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Sage melhora performance no atendimento ao utilizar metodologias ágeis com foco na experiência do usuário

Comprometida com a inovação e alinhada com o novo momento do setor contábil, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, utilizou metodologias ágeis para reestruturar a área de customer care e melhorar a experiência do usuário. Com a mudança, o time agora é formado por profissionais dos setores de engenharia de produto, treinamento, atendimento e serviços. Todos com um único foco, simplificar a rotina do cliente com mais agilidade.

A transformação contabiliza indicadores expressivos. O tempo de resolução de chamados, por exemplo, reduziu em mais de 50%. Além disso, já foram identificados impactos positivos na cultura interna, com colaboradores mais engajados e motivados. Outro ponto relevante é a implantação de um programa de capacitação para os funcionários que atuam no atendimento. Toda semana são ministrados cursos sobre tecnologia, metodologias ágeis, atualizações e conhecimentos sobre os softwares da Sage.

A companhia está apresentando essa iniciativa na 26ª CONVECON, uma das maiores convenções de contabilidade do País, que acontece de 4 a 6 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e é promovida pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP).

Durante o evento, a Sage também está oferecendo experiências reais de uma plataforma inovadora, a aocubo by Sage, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2020. O produto, que já está rodando em clientes beta, é fruto do conhecimento da companhia sobre o mercado de contabilidade aliado ao processo de entendimento sobre o impacto da tecnologia no cotidiano contábil. Ele foi pensado para suportar todos os processos da cadeia: funcionário, empreendedor e contador.

Segundo pesquisa realizada com pequenas empresas, elas avaliam que os contadores deveriam atuar de maneira mais consultiva e agregar novos serviços. Quando perguntados sobre como eles poderiam agregar mais valor para suas empresas, os empreendedores citaram: oferecer diagnósticos, relatórios dinâmicos e recomendações para ajudar na tomada de decisão (54%), consultoria em gestão financeira e empresarial (47%) e apoio no planejamento estratégico (33%).

“Precisamos ressaltar todo o trabalho estratégico que é realizado pelo contador. Muitas vezes, isso não é totalmente percebido pelas empresas. Porém, sabemos que os empreendedores acreditam no potencial desse parceiro para ajudá-los nos seus desafios de gestão. Uma solução que privilegia a experiência do usuário, aliada ao conhecimento do contador, faz a diferença diante do complexo cenário tributário brasileiro, em que as leis sofrem alterações diariamente”, diz Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil.

É aí que entra a nova solução aocubo by Sage. Baseada em uma plataforma digital, ela nascerá totalmente na nuvem, integrada e preparada para expansão. A primeira experiência permitirá processar uma folha de pagamento de forma intuitiva e rápida. “O lançamento está alinhado ao momento de ressignificação da contabilidade e transformará a gestão empresarial”, finaliza Meneghel.

26ª CONVECON

Data: 4 a 6 de novembro de 2019
Horário: 04/11 das 14h às 19h30, 05 e 06/1 das 09h às 20h
Local – Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo
Informações e inscrições: http://convecon.com.br/2019/

Black Friday: Como aproveitar a temporada com segurança?

A maioria das pessoas aguardam a Black Friday para adquirir aquele produto tão desejado com desconto. Por isso, a expectativa das vendas tanto para os consumidores como para os varejistas é alta.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões em 2019, aumento de 18% em comparação ao ano anterior, com o valor médio das compras girando em torno de R$ 340,00. Dentre os segmentos mais procurados estão: informática, eletrônicos, moda e acessórios e casa e decoração. Por isso, é importante que os varejistas se preparem com antecedência.

Para que os consumidores possam aproveitar melhor a data, Rodrigo Camargo, head de moderação do Promobit, social commerce que reúne as melhores ofertas da internet, Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, empresa de antifraude para pagamentos online, e Diogo Cuoco, CEO da Taki Pagamentos – startup com soluções para facilitar diversos tipos de pagamentos – listaram algumas dicas para ajudá-los a comprar com segurança.

Vale a pena esperar a Black Friday? Segundo Rodrigo Camargo vale a pena sim. Cada ano que passa as lojas estão fazendo ofertas mais agressivas na Black Friday com objetivo de atrair as pessoas que esperam a data para as compras. A variedade de produtos realmente baratos vem aumentando com os anos, mas não é tudo que está em promoção nessa época, como a maioria das pessoas acreditam. As lojas têm começado a disponibilizar promoção geralmente uma semana antes e se mantém uma semana depois, onde em muitos casos o produto chega a aparecer mais barato do que no dia da Black Friday.

