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Evento em São Paulo aborda a Transformação Digital da força de trabalho

A Automation Anywhere, líder mundial em robotic processs automation (automação robótica de processos ou RPA, na sigla em inglês), realizará, em 21 de maio, em São Paulo, seu primeiro evento no Brasil. Trata-se do Automation Anywhere Digital Workforce Summit, que abordará a Transformação Digital nas empresas por meio de bots de software que trabalham lado a lado com humanos.

O encontro contará com a presença de importantes nomes da empresa como o co-fundador, Ankur Kothari, que contará a trajetória de empreendedorismo e visão da empresa, hoje líder em tecnologia RPA e uma das corporações que mais cresce globalmente. Além disso, a importância do mercado brasileiro será respaldada também pelo vice-presidente da Automation Anywhere para América Latina, Edmundo Costa, responsável por garantir a expansão bem sucedida da organização de vendas em meio à rápida expansão da corporação, e do diretor da operação brasileira, Weslyeh Mohriak, que após trazer alguns dos principais nomes do setor de tecnologia ao Brasil, entre eles, Microsoft, Oracle, Borland, Peoplesoft, SCO, Symantec, Sybase e Unica, trabalha agora para garantir o sucesso da companhia no País.

“O Brasil demonstra um alto nível de aceitação da automação, o que melhora a eficiência e produtividade de equipes de trabalho em diferentes áreas das empresas e permite que os colaboradores avancem em suas carreiras. A Automation Anywhere está na posição de liderança no país e ajuda seus clientes a serem mais produtivos e alinharem o desenvolvimento humano à tecnologia, criando uma força de trabalho nova, mais eficiente e, consequentemente, mais feliz”, diz Mohriak.

Além disso, o time de produto da companhia falará sobre as inovações e o roadmap para o mercado local. O evento terá duração de um dia e além de painéis conduzidos pelos executivos, serão apresentados cases de sucesso das soluções da companhia. Os particiapantes terão a oportunidade de ouvir de seus pares de mercado como a tecnologia RPA causou impacto em seus negócios. Haverá também uma sessão de Build a Bot usando Inteligência Artificial, onde os participantes aprenderão a construir seu próprio robô, sem precisar de linhas de desenvolvimento ou ser um desenvolvedor. “A inovadora tecnologia da Automation Anywhere empodera pessoas e deixa todo o trabalho mecânico e repetitivo para os robôs”, completa o executivo.

Fundada nos Estados Unidos em 2003, a empresa é avaliada em mais de US$ 2,6 bilhões e oferece uma plataforma de RPA combinada à Inteligência Artificial (IA) que permite liberar humanos para atividades mais estratégicas, ao passo que tarefas repetitivas ficam a cargo de robôs com capacidade de machine learning. Como resultado, a tecnologia permite otimização de processos, aumento de produtividade e melhora da experiência de cliente para as companhias que a adotam.

Serviço

Dia: 21 de maio de 2019

Local: Renaissance São Paulo Hotel – Alameda Santos, 2233 – Cerqueira César

Horário: das 9h às 19h

Inscrições: Clique aqui

Amazon e Google anunciam chegada dos apps oficiais do Youtube no Fire TV; app do Prime Video também chega ao Chromecast e Android TV

Hoje a Amazon (NASDAQ: AMZN) e o Google (NASDAQ: GOOGL) anunciaram que, nos próximos meses, as empresas irão lançar o app oficial do Youtube no Amazon Fire TV e em smarTVs edição Fire TV, e também o app Prime Video será disponibilizado para streaming em aparelhos que possuam Chromecast. Além disso, o Prime Video poderá ser acessado em aparelhos Android TV e parceiros, e os apps Youtube TV e Youtube Kids também estarão disponíveis no Fire TV ainda este ano.

“Nós estamos animados em trabalhar com a Amazon para lançar os apps oficias do Youtube em aparelhos Fire TV no mundo todo” disse Heather Rivera, Head Global de Product Partnerships no YouTube. “Levar a emblemática experiência do Youtube para o Amazon Fire TV permite que nossos usuários tenham ainda mais maneiras de acessar os vídeos e criadores que eles amam”.

“É um prazer levar o app Prime Video para aparelhos Chromecast e Android TV, e dar a nossos usuários acesso conveniente a séries e filmes que eles amam” comentou Andrew Bennett, Head de Worldwide Business Development do Prime Video. “Seja para assistir os últimos episódios de The Marvelous Mrs Maisel, acompanhar os times competirem nas noites de Thursday Night Football ou escolher algum filme do nosso catálogo, o usuário terá ainda mais possibilidades de acessar o material que quiser, quando e como quiser”.

App oficial do Youtube no Fire TV

O emblemático app do Youtube será o jeito mais fácil do usuário acessar seus conteúdos favoritos do Youtube no Fire TV. Os usuários poderão logar em suas contas do Youtube, acessar suas informações e assistir vídeos em 4k HDR em 60 fps, nos aparelhos que permitam este tipo de exibição. Além disso, os apps Youtube TV e Youtube Kids também estarão disponíveis nos aparelhos FireTV e smarTVs edição Fire TV ainda esse ano.

App Prime Video para Chromecast e Android TV

Os usuários de todos os tipos de Chromecast e Android TV terão fácil acesso ao catálogo Prime Video, incluindo as últimas temporadas de séries Amazon Original, como The Marvelous Mrs. Maisel, Hanna, Homecoming, Bosch, Catastrophe eThe Grand Tour e também filmes Amazon Original como o recém lançado filme de Donald Glover, Guava Island, e diversos filmes como os nomeados ao Oscar The Big Sick e Cold War. O Prime vídeo oferece serviços exclusivos como o X-ray e acesso a títulos em 4k sem custo extra.

Android TV é uma marca registrada do Google LLC.

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Domínio “.br” completa 30 anos, um marco para a Internet no Brasil

O domínio “.br” completa 30 anos no dia 18 de abril (quinta-feira), um marco histórico da Internet no Brasil. Nessas três décadas, o “.br”, operado pelo Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), firmou-se como um dos “domínios de topo para código de país” (ccTLD ou country-code Top Level Domain) mais bem-sucedidos do mundo. São mais de 4 milhões de nomes registrados, cobrindo as mais variadas iniciativas conectadas à Internet no Brasil.

História
O “.br” tinha presença no Brasil antes mesmo da conexão à Internet estar estabelecida no país. No dia 18 de abril de 1989, Jon Postel (IANA), responsável pela atribuição de domínios de topo, delegou o “.br” ao grupo que operava redes acadêmicas à época na Fapesp. Inicialmente o “.br” foi usado para identificar máquinas no ambiente acadêmico, e os registros eram poucos e feitos manualmente. “Postel considerou que a comunidade brasileira já tinha maturidade para administrar o ‘.br’ e o delegou”, lembra Demi Getschko, diretor presidente do NIC.br, um dos integrantes do grupo.

Em 1991, com o acesso à Internet já estabelecido no Brasil, foi criada uma estrutura de nomes sob o “.br” contemplando os subdomínios “gov.br”, “com.br”, “net.br”, “org.br” e “mil.br” – respectivamente destinados ao Governo, empresas, organizações sem fins de lucro e forças armadas. A partir da expansão da Internet no país na área comercial em fins de 1994, o “.br” passou a crescer rapidamente: de 851 domínios registrados em 1995, alcançava mais de 7.500 nomes no mês de dezembro de 1996. O processo passou a ser automatizado e a marca de 1 milhão de domínios foi atingida em 2006, dez anos após. A trajetória dos 30 anos do “.br” é narrada por Demi Getschko em vídeo animado, acesse: http://youtu.be/u2CX-r5T7Hg.

