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Lei Anticorrupção completa seis anos em amadurecimento

Considerada um marco no mundo dos negócios, a chamada Lei Anticorrupção nº 12.846 – que instituiu o compliance no âmbito empresarial – ainda está amadurecendo. O dispositivo, que foi criado em 1º de agosto de 2013, só entrou em vigor em janeiro do ano seguinte. Passados seis anos, os programas em grandes empresas já são realidade. Nesta entrevista, o criminalista Yuri Sahione, presidente da Comissão de Compliance da OAB e sócio do escritório Sahione Advogados, faz uma avaliação sobre a realidade de compliance hoje no país.

A Lei do Compliance é de 1º de agosto de 2013, embora só tenha entrado em vigor em janeiro de 2014. Passados seis anos, podemos dizer que o compliance já é uma realidade no mundo dos negócios?

Sim, mesmo que ainda não possamos dizer que a prática já está madura no país. Vemos muito movimento no mercado decorrente do interesse das empresas em terem seus programas. Isso não só por causa das consequências legais decorrentes da desconformidade, mas também porque grandes empresas, a exemplo da Petrobrás, passaram a exigir de seus fornecedores.

As empresas realmente aderiram e implantaram programas de compliance? De cada 10 empresas, quantas em média já se adaptaram à legislação?

A estruturação dos programas é realidade. A percepção é de que entre as grandes empresas com ações na Bolsa, grandes exportadores e instituições financeiras já têm seus programas implementados. A surpresa vem das pequenas e médias empresas (PMEs). Segundo pesquisa elaborada pelo International Chamber of Commerce (ICC Brasil) e Deloitte, de2012 a2017, o número de PMEs que adotaram medidas de integridade subiu de 2% para 20%, mostrando que é possível melhorar controles internos de forma simples e com baixo custo.

E a administração pública?

Não existe uma determinação para que a Administração Pública direta tenha um programa de integridade. Estados – como Minas Gerais (Plano Mineiro de Integridade) – instituíram seus programas como forma de dar mais eficiência às suas administrações. Adicionalmente, o Ministério da Transparência (Controladoria Geral da União) fez uma cartilha e tem dado suporte para os entes que querem desenvolver o seu próprio programa. Empresas públicas e sociedades de economia mista, que compõem a Administração Pública indireta, por outro lado, devem ter obrigatoriamente programa de integridade, por força da Lei 13.303/16 (Lei das Estatais).

Qual a diferença de o estado ter uma lei ou decreto implantando programa de compliance?

Para a implementação da Lei Anticorrupção basta o governador ou prefeito publicar um decreto de regulamentação. Alguns entes federativos decidiram regulamentar por lei e o motivo é que, a exemplo do estado de Pernambuco, o dispositivo que regulamentou a Lei Anticorrupção também criou o Fundo Estadual Vinculado de Combate à Corrupção, que somente por ser constituído mediante lei.

No mundo jurídico, é comum ver advogados e escritórios de advocacia defendendo programas de compliance. Mas o que se vê na prática é que pouca gente ainda domina o assunto. Há muitos cursos, muitos debates, eventos mas poucos resultados (cases com números) concretos apresentados. Isso não dificulta convencer o empresário ou o administrador público a implantar o programa?

A construção de um case de sucesso requer tempo de maturidade dos programas de integridade. Contudo, a conscientização da importância e necessidade da implementação dos programas deve partir da compreensão de que a legislação está vigente e custo da não conformidade é muito alto e pode quebrar a empresa.

No exterior, o compliance já é uma realidade há anos. Podemos dizer que o Brasil ainda está engatinhando? A Lava Jato ajudou ou prejudicou a implantação de compliance?

O Brasil está dando passos importantes para a difusão da cultura da integridade empresarial e a Lava-Jato foi importante para catalisar esse processo de mudança de paradigma. No início da Lava-Jato ouvíamos críticos à operação falando que a corrupção era a regra do jogo e, por esse motivo, não seria justo a criminalização de empresários corruptos. Mesmo que não tenhamos o nível de maturidade dos EUA, observamos com bastante entusiasmo grandes, médias e pequenas empresas empenhadas em implementar seus programas.

A lei de informática e as auditorias

Por Felipe Catharino

Com quase 30 anos de vigência, a lei de informática foi sancionada em 1991 pelo Governo Federal e concede incentivos fiscais para empresas do setor de tecnologia e comunicação que investem em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação Tecnológica (PD&I). O avanço tecnológico dos últimos anos motivou uma discussão para a modernização da lei buscando acompanhar as atualizações inerentes a esses segmentos. Além disso, foi necessário atender às exigências da Organização Mundial do Comércio (OMC).

A lei concede redução de 80% sobre a alíquota regular de 15% do Imposto de Produto Industrializado (IPI) para os itens considerados incentiváveis. Para que um fabricante possa usufruir do benefício, é preciso atender a diversos critérios como, por exemplo, apresentar determinados níveis de nacionalização e investir 4% do faturamento em programas de pesquisa e desenvolvimento e inovação.

O governo federal utiliza esse mecanismo como forma de incentivar investimentos em inovação nesses nos setores de tecnologia. Atualmente, aproximadamente 600 empresas se valem dos incentivos fiscais da Lei de Informática e os principais produtos incluídos são computadores (incluindo notebooks e todos os componentes e periféricos), smartphones, tablets, componentes eletrônicos, monitores, televisores, aparelhos com tecnologia digital, dentre outros.

Desde o final de 2017, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicação (MCTIC) vem tomando medidas para aumentar a governança relativa aos incentivos. Após uma série de discussões internas e com o Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) para estabelecer melhores formas de controle e fiscalização, o MCTIC publicou, em 2 de outubro do ano passado, a portaria nº 5.150 que regulamenta os procedimentos de atuação dos auditores independentes credenciados na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e habilitada junto ao Ministério, sob o formato de asseguração razoável, que inclui a análise de alocação dos recursos e sua destinação enquanto pesquisa, desenvolvimento e inovação. Com isso, na prática as auditorias independentes devem assegurar a veracidade das informações constantes nos relatórios emitidos pelas empresas beneficiárias ao ministério e emitir uma opinião, baseada em metodologia definida, se os projetos reportados são efetivamente atividades de pesquisa e desenvolvimento e se os recursos financeiros alocados são elegíveis perante a legislação, cumprindo assim a obrigação de contrapartida. Além disso, o Ministério manteve o processo interno de acompanhamento e fiscalização realizado por técnicas de amostragem probabilística, segundo critérios de relevância e criticidade e a metodologia estabelecida.

Em atendimento às exigências da OMC, o MCTIC vem atualizando o processo de habilitação do Processo Produtivo Básico (PPB), adotando um sistema de pontuação que comprova a efetiva industrialização nacional sem ferir o acordo determinado. Na primeira etapa, foram envolvidos os PPBs de celulares, notebooks, desktops, placas de circuito, impressoras, computadores integrados (all in one), estação rádio base (ERB), fibras ópticas, tablets e servidores. Há uma expectativa de alteração da lei até o final deste ano quando o incentivo com base no IPI deverá ser substituído por créditos tributários, como já ocorre na indústria automobilística.

Uma legislação bastante semelhante é aplicada às empresas localizadas na Zona Franca de Manaus pela lei de informática da Amazônia Ocidental e do Amapá, com algumas diferenças, por exemplo o IPI é completamente suspenso e não apenas reduzido e os percentuais de investimento em P&D requeridos podem variar de 2,5% a 5%. A necessidade da realização de auditoria independente ainda está em discussão.

De forma geral, a inclusão da obrigatoriedade do trabalho da auditoria independente vem atender a uma demanda de dar mais transparência à aplicação dos critérios definidos pelo governo e no aprimoramento dos indicadores utilizados para o monitoramento dos resultados dos gastos com pesquisa e desenvolvimento. Independente da indústria, investimentos relacionados à Pesquisa, desenvolvimento e Inovação são investimentos cada vez mais estratégicos e necessários.

