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Align Technology contratará mais de 100 profissionais no Brasil

O mercado da ortodontia digital está em alta e aquecido para quem busca uma oportunidade de emprego. Na contramão da recessão, a Align Technology, empresa com matriz global no Vale do Silício, criadora do aparelho ortodôntico invisível Invisalign® e líder mundial deste segmento, expande sua atuação na América Latina e cresce rapidamente no Brasil.

A Align oferece para esse final de ano mais de 100 oportunidades para diferentes departamentos e níveis operacionais da empresa no Brasil, além de diversas outras oportunidades em outros países da América Latina.

Do total das vagas, 80% estão focadas em áreas comerciais (gerentes de território, gerente de vendas, desenvolvimento de negócios, entre outros) em diversas regiões do país, como: Sudeste, Norte e Nordeste. Mas há, também, oportunidades para trabalhar no escritório da empresa, em São Paulo, em áreas como: marketing professional, marketing de consumer, logística, atendimento ao consumidor e suporte clínico.

O processo seletivo acontecerá nos meses de novembro e dezembro para que os candidatos possam iniciar na empresa em janeiro de 2020. Para todas as vagas disponíveis é necessário que o candidato tenha o ensino superior completo e qualidades técnicas específicas, alinhadas com a respectiva área de atuação. Entretanto, o vice-presidente da Align Technology na América Latina, Ritesh Sharma, ressalta que os diferenciais avaliados pela companhia durante o processo de seleção são: capacidade de resiliência, aprender e se adaptar rapidamente, ter sinergia com o modelo de negócio da companhia e determinação e vontade de crescer.

“Além das características técnicas necessárias para cada função, a Align busca candidatos que tenham perfil empreendedor, que sejam protagonistas de soluções e façam acontecer para ajudar a empresa a crescer e transformar a ortodontia digital no Brasil”, explica Ritesh. O executivo destaca que a empresa busca profissionais com diferentes experiências no mercado, como pessoas vindas de empresas de tecnologia, indústria farmacêutica, equipamentos médicos e bens de consumo.

A Align Technology atua no país há aproximadamente três anos e está em franca expansão no mercado, e por isso, investe em seus colaboradores e valoriza a diversidade.

Etapas do processo seletivo:

Os candidatos interessados devem entrar no site http://jobs.jobvite.com/align-tech/ e aplicar para a vaga que melhor se encaixar em seu perfil. Em alguns dias o time de recrutamento da Align entrará em contato com os selecionados – que serão levados pela companhia até São Paulo, sede da empresa, para serem entrevistados presencialmente. Até o dia 15 de dezembro todos os candidatos já serão escolhidos para iniciar as atividades na empresa no dia 06 de janeiro de 2020.

Como a tecnologia e a IA transformam o processo de recrutamento e seleção

Por Celson Hupfer, CEO da Connekt

Com o fenômeno da transformação digital, as empresas foram conduzidas a buscarem novas estratégias para se manterem à frente dos seus concorrentes. Essa revolução tem sido assistida em praticamente todos os setores, no de Recrutamento e Seleção não é diferente.

Há alguns anos, eu participava de um mercado emque eram apenas três as formas de recrutar talentos: indicação, a busca direta pelo RH ou a utilização de consultorias especializadas. Para selecionar os melhores candidatos, os processos eram relativamente os mesmos de sempre: receber e analisar currículos físicos, aplicar testes presenciais, convocar os candidatos para longas jornadas de entrevistas ou dinâmicas e, por fim, escolher aquele que melhor atendesse as competências técnicas requeridas pela vaga. Uma vez aceita a proposta, o novo colaborador reunia e enviava uma infinidade de documentos físicos ao “departamento de pessoal”, que, por sua vez, deveria mantê-los em enormes arquivos, também físicos.

Graças a tecnologias como a internet e as redes sociais, esses formatos enfrentaram sua primeira grande modificação: Os currículos podiam ser entregues por e-mail ou ser consultados nos chamados Job Boards e em redes sociais profissionais, como o LinkedIn. Outras mudanças significativas se tornaram presentes recentemente: Agora, os candidatos são localizados com o auxílio de estratégias de marketing pelo qual se utilizam tags e algoritmos capazes de identificar potenciais pessoas com maior potencial e fit com a vaga oferecida. Ou seja, as empresas agora têm que se vender para os futuros candidatos, disponibilizando vídeos institucionais e depoimentos de funcionários ou mesmo de ex-funcionários, o chamado “employer branding”. Além de tudo isso, agora O candidato, por sua vez, percorre jornadas pensadas especificamente para cada vaga em particular e pode participar do processo online, de qualquer lugar, utilizando seu laptop, tablet ou smartphone.

