Page

Author admin

Startup promove semana de conteúdo online e gratuita dedicada aos profissionais de RH

Com o objetivo de ajudar gestores, líderes e diretores de RH com informações que contribuam na tomada de decisão por contratações inteligentes e estratégicas, a Kenoby, software de recrutamento e seleção, que usa o modelo SaaS, promove na próxima semana, entre os dias 06 a 10 de maio, a “Semana do Recrutamento e Seleção”, com palestras 100% gratuitas, em formato de evento e transmitidas remotamente.

A programação abrange temas que norteiam a rotina de trabalho dos profissionais de RH, e pode ser acompanhada de qualquer lugar. Entre os temas abordados estão “Marca Empregadora”, que ficará a cargo de Bell Gama, sócia-fundadora da AIR Branding, a primeira agência 100% especializada em Employer Branding do Brasil. A especialista Flávia Queiroz, sócia da Matchbox, empresa que chegou para revolucionar a forma como empresas e talentos se relacionam e se conectam, falará sobre “Experiência do Candidato”.

Já o profissional João Paulo Ribeiro, da Mindsight, empresa responsável pela aplicação de testes psicométricos, fazendo o matching entre pessoas e ambientes, mapeando o perfil comportamental do candidato e das organizações de maneira comparável e escalável, abordará como a “Inteligência Artificial” pode ajudar as corporações no processo de recrutamento e seleção.

Por fim, o cofundador e sócio da Kenoby, Marcel Lotufo, explicará a importância da “Qualificação de Candidatos” e como as empresas estão adotando tecnologias para aumentar a assertividade nas contratações.

Círculo vicioso e círculo virtuoso

Por Elaine Póvoas

Por vezes, nossa vida se depara com reincidências, quer sejam profissionais, quer sejam pessoais. Pode ser algo bom quando se repete, ou muito negativo. Ao perceber que está passando por situações parecidas, algumas avaliações devem ser feitas.

Pode ser um convite para fazer diferente, rever posicionamento ou opiniões, ou ainda repetir para ficar melhor. Tudo depende do quanto estamos felizes ou infelizes com o resultado que está sendo alcançado. Observar como espectador das situações vividas, despertar a visão holística, ter um olhar mais abrangente para avaliar o círculo em que se encontra.

Podemos considerar dois tipos de círculos, o virtuoso e o vicioso:

Círculo virtuoso – promover o bem, entender com inteligência emocional as dificuldades da vida, ser otimista, potencializar o lado bom do que acontece, atitudes positivas diante de situações desafiadoras, envolvimento com pessoas que o respeitem e assim por diante. Fatos bons, que, acreditando na lei universal da ação e reação, devem criar uma onda positiva que permitirá surfar com sucesso.

Círculo vicioso – atitudes repetitivas que promovem o resultado que você não quer, mas não sabe como evitar, ou que simplesmente não entende nem percebe. Algo que provavelmente lhe faz muito mal, de que você gostaria de mudar o rumo das consequências, que já são sabidas.

Nosso cérebro é capaz de criar a substância reticular ascendente, ou seja, uma vez definido um objetivo, vamos criar condições para que a ação seja realizada. Um exemplo prático: você define comprar um tipo de carro na cor vermelha. Como a informação entrou no seu radar, fatalmente sua visão conseguirá identificar aquele carro e naquela cor com frequência.

Dessa forma, convido você para, junto comigo, criar cada vez mais círculos virtuosos. Vale a pena acreditar em boas maneiras, respeito, educação, empatia, sorriso sincero e gratuito. Porque muito provavelmente você atrairá pessoas que vibram na sua frequência e criará condições favoráveis que retornarão a você.

Eis o que eu acredito que contribui para obter cada vez mais sucesso no círculo virtuoso:

Ser um líder de alta performance, desenvolver um trabalho sério e competente com a equipe, promover feedbacks genuínos, acompanhar com verdadeiro interesse a carreira de cada um.

Ser um funcionário colaborador, que agregue conhecimento a rotina de trabalho, que busque o autodesenvolvimento, esteja atento aos desafios da empresa e que use de muita criatividade.

Ser uma pessoa que conecte pessoas, que procure ser melhor a cada dia, que tenha luz própria, que se permita viver no presente como um presente, que se faça feliz. Afinal, precisamos lidar a cada dia com as consequências de nossos atos. Seja alguém com quem você se misturaria todos os dias.

Elaine Póvoas, diretora de Marketing e Alianças da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI especializada em outsourcing e consultoria.

Tags, ,

Mais de 80% dos brasileiros já experimentaram comprar através de app ou site no smartphone

A mais recente pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box sobre comércio móvel no Brasil aponta que o uso do celular como ferramenta para compras de mercadorias físicas e serviços continua a avançar no Brasil. O estudo contatou que, em três anos, a proporção de internautas brasileiros que já experimentaram o chamado comércio móvel cresceu 20 pontos percentuais, saltando de 62%, em março de 2016, para 82%, agora em março de 2019. Roupas, eletroeletrônicos e refeições são as categorias de produtos mais comprados via app no Brasil.

A penetração do m-commerce é mais alta entre brasileiros com maior renda, chegando a 90% nas classes A e B, enquanto é de 79% nas classes C, D e E. A diferença social também aparece quando se pergunta aos consumidores móveis quem fez compras por app nos últimos 30 dias: 76% nas classes A e B, ante 65%, nas classes C, D e E.

“Para muitas pessoas de renda mais baixa, o celular é o único instrumento para a realização de compras on-line. O IBGE informa que a penetração de smartphones é maior que a de computadores nos lares brasileiros. E mesmo quando uma família pobre possui um computador, não necessariamente este está conectado à Internet, em razão da cobertura limitada das redes cabeadas e do alto preço do acesso de banda larga”, comenta Fernando Paiva, editor do Mobile Time e coordenador da pesquisa. “Isso se reflete quando é perguntado aos consumidores móveis se eles realizam mais compras pelo smartphone ou pelo desktop. Na média nacional, 71% compram mais pelo smartphone. Porém, a proporção é maior entre aqueles das classes C, D e E (74%) do que entre aqueles das classes A e B (62%)”. “Nessa mesma pergunta, nota-se uma diferença regional. A preferência pelo smartphone é menor no Sudeste (67%), onde há maior acesso à banda larga fixa, do que no Centro-Oeste (77%), Nordeste (76%), Norte (73%) e Sul (73%)”.

