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Ecossistema de inovação: é preciso abrir a mente para esta jornada

Por Marcus Granadeiro

Abril de 2019 – Com a crise, há uma motivação extra das empresas para se movimentarem e se reinventarem. Inovar deixa de ser uma opção para ser uma necessidade. Este é um desafio normalmente complexo para qualquer área, mas ele se torna muito maior quando essa demanda ocorre num setor tradicionalmente conservador, como é o caso da construção civil.

Notadamente, um dos caminhos preferidos para acelerar a inovação é a busca por parcerias com startups. Trata-se de um universo que envolve incubadoras, desafios, coworking e fundos de investimentos. Este modelo atrai mentes, empreendedores, ideias e busca a inovação por meio de estruturas que conseguem encontrar novos processos, pivotar e validar de forma mais competente e ágil que as empresas constituídas.

Olhando no retrovisor para entender essa estrutura, vale lembrar que este caminho nasceu do conceito de inovação aberta, desenvolvida no início dos anos 2000 pelo professor Henry Chesbrough, da Universidade da Califórnia. O fio condutor desta abordagem se baseia no fato de que nem todos os profissionais inteligentes trabalham para a mesma empresa, assim como desenvolver um bom modelo de negócio é melhor que ser pioneiro no mercado, ou seja, não é preciso ser o dono da ideia para poder se beneficiar dela.

Não há dúvida de que este é um caminho interessante, porém há outros que estão sendo esquecidos ou subutilizados. A inovação pode acontecer através do canal de fornecedores estabelecido por meio de alianças, de licenciamentos ou até mesmo através de acordos de OEM (Original Equipment Manufacturer), ou seja, quando um parceiro agrega alguma inovação como parte de um sistema.

As startups são, por definição, organizações temporárias projetadas para pesquisar modelos de negócio replicáveis e escaláveis. Uma vez tendo sucesso, elas deixam de ser startups e, se contratadas, passam a ser fornecedores e, a partir daí, precisam ter processos e passam a se preocupar com entregas e com a qualidade. Isso significa que, nos atuais projetos de inovação, elas deixariam de estar no radar para outras inovações. Sendo assim, o framework de inovação deve abranger as operações no modelo scale-ups, ou seja, aquelas que crescem o negócio de forma escalável, sem aumentar os custos na mesma proporção, e as demais empresas do ecossistema de fornecimento.

Esta necessidade fica ainda mais premente quando pensamos que o objetivo não é apenas buscar por inovar nos produtos e nas ofertas, mas também aplicá-la nos processos, seguindo o conceito da transformação digital. O ecossistema aberto de inovação não deve ficar restrito a grandes empresas e startups, mas a todo o ecossistema que gira em torno dela, envolvendo fornecedores, startups ligadas a eles ou diretamente à empresa, assim como os próprios concorrentes e até mesmo empresas de outro setor. O lema é manter a mente aberta. E você, já arquitetou o seu ecossistema de inovação?

Marcus Granadeiro , engenheiro civil formado pela Escola Politécnica da USP, presidente do Construtivo, empresa de tecnologia com DNA de engenharia e membro da ADN (Autodesk Development Network) e ​ do RICS (Royal Institution of Chartered Surveyours).

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Oktoplus reúne programas de fidelidade em um único aplicativo

Com o aumento da oferta de programas de fidelidade, muitas pessoas acabam não aproveitando os benefícios que esses programas trazem. Além da dificuldade em lembrar tantas senhas, cada programa possui uma regra de acúmulo diferente, as opções de uso dos pontos mudam de preço rapidamente, e, muitas vezes, não é possível acompanhar quando os pontos expiram. Com o objetivo de solucionar esses problemas, o aplicativo Oktoplus reúne em um único lugar as informações de todos os programas de fidelidade do usuário e oferece diversas opções para utilizar os pontos pela própria ferramenta.

Disponível para iOS e Android, o aplicativo da Oktoplus possui uma lista com mais de 80 programas de fidelidade. O usuário só precisa vincular os programas em que está cadastrado e o app disponibiliza as informações de saldo, extrato e pontos a expirar em um único dashboard. A partir dessas informações, o usuário consegue trocar seus pontos por produtos ou passagens aéreas dos programas parceiros da plataforma. No caso das passagens aéreas, a Oktoplus disponibiliza um buscador que compara os preços em dinheiro e em milhas. Caso o usuário não queira utilizar esses pontos, também é possível trocá-los por dinheiro pelo próprio app. Para evitar que os pontos sejam desperdiçados, a Oktoplus também envia com antecedência alertas de pontos a expirar.

Fundada em 2013 por Bruno Nissental, a Oktoplus surgiu com o objetivo de tornar mais simples e prazerosa a experiência dos consumidores com os programas de fidelidade. Atual CEO da startup, Bruno acredita que os programas de fidelidade ainda apresentam grande potencial de crescimento no mercado brasileiro. Em comparação com outros países, por exemplo, o número de usuários cadastrados em programas de fidelidade ainda é baixo. Em média, o consumidor brasileiro participa de 4 programas de fidelidade, enquanto que nos Estados Unidos esse número chega a 16.

“Muitos clientes ainda se sentem desconfortáveis em digitar suas senhas em aplicativos, com medo de terem seus pontos roubados”, explica Bruno. Por isso, uma das prioridades da empresa é se tornar referência no mercado fintech. Desde 2013, a empresa gerencia mais de 14 bilhões de pontos e mais de 1 milhão de programas de fidelidade no aplicativo.

Além de incentivar os brasileiros a utilizarem mais os programas de fidelidade, a Oktoplus também visa auxiliar aqueles que já participam de algum programa a aproveitarem melhor os benefícios. Muitos usuários, por exemplo, acabam perdendo os pontos expirados. “O objetivo da Oktoplus é incentivar o amadurecimento desse mercado, mudando a cultura dos consumidores para aderirem e aproveitarem cada vez mais os programas de fidelidade”, diz Bruno.

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Arnaldo Bertolaccini é novo diretor de Experiência do Cliente no iFood

Com crescimento de três dígitos ao ano, há oito anos, o iFood, unicórnio brasileiro, segue expandindo o negócio e contratando. Arnaldo Bertolaccini chega à empresa para estruturar a área responsável pela Experiência do Cliente que vai muito além do consumidor final.

“O iFood é a única empresa que desenvolve o ecossistema de food delivery como um todo. O intuito é gerar uma experiência melhor para os consumidores, para os restaurantes, para os entregadores e para os distribuidores de embalagens e insumos. Cada vez mais as os clientes esperam ter uma resposta mais ágil e mais pessoal. Estamos investindo na contratação de time, além de ferramentas e tecnologia para solucionar da melhor forma e entregar uma experiência além da expectativa”, conta.

Arnaldo é administrador de empresas com formação em Gestão de Relacionamento com o Cliente pela FGV, Qualidade de Serviço no Instituto Disney e Programa de Desenvolvimento pelo IESE Universidade de Navarra. Sua trajetória conta com ampla experiência na área em empresas como Mercado Livre, Walmart, Groupalia, Fnac e Banco Real.

