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LagargeHolcim transforma óleo das prais do Nordeste em combustível

Como forma de dar destinação ambientalmente correta ao petróleo recolhido nas praias do Nordeste, a indústria cimenteira está misturando esse material a plásticos, papéis não recicláveis e outros resíduos industriais para que possa ser destruído a altas temperaturas nos fornos de cimento. A LafargeHolcim de Caaporã é uma das fábricas de cimento autorizadas a realizar o coprocessamento no Brasil e, dessa forma, está transformando o petróleo em combustível alternativo, gerando energia calorífica para a produção de cimento. A unidade na Paraíba tem potencial para alimentar os fornos com até 1.000 toneladas por mês do produto que está poluindo as praias. Dessa forma, assegura uma rápida destinação correta, evita que o petróleo vá para lixões e aterros, o que poderia contaminar o solo e criar foco de doenças.

A LafargeHolcim Brasil atua no país desde 1951 com um claro compromisso com a sustentabilidade, sendo uma das principais empresas do setor de material de construção, com foco em cimento, concreto e agregados. Seus produtos e soluções inovadores são utilizados em diferentes projetos de construção, de moradias populares às maiores e mais tecnicamente desafiadoras obras de infraestrutura do país. Com cerca de 1.600 funcionários, a companhia tem um parque industrial distribuído em três das cinco regiões do país: Sudeste (SP, RJ, MG e ES), Nordeste (BA e PB) e Centro-Oeste (GO), que incluem 5 fábricas de cimento, 4 estações de moagem, 7 terminais e centros de distribuição, 3 unidades de agregados e 6 usinas de concreto. A empresa faz parte do Grupo LafargeHolcim, que é líder mundial da indústria de materiais de construção, com presença em 80 países e 80 mil empregados nos cinco continentes. Mais informações: lafargeholcim.com.br.

App do Mercado Pago terá navegação gratuita

O Mercado Pago, fintech do Mercado Livre, anuncia que, a partir de agora, passa a oferecer navegação patrocinada aos usuários do seu aplicativo. Com isso, quem usa o app do Mercado Pago não terá seu plano de dados consumido ao efetuar transações financeiras, recarga de celular ou pagamentos com Código QR, por exemplo. A iniciativa, pioneira entre as fintechs, oferece economia principalmente para os pequenos empreendedores que passam horas do dia recebendo pagamentos e movimentando a conta do Mercado Pago.

A oferta de internet gratuita no aplicativo funciona em smartphones equipados com os sistemas iOS e Android. Para usufruir do serviço, o cliente precisa ter uma linha móvel ativa com as operadoras de celular Vivo, Claro, TIM ou Oi e estar em um ambiente com rede de internet 3G ou 4G. A iniciativa é fruto de uma parceria com a MUV, empresa responsável por liderar projetos Navegue Grátis no Brasil, e a DataMi.

“Investimos para facilitar o uso do app do Mercado Pago e entendemos que seria importante eliminar essa barreira para compradores e vendedores. Assim também damos um importante passo para contribuir com a democratização do dinheiro e oferecer uma experiência em pagamentos mais acessível a todos”, explica Túlio Oliveira, vice-presidente do Mercado Pago no Brasil.

“A MUV se orgulha de fazer parte de um projeto que está facilitando o acesso das pessoas à digitalização dos pagamentos, recargas de celular e Bilhete Único e enviar dinheiro para outras pessoas”, comenta Rafael Magdalena, COO & Co-Founder da MUV.

O app do Mercado Pago oferece uma robusta carteira digital que permite transferências entre contas, pagamento de boletos, recarga de celular e Bilhete Único, compra de créditos online, além de diversos serviços agregados. É possível deixar o saldo da conta render 100% do CDI (liquidez diária), realizar pagamentos instantâneos em lojas físicas com Código QR, abastecer nos postos Shell de todo País, tudo isso aliado a um programa de benefícios que reúne 70 mil estabelecimentos credenciados.

Você está preparado para a revolução varejista com o deep learning?

Por Israel Nacaxe

Uma das grandes tendências do varejo para os próximos anos é a aceleração do uso de Inteligência Artificial para que as marcas entendam melhor seus clientes, desenvolvam as melhores experiências de consumo e aumentem a produtividade de suas operações. Conforme estudo global realizado pela Zebra Technologies, o Retail Vision Study (2017), mais de 70% dos varejistas pretendem investir em algum tipo de tecnologia nos próximos dois anos, o que mostra que temos, como big data, passarão a fazer parte do cotidiano do setor.

Algumas empresas mais inovadoras já estão avançando, passado do machine learning para sua derivação, o deep learning. Isso porque enquanto o primeiro tem apenas a capacidade de desenvolver sistemas que realizam ações sem ser programadas, o segundo é construído a partir de redes neurais, que usam dados não-estruturados (como imagens e comentários em redes sociais) na tomada de decisões, ajudando os lojistas a ganharem mais eficiência.

Uma das suas principais aplicações hoje é o reconhecimento de imagens, que permite usar a visão computacional (Realidade Aumentada e Realidade Virtual) e processamento de linguagem natural (assistentes de voz, como o Amazon Alexa) para resolver os problemas.

Por isso, o uso de deep learning nos próximos anos irá se expandir para diversas outras aplicações com um grande impacto sobre as operações nesse mercado. Entre elas, podemos destacar:

Previsão de demanda e otimização de estoques – Prever qual será a demanda de milhares de produtos do estoque é uma tarefa muito complexa. Cada um tem suas próprias características, mas a interação com outros itens também exerce um efeito importante de cross-selling (técnica que estimula o cliente a concluir a sua compra inicial levando produtos que a complementam). Por isso, a solução auxilia a antever necessidades, principalmente em datas sazonais, otimizando assim o seu estoque.

Otimização de lucros – A correta precificação e a definição do melhor momento de realizar promoções (e que desconto oferecer) é outra área que pode ter um grande impacto com a utilização de deep learning. Com isso, é possível encontrar o equilíbrio correto entre preço e demanda para otimizar os lucros, determinando a margem ideal de cada produto em cada momento, proporcionando um aumento da rentabilidade da loja.

Aumento da eficiência logística – O uso de sistemas de IA ajuda a identificar padrões na cadeia de suprimentos e os fatores que mais impactam o processo logístico, proporcionando melhorias na roteirização, nos processos internos dos Centros de Distribuição e na própria armazenagem de produtos. O benefício do uso da ferramenta é a geração de um grande impacto sobre as margens do negócio, preço no PDV e a percepção que o cliente tem sobre sua marca.

Personalização de ofertas – A entrega de ofertas personalizadas e extremamente relevantes para cada cliente, no momento exato em que ele tem mais possibilidade de conversão, melhora a experiência de consumo e o faturamento do varejista. No e-commerce, a tecnologia também facilita a criação de páginas personalizadas para cada consumidor de acordo com suas preferências e as necessidades de negócios.

Detecção de fraudes – Na loja física, o deep learning pode identificar padrões de comportamento suspeitos e reduzir os furtos no PDV e no ambiente digital consegue identificar com mais precisão transações fraudadas. Tanto online quanto offline, o resultado é oferecer segurança no fluxo de caixa e um menor volume de perdas.

Expansão de lojas – A escolha do local para abrir uma nova loja (ou a decisão de quando não faz mais sentido ter um PDV aberto) se torna mais precisa com o uso da solução, que pode processar informações internas do varejista, aliando-as com dados de geomarketing, de forma mais rápida e com mais segurança.