Felipe Catharino, sócio-diretor da KPMG.

MIT Sloan promove debate sobre o futuro do trabalho no Brasil

O escritório do MIT Sloan para a América Latina (MSLAO), juntamente com o PageGroup, consultoria de recrutamento e seleção; promove pela primeira vez a Conferência The Future of Work, em São Paulo (SP). O evento, que acontece em 29 de agosto no Instituto Tomie Ohtake, contará como as inovações tecnológicas têm o potencial de transformar o ambiente de trabalho e melhorar a produtividade.

Em um cenário em que 12% da força de trabalho do país está desempregada, o evento é um espaço para receber os maiores especialistas do meio corporativo e acadêmico para debater como a inteligência artificial, automação e as mudanças na economia estão afetando o mercado.

De acordo com o Professor Roberto Rigobon, do MIT Sloan, “a conferência é uma excelente oportunidade para ter uma discussão interdisciplinar sobre a reinvenção da forma de trabalhar no futuro”. “Mal posso esperar para explorar como podemos abordar questões trabalhistas importantes sob o olhar da transformação digital”, acrescenta.

Já para Lee Ullmann, diretor sênior da MSLAO, “o futuro do trabalho está mudando a própria natureza das profissões e das habilidades que elas exigem. Em uma era de disrupção tecnológica, países como o Brasil estão diante de desafios e oportunidades para capacitar seus cidadãos para essas mudanças”. “Como o maior país da América Latina e um dos principais polos industriais da região, essa questão vai além e é fundamental para a economia global”, analisa.

Durante os debates, os professores do MIT Sloan e convidados falarão sobre a história dos mercados de trabalho, educação, inovação no Brasil e o avanço do desenvolvimento no século 21, inteligência artificial, fintech, ascensão global de plataformas nos mercados de mobilidade urbana e o futuro das medições.

A agenda da conferência conta com os seguintes palestrantes:

Gary Gensler – Professor de Administração e Economia Global Prática da Faculdade de Administração do MIT Sloan, conselheiro sênior do diretor do MIT Media Lab e co-diretor da Fintech@CSAIL do MIT;

Ilan Goldfajn – Ex-presidente do Banco Central do Brasil;

Jason Jackson – Professor assistente de Economia Política e Planejamento Urbano do MIT;

Melissa Nobles – Reitora da Escola de Ciências Humanas, Sociais e Artes e professora de Ciência Política do MIT;

Gustavo Pierini – Representante do Escritório do MIT Sloan para a América Latina;

Robert Rigobon – Professor de Gestão da Sociedade Sloan Fellows e professor de Economia Aplicada do MIT Sloan;

Ezequiel Zylberberg – Pesquisador do MIT Industrial Performance Center.

O evento também conta com o apoio da Iniciativa MIT sobre Economia Digital, do Programa de Articulação Industrial do MIT e da MIT Sloan Management Review Brazil. Dentre os patrocinadores estão: everis, Alelo, Turim, Levee, Softys, Companhia Brasileira de Aluminio (CBA), C6 Bank, e Magalu.

A iniciativa faz parte do compromisso da entidade em apoiar o avanço da educação e das práticas de gestão na América Latina. David Capodipulo, reitor-assistente dos Programas Globais do MIT Sloan, ressalta que “o ensino e capacitação são essenciais para o futuro do trabalho. “A vontade de aprender e de melhorar o mundo por meio das práticas de gestão permanece como uma constante dentro de nossa instituição. Ficamos muito felizes de promover essa conferência, pois a nossa meta é compartilhar o conhecimento criado no instituto por todo o mundo e criar um legado de mudança positiva”, comenta.

Por meio da MSLAO, o MIT Sloan desenvolve e fomenta atividades de alta relevância na região, tais como visitas de corpo docente e de alunos, eventos de recrutamento ao instituto e conferências. Eventos anteriores focaram em tópicos como fintech, saúde, big data, energia, China e action learning.

“Conferência sobre o Futuro do Trabalho” do MIT Sloan

Local: Instituto Tomie Ohtake (Av. Brigadeiro Faria Lima, 201, Pinheiros, São Paulo)

Data: 29 de agosto de 2019, das 8h às 17h

Inscrições e agenda da conferência: mitfutureofworkbrazil.com/

Lucro líquido da TIM tem aumento de 26%

Pietro Labriola, CEO da TIM Brasil

A inovação característica da TIM foi mais uma vez determinante para a entrega de indicadores financeiros e operacionais sólidos. O lucro líquido normalizado (1) do 2T19 – R$ 423 milhões – cresceu 26% no ano. O EBITDA normalizado segue em expansão pelo 12º trimestre consecutivo, totalizando R$ 1.616 milhões, uma alta de 6,2% no período. Já a margem EBITDA normalizada chegou a 37,9%, um aumento de 1,4 p.p. na comparação com igual período de 2018.

A receita de serviços (móvel e fixo) foi o destaque do período – R$ 4.063 milhões – um crescimento de 2,4%, estimulado pela expansão da banda larga da operadora, a TIM Live, que superou meio milhão de clientes, e pelo crescimento de 11,8% de acessos pós-pagos. A receita líquida total fechou em R$ 4.263 milhões, alta de 2,4% ano a ano, impulsionada por todas as frentes de negócio.

“Os resultados do segundo trimestre refletem o acerto no posicionamento estratégico da TIM. Resgatamos o nosso DNA inovador com ações como o lançamento do TIM Black Família, plano que entrega ao cliente um verdadeiro hub de entretenimento. Fomos ainda pioneiros no 5G, com experiências bem-sucedidas de uso sobre uma rede real. Nosso objetivo é entregar para o cliente soluções sempre inovadoras e que, ao mesmo tempo, impulsionem o desenvolvimento tecnológico do país”, afirma Pietro Labriola, CEO da TIM Brasil.

Inovação nas ofertas

O pós-pago teve adição líquida de 2,2 milhões de linhas nos últimos doze meses, alcançando 21,3 milhões de acessos. O ARPU de serviços móveis (segmentos pré, pós e controle) alcançou R$ 23,2, um aumento de 5,8%. O TIM Black Família, lançado em junho, é a principal oferta da empresa para o pós-pago. O plano é o primeiro do Brasil com assinatura Netflix inclusa, além de música, revistas, pacote de roaming internacional, redes sociais e WhatsApp ilimitados e internet para dividir com a família.

Experiência do Cliente

Os canais digitais seguem evoluindo na TIM e entregando uma melhor experiência para o cliente. No trimestre, houve aumento de 33% de usuários únicos do MEU TIM, crescimento de 41% nas vendas de pós-pago e controle pelo site e alta de 66% na adesão da conta online. A novidade é a recarga via WhatsApp: a TIM é a primeira operadora a oferecer essa funcionalidade aos clientes do pré-pago.

Liderança no 4G

No trimestre, a rede 4G da TIM chegou a 3.321 cidades, o que representa 93% da população urbana e confirma a liderança da companhia na cobertura de quarta geração. Os usuários dessa tecnologia já somam 36,3 milhões, uma expansão de 16% ano a ano. A frequência 700 MHz está habilitada em 1.548 cidades no Brasil. Pelo terceiro ano consecutivo, a TIM é líder em disponibilidade de sinal 4G, de acordo com recente pesquisa de qualidade de internet móvel. Os clientes da operadora utilizaram a rede de quarta geração em 82% do tempo em que permaneceram conectados.