WhatsApp como ferramenta de m-commerce

Outra característica marcante no mercado brasileiro apontado pela pesquisa é o uso do WhatsApp como um aplicativo de comércio móvel, geralmente para a contratação de serviços de profissionais autônomos ou encomendas para pequenos estabelecimentos comerciais de bairro. 61% dos consumidores móveis brasileiros já encomendaram produtos por esse app de mensagens. Novamente há uma diferença por classe social. O uso do WhatsApp para comércio móvel é maior nas classes C, D e E (62%), do que nas classes A e B (56%). Também há diferença regional neste caso, sendo mais comum no Norte (77%) e menos no Sul (57%) e Sudeste (58%). Além disso, a compra via WhatsApp é mais comum entre mulheres (66%) do que entre homens (55%).

Mercado Livre na liderança

O aplicativo mais frequentemente usado para compras pelo smartphone no Brasil é o Mercado Livre, que lidera esta pesquisa desde a sua primeira edição, por vezes empatado tecnicamente com a Americanas.com, mas que, desta vez, abriu uma distância considerável. O Mercado Livre cresceu bastante em um ano. Em março de 2018 foi citado por 31% dos consumidores móveis brasileiros como um dos apps que usam com mais frequência para compras. Agora, em março de 2019, esse percentual é de 41%, o mais alto já registrado por um aplicativo de m-commerce desde a primeira edição da pesquisa, cinco anos atrás. Merece destaque também o desempenho de Americanas.com, iFood e Magazine Luiza, que registraram crescimentos expressivos em um ano, figurando entre os quatro mais populares.

Foram entrevistados ao longo de março deste ano 2.115 brasileiros que acessam a Internet e possuem smartphone. A pesquisa tem validade estatística, com margem de erro de 2,1 pontos percentuais e grau de confiança de 95%. O relatório completo está disponível para download em https://panoramamobiletime.com.br/comercio-movel-no-brasil-abril-de-2019/

Estudo global da Cognizant aponta crescimento das compras de bens de consumo por meios digitais até 2025

Estudo global elaborado pela consultoria Cognizant, uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, indica que a compra de bens de consumo por meios digitais, como o e-commerce e o celular, deve dominar o mercado até 2025. Isso representa a mudança de um modelo de consumo em que os clientes visitam lojas físicas para um no qual os consumidores preenchem seus estoques com apenas um clique ou por meio de uma conversa com uma Inteligência Artificial. Essa transformação está acontecendo mais depressa do que o previsto.

Os produtos de consumo rápido que constituíam boa parte dos estoques das lojas (produtos pessoais, de beleza, cosméticos, de limpeza, alimentos e bebidas) são agora desenhados para envio rápido e fácil através de canais online. A formulação do produto agora é “cada” e não mais em caixas ou pallets. As principais transformações serão na transparência das empresas em relação a seus produtos/serviços, na demanda dos consumidores em uma era em que as prateleiras serão virtuais e no modelo de supply chain.

“As empresas vão cada vez mais precisar estabelecer o valor de suas respectivas marcas para gerar engajamento, o que representa não apenas o produto oferecido, mas também sua história e seus benefícios”,analisa Roberto Wik, diretor de Varejo e Bens de Consumo da Cognizant no Brasil. “A concorrência não será apenas em termos de mercadorias, mas também na experiência que as marcas oferecem. Nesse cenário, o custo-benefício importa mais do que nunca.” Como exemplo, corredores longos com produtos de consumo rápido serão substituídos por espaços menores com produtos de conveniência enfatizando frescor.

O surgimento do e-commerce demonstrou às organizações como a transparência em termos de preço e processos de fabricação pode ser poderosa. Os consumidores querem saber como um produto é feito, de onde vêm suas matérias-primas e quem o fabricou. Eles também valorizam o que é dito em revisões online e nas redes sociais. Além disso, com a redução na força das lojas físicas, é imprescindível que empresas de bens de consumo engajem seus clientes diretamente. Esse é um grande desafio, já que a maioria só detém informações básicas, como quem são seus consumidores e o que eles compram.

Transparência será essencial para as marcas

Para que as companhias se adaptem, Wik recomenda que elas repensem seus posicionamentos de mercado, definam e implementem processos de transparência e desenvolvam estratégias digitais: “Para garantir que os consumidores procurem seus produtos, as corporações precisarão cada vez mais estabelecer valores de marca, que é a soma do produto, de sua história e da conveniência que ele oferece. Conhecer seus clientes e engajá-los individualmente demonstra força. Até 2025, entender o comportamento do seu público-alvo em diferentes plataformas possibilitará correlações de dados sofisticadas que ajudarão as organizações a determinar como a informação está mudando a percepção de marca e os impactos financeiros disso”.

Mudanças nas demandas do consumidor vão impactar as prateleiras

A era digital mudou a tradicional relação entre marcas e varejistas. Quando as prateleiras eram apenas físicas, os varejistas esperavam que as empresas fornecedoras fossem eficientes para manter uma oferta constante de produto. Agora, são os fornecedores que esperam que os varejistas vendam bem.

Por sua vez, as marcas sempre tiveram valores e mensagens bem definidas para seu público. A diferença agora é que são elas que devem procurar seus clientes, e não ao contrário. Ser transparente com os consumidores ajuda nessa aproximação, principalmente nas redes sociais, que são um forte ponto de influência na sociedade. Em 2025, quando 40% das vendas de bens de consumo forem por meios digitais, uma plataforma always-on estará disponível para auxiliar potenciais compradores.

“Os varejistas precisam entender a jornada dos clientes, dos produtos e localizar o momento de compra de seus consumidores. Para isso, é necessário investir em arquiteturas de rede que consigam gerenciar grandes volumes de tráfego online com recursos de geolocalização e respostas imediatas ao usuário para transmitir ao visitante digital uma experiência de loja física”, comenta Wik.

Impactos no supply chain

Até 2025, haverá mudanças na demanda de um modelo push para um reativo às intenções dos consumidores e suas demandas. Nesse aspecto, o blockchain pode ser um aliado para o supply chain. Essa tecnologia grava transações entre duas partes e as organiza em batches chamados de blocos, bem como oferece uma combinação de segurança e versatilidade. Muitas empresas já estão testando o blockchain em suas cadeias de produção.

“Um dos maiores impactos da transição do modelo de loja física para loja virtual será em como organizar os modelos de produção”, complementa Wik., “É preciso entender como as companhias estão mudando, e desenvolver novas maneiras de observar, coletar e agregar informações sobre demanda, permitindo que as centrais de operações respondam mais rapidamente às necessidades dos pontos de venda. O blockchain certamente é um mecanismo que as empresas deveriam experimentar, por garantir transações rápidas, seguras e práticas.”

