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Hub de inovação pioneiro irá fortalecer a Indústria 4.0 na região Norte

Em parceria com a FPF Tech, o Instituto de Desenvolvimento Tecnológico (INDT) e a Schneider Electric Brasil, será lançado o FabLab powered by EcoStruxure, laboratório de inovação, na quinta-feira (7), a partir das 15h30, na FPF Tech. O FabLab promete fomentar a Indústria 4.0 na região, já que 480 empresas do Polo Industrial de Manaus estão em plena transição para este modelo, e há demanda crescente por capacitação técnica e suporte no desenvolvimento de soluções especializadas, visando ganhos expressivos de produtividade e competitividade global.

O novo hub de inovação contará com um espaço de aproximadamente 180m², tendo diversas ferramentas e recursos com as principais tecnologias do portfólio EcoStruxure da Schneider Electric voltadas à Indústria 4.0, além de tecnologias próprias da FPF Tech e do INDT.

O laboratório possui seis bancadas, cinco com itens para simulação e aprendizado em automação de máquinas, e uma com equipamentos para automação de processos. Todas as bancadas podem trabalhar individualmente ou conectadas em rede, formando um ambiente real de automação de uma planta.

Um diferencial importante do novo Fab Lab é a integração com o laboratório de Segurança Cibernética do INDT. As soluções desenvolvidas na plataforma Schneider poderão contar com todo o aparato de segurança de dados, por meio de testes de validação que garantem completa proteção contra ataques cibernéticos.

Plataforma alia alta tecnologia e capacitação

O EcoStruxure é uma plataforma de sistema aberta, interoperável e habilitada para Internet das Coisas (IoT), que entrega valor agregado em relação à segurança, confiabilidade, eficiência, sustentabilidade e conectividade para os seus usuários. O projeto FabLab powered by EcoStruxure aproveita os avanços em IoT, mobilidade, detecção, armazenamento em nuvem, análise e segurança cibernética para oferecer inovação em todos os níveis. Isso inclui produtos conectados, Edge Control, aplicativos, análises e serviços.

“A criação do FabLab powered by EcoStruxure permitirá que cada vez mais profissionais da região amazônica tenham acesso aos principais conceitos e soluções que compõem o conceito de Indústria 4.0. No hub, será possível representar de forma aplicada todas as tecnologias da Manufatura Avançada, além de disseminar conhecimento no mercado local”, sustenta Carlos Urbano, diretor de Industrial Automation da Schneider Electric Brasil.

FabLab permite uso para impulsionar a bioeconomia

O FabLab poderá ser utilizado por estudantes e pelo corpo técnico da FPF Tech e do INDT, além de clientes e parceiros. Ali, acontecerão treinamentos variados, com ênfase no uso de tecnologias industriais. “Além de promover a alta qualificação dos profissionais, o laboratório permitirá o desenvolvimento da bioeconomia e rastreabilidade, ou seja, as mesmas tecnologias base da indústria 4.0 serão utilizadas em aplicações voltadas ao bionegócio”, destaca Luís Braga, Diretor Executivo da FPF Tech.

“As soluções de rastreabilidade permitirão assegurar com precisão a localização da colheita de plantas ou frutos em regiões específicas da Amazônia. A utilização destas tecnologias na cadeia extrativista amplia o valor agregado dos produtos da floresta de forma sustentável”, complementa Geraldo Feitoza, Diretor Executivo do INDT.

A expectativa da FPF Tech, INDT e Schneider Electric é alcançar 100% de utilização do hub e, para tanto, as instituições assumiram o compromisso de manter um cronograma de interações mensais com as indústrias locais para divulgar as tecnologias embarcadas no espaço e fornecer capacitação contínua para profissionais da região.

“Nossa intenção é sermos referência em aplicações da Indústria 4.0 na cadeia extrativista amazônica, promovendo desenvolvimento sustentável com apoio da transformação digital”, finaliza Carlos Urbano.

LagargeHolcim transforma óleo das prais do Nordeste em combustível

Como forma de dar destinação ambientalmente correta ao petróleo recolhido nas praias do Nordeste, a indústria cimenteira está misturando esse material a plásticos, papéis não recicláveis e outros resíduos industriais para que possa ser destruído a altas temperaturas nos fornos de cimento. A LafargeHolcim de Caaporã é uma das fábricas de cimento autorizadas a realizar o coprocessamento no Brasil e, dessa forma, está transformando o petróleo em combustível alternativo, gerando energia calorífica para a produção de cimento. A unidade na Paraíba tem potencial para alimentar os fornos com até 1.000 toneladas por mês do produto que está poluindo as praias. Dessa forma, assegura uma rápida destinação correta, evita que o petróleo vá para lixões e aterros, o que poderia contaminar o solo e criar foco de doenças.