Conheça a Aerolito, laboratório de futurismo que ajuda pessoas e empresas a compreenderem e se prepararem para o amanhã

A Aerolito é um laboratório de exploração de cenários futuros, fundado em 2014 pelo futurista Tiago Mattos e por Santiago Andreuzza, para estudar perspectivas e possibilidades de futuro em diversas áreas de atuação. O objetivo é preparar pessoas e empresas para as mudanças que estão por vir por meio estudos, pesquisas, cursos e outros tipos de conteúdos.

O laboratório atua em três pilares centrais: espaços de aprendizagem (presencial e online, In Company e público final), desenvolvimento de software e experimentação de tecnologias emergentes. O trabalho é desenvolvido por 15 profissionais multidisciplinares que reúnem experiências pessoais e teses autorais às visões de diferentes instituições e programas. “Somos uma empresa de futurismo. Usamos nossas lentes para explorar o futuro e construir conteúdos a partir dos nossos aprendizados nas maiores escolas de inovação do mundo, somados às nossas teses autorais, que não podem ser encontradas em outros lugares”, explica Thiago Mattos, co-fundador da Aerolito.

Na área de espaços de aprendizagem, o principal programa é o Friends of Tomorrow – curso onde são abordados conteúdos relacionados a futurismo, lentes para explorar o futuro, mindset digital, novos modelos de negócio, digital first, postura profissional digital e pós-digital, revoluções pós-internet entre outros. Esse conteúdo é adaptado para espaços presenciais e digitais (ambos voltados para consumidores finais e empresas).

Nos programas In Company, as empresas buscam o Friends of Tomorrow para desenvolvimento de lideranças. Unilever, Itaú, FCA, Natura e Petrobrás estão entre as empresas que já passaram pela Aerolito. Nos cursos para pessoa física, os interessados geralmente são empreendedores e profissionais de grandes empresas que buscam orientação para suas decisões pessoais e profissionais.

Como um sub-produto dos espaços de aprendizagem, a Aerolito também desenvolve estudos e pesquisas. Nesse segmento, o laboratório criou uma metodologia autoral chamada Três Ondas de Impacto, onde são analisados segmentos a partir da premissa de que a tecnologia, iniciativa ou startup que irá causar sua disrupção, será transversal (e está em uma onda normalmente não analisada pelas empresas).

“Futurismo é a disciplina que investiga, explora, traduz e acelera as possibilidades de um futuro emergente e pós-emergente. A proposta dos conteúdos é observar como as evidências encontradas na ciência, na tecnologia e no empreendedorismo podem afetar a cultura, os novos comportamentos e as novas estruturas da sociedade”, completa Santiago Andreuzza, co-fundador do Laboratório.

Na parte de desenvolvimento de software, a Aerolito concebe e programa seus próprios softwares de aprendizagem. O mais recente é a OLI, plataforma de multiaprendizagem do futuro. O serviço funciona no formato de assinatura mensal, que dá acesso a um universo de notícias e atividades com curadoria própria da Aerolito e também colaborativa, com a participação de outros integrantes da comunidade. Os temas são relacionados à inovação e futurismo. A princípio, o serviço estará disponível apenas para alunos que já participaram do Friends of Tomorrow.

Na área de experimentação de tecnologias emergentes, a Aerolito atua com o Labs XR, área dedicada a estudos em realidades virtual, aumentada e mista. O propósito é explorar como tecnologias de realidades estendidas podem beneficiar a sociedade, desenvolvendo protótipos para educação, saúde, arte, entretenimento e impacto social.

Banrisul lança cartão de crédito virtual com soluções da CSU.CardSystem

Os bancos digitais trouxeram desafios aos modelos de inovação e eficiência operacional, compondo novas experiências nos serviços financeiros. Afinal, não basta a empresa estar online, é preciso estar onlife (conceito que tem como objetivo entender os hábitos e fazer parte da vida do cliente). Pensando em transformar essa jornada do consumidor, o Banrisul, pioneiro na digitalização do dinheiro, acaba de lançar o cartão de crédito virtual, por meio da terceirização de serviços da CSU.CardSystem.

Disponível nas bandeiras Visa e Mastercard, o cartão de crédito virtual pode ser utilizado para pagamentos em lojas virtuais, aplicativos de streaming, de transporte e de alimentos e também em atendimento telefônico. Por meio da plataforma CSU.Digital – que possibilita definir, de forma totalmente flexível as funcionalidades digitais que deseja implementar e ofertar aos clientes, de acordo com as estratégias e modelos de negócios – o cartão de crédito virtual Banrisul não necessita de senha, pois o código de segurança é modificado a cada utilização, tornando mais difícil a ocorrência de fraudes ou comprometimento dos dados do cliente.

Os portadores dos cartões de crédito físicos já têm automaticamente o cartão de crédito virtual disponível para ser ativado na área Meus Cartões do aplicativo Banrisul Digital. Para novos cartões emitidos, a versão virtual pode ser gerada em apenas dois dias, o que significa que o usuário não precisa esperar a chegada do plástico para começar a efetuar compras online.

Para o diretor executivo da CSU.CardSystem, Anderson Olivares, o desenvolvimento do mercado brasileiro de meios de pagamento se tornou mais competitivo, altamente tecnológico e com altos níveis de sofisticação, assim como as soluções da companhia, compatíveis com os mercados mais avançados do mundo.

Obtendo o mesmo limite de crédito do cartão físico, porém com numeração diferente, a opção virtual pode ser incluída nas carteiras digitais Masterpass e Visa Checkout. As transações realizadas também acumulam pontos nos programas BanriClube, MasterCard Surpreenda e Vai de Visa, mediante cadastros nos sites www.surpreenda.naotempreco.com.br e www.vaidevisa.visa.com.br.

O que é uma API e para que ela serve?

Diante da evolução do sistema de dados na internet, surgiu a API. Ela é um conjunto de procedimentos ou métodos que possibilitam que um sistema consiga se conectar em outro, seja para receber ou enviar dados. A sigla API refere-se ao termo em inglês “Application Programming Interface” que significa em português “Interface de Programação de Aplicativos”. Em pesquisa realizada pela TechNavio (2016), especialista em pesquisas de mercado, é esperado que o mercado global de APIs atinja 965 milhões de dólares até 2020 com taxa de crescimento anual acima de 30%.

A LinkApi, é uma startup brasileira que vem acompanhando o crescimento desse mercado. A plataforma é criada por e para desenvolvedores e permite que empresas de diferentes perfis desenvolvam, monitorarem e distribuam integrações. De maneira simples, a LinkApi oferece uma plataforma de conexão entre aplicações, sistemas ou softwares, que automatiza e aumenta a eficiência operacional, além de auxiliar na transformação digital dessas empresas. Invisíveis aos usuários comuns, essa Plataforma de Integração como Serviço (IPaaS) proporciona a integração entre sistemas que possuem linguagem totalmente distintas de maneira ágil e segura.

Hoje, a empresa possui mais de 100 clientes ativos, entre e-commerce, marketplaces e empresas de logística. Entre elas está a Contém 1g. Por meio da integração entre sistemas oferecido pela startup a empresa conseguiu implementar o controle e monitoramento do estoque em tempo real. Dessa maneira toda distribuição teve uma eficácia no controle de entrada e saída dos produtos para os diversos pontos de venda que atuam (e-commerce, lojas físicas e revenda). A partir disso, foi possível implementar uma reposição pró-ativa que não paralisa a operação pela falta de produtos. Com essa otimização a Contém 1g maximizou em 50% a manutenção de suas operações em estoque.

O CEO e fundador da LinkApi, Thiago Lima, afirma que a integração entre sistemas são cada vez mais necessárias para o sucesso dos negócios. “As APIs estão em evidência, pois deixaram de ser simplesmente um modelo arquitetural de software, para se tornar um agente fundamental na transformação digital. Através desta tecnologia é possível criar uma série de novos modelos de negócios e implementar iniciativas de inovação em grandes empresas”, completa.