Daniele Cunha assume diretoria de Inovação de Consumer Healthcare da Sanofi Brasil

A Unidade de Negócios de Consumer Healthcare da Sanofi anuncia novidades em sua diretoria. Daniele Cunha foi nomeada como diretora de Inovação da CHC, substituindo Joana Adissi, que assumiu a diretoria de Medley, BU responsável por genéricos e similares da farmacêutica. Daniele responde diretamente para Rodolfo Hrosz, diretor-geral da área de Consumer Healthcare da Sanofi Brasil.

Na Sanofi desde 2016, Daniele teve como principal entrega o reposicionamento da estratégia de marca da Medley, elevando seu equity com alto impacto no negócio, liderando a transformação digital e inovação da marca. A executiva tem mais de 17 anos de experiência em áreas como branding, marketing de consumo, inovação, marketing digital e comunicação, tendo atuado em grandes companhias como a Inbev, Jack Daniel’s Company, Nestlé, entre outras.

Daniele tem a missão de ajudar a Unidade de Negócios da CHC a se tornar líder em inovação no país, construindo e executando com excelência o pipeline de inovação e trazendo um mindset de consumo e inovação além de medicamento.

O custo de um ticket aberto para as empresas

Por Henrique Santana, Cientista de Dados na Braspag

Levando em consideração o desenvolvimento de um produto no mercado de TI, temos diversos custos atrelados que são uma das bases para precificação, tais como: horas de desenvolvimento, licenças, armazenamento, hospedagem, infraestrutura do escritório, gerenciamento e afins.

Quando falamos em atendimento ao cliente, normalmente negligenciamos o trade-off que enfrentamos. O que é mais custoso: esforços para evitar um deploy com bugs, mais capricho no UX (designer), atenção com a documentação, empoderamento do cliente ou diversas pessoas atendendo chamados?

Na indústria existe uma métrica conhecida como PoNC (Price of Non Conformance) que basicamente mede os custos atrelados aos defeitos de produtos. Cada relatório de não conformidade (NCR) tem um custo ao ser aberto, que leva em consideração o avaliador do problema, o retrabalho, a matéria-prima, as licenças de software, o tempo de espera e a insatisfação do cliente.

Normalmente o PoNC é vinculado a uma meta de redução e segue uma regra bem simples, a do anti-GAP, que basicamente instrui a: não Gerar defeito, não Aceitar defeito e não Passar defeito, considerando fornecedores e clientes internos e externos.

Voltando para o cenário de TI, temos alguns tipos de tickets: pergunta, incidente, problema e atividade. Para cada tipo, podemos mensurar um preço médio baseado em parâmetros parecidos com o que indústria costuma considerar. Exemplo: médias de tempo para resolver um determinado tipo de ticket; quantas pessoas de diversas áreas estão analisando, desenvolvendo soluções, quais softwares necessários e uma estimativa de satisfação do cliente em termos de Churn (evasão de clientes).

Uma das metas deve ser a redução do número de tickets, pois quanto mais tickets, mais gastos. E se um cliente sai por conta da ineficiência de atendê-lo, isso deve também ser refletido nos resultados. A literatura e a mídia deixam bem claro que gastamos cerca de 5 vezes mais tentando atrair clientes do que em mantê-los. Isso significa que além dos custos mencionados investiremos, pelo menos, 5 vezes mais para repor esse cliente,

Quanto ao custo em si, tomemos como exemplo alguns dados fictícios de uma determinada semana (semana 2 no gráfico abaixo). A resolução média foi de 69 tickets por dia, com uma média de 13 analistas distintos por dia nessa semana. O que nos leva a uma capacidade média de pouco mais de 5 tickets por dia por atendente.

Se o custo mensal de um dos 13 analistas girar em torno de R$ 5.000,00 (estimativa meramente explicativa), o custo médio por dia e por analista será de R$ 250,00, considerando 20 dias úteis. E como sua capacidade média é de aproximadamente 5,3 tickets por dia, temos um custo estimado de R$ 47,00 por ticket, sem considerar todos os custos que mencionados anteriormente.

Com a estimativa de R$ 47,00 por ticket na semana 2, vamos estimar o gasto com tickets abertos na semana seguinte (semana 3). Há cerca de 325 tickets abertos, o que significa que, somente com horas de pessoal, teríamos um custo de R$ 15.275,00 nessa semana. Algo em torno de R$ 61.100,00 por mês. Ressalto mais uma vez que estamos considerando só a ponta do iceberg.

Levantar a métrica do custo de um ticket de forma acurada considerando todas as variáveis envolvidas e os produtos, comparado ao PoNC é fundamental. Entretanto, sem o engajamento da companhia para entender o que é esse custo, como usá-lo em seu favor e buscar o retorno sobre o investimento, ele será só mais um indicador natimorto.

Algumas fintechs como o Nubank, que foi considerado o melhor banco do Brasil pela Forbes com base em diversos critérios, incluindo o atendimento, buscam se reinventar com modelos preditivos, interfaces atraentes, investimento em autoatendimento e esforço para excelência na capacitação de sua equipe. De acordo com o Mercado Livre, 56% do total de funcionários do Nubank estão alocados no atendimento, trabalhando dia e noite para que seus clientes “não precisem deles”, ou seja com foco na satisfação do cliente que, além de cumprir a principal missão de qualquer empresa, reduz o número de tickets e mantém a saúde financeira da corporação.

Tags,

Flowsense é uma das TOP 5 startups do eMerge Americas 2019

A Flowsense, startup brasileira de inteligência e engajamento geolocalizado para aplicativos, foi eleita uma das TOP 5 startups no eMerge Americas 2019, evento de tecnologia e inovação que acontece anualmente em Miami e reúne os maiores players das Américas.

Milhares de empreendedores de vários países inscreveram seus pitches e, após um processo de seleção, foram definidas as 100 empresas que estariam no evento. Após uma rodada de play offs, cinco tiveram a oportunidade de apresentar seus negócios no palco principal para um júri composto por profissionais como o músico e empreendedor Pitbull, além de mais de 15 mil participantes.

“Destacamos casos de sucesso e as oportunidades que os dados geolocalizados – coletados de forma privada e segura – geram em termos de estratégias de comportamento de consumo. Entendendo quem são seus usuários, os locais que frequentam e suas preferências, os aplicativos aumentam consideravelmente suas taxas de engajamento e retenção”, afirma André Bain, co-founder da Flowsense.

“Para nós é uma grande honra figurar entre as cinco startups mais bem posicionadas no ranking do eMerge Americas 2019”, afirma Victor Lira, co-founder da empresa. “Amplificar os resultados dos apps, permitindo conhecer o comportamento on e off de seu público e fazer ações de retenção ou engajar melhor com sua base são elementos-chave para que os negócios criem outro nível de interação e conhecimento. Isso é algo não apenas revolucionário, mas efetivo para os negócios e a Flowsense está aqui para liderar essa revolução”, finaliza.

