Page

Author admin

Mercado freelance: oportunidade acima dos 50 anos

Na atividade freelance, profissionais mais qualificados e experientes ganham mais: é o que aponta um estudo realizado pela Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. Em meio ao envelhecimento da população, os dados apontam um caminho positivo para profissionais acima dos 50 anos, que representam 13% dentro da plataforma.

Dentre esses profissionais, 60% possuem título de graduação ou pós graduação. Os dados apontam, ainda, que, proporcionalmente, a porcentagem de freelancers acima dos 50 anos que recebem ticket médio superior a 4 mil dólares é maior quando comparado aos mais jovens. Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, afirma: “Nossos estudos revelam insights positivos entre os freelancers acima dos 50 anos, que já carregam bagagem e maturidade de mercado e ainda são qualificados. Com esses diferenciais, este público está sendo valorizado e percebido pelas empresas”.

Bracciaforte aponta que o principal diferencial da atividade freelance em relação à remuneração é o empoderamento que o trabalhador tem de definir o quanto quer ganhar. “Em um mercado que, muitas vezes, exige muitas habilidades e nem sempre paga o que deveria, a modalidade freelance coloca nas mãos do trabalhador a escolha de quanto cobrar pelo seu trabalho. E quem acha que as empresas não querem pagar, se engana: vemos cada vez mais na Workana empresas buscando profissionais altamente qualificados para desenvolver projetos específicos, o que abre uma excelente oportunidade para quem busca um trabalho mais flexível e que valorize suas habilidades”, analisa.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população acima de 60 anos no país deve chegar a 25,5% da população brasileira até 2060; o que aponta que haverá escassez de mão de obra caso não haja inserção ou reinserção de profissionais acima de 50 anos gradativamente no mercado. Dados da Workana apontam que as áreas mais exploradas para os projetos freelancers, desta faixa etária, são: 22% em suporte administrativo, 21% em tradução e conteúdos, 13% marketing e vendas e 12% TI e Programação.

O designer Jailton Silva de França, de 55 anos, encontrou na atividade freelance a possibilidade de exercer sua profissão mesmo com os desafios do mercado. “A área de design tem um certo preconceito com profissionais que atingem certa idade, o que não acontece na modalidade freelance. Além disso, tenho a praticidade de definir meu próprio salário e os horários em que vou trabalhar”, conta. O profissional destaca, ainda, que as dificuldades que tinha antes de ser freelancer, como a falta de oportunidades por barreiras físicas e desvalorização do trabalho, não existem mais.

Ainda de acordo com Guillermo, a modalidade freelance é uma tendência que o mercado já está vivenciando. “Para as empresas que contratam profissionais freelancers, o retorno é positivo pela experiência de mercado que o profissional carrega consigo. Outro fator é com relação ao aumento da expectativa de vida, quando comparado a décadas atrás, isso também impacta no período produtivo prolongado das pessoas. Profissionais acima dos cinquenta anos podem agregar muito para as equipes com as quais trabalham, compartilhando conhecimento, inclusive de maneira remota.”, finaliza o cofundador.

A Workana, maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina,tem à disposição mais de 2,5 milhões de profissionais de toda a América Latina. Na plataforma é possível contratar e oferecer serviços nas áreas de TI e programação, design e multimídia, tradução e conteúdos, marketing e vendas, suporte administrativo, jurídico, finanças e administração e engenharia e manufatura. Para encontrar, basta acessar o site http://www.workana.com.

Tags, , ,

FH fecha contrato de implementação SAP S/4HANA e GUEPARDO com uma das maiores fabricantes de fixadores do Brasil

Com o objetivo de profissionalizar e alavancar ainda mais o negócio, a Metalúrgica Fey, uma das maiores fabricantes de fixadores do Brasil e fornecedora para a indústria automotiva e agrícola, acaba de fechar com a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, um contrato de implementação do SAP S/4HANA, Solução Fiscal GUEPARDO e suporte AMS, para a sustentação após o projeto. Em fase de planejamento, o trabalho está previsto para iniciar em novembro.

Com duração prevista de 10 meses, a implementação acompanha a transformação digital da empresa, que aposta na mudança de ERP e, para isso, optou por um parceiro com experiência na indústria de manufatura, conhecimento técnico, estrutura e profissionais capacitados.

