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Beers&Bytes chega a sua 13ª edição com discussões sobre tracking, design system e validação de regras em aplicativos

O mercado de tecnologia cresce e se atualiza quase que diariamente, por isso, a conexão entre profissionais do setor é importante para fomentar o cenário e ampliar as inovações possíveis. Pensando nisso, o Grupo ZAP realiza a 13ª edição do Beers & Bytes, evento que visa discutir sobre temas importantes, nesta edição tópicos serão abordados temas como mapeamento das ações de usuários e como esses dados ajudam a melhorar e otimizar as buscas; Design System criado pelo Grupo ZAP e, por fim, os aprendizados de se lidar com as mais de 190 milhões de imagens ativas e um volume diário de 2,5 milhões de novas fotos.

As conversas serão baseadas em casos reais de sistemas criados pelo Grupo ZAP e que atendem milhões de usuários todos os dias, explorados com profundidade. O evento ocorrerá na sede da empresa em São Paulo (SP), no próximo dia 16/05 das 15h até 20h, além das discussões, ocorrerá um happy hour descontraído para todos os participantes possam realizar networking.

Na última edição, ocorrida em dezembro de 2018, o evento demonstrou experiências práticas que relacionadas a Kubernetes, VueJS, Kafka, Firebase, Elastic Search e NodeJS e a adesão da comunidade tecnológica superou às expectativas. O encontro contou com a participação de engenheiros, desenvolvedores, profissionais de UX de diversas empresas de tecnologia do Brasil, além de estudantes da área.

Serviço:

Local: Sede Grupo ZAP: Rua Bela Cintra, 539 – Consolação, São Paulo (SP)

Data e Horário: 16/05/2019, das 15h às 20h

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Volkswagen faz parceria com IBM e Centro Paula Souza para formar profissionais da Era Digital

Estudantes da Etec Jorge Street, de São Caetano do Sul

A Volkswagen assinou hoje parceria com o Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo, para participar da implementação no Brasil do modelo educacional P-TECH. O programa chegou ao País no fim de 2018 e foi desenvolvido pela IBM nos Estados Unidos em 2011. O modelo combina ensino médio com universitário para possibilitar que estudantes tenham as competências e a formação necessárias em novas tecnologias, além de proporcionar oportunidade de mentoria e estágios em empresas.

A participação da Volkswagen no projeto beneficiará, nos próximos cinco anos, 200 estudantes da Escola Técnica Estadual (Etec) Jorge Street, de São Caetano do Sul. O ingresso dos alunos ocorre pelo Ensino Médio com Habilitação Técnica Profissional em Desenvolvimento de Sistemas, com conclusão por meio do curso superior tecnológico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

“Vivemos hoje na indústria automotiva uma verdadeira revolução tecnológica, com carros e processos cada vez mais conectados. Queremos preparar as pessoas para esta nova era, contribuindo com a formação de profissionais capacitados para a transformação digital”, afirmou Marcellus Puig, Vice-Presidente de Recursos Humanos da Volkswagen do Brasil.

Eles terão a oportunidade de vivenciar na fábrica Anchieta da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, 200 horas anuais de práticas profissionais, realizadas nos três anos iniciais do curso. Conhecerão as áreas de Tecnologia de Informação e Desenvolvimento do Produto, as inovações da Indústria 4.0 aplicadas no processo produtivo, o Laboratório de Protótipo Virtual e tecnologias avançadas como o Manual Cognitivo de modelos como o Virtus e T-Cross.

“Esse novo modelo de ensino possibilita que os alunos apliquem no ambiente real de trabalho a teoria que aprendem em sala de aula. É a maneira mais eficiente de articular a formação profissional com as necessidades e inovações do setor produtivo”, afirma Laura Laganá, diretora-superintendente do Centro Paula Souza.

Os estudantes também receberão o apoio de profissionais da Volkswagen do Brasil, que atuarão como mentores no projeto. Os jovens formados no P-TECH terão prioridade para contratação pelo programa de estágio da Volkswagen.

A IBM, por meio de seus esforços de Responsabilidade Social Corporativa, anunciou no Brasil o lançamento do modelo educacional P-TECH em dezembro de 2018, como parte de suas iniciativas para apoiar o desenvolvimento de futuros profissionais. Por meio do programa, a IBM contribui com mentoria e informações sobre as competências do profissional de tecnologia do futuro, oferece aos estudantes palestras sobre temas como carreira, inteligência artificial, nuvem, blockchain e outros, além da divulgação de vagas de estágio remunerado na IBM. Depois de se formarem, os alunos terão entrevistas garantidas para vagas disponíveis.

Segundo estudo publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico* (OCDE), o Brasil tem uma das mais baixas participações em graduados nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM): 17% em comparação à média de 24% da OCDE. O P-TECH quer mudar este cenário promovendo o desenvolvimento de competências profissionais relacionadas com os campos STEM, preparando estudantes para a economia digital, combinando o conteúdo acadêmico e técnico da formação profissional com experiências práticas dentro de empresas. Além disso, o modelo educacional possibilita de forma inédita nas instituições públicas do País a articulação dos Ensinos Médio, Técnico e Superior.

“A tecnologia está presente em todos os setores e devemos agir para desenvolver a futura força de trabalho. Estamos animados em ter a Volkswagen implementando esse programa inovador conosco e incentivamos outras empresas a replicar o modelo P-TECH e apoiar a formação de profissionais do século XXI”, afirma Tonny Martins, presidente da IBM Brasil.

* Fonte: “Education at a Glance 2018” OEDC.

Kovi capta US$ 10,6 milhões e faz maior rodada de investimento seed no Brasil

Uma das startups que mais crescem no País, a Kovi agora se prepara para uma nova fase de crescimento ao fazer uma das maiores rodadas de aporte no Brasil, e captar US$ 10,6 milhões em investimento seed. Com o aporte, a empresa visa manter seu franco crescimento, ampliando o desenvolvimento de sua plataforma através de novas melhorias e novas contratações.

Com modelo inovador, a Kovi, que faz parceria com montadoras e locadoras, possibilita que essas empresas cresçam neste mercado com um risco reduzido, podendo prestar o serviço de aluguel de carros sob demanda para motoristas de apps de transporte individual. Setor que tem média de crescimento de 20% por semana, e neste primeiro trimestre de 2019 já multiplicou em dez sua frota de carros. Dentro do mercado de mobilidade, é considerada uma das startups com maior potencial no País.

A Kovi tem a visão de prestar serviços essenciais, desde aluguel de carros, motos, seguro e empréstimos para Gig-Workers, como motoristas de aplicativos ou entregadores das plataformas Rappi, iFood, Loggi, Uber, 99, entre outras, com a missão de dar a melhor condição de vida e trabalho para esses usuários.

“Queremos ajudar um país de 13 milhões de desempregados, e acreditamos que a Kovi irá facilitar ainda mais a entrada de novas pessoas nestas plataformas. Acreditamos em uma nova economia em que os bens serão transformados de posse para consumo”, explica Adhemar Milani Neto, cofundador e CEO da Kovi.

A empresa trouxe um pool dos melhores investidores, entre elas a Monashees (um dos maiores VCs Latam), a YCombinator (maior aceleradora do mundo e investidora da Rappi, AirBnB), Kevin Efrusy (Accel partner) e a Maya Capital (fundado pela filha de Jorge Paulo Lemman). Os fundadores também foram executivos da 99/Didi, primeiro unicórnio brasileiro.

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Mapa Startup + Indústria do Brasil

A Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, realizaram o primeiro mapa Startup + Indústria do Brasil. Com o apoio das entidades ABDI, ABII, ABIMAQ e FIESC, participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades. A partir dos dados atualizados foi construído uma análise cruzando as informações obtidas de ambos os públicos. Obter a visão das expectativas e necessidades da indústria foi fundamental para traçar a análise das respostas das startups participantes. Confira abaixo os principais dados computados:

INDÚSTRIA NO BRASIL

– Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0;

– De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Indústria, como um todo, representa 22% do PIB do Brasil;

– Responde por 49% das exportações;

– por 67% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado;

– por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para se ter ideia da importância desse movimento econômico, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia como um todo, sendo que nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 no comércio e serviços.

PERFIL DAS STARTUPS COM SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA

São Paulo é, definitivamente, a maior influência nacional quando falamos de ecossistema de startups. Das 81 cidades mapeadas, a maior cidade do país representou também o maior índice de startups mapeadas: 19% do volume total;

A capital paulista e São José dos Campos foram as duas representantes do estado entre as 10 cidades mais representadas no Mapa Startup+Indústria, colocando São Paulo em segundo lugar em representatividade, atrás apenas de Santa Catarina;

O estado do Santa Catarina está no topo da lista com 30% da representação total, o que mostra o crescimento cada vez mais constante da maturidade catarinense no desenvolvimento do seu ecossistema de inovação dos últimos anos;

25% das startups mapeadas têm até dois anos de operação, tempo que compreende um processo de amadurecimento na constituição desses negócios iniciantes;

O número de startups com até dois sócios na sua formação chega a 47%, sendo que 38% dessas empresas têm dois sócios na composição societária;

Ainda em relação aos sócios, 84% do número total são homens;

É interessante analisar que a maior parte dos sócios – tanto homens quanto mulheres –, estão na faixa etária entre 30 e 44 anos;

EMPREGABILIDADE

São Paulo é o estado com o maior número de colaboradores indicados no mapeamento, com cerca de 31% do total informado na pesquisa. Seguido por Santa Catarina, com 29% e Minas Gerais, com 10%, logo na terceira posição;

O Sudeste, assim, é a região com o maior número de colaboradores mapeados pela pesquisa, compondo 47% do total pesquisado;

Ainda sobre o total de colaboradores, 76% têm uma média de idade entre 20 e 30 anos e 48% estão em startups com o nível operacional considerado em escala, ou seja, com alta capacidade de crescimento exponencial no mercado;

FATURAMENTO X MATURIDADE DO NEGÓCIO

26% das startups mapeadas faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, correspondendo ao maior grupo dentre os pesquisados. Dentro deste grupo, Santa Catarina é o estado que possui a maior representatividade, com 37% do total das startups que geram essa faixa de faturamento anual;

São Paulo segue em segundo, com 22%. A relevância do ecossistema do estado de São Paulo foi determinante no grupo de startups que faturam acima de R$ 5 milhões: 29% das startups que superam esse faturamento anual são do estado. Deste número, 19% foram constituídas na cidade de São Paulo.