SENAI CETIQT e Stratasys promovem Programa de Imersão de Design 3D

O SENAI CETIQT e a empresa Stratasys lançaram edital para o “Programa de Imersão de Design 3D”, para alavancar o uso da tecnologia de manufatura aditiva (impressão 3D) pela indústria da moda. Os participantes serão estimulados a trocar conhecimentos, por meio do uso da criatividade, para o desenvolvimento de produtos de Moda Praia utilizando impressão 3D.

O programa é destinado aos alunos e egressos dos cursos de graduação, pós-graduação e técnico do SENAI CETIQT e a profissionais da indústria da moda (estilistas, modelistas e designers de produto), que queiram apresentar projetos focados em repensar a forma como nos vestimos. Para participar, os interessados deverão criar um projeto autoral com tema “Praia 3D – Um olhar sobre o futuro da Moda na Praia”, que contenha descrição do conceito, mood board (painel de referências visuais para representar conceito do projeto), cartela de cores e proposta de produto com um look conceitual.

O processo seletivo do Programa de Imersão de Design 3D será realizado em apenas uma etapa, por uma banca composta por profissionais da Stratasys e do SENAI CETIQT. Após a seleção de 12 participantes, o programa será estruturado em quatro etapas de imersão no espaço Fashion Lab do SENAI.

“As imersões serão workshops conduzidos por nós do Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção do SENAI CETIQT e pelos nossos parceiros da Stratasys. Nelas, iremos compartilhar conhecimentos e ajudar os participantes a desenvolver seus projetos utilizando a impressão 3D como principal recurso de produção. Entendemos que esse é o tipo de tecnologia fundamental para repensar a indústria da moda, pois preconiza elementos que compõem a quarta revolução industrial. A intenção não é apenas viabilizar novas formas de criação de produtos, mas também estimular novos modelos de negócio”, explica o responsável por coordenar as ações do Fashion Lab, Bernardo Barbosa.

A participação no Programa de Imersão de Design 3D é voluntária e gratuita, sem qualquer cobrança de taxa ao longo das imersões ou evento de conclusão. As inscrições estão abertas até o dia 30 de agosto e devem ser realizadas pelo e-mail fashionlab@cetiqt.senai.br . Os interessados deverão encaminhar na mensagem: nome completo; cópia digitalizada do CPF; cópia digitalizada do CNPJ (se for representante ou sócio de uma empresa); portfólio; e a apresentação do projeto.

Mais informações no site do SENAI CETIQT: www.senaicetiqt.com.

Fujitsu apresenta o futuro da Inteligência Artificial com tendências e tecnologias para a supercomputação

A Fujitsu, líder em tecnologia da informação e da comunicação, apresentou o futuro da Inteligência Artificial (IA) durante a conferência anual ISC High Performance, realizada na Alemanha, no último mês. No evento, a companhia trouxe inovações tecnológicas que visam otimizar processos de negócios, incluindo as vantagens da Inteligência Artificial. Outra novidade foi o anúncio do status de desenvolvimento e os detalhes técnicos do Fugaku, o sucessor do K computador.

Entre as novidades apresentadas no ISC 2019, destaca-se o Deep Learning, uma tecnologia baseada em inteligência artificial que, cada vez mais, tem desempenhado um papel importante no fornecimento de automação inteligente em diversos setores da indústria. A solução utiliza redes neurais complexas para trabalhar dados em grande escala, e minimiza o tempo de aprendizagem para a inteligência artificial. São vários benefícios entre eles: maior eficiência e custos reduzidos no treinamento de IA. Esses fatores ajudam a gerar oportunidades de receitas adicionais, além de indicar novas oportunidades de negócio.

A empresa também falou sobre o Fujitsu AI Zinrai Deep Learning System, o inovador sistema de aprendizagem impulsionado pelo chip DLU. A solução expande os limites do Deep Learning e fornece um desempenho dez vezes maior do que existe atualmente. Isso acontece por causa da significativa redução do tempo necessário para treinar e testar modelos de IA.

Tecnologias importantes para o Deep Learning

O chip DLU, possui um acelerador rápido e eficiente, o Deep Learning Integer (DL-INT), uma solução em formato numérico adaptável, que permite alto desempenho e precisão. E uma nova tecnologia de interconexão específica de domínio e taxa de transferência paralela para redes neurais de grande escala.

ABES lança 2ª edição do Guia de Fomento à Inovação em parceria com a ABGI

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software), em conjunto com a ABGI -consultoria especializada em gestão estratégica de recursos financeiros e processos para inovação – realizará no dia 8 de agosto, em São Paulo, o lançamento da 2ª edição do Guia de Fomento à Inovação.

“A elaboração do Guia de Fomento à Inovação, feito em parceria com a ABES, está diretamente ligada ao nosso objetivo de apoiar empresas a entenderem melhor e otimizarem seus investimentos em PD&I a partir das oportunidades de Recursos Financeiros à Inovação. Consideramos fundamental que as empresas tenham conhecimento destes instrumentos e da forma como operam, para que possam identificar aqueles que mais se adequam à sua estratégia bem como possam se preparar para acessá-los”, afirma Maria Carolina Rocha, CEO da ABGI da Brasil.

O encontro contará com palestras de representantes do BNDES, FINEP, Kick Ventures e BR Startups, que apresentarão oportunidades de financiamento para o setor de software. Gratuito e com vagas limitadas, o evento ocorrerá na Avenida das Nações Unidas, 12.495 – 17º andar (Sala Multi Purpose), no bairro do Brooklin, a partir das 14:00.

“Linhas de fomento e financiamento são essenciais para transformar ideias inovadoras em produtos que impactam positivamente a sociedade e gerar negócios e empregos, fundamentais para a construção de uma economia vibrante, competitiva e próspera. Segundo o Relatório Global de Competitividade de 2018, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial, o Brasil está em 72º lugar no ranking de competitividade, perdendo três posições em relação ao ano passado, quando a economia brasileira era a 69ª mais competitiva do mundo. Temos a esperança de que este Guia seja uma peça importante para reverter esta tendência”, completa Rodolfo Fücher, presidente ABES.

Oportunidades de financiamento para o setor de software

Durante o evento, o BNDES apresentará sua nova linha de crédito, o BNDES Direto 10, que oferece financiamento de R$ 1 milhão a R$ 10 milhões a médias e grandes empresas de diversos setores, incluindo Tecnologia da Informação e Telecomunicações. Uma outra apresentação será feita pela FINEP, que introduzirá sua linha FINEP Software, programa de apoio à aquisição de software e serviços de implementação que tem o objetivo de estimular a utilização das TICs pelas empresas brasileiras.

A ABGI aproveitará o momento para falar sobre a aplicabilidade da Lei do Bem, trazendo alguns casos práticos no setor de software e oportunidades direcionadas para as pequenas empresas do setor. A Kick Ventures, empresa de participações em empresas inovadoras e startups, e a BR Startups, fundo de investimentos, demonstrarão no evento como o setor privado vem realizando ações de fomento às empresas.

Lançamento Guia de Fomento à Inovação 2019 – ABES e ABGI

Data: 8 de agosto, a partir das 14:00
Local: Avenida das Nações Unidas, 12.495 – 17º andar (Sala Multi Purpose) – Brooklin, São Paulo/SP
Programação e mais informações sobre o evento: www.abessoftware.com.br/noticias/abes-e-abgi-promovem-lancamento-no-dia-0808–do-guia-de-fomento-a-inovacao-2019

Os desafios de modernizar o mercado odontológico

Por Luis Calicchio

A tecnologia impacta a forma como nos relacionamos e fazemos negócios em todos os setores da economia, desde a compra de produtos, busca por educação ou até mesmo o começo de um relacionamento. Hoje, a distância de um desejo até a realização ou materialização dele se resume a alguns cliques,tudo acessível na palma de nossas mãos.