O projeto de implementação do SAP S/4HANA permitirá que a companhia tenha maior governança corporativa, segurança e confiabilidade para a tomada de decisões, eficiência por meio de informações em tempo real, visão global de todos os processos operacionais, entre outros benefícios, que visam otimizar as áreas de negócios.

A governança fiscal e tributária também será um dos principais ganhos com a implementação do GUEPARDO, assegurando maior visibilidade gerencial do processo tributário, a correta apuração, geração e entrega das suas obrigações fiscais.

Localizada em Santa Catarina, em Indaial, a Metalúrgica Fey, após uma pesquisa e validação de mercado, também optou pela FH por se identificar com uma solução fiscal que atende as necessidades de entregas ao Fisco, além do suporte especializado. Outro fator decisivo para a escolha, foi a presença local da FH, que possui uma de suas unidades de negócio em Joinville (SC).

Tags, , , ,

ICTS Protiviti lança consultoria gratuita para avaliar a adequação das empresas à LGPD

A consultoria ICTS Protiviti, especializada em gestão de riscos e compliance, passa a oferecer uma consultoria gratuita para empresas avaliarem seu grau de adequação à nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020 e que prevê novas regras para coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Para realizar esta avaliação, empresas de qualquer porte e segmento podem acessar o portal http://www.protiviti.com/BR-por/protecao-de-dados-pessoais. O teste é em formato de questionário on-line, composto de perguntas alternativas relacionadas à política interna de proteção de dados da empresa. Após ser respondido, na mesma a hora, a empresa recebe gratuitamente um relatório com o diagnóstico sobre o seu atual nível de adequação à LGPD para saber se está, ou não, sujeita às multas e às infrações da lei.

O relatório também traz orientações de como as empresas devem iniciar seus processos de adequação. De acordo com André Cilurzo, especialista em LGPD e diretor associado na ICTS Protiviti, mesmo com pouco menos de um ano para que a lei entre em vigor, as empresas precisam entender que a adequação não é uma iniciativa simples, exigindo senso de urgência por parte das lideranças das organizações.

“Existem diversas ações e mecanismos, como treinamentos, workshops, revisão e estruturação de processos, implantação de ferramentas e mudança de cultura dos colaboradores no tratamento de dados pessoais, que demandam investimentos e esforços das corporações. A ficha ainda não caiu”, alerta Cilurzo.

A Lei Geral de Proteção de Dados abrange as operações de tratamento realizadas no Brasil, ou a partir da coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. A norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão no Brasil. A partir desta lei, o Brasil iguala-se a mais de 100 países que já possuem norma sobre o assunto, alterando o cotidiano de usuários, empresas e do Poder Público.

Assim como ocorreu a partir da promulgação da lei europeia de proteção de dados, a GDPR (do inglês, General Data Protection Regulation), que impulsionou a aprovação da lei brasileira, espera-se uma grande demanda por parte dos usuários por privacidade, exigindo que as empresas tenham capacidade para responder e se adequar rapidamente.

Tags, ,

O circuito da inovação nos serviços compartilhados

Associar inovação em serviços à economia do compartilhamento envolve um ecossistema diverso. Reúne plataformas como Airbnb, Uber e Groupon, que compartilham recursos, reduzindo os investimentos em ativos fixos; e outras como Amazon, Mercado Livre, Fintechs, ZAP Imóveis e WhastApp, que estão substituindo lojas físicas, bancos, corretores e serviços de telecomunicações. Inclui ainda o segmento de produção de conteúdo pelos usuários (Facebook, Linkedin, Google, Wikipédia) e plataformas (Spotify, Netflix, SaaS e Kindle, por exemplo) que transformam produtos em serviços.

O desafio de fazer uma análise profunda da inovação em serviços foi cumprido no livro Inovação em serviços na economia do compartilhamento, recém-lançado pela Editora Saraiva. Coordenado por dois profissionais da área econômica, com conteúdo produzido por 12 autores de áreas distintas do conhecimento, a obra aborda o tema também do ponto de vista jurídico (direitos autorais), administrativo, de sistemas (software e novas tecnologias), de novos modelos de negócios e de empreendedorismo.

Os coordenadores Paulo Bastos Tigre, professor titular do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Alessandro Maia Pinheiro, coordenador das Pesquisas Empresariais, Estruturais e Temáticas do IBGE, fazem uma avaliação da economia digital do compartilhamento com profundidade, indo além da visão econômica. “A riqueza do livro está na visão de pessoas com qualificações diferentes”, acredita Paulo Tigre.