Tags, , ,

TechD possibilita que startups, empresas de TIC e grupos de pesquisa ofereçam suas tecnologias a grandes companhias

A inovação aberta (open innovation), processo de inovação compartilhado por diferentes instituições com foco no desenvolvimento de tecnologias, é uma prática adotada pelas empresas há muito tempo e, recentemente, as startups foram incorporadas a esses processos e passaram a integrar a rotina de diversas organizações dos mais diversos setores no Brasil.

Esse ecossistema ganhou um novo catalisador, o Programa TechD, lançado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) em parceria com a Softex. Com recursos de até R$ 18 milhões, sua missão é fazer a ponte entre o universo empreendedor e o de pesquisa por meio da integração e da maior convergência entre startups, centros de P&D, universidades e empresas do setor produtivo.

No início do mês de abril, a Softex anunciou a abertura da chamada pública de inscrições para startups, empresas de TIC, grupos de pesquisa e consórcios nacionais e internacionais interessados em fornecer tecnologia para empresas já inscritas no programa dentro de quatro áreas temáticas: IoT, Saúde, Energia e Mobilidade.

“O TechD reflete a prioridade conferida pelo Ministério ao fortalecimento das TICs nacionais e a nossa certeza de que o apoio à inovação é a estratégia correta para atingir o nosso objetivo”, destaca o secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, Paulo Alvim, lembrando que as áreas temáticas contempladas pelo Programa apresentam uma intensa demanda tanto no Brasil como nos principais mercados mundiais.

Em sua primeira fase, o TechD firmou 22 acordos com Instituições de Pesquisa Científica e Tecnológica (ICTs), universidades e centros de P&D distribuídos por 13 estados, possibilitando o suporte em todas as regiões do país. Na segunda etapa foram confirmadas 36 médias e grandes companhias interessadas em testar tecnologias através de processos de inovação aberta – as chamadas empresas-âncora, entre as quais Braskem, Embraer, Furukawa, Klabin, Marcopolo, Positivo, Sercomtel e Votorantim.

O setor com maior participação é o da Indústria de Transformação, no qual 34% das empresas habilitadas atuam. Em seguida, vem o de Informação e Comunicação, que responde por 27%. Na área temática de IoT, o principal interesse de 54% das habilitadas envolve o emprego da tecnologia para monitoramento e rastreamento.

Outros focos giram em torno de tecnologias IoT voltadas para a indústria 4.0 (32%), automação (27%) e RFID (27%). Já na área temática de Mobilidade, os principais subtemas são controle e monitoramento de tráfego (23%), seguido por soluções de Analytics e Big Data (20%) e Smart Cities (18%).

E a Inteligência Artificial aplicada à saúde, com 25%, é o interesse principal da área temática de Saúde, seguida por Big Data (22%), Telemedicina (20%), Analytics (18%) e Machine Learning aplicadas à área de saúde (8%).

“Além de tornar a produção científica uma importante ferramenta no posicionamento mundial do setor de software, hardware e serviços de TIC, o TechD colaborará para o desenvolvimento de tecnologias com maior valor agregado, capazes de contribuir para melhorar o ranking do Brasil como nação inovadora”, destaca Diônes Lima, vice-presidente da Softex, acrescentando que hoje o país figura na 99ª posição no Global Innovation Index 2017.

Para a sua realização, o TechD conta com as parcerias estratégicas da Sociedade Brasileira de Computação (SBC), da Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

As inscrições para as startups, consórcios, empresas de TIC e pesquisadores prossegue até o dia 13 de maio. A íntegra do edital e o calendário de roadshowx e webinars estão disponíveis para consulta no endereço https://techd.softex.br/.

Tags, ,

Transformação digital ou intensificação digital?

Por Alexandro Barsi

O assunto transformação digital está em alta em quase todas as empresas, que já estão correndo para implementar essa iniciativa. Mas, a questão é: será que elas sabem o real objetivo dessa transformação? Como podemos entender se estamos ou não atingindo esses objetivos?

Um estudo da McKinsey, lançado em outubro de 2018 e chamado Unlocking success in digital transformations, aponta que oito de dez empresas têm iniciativas de transformação digital, o que é um ótimo indicador. Mas, apenas 30% dessas empresas têm tido sucesso efetivo na organização.

A maioria das empresas já entendeu que é uma questão de sobrevivência e está diariamente se provocando e questionando sobre como mudar sua estrutura, acompanhar as tendências do mercado, ampliar os conhecimentos digitais, utilizar novas tecnologias, Mobile, Analytics, IoT, rever processos, garantir entregas ágeis, inserir design no processo, entre outras iniciativas. Mas, ainda assim, existe uma discussão enorme sobre como se transformar e muito pouco se pensa sobre como perceber que está no caminho certo.

Essa transformação nunca deve acabar. Por isso, insisto em usar o termo “intensificação digital” constantemente, como forma de ressaltar que devemos não só tomar iniciativas digitais, mas, principalmente, ter muita efetividade em todas elas.

A transformação é importante e necessária no momento em que vivemos. A intensificação é crucial para obter sucesso no processo e para o reconhecimento de que a sua empresa é digital. Portanto, tenha um planejamento estratégico consistente, em que a tecnologia é um meio de melhorar a produtividade, integrar, otimizar e agilizar a cadeia produtiva, além de simplificar processos.

Por outro lado, pensar em transformação digital e presumir que todos os colaboradores e clientes vão se adaptar às mudanças facilmente e sem impacto na produtividade é um dos maiores erros que as companhias cometem. Se as pessoas não adotam as mudanças, todo o investimento se perde.

Portanto, é importante se questionar: os seus colaboradores sentem que a empresa é digital ou eles ainda voltam para casa achando que todos os aplicativos que usam na vida pessoal são muito mais simples, menos burocráticos e inspiradores do que os que eles têm que usar no dia-a-dia na empresa? Incorporar a inovação na cultura organizacional da empresa também é um grande passo para obter um bom desempenho com as novas ações.

E os seus clientes, estão sendo impactados pelas estratégias digitais? Eles são fiéis à sua marca ou apenas estão conectados à empresa por alguma conveniência?

Conversar e olhar para a jornada de cada um a fim de entender onde realmente é preciso ser relevante, impactante e descobrir as oportunidades de geração de valor para o negócio é essencial para o sucesso dessa transformação e intensificação. Afinal, a sua empresa está no caminho certo quando o cliente realmente é impactado e sente que ela é digital e se preocupa com ele

Já temos alguns casos de sucesso, no Brasil e no mundo, de empresas completamente digitais, onde os clientes conseguem sentir e perceber a facilidade nos serviços e que os processos são pensados para resolver e simplificar a vida de seus clientes, o que acaba os tornando cada vez mais fiéis, além de uma base sólida que não para de crescer.