Diante desse cenário, podemos concluir que nos próximos anos, o uso dessa tecnologia fará com que o varejo aumente a performance de suas lojas, pois permitirá que os profissionais tomem melhores decisões de negócios e possam prever situações importantes.

Israel Nacaxe, COO e co-fundador da Propz – empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros.

ABES e EY trabalham em parceria para evitar multas milionárias da LGPD no Brasil e promover a cultura da gestão de riscos de privacidade

A ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software) desenvolveu, em parceria com a EY, a ferramenta Diagnóstico LGPD, software que tem o objetivo de auxiliar empresas a verificarem seu nível de adequação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entrará em vigor em agosto de 2020, e concluir o processo de compliance em relação aos seus requisitos e exigências. A ferramenta consiste em um questionário por meio do qual as empresas podem fazer uma auto avaliação quanto aos diferentes pontos exigidos pela Lei. Depois de preenchido, um diagnóstico quanto ao grau de adequação da empresa é emitido, junto a sugestões contextualizadas ao resultado. Acesse o link para fazer a auto avaliação de sua empresa: http://diagnosticolgpd.abes.org.br/

“Sabemos que a LGPD tem muitos detalhes que requerem atenção, por isso desenvolvemos, em conjunto com a EY, o Diagnóstico LGPD com o objetivo de educar o mercado a respeito dos impactos da legislação. Muitas empresas ainda desconhecem diversos requisitos e exigências da Lei – inclusive, existe uma falsa concepção, por exemplo, de que a LGPD diz respeito apenas aos dados de consumidores, quando, na verdade, ela engloba todos os tipos de dados pessoais, de clientes a colaboradores. Acreditamos que o Diagnóstico LGPD é uma ferramenta extremamente necessária neste período final de adequação, último momento para as empresas assegurarem compliance e evitarem dívidas milionárias, como as que ocorreram com a GDPR”, explica Rodolfo Fücher, presidente da ABES.

A discussão a respeito da utilização de dados pessoais no mundo digital vem ganhando cada vez mais relevância no mercado mundial, sendo considerada atualmente uma moeda de troca para negócios. Após a criação da General Data Protection Regulation (GDPR) na Europa, foi a vez do Brasil pensar em uma legislação que regulasse as atividades de tratamento dessas informações – e agora, falta menos de um ano para as empresas se adequarem à nova Lei, alterando e ajustando a forma como coletam, armazenam, processam e utilizam dados privados.

“A Lei Geral de Proteção de Dados foi criada com o exclusivo propósito de evitar abuso por empresas e órgãos do governo no uso de dados pessoais dos cidadãos. Estar preparado para a LGPD é necessário não apenas para evitar as multas que podem chegar a até 2% da receita anual da empresa até o teto de R$5 milhões, mas também para garantir os direitos de indivíduos e impor deveres às organizações em relação à coleta, uso, retenção, divulgação e exclusão de informações pessoais. A lei procura com isso, fomentar uma nova forma de se fazer negócio através do desenvolvimento da cultura de governança de riscos de privacidade”, comenta Marcos Sêmola, sócio de consultoria para cibersegurança da EY.

Para utilizar a ferramenta, não é preciso, nem possível, enviar informações pessoais ou referentes à empresa, como nome, CPF/CNPJ, entre outras. Após o preenchimento do questionário, o relatório em PDF é disponibilizado para download com informações referentes ao nível de adequação e com sugestões para melhoria – não é possível acessar este documento posteriormente. Os dados enviados anonimamente relacionados à posição das empresas quanto às exigências da LGPD serão utilizados para a produção de relatórios gerais sobre o cenário de compliance das companhias brasileiras em relação a nova lei. A expectativa é que o primeiro estudo seja lançado em dezembro.

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OAT Solutions anuncia programa de capacitação continuada para profissionais de TI

A OAT Solutions acaba de anunciar o OAT Inside, um programa para capacitação continuada para profissionais de TI e Negócios que buscam atualização em temas relacionados à Transformação Ágil, incluindo DevOps, Scrum, Lean, Testes Ágeis e Business Agility entre outros.

Por meio de assinatura, os profissionais terão acesso à grade competa de cursos e eventos da OAT Solutions em formato presencial e online (EAD), além de outros benefícios, tais como descontos ou subsídios em inscrições em eventos de parceiros da OAT e experiências exclusivas como a participação em eventos no Brasil e no Exterior com apoio da OAT Solutions.

A OAT Solutions se destaca na entrega de serviços e tecnologia e capacitação em ferramentas, metodologias e melhores práticas com foco em Agilidade & DevOps e criou o OAT Inside para oferecer uma ampla gama de vantagens aos profissionais de modo semelhante ao que já é ofertado para empresas através do serviço OAT Diamond, que permite às organizações capacitar suas equipes de acordo com o seu planejamento sem a necessidade de se preocupar com investimentos não programados para a formação do seu pessoal.

Para os profissionais, o OAT Inside significa autonomia em sua própria jornada de capacitação e formação profissional porque independe da empresa onde esteja trabalhando, segundo afirma Anderson Barcat, gerente de Negócios e Projetos da OAT Solutions. “Sabemos que as empresas investem muito na capacitação de suas equipes, mas há muitos profissionais em busca de recolocação e que também trocam de empresa por diversos motivos. Consequentemente, o colaborador acaba por interromper uma jornada de capacitação. Ao se tornar membro do OAT Inside, por meio de uma assinatura anual, o profissional terá acesso a um catálogo rico e atualizado, além de eventos, oportunidades de networking experiências exclusivas”, explica o executivo.

TJAM usa transformação digital nas ações de conciliação

O Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) aderiu a uma solução digital de mediação das partes nos processos de conciliação, para que os acordos sejam realizados dentro do próprio portal de peticionamento e reduza o tempo para a definição das ações. Batizado de SAJ Concilie, a tecnologia foi desenvolvida pela Softplan, empresa de tecnologia com foco em Transformação Digital para Justiça, e pela Justto, startup especializada em soluções de conciliação.

O TJAM é o primeiro a utilizar essa tecnologia no Brasil e inaugura uma nova era no papel desempenhado pelos Tribunais de Justiça. “O novo recurso no e-SAJ (solução de gestão de informações para a Justiça da Softplan) possibilitará que as partes negociem diretamente, por um canal provido pelo Tribunal, fomentando relações menos conflituosas e mais ágeis”, argumenta Thiago Facundo, diretor de Tecnologia da Informação do TJAM.

O lançamento do SAJ Concilie coincide com a mobilização do TJAM para a semana nacional de conciliação, que ocorre de 04 a 08 de novembro.

Antes da tecnologia, o Tribunal que intermediava a comunicação entre as partes. Agora, com o novo recurso, o acordo poderá ser realizado dentro do próprio portal de peticionamento, reduzindo o tempo para a definição do processo e eliminando burocracias processuais.

O SAJ Concilie disponibiliza em seu sistema que as sugestões dos acordos sejam enviadas por e-mail e, com isso, a proposta possa ser aceita, recusada ou que receba contrapropostas, tudo de maneira digital. As interações entre as partes envolvidas são vinculadas ao portal e-SAJ, que registra automaticamente as movimentações do processo no sistema.

“O recurso da conciliação pelo portal e-SAJ proporcionará uma maior simetria de informações entre as partes. E, mesmo que não haja acordo online pela plataforma, a audiência de conciliação tende a ser mais rápida e efetiva, uma vez que as partes já iniciaram a negociação previamente”, explica Rodrigo Martins, gerente de produto do portal e-SAJ, da Softplan.