A digitalização dos processos, que está por trás deste novo modelo, traz enormes vantagens de tempo e custo. Os RHs efetivamente agora podem se dedicar mais a questões estratégicas e menos questões operacionais. Mesmo assim, esses processos não mudaram a essência do Recrutamento e Seleção nas empresas. A verdadeira revolução da indústria 4.0 ainda está por vir – e ela vem da Inteligência Artificial.

É com essa outra transformação, se assim podemos chamar, que a escolha dos melhores candidatos será mais objetiva do que hoje e menos dependente do julgamento subjetivo de recrutadores. Tanto candidatos, quanto empresas poderão reduzir seus erros nos processos de contratação, diminuindo o turnover e absenteísmo, melhorando performance e ambiente interno. Um exemplo claro disso é que, de acordo com pesquisa realizada no ano passado pela Page Personnel, consultoria especializada em recrutamento, feita com 1400 profissionais de RH de diversos segmentos, cerca de 90% das pessoas são contratadas por suas competências técnicas, mas também, 90% dos colaboradores são demitidos por razões comportamentais.

Com o objetivo de entender e selecionar colaboradores de maneira assertiva, as áreas de RH incorporam cada vez mais conceitos de TI. Hoje, algoritmos são desenvolvidos a partir de respostas dos candidatos ou de suas informações em redes sociais para responder questões específicas de empresas. As respostas destes algoritmos prometem taxas de acerto que nenhum modelo subjetivo pode alcançar. Adicionalmente, com tecnologias de aprendizagem de máquina, estes modelos são refinados e re-adaptados aos novos tempos e requisitos das diversas posições. Isso sim será a grande revolução, que por mais lenta que pareça ser para o setor, está mais próxima do que se imagina.

Trend Micro busca por talentos na área comercial para atuação em diferentes capitais do Brasil

A Trend Micro, líder global em cibersegurança, anuncia 5 vagas para Regional Account Managers para atuar em: Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Belém e Fortaleza (as duas últimas cidades serão atendidas por um mesmo head). Esses profissionais serão responsáveis por gerar e fechar novas oportunidades dentro dos seus polos.

O profissional interessado deve ter experiência em vendas de tecnologia de segurança da informação ou infraestrutura no mercado B2B dentro da sua região e relacionamento com CSOs, CIOs e diretores de Infraestrutura. Experiência com vendas para o setor público também é importante para as vagas. Além disso, é esperado que o candidato seja apaixonado por atingir metas de vendas e superar as expectativas dos clientes.

Os que cumprem os requisitos e estão interessados por alguma das cinco oportunidades devem escrever-se enviando o currículo para novostalentos@trendmicro.com , com o assunto “RAM (Cidade)”, exemplo: RAM Curitiba).

Sequoia conquista prêmio de melhor programa de estágio do país

A Sequoia, uma das maiores operadoras logísticas de e-commerce e tecnologia do país, acaba de conquistar o Prêmio IEL Nacional com o “Programa Talentos Sequoia”, como melhor prática de programa de estágio na categoria “Empresa Destaque”. Recentemente, a Sequoia havia vencido a etapa regional como melhor programa no Estado de São Paulo, que gabaritou a empresa a disputar a etapa nacional com vencedores de outros estados.

“Estamos muito felizes por mais essa conquista e quero parabenizar toda equipe pelo empenho e dedicação em desenvolver um ambiente de aprendizado repleto de desafios para que os estagiários se tornem profissionais de sucesso. Além disso, que atuem como agentes de mudança e busquem melhorias para a empresa, assim como, crescimento e desenvolvimento como profissionais e cidadãos”, comemora Diná Carvalho, diretora de Gente & Gestão da Sequoia.

A Sequoia concorreu com outros 12 estados classificados na categoria “Grandes Empresas”. Entre os quesitos para a escolha dos vencedores, destaques para as boas práticas de atração, desenvolvimento e retenção de estagiários, experiências expressivas nas atividades do estagiário ou participação em projeto específico, além das instituições de ensino que apoiam o estudante na conexão entre conhecimento acadêmico e experiência prática.

Programa Talentos Sequoia

Desde 2018 identifica e desenvolve jovens potenciais aderentes à cultura Sequoia. Conta com um programa robusto de capacitação técnica (Lean Manufacturing, DMAIC, SCRUM, PDCA, Gestão de Projetos, entre outros) e comportamental (autoconhecimento, trabalho em equipe, protagonismo), além do desenvolvimento de projetos, com gestão centralizada e padrinhos nas respectivas áreas de atuação capacitados para orientação dos estagiários.