O que faz a diferença nestas empresas é, de fato, o trabalho sempre focado na intensificação digital e na efetividade dos serviços. Além de colocarem, realmente, o cliente no centro do negócio, enquanto muitas outras empresas ainda estão com o time de marketing colocando o cliente no centro das peças de divulgação.

Hoje, acreditamos que colocar design apenas no processo não é o suficiente. Temos a certeza de que temos que fazer do design O PROCESSO. Que a empatia e o olhar sobre como gerar impacto estejam, de fato, voltados à experiência do cliente e que este, finalmente, consiga perceber, sentir e falar que a sua empresa é digital, que ele ama ser seu cliente, que você entrega uma experiência que parece que foi feita sob medida para ele e que você realmente se preocupa com ele.

E a sua empresa, é digital? Está em plena transformação ou está na fase de intensificação?

Alexandro Barsi, sócio-fundador e CEO da Verity Group, ecossistema de tecnologia com serviços e soluções que atuam de ponta a ponta na jornada da experiência do cliente para acelerar e intensificar a transformação digital.

Tags, , ,

SAP traz comunidade Design at Business para o Brasil em parceria com grandes empresas

A SAP traz a Comunidade Design at Business para o Brasil em parceria com as empresas BASF, Natura, Vale, Microsoft Participações, São Martinho, entre outras. O objetivo do grupo, que já reúne mais de 700 agentes de transformação nos 9 países que contam com a iniciativa, é acelerar a inovação engajando as pessoas e transformando a cultura das grandes empresas. A comunidade tem como missão reunir profissionais de qualquer área de atuação para aprender uns com os outros e compartilhar boas práticas de aplicação do design no mundo dos negócios.

A Design at Business Brasil contará com a mesma estrutura criada pela SAP, Phillips e Nestlé na fundação, em 2010. Existem três pilares fundamentais que buscam conectar pessoas para troca de conhecimento e aprendizados, criar grupos de trabalho para encontrar soluções criativas para problemas comuns, e oferecer treinamentos de métodos e ferramentas que possibilitem a inovação com foco nas pessoas.

Entre os temas mapeados para os próximos encontros, presenciais ou online, estão cases de transformação digital, o uso do design thinking para repensar processos ou criar novos modelos e negócio com foco na melhor experiência para o cliente final, o relacionamento e colaboração entre startups e grandes empresas, além de diversas iniciativas para fomentar e amadurecer a cultura de inovação.

“Diversos projetos ao redor mundo estão entregando soluções com tecnologia de ponta em poucas semanas. Porém, apesar de toda a rapidez e o avanço tecnológico, a adoção ainda é lenta. A tecnologia é fundamental, mas acreditamos que a transformação só ocorre quando as pessoas estão com o mindset correto. Transformar a cultura das grandes organizações ainda é o maior desafio. E esperamos que a comunidade possa contribuir para isso, disseminando o conhecimento de como inovar com propósito e atingir resultados tangíveis”, explica Lilian Sanada, líder da prática de design e co-inovação com clientes na SAP Brasil.

A prática do design na SAP teve início em 2004, por influência de Hasso Plattner, fundador da empresa e que criou a primeira escola de design thinking do mundo, a d.School na Universidade de Stanford, em parceria com David Kelley, fundador da IDEO. Desde então, o design vem sendo utilizado para diversos fins dentro da companhia, desde a formatação de novos modelos de negócio, até o desenvolvimento de novas soluções que serão comercializadas em escala ou criadas sob medida em colaboração com clientes.

Petz Lança sistema com Reconhecimento Facial para cães

A Petz inova mais uma vez e lança o primeiro Pet-Commerce com tecnologias de reconhecimento facial e inteligência artificial para cachorros escolherem seus próprios petiscos e brinquedos!

O Pet Commerce já pode ser acessado no site da Petz.

É o cachorro quem interage com a ferramenta! Ele só tem de ficar perto da câmera do computador, do tablet ou do celular. A câmera, através da tecnologia de inteligência artificial, capta a imagem da face e a reação do animal enquanto brinquedos, bolinhas e ossinhos são mostrados em vídeos. É pela reação do cachorro que o sistema identifica se ele gostou ou não do que foi apresentado, estabelecendo o nível de interesse de compra dos produtos, representado por um gráfico de ossinhos.

O projeto foi criado pela Ogilvy Brasil e desenvolvido pelas empresas D2G Tecnologia e Hogarth.

“Quando a Ogilvy nos trouxe essa ideia achamos incrível porque tem tudo a ver com o que a Petz acredita. A ligação entre o tutor e seu cão acontece de diversas formas. Entendemos quem faz festa de aniversário para o animal de estimação, quem conversa com ele. O amor por um pet não tem limites e o Pet-Commerce é prova disso!”, comenta Sergio Zimerman, presidente da Petz.

Milhares de fotos de cachorros foram testadas no sistema de inteligência artificial para execução do projeto. “Escolhemos dezenas de raças e também animais sem raça definida. O olhar, as orelhas apontando em direção à câmera, um animal sem medo e sem desconfiança, que não recue ao ver o site, sinalizam que o cão gostou da brincadeira e se interessou pelo produto mostrado”, explica Leonardo Ogata, adestrador e profissional que auxiliou no treinamento da inteligência artificial.

Para construir a melhor experiência de navegação possível para os cachorros, foi desenvolvido o primeiro UX para usuários caninos. Vários aspectos foram considerados, entre eles, e o mais importante, a visão dos cachorros. Diferente dos humanos, eles enxergam numa escala de amarelos e azuis. Além disso, não prestam atenção em imagens estáticas. Por isso, todos os produtos do Pet-Commerce são apresentados em vídeos e na paleta de amarelos e azuis. O áudio também foi ajustado para percepção do som.

Entrando no site, o consumidor encontra o tutorial sobre o que fazer para que seu cachorro “tenha voz” na hora das compras. É importante, por exemplo, que o som do computador esteja ligado porque a audição dos cães é um sentido bastante sensível. “É indispensável que o cachorro esteja bem e brincando. Não há necessidade de pegá-lo no colo ou segurar a cabeça, o que pode até causar irritação. Basta colocar a câmera bem de frente para que o equipamento possa captar as reações do pet da melhor forma possível”, orienta o adestrador.

Quando a reação captada é positiva, o produto vai para uma pré-seleção no carrinho. A compra, entretanto, só é efetuada depois da decisão do tutor, que deve preencher todos os dados. “Como Pet-Commerce ainda conseguimos estimular as vendas online e trazer novos clientes para a Petz”, destaca Zimerman. O presidente da Petz lembra que o Pet-Commerce é exclusivo para cães, por enquanto.

