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Ética do profissional brasileiro foi abalada pela crise, aponta pesquisa da ICTS Protiviti

Como está a percepção ética do trabalhador brasileiro frente aos acontecimentos políticos ocorridos nos últimos dois anos? As decisões morais do profissional brasileiro se alteraram diante das mudanças do cenário econômico e político? A resposta para estas perguntas está na 4ª edição da pesquisa bienal “Perfil Ético dos Profissionais Brasileiros”, realizada pela consultoria de Gestão de Riscos, Ética e Compliance, ICTS Protiviti.

O estudo, que contou com a análise do grau de flexibilidade moral de 4.784 colaboradores de diferentes níveis hierárquicos, identifica o comportamento destes profissionais frente a dilemas éticos vivenciados no ambiente corporativo, mapeando como agiriam em relação a temas como: apropriação indébita, gratificação indevida e vazamento de informações.

A análise aponta que 57% dos profissionais apresenta grau de flexibilidade moral médio, situação em que o comportamento do indivíduo pode ser influenciado por pressões externas. Este ponto traz um alerta, vez que na edição anterior do estudo, divulgada em 2017, este índice correspondia a 36% dos colaboradores. Ao verificar que o grupo de profissionais com menor propensão para se corromperem (graus de flexibilidade média-baixa e baixa), caíram de 50% para 19% entre 2017 e 2019, conclui-se que, de forma geral, os colaboradores tornaram-se mais propensos a compactuarem com condutas antiéticas no ambiente corporativo.

“Analisando os possíveis fatos que podem ter influenciado este grau de flexibilidade, podemos considerar o desaquecimento da exposição da Lava Jato na imprensa, tornando-se um assunto mais corriqueiro e menos mobilizador, principalmente após a prisão do ex-presidente Lula, assim como os menores investimentos nos controles das empresas, o medo do desemprego e a juniorização de cargos, estes três últimos estimulados pela crise econômica”, relata Heloisa Macari, porta-voz da pesquisa e diretora executiva da consultoria ICTS Protiviti.

Para a executiva, o ápice de movimentos populares em prol da ética foi refletido na baixa flexibilidade moral do trabalhador brasileiro. Ou seja, antes não fazia sentido compactuar com uma conduta antiética. Agora, houve um afrouxamento desse cenário e as empresas devem refletir sobre os cuidados a serem tomados. “Num primeiro momento, as empresas passaram a adotar os canais de denúncia e as pessoas ampliaram seus relatos numa tentativa de autoproteção. Agora, a atenção das empresas deve ser a de conhecer melhor o comportamento de seus colaboradores e, acima de tudo, focar numa cultura ética interna para que os problemas não voltem a acontecer”, explica Heloisa.

Este cenário é suportado por outros indicadores do estudo. Do grupo analisado, 71% falariam sobre erros próprios ou de terceiros que pudessem gerar prejuízos à organização se, e somente se, o ambiente corporativo trouxesse segurança, inclusive contra retaliações. Em contrapartida, 28% reportariam tais situações independentemente de fatores externos. Na edição passada, este número era maior, chegando a 35%. O mesmo ocorre sobre a convivência com atos antiéticos. Apenas 29% dos profissionais disseram que não aceitariam essa situação. Na edição anterior, 47% fizeram essa afirmação.

Em relação ao tratamento de informações confidenciais, que avalia o grau de compreensão e respeito que o colaborador apresenta ao tratar questões de sigilo profissional, 59% usariam informações se estivessem sob pressão ou buscando uma recolocação profissional, enquanto 41% não repassariam dados confidenciais. Na edição anterior, 63% não usariam esses dados em benefício próprio. E quando o assunto é pagamento ou recebimento de proprinas, 58% dos profissionais condicionariam sua decisão a fatores externos.

“Nesta edição, percebe-se uma migração dos profissionais de alta e de baixa flexibilidade ética para o nível médio e médio alto, o que mostra que há riscos para as empresas quando o assunto é flexibilidade moral. Isso significa uma necessidade de maior intensidade das ações educativas, de controle e de gestão de pessoas nas organizações frente a um cenário de crise sócio-política-econômica que afetou a flexibilidade moral dos profissionais brasileiros”, finaliza Heloisa Macari.

Análise de Dados registra aumento de 58,9% nas demandas de trabalho

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), hoje são mais de 12,6 milhões de desempregados em território brasileiro e com o crescimento dessa taxa diariamente, a procura por empregos informais também gera aumento, transformando a modalidade conhecida como freelancer cada vez mais popular.

Essa tendência profissional que cresce a cada dia é sintetizada pelo Fast 50, um índice trimestral das principais e mais procuradas áreas de atuação dentro da plataforma que recentemente atingiu a marca de 1 milhão de usuários brasileiros, a Freelancer.com. No topo do ranking, a Análise de Dados e a Assistência Virtual surgem como as áreas com maior aumento de projetos significativos do trimestre. Esses setores estão obtendo a maior demanda por parte dos empregadores, com um crescimento nesses de 58,9% e 55,6%, respectivamente, no terceiro trimestre.

“Grandes e pequenas empresas ainda estão contratando, mas nem sempre de maneira tradicional. Com visão de futuro, empresas inovadoras – especialmente aquelas que buscam otimizar e escalar – estão cada vez mais buscando mercados de crowdsourcing”, afirma o CEO e fundador da Freelancer.com Matt Barrie.

As 5 profissões que mais cresceram no último trimestre foram:

• Análise de Dados: O crescimento de 58,9% das demandas dessa área subiram de ​1.114 para 1.770​empregos, demonstrando uma crescente necessidade de empregadores procurarem trabalhadores qualificados para analisar e interpretar dados e assim, identificar tendências emergentes.

• Assistência Virtual: O terceiro trimestre também registrou um aumento de 55,6% dos empregos, de 7.925 para 12.329, passando do décimo para o segundo maior crescimento de demandas, com tarefas que variam desde a entrada de dados até publicações em mídias sociais.

• Microsoft Office: O ressurgimento do Microsoft Office sob o comando de Satya Nadella é evidente, atingindo a terceira maior demanda neste trimestre. Desde a publicação do Relatório Freelancer Fast 50, a demanda pelo Microsoft Office diminuiu até sua primeira aparição no Fast 50, crescendo 31,2% para ocupar o 15º lugar no segundo trimestre deste ano (2.018 a 2.740) e subindo mais 54,2% no terceiro trimestre (2.683 a 4.137).

• Digitação de Cópia: Embora a digitação de cópias passe do segundo para o quarto lugar, a demanda aumentou 53% (6.988 para 10.692), após um aumento de 50% no segundo trimestre, e permanecendo no top 10 pelo segundo trimestre consecutivo. Além da limpeza de dados, os empregadores estão buscando freelancers especializados em transferir notas manuscritas para um formato editável – como esse empregador australiano que precisa de arquivos PDF convertidos em documentos do Word.

• Transcrição: Enquanto os avanços na tradução automática se aceleram, como o Facebook usando a matemática para traduções automáticas de palavras, a Unbabel mostra recentemente a necessidade de intervenção humana, recebendo recentemente US$ 60 milhões para adotar uma abordagem mista de máquina e ser humano para traduções e serviços de transcrição ao vivo, demonstrados neste projeto que exige que alguém entenda vários sotaques. Freelancers especializados em Transcrição foram contratados para 3.981 projetos no terceiro trimestre de 2019, um aumento de 52,2% em relação ao segundo trimestre.