Evolução
Os 4 milhões de nomes registrados colocam o domínio brasileiro entre os maiores do mundo. Dentre os cerca de 300 domínios de país que existem (ccTLDs), o “.br” é o 7º mais popular. Em sua evolução, o “.br” manteve suas características específicas, como a preservação da semântica das categorias de nomes. Assim, com a criação de novos subdomínios, passou a ter mais de 120 opções. Há categorias para interesses específicos (como “ong.br”, “art.br”, “eco.br”), para profissionais liberais (“bio.br”, “adm.br”, “mus.br”, “med.br”, “eng.br”, entre outros), que identificam cidades (por exemplo, “rio.br”, “manaus.br”, “cuiaba.br”, “floripa.br”, “foz.br”), entre outras. No Brasil, 92% das empresas que possuem website usam o domínio “.br”, de acordo com a pesquisa TIC Empresas 2017, do CGI.br, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do NIC.br. Mais detalhes sobre os números que marcaram a história do “.br” estão no infográfico animado: http://youtu.be/cGeKlwVbCNk.

Diferenciais e benefícios
Além da variedade de opções com os mais de 120 subdomínios disponíveis, os 30 anos de experiência mostraram solidez técnica e operacional. O “.br” diferencia-se de outros domínios, inicialmente por ser restrito a indivíduos e empresas no país, e também por adotar recursos de segurança como autenticação em duas etapas (token), resolução de DNS com garantia de segurança e criptografia (DNSSEC). A resiliência é aumentada com as numerosas cópias de servidores que possui no Brasil, além de manter servidores estrategicamente espalhados pelo mundo (Estados Unidos, Europa e Ásia). O valor praticado pelo registro, além de estar entre os mais baixos internacionalmente, mantem-se estável por longos períodos. “O NIC.br conta também com uma equipe de atendimento própria, formada por funcionários, que zela pela presteza e correção dos serviços, e pelo esclarecimento de dúvidas”, ressalta Getschko.

O recente recurso de “redirecionamento de página” do “.br” contribui para que usuários das mais diversas áreas e aplicações possam escolher uma forma estável e perene para sua identificação na Internet. Ao utilizar o redirecionamento, os usuários do “.br” podem conduzir seu público a páginas de redes sociais, ou a qualquer outra URL, com a flexibilidade de alterar o endereço no momento que desejar, sem perder sua identidade original.

“Outra razão relevante para registrar um ‘.br’ é saber que o NIC.br investe suas receitas em ações que visam a melhorar a Internet no Brasil. Além de manter a estrutura técnica de excelência para atividade principal de registro e publicação de nomes de domínio, retribuímos a confiança dos brasileiros promovendo atividades como implementação e operação de Pontos de Troca de Tráfego Internet, cursos de capacitação para diversos profissionais, produção de pesquisas sobre o uso da Internet, entre tantas outras ações e projetos”, finaliza Getschko.

Conheça todas as atividades do NIC.br no endereço: http://www.nic.br/atividades/, e saiba como registrar um domínio “.br” em: http://registro.br/.

Fintech MOVA é a primeira sociedade de empréstimo entre pessoas aprovada pelo Banco Central

A MOVA é a primeira Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP) brasileira a ser aprovada pelo Banco Central, e tem como objetivo praticar o modelo de peer-to-peer lending – ou empréstimo P2P. A base do negócio segue a tendência mais atual possível: trata-se de uma plataforma eletrônica, que faz a ponte entre investidores e financiados, sem a necessidade de intermediação de uma instituição financeira. Esse formato permite a oferta de taxas de juros menores para quem financia e maior retorno para quem investe.

A startup nasceu de uma sociedade com a já solidificada Omni, empresa que carrega 25 anos de experiência, fundada como financeira e hoje atua também como banco. Na parceria, os controladores da Omni entram como investidores no projeto elaborado por Roberto Felipe Testch, CEO e sócio fundador da MOVA. Além da redução de custos, a fintech também busca reduzir o risco de inadimplência. “Não se trata de inventar a roda, mas de trazer para o cliente de menor porte um tipo de serviço que os bancos de investimento já oferecem para as grandes empresas.” afirma Tesch.

Outros fatores são responsáveis pela fórmula simplificada proposta pela MOVA e asseguram vantagens para todos envolvidos. “Analisamos e formatamos os financiamentos aplicando técnicas de modelagem financeira e estruturação de dívida que antes eram muito caras para operações menores. Com a tecnologia, ficou mais barato aplicar esses métodos em maior escala. Por exemplo, caiu o custo do acesso à informação para realizar projeções financeiras e analisar a capacidade de pagamento do financiado, assim como evoluiu a segurança jurídica dos contratos eletrônicos.”, complementa o executivo.

Para os principais executivos da Omni, a expectativa é de que o lançamento dessa categoria de financiamento no mercado brasileiro seja mais uma forma inovadora no acesso ao crédito, coisa que a empresa já carrega em seu DNA. “Desde sua fundação, a Omni acredita em concessões de crédito que fujam dos meios tradicionais oferecidos pelos grandes bancos. Sabemos que é possível explorar novas fórmulas para chegar em soluções financeiras que sejam acessíveis e vantajosas”, comenta Érico Ferreira, Presidente do Conselho da Omni Soluções Financeiras.

Plataforma

No lançamento da plataforma, que está programado para junho deste ano, já estarão disponíveis diversos tipos de financiamentos para pessoa jurídica. Para pessoa física será possível financiar cursos de pós-graduação. Geralmente, o financiamento será coletivo, quando um grupo de investidores completar o valor solicitado, a operação é formalizada online. Cada investidor, poderá pulverizar seu risco, investindo em pequenas cotas de financiamentos para montar um portfólio diversificado.

Atuação independente

A MOVA atua de forma independente do grupo Omni, nos termos da sua regulação. A estruturação do negócio teve início em maio de 2018, logo após a publicação da regulação, e o pedido de aprovação foi enviado ao Banco Central em setembro do mesmo ano.

Inteligência Artificial facilita análise de crédito

De acordo com levantamento da CNC – Confederação Nacional do Comércio – 62,4% das famílias brasileiras estão endividadas atualmente, maior patamar desde 2015. Para sair do vermelho e colocar as contas em dia, uma das soluções é o crédito pessoal, opção que, infelizmente, não é barata no Brasil.

Com o objetivo de mudar esse cenário e tornar o crédito acessível, a Rebel, plataforma online de crédito pessoal, trabalha com inteligência artificial, método que permite uma análise mais completa e certeira do perfil do cliente, oferecendo uma proposta de crédito personalizada, com taxas, parcelas e juros ideais para cada um.

“Enfrentamos uma série de desafios para tirarmos o mercado de crédito do cenário negativo. Hoje, temos altas taxas de juros, inadimplência, ineficiência, pouca concorrência e etc. Nosso objetivo é liderar uma transformação dos serviços financeiros que são prestados no Brasil, empoderando o consumidor de crédito por meio de uma precificação mais justa para seu perfil”, conta Rafael Pereira, CEO da Rebel.

A fintech se diferencia no mercado por utilizar machine learning e big data na análise de mais de 2 mil variáveis – como, por exemplo, renda mensal, hábitos de compra, padrões de comportamento e alavancagem financeira – para traçar perfis, se antecipando ao Cadastro Positivo, lei sancionada recentemente pelo governo. Já para melhorar a segurança dos dados, a startup é a única a utilizar blockchain na certificação dos contratos.

“Uma de nossas missões é desmistificar a imagem de que crédito é algo negativo. Ele pode trazer, na verdade, uma série de benefícios para consumidores e empresas, sendo uma importante ferramenta para financiar casa, carro e viagens, por exemplo, mas isso somente quando aplicada uma taxa vantajosa para o cliente”, explica Pereira. “Boa parte da população ainda acha mais fácil usar o cheque especial, mas, em um comparativo rápido, se uma pessoa financia, por exemplo, R$5 mil no cartão de crédito, no final de 12 meses pagará mais de R$8 mil. Já no cheque especial, o valor total seria de, aproximadamente, R$10 mil. Na média do crédito pessoal não consignado, ao final de 12 meses, considerando o mesmo valor de R$5 mil, a pessoa pagaria aproximadamente R$7.500. Aqui, na Rebel, com uma taxa a 2,9%, ela pagaria R$5.991,80 ou, a uma taxa de 4,9%, R$6.731,40”, completa o CEO.

