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Hi Platform recebe aporte de R$ 35 milhões e reforça status de primeira empresa de Customer Experience Journey do Brasil

A Hi Platform , primeira plataforma de Customer Experience Journey do Brasil, anuncia captação de R﹩ 35 milhões em aporte liderado pela XMS Partners Soluções Financeiras e Investimentos. Os recursos serão direcionados para acelerar o crescimento da empresa e também para futuras aquisições que devem acontecer nos próximos dois anos.

Esse novo investimento acontece no momento em que a Hi Platform ganha força no mercado de CX e apresenta um novo conceito: operar como plataforma de Customer Experience Journey. Com soluções completas para promover a experiência do consumidor e acompanhar a sua jornada, a Hi Platform conecta e gerencia todas as interações entre marcas e seus clientes, do lead ao promotor, integrando de forma exclusiva comunicação e dados para gerar experiências únicas, aumento de vendas e fidelização para as marcas.

“Os recursos obtidos nesta rodada serão utilizados em iniciativas de crescimento inorgânico, e inovação em nossa plataforma. Nosso objetivo é intensificar o impacto que temos na vida dos consumidores e ampliar a distribuição dos nossos produtos. Estamos em total ascensão, principalmente agora que nos tornamos a primeira plataforma brasileira focada na jornada do consumidor”, afirma Marcelo Pugliesi, CEO da Hi Platform.

Em 2020, a Hi Platform apresentou crescimento de 35% no faturamento, em relação ao ano anterior, e contabilizou mais de 1,7 bilhões interações entre marcas e consumidores em sua plataforma. A expectativa da empresa é fechar o ano de 2021 com faturamento na casa dos R﹩ 80 milhões, cifra 45% maior quando comparada ao ano de 2020.

“Somos uma empresa com uma bagagem muito grande em experiência do cliente e hoje temos uma plataforma completa que acompanha toda a jornada desse consumidor. Não dá pra aplicar Customer Experience sem se conectar com as necessidades da jornada do consumidor. Na prática, estamos unindo o melhor dos dois mundos”, explica Pugliesi.

A negociação foi assessorada pela STARK , primeira M&ATech do Brasil. “A Hi já tinha excelente time e produto e, embora já tivesse dialogado com investidores, precisava resolver questões societárias internas para que os founders pudessem ocupar a posição de relevância merecida. Priorizamos esse trabalho em paralelo com a modelagem dessa rodada que fluiu imediatamente após termos o Cap table resolvido”, afirma o CBO da STARK e professor de M&A, Gualtiero Schlichting.

2021 com novas integrações: WhatsApp e Instagram

Em junho de 2021, a Hi Platform foi selecionada pelo Facebook para ser uma WhatsApp Business Solution Provider, ou seja, passa a ter acesso direto à API (sigla em inglês para Interface de Programação de Aplicação) do WhatsApp.

A implementação da API WhatsApp Business na plataforma da Hi permite que os clientes da empresa enviem mensagens aos consumidores em maior escala, além de integrar com bots e sistemas internos, gerar relatórios, dentre outras funcionalidades que impactam diretamente na satisfação do consumidor.

Segundo pesquisa realizada pela própria Hi Platform, com mais de 300 companhias (clientes e não clientes), o WhatsApp é o canal de maior relevância no relacionamento com o consumidor para empresas de todos os tamanhos, portanto é uma novidade que se conecta com as necessidades reais dos clientes da empresa e seus consumidores.

Outra novidade: a empresa também foi anunciada como uma das poucas empresas pelo mundo a ter uma plataforma integrada à API do Messenger para Instagram. O anúncio foi feito durante o F8 Refresh , um dos maiores eventos para desenvolvedores do Facebook.

Na prática, os clientes da empresa agora passam a ter novos recursos para interagir com seus clientes no canal, gerenciar mensagens em grande escala na rede social e, assim, gerar mais oportunidades de vendas no principal canal de engajamento do momento, que é o Instagram.

“No último ano vimos que a transformação digital foi colocada à prova e mostrou que o mundo não se sustenta mais sem essa evolução na forma de se relacionar um com o outro. As empresas, que antes estavam aprendendo ou em vias de aprender a falar com esse novo cliente, têm um novo aprendizado a ser cumprido. O mundo é outro. O consumidor é outro. E estamos prontos para esse novo desafio de cuidar de toda a jornada do consumidor”, finaliza Pugliesi.

Conta PJ do Nubank atinge 1 milhão de clientes

A Conta PJ do Nubank, maior plataforma de serviços financeiros do mundo fora da Ásia e umas das maiores empresas de tecnologia do mundo, atingiu neste mês 1 milhão de clientes. Esse é o reconhecimento da constante evolução do produto, que se torna uma das maiores opções para pessoas jurídicas entre os bancos digitais. A Conta PJ está cada vez mais completa e funcional para empreendedores.

“Construímos em conjunto 1 milhão de jornadas e cada uma delas é única. Nossos clientes são nossa fonte diária de inspiração e os verdadeiros heróis da trajetória do empreendedorismo. É com eles que construímos produtos e ferramentas que resolvem seus problemas com agilidade, ajudando-os a impulsionar seus negócios”, diz Julia Martini, diretora de PJ do Nubank.

Crescimento acelerado

A Conta PJ do Nubank completou 2 anos em julho e soma um crescimento de mais de 200% no número de clientes nos últimos 12 meses. Criada com intuito de eliminar a complexidade da vida financeira de muitos empreendedores, hoje a Conta PJ tem funcionalidades similares às oferecidas pela conta digital para pessoa física – como Pix, transferência ilimitadas, pagamento de boletos e cartão de débito, além de ferramentas como a emissão de boletos de cobrança e o extrato digital para melhor controle contábil das finanças.

Recentemente a modalidade de conta para pessoa jurídica ainda lançou o cartão de crédito PJ, produto mais pedido pelos empreendedores desde o lançamento da conta; entrou para o Sistema de Liquidação de Crédito (SLC), permitindo receber automaticamente o dinheiro das vendas feitas por cartão de crédito ou débito; e lançou uma nova área de controle de cobranças, que permite que os usuários da Conta PJ tenham uma visão completa sobre os pagamentos do seu negócio, com informações acessíveis sobre o status das cobranças, período e dados dos pagadores.

Atualmente, a conta pode ser adquirida por donos de pequenos negócios, empreendedores individuais e autônomos que sejam sócios únicos (MEI, EI, EIRELI e LTDA Unipessoal) e tenham também a conta pessoal do Nubank.

Investimentos em abertura de empresas chegam a R$152 bilhões em 2021, segundo estudo

Um estudo realizado pelo Empresômetro Inteligência de Mercado, plataforma de business intelligence que oferece soluções estratégicas para o mercado B2B e B2G, aponta que foi investido pelas novas empresas no período de janeiro-agosto de 2021 o valor de aproximadamente R$ 152 bilhões, com acréscimo de R$ 44,98 bilhões em relação ao mesmo período de 2020, o que significa um crescimento de 42,03%. As microempresas tiveram o maior percentual de aumento no valor dos investimentos (98,72%), seguidas pelas pequenas empresas (56,65%), empresas de médio porte (36,99%) e empresas de grande porte (33,47%).

Segundo o head de estudos do Empresômetro, Gilberto Luiz do Amaral, o crescimento se manteve no início do segundo semestre, meses de julho e agosto, acompanhando a tendência de crescimento do primeiro semestre. “Apesar da inflação em alta e uma série de questões econômicas adversas é possível notar este crescimento nos investimentos e no número de novos negócios em todo o Brasil. Se considerarmos apenas as empresas de grande porte, foram investidos mais de R$ 64,3 bilhões de reais na abertura de mais de 7.800 novos negócios até o mês de agosto. Isso mostra que a abertura de empresas segue em crescimento, como aconteceu no acumulado do primeiro semestre do ano, reforçando a confiança dos empresários com a recuperação econômica”, ressaltou.

A seguir é possível notar a variação de crescimento do investimento nas novas empresas em relação ao último ano:

Novos negócios

O número de novas empresas abertas de janeiro a agosto de 2021 é o maior dos últimos quatro anos. Este crescimento acontece em todos os portes de empresas, em todas as Unidades Federativas (UFs) e em todos os ramos de atividade. O levantamento incluiu também as novas filiais de empresas já existentes.

Foram criados 884.635 novos negócios empresariais, sendo 7.837 de grande porte (faturamento acima de R$ 100 milhões/ano), 105.281 de médio porte (faturamento entre R$ 10 e 100 milhões/ano), 464.585 de pequeno porte (faturamento entre R$ 1 e 10 milhões/ano) e 306.932 microempresas (faturamento anual entre R$ 100 mil e R$ 1 milhão/ano). No levantamento não foram considerados os Microempreendedores Individuais (MEIs). 