Muitos de nós já estamos habituados a utilizar diferentes aplicativos diariamente para suprir nossas necessidades. Pegamos um Uber para ir ao trabalho, compramos o almoço no IFood, fazemos a compra do supermercado pelo Rappi, relaxamos no fim do dia assistindo uma série no Netflix e por fim programamos nossa viagem dos sonhos pelo Airbnb. Tudo isso assim, simples e acessível no momento que queremos.

Começamos a notar a entrada da tecnologia de forma rápida e consistente também no setor da saúde. Além de toda a modernizaçãode equipamentos para a realizar procedimentos cirúrgicos a distância, inteligência artificial e machine learning para auxiliar os diagnósticos precoces de doenças, já é comum em alguns países a consulta virtual, em que não precisamos ao menos sair de casa para ser atendido por um médico. É minha gente, a tecnologia veio mesmo para ficar!

E quando pensamos na odontologia:a que pé anda a entrada da tecnologia em um setor tão tradicional acostumado ao conhecido “barulhinho” do motor que assusta qualquer paciente?

Antes de entrarmos nestes detalhes , gostaria de compartilhar com vocês um panorama atual do mercado odontológico brasileiro. Você sabia que o Brasil é o país com o maior número de dentistas no mundo? Sabia que exportamos conhecimento para o mundo todo através de nossas universidades, que estão entre as principais publicadoras de artigos científicos neste setor? Sabia que somos considerados por muitos países de primeiro mundo como referência nos tratamentos odontológicos? E que, de quebra, temos muitos profissionais brasileiros em cargos de extrema importância em universidades e empresas do setor mundo afora?

Pois bem, somos uma potência neste setor mesmo não tendo o acesso fácil a toda tecnologia existente no mercado hoje. Nossas leis fiscais e de importação de produtos são muito burocráticas e antigas, o que muitas vezes atrasa em anos a chegada de uma nova tecnologia no país. Por isso, um movimento forte no setor vem sendo feito para que consigamos acelerar a entrada de mais inovação,permitindo que nos tornemos ainda melhores.

Os resultados destes movimentos já começaram a surtir efeito, permitindo que algumas clínicas e laboratórios de prótese já tenham acesso a equipamentos de última geração com preços mais acessíveis. O desafio agora é educar os profissionais na utilização destas novas ferramentas para que possam oferecer um atendimento muito melhor aos seus clientes. Já é realidade, em alguns consultórios, o scanner intra-oral, que substitui a moldagem dos dentes – procedimento realizado pelos dentistas para copiar os dentes dos pacientes utilizando uma “massinha” que além de sujar toda a face causava muita ânsia de vômito (quem nunca?). O scanner intra-oral faz milhares de fotografias da boca do paciente e permite a reprodução fiel dos dentes e mordida, tudo isso entre 1 ou 2 minutos.

A velocidade na geração dos arquivos, além de gerar um maior conforto ao paciente, também permite ao dentista ter mais fidelidade e número de dados para analisar a saúde oraldos mesmos. Softwares de desenho digital do sorriso também chegaram para imprimir uma velocidade enorme na realização dos tratamentos. Ficou muito mais fácil para um dentista se comunicar com seus clientes por meio de imagens que constroem um novo sorriso em poucos segundos.

Também já temos hoje dispositivos que utilizam inteligência artificial e machine learning que auxiliam os dentistas na seleção da melhor forma de dentes para cada paciente. Anestesia computadorizada, laser para cirurgias e motores elétricos que eliminam o chato barulhinho do motor também já podem ser encontrados nos consultórios. E a tecnologia não está restrita somente aos consultórios não, muitos laboratórios já estão trabalhando com softwares de desenho de sorrisos, impressoras 3D e máquinas que constroem um dente em poucos minutos dentro de um padrão de qualidade absurdo, substituindo o processo manual/analógico praticado anteriormente.

O meio tech aos poucos vem criando uma mudança radical na forma como cuidamos da saúde oral de nossos pacientes. Isso permite que mais profissionais possam oferecer tratamentos de qualidade a preços mais acessíveis e que realmente possamos democratizar a odontologia de excelência. A caminhada é longa, mas tenho certeza que isso vai crescer e cabe a nós, profissionais da saúde, nos aprimorarmos na utilização destas inúmeras ferramentas para que possamos fazer mais pessoas felizes com uma boca saudável e um belo sorriso.

Luis Calicchio, CEO e fundador da UDlab, primeira odontotech do Brasil.

Capgemini lança nova plataforma para implementação de Automação Inteligente em escala

A Capgemini anunciou o lançamento da plataforma CIAP (Capgemini Intelligent Automation Platform, em tradução livre: Plataforma de Automação Inteligente), projetada para fornecer uma rápida implementação de automação em escala (1) para empresas em todo o mundo. A tecnologia é agnóstica, com a plataforma de Inteligência Artificial embutida e já suporta projetos em andamento em todo o mundo, permitindo aos clientes impulsionar a inovação e a transformação em suas organizações, entre aplicativos, TI e operações comerciais, com velocidade e flexibilidade a um custo menor.

O recente estudo “Reshaping the Future: Unlocking Automation’s Untapped Value” (em tradução livre, “Remodelando o Futuro: Desbloqueando o Valor Inexplorado da Automação”), da Capgemini, destacou que, embora a automação possa gerar uma economia entre US$ 32 bilhões e US$ 165 bilhões nos setores automotivo, de varejo, utilities e manufatura, apenas 16% das empresas estão implementando projetos em escala. O CIAP é uma plataforma plug-and-play desenvolvida especificamente para permitir que as empresas passem de iniciativas de Automação Inteligente (AI) focadas na operação e de valor limitado para uma abordagem de automação em primeiro lugar, permitindo a implementação de projetos de maior valor.

Com automação integrada end-to-end para aplicações, TI e operações de negócios, o CIAP acelera as jornadas de automação e impulsiona a excelência nos negócios por toda a empresa. A plataforma ainda aprimora a suíte Capgemini Automation Drive e está incorporado ao portfólio de serviços da Capgemini. Seu rico “FastTrack Hub” contém componentes reutilizáveis, soluções de automação inteligentes, bots, aceleradores e casos de utilização para oferecer economias de escala poderosas em todas as implementações.

O CIAP se beneficia da escalabilidade de um ambiente baseado na nuvem e, portanto, pode aproveitar as inovações fornecidas como serviços gerenciados por meio de Cloud Computing. Ele também oferece eficiência aprimorada por meio de um console de comando da plataforma com monitoramento “powered by AI & analytics” em tempo real e performance de bots 24/7.

“As plataformas All-in-one de Automação Inteligente e sua disponibilidade na nuvem estão trazendo novas oportunidades para o mercado de automação. Elas estão ajudando as empresas a automatizar qualquer tipo de processo, seja lidando com dados estruturados ou não estruturados, em departamentos de negócios ou em TI ”, disse Sarah Burnett, vice-presidente executiva e analista do Everest Group. “A evolução da IA ​​está acontecendo em um momento em que a complexidade da tecnologia se tornou uma preocupação primordial para as empresas. Uma plataforma all-in-one de Automação Inteligente na nuvem poderia, de alguma forma, resolver essa preocupação”.

A plataforma da Capgemini já está gerando benefícios para vários clientes na América do Norte e EMEA (Europa, Oriente Médio e África, em tradução) e está atuando como um catalisador para que mais empresas destravem as oportunidades da Automação Inteligente em grande escala.