A nova tecnologia visa desonerar uma série de custos para o Tribunal relacionados à estrutura física para a realização de audiências e os trâmites judiciais usuais de uma unidade judicial. Também reduzirá o tempo de análise dos processos, rotinas de publicação, envolvimento de peritos e citação das partes (Correios e Oficiais de Justiça), entre outros.

“O SAJ Concilie tem como objetivo melhorar ainda mais a prestação jurisdicional, trazendo resoluções mais ágeis dos processos, com gastos menores e de maneira assertiva aos cidadãos”, afirma Martins.

A solução atende à determinação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) de priorizar a conciliação de processos judiciais existentes no Brasil, com mais agilidade. Em 2018, de acordo com o Relatório Justiça em Números (CNJ), o índice de conciliação nos Tribunais Estaduais foi de 11,5%, equivalente a mais de 2,6 milhões de casos em que a decisão do magistrado simplesmente homologou um acordo entre as partes.

Inicialmente, a possibilidade de conciliação online será habilitada para um conjunto limitado de até dez empresas que recebem grandes volumes de processos judiciais relacionados à área do consumidor, como telecomunicações, bancos, seguradoras e operadores de plano de saúde.

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2º Congresso Internacional de Proteção de Dados é oportunidade para debater a privacidade e proteção de dados pessoais

São Paulo sedia, nos próximos dias 6 e 7 de novembro, o 2º Congresso Internacional de Proteção de Dados, que irá discutir as ações que as organizações precisam tomar a respeito da coleta, gestão e tratamento de dados pessoais, promovendo um profundo debate com autoridades e com os maiores especialistas do setor.

Realizado pela LEC Legal, Ethics & Compliance e pela Opice Blum Academy, o evento começa no dia 6, com o Workshop Day, inteiramente dedicado à abordagem prática sobre como lidar com os novos desafios da LGPD. Com três salas com conteúdos simultâneos, o evento permitirá aos congressistas escolher apenas os temas de seu interesse, criando uma experiência personalizada.

O segundo dia será dedicado às palestras, com a abertura feita pelo keynote Trevor Hughes, Presidente e CEO do IAPP (International Association of Privacy Professionals ), maior organização mundial na área de privacidade de dados pessoais. Anna Zeiter, Chief Privacy Officer na eBay; Steffen Augsberg, professor da Justus-Liebig-University; George de Lucena, advogado de privacidade para América Latina da Uber; além de demais especialistas do GDPR – regulamento europeu, que foi referência para a lei brasileira – também estarão presentes, proporcionando aos participantes o aprendizado com quem já enfrentou o mesmo desafio. Para ver a programação completa, acesse: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/agenda/.

“A entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), em agosto de 2020, torna urgente o debate nas empresas sobre o uso seguro e ético de dados pessoais sob várias perspectivas, incluindo jurídica, tecnológica, de compliance, gestão de riscos e negócios”, Rony Vainzof, sócio do Opice Blum, Bruno, Abrusio e Vainzof Advogados. A inconformidade com a lei implicará em multa de até R$ 50 milhões. Todas as empresas em operação no Brasil terão de se adequar, independentemente do porte e segmento.

Com a nova demanda de governança em proteção de dados e o risco de multas altíssimas, as principais empresas que mantém operações no Brasil estarão no Congresso, assim como os grandes players do mercado de privacidade e proteção de dados. O evento é a oportunidade para aumentar o networking, trocar experiências e fechar negócios.

Com a expectativa para receber 400 pessoas, o Congresso é direcionado à profissionais das mais diversas áreas de atuação, como advogados, profissionais de compliance, DPO`s, CFO’s, CEO’s, CIO’s, CTO’s, controllers, auditores, consultores, funcionários públicos, integrantes de RH, suprimentos, marketing, controles internos, que têm como interesse comum a privacidade e a proteção de dados sob as mais diversas perspectivas, jurídica, de compliance, tecnologia, gestão, negócios, entre outras.

Congresso Internacional de Proteção de Dados

Data: 6 e 7 de novembro de 2019

Hora: das 9h às 18h
Local: Hotel Pullman Vila Olímpia – R. Olimpíadas, 205, São Paulo.
Informações e Inscrições: http://www.congressodeprotecaodedados.com.br/inscricoes/

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Wi-Fi em planta industrial ajuda Termomecanica a avançar na direção da Indústria 4.0

Em mais uma iniciativa visando alcançar o status de Indústria 4.0 , a Termomecanica está finalizando a fase piloto de implementação de um sistema integrado de comunicação dos seus equipamentos, que permite coletar e analisar dados históricos e em tempo real. O objetivo é antecipar problemas e agir de maneira preditiva, impactando diretamente o aumento de produtividade da fábrica e facilitando a gestão. Programado para ocorrer em duas fases, esta primeira etapa contempla a aplicação de um sistema empregando tecnologia Wi-Fi, que cobrirá inicialmente o setor de fundição, mas especificamente os fornos da linha de chapas, de uma de suas unidades fabris em São Bernardo do Campo. Já na próxima etapa, planejada para começar em 2020, serão incorporados nessa infraestrutura outros equipamentos do setor de fundição utilizados em diferentes processos produtivos. A Termomecanica é líder no setor de transformação de Cobre e suas ligas, em produtos semielaborados e acabados.

“Este projeto está totalmente alinhado à aplicação do conceito Indústria 4.0, hoje uma das prioridades na Termomecanica. É preciso frisar que essa transformação exige foco por igual em pessoas, processos e tecnologia, sem que um ou outro se sobressaia. Entendemos também que inteligência e automação precisam estar embutidas em todos os processos e as decisões baseadas em algoritmos”, ressalta Walter Sanches, superintendente de tecnologia.

O sistema consiste em uma poderosa ferramenta de gestão que tornará possível, em curto prazo, a tomada de decisões e ações em tempo hábil para a operação de produção e, em longo prazo, realizar análises táticas e estratégicas para empresa. O próximo passo é utilizar o produto desse trabalho em um “big data” que inclui informações da engenharia e de outras áreas como de Planejamento e Controle da Produção e Qualidade. Além disso, graças a integração de diversos sistemas como ERP (Enterprise Resource Planning), MES (Manufacturing Execution System) e SCADA (Supervisory Control and Data Acquisition), os dados coletados através dessa infraestrutura Wi-Fi e apresentados em telas intuitivas poderão auxiliar os gestores na tomada de decisão a respeito de investimentos e a apoiar estudos e ações para eliminação de desperdícios nos diferentes setores da fábrica.

Este sistema integrado de comunicação dos equipamentos está sendo construído em conjunto pelas áreas de TI (Tecnologia da Informação) e TA (Tecnologia da Automação). No entanto, desde o pré-projeto, aprovação e até na execução envolveu outros setores, como o de Energia e Utilidades, que se beneficiam direta e indiretamente das informações extraídas dos fornos de fundição. “A criação de um time multidisciplinar é um dos pilares de projetos como esse, voltados para a Indústria 4.0, e faz toda a diferença para que os resultados sejam alcançados. A ideia é que, conforme for avançando, transforme-se em um sistema para monitoramento e supervisão de toda a planta e não somente da fundição, trazendo uma visão unificada do que acontece em toda a empresa”, explica Fabio Stancov, gerente de Energia e Utilidades e um dos responsáveis pelo projeto.