Além das áreas mencionadas acima, devido ao aumento das demandas de trabalho dentro do site Freelancer.com, o Fast 50 também apontou algumas das áreas que demonstraram queda no terceiro trimestre deste ano, mas que preveem o aumento favorável na popularidade e procura por profissionais capacitados nessas áreas. Sendo elas:

• Engenharia, Engenharia Elétrica, Análise de Estatísticas, Algoritmos, Engenharia Mecânica e Matlab e Matemática

Abaixo, a tabela das 50 áreas com mais oportunidades e demandas dentro da plataforma da Freelancer.com:

Apesar de demonstrarem queda no último trimestre, a imagem geral fornecida pelas habilidades em declínio apresenta a fluidez do mercado freelancer. As habilidades que tiveram número considerável de aumentos nos trimestres anteriores vieram a cair no terceiro trimestre, enquanto outras áreas que diminuíram a demanda nos trimestres anteriores tiveram fortes aumentos no terceiro trimestre. Embora possa haver alguma volatilidade na demanda trimestral, o mercado freelancer em geral permanece vibrante e crescente.

Peak Invest anuncia Bruno Giusti como novo Head de Marketing

A Peak Invest, fintech de crédito no formato P2P (peer to peer), anuncia a contratação de Bruno Giusti como o novo Head de Marketing da empresa. Formado em Publicidade e Propaganda pela Universidade de Sorocaba, o executivo conta com mais de 8 anos de experiência em Marketing Digital, Inbound Marketing, Inbound Sales, Outbound, SAC 3.0, Growth Hacking e Social Media para empresas do mercado náutico e do varejo ligadas à construção civil.

O novo Head de Marketing da Peak Invest será responsável por coordenar toda a operação de marketing da empresa, incluindo comunicação e relacionamento com clientes.

Marcio Berger, co-fundador e CEO da Peak Invest, conta que Bruno Giusti veio para transformar a comunicação da fintech. “A chegada do Bruno acontece em um momento importante da Peak, estamos crescendo rápido. A comunicação apropriada com nossos clientes atuais e o mercado potencial é chave para a escalada sustentável do nosso negócio”, afirma.

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O Brasil ocupa o oitavo lugar entre os países com maior potencial de seguro, segundo índice da MAPFRE

A atualização do Índice Global de Seguros Potenciais (GIP), elaborado pelo Serviço de Estudos da MAPFRE, mostra o Brasil como uma das nações com maior oportunidade para o setor. No ranking, que analisou 96 mercados, o país ocupa o oitavo no lugar no segmento Vida, subindo uma posição em relação à edição anterior divulgada em março, e também no de Não Vida, em que se manteve estável.

Lançado no começo deste ano, o GIP é a primeira métrica internacional que apresenta os países com mais possibilidades de crescimento para a indústria seguradora em médio e longo prazo. O levantamento teve como base o período de 2008 a 2018 e indica que países da Ásia e da África apresentam o maior potencial para seguros e importância relativa no contexto global.

De acordo com o Serviço de Estudos, o GIP aumentou em comparação com os valores da década 2007-2017, o que é explicado principalmente pelo desenvolvimento ainda incipiente do produto Vida em países emergentes como o Brasil. O estudo conclui que o potencial de seguro é bastante concentrado, independentemente de se tratar de um mercado desenvolvido ou não, e que permanece semelhante nos últimos anos.

O diretor Geral de Serviços de Estudos da MAPFRE, Manuel Aguilera, afirma que as expectativas de reaquecimento econômico colaboraram com o ganho de uma posição no ranking de Vida. “Tempos de crises trazem importantes aprendizados em relação à economia e finanças pessoais. Neste sentido, apresenta-se uma valiosa oportunidade para o mercado segurador brasileiro, que possui um vasto campo a ser explorado pelas companhias que melhor se posicionarem e adaptarem seus produtos à realidade local”, observa.

“Sabemos do enorme potencial do Brasil para o desenvolvimento do negócio de Vida, e também já percebemos que o consumidor tem demonstrado maior preocupação em ter uma proteção para si mesmo e suas famílias, no caso de um evento não programado”, afirma Fernando Pérez-Serrabona, CEO da MAPFRE Regional Brasil e representante da Fundación MAPFRE no país.

Entenda o GIP-MAPFRE

O índice desenvolvido pelo Serviço de Estudos da MAPFRE se baseia em estimativas da Estimativa da Abertura de Proteção do Seguro (BPS), que representa a diferença entre a cobertura de seguro economicamente necessária e benéfica para a sociedade e o valor dessa cobertura realmente adquirida, e modifica-se em função do crescimento econômico e da população de um país, assim como do surgimento de novos riscos. No caso do Brasil, essa diferença alcançou 314,5 bilhões de reais ou o equivalente a 86 bilhões de dólares.

Para o cálculo do GIP-MAPFRE, além da BPS, outras variáveis ​​são levadas em consideração, como penetração (prêmios / PIB), tamanho da própria economia ou nível populacional, entre outras. Em resumo, oferece uma pontuação que ordena cada país de acordo com sua contribuição para diminuir o déficit global de seguros.

Acesse o estudo completo em inglês: http://www.fundacionmapfre.org/documentacion/publico/i18n/catalogo_imagenes/grupo.cmd?path=1103681

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Qualcomm traz o 5G para a realidade na Futurecom 2019

A Qualcomm participa da Futurecom 2019 mostrando como o 5G transformará a vida das pessoas, das casas, das cidades e das indústrias. Como empresa inovadora e líder no desenvolvimento de tecnologias sem fio e fundamentais como o 5G, a Qualcomm trará especialistas de diferentes áreas da empresa e demonstrações 5G que mostrarão o poder do novo padrão de telecomunicação, oferecendo uma visão do benefício econômico de US $ 13,2 trilhões que irá criar até 2035.

“Temos um papel de liderança no desenvolvimento da tecnologia 5G no mundo. Durante a Futurecom, vamos mostrar as inúmeras oportunidades de negócios, aplicações, melhorias e o avanço econômico que o 5G poderá trazer para o Brasil e para a América Latina”, diz Rafael Steinhauser, vice presidente sênior e presidente da Qualcomm para America Latina.

Executivos internacionais

Este ano, executivos C-Level da empresa estarão presentes no evento para keynotes e paineis, como Penny Baldwin, Chief Marketing Officer da Qualcomm, e Rafael Steinhauser, presidente da Qualcomm para America Latina. Outros executivos sêniors participarão de paineis e palestras.

Demonstrações:

Cubo 5G

A Qualcomm é a empresa que lidera o mundo no caminho do 5G e, na Futurecom, o visitante poderá entrar no Cubo 5G, que conta a história dos avanços promovidos em 3G, 4G e 5G, mostrando o que estará disponível em um futuro próximo. Os vídeos demonstram o futuro conectado ao 5G que em breve será realidade, com alguns casos de uso como: comercialização de smartphones 2019, fábricas conectadas (IoT), IA no dispositivo, realidade virtual imersiva, C-V2X, jogos para vários jogadores móveis, Always Connected PCs, compras e socialização em smartphones.

5G, Realidade Virtual e Robótica na Indústria 4.0

A Qualcomm, em parceria com a Bosch, irá destacar como a tecnologia 5G pode ser aplicada no setor industrial. Os visitantes irão vivenciar como é interagir com um robô através de recursos de realidade virtual e conectividade 5G para trazer mais eficiência e segurança em tarefas típicas de uma fábrica.

Segundo Julio Monteiro, diretor Industrial da Bosch, os sistemas fabris estão em constante evolução e sua complexidade aumenta cada vez mais, especialmente por conta da integração das máquinas e processos com a inteligência artificial, o que demandará melhor conectividade e agilidade no tempo de respostas entres as ações executadas nas linhas de produção, por exemplo. “Será um ponto crítico para o setor se a velocidade de conexão não acompanhar o desenvolvimento industrial. Assim, a tecnologia 5G é um avanço para quebrar essa barreira e refletirá em maior produtividade e melhoria nos processos e produtos para a área da manufatura”, afirma o executivo.