Prêmio IEL

Criado em 2007 com o objetivo de incentivar a busca de excelência em programas de estágio a partir do reconhecimento de todos os envolvidos no processo: o estudante, a instituição de ensino e a empresa.

Black Friday: 6 dicas para vender mais na loja física

Por Fernanda Lemes

O final de ano se aproxima e queremos bater as metas para fechar com chave de ouro, certo?! Então, quem não quer esperar dezembro para aquecer as vendas, pode aproveitar a Black Friday.

Há duas estratégias assertivas para planejar uma Black Friday: uma somente para o dia exato do evento, que é 29 de novembro, e outra estendida por uma semana. Defina qual delas você e sua equipe irão adotar e, em seguida, comece a fazer o planejamento com base nas seis dicas abaixo, que irão apoiar seu negócio a realizar mais vendas.

1 – Defina o propósito: reúna sua equipe de vendas e explique, de forma simples e objetiva, porque a campanha é tão importante para vocês. Para alguns é o momento de liquidar os itens que não possuem grade completa, os produtos que não foram comprados de forma assertiva ou, até mesmo, valorizar aquela compra, realizada especialmente para a Black Friday.

2 – Estabeleça metas e indicadores: para acompanhar os resultados, trabalhe com metas claras e atingíveis. Faturamento, taxa de conversão, ticket médio, peças por ticket e faturamento por canal de venda são indicadores que merecem ser analisados diariamente e compartilhados com todo o time de vendas. Acompanhar a evolução das vendas contribui para que as pessoas da sua equipe se mantenham engajadas.

3 – Treine a equipe: investir em treinamento é uma das estratégias mais inteligentes para o varejo atual. Afinal, todos estão conectados e conhecem com profundidade os benefícios dos produtos desejados. Faça dinâmicas com sua equipe, reuniões para reforçar as soluções que os produtos oferecem, gamificação para cursos on-line e práticas de atendimento na loja. Outro ponto importante é conhecer bem seus colaboradores para identificar os pontos fortes de cada um e colocá-los no lugar certo. Isso potencializa, ainda mais, os resultados.

4 – Organize a loja: podemos despertar, ainda mais, o interesse do cliente pelos produtos se a loja estiver organizada e com visual merchandising impecável. Para isso, entenda como seu cliente gosta de comprar: produtos separados por cor, modelo, numeração ou estilo. Mantenha-os limpos e bem organizados, isso faz toda diferença, até mesmo se tratando de ocasiões nas quais há alto fluxo de pessoas na loja. Quanto à comunicação visual, ou seja, etiquetas, cartazes ou informativos das marcas, é preciso que estejam bem posicionadas para facilitar a jornada do cliente. Aposte na personalização de etiquetas que evidenciam o desconto para a Black Friday!

5 – Seja ativo nas mídias sociais: com apenas um clique, uma experiência nova pode acontecer. Fique ligado nos canais utilizados para se comunicar com seu cliente. Seja ativo nos canais que você consegue prestar um atendimento surpreendente. De nada adianta estar em todas as mídias sociais e não atender com a excelência e a urgência que esses meios de comunicação demandam.

6 – Crie uma relação amigável com seu cliente: lojistas também são consumidores, e, justamente por isso, são extremamente exigentes. Por isso, imagine que, ao entrar em uma loja, atraído por uma promoção, você é surpreendido por um colaborador com “brilho nos olhos”, apaixonado pelo que faz, explicando de forma atenciosa e consultiva e proporcionando uma experiência de compra incrível, vai ser fácil querer voltar mais vezes, não é mesmo? O atendimento prestado por sua equipe faz toda diferença, principalmente nas campanhas de grande fluxo. Impacte cada um de seus clientes com um atendimento único.

E lembre-se: o sucesso da sua Black Friday depende unicamente do comprometimento da sua equipe. Excelentes negócios!

Fernanda Lemes, especialista em varejo e gestora da SetaDigital, empresa de Tecnologia da Informação especializada no setor calçadista adquirida recentemente pela Linx.

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Provedores de serviços financeiros investiram 110 bilhões de dólares no combate a lavagem de dinheiro, mostra estudo da Accenture

As empresas do setor financeiro conhecem bem a luta contra o crime financeiro. Estudo da Accenture indica que provedores de serviços financeiros investiram 110 bilhões de dólares em um ano em esforços de combate à lavagem de dinheiro (AML) e no atendimento aos requisitos de AML.

Para essas empresas, a construção de uma abordagem de conformidade para crimes financeiros que usa as tecnologias da nova era – incluindo inteligência artificial (IA) e automação cognitiva – é uma forma de melhorar o investimento no combate ao crime.