A infraestrutura de Wi-Fi servirá ainda de base para outros projetos futuros, como o de mobilidade, que permitirá o acompanhamento de todos os indicadores e informações das plantas também via tablet ou smartphones. Em paralelo, a implementação do sistema de Wi-Fi, o projeto contempla iniciativas de Big Data para o armazenamento de todos os dados e informações dos processos coletadas nos servidores da Termomecanica, além de aspectos de Cyber segurança, com a implantação de diversas regras de segurança e certificados para garantir maior confiabilidade no armazenamento de dados.

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Entenda e minimize os riscos e custos de uma contratação

Realizar boas contratações é estratégico para qualquer negócio e, isso, por um simples motivo: é muito alto o custo de contratar errado. Segundo análises referentes ao tema, uma contratação malfeita pode ter um custo que pode representar várias vezes o valor do salário do demitido.

“Pode até assustar esta estimativa de valores, mas levando todo o processo em consideração, desde a divulgação da vaga, até a efetiva integração do profissional, as diversas fases podem ser bastantes custosas. Perdendo este profissional, todo este investimento, de difícil quantificação, se soma aos custos da contratação.”, analisa o CEO Peoplenect, Ricardo Dallalana.

Dentre os valores ele divide os relacionados à contratação e imersão da pessoa no mundo da empresa e os relacionados à não adequação e ao desligamento. No primeiro grupo estão valores relacionados ao anúncio de vagas, tempo de profissionais de recursos humanos, treinamento, processos administrativos e adequação de equipe. Já no outro grupo estão valores de perdas financeiras mais diretas, como pagamento de salários, encargos, benefícios, indenizações, improdutividades, retrabalhos, aviso prévio e encargo rescisórios.

São muitos os problemas que podem levar a uma contratação fracassar, como a pessoa não se adequar à distância ou ao ambiente profissional. Pelo lado da empresa está a não definição de quem querem contratar e os requisitos adequados para a função.

Para minimizar os erros um caminho é utilizar a tecnologia. Para se ter ideia já foram desenvolvidas ferramentas digitais que podem proporcionar facilidades para a contratação e redução dos custos.

Esse é o caso da Peoplenect, que criou uma ferramenta de recrutamento de vagas operacionais, tendo como objetivo conectar os profissionais certos às vagas abertas pelas empresas e que, para isso, cruza instantaneamente o perfil e a localização do candidato com à vaga. Ou seja, é um sistema de busca ativa que elimina o currículo em papel e torna tudo mais fácil e rápido.

A ferramenta proporciona vários benefícios, dentre eles o destaque é a redução considerável do custo inicial e tempo da contratação. Só em relação ao tempo médio de uma contratação a estimativa é de redução em até 80%.

Outro ponto positivo é que essa ferramenta permite localizar pessoas que vivem realmente próximos de onde estão as vagas, minimizando custos com transportes e melhorando a qualidade de vida do profissional e consequentemente a satisfação com o trabalho e sua performance .

Contudo, outros pontos devem ser considerados para uma boa contratação, tais como:

• Definir adequadamente o perfil da vaga cujo profissional pretende contratar;

• Divulgar a vaga nos canais onde a audiência é adequada ao perfil da vaga;

• Confirmar as informações do candidato, existem pessoas que apresentam qualificações que não possuem, ou supervalorizam experiências;

• Na entrevista, buscar conhecer o candidato e suas habilidades e postura perante uma situação de questionamentos.

Enfim, contratar errado possui um custo muito alto e não é simples acertar, mas certamente combinar conhecimento e tecnologia, pode dar ótimos resultados.

Brasil, o país do podcast

Não é à toa que o Brasil foi escolhido pelo Spotify para sediar o primeiro evento 100% focado em podcast da companhia em todo mundo. O Spotify for Podcasters Summit, realizado nos dias 1 e 2 de novembro, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, mostrará aos apaixonados pelo tema porque o consumo de podcast no Spotify no Brasil cresce 21% em média mensalmente desde janeiro de 2018. O evento irá trazer painéis, palestras e workshops com grandes nomes do mercado para mostrar a riqueza da produção, criação e monetização de podcasts, entre outros temas.

Líder absoluto no consumo de podcasts no país, de acordo com pesquisa da VoxNet, o Spotify, plataforma de streaming de áudio mais popular do mundo, dará a oportunidade a podcasters, criadores de conteúdo e o público em geral de trocarem experiências e se inspirarem com insights e informações sobre o atual cenário de podcast, que cresce a cada dia no Brasil e no mundo. Prova disso é que o Brasil é o segundo país que mais consome podcasts, segundo pesquisa Podcast Stats Soundbites , ficando atrás apenas dos Estados Unidos.

O mercado de podcasts no Brasil não para de se movimentar, criando cada vez mais possibilidades aos amantes do conteúdo em áudio. Dezenas de milhões de usuários transmitem conteúdo de podcast mensalmente em todo mundo e a audiência global de podcasts do Spotify cresceu mais de 39% do segundo trimestre para o terceiro deste ano. Além disso, o Spotify atingiu a recente marca de mais de 500 mil podcasts na plataforma.

“Queremos nos tornar a plataforma de áudio número um do mundo e estamos focados no áudio mais do que qualquer outra empresa global. O Brasil é um dos mercados mais importantes para o Spotify em busca desse nosso objetivo, já que 40% dos usuários de internet no país já escutaram podcast, segundo pesquisa do Ibope. Queremos aumentar ainda mais esse número e o Spotify for Podcasters Summit será um marco para a companhia, mostrando ao mercado que o Spotify é a casa dos podcasts”, diz Javier Piñol, Diretor do Spotify Studios na América Latina, que comandará a palestra “Coming Soon”, sobre o os novos Originals do Spotify e também sobre as tendências do mercado.

O Summit terá a participação de dezenas de podcasters, palestrantes e especialistas no assunto. Mia Nygren, diretora-geral do Spotify na América Latina, abrirá o evento com “A aposta no Podcast”, explicando os rumos do mercado e a evolução do produto ao longo dos anos. Além das palestras e workshops, que ensinarão os interessados a criar, produzir e até monetizar um podcast, a Cinemateca Brasileira estará equipada com 3 estúdios de gravação de podcasts. Um deles, chamado de Aquário, receberá grandes podcasters para gravação de episódios especiais. O crossover “Os Maiores Podcasters do Brasil”, por exemplo, terá ninguém menos que Alexandre Ottoni e Deive Pazos (Nerdcast); Cid (Não Ouvo), Edu, Fih e Maíra (Filhos da Grávida de Taubaté); Rodrigo Vizeu e Magê Flores (Café da Manhã); Ju Wallauer e Cris Bartis (Mamilos).

Gêneros de podcast mais ouvidos no Spotify Brasil

1.Sociedade & Cultura
2.Comédia
3.Educação
4.TV & Filmes
5. Notícias
6. Negócios
7. Música
8 Religião & Espiritualidade
9. Lazer
10. Esportes

Top 10 Spotify Originals no Brasil em audiência

1.Café da Manhã
2. Não Ouvo Podcasts
3. Kpapo
4. Eleição Na Chapa
5.Oêa: Copa Feminina 2019
6.Jogo de Damas
7. Reply All
8. Science Vs
9. Serial Killers
10. Xêpa / Não Salvo

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Programa que visa transformar o Centro de São Paulo com inovação de startups tem inscrições prorrogadas até janeiro de 2020

A ISSO!, startup voltada para o desenvolvimento de outras startups e para a criação de um hub de talentos, prorrogou as inscrições para o seu programa HACKEANDO CENTRO até o dia 15 de janeiro de 2020.