Como saber se realmente está pagando o menor preço? Segundo Rodrigo, a melhor forma é usar ferramentas disponíveis na internet que ajudam a saber se o valor está no menor preço. Existem opções como comparadores de preço e comunidades voltadas à economia que vem se tornando cada vez mais relevantes. O Promobit, por exemplo, conta com milhares de usuários que compartilham ofertas diariamente, que são verificadas uma a uma para garantir que estão entre os menores valores registrado nos últimos meses. Além disso, o consumidor pode cadastrar produtos para ser alertado quando entrar em promoção, ficando difícil perder as melhores ofertas.

Quais são os tipos de golpes mais comuns na Black Friday? Os mais comuns são descontos muito acima da realidade, onde a loja aumenta o valor anterior para criar uma percepção falsa de desconto, conta Rodrigo. Outra prática comum e muito perigosa são as páginas de phishing, que é quando um site se passa por outro para roubar os dados de compras do consumidor, conta o especialista.

Como se proteger dos golpes? É sempre importante desconfiar das ofertas com desconto muito grande. Como os sites são idênticos aos verdadeiros, o consumidor precisa ficar atento a URL da página, que é sempre diferente da URL das lojas. No Promobit usamos um sistema próprio para identificar links falsos: como todas as lojas são verificadas, garantimos aos membros da comunidade que estão comprando de lojas verdadeiras, finaliza Camargo.

Para Diogo Cuoco, da Taki Pagamentos, uma outra maneira dos consumidores se protegerem de golpes virtuais é usarem e abusarem das tecnologias para compras na internet. “Gerar cartões virtuais para compras online é uma boa pedida, uma vez que o cartão fica disponível somente por um período de uso, definido por cada usuário dentro do aplicativo do banco”, explica.

Qual a forma de pagamento mais adequada para a data? É muito importante verificar quais as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce, especialmente se a loja virtual disponibiliza a opção do cartão de crédito. “Uma loja, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação — e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Por que se atentar as medidas de segurança? “O consumidor precisa tomar cuidado com e-mails falsos (phishing), manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca deve enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto”, ressalta Canabarro. Sobre o assunto, Diogo Cuoco opina: “Brasileiros são amistosos e acostumados a emprestar o cartão de crédito para amigos e familiares, a fim de ajudá-los a fazer alguma compra. No entanto, ainda que sejam pessoas de confiança, é preciso acompanhar de perto e saber onde pretendem usar o cartão, para evitar dores de cabeça”, finaliza.

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Black Friday: Por que o e-commerce deveria automatizar a gestão fiscal?

Por Trícia Braga, diretora de conteúdo da Avalara Brasil, líder de solução em nuvem de automação de compliance fiscal para empresas de todos os portes

Com uma movimentação superior a R$ 3,5 bilhões em 2018, segundo levantamento Ebit/Nielsen, o final de semana da Black Friday já se consolidou como a principal data do comércio eletrônico brasileiro, mercado que movimenta mais de R$ 50 bilhões ao ano. As projeções deste ano para as liquidações da última sexta-feira de novembro, 29, à Cyber Monday, em 2 de dezembro, apontam para um crescimento de até 15% em relação ao ano anterior.

O evento representa, ainda de acordo com Ebit/Nielsen, um volume próximo a seis milhões de transações para todo o Brasil em apenas quatro dias, com picos de milhares de compras por minutos nos sites dos principais varejistas do país. Ou seja, as lojas virtuais que não investem preventivamente em infraestrutura podem não suportar a demanda e deixar de vender milhões de reais ao sair do ar. Igualmente relevante é conseguir lidar com a determinação e cálculo de tributos e o cumprimento das obrigações fiscais em tempo real, que podem ocasionar prejuízos com juros e multas e comprometer a rentabilidade tão esperada.

Duas são as principais dificuldades do e-commerce no âmbito tributário, que ganham dimensões ainda maiores especialmente nesta sazonalidade. A principal é a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) nas operações com consumidor final não contribuinte, alterada em 2015 por emenda constitucional, e que abrange uma situação muito comum no comércio eletrônico.

Na operação interestadual com não-contribuinte, o valor do ICMS calculado com base na alíquota interestadual será destinado ao estado de origem. Já o valor do ICMS calculado com base na diferença entre a alíquota interna do estado de destino e a alíquota interestadual, tecnicamente denominada Diferencial de Alíquota (Difal), será pago pelo e-commerce a favor do estado de destino. Em suma, um custo a mais a ser considerado na composição do preço e trabalho operacional das empresas de e-commerce.