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Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group, recebe prêmio da WEConnect International

Aos 45 anos, Mônica Schimenes, fundadora e CEO da MCM Brand Group, consagra-se como a primeira empresária da América Latina a receber o Prêmio da ONG WEConnect International, o Women’s Business Enterprise (WEB), que é oferecido a mulheres que comandam e/ou gerenciam empresas de sucesso. A cerimônia de premiação aconteceu nos Estados Unidos, em Washington, DC, e contou com a presença de 200 participantes – líderes de grandes companhias e corporações, que buscam expandir as oportunidades do mercado para empresas compostas, em grande parte, por mulheres. A terceira edição do evento de gala WEConnect International, celebrou seu 1 0º aniversário e contou com apresentação do secretário geral adjunto das Nações Unidas, Christian Saunders.

Muito além de um prêmio, a conquista de Mônica Schimenes representa o reconhecimento da garra e da sagacidade da mulher empreendedora que, por sua vez, consegue inserir causas ligadas a diversidade e inclusão em sua equipe de atuação profissional, contribuindo assim para a formação de cidadãos mais engajados e conscientes de seus papéis individuais e coletivos na sociedade. Além de ser homenageada com o recebimento do prêmio, a CEO Mônica Schimenes, foi convidada para fazer uma apresentação musical na cerimônia, unindo suas duas paixões, a vida como empresária e cantora.

*Mônica Schimenes, 45 anos, formada em Comunicação Social – Relações Públicas, pela Fundação Cásper Líbero, é fundadora e CEO da MCM Brand Group, grupo de comunicação integrada e atuação nacional e internacional, comprometido com a performance e responsável com a diversidade e inclusão. A empresária contempla mais de 20 anos de experiência em gerenciamento de marketing, comunicação e eventos, conquistou um portfólio sólido de clientes e importantes relacionamentos institucionais. Pelo programa SEBRAE no Pódio, foi para Londres, onde qualificou o seu negócio internacionalmente, para atender eventos de grande porte. Esse legado foi espalhado no Brasil, com parte do Comitê de Equidade Racial e de Gênero para as Olimpíadas Rio 2016. Em 2017, conseguiu elevar a empresa graças ao Programa de Mentoria para Fornecedores de Diversidade da Monsanto, pelo qual foram selecionados. Durante todos esses anos de caminhada, Schimenes se associou e fez parcerias com diversas ONGs, como a Integrare (Centro de Integração de Negócios), Sebrae no Pódio, WeConnect International (empreendedorismo feminino – mulheres e empreendedoras pelo mundo inteiro), Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Em 2018, Mônica realizou duas importantes palestras, uma delas foi na I Conferência Regional sobre a diversidade e inclusão de fornecedores para a América Latina e Chile – do WEConnect International – e a outra no Evento de Celebração da assinatura BASF com os compromissos da ONU Mulheres. Para este ano, a empresária terá participação no She2B, programa de desenvolvimento de fornecedoras da P&G e WEConnect International. Alguns dos clientes atendidos em sua empresa são: IBM Brasil, Stefanini, Red Hat, BASF, Nextel, Dell, Monsanto, Mizuno, Unilever, entre outros.

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Como implementar uma cultura de transformação digital

Por Fernando Nunes, Arquiteto de Soluções da Claranet Brasil

Aplicar novos recursos tecnológicos no seu negócio não é mais uma opção, mas uma questão de tempo e um caminho sem volta em direção à transformação digital. Hoje, esta nova realidade tem feito CEO’s, CIO’s e CTO’s pensarem de forma mais assertiva sobre quais serão seus próximos passos nesta jornada de mudanças.

Nesse sentido, vale se ater aos seguintes pontos sobre como a sua empresa pode iniciar seu próprio processo de transformação digital:

*Instrua seus times a entenderem o que implica a presença digital da sua empresa;

*Estude e entenda os novos recursos digitais disponíveis no mercado;

*Identifique como algumas dessas oportunidades no mercado podem beneficiar seu negócio;

*Busque trocar experiências e criar um networking com outras pessoas do segmento em que você atua. Comece pequeno e identifique as áreas que irão beneficiá-lo imediatamente;

*Aprenda sobre novas tecnologias disponíveis para ver como elas poderiam potencialmente criar oportunidades;

Um exemplo importante de um tipo de negócio em plena jornada de transformação digital são as lojas e supermercados online que oferecem facilidades de compra (além de descontos) para cada cliente a depender de seus hábitos de consumo. Além de eliminar o tempo em filas, esta iniciativa fideliza o cliente, que tem sugestões mais assertivas sobre os produtos disponíveis “na prateleira”, e pode gerar novos negócios.

A fim de conduzir esta transformação, companhias de todo e qualquer setor precisam derrubar limites entre tecnologia, marketing, vendas e operações. Reunir funcionários de diferentes áreas e responsabilidades pode ser uma excelente fonte de ideias pertinentes ao contexto do negócio. As já antigas iniciativas “pensadas em isolamento”, que são geralmente resultado de insights de um departamento único, normalmente não atendem às expectativas das empresas, sendo um real desperdício de investimentos.

Ao avaliar – com os times integrados – todas as iniciativas relevantes, um executivo precisa priorizar aquelas que podem mais facilmente auxiliar a empresa na sua transformação digital, com base em critérios como o valor trazido à companhia, tempo de impacto e esforço necessário para alcançar os resultados. Projetos que representam um alto impacto, mas exigem mais tempo de implementação, não podem sair do radar de resoluções, mas precisam ser consideradas em um segundo plano.

De fato, a transformação digital precisa ser uma atitude coletiva, e não apenas da TI ou do marketing, por exemplo. Por isso mesmo, é importante definir com o time inteiro um roteiro que oriente todo o processo de mudanças – e, mais do que isso, estar preparado para recriá-lo a todo instante, uma vez que as coisas podem mudar e nem todas as iniciativas podem ir conforme o planejado. Naturalmente, surgirão novas ideias e oportunidades que podem ultrapassar em valor o planejamento original!

Vamos pensar na técnica de UX (User Experience), que tem ajudado e-commerces a gerar mais engajamento e conversões a partir de suas audiências em comparação com o tradicional e-mail marketing. Em função do retorno dos clientes por mensagens em redes sociais, e-mails ou pela central de atendimento, é possível ter um entendimento mais fácil sobre as maiores demandas do e-commerce e detalhes que podem fidelizar o público, como facilidades na finalização da compra.

A transformação digital geralmente funciona quando grandes insights e uma boa visão de mercado são complementados por pequenos passos, com o reconhecimento e a coragem de mudar de rumo quando necessário. Nem sempre será possível acertar logo de cara, mas fundamental no processo será a necessidade de arriscar, que é natural de toda e qualquer mudança substancial.