A LafargeHolcim Brasil atua no país desde 1951 com um claro compromisso com a sustentabilidade, sendo uma das principais empresas do setor de material de construção, com foco em cimento, concreto e agregados. Seus produtos e soluções inovadores são utilizados em diferentes projetos de construção, de moradias populares às maiores e mais tecnicamente desafiadoras obras de infraestrutura do país. Com cerca de 1.600 funcionários, a companhia tem um parque industrial distribuído em três das cinco regiões do país: Sudeste (SP, RJ, MG e ES), Nordeste (BA e PB) e Centro-Oeste (GO), que incluem 5 fábricas de cimento, 4 estações de moagem, 7 terminais e centros de distribuição, 3 unidades de agregados e 6 usinas de concreto. A empresa faz parte do Grupo LafargeHolcim, que é líder mundial da indústria de materiais de construção, com presença em 80 países e 80 mil empregados nos cinco continentes. Mais informações: lafargeholcim.com.br.

App do Mercado Pago terá navegação gratuita

O Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, anuncia que, a partir de agora, passa a oferecer navegação patrocinada aos usuários do seu aplicativo. Com isso, quem usa o app do Mercado Pago não terá seu plano de dados consumido ao efetuar transações financeiras, recarga de celular ou pagamentos com Código QR, por exemplo. A iniciativa, pioneira entre as fintechs, oferece economia principalmente para os pequenos empreendedores que passam horas do dia recebendo pagamentos e movimentando a conta do Mercado Pago.

A oferta de internet gratuita no aplicativo funciona em smartphones equipados com os sistemas iOS e Android. Para usufruir do serviço, o cliente precisa ter uma linha móvel ativa com as operadoras de celular Vivo, Claro, TIM ou Oi e estar em um ambiente com rede de internet 3G ou 4G. A iniciativa é fruto de uma parceria com a MUV, empresa responsável por liderar projetos Navegue Grátis no Brasil, e a DataMi.

“Investimos para facilitar o uso do app do Mercado Pago e entendemos que seria importante eliminar essa barreira para compradores e vendedores. Assim também damos um importante passo para contribuir com a democratização do dinheiro e oferecer uma experiência em pagamentos mais acessível a todos”, explica Túlio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago no Brasil.

“A MUV se orgulha de fazer parte de um projeto que está facilitando o acesso das pessoas à digitalização dos pagamentos, recargas de celular e Bilhete Único e enviar dinheiro para outras pessoas”, comenta Rafael Magdalena, COO & Co-Founder da MUV.

O app do Mercado Pago oferece uma robusta carteira digital que permite transferências entre contas, pagamento de boletos, recarga de celular e Bilhete Único, compra de créditos online, além de diversos serviços agregados. É possível deixar o saldo da conta render 100% do CDI (liquidez diária), realizar pagamentos instantâneos em lojas físicas com Código QR, abastecer nos postos Shell de todo País, tudo isso aliado a um programa de benefícios que reúne 70 mil estabelecimentos credenciados.

Você está preparado para a revolução varejista com o deep learning?

Por Israel Nacaxe

Uma das grandes tendências do varejo para os próximos anos é a aceleração do uso de Inteligência Artificial para que as marcas entendam melhor seus clientes, desenvolvam as melhores experiências de consumo e aumentem a produtividade de suas operações. Conforme estudo global realizado pela Zebra Technologies, o Retail Vision Study (2017), mais de 70% dos varejistas pretendem investir em algum tipo de tecnologia nos próximos dois anos, o que mostra que temos, como big data, passarão a fazer parte do cotidiano do setor.

Algumas empresas mais inovadoras já estão avançando, passado do machine learning para sua derivação, o deep learning. Isso porque enquanto o primeiro tem apenas a capacidade de desenvolver sistemas que realizam ações sem ser programadas, o segundo é construído a partir de redes neurais, que usam dados não-estruturados (como imagens e comentários em redes sociais) na tomada de decisões, ajudando os lojistas a ganharem mais eficiência.

Uma das suas principais aplicações hoje é o reconhecimento de imagens, que permite usar a visão computacional (Realidade Aumentada e Realidade Virtual) e processamento de linguagem natural (assistentes de voz, como o Amazon Alexa) para resolver os problemas.