O crescimento no número de novos negócios em relação ao janeiro-agosto de 2020 foi de 50,35% e em relação ao mesmo período de 2019 foi de 51,54%.

Crescimento regional

O Estado de São Paulo somou a maior quantidade de novas empresas no período de janeiro-agosto de 2021, com 256.726 empreendimentos, um crescimento de 46,47% em relação ao mesmo período do ano anterior. Em seguida, o Estado de Minas Gerais criou 89.328 novos negócios, com crescimento de 53,59% em relação ao mesmo período de 2020. Em terceiro lugar, o Estado do Rio de Janeiro gerou 64.232 novos empreendimentos, com variação positiva de 61,05%.

Na tabela abaixo é possível observar o crescimento por UFs e um comparativo com os anos anteriores. 

Crescimento por ramo de atividade

Os dois setores que mais abriram negócios no período analisado no estudo foram o de Serviços Combinados de Escritório e Apoio Administrativo, com 22.429 empresas, e o de Comércio Varejista de Artigos do Vestuário e Acessórios, com 18.121.

“O estudo mostra um cenário de perspectiva positiva com o cenário econômico nacional. A abertura de novas empresas em diversos ramos de atividade representa a geração de novos empregos, que podem proporcionar mais poder de compra para a população que estava desempregada. Desta forma é possível promover um aquecimento da economia, com mais dinheiro circulando na compra de produtos e serviços que antes não estavam sendo adquiridos, devido ao desemprego”, destacou head de estudos do Empresômetro.

Na tabela abaixo é possível verificar os setores que lideram a abertura de negócios e um comparativo com os anos anteriores:

Maioria defende boas práticas de sustentabilidade mesmo com a diminuição de lucros e crescimento econômico

Observatório FEBRABAN revela que maioria dos brasileiros cobra iniciativas positivas de responsabilidade social e ambiental de governos e empresas e diz que as boas práticas influenciam decisões de compras

Bem informada e preocupada com o tema do meio ambiente, a maior parcela da população brasileira avalia que é mais importante as empresas e o poder público adotar boas práticas de sustentabilidade mesmo se isso comprometer o lucro e o crescimento econômico do país. Ao mesmo tempo, a ampla maioria dos entrevistados aponta que é muito importante ou importante que cidadãos, governos e empresas adotem ações para melhoria da sustentabilidade socioambiental e de governança.

E quem deveria cuidar do tema? Predomina o entendimento de que a responsabilidade sobre os temas relacionados à sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa, que compõem a sigla ESG (Environmental, Social and Governance, na sigla em inglês) deve ser compartilhada entre governos, empresas e cidadãos. Isoladamente a maioria atribui a responsabilidade: aos governos e empresas públicas em primeiro lugar e na sequência às famílias e cidadãos, e às empresas privadas.

Essas são algumas das revelações da 8ª edição do OBSERVATÓRIO FEBRABAN – Pesquisa FEBRABAN-IPESPE, que buscou investigar o conhecimento e envolvimento dos brasileiros a respeito do tema da sustentabilidade, e de como as boas práticas se inserem no cotidiano da população. Juntamente aos dados nacionais, haverá um recorte sobre o sentimento nas cinco regiões do país.

O levantamento, realizado entre os dias 2 e 7 de setembro, com 3 mil pessoas nas cinco regiões do País, mostra que, seguindo uma tendência internacional, o brasileiro também está atento ao comportamento das empresas e marcas ao tomar decisões sobre o consumo de produtos e serviços: mais de 90% indicam a influência das ações de responsabilidade social e ambiental de empresas ou marcas sobre a opinião e a relação com as mesmas.

“Tanto no Brasil quanto no mundo, o conceito de sustentabilidade está cada vez mais presente na vida das pessoas, nas estratégias e ações das empresas privadas e públicas, acompanhando as transformações da sociedade que demanda por mais ética, responsabilidade e transparência nas relações pessoais e corporativas”, avalia Isaac Sidney, presidente da FEBRABAN. “Entender como o brasileiro percebe o conceito de ESG ajudará governos e empresas a orientar suas ações, ressaltando-se que a agenda da sustentabilidade transborda as questões ambientais e se estende a aspectos social e ético”.

O sociólogo e cientista político Antonio Lavareda, presidente do Conselho Científico do IPESPE, destaca que o levantamento ratifica a relevância dessa pauta para a opinião pública nacional: quase oito em cada dez entrevistados se dizem interessados em questões ambientais. “Este levantamento reforça pesquisas anteriores que mostravam que 74% dos entrevistados tinham muito ou algum interesse pelo tema da preservação do meio ambiente e 78% disseram-se pouco ou nada satisfeitos com os esforços empreendidos no país nesse campo”, diz Lavareda.

Abaixo, seguem os principais resultados do levantamento:

Conhecimento sobre Sustentabilidade

O termo sustentabilidade já faz parte do repertório semântico dos brasileiros, que se mostram familiarizados com o assunto. Ao serem perguntados o que vem à cabeça quando ouvem o termo, 33% associam o tema à preservação e consciência ambiental, 10% remetem a reaproveitar e reciclar, dois dos “três R’s” da sustentabilidade e 8% citam economia e uso racional dos recursos naturais.

O termo ESG ainda é pouco conhecido. Não surgiram menções espontâneas dos entrevistados que indiquem uma visão articulada ou sistêmica entre práticas de sustentabilidade ambiental, responsabilidade social e governança, como propõe o conceito de ESG. Mas quando perguntados especificamente sobre o tema 63% se disseram bem informados sobre questões ambientais, 64% sobre questões sociais e apenas 35% sobre governança corporativa.

Meios de informação

A internet é o meio preferencial de informação sobre o tema para a maioria dos brasileiros. Se considerada apenas a primeira menção, os canais online (portais de notícias, redes sociais, sites e blogs, WhatsApp) somam 58%. Esse resultado, no entanto, não minimiza a força que a televisão continua a ter: na primeira resposta, as referências à TV (aberta e fechada) somam 31%.

Interesse pela sustentabilidade

78% dizem ter muito ou algum interesse em questões ambientais. As questões sociais despertam ainda maior interesse (81%). Já a governança, quando tratada nesse termo, desperta muito ou algum interesse de 47%, embora seja um percentual significativo, está bem abaixo dos itens anteriores.

Agenda da Sustentabilidade

Quando indagados sobre as preocupações relacionadas à sustentabilidade, os resultados são os seguintes:

• 42% indicam bem estar, saúde e renda das comunidades como as questões que mais preocupam os brasileiros;

• 40% apontam ética, transparência e combate à corrupção nas empresas e governos como os assuntos mais inquietantes;

• 38% creem ser as questões ambientais, como poluição, aquecimento global, desmatamento, lixo, uso da água, as que mais preocupam a população.

• 20% consideram que todos esses temas têm o mesmo peso entre as preocupações dos brasileiros.

Especificamente sobre os temas mais preocupantes da agenda ESG em cada uma das áreas destacam-se desmatamento, emprego e renda, e combate à corrupção:

• Área ambiental: Desmatamento (61%) e aquecimento global e Mudanças climáticas (52%);

• Área social: Emprego e renda (71%) e bem estar e Saúde (51%)

• Área de Governança corporativa: combate à corrupção nas empresas e governos (71%) e transparência na prestação de contas (47%)

Responsabilidade

É majoritária (51%) a percepção de que os cuidados com o meio ambiente são uma responsabilidade compartilhada. Isoladamente, a atribuição de responsabilidades recai principalmente (44%) sobre o setor público (governos e empresas públicas. Percentuais similares consideram que as famílias/os cidadãos (24%) e as empresas privadas (21%) são os responsáveis. E apenas 7% citam as ONGs e empresas do terceiro setor.

Lucro e crescimento

Ampla maioria (77%) concorda que a adoção das boas práticas de sustentabilidade pelas empresas e pelos governos deve ser prioridade mesmo com o risco de diminuir os lucros e o crescimento econômico; enquanto apenas 16% acreditam que o crescimento econômico deve ter prioridade mesmo que isso signifique que as empresas e os governos não possam adotar as melhores práticas de sustentabilidade.

Importância das boas práticas

A importância das boas práticas de sustentabilidade socioambiental e de governança, é quase unânime: 98% consideram muito importante ou importante que boas práticas sejam adotadas pelos cidadãos e famílias; e 96% pelos governos e empresas (mesmo número em ambas as respostas).

Sustentabilidade e famílias

Em uma avaliação evolutiva do comportamento da população nos últimos 5 anos, quase metade (45%) dos entrevistados considera que, na prática, as famílias e os cidadãos brasileiros não mudaram seu comportamento em relação aos cuidados com o meio ambiente; cerca de um terço (35%) dos entrevistados identifica melhoria com adoção de comportamentos conscientes; e apenas 17% avaliam que a adoção das boas práticas ambientais diminuiu .