Entre os autores, há profissionais de áreas variadas — direito, administração, engenharia. São pesquisadores, especialistas em políticas públicas e em politica cientifica e tecnológica. Muitos capítulos resultaram de teses de doutorado; outros, de entrevistas em empresas nacionais e multinacionais que adotaram o compartilhamento, como o Cubo, do Itaú, e a rede Impact Hub; ou em um novo modelo de negócios, caso da plataforma OLX; e ainda estudos com startups que procuram desenvolver novas tecnologias.

Ilustrado por entrevistas e cases, o livro aponta tendências, como a tecnologia blockchain, a internet das coisas (e a internet dos serviços — IoS), a inteligência artificial (IA), o big data, e o impacto dessas novas tecnologias em empresas com estabelecimentos físicos. Também examina os modelos de negócios adotados por plataformas para competir no mercado de bens e serviços digitais. E oferece um rico glossário, conceituando cada uma das tecnologias e terminologias citadas.

“Todas essas tecnologias afetam a vida das pessoas. Procuramos mostrar como funcionam na prática e a relação dessas tecnologias com setores específicos como saúde, cultura, educação”, acrescenta Alessandro Pinheiro. Na obra, Pinheiro analisa as alternativas teóricas e metodológicas para medir atividades de inovação em serviços e explica porque inovações de natureza digital, financeira, organizacional, de marketing e relacionada a novos modelos de negócios não são adequadamente capturadas pelos indicadores convencionais.

Público alvo

O livro é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação em Economia, Administração e Engenharia de Produção, além de pesquisadores, empreendedores, profissionais envolvidos com startups, e investidores interessados em novos modelos de negócios baseados em serviços.

O livro está à venda nas livrarias on-line Saraiva, Amazon, Lojas Americanas, Submarino, Shoptime, Magazine Luiza, Mercado Livre, Editora do Direito.

Inovação em serviços na economia do compartilhamento tem 14 capítulos, divididos em três partes:

I — Teorias, conceitos e metodologias (visa rever a literatura especializada, apresentar metodologias e modelos de análise, discutir a questão da produtividade, mostrar a emergência da economia do compartilhamento e as transformações estruturais que estão ocorrendo com a aplicação de tecnologias disruptivas em serviços).

II — Aspectos transversais das inovações em serviços (trata de temas transversais que afetam as diferentes atividades de serviços, como o uso de tecnologias da informação, direitos de propriedade intelectual sobre ativos intangíveis, financiamento da inovação, o papel das redes informais de conhecimentos na geração de inovações e o advento da tecnologia blockchain utilizada inicialmente em moedas virtuais, mas que promete revolucionar outros setores).

III — Análise setorial (analisa o processo de inovação e seus impactos em segmentos ou setores de serviços que apresentam grandes oportunidades de inovação e/ou que vem sendo transformados de forma radical).

O lado B da Black Friday: os bastidores da maior temporada de descontos do País

O e-commerce brasileiro movimentou mais de R$ 3,5 bilhões nos quatro dias de Black Friday em 2018, segundo informações divulgadas pelo Ebit/Nielsen. Se por um lado a data impacta positivamente as cifras do varejo, por outro é responsável por recordes de acessos nos sites de compras. Para suportar esses picos e garantir que o ambiente esteja propício para o fechamento das vendas existem profissionais experientes em arquiteturas robustas que oferecem todo o apoio técnico e consultivo às empresas de comércio eletrônico.

Há 6 anos, a Mandic Cloud Solutions, especialista em gestão de cloud corporativo, observa um aumento na contratação de projetos com o foco na temporada de compras. “No geral, os e-commerces precisam de um reforço na parte de infraestrutura e arquitetura de dados. Nem todos operam com um modelo escalável que possibilite provisionar os acessos e responder rapidamente a qualquer incidente ou situação crítica”, explica Bruno Almeida, diretor de Inovação da Mandic Cloud Solutions.

Segundo o executivo, o principal objetivo da empresa é garantir a disponibilidade do site para que clientes e varejistas possam fechar negócio. Para isso, a Mandic Cloud desenha um plano tático diferente para cada cliente considerando ao menos dois meses de antecedência do evento. “É importante fazer uma análise completa do site para que possamos sugerir melhorias na infraestrutura. Além disso, fazemos testes que simulam o aumento do tráfego que, dependendo do tamanho do e-commerce, pode chegar a 120 mil usuários simultâneos”, esclarece Almeida.