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Inovabra habitat completa um ano e anuncia parcerias

O inovabra habitat, espaço de coinovação do Bradesco, acaba de completar um ano com resultados significativos na geração de negócios de alto impacto e atividades de coinovação entre os habitantes. Atualmente tem mais de 190 startups alocadas e focadas em tecnologias digitais disruptivas como blockchain, big data e algoritmos, internet das coisas, inteligência artificial, open API e plataformas digitais, além de 70 grandes empresas (clientes do Bradesco) e 8 fundos de investimentos, com ocupação total do espaço.
De acordo com levantamento feito com parte das startups, após a mudança para o espaço as empresas somaram um faturamento acima de R$ 600 milhões. Em média um aumento de 55% no faturamento e 60% de aumento em número de funcionários.

Além disso, durante esses 12 meses foram fechados mais de 90 contratos de negócios entre os habitantes – startups com o Bradesco, startups com corporações habitantes e entre as próprias startups, o que contribuiu para o aumento do faturamento destas empresas.

O Grupo Fleury, uma das grandes empresas do espaço, já teve interações com cerca de 40 startups habitantes para resolver questões internas não apenas na área médica, mas também no seu backoffice. Por meio da solução de inteligência artificial desenvolvida por uma dessas startups, a DataH, a empresa teve acesso a um algoritmo capaz de acertar um diagnóstico de pneumonia por raio-X em 95% das vezes.

O próprio Bradesco também tem conseguido boas parcerias e negócios no espaço de coinovação. Um exemplo disso é o Departamento de Empréstimos e Financiamentos que firmou, recentemente, um negócio com a Nuveo, startup focada em big data, para automatizar a leitura e digitalização de contratos. Em pouco mais de um mês de parceria, o banco foi capaz de automatizar o processamento de mais de 200 mil documentos, gerando eficiência no backoffice.

“Nosso time de coinovação está atento às demandas das startups e grandes empresas presentes no habitat e, com isso, ajudamos na conexão entre elas”, explica Antranik Haroutiounian, diretor de Pesquisa e Inovação do Bradesco. “Conseguimos mapear as principais necessidades das empresas habitantes e de áreas de negócios do Banco e lançar desafios para as startups. A partir desses desafios, nossa equipe identifica as soluções mais adequadas entre as startups dentro do próprio espaço”, completa.
As atividades de coinovação promovidas ajudam a identificar essas necessidades, como reuniões de relacionamento, apresentação de provas de conceito, pitches e até a Pizza com CEOs, encontros mensais entre CEO das startups, convidados das corporações e executivos do Bradesco. Ao todo, foram realizadas cerca de 570 dessas atividades.

Nesse primeiro ano, o inovabra habitat também se tornou referência de palestras, treinamentos e workshops de qualidade. Cerca de 70 mil pessoas já usufruíram dos mais de 1.000 eventos, muitos desenvolvidos pelo próprio time do inovabra habitat, além dos promovidos por profissionais e empresas que oferecem conteúdos relevantes para apresentar no espaço. Um exemplo de evento proprietário foi a série “habitalks” que, em seus três encontros de 2018, discutiu temas relevantes à sociedade e à inovação, como a era de big data, inteligência emocional e relações interpessoais com a tecnologia. O espaço também já recebeu eventos com grandes personalidades, como o empreendedor Robinson Shiba, o consultor canadense especializado em cultura digital Don Tapscott, o desenvolvedor da IBM que tem apenas 13 anos, Tanmay Bakshi, além do Fórum Internacional de Inteligência Artificial, que reuniu acadêmicos e experts nacionais e internacionais no assunto.

Serviços

O inovabra habitat tem ainda um estúdio para gravação de áudio e vídeo e uma agência de comunicação, residente no espaço, que presta atendimento gratuito às startups habitantes. Desde que foi inaugurado, em julho de 2018, o estúdio já realizou cerca de 420 gravações. Caso a startup requeira evolução no trabalho de comunicação, podem ser contratados planos customizados em condições especiais.

Na mesma linha, o inovabra habitat oferece consultoria jurídica, estratégica e mentoria sobre modelo de negócios e investimentos para as startups. Para muitos habitantes, a contratação desse tipo de serviço seria inviável, por conta dos altos custos. A possibilidade de tê-los de forma gratuita traz um ganho orçamentário importante, sendo mais um valor agregado que o espaço oferece.

Expansão

Diante do sucesso do inovabra habitat, que contribuiu para que o Bradesco conquistasse o título de banco mais inovador do mundo no Efma-Accenture Distribution & Marketing Innovation Award 2018, o Banco decidiu ampliar seu alcance de atuação por meio de parcerias com outros centros de inovação regionais, como a Acate, em Florianópolis (SC), e o Porto Digital, no Recife (PE), que passam a ter o selo “Parceiro inovabra”.

A partir de agora, os dois centros podem indicar startups qualificadas pelo inovabra habitat para atender demandas de negócios das corporações habitantes e do próprio Bradesco. Além disso, as startups selecionadas passam a ter posições de trabalho disponíveis no espaço físico para uso eventual no inovabra habitat e a poder usufruir dos mais de mil eventos que acontecem durante o ano no local. Da mesma forma, startups do inovabra habitat poderão frequentar os espaços da Acate e do Porto Digital.

Diversos pontos de vista

Barras de aço inox posicionadas simetricamente e que, magicamente, se transformam em um unicórnio. Para isso, basta olhar de um ângulo diferente. Assim é a estátua que será inaugurada no fim deste mês no inovabra habitat, em alusão à figura mitológica que representa startups que atingem um bilhão de dólares de valor de mercado. “O inovabra habitat convida à coinovação por meio da união de muitas visões diferentes. Queríamos que essa lógica estivesse representada de uma forma tangível em nosso espaço, daí a ideia de criar a estátua”, explica Antranik Haroutiounian, diretor de Pesquisa e Inovação do Bradesco. A obra foi desenvolvida a seis mãos pelo Bradesco, agência R/GA e produtora Bolha e será fonte de informações aos visitantes: após escanear um QR Code, as pessoas terão acesso a informações sobre a obra e sobre o inovabra habitat.

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Banco PAN inova e lança recurso de biometria facial como assinatura de contrato

O Banco PAN lança o recurso de biometria facial como assinatura para o cliente que contratar um empréstimo consignado. A tecnologia, pioneira no ramo de crédito, chega para trazer ainda mais eficiência, agilidade, segurança e praticidade, tanto para o consumidor, quanto para o Banco. A modernização no atendimento integra a estratégia do PAN em se tornar 100% digital. Nos próximos dois anos, o aporte financeiro destinado à tecnologia chegará a R$ 150 milhões.

“A ideia surgiu em 2016 quando pesquisamos qual deveria ser o modelo de assinatura do PAN e das vendas no varejo no futuro. As primeiras análises apontaram para o reconhecimento de voz ou de digitais, mas levando em consideração a acessibilidade do recurso, definimos que a biometria facial era a mais adequada para nossos clientes”, afirma Artur Azevedo, Superintendente Executivo de Produtos e CRM do Banco PAN.

“O modelo tradicional de formalização está atrelado a custos de logística, impressão, análise e digitalização de papel. Por meio desta novidade, estamos ganhando em eficiência e otimização de recursos”, diz.

A tecnologia proporcionará também maior robustez no processo de prevenção de fraude, garantindo maior segurança aos nossos clientes. Os números iniciais demonstram redução significativa do risco de fraude quando comparados à operação tradicional via papel, que já é considerada uma das mais seguras. Tudo também foi desenvolvido para já atender à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP), que entrará em vigor em 2020.

A implementação dessa tecnologia aconteceu por etapas, sendo lançada em 10 lojas do PAN no início deste ano. Progressivamente foi expandida às 60 lojas e 6 correspondentes selecionados, ainda em processo de piloto. A partir de 16 de abril, toda a rede parceira do PAN contará com esta inovação.