Sustentabilidade no cotidiano da população

Grande parcela dos entrevistados declara adotar no cotidiano boas práticas ambientais e de consumo. Destacam-se, nessa direção, o uso mais racional de recursos como água e energia elétrica: 68% utilizam lâmpadas econômicas, 66% adotam medidas para economizar água e 62% para economizar energia elétrica. Também valorizam os R´s da sustentabilidade (Reduzir, Reutilizar e Reciclar), com práticas de reutilização e reciclagem. 53% reutilizam materiais, dando novas utilidades ao que seria descartado, 52% separam lixo reciclável, 49% reduzem o uso de materiais descartáveis.

Faltam informações

A falta de informação sobre o tema (73%) é o maior empecilho para a adoção de práticas de sustentabilidade e de consumo consciente entre os brasileiros – desconhecimento sobre a importância da sustentabilidade (46%) e desinformação de como agir de maneira sustentável (27%). Seguem-se a essas causas: desinteresse pelo assunto (46%), preço alto dos produtos e serviços sustentáveis (34%); dificuldade de engajar a família e amigos (15%); e percepção de que práticas de sustentabilidade são muito trabalhosas e demandam muito tempo no dia a dia (10%).

Sustentabilidade e o impacto na imagem das empresas

Para 92% dos entrevistados, as ações de responsabilidade social e ambiental têm importância sobre sua opinião acerca de empresas ou marcas, afetando a relação com as mesmas. Mais de um terço (35%) declaram que já ter deixado efetivamente de consumir produtos ou serviços de alguma empresa por ela desrespeitar o meio ambiente, o bem-estar das pessoas ou dos animais e 34% já deixaram de consumir produtos ou serviços de alguma empresa por ela não respeitar as boas práticas de governança corporativa e ter o nome envolvido em alguma denúncia.

Mais da metade dos entrevistados declaram atitude ou intenção de boicotar empresas por não seguirem as boas práticas nos seguintes casos:

• a empresa está envolvida em casos de trabalho escravo ou trabalho infantil (62%);

• a empresa é conhecida por poluir o meio ambiente ou causar desmatamento (58%);

• a empresa está envolvida em escândalos de corrupção (58%);

• a empresa tem histórico de maltratar/não dar boas condições a funcionários (58%);

• a empresa está envolvida em denúncias de assédio (58%);

• a empresa faz testes de produtos em animais (48%);

• a empresa faz campanhas publicitárias ofensivas para determinados grupos (45%);

• a empresa não promove a diversidade em seu quadro de funcionários (40%).

Ações sustentáveis das empresas

Na visão dos brasileiros, o aumento da adoção de práticas sustentáveis nos últimos 5 anos tem sido maior nas corporações (46%) do que entre as famílias e cidadãos (35%). Ainda assim, mais de um terço (39%) avaliam que não houve mudanças na atuação das empresas nesse aspecto, e 9% consideram que a adesão a essas práticas no mundo corporativo diminuiu no país.

Setores mais comprometidos

Os setores que mais têm adotado práticas sustentáveis, na visão dos entrevistados, são o agronegócio e a indústria, ambos com 13% na primeira resposta. Se considerado o total de menções, o agronegócio passa à frente, com 25% das menções, contra 22% da indústria. Seguem-se as menções a ONGs/Terceiro setor e varejo, ambos com 12% na primeira resposta, e empresas de tecnologia, com 10%.

Regras mais duras

Quase oito em cada dez entrevistados (77%) esperam que a legislação seja mais dura com as empresas no que se refere às ações de sustentabilidade. Apenas 13% dos entrevistados avaliam que as leis no Brasil atendem a contento à necessidade de regular a atuação das empresas no que concerne aos cuidados com o meio ambiente, responsabilidade social e práticas de governança. Para 5%, as leis deveriam ser mais leves.

A íntegra do oitavo levantamento do OBSERVATÓRIO FEBRABAN, pesquisa FEBRABAN-IPESPE pode ser acessada neste linkO recorte regional poderá ser lido neste link.

Votorantim Cimentos anuncia Programa de Trainee 2022

A Votorantim Cimentos, empresa de materiais de construção e soluções sustentáveis, iniciou essa semana a seleção para o Programa de Trainee 2022 – Talentos diversos, futuros possíveis. O processo é 100% virtual e oferece oito vagas nas áreas de vendas, marketing, planejamento estratégico, controladoria, gente (RH), logística, Viter (insumos agrícolas) e Verdera (gestão de resíduos e coprocessamento). A intenção da empresa é que as pessoas selecionadas sejam contratadas nessas áreas ao final do programa.

Realizado em parceria com a Eureca, consultoria que conecta talentos com o mercado de trabalho, o programa ficará com as inscrições abertas até 25 de outubro no site traineevotorantimcimentos.eureca.me. Para se inscrever no Programa de Trainee 2022 da Votorantim Cimentos é necessário ter, no máximo, três anos de formação, mobilidade nacional e – por se tratar de oportunidades específicas – graduação em algum dos cursos indicados para a vaga escolhida. O processo não delimita universidade, região de procedência ou idade das candidatas e candidatos.

“Seguindo o modelo que implantamos nos últimos anos, buscamos talentos diversos, pessoas engajadas, práticas e criativas em busca de uma chance para construir a sua carreira em uma empresa com uma história sólida e inovadora como a Votorantim Cimentos”, afirma o gerente de Diversidade & Inclusão e Captação na Votorantim Cimentos, Aldo Frachia.

O Programa de Trainee 2022 da Votorantim Cimentos tem duração de 16 meses, com início em janeiro de 2022. As pessoas selecionadas vão atuar na área para a qual foram aprovadas com a realização de projetos específicos e job rotation em áreas correlatas. Em paralelo aos projetos, também participarão de sessões de mentoria com Lideranças e do Programa Potenciar junto com talentos internos de todas as empresas investidas do Grupo Votorantim, com três semanas de formação e desenvolvimento de projetos.

Serviço

Programa de Trainee 2022 Votorantim Cimentos: Talentos diversos, futuros possíveis

Oportunidade: 8 vagas nas áreas de vendas, marketing, planejamento estratégico, controladoria, gente (RH), logística, Viter (insumos agrícolas) e Verdera (gestão de resíduos e coprocessamento).

Inscrições: até o dia 25 de outubro

Requisitos: formados no ensino superior entre dezembro de 2018 e dezembro de 2021

Link para inscrição: traineevotorantimcimentos.eureca.me

CEO´s da indústria brasileira do aço debatem o futuro do setor

O 2º painel do Congresso Aço Brasil 2021 reuniu alguns dos principais executivos da indústria do aço no Brasil para debater o futuro do setor, abordando seus principais desafios e oportunidades. Marco Polo de Mello Lopes, Presidente Executivo do Instituto Aço Brasil, foi o responsável por moderar o debate, que reuniu executivos como: Sergio Leite, Conselheiro do Instituto Aço Brasil e Diretor-Presidente da Usiminas; Gustavo Werneck, Conselheiro do Instituto Aço Brasil e Diretor-Presidente e CEO da Gerdau; Frederico Ayres Lima, Conselheiro do Instituto Aço Brasil e Diretor Presidente da Aperam South America; e ainda Marcelo Chara, Conselheiro do Instituto Aço Brasil e Presidente Executivo da Ternium.

Marco Polo iniciou o debate com uma provocação aos participantes: “O ano de 2020 seria o ano da recuperação. Veio a pandemia, o importante isolamento social, e com isso uma grave crise de demanda”. Sergio Leite foi o primeiro a comentar na rodada de debate, pontuando que o setor do aço sofreu, sim, com a forte crise de demanda, mas destacou que o mercado já está plenamente abastecido e não apresenta qualquer excepcionalidade.

Gustavo Werneck reforçou que a indústria brasileira do aço está preparada, e com alta capacidade para atender as demandas do presente e as que vêm no futuro. Já Frederico Ayres fez uma análise mais macro e reforçou que, na prática, PIB e desenvolvimento econômico andam juntos. “Dever de casa do Brasil é reduzir as assimetrias competitivas. E nesse sentido é necessário melhorar a competitividade em geral”.

Marcelo Chara pontuou que o setor é competitivo e que o foco deve ser a melhoria da competitividade sistêmica. No decorrer do debate, Werneck falou ainda do que vislumbra para o futuro do consumo de aço em todo o mundo. “A construção metálica já é uma realidade. E ela é um caminho que precisa ser analisado. Quando olhamos para a Coréia do Sul, por exemplo, a construção metálica já é uma realidade. É um grande case. E isso precisa ser estimulado no Brasil. Temos que aumentar o debate sobre esse assunto no País”.