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Os desbancarizados se tornam os trendsetters

Por Ralf Germer

Se antes ter uma conta em banco era essencial para o início de uma vida financeira, hoje o cenário mudou de configuração. Com a grande gama de serviços digitais, oferecidos majoritariamente pelas fintechs, existem soluções para transferências, pagamentos, câmbio, investimentos, créditos e muitas outras operações que antes ficavam concentradas nos gigantes financeiros. Segundo dados do Finnovation, instituição especialista em fintechs, o Brasil registra cerca de 377 empresas desta natureza nos mais diferentes setores, com destaque para as empresas de pagamentos e remessas, que representam 25% do total.

Isso é curioso pois, apesar de que o número de pessoas sem contas em banco não cresce, há uma demanda cada vez maior por esses serviços mais independentes. Desta forma, as fintechs têm um papel crucial na inclusão financeira, principalmente em países em desenvolvimento, onde o acesso às instituições tradicionais ainda não é algo universal. A tendência apontada por dados do Banco Mundial é que o acesso a serviços financeiros aumenta globalmente, motivado por iniciativas privadas e governamentais de redução da desbancarização.

Nos países com altos índices de pessoas sem acesso a serviços bancários, pesquisas sobre o tema apontam diversos motivos para que isso ocorra. Estão entre eles: a distância até uma agência, as altas taxas cobradas, falta de confiança nas instituições, falta de dinheiro, o fato de que algum familiar já tenha conta e, até mesmo, motivos religiosos. Além disso, também cabe destacar que pessoas endividadas e inclusive aquelas que não têm como comprovar um endereço fixo, também ficam excluídas do sistema bancário tradicional.

Por isso, acredito que há uma falha dos bancos em assumir uma posição de liderança em termos de inovações para o setor, que sejam mais inclusivas. De modo geral, as instituições financeiras tradicionais começam a trazer mudanças devido ao movimento criado pelas fintechs, que chegaram com tudo para atender a um novo perfil de consumidor.

Numa análise deste cenário, podemos perceber que ficar à margem do sistema bancário tradicional é mais do que uma tendência, e sim uma opção que se torna progressivamente mais viável. Por isso, acredito que as pessoas sem contas em bancos entrarão no radar definitivo dos provedores de serviços financeiros. E eles têm tudo para conquistar cada vez mais adeptos, já que os novos serviços digitais chegaram para atacar duas das principais barreiras para a participação no sistema financeiro: distância e taxas.

Outros serviços oferecidos por fintechs, como pagamento em dinheiro ou cartões pré-pagos, também contribuem para que os “sem banco” possam participar ativamente da economia em qualquer setor, inclusive no e-commerce. É sempre bom lembrar que o Brasil é uma potência no varejo digital, registrando 10 milhões de novos consumidores em 2018, segundo relatório da E-Bit|Nilsen.

O Banco Mundial aponta que a inclusão financeira tem um papel essencial na redução da pobreza ao redor do globo, o que automaticamente melhora as economias locais. Do outro lado do “balcão”, os bancos também precisam se atualizar constantemente para manter sua relevância. Além de democratizar o acesso aos serviços financeiros, as fintechs estão muito focadas na experiência do usuário. Há uma relação mais próxima, com uma linguagem mais acessível do que a de instituições tradicionais. As grandes empresas que se aliam às fintechs automaticamente passam a desfrutar desta “repaginada” e são vistas como modernas, inclusivas e focadas no cliente.

No resto do mundo, há países que são referência no desenvolvimento de produtos para desbancarizados. Atualmente, os pagamentos móveis são a grande tendência para este público. Dados do Banco Mundial mostram que dos 1.7 bilhões de pessoas sem banco ao redor do mundo, 1.1 bilhões possuem celular. Neste sentido, dois países se destacam com modelos completamente distintos: Quênia e China.

Na China, provedores de serviços de pagamentos, como Alipay e WeChat Pay, oferecem apps que podem ser vinculados a uma conta bancária ou instituição financeira. Os consumidores podem pagar compras ou transferir dinheiro para outra pessoa simplesmente usando o aplicativo. No Quênia, por outro lado, os serviços financeiros são oferecidos diretamente pelo provedor de telefonia e não precisam estar ligados a uma instituição bancária tradicional.

Em termos de Brasil, o país registra hoje, segundo IBGE, 60 milhões de desbancarizados. Ou seja, milhões de pessoas para atingir e atender. Meios de pagamentos alternativos, como o PEC Flash, que permite o pagamento de compras em dinheiro no e-commerce, foram criados com foco na inclusão de todos os brasileiros na economia digital. É preciso que haja uma sintonia entre as instituições tradicionais e as fintechs, além da participação do setor público, para democratizar o acesso a estes serviços. Por exemplo, um grande responsável pela inclusão financeira é o Governo Federal. Cerca de 80% das pessoas que recebem pagamentos governamentais, como o Bolsa Família, recebem em uma conta bancária.

Concluo que sem bancos, mas com acesso à internet e smartphones, o público pede por novas alternativas. É nosso dever compreender suas necessidades e criar produtos assertivos para um universo financeiro cada vez mais democrático e que leve agilidade e segurança para todos.

Ralf Germer, co-CEO e co-fundador da PagBrasil, fintech brasileira líder no processamento de pagamentos para e-commerce ao redor do mundo

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Brasil tem 2 dispositivos digitais por pessoa, diz pesquisa da FGV

O FGVcia, Centro de Tecnologia de Informação Aplicada da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), divulga anualmente um amplo retrato do mercado de Tecnologia de Informação (TI), com resultados de estudos e pesquisas do uso de TI nas empresas. Uma amostra de 2.602 médias e grandes empresas.

Os resultados divulgados comprovam o processo de informatização e digitalização das empresas e da sociedade. O FGVcia é considerado um centro de referência na área e traz em suas pesquisas números inéditos e interessantes, retratando o cenário atual e as tendências desse ambiente, sendo uma valiosa contribuição para os meios empresariais e acadêmicos. Um resumo dos resultados está disponível em: www.fgv.br/cia/pesquisa.

1) 2 DISPOSITIVOS DIGITAIS POR HABITANTE. Segundo a FGV, em 2019 teremos 420 milhões de Dispositivos Digitais (computador, notebook, tablet e smartphone) em uso no Brasil:

2) Gasto e Investimento em TI cresceu para 7,9% da receita das empresas.

3) TEMOS MAIS DE 1 SMARTPHONE POR HABITANTE. São 230 milhões de celulares inteligentes (smartphones) em uso no Brasil. Adicionando os Notebooks e os Tablets são 324 milhões de Dispositivos Portáteis em maio de 2019, ou seja, 1,6 DISPOSITIVO PORTÁTIL POR HABITANTE.

4) VENDE-SE 4 CELULARES POR TV!

5) Segundo a pesquisa do FGVcia, SÃO 180 MILHÕES DE COMPUTADORES (desktop, notebook e tablet) em uso no Brasil em maio de 2019, isto é: 6 computadores para cada 7 habitantes (86% per capita). A venda anual de computadores, depois de uma queda para 12 milhões em 2016 e 2017, a metade de 2013, subiu um pouco para 12.400.000 em 2018 e deverá crescer muito pouco em 2019.