FATURAMENTO POR FASE

Dentro das startups mapeadas, 15% estão na fase de Tração dos seus negócios, faturando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano;

O segundo grupo com o maior número de startups encontra-se no estágio de Operação, com 11% do total mapeado;

Do grupo que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, 11% encontram-se na região Sudeste – este número representa o maior grupo de startups entre as regiões do país;

TEMPO DE OPERAÇÃO X FATURAMENTO

Dentro das startups pesquisadas, 25% têm entre um e dois anos de operação, seguido pelo grupo das startups com até 1 ano de operação, com 22% do total;

Do grupo de startups mais maduras do Mapa, aquelas que possuem mais de 5 anos de operação, 6% dessas faturam entre R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.

ACELERADAS

O número de startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração é quase a metade do total pesquisado. De acordo com o Mapa, esse número chega aos 46%, com uma predominância em São Paulo e Santa Catarina;

No estado de São Paulo, o grupo de startups com o maior número de aceleradas refere-se às empresas com faturamento médio anual entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O maior grupo em Santa Catarina chega aos 7%, porém com outra faixa de faturamento, girando valores de até R$ 50 mil por ano.

MODELO DE NEGÓCIO

SaaS (Software como Serviço) foi o mais citado sendo o modelo de negócios de 35% das startups mapeadas. Seguido por Outros com 16% e App (aplicativo) com 14%. Do número total de empresas que atuam com SaaS no mercado, 11% são de Santa Catarina, 10% de São Paulo e 4% do Rio Grande do Sul;

Dentro das cinco principais áreas para as quais as soluções das startups mapeadas são direcionadas Vendas/Comercial é a mais citada com 19% do total, seguida pela Produção com 15% e Marketing e Comunicação, com 13%. As outras duas áreas são Logística, representando 11% das áreas de atuação das startups e Outros, com 8%, fechando a lista;

5% das startups mapeadas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano são de áreas ligadas ao Comercial/Vendas dos seus clientes. É a maior representação apontada pela pesquisa.

SOLUÇÃO

Quando falamos sobre a orientação da solução da startup, buscamos colocar o foco do seu produto e/ou serviço que possa gerar um benefício claro para o seu cliente. De acordo com o Mapa, 20% do total das startups trabalham orientadas para Redução de custos e/ou perdas, seguido por soluções orientadas à Inovação e Tecnologia com 19% do total.

SETORES

Considerando os setores para os quais as startups já venderam algum tipo de solução, 8% do total afirmam já ter vendido para a Indústria de Tecnologia da Informação e para a Indústria de Alimentação e Bebidas. O mercado de Tecnologia da Informação, por exemplo, prevê um crescimento de 10,5% no Brasil em 2019, de acordo com o IDC Brasil;

Outros setores representativos da indústria mapeados foram o Metalmecânico, o Têxtil e o Farmacêutico, com 5% de atuação global das startups cada.

PRINCIPAIS OBSTÁCULOS

Assim como a Spin vê constantemente nas startups com que se relaciona, a dificuldade de acesso ao capital também foi vista como algo relevante no mapeamento. Do total das startups mapeadas, 26% têm esta dificuldade como a principal durante a sua jornada empreendedora. Logo em seguida vem o Mercado, 18% e Recursos Humanos, 16%, como principais obstáculos que as startups enfrentam.

FONTE DE INVESTIMENTOS

Para as empresas que estão buscando escalar seus negócios, o Capital Próprio é a principal origem desses recursos apontado por 24% das startups;

Modalidades mais maduras de investimento, como Venture Capital, vêm em seguida na preferência de 20% das startups que estão criando escala.

RECURSOS

Para 66% das startups mapeadas, o Capital Próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes;

Em segundo lugar vem o Investimento-anjo, com 13% do total;

A grande maioria aponta o Brasil como o país de origem desses recursos financeiros – uma representação que chega a 94% do total das startups.

Para conferir o mapa completo com gráficos e outros dados, acesse: http://www.mapastartup.com/

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Carreiras digitais: minha profissão vai morrer?

Por Andrea Tedesco, Mentora de Carreiras da Digital House

No final do século XX, entramos na Era da Informação, momento em que os avanços tecnológicos mudaram a forma como nos comunicamos uns com os outros. No entanto, o processo de transformação vem acontecendo desde sempre, tanto no mundo corporativo como no intelectual. Nos últimos anos, passamos pelos processos de automatização – nuvem, machine learning, IoT, reconhecimento de voz – com o objetivo de desenvolver novas experiências, modelos de negócios, processos, produtos, serviços e conexão de diversas áreas.

É importante reforçar que o processo de transformação digital não é uma tendência e, sim, uma realidade. Contudo, não se faz isso da noite para o dia, mesmo sendo a tecnologia o grande fator dos impactos gerados e da velocidade das transformações. Empresas e profissionais ainda estão em fase de adaptação, entendendo quais são seus papéis em meio a tantas mudanças. O mundo caminha para o digital e entender que essa mudança de era é um fato e não uma tendência faz com que antecipemos a nossa atualização e possamos caminhar junto ao mercado de maneira menos injusta.

As empresas atualizam seus processos, produtos e serviços mais rápido do que os próprios profissionais conseguem acompanhar. A cada dia, acompanhamos as constantes substituições de mão de obra por tecnologias, as novas empresas substituindo negócios inteiros em modelos disruptivos (entende-se por disruptivo a digitalização, desmaterialização e a democratização). Ter a consciência de que já estamos vivendo na Era Digital e perceber a necessidade de nos tornarmos produtores e não só consumidores é vital para a saúde dos negócios e das carreiras.

As carreiras digitais são uma realidade no momento em que vivemos, já que todas as áreas estão passando por um processo de digitalização. Algumas de forma mais avançada, como marketing, tecnologia, dados, experiência do usuário, liderança de projetos e produtos, comunicação, mídia e tantas outras área. Por isso, os profissionais precisam acompanhar o quanto a tecnologia vem impactando os negócios e as nossas vidas, mas também entender que ela é apenas um meio para o processo de digitalização. É necessário compreender esse movimento como um fato e passar a gerenciar melhor as nossas carreiras para não gerar o efeito “lost”, ou seja, quando estamos em uma situação que nos desconecta de tudo. Precisamos acompanhar essa evolução para não ter que sair correndo em desespero quando as carreiras digitais se tornarem 100% da nossa realidade.

Muitos modelos de negócios já estão surgindo para acompanhar essa nova demanda do mercado, como é o caso da Digital House, uma escola localizada em São Paulo totalmente voltada para o mundo digital e que forma profissionais em até 5 meses com a proposta de ajudar a diminuir o gargalo de mão-de-obra no setor de tecnologia.

Apesar de algumas empresas e instituições já estarem dando os primeiros passos para essa nova realidade, o Brasil ainda explora o mercado digital de forma tímida. Precisamos passar de consumidores para produtores de novas tecnologias, outros modelos de negócios e novos processos, caso contrário, continuaremos atrasando a transformação digital e, consequentemente, o avanço da nossa economia. Entender melhor esse mundo é fundamental e conectar os setores, ainda mais. Estamos em processo e temos muito a aprender e resolver ainda. Como dizem alguns especialistas, a transformação digital não é uma responsabilidade da área de tecnologia e, sim, de todos.

O que vem mudando na economia pede que os modelos de negócios sejam digitais. Mas não é só isso: pensar de forma digital e produzir tecnologia são atitudes necessárias. Trabalhar com foco direcionado ao trabalho junto com o cliente faz com que essas transformações digitais sejam mais bem sucedidas. O profissional precisa se empoderar da sua vida e de sua carreira para que apoie as transformações digitais das empresas, que já começam com uma atualização de uma nova cultura, e aprender como trabalhar junto e não com medo da tecnologia, substituindo carreiras.

Obviamente, existem barreiras que a tecnologia enfrenta. A forma de pensar das pessoas sobre elas mesmas e a falta de conhecimento sobre as necessidades de mudança de mindset atrapalham bastante os avanços da transformação digital. As lideranças e os colaboradores são papéis fundamentais nesse processo, onde a mentalidade, cultura e ação intraempreendedora se fazem necessárias.