O programa, que visa acelerar a transformação urbana e o desenvolvimento social do Centro de São Paulo por meio da construção de um ecossistema de inovação para impulsionar a revitalização da região, levará para o mesmo teto: startups, designers e hackers para desenvolver soluções tecnológicas e desenhar um centro mais:

• Conectado – prédios inteligentes, serviços digitais, internet das coisas, sensores nas ruas e inclusão digital;

• Aberto – o Centro como um ecossistema de inovação aberta, atraindo comunidades de talentos inovadores, colaborando para a criação de um modelo de governança inclusivo, mediante plataformas colaborativas;

• Sustentável e Seguro – inovação para suportar os programas de planejamento urbano, promovendo mobilidade, reciclagem, energias renováveis, economia compartilhada, utilização dos espaços ociosos, valorização do patrimônio histórico e cultural da região central.

De acordo com Alessandro Martineli, CMO da ISSO!, o HACKEANDO CENTRO é uma iniciativa que visa criar um movimento de transformação real, unindo os melhores talentos e recursos. “Temos como objetivo levar o conceito de inovação aberta para além de suas aplicações no mundo corporativo, concentrando-o nos processos complexos de renovação urbana que envolvem uma série de atores públicos, privados e coletivos que devem alinhar suas estratégias e colaborar no que chamamos de Open City Innovation (Inovação em Cidade Aberta). Queremos criar um movimento com a participação da sociedade para ajudar a tornar o Centro em um polo de economia criativa, bem como um local para os millenials morarem e trabalharem”, explica.

Inicialmente, o programa, que conta com inscrições gratuitas e premiação de R$50.000,00 em dinheiro, terá foco nas verticais: SecureTech, UrbanTech e DesignTech. A primeira edição do HACKEANDO CENTRO trabalhará a vertical SecureTech, sob o tema: “Segurança e zeladoria tecnológica para o Vale do Anhangabaú e arredores” e visa atrair startups que têm atuação na área de segurança pública para testar suas tecnologias utilizando dados reais e em um ambiente desafiador, representado pelo Centro de São Paulo.

Os participantes devem ter competências relacionadas ao enfrentamento dos problemas ligados aos desafios propostos pelo programa, por exemplo: profissionais e estudantes das áreas de Arquitetura, Design, Engenharias, Gestão de Projetos e Políticas Públicas, Segurança Pública, Tecnologia da informação e Comunicação.

Para viabilizar o HACKEANDO CENTRO, a ISSO! conta com patrocinadores. Para a primeira edição, que tem duração até maio de 2020, dividido em quatro fases, a startup tem o apoio do Banco Original. “Com os impactos positivos gerados a partir do programa, acreditamos que iremos atrair novos parceiros para as próximas edições”, comenta Martineli.

Para mais informações sobre o programa, inscrições e patrocínio, acesse: http://hackeandocentro.com.br/

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Fintech movimenta R$2 bilhões em regiões esquecidas pelos bancos

Diante das lacunas estruturais sócio-econômicas no Brasil, democratizar o acesso a serviços financeiros é uma maneira de inserir na economia os 45 milhões de brasileiros desbancarizados. Os principais aspectos positivos da expansão da tecnologia financeira no país, como a fornecida pelo Celcoin, responsável por movimentar R$2 bilhões em transações financeiras, apenas neste ano, estão em empoderar a população, gerar de renda e agregar valor para as cidades, principalmente aquelas afastadas de grandes metrópoles, com maior escassez ao acesso dos serviços financeiros.

O Celcoin, aplicativo gratuito que oferece serviços financeiros, é uma fintech que promove inclusão financeira via mais de 20 mil “agentes” – pequenos empreendedores locais, lojistas ou autônomos – que transformam smartphones em terminais para recebimento de contas, boletos, recargas de celular, compra de passagens rodoviárias entre outras operações financeiras.

Lançado em 2016, o Celcoin é responsável por impactar, mensalmente, mais de 2,5 milhões de brasileiros. Operando em 2 mil cidades brasileiras, apenas no primeiro semestre deste ano, movimentou R$ 700 milhões e concentra 65% dos agentes nas regiões Norte e Nordeste. “Em ritmo acelerado, agências bancárias e lotéricas estão fechando as portas e nós temos uma solução que facilita a vida de milhões de pessoas, fornecendo serviços financeiros convencionais, sem burocracias. Nosso objetivo é democratizar o acesso a tecnologia financeira em todo país”, aponta Marcelo França, CEO da fintech. Para expandir suas operações, recebeu R$ 6 milhões de aporte do maior fundo de investimento de impacto social, Vox Capital. A expectativa da fintech é movimentar R$ 3 bilhões em transações financeira até o final de 2019.

Considerado a evolução do correspondente bancário, o aplicativo se tornou uma ferramenta importante em regiões com menor concentração de tecnologia financeira, pois possibilita que as operações aconteçam diretamente pelo sistema e atende a uma população que não tem acesso a bancos ou lotéricas, seja porque vive em lugares distantes ou porque não tem nenhum tipo de relacionamento com as instituições financeiras tradicionais, conhecidos como desbancarizados.

O principal diferencial do Celcoin é a capacidade de gerar receita ao agente e aumentar o fluxo de clientes nos estabelecimentos, sem nenhuma necessidade de investimento ou custo. Os lojistas são bonificados de acordo com o volume de operações realizadas. “O Celcoin já representa, atualmente, de 15 a 20% da renda familiar dos agentes que usam o aplicativo. Juntos, no primeiro semestre, eles já receberam mais de R$ 5 milhões pelos serviços oferecidos.”, aponta Marcelo França, CEO da startup. A fintech também promove maior fluxo de pessoas nos estabelecimentos; em média, 150 pessoas a mais, o que torna ainda mais atrativa esta oportunidade de negócio.

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Ética, a empresa sem jeitinho

Por Francisco Camargo

Pessoas que clamam por ética, as mesmas que pedem recibo em dobro no taxi, atestados médicos para o filho fazer prova substitutiva sem pagar, furam fila, batem em carro parado e vão embora e tantas outras pequenas e grandes infrações éticas. Mudar a cultura do jeitinho brasileiro demora, mas pode ser acelerada se as empresas derem o exemplo. O papel delas na busca por uma sociedade mais ética é um dos mais importantes. São as empresas que geram trabalho, provisionam produtos e serviços ao mercado, representam a parcela mais significativa da arrecadação de tributos.

O que é noticiado pela mídia não depõe a favor das empresas em questões éticas, corrupção em diversos graus e em diversos níveis em grandes corporações. As médias e pequenas empresas certamente têm problemas, mas isso raramente dá notícia.

E o arcabouço legal existe, e prevê até a liquidação da empresa. Entre as principais leis, está a Lei Federal nº. 12.846/2013, que responsabiliza empresas e seus dirigentes e é um importante recurso no combate à corrupção, pois permite a punição em outras esferas além da judicial, de pessoas jurídicas que corrompam agentes públicos, fraudem licitações e contratos ou dificultem atividade de investigação ou fiscalização de órgãos públicos, entre outras irregularidades.