Por isso, o uso de deep learning nos próximos anos irá se expandir para diversas outras aplicações com um grande impacto sobre as operações nesse mercado. Entre elas, podemos destacar:

Previsão de demanda e otimização de estoques – Prever qual será a demanda de milhares de produtos do estoque é uma tarefa muito complexa. Cada um tem suas próprias características, mas a interação com outros itens também exerce um efeito importante de cross-selling (técnica que estimula o cliente a concluir a sua compra inicial levando produtos que a complementam). Por isso, a solução auxilia a antever necessidades, principalmente em datas sazonais, otimizando assim o seu estoque.

Otimização de lucros – A correta precificação e a definição do melhor momento de realizar promoções (e que desconto oferecer) é outra área que pode ter um grande impacto com a utilização de deep learning. Com isso, é possível encontrar o equilíbrio correto entre preço e demanda para otimizar os lucros, determinando a margem ideal de cada produto em cada momento, proporcionando um aumento da rentabilidade da loja.

Aumento da eficiência logística – O uso de sistemas de IA ajuda a identificar padrões na cadeia de suprimentos e os fatores que mais impactam o processo logístico, proporcionando melhorias na roteirização, nos processos internos dos Centros de Distribuição e na própria armazenagem de produtos. O benefício do uso da ferramenta é a geração de um grande impacto sobre as margens do negócio, preço no PDV e a percepção que o cliente tem sobre sua marca.

Personalização de ofertas – A entrega de ofertas personalizadas e extremamente relevantes para cada cliente, no momento exato em que ele tem mais possibilidade de conversão, melhora a experiência de consumo e o faturamento do varejista. No e-commerce, a tecnologia também facilita a criação de páginas personalizadas para cada consumidor de acordo com suas preferências e as necessidades de negócios.

Detecção de fraudes – Na loja física, o deep learning pode identificar padrões de comportamento suspeitos e reduzir os furtos no PDV e no ambiente digital consegue identificar com mais precisão transações fraudadas. Tanto online quanto offline, o resultado é oferecer segurança no fluxo de caixa e um menor volume de perdas.

Expansão de lojas – A escolha do local para abrir uma nova loja (ou a decisão de quando não faz mais sentido ter um PDV aberto) se torna mais precisa com o uso da solução, que pode processar informações internas do varejista, aliando-as com dados de geomarketing, de forma mais rápida e com mais segurança.

Diante desse cenário, podemos concluir que nos próximos anos, o uso dessa tecnologia fará com que o varejo aumente a performance de suas lojas, pois permitirá que os profissionais tomem melhores decisões de negócios e possam prever situações importantes.

Israel Nacaxe, COO e co-fundador da Propz – empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

ABES e EY trabalham em parceria para evitar multas milionárias da LGPD no Brasil e promover a cultura da gestão de riscos de privacidade

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) desenvolveu, em parceria com a EY, a ferramenta Diagnóstico LGPD, software que tem o objetivo de auxiliar empresas a verificarem seu nível de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, e concluir o processo de compliance em relação aos seus requisitos e exigências. A ferramenta consiste em um questionário por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela Lei. Depois de preenchido, um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa é emitido, junto a sugestões contextualizadas ao resultado. Acesse o link para fazer a auto avaliação de sua empresa: http://diagnosticolgpd.abes.org.br/

“Sabemos que a LGPD tem muitos detalhes que requerem atenção, por isso desenvolvemos, em conjunto com a EY, o Diagnóstico LGPD com o objetivo de educar o mercado a respeito dos impactos da legislação. Muitas empresas ainda desconhecem diversos requisitos e exigências da Lei – inclusive, existe uma falsa concepção, por exemplo, de que a LGPD diz respeito apenas aos dados de consumidores, quando, na verdade, ela engloba todos os tipos de dados pessoais, de clientes a colaboradores. Acreditamos que o Diagnóstico LGPD é uma ferramenta extremamente necessária neste período final de adequação, último momento para as empresas assegurarem compliance e evitarem dívidas milionárias, como as que ocorreram com a GDPR”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A discussão a respeito da utilização de dados pessoais no mundo digital vem ganhando cada vez mais relevância no mercado mundial, sendo considerada atualmente uma moeda de troca para negócios. Após a criação da General Data Protection Regulation (GDPR) na Europa, foi a vez do Brasil pensar em uma legislação que regulasse as atividades de tratamento dessas informações – e agora, falta menos de um ano para as empresas se adequarem à nova Lei, alterando e ajustando a forma como coletam, armazenam, processam e utilizam dados privados.