As empresas que resistirem à tecnologia estão fadadas à extinção, sem sombra de dúvida, à curto ou médio prazo. A transformação coloca modelos de negócios em outro patamar de concorrência e sobrevivência. Portanto, não estar no mundo digital não é mais uma opção.

Já ouvimos o seguinte questionamento algumas vezes: “Com o avanço tecnológico, corre o risco de algumas profissões acabarem?”. A resposta é sim, mas isso não deve ser motivo de pânico. Não somente os modelos de negócios estão se transformando, mas as pessoas também, como sempre estivemos. A velocidade nos força a fazer isso em outro processo de consciência e, infelizmente, muita gente só percebe a mudança depois que ela passa. Tomar posse da administração da sua vida e carreira torna o profissional dono de sua marca e esse processo nos coloca em contato com as nossas melhores competências, resultados, análise de cenários, cruzamento de objetivos, entendimento do mercado, oportunidades e muito mais. É aí que as pessoas se reinventam, se adaptam e criam profissões novas, um novo mundo e novos desafios, sempre.

Para uma empresa ou um profissional identificar que é a hora de ingressar no digital, é necessário conhecer mais sobre Gestão de Vida e de Carreira. Desta forma, é possível ter ferramentas, além de um novo mindset sobre como identificar necessidades e oportunidades.

É importante que o profissional – esteja ele inserido ou não no meio digital – aprenda a reaprender, tome posse da sua marca profissional e identifique quais gaps possui para algo que deseja construir e atingir. E se estiver pensando somente nas oportunidades do mercado, faça o seu balanço profissional, identificando qual a sua capacidade de execução e qual seria melhor ferramenta digital para compor seu branding, mas com o mindset totalmente voltado para a necessidade de se alfabetizar no digital.

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Aracaju é a primeira capital do País a tornar seus processos públicos 100% digitais

Com o objetivo de promover uma gestão inovadora, inteligente e que preze pela celeridade e transparência das demandas da população, a prefeitura de Aracaju (SE) está promovendo uma informatização completa dos serviços prestados por todos os órgãos e secretarias do Poder Executivo Municipal. Com isso, o município será a primeira capital do Brasil a adotar uma comunicação 100% eficiente e digital junto aos cidadãos.

Intitulado AjuInteliGENTE, o projeto tem como principal ponto de inovação o atendimento da prefeitura com a população. Com a gestão totalmente digital, o acesso do cidadão com o poder municipal poderá ser feito a qualquer hora do dia sem que haja a necessidade de deslocamento físico. Ou seja, ele poderá fazer qualquer solicitação direto de casa. A expectativa é que os mais de 650 mil habitantes da capital sergipana sejam diretamente impactados com serviços mais ágeis, transparentes e eficientes.

A medida, que teve início oficial em 14 de maio, está sendo aplicada em parceria com a 1Doc, maior GovTech do Brasil. A plataforma agiliza a comunicação e a gestão documental, com uma tecnologia que possui mecanismos que visam à economia de recursos financeiros, materiais e humanos, gerando a celeridade dos atos administrativos e permitindo transparência e acesso à informação para todos os cidadãos.

De acordo com estimativas preliminares, ao informatizar todos os processos da gestão pública, é esperado que a administração municipal gere uma economia de recursos da ordem de mais de R$ 190 mil por mês. Isso acontece por eliminar os gastos diretos e indiretos com o uso do papel. Com a informatização completa da gestão, os processos já nascem digitais e proporcionam, entre outros benefícios, que o atendimento ao cidadão seja simples e transparente. Além disso, serão poupados mais de 150 árvores e 11,5 milhões de litros de água por mês.

Para o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, a iniciativa faz parte do lema principal da sua gestão de tornar a cidade mais humana, inteligente e criativa. “O AjuInteliGENTE é uma plataforma extraordinária porque traz o melhor da tecnologia para facilitar os processos, de forma econômica e sustentável”, afirma. “Mas o maior ganho é seu caráter democrático, uma vez que empodera os cidadãos e promove o acesso direto aos serviços da cidade. O resultado é uma Aracaju mais moderna e inteligente, e que, por meio de soluções criativas, valoriza seu principal elemento: as mulheres e homens que vivem nela”, complementa o prefeito.

A primeira etapa de informatização dos processos da gestão de Aracaju contemplará os órgãos que mais possuem demandas da população. Dentre as pastas estão a Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Secretaria Municipal da Fazenda, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social, além da Empresa Municipal de Serviços Urbanos, a Empresa Municipal de Urbanização e a Controladoria Geral do Município. De acordo com a secretaria de administração da cidade, estima-se que em 12 meses todas as secretárias do município estarão integradas.

A iniciativa da prefeitura de Aracaju em se tornar a primeira capital do País a ter seus processos 100% digitais faz da gestão pioneira em inovação em todo o território brasileiro. A tendência é que em poucos anos todos os órgãos públicos disponibilizem acessos mais ágeis, eficientes e transparentes aos seus públicos, seja ele interno ou externo. A capital de Sergipe dá um passo inédito em tornar a gestão mais assertiva. Os principais pontos de mudança serão:

Memorandos

Documentos em papel que antes acumulavam-se rapidamente serão totalmente informatizado, levando à redução do arquivo atual. A comunicação interna será padronizada, fazendo com que a informação chegue rapidamente ao responsável por sua resolução. A informatização evitará pedidos informais, sendo registrado as solicitações, tanto de caráter informativo, como de solicitações. Cada documento eletrônico enviado corresponderá, ao menos, a duas impressões economizadas.

Circular

Da forma atual, para cada comunicado oficial, é necessário imprimir as circulares, fazer dezenas ou centenas de cópias, distribuindo fisicamente em todos os prédios. Com a informatização, as circulares serão oficiais e chegarão a seus destinatários em um clique. Haverá a possibilidade de ver quem leu, garantindo ciência das informações. Centenas de impressões serão economizadas a cada circular enviada, garantindo melhor aproveitamento dos recursos e colaborando com o meio ambiente.

Ouvidoria

Os cidadãos registram pedidos e solicitações diretamente no site da Prefeitura, via smartphone ou em atendimento presencial. As demandas são organizadas internamente e entregues a quem realmente resolve. Com isso, ele receberá uma cópia do atendimento e de todas as atualizações via e-mail e/ou SMS. O gestor público saberá quando o cidadão abriu os e-mails de notificação, sendo proativo para agilizar o atendimento.

Protocolo

A população pode iniciar processos sem sair de casa e receber atualizações assim que forem encaminhados e resolvidos. Tudo será feito eletronicamente, garantido que nada seja perdido ou extraviado, com a organização e liberação para as Secretarias responsáveis. Todos os envolvidos recebem notificações quando as tramitações ocorrem, e os gestores têm acesso a indicadores e estatísticas de atendimento.

Liberação de alvarás

Possibilita análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil. Estima-se uma redução significativa no tempo de tramitação desses processos, que hoje levam em torno de 60 dias para serem concluídos. Todo o processo será digital e permitirá que os próprios técnicos das prefeituras possam realizar a geração de documentos específicos para cada contexto com a criação de modelos de forma intuitiva sem a necessidade de possuir conhecimentos em desenvolvimento de sistemas ou inteligência artificial.

Assinatura Digital

Com trâmites 100% digital, a prefeitura não terá mais necessidade de imprimir processos para assinatura. Com a tecnologia de informatização, o servidor poderá assinar o documento digitalmente.

Prefeitura de São Paulo lança programa que vai expandir de 120 para 621 pontos de acesso à rede pública de wi-fi em toda a cidade

A América Net, em parceria com a Prefeitura de São Paulo, anunciou o lançamento nesta quarta feira dia 15 da expansão do Programa WiFi Livre SP. O evento aconteceu na praça Silva Telles, às 10 horas, no Itaim Paulista, zona Leste da cidade.

Até 2020, São Paulo será a metrópole com a maior rede pública de wi-fi da América Latina. A capital paulista conta hoje com 120 pontos de acesso dispostos nas praças e parques, rede que faz com que a administração municipal desembolse R$ 12 milhões ao ano. Com a expansão da rede de conectividade, São Paulo terá 621 pontos de acesso livre e gratuito à internet, incluindo equipamentos públicos e pontos turísticos, sem onerar os cofres públicos.

“Estamos propondo um modelo de financiamento pelo setor privado que economiza recursos públicos e assegura internet de qualidade para todas as regiões, pensando principalmente nas pessoas que não têm condições de ter acesso a um pacote de dados”, destaca Daniel Annenberg, secretário municipal de Inovação e Tecnologia.

A expansão do Programa WiFi Livre SP traz novidades como a conectividade em equipamentos públicos, a modernização da infraestrutura digital já existente e a preocupação em garantir que toda a cidade seja beneficiada.

Mais de trezentos pontos de acesso foram direcionados para regiões de vulnerabilidade social, promovendo a democratização do acesso à internet e a inclusão digital. Postos de saúde, telecentros, clubes desportivos, CEUS, teatros e bibliotecas, além de praças e parques, serão contemplados com internet pública e gratuita, ampliando o perfil das pessoas que utilizam a rede e sua usabilidade. Os 120 pontos já existentes já estão passando por modernização, de forma escalonada, para aumentar a qualidade da navegação e da abrangência do sinal, oferecendo um serviço de conexão ainda melhor para o cidadão.