A empresa conta com um time preparado, apelidado de “tropa de elite”, escolhido a dedo para garantir a estabilidade e performance dos sites de compras durante um período de 26 horas de monitoramento full time (sendo duas horas antes da Black Friday e nas 24 horas seguintes). Essa força tarefa é realizada em três turnos e uma squad, equipe multidisciplinar com autonomia para tomada de decisões rápidas. Durante a operação, a empresa garante pizza e refrigerante à vontade para os colaboradores que ficam 100% dedicados no suporte aos clientes.

Entre as varejistas que já utilizaram o apoio da Mandic Cloud Solutions durante a Black Friday estão o e-commerce Giuliana Flores, o site Reclame Aqui, a plataforma de viagens MaxMilhas, o site de equipamentos eletrônicos Kabum, o portal de viagens Hotel Urbano e a gráfica online Printi.

Tags,

Black Friday: mais da metade das pessoas que usam Twitter e compram na data faz pesquisa sobre ofertas

Em meio a tantas promoções e descontos disputando a atenção dos consumidores na #BlackFriday, terão vantagem as marcas que já passarem a despertar o interesse do seu público desde o período que antecede a data, quando o processo de decisão de compra é iniciado. De acordo com levantamento realizado pelo Twitter no Brasil, 55% das pessoas que utilizam a plataforma e compram na Black Friday fazem pesquisas sobre as ofertas antes do dia – sendo que quase um terço delas já começa as buscas com um mês de antecedência.

Diante desse cenário, o Twitter tem chamado atenção para a necessidade de as marcas estabelecerem uma conexão com a sua audiência desde já, criando e participando de conversas em torno do tema na plataforma. Segundo levantamento interno, neste ano, até agora, já foi contabilizado um crescimento de 20% no volume de Tweets sobre a #BlackFriday em relação ao mesmo período de 2018. “As marcas nunca estiveram tão atentas à necessidade de construção de relacionamento para converter. Com tantas ofertas disponíveis em datas como a Black Friday, a tática de anunciar descontos de maneira concentrada e incisiva virou commodity e não funciona mais. Por isso, estamos abrindo aos clientes a oportunidade de criar estratégias pensadas exclusivamente para o Twitter com o objetivo de conectar seus planos para a Black Friday às conversas quentes sobre o assunto que já estão acontecendo na plataforma”, afirma Daniela Noyori, gerente comercial do Twitter no Brasil.

Por estarem sempre em busca de novidades, mais dispostas a compartilhar conteúdos e entre as primeiras a experimentar novos produtos, as pessoas que usam o Twitter tendem a utilizar a plataforma em todas as fases de consumo – no momento da descoberta, na consideração, no ato de compra e na avaliação após adquirir o produto ou serviço. Quando o assunto é #BlackFriday, a conexão entre consumidor e marca se intensifica ainda mais.

Entre os brasileiros que protagonizam as milhões de conversas no Twitter diariamente, quase 90% seguem contas de marcas. Por adotarem um comportamento mais receptivo e aberto quando estão na plataforma, os consumidores também encontram-se aptos a conferir ofertas e informações exclusivas e conteúdos personalizados e a se conectar com pessoas que possuem interesses semelhantes – 39% deles querem ter acesso a ofertas exclusivas, por exemplo. Além disso, uma em cada três pessoas diz que o Twitter é uma fonte valiosa de informação para compras de produtos e o lugar que permite que marcas entrem em contato direto com seus clientes.

Tags, ,

ROFF anuncia extensão da parceria estratégica com a SAP Brasil

A ROFF, empresa do grupo Gfi, acaba de ser reconhecida pela SAP Brasil como SAP VAR (Value Added Reseller). Como parceiro revendedor de valor agregado, a empresa passa a atuar na revenda de licenças de software SAP e respetivos serviços de suporte e manutenção. A parceria foi anunciada no decorrer do SAP Now Brasil.