6) Segundo o coordenador da pesquisa do FGVcia, Prof. Meirelles, o CUSTO ANUAL DE TI POR USUÁRIO ATINGIU R$ 46.800 (Gastos e Investimentos em TI em 2018, dividido pelo número de usuários).

Radiologia: inteligência artificial é destaque na JPR 2019

Os avanços na medicina com a Inteligência Artificial são imensuráveis – a partir de novas tecnologias, médicos e pacientes conseguem mais agilidade em diagnósticos e novas perspectivas em tratamentos. Pensando nisso, o maior evento de Diagnóstico por Imagem da América Latina, a 49ª Jornada Paulista de Radiologia (JPR 2019), traz o tema em evidência e abre espaço para discussões acerca das principais novidades em Inteligência Artificial.

O grande destaque desta edição do evento é uma iniciativa inédita da Sociedade Paulista de Radiologia (SPR), organizadora do evento, inspirada em modelos internacionais: a Vila da Inovação. Em um espaço exclusivo, o público da Jornada poderá assistir breves palestras sobre Inteligência Artificial e novos negócios em Diagnóstico por Imagem, com a presença de startups e pesquisadores com soluções voltadas à radiologia.

Na programação da JPR 2019, permeiam temas como os desafios no desenvolvimento e aplicação de Inteligência Artificial na Radiologia, que envolve desde a integração das aplicações de I. A. no dia a dia do radiologista, a preparação da infraestrutura de hospitais para ter essa tecnologia integrada no seu fluxo de trabalho, até a democratização do conhecimento de I. A. no meio radiológico; I. A. em oncologia, que possibilita descobertas mais assertivas de origem de metástases e tratamentos mais efetivos para os mais variados tipos de câncer; e também o uso da Inteligência Artificial na educação.

A 49ª Jornada Paulista de Radiologia será realizada entre 2 e 5 de maio no Transamérica Expo Center, em São Paulo/SP. Especialistas em Inteligência Artificial aplicada nos mais diversos campos da medicina estão disponíveis para falar sobre as novidades do mercado, seus desafios, e qual a perspectiva futura para os médicos a partir do crescimento do uso de I.A.

49ª Jornada Paulista de Radiologia | 1ª Jornada Paulista de Radiologia Intervencionista

Data: 2 a 5 de maio de 2019
Local: Transamerica Expo Center
Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo – SP
Mais informações: www.jpr2019.org.br

GeneXus simplifica o desenvolvimento de sites responsivos

Abril de 2019 – A GeneXus, desenvolvedora global de soluções baseadas em Inteligência Artificial, acaba de simplificar o desenvolvimento de sites com o lançamento do GXportal 6.0. A ferramenta permite criar e hospedar sites com design profissional sem a necessidade de ter conhecimento em programação, banco de dados ou servidores.

A principal vantagem da ferramenta é construir sites responsivos, o que significa que as páginas são adaptáveis para qualquer dispositivo, desde mobiles até televisores, além de possuir uma plataforma que torna o desenvolvimento mais rápido.

“Construir sites com uma experiência de uso fluída é essencial para a economia digital, que requer navegação por meio de todos os dispositivos”, explica Ricardo Recchi, country-manager da GeneXus. Outro benefício da ferramenta está no ranqueamento SEO (Search Engine Optimization), ou seja, o portal otimiza a indexação das páginas por parte dos buscadores, obtendo um melhor posicionamento nos motores de buscas.

O compromisso da GeneXus também é com a acessibilidade. Os sites feitos com GXportal podem ser acessados por todos os usuários, igualmente, inclusive as pessoas que enfrentam desafios motores e sensoriais.

O GXportal 6.0 está disponível em duas modalidades de uso: na versão online, o GXportal Online (Saas), que é adequado para profissionais independentes ou pequenas e médias empresas, e o GXportal Corporativo (On-Premise), ideal para as empresas que integrarão os sites com plataformas de dados e querem instalar em seus próprios servidores.

O papel dos líderes é fundamental para o desenvolvimento da 4ª Revolução Industrial no Brasil, aponta pesquisa da Deloitte

Quando se fala em revolução, neste caso, na industrial, o primeiro fator a ser considerado para que ela se torne realidade é o humano. E é justamente com este foco que a Deloitte lança sua mais recente pesquisa “Sucesso Personificado na Quarta Revolução Industrial: quatro personalidades de liderança para uma era de mudança e incerteza”. Realizado em 19 países, com 2.042 executivos C-level, representantes de empresas com receita de mais de 1 bilhão de reais por ano, sendo 125 brasileiros, o estudo chega a quatro personas ou quatro perfis de liderança dentro do contexto de desenvolvimento da Indústria 4.0 no país e aponta que alguns estão progredindo mais do que outros ao entender melhor os desafios atuais nas quatro principais áreas de impacto: sociedade, estratégia, tecnologia e talento.

“Essa quarta revolução industrial é recente. E podemos dizer que, dentro de um conjunto de ações que a compõe, uma delas trata da junção e conexão dos ativos físicos de maneira digital, da Internet das Coisas (IoT), o que resulta em maior produtividade e um retorno melhor para o negócio. Diante disso, o Brasil tem avançado neste caminho, mas um avanço ainda tímido, centralizado em grandes corporações e isso precisa ser ampliado. Ocorre que os desafios que se colocam hoje para o Brasil são imensos, principalmente no que tange às pessoas. Por isso, a pesquisa foca nos líderes para traçar o atual panorama da Indústria 4.0 no país”, constata Othon Almeida, sócio-líder de Market Development e Talent da Deloitte.  

Um olhar mais amplo

A Indústria 4.0 se estende muito além dos limites da tecnologia, que é tipicamente onde muitas explorações do fenômeno começam e terminam. Ela também se move além do domínio da produção para se concentrar em todo o ecossistema de parceiros, fornecedores, clientes, força de trabalho e mudanças operacionais.

Em resumo, as organizações devem considerar adotar uma visão holística da Quarta Revolução Industrial e a forma como ela vai alterar os negócios. A Indústria 4.0 é mais do que apenas tecnologias avançadas: trata-se das formas pelas quais essas tecnologias são reunidas e de como as organizações podem aproveitá-las para impulsionar as operações e o seu desenvolvimento.

Personas 4.0

Para os líderes de negócios acostumados a dados e comunicações lineares tradicionais, a mudança para o acesso em tempo real aos dados e inteligência habilitados pela Indústria 4.0 transforma fundamentalmente o modo como conduzem os negócios. A integração de informações digitais de várias fontes e locais diferentes pode impulsionar o ato físico de fazer negócios, em um ciclo contínuo. Dessa forma, ao longo da pesquisa, foram identificadas quatro personas para este novo mundo:

Data-driven decisive (Estratégia): trabalham para desenvolver estratégias eficazes para suas empresas, em mercados em rápida transformação

Disruption driver (Tecnologia): concentram-se mais no uso de tecnologias da 4ª Revolução Industrial para proteger seus negócios do que para fazer investimentos arriscados

Talent champion (Talentos): Estão mais à frente na preparação de suas forças de trabalho para o futuro; acreditam que sabem quais são as competências que suas empresas vão precisar

Social super (Sociedade): Expressam um compromisso genuíno em melhorar o mundo, considerando o alto impacto da Indústria 4.0 na sociedade.