Smartphones e Dispositivos 5G

Alguns dos primeiros dispositivos 5G do mundo estarão ao alcance dos visitantes no estande da Qualcomm. Equipado com a plataforma móvel Qualcomm Snapdragon, Xiaomi, One Plus, LG e Inseego CPE estarão em exibição.

Espelho Inteligente e Snapdragon SiP

O Snapdragon SiP, tecnologia que está sendo introduzida no Brasil pela Qualcomm e que já equipa smartphones por aqui, estará também em destaque no estande. No contexto de uma casa conectada, a Qualcomm mostra o espelho inteligente, desenvolvido com o Snapdragon SiP. Com base em reconhecimento facial e sensores, ele pode ativar alarmes, câmeras de segurança, temperatura ambiente e muito mais.

Smartphone Gamer oferece experiências imersivas

Os visitantes poderão experimentar jogos totalmente imersivos com o recém-lançado Asus Republic of Gamers (ROG) Phone II, o primeiro e único smartphone gamer do mercado brasileiro. O ROG Phone II se baseia no design inovador e focado nas necessidades dos gamers do ROG Phone de primeira geração e eleva o desempenho a um nível épico com a plataforma móvel Qualcomm® Snapdragon ™ 855 Plus

Varejo inteligente

Trazendo a inteligência para a arquitetura de computação heterogênea, com baixo consumo de energia IA no dispositivo, as soluções Qualcomm® IoT Industrial fornecem os recursos de conectividade, inteligência, eficiência de energia e segurança multimodo necessários para criar experiências de varejo da próxima geração.

Casas inteligentes e conectadas com Wi-Fi-6 e redes Mesh

Com as tecnologias desenvolvidas para o novo padrão Wi-Fi 6 e redes mesh (malha que gerencia automaticamente o sinal dos dispositivos), a Qualcomm mostrará como construir uma casa inteligente conectando vários dispositivos que podem ser controlados, por exemplo, por um assistente pessoal.

A rede doméstica é como se fosse um herói desconhecido, servindo obedientemente a mídia e as informações que alimentam nossas vidas conectadas. À medida que as pessoas transmitem, navegam, baixam e jogam jogos em todos os cantos da casa, a Qualcomm está inventando as mudanças que definirão a próxima geração de experiências conectadas em casa. As soluções de Wi-Fi 6 da empresa estão dando vida a próxima era da conectividade. Em quase todas as categorias de produtos conectados sem fio, estão estabelecendo uma referência para desempenho e diferenciação de recursos, buscando o potencial máximo do Wi-Fi 6. Na Futurecom, tdos poderão experimentar uma das melhores soluções Wi-Fi da indústria disponíveis atualmente.

Hoje, as expectativas dos consumidores estão centradas na voz para interagir e controlar muitos dos dispositivos conectados em casa. Para atender a essa expectativa, a Qualcomm Technologies está direcionando a interface do usuário de voz para sua plataforma mesh.

C-V2X

À medida em que as tecnologias automotivas continuam a avançar e os carros se tornam cada vez mais autônomos, o suporte global e o momento em torno do desenvolvimento das tecnologias C-V2X continuam a crescer com um nível sem precedentes de colaboração entre as indústrias automotiva e de telecomunicações.

As plataformas automotivas Qualcomm® Snapdragon ™ estão ajudando as montadoras a redefinir o cockpit digital do carro e as experiências de carros conectados. Elas apresentam hardware e software de alto desempenho, além de conectividade avançada, incluindo o C-V2X – ajudando os carros a se conectarem, à estrada e praticamente a tudo o que está à sua volta.

IoT

Diversos dispositivos de Internet das Coisas, equipados com tecnologia da Qualcomm estarão no stand.

Além das demonstrações no estande, a Qualcomm também terá um espaço na Área de IoT do evento para exibir soluções tecnológicas aplicáveis a dispositivos de Internet das Coisas. Casos de uso com os seguintes parceiros estarão à mostra:

Realidade Virtual – Messper
Ambiente imersivo multiplataforma em realidade virtual que permite o compartilhamento de arquivos. O software tem como foco o mercado de educação e treinamento a distância, além de ser uma poderosa ferramenta de vendas e demostração de produtos, permitindo que empresas apresentem seus produtos aos clientes em formato 3D.

Gerenciamento de dispositivos – Telit:
Sistema de gerenciamento completo de dispositivos conectados em tempo real e na nuvem, com sensores embutidos para fornecer uma demonstração técnica e visual, incluindo sensor de luz, acelerômetro, giroscópio, sensor de luminosidade, temperatura, consumo de energia, entre outros, em um kit que funciona em Android e iOS.

Sistema de tráfego e Automação Industrial – IoT Reference Center
O Qualcomm IoT Reference Center é ambiente voltado para o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras e formação de profissionais e gestores interessados na criação de projetos IoT. Dentre eles, destacam-se o sitema de monitoramento de tráfego, com reconhecimento das placas dos veículos em tempo real; e a automação industrial, onde uma impressora 3D é equipada com sensores de monitoramento que otimizam o seu funcionamento.

Reconhecimento de imagens e inteligência artificial – Thundersoft
Kit de inteligência artificial baseado na plataforma móvel Qualcomm Snapdragon 845, que rodas aplicativos de câmera inteligente para reconhecimento de objetos.

Painéis

29/10 – 11:20 – 12:40

Sala Industry leaders’ gathering

Painel Premium: Como a tecnologia afeta a sociedade e melhora a vida

Penny Baldwin – Chief Marketing Officer

29/10 – 11:20 – 12:40

Sala Xperience

Painel: Novas competências para a força de trabalho da IoT

Fred Vieira – Gerente Sênior de Engenharia de Software

29/10 – 12:00 – 12:30

Sala Digital Ecosystem

Always on Always Connected PC

Hélio Oyama – Diretor de Gerencimento de Produtos

29/10 – 14:20 – 15:40

Sala Xperience

Painel: Transformando modelos de negócios para explorar melhor as oportunidades com a IoT

José Palazzi – Diretor de Vendas em IoT para a América Latina

29/10 – 16:20 – 17:30

Sala Future is Smart

Painel: Muito além de uma conexão ultrarrápida: 5G como catalisador para novos modelos de negócios

Douglas Benitez – Diretor de desenvolvimento de negócios

30/10 – 11:20 – 12:40

Sala Hyperconnected

Painel Espectro 5G: harmonização e compartilhamento de espectro em andamento para 5G

Francisco Soares – Diretor de Relações Governamentais

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Inteligência artificial transforma atendimento ao cliente

“Obrigada, Maria! Você é um amor”. Foi assim que a vendedora Luiza Pereira encerrou sua conversa com a atendente virtual da construtora MRV, após solicitar a segunda via da prestação mensal do seu apartamento novo. A cliente não teve dificuldades para receber seu boleto durante o bate papo que durou pouco mais de quatro minutos repleta de saudações, agradecimentos e gentilezas.

Pelo conteúdo da conversa é provável que Luiza não tenha percebido que seu contato tenha sido feito por uma atendente virtual que atende 24h no Facebook, Portal de Relacionamento, App Meu MRV e WhatsApp. A personagem vem sendo aperfeiçoada há pelo menos dois anos, justamente para se relacionar de modo interativo com os clientes. Assim, Luiza se juntou às outras 500 mil interações virtuais que ocorrem todos os anos com a simpática atendente.