Na sequência, Marco Polo colocou em debate as medidas extraordinárias de proteção adotadas por vários mercados no mundo. “Se houver condição isonômica de competição, nós podemos competir com qualquer país do mundo quando o assunto é aço. O que temos que buscar internamente é essa condição competitiva. É a correção das assimetrias. Buscar salvaguarda, por si só, no meu ponto de vista, está fora de questão”, pontuou Gustavo.

“Não temos necessidade em nosso setor de medida extraordinária. Somos competitivos. Precisamos, porém, de isonomia de tratamento. O ponto que vale analisar é que fazemos parte de um mercado que está se protegendo em todo o mundo. As regras da OMC, então, precisam ser seguidas e as práticas desleais precisam ser combatidas”, reforçou Frederico.

Sérgio reforçou esse discurso e afirmou: “Somos contra qualquer tipo de protecionismo. A luta é por um comércio intenso e com práticas leais. A grande reflexão que precisamos ter, porém, é que o Brasil não pode ser um país liberal em termos comerciais em um mundo protecionista”.

Marco Polo levantou alguns pontos, como inflação persistente, juros em alta, crise hídrica, crise institucional e tensão politica, para checar o quanto otimista estão os executivos diante dos desafios atuais e dos que estão por vir nos próximos anos.

“Realmente temos muitas batalhas para enfrentar. Mas o ano de 2021 apresenta bom cenário, com estimativa de consumo aparente de aço podendo fechar 2021 superior a 24% e crescimento da economia acima de 5%. Em 2022, é claro, teremos uma desaceleração, mas estou otimista sim, até porque temos um estoque de boas decisões tomadas no campo da infraestrutura, com projetos que serão materializados nos próximos anos”, pontuou Sergio.

Marcelo Chara endossou esse discurso e afirmou que o Brasil é um país que possui um potencial extraordinário de crescimento, por conta de suas características naturais, como suas dimensões continentais e os seus mais de 200 milhões de habitantes, contando, ainda, com uma enorme rede de energia renovável.

“Continuo otimista, mas em um cenário mais desafiador. Insisto que o Brasil pode multiplicar por três o seu consumo de aço. Temos base energética e temos potencial para isso. E o primeiro motivo desse meu otimismo é a resiliência da indústria do aço. Há um ano não sabíamos se conseguiríamos manter a operação das nossas plantas e agora tudo está rodando perfeitamente bem, em ótimos níveis. Vivemos muitas crises, muitas recessões, e demonstramos ser uma indústria com rápida resposta e com colaboradores engajados e que vestem a camisa”, explicou Frederico.

Gustavo ainda acrescentou que a indústria do aço possui grande capacidade de transformação e grande capacidade para geração de oportunidades.

Mais de 1.500 pessoas participaram do evento, online e gratuito, que contou com os patrocínios das empresas ArcelorMittal, Gerdau, Ternium, Usiminas, CSP, Aperam, Vallourec, AVB, Sinobras e Villares Metals, além do apoio de diversas entidades congêneres ao Aço Brasil.

IBGC lança programação do maior congresso de Governança Corporativa do Brasil

Temas de impacto para empresas e sociedade, como diversidade, inteligência artificial, transição energética e agronegócio, estão entre os assuntos de mais de 25 painéis do 22º Congresso Anual do IBGC (Instituto Brasileiro de Governança Corporativa). Lideranças do Brasil e de outros países participam do evento mais importante de governança corporativa do Brasil que será promovido entre os dias 5, 6 e 7 de outubro, de forma 100% virtual. Ao todo, serão mais de 24 horas de conteúdo, troca de experiências e produção de conhecimento. O tema dessa edição é: “Se o propósito é o ponto de partida, a governança é o caminho”.

“Seguimos com nosso objetivo de ser o think tank da governança corporativa no Brasil e contribuir com a transformação da sociedade. O evento é mais uma das formas de realizarmos nossa aspiração. Para a edição deste ano, usamos como base os pilares da Agenda Positiva de Governança, lançada com sucesso no final do ano passado e amplamente difundida, para lançar luz sobre discussões essenciais para os dias atuais e para os desafios que temos pela frente”, afirma Pedro Melo, diretor geral do IBGC.

A Agenda Positiva de Governança traça, a partir de seis pilares (ética e integridade, diversidade e inclusão, ambiental e social, inovação e transformação, transparência e prestação de contas; e conselhos do futuro), 15 medidas que orientam às boas práticas de governança.

As inscrições para o 22º Congresso IBGC estão abertas e podem ser feitas pelo site do instituto: https://ibgc.org.br/congresso.

PMI compartilha orientações de como ser resiliente no ambiente de trabalho em tempos de crise

Ricardo Triana, diretor-geral do Project Management Institute para o Brasil e a América Latina, explica os benefícios de estabelecer relações de confiança para um ótimo desempenho, mesmo em tempos de incertezas

A pandemia de covid-19 apresentou uma realidade completamente diferente para a vida e o trabalho das pessoas ao redor do mundo. Nesse período, a resiliência se tornou palavra-chave para as equipes de empresas dos mais diversos setores. Mas como isso é possível em uma realidade inédita e que gera incertezas sobre o que virá?

Como autoridade mundial em gerenciamento de projetos, o PMI (Project Management Institute) capacita as pessoas a transformarem as ideias em realidade, preparando organizações e indivíduos para trabalharem de maneira mais inteligente em um mundo dinâmico e em constante mudança.

Ricardo Triana, diretor-geral do PMI para o Brasil e a América Latina, compartilha informações valiosas de como ser resiliente no ambiente de trabalho, otimizando os recursos profissionais e garantindo o bem-estar em tempos difíceis.

1. Aceite a realidade. O primeiro passo é aceitar as coisas como elas são. Veja, por exemplo, o que está acontecendo atualmente. Podemos discutir as causas do vírus, se a economia é uma prioridade, a necessidade de quarentena global ou uma série de outros argumentos. O que não podemos negar é que, hoje, muitas empresas fecharam, são milhões de mortos e a economia ainda não se recuperou. O processo de aceitar a realidade é muito importante para enfrentar os períodos de adversidade e transformações.

2. Viva no presente. Para viver, preciso agir, assumir o controle da situação em minhas mãos e fazer o que for necessário para abrir o caminho para esse futuro tão almejado. Devo aprender a gostar da estrada e a viver intensamente o que tenho hoje.

3. Conheça-se. É necessário entender quem eu sou, conhecer meus pontos fortes e fracos e saber o que quero alcançar ou aonde quero chegar. Se eu me conheço, posso transmitir claramente até aonde posso ir, com o que posso contribuir e em que áreas preciso de ajuda.

4. Reconheça a importância dos grupos de apoio. Os grupos podem ser formados por amigos, familiares, nossa equipe de trabalho e outros profissionais da área. Esses grupos nos permitem recorrer a alguém quando sabemos que não temos todas as respostas. Ao estabelecer confiança com as pessoas ao meu redor, posso examinar objetivamente diferentes pontos de vista, obter uma compreensão mais ampla e manter as informações que são relevantes para a tomada de decisão.

“Minha recomendação é que o profissional coloque essas quatro premissas em prática. E lembre-se: você não está sozinho. As crises nos fazem reconhecer que fazemos parte de algo maior e que todos temos objetivos semelhantes”, diz Ricardo Triana.

Veja também: Brasileira 4Results e americana Planisware anunciam parceria para acelerar transformação digital de empresas com base em gerenciamento de projetos

Como atrair profissionais concorridos?

Encontrar estratégias para recrutar profissionais de alta performance é uma preocupação muito presente nas empresas atualmente. Em todas as áreas existem profissionais concorridos. Em TI, por exemplo, estima-se que o mercado contratará 420 mil profissionais nos próximos três anos. O Brasil, por sua vez, só forma 46 mil profissionais desse meio anualmente e muitos aceitam propostas internacionais.

Segundo Vitor Cassio, Gerente Nacional de Negócios Corporativos da Thomas Case & Associados, “para uma organização atrair bons candidatos, é essencial conhecer e entender as particularidades que influenciam estes trabalhadores a se interessarem por uma empresa. Instituições que incentivam profissionais a buscarem um nível superior de conhecimento, que oferecem suporte e oportunidades em novas áreas têm mais chances de chamar a atenção desse público qualificado”.

Outro dos quesitos mais comentados pelos profissionais atualmente são os modelos flexíveis de contratação. Por conta da pandemia da Covid-19, muitas vagas que disponibilizam a opção de regimes de trabalho híbridos (parte presencial e parte home office) surgiram. Nesse período, grande parcela das organizações estabeleceram o trabalho remoto, o que resultou em um crescente aprimoramento dos ambientes digitais, tornando-os cada vez mais seguros e naturais. “Profissionais mais experientes preferem exercer suas funções de forma prática. A tendência é que, apesar do aumento no número de imunizações, apenas parte das operações retornem ao modo presencial futuramente”, explica o gerente.