O desafio é fazer com que o time operacional conheça as diferentes alíquotas internas em todos os Estados de destino com os quais opera e a forma de recolhimento do Difal nas operações interestaduais com não contribuintes, considerando detalhes como qual a guia a ser utilizada, prazo de recolhimento, alíquota, e até mesmo a existência de adicional de Fundo de Combate à Pobreza.

Comprei e não recebi

Outra preocupação dos lojistas intensificada nesta data é o cancelamento de uma compra, consequência comum para quem não consegue atender a demanda. Geralmente, o consumidor que compra por impulso acaba desistindo de um produto que não é entregue no prazo, suspende o pedido e pede o estorno do pagamento com a operadora de cartão de crédito.

O procedimento para cancelamento da operação pode gerar problemas quando os procedimentos para regularização ficam esquecidos nos trâmites cotidianos, e os danos causados por uma venda cancelada que foi computada como efetuada são enormes. Neste caso, não havendo um controle real da anulação da operação com a respectiva emissão de uma nota fiscal de entrada, os custos inerentes à operação inicial recairão sobre o fluxo de caixa da empresa.

Se falarmos sobre o que acontece quando a mercadoria continua em trânsito e a operação é anulada, o cenário é ainda mais complicado. Além de todo o transtorno nas anulações das operações ou mesmo devoluções, a empresa precisa ter controle se o ICMS Difal já foi recolhido e procurar restituir este valor junto ao Fisco do Estado de destino da operação.

Portanto, fica claro até aqui que a Black Friday não é viável para quem não tem estrutura. E a tecnologia de automação para a determinação e cálculo de tributos torna-se essencial para amenizar as dores da tributação no e-commerce. A automatização de tarefas básicas, como a apuração do volume de vendas diárias e, consequentemente, dos tributos, reduz ou até elimina as chances de inconformidades.

A gestão do e-commerce fica mais inteligente com a adoção de um software fiscal integrado a outros sistemas como CRM, marketplace e/ou ERP. A entrada de dados é simples. Qualquer tipo de arquivo ou formato pode ser inserido. É possível emitir relatórios gerenciais a partir das informações fiscais das obrigações e apurações de tributos. Isso possibilita análises profundas que facilitam a tomada estratégica de decisão.

O papel da tecnologia ganha ainda mais valor quando também é utilizada uma ferramenta que monitora e atualiza constantemente as mudanças da legislação tributária, em um país que altera uma média de 45 normas tributárias para cada dia útil, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação. Essa é a forma mais simples de realmente assegurar que todas as alíquotas sejam corretamente aplicadas, e que a loja virtual aproveite a bonança da Black Friday em conformidade com o fisco.

Por que os bancos devem migrar para a nuvem?

Por Carlos Eduardo Alves Moore

O setor financeiro é marcado por diversas regulamentações a fim de garantir a segurança das operações, como transferências bancárias, empréstimos, financiamento de imóveis, entre outros. No entanto, com o intuito de entregar mais agilidade e elasticidade em sua infraestrutura, estas empresas têm adotado soluções em nuvem, que ajudam a otimizar os custos financeiros das aplicações e representam um forte diferencial competitivo.

O mercado latino-americano de cloud computing vem apresentando um crescimento bastante expressivo nos últimos anos, e o Brasil desponta como o país que mais aposta em soluções da área na região, com usos de cloud em empresas dos mais variados segmentos, inclusive no setor financeiro.

Por aqui, a expansão das fintechs e bancos digitais tem elevado a demanda por aplicações no ambiente da nuvem e influenciado a adoção deste tipo de tecnologia até mesmo pelas empresas mais tradicionais, as bolsas de valores e os bancos que nasceram com uma estrutura on-premises (com servidores físicos), mas que entendem a transformação digital como uma necessidade urgente.

Para termos uma dimensão deste mercado, existiam cerca de 550 fintechs no Brasil em maio de 2019, segundo o estudo “Fintech Mining Report 2019”, realizado pela Distrito, uma holding de negócios voltados à inovação. Dessas fintechs, 231 surgiram entre 2016 e 2018. Mais da metade, ou 54,4%, são focadas no relacionamento B2B, porém, esse número tende a ser ainda maior se considerarmos que 15,3% atuam tanto no B2B quanto no B2C.

Ao decidir migrar para a nuvem, estas companhias têm acesso aos seguintes benefícios:

Infraestrutura elástica e ilimitada: A nuvem oferece o benefício da capacidade ilimitada de armazenamento, o que é ideal para a realidade de um banco, que adquire centenas ou milhares de clientes todos os dias. Um detalhe importante é que a computação de nuvem é pay as you go. Ou seja, ao invés de ter de remodelar a estrutura de um data center tradicional, quando a empresa precisa de mais espaço, basta aumentar o plano que tem com seu provedor.