Atualmente, a Prefeitura de São Paulo, em parceria com a Americanet, já modernizou 36 pontos de WiFi Livre na Zona Leste da cidade. Praças e parques nas regiões da Penha, Itaquera, Itaim Paulista, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Mooca, Aricanduva, Vila Prudente, Guaianases, São Miguel Paulista, Sapopemba e São Mateus foram contemplados com internet mais rápida e de qualidade. Além da modernização, mais quatro novos pontos de acesso foram instalados nos CEUs Formosa, Água Azul, Inácio Monteiro e na praça Silva Teles.

Para viabilizar essa expansão da conectividade, ao longo de 2017 e 2018, a secretaria municipal de Inovação e Tecnologia realizou estudos, abriu Procedimento Preliminar de Manifestação de Interesse, fez consultas públicas e publicou um edital de credenciamento inovador. Esse edital propõe que as empresas interessadas recebam como contrapartida o direito de explorar modelo de negócios baseado na publicidade digital. Lançado em ?23 de novembro, o documento permite que outras organizações interessadas em ofertar internet gratuita na Capital também firmem parceria com o município, conforme orientações dispostas neste link. bit.ly/EditalWiFiLivreSP

“Esse projeto, de grande alcance de inclusão digital, vai ao encontro do escopo principal da atuação da Americanet: proporcionar acesso de qualidade e velocidade de ultra banda larga ao maior número possível de usuários, estejam em regiões de maior ou menor concentração urbana, atendendo não só empresas como também órgãos públicos, bibliotecas, centros culturais e pontos turísticos. Fizemos um investimento de 20 milhões de reais, pois acreditamos no propósito do projeto”, destaca José Luis Pelosini, vice-presidente da Americanet.

Para melhor atender a população, o programa de Expansão WiFi Livre SP está dividido em duas fases. A primeira, que teve início em março e está em andamento, vai modernizar os 120 pontos já existentes, desonerando os cofres públicos e melhorando a internet ofertada. Com o

novo modelo de credenciamento, a Prefeitura de São Paulo economiza recursos públicos, aumenta a qualidade da navegação e a abrangência do sinal.

A segunda fase tem início a partir de julho, quando se iniciam as instalações de novos pontos em larga escala. De forma pontual, novos pontos serão criados ainda na primeira fase. No entanto, esse processo de criação de novas localidades vai se intensificar em todas as regiões, a partir do segundo semestre deste ano. O acompanhamento do cronograma pode ser feito pelo endereço bit.ly/1rwvDvx

Como vai funcionar o período de modernização dos 120 pontos existentes

Para evitar que a população fique sem acesso ao serviço, a modernização dos pontos existentes será feita de modo gradual, buscando o menor impacto possível no cotidiano das pessoas. A Prefeitura de São Paulo, em parceria com a Americanet, está modernizando cerca de 30 pontos por mês distribuídos em cronograma que será divulgado quinzenalmente para toda a população. Durante o período de transição para modernização dos pontos, há a possibilidade de instabilidade no sinal de internet. Finalizado o processo, a retomada do acesso se dará com mais qualidade e velocidade, obedecendo a proteção de dados dos usuários.

Novidades da modernização. O que melhora?

No modelo anterior, havia a previsão de apenas uma faixa de frequência padrão de 2,4 GHz e não havia previsão de área de abrangência. Com a modernização, a empresa credenciada deverá garantir que a abrangência do sinal cubra, no mínimo, 50% da área de parques e CEUs e 70% das demais localidades, medidas nas faixas de frequências de 2,4 GHz e 5 GHz. Ou seja, o sinal de wi-fi ficará melhor em todas as localidades. Além disso, a Prefeitura de São Paulo atualizou os requisitos tecnológicos para acompanhar novos padrões de wi-fi.

As especificações do programa estabelecem que cada usuário conectado terá uma conexão individual e efetiva de, no mínimo, 512kbps. A conexão segue requisitos de estabilidade, qualidade e cobertura e é suficiente para assistir vídeos, baixar arquivos, fazer videochamadas, realizar cursos online e navegar rapidamente pela internet. Qualquer usuário com smartphone, tablet ou notebook e que possua um chip de celular ativo pode acessar a rede.

Autenticação e veiculação de publicidade

Com a nova modelagem de conexão, será necessário incluir o número de telefone para que o usuário seja autenticado na rede WiFi Livre SP. O sistema vai enviar um código temporário que deverá ser inserido no campo solicitado da tela de início. Após o usuário se autenticar na rede WiFi Livre SP, aparecerá um anúncio publicitário. O usuário poderá pular a publicidade após dez segundos de exibição. A cada meia-hora de navegação, o usuário deverá se autenticar novamente. O uso da internet continua sendo livre e gratuito. A neutralidade da rede é uma premissa do projeto. O cidadão pode acessar qualquer site de seu interesse, inclusive redes sociais, e-mail, compartilhamento de vídeos, downloads e uploads.

Proteção de dados

A Prefeitura de São Paulo, assim como a parceira AmericaNet, não coleta nenhum tipo de dado pessoal durante a navegação. Os dados pessoais dos usuários são invioláveis e as regras do projeto reafirmam essa garantia com respeito à Lei do Marco Civil da Internet e a Lei Geral de Proteção de Dados. Essa situação só será alterada em caso de ordem judicial. Os únicos dados analisados são aqueles que dizem respeito ao controle da qualidade do serviço, como velocidade de conexão, usuários simultâneos, consumo total de banda e pontos de acesso, por exemplo. São dados cuja captura não interfere na privacidade da navegação, servindo para que a prefeitura dimensione o serviço de acordo com o uso verificado em cada localidade.

TOTVS apresenta soluções completas para gestão da saúde na Hospitalar 2019

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, demonstra durante a 26ª edição da Hospitalar 2019 um portfólio completo de soluções inovadoras para aprimorar a gestão de processos de hospitais, clínicas e laboratórios, em parceria com a Avatar Soluções em Saúde, empresa de softwares e aplicações em ambiente web para saúde. O evento acontece entre os dias 21 e 24 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Os visitantes poderão conhecer na prática as principais soluções da TOTVS focadas no segmento. Dentre elas, haverá a demonstração do software de gestão Alta Performance e da solução de gerenciamento de processos e recursos de glosas, WebGlosas, focados no ciclo da receita e utilizado na otimização e transparência das cobranças de itens contratados. Já a solução Fluig atua na gestão de workflows permitindo total rastreabilidade dos principais processos hospitalares e clínicos através de uma interface leve e intuitiva.

Outros destaques são as soluções baseadas em Inteligência Artificial para evitar fraudes em processos de autorização de convênios, uso de reconhecimento facial na Gestão de Capital Humano e Big Data aplicado no segmento de saúde.

Os visitantes da Hospitalar 2019 poderão ainda vivenciar na prática uma experiência de Realidade Virtual aplicada em treinamentos por meio da plataforma de educação corporativa Fluig Learning, direcionada ao mercado que está em busca ou já possui certificações.

Serviço:
Data: 21 a 24 de maio – 11h às 20h
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme – São Paulo/SP

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Nova norma para motores IR3 visa mais sustentabilidade

A consciência de que o gasto desenfreado com energia, que é caro e danoso ao meio ambiente, tem ganhado cada vez mais força e, por isso, se tornam emergenciais diversas medidas sustentáveis para reduzir os prejuízos que desequilibram o ecossistema. Esse reconhecimento tem levado pessoas e empresas a buscarem atitudes e aparelhamentos que evitem desperdício de eletricidade. Para fortalecer esse movimento, o Ministério de Minas e Energia (MME) estabeleceu o programa de metas de rendimentos mínimos para motores de indução trifásicos, que são os equipamentos responsáveis pela maior parcela de consumo de energia elétrica do Brasil. A medida faz parte da Portaria Interministerial No- 29, de 26 de janeiro de 2017, que entra em vigor a partir deste ano.

Segundo Leandro Bertolino, gerente de Engenharia da Hercules Motores Elétricos – empresa de Timbó, em Santa Catarina, pertencente ao Grupo Mueller, com 70 anos de mercado, a medida que adota motores IR3 (em substituição aos IR2) trará não somente economia de energia elétrica, mas também dos recursos naturais. Além disso, ocasionará benefícios energéticos e de mercado importantes para a sociedade, colocando o Brasil em um seleto grupo de países que possuem como rendimentos mínimos os da categoria denominada “Premium” e “IE3”.

Segundo ele, o Brasil já estabelece há alguns anos os níveis mínimos de eficiência energética para motores — com foco em economia de energia — por meio dos motores IR2 (Índice de Rendimento 2) e para atender ao próximo nível de rendimento IR3: “Os fabricantes nacionais terão que reformular os seus projetos e fazer investimentos em seus motores, implicando diretamente na quantidade, qualidade e custo dos materiais utilizados, que resultam na melhoria de desempenho geral do motor”.

Bertolino salienta que a nova portaria é exclusiva para motores de indução trifásicos — do tipo gaiola de esquilo — amplamente utilizados na indústria para acionamento de máquinas e equipamentos, não abrangendo motores monofásicos. Essas modificações, além de gerar economia, trarão maior vida útil aos motores, devido a menor temperatura e menor corrente de trabalho. Para atender a essas novas normativas, a Hercules Motores Elétricos está se preparando há dois anos. Além do projeto elétrico aprimorado, também há alguns diferenciais no projeto mecânico como o pé removível que possibilita multi-montagem, motores com bobinagem totalmente de cobre e carcaças de alumínio que proporcionam maior dissipação térmica e menor peso e ainda permitem uma reciclagem muito mais rápida e limpa, diferentemente do ferro fundido.