Algumas iniciativas têm mostrado sua capacidade de disseminar práticas éticas em setores da economia, como associações de empresas que criaram políticas anticorrupção. O objetivo é as estimular a adotarem, formalmente, os mais altos padrões éticos e morais no trato de seus assuntos, quer internos, quer externos. Desde manter as melhores práticas no relacionamento com os clientes, fornecedores, concorrentes, colaboradores e agentes governamentais até criar regras formais para implementá-las, adotando um Programa Formal de Integridade.

Como a própria lei compreendeu, a única forma de ter visibilidade sobre o comportamento ético de empresas e dirigentes é por meio de um canal de denúncias, anônimas, em que o denunciante não sofra constrangimento ou tema represálias.

Essas iniciativas oferecem para as empresas associadas canais de denúncias anônimas, gratuito, que permitem denunciar acontecimentos que não estejam em conformidade com os padrões éticos e morais estabelecidos pelas normas das empresas ou pelas leis do país.

A adesão a ela tem crescido constantemente, desde pequenas às médias empresas. Um exemplo disso foi de uma tradicional companhia de distribuição de tecnologias de infraestrutura de segurança de TI, cujo antigo programa de integridade se resumia a um código de ética convencional, e que foi totalmente revisto e adequado à iniciativa de construir uma empresa ética.

Essas ações são extremamente bem-vindas em um contexto de muitas práticas desonestas, algumas até consagradas no mercado como “levar bola” no setor comercial. E outras realmente criminosas. Pesquisa global feita pela Ernst & Young (EY) mostrou que para 96% dos profissionais brasileiros entrevistados as práticas de suborno ou corrupção ocorrem amplamente nos negócios.

Informações do Ministério do Trabalho e Emprego e do Tribunal Superior do Trabalho – TST – dão conta que o assédio moral foi a denúncia mais feita no país nos últimos dez anos. Cerca de sete em cada dez empresas possuem casos de assédio relatados.

Ainda sobre a necessidade de ajuste de conduta corporativa, a proteção dos dados pessoais coletados ou tratados ou armazenados na empresa é outra obrigação prevista na Lei 13.709/18, que entra em vigor em agosto de 2020.
A Lei Geral de Proteção de Dados, como é conhecida, limita a coleta e o armazenamento de dados de clientes, usuários, colaboradores, funcionários, visitantes etc., por empresas de todos os portes e segmentos. Sanções e pesadas multas, que podem chegar a 50 milhões de reais, poderão ser aplicadas a quem descumprir essas e outras obrigações.

É verdade que a Lei não faz distinção entre os tipos de vazamentos de dados, se intencionais ou se a empresa foi vítima de um ataque de cibercriminosos. Isto certamente vai ser um grande problema para as pequenas e médias empresas, sem recursos para contratar consultores para definir sua governança de dados, seu responsável pelos dados, nem as soluções de segurança da informação necessárias para não serem vítima de ataques e vazamentos.

Diante desses e de outros desafios contra a corrupção e a lavagem de dinheiro, sem dúvida, passou da hora de as empresas ajustarem suas práticas para transformar o ambiente corporativo e todas as suas relações de modo a priorizar o incentivo e a fiscalização de práticas que atendam à legislação.

Tais iniciativas, com canais de denúncias anônimas, permitem replicar procedimentos de excelência não apenas para a observância das leis, mas para a construção de uma sociedade melhor.

Algumas nuances dos programas de integridade

A relação das empresas com entes públicos é o ponto crítico a ser observado na Lei Anticorrupção. Os códigos de ética e conduta vedam às associadas, integrantes, terceiros e colaboradores oferecer, prometer, fazer, autorizar ou proporcionar (direta ou indiretamente) qualquer vantagem indevida, pagamentos (incluindo pagamentos de facilitação), presentes ou a transferência de qualquer coisa de valor para qualquer pessoa, seja ela agente público ou não, para influenciar ou recompensar qualquer ação oficial ou decisão de tal pessoa em benefício próprio ou da associação. Também proíbem condutas de ação ou omissão, que possam significar violação aos princípios e valores firmados nesses programas, à legislação vigente, em especial à Lei Anticorrupção, Lei de Improbidade Administrativa, Lei de Licitações e Lei de Lavagem de Capitais.”

Um dos deveres das associadas é comunicar à entidade qualquer violação e suspeita de violação de condutas vedadas neste documento. Além disso, todos os contratos celebrados com a entidade devem conter cláusula anticorrupção, fazendo menção ao código de ética, bem como todas as associadas e todos os terceiros deverão ser incentivados a adotar cláusulas anticorrupção nos demais contratos que venham a celebrar.

O código prevê ainda sanções, que vão da suspensão do direito de voto; passando por advertência por escrito, reservada; advertência por escrito, pública; suspensão temporária dos direitos associativos até a exclusão do quadro social.

Ter um país com empresas éticas, mesmo que punições sejam necessárias para isto, é o resultado que se espera. Ninguém mais suporta as constantes e diversas formas de corrupção nas instituições brasileiras. Esse ‘jeitinho’ de conseguir vantagens e burlar regras não apenas afronta as leis, mas frustra sonhos e estanca oportunidades para a população, além de travar a economia e comprometer o bem-estar de toda uma sociedade.

*Francisco Camargo é Presidente do Conselho da ABES, CEO da CLM, distribuidor latino-americano de valor agregado de Segurança da Informação e Infraestrutura Avançada.

Shoppings têm aumento de 7,2% nas vendas do 3º trimestre

De acordo com o Índice Cielo de Varejo em Shopping Centers – Abrasce (ICVS-Abrasce), as vendas do setor cresceram 7,2% no terceiro trimestre deste ano, em relação ao mesmo período de 2018. No acumulado anual, o setor tem variação positiva de 8%.

Entre os fatores que contribuíram para o avanço considerável do setor estão a expansão do volume de crédito e a redução da inflação – que colaborou para aumentar o poder de compra das famílias -, além do crescimento da confiança do consumidor e da melhoria, mesmo que pequena, de oferta no mercado de trabalho. “Além disso, as datas comemorativas também impulsionaram as vendas no 3º trimestre. No Dia dos Pais, registramos aumento de 5,1%; e de 16,8% na Semana do Brasil, evento inédito que movimentou o varejo brasileiro”, afirma Glauco Humai, presidente da Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce).

O ticket médio entre os meses de julho e setembro reforça que os consumidores estão confiantes e gastando mais nos shoppings. A média do valor desembolsado nos empreendimentos foi de R$ 96,34, superando a média dos 1º e 2º trimestres deste ano, sendo 4% maior em comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 92,97, no terceiro trimestre de 2018).

O destaque do período foi julho, com crescimento de 10,5% nas vendas. “As férias escolares e o lançamento de filmes infantis, com sucesso de bilheteria, foram determinantes para alavancar os números do mês, que apresentou a segunda maior alta do ano. Fevereiro continua com o melhor resultado de 2019, quando as vendas tiveram elevação de 11,7%”, reforça o presidente da Abrasce.

O setor segue otimista, mesmo diante de um crescimento econômico ainda muito discreto, investindo em melhores ofertas e novas formas de consumo. “Os shoppings estão atentos às tendências mundiais para sempre inovar e atender às necessidades de seus clientes, em todos os canais, seja on ou offline”, ressalta Humai.

EXPECTATIVAS

A expectativa da Abrasce é que o setor continue crescendo até o final do ano e, por isso, a entidade mantém a projeção de 7% de crescimento em 2019. Em outubro, por exemplo, os shoppings tiveram ótimo desempenho de vendas no Dia das Crianças, com alta de 9,9% em relação a 2018, superando uma das datas mais importantes do varejo, o Dia das Mães (9,4%).