Garantia: Quando algo está na nuvem, o provedor tem planos de disaster recovery. Os dados são replicados em outros pátios de servidores para garantir que a empresa nunca perca nenhuma informação. Sendo assim, companhias que têm dados na nuvem podem oferecer uma garantia a mais aos seus clientes de que os dados estarão sempre seguros. No contexto de um banco, por exemplo, caso ocorra um acidente com um data center, é possível que o sistema de atendimento ao cliente fique indisponível por algum tempo, o que não acontece quando a instituição armazena seus dados na nuvem.

Segurança: Os provedores de nuvem são gigantes da tecnologia com os times de segurança extremamente qualificados do mundo, prontos para oferecem inúmeras medidas de segurança, o que, para os clientes, isso é de extrema importância. Os dados arquivados por lá são criptografados, além de existir um investimento constante em novas estratégias de segurança, com novas atualizações de sistemas e firewalls para barrar as mais recentes ameaças em tempo real. Como um banco cuida dos dados e também do dinheiro das pessoas, cada ameaça de invasão ou ação maliciosa deve ser respondida com os melhores dispositivos de segurança disponíveis.

Redução de custos: Devido à sua estrutura maleável, as empresas que adotam a nuvem pagam apenas pelo espaço utilizado. As empresas que trabalham com campanhas sazonais, ou que apresentam uma demanda oscilatória de armazenamento de dados, podem se beneficiar com a nuvem ao pagar exatamente pelo que usam, e apenas por isso. Dessa forma, não há necessidade de adquirir novos servidores e investir em atividades necessárias para manter essa infraestrutura.

Colaboração: Na nuvem, os clientes têm acesso a uma unificação de sistemas, onde informações podem ficar no mesmo ambiente digital, e serem acessadas e atualizadas em tempo real. Os dados podem ser incluídos na conta do cliente e vistos em outra agência ou via internet banking, desde que autorizadas e respeitando todo o compliance, com a garantia de que um histórico de modificações estará disponível com todas as alterações feitas no documento, garantindo uma economia incrível de tempo e uma dor de cabeça a menos com um cliente que possa ser prejudicado por uma falha no sistema operacional da companhia.

Melhor Experiência do Cliente: Tendo em vista que as instituições financeiras têm acesso a informações muito preciosas dos usuários, elas precisam investir na melhor experiência do cliente, que tem expectativas muito altas sobre a qualidade do serviço ou produto da empresa contratada. Quando estas informações estão na nuvem, a empresa tem a chance de entregar soluções mais ágeis e adequadas para cada perfil de consumidor, com a praticidade e facilidade de ter acesso aos dados 24 horas por dia, sete dias por semana. Isso ajuda a fortalecer o bom relacionamento entre cliente e empresa e ainda representa um importante diferencial competitivo.

Recentemente, o Banco Fibra se tornou um grande caso de sucesso em migração para nuvem, tornando-se o primeiro banco tradicional com estrutura originalmente on premises a alcançar tal feito. A partir de agora, serviços como Internet Banking, sistema jurídico e de pagamentos, entre outros, rodam integralmente em uma plataforma de nuvem.

Nesse projeto, feito em parceria com a plataforma Amazon Web Service, a Claranet entregou uma infraestrutura estável e com alta disponibilidade, minimizando as interações necessárias do time interno no que diz respeito à gestão, se compararmos ao modelo anterior.

Apesar de a implementação de cloud computing progredir no setor financeiro, ela ainda depende da articulação entre provedores e entidades regulatórias a fim de se estabelecerem diretrizes seguras o suficiente para lidar com a complexidade da legislação do segmento.

Para migrar de forma segura, é necessário buscar um parceiro de nuvem com expertise suficiente a fim de incorporar recursos no projeto de migração e assim usar todos os benefícios que estão à disposição. Com um planejamento criterioso, uma estratégia objetiva e o apoio de um provedor experiente, tende a amadurecer e dar um salto na sua jornada de transformação digital com iniciativas de cloud computing.

Carlos Eduardo Alves Moore, Head de Marketing da Claranet Brasil

Logística é o principal desafio para a Black Friday

A Black Friday se consolidou como uma das principais datas para os lojistas online e não é para menos. Para o empreendedor, é a oportunidade de aumentar o faturamento e garantir mais visibilidade para o negócio. No entanto, para que a data seja um sucesso garantido entre os consumidores, é necessário o lojista se assegurar de que as operações vão dar conta de toda demanda.