“Nosso time comercial das lojas e da rede de correspondentes serão beneficiados ao quebrarmos as barreiras físicas e ampliarmos a atuação de qualquer vendedor para o âmbito nacional. Deste modo, expandiremos a captação de novos clientes permitindo-nos originar e escalar ainda mais nossos negócios”, explica o superintendente.

Público sênior e tecnologia

Aposentados e pensionistas são os principais públicos de crédito consignado. Com o desafio de lançar um recurso tecnológico a estes clientes, o PAN destinou esforços para levar a novidade em um formato ideal para eles. Tendo acessibilidade, usabilidade e experiência desses clientes como pré-requisito, foram testados 14 protótipos, até se chegar à versão atual que garantiu o pleno entendimento do processo pelos clientes, permitindo-os realizar o processo sem nenhum tipo de auxílio.

“Envolvemos uma base de clientes aposentados nos testes dos protótipos. Com isso, conseguimos garantir a simplicidade e transparência no processo de contratação de crédito e assegurar que este perfil de consumidor não necessitaria de auxílio para realizar a formalização digital”, diz.

Expectativa

No segundo semestre deste ano, a novidade chegará para outros produtos do Banco, como financiamento de veículos. Ainda em 2019, a expectativa é que 100% dos processos de contratação de crédito e abertura de conta deverão acontecer via biometria facial.

“Estamos com uma ótima expectativa para este lançamento pioneiro e temos a certeza de que será um grande sucesso entre os clientes, que terão uma experiência ainda melhor e mais transparente no modelo de contratação”, completa Artur.

Qual é o principal fator de sucesso de uma startup?

Por Fernando Godoy, autor do livro Startup Village

Quando temos uma ideia ou nos juntamos a amigos ou outros empreendedores para iniciar uma startup, começa um potencial incrível de possibilidades e oportunidades. Pelo menos é isso que uma startup se propõe a fazer. Criar algo inovador, melhorar algum processo, impactar milhares de pessoas e por aí vai.

Mas, afinal, por que muitas startups falham nessa missão? E por que algumas têm sucesso? Quais seriam os fatores decisivos para o sucesso ou o fracasso?

Pensei, estudei, pesquisei, vi uma série de depoimentos de donos de startups bem-sucedidas e também de muitas que falharam, e observei atentamente todos os elementos mencionados. A partir daí, surgiu uma lista de fatores importantes para o sucesso ou o fracasso de uma startup.

Quer saber quais são esses fatores? Então veja o que, na prática, determina o sucesso de uma startup!

A “ideia” do negócio (o marco zero)

Geralmente, toda startup surge a partir de uma ideia iluminada. Tudo sempre nasce da percepção do empreendedor que tem:

– Um “estalo” (insight);

– Um grande questionamento sobre algum serviço no qual ele foi mal atendido;

– A percepção da ausência de um determinado serviço ou produto no mercado;

– Enfim, quanto maior e mais inovadora for a ideia, mais garantia de sucesso ela tem, certo? Negativo.

Equipe capacitada e sócios experientes

E se acrescentássemos a uma grande ideia uma ótima equipe, com alta capacidade de execução, conhecimentos completares e poder de adaptação frente ao mercado?

Agora que eu tenho ideia + time, vou ter sucesso, O.K? Ainda não. Mas e se o meu sócio é o melhor vendedor que eu conheço? Ele tem experiência de vários anos nessa área e batia meta todo mês na antiga empresa onde trabalhava. Inclusive, ele até já ganhou vários prêmios. Então não falta mais nada, não é?

Bom, ter uma ótima equipe comercial é fundamental e basicamente responsável pela existência de uma empresa. Sem vendas, não há negócio que pare de pé, certo? Mas ainda vamos analisar outros fatores. Digamos que a equipe comercial também faz parte do fator time. Então vamos acrescentar o modelo de negócios.

Modelo de negócios e investimento

Modelo de negócios: como vou ganhar dinheiro com essa startup? Já está tudo planejado. Sei exatamente coisas como:

– O formato a ser utilizado;

– Para quem (como e por quanto) vou vender;

– O formato de entrega;

– Margens.

Passei um bom tempo fazendo a lição de casa. O meu modelo de negócios foi analisado por vários especialistas e não tem como dar errado (escuto muito isso). Poxa, agora vai: grande ideia + ótimo time + modelo de negócios infalível. Não, isso ainda não é o suficiente.

Ah, estava faltando algo muito importante: investimento, dinheiro, cash, grana, funding, gasolina. Qualquer um desses nomes será entendido por quem é empreendedor. Com dinheiro tudo dá certo. Agora sim a fórmula se completou: ideia + ótima equipe + modelo de negócios power + muito dinheiro = sucesso. Ainda vou ter que discordar. Está faltando um importante elemento nessa equação: timing do negócio.

O “timing do negócio” talvez seja o fator decisivo para o sucesso

Lancei muito cedo e não tinha cliente (ou tive que gastar um tempão educando o mercado, explicando para que servia o meu produto/serviço).

Cheguei atrasado… Perdi o timing do negócio. Já havia grandes concorrentes instalados e consolidados. Então ficou complicado conquistar meu espaço ali. Ou, entrei no momento exato. Nem tão cedo, nem tão tarde.Obviamente, todos os outros elementos são importantes. Todavia, acredito que o timing correto corresponde a 50% de chance da sua startup ter sucesso.

Um exemplo próprio de timing errado

Em 2000, eu lancei o primeiro portal B2B do Agronegócio, chamava-se i4sugar.

A ideia era criar um B2B de fornecedores e compradores. Principalmente para o setor sucroalcooleiro, na parte de usinas, que comprava muita coisa, desde parafusos até foguetes. Desenvolvemos toda a tecnologia, tínhamos dinheiro, uma boa equipe, fizemos marketing, divulgação, enfim, o projeto tinha tudo para dar certo. Inclusive, fizemos o lançamento em uma grande feira no interior de São Paulo. Porém, quando chegamos aos nossos possíveis clientes, a maioria deles sequer tinha computador. E os que tinham, utilizavam internet via modem. Ou seja, a conexão era péssima.

Eu tinha vindo para o Brasil com uma mentalidade mais ampla, já que havia morado nos EUA até 1999. Lá, a banda larga já funcionava bem. Mas, no Brasil, o modem discado era o que existia de mais acessível. Mesmo assim, devido ao entusiasmo e pelo fato de ter sócios que conheciam bem o setor, achei que a ideia daria certo. Fato é que, na verdade, cheguei com a ideia muito cedo, no timing do negócio errado. Com isso, o projeto se tornou inviável e desistimos dele cerca de 6 meses depois.

Naquele mesmo ano, tive que me segurar para não cair no mesmo erro: lançar uma plataforma de ensino à distância. Contudo, nem todos os setores enfrentavam problemas. Por isso, tive que focar primeiro em qual mercado estava com melhores condições de infraestrutura. Então, encontrei a indústria farmacêutica como porta de entrada. Depois, aí sim, lançamos uma das primeiras plataformas de ensino à distância do Brasil e tivemos muito sucesso. Era tudo uma questão de timing exato.

Casos de grande sucesso graças ao timing certo

A expansão da banda larga foi o fator determinante para o sucesso de inúmeros novos negócios. O YouTube foi um deles.

AirBnB e Uber surgiram em um momento perfeito dos EUA: a chegada da recessão. As pessoas buscavam renda extra, alugando parte do seu imóvel ou dirigindo seu próprio carro. Repito, todos os fatores mencionados são importantes – cada um pode ter um grau maior o menor, dependendo do negócio. Porém, ressalto novamente a importância do timing. E chego até a dizer que, para o sucesso de uma startup, o que é menos importante é o funding/dinheiro.

É óbvio que, em algum momento, toda empresa precisa de investimento. Mas, no início, para atingir um grau de sucesso suficiente, nem sempre esse será o fator fundamental. Portanto, se você está pretendendo iniciar uma startup ou já lançou e está tendo dificuldades, analise se todos os fatores estão sendo cobertos de forma correta, tendo cada um o seu critério.

