empurrado definitivamente para o mundo digital.

Sabemos que a pandemia terá fim, e todos torcemos para que seja logo. Porém as mudanças no comportamento dos consumidores e a transformação digital no setor de food service são irreversíveis, exigindo que os empresários reinventem seus negócios para atender estas novas demandas, manter e até aumentar a produtividade. Com uma boa estratégia e a tecnologia adequada é possível posicionar os negócios para aproveitar boas oportunidades que surgirão.

Getnet investe em desenvolvimento de startups em programa do Tecnopuc

A Getnet, empresa de tecnologia do Santander especializada em meios de pagamento, será, pela primeira vez, parceira do Tecnopuc – Parque Científico e Tecnológico da PUCRS, na realização da 10ª edição do Startup Garage, programa de Modelagem de Negócios voltado a empreendedores que tenham ideias ou projetos inovadores. 

O objetivo principal é transformar estas ideias em negócios, fazendo com que os participantes tenham uma visão clara sobre quais problemas da sociedade querem resolver. Rafael Chanin, professor da Escola Politécnica da PUCRS e integrante do Tecnopuc Startups, afirma “é muito gratificante ver grandes empresas como a Getnet, apoiando programas como o Startup Garage. Isso mostra como os ecossistemas de inovação estão entregando e criando cada vez mais valor para o mercado. Essa aproximação e conexão é fundamental para os empreendedores e torna nosso ambiente ainda mais conectado e global”.

Na visão da Getnet, embora esta iniciativa tenha periodicidade, é propícia para o momento de crise em que se vive. “Temos a oportunidade de contribuir para melhorar o ambiente de negócios, principalmente, sob o ponto de vista de tecnologia, que é tanto demandada nos momentos de isolamento social”, afirma Ricardo Roquette, vice-presidente de Tecnologia da Getnet.

Além disso, a empresa fortalece seu pilar estratégico de inovação, atuando em duas frentes: na vanguarda de projetos de grande impacto e na descoberta de ideias que contribuirão para transformar pessoas e negócios de forma inovadora, segura e eficiente que abrangem novas tecnologias e soluções. “Temos grande proximidade com o Tecnopuc, uma vez que nosso escritório está localizado naquele complexo, além de sinergia intelectual. Então, decidimos dar mais um passo no caminho da inovação aberta e que vai complementar nossas iniciativas, como os nossos hackathons”, completa Roquette.

O programa dura três meses com 30 projetos selecionados e inclui mentorias, workshops, palestras e trocas de experiências com profissionais do mercado. Os grupos terão encontros diários, numa jornada de desenvolvimento do negócio até a apresentação final e premiação, que acontecerá entre 16 e 18 de junho. Além do aporte financeiro, a Getnet disponibilizará seus executivos para prestar consultoria às equipes e ter participação na banca examinadora. 

Para mais informações: https://www.pucrs.br/garage/#