“Pelo grande número de visitas, transações e vendas, é possível que aconteça imprevistos durante a Black Friday. Para diminuir os danos, é importante contar com um plano de contingência que delimite o que será feito em cada situação. Dessa forma, você protege a sua operação e se prepara para o aumento das vendas”, explicou Tiago Girelli, diretor da divisão corporativa da Tray Corp.

Para as grandes empresas, pensar na logística desde a conclusão da venda até a entrega do produto é essencial para garantir resultados no período. Por isso que o trabalho começa com antecedência e com o planejamento das ações que serão realizadas antes, durante e depois da data. É preciso controlar o estoque e analisar quais produtos são mais importantes. Nesse sentido, até vale dar uma olhada nos números do ano anterior: eles ajudam a ter uma boa base da preferência dos clientes. Para evitar qualquer contratempo, tentar trabalhar com uma margem de segurança, focando nos produtos mais importantes ou atrativos, também é importante.

Superar essa barreira vai garantir a tranquilidade para trabalhar com a logística dos produtos, pois, tão importante quanto realizar a venda, será assegurar uma entrega rápida dentro dos prazos estabelecidos. Na Black Friday, é comum a reclamação de consumidores com problemas com o frete. Por isso, dentro do planejamento, vale considerar as possibilidades para fugir dos erros. Assim, uma dica é alinhar a estimativa de entrega com os fornecedores previamente e, se possível, colocar uma folga no período estimado.

“É fundamental entender o impacto que a Black Friday gera na expedição de produtos da sua loja. Correios e transportadoras estarão sobrecarregados, e atrasos são frequentes. Você deve proteger a sua operação ao máximo da insatisfação buscando estratégias complementares de frete. Uma outra possibilidade é o aumento do tempo de entrega previsto para evitar insatisfação”, acrescentou Girelli.

No período da Black Friday, as principais transportadoras criam planos especiais de logística para desenvolver as ações especiais focadas na data. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico, nas empresas com faturamento superior a R$ 10 milhões, a participação dos Correios ainda é de 38%. Contornando possíveis problemas, é possível alinhar a expectativa de compra com a satisfação do cliente.

4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto debate promoção da transparência e do acesso à informação

Nos dias 26 e 27 de novembro acontece, em Brasília, o 4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto , que tem como objetivo promover discussões sobre práticas e políticas de governo aberto e sua implementação no Brasil. O evento reunirá representantes de organizações da sociedade civil, órgãos públicos, iniciativa privada, movimentos sociais e universidades em mesas temáticas, workshops, rodas de debate, pitchs, entre outras atividades. A iniciativa tem o Centro de Estudos sobre Tecnologias Web (Ceweb.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br) como uma das entidades organizadoras, e recebe inscrições gratuitas até 16 de novembro em: http://4encontrogovernoaberto.wordpress.com/inscricoes/.

Entre as atividades da programação está o painel “Violação dos direitos dos usuários de governo aberto pelas barreiras de acesso em aplicações públicas” organizado pelo Ceweb.br. “Quando um usuário não consegue preencher um formulário ou submeter uma proposta de requisição de documentos em uma plataforma Web de governo aberto, está tendo seu direito de acesso cerceado por falta de acessibilidade”, explica Reinaldo Ferraz, especialista em desenvolvimento Web do Ceweb.br e do W3C Brasil, e um dos palestrantes do evento.

Durante o painel, serão apresentadas as principais barreiras de acesso em aplicações de governo aberto e como os usuários, mesmo sem conhecimentos técnicos, podem identificar e cobrar a resolução desses problemas. “É fundamental discussões como essa para ampliarmos o debate em prol de uma Web mais acessível para todos”, complementa Ferraz. A programação do evento ainda inclui discussões sobre práticas de inovação, os caminhos para uma boa governança pública, inteligência de dados para a promoção de uma inovação cidadã, entre outros assuntos.

Além do Ceweb.br/NIC.br, o 4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto é organizado pela Article 19, Controladoria-Geral da União, Agenda Pública, Fast Food da Política, Imaflora, Instituto de Governo Aberto, Acredito, Open Knowledge Brasil, Prefeitura da Cidade de São Paulo – Controladoria Geral do Município e Governo Aberto na Cidade de São Paulo, com apoio do Fórum de Gestão Compartilhada, Open Government Partnership, Delibera e Todos pela Educação.