“A Lei Geral de Proteção de Dados foi criada com o exclusivo propósito de evitar abuso por empresas e órgãos do governo no uso de dados pessoais dos cidadãos. Estar preparado para a LGPD é necessário não apenas para evitar as multas que podem chegar a até 2% da receita anual da empresa até o teto de R$5 milhões, mas também para garantir os direitos de indivíduos e impor deveres às organizações em relação à coleta, uso, retenção, divulgação e exclusão de informações pessoais. A lei procura com isso, fomentar uma nova forma de se fazer negócio através do desenvolvimento da cultura de governança de riscos de privacidade”, comenta Marcos Sêmola, sócio de consultoria para cibersegurança da EY.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso, nem possível, enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados enviados anonimamente relacionados à posição das empresas quanto às exigências da LGPD serão utilizados para a produção de relatórios gerais sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei. A expectativa é que o primeiro estudo seja lançado em dezembro.

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OAT Solutions anuncia programa de capacitação continuada para profissionais de TI

A OAT Solutions acaba de anunciar o OAT Inside, um programa para capacitação continuada para profissionais de TI e Negócios que buscam atualização em temas relacionados à Transformação Ágil, incluindo DevOps, Scrum, Lean, Testes Ágeis e Business Agility entre outros.

Por meio de assinatura, os profissionais terão acesso à grade competa de cursos e eventos da OAT Solutions em formato presencial e online (EAD), além de outros benefícios, tais como descontos ou subsídios em inscrições em eventos de parceiros da OAT e experiências exclusivas como a participação em eventos no Brasil e no Exterior com apoio da OAT Solutions.

A OAT Solutions se destaca na entrega de serviços e tecnologia e capacitação em ferramentas, metodologias e melhores práticas com foco em Agilidade & DevOps e criou o OAT Inside para oferecer uma ampla gama de vantagens aos profissionais de modo semelhante ao que já é ofertado para empresas através do serviço OAT Diamond, que permite às organizações capacitar suas equipes de acordo com o seu planejamento sem a necessidade de se preocupar com investimentos não programados para a formação do seu pessoal.

Para os profissionais, o OAT Inside significa autonomia em sua própria jornada de capacitação e formação profissional porque independe da empresa onde esteja trabalhando, segundo afirma Anderson Barcat, gerente de Negócios e Projetos da OAT Solutions. “Sabemos que as empresas investem muito na capacitação de suas equipes, mas há muitos profissionais em busca de recolocação e que também trocam de empresa por diversos motivos. Consequentemente, o colaborador acaba por interromper uma jornada de capacitação. Ao se tornar membro do OAT Inside, por meio de uma assinatura anual, o profissional terá acesso a um catálogo rico e atualizado, além de eventos, oportunidades de networking experiências exclusivas”, explica o executivo.

TJAM usa transformação digital nas ações de conciliação

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) aderiu a uma solução digital de mediação das partes nos processos de conciliação, para que os acordos sejam realizados dentro do próprio portal de peticionamento e reduza o tempo para a definição das ações. Batizado de SAJ Concilie, a tecnologia foi desenvolvida pela Softplan, empresa de tecnologia com foco em Transformação Digital para Justiça, e pela Justto, startup especializada em soluções de conciliação.

O TJAM é o primeiro a utilizar essa tecnologia no Brasil e inaugura uma nova era no papel desempenhado pelos Tribunais de Justiça. “O novo recurso no e-SAJ (solução de gestão de informações para a Justiça da Softplan) possibilitará que as partes negociem diretamente, por um canal provido pelo Tribunal, fomentando relações menos conflituosas e mais ágeis”, argumenta Thiago Facundo, diretor de Tecnologia da Informação do TJAM.

O lançamento do SAJ Concilie coincide com a mobilização do TJAM para a semana nacional de conciliação, que ocorre de 04 a 08 de novembro.

Antes da tecnologia, o Tribunal que intermediava a comunicação entre as partes. Agora, com o novo recurso, o acordo poderá ser realizado dentro do próprio portal de peticionamento, reduzindo o tempo para a definição do processo e eliminando burocracias processuais.

O SAJ Concilie disponibiliza em seu sistema que as sugestões dos acordos sejam enviadas por e-mail e, com isso, a proposta possa ser aceita, recusada ou que receba contrapropostas, tudo de maneira digital. As interações entre as partes envolvidas são vinculadas ao portal e-SAJ, que registra automaticamente as movimentações do processo no sistema.