Líderes para a Revolução

Os resultados da pesquisa comprovam que há ainda um longo caminho a ser percorrido para que o Brasil possa, de fato, participar da Quarta Revolução Industrial. A começar pela formação de profissionais que vão liderar essa mudança. De acordo com a pesquisa, 54% dos entrevistados no Brasil afirmam ter dificuldade em atrair talentos com as competências necessárias, enquanto, no mundo, essa porcentagem cai para 48%. Outro dado que chama a atenção é que 38% atestam que faltam profissionais com conhecimento tecnológico e demais competências necessárias às novas necessidades. No mundo, este número é de 44%, o que mostra que se trata de uma questão premente.

Partindo destes dados, chega-se à questão central: como está a formação desses profissionais? Segundo apurou a pesquisa, apenas 29% dos entrevistados no país acreditam que o atual sistema educacional preparará suficientemente os indivíduos para que possam atuar neste cenário. E quando perguntados sobre o desenvolvimento de seus atuais funcionários, apenas 28% apontaram que os treinarão extensivamente para atender às demandas desta revolução (no mundo, esse dado sobe para 43%).

“O impacto começa no ensino formal, que não trata desse tema. Criamos jovens que não estão preparados para viver esse novo mundo que se avizinha. Precisamos de pessoas com capacidade analítica, matemáticos, físicos, engenheiros, enfim, precisaremos de indivíduos em todos os setores que saibam interpretar dados, processem as informações e façam disso um uso eficiente para entregar à sociedade produtos e serviços de melhor qualidade. E a universidade está na ponta disso. Há uma demanda por jovens que estão na universidade por ensino de melhor qualidade nesta direção, mas essa transformação me parece que vai demorar um pouco”, avalia Almeida.

Os impactos sociais da nova revolução

Quando se fala na persona Social Super e retoma-se o conceito de olhar holístico, talvez este seja o que melhor representa o objetivo final dessa Revolução. Sob este espectro, 80% dos entrevistados indicam que desenvolveram ou alteraram, no último ano, um produto ou serviço para causar um impacto mais positivo na sociedade ou no meio ambiente. Globalmente, esse dado é de 73%. “Um exemplo de conexão que a Internet das Coisas permite e que deve gerar um impacto positivo na sociedade são as chamadas Cidades Inteligentes, que vemos nascer e, nas próximas décadas, serão realidade. Conexão de elementos que compõem a cidade como um semáforo, um ponto de luz, celulares. Essa conexão está no entorno da sociedade e não se restringe à indústria. Entender esse contexto é fundamental. Não é possível fazer com que essa revolução chegue até as pessoas sem a união de sociedade civil, academia, governos e iniciativa privada. É uma questão de sobrevivência. Não acompanhar essa revolução pode nos levar ao fracasso”, finaliza o executivo.

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São Paulo sedia 7º edição do Congresso Internacional de Compliance, principal evento da América Latina

Com a expectativa de reunir mais de 100 palestrantes e 1.000 participantes, o 7º Congresso Internacional de Compliance, maior e mais importante do setor da América Latina, será realizado de 14 a 16 de maio, em São Paulo. Organizado pela LEC Legal, Ethics & Compliance e sob o tema Inspiração, Conhecimento e Networking, o evento é direcionado a profissionais das mais diversas áreas de atuação, como advogados, CFO’s, CEO’s, CTO’s, controllers, auditores, consultores, funcionários públicos, integrantes de RH, suprimentos, controles internos, e contará mais de 30 painéis e 15 workshops.

O primeiro dia do evento será dedicado aos Workshops. Serão 15 temas discutidos, em cinco salas simultâneas, com especialistas dividindo conhecimentos e técnicas sobre como superar os desafios de implementação e gestão de programas de compliance efetivos.

Os dias 15 e 16 serão dedicados aos mais de 30 painéis programados, com especialistas nacionais e internacionais de referência, que trarão as últimas novidades, tendências e expectativas de compliance para 2019. Entre os assuntos abordados, estão: Os desafios na construção de um programa regional de proteção de dados, Mecanismos de proteção aos denunciantes (Whistleblowers) nos Estados Unidos e perspectivas para o Brasil, Regulamentação do Lobby e os impactos para a área de compliance, Diversidade e Inclusão e Mulheres na Era 4.0. A gestão de crises corporativas também será abordada, por conta do rompimento de barragens e outras tragédias recentes, pois muitas dessas ocorrências estão relacionadas a controles operacionais que passam pelo compliance.

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, abrirá o primeiro dia de painéis, falando sobre Os sucessos e as falhas no combate à corrupção na América Latina. O ministro Wagner Rosário, da Transparência, Fiscalização da Controladoria-Geral da União irá abordar a questão da avaliação dos programas de compliance e certificação “Pró-ética”. Deltan Dallagnol, Procurador da República e coordenador da força-tarefa da operação Lava-Jato, vai falar sobre Ética nos negócios em um mundo de pressões. Com base em experimentos de ética comportamental, Dallagnol nos desafia a uma reflexão ética para reforçar a integridade e a governança de organizações num mundo de pressões.

Palestrantes internacionais

Entre os palestrantes internacionais já confirmados, estão: Matterson Ellis, membro do escritório de advocacia Miller & Chevalier em Washington DC e especialista na Lei de Práticas de Corrupção no Exterior dos EUA (FCPA) e na América Latina; Lanny A. Breuer, vice-presidente da Covington & Burling LLP, um dos principais advogados especializados em julgamento e defesa de crimes de colarinho branco nos Estados Unidos; Steven Neuman, sócio da StoneTurn, especialista com 20 anos de experiência na assessoria de clientes e empresas em compliance; Nicholas M. Berg, sócio na Ropes & Gray LLP e especialista em investigações globais anticorrupção e outras questões de risco internacional; e Daniel Rodríguez, sócio da CMS Colômbia e chefe da área de Compras Públicas e um dos coordenadores da prática de Compliance da firma, que lida com gestão de riscos, prevenção à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo, à corrupção e ao contrabando de mercadorias. As palestras terão tradução simultânea.

“O evento reúne cases e tendências internacionais em compliance, apresentados pelos principais protagonistas do mercado, proporcionando aos participantes insights importantes para aplicar no dia a dia. Além disso, é uma excelente oportunidade para aumentar a rede de relacionamentos, trocar experiências e fechar negócios”, explica Alessandra Gonsales, sócia-fundadora da LEC.