“A automação inteligente é fundamental para o futuro de todas as empresas”, disse Ashwin Yardi, CEO da Índia e Chief Industrialization & Automation Officer da Capgemini. “Isso criará otimizações, eficiências e novas oportunidades para acelerar o crescimento e impulsionar a transformação digital. A plataforma de automação inteligente da Capgemini transforma a fagulha de iniciativas de valor limitado e isolado em uma abordagem unificada de automatização em toda a empresa”.

“O lançamento da CIAP marca uma mudança radical em nossas capacidades de automação inteligente e formará um componente-chave de nossas ofertas de serviços de portfólio. Isso permitirá que nossos clientes removam os receios e busquem as vantagens da automação em escala, ao mesmo tempo em que gerenciam os riscos; injetando alta performance nas aplicações, em TI e nas operações de negócios”, ele acrescentou.

O desenvolvimento do CIAP foi concebido a partir da experiência da Capgemini em conduzir programas de Automação Inteligente para mais de 600 clientes em todo o mundo e chega ao mercado como uma solução testada e madura, apoiada pelas habilidades coletivas de mais de 30 mil profissionais de automação e especialistas globalmente.

Para mais informações sobre a CIAP (Capgemini’s Intelligent Automation Platform), clique aqui.

SulAmérica avança em estratégia de transformação digital com foco em pessoas

Diante de uma realidade cada vez mais dinâmica e conectada, onde o cliente demanda uma experiência ágil, personalizada e tecnológica, a SulAmérica, maior seguradora independente do País, vem promovendo uma intensa transformação digital, com fomento à inovação em serviços e produtos para clientes e corretores, modernização da estrutura de TI e digitalização da operação da companhia. A cultura organizacional está no centro dessa estratégia, por isso a SulAmérica intensificou em 2019 as iniciativas para engajar os 5 mil colaboradores da empresa no propósito de inovação, além de adotar novas metodologias de trabalho, desenvolver talentos digitais e quebrar paradigmas corporativos. Nesse contexto, a SulAmérica realiza nos dias 31 de julho e 1º de agosto, na sede da empresa em São Paulo, e nos dias 7 e 8 de agosto, na sede do Rio de Janeiro, a primeira edição da Digital Week, evento de cultura e transformação digital para colaboradores da companhia.

Com uma programação que prevê palestras, meetups, oficinas e talkshows, o encontro busca reforçar os pilares de transformação da SulAmérica, que coloca o cliente no centro da estratégia por meio de entregas ágeis, prototipação e autonomia. As atividades trarão temas relacionados às dimensões do indivíduo como profissional e cliente, propondo conceitos e experimentações para tangibilizar o mindset digital estimulando a construção de práticas colaborativas, novas perspectivas de negócios, além de tendências para a sociedade, como a saúde 4.0 e economia compartilhada. Conectado, a Digital Week contará com um WebApp exclusivo, que traz acesso ao cronograma completo de atividades, feed de interação, QR Code para acessar as salas dos eventos com atualização de vagas em tempo real e transmissão ao vivo via streaming.

“Estamos em um novo ciclo da transformação digital da SulAmérica, que começou em 2017 e hoje já ganhou escala para a empresa inteira”, pontua o vice-presidente de Estratégia Digital, Advanced Analytics, Inovação e TI da SulAmérica, Cristiano Barbieri. “Para que seja possível executar essa mudança de mindset, é fundamental que nossos colaboradores estejam em um mesmo nível de maturidade em termos de cultura digital. Estamos em pleno movimento de inovação e, por isso, nossa prioridade é promover conhecimento e oferecer a melhor experiência ao público interno”, completa o executivo.

Durante a Digital Week, serão apresentados projetos e perspectivas de negócios ligados ao digital. O evento inclui a participação de convidados do mercado, como Adriana Conde (Uber), Fábio Tiepolo (Docway), Eduardo Baers (DogHero) e dos influenciadores Rodrigo Giaffredo e Tiago Mattos, além da exposição de cases de negócio e dos protótipos construídos na garagem de inovação da SulAmérica. O público total estimado nas capitais paulista e carioca é de 2.500 pessoas e as atividades serão transmitidas para todos os colaboradores da empresa das demais regiões do Brasil e disponibilizados, posteriormente, na plataforma de aprendizagem (e-learning) da companhia, a UniverSAS.

“Para todos nós termos sucesso nessa transformação digital, temos que trazer esse ambiente para dentro de toda a nossa dinâmica de desenvolvimento das pessoas. Nesse processo, colaboradores e gestores são cocriadores de forma e conteúdo dentro da companhia e isso é essencial para o sucesso da nossa jornada. Queremos que todos participem, pois a transformação digital é de todos nós”, afirma a vice-presidente de Capital Humano, Administrativo e Sustentabilidade da SulAmérica, Patricia Coimbra.

Tivoli Mofarrej São Paulo apoia primeira empresa de compartilhamento de carro elétrico com aluguel por minuto, beepbeep


Em constante atenção para o cenário que envolve a cidade de São Paulo, como a realidade atual de mobilidade urbana, o Tivoli Mofarrej São Paulo é um dos apoiadores da primeira empresa de compartilhamento de carro elétrico com aluguel por minuto, a beepbeep, que chega ao mercado com o objetivo de transformar a forma de se locomover nas cidades, por meio de tecnologia sustentável.

A beepbeep inicia suas operações em São Paulo no dia 30/07, com a abertura de mais de 60 pontos, entre eles o Tivoli Mofarrej São Paulo, que sedia, ainda, evento de lançamento do aplicativo. Com uma frota de carros hatch 100% elétricos, que unem tecnologia e conforto, com 300 km de autonomia, a beepbeep funcionará totalmente via app, sendo que a abertura e o fechamento da porta do veículo são feitos via aplicativo. E para garantir a praticidade e a comodidade do serviço, os usuários poderão devolver os carros em qualquer estação beepbeep.

“Melhorar a mobilidade, democratizar o uso dos carros elétricos e ainda preservar o meio ambiente são os ojetivos da beepbeep. Outro ponto positivo é o valor: R$ 4,90 inicial + R$ 0,60 por minuto”, comenta Fabio Fagionato, CEO e Co Fundador da beepbeep. “O projeto vai, diretamente, ao encontro dos valores praticados pelo Tivoli Mofarrej São Paulo em ativações que trazem melhoria para a cidade e para a sociedade”, ressalta João Corte-Real, diretor geral do Tivoli Mofarrej São Paulo. Vale lembrar, que o hotel é o responsável pela revitalização da Praça Alexandre Gusmão, por meio do Programa “Adote uma Praça”, desde novembro de 2017.

Stefanini e Insead abrem inscrições para nova turma do Leadership Transformation Program na França

A Stefanini e o Insead, uma das maiores e mais prestigiadas escolas de negócios do mundo, se unem novamente para oferecer aos executivos C-Level das empresas de diversos segmentos a 3ª turma do Programa Leadership Transformation, que será realizado de 28 de março a 04 de abril de 2020, no campus de Fontainebleau, a 75 km de Paris, na França. Trata-se de uma profunda imersão em uma sala de aula interativa e personalizada para as necessidades específicas da turma.

Com uma taxa de satisfação de 98% em suas primeiras turmas, o curso reúne um corpo docente renomado e com ampla experiência em transformação digital, como os professores Felipe Monteiro e Nathan Furr. ”O mais interessante é que os participantes se sentem confortáveis para dividir com os colegas o que está sendo feito e o que não está, de forma que possam discutir novos caminhos”, destaca Felipe Monteiro, professor afiliado de estratégia no Insead.

O curso, que acontece durante cinco dias, oferece uma experiência educacional que permite aos executivos desenvolver habilidades necessárias para mudar a mentalidade, acompanhar as disrupções do setor, inspirar as equipes e engajá-las no processo de transformação digital.