Ao integrar o grupo de parceiros de negócio certificados pela SAP Brasil, a ROFF demonstra solidez e um padrão de serviços de nível internacional, comprometido com a qualidade técnica e certificação de profissionais. Devido à amplitude de serviços e foco em inovação e transformação digital, a empresa, líder no mercado português na prestação de serviços SAP, tem realizado investimentos para trazer ao mercado brasileiro o seu nível de excelência em serviços de TI e beneficiar os clientes que já tem nesta região do mundo. Atualmente, a consultora presta apoio a clientes em diferentes regiões do Brasil, com uma particular especialização em áreas de negócio como o Varejo, Recursos Humanos, Compliance (GRC), Construção, área Fiscal e Agribussiness. José Antonio Ignacio, diretor-geral da filial brasileira da ROFF, explica que “A ROFF está estrategicamente alinhada com a SAP Brasil para ampliar a sua participação no mercado nacional de serviços SAP e revenda de licenças de software. Este novo patamar vem concretizar mais uma fase importante da sua estratégia de expansão neste mercado.

Pelo que, estamos orgulhosos da confiança que a SAP deposita na ROFF ao nos qualificar e ampliar nossa parceria.” Desde que chegou ao mercado brasileiro, em 2012, a ROFF tem tido um crescimento exponencial. A meta de crescimento em faturação para o ano corrente é de 34% e para o ano de 2020 cerca de 40%. Com projetos no Brasil desde 1998, a consultora conta atualmente com mais de 100 clientes na sua base instalada neste mercado. “A ROFF é uma empresa global e está entre os principais parceiros de vendas da SAP no mundo, com grande destaque em Portugal. Queremos ajudá-los a executar o mesmo sucesso no Brasil. Trabalhamos ao longo de meses na construção de um plano de negócio focado em inovação e Soluções Cloud, principalmente para as indústrias de Agronegócio e Construção. Na perspectiva geográfica, daremos destaque para o Centro Oeste, região onde a SAP Brasil está expandindo sua cobertura de parceiros“, comenta Neemias Costa, General Channel Sales Head da SAP Brasil.

Detentora do nível de parceria “SAP Silver Partner” no mercado brasileiro, a ROFF tem cerca de 95% do seu volume de negócios relacionado com a tecnologia SAP e um percurso de internacionalização a nível global onde se destacam as últimas aberturas de filiais em Singapura e Espanha. Em 2018, a empresa com 1.200 consultores, faturou 79 milhões de euros o que representa um crescimento de cerca de 16,5% em relação ao período homólogo.

Digisystem anuncia plataforma para atender sociedade 5.0

A Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, acaba de anunciar o lançamento da Plataforma 5.0. A Solução de Negócio é fundamentada no conceito de Sociedade 5.0 – movimento disruptivo que visa promover, por meio da tecnologia, soluções para o bem-estar dos seres humanos -, e foi desenvolvida para otimizar a experiência do usuário.

De acordo com João Paulo Nieto, Diretor Executivo da Digisystem, em um mundo em que a transformação digital está cada vez mais presente na sociedade, é imperativo que as empresas inovem e tragam soluções de negócio que atendam todos os stakeholders envolvidos em um processo. “A plataforma 5.0 é totalmente integrada para dar ao usuário agilidade, simplicidade e facilidade, uma vez que ele é o centro de toda a transformação digital. A tecnologia é aplicada para melhorar a experiência do usuário, seja cliente, gestor ou fornecedor”, enfatiza o executivo.

Usuário no centro da transformação digital

Para o desenvolvimento da nova tecnologia, a Digisystem realizou grandes investimentos para mudar processos, pessoas e ferramentas, além de parcerias estratégicas para integração com Uipath, IBM Watson, entre outros. “Utilizando o conceito de machine learning, a plataforma 5.0 integra as soluções de inteligência artificial no atendimento primário, tornando-a mais assertiva e eficiente a interação humana no próximo estágio do processo”, explica Nieto.

A plataforma utiliza tecnologias como inteligência artificial, por exemplo, a fim de transformar as empresas, que a partir de uma consultoria para identificação dos problemas são unificadas para atender melhor todos os usuários. A solução de negócio promove o estudo do comportamento do usuário, com o objetivo de oferecer a melhor experiência e qualidade de vida através de resolução de problemas e execução de tarefas de maneira automatizada.

Experiência customizada e flexível

A nova solução da Digisystem é destinada aos gestores de TI que sofrem com a inatividade de serviços, longo tempo de resposta, atendimento de baixa qualidade, experiência ruim do usuário na utilização das tecnologias, falta de gestão a vista e ainda a falta de conhecimento dos processos de melhoria de User Experience.