Os participantes poderão escolher entre as apresentações simultâneas, organizadas por trilhas de conhecimento. Assim, será possível que cada um crie sua própria agenda, de acordo com seus interesses. A programação completa está disponível no link: http://www.congressodecompliance.com.br/agenda.html.

7º Congresso Internacional de Compliance

Local: Villa Blue Tree – Rua Castro Verde, 266 – Chácara Santo Antônio – São Paulo / SP

Data: 14 a 16 de maio de 2019

Horário: 8h às 18h

Inscrições: http://www.congressodecompliance.com.br/inscricoes.html

Mais informações: http://www.congressodecompliance.com.br/index.html

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Inteligência artificial ganha espaço entre juristas

Tecnologias como a inteligência artificial podem ser de grande ajuda para a prática do Direito e beneficiam tanto os juristas quanto as pessoas que buscam seu auxílio. A modernização, para especialistas, é inevitável e ocorre tanto nos escritórios de advocacia e tribunais quanto nas instituições de ensino.

“Os órgãos da Justiça têm que estar atentos para as mudanças tecnológicas”, diz o presidente do Superior Tribunal de Justiça e professor do Centro Universitário IESB João Otávio de Noronha. “Já passamos pelo momento do processo eletrônico, que se tornou uma realidade, e vivemos agora o momento de apostar no uso da inteligência artificial”, continua.

Apesar de haver certa resistência quanto ao seu uso na Justiça, Noronha ressalta que é papel do magistrado tomar decisões sobre um julgamento e que a inteligência artificial vem apenas para tornar esse processo mais rápido e eficiente.

“Isso se dá, por exemplo, na identificação de documentos que tratem sobre os pontos mais relevantes para a causa ou na agilização da triagem, de forma que o congestionamento processual seja menor”, conta Noronha. “A ferramenta não vai julgar, mas organizar as informações para que os juízes as avaliem de forma mais rápida”, completa.

Atualmente, a inteligência artificial ajuda advogados e outros operadores do direito a encontrar rapidamente teses que suportem seus casos, bem como a jurisprudência adequada. Isso resulta, na prática, em um processo mais ágil para o assistido.

O IESB está implantando a tecnologia no seu Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ), que oferece assistência gratuita nos campi de Ceilândia e da Asa Norte e que realizou mais de 300 atendimentos somente em 2019. Atualmente, o Núcleo já utiliza processos eletrônicos e um formulário-padrão digital que orienta os estudantes contém informações sobre os casos mais comuns que chegam ao NPJ, como ações de pensão alimentícia.

“A ideia é que, quando o sistema de inteligência artificial for definitivamente implantado, ele tenha algoritmos para encurtar o caminho de pesquisa para a produção de uma peça, mas sem tirar do estudante e do orientador o trabalho intelectual”, conta o coordenador do NPJ e professor do IESB Marcelo Holanda.

Segundo Holanda, a tecnologia é capaz de analisar os termos-chave do processo e buscar na internet documentos, artigos e julgamentos anteriores que tratam do mesmo tema. Dessa forma, o tempo gasto com pesquisas é bastante reduzido, já que não será necessário folhear dezenas de volumes manualmente.

“Essa é uma forma ultramoderna de pensar o Direito junto com as tecnologias que estão à nossa disposição”, conta Holanda. “A transferência dos processos para um formato digital não só evita um desgaste da natureza – já que o consumo de papel diminui drasticamente – mas também torna as ações mais céleres. O assistido pelo Núcleo sabe que o seu problema será resolvido rapidamente dentro dos parâmetros legais”, continua.

Para os estudantes a graduação, o contato com as novas tecnologias os prepara para o mercado de trabalho, já que grande parte dos escritórios de advocacia e tribunais possuem processos digitalizados e ferramentas de automação.

“A forma de pensar uma ação usando as tecnologias é diferenciada. Você reduz um tempo de pesquisa que pode ser usado para outras formulações dentro do processo. Não há como fugir dessa modernidade”, finaliza Holanda.

Inteligência artificial e machine learning no mercado de assistência 24h são destaques na Insurtech

Pela primeira vez, Allianz Partners, empresa do Grupo Allianz SE e líder em assistência 24 horas, e sua marca comercial Mondial Assistance, estarão presentes no Insurtech Brasil 2019, principal evento de tecnologia e seguro da América Latina. A terceira edição acontecerá na sede da AMCHAM BRASIL, em São Paulo, no dia 25 de abril.

As atividades que integram o evento permearão a discussão e a análise das melhores soluções para o futuro do mercado segurador. E, participando deste debate, o diretor de Operações da Allianz Partners, Adriano Reginaldo, abordará a jornada digital do cliente de assistência 24h no painel de inteligência artificial e machine learning.

Adriano afirma que participar deste grande evento mostra a seriedade e todo o empenho do grupo no mercado de assistência. “Falaremos sobre a questão tecnológica, a partir da nossa jornada digital, que exemplifica como o investimento em tecnologia potencializa a experiência do cliente e, ao mesmo tempo, reduz custos operacionais”, ressalta.

O Insurtech Brasil tem como foco o desenvolvimento do ecossistema de insurtechs no País e o oferecimento de insumos para a inovação no mercado de seguros. “A evolução no perfil do consumidor e o que eles buscam, estão atrelados, diretamente, com o futuro das empresas e com os investimentos nos novos processos. Neste sentido, o fomento de temas que circundam o segmento tem como objetivo identificar as demandas e tendências do setor de seguros”, finaliza Adriano.
Sobre a Allianz Partners

A Allianz Partners é líder mundial em seguro e assistência B2B2C, com especialidade nas áreas de seguro internacional de saúde e vida, automotivo, assistência e viagem. Com operações em 78 países, a Allianz Partners oferece soluções globais que estão redefinindo o significado de ajuda, indo além do seguro tradicional para ajudar e proteger os clientes onde quer que eles estejam e sempre que precisarem. Com inovação, os especialistas fornecem produtos e serviços prontos para o futuro, de alta tecnologia e de alto impacto por meio de cinco marcas comerciais: Allianz Assistance, Allianz Care, Allianz Automotive, Allianz Travel e Mondial Assistance. Os 21.500 colaboradores globais lidam com mais de 54 milhões de casos por ano, com foco no esforço para ajudar e proteger clientes em todo o mundo. No Brasil, a Allianz Partners tem mais de 20 anos de atuação, com cerca de 2.000 profissionais, uma célula médica com equipe trilíngue e 14.300 prestadores de serviços que vivem para ajudar.

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Monetizze apresenta novidades inéditas para o mercado

Completando quatro anos neste mês de abril, a Monetizze – principal plataforma de intermediação de pagamentos online do país, celebrou suas quatro décadas apresentando ao mercado grandes novidades. Entre as mudanças, ferramentas que prometem melhor resultados de vendas e aumento do ticket médio. As novidades foram lançadas durante o Hangar Monetizze, evento que aconteceu na última semana, reunindo cerca de 500 profissionais do mercado, no Memorial da América Latina, em SP.