“Assim que assina o contrato de compra e venda com a MRV, o cliente já se conecta com um novo mundo, é a realização de um sonho. Este tipo de interação proporciona mais agilidade às solicitações, de forma que as experiências com o produto e serviços da MRV sejam transformadoras”, explicou Bianca Vargas, gestora executiva de Relacionamento com Clientes da MRV.

Dentre os assuntos mais acionados estão as dúvidas sobre datas de entrega de chaves, senha de acesso, consulta de cronograma de obra e segunda via de boleto. Já as top 10 interações nos chats são cumprimentos e agradecimentos. “Isso nos mostrou que o atendimento está sendo interativo, ou seja, o cliente não entra apenas para solicitar um serviço, ele conversa mesmo quando percebe que é um atendimento virtual”, completou Bianca.

Chatbot comercial se destaca em produtividade

Em um momento tecnológico no qual a comunicação acontece na palma da mão de modo ágil e simplificado, grandes marcas estão apostando na simpatia de personas virtuais para se relacionar e vender. Pioneira com a tecnologia na construção civil, a MRV já conta com chatbots avançados em treinamento e atendimento por meio da tecnologia de inteligência artificial IBM Watson.

Em maio deste ano, a MRV também implementou o bot na área comercial para iniciar o diálogo voltado para vendas com futuros clientes. Em pouco tempo, ele já revolucionou o atendimento online comercial com 650 mil atendimentos e mais de 7 milhões de mensagens trocadas.

A atuação do personagem nesse período já melhorou o fluxo de atendimento. O grande objetivo é concluir as conversas e encaminhar o cliente para um corretor de imóveis. O aproveitamento desta meta aumentou em 24% e o tempo médio de cada conversa diminuiu pela metade, uma melhoria de assertividade com um atendimento mais resolutivo sem perder a qualidade.

Outro dado positivo após o início da atuação da Inteligência Artificial se refere ao Net Promoter Score (NPS), indicador de mensuração do grau de lealdade dos consumidores, que registrou um aumento de 15%. As vendas virtuais também tiveram acréscimo e registraram 6% em relação ao período anterior de atuação do bot.

Todos os questionamentos não solucionados pelos robôs são computados e à medida que a interação evolui, o sistema se aperfeiçoa com os conteúdos que os clientes mais solicitam. De acordo com Rodrigo Resende, diretor de Marketing e Novos Negócios da MRV, a qualidade do atendimento se tornou superior e os personagens trabalham em conjunto com uma equipe que está por traz da ferramenta para trazer a melhor solução para o usuário.

“O chatbot veio para ficar e transformou a produtividade dos atendimentos. O foco sempre é nosso cliente para que sua experiência no sonho da casa própria seja completa. Por trás da inteligência artificial há uma equipe que está sempre pronta para entrar no relacionamento caso algum serviço ou dúvida não possa ser esclarecida automaticamente. Nosso propósito de “Construir sonhos que transformam o mundo” envolve todas as etapas de experiência do cliente e a tecnologia é essencial neste processo”, explica o executivo.

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Embratel inaugura Centro de Operações de Segurança

A Embratel anuncia a inauguração de seu novo Centro de Operações de Segurança (Security Operations Center – SOC) para atender clientes corporativos que desejam proteger seus negócios, dispositivos e aplicações de ataques cibernéticos. O novo centro fica em São Paulo e opera para clientes empresariais de todos os tamanhos e segmentos de mercado.

“A Embratel está na vanguarda do mercado e é a primeira empresa a ter um centro capaz de gerenciar até dispositivos de Internet das Coisas (IoT)”, afirma Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel, destacando o pioneirismo da empresa com centros de segurança digital no Brasil.

O serviço de segurança da Embratel utiliza tecnologias de Análise de Comportamento, Inteligência Artificial e Cognitiva, além de Machine Learning, para garantir a segurança e ampliar a proteção contra-ataques sofisticados de forma mais aprofundada, ágil e precisa. O monitoramento permite examinar 100% dos eventos ocorridos nas redes móveis da Claro para os serviços de dados, voz e SMS, além de atuar de forma contínua (24 horas por dia, sete dias por semana).

A Embratel fornece às empresas um serviço de segurança completo de análise de dados em tempo real capaz de coletar e correlacionar informações de diferentes plataformas e dispositivos, além de outras fontes tecnológicas do ecossistema dos clientes. Estes eventos coletados são confrontados com os padrões de comportamento do ambiente do cliente e qualquer cenário anômalo identificado permite o início imediato de uma série de ações e medidas para mitigar e bloquear possíveis ameaças às aplicações, dispositivos e ao negócio das empresas.

“Ao reconhecer um possível perigo, os especialistas do SOC da Embratel atuam prontamente para conter o incidente. Desta forma, as ameaças são neutralizadas, diminuindo riscos de impactos operacionais, de reputação ou financeiros que afetam diretamente os negócios das organizações”, explica Rachid.

A identificação de comportamentos atípicos é complementada com consultas a bases de dados mundiais de ameaças, além de riscos recém-identificados, conhecidos como Zero-Day – ataques ainda não catalogados. Um portal contendo diferentes tipos de relatórios garante visibilidade às empresas sobre a situação do seu ambiente de TI, com visões técnicas e de negócio.

Os processos utilizados no SOC são suportados pelos mais atuais modelos operacionais e de gestão disponíveis no mercado. Todo o ambiente do SOC é equipado com elementos de monitoramento como videowall, monitores e computadores, sala de War Room para gerenciamento de crises e telepresença dedicada. O novo SOC da Embratel também atua como backup da operação do SOC no Rio de Janeiro.

Monitoramento de carros conectados

A General Motors do Brasil lançou recentemente dois modelos de veículos – novo Chevrolet Cruze e novo Chevrolet Onix Plus – que utilizam Internet 4.5G da Claro. Além de contar com Internet de alta velocidade para até 7 dispositivos conectados dentro do veículo, sensores instalados nos automóveis enviam dados em tempo real para a montadora, que são monitorados pelo SOC da Embratel.

O serviço de segurança da Embratel que monitora os carros conectados da General Motors, detentora da marca Chevrolet, foi desenvolvido observando rígidos requisitos de segurança para permitir que a experiência e inovação proporcionadas pelos automóveis conectados estejam completamente alinhadas com a proteção cibernética necessária. Esse serviço é totalmente inovador no mercado brasileiro. Este projeto é o único que compreende uma solução de Internet embarcada em automóveis do Brasil.

O serviço não permite qualquer comunicação que não seja entre os veículos e a Chevrolet. Em situações extremas, a adoção de medidas como Break the Glass (BTG) são capazes de interromper totalmente as conexões de dados, voz e SMS com o veículo.

“Estamos adotando uma conectividade totalmente segura e que é monitorada de forma ininterrupta para garantir a melhor experiência aos clientes”, explica Fernando Moura, Gerente de Venda e Marketing Serviços Conectados da GM.

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TOTVS anuncia aquisição da Supplier por R$ 455,2 milhões

A TOTVS – líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão – anuncia a aquisição da Supplier, empresa focada em crédito B2B, entre clientes e fornecedores. A compra, no valor de R$ 455,2 milhões, vai permitir que a empresa acelere a estratégia de criar Novos Mercados, em particular em Techfin. Mauro Wulkan e Eduardo Wagner, fundadores da companhia adquirida, seguem como gestores e acionistas, com 11,2% do capital.

Trata-se da primeira aquisição realizada pela TOTVS após a captação de mais de R$ 1 bilhão com o follow-on (oferta subsequente de ações primárias), realizado em maio deste ano. Na compra anunciada hoje, foram adquiridas ações que representam 88,8% do capital social da Supplier.