Conclusão

Muitas empresas com uma ideia, digamos, boa (e não incrível), tiveram sucesso graças ao fato de estarem no timing correto. Com o tempo, foram ganhando mais dinheiro e aperfeiçoando o seu produto ou serviço. Desse modo, mais importante do que ter uma ideia genial é fazer uma opção menos grandiosa, mas com o timing perfeito e que ainda não tenha concorrentes (cuidado para não lançar muito cedo).

O importante é se assegurar de que existe uma demanda reprimida. A partir daí, cabe a você dar o peso ideal para a sua ideia, equipe, modelo de negócios, recursos financeiros e timing.

Embracon promove Hackathon para estimular a educação financeira em meios digitais

A Embracon, empresa especializada em consórcio, promoverá nos dias 1 e 2 de junho, na sede da administradora, a primeira edição do Hackathon Embracon. O evento tem como objetivo reunir desenvolvedores e profissionais que atuam em startups e fintechs para uma competição entre times multidisciplinares. Eles terão o desafio de construir soluções tecnológicas de alto valor, com foco em melhoria dos serviços de consórcio, em um curto espaço de tempo.

O tema do primeiro desafio será: “Como prover educação/consultoria financeira através de meios digitais”. Os participantes terão que criar soluções inovadoras utilizando a tecnologia como motor para fomentar a educação financeira relacionada à Consórcios em diferentes canais (internet, aplicativos, vídeos, mensagens instantâneas, redes sociais, bots, realidade aumentada, podcasts, etc).

Serão 30 horas ininterruptas de desenvolvimento e, ao final, cada grupo fará um pitch (venda da solução) para uma banca avaliadora. A proposta que conquistar o primeiro lugar receberá um prêmio de 5 mil reais.

“O Hackaton é uma ótima oportunidade de ampliar a visão transformadora dentro da organização, pois estamos estimulando a criatividade, a discussão de novas ideias e todos os lados saem ganhando”, destaca Vanessa Dutra, gerente de Inovação da Embracon. “O desenvolvimento de novas soluções nos transforma em uma empresa mais ágil e preparada para lidar com os desafios da busca por resultados”.

As inscrições estão abertas e podem ser realizadas de forma gratuita até o dia 28 de maio. Os interessados devem se cadastrar pelo site: www.sympla.com.br/hackathondaembracon

PREMIAÇÃO

1º Lugar – R$ 5 mil.

2º Lugar – R$ 3 mil.

3º Lugar – Curso de NeuroUX da Khanum Consultoria.

Arnaldo Bertolaccini é diretor de Experiência do Cliente no iFood

Com crescimento de três dígitos ao ano, há oito anos, o iFood, unicórnio brasileiro, segue expandindo o negócio e contratando. Arnaldo Bertolaccini chega à empresa para estruturar a área responsável pela Experiência do Cliente que vai muito além do consumidor final.

“O iFood é a única empresa que desenvolve o ecossistema de food delivery como um todo. O intuito é gerar uma experiência melhor para os consumidores, para os restaurantes, para os entregadores e para os distribuidores de embalagens e insumos. Cada vez mais as os clientes esperam ter uma resposta mais ágil e mais pessoal. Estamos investindo na contratação de time, além de ferramentas e tecnologia para solucionar da melhor forma e entregar uma experiência além da expectativa”, conta.

Arnaldo é administrador de empresas com formação em Gestão de Relacionamento com o Cliente pela FGV, Qualidade de Serviço no Instituto Disney e Programa de Desenvolvimento pelo IESE Universidade de Navarra. Sua trajetória conta com ampla experiência na área em empresas como Mercado Livre, Walmart, Groupalia, Fnac e Banco Real.

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Estudo global da IBM aponta que 77% das organizações não têm um plano de resposta a incidentes de segurança cibernética

A IBM (NYSE: IBM) anunciou hoje os resultados de um estudo global que explora a prontidão das organizações quando se trata de resistir e se recuperar de um ataque cibernético. O estudo, conduzido pelo Instituto Ponemon e encomendado pela área de Segurança da IBM, descobriu que a grande maioria das organizações pesquisadas ainda está despreparada para responder adequadamente aos incidentes de segurança cibernética, com 77% dos entrevistados indicando que não possuem um plano de resposta a incidentes de segurança cibernética aplicado consistentemente em toda a empresa.

Enquanto estudos mostram que empresas que respondem de maneira rápida e eficiente para conter um ataque cibernético em 30 dias economizam mais de US$ 1 milhão no custo total de uma violação de dados [1], déficits no planejamento adequado de resposta a incidentes de segurança permaneceram consistentes nos últimos quatro anos do estudo. Considerando as organizações pesquisadas que têm um plano em funcionamento, mais da metade (54%) não realiza testes regularmente, o que pode deixá-las menos preparadas para gerenciar com eficácia os processos complexos e a coordenação que devem ocorrer após um ataque.

A dificuldade que as equipes de segurança enfrentam na implementação de um plano de resposta a incidentes também afetou a conformidade das empresas com o GDPR, Regulamento Geral de Proteção de Dados. Quase metade dos entrevistados (46%) diz que suas organizações ainda não realizaram o cumprimento integral do GDPR, mesmo após aproximadamente um ano da aprovação da legislação.

“Não ter um plano em vigor é algo muito arriscado ao responder a um incidente de segurança cibernética. Esses planos precisam ser submetidos a testes regularmente e do suporte total do conselho administrativo para investir nas pessoas, processos e tecnologias necessárias para sustentar esse programa”, disse João Rocha, líder de Segurança da IBM Brasil. “Quando o planejamento adequado é combinado com investimentos em automação, observamos que empresas conseguem economizar milhões de dólares durante uma falha de segurança.”

Outros resultados do estudo incluem:

– Automação ainda está no início – menos de um quarto dos entrevistados afirmou que sua organização usa significativamente tecnologias de automação, como gerenciamento e autenticação de identidades, plataformas de resposta a incidentes, e ferramentas de gerenciamento de eventos e informações de segurança (SIEM) em seu processo de resposta.

– Falta de profissionais na área – apenas 30% dos entrevistados relataram que sua equipe de segurança é suficiente para alcançar um alto nível de resiliência cibernética.

– Privacidade e Segurança combinadas – 62% dos entrevistados indicaram que o alinhamento das funções de privacidade e segurança é essencial ou muito importante para alcançar a resiliência em suas organizações.

Automação ainda está no início

Pela primeira vez, o estudo deste ano mediu o impacto da automação na resiliência cibernética. No contexto desta pesquisa, a automação refere-se à ativação de tecnologias de segurança que aumentam ou substituem a intervenção humana na identificação e contenção de ataques ou violações. Essas tecnologias dependem de inteligência artificial, machine learning, analytics e orquestração.

Quando perguntados se sua organização utiliza a automação, apenas 23% dos entrevistados disseram que eram usuários significativos, enquanto 77% relataram que só usam a automação de forma moderada, insignificante ou não utilizam. Organizações com o uso extensivo da automação avaliam sua capacidade de prevenir (69% vs. 53%), detectar (76% vs. 53%), responder (68% vs. 53%) e conter (74% vs. 49%) um ataque cibernético como superiores em comparação à amostra geral dos entrevistados.

De acordo com o estudo da IBM, Cost of a Data Breach de 2018, o uso da automação é uma oportunidade para fortalecer a resiliência, pois organizações que implementam este tipo de tecnologia economizam US$ 1,55 milhão no custo total de uma violação de dados, em contraste com as que não utilizam a automação e obtêm um custo total muito maior.