Para as empresas, os principais benefícios incluem a melhoria e controle da user experience, integração de todos os pontos do processo em uma única plataforma, controle de compliance de todas as etapas do processo, swat team (equipe de especialistas pronta para atender a qualquer momento), zero call resolution, rapidez na solução de crises, controle de BI (gestão a vista). Já para os usuários, envolvem a facilidade de execução através de entradas ominichannel, automatização de tarefas repetitivas, maior agilidade e rapidez na resolução de qualquer tipo de problema e consequentemente maior qualidade de vida.

“O atendimento ao cliente precisa ser mais inteligente, fornecendo a experiência de serviço certo, para o usuário certo, no momento certo, dentro das restrições de custo e dos objetivos de cada organização. Nosso grande intuito é entender e suprir a real necessidade das empresas e seus clientes, trazendo uma experiência customizada e flexível”, finaliza Nieto.

Tags, , ,

Rede Impecável utiliza SAP Qualtrics para gerenciar experiência do cliente em suas 11 lojas no Rio de Janeiro

A Impecável, varejista carioca especializada em moda masculina, feminina e calçados, com mais de 11 lojas na capital e diversas cidades do Rio de Janeiro, é uma das empresas que utilizam as soluções SAP Qualtrics para gestão da experiência dos clientes. Muito além das pesquisas sobre a compra ou o atendimento, a solução oferece uma visão completa da equipe de atendimento, vendedores e caixas, estrutura das lojas em requisitos como limpeza, organização, tamanho das filas e disponibilidade de produtos. O dashboard analítico fez de Qualtrics uma ferramenta estratégica de gerenciamento e tomada de decisão para a rede.

CEO da Impecável, Rafael Sampaio liderou a implementação de Qualtrics em 2017, em um projeto que foi apoiado diretamente pela área de consultoria da então startup a partir dos Estados Unidos. O projeto para iniciar a utilização da plataforma durou apenas quatro semanas em um processo rápido e fluido, com forte engajamento dos diversos departamentos da rede de lojas.

Poucos meses após a conclusão, a Impecável reduziu as reclamações no SAC em 25% e alcançou melhores indicadores de desempenho em todas as lojas. Em dois anos, a Impecável apurou o índice de satisfação de mais de 63 mil clientes e conta com alta taxa de retorno nas interações. Do ponto de vista dos funcionários, a ferramenta contribui para o reconhecimento dos melhores profissionais, aprimoramento do treinamento e na definição de um plano de carreira para os funcionários das lojas.

“O apoio consultivo da equipe Qualtrics contribuiu com a construção da estratégia para as diversas etapas – desde a definição do que deveria ser nossa prioridade para iniciar a ação, o roteiro para captação dos dados e a construção de um dashboard analítico adequado à nossa operação, que superasse o desafio de disponibilizar as informações em um formato que desse ao time decisório a capacidade de agir”, explica Sampaio.

Segundo o executivo, é a etapa analítica que diferencia Qualtrics de qualquer outra solução do mercado, por oferecer uma visão 360º da experiencia do cliente e justificar com dados cada etapa da interação com a marca. Após dois anos utilizando Qualtrics, Sampaio destaca a importância de ter prioritariamente investido no relacionamento como estratégia de negócios. “Apesar de sermos uma marca regional, a Impecável é constantemente citada entre as preferidas pelos cariocas e o nosso compromisso com o projeto foi, desde o início, o de transformar os dados mapeados em capacidade de ação”.

Renato Ajauskas, vice-presidente de Customer Experience da SAP Brasil ressalta que a Impecável é um bom exemplo de como a solução pode ser parametrizada para atender às necessidades de cada operação, adaptada ou totalmente reformulada quando a necessidade do negócio muda, se adequando e crescendo junto com a trajetória da empresa. “Com SAP Qualtrics, a Impecável tem instrumentos para avaliar cada uma de suas lojas e fazer as correções necessárias, seja reforçar o treinamento dos funcionários ou rever a oferta dos produtos, se a necessidade do público mostrar que há uma demanda distinta das demais lojas da rede”, completa.