“O recurso da conciliação pelo portal e-SAJ proporcionará uma maior simetria de informações entre as partes. E, mesmo que não haja acordo online pela plataforma, a audiência de conciliação tende a ser mais rápida e efetiva, uma vez que as partes já iniciaram a negociação previamente”, explica Rodrigo Martins, gerente de produto do portal e-SAJ, da Softplan.

A nova tecnologia visa desonerar uma série de custos para o Tribunal relacionados à estrutura física para a realização de audiências e os trâmites judiciais usuais de uma unidade judicial. Também reduzirá o tempo de análise dos processos, rotinas de publicação, envolvimento de peritos e citação das partes (Correios e Oficiais de Justiça), entre outros.

“O SAJ Concilie tem como objetivo melhorar ainda mais a prestação jurisdicional, trazendo resoluções mais ágeis dos processos, com gastos menores e de maneira assertiva aos cidadãos”, afirma Martins.

A solução atende à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de priorizar a conciliação de processos judiciais existentes no Brasil, com mais agilidade. Em 2018, de acordo com o Relatório Justiça em Números (CNJ), o índice de conciliação nos Tribunais Estaduais foi de 11,5%, equivalente a mais de 2,6 milhões de casos em que a decisão do magistrado simplesmente homologou um acordo entre as partes.

Inicialmente, a possibilidade de conciliação online será habilitada para um conjunto limitado de até dez empresas que recebem grandes volumes de processos judiciais relacionados à área do consumidor, como telecomunicações, bancos, seguradoras e operadores de plano de saúde.

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2º Congresso Internacional de Proteção de Dados é oportunidade para debater a privacidade e proteção de dados pessoais

São Paulo sedia, nos próximos dias 6 e 7 de novembro, o 2º Congresso Internacional de Proteção de Dados, que irá discutir as ações que as organizações precisam tomar a respeito da coleta, gestão e tratamento de dados pessoais, promovendo um profundo debate com autoridades e com os maiores especialistas do setor.

Realizado pela LEC Legal, Ethics & Compliance e pela Opice Blum Academy, o evento começa no dia 6, com o Workshop Day, inteiramente dedicado à abordagem prática sobre como lidar com os novos desafios da LGPD. Com três salas com conteúdos simultâneos, o evento permitirá aos congressistas escolher apenas os temas de seu interesse, criando uma experiência personalizada.

O segundo dia será dedicado às palestras, com a abertura feita pelo keynote Trevor Hughes, Presidente e CEO do IAPP (International Association of Privacy Professionals ), maior organização mundial na área de privacidade de dados pessoais. Anna Zeiter, Chief Privacy Officer na eBay; Steffen Augsberg, professor da Justus-Liebig-University; George de Lucena, advogado de privacidade para América Latina da Uber; além de demais especialistas do GDPR – regulamento europeu, que foi referência para a lei brasileira – também estarão presentes, proporcionando aos participantes o aprendizado com quem já enfrentou o mesmo desafio. Para ver a programação completa, acesse: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/agenda/.

“A entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em agosto de 2020, torna urgente o debate nas empresas sobre o uso seguro e ético de dados pessoais sob várias perspectivas, incluindo jurídica, tecnológica, de compliance, gestão de riscos e negócios”, Rony Vainzof, sócio do Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados. A inconformidade com a lei implicará em multa de até R$ 50 milhões. Todas as empresas em operação no Brasil terão de se adequar, independentemente do porte e segmento.

Com a nova demanda de governança em proteção de dados e o risco de multas altíssimas, as principais empresas que mantém operações no Brasil estarão no Congresso, assim como os grandes players do mercado de privacidade e proteção de dados. O evento é a oportunidade para aumentar o networking, trocar experiências e fechar negócios.

Com a expectativa para receber 400 pessoas, o Congresso é direcionado à profissionais das mais diversas áreas de atuação, como advogados, profissionais de compliance, DPO`s, CFO’s, CEO’s, CIO’s, CTO’s, controllers, auditores, consultores, funcionários públicos, integrantes de RH, suprimentos, marketing, controles internos, que têm como interesse comum a privacidade e a proteção de dados sob as mais diversas perspectivas, jurídica, de compliance, tecnologia, gestão, negócios, entre outras.