Uma instituição global usou recursos de Machine Learning (ML), Natural Language Processing (NLP) e outras formas de automação inteligente para reformular suas funções de KYC (Know Your Customer – traduzido como “conheça seu cliente”). Entre os ganhos, foi registrada uma queda de 80% no tempo de integração de clientes comerciais. Outro banco de atuação global notou uma queda de 20% no volume de alertas sem impacto no apetite de seus clientes por risco.2

Os dados comprovam que a automação inteligente pode fazer a diferença nos negócios e que uma abordagem de conformidade de crimes financeiros combinada ao uso da automação inteligente pode resultar em benefícios como investigações de maior qualidade, menos falso positivos, menores custos operacionais e maior eficiência geral.

A Accenture teve acesso a inúmeros casos de sucesso nas seguintes áreas:

• Integração e atualização KYC

• Identificação de sanções e monitoramento de transações

• Investigação de sanções e monitoramento de transações

Conheça seu cliente (KYC)

Começando pelo KYC, o estudo da Accenture comprova que as empresas do setor financeiro podem se beneficiar da conformidade de crimes financeiros combinados à automação inteligente. A tecnologia certa pode resultar no aumento de eficácia em todas as etapas do processo KYC, desde a integração do cliente até a fase de due dilligence.

O estudo traz mais informações sobre como a automação inteligente pode melhorar as funções KYC:

• Integração de clientes – A integração das ações de gestão de relacionamento com clientes e de gestão do ciclo de vida do cliente cria eficiências operacionais que aperfeiçoam a criação de casos KYC.

• Análise de classificação de risco do cliente – A PNL ajuda as equipes a identificar a entidade de triagem; enquanto a resolução de correferência confirma o referenciamento da entidade. A rotulagem de funções semânticas ajuda a identificar suspeitos.

• ML para detectar atividades suspeitas – A automação inteligente ajuda a identificar padrões emergentes de lavagem de dinheiro, oferecendo uma melhor visão do que é uma atividade suspeita ou não.

• Auto-fechamento e alerta de hibernação – Alguns alertas de risco baixo a médio podem ser fechados ou colocados em modo hibernação automaticamente. Se as atividades de um cliente acionarem um alerta, ele poderá ser categorizado como sendo de alto risco.

Investigação eficiente de alertas:

A investigação de alertas e monitoramento de transações tradicionais envolve uma revisão inicial para descontar alertas falso positivos. Se necessário, isso pode ser seguido por uma revisão detalhada do cliente, com o encaminhamento do caso para revisão adicional com a apresentação de um Relatório de Atividades Suspeitas ao regulador.

Nesse ponto, segundo o estudo, a automação pode ajudar com:

• Processamento de dados para criação de cases: Essa abordagem pode simplificar a captura de dados para a criação de cases. Os dados coletados podem ser categorizados e apresentados em formato visual (por exemplo, identificando transações discrepantes) e de forma automatizada para ajudar no processo de investigação.

• Análise de mídia: Técnicas de PNL, como reconhecimento de entidade nomeada, resolução de correferência, extração de relacionamento e rotulação de função semântica, podem identificar entidades e possíveis suspeitos. Esse tipo de abordagem, combinado a ferramentas e sistemas inteligentes, pode identificar padrões novos e alimentar modelos com essas informações, ajudando os investigadores a tomarem decisões melhores.

• ML para tomada de decisão: Embora as decisões finais envolvam julgamento humano, os algoritmos de ML podem revisar a atividade acionada para automatizar aspectos do processo de tomada de decisão, construindo modelos estatísticos que incorporam dados coletados e calculam a probabilidade de disposição das transações alertadas, seja para fechamento ou progressão.

• Natural Language Generation (NLG) para geração de narrativas: Para transações não relatadas (a maioria das transações), a NLG pode gerar uma narrativa de caso convertendo dados em breves resumos de caso. Esse é um dos aspectos mais desafiadores de todo o processo de investigação. É fundamental que as instituições financeiras se concentrem em segmentos de alerta que podem ser efetivamente processados por meio da NLG.

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Mercado de Telecom acredita que o 5G será fundamental para alavancar economia brasileira, diz pesquisa

Uma sondagem de opinião realizada pela Ericsson entre os dias 29 e 31 de outubro, em São Paulo, confirma que executivos do setor de telecom acompanham com ansiedade os próximos passos da implementação do 5G no Brasil. O estudo foi realizado durante o Futurecom 2019, maior evento do setor na América Latina, ouvindo 878 decisores do setor de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), fornecedores, provedores e empresas referências no setor.