A falta de profissionais qualificados ainda impacta a ciber resiliência

O déficit de competências em cibersegurança aparenta estar prejudicando ainda mais a resiliência cibernética, já que as organizações relataram que a falta de profissionais afetou o gerenciamento adequado de recursos e necessidades. Os participantes da pesquisa afirmaram que não têm o número necessário de profissionais para manter e testar adequadamente seus planos de resposta a incidentes e que estão com 10 a 20 vagas abertas em equipes de segurança cibernética. De fato, apenas 30% dos entrevistados relataram que a equipe de segurança é suficiente para alcançar um alto nível de resiliência cibernética. Além disso, 75% dos entrevistados classificam sua dificuldade em contratar e reter pessoal especializado.

Adicionalmente, quase metade dos entrevistados (48%) admitiu que sua organização implementa muitas ferramentas de segurança distintas, aumentando a complexidade operacional e reduzindo a visibilidade na postura geral de segurança.

Privacidade como prioridade

As organizações estão finalmente reconhecendo que a colaboração entre privacidade e cibersegurança pode aprimorar seus resultados, com 62% indicando que o alinhamento entre estas equipes é essencial para alcançar a resiliência. A maioria dos entrevistados acredita que a função de privacidade está se tornando cada vez mais importante, especialmente com o surgimento de novas regulamentações, como a LGPD no Brasil, a GDPR na Europa e o California Consumer Privacy Act nos EUA, e priorizando a proteção de dados ao tomar decisões de compra de TI.

Quando perguntados sobre qual era o principal fator para justificar os gastos com cibersegurança, 56% dos entrevistados disseram perda ou roubo de informações. Isso é especialmente verdade, já que os consumidores estão exigindo que as empresas façam mais para proteger ativamente seus dados. De acordo com uma pesquisa recente da IBM, 78% dos entrevistados dizem que a capacidade de uma empresa manter seus dados privados é extremamente importante, e apenas 20% confiam completamente nas organizações com as quais eles interagem para manter a privacidade de seus dados.

Além disso, 73% dos entrevistados também relataram que têm um líder de privacidade (Chief Privacy Officer), comprovando que o tema se tornou prioridade nas organizações.

Sobre o estudo

Conduzido pelo Instituto Ponemon e encomendado pela IBM, “Cyber Resilient Organization 2019” é o quarto estudo anual de benchmark sobre resiliência cibernética, ou seja, a capacidade de uma organização de manter seu objetivo e integridade ao sofrer ataques cibernéticos. A pesquisa global traz insights de mais de 3.600 profissionais de segurança e TI de todo o mundo, incluindo Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Brasil, Austrália, Oriente Médio e Ásia-Pacífico.

Relatório completo

Para conferir o estudo na íntegra, acesse: “The 2019 Study on the Cyber Resilient Organization”.

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Três primeiros meses de 2019 animam brasileiros para mercado de trabalho, aponta Randstad

Os brasileiros estão otimistas em relação ao mercado de trabalho do País. O comportamento é apontado pela pesquisa Randstad WorkMonitor do primeiro trimestre do ano, desenvolvida pela Randstad, líder global de soluções de RH. De acordo com o relatório, o Índice de Mobilidade do Brasil, medida que analisa a confiança do profissional e probabilidade de mudança de emprego nos próximos seis meses, manteve a tendência de alta do último trimestre e apontou crescimento de 4 pontos entre janeiro e março deste ano, atingindo a marca 129.

Os dados reforçam a retomada de ânimo dos profissionais após queda marcante de 9 pontos no terceiro trimestre de 2018, reflexo do cenário político indefinido. Nos últimos seis meses, o índice subiu 12 posições. “Com a sustentação da retomada de confiança, a expectativa é que o crescimento se mantenha esse ano inteiro, principalmente se o cenário econômico e político projetado pelo mercado se confirmarem”, explica Toni Camargo, diretor de operações da Randstad. De acordo com o executivo, a reforma da previdência pode ser fator fundamental para o desempenho do Índice de Mobilidade. “Só veremos uma queda nessa confiança se a reforma não for aprovada ou se houver um claro desentendimento do governo com o congresso”, complementa.

Mudança de emprego em 2019

A pesquisa também aponta que 71% dos brasileiros não mudaram nem de cargo, nem de empresa nos últimos seis meses do ano, mostrando maior movimento em relação ao trimestre imediatamente anterior, quando a porcentagem desse dado marcou 75%. Entre os que optaram pela mudança, 18% mudaram de empresa mantendo o cargo, 7% foram promovidos dentro da empresa; e 4% mudaram de empresa e de cargo.

Quando o assunto é a procura por novas colocações, o relatório revela que 34% dos profissionais são talentos passivos – não estão procurando vagas ativamente, mas avaliariam boas propostas recebidas – enquanto 28% estão procurando ativamente e outros 38% não estão interessados na busca no momento.

Na era digital, liderar pelo exemplo ainda é o modelo mais efetivo de engajamento

Por João Lúcio de Azevedo Filho

Muito se fala das novas tecnologias digitais e de como elas vão impactar a sociedade e o mercado de trabalho. Aumento do uso da inteligência artificial, robotização para automatização de processos, chatbots que conversam com clientes como se fossem atendentes humanos, drones que entregam produtos diretamente em sua casa, o avanço tecnológico parece não ter limite. No livro What To Do When Machines Do Everything, lançado em janeiro de 2017 pelo Centro do Futuro do Trabalho da Cognizant, é possível destacar que, apesar dos avanços tecnológicos da 4.ª revolução industrial, o grande pivô de todas essas evoluções sempre será o ser humano. Grande parte do sucesso das empresas é e continuará sendo resultado do comportamento humano, reflexo dos perfis de liderança e de como as pessoas reagem às mudanças.

A hierarquia presente no modelo de gestão vertical perde cada vez mais espaço nas organizações mais modernas. No mundo digital, considerando a velocidade com que evolui, essa abordagem se mostra até obsoleta. Modelos colaborativos de gestão, com ambientes que permitem autonomia de decisão, mas com um objetivo claro e comum, fazem muito mais sentido. O manifesto “Ágil” publicado em 2001 já antecipava essa importante mudança cultural no que tangia ao desenvolvimento de software. Lá se pregava:

– Indivíduos e interações mais que processos e ferramentas

– Software em funcionamento mais que documentação abrangente

– Colaboração com o cliente mais que negociação de contratos

– Responder a mudanças mais que seguir um plano

O que talvez não se antecipava naquela época é que tecnologia e negócios um dia estariam tão amarrados que os modelos organizacionais das empresas também poderiam se beneficiar das abordagens “ágeis”.

Vejo claramente que perfis de liderança distintos influenciam diretamente no resultados dos negócios. Um líder de sucesso não é apenas um profissional com grande conhecimento técnico, mas aquele capaz de liderar pessoas, organizar projetos e, acima de tudo, inspirar seus colaboradores. O chefe não motiva e ainda não se entende com as novas gerações. O líder inspira confiança da geração X aos millenials.

Líderes conciliadores, colaborativos e que lideram pelo exemplo tendem a ser muito mais efetivos no longo prazo. Se você quer fazer com que uma equipe atinja algo, e as pessoas atuem de forma espontânea em direção a um objetivo comum, elas precisam estar tranquilas de que seguem alguém em quem confiam. Durante minha carreira, tive a oportunidade de trabalhar com gestores que atuavam de forma autoritária, e outros que agiam de forma conciliadora e ensinavam por meio das ações. Os únicos que me inspiraram, e dos quais lembro ainda hoje, foram os que lideravam pelo exemplo.

Conheci também profissionais brilhantes intelectualmente, mas que nunca despontaram como líderes ou gestores. Trabalhei com pessoas que eram dedicadas, responsáveis, com características pessoais marcantes, mas de alguma forma não tinham o apetite para o risco e se esquivavam de assumir novas responsabilidades ou áreas e atividades em que não tinham pleno conforto para trabalhar. São excelentes pessoas e profissionais, mas não tinham perfil para liderar naquele momento. Devo destacar que alguns líderes são natos, mas faz parte também de um movimento inteligente, que as empresas sejam capazes de identificar pessoas com perfil de liderança e as treinem para exercer esse papel.

Para atingir um cargo estratégico em qualquer grande corporação, é preciso sim entender do seu negócio, mas é preciso muito mais entender de pessoas e de liderança.