“A partir da compra da Supplier vamos avançar ainda mais na estratégia de criação de Novos Mercados. Desde o início do ano construímos uma estrutura de Techfin, que começou a operar em pagamentos, através da parceria com a Rede. A partir dessa aquisição, passaremos também a oferecer crédito B2B, com foco nas pequenas e médias, em especial nas relações entre clientes e fornecedores. Esta é uma relação recorrente. Portanto, mais estável e previsível.

Desta forma, o custo desta modalidade é estruturalmente mais eficiente, permitindo a ampliação, a simplificação e o barateamento do acesso ao crédito pelas empresas.

É um formato único e inovador”, afirma Dennis Herszkowicz, presidente da TOTVS. “Vale destacar que a Supplier tem bastante sinergia de negócios com a TOTVS, uma vez em que já atua em setores da economia onde temos forte presença, como manufatura, logística, agro e distribuição.

A Supplier vem reforçar a estratégia de Techfin da TOTVS, criada com o objetivo de simplificar, ampliar e baratear o acesso dos clientes a crédito e a demais serviços financeiros. Ao longo dos próximos meses, a TOTVS e a Supplier irão desenvolver uma plataforma tecnológica que irá permitir uma integração total com os sistemas de gestão das empresas, visando uma jornada sem atritos para clientes e fornecedores.

Esta plataforma também permitirá o uso de big data, buscando melhorar de maneira contínua os algoritmos de aprovação de crédito.

*A aquisição depende da aprovação das autoridades concorrenciais brasileiras e da verificação de outras condições usuais para esse tipo de negócio.

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TIM demonstra na Futurecom soluções para Saúde, Indústria 4.0 e Segurança em rede experimental 5G

A TIM vai levar a potencialidade do 5G para a Futurecom 2019 no espaço Telco Transformation. Pioneira na preparação para o lançamento da tecnologia no Brasil, a operadora demonstrará, em parceria com diversos fornecedores, aplicações sobre rede real nas áreas de robótica, saúde e infraestrutura. O objetivo é destacar como a nova tecnologia viabilizará o desenvolvimento de soluções que impactarão a maneira como vivemos. Em outra frente, a companhia reforça seu compromisso para a expansão da conectividade no agronegócio brasileiro.

Confira abaixo as demonstrações e novidades apresentadas pela operadora:

Parceria com a Ericsson

Na área de saúde, a TIM vai realizar, em parceria com a Ericsson, pela primeira vez na América Latina, uma ultrassonografia esportiva à distância. Por meio do uso de uma luva tátil que capta os movimentos, um médico, em outro ambiente, guiará o exame. Para essa demonstração na rede real 5G, a TIM convidou as jogadoras de vôlei de um time carioca. A exibição mostra como a baixa latência da tecnologia proporciona resposta imediata entre os equipamentos, garantindo o sucesso do atendimento remoto. As empresas habilitaram o TIM 5G Living Lab em Santa Rita do Sapucaí (MG), em parceria com o Inatel, para o desenvolvimento de aplicações a partir da rede de quinta geração.

Parceria com a Huawei

Em parceria com a Huawei, a TIM faz uma demonstração na qual um braço robótico vai interagir com os visitantes brincando de “pedra, papel e tesoura”. O robô terá um sensor que transmitirá, em tempo real, os movimentos do participante e os enviará para um computador. Então, essa máquina processará os dados e enviará um comando para que o braço escolha a opção ideal para ganhar o jogo. A parceria da operadora com a Huawei também está sendo explorada no TIM 5G Living Lab, instalado pelas empresas na Fundação Certi em Florianópolis (SC).

Parceria com a Nokia

A parceria TIM e Nokia na Futurecom começa já na cerimônia de abertura. Em conjunto, as duas empresas fornecerão conectividade a um cobot (robô colaborativo) para auxiliar o Maestro João Carlos Martins na regência da orquestra. Esta será a primeira apresentação do maestro com o auxílio de um cobot, que vai trocar as folhas de partitura da música durante a performance. Outra experiência fruto da parceria é o Veículo Autônomo Inteligente (ou AIV, na sigla em inglês) da OMRON, conectado ao 5G, demonstrando soluções de vídeo para Indústria 4.0. Essa será a primeira integração de um AIV com rede 5G na América Latina. Uma terceira ação terá 2 AIVs da Edge Global, que passearão pelo evento, interagindo com os visitantes. Todas essas iniciativas permitirão interação através de realidade aumentada. Os AIVs da Edge Global ainda participarão da apresentação da escola de samba Rosas de Ouro nos dias 29 e 30 de outubro, às 18h.

Telecom Infra Project

A TIM estará presente também no estande do Telecom Infra Project (TIP). O TIP é uma comunidade global que reúne empresas de telecom e desenvolvedores nacionais e internacionais que buscam acelerar o ritmo da inovação na Industria de Telecomunicações por meio de soluções disruptivas e modelos de negócio alternativos. Desde 2017, a operadora hospeda em sua sede, no Rio de Janeiro, o primeiro TIP Community Lab da América Latina. Atualmente são dez no mundo, sendo dois na América Latina. No laboratório, já foram estudadas e desenvolvidas soluções como o Odyssey-DCSG, um dispositivo desagregado para infraestrutura de redes móveis. Durante a Futurecom, serão demonstradas tecnologias testadas nos laboratórios parceiros do TIP no Brasil.

ConectarAGRO

Para o agronegócio, a TIM apresentará na área IoT os resultados do ConectarAGRO, que tem o objetivo de conectar o campo brasileiro, levando internet para pessoas e para as máquinas e soluções agrícolas. Formada pela operadora junto com AGCO, Climate FieldView, CNH Industrial, Jacto, Nokia, Solinftec e Trimble, a iniciativa já conecta mais de 1,6 milhões de hectares. No evento, serão apresentadas máquinas que usufruem de todos os benefícios da conectividade, que impacta diretamente no aumento da produtividade. O estande contará com o pulverizador automotriz Uniport 4530, da Jacto, e com o trator Puma 140, da Case IH, marca da CNH Industrial, que estarão à disposição do público.

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FUTURECOM: Kurier aborda os impactos da Inteligência Artificial no setor jurídico

No dia 29 de outubro, a Kurier, empresa pioneira em tecnologia e inteligência jurídica, estará presente na Futurecom, maior evento de Transformação Digital da América Latina, com a palestra “Inteligência Artificial e Impacto nos Operadores da Justiça”, voltada ao setor jurídico. Fred Ferraz, Diretor Comercial da empresa e palestrante, discutirá como a IA pode ajudar a agilizar a demanda e identificação de processos em andamento que ainda não possuem jurisprudência concluída em instância superior.

Segundo o State of Connected Customer, embora apenas 24% das organizações utilizem a Inteligência Artificial, 56% estão buscando, por meio da IA, formas de otimizar tarefas usualmente realizadas por seres humanos. Além disso, projeta-se um crescimento de 143% desse tipo de tecnologia nos próximos 18 meses. “A Inteligência Artificial já faz parte da nossa vida cotidiana e está ganhando cada vez mais espaço também no setor jurídico. Precisamos discutir o assunto e, na Futurecom, será uma excelente oportunidade de termos esse espaço e compreendermos como a tecnologia impacta diretamente a forma de trabalho e o dia a dia dos operadores da Justiça”, afirma Ferraz.