Principalmente para as empresas voltadas ao campo tecnológico, atrair os melhores candidatos é uma tarefa complexa. Ao mesmo tempo que a área da tecnologia possui uma demanda excessiva de trabalho, o número de profissionais no mercado é escasso. Hoje, atuantes desse segmento escolhem aonde e como querem exercer sua função laboral, seja ela presencial ou remota. Para Cassio, “Atualmente, a maioria dos profissionais sabem o valor de seu ‘passe’ e negociam, ao máximo, exigências que só víamos 10 anos atrás quando o processo de hunting acontecia com as demais áreas. Os atuantes de tecnologia, programadores, por exemplo, percebem que o diferencial não é só sua formação e sim suas certificações para atuar neste mercado”.

Por fim, durante um processo de recrutamento, promover ativamente os valores, uma cultura organizacional mais livre e apresentar planos de meritocracia ajuda os candidatos almejados a ganharem uma visão mais ampla sobre como pode ser benéfico trabalhar em sua empresa. A Thomas Case & Associados oferece o Tech Recruiter em sua equipe de seleção. Hoje, esse profissional é capacitado em encontrar especificamente profissionais de tecnologia no mercado nacional e internacional, além de apresentar os finalistas dentro do perfil apresentado pelas empresas que contratantes, com menor prazo possível de entrega.

Liga Ventures mapeia mais de 130 startups com soluções aplicadas ao mercado pet

Não é de hoje que o mercado pet vem ganhando grande relevância no cenário de consumo tanto nacional como global e, quando falamos especificamente do Brasil, vemos que esse segmento tem crescido de forma acelerada. Com o objetivo de compreender como esse setor tem evoluído e mostrar de que forma as startups têm contribuído com inovações para trazer cada vez mais soluções para esse segmento, a Liga Ventures , plataforma que transforma inovação aberta em resultado real, acaba de lançar, em parceria com a Petz – maior pet center do Brasil, o Liga Insights Pet Techs.

De acordo com dados da Euromonitor Internacional, o Brasil é atualmente o segundo maior mercado de produtos pet com 6,4% de participação global, perdendo somente para os Estados Unidos, detentor de 50% dos negócios nesse segmento. Além disso, se trata de um cenário com forte resistência à crise – prova disso é que não foi afetado pela pandemia da COVID-19 e, segundo pesquisa do Instituto Pet Brasil, somente em 2020, faturou aproximadamente R﹩ 40 bilhões, apresentando um crescimento de 13,5% em relação ao ano de 2019.

Já quando falamos do ecossistema de startups e inovação, um relatório da Tracxn aponta que de 2015 a 2020, foram gerados, ao todo, US﹩ 1,9 bilhões em investimentos em startups do segmento pet. Ao todo, 408 startups receberam recursos no período, com pico no ano de 2017, em que foram captados US﹩ 443 milhões de fundos. Apesar da evolução do mercado no último ano, o estudo aponta que ainda existe um grande terreno para ser conquistado no mercado brasileiro pelas startups, que ainda se apresentam de forma tímida no setor.

Outra iniciativa da Liga Ventures, de entendimento do setor, foi o mapeamento realizado por meio da Startup Scanner, ferramenta que monitora constantemente as startups em diversos segmentos. Segundo dados da ferramenta, o país possui, neste momento, 135 Pet Techs ativas, que se dividem em 10 categorias de aplicação.

Entre as diferentes categorias mapeadas estão Alimentação Animal (17,78%), com startups com soluções alternativas para a alimentação de pets; Plataformas de Serviços (14,81%), com soluções para facilitar o gerenciamento de ofertas de serviços como banho, hospedagem, veterinário, entre outros; Comunidades PET (13,33%)com soluções e ferramentas que auxiliam na gestão de empresas do mercado pet; E-commerce de Produtos Pet (9,63%), com marketplaces para comercialização de produtos pet; e Novos Produtos (9,63%), com startups com foco no desenvolvimento próprio de novos produtos para animais de estimação.

Para Raphael Augusto, diretor de inteligência de mercado da Liga Ventures, o setor pet ainda está em fase de amadurecimento e descoberta, construindo os primeiros grandes casos de disrupção com uso de alavancas digitais, pautados principalmente no conhecimento de mercado dos empreendedores.

“Hoje temos um cenário bastante favorável para todos os tipos de interações, sejam as de fomentos de negócios em estágio inicial; a alavancagem de startups mais validadas e até a aquisição daquelas já consolidadas. Mesmo que ainda estejamos em uma fase inicial quanto ao surgimento de inovações do setor no país, este cenário pode ser impulsionado muito rapidamente com o estímulo e aproximação dos atores de destaque no segmento pet, que podem liderar a mudança trabalhando em conjunto com os novos empreendedores”, finaliza.

Confira o estudo e o mapa completos de Pet Techs aqui .

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Andela anuncia aporte de US$200 milhões liderado pelo SoftBank

 A Andela, rede global para talentos remotos de engenharia, anunciou hoje que recebeu aporte financeiro de US$ 200 milhões em Série E, o que fez o valuation da empresa chegar a US$ 1,5 bilhão.

A rodada foi liderada pelo Softbank Vision Fund 2 com a participação de novos investidores da Whale Rock, e investidores que já apoiam a empresa, incluindo a Generation Investment Management, Chan Zuckerberg Initiative, e Spark Capital. Lydia Jett, Sócia Fundadora do SoftBank Investment Advisers e uma das mais respeitadas investidoras em tecnologia de consumo no mundo, irá se juntar ao quadro de diretores da Andela.

A Andela ajuda as empresas a formar equipes remotas de engenharia, fornecendo acesso aos melhores engenheiros de software do mundo. Lançada na África em 2014, a rede Andela hoje representa engenheiros de mais de 80 países e seis continentes. Por meio da Andela, milhares de engenheiros foram colocados em empresas de tecnologia líderes, incluindo Github, Cloudflare e ViacomCBS.

“A Andela sempre foi a opção de alta qualidade para quem está construindo equipes de engenharia remota. Agora que o mundo começou a abraçar o trabalho remoto, a Andela se tornou a escolha óbvia para as empresas, porque podemos encontrar os melhores talentos, mais rápido”, diz Jeremy Johnson, CEO e cofundador da Andela. “Se você é um engenheiro talentoso, a Andela abre um mundo de possibilidades, não importa onde você esteja.”

Com uma taxa de colocação bem-sucedida, de 96%, a Andela aprimorou a capacidade de avaliar as habilidades técnicas e os soft skills de engenheiros, para combiná-los com as equipes em que terão mais sucesso. Com o novo aporte, a empresa investirá no desenvolvimento de produtos para simplificar a contratação global e tornar a vida dos engenheiros mais fácil. Além disso, a Andela continuará a expandir sua oferta de talentos além do desenvolvimento de software para incluir novos setores, como design e dados, após lançar o desenvolvimento Salesforce no início deste ano.

“Contratar talentos técnicos remotos é um dos maiores desafios que as empresas enfrentam atualmente. Acreditamos que a Andela se tornará a parceira de talentos preferida das melhores empresas do mundo à medida que o trabalho remoto e híbrido se tornem o ‘normal‘”, diz Lydia Jett, sócia do SoftBank Investment Advisers. “Estamos felizes por apoiar o Jeremy e a equipe da Andela, em sua missão de conectar as companhias com engenheiros brilhantes, e nesse processo, revelar o potencial humano em escala”.

“Com esta injeção de capital, não tenho dúvidas de que seremos capazes de expandir drasticamente a nossa crescente comunidade de tecnólogos, fornecendo os recursos que necessitam para ter sucesso num ambiente de trabalho remoto. Estou particularmente entusiasmado com o aumento do nosso impacto na América Latina, e esta rodada de investimento continuará a facilitar os nossos esforços à medida que ligarmos a talentosa e vibrante comunidade de programadores de software da região com oportunidades em muitas das empresas de software mais inovadoras do mundo”, ressalta Alvaro Oliveira, EVP de Talent Operations, que está à frente das operações da Andela no Brasil.

Uma organização totalmente remota com mais de 300 funcionários em todo o mundo, a Andela está contratando os melhores talentos em todos os setores, principalmente em produtos, engenharia e growth.

Como o rateio de custos de energia pode aumentar a eficiência, gerando economia energética

Por Pedro Okuhara, especialista de produtos e aplicação da Mitsubishi Electric


Durante um anúncio em rede nacional, no começo de setembro de 2021, o ministro de Minas de Energia, Bento Albuquerque, pediu “uso consciente” de água e energia elétrica para reduzir a pressão sobre o sistema elétrico brasileiro. Mesmo sem utilizar o termo “racionamento” para evitar impactos econômicos negativos, a sabedoria popular sugere que “para bom entendedor, meia palavra basta”. Portanto, esse é momento de buscar soluções capazes de aumentar a eficiência energética em todos os setores da Indústria, agora não apenas pela questão de custo, mas também para não haver risco de falta de energia no país.