João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil.

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Thomson Reuters apresenta plataforma em nuvem que facilita a gestão fiscal e tributária das empresas

O uso de tecnologias inovadoras e disruptivas pelo mercado corporativo no Brasil já é uma realidade. Em alguns segmentos, como o Fiscal & Tributário, é até mesmo uma necessidade para se manter competitivo e em conformidade legal. Afinal de contas, o Brasil vive um cenário de constantes alterações na legislação tributária, com uma média de 45 alterações por dia útil, desde 1988. Além disso, a Receita Federal ampliou em 68,5% o recolhimento de impostos desde adotou o envio digitalizado das obrigações fiscais por parte das empresas, em 2016.

As principais inovações que atendem a busca por mais inteligência, eficiência, redução de custos e compliance são a Computação em Nuvem, Análise de Dados e Inteligência Artificial. A mais recente iniciativa nesse sentido no mercado brasileiro é o lançamento da plataforma ONESOURCE TAX ONE da Thomson Reuters, multinacional de soluções em tecnologia para os segmentos Fiscal, Tributário, Jurídico, Contábil e de Comércio Exterior. A ferramenta traz os benefícios da computação em nuvem para todas as suas soluções voltadas para gestão fiscal e tributária das empresas, integradas em um único produto. Ou seja, agora é possível acessar a ferramenta de qualquer navegador ou dispositivo móvel com acesso à internet, na hora e no local em que for necessário.

“O futuro das empresas dependerá muito da sua capacidade para tomar decisões sobre compliance com agilidade e precisão, em escolher os melhores parceiros para manter uma alta performance no mercado e inovar a maneira como trabalham com a ajuda da tecnologia. Essa combinação está no cloud, que garante protocolos de segurança de dados muito superiores aos dos servidores internos, aumentam a eficiência em escala geométrica e garantem maior conformidade legal para as obrigações fiscais, um dos pontos mais delicados do dia a dia corporativo no Brasil e na América Latina”, afirma Santiago Ayerza, líder do Segmento Corporativo da Thomson Reuters na América Latina. De acordo com um levantamento da consultoria Gartner, em 2020, mais de 30% dos investimentos em novos softwares será exclusivamente para soluções na Nuvem.

Iniciativa atende às necessidades do mercado

O levantamento ROAD TO THE FUTURE: desafios e oportunidades para a adoção de tecnologias nas empresas, feito em 2018 pela Thomson Reuters em parceria com a Live University, universidade especializada em Negócios, com mais de 300 profissionais brasileiros em posição de liderança mostrou que 80% dos respondentes não acreditam que será possível se manter competitivo sem acompanhar as tendências tecnológicas nos próximos três anos. Entre os objetivos principais das companhias estão a Mitigação de Riscos/Compliance (42%) e Aumento de Eficiência (27%).

“O lançamento é mais uma iniciativa que comprova o pioneirismo da Thomson Reuters em inovação para gestão fiscal e tributária, já que participamos de todos os recentes projetos do governo, como SPED e Nota Fiscal eletrônica desde sua etapa de concepção. Ao entender as necessidades do mercado, investimos no desenvolvimento de uma nova plataforma que combina os padrões globais de tecnologia e segurança da Thomson Reuters com o profundo conhecimento que temos do mercado local para dar mais um passo para alcançar o objetivo do escritório sem papel e proporcionar às corporações que operam no Brasil mais segurança de dados, menos riscos com o Fisco e inteligência na análise das informações”, agrega Marcos Bregantim, Diretor de Produtos para Corporações da Thomson Reuters no Brasil. “Além do acesso facilitado, a solução em cloud traz importantes diferenciais competitivos, como redução de custos com estrutura interna de TI e manutenção geral; padrões de segurança global nos servidores; atualizações de sistema mais rápidas; e modelo de negócio por meio de assinatura periódica, em vez da aquisição do sistema. Tudo isso resulta em uma redução no TCO (sigla em inglês para Custo Total de Compra)”, completa o executivo.

A ferramenta está adaptada aos principais ERPs do mercado e chega com design reformulado e mais amigável para navegação. As funcionalidades disponíveis permitem fazer desde a gestão de documentos eletrônicos, cumprimento com obrigações municipais, estaduais e federais, geração de relatórios e arquivos, análises, até o preenchimento e entrega do EFD-Reinf, ECF e e-Social. O armazenamento de dados é feito em um Data Center próprio, localizado na cidade de Campinas, interior de São Paulo. Isso garante otimização no desempenho, agilidade na manutenção e atualização, assim como total segurança sobre as informações colhidas. Mais informações no site www.thomsonreuters.com.br.

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Rio Grande do Sul ultrapassa Rio de Janeiro no ranking Brasil de startups

Seguindo a heterogeneidade do País, a distribuição de startups pelo Brasil segue algumas tendências, mas surpreende em outras. Quando fala-se de densidade de iniciativas, as principais capitais, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, lideram os rankings e destacam-se com a maior concentração de soluções inovadoras por oferecerem ambientes ideais para o desenvolvimento de negócios disruptivos.

Mas nem só as grandes capitais econômicas do país detêm esse poder de evolução e inovação. As regiões Sul e Nordeste têm crescido em número de startups, com estados figurando no ranking das Top 10 da Associação Brasileira de Startups (Abstartups), e no último ano, o estado do Rio Grande do Sul evoluiu em número de startups mapeadas, figurando hoje em 2º lugar no ranking de estados com mais startups do StartupBase, com 954 startups mapeadas, sendo a capital, Porto Alegre, a 3ª no ranking Brasil de cidades – com atuais 569 startups.

Para o diretor executivo da Abstartups, Rafael Ribeiro, nos últimos cinco anos, o ecossistema teve uma evolução notável. “O Rio Grande do Sul acompanhou esse crescimento, puxado pelo sucesso de grandes startups, eventos de impulsão do setor e de iniciativas do Governo, Sebrae e dos empreendedores que têm se mostrado factíveis a trabalhar em conjunto”, afirma. Porto Alegre abriga 13 parques tecnológicos, além de grandes empresas que se relacionam com as iniciativas empreendedoras de lá, como: Grupo Gardau, Sicredi, Getnet e Dell e o trabalho de aceleradoras como Ventuir, Wow e Grow +.

Todos esses agentes acabam sendo importantes no processo para estimular inovação com a cooperação entre iniciativa privada, poder público e as universidades. Entre os parques, destaques para o TecnoPuc e o Tecnosinos, que juntos reúnem mais de 200 empresas e são responsáveis pela geração de mais de 10 mil empregos. “O crescimento nos últimos quatro anos está atrelado a união de grandes empresas, que entenderam que, se darem força para o ecossistema local, o nível das startups pode subir, junto com a qualidade das startups, desde que tenham investimento e apoio”, finaliza o diretor executivo da Abstartups.

5 lições de Game of Thrones sobre liderança

A série norte-americana conquistou milhares de fãs no mundo todo ao longo dos oito anos e 70 episódios. A temporada final de Game of Thrones estreou ontem, revelando mistérios de anos que envolvem os personagens principais.

Além dos personagens que conquistaram corações e as batalhas épicas, a série também traz alguns ensinamentos – muitas vezes escondidos – que podem ser aplicados na vida real. O especialista em gestão e liderança, Renato Grinberg apresenta 5 lições sobre empreendedorismo e liderança da GoT. Confira!

Não tenha medo de expressar as próprias ideias

Apesar de pequeno e às vezes não ser levado a sério por muitos, exatamente como um empreendedor que está começando se sente, Tyrion Lannister fala alto e com convicção. A eloquência, sabedoria e convicção do personagem faz com que a maioria dos outros que brigam pelo trono de ferro esqueçam do tamanho dele. A dica é ter ideias convictas e conteúdos relevantes, assim o “tamanho” se tornará irrelevante para aqueles que te escutam.