Tags, , ,

O que os millennials esperam do atendimento ao cliente

Por Cassiano Maschio

Nunca se falou tanto de uma geração quanto a dos millennials, ou “geração do milênio”. O recorte geracional varia um pouco de um instituto de pesquisa para o outro, mas, em geral, estão neste grupo as pessoas nascidas entre o final da década de 1970 e segunda metade dos anos 1990.

Por pertencerem a uma geração que cresceu com a internet, os millenials têm uma relação muito forte com a tecnologia e o mundo virtual, e usam dispositivos pessoais – especialmente smartphones – para comunicação, trabalho e lazer. A conectividade, para eles, é uma forma de vida.

A interação no mundo digital é intensa: de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, realizada nos Estados Unidos, 75% deles têm perfil em redes sociais, ante 50% da geração X, e 30% dos baby boomers, as gerações anteriores. Os millennials também são os que mais usam o celular para mandar mensagens de texto (88%).

Autoatendimento é o preferido

E o que isso tem a ver com o atendimento ao cliente? Tudo. Os millennials foram a principal geração a exigir das empresas uma nova postura na relação com o consumidor, puxando as mudanças que temos visto nos últimos anos.

Eles preferem o atendimento online, geralmente via redes sociais, por ser mais conveniente e aderente aos seus hábitos de vida. A última coisa que uma pessoa desta geração quer é fazer uma ligação para conseguir solucionar um problema. Ou, pior ainda, ter de resolver pessoalmente.

Para um consumidor com um perfil tão digital, o atendimento precisa ser rápido. Tão ruim quanto ter de dar um telefonema e ouvir uma musiquinha de espera é aguardar horas por uma resposta nas redes sociais. Para se ter ideia, uma pesquisa da empresa de software Salesforce apontou que 25% dos millennials têm a expectativa de uma resposta em menos de 10 minutos quando entram em contato por meio das principais redes.

Chatbots estão em alta

Diante deste cenário, os chatbots acabam sendo uma das principais formas de interação com este público, uma vez que são ferramentas online e habilitadas a prestar atendimento instantâneo. O que muitas empresas já notaram é que a disposição deste grupo de pessoas em interagir com chatbots vai além do SAC, criando oportunidades claras de venda, desde que o robô esteja preparado para prestar o serviço com eficiência.

A pesquisa “Messaging and Chatbots in Local”, feita nos Estados Unidos, revelou que 52% dos millennials estão interessados em usar um chatbot para serviços locais, como marcar um horário ou se matricular em um curso. Não por acaso, é cada vez maior o número de marcas que investem nessa tecnologia de relacionamento com cliente.

Cassiano Maschio, diretor comercial na Inbenta no Brasil, empresa que auxilia o relacionamento online das marcas com seus clientes

Tags, ,

Smart promove soluções de publicidade digital para a Black Friday

A Smart, plataforma full stack para publishers, promove o Data Marketplace, uma solução exclusiva para veículos, agências de publicidade digitais e trading desks que querem oferecer oportunidades mais eficientes para os anunciantes, especialmente no período da Black Friday.

Dentre as funcionalidades do Data Marketplace estão o Data Segment que, em parceria com a Navegg, mapeia audiências e cria segmentos específicos de consumidores de acordo com determinadas características de um público-alvo e a Segmentação por Contexto Semântico que identifica o real contexto de um conteúdo sem usar cookie ou palavra-chave, utilizando inteligência artificial proprietária para criar grupos por afinidade de assunto.

“Observando o comportamento do consumidor, sabemos que ele começa suas buscas 15 dias antes do evento, assim agências e anunciantes precisam iniciar as estratégias de engajamento antecipadamente, já o publisher precisa entender seu público e seu inventário, e o Data Marketplace oferece as ferramentas para ele segmentar e oferecer pacotes atraentes ao mercado pensando em toda a jornada do consumidor durante a Black Friday” comenta Taísa Pereira, Demand Sales Manager da Smart.

A solução tem por objetivo levar mais assertividade para as campanhas publicitárias, incluindo relatórios das principais métricas demandas do mercado como o viewability e o completion rate.

“Durante a Black Friday a internet está totalmente sobrecarregada, nesse momento é importante contar com um parceiro de tecnologia confiável que consiga oferecer diferenciais para não perder o timing das oportunidades” completa a executiva.