Com chegada ao Brasil do 5G prevista para 2020, a sondagem realizada com especialistas abordou, entre outros pontos, a importância do 5G para o País. Numa escala de 0 (muito baixa) a 10 (muito alta), a nota média ficou em 9,3.

Quando perguntados sobre o papel habilitador do 5G para a transformação da economia, 64% dos respondentes concordam plenamente que a tecnologia será fundamental para alavancar mudanças significativas em toda a sociedade. Outros 35% também entendem que haverá grande impacto, ainda que parcialmente,

Ao abordar um eventual atraso no leilão de frequências, 72% declararam que isso pode ter um forte impacto negativo para o Brasil. Apenas 7% posicionaram-se favoráveis ao referido atraso.

Para o diretor de Relações Institucionais da Ericsson, Tiago Machado, esses resultados merecem atenção: “Muitos estudos já realizados comprovam que o 5G será o principal fator de transformação econômica, competitividade e ganho de eficiência dos mais diferentes setores da economia na próxima década. E o Brasil não pode perder o timing para dar mais esse importante passo. É realmente importante que o Brasil tome uma série de medidas regulatórias como parte de uma política pública mais ampla que assegurem a introdução da tecnologia no Brasil ainda em 2020”. Ele alerta: “Entre essas medidas, estão o leilão de frequências 5G sem um viés arrecadatório e a aplicação da Lei Geral de Antenas em todos os municípios do País”.

Considerada a nova geração da conectividade móvel, o 5G já é uma realidade para a Ericsson, que foi pioneira na implementação e ativação da nova tecnologia em quatro continentes. Atualmente já somam 22 as operações comerciais em funcionamento na América do Norte, Europa, Oriente Médio, Oceania e Ásia utilizando tecnologia 5G da Ericsson.

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Blockbit anuncia Anderson França como CEO

A Blockbit, empresa líder em produtos de cibersegurança, anuncia a contratação de Anderson França como novo CEO da companhia. O executivo assume o cargo com o objetivo de impulsionar os negócios e expandir a presença internacional da organização, além de acelerar inovações para evoluir cada vez mais o portfólio de soluções entregues aos clientes. Além da chegada de França, a Blockbit também apresenta seu novo logo e website, parte do processo de renovação da identidade da empresa em todo o mundo.

“Estou muito feliz com o novo desafio que assumo na Blockbit, uma empresa inovadora, que vem crescendo de maneira sólida e consistente, e já conta com presença na Europa, Estados Unidos e em todo o Brasil”, diz França. “Chego com a meta de ajudar a ampliar as operações e contribuir com o processo de transformação da companhia. Meu objetivo é firmar parcerias estratégicas para aumentar a capacidade de atendimento dos nossos clientes, capacitar nossos canais, e desta forma, alcançar uma liderança ainda maior no mercado”.

Formado em Ciência da Computação com especialização em Marketing e Vendas, o executivo possui cerca de 20 anos de experiência profissional e, antes de chegar à Blockbit, atuava como Diretor Executivo da Oi para transformação digital e cibersegurança. Anderson também teve passagem liderando na América Latina as divisões de software em grandes empresas de tecnologia como Kodak, HP Exstream e Pitney Bowes.

França atuará no desenvolvimento de novos recursos que permitam expandir ainda mais o valor ofertado pela companhia aos seus clientes. “Apesar de a cibersegurança ser um tema central na estratégia das organizações, que estão expostas à grande velocidade com que as ameaças surgem, as empresas precisam contar com produtos que sejam inovadores e eficientes, mas que se encaixem em seus orçamentos. As soluções da Blockbit atendem a essa necessidade apresentando produtos com excelente qualidade, padrão global e uma ótima relação custo-benefício”, afirma.

De acordo com o executivo, um de seus objetivos será o de ampliar as ações em busca de inovações. “Queremos oferecer soluções que permitam que as companhias tenham autonomia e facilidade para trabalharem a segurança de seus dados”, explica. França acrescenta que, para isso, a empresa aumentará ainda mais seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento criando uma geração de produtos inovadores e de fácil uso. “O nosso slogan diz que ‘é fácil estar seguro’, desta forma, buscamos desenvolver produtos altamente eficazes na proteção de nossos clientes, com uma excelente usabilidade e que simplifique a sua operação”, diz.