Inteligência Artificial eleva em 300% chances de empresas obterem crédito

Referência no mercado brasileiro por atender exclusivamente pessoas jurídicas em busca de antecipação de recebíveis – inclusive negativadas –, a fintech Size Soluções Financeiras está investindo em processos de inteligência artificial (IA) para realizar uma robusta análise de risco antes de dar “sinal verde” para uma operação.

Utilizada com sucesso por empresas de alta tecnologia como Uber e Facebook, a IA movimenta, simultaneamente, milhões de algoritmos que cruzam informações de fontes alternativas para se chegar a uma conclusão sobre a reputação do proponente e se ele poderá obter crédito dentro – ou até acima – do valor pretendido.

Além de utilizar dados de birôs de crédito, a Size avalia uma gama de aspectos, por exemplo, o relacionamento das empresas com seus fornecedores; o comportamento nas redes sociais; a presença em sites de avaliação de desempenho e como buscam a resolução das demandas dos clientes; e os dados gerados por bigdata, ou seja, a análise e interpretação de grandes volumes de informações.

“Esse tipo de análise faz com que empresas com boa reputação, mesmo negativadas, tenham 300% a mais de chance de obter crédito, inclusive acima do valor pretendido, se compararmos com o mercado tradicional, que se baseia fortemente na impessoalidade do chamado score de crédito. Para nós, é fundamental conhecer profundamente a empresa que busca o crédito e saber como ela trata os seus clientes”, explica o CEO da fintech, Leandro Zen.

De acordo com o executivo, nos Estados Unidos a inteligência artificial já é amplamente utilizada no mercado por startups como a sua, que trabalham para inovar e otimizar serviços financeiros. Foi lá, por sinal, onde ele participou, no início de abril, da “LendIt Fintech”, maior feira sobre fintechs de crédito do mundo, realizada em San Francisco, na Califórnia.

A principal fonte de receitas dos bancos, nos EUA, vem das operações de crédito, e a relação deles com as fintechs é muito sinérgica, havendo parcerias para a prestação de serviços conjuntos e até a aquisição dessas startups. Hoje, o mercado norte-americano está pelo menos cinco anos mais evoluído do que o brasileiro”, comenta Zen.

4 transformações tecnológicas para o setor financeiro

Por Marco Santos

Há uma transformação surpreendente no mercado financeiro desde o surgimento e aplicação de novas tecnologias, como machine learning, Inteligência Artificial, Open Banking, entre várias outras. Além das melhorias empreendidas no setor, essas novidades apresentam também alguns desafios e oportunidades prováveis para transformar o setor.

Essa nova realidade joga pressão em muitas empresas que lidam com restrições apresentadas por camadas profundas de tecnologias antigas, o que resulta em processos inflexíveis e sufocantes. Está na hora delas se renovarem e se adaptarem às novidades para que continuem no mercado e melhorem suas relações com os consumidores.

Abaixo, estão 4 transformações que terão um impacto significativo no setor de serviços financeiros globais e nos negócios corporativos.

Humanização das jornadas dos clientes

A principal tendência para o segmento financeiro é o pensamento voltado aos momentos de vida dos clientes. As instituições estão começando a orientar seus serviços/produtos e a criar plataformas dedicadas às jornadas dos clientes, tentando compreender cada vez mais o momento em que o consumidor se encontra.

Exemplificando, os bancos, ao invés de simplesmente oferecerem seus produtos, como empréstimo para financiamento de uma casa, querem agora ajudar seus clientes a comprarem uma casa. Ou seja, buscam uma humanização, aproximando-se da realidade do consumidor para não só oferecer mais soluções, mas também auxiliar em todos os processos que envolvem a aquisição de um imóvel, como no exemplo citado. É uma ampliação do User Experience (UX), logo que analisa uma jornada muito maior e mais profunda do momento de vida do consumidor.

Disponibilidade global de novas tecnologias

O mercado financeiro está vendo empresas, startups e fintechs aplicando novas tecnologias, como Inteligência Artificial, machine learning, entre outras, em todos os lugares do mundo.

No Brasil, o setor financeiro tem grande potencial e capacidade de desenvolvimento através da utilização do Open Banking e Open APIs e criação de ecossistemas digitais e plataformas de serviços. Estamos cada vez mais utilizando a Inteligência Artificial para a automação de processos e na melhoria da experiência do cliente, que agora integra também a realidade aumentada.

Defesa contra novos concorrentes desafiadores

No momento, algumas das instituições financeiras mais tradicionais ainda lutam para traçar seu rumo para um programa de transformação digital bem-sucedido. Enquanto isso acontece, novos concorrentes na forma de empresas gigantes, como a Apple, Amazon, Google e PayPal e fintechs inovadoras, estão exercendo influência cada vez maior sobre setores de negócios.

Essas instituições financeiras precisam, agora mais que nunca, se atualizar tecnologicamente para trazer novos serviços para o público e manter a estabilidade no mercado.

Modernização da infraestrutura para automação

Para sobreviverem no mercado, as empresas precisam focar cada vez mais na modernização de toda sua infraestrutura e adotar de vez a nuvem, e todos os benefícios que ela pode oferecer, em suas operações. Novas tecnologias, como Inteligência Artificial, blockchain, Open Banking, conectadas com a aprimoração do gerenciamento e a análise de dados, já são vistas como facilitadoras principais nos serviços financeiros.

As suas utilizações oferecem maior suporte à automação de funções críticas de negócios, como monitoramento de conformidade, melhor gerenciamento de liquidez e dos relatórios regulatórios.

Tags, ,

Inglês fluente pode impactar até 72% no salário

Considerado cada vez mais indispensável nos currículos brasileiros, o inglês já se tornou praticamente obrigatório na formação dos profissionais. Mas afinal, o quanto ele realmente pode impactar nos salários? Segundo dados da 58º Pesquisa salarial da Catho, a fluência de um segundo idioma chega a aumentar o salário em até 72% no caso do inglês e 59% no espanhol.

A depender do nível hierárquico do profissional, o valor percentual do aumento sofre variações, mas reforça a importância de uma segunda língua para aqueles que desejam crescer profissionalmente. Segundo o levantamento, o aumento salarial chega a: 72%, em cargos de gerência, 61% em cargos de coordenação e 59% em cargos técnicos.

Em constante ascensão, as área de tecnologia e negócios são as que mais possuem interfaces com empresas de outros países. A crescente demanda exige que profissionais recorram cada vez a conteúdos externos internacionais para sempre se manterem atualizados. Para Fernando Gaiofatto, gerente da Catho Educação, esses profissionais são mais valorizados pelo mercado porque conseguem realizar as funções do escopo de trabalho em mais de um idioma.