“Inteligência Artificial e Impacto nos Operadores da Justiça”

Data: 29 de outubro
Horário: 17h20
Local: Sala FutureJUD – São Paulo Expo (Rod. dos Imigrantes – Vila Água Funda – São Paulo/SP)
Mais informações: http://www.futurecom.com.br/pt/home.html

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Abstartups divulga mapeamento de startups do Sul

Buscando compreender o ecossistema de startups nas mais diversas regiões do país e suas características locais, a Associação Brasileira de Startups (Abstartups) acaba de divulgar o 3º mapeamento de startups por região, desta vez, do sul do país.

Com nove comunidades, entre elas Vale do Pinhão, Comunidade RS, Campos Valley, Desbravalley e outras, o estudo foi realizado entre os meses de setembro e outubro deste ano, trazendo dados interessantes em relação ao perfil dessas empresas, como porte, perfil dos fundadores e setor de atuação, incluindo informações das comunidades.

Com 1704 startups ativas na região, sendo Porto Alegre, Curitiba e Florianópolis, com 21%, 16,6% e 10,8%, respectivamente; o ecossistema do sul é composto por empresas em fase de tração (38%) e operação (30%), sendo educação, soluções para o agronegócio e de saúde e bem-estar os maiores mercados de atuação dessas inovações.

“No levantamento, ficou claro que as 16 comunidades são diferentes entre si, mas muito unidas no sentido de pertencimento e compartilhamento entre as cidades que, muitas vezes, coexistem em incubadoras, centros tecnológicos e cases de sucesso, alavancando não só o desenvolvimento de uma comunidade, mas de uma região”, pontua o presidente da Associação Brasileira de Startups, Amure Pinho.

Apesar de 67% das startups locais ainda terem recebido incentivos externos, outros 19% receberam aportes de investidores anjos, e 30% já foram aceleradas ou incubadas. Se tratando de modelos de negócios, o SaaS (50,35) e Marketplace (14,5%) são maioria, operando, em grande parte (54,7%) para outras empresas, em negócios B2B.

Para acessar o mapeamento completo, acesse: http://abstartups.com.br/mapeamento-sul

P&G convida estudantes universitários a participarem do CEO Challenge 2020

Pelo quarto ano consecutivo, a P&G anuncia o CEO Challenge, desafio global voltado para jovens talentos do mundo inteiro. O principal objetivo do projeto é convidar os estudantes a solucionarem um case real de uma de suas marcas. Nesta edição, os participantes resolverão uma estratégia de negócios para a marca Pantene. Os jovens interessados devem inscrever suas equipes e realizar o teste online no site www.pg-ceochallenge.com até o dia 17 de novembro.

Para participarem, as equipes precisam ser compostas por três pessoas, de diferentes áreas de conhecimento. Aquelas que tiverem os melhores resultados na etapa online participarão da final local no dia 13 de dezembro, no escritório da companhia em São Paulo. O vencedor defenderá o Brasil na final regional que ocorrerá em Bogotá, Colômbia, em março. Nessa etapa, a equipe enfrentará jovens de outros oito países: Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Panamá, Peru, Venezuela e México.

A final global do P&G CEO Challenge será realizada no México, em junho de 2020. Nesta fase, as melhores equipes das regiões da América do Norte, Ásia-Pacífico, América Latina, China, Europa e IMEA (Índia, Oriente Médio e África) disputarão o prêmio e terão que apresentar suas soluções e estratégias ao CEO da P&G, David Taylor. O grupo vencedor ganhará a oportunidade de participar do Signal, maior evento de inovação da P&G no mundo, realizado nos Estados Unidos, em Cincinnati.

“Na P&G nós estamos comprometidos com as novas gerações e acreditamos que o P&G CEO Challenge é uma excelente oportunidade para os alunos demonstrarem as habilidades e os conhecimentos adquiridos durante suas fases acadêmicas. Encarar uma situação real de uma multinacional como a P&G é uma grande experiência e os ajudará em seus desenvolvimentos profissionais”, diz David Taylor, CEO da P&G.

Em 2019, 496 equipes latino-americanas se inscreveram no projeto e foram mais de 30.000 estudantes de todo o mundo. Esse número deve aumentar para a edição de 2020. Vindos da Venezuela, María Valentina Weill, Valeria Zamora, Sophia Santi e David Matheus foram os vencedores participaram do Signal, onde conheceram David Taylor.

“Definitivamente, recomendo a todos que participem. O Desafio CEO da P&G me deu uma nova perspectiva de negócios e me tornou muito mais consciente dos desafios que as empresas enfrentam e das ferramentas que eles têm para resolvê-los. No geral, superou todas as minhas expectativas, foi uma grande experiência cultural, de aprendizado e de networking. As únicas oportunidades desperdiçadas são aquelas que não aproveitamos, portanto não perca essa”, explica David Matheus, participante e vencedor da edição de 2019.

O Desafio CEO da P&G, além de oferecer aos jovens a oportunidade de demonstrar inteligência fora da sala de aula em escala global, oferece aos participantes uma experiência na qual conviverão com estudantes de todo o mundo, bem como com líderes da P&G, o que é uma grande oportunidade de networking.

Para mais informações acesse: www.pg-ceochallenge.com.

Vendas crescem 9,9% durante Dia das Crianças, aponta Abrasce

Os shopping centers brasileiros registraram alta de 9,9% nas vendas durante o período destinado às compras para o Dia das Crianças, em comparação com 2018, segundo o Índice Cielo de Varejo em Shopping Centers – Abrasce (ICVS-Abrasce). O índice considera os segmentos relacionados diretamente ao público infantil, como brinquedos, vestuário, games, livraria e papelaria. Os dados são referentes ao período de 8 a 14 de outubro deste ano.

Outro destaque é o valor do ticket médio, que registrou crescimento de 1,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Nos shoppings, os consumidores gastaram, em média, R$ 152,00 – número 1,4 vezes maior do que o registrado pelas lojas de rua.

Segundo Glauco Humai, presidente Abrasce, o crescimento superou a estimativa do setor. “Neste ano, os shoppings esperavam uma alta em torno de 6%. Com uma economia ainda em recuperação, superar a expectativa reforça nosso otimismo em encerrar o ano com alta nas vendas. Além disso, o resultado nos mostra que os investimentos dos shoppings em eventos de lazer e entretenimento foram assertivos e são ações que reforçam o conceito de que, hoje, os empreendimentos são muito mais do que apenas centros de compra”, afirma.

Instituto Ronald lança aplicativo para doações

O Instituto Ronald McDonald, que atua há 20 anos no antes, durante e após o tratamento de crianças e adolescentes com câncer, lançou o App Instituto Ronald McDonald, onde será possível realizar doações, acompanhar o andamento dos projetos da instituição e acumular pontos que podem ser trocados por prêmios. O App é disponibilizado gratuitamente para Android e IOS.

O lançamento do App acompanha uma tendência no mercado brasileiro: segundo uma pesquisa divulgada pela empresa Spotlight on Consumer App Usage, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking de países com maior número de aplicativos utilizados por mês, ficando atrás apenas da Índia. Além disso, a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revela que 94,6% dos internautas preferem utilizar dispositivos móveis para funções que vão além da comunicação.

Para os interessados em fazer doações através do aplicativo, o processo é muito simples: basta o usuário cadastrar seus dados e o seu cartão. Depois, é só selecionar o valor que será doado – a partir de R$5,00. O usuário também poderá escolher fazer uma doação pontual ou mensal.

Outra vantagem do uso do App é a possibilidade de acompanhar o andamento dos projetos, eventos e ações realizadas pelo Instituto Ronald. Os usuários também receberão notícias sobre a oncologia pediátrica e o terceiro setor. A cada doação ou indicação para amigos, o doador acumula pontos que podem ser trocados por prêmios da instituição, como bloquinhos personalizados, canetas, pins, entre outros.

Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Ronald, dependem do apoio de empresas e doadores para colocar em prática os projetos e programas em prol de causas. E como o Instituto atua ao redor do Brasil? Desde sua fundação, em 8 de abril de 1999, o Instituto Ronald McDonald – vencedor do prêmio de Melhor ONG em saúde e classificado entre as 100 melhores ONGs do Brasil de acordo com o Instituto Doar e a Revista Época – age nas principais necessidades no antes, durante e após o tratamento, através do desenvolvimento e da coordenação de programas como Diagnóstico Precoce, Atenção Integral, Espaço da Família Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald.

eSolidar é selecionada para hackaton na Blockchain Week em São Francisco

A eSolidar , plataforma de impacto social que oferece às instituições de caridade ferramentas fáceis para atrair recursos e aumentar a visibilidade, foi selecionada para participar do DeFi (Hackathon de Finanças Descentralizadas), entre os dias 1 e 3 de novembro, e que faz parte da Semana Blockchain de São Francisco, nos Estados Unidos.

O DeFi é um evento de três dias que utiliza software de código aberto e redes descentralizadas para transformar tradicionais produtos financeiros em soluções confiáveis e transparentes. Além disso, conta com uma programação intensa de palestras que abordam a tecnologia e o mundo financeiro.

O objetivo do projeto de ImpactMarket realizado pela eSolidar é desenvolver uma infraestrutura descentralizada que assegure transparência dos donativos, remova intermediários e forneça serviços financeiros a quem mais precisa (em especial a pessoas que não utilizam bancos, mas podem usar esses serviços e a pessoas em países em desenvolvimento). Durante a estadia em São Francisco, a equipe irá trabalhar em um mecanismo de Universal Basic Income e de microcrédito para ser implantado em algumas das maiores favelas do Brasil.

Esse protótipo será construído com apoio da Celo, empresa com protocolo descentralizado focado em mobile e permitirá acesso a serviços financeiros a pessoas que não possuem conta bancária, mas eventualmente podem precisar dos serviços.

“Vemos esta tecnologia (blockchain) com um enorme potencial, em especial para a indústria da filantropia onde existe uma grande falta de transparência, de confiança e de acesso a serviços financeiros, que é uma das principais razões para a pobreza. Vamos aproveitar estas semanas para trabalhar junto de parceiros, como a Celo, para construir um sistema financeiro focado em quem mais precisa. Quase como uma versão descentralizada do Grameen Bank acessível a qualquer pessoa no mundo com smartphone”, explica Marco Barbosa”, explica Marco Barbosa, CEO da eSolidar.

Para representar a eSolidar e trabalhar essa a ideia estarão presentes Marco Barbosa (CEO), Miguel Vieira (CTO), Miguel Rodrigues (Backend Developer) e Afonso Barbosa (acionista).

Ao final do hackathon, o projeto será apresentado para um júri que dará as contribuições a respeito e anunciará o ganhador.

DeFi Hackaton

Dia 22 de outubro, terça-feira, das 9h30h às 18h30

Local: Terra Gallery & Event Venue

511 Harrison St, São Francisco, CA 94105
http://www.hackathon.sfblockchainweek.io/

Participação dos provedores regionais no mercado de banda larga brasileiro: um olhar sobre a última década

Por André Felipe Rodrigues

Somos cada vez mais movidos pela internet. Há 20 anos, se o Google deixasse de funcionar, não causaria impacto algum em nossas vidas. Hoje, quando alguma rede social muito utilizada, como o WhatsApp, fica fora do ar, a situação pode acabar se tornando caótica. Nos tempos atuais, a internet deixou de ser um recurso restrito a alguns setores e grupos sociais e passou a ser um bem acessível para a maior parte da população.

Digo para a maior parte, pois ainda existem lugares que não são conectados. Porém, como vou mostrar ao longo deste artigo, o número de excluídos digitais tem se reduzido cada vez mais, devido, principalmente, aos esforços dos provedores regionais em levar internet para regiões afastadas dos grandes centros.

Aumento de acessos à internet ao longo dos anos

No início dos anos 2000, a instalação de pontos de acesso de banda larga no Brasil caminhou lentamente. O principal fator que influenciou na demora da popularização da internet foram os altos custos da tecnologia necessária para fazer as conexões (na época, a fibra ainda era extremamente cara), o que consequentemente acarretava em custos altos para os consumidores.

Em 2005, a velocidade média da internet via banda larga, estimada pela ABRINT, era de 2 Mbps e o preço médio era de R$ 100 por Mbps. Já em 2010, a velocidade passou a ser de 4,41 Mbps, com um custo de R$ 21,2 por Mbps, e agora, em 2019, a velocidade média é de 24,62 Mbps e o custo é de R$3,5 por Mbps. Vale a pena ressaltar que em 2005, quando os preços ainda eram muito elevados, 57,4% da população brasileira utilizava internet discada e somente 1,33% acessava via banda larga (dados PNAD 2005).

Curiosamente, conseguimos perceber muito bem esse período de expansão das conexões da banda larga em domicílios quando lembramos da ascensão e declínio das Lan Houses, muito populares entre 2005 e 2008. Durante o período, os estabelecimentos viram um aumento de 75% dos frequentadores. No entanto, esse cenário começou a mudar a partir de 2010. De acordo com pesquisa do TIC Domicílios e Usuários 2011, 67% dos acessos à internet eram feitas em casa e apenas 28% nas Lan Houses.

De acordo com a PNAD 2009 (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no final daquele ano haviam 67,9 milhões de brasileiros com acesso à internet, crescimento de 21,5% em relação a 2008. Já o TIC Domicílios 2011, produzido pelo Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação) apontou que, em 2010, pouco mais de um quarto (27%) dos domicílios no Brasil possuíam pontos privados de acesso à internet. Para se ter uma ideia, entre esse ano e 2018, data do último TIC Domicílios, este número subiu para 67% (46,5 milhões). No entanto, apesar dessa expansão, 30% dos domicílios em áreas urbanas e 56% dos localizados em áreas rurais ainda não possuem conexão à internet.

Com o passar dos anos, as tecnologias foram evoluindo e o custo de instalação das redes foi diminuindo, o que ajudou a expandir as redes de banda larga pelo Brasil. De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), de 2005 para 2018, o número de acessos à internet via banda larga fixa cresceu 276% – ainda segundo a Agência, o market share da fibra óptica aumentou de 0,53%, em 2007, para 18,50% em 2018. Atualmente, a tecnologia corresponde a 22,9% de todas as conexões de banda larga no Brasil.

Importância e participação dos provedores regionais no Brasil

Nosso país é muito grande, tanto em território quanto em população — são 202 milhões de pessoas vivendo em um território de 8 milhões de km², dividido em 26 estados e 5.569 municípios.

Por muito tempo, as grandes operadoras de telecomunicações focaram suas operações nos grandes centros e capitais brasileiras, atendendo, primariamente, bairros nobres e bem localizados para depois irem abraçando, aos poucos, as periferias. Desta forma, parte da população brasileira, principalmente habitantes de interiores e regiões afastadas, viveu (e em alguns lugares ainda vive) sem acesso à internet.

Os provedores foram os primeiros que se aventuraram pelas regiões afastadas do Brasil e realizaram o trabalho de conectar milhares de pessoas ao mundo online. Em 2010, os provedores regionais representavam 10% do mercado e hoje chegam a 27%, tornando-se o segundo maior grupo de banda larga fixa no País, sendo responsável por mais de 8 milhões de acessos. De acordo com a Anatel, grande parte dos municípios (78,2%) possui cinco ou mais ISPs ativos.