Congresso Internacional de Proteção de Dados

Data: 6 e 7 de novembro de 2019

Hora: das 9h às 18h
Local: Hotel Pullman Vila Olímpia – R. Olimpíadas, 205, São Paulo.
Informações e Inscrições: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/inscricoes/

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Wi-Fi em planta industrial ajuda Termomecanica a avançar na direção da Indústria 4.0

Em mais uma iniciativa visando alcançar o status de Indústria 4.0 , a Termomecanica está finalizando a fase piloto de implementação de um sistema integrado de comunicação dos seus equipamentos, que permite coletar e analisar dados históricos e em tempo real. O objetivo é antecipar problemas e agir de maneira preditiva, impactando diretamente o aumento de produtividade da fábrica e facilitando a gestão. Programado para ocorrer em duas fases, esta primeira etapa contempla a aplicação de um sistema empregando tecnologia Wi-Fi, que cobrirá inicialmente o setor de fundição, mas especificamente os fornos da linha de chapas, de uma de suas unidades fabris em São Bernardo do Campo. Já na próxima etapa, planejada para começar em 2020, serão incorporados nessa infraestrutura outros equipamentos do setor de fundição utilizados em diferentes processos produtivos. A Termomecanica é líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados.

“Este projeto está totalmente alinhado à aplicação do conceito Indústria 4.0, hoje uma das prioridades na Termomecanica. É preciso frisar que essa transformação exige foco por igual em pessoas, processos e tecnologia, sem que um ou outro se sobressaia. Entendemos também que inteligência e automação precisam estar embutidas em todos os processos e as decisões baseadas em algoritmos”, ressalta Walter Sanches, superintendente de tecnologia.

O sistema consiste em uma poderosa ferramenta de gestão que tornará possível, em curto prazo, a tomada de decisões e ações em tempo hábil para a operação de produção e, em longo prazo, realizar análises táticas e estratégicas para empresa. O próximo passo é utilizar o produto desse trabalho em um “big data” que inclui informações da engenharia e de outras áreas como de Planejamento e Controle da Produção e Qualidade. Além disso, graças a integração de diversos sistemas como ERP (Enterprise Resource Planning), MES (Manufacturing Execution System) e SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), os dados coletados através dessa infraestrutura Wi-Fi e apresentados em telas intuitivas poderão auxiliar os gestores na tomada de decisão a respeito de investimentos e a apoiar estudos e ações para eliminação de desperdícios nos diferentes setores da fábrica.

Este sistema integrado de comunicação dos equipamentos está sendo construído em conjunto pelas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e TA (Tecnologia da Automação). No entanto, desde o pré-projeto, aprovação e até na execução envolveu outros setores, como o de Energia e Utilidades, que se beneficiam direta e indiretamente das informações extraídas dos fornos de fundição. “A criação de um time multidisciplinar é um dos pilares de projetos como esse, voltados para a Indústria 4.0, e faz toda a diferença para que os resultados sejam alcançados. A ideia é que, conforme for avançando, transforme-se em um sistema para monitoramento e supervisão de toda a planta e não somente da fundição, trazendo uma visão unificada do que acontece em toda a empresa”, explica Fabio Stancov, gerente de Energia e Utilidades e um dos responsáveis pelo projeto.

A infraestrutura de Wi-Fi servirá ainda de base para outros projetos futuros, como o de mobilidade, que permitirá o acompanhamento de todos os indicadores e informações das plantas também via tablet ou smartphones. Em paralelo, a implementação do sistema de Wi-Fi, o projeto contempla iniciativas de Big Data para o armazenamento de todos os dados e informações dos processos coletadas nos servidores da Termomecanica, além de aspectos de Cyber segurança, com a implantação de diversas regras de segurança e certificados para garantir maior confiabilidade no armazenamento de dados.

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Entenda e minimize os riscos e custos de uma contratação

Realizar boas contratações é estratégico para qualquer negócio e, isso, por um simples motivo: é muito alto o custo de contratar errado. Segundo análises referentes ao tema, uma contratação malfeita pode ter um custo que pode representar várias vezes o valor do salário do demitido.

“Pode até assustar esta estimativa de valores, mas levando todo o processo em consideração, desde a divulgação da vaga, até a efetiva integração do profissional, as diversas fases podem ser bastantes custosas. Perdendo este profissional, todo este investimento, de difícil quantificação, se soma aos custos da contratação.”, analisa o CEO Peoplenect, Ricardo Dallalana.

Dentre os valores ele divide os relacionados à contratação e imersão da pessoa no mundo da empresa e os relacionados à não adequação e ao desligamento. No primeiro grupo estão valores relacionados ao anúncio de vagas, tempo de profissionais de recursos humanos, treinamento, processos administrativos e adequação de equipe. Já no outro grupo estão valores de perdas financeiras mais diretas, como pagamento de salários, encargos, benefícios, indenizações, improdutividades, retrabalhos, aviso prévio e encargo rescisórios.