‘Ter um profissional que consiga fazer relatórios, conferências e reuniões com estrangeiros é um grande passo. Eles conseguem conquistar mais espaço no ambiente de trabalho porque são completos. É claro que essa formação é exigida de acordo com a área de atuação profissional, mas ainda assim é importante ressaltar que o inglês e o espanhol são fundamentais aos olhos dos recrutadores”, afirma o Gaiofatto,

Espanhol

Assim como o inglês, o espanhol também impacta diretamente no salário dos profissionais brasileiros. Segundo a pesquisa, possuir fluência do idioma pode aumentar o salário em até 59% nos cargos de coordenador e supervisor. Já em cargos de gerência, esse valor representa 49%, permitindo remuneração média salarial de até R$ 14.945,20.

“O inglês já é esperado por parte dos recrutadores. Logo, possuir outro idioma, no caso, o espanhol, se torna um diferencial ainda maior para o mercado. Esse, de fato, é considerado o segundo idioma mais requisitado pelas empresas, sendo seguido pelo japonês, alemão, italiano e chinês”, explica o gerente da Catho Educação.

O desafio de integrar o Compliance à estratégia de Customer Experience

Por Cristiane Cé, CLO & Compliance e CHRO da Liq

Em um mundo cada vez mais conectado, as pistas e dicas deixadas pelos usuários no mundo digital estão se tornando fontes de negócios extremamente valiosas para as organizações. Afinal de contas, não é segredo para ninguém que o avanço da Internet e da Tecnologia tem permitido que as companhias potencializem suas iniciativas de relacionamento com os consumidores, criando novas oportunidades de abordagem.

Por outro lado, no entanto, nunca falamos tanto sobre os critérios de segurança nas empresas. Estamos diante de uma nova era, com um volume enorme de dados, e muitas questões a serem resolvidas sobre o uso dessas informações.

Esse cenário de explosão do volume de dados e de escalada das ameaças virtuais tem gerado grandes mudanças. Uma delas é o surgimento das leis gerais de segurança e proteção de dados, como a GDPR (General Data Protection Regulation), já em vigor na Europa, e a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), que entrará em vigor no Brasil no próximo ano. O objetivo dessas legislações é modernizar as condições de uso das informações digitais e estabelecer parâmetros mais práticos para o funcionamento das estratégias empresariais, com a clara regulamentação quanto ao direito da privacidade do consumidor em relação à segurança dos seus dados pessoais.

Como resultado, a definição de um programa de Compliance corporativo não é mais apenas um cuidado preventivo pontual. Diante da atual realidade, a aplicação de processos de conformidade se tornou uma obrigação indispensável para que as companhias se organizem e definam as melhores práticas para o uso seguro e efetivo dos ativos digitais.

O desafio agora é encontrar maneiras para melhorar as iniciativas de Customer Experience, garantindo o cumprimento das regras de gestão desses dados – protegendo clientes finais e empresas. Não se trata, então, de abrir mão dos dados digitais, mas sim de alinhar as operações e estruturas às novas exigências do mercado.

Isso porque os clientes estão dispostos a ceder suas informações em troca de experiências positivas e precisam ser bem atendidos. Pesquisas recentes indicaram que aproximadamente 70% dos consumidores em todo o mundo afirmam não ter problemas em entregar seus dados pessoais, desde que as companhias garantam a utilização dessas informações de forma segura, privada e não compartilhada com outras organizações. É esse tipo de cuidado que as companhias devem ter ao traçar suas estratégias de coleta, armazenamento e gestão de insights virtuais.

O relacionamento all-line, com as informações muito mais integradas, está reforçando as oportunidades para o uso estratégico dos insights fornecidos pelos clientes.

Hoje, temos de um lado a constante exigência por inovação; de outro, uma intensa necessidade de se melhorar a segurança ao redor dos processos que usam as novas ferramentas e tecnologias. As empresas devem estar prontas para agir neste cenário, ainda mais diante da ampliação exponencial do volume, variedade e das fontes de dados.

Estar pronto para o mundo digital significa entender como usar as informações de forma correta, em um processo positivo que garanta retorno para os compradores e para as marcas. A fim de garantir uma atuação ética também sob a ótica da privacidade, o uso sustentável e a exploração dos dados devem ser avaliados com criticidade.

Sistema inteligente Pumatronix auxilia no cercamento virtual das cidades


Diante do aumento da frota de veículos em todo o Brasil, que cada vez gera mais congestionamentos, acidentes, furtos e roubos, são cada vez mais necessários softwares, equipamentos eletrônicos que capturam e processam imagens, aplicativos e sistemas que fazem a gestão de informações veiculares em tempo real para o trabalho de fiscalização policial e monitoramento urbano. O número de veículos de todo tipo em circulação no país hoje ultrapassa 101,3 milhões.

Segundo o consultor comercial da Pumatronix Cesar Valle, essas soluções são grandes aliadas da segurança pública brasileira. “Com a posse das informações geradas pelos softwares, os profissionais que atuam na área da segurança ou gestão do trânsito conseguem cruzar as informações do banco de dados gerado com órgãos de trânsito, assim como com fontes de dados das secretarias de segurança. Graças à tecnologia, se há um carro roubado, é possível monitorá-lo. E se existe muito congestionamento, é possível estudar as causas, sempre visando a melhoria do fluxo e a segurança das pessoas”, diz.

O especialista explica que, atualmente, há câmeras com tecnologia de captura de imagens que analisam os dados obtidos, fazem o cruzamento e geram alertas para a polícia. “É a inteligência artificial a favor da segurança nas rodovias e nos centros urbanos. Há cidades que possuem câmeras de captura e processamento de imagem, que possibilitam o que chamamos de ‘cercamento virtual’ ou ‘muralha digital’, isto é, o município é literalmente cercado por câmeras e, se algum carro procurado ou com qualquer outra irregularidade entra ou sai de uma cidade, um alerta é gerado para a polícia, que se comunica com outros municípios a respeito”, conta.

Um bom exemplo acontece na cidade de Vitória (ES), onde o “cerco inteligente de segurança” montado pela prefeitura há cerca de seis meses já permitiu encontrar 65 veículos procurados. Com auxílio do sistema Pumatronix, a cidade tem 18 barreiras com 70 câmeras e sistema de monitoramento por reconhecimento óptico de caracteres (OCR), o que já permitiu montar um banco de dados com todos os veículos que transitam pela cidade.

E o que muda com as placas do Mercosul?