“A Black Friday e o Natal são épocas que movimentam muito o comércio de forma geral e acreditamos que os saques do FGTS contribuirão com os resultados. Além disso, outros fatores, como a aprovação da Reforma da Previdência, a Lei da Liberdade Econômica e os movimentos a favor de uma reforma administrativa têm um efeito positivo sobre o ambiente de negócios, impactando as expectativas, tanto do empresário como do consumidor”, finaliza Glauco Humai.

Atento nomeia Gustavo Tasner como Diretor de Operações

A Atento S.A. (NYSE: ATTO), líder em serviços de gestão de relacionamento com clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO) na América Latina, e um dos cinco maiores provedores no mundo, anunciou hoje a nomeação de Gustavo Tasner como Diretor de Operações e membro de seu Comitê Executivo, com vigência a partir de 01 de novembro de 2019. Gustavo Tasner reportará diretamente ao CEO da Atento, Carlos López-Abadía.

Ele reforçará as operações globais da Atento, otimizando a excelência da prestação de serviços e melhorando a infraestrutura tecnológica.

Antes de ingressar na Atento, Gustavo Tasner trabalhou 14 anos na Capgemini, onde liderou importantes transformações operacionais, desenvolveu recursos digitais e ocupou posições fundamentais, como Chefe de Operações de Serviços Empresariais para as Américas, supervisionando 10 centros de prestação de serviços distribuídos pelos EUA, Canadá, Brasil e Guatemala, atendendo 22 países. Antes disso, foi diretor de operações de Serviços Empresariais da Capgemini para a América Latina e chefiou as operações de prestação de serviços para a divisão latino-americana de BPO da Capgemini, entre outros cargos.

“Temos o prazer de anunciar a chegada de Gustavo à Atento. Suas sólidas credenciais e sua impressionante experiência em operações e tecnologia serão peças fundamentais para avançar na transformação da nossa empresa e chegar à nova geração de soluções de experiência de cliente”, disse Carlos López-Abadía, CEO da Atento. “Continuamos reforçando nossa equipe de liderança com os melhores talentos, para conseguir a melhor experiência de cliente disponível no mercado, gerando valor para nossos clientes, funcionários e acionistas”, acrescentou López-Abadía.

“Estou muito entusiasmado por integrar a equipe da Atento e contribuir com a ampla variedade de ofertas que a empresa está constituindo. A equipe está criando infraestruturas digitais e tecnológicas que irão nos diferenciar de todos os concorrentes no setor de CRM/BPO. Acredito que a inspiração, a direção estratégica e o potencial de crescimento desta empresa líder de mercado são enormes”, disse Gustavo Tasner. “Estou ansioso para fazer parte da família Atento e trabalhar junto com a equipe, para alcançar a próxima geração de soluções de experiência de cliente em nossos mercados”.

Experiência adicional

Antes da Capgemini, Gustavo Tasner passou 17 anos em funções gerenciais, principalmente nos setores de serviços financeiros e na indústria automotiva, onde esteve ativamente envolvido no desenvolvimento de projetos de alto destaque financeiros e de RH, bem como de startups.

Gustavo Tasner é Bacharel em Ciências Econômicas pela Universidad Argentina de la Empresa (UADE), tem um mestrado em Administração de Negócios Industriais pela Universidad Católica Argentina (UCA) & EOI (Madri), e concluiu um Programa de Gerenciamento Avançado na Escola Empresarial IAE, na Argentina.

eSolidar anuncia Telma Figueiredo como Country Manager no Brasil

A eSolidar , plataforma portuguesa de impacto social que oferece às instituições de caridade ferramentas fáceis para atrair recursos e aumentar a visibilidade, anuncia a administradora de empresas Telma Figueiredo como Country Manager para o Brasil.

Com pós-graduação em Finanças pela Business School São Paulo, se especializou na área financeira e possui experiências de mais de 10 anos na multinacional Grupo Tracker, conhecida pelas soluções para rastreamento de veículos. Além disso, atuou também no segmento de administração de obras e reformas de imóveis de alto padrão para locação e venda de uma familly office.

De acordo com a executiva sempre foi um desejo trabalhar com causas que ajudassem pessoas. “Já estava no meu DNA a vontade de trabalhar com propósito, mas foi a frente da eSolidar que encontrei uma maneira prática de alavancar ongs organicamente, além de promover interação de empresas com vocação solidária, funcionários, voluntários e doadores em ações que façam sentido em suas vidas”, explica administradora.

A profissional chega à eSolidar no momento em que a plataforma soma cerca de 50 mil usuários e mais de 800 instituições sociais em todo o mundo. Ao todo, a empresa já arrecadou mais de R$ 2 milhões para causas sociais, além de contar com parcerias com mais de mil celebridades internacionais, que incluem personalidades como o jogador português Cristiano Ronaldo e as cantoras Lady Gaga e Katy Perry. Recentemente a startup contou com a parceria da edição Rock in Rio 2019 com leilões de artigos de bandas e cantores de todo o mundo.

Cadastro Base do Cidadão vai na contramão da LGPD

O Cadastro Base do Cidadão (CBC), que entrou em vigor no dia 10 de outubro, que reúne informações pessoais da população, unificando a identificação do cidadão para prestação de serviços públicos “está na contramão da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD)”, avalia o advogado Lucas Paglia, sócio da P&B Compliance, empresa especializada em consultoria, gerenciamento, análise e redução de riscos nos processos administrativos. O decreto foi uma promessa da campanha eleitoral de Jair Bolsonaro, que defendia melhorias disciplinares na gestão dos dados de todos os cidadãos brasileiros.

O decreto 10.046/19 do CBC, define os requisitos de centralizar os dados pessoais de todos os brasileiros e que poderão ser compartilhadas entre as diversas esferas do governo, de acordo com critérios definidos por um comitê de governança, que deverá ser formado apenas por representantes do governo. A 1ª versão do cadastro será formulada com os dados já disponíveis no CPF (Cadastro de Pessoa Física), como o número do documento, nome completo, nome social, data de nascimento, sexo, filiação, nacionalidade, naturalidade. Ficam excluídos dados protegidos por sigilo fiscal, sob gestão da Receita Federal.

Segundo Paglia, a medida traz certas adversidades, porque foi criada sem um debate prévio de como seria o cadastro dos cidadãos, além da falta de explicação sobre as finalidades da coleta dos dados. “Da forma como ela foi elaborada, pode ser principalmente uma ameaça ao direito à privacidade das pessoas”.

O especialista avalia que há situações sensíveis em relação ao procedimento do decreto quanto à coleta dos dados biométricos, como da palma da mão, digitais dos dedos, retina ou íris dos olhos: “Como será realizado, de fato, o armazenamento desses dados? Qual a política pública por trás na segurança da informação desses dados recolhidos? Quais serão os termos de uso das informações?”, questiona ao também mencionar que a atividade extrapola os limites de alçadas como da própria Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que não previa esse decreto.

De acordo com o Governo Federal, o decreto vai garantir os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, bem como outros fundamentos, como da autodeterminação informativa (que dá direito ao acesso, correlação e exclusão de informações pessoais presentes em bancos de dados) e a inviolabilidade da intimidade.