Segundo dados do e-commerce Brasil, 1 em cada 3 consumidores da Black Friday vão para as lojas dispostos a comprar, e a busca por eficiência por parte dos anunciantes é cada vez mais proeminente para as campanhas de varejo. “Saímos da esfera de mídia de massa para a mídia de audiência segmentada e as tecnologias hoje permitem esse ganho de eficiência, entregando o público certo na hora certa.” afirma Taísa.

Tags, ,

Black Friday: 53% dos consumidores devem gastar até R$1.000,00 em seus cartões de crédito

Black Friday está chegando. A data, conhecida por instigar até os mais conservadores com suas sedutoras promoções, tem altas expectativas de consumo e utilização de crédito para o ano de 2019.

A plataforma ShopFully, fonte primária de informação para quem quer encontrar produtos, ofertas e novidades sobre estabelecimentos comerciais de forma geolocalizada, realizou um levantamento junto a 4.813 consumidores de todo o país para mapear o comportamento, intenção de compra e preferências na data mais importante do varejo que antecede o Natal.

De acordo com a pesquisa, a maior parte do público são mulheres (63%), possuem entre 30 e 49 anos e 84% afirmou que pretende, sim, realizar compras e aproveitar as oportunidades e descontos. Menos de 2% afirmou não ter interesse de consumo durante o evento mundial e cerca de 14% ainda não decidiram.

A disposição para gastar reflete um cenário positivo para o varejo: mais de 53% dos entrevistados deve gastar até R$1.000,00 e mais de 15% irão gastar mais de R$2.000,00 em produtos. O método de pagamento mais utilizado será o cartão de crédito com mais de 62% e quase 22% devem utilizar dinheiro, a fim de barganhar ainda mais com os métodos à vista.

Dentre os entrevistados, 64% deve comprar para si mesmo e 58% para a família. Animais de estimação e amigos somam 5% das intenções. Cerca de 75% dos consumidores pretendem usar a data para adiantar compras de Natal.

HORA DE PESQUISAR

Para aqueles que querem aproveitar ao máximo as oportunidades trazidas pela data e irão pesquisar antes de comprar, 33% afirma utilizar de sites e aplicativos de ofertas, 27% buscam promoções em redes sociais, 14% em comparadores de preços e 8% nos próprios e-commerces.

Apenas 12% pretendem ir até lojas físicas para verificar promoções. Entretanto, quando perguntados onde devem efetuar as compras, cerca de 56% irá até as lojas físicas, reforçando o conceito de O2O (Online do Offline).

O principal motivo para a visita é possibilidade de ver o produto ou experimentá-lo (57%). Outros 27% afirmam preferir o método por conta da ausência da cobrança de frete, assim como poder levar produto na hora para casa (38%).

Expressivos 19% ainda tem receio de finalizar compras online por conta de fraudes e 10% preferem conversar com vendedores especializados sobre os produtos antes de adquiri-los.
Já aqueles que escolhem comprar nos e-commerces, acreditam que as opções em descontos e promoções online geralmente são maiores (73%), acham mais cômodo (38%), não gostariam de gastar com o deslocamento (9%) ou preferem não ser abordados por vendedores (10%). Outros 15% disseram já estar acostumados com compras via internet.

Quando se fala em categoria de produtos, os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra, com 58%. Moda (37%), Dispositivos eletrônicos (35%) e Móveis com 26% vem logo em seguida. Cosméticos (19%), Decoração (18%), Games (8%) e Livros (7%) apareceram nas últimas posições.

COMO FOI O ANO ANTERIOR

Comparando a pesquisa desse ano com a que foi realizada em 2018, foi possível observar uma pequena queda no número de entrevistados que não irão aproveitar as ofertas de Black Friday. Houve, também, um aumento de 8% de na parcela da amostragem que afirma pretensão em gastar mais de R$1.000,00, além de um crescimento de 1% dos que irão adiantar compras para o Natal.

Quando se fala em categoria de produtos, o TOP 5 foi semelhante ao de 2019: os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra com 61%, seguido por Roupas (55%), Dispositivos eletrônicos (38%), acessórios pessoais (35%) e Móveis (33%). Decoração (23%), Games (11%) e Livros (8%) apareceram nas últimas posições.

Quando se fala em categoria de produtos, os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra, com 58%. Moda (37%), Dispositivos eletrônicos (35%) e Móveis com 26% vem logo em seguida. Cosméticos (19%), Decoração (18%), Games (8%) e Livros (7%) apareceram nas últimas posições.

Tags, ,