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Fintech insere universitários ao ecossistema de inovação em iniciativa do BC

Com a missão de viabilizar câmbio justo para todos, a fintech TransferHub (www.transferhub.com.br), ingressou este ano no LIFT (Laboratório de Inovações Financeiras Tecnológicas), coordenado pelo Banco Central, e foi uma das quatro empresas convidadas a participar do LIFT Learning, projeto da instituição para aproximar o meio acadêmico do ecossistema de inovação. Com formato colaborativo, a iniciativa terá mentorias especializadas e o desenvolvimento de soluções tecnológicas para o mercado financeiro.

“É fundamental envolver os jovens em programas como esse, para que tenham interesse na área, adquiram conhecimento e participem da inovação disruptiva”, diz Rafael Mellem, CEO do TransferHub, que juntamente com N26, Sicoob e bxblue, faz parte da primeira edição do LIFT Learning. Cada um vai propor desafios e liderar um grupo de 10 a 15 alunos — da graduação ao mestrado — na produção de protótipos.

Para os estudantes, é a chance de se aproximarem do universo das startups, com modelos de negócio, técnicas e questões específicas do segmento — que não são ensinados em sala de aula. “É um ciclo de aprendizado virtuoso, com interação de conhecimento e tecnologias e aumento da capacidade produtiva, em progressão crescente”, diz a professora Carla Rocha, coordenadora técnica do LIFT Learning.

Durante os quatro meses de duração do programa, os alunos receberão bolsa de estudos e cada equipe terá o gerenciamento presencial e remoto da empresa orientadora — com profissionais de TI e executivos. “A proposta faz parte da agenda de desenvolvimento BC#, que visa a educação, o fomento à cultura de fintechs e o acesso às tecnologias. O intuito é que seja nacional e recorrente”, adianta o professor Ricardo Fernandes Paixão, gestor acadêmico da iniciativa, que é idealizada também por membros do LIFT, Fenasbac e Banco de Brasília.

Robô otimiza câmbio ao remover fator emocional

O desafio para os integrantes do time do TransferHub será um RoboTrader para operar o fechamento de câmbio Dólar/Real no mercado à vista. Com um sistema autônomo de operações usando algoritmos, a solução vai proporcionar ganho de tempo, independência e maior estabilidade nas taxas. “Ao remover o fator emocional das decisões, o usuário tem mais agilidade, limita os riscos e tem mais chances de aproveitar oportunidades”, diz Mellem. O protótipo resultante será apresentado no evento LIFT Day, em março 2020, em Brasília (DF), e será disponibilizado na fintech como ferramenta para empresas e indivíduos.

Ao mesmo tempo, o TransferHub também está incubado no laboratório de inovações financeiras e tecnológicas do Banco Central, o LIFT, onde está desenvolvendo o protótipo do aplicativo para operações casadas de câmbio voltado a pessoa física. Com mentorias e parceria tecnológica de grandes nomes como IBM, Microsoft, Oracle, AWS e Multiledgers, além do BC e da Fenasbac, a plataforma busca ganhar escala nos negócios. “Entramos de cabeça nesses programas para contribuir com soluções para o sistema financeiro nacional, de modo que o mercado de câmbio seja justo para todos”, diz Mellem.

Startup australiana é a grande vencedora do Starter Acceleration Program

A startup australiana, LexX Technologies foi eleita a grande vencedora da primeira edição global do Starter Acceleration Program, o programa de aceleração de startups da EDP. A etapa final da competição aconteceu durante o Web Summit, um dos maiores eventos de empreendedorismo e inovação do mundo, realizado em Portugal. A startup vencedora foi premiada com 50 mil euros.

O programa, que neste ano passou a ser global, contou com módulos em três regiões — Europa (em Madri, Espanha), América Latina (em São Paulo, Brasil) e América do Norte (em Houston, Estados Unidos) — recebeu aproximadamente 500 inscrições, sendo 129 delas vindas do Brasil, o recordista de candidaturas neste ano. As startups brasileiras ColabApp e Loud Voices Services ficaram entre as nove finalistas da competição, além da Trato, startup mexicana que se classificou no módulo LATAM.

“O ecossistema de startups contribuirá diretamente para a construção do futuro do setor elétrico. Por isso, queremos fomentar a busca por novas soluções e seguir engajados na geração de novos negócios e no crescimento destas empresas”, destaca Livia Brando, gestora executiva de Estratégia, Inovação e Ventures da EDP no Brasil.

Em linha com as áreas estratégicas da EDP, as startups apresentaram projetos nas seguintes categorias: Energias Limpas, Soluções com Foco no Cliente, Inovação Digital, Armazenamento de Energia, Redes Inteligentes e Inovação em Processos Internos.