A Hercules Motores é uma empresa nacional que possui a linha de motores industriais produzida 100% no Brasil com assistência técnica em diversos pontos em todo território.

O engenheiro informa que em setembro os motores com os novos índices já estarão disponíveis ao mercado e destaca que a empresa trabalha com alta eficiência energética e pratica o respeito ao meio ambiente aliado ao avanço da tecnologia dos motores: “O nível de qualidade dos produtos Hercules Motores Elétricos atende totalmente as normas nacionais, fortalecendo a marca perante outros fabricantes”.

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Fórum debate a importância da inovação para as empresas brasileiras

Século 21, mundo globalizado, digital e real unidos conectando máquinas, sistemas e pessoas ao processo produtivo. E como as empresas brasileiras estão se adaptando aos desafios desta nova realidade? Como reagir às mudanças abruptas impostas pela chamada 4ª Revolução Industrial? Estes questionamentos estarão em pauta durante o Fórum “A importância da inovação na economia digital”, que será promovido por VEJA e EXAME, amanhã, 16 de maio, em São Paulo. Na ocasião, especialistas nacionais e internacionais vão debater sobre como lidar com as principais inovações tecnológicas aplicadas aos processos de manufatura.

Representantes das principais instituições de Ciência & Tecnologia do Brasil e do mundo participam do evento. Destaque para a apresentação do livro “Innovation in Brazil: Advancing Development in the 21st Century”, estudo sobre o ecossistema de inovação do Brasil, realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) sob encomenda do SENAI.

Programação:

8h – Credenciamento Welcome Coffee

9h – Abertura Boas vindas

PAULO AFONSO FERREIRA, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI) em exercício. ANDRÉ LAHOZ MENDONÇA DE BARROS, diretor de redação da revista EXAME.

9h30 – Apresentação do livro “Innovation in Brazil: Advancing Development in the 21st Century”, resultado de estudo sobre o ecossistema de inovação do Brasil, realizado sob encomenda do SENAI

BEN ROSS SCHNEIDER, diretor do Brazil Program – Massachusetts Institute of Technology (MIT)

10h30 – Painel 1: Instituições de ciência e tecnologia e o estímulo à inovação nacional

RAFAEL LUCCHESI, diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) | BrasilDR. HOLGER KOHL, Diretor da Divisão de Gestão Corporativa em Produção de Sistemas e Tecnologias de Design (IPK) |Alemanha

HEIDI BRIDGER, Head do Catapult Network Governance at Innovate |Reino Unido

11h30 – Painel 2 : Incentivo governamental às instituições de ciência e tecnologia

CARLOS PACHECO, diretor-presidente do Conselho Técnico-Administrativo da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) | Brasil

LAURENS STEEN, Representante para a América Latina da The Netherlands Organisation for Applied Scientific Research (TNO) | Holanda

MARTIN C. SANNE, diretor-executivo do Council for Scentific and Industrial Research (CSIR) | África do Sul

JORGE GUIMARÃES, diretor-presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII) | Brasil
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Fórum A importância da inovação na economia digital

Quando: 16 de maio
Local: Palácio Tangará – Sala Cristal
Endereço: Rua Deputado Laércio Corte, 1501 – Vila Andrade, São Paulo
Hora: 8h às 12h30

Lei de Maquila: como o Brasil está perdendo empresas, empregos e renda para o Paraguai

Empresários brasileiros estão atravessando a fronteira com o Paraguai e fugindo da pesada carga tributária nacional, levando com eles arrecadação e empregos. Segundo especialistas, eles saem do país em busca de preços mais baixos e condições favoráveis para produção proporcionadas pela Lei de Maquila, regulamentada em 1997, que isenta de impostos as marcas que importarem maquinário e matéria-prima em território paraguaio e exportarem seus produtos. O imposto cobrado é único, de 1% de valor agregado. A economia na produção do comércio exterior pode chegar a 20%, se comparada ao que se gastaria em solo tupiniquim.

A movimentação de empresários nacionais se intensificou a partir de 2013, quando uma grande campanha em torno deste regime de incentivo foi feita pelo Paraguai. Entre os nomes de peso que chegaram por lá estão: JBS (Friboi), Riachuelo, Vale, Bourbon, Camargo Correa, Eurofarma, Buddemeyer, Cargill, X-Plast e Estrela. A análise do próprio governo estrangeiro é de que, entre 2013 e 2018, sete em cada dez novas fábricas maquiladoras são do Brasil. Até 2017 já eram 124 empresas e, segundo a embaixada brasileira, o total de companhias que pediram instruções de como se mudar para lá cresceu 64% em 2017. Foram 445 consultas ano passado, contra 272 em 2016.

Vantagem para o Paraguai, mas ruim para o Brasil

Se para o Paraguai a Lei de Maquila está atraindo investimentos e benefícios, para o Brasil o cenário não é lá muito positivo. A uma crise econômica tem afetado fortemente a indústria: segundo os últimos dados do IBGE, o setor teve retração de 1,3% em março e a confiança em relação a recuperação do setor teve queda ainda mais expressiva, de 1,8%. Com isso, a perda de arrecadação dessas empresas, que fogem para o país vizinho, é um desastre. É o que afirma o advogado Daniel Strand, da Strand Advogados.

“A lei é muito boa para o Paraguai, mas nós precisamos criar nossos próprios meios de inibir esse tipo de movimento, de empresas brasileiras que vão investir em uma outra nação para produzir, fazendo com que a gente perca, não só dinheiro em arrecadação, mas também em emprego. Há mecanismos de compensação, inclusive tributários, que podem ser feitos. Mas precisamos de uma ação mais efetiva dos nossos governantes e da equipe econômica”, afirma.

A medida econômica do Paraguai é baseada no modelo existente na fronteira do México com os EUA, onde hoje, muitas fábricas norte-americanas atravessaram a fronteira para produzir. Fábricas de confecções e de calçados, indústrias têxteis, indústria plástica, de autopeças, etc. estão entre as principais empresas brasileiras utilizando os benefícios da Lei de Maquila. Só em 2017, nossa nação comprou US$ 1,13 bilhão de produtos do local – todos advindos de companhias que eram anteriormente produtoras em território nacional.

Os principais artigos comercializados foram: materiais elétricos (17%), arroz (14%), e carne bovina (9,8%). Já as exportações para o Paraguai somaram US$ 2,65 bilhões no mesmo período e os produtos mais vendidos foram: manufaturados (10%), adubos e fertilizantes (4,7%), além de máquinas de aparelhos agrícolas (4,0%).

A empresa que se muda não precisa pagar qualquer imposto ou taxa sobre o processo de importação de matérias primas e insumos, suprimentos e bens de capital, fabricação dos produtos. Além disso, o empregador encontra no Paraguai uma legislação trabalhista mais flexível: sem FGTS e contribuição sindical. E, apesar do salário mínimo ser maior que o nacional (US$ 1.200), a mão de obra é mais barata de maneira geral, já que os encargos trabalhistas são da ordem de 30% enquanto, no Brasil, esses encargos alcançam mais de 100% do salário.

O custo de energia elétrica é outra benesse da instalação no Paraguai: chega a ser quase 70% menor do que em nosso solo, o que o torna um ambiente ideal, o que prejudica, em muito, o Brasil.

“As condições no Paraguai já são melhores para empreender de forma geral, pois os custos são muito baixos. O que faz com que a reforma tributária se torne ainda mais importante, pois diminuindo os custos de produção, já teríamos um ambiente mais competitivo e produtos com preços melhores. Mas temos que ter legisladores que queiram legislar pelo país, pela população que votou neles”, reclama Strand.

Nova China

A forte concorrência com a Ásia é outro ponto forte do regime especial da Lei de Maquila. O Paraguai quer substituir cada vez mais os produtos que as empresas brasileiras trazem da China e, de fato, para algumas indústrias que importam dos chineses, está mais barato fabricar no vizinho.

O ganho principal com essa mudança é a competitividade, já que no Brasil cobra-se até 35% de imposto para importar da China, o que torna difícil ‘re-exportar’ o produto pela grande quantidade de impostos a serem pagos.

“Não precisamos de uma Lei de Maquila nacional, mas precisamos tomar medidas que vão diminuir o impacto desse tipo de ação. Acho que uma mudança no IOF, por exemplo, para produtos dessa região pode ser interessante. É pensar mesmo, fazer um estudo sobre o impacto dessa fuga de empresários e agir sobre o assunto”, finaliza o especialista.

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O protagonismo da gestão de pessoas na era digital

Por Valéria Novas, Head of CRM and People Management da Organica

O tempo em que o foco das empresas estava em crescer a produtividade e reduzir os custos olhando basicamente para tecnologia e automação de seus processos internos passou, hoje tudo é automatizado, porém vivemos um momento no qual tudo pode ser copiado com facilidade e rapidez e isso afeta definitivamente a vantagem competitiva e trás para o protagonismo “o como fazer” e não mais “o que fazer”.

Na era digital, a tecnologia permite cada vez mais a agilização e automação de processos, apesar disso ter exigido maior capacitação dos profissionais, sabemos que as competências técnicas são facilmente alcançadas, isso coloca em destaque os chamados soft skills, ou seja, as habilidades mentais, emocionais e sociais que as pessoas desenvolvem ao longo de suas experiências.