O ponto de partida para a econômica de energia elétrica, como em outras situações, está na identificação precisa dos gargalos, ou seja, é preciso conhecer a fundo os gastos energéticos, através de análises internas que entreguem um panorama geral, utilizando equipamentos e soluções para monitoramento e gestão de energia.

Conhecimento é a base da eficiência energética

O rateio de energia surge como uma solução para aumentar a transparência interna relacionada ao consumo energético, gerando indicadores para tomada de decisão, desenvolvimento de projetos de eficiência energética, e o mais importante, aumentar a lucratividade. Mas, para isso, é preciso saber exatamente o consumo em cada etapa da produção, ou até mesmo, em cada equipamento ou setor na linha de produção.

O monitoramento de todas as máquinas e equipamentos parece algo distante e que depende de alto investimento, mas com uma crescente demanda no mercado, inclusive para aquelas empresas que já estão se planejamento ou implementando a Indústria 4.0. É a partir desses dados que serão retiradas oportunidades de eficiência energética significativas, como retrofit em equipamentos, soluções alternativas para partidas de motores, readequação de linhas de produção, entre outras.

Definição de um plano estratégico

Um plano estratégico de gerenciamento de energia com rateio de custos bem-sucedido identifica as principais oportunidades, define metas, rastreia o progresso e relata os resultados enquanto visa a economia de energia. Na maioria das vezes, existe a necessidade de criar etapas, para diluir o investimento em partes (por linha de produção, por prédio, por tipo máquina, etc), criando um cronograma de implementação de monitoramento da operação. Lembrando que o mais importante é iniciar, mesmo que de forma tímida, e ir expandindo aos poucos.

Um planejamento eficaz garante a melhoria contínua da gestão energética, aumenta o valor das plantas industriais, comerciais e residenciais, além de melhorar a competitividade e lucro da produção.

Alcançar um estágio de eficiência energética significa usar menos energia para alcançar os mesmos resultados. Ser energeticamente eficiente e melhorar a produtividade energética em nossos produtos, residências e edifícios comerciais pode ajudar, além de reduzir as contas de energia, a proteger o meio ambiente e criar uma cultura de sustentabilidade.

Bradesco e Enel X fecham acordo para a construção de nove usinas de geração de energia solar

O Bradesco e a Enel X firmaram contrato para o desenvolvimento e construção de nove usinas fotovoltaicas de geração distribuída nos estados do Rio de Janeiro, Ceará e Goiás. Com capacidade instalada total de 11 MWpm, as plantas serão responsáveis por gerar energia limpa para mais de 300 agências do Bradesco nos três estados. O acordo foi estabelecido pelo prazo de 10 anos, com possibilidade de prorrogação do prazo contratual.

O projeto de geração distribuída da Enel X para o Bradesco reafirma o compromisso sustentável de ambas as empresas, uma vez que vai evitar a emissão anual de cerca de 12 mil toneladas de CO², o que corresponde à neutralização que seria obtida a partir do plantio de cerca de 86 mil árvores. As plantas estão sendo instaladas nos municípios de Quixeré, no Ceará; Buriti Alegre, em Goiás; e Seropédica e Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro. Ao todo, serão 18.550 painéis solares, distribuídos em uma área total de 246.431 metros quadrados. A previsão é que as usinas iniciem as operações em junho de 2022.

“Em 2020, assumimos o compromisso de, a partir do fim do mesmo ano, ter 100% das operações do Bradesco abastecidas por energia de fontes renováveis. Com esse objetivo já conquistado, nos tornamos uma das primeiras grandes instituições financeiras no mundo a completar a transição”, explica Adelmo Romero Perez Junior, Diretor do Departamento de Patrimônio do Bradesco. Essa parceria reafirma a preocupação do banco com as mudanças climáticas e está em linha com o esforço de se tornar uma empresa cada vez mais sustentável”.

“O acordo com o Bradesco demonstra a competitividade deste modelo de negócio. A construção de usinas solares de geração distribuída é um dos focos da Enel X no Brasil e nos ajuda em nossa missão de auxiliar empresas de todos os portes e segmentos a atingirem suas metas de descarbonização, em linha com a relevância e a urgência da agenda ESG”, afirma Francisco Scroffa, Responsável da Enel X no Brasil. “Oferecemos aos nossos clientes soluções tecnológicas que garantem uma gestão inteligente e sustentável do consumo energético, com foco no controle de custos, previsibilidade e redução de riscos”.

Geração distribuída 

A Enel X, por meio da linha de negócios e-Industries, oferece o serviço de geração distribuída para empresas, permitindo que geradores privados realizem a troca da energia produzida com a rede elétrica. Por meio desta e de outras soluções integradas em energia, é possível reduzir a conta de energia de forma significativa e contribuir para a sustentabilidade do sistema elétrico ao utilizar uma fonte renovável de energia, auxiliando clientes comerciais e industriais na jornada da transição energética. Após a instalação, a economia é imediata e os painéis duram por mais de 25 anos. Ao todo, a Enel X possui cerca de 13,2 MWp em sistemas de geração distribuída solar instalados no Brasil.

Contexto de mercado

O Brasil está na lista dos dez países que mais instalaram sistemas de energia solar no mundo em 2020 e em primeiro lugar na América Latina com 3,15 gigawatts em novos empreendimentos no ano passado. Dessas instalações, 80% são consideradas de pequeno porte, com placas solares em telhados para o atendimento da demanda de clientes residenciais e pequenas empresas. Segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), nos próximos dez anos, a mini e a microgeração distribuídas podem ultrapassar 40 gigawatts (GW) no Brasil.

Empresas e startups com base tecnológica estão com vagas abertas em diversas áreas

Apesar da crise econômica que tem afetado o país, as startups de diversos segmentos continuam contratando profissionais, o que proporciona o aquecimento do mercado de trabalho. A maioria das oportunidades em aberto requer início imediato. Em sua grande maioria, os processos seletivos são realizados de forma remota, seguindo as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para reduzir os impactos causados pelo coronavírus.

As empresas que estão com oportunidade em aberto são:

• Bling

O Bling e a Pagcerto , empresas do Grupo Locaweb, anunciam a abertura de 5 vagas para home office. O Bling procura Desenvolvedor fullstack e UX Designer Sênior, enquanto que a Pagcerto está com duas vagas abertas para analista de sistemas e uma para analista de testes – essas oportunidades estão disponíveis para todo o Brasil. Os interessados podem se candidatar por meio do LINK.

• Carefy

Premiada duas vezes no ranking Top 10 HealthTechs da 100 Open Startups, em 2019 e 2020, e em primeiro lugar no Healthcare Innovation Show de 2017, a Carefy, uma empresa de gestão e monitoramento de internações tem oportunidade aberta para Desenvolvedor Web Pleno Full Stack. A startup busca profissionais responsáveis, pró-ativos e focados em metas. Os interessados devem entrar em contato pelo LinkedIn da Carefy

• DGS Brasil

A multinacional pertencente ao Grupo Dedalus, provedor líder de soluções tecnológicas para a área da saúde na Europa e uma das maiores do mundo, está com oportunidades disponíveis para contratação imediata. Os cargos disponíveis na multinacional são: Analista de Sistemas (DELPHI); Consultor(a) de pré-vendas; Gerente de projetos de R&D.

Para os interessados, o cadastro para a seleção é realizada através do site: https://www.dedalusgroup.com.br/carreira-dgs-brasil-grupo-dedalus/

• eNotas

A eNotas , única solução tecnológica do mercado que automatiza 100% do fluxo de emissão de notas fiscais eletrônicas em qualquer cidade do Brasil, anuncia vagas nas áreas de tecnologia e relacionamento com o cliente.

No time de relacionamento com cliente, a empresa possui posições abertas para Analista de Suporte Técnico, já no time de engenharia de Software, a empresa está constantemente em busca de novos talentos para as posições de Desenvolvimento Sênior.

Entre os benefícios oferecidos estão horário flexível, plano de saúde e cartão de alimentação flexível. Para se candidatar, basta acessar o link (https://enotas.com.br/jobs/) e selecionar a vaga desejada.