São muitos os problemas que podem levar a uma contratação fracassar, como a pessoa não se adequar à distância ou ao ambiente profissional. Pelo lado da empresa está a não definição de quem querem contratar e os requisitos adequados para a função.

Para minimizar os erros um caminho é utilizar a tecnologia. Para se ter ideia já foram desenvolvidas ferramentas digitais que podem proporcionar facilidades para a contratação e redução dos custos.

Esse é o caso da Peoplenect, que criou uma ferramenta de recrutamento de vagas operacionais, tendo como objetivo conectar os profissionais certos às vagas abertas pelas empresas e que, para isso, cruza instantaneamente o perfil e a localização do candidato com à vaga. Ou seja, é um sistema de busca ativa que elimina o currículo em papel e torna tudo mais fácil e rápido.

A ferramenta proporciona vários benefícios, dentre eles o destaque é a redução considerável do custo inicial e tempo da contratação. Só em relação ao tempo médio de uma contratação a estimativa é de redução em até 80%.

Outro ponto positivo é que essa ferramenta permite localizar pessoas que vivem realmente próximos de onde estão as vagas, minimizando custos com transportes e melhorando a qualidade de vida do profissional e consequentemente a satisfação com o trabalho e sua performance .

Contudo, outros pontos devem ser considerados para uma boa contratação, tais como:

• Definir adequadamente o perfil da vaga cujo profissional pretende contratar;

• Divulgar a vaga nos canais onde a audiência é adequada ao perfil da vaga;

• Confirmar as informações do candidato, existem pessoas que apresentam qualificações que não possuem, ou supervalorizam experiências;

• Na entrevista, buscar conhecer o candidato e suas habilidades e postura perante uma situação de questionamentos.

Enfim, contratar errado possui um custo muito alto e não é simples acertar, mas certamente combinar conhecimento e tecnologia, pode dar ótimos resultados.

Brasil, o país do podcast

Não é à toa que o Brasil foi escolhido pelo Spotify para sediar o primeiro evento 100% focado em podcast da companhia em todo mundo. O Spotify for Podcasters Summit, realizado nos dias 1 e 2 de novembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, mostrará aos apaixonados pelo tema porque o consumo de podcast no Spotify no Brasil cresce 21% em média mensalmente desde janeiro de 2018. O evento irá trazer painéis, palestras e workshops com grandes nomes do mercado para mostrar a riqueza da produção, criação e monetização de podcasts, entre outros temas.

Líder absoluto no consumo de podcasts no país, de acordo com pesquisa da VoxNet, o Spotify, plataforma de streaming de áudio mais popular do mundo, dará a oportunidade a podcasters, criadores de conteúdo e o público em geral de trocarem experiências e se inspirarem com insights e informações sobre o atual cenário de podcast, que cresce a cada dia no Brasil e no mundo. Prova disso é que o Brasil é o segundo país que mais consome podcasts, segundo pesquisa Podcast Stats Soundbites , ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

O mercado de podcasts no Brasil não para de se movimentar, criando cada vez mais possibilidades aos amantes do conteúdo em áudio. Dezenas de milhões de usuários transmitem conteúdo de podcast mensalmente em todo mundo e a audiência global de podcasts do Spotify cresceu mais de 39% do segundo trimestre para o terceiro deste ano. Além disso, o Spotify atingiu a recente marca de mais de 500 mil podcasts na plataforma.

“Queremos nos tornar a plataforma de áudio número um do mundo e estamos focados no áudio mais do que qualquer outra empresa global. O Brasil é um dos mercados mais importantes para o Spotify em busca desse nosso objetivo, já que 40% dos usuários de internet no país já escutaram podcast, segundo pesquisa do Ibope. Queremos aumentar ainda mais esse número e o Spotify for Podcasters Summit será um marco para a companhia, mostrando ao mercado que o Spotify é a casa dos podcasts”, diz Javier Piñol, Diretor do Spotify Studios na América Latina, que comandará a palestra “Coming Soon”, sobre o os novos Originals do Spotify e também sobre as tendências do mercado.