Essas competências comportamentais norteiam as atitudes através das quais as pessoas viabilizam suas entregas e agregam valor para a companhia, levando em consideração a forma como acontece as relações interpessoais, criatividade, colaboratividade, inteligência emocional, processo de tomada de decisão, flexibilidade, riscos e até a forma como administram os erros, ou seja, “o como fazer” é o grande diferencial, justamente porque estamos falando de questões particulares geradas pelo aprendizado individual, portanto, mais difíceis de serem reproduzidas pela concorrência.

Nunca foi tão importante fazer uso absoluto das potencialidades humanas como diferencial no mercado, a empresa que consegue entender isso e, fazer uma boa gestão de pessoas, além de canalizar, direcionar e evoluir as características pessoais e valores de seus profissionais, desenvolve uma forma única de experiência para o mercado, elas sairão na frente nessa corrida tão acirrada dos negócios, no entanto, por que a gestão de pessoas é um tema tão desafiador?

Segundo Bergamini e Tassinari, muitos são os executivos que têm dificuldade com problemas humanos no ambiente de trabalho. Normalmente admitem que os problemas técnicos são fáceis de ser solucionados, mas que dificilmente deixam um dia de trabalho com a certeza de que resolveram todos os problemas relacionados às pessoas, esse é o fator de maior preocupação. Existem diversas questões que podem ser individuais ou organizacionais que afetam significativamente o desenvolvimento e a potencialização de conflitos entre as pessoas no ambiente corporativo, tornando o ambiente negativo do ponto de vista emocional e prejudicando a produtividade.

Ao passo que os aspectos comportamentais estão em evidência, as empresas precisam propiciar um ambiente que permita a expressão autêntica dessas competências e com isso atinjam o máximo potencial através das pessoas. Quando as empresas não investem esforços para minimizar fatores geradores de conflitos e não conseguem garantir a sinergia no time de profissionais, entendendo e gerindo as diferenças e aspirações individuais, a maioria das pessoas é afetada, ficam desmotivadas, perdem auto-estima, deixam de evoluir e consequentemente impactam os resultados.

O ponto de partida é compreender a cultura da empresa, conhecer a essência e trabalhar com pessoas alinhadas com ela e que tenham o DNA que levará a companhia a realizar seu propósito. Somente a criação de times sinérgicos do ponto de vista das competências comportamentais garantem alta performance. Saber que na era digital a tecnologia é o meio de atingir eficiência, mas que o grande diferencial competitivo está em construir uma estratégia que dá protagonismo para as pessoas, permitirá criar e evoluir times coesos, com a potencialização das forças individuais trabalhadas de maneira colaborativa e complementar, essa é a melhor receita para contornar os desafios competitivos e ter um negócio bem sucedido.

Mercado Financeiro: características dos profissionais de sucesso

Por Willian Kahler, sócio e assessor Financeiro responsável pela área de expansão e performance da Messem Investimentos

Você já se perguntou o que diferencia um profissional de sucesso dos demais? Acredito que pessoas bem sucedidas possam ter características em comum, dependendo o segmento em que atuam. No mercado financeiro, em específico, algumas habilidades ficam evidentes em profissionais que obtiveram êxito nas suas carreiras.

Há quatro anos, me dedico à área de expansão da Messem Investimentos, escritório credenciado à da XP Investimentos Nesse período, conversei com mais de 400 pessoas apenas da área de finanças que tinham desejo em migrar carreira para a assessoria financeira.

Geralmente, realizamos cerca de duas conversas presenciais com os candidatos, por isso, conheci bons profissionais e ainda tive a oportunidade de participar da transição de alguns deles para a atividade de assessor de investimentos. O fato é que com quanto mais pessoas eu falo, mais evidente ficam esses diferenciais de quem se destaca na performance. Listei alguns deles:

Resiliência
O segmento financeiro é cheio de altos e baixos. Nos últimos anos, quantas turbulências e mudanças tivemos na economia do nosso país? Desde impeachment, até greve dos caminhoneiros – essa que praticamente parou o Brasil por alguns dias -, foram diversos acontecimentos que impactaram todos os setores da nossa economia. O mercado financeiro foi o que reagiu mais rápido a esses eventos. Por esse motivo, concordo com a frase citada no filme Rocky Balboa, pois não se trata do “quão forte você consegue bater e, sim, do quanto aguenta apanhar e levantar, mantendo-se na luta”.

Networking
Quanto mais bem relacionado se é nesse mercado, mais surgem as oportunidades. Cultivar relações, tanto dentro da instituição que trabalha quanto externamente, com parceiros, clientes, é muito importante. A sua rede de relacionamentos é um dos ativos mais importantes nesse ramo.

Execução
Para resolver problemas é importante ter boas ideias. Contudo, ter muitas ideias e não colocá-las em prática, ou colocar muitas iniciativas em campo ao mesmo tempo, é pouco efetivo. Os melhores que conheci possuíam uma capacidade muito forte de execução! Se formos fazer uma analogia simples: imagine uma pessoa que confecciona vasos. Esses profissionais preferem construir vários “vasos imperfeitos” e ir melhorando com o passar do tempo, até que um “vaso bom” surja, ao invés de gastar toda a energia estudando e projetando um “vaso perfeito” que nunca sairá do papel. Assim, quando ele chegar em um modelo mais aperfeiçoado do seu “vaso”, já vai ter a experiência de ter construído outros modelos, enquanto quem planejou por muito tempo e não executou a inda vai ter a dificuldade de testar na prática.

Comunicação
O mercado financeiro é naturalmente complexo, com termos e linguagens bem específicas. Além disso, é composto por profissionais que, em geral, possuem personalidades fortes. Para “vender” uma ideia internamente é preciso ter a desenvoltura de expor seus pontos de vista de uma forma efetiva, não adianta ter uma ótima ideia se os outros não entenderem do que se trata ou não “comprarem” a mesma. Para quem lida com clientes, é preciso ter a capacidade de transformar uma linguagem complexa em algo simples, afinal, ninguém compra o que não conhece.

Possa ser que um bom profissional tenha duas ou três dessas habilidades que mencionei, além de outras que são mais específicas para o tipo de função que o mesmo realiza. Porém, tratando do assessor de investimentos, pude observar que as pessoas que obtiveram maior êxito possuíam de forma latente ao menos a resiliência e execução. As demais você consegue desenvolver e aprender ao longo do tempo se tiver muita dedicação e humildade. O Networking acelera o resultado, mas as duas características que citei são fundamentais para quem pensa em entrar na atividade de assessor de investimentos.

Você se identifica com essas virtudes? Se a resposta for “sim”, provavelmente você já é um profissional de sucesso dentro deste mercado ou é apenas questão de tempo para tornar-se um.

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Em tempos de turbulência no setor aéreo consumidor tem alternativa rápida para buscar por direitos

O transporte aéreo é um dos setores com menor volume de reclamações na plataforma consumidor.gov.br do Governo Federal, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC). No entanto, os problemas que passageiros enfrentam junto às companhias são significativos – se não via números oficiais, ao menos em transtornos ao consumidor. Dentro desse cenário de descrença e aparente dificuldade para se buscar por direitos, surge a Liberfly (www.liberfly.com.br), a primeira lawtech especializada em resoluções de transtornos com companhias aéreas no País.

Como nasceu a ideia e seu propósito no mercado

Ari conta que a ideia da startup surge a partir das experiências aéreas malsucedidas dele e de seus sócios. “Desde os tempos de faculdade falávamos quão difícil era a vida dos clientes no setor aéreo. Nós nos incluímos nesse grupo e, felizmente, assim enxergamos um meio de tornar esses direitos atendidos e uma grande oportunidade de negócio”, diz o CEO.Criada a partir de investimento próprio em novembro de 2016 por Ari Moraes Jr. (CEO), César Ferrari (CFO) e Gabriel Zanette (CMO), ambos empreendedores capixabas apaixonados por inovação e soluções alternativas de conflitos, a Liberfly busca através da tecnologia, propor uma forma ágil e assertiva para resgatar a autoestima de consumidores lesados tanto no Brasil e no mundo por problemas ocasionados em decorrência de serviços mal prestados seja antes ou durante voos

Nunca foi tão fácil ir atrás dos direitos com as companhias aéreas

Existem diversos problemas que podem ocorrer para um passageiro se sentir lesado e buscar uma solução indenizatória. Os casos variam entre atrasos de voo, cancelamentos, regras do contrato, execução de voos bem como alterações nos bilhetes e problemas com bagagem. Nesse cenário, a Liberfly entra como intermediadora ao lado dos consumidores lesados, com conhecimento técnico que auxilia a ressarci-los e compensá-los pelos danos causados. Desde a sua fundação, a startup já auxiliou na resolução de mais de 3000 casos com mais de 98% de sucesso.

Como funciona a negociação?

Todo o processo acontece de maneira muito simples e transparente. Basta o consumidor acessar o site da Liberfly – www.liberfly.com.br – e preencher a um formulário relatando seu problema. Com o caso enviado pela plataforma, um dos especialistas da startup retorna a esse chamado para obter mais informações.

A partir desse estágio, toda a burocracia é retirada dos olhos do consumidor, ficando o caso sob a responsabilidade de resolução pela startup– que negocia diretamente com a companhia aérea. Com a reclamação finalizada, o valor conquistado é depositado automaticamente na conta cadastrada pelo consumidor, já com a taxa da prestação de serviço deduzida.