• Eurekka

A Eurekka, hub de startups e scale-ups focada em saúde e bem-estar com forte atuação em psicoterapia e medicina, é considerada uma das principais empresas de atendimento psicoterápico do país. Com uma média mensal de 2 mil sessões, a startup registra crescimento acima dos 450%. A empresa está com duas oportunidades em aberto para: Developer Experiente e Cientista de dados . Os salários são compatíveis com o mercado e dependem do nível de experiência do candidato

Para os interessados, a seleção é feita através de um formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe4wxDT8BIpsgVsLacm4FFFu3nWMi3v8ZrISkHuY-GsQwTO0g/viewform

• Nilo Saúde

A Nilo Saúde é healthtech especializada na oferta de software para gestão de relacionamento e cuidado ao paciente. A empresa está construindo o futuro da saúde digital, através da tecnologia, que quando usada para colocar o paciente no centro do cuidado, cria atendimentos digitais que são atenciosos, pessoais e resolutivos. Por isso, a startup busca novos colaboradores para continuar construindo esse futuro para a área da saúde. As oportunidades são nos setores de: Design & Produto; Engenharia da computação; Vendas; Pessoas; Implementation Success Manager e Cuidado.

Para se inscrever nas vagas disponíveis, preencha o formulário: https://form.typeform.com/to/R63s0Wlh?typeform-source=nilosaude.atlassian.net

• Plugify

A Plugify , startup brasileira de HaaS – Hardware as a Service que simplifica o acesso e a gestão da infraestrutura de TI para empresas de todos os portes, e que contratou mais de 30 pessoas nos últimos três meses duplicando o seu time, anuncia a abertura de seis vagas em diferentes áreas. A startup busca analistas para as áreas de controladoria (sênior), customer success ops, operações, suporte de helpdesk (junior) e infraestrutura (sênior), além de um desenvolvedor Python sênior. A empresa também tem um um programa de estágio

Todas as vagas contam com sistema de trabalho em home office e oferecem benefícios como Gympas e seguro de vida. Os interessados podem se candidatar pelo e-mail recrutamento@plugify.com.br.

• Vidia

A plataforma digital de pacotes cirúrgicos, primeira no Brasil, está com oportunidades disponíveis para contratação imediata. A empresa busca profissionais com requisitos como: gostar de trabalhar em um ambiente dinâmico, valorizar diferenças e conseguir atuar no nível estratégico e no tático. As duas posições que estão em aberto são para a área de: Marketing.

O regime de contratação da Vidia é PJ com vantagens extras como: VR, 13º salário, Férias, Plano de Saúde, Home Office e política de folgas. Para os interessados, a seleção é feita através do email: oportunidade@souvidia.com

• Vigilantes do Sono

O Vigilantes do Sono é um programa digital voltado para melhorar a qualidade do sono, por meio de um aplicativo, ele ajuda as pessoas a dormirem melhor com mudanças de hábitos. A empresa está contratando profissionais para a área de Representação Comercial. O candidato pode escrever um e-mail para careers@vigilantesdosono.com com assunto [Representante Comercial]. A empresa está localizada em São Paulo.

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Sebrae e Bossanova anunciam startups selecionadas para a etapa final do Startup Invest Summit

A iniciativa investirá o montante de R$ 15 milhões em até 50 startups brasileiras. Fase final e anúncio dos aportes acontecerá durante o Startup Summit, nos dias 14 e 15 de outubro 

Com o objetivo de ampliar o ecossistema empreendedor em todas as regiões do país, a ação investirá um montante de R$ 15 milhões em até 50 startups brasileiras. Criada pelo Sebrae, principal entidade de fomento ao empreendedorismo do Brasil, e Bossanova Investimentos, micro venture capital que investe em startups em estágio pré-seed com atuação em todo o país e responsável pelo investimento, a iniciativa é inédita no país. A próxima etapa será a apresentação de pitch durante o evento híbrido Startup Summit, nos dias 14 e 15 de outubro. Nesta etapa final, 10 bancas avaliadoras definirão quais startups receberão investimento e seu respectivo valor. 

De acordo com Bruno Quick, diretor técnico do Sebrae, dentre as 50 selecionadas para seguir para a fase final, 35% são do sudeste, seguido por Nordeste (26%), Sul (16%) Norte (14%) e Centro-Oeste (8%). “Um dos objetivos centrais do Startup Invest Summit é fomentar o empreendedorismo e fortalecer startups com origem em todas as regiões do Brasil. Algo perceptível em nossa lista de selecionadas”, complementa. 

Segundo João Kepler, CEO da Bossanova Investimentos, no foco central da seleção estão modelos de negócios digitais e inovadores, no estilo B2B ou B2B2C, com capacidade para escalar. “Além de democratizar o acesso de aportes em todo o país, esta iniciativa também possibilita que empreendedores desenvolvam conexões e novas oportunidades de negócios, amparadas pelo conhecimento de mercado dos investidores”, explica.

Relação das startups selecionadas 

Acordo Fechado

Atendare

Backlog

Beupse

Bits Academy

bnyou

Bud

Buskar.me

Cartão Sempre Amigo

DESTINE JÁ 

Dunning

Dyagnosys

EAD Station

Enviabybus

Faceponto

FanBase

Fitcash-Fth

Gefis

GENNTE CONNECT

GTI PLUG

HorusBI

Imagina Kids

InovaJud

Inspecto Agri

Invista Tecnologia – Elevar

iSportistics

KIBOLETO

MEDBOLSO

MedicTalks

Moozk

NavalPort

Nimbly

Noby Educação

Oncotarget

Orgânicos na Mesa

Original Experience

PackID

Papalegua

Phaser Studio 3D

Pigz

POSITIVE

Quero Meus Direitos

Robocote

SarDrones

See Working

Tradenergy

Tryedu

Ubivis

xModal

99Hunters

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Foco no cliente, maior concorrência e inovação: o Open Banking que você ainda não viu

Por Fabio Cossini, Líder de Soluções para Bancos, Capgemini Brasil

Em um cenário acelerado de inovação digital em todas as áreas, o sistema financeiro brasileiro já está se movimentando – de forma bastante acelerada – rumo ao futuro do relacionamento entre as instituições e os clientes, por meio de um profundo processo de transformação com o Open Finance, ou Sistema Financeiro Aberto.

Essa conversa já não é mais novidade, mas está muito aquecida: no último dia 13 de agosto, o Banco Central (BC) colocou em prática a segunda fase do Open Banking, onde os clientes das instituições financeiras já podem compartilhar seus dados cadastrais e transacionais, caso tenham interesse.

De olho no Open Finance, uma união entre o Open Banking e o Open Insurance – sistema semelhante ao bancário, desenvolvido no mercado de Seguros – os objetivos, anseios e benefícios dessas mudanças são claros e impactarão principalmente um elemento fundamental nessa jogada: o consumidor.

Mas as mudanças serão tão simples assim?

O sistema bancário – foco desse artigo, vem passando nos últimos anos por transformações significativas, principalmente associadas ao uso de aplicativos, entrada de empresas que não fazem parte do mundo bancário para a oferta de serviços financeiros – como as Big Techs e varejistas – e, mais recentemente, com o lançamento do Pix.

Com a expectativa pela implementação total do Open Banking, a privacidade e a segurança dos dados de clientes e instituições passou a ser discutida pelo mercado. Mas não só isso: questões como resolver problemas de governança e legados defasados, ter velocidade para adaptação e olhar estratégico para identificar oportunidades de inovação com base nos insights dos dados, devem estar em pauta. Será que as instituições estão preparadas para esse novo modelo?

Na prática, o consumidor poderá conectar sua conta bancária a um ecossistema compartilhado de dados que poderá analisar sua vida financeira e por meio de cruzamento de dados vai receber recomendações de produtos e serviços de acordo com a sua necessidade.

Do outro lado da bancada, a concorrência entre os bancos deve aumentar e, consequentemente, os serviços oferecidos ao consumidor devem melhorar. Por exemplo, ao comprar um item em uma loja onde o cliente pague com dinheiro em espécie, o caixa poderá oferecer o troco com o uso do Pix. Isso pode melhorar o relacionamento entre loja e clientes pela comodidade do serviço, atraindo mais público e aumentando as vendas.

De acordo com o World Retail Banking Report 2021 , 81% dos clientes pesquisados afirmam que a facilidade de acesso e a flexibilidade dos serviços podem motivá-los a substituir seu banco tradicional por um provedor financeiro de nova geração.

A mesma pesquisa aponta que muitos bancos ainda têm dúvidas sobre como orquestrar ecossistemas e articular totalmente sua organização em torno dos dados. No entanto, o estudo identificou que esse ponto é crucial nesse novo modelo de negócios bancários.

A recomendação é que os bancos realizem uma transformação digital e criem plataformas com o foco em Banking-as-a-Service (BaaS), baseadas na nuvem, que utilizam APIs para integrar o banco no dia a dia dos seus clientes, tornando-o assim mais acessível e mais inclusivo. Já estamos acompanhando grandes empresas do setor financeiro investindo nessa solução!