4º Encontro Brasileiro de Governo Aberto

Data: 26 e 27 de novembro (terça e quarta-feira)
Horário: a partir das 10h
Local: Escola Nacional de Administração Pública
ENAP – s/n, SPO – Asa Sul, DF, 70610-900
Inscrições e programação: https://4encontrogovernoaberto.wordpress.com/

Air France opera primeiro voo do mundo com tecnologia Li-Fi em parceria com a Latécoère e Ubisoft

A Air France testou na semana passada o primeiro voo equipado com a tecnologia Li-Fi (Light Fidelity), desenvolvida pela Latécoère a bordo do voo comercial AF6114 operado por uma aeronave Airbus A321 de Paris-Orly para Toulouse. Como parte de seu compromisso de pesquisar novos serviços de bordo para seus clientes, a Air France recebeu os jogadores, finalistas da “Air France Trackmania Cup”, desenvolvida pela Ubisoft, que competiram no céu.

LI-FI, O NOVO PADRÃO PARA TRANSMISSÃO DE DADOS A BORDO

A Air France e Latécoère estão atualmente testando a facilidade com que essa tecnologia pode ser integrada e certificada em voos comerciais. A infraestrutura Latécoère Li-Fi, instalada em 12 assentos no Airbus A321 da Air France, tem muitas vantagens. Ela gera:
• Uma troca de dados multimídia completamente estável a uma velocidade muito alta e latência muito baixa;
• Redução no peso da aeronave e, portanto, no consumo de combustível, devido à substituição dos cabos de cobre pela tecnologia de fibra óptica.

A RODADA FINAL A BORDO DO VÔO

Em colaboração com a Ubisoft, a companhia aérea e o fabricante de equipamentos organizaram a final do torneio “Air France Trackmania Cup”, lançado no Paris Air Show em junho de 2019*. Os finalistas competiram nesta versão personalizada do jogo Trackmania² Stadium. O vencedor do torneio recebeu dois bilhetes de ida e volta entre Paris e Montreal para uma excursão privada ao Ubisoft Studios e uma seleção de produtos Razer (que equipou os concorrentes com seus fones de ouvido Bluetooth Hammerhead).

De acordo com os compromissos de desenvolvimento sustentável da Air France, as emissões de CO2 deste voo especial foram compensadas por meio de uma iniciativa de compensação neutra em carbono**.

“Estamos muito orgulhosos de ser a primeira companhia aérea a lançar uma aeronave equipada com Li-Fi e a organizar uma competição de videogame a bordo. Esse marco na inovação é o resultado de uma grande colaboração entre as equipes da Latécoère, Ubisoft e Air France. Estou convencido de que essa experiência abrirá o caminho para novas experiências de entretenimento a bordo para nossos clientes, especialmente no que diz respeito aos jogos”, afirma Antoine Laborde, gerente de inovação da Air France.

“Este primeiro voo equipado com nossa tecnologia Li-Fi é um passo importante na implantação dessa tecnologia no mercado aeronáutico. Estamos convencidos de que o Li-Fi revolucionará a conectividade em voo nos próximos 5 anos. Estou particularmente satisfeito com o trabalho realizado em colaboração com as equipes de engenharia e manutenção da Air France-KLM, que realizaram o trabalho de certificação da solução e sua integração na cabine em tempo recorde”, acrescentou Yannick Assouad, CEO da Latécoère.

Deborah Papiernik, Diretora de Projetos Inovadores da Ubisoft, concluiu dizendo: “Estamos muito satisfeitos por termos tido a oportunidade de participar do lançamento de uma tecnologia inovadora que promoveu uma parceria 100% francesa, além de poder fornecer nossa experiência em videogames. Sem dúvida, o entretenimento a bordo se tornará rapidamente um novo playground para todos.”

Evento debate benefícios da tecnologia para o Legislativo

Responsável por elaborar, discutir e promulgar as leis que regem a nossa vida em sociedade, o Poder Legislativo tem muito a ganhar em eficiência com a ajuda da tecnologia e da inovação. Esse foi o tema que permeou os debates do LegisTech Forum, evento promovido pela Bússola Eleitoral que reuniu especialistas de diversos setores em São Paulo nos últimos dias 31, 1º e 2.

O fórum reuniu 45 palestrantes nacionais e internacionais incluindo nomes como Rolf Rauschenbach, cientista político suíço, Beth Noveck, diretora de inovação do Estado de Nova Jersey, o integrante da bancada ativista Pedro Telles e os deputados estaduais Marina Helou (REDE/SP), Chicão Bulhões (NOVO/RJ). e Sérgio Victor (NOVO/SP).

Fundadora e diretora-executiva do BrazilLAB (hub de inovação GovTech que conecta startups ao poder público), Letícia Piccolotto foi keynote speaker no primeiro dia de evento. De acordo com a executiva, 61% dos quase 108 milhões de usuários de internet no Brasil procuram informações de governo ou serviços públicos online, e a contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia de R$ 663 milhões ao ano para o governo brasileiro.