“Apenas 2% dos problemas com as empresas do setor aéreo são reivindicados pelos consumidores no Brasil. Nós queremos levar conhecimento e justiça a todos os passageiros. Com isso em mente, fazemos parte do time que deseja melhorar a qualidade dos serviços prestados. Queremos ir além, sermos o canal mais rápido e seguro para buscar por alternativas positivas aos viajantes de avião”, finaliza Ari.

Existe investimento seguro? Veja os mitos que cercam as diferentes formas de aplicar o seu dinheiro

Por Felipe Medeiros

Diz o ditado: quem não arrisca, não petisca. A sabedoria popular não falha. Mas quando o assunto é dinheiro, poucas pessoas estão dispostas a correr riscos para aumentar sua renda. O máximo que elas fazem é colocar tudo em uma caderneta de poupança ou algum outro produto oferecido pelo banco, que rendem bem menos do que outras diversas aplicações que estão disponíveis. Há uma falsa sensação de segurança nesses tradicionais formatos que impedem que os brasileiros consigam se tornar investidores de verdade e melhorem a rentabilidade de seus investimentos.

Mas nem tudo que é propagado é de fato verdade. Muitas aplicações financeiras rendem mais do que a poupança, garantindo a mesma estabilidade para o poupador. É preciso desmistificar alguns pontos de modo a oferecer maior clareza para aqueles que desejam ver seus rendimentos crescerem com agressividade, mas sem abrir mão da segurança e também da liquidez.

Para esclarecer melhor isso, listei alguns dos principais mitos.

1 – Quem investe em renda fixa não perde dinheiro

Certamente quem possui qualquer tipo de aplicação já ouviu essa frase. A própria expressão “renda fixa” sugere uma garantia de rentabilidade. Mas não é o caso. Ainda que sejam produtos mais conservadores do que os considerados mais arriscados, como a renda variável, esses investimentos também possuem volatilidade e exigem estratégia e planejamento dos usuários. Há situações em que resgatar antecipadamente a aplicação faz com que a pessoa perca um percentual do que foi investido, por exemplo.

2 – É preciso ter muito dinheiro para investir em renda fixa

A democratização de diferentes produtos de renda fixa – sobretudo os que são oferecidos fora do banco – já permite que os investidores realizem pequenos aportes. Seja no Tesouro Direto, que parte de R$ 30, ou em outros investimentos como CDB, RDB, LCI, LCA e LC, é possível iniciar com poucos recursos e ir aumentando com o tempo. Além disso, alguns desses investimentos possuem isenção de imposto e muitas corretoras não cobram taxa de manutenção. É importante ter claro, porém, que quanto maior o valor investido, maior será o seu retorno.

3 – O FGC é um instrumento do governo para assegurar investimentos

O Fundo Garantidor de Crédito (FGC) também é apontado como mais um recurso de segurança para os investimentos de renda fixa, pois dá proteção e fiscalização de investimentos. Entretanto, não é um órgão do governo. Se trata de uma iniciativa privada, sem fins lucrativos, mantida pelas próprias instituições financeiras. Muito se fala que o FGC possui um limite de cobertura por valor investido, o que é verdade. O limite é R$ 250 mil por investidor e por instituição financeira.

4 – O FGC garante todos os tipos de investimentos em renda fixa

Quando falamos de investimentos, não nos limitamos apenas à poupança ou outros formatos da renda fixa. Existem uma série de outros produtos. Porém nem todos os investimentos de renda fixa estão cobertos por esse seguro. Letra de Câmbio (LC); Letras hipotecárias (LH); Letras de crédito imobiliário (LCI); Letra de crédito do agronegócio (LCA); Recibo de depósito bancário (RDB) e certificado de depósito bancário (CDB). Todos esses estão cobertos pelo FGC. Porém, em se tratando de fundos de investimentos em renda fixa, ou até Tesouro Direto, os mesmos já não possuem essa cobertura. Portanto, fique atento.

5 – Investir em imóveis sempre é uma boa opção

Adquirir um imóvel pode não representar apenas a segurança de obter um ativo físico, mas de um negócio que pode se valorizar ao longo do tempo. Essa percepção não é equivocada. Porém, uma série de fatores entram em jogo quando se considera a compra de um imóvel como investimento de médio prazo. Um dos pontos principal é a forma como isso acontece. Vale a pena financiar um imóvel pagando juros? Seria esse o melhor custo de oportunidade? O que muita gente esquece é que os juros representam o custo do dinheiro; ou melhor, o custo de se alugar um recurso que não se possui. Além disso, quem contrai um financiamento paga ainda um seguro de vida, embutido nas próprias parcelas. Se os valores cobrados nas parcelas fossem investidos no mercado financeiro, a compra do imóvel ocorreria mais rapidamente. Isso sem falar no desconto pelo pagamento à vista. Por isso é importante avaliar outras possibilidades.

6 – A Renda Fixa sempre é o melhor investimento de longo prazo

Não há como prever qual tipo de aplicação é mais vantajosa a longo prazo por conta das inúmeras variáveis envolvidas. Entretanto, há diversas estatísticas no mercado que mostram que investimentos em renda variável, como ações, garantem uma melhor rentabilidade de longo prazo. Não é preciso ser especulador para ter sucesso nesta modalidade, basta investir em papéis de empresas sólidas e contar com o apoio de companhias especializadas para entender melhor a flutuação típica do mercado. E se não sabe como escolher boas ações para investir, pode fazer esse investimento contratando um gestor profissional para cuidar disso para você. Outras modalidades são fundos imobiliários, fundos de ações, ETFs, câmbio e ouro.

7 – Não é preciso ajuda para investir em aplicações com maior risco

A euforia de buscar investimentos que prometem grandes retornos financeiros levam muitos investidores a tomarem medidas impulsivas. Isso acontece especialmente na renda variável, como investir em ações negociadas na Bolsa. O interesse das pessoas em buscar opções mais sofisticadas de investimentos não é necessariamente algo negativo. Muito pelo contrário. Porém, é preciso se aventurar com muita cautela. Porque, como diz uma máxima do mercado financeiro, não existe almoço grátis. Para aqueles que não possuem muito conhecimento e investem em ações, por exemplo, existe uma chance enorme destes perderem dinheiro se fizerem isso sozinhas. Nesses casos é fundamental contar com a ajuda de profissionais qualificados, como os consultores, analistas e gestores, para ajudar nesse processo.

Felipe Medeiros, economista e sócio-fundador do Mais Retorno, plataforma de assessoria de investimentos em ativos financeiros

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Governo Federal leva gratuitamente 19 startups para Toronto

As startups que irão participar do 7º ciclo de internacionalização do StartOut Brasil já foram escolhidas. Entre os dias 23 e 28 de junho de 2019, essas empresas farão uma imersão no ecossistema de Toronto, Canadá, para visitar aceleradoras, incubadoras e empresas locais; participar de seminário de oportunidades, reuniões com prestadores de serviços e encontros de negócio organizados pelo programa; além de realizar uma apresentação para possíveis investidores e parceiros.

Ao todo, foram selecionados 15 negócios na categoria “ampla concorrência”, que são startups que nunca participaram ou participaram de apenas um Ciclo do StartOut Brasil; e 4 startups na categoria “graduadas”, composta por empresas que já estiveram em dois ou mais ciclos de imersão oferecidos pelo programa. Essa triagem foi realizada pelos organizadores do programa – Ministério da Economia, Ministério das Relações Exteriores (MRE), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) – junto com avaliadores pertencentes ao ecossistema de destino.

“Após um ano de missões internacionais, os resultados do programa já são visíveis. Temos ao menos 25 negócios facilitados pela participação das startups nos ciclos do primeiro ano do StartOut (Paris, Berlim, Miami e Lisboa). São vendas, parcerias, provas de conceito, acordos de distribuição e exportações (bens e serviços) viabilizados pelo programa. Sem contar os resultados que envolvem melhorias de gestão e inovações nos produtos/serviços para o mercado internacional. Até o momento, o programa realizou 91 atendimentos de startups. A meta é levar 240 empresas para o exterior até 2021”, afirma Igor Nazareth, Subsecretário de Inovação no Ministério da Economia.

Veja abaixo quais foram as startups escolhidas para participar na categoria “ampla concorrência”:

  1. Hype – produz animações para o mercado de entretenimento e cria conteúdos para televisão e cinema;
  2. key2enable Assistive Technology – empodera as pessoas com deficiência para desenvolverem suas competências e individualidades;
  3. Antares Recycling – especializada no desenvolvimento e implementação de soluções sustentáveis para reciclagem e reaproveitamento de resíduos industriais;
  4. InEvent – ajuda empresas a verem o poder de eventos e facilita a gestão de seus processos, a criação de soluções vencedoras e a entrega de experiências incríveis;
  5. Pris – soluções para nortear gestores em decisões capazes de aumentar o valor de seus negócios;
  6. FormulaXR (former Imersão Visual) – conferência virtual imersiva;
  7. Shawee – plataforma de gerenciamento para hackathons;
  8. Filho sem Fila Software Ltda – aplicativo que avisa a escola com antecedência quando os pais estão chegando;
  9. RIO Analytics – Artificial Intelligence for industry – utiliza inteligência artificial para predição de falha de ativos industriais;
  10. Jade Autism – aplicativo que estimula e desenvolve as funções cognitivas de crianças;
  11. Aptah Bioinformatica – empresa de bioinformática que visa reduzir o tempo, custos e riscos gastos no desenvolvimento de medicamentos;
  12. WNutritional – linha de bebidas funcionais, saborosas, livre de conservantes e rica em nutrientes;
  13. MSC MED – oferece metodologias de auxílio no desenvolvimento de projeto para dispositivos médicos implantáveis;
  14. TCL Soluções – desenvolvedora de soluções tecnológicas inovadoras que melhoram o mercado de recebíveis e meios de pagamentos;
  15. dLieve – sistema de monitoramento e gestão de entregas em tempo real.