“Para nós é uma grande honra ter representado o Brasil na final do Starter. Contamos com a ajuda da EDP durante todas as fases do programa. O maior prêmio é estar aqui, na final de um grande programa global de aceleração, no maior evento de empreendedorismo do mundo”, destaca Felipe Almeida, CEO da Loud Voices Services.

A startup vencedora desenvolveu uma assistente inteligente, que tem como objetivo trazer experiência, conhecimento e aprender técnicas de manutenção, otimizando a avaliação e eficiência dos ativos das empresas.

Desde 2008, os veículos de Venture Capital do grupo EDP já aplicaram globalmente mais de 35 milhões de euros em 29 startups, que juntas empregam mais de 750 colaboradores e têm mais de 100 milhões de euros de receita por ano. No País, a EDP ventures Brasil é o primeiro instrumento de corporate venture capital voltado ao setor de energia. Lançado em 2018, já investiu em três startups, também oriundas de programas de engajamento com startups da EDP.

Novos parceiros

Três parceiros internacionais se juntaram a esta primeira edição do Starter Acceleration Program: a American Eletric Power, utility que tem mais de cinco milhões de clientes em 11 estados norte-americanos; a Turning Tables, uma empresa de inovação do grupo espanhol Cuerva; e a Verbund, maior fornecedora de eletricidade da Áustria, com quase meio milhão de clientes. O programa conta também com a parceria da ACE e da LMarks, duas especialistas em projetos de inovação e empreendedorismo e presença mundial.

Conheça o perfil da startup vencedora, e das brasileiras selecionadas para a final do programa:

LexX Technologies – Sydney (Inovação Digital): plataforma inovadora que realiza diagnósticos e propõe soluções para técnicos de manutenção. Com base nos conceitos que fomentam a Indústria 4.0, a startup realiza combinações de recentes tecnologias como Inteligência Artificial, Machine Learning e processamentos em linguagem natural para fornecer conhecimento técnico e recursos avançados para diversas indústrias.
https://www.lexxtechnologies.com/
ColabApp – São Paulo (Soluções com Foco no Cliente): plataforma digital que conecta cidadãos à administração pública e/ou empresas privadas, promovendo a melhoria da qualidade dos serviços prestados.
www.colab.re

Loud Voice – São Paulo (Inovação Digital): solução de comunicação de voz que permite uma conversa real entre bots e humanos, gerando uma experiência humanizada e de qualidade.
www.loudvoiceservices.com

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Como novos modelos de trabalho favorecem retenção de talentos nas empresas

Por Tiago Alves

As relações de trabalho vêm mudando ao longo dos anos e, felizmente, têm beneficiado os trabalhadores que cada vez mais valorizam equilíbrio entre vida pessoal e carreira. Nas últimas décadas, o trabalho flexível ganhou espaço em grandes e pequenas empresas ao redor do mundo e hoje é um dos fatores que atrai e retem talentos. Há 11 anos, a Workspace Group (IWG) analisa globalmente o uso dos espaços de trabalho, e percebeu que os profissionais estão preferindo empregos que garantam também sua satisfação pessoal.

A última edição do estudo, contou com a participação de mais de 15 mil pessoas em 80 países, mostra que 54% dos respondentes consideram o fator “trabalho flexível” mais importante do que estar em uma grande empresa. Mais da metade dos entrevistados define trabalho flexível como “a possibilidade de escolher o local onde vão desempenhar suas atividades”. Note-se que os empregados querem mais do que que o home office, eles desejam ter o poder de escolha e, para isso, a empresa precisa oferecer possibilidades e confiar em sua equipe.

Os dados demonstram ainda que metade dos empresários trabalham fora do escritório principal metade da semana ou mais dias. Eles alternam trabalho em casa, espaços de coworking e salas remotas, pois nem todas as demandas exigem a presença física no escritório. Recentemente duas executivas brasileiras da Unilever passaram a se revezar em um mesmo cargo, trabalhando três dias por semana cada. Esse é o futuro do trabalho, que garante a harmonia entre vida pessoal e carreira.

No Brasil, a pesquisa envolveu 1.116 entrevistas e 76% afirmam que espaços flexíveis poderiam reduzir significativamente o tempo que gastam com deslocamento para ir e voltar do trabalho. As pessoas não querem mais perder tempo no trânsito quando podem realizar suas atividades em um local mais próximo de suas casas, por exemplo.

Os avanços tecnológicos também são aliados desse novo modelo de trabalho, pois permitem que parte das “tarefas” sejam realizadas fora do escritório tradicional. O estudo do IWG aponta que 54% dos brasileiros alegam que trabalham, por meios eletrônicos, enquanto estão no trajeto para a empresa. Então porque deveriam ir todos os dias “bater ponto”?