“O Brasil hoje discute a Reforma Administrativa. Temos muitas oportunidades para avançar e melhorar a eficiência do Poder Legislativo. O BrazilLAB quer levar a tecnologia como um grande aliado nesse processo”, afirmou Letícia.

BrazilLAB busca startups para inovar o Legislativo

Chegando à sua 4ª edição este ano, o Programa de Aceleração do BrazilLAB está em busca de startups que tenham soluções capazes de aumentar a eficiência na gestão pública. Pela primeira vez, o organização programa também selecionará soluções que possam ser aplicadas ao Legislativo ou ao Judiciário, além do Executivo.

As inscrições para processo seletivo do programa podem ser realizadas pelo link http://inscricao.brazillab.org.br/ até o dia 18 de novembro. Para se inscrever, não é necessário que a startup tenha desenvolvido a solução especificamente para o setor público, basta que a solução tenha potencial de impacto e se enquadre em um dos três desafios propostos pelo BrazilLAB. Além de “Eficiência na Gestão Pública”, também é possível inscrever soluções nas categorias “Smart Cities e Urban Techs” e “Habilidades na Sociedade 5.0”

No dia 15 de dezembro, o BrazilLAB anunciará as 25 startups selecionadas para participar do programa e, ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções.

Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250.000 reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

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Saiba como dobrar suas vendas

O empreendedor, especialista em alavancagem de negócios e Growth Hacking, Guilherme Machado, que criou o Instituto “Quebre As Regras”, separou algumas dicas para você dobrar suas vendas.

Para começar, é preciso focar na solução e visão de futuro. Saber unir os departamentos de marketing e venda da empresa também são pontos fundamentais para que todos trabalhem de forma unida e alcançando os melhores resultados.

Além disso, outra dica é a de focar na etapa do agendamento. Para nós do IQR, o agendamento equivale a oportunidades, portanto, quanto mais oportunidades você tem, mais vendas irá obter.

No IQR, Instituto Quebre as Regras, a ideia é descobrir que não é ideal controlar as vendas, mas sim, controlar as etapas que antecedem este processo. Além disso, é importante estar ciente do funil da nova economia que se baseia em: lead, atendimento, agendamento, visita, proposta e venda.

Santa Catarina recebe evento de segurança e compliance

Nos dias 20 e 21 de novembro ocorre em Florianópolis o SC Experience, evento que debaterá compliance, segurança e práticas corporativas para empresas evitarem fraudes. O encontro deve reunir mais de 400 participantes, que terão acesso a quatro trilhas de conteúdo, com palestras dos alguns dos principais especialistas do país, como Patrícia Peck, head de direito digital da PG Advogados, Carlos Sobral, um dos responsáveis pela elaboração da Lei Carolina Dieckmann e Jairo Pereira, gerente de segurança do PagSeguro UOL. Esta é a segunda edição do evento e as inscrições podem ser realizadas pelo site do SC Experience.

O encontro é promovido pela V. Office, empresa de redes e telecomunicação. “Queremos trazer para Santa Catarina todas as tendências e atualizações sobre segurança digital do Brasil e também do exterior. Realizamos uma curadoria cuidadosa para escolher os principais palestrantes. Queremos ajudar as empresas do estado a evitarem fraudes e a desenvolverem boas políticas de segurança”, realça Ana Cristina Gonçalves, sócia da V.Office.

As trilhas de conhecimento serão divididas em dois dias. O primeiro abordará os temas direito digital e cybersecurity. Já o segundo dia será guiado pelas trilhas de gestão e segurança da informação e dev security. “Haverá também muito conteúdo sobre a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Sabemos que muitas empresas estão começando a se adaptar para as novas regras, ou ainda nem começaram. O evento abordará os principais pilares para se adequar à nova legislação”, comenta Ana Cristina. Uma pesquisa da Serasa Experian levantou que 85% das empresas brasileiras afirmaram que ainda não estão prontas para cumprir a LGPD.

Ao todo serão mais de 20 palestras com especialistas. Outros nomes confirmados são Luiz Augusto Filizzola D’urso, advogado de cibercrimes; Mauricio Rotta, fundador da GEP – Soluções em compliance; Wilson Leite, perito criminal; Davis Souza, professor da UFSCar; Andrea Willemin, DPO da Softplan; Marina Ciavatta, especialista em engenharia social na Hekate Inc; entre outros do ecossistema de segurança. O evento foi pensado para contemplar advogados, desenvolvedores, programadores, gerentes de segurança, CSO, DPO, e executivos que lidam com segurança digital em sua rotina.