“A apresentação dos cases de sucesso, aliada ao conteúdo que o próprio Insead oferece, traz um aprendizado consistente. Durante as aulas, temos a oportunidade de exercitar a mudança de mindset, que é responsável pela revolução digital. Mais do que abordar as novas ferramentas, compreendemos como se organizar para trabalhar com as novas tecnologias. É, de fato, um programa educacional de impacto e auto-impacto”, afirma Haroldo Stumpf, vice-presidente do Grupo Corrêa da Silva.

De acordo com Claudio Faraco, superintendente de desenvolvimento de programas de varejo para operações internacionais na GM Financial, a metodologia e o conteúdo foram construídos de maneira a não só oferecer conceitos, mas provocar reflexões sobre eles. “O profundo conhecimento dos instrutores, a riqueza e a diversidade dos cases e a curiosidade dos participantes são importantes ingredientes da receita de sucesso do curso”, enfatiza.

Para Adriano Tchen, CIO da Alelo Brasil, o Programa de Leadership Transformation foi importante para ratificar algumas crenças e incluir novas lições para aplicar em casa. “Eu acreditava ter um mindset digital, mas vi o quanto tinha a aprender”, diz o executivo. Segundo Thamila Zaher, diretora executiva que integra o conselho do Grupo SEB, que administra mais de 300 parcerias educacionais no Brasil com 200 mil alunos, o curso propiciou um novo jeito de concretizar e transportar a transformação digital para a realidade.

Num mercado cada vez mais ágil, muitas empresas querem se transformar, têm consciência de sua importância, mas não sabem por onde começar. “A transformac¸a~o digital deixou de ser apenas uma ‘buzzword’ para ser olhada com mais proximidade. A partir de agora, ela entra numa segunda onda: a Transformac¸a~o como Estrate´gia de Nego´cio. E´ hora de os executivos e li´deres empresariais colocarem seus planos em pra´tica e encarar de frente os desafios e as oportunidades que a jornada de transformac¸a~o propo~e. O caminho ideal é olhar para o legado e construir uma ponte so´lida para o futuro. “Com base em tre^s viso~es do digital – estrate´gica, organizacional e de inovac¸a~o -, o programa oferece um conjunto abrangente de ferramentas para entender e liderar a transformac¸a~o digital das organizac¸o~es”, explica Wagner Kojo, Head de Digital e Inovação na Stefanini e coordenador da próxima edição do programa.

O diretor de experiência digital da Vivo, Fernando Moulin, participou da primeira turma, em 2017. “O curso trouxe elementos fundamentais para implementar o Vivo Digital Labs, considerado um centro de referência em inovação”, ressalta. Para Paulo Assis, diretor comercial e de incorporação da Direcional, o programa disponibiliza um conteúdo denso e enriquecedor, “que nos ajuda a traçar um plano de ação para utilizar os conceitos na prática”.

Nesta nova turma, a ideia é ampliar a participação de executivos de outros países, especialmente da América Latina. “Na segunda edição, contamos com alunos da Argentina e do Peru e discutimos fatores regionais relevantes, além de oportunidades em áreas como mídias sociais e conectividade”, diz Guilherme Stefanini, diretor de novos negócios da Stefanini.

Por dentro do curso

O Leadership Transformation Program propõe uma jornada de descobertas e conhecimento para que as altas lideranças possam ultrapassar limites por meio da colaboração e inovação entre os pares. Além de uma leitura preparatória, os participantes são entrevistados para que os professores e os executivos da Stefanini possam ajudá-los a focar em suas necessidades específicas.

Neste período, existe um acompanhamento personalizado para apoiar a aplicação prática do conteúdo. Há também uma série de exercícios em grupo, coaching, casos de estudos e metodologias de ensino inovadoras.

“A transformação digital não é uma opção, mas uma necessidade para a sobrevivência. Temos exemplos de pessoas que decidiram redirecionar seus negócios ou desenvolver novos modelos, após o curso. Nosso principal objetivo, juntamente com o Insead, é promover a mudança do modelo mental dos líderes para que possam viabilizar novos negócios”, enfatiza Marco Stefanini, CEO global do Grupo Stefanini.

Leadership Transformation Program – Stefanini e Insead

Data: 28/03/2020 (data de saída) a 04/04/2020 (data de retorno)
Local: Insead campus Fontainebleau (a 75 km de Paris)
Inscrições: Informações pelo e-mail insead@stefanini.com

Pesquisa mostra que 7 em cada 10 pacientes recebem informações falsas sobre diagnósticos na internet

Uma dor de barriga ou de cabeça que não passa e você corre para o Google para ler sobre o assunto, certo?

O que pode parecer uma facilidade em conseguir informações sobre doenças, também pode na verdade ser um dos maiores vilões nesse caso, porque além de sermos “máquinas complexas” e termos históricos únicos de vida, o site de busca não é um médico, e isso faz toda a diferença.

Um pesquisa realizada com 570 médicos registrados na Doctoralia, plataforma líder global do setor de agendamento de consultas, mostrou que 73% deles receberam algum questionamento de seus pacientes no último ano sobre saúde que ao final descobriu-se ser apenas um boato. Mais do que isso, 72% desses profissionais notaram um aumento desses casos, ou seja, cada vez mais as pessoas procuram diagnósticos na internet e recebem informações que não são fidedignas.

Por exemplo, uma dor de cabeça no campo de busca do Google pode trazer diagnósticos de febre, dengue, meningite, AVC e tantas outras patologias que podem preocupar sem necessidade ou, no pior dos casos, passar uma falsa sensação de tranquilidade. Esse comportamento está fazendo com que os médicos fiquem preocupados com o que eles estão chamando de “cibercondríacos”, aqueles pacientes que se autodiagnosticam por meio de pesquisas na internet.

“Todo site sério sobre saúde ressalta, de uma forma ou outra, que as informações
contidas ali não substituem uma consulta médica. Aqui mora o principal problema das pesquisas na internet: as informações acerca de uma condição de saúde ou doença disponíveis online muitas vezes são tratadas como diagnóstico pelo usuário”, diz o Dr. Frederic Llordachs, médico cofundador da Doctoralia.

De acordo com a pesquisa, 87% dos médicos atribuem esse aumento aos novos canais de comunicação imediatos (WhatsApp, redes sociais, etc) que permitem a difusão mais rápida dos boatos. As razões que levam as pessoas a pesquisarem seus sintomas na internet vão desde a comodidade até a ansiedade, passando pela dificuldade de atendimento.

Sobre as maiores dúvidas, os médicos puderam escolher mais de um tema na resposta, e entre os entrevistados, os maiores boatos surgem sobre as terapias alternativas. Nesse contexto, 62% dos profissionais são procurados por dúvidas dessa natureza. Em segundo lugar ficam as dúvidas sobre alimentação (45%), seguidas de questões sobre câncer (38%), efeitos adversos de medicamentos (34%), sexualidade (15%), dores (11%), intoxicação por medicamentos (10%) e outras naturezas que somam 7% dos questionamentos.

Mas, 9 a cada 10 médicos acreditam que os pacientes deveriam receber formação para distinguir os boatos das informações verdadeiras. “Além de informações que podem estar erradas, ainda há casos em que a informação passada por um parente ou amigo, ganha um ar de credibilidade falso e perigoso. Mesmo quando um diagnóstico é feito em consultório, nem sempre é conclusivo e rápido, ou seja, a saúde merece atenção e cuidado”, explica Dr. Frederic.

Mas há como ter tudo isso com um respaldo profissional. A Doctoralia, por exemplo, é uma plataforma gratuita para pacientes na qual um médico especialista, ou vários, respondem em até 48h qualquer pergunta sobre saúde em diversas especialidades. Além disso, o sistema busca um médico que esteja próximo da sua localidade e já apresenta os horários disponíveis para o agendamento da consulta.