Segundo o CEO, Márcio Motta, as mudanças visam inovar para atender os clientes em todas as interfaces que eles precisam mantendo a alta performance. ”Todas estas novidades levam a Monetizze a se consolidar como uma efetiva plataforma de pagamentos. A soma de todas estas mudanças se resume na melhora significativa da experiência de uso da plataforma de afiliados, na satisfação do cliente e no aumento do número de conversões”. Segundo ele, ser a melhor plataforma é a principal missão da empresa. ”Não medimos esforços para que cada afiliado ou produtor – o recém chegado ou o cliente de muito tempo; o que vende milhões e o que está começando agora – seja tratado como first class. Aqui todos tem suporte, atendimento, solução para seus desafios. Tudo para fazer nosso cliente vender mais”. Com 300 mil afiliados cadastrados, a plataforma transaciona R$100 milhões por mês em produto.

Márcio faz questão de lembrar que desde a criação da plataforma, a Monetizze tem a característica de ouvir as demandas de seus usuários e aperfeiçoar o plataforma. ”Há quase 6 anos atrás fui num evento do Mercado de Afiliados em São Paulo. Um segmento novo, bastante maduro em países como os Estados Unidos e Alemanha, mas muito iniciante aqui no Brasil. Na oportunidade, conheci o mercado e entendi como havia espaço para plataformas que trouxessem uma efetiva solução de pagamentos on line e, ao mesmo tempo, aliasse o atendimento atencioso e o relacionamento estratégico ao negócio. Aquela ideia virou minha meta de vida e, deste dia em diante, passei anos trabalhando todos os dias no desenvolvimento da Monetizze. Ouvia as pessoas que usavam as plataformas e entendia o que elas queriam a mais, o que consideravam positivo ou negativo. Até hoje fazemos o mesmo, queremos sempre inovar e criar o melhor para nosso usuário”, lembra. Segundo o CEO, a diferença é que hoje, com quatros anos de existência, a Monetizze possui uma grande equipe que tem como meta diária escutar os clientes como o Márcio fazia diretamente. São cerca de 200 colaboradores diretos que trabalham todos os dias em sua sede na região da Pampulha em Belo Horizonte com este objetivo.

O Hangar promoveu uma verdadeira imersão com a presença dos melhores especialistas do mercado do empreendedorismo digital no Brasil. Foram dois dias de palestras e debates sobre temas como finanças, comunicação, liderança, investimento, empreendedorismo, marketing, importação, gestão estratégica, entre outros. Durante o evento, a Monetizze entregou ainda placas comemorativas para empreendedores que fizeram retiradas de R$ 200 mil a R$ 30 milhões na plataforma durante o ano de 2018.

Principais mudanças

Entre as mudanças apresentadas, o novo dashboard da Monetizze possibilita uma melhor visualização dos resultados dos clientes na plataforma. Ele permite, por exemplo, medir e comparar as vendas em diferentes períodos. ”Para o produtor é importante entender como as vendas se comportam para que ele consiga traçar melhor as suas estratégias. Por isso, o Dashboard foi pensado para ser uma funcionalidade prática, de fácil entendimento e acompanhamento”, explica Márcio Motta, CEO da Monetizze.

Outra funcionalidade é o Order Bump seu objetivo é beneficiar os produtores, que conseguirão realizar mais vendas. De forma resumida, é uma ferramenta que possibilita ao comprador, ter a oportunidade de adquirir outro produto relacionado a compra que ele já está fazendo, diretamente no Checkout. Além disso, os dados do cartão são informados apenas uma vez. ”A plataforma sugere produtos complementares. Ou seja, é quando você aproveita para vender produtos ou serviços relacionados ao que o cliente já estava comprando, e desta forma aumentar ainda mais o seu ticket médio”.

A Convert Pages também foi incorporada a plataforma, trata de uma ferramenta que tem a capacidade de criar diversas páginas de venda por produto e são fundamentais para ajudar o cliente final a decidir pela compra. Elas ajudam a pré-aquecer a venda, aumentar a confiança, consolidar o tráfego e preparando para a página de vendas final.

Outra mudança é o boleto mobile que permite ao cliente pagar o boleto pelo celular, levando o automaticamente para dentro do seu banco, agregando usabilidade e designer. A nova ferramenta tem melhor funcionalidade ao pagamento de boletos, agora, a interface é mais funcional e objetiva. Por exemplo, ao realizar o pagamento, o cliente tem a opção de acessar diretamente o app do seu banco, facilitando a conversão da vendas. ”Desta forma, a plataforma fica mais intuitiva e interativa, facilitando a realização de tarefas. Estas mudanças otimizam a experiência dos usuários dos nossos clientes já que simplificam processos. Temos certeza que este novo modelo trará o aumento das conversões”, reforça Márcio.

Por último, durante o Hangar foi apresentando o Checkout e-commerce, ferramenta que permite que o usuário tenha vários produtos em um único chekout. ”Se antes, era necessário criar uma página de checkout para cada produto cadastrado na plataforma, caso o consumidor optasse por comprar produtos diferentes, agora é possível vender vários produtos através de um único checkout! O E-commerce da Monetizze funciona como se fosse um carrinho de compras: o consumidor escolhe os produtos e, ao final, paga tudo de uma vez só”, explica Márcio.

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Sanofi inicia processo seletivo para mais de 60 vagas de estágio

A Sanofi, maior multinacional farmacêutica do mercado brasileiro, está com inscrições abertas para o processo de seleção de estagiários para suas unidades de São Paulo, Campinas, Suzano e Guarulhos. São mais de 60 vagas para estudantes universitários com previsão de conclusão de graduação a partir de junho de 2020, para atuação em diversas áreas.

Para preencher as vagas deste ano, a Sanofi usará um processo com etapas virtuais e uma fase final presencial, o que permitirá identificar os candidatos que tenham as habilidades interpessoais importantes para a empresa, como liderança, colaboração transversal, processo de tomada de decisão, capacidade de autodesenvolvimento entre outros.

Podem participar do processo seletivo estudantes a partir do 3º ano dos cursos de Administração, Ciências Contábeis, Comunicação Social, Direito, Economia, Engenharias, Farmácia-Bioquímica, Letras, Publicidade e Propaganda, Psicologia, Relações Internacionais, Secretariado e Cursos de TI e áreas correlatas. O nível de inglês mínimo requisitado é o intermediário.

As inscrições podem ser feitas pelo site da empresa, na área de Carreiras – https://www.sanofi.com.br/pt/carreira/programa-de-estagio até 26 de maio.

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Por que o maior exame de avaliação dos estudantes brasileiros não pode ser on-line?

Estudantes de todo o Brasil, além do Governo, estão apreensivos com a notícia recente de que a gráfica que imprimiria as folhas de prova do Exame Nacional do Ensino Médio de 2019, o Enem, decretou falência — na mesma data em que a empresa teve o contrato renovado para a prestação do serviço. Estrategicamente, autoridades confirmam que a prova não será postergada (se mantendo em 3 e 10 de novembro) e, ainda que sob um véu de informações, explicam aos alunos que estão buscando “alternativas seguras”para lidar com o transtorno.