Como a mudança já era esperada a Pumatronix se antecipou e, com pesquisas a respeito do novo modelo de placas do Mercosul, pôde treinar seus algoritmos e adaptar seus sistemas mesmo antes da obrigatoriedade da utilização nos automóveis. Um dos principais desafios colocados é o fato de ela ser refletiva e ainda trabalhar com várias cores, principalmente a vermelha, que acaba causando baixo contraste para os algoritmos de leitura de placa (OCR/LPR). “A nossa câmera tira várias fotos em microssegundos, fator que ajuda na identificação de todo tipo de placa e que permite atingirmos altos índices de assertividade seja de dia ou de noite”, expõe o consultor.

O sistema de captura de imagem da Pumatronix OCR/LPR faz a leitura de placas de qualquer tipo e reconhece os caracteres da mesma forma. Vários estados brasileiros já utilizam o OCR/LPR, como Espírito Santo, São Paulo (Região Metropolitana e interior), Rio de Janeiro (Niterói) e Paraná.

Procura-se emprego no futuro: evento Glimpses, com patrocínio da Catho, promove viagem temporal por meio de experiências sensoriais

Já pensou em dar um passeio pelo futuro? Andar pelas ruas e encontrar cartazes com anúncios de empresas, lançamentos de novos produtos e avisos de segurança. Essa sensação de deslocamento temporal será tema do evento Glimpses, que acontece no dia 2 de maio, a partir das 09h, na Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC).

Explorando o cenário do futuro emergente, que mapeia as tendências dos próximos 5 anos, a programação conta com experiência sensoriais e assuntos como tecnologias exponenciais, mudanças nas relações de trabalho por meio da automação, Inteligência Artificial e as novas profissões do futuro.

O ponto alto do evento consiste nas experiências sensoriais dos participantes. Dentre eles o Jogo What if, uma exploração coletiva de futuro alternativo, onde o entretenimento acontece via WhatsApp e permite de forma lúdica e divertida uma coleta de dados para uma visão de futuro.

Após isso, acontece a imersão e sensibilização de cenário futuro. O ambiente do evento é preparado de forma com que os participantes tenham uma sensação de deslocamento temporal. Cartazes de profissões, anúncios de empresas, avisos de segurança, lançamentos de produtos do futuro estão espalhados no ambiente provocando sensações e trazendo informações do que está acontecendo nesse cenário. Todo o material é pautado por tendências e cenários plausíveis do mundo do trabalho nos próximos 20 anos.

Idealizado pela White Rabbit e Rito, em parceria com a Catho, o encontro apresenta mudanças urgentes que já são observados no mundo do emprego e aquelas em que é necessário se preparar. O envelhecimento da população brasileira, a flexibilidade do emprego, possuir múltiplas carreiras profissionais. Esses e outros temas serão pautadas durante o dia.

Programação online

A programação Glimpses também ficará disponível de forma gratuita e online na plataforma do evento Worktalks e no canal da empresa Catho no YouTube, patrocinadora do evento. O vídeo encerra os conteúdos produzidos para a semana do trabalho, que tem como objetivo de proporcionar instrução e informação para trabalhadores, fornecendo vídeos e palestras com profissionais experientes que irão preparar esses candidatos para o mercado profissional.

Data: 02/05

Horário: 9 às 14h

Local: Escola Britânica de Artes Criativas (EBAC) – Rua Mourato Coelho, 1404

Link para ingressos (limitados): http://bit.ly/2J2dyZT

É possível ser feliz no trabalho?

Por Erika Linhares

Quem está há algumas décadas no mercado de trabalho com certeza se recorda de um tempo em que as pessoas afirmavam com orgulho serem workaholics, termo em inglês para designar viciados em trabalho. O funcionário mais produtivo, e aparentemente mais feliz com o emprego, era aquele que chegava antes de todos e saia por último do escritório.

Com o aumento das doenças psiquiátricas relacionadas ao trabalho – entre elas o famoso estresse – e com os novos tempos que exigem do mercado cada vez mais saber se adaptar, inovar e evoluir rapidamente, ser workaholic caiu em desuso. Equilibrar a vida profissional e pessoal, e com isso ter um cérebro oxigenado para criar tornaram-se necessidades e não novidades para as empresas. Afinal, como querer que um funcionário crie e inove se ele está com medo, pressionado, triste e estressado?

Embora muitas organizações já tenham entendido isso, a resolução dessa equação no dia a dia não é simples e tampouco está relacionada apenas à gestão do tempo. A produtividade e a felicidade no trabalho dependem do nosso mindset, isto é, de como olhamos e encaramos a rotina e os desafios do mundo corporativo. Existem os profissionais com um mindset progressivo e outros com um mindset fixo.

Uma das principais características de pessoas com o mindset progressivo é valorizar o que têm e lutar para alcançar seus objetivos. Mesmo ainda tendo ambições de crescimento profissional, elas são dedicadas e gratas ao que possuem hoje. Não acreditam na grama mais verde do vizinho, mas cuidam com capricho das tarefas que lhes são outorgadas.

Já profissionais com o mindset fixo creem que ser feliz no trabalho é fazer apenas aquilo que gostam. Eles enxergam problemas como obstáculos e têm infinitas desculpas para não entregar suas tarefas. Porém, precisamos ensiná-los a serem gratos pelo que têm e a lutarem pelo que desejam, só assim eles entenderão que a única certeza que temos é que os problemas vão existir, mas que somos capazes de solucioná-los.

Os que prosperam no trabalho – e na vida – são os que olham para os problemas como desafios e que tratam com dedicação o que estão fazendo. O profissional com o mindset fixo, por sua vez, sente-se desmotivado a cada problema, com isso vem o desinteresse e o sentimento de incapacidade. Para ele, só existe motivação fazendo o que gosta e o que acredita. Mas a vida não é um conto de fadas e, agindo assim, um belo dia ele recebe a demissão ou se mantém estagnado por muito tempo.

É possível aumentar a produtividade das empresas, com funcionários felizes e prósperos, exercitando mudanças em nosso mindset, entendendo que a felicidade profissional não está nos fatores externos, na mudança do chefe ou no emprego novo, mas na forma como encaramos o trabalho.

As companhias preocupam-se muito com o comportamento de seus clientes, mas esquecem de se preocupar com o comportamento de seus funcionários, que são seu principal ativo! Trabalhar é muito bom: aprendemos, ensinamos, deixamos um legado e nos sentimos úteis, por isso temos que incentivar a criação de culturas e ambientes assim! Afinal, passamos a grande maioria da vida trabalhando, então que seja ótimo, não é?

Erika Linhares,fundadora da B-Have, empresa que oferece mentoria especializada em mudança de comportamento humano nas empresas.