Porém, até o momento, o governo não deixou claro como o decreto vai melhorar o serviço público. A única questão visível e preocupante com o decreto é que o cidadão não terá decisão sobre suas informações, perdendo assim o controle sobre todos os seus dados, que passam a ser de posse do Estado.

Paglia defende que seria interessante ter uma base de dados geral, em que o cidadão não precisasse levar todas as documentações para realizar algum procedimento, como atendimento médico. “Fazer uma solicitação junto a um órgão público e ter no mesmo instante os seus dados, como o comprovante eleitoral, seria ágil e reduziria o tempo de espera” diz.

Mas, segundo o especialista, a formulação do decreto possui muita nebulosidade quanto ao domínio das próprias informações que cada cidadão tem direito, o que bate de frente contra as medidas da LGPD. “Ou seja, é preciso construir um mecanismo de governança, ouvindo a sociedade, para que essa iniciativa seja efetiva, eficiente e, ao mesmo tempo, que mantenha o sigilo de cada indivíduo”, enfatiza.

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Black Friday: Como conquistar o cliente pelo atendimento

Por Fábio Matias

A Black Friday é o período do ano mais esperado por consumidores e empresas, principalmente as do varejo. Isso porque os consumidores aguardam a data para comprar aquele produto que estão querendo há tempos, com o melhor preço e as melhores condições de pagamento. Já as empresas vêm na época a maneira de se diferenciar, fortalecer a marca e se tornar referência para o cliente, como melhor experiência de compra e atendimento.

Porém, a cada dia está mais difícil alcançar o consumidor pelos métodos convencionais. Isso porque ele pode estar em qualquer plataforma e não se encanta mais somente pelo preço. Embora esse seja o atrativo inicial, para que feche a compra é preciso mais do que isso. Ele precisa saber, com certeza, que a empresa está apta a atendê-lo com excelência, desde a pré-compra até o pós-compra, passando pelas etapas de entrega e assistência.

Por isso, acredito que para as empresas se destacarem, ainda mais em uma época tão concorrida como é a Black Friday, a melhor alternativa é investir no atendimento, considerando opções online e offline, de acordo com o perfil do público. Destaco sete delas a seguir, que podem transformar a relação da marca com os clientes, tornando-a mais próxima, eficiente e duradoura.

PDVs (Pontos de Venda) – Se a intenção é focar em determinado produto ou serviço para a data, seja pela relevância e aceitação do item, seja por uma questão de equilíbrio de estoque, o PDV pode ser uma boa escolha como canal de vendas, desde que o público seja aquele que busca um funcionário para tirar dúvidas, que o vendedor não interfira na jornada do cliente e que a equipe domine plenamente as informações necessárias sobre os produtos e serviços oferecidos. Isto facilita o processo para a decisão de compra.

E-mail – Considero uma das melhores alternativas para informar as ofertas, pela riqueza de informações possíveis, porque o e-mail pode ser aberto como, quando e onde o consumidor quiser. Mas, cuidado: ele não deve ser disparado sem critério, com o objetivo de atingir mais e mais pessoas. Uma estratégia bem pensada privilegia o consumidor fiel e busca atingir clientes atuais e consumidores em potencial que já tenham tido algum contato com a loja, tendo manifestado algum interesse em novidades e notícias da empresa. Caso contrário, seu e-mail será mais um a ser excluído e, pior ainda, poderá afastar o cliente da marca.

Telefone – Para que o consumidor tire dúvidas e possa saber mais sobre a empresa, o telefone ainda é um canal utilizado. No entanto, para otimizar a experiência, é imprescindível tomar cuidado com o tempo de espera e os menus intermináveis. Afinal, ninguém gosta de ficar esperando para ser atendido, e o consumidor está sempre em busca de maneiras de conseguir o que quer da maneira mais rápida possível.

Além disso, existem leis e regras específicas que protegem os clientes e os operadores telefônicos como, por exemplo:

• O atendente não pode exceder seis horas diárias, ou 36 horas por semana, de trabalho;

• É necessária uma infraestrutura de atendimento telefônico, com computador, microfone e fone de ouvido;

• As ligações para números de SAC devem ser gratuitas;

• A espera por atendimento não deve exceder mais do que um minuto.

Chat – Para este tipo atendimento, a conversa com o cliente em tempo real e a interação no ambiente da empresa – com o chat embarcado no site corporativo ou na página na rede social – são as principais vantagens. Também conta muito neste formato a capacidade de atender muitas pessoas ao mesmo tempo, condição possibilitada quando o chat funciona de forma combinada com um robô, com possível transbordo para um atendente em caso de necessidade. Para que essa estratégia alcance os resultados esperados, o chatbot precisa ser pensado desde a personalidade (seu comportamento) até as necessidades de aprimoramento, de acordo com os inputs do público. O que as empresas ganham com isso? Agilidade no endereçamento correto da necessidade do cliente, otimização da mão de obra disponível e análise de oportunidades.

SMS – Assim como o chat, o SMS oferece maior flexibilidade e conveniência para comunicar os clientes, aproximando os consumidores das marcas, pois alia a mobilidade e facilidade dos celulares a informação útil, neste caso, relacionada a produtos e serviços. Considerando que no Brasil, segundo dados de mercado, cada pessoa costuma conferir o mobile de 150 a 200 vezes por dia, em média, o SMS se torna uma opção válida e de baixo custo para as empresas se comunicarem com seus clientes, com as vantagens de que o envio é praticamente instantâneo e de que 98% das mensagens são lidas em até dois minutos. Além disso, é uma solução de fácil utilização, não dependendo de pacote de dados ou de conexão para confirmar entrega de mercadoria, avisar sobre o horário de funcionamento da loja ou informar sobre a disponibilidade do produto, dentre outras muitas aplicações.

WhatsApp – É o canal de comunicação de alta preferência dos consumidores brasileiros. No país, o aplicativo é usado por 89% das população e ocupa o terceiro lugar entre as redes sociais mais usadas, perdendo apenas para YouTube e Facebook, segundo o relatório Digital In 2019. Pode ser aplicado para atender o cliente com dúvidas, atuar na resolução de problemas e enviar status dos pedidos feitos em quaisquer canais de venda, físicos ou on-line, por exemplo. No entanto, embora tenha muitas vantagens e capilaridade, as empresas precisam ter estratégias bem definidas para este canal, com processos e estrutura para, assim, garantir mais engajamento e fidelização dos consumidores.

Redes sociais – Diante da velocidade das interações digitais, é quase impossível ficar de fora das redes sociais. Afinal, muitos consumidores usam as plataformas para compartilhar suas histórias e experiências com marcas, produtos e serviços. Porém, é preciso avaliar onde o seu consumidor está e investir em comunicações diferenciadas em cada rede. Também é fundamental que a empresa tenha um diálogo consistente, independentemente da rede social escolhida. Para evitar discordância em anúncios, postagens e respostas de comentários, você pode contratar uma equipe responsável por essa área. Dessa forma, você se mantém sempre ativo nas redes sociais e evita que alguém não seja atendido. Uma outra dica é automatizar o atendimento via redes sociais, por meio de um chatbot. Essa tecnologia permitirá fazer configurações para um atendimento mais ágil e rápido, poupando tempo e recursos.

Todos esses canais facilitam a abordagem e a interação com o cliente, possibilitando que o relacionamento construído na Black Friday perdure por muitas outras ações e datas importantes para a marca.

Fábio Matias, vice-presidente de Negócios da Zenvia, plataforma de comunicação que simplifica a relação entre empresas e consumidores

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