Fato é que a insegurança gerada pelo incidente na impressão das provas põe em jogo o futuro educacional de milhões de estudantes (em 2018, foram 5,5 milhões de inscritos confirmados), o que poderia ser resolvido com a avaliação feita por meios digitais.

Não é segredo nenhum que a Educação no século 21 perpassa pela oferta de conteúdos on-line. Pesquisa da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, organismo autônomo e intergovernamental, de 2015, levantou que 70% dos alunos brasileiros usam internet como auxiliar nos estudos. É razoável, então, que passamos a explorar a possibilidade de os exames que cobram esses conhecimentos também possam ser realizados na web.

Prova on-line

Usar a tecnologia para a aplicação do Enem equilibra pratos que há tempos estão deixando a Educação “cambaleando”: sem a impressão das provas, o Governo reduz custos de contrato com gráfica (o mais recente foi de mais de R$ 120 milhões), de treinamento de aplicadores e coordenadores, além de deixar para trás todo o aparato que se monta para a execução das provas como é feita hoje, em dois finais de semana, em todo o País.

Um formato interessante na concepção do Enem on-line seria o de um extenso banco de perguntas elaborado por uma junta de professores elencados pela pasta da Educação. Esse é o sistema usado no teste de aptidão escolar norte-americano, o SAT, para o ingresso de alunos nas universidades.

Apesar de o acesso digital no Brasil ainda ser um desafio, penso que a definição de locais credenciados para a realização da prova, com computadores e rede de internet disponíveis, não só garantiria que qualquer aluno tivesse as mesmas chances de fazer o Enem, como seria um importante aliado nas regulações técnicas para que fraudes sejam evitadas.

Cabe aqui, ainda, destacar algumas reclamações comuns dos estudantes, ano a ano. O fato de o Enem contar como critério para a graduação desperta ansiedade e sentimentos de preocupação entre eles. Esse peso poderia ser eliminado caso o banco de perguntas fosse algo público (com muitas questões referentes a cada área do conhecimento), e que seria a base para diferentes provas entregues a cada aluno. A Redação, grande vilã para boa parte dos alunos, continuaria tendo o mesmo valor na somatória da prova, com a diferença de que seria digital.

Já existem diversas tecnologias disponíveis e eficazes para exames on-line, os setores de tecnologia e de proficiência em idiomas já aplicam testes on-line em centros monitorados por câmeras e monitores com grande segurança. Isso sem contar com os benefícios logísticos de impressão, correção, armazenamento de milhões de provas. Os ganhos do sistema de avaliação on-line são inúmeros, mas seguimos na idade da pedra, ou do papel.

Temos que pensar em estratégias inteligentes que explorem as tecnologias no ensino e nos testes, considerando os percalços que o formato impresso pode trazer para nós, especialmente em larga escala, como acontece em um exame nacional desta proporção.

Por Luiz Alexandre Castanha, diretor geral da Telefônica Educação Digital – Brasil e especialista em Gestão de Conhecimento e Tecnologias Educacionais

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Vivo utiliza ferramentas digitais em todo o processo de atração, seleção e admissão de talentos

Com o objetivo de aprimorar a experiência do candidato que deseja ingressar na empresa, a Vivo investe em ferramentas de digitalização e inovação em todas as etapas, desde a fase de recrutamento até a admissão. As iniciativas estão em linha com a estratégia de transformação digital que envolvem todas as áreas da operadora.

Para o recrutamento e seleção, a Vivo passa a usar a plataforma Gupy, que permite à operadora internalizar as etapas desse processo, proporcionando mais eficiência e transparência, possibilitando ao candidato acompanhar todas as fases, com respectivos feedbacks. As áreas de Tecnologia da Informação e Digital são as primeiras a contar com a novidade.

A etapa em que a empresa formaliza a oferta de emprego está com uma novidade também, inédita no mercado: os aprovados recebem por e-mail ou por SMS um videobot da OvermediaCast, plataforma de vídeos dinâmicos e interativos personalizados, informando sobre os benefícios da empresa. “A ideia surgiu para que os selecionados tivessem uma experiência inovadora e também pudessem se aprofundar melhor no leque de benefícios que oferecemos. Caso eles ainda tenham alguma dúvida, nossa equipe de atração e seleção entrará em contato para esclarecer”, ressalta Niva Ribeiro, VP de Pessoas da Vivo.

O processo de admissão é feito por meio da plataforma Acesso RH, onde o futuro colaborador preenche suas informações pessoais, tira fotos de seus documentos e os envia diretamente de seu smarthphone para validação inteligente de dados. A mobilidade da ferramenta facilita a entrega dos documentos de admissão, sem a utilização de papéis, proporcionando segurança e economia aos candidatos com cópias e transporte, uma vez que não é preciso se deslocar para realizar essa tarefa.

Quem estiver interessado em concorrer a uma vaga na Vivo pode acessar o link https://vivo.gupy.io/ para as vagas de Tecnologia da Informação e Transformação Digital.

Startups

Gupy e OvermediaCast são startups investidas pela Wayra – hub de inovação aberta da Vivo no Brasil e Telefônica no mundo. A contratação das soluções para integrarem as ferramentas digitais de recrutamento e admissão na Vivo estão alinhadas ao novo posicionamento da Wayra em ser um ativo essencial para a estratégia de transformação digital da empresa, tendo como um de seus objetivos encontrar startups que possam fazer negócios com a Vivo, além de outras marcas do Grupo Telefónica pelo mundo, e corporações no mercado.

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Embraer tem cerca de 40 vagas para profissionais de Desenvolvimento e Programação

A Embraer abre as inscrições de quatro processos seletivos para profissionais com conhecimento em Programação, para atuação no desenvolvimento de softwares para aeronaves. As posições têm foco em engenharia de sistemas, desenvolvimento de software embarcado, desenvolvimento de produto para cybersecurity e safety e não exigem experiência no segmento aeronáutico. Os processos visam preencher cerca de 40 vagas nas unidades de São José dos Campos, interior de São Paulo, e Belo Horizonte, Minas Gerais.

Os candidatos devem se inscrever pelo site https://embraer.gupy.io/ ou diretamente nos links:

https://embraer.gupy.io/jobs/40060 – Desenvolvedor de Software Embarcado

https://embraer.gupy.io/jobs/40056 – Desenvolvedor de Produto – Cybersecurity

https://embraer.gupy.io/jobs/40068 – Engenheiro de Sistemas

https://embraer.gupy.io/jobs/40069 – Safety

A Embraer conta com um método digital de recrutamento que utiliza inteligência artificial para análise primária de perfil dos candidatos. A seleção online conta com testes de perfil, inglês e programação. A cada etapa o candidato recebe um feedback automático sobre o desempenho e sua média de pontuação na avaliação. O novo processo de recrutamento adotado pela companhia gera benefícios aos candidatos ao tornar o processo mais ágil e intuitivo.

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