As empresas também são beneficiadas por esse dinamismo. Nos índices globais, nosso estudo indica que 85% dos participantes confirmaram que a adesão ao escritório flexível aumentou a produtividade dos negócios. Além disso, o formato tende a enxugar os custos operacionais, diminuir riscos e facilitar a expansão para novos mercados. As vantagens para as companhias são comprovadas, por isso, 62% delas possuem alguma política de espaço de trabalho flexível.

Em nosso contato diário com diversas companhias dos mais variados setores e trabalhadores e com os resultados da pesquisa da pesquisa global podemos afirmar que, atualmente, o modelo de trabalho que melhor atende empresas e funcionários é híbrido. Ele envolve um escritório principal, o home office e outros espaços localizados entre esses dois pontos principais, que favorecem o deslocamento das pessoas. O trabalhador não tem mais o sonho de fazer carreira em uma única empresa por toda a vida.

A maioria prioriza qualidade de vida, desenvolvimento pessoal e profissional e realização de metas. Certamente, esse modelo não sairá de “moda”. Pelo contrário, tende a ser incorporado por todos os tipos de negócios e saem na frente as empresas que oferecem essas possibilidades aos funcionários.

Tiago Alves, CEO do International Workplace Group (IWG) no Brasil

7 estratégias para que seus clientes virem fãs da sua marca nesta Black Friday

Todos os anos vemos um grande crescimento de vendas durante a Black Friday ao redor do mundo. No Brasil, um levantamento realizado pela Ebit/Nielsen apurou que as vendas no e-commerce alcançaram R$ 2,6 bilhões no período em 2018, uma alta de 23% em relação a 2017. Segundo o levantamento, o número de consumidores únicos (que fez ao menos uma compra online) cresceu 9% em relação ao ano anterior, para 2,41 milhões.

Proporcionalmente com o aumento das vendas, há também um número maior de queixas de consumidores com problemas recorrentes, que vão desde preços enganosos, prazos de entrega equivocados até a qualidade dos produtos. No ano passado, o site Reclame Aqui recebeu 5,6 mil reclamações durante o período de ofertas. Por outro lado, as solicitações de suporte ao cliente nas empresas também cresce e, segundo o Gartner, as interações por meio de aplicativos de mensagens já excedem as que os usuários enviam via redes sociais.

De acordo com uma pesquisa realizada em 18 países latino-americanos pelo Latinobarometer, cerca de 64% da população afirma usar o WhatsApp, embora a porcentagem varie de país para país. No Brasil esse percentual é de 66%, enquanto no Chile a penetração é 80%, seguido por Argentina (76%) e Colômbia (67%). O percentual é menor no México (60%) e Peru (54%).

Mas como surpreender 4.1 bilhões de pessoas (usuários do WhatsApp, Facebook Messenger, WeChat e Viber) super conectados em um grande volume de dados e interações? Abaixo, a Zendesk compartilha sete estratégias simples para que as empresas tenham sucesso no próximo 29 de Novembro, durante a Black Friday:

Responda rápido. Tente resolver rapidamente os problemas que seus clientes apresentam ou, pelo menos, dê a impressão de que está tentando.

Personalize sua conta. Adicione uma imagem ou logotipo de sua empresa no perfil e, se possível, um contato de telefone ou email.

Use o tom correto. Avalie se a resposta ao cliente deve ser mais formal, mais amigável, etc. Ter respostas previamente escritas como apoio será útil.

Defina um horário comercial. Se você não possui equipe 24 horas, é crucial deixar isso claro para os clientes.

Implemente ferramentas para ouvir melhor o que seus clientes dizem. Ao catalogar as mensagens, você pode sistematizar as respostas fornecidas.

Transforme experiências negativas em positivas. Cada experiência que não atende às expectativas dos clientes é uma oportunidade para melhorar a imagem da empresa e fidelizar os consumidores.

Integre sua plataforma de mensagens aos demais canais de atendimento. Se você centralizar os dados de seus clientes e acompanhar seus chamados do início ao fim, fornecerá um atendimento diferenciado. Além disso, o cliente ficará feliz porque ele não terá que repetir sua história todas as vezes que trocar de canal de atendimento.

Tornar mensagens instantâneas uma ferramenta central da sua estratégia de negócios é estar um passo à frente da concorrência. E não apenas porque é um ótimo instrumento para monitorar em tempo real as preferências e necessidades de seus clientes, mas também porque, ao comparar seu impacto com o marketing digital e as redes sociais, as mensagens mostram um envolvimento muito maior, mais personalizado e rápido e, portanto, propicia um melhor retorno sobre o investimento.