E as selecionadas como “graduadas”:

  1. Portal Telemedicina LTDA – central médica online que atua unindo tecnologia, medicina e uma equipe incrível para atender clientes em todas as etapas de seu negócio;
  2. Shelfpix Tecnologia LTDA – desenvolvedora de uma tecnologia de ponta aplicada ao monitoramento do ponto de venda por meio do reconhecimento digital de imagens;
  3. Asel Tech – gestora de dutos para indústrias de petróleo, petroquímica e de gás e energia;
  4. Molegolar – startup que possibilita a formação de plantas arquitetônicas que se adaptam às necessidades dos usuários pela combinação de módulos para várias metragens.

Preparação

Para extrair ao máximo o que o Canadá tem a oferecer, as 19 empresas passarão por um processo de preparação para a missão, que dura de seis a oito semanas. Durante esse período, os empreendedores terão consultoria especializada em internacionalização; acesso à plataforma Passaporte para o Mundo da Apex-Brasil; conexão com mentores que conhecem o ecossistema de destino; workshop presencial em São Paulo (dias 24 e 25 de maio) e sessões online de treinamento de pitch.

Ao longo desse período de capacitação, é necessário que as startups tenham participação ativa nas atividades previstas, com dedicação de cerca de três horas por semana ao programa, e que definam o plano de negócios e a estratégia de entrada no mercado-alvo.

Sobre o Canadá

Com 5,5 milhões de habitantes, Toronto é rica em diversidade cultural e a maior cidade do Canadá. Essa nova potência tecnológica está se consolidando graças a união do Governo canadense com universidades, empresas, investidores e empreendedores locais.

Não satisfeito, o país quer continuar evoluindo. Para se tornar líder em pesquisa e desenvolvimento, o Canadá está com as portas abertas para imigrantes que desejam trabalhar com tecnologia nas áreas de deep learningmachine learning, redes neurais e natural language processing.

Próximo Ciclo

Simultaneamente ao evento presencial em São Paulo, ocorre a abertura das inscrições para o próximo ciclo do programa. De 24 de maio a 17 de junho, as startups interessadas em participar em uma imersão em Boston poderão se inscrever no site do programa.

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Orientações para empresa reduzir tributos legalmente

A crise está afetando grande parte das empresas e nessa hora a palavra de ordem é redução de custos. Contudo, uma forma deixar os gastos menores que poucas empresas aplicam corretamente é o planejamento tributário. Sendo que estudos apontam que as empresas pagam até 34% de tributos sobre o lucro, mas todo empresário sabe que esses valores se mostram muito maiores se forem consideradas outras questões como encargos trabalhistas, taxas e outras obrigatoriedade.

Assim, se uma empresa pretende sobreviver à crise, é fundamental a contratação de uma contabilidade que possibilite o melhor planejamento tributário. Sendo fundamental buscar reduções dentro de acordo com as frequentes alterações tributárias às quais as empresas devem se adaptar no país, administrando melhor seus tributos, obtendo maior lucratividade no seu negócio.

Segundo o diretor executivo da Confirp Contabilidade Richard Domingos, “o planejamento tributário é o gerenciamento que busca a redução de impostos, realizados por especialistas, resultando na saúde financeira. Sabe-se que em média 34% do faturamento das empresas é para pagamento de impostos. Com a alta tributação no Brasil além de terem de enfrentar empresas que vivem na informalidade, várias empresas quebram com elevadas dívidas fiscais. Assim, é salutar dizer que é legal a elisão fiscal “.

Quais os principais tipos de tributação?

São três os principais tipos de tributação: Simples Nacional, Presumido ou Real. O diretor explica que “a opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará no próximo ano fiscal pode ser feita até o início do próximo ano, mas, as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros”. Importante ressaltar que cada caso deve ser analisado individualmente, evidenciando que não existe um modelo exato para a realização de um planejamento tributário já que existem várias variáveis.

Entenda melhor os tipos de tributação

Simples Nacional – é um sistema simplificado e compartilhado de arrecadação, fiscalização e cobrança direcionado para a sobrevivência das micro e pequenas empresas. Para isso, oferece vantagens, como administração mais simples e redução dos valores a seres recolhidos (na maioria dos casos). É ideal para os empresários com altas ou médias margens de lucro e despesas baixas e que possui o consumidor como seu alvo final. Contudo, existem uma série de regras para que se possa enquadrar nessa condição.

Lucro presumido – é um tipo de tributação simples no qual se define a base do cálculo do imposto de renda dos empresários que não têm a obrigação de ser apurado por meio do lucro real. Com o valor do lucro presumido se realiza um cálculo das contribuições federais e dos impostos. Esse sistema é interessante para empresas que possuem as margens reduzidas de lucro, folha salarial de valor baixo, menores despesas operacionais.

Lucro real – nesse sistema tributário é considerado o lucro líquido que engloba o período com ajuste de exclusões, adições, além de compensações descritas ou com a autorização da legislação fiscal. Sendo indicado a que possui lucro menor a 32% da receita bruta. Assim é interessante para as empresas de grande porte com as margens de lucro reduzidas, folha de pagamento baixa, despesas altas, como fretes, energia elétrica, locações e não depende do consumidor. O lucro real é obtido a partir do devido cálculo das contribuições federais e dos impostos, sendo necessário ter uma rígida escrituração contábil, lembrando que os custos devem ser comprovados com o objetivo da realização de uma compensação ou uma dedução.

Como se faz um planejamento tributário?

“De forma simplificada, num planejamento tributário se faz a análise e aplicação de um conjunto de ações, referentes aos negócios, atos jurídicos ou situações materiais que representam numa carga tributária menor e, portanto, resultado econômico maior, normalmente aplicada por pessoa jurídica, visando reduzir a carga tributária”, explica Domingos.

Alguns cuidados são fundamentais para que não se confunda elisão fiscal (Planejamento Tributário) com evasão ilícita (sonegação), pois neste último caso o resultado da redução da carga tributária advém da prática de ato ilícito punível na forma da lei.

Quais os riscos em um planejamento tributário?

“Na ânsia de realizar um planejamento tributário, muitas vezes o empresário se esquece de preocupações básicas para se manter dentro da lei. Para evitar a evasão ilícita, existe lei que possibilita que a autoridade administrativa desconsidere os atos ou negócios jurídicos praticados com a finalidade de dissimular a ocorrência do fato gerador do tributo, para que não haja”, alerta o diretor executivo da Confirp.

Outro cuidado do empresário é ter em mente que o planejamento tributário é meio preventivo, pois deve ser realizado antes da ocorrência do fato gerador do tributo. “Um exemplo deste tipo de ação é a mudança da empresa de um município ou estado para outro que conceda benefícios fiscais”, detalha Richard Domingos.

Por fim, a valorização dos contadores e advogados das empresas é fundamental para a realização de um planejamento adequado, principalmente por serem eles as pessoas que tem contato mais próximo com a realidade da empresa e com questões judiciais, podendo repassar essas informações para a empresa com maior correção.

E-commerce fatura R$2,2 bilhões no Dia das Mães em 2019, aponta Ebit|Nielsen

O e-commerce faturou R$2,2 bilhões no Dia das Mães em 2019, alta nominal de 5% na comparação ante ao mesmo período do ano anterior, aponta a Ebit|Nielsen, referência em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro.

O número de pedidos aumentou 20%, para 5,5 milhões, enquanto o tíquete médio registrou retração de 12%, para R$402. O levantamento compreende as compras realizadas entre os dias 27 de abril e 11 de maio de 2019. “Podemos observar com os resultados que, apesar de maior participação online, os brasileiros estão mais cautelosos nos gastos. Eles procuram manter o orçamento livre de dívidas, deixando para desembolsar mais nas vésperas da data, após pagamento das contas. Não podemos dizer que esse é um comportamento definitivo, mas um indicador, que será confirmado ou não no decorrer do ano. A dica para os varejistas é se preparar para atender de forma criativa essa demanda de última hora no mundo online-conectado.”, diz Ana Szasz, head de Ebit|Nielsen.

De acordo com estimativas da Ebit|Nielsen, o período do Dia das Mães pode corresponder a 3,6% dos R$ 61,2 bilhões previstos em faturamento pelo e-commerce em 2019, sendo a segunda data comemorativa mais importante para o calendário do varejo nacional (perde apenas para Natal, que compreende Black Friday).

Moda e Acessórios, Perfumaria e Cosméticos e Casa & Decoração foram as categorias mais compradas com a intenção de presentear. O ranking do faturamento, por sua vez, foi liderado por Eletrodomésticos, Telefonia/Celulares e Casa & Decoração.