O diferencial é enorme, afinal de contas existe um profissional lendo a pergunta do usuário, ou seja, uma personalização de atendimento online e não uma informação colocada da mesma maneira para milhares de visitantes diferentes de um site. A pergunta do usuário é enviada para todos os especialistas compatíveis que estão cadastrados no site, dessa forma, o remetente pode receber mais de uma avaliação, algo impossível de se fazer fisicamente em apenas 48h.

Na Doctoralia, o usuário pode inclusive fazer sua pergunta de forma anônima, o que em alguns casos nos quais a descrição dos sintomas podem constranger a pessoa é uma ferramenta bastante interessante. A dica do site na hora de perguntar é simples: faça uma pergunta de saúde clara, objetiva, seja breve. Dessa forma a resposta pode ser muito mais assertiva do que sua pesquisa no “Dr. Google” e você pode evitar uma dor de cabeça maior ainda.

AppsFlyer lança novo estudo que aponta que a fraude na instalação de aplicativos atingiu US $ 2,3 bilhões em 2019

A AppsFlyer, líder global em análise de marketing e atribuição de dispositivos móveis, divulgou hoje a edição de 2019 de seu estudo State of Mobile Fraud (www.appsflyer.com/br/resources/the-state-of-mobile-fraud-h1-2019/), que apontou 2,3 bilhões de dólares em publicidade exposta a fraudes na instalação do aplicativo no primeiro semestre 2019. Juntamente com o anúncio do relatório, que constata que uma parte significativa da fraude não é bloqueada quando ocorre, a AppsFlyer lança seu novo recurso de proteção – pós-atribuição. A tecnologia desenvolvida é a primeira solução de atribuição para descobrir fraudes que não foram detectadas em tempo real, depois que as instalações de aplicativos foram atribuídas, economizando potencialmente milhões de dólares por dia para as marcas.

De acordo com o estudo, que analisou 2,5 bilhões de instalações de aplicativos não orgânicos em 9.500 aplicativos entre janeiro e junho de 2019, a natureza dos ataques fraudulentos está evoluindo rapidamente – e se tornando cada vez mais sofisticada.

“Muitas vezes nos referimos à fraude como um jogo de gato e rato, e depois de ataques maciços de bots no verão de 2018, as soluções de proteção encontraram maneiras de combater os ataques”, disse Reshef Mann, co-fundador e CTO da AppsFlyer. “No entanto, em abril de 2019, a onda cresceu novamente à medida que as fraudes na instalação de aplicativos evoluíram de farms de dispositivos com dispositivos físicos para emuladores de dispositivos e outros bots e esquemas sofisticados capazes de escala ilimitada. A velocidade com que os fraudadores se adaptam também está acelerando, de um a dois meses em 2018 para apenas dois ou três dias hoje “.

O relatório State of Mobile Fraud da AppsFlyer oferece aos profissionais de marketing os mais atualizados “alertas” para fraudes de instalação de aplicativos para dispositivos móveis em 2019. O relatório apresenta várias tendências notáveis:

· 22,6% das instalações de aplicativos não orgânicos globalmente são identificadas como fraudulentas.

· 2,1% dos “eventos” de compra no aplicativo foram fraudulentos no segundo trimestre de 2019, um aumento de 10 vezes em relação ao primeiro trimestre.

· Em todas as plataformas, mais de 1 em 4 aplicativos apresentam um sério problema de fraude, com uma taxa superior a 20%.

· Ao comparar a fraude de instalação de aplicativos pelo sistema operacional, o iOS da Apple é muito menos vulnerável. Não só a fraude no Android é mais de 6 vezes maior, mas sua tendência ascendente é muito maior.

· No Android, 80% das instalações fraudulentas são resultados de bots. No iOS, 85% das instalações ruins são devidas a uma sobrecarga de cliques, em que as redes enviam grandes números de relatórios de cliques fraudulentos, na esperança de entregar o último clique antes das instalações.

Setores mais atingidos

Segmentando aplicativos por setor, o relatório descobriu que a área Financeira é a mais exposta a fraudes devido ao alto pagamento que ele oferece e sua posição como a terceira maior categoria de aplicativos. Embora nenhum mercado esteja imune à fraude, o relatório ressaltou que os fraudadores tendem a favorecer os mercados em crescimento de alta escala.

Um impressionante investimento de US $ 750 milhões em aplicativos financeiros está exposto a fraudes de instalação de aplicativos, com o Vietnã, a Indonésia e a Índia entre os países mais afetados. Os países da Europa Ocidental, particularmente a Alemanha, o Reino Unido e a Espanha, também foram fortemente visados.

As campanhas de aplicativos de viagens sofreram o impacto de ataques na Indonésia, na Índia e na Coréia do Sul, mas também na Arábia Saudita e na França.

Apps de compras foram mais atingidos no Brasil, Alemanha, Espanha, Itália, França, Sudeste Asiático e Índia.

Combatendo a fraude em tempo real

16% das fraudes na instalação de aplicativos são simplesmente impossíveis de serem interrompidas em tempo real. A AppsFlyer é a primeira empresa de atribuição a introduzir uma tecnologia de pós-atribuição ao seu pacote de proteção contra fraudes Protect360, que estabelece uma solução abrangente projetada para bloquear todas as fraudes de instalação perdidas em tempo real.

“Combater eficazmente a fraude exige atenção constante, inovação e a capacidade de processar grandes conjuntos de dados”, continuou Mann. “Estimamos que nossa nova tecnologia de proteção pós-atribuição economizará potencialmente mais milhões de anunciantes por dia em gastos com anúncios desperdiçados. ” finaliza Mann.

T-Systems Brasil e Odata fecham parceria estratégica

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, acaba de anunciar uma parceria estratégica com a ODATA, provedor de data center líder na América Latina no atendimento às necessidades de hyperscale e empresas em nuvem em múltiplos segmentos. O acordo, que ainda depende da aprovação de reguladores brasileiros, apoia o foco da T-Systems no crescimento de Cloud e Managed Services, SAP, Soluções Digitais, Segurança e IoT, enquanto a ODATA assume a infraestrutura básica de data center da T-Systems.

A T-Systems continuará oferecendo serviços aos seus clientes se beneficiando de maior flexibilidade para crescer e inovar. O head de Cloud e serviços gerenciados da T-Systems Brasil, Guilherme Barreiro, lembra que a parceria permitirá ao seu time focar-se no core da empresa, que é pautado pelos portfólios citados.

“O mercado de TI vive uma transformação extrema que exige das empresas uma total agilidade para a entrega das novas demandas. A parceria com a ODATA permitirá à T-Systems consolidar sua atuação como importante player para o mercado de tecnologia nesta nova era de Transformação Digital” reforça Angelica Vitali, Managing Director da T-Systems do Brasil.

Expansão

A ODATA, que já opera um data center de alta densidade em São Paulo (DC SP01) e recentemente inaugurou uma segunda unidade em Bogotá (DC BG01), na Colômbia, está construindo um campus em Hortolândia (SP), que deve entrar em operação em janeiro de 2020 como o maior campus de data centers da América Latina. Com isso, a companhia reforça sua missão de construir data centers para suportar a crescente demanda do mercado e operar estes data centers com a máxima eficiência e processos simples e abrangentes, garantindo eficiência energética e alta densidade aos usuários.

“Nós estamos animados com esta parceria. O T-Center é muito bem construído e altamente conectado, mas está chegando ao limite de sua capacidade. Junto com a ODATA, a T-Systems poderá continuar oferecendo serviços de alto nível e garantindo aos seus clientes expansão em nossa estrutura”, diz Ricardo Alario, CEO da ODATA. “A T-Systems é reconhecida por seus clientes como um provedor premium, e a experiência da ODATA vai reforçar este posicionamento”.