A primeira edição o SC Experience, realizada em 2018, reuniu mais de 300 participantes e contou com 10 palestras. Para esse ano, além do dobro de palestras, haverá também uma feira de negócios com mais de 10 estandes, que apresentarão soluções e experiências para os participantes. O evento é patrocinado por Ostec, el pescador, Iptrust, Karpesky, Whatchguard, Trendmicro, Connection , Fortinet Centurylink, CISCO e realização V.Office.

SC Experience

Quando: 20 e 21 de novembro

Onde: ACM (Associação Catarinense de Medicina). Endereço: Rodovia José Carlos Daux, 3854 – Saco Grande, Florianópolis – SC

Inscrições: https://scexperience.com.br

Infosys abre 80 vagas de emprego em todo o Brasil

A Infosys, líder global em serviços digitais com presença em mais de 45 países, acaba de anunciar a abertura de 80 vagas de emprego para os escritórios de São Paulo, Araraquara, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. A companhia, que ultrapassou faturamento global de US$ 11 bilhões no último ano fiscal, prevê crescer 30% no Brasil nos próximos anos. Para suportar essa estratégia, a empresa pretende reforçar seu time interno com a contratação de profissionais que unam conhecimentos técnicos a capacidade de análises críticas com base em dados e expertise no desenvolvimento de tecnologias de ponta.

“Buscamos pessoas com perfil multidisciplinar e conhecimento das metodologias ágeis de gestão que são exigidas em praticamente todos os projetos que desenvolvemos para os clientes”, afirma Juliana Kahan, gerente de Recrutamento e Seleção da Infosys Brasil. Para a gerente, o que a empresa oferece de mais atraente é o ambiente multicultural. “Temos uma grande sinergia com escritórios da Infosys distribuídos pelo mundo e isso proporciona aos colaboradores um aprendizado profundo e um nível de desenvolvimento elevado no que diz respeito à complexidade dos projetos implementados”, explica Kahan.

A empresa, que segue as diretrizes de inclusão e apoio à diversidade da matriz indiana, ainda possui programa voltado à contratação de Pessoas com Deficiência (PCDs) em todas as áreas da companhia. Além dos benefícios que fazem parte do regime de CLT, a Infosys ainda conta com uma plataforma de desenvolvimento profissional global que inclui cursos e treinamentos de extensão atribuídos à grandes universidades como Harvard e gigantes de tecnologia como Microsoft, disponíveis online e gratuitamente para todos os colaboradores. Na plataforma, que é integrada com a intranet da empresa, também são divulgados cursos de liderança e competências comportamentais, as chamadas soft skills.

Com um total de 750 funcionários, a Infosys Brasil possui em seu portfólio de clientes multinacionais como Braskem, General Motors, Guerdau, Eurofarma, Syngenta, Novartis e Vale. A América Latina representa grande potencial para a companhia, que já abriu operação na Argentina, Chile, Peru e estuda a possibilidade de abrir um escritório na Colômbia. Os interessados nas vagas poderão ter acesso a mais informações pelo link: http://www.linkedin.com/jobs/search/?f_C=1283&f_L=br%3A0&locationId=OTHERS.worldwide

São Paulo Tech Week e CCBC recebem inscrições para Elevator Pitch 2019

Estão abertas as inscrições para o Elevator Pitch 2019, ativação da São Paulo Tech Week, feita em parceria com a Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CCBC), SP Negócios e Prefeitura de São Paulo, que irá selecionar startups brasileiras para uma imersão no ecossistema canadense. A edição deste ano conta com o apoio da Totvs. As indicações poderão ser realizadas até o dia 08 de novembro no site oficial do evento.

O anúncio das selecionadas para a competição será feita no dia 15 de novembro. Ao todo, serão escolhidas 50 empresas de todo país para participarem do evento no dia 24 de novembro, no tradicional Edifício Martinelli, um dos mais imponentes prédios do centro da capital.

Na ocasião, os empreendedores terão a oportunidade de fazer seu pitch para investidores e aceleradoras do Brasil e do Canadá em um elevador que irá do primeiro ao último andar do edifício. As três empresas que mais se destacarem terão a oportunidade de passar por uma imersão no Canadá.

Elevator Pitch

Quando: 24 de novembro de 2019
Onde: Edifício Martinelli – R. São Bento, 405 – Centro Histórico de São Paulo, São Paulo – SP
Link para inscrição: http://bit.ly/2Nx39pP

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