Vantagens só para correntista? É isso mesmo?

Já sabemos que com o Open Banking todo o histórico de relacionamento que o cliente construiu ao longo dos anos com uma instituição financeira ficará disponível para seus concorrentes, desde que ele autorize a divulgação dessas informações.

Mas, por que devo ceder meus dados? A resposta é simples: hiperpersonalização, conveniência e melhores práticas de experiência do consumidor! Com o compartilhamento, as empresas, sejam elas um fornecedor atual, ou futuros prospects, já saberão como é a “saúde financeira”, como são feitas as movimentações, saídas, entradas, etc. Não será necessário, por exemplo, construir um relacionamento do zero ao iniciar uma conta em uma nova instituição. Com o consentimento do cliente, basta acessar o banco de dados e pronto, todas as opções já estarão disponíveis.

Além disso, o relacionamento com as empresas financeiras será melhorado com ajuda da tecnologia, uma ponte integradora com os consumidores finais, que terão acesso facilitado para resolver problemas e aprimorar seu contato com as organizações. Cada cliente será único, com acesso a serviços personalizados e que atenderão suas necessidades reais, sem fazer parte de um pacote genérico de soluções.

Como fica a segurança dos dados? Até que ponto devo me preocupar?

Com a LGPD já em vigor, o BC implementando uma regulação específica para o Open Banking, também tendo em mente os recentes vazamentos de dados de instituições relevantes em diversos mercados, é de suma importância garantir um ambiente seguro para alcançar um sistema Open Banking protegido e eficaz. As instituições financeiras já estão investindo em tecnologia para garantir esse ponto, mas vale ressaltar que nunca é demais!

Será cada vez mais comum se deparar com certificados digitais que determinem padrões de criptografia, com chaves públicas e privadas. Também é importante que as ferramentas de segurança sejam integradas por meio de APIs (Aplication Programming Interface) que têm uma área compartilhada para interagir com outros sistemas.

O mercado já trabalha com APIs. Sites e redes sociais têm formas rápidas de cadastro, em que o usuário faz login e inclui suas informações, se assim concordar. O Open Banking propõe que o mercado financeiro também tenha APIs abertas.

O cliente também deve assumir o papel de observar para onde dará permissões de uso de dados, tomando o cuidado de verificar se a instituição seja reconhecida e possua certificados de segurança reconhecidos no mercado. De todo o modo, será preciso investimentos do setor financeiro em educação digital dos consumidores, salientando a importância do não compartilhamento de senhas e dispositivos móveis, dentre outras recomendações de segurança.

Mais novidades a caminho

Já no final de agosto, os clientes passarão a ter acesso a formas de pagamento fora do ambiente do banco via Pix – terceira fase do Open Banking. Serviços como pagamentos e propostas de crédito poderão ser realizados por um aplicativo de mensagens, por exemplo. A implantação do Open Finance continuará ao longo de 2022 e 2023, com as demais iniciativas de serviços bancários adicionadas às das seguradoras.

Quando todo o processo estiver finalizado, outras funcionalidades estarão disponíveis, como: TED; compartilhamento do envio de propostas de operações de crédito a clientes que aderirem ao Open Banking e compartilhamento de dados de clientes sobre demais operações financeiras, como câmbio, investimentos, previdência e seguros, dentre outros inúmeros serviços.

Com nova sede, Asaas inclui opção de trabalho híbrido para seus 400 colaboradores e abre vagas

Co-fundadores do Asaas, Diego e Piero Contezini, na nova sede.

Escritório em Joinville passa a ser utilizado como espaço de coworking; empresa também conta com salas em Florianópolis, Curitiba e São Paulo.

Com um crescimento de cerca de 235% no número de colaboradores desde o início da pandemia, a fintech de gestão financeira Asaas viu o período de trabalho remoto — adotado inicialmente por conta dos protocolos de saúde — como uma solução para a expansão do negócio. Agora, com o avanço da vacinação e a flexibilização gradual do isolamento social, a empresa passa a adotar oficialmente o modelo híbrido de trabalho e inaugura uma nova sede em Joinville, Santa Catarina. 

O imóvel, que foi reformado para atender as necessidades da organização, contará com 180 estações de trabalho que poderão ser utilizadas como coworking. “O processo criativo do projeto arquitetônico envolveu todo o time, de forma que conseguimos criar um espaço confortável e produtivo para eles. Além das mesas para trabalho, vamos ter áreas de interação, diversão e descompressão”, comenta Piero Contezini, CEO da fintech, que oferece uma plataforma completa para gestão de pagamentos, cobranças e antecipações focada em empreendedores. O negócio está em crescimento acelerado desde 2020, quando recebeu um investimento de R$37 milhões liderado pelo fundo Inovabra Ventures. A equipe passou de 120 pessoas para mais de 400 só na pandemia, e segue contratando — são diversas vagas disponíveis (mais informações aqui).

No novo modelo de trabalho adotado, os colaboradores poderão optar por trabalhar de forma totalmente presencial, remota ou híbrida, sendo que cada área tem a possibilidade de organizar as agendas de acordo com a sua rotina. A empresa manterá a oferta de notebooks, cadeiras e demais equipamentos para todos.

Além da sede em Joinville, o Asaas conta com escritórios de apoio em Florianópolis (SC), Curitiba (PR) e São Paulo (SP). Para os profissionais que atuam remotamente de outras cidades e estados, a fintech buscará parcerias com coworkings locais. 

Remote first

Em home office desde março de 2020, o Asaas enfrentou diversas mudanças para integrar os colaboradores mesmo à distância. Algumas ações, por exemplo, foram a incorporação de uma plataforma online de gestão de pessoas e a criação de uma reunião semanal de alinhamento geral com a diretoria. “Apresentamos números e novidades, comemoramos aniversários e respondemos dúvidas. É um espaço aberto, que permite que todos se sintam parte da instituição e ainda aumenta a transparência da gestão”, comenta o CEO.


Agora, com a retomada da presença no escritório, a startup irá adotar o modelo de remote first. Nesse formato, a comunicação remota tem prioridade, de forma que todas as reuniões e documentações devem continuar acontecendo com apoio de ferramentas digitais. A ideia é manter a integração e o alinhamento de toda a empresa, para que ninguém que não esteja trabalhando presencialmente deixe de saber algo ou fique de fora de uma decisão.

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Enphase Energy anuncia expansão para o Brasil

Enphase Energy, Inc. (NASDAQ: ENPH), uma empresa global de tecnologia de energia e fornecedora líder mundial de sistemas de energia solar fotovoltaica baseados em microinversores e baterias, anuncia hoje sua expansão para o mercado de energia solar brasileiro com a introdução de seus microinversores IQ 7+™.

A Enphase comercializará seus microinversores IQ 7+ para instalações residenciais e comércios de pequeno porte em todo o Brasil a partir de outubro de 2021. Os sistemas de microinversores Enphase serão equipados com gateways de comunicação Enphase Envoy™, que conectam um sistema solar Enphase à plataforma de monitoramento Enphase Enlighten™, tornando mais fácil o monitoramento da energia gerada a nível de módulo e auxiliando com insights durante a operação e manutenção do sistema solar.

“Estamos muito entusiasmados em trazer os produtos da Enphase aos nossos clientes no Brasil, fortalecendo os valores que criamos há anos”, disse Matheus Bazan, fundador e CEO da Solstar Brasil. “Enphase e Solstar compartilham os mesmos valores e o nosso objetivo é expandir o mercado solar brasileiro com os melhores produtos e o melhor atendimento ao cliente. “

Os microinversores IQ 7+ integram o software exclusivo da Enphase com sua tecnologia avançada de semicondutores para garantir excelente segurança e economia em escala. Os microinversores Enphase são submetidos a testes rigorosos de confiabilidade e qualidade com mais de um milhão de horas cumulativas de testes para fornecer desempenho excepcional sob calor, alta umidade, maresia, frio extremo e condições climáticas adversas. Os microinversores da empresa são projetados para oferecer uma longa durabilidade e contam com garantia limitada de 20 anos, sendo a maior do mercado de energia solar brasileiro.

“Nossa entrada no mercado de energia solar em rápido crescimento como o do Brasil é muito empolgante”, afirma Marco Krapels, vice-presidente de expansão de mercado da Enphase Energy. “Os sistemas de microinversores da Enphase apresentam segurança, simplicidade e confiabilidade incomparáveis, o que permite que instaladores residenciais e comerciais de pequeno porte gastem menos tempo com a instalação e manutenção de sistemas e mais tempo fornecendo uma experiência superior ao cliente, que inclui suporte ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana. Além disso, estamos trabalhando com parceiros de financiamento no Brasil, como a Solfácil, para ajudar a expandir o acesso aos produtos da Enphase.”