Mas os provedores não aumentaram apenas seu market share. Em 2018, o grupo foi responsável por 83% (1,5 milhão) dos novos acessos de banda larga no Brasil, enquanto as grandes operadoras por apenas 17%. De acordo com a Anatel, o Brasil fechou agosto deste ano com 32,5 milhões de conexões fixas, sendo que 8,5 milhões delas foram realizadas via fibra óptica.

Apesar do crescimento contínuo da participação dos ISPs no mercado da banda larga fixa, ainda é preciso realizar um trabalho de conscientização quanto à importância do preenchimento da base de dados da Anatel. Na realidade, esse é um dos maiores entraves em se tratando do monitoramento do crescimento dos provedores regionais. Nosso trabalho já é reconhecido e divulgado nacionalmente, já que somos os responsáveis por conectar cerca de 8,2 milhões de domicílios à internet. No entanto, muitos provedores ainda deixam de enviar os dados de acessos e conexões corretamente à Anatel, o que acaba, às vezes, gerando dados aquém da realidade.

Ainda temos muita base e território para cobrir e muitas pessoas a quem levar conexão de banda larga – apesar do crescimento contínuo dos acessos, ainda há muito a ser feito. Enquanto a expansão da internet não for considerada realmente uma prioridade nacional, e isso acontece por meio de uma política pública bem articulada entre todos os entes públicos e privados envolvidos na expansão da infraestrutura, muitos brasileiros demorarão mais alguns anos para conseguir acessar à internet de seus domicílios.

André Felipe Rodrigues, presidente do Conselho Administrativo da ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações)

Estudo do NIC.br analisa o acesso e o uso da Internet na cidade de São Paulo

Em esforço inédito de análise das dinâmicas de exclusão social e digital estabelecidas na cidade de São Paulo, o Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) lançou nesta segunda-feira (28/10), o estudo setorial “Desigualdades Digitais no Espaço Urbano: Um estudo sobre o acesso e uso da Internet na cidade de São Paulo”. O lançamento ocorreu durante o Seminário “Mapeando as desigualdades digitais: novas metodologias e evidências para políticas públicas”, que reuniu especialistas em torno do debate sobre o atual cenário de acesso e de uso da Internet no espaço urbano.

Com o apoio do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) e do Centro de Estudos da Metrópole (CEM) e suporte metodológico do projeto “DiSTO – From Digital Skills to Tangible Outcomes”, da London School of Economics (LSE), o novo volume da série “Cadernos NIC.br – Estudos Setoriais” revela que a incorporação das tecnologias da informação e comunicação (TIC) na vida dos paulistanos tem ocorrido de maneira desigual nas diversas regiões da capital paulista.

Partindo da leitura desagregada de indicadores coletados para as 32 subprefeituras da maior metrópole brasileira e metodologia adotada internacionalmente, o estudo aponta relações entre exclusão digital e exclusão social, ainda mais evidente em subprefeituras localizadas nas regiões mais vulneráveis socioeconomicamente. “As desigualdades observadas entre as populações de áreas mais desenvolvidas socioeconomicamente e aquelas que vivem em áreas com maior vulnerabilidade social sinalizam a importância de se dar atenção a políticas públicas mais focalizadas”, pontua Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br.

A subprefeitura de Perus foi uma das exceções observadas. “Apesar de ser uma região socioeconomicamente menos favorecida, com altos índices de exclusão social, pudemos verificar um baixo índice de exclusão digital. Isso poderia ser explicado pela grande presença de jovens nessa região, que acaba impulsionando o uso da Internet e a realização de atividades on-line”, explica Barbosa.

Outras duas subprefeituras consideradas como casos inesperados foram Campo Limpo e M´Boi Mirim, localidades que apresentam baixa concentração de idosos em relação ao resto da cidade e desempenho mediano em relação aos indicadores de mortalidade infantil e de concentração de áreas residenciais de baixo padrão. Segundo o estudo, a exclusão digital observada nessas regiões pode ser associada a questões geográficas. M´Boi Mirim fica localizada junto aos mananciais da cidade, território que contém, além de áreas de preservação ambiental, propriedades rurais; isto poderia apontar para um pior desempenho no indicador de infraestrutura para inclusão digital.

A evolução dos indicadores digitais na cidade de São Paulo e uma análise da apropriação das TIC em cidades como Londres e Los Angeles também são abordadas no estudo, disponível para download gratuito em: http://cetic.br/publicacao/desigualdades-digitais-no-espaco-urbano-um-estudo-sobre-o-acesso-e-o-uso-da-internet-na-cidade-de-sao-paulo/

TIC Domicílios 2018

Também durante o Seminário “Mapeando as desigualdades digitais”, foi lançada a publicação da TIC Domicílios 2018 , que reúne artigos e análises sobre os resultados já divulgados da pesquisa. A 14ª edição da TIC Domicílios revelou que 70% dos brasileiros são usuários de Internet, o que corresponde a 126,9 milhões de pessoas. No recorte por classe socioeconômica, houve avanço no percentual de usuários das classes DE, que passou de 30% em 2015 para 48% no último ano. Em relação ao tipo de dispositivo, a maior parte dos usuários das classes DE acessa a rede exclusivamente pelo celular (85%), enquanto 2% utiliza apenas pelo computador e 13% se conecta tanto pelo aparelho móvel quanto pelo computador. Acesse a publicação na íntegra: http://cetic.br/pesquisa/domicilios/publicacoes

Software na nuvem simplifica processos de RH em empresas de pequeno e médio porte

Tornar a área de Recursos Humanos menos burocrática, promovendo uma melhor experiência entre empresas e colaboradores, é um dos principais objetivos de gestores e administradores. E foi com essa visão que os empreendedores Marcelo Furtado, Rodrigo Silveira e Anderson Poli fundaram, em 2012, a Convenia . A ideia do negócio surgiu quando eles olharam para trás e perceberam que, apesar da carreira promissora que tinham, sentiam-se mal geridos nas empresas em que trabalhavam.

Então, juntos, decidiram desenvolver um software para auxiliar nos processos de departamento pessoal de pequenas e médias empresas, otimizando e desburocratizando o RH, da contratação ao desligamento de um funcionário.

A plataforma, que é a primeira em nuvem desenvolvida para gerir pessoas no Brasil, permite ao departamento pessoal controlar desde pagamento até o feedback dado aos colaboradores. Além disso, oferece baixo custo para as empresas, sendo 100% digital, e segurança em informações sigilosas.

De acordo com Marcelo Furtado, fundador e CEO do Convenia, um dos pilares no desenvolvimento do produto é uma visão focada nas dores dos clientes; ou seja, pequenas e médias empresas, que contam com operações menores, o que não significa problemas menores.

“Se identificarmos algo que ainda não fazemos, isso vai para a área de design de produto, que constrói protótipos e volta a validar com os clientes que as solicitaram. Só a partir da aprovação dos próprios clientes que fizeram o pedido e de resolver de fato uma dor deles, que nos damos por satisfeitos”, explica Furtado.

Ele acrescenta que uma das vantagens de gerir um RH com um software como o Convenia é a otimização do tempo que a ferramenta oferece. Além disso, evita prejuízos e futuras perdas para a empresa como o pagamento de férias duplicadas; multas do eSocial, como, por exemplo, pela falta do envio de informações da movimentação de pessoal; erros em benefícios e até processos trabalhistas.

“A tecnologia em si não muda a vida de nenhuma empresa. Porém, aliada à nova forma de pensar do profissional de RH, transforma a maneira como se conhece a gestão de pessoas, ao ajudar empresas a serem mais humanas”, analisa o CEO da Convenia.