Nunca diga que está no comando. Esteja no comando

“Qualquer homem que precisa dizer que é rei, não é o verdadeiro rei”. Essa frase foi dita por Twyin Lannister no último episódio da terceira temporada da série e diz muito sobre o perfil de um líder nato. Um verdadeiro líder não precisa dizer para as pessoas que ele está no comando. Em Game of Thrones, os Lannisters agem como verdadeiros comandantes e portanto são respeitados como comandantes. Aja como um empreendedor de sucesso e um verdadeiro líder para a equipe e as pessoas poderão enxergá-lo desta maneira.

Não tenha medo dos obstáculos

“O caos não é um abismo, o caos é uma escada”. Dita por Petyr Baelish, conhecido como Littlefinger, no sexto episódio da terceira temporada, essa frase é uma ótima lição para quem está começando a empreender. Um empreendedor somente desenvolve a “musculatura” necessária, ou seja, se torna resiliente o suficiente para levar sua empresa para outros níveis, quando ele passa por tempos difíceis. Os obstáculos no meio do caminho ajudam a desenvolver a criatividade e capacidade de adaptação.

Sempre pague as dívidas

“Um Lannister sempre paga suas dívidas”. Essa frase é repetida inúmeras vezes na série e reflete a importância de se ter credibilidade. No mundo dos negócios a capacidade de uma empresa conseguir financiamentos ou empréstimos pode literalmente representar a vida ou morte dessa empresa. Se um empreendedor contrai um empréstimo e paga no tempo correto, deixa uma porta aberta para sempre receber capital, principalmente em momentos difíceis e, invariavelmente, esses momentos aparecem mais cedo ou mais tarde.

Não se acomode com as conquistas

“O inverno está chegando” é com certeza a frase mais icônica da série e reflete a importância de lembrar que é preciso se preparar para os desafios do futuro. O sucesso que eventualmente é atingido não será o suficiente para proteger de um “inverno” que chega. Novas tecnologias, novos modelos de negócios, novas crises econômicas e políticas podem destruir o que foi construído se o empreendedor e líder não estiver alerta e preparado para eventos como esses. A dica é seguir o conselho de Ned Stark e se preparar para o inverno.

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T-Systems e SAP anunciam parceria para IoT

A T-Systems, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acabam de anunciar a conexão de suas plataformas baseadas em nuvem para sensores e equipamentos integrados em rede. A parceria vai permitir aos clientes das duas empresas a integrar com facilidade dados IoT em seus sistemas SAP.

“Estamos tornando esse processo muito simples para nossos clientes: conectar sensores e ativa-los. Desta forma, a internet das coisas pode ser facilmente utilizada para automação de processos”, afirma o CEO da T-Systems, Adel Al-Saleh, lembrando que a solução já está disponível.

A integração foi feita inicialmente para o setor de logística. O módulo de telemática não apenas reconhece a posição do veículo, via GPS, mas também sua velocidade. Ele também fornece dados sobre choques e temperatura. E outros dispositivos estão a caminho, como um botão para pedidos ou um módulo que vai coletar dados em máquinas. A previsão é que no futuro exista uma etiqueta digital para uso em logística.

Na prática, componentes como estes coletam dados e os transmitem, encriptados, para a plataforma de IoT da T-Systems. Com a integração das plataformas, estes dados serão agora automaticamente transferidos para o SAP Leonardo IoT, solução de Internet das Coisas da SAP. Isso vai permitir aos clientes melhorar seus processos com o uso de sistemas SAP, como o SAP S/4HANA.

Atualmente, IoT é um componente importante da estratégia da T-Systems, com foco nos setores de manufatura e logística. Até 2020, a expectativa é que exista cerca de 30 bilhões de sensores em todo o mundo e que cerca de 40% dos dados gerados por eles terão origem em máquinas e veículos.

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Nestlé lança Acelerador de P&D para impulsionar inovação e velocidade de comercialização

A Nestlé anuncia a criação do seu Acelerador de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), com sede em Lausanne, Suíça. O acelerador reúne cientistas, estudantes e start-ups para desenvolver ciência e tecnologia, e assim acelerar o desenvolvimento de produtos e sistemas inovadores. O acelerador faz parte da rede global de P&D da Nestlé e está localizado na Nestlé Research, a unidade de pesquisa da empresa, que emprega cerca de 800 pessoas em Lausanne. Encontra-se no centro de um ecossistema de inovação único, com alta densidade de conhecimentos especializados em alimentação e nutrição. Este ecossistema inclui várias unidades da organização de P&D da Nestlé, instituições acadêmicas líderes, como os Institutos Federais de Tecnologia da Suíça em Lausanne (EPFL) e Zurique (ETHZ) e a Swiss Hospitality Management School de Lausanne (EHL), bem como uma ampla gama de parceiros, fornecedores e startups de inovação.

Equipes internas, externas ou mistas serão elegíveis para usar os hot desks dedicados no acelerador durante um período determinado. Essas equipes terão acesso à experiência e infraestrutura de P&D da Nestlé, incluindo laboratórios, cozinhas, equipamentos para ensaios em escala e plantas-piloto compartilhados. As primeiras equipes já foram selecionadas e o acelerador estará em operação até o final de 2019.

“Tomamos uma série de medidas para acelerar a inovação, incluindo nossa capacidade de prototipagem e financiamento de projetos aceleradores. Com o Acelerador de P&D da Nestlé e sua proximidade com nossas equipes de P&D e nossos negócios, levaremos a inovação aberta a um novo patamar. A combinação de nossa expertise interna e profundo conhecimento acadêmico e industrial de nossos parceiros com a criatividade empreendedora externa resulta em uma abordagem única, que gerará uma energia altamente inovadora, acelerando a tradução de novas ideias e conceitos em protótipos e produtos tangíveis”, afirma o Chief Technology Officer (CTO) da Nestlé, Stefan Palzer.

A iniciativa da Nestlé conecta os talentos de instituições acadêmicas e o espírito empreendedor e disruptivo das startups em torno da expertise de um centro de pesquisa dedicado ao crescimento de uma grande empresa. A Nestlé possui a maior organização privada global de P&D em alimentos e nutrição, envolvendo cerca de 4.200 pessoas em 23 locais em todo o mundo. A Suíça continua sendo de importância central para a Nestlé, com cerca de 60% de seu orçamento global de P&D de 1,7 bilhões de francos suíços investido no país.

Aceleração no Brasil

A aceleração foi muito importante para mudança de cultura e inovação na Nestlé Brasil, que tem investido continuamente em processos e iniciativas voltadas para a transformação digital e melhorar a experiência de uso e compra dos consumidores por meio de diferentes canais.

Um dos casos de maior sucesso envolve o apoio da Nestlé ao Programa Scale-Up Endeavor Alimentos e Bebidas 2018, que acelerou 19 empresas iniciantes no mercado. Foi uma oportunidade para essas scales-ups de participarem de encontros coletivos, debates, eventos e orientações com grandes empresas, como a Nestlé, para potencializar seus negócios. Ao final do processo, as scale-ups registraram resultados importantes, como crescimento de 23% no número de funcionários em 2019 (em comparação com 2018) e um aumento de 124% no faturamento de 2018 (em relação a 2017). A previsão é que o faturamento delas em 2019 cresça ainda mais e seja ampliado em 93%.

Outra aposta da companhia foi o “Breaking the Walls”, realizado em parceria com a StartSe, empresa que conecta startups a grandes corporações abertas a contratar ou apoiar os seus serviços e produtos. O projeto, com duração de quatro meses, abriu a possibilidade para as startups escalarem seus negócios e, para as empresas, uma chance de eliminar barreiras internas de suas principais áreas e trazer soluções inovadoras para sua realidade.

A expectativa é que esse processo de transformação digital permita à companhia criar uma solução ainda mais eficaz e inteligente, com foco cada vez maior nos consumidores. Com isso, a empresa poderá direcionar e tornar seus produtos e serviços cada vez mais assertivos e personalizados para atender às necessidades das pessoas, com processos de criação cada vez mais ágeis e democráticos.

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