O Summit terá a participação de dezenas de podcasters, palestrantes e especialistas no assunto. Mia Nygren, diretora-geral do Spotify na América Latina, abrirá o evento com “A aposta no Podcast”, explicando os rumos do mercado e a evolução do produto ao longo dos anos. Além das palestras e workshops, que ensinarão os interessados a criar, produzir e até monetizar um podcast, a Cinemateca Brasileira estará equipada com 3 estúdios de gravação de podcasts. Um deles, chamado de Aquário, receberá grandes podcasters para gravação de episódios especiais. O crossover “Os Maiores Podcasters do Brasil”, por exemplo, terá ninguém menos que Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Nerdcast); Cid (Não Ouvo), Edu, Fih e Maíra (Filhos da Grávida de Taubaté); Rodrigo Vizeu e Magê Flores (Café da Manhã); Ju Wallauer e Cris Bartis (Mamilos).

Gêneros de podcast mais ouvidos no Spotify Brasil

1.Sociedade & Cultura
2.Comédia
3.Educação
4.TV & Filmes
5. Notícias
6. Negócios
7. Música
8 Religião & Espiritualidade
9. Lazer
10. Esportes

Top 10 Spotify Originals no Brasil em audiência

1.Café da Manhã
2. Não Ouvo Podcasts
3. Kpapo
4. Eleição Na Chapa
5.Oêa: Copa Feminina 2019
6.Jogo de Damas
7. Reply All
8. Science Vs
9. Serial Killers
10. Xêpa / Não Salvo

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Programa que visa transformar o Centro de São Paulo com inovação de startups tem inscrições prorrogadas até janeiro de 2020

A ISSO!, startup voltada para o desenvolvimento de outras startups e para a criação de um hub de talentos, prorrogou as inscrições para o seu programa HACKEANDO CENTRO até o dia 15 de janeiro de 2020.

O programa, que visa acelerar a transformação urbana e o desenvolvimento social do Centro de São Paulo por meio da construção de um ecossistema de inovação para impulsionar a revitalização da região, levará para o mesmo teto: startups, designers e hackers para desenvolver soluções tecnológicas e desenhar um centro mais:

• Conectado – prédios inteligentes, serviços digitais, internet das coisas, sensores nas ruas e inclusão digital;

• Aberto – o Centro como um ecossistema de inovação aberta, atraindo comunidades de talentos inovadores, colaborando para a criação de um modelo de governança inclusivo, mediante plataformas colaborativas;

• Sustentável e Seguro – inovação para suportar os programas de planejamento urbano, promovendo mobilidade, reciclagem, energias renováveis, economia compartilhada, utilização dos espaços ociosos, valorização do patrimônio histórico e cultural da região central.

De acordo com Alessandro Martineli, CMO da ISSO!, o HACKEANDO CENTRO é uma iniciativa que visa criar um movimento de transformação real, unindo os melhores talentos e recursos. “Temos como objetivo levar o conceito de inovação aberta para além de suas aplicações no mundo corporativo, concentrando-o nos processos complexos de renovação urbana que envolvem uma série de atores públicos, privados e coletivos que devem alinhar suas estratégias e colaborar no que chamamos de Open City Innovation (Inovação em Cidade Aberta). Queremos criar um movimento com a participação da sociedade para ajudar a tornar o Centro em um polo de economia criativa, bem como um local para os millenials morarem e trabalharem”, explica.

Inicialmente, o programa, que conta com inscrições gratuitas e premiação de R$50.000,00 em dinheiro, terá foco nas verticais: SecureTech, UrbanTech e DesignTech. A primeira edição do HACKEANDO CENTRO trabalhará a vertical SecureTech, sob o tema: “Segurança e zeladoria tecnológica para o Vale do Anhangabaú e arredores” e visa atrair startups que têm atuação na área de segurança pública para testar suas tecnologias utilizando dados reais e em um ambiente desafiador, representado pelo Centro de São Paulo.

Os participantes devem ter competências relacionadas ao enfrentamento dos problemas ligados aos desafios propostos pelo programa, por exemplo: profissionais e estudantes das áreas de Arquitetura, Design, Engenharias, Gestão de Projetos e Políticas Públicas, Segurança Pública, Tecnologia da informação e Comunicação.

Para viabilizar o HACKEANDO CENTRO, a ISSO! conta com patrocinadores. Para a primeira edição, que tem duração até maio de 2020, dividido em quatro fases, a startup tem o apoio do Banco Original. “Com os impactos positivos gerados a partir do programa, acreditamos que iremos atrair novos parceiros para as próximas edições”, comenta Martineli.

Para mais informações sobre o programa, inscrições e patrocínio, acesse: http://hackeandocentro.com.br/

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