Page

Author admin

Twitter Brasil abre inscrições para programa de estágios de 2022

A partir de hoje (25), estudantes de graduação de qualquer curso poderão se inscrever para o programa de estágios do Twitter no Brasil de 2022. O processo seletivo, feito em parceria com a Companhia de Estágios, conta com oito vagas para estagiários no escritório de São Paulo (SP) e não tem restrições de cursos ou obrigatoriedade do inglês para participação.

Assim como no ano passado, por conta do atual cenário do país, todas as etapas de seleção de candidatos serão realizadas virtualmente. Além disso, a etapa inicial será realizada em dois dias diferentes, antes finalizada em um único dia. O programa, que tem ocorrido anualmente desde 2015, sempre contou com uma grande adesão dos candidatos.

“No Twitter, os estagiários têm a oportunidade de vivenciar uma jornada única de desenvolvimento em um ambiente inclusivo, conectados a um propósito e envolvidos com a comunidade. Com times colaborativos, temos como principal objetivo proporcionar ambientes seguros para que os estagiários possam demonstrar sua autenticidade, contribuir com suas perspectivas e colaborar com nossa missão de servir à conversa pública”, afirma Gil Tomic, líder de recrutamento do Twitter para América Latina.

O estágio terá início em janeiro de 2022. Além da bolsa-auxílio, os estagiários receberão benefícios como plano de saúde e dental, vale-transporte, vale-refeição, e auxílio bem-estar. As inscrições poderão ser feitas até o dia 12 de novembro.

Para saber mais sobre o programa, fazer sua inscrição ou compartilhar a oportunidade, os estudantes podem acessar a página da Companhia de Estágios dedicada ao programa do Twitter. 

Tags

Positivo Tecnologia faz parceria com gigante global de celulares

A Positivo Tecnologia anuncia uma parceria com a Transsion Holding, considerada a terceira maior empresa de dispositivos celulares e a sexta maior de smartphones do mundo, segundo dados da IDC referentes ao 2º trimestre de 2021. O acordo compreende o licenciamento da Infinix, marca de celulares da Transsion Holdings que chega oficialmente ao país por meio da empresa brasileira de tecnologia. Com presença principalmente em países da África, Oriente Médio e Ásia, a Infinix complementa o portfólio da Positivo Tecnologia com opções de produtos na categoria premium. O primeiro produto resultado dessa aliança é lançado hoje no mercado nacional. Trata-se do Infinix NOTE 10 Pro, smartphone com tela de 6,95″ em altíssima definição, versões com 256 GB e 128 GB de armazenamento, 8GB de memória RAM, além de design reconhecido pelo iF Design Award 2021 .

“A aliança com a Transsion por meio da Infinix nos permite reforçar a estratégia de avançar os negócios principais, ampliar nosso portfólio de celulares e levar aos brasileiros opções de smartphones premium que se destacam pela qualidade, desempenho e design”, diz o presidente da Positivo Tecnologia, Hélio Rotenberg. Lançada em 2013, a Infinix é a marca premium e a que mais cresce no portfólio da Transsion Holdings no mundo. Entre 2018 e 2020, a marca elevou as vendas em 160%. No primeiro semestre de 2021, o crescimento das vendas alcançou 85%. “A Infinix é uma gigante do mercado de smartphones, com propósito alinhado e objetivos de negócios bastante aderentes aos nossos. Tem escala global e um portfólio que seguramente mudará a dinâmica atual do mercado brasileiro,” afirma o vice-presidente de Negócios de Consumo da Positivo Tecnologia, Norberto Maraschin Filho.

Os consumidores de produtos da marca também poderão contar com uma rede composta por 150 assistências técnicas especializadas em todo o país. “Acreditamos que a Infinix tenha a capacidade de empoderar os jovens brasileiros, permitindo que tenham acesso ao melhor produto a um preço acessível”, afirma Benjamin Jiang, head global da Infinix. O smartphone Infinix NOTE 10 Pro está disponível nas cores preta e branca (Nordic Secret). Mesmo com a alta capacidade de armazenamento, as duas versões de 256 GB e 128 GB têm possibilidade de expansão de até 2TB com cartão micro SD. O aparelho traz a maior memória RAM da categoria: 8 GB. Possui tela de 6,95″ em FHD+, taxa de atualização de 90 Hz e de sensibilidade ao toque de 180 Hz, característica que proporciona precisão superior de toque. Conta ainda com processador para jogos MediaTek Helio G95, perfeito para quem quer jogar no celular ou executar tarefas que exijam alto desempenho.

Além disso, tem conjunto completo de câmera quádrupla de alta resolução e até 64 MP, bateria de 5.000 mAh e alto falante duplo estéreo com tecnologia surround da DTS. O Infinix NOTE 10 Pro será vendido inicialmente com exclusividade pelo grupo varejista Via: Casas Bahia, Ponto e Extra, pela operadora de telefonia Vivo, além de loja on-line da própria marca. O preço sugerido para modelos com 128 GB de armazenamento é de R$ 1.499,00 e R$ 1.699,00 para aparelhos com 256 GB. Para informações adicionais sobre o Infinix NOTE 10 Pro e as especificações do smartphone, acesse o site.

Megatelecom compra 100% do capital da IFTNET Telecomunicações

Após anunciar um plano consolidação do mercado de operadoras B2B, a Megatelecom, empresa de telecomunicações, tecnologia e soluções em inteligência de dados, expande sua área de atuação em São Paulo ao adquirir a totalidade das ações da IFTNET, provedora de serviços de telecomunicações e data center com forte presença no interior do estado. A aquisição vai ao encontro da estratégia da Megatelecom de consolidar sua presença como uma empresa de soluções, contando com redes de fibra óptica próprias e, a partir de agora, data centers regionais em cidades estratégicas do interior paulista.

“Essa aquisição é transformacional para a empresa, uma vez que nos permitirá o acesso imediato a uma plataforma com infraestrutura bastante escalável, confiável e que resultará em uma rápida expansão do nosso mercado endereçável e menu de serviços no presente, assim como a conquista de uma posição estratégica única para aproveitar a expansão do 5G”, afirma Carlos Eduardo Sedeh, CEO da Megatelecom.

A negociação contempla a continuidade do fundador e CEO da empresa IFTNET, Flávio Barros, que se juntará ao time da Megatelecom como diretor executivo. “Estamos preparando um orçamento consolidado para explorar, da forma mais eficiente, o potencial de cada empresa nos próximos anos, visando um crescimento contínuo e sólido”, ressalta Sedeh.

Além de São Paulo, a Megatelecom também atua em Goiânia e, agora, passa a ter grande presença em cidades como Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Barretos, entre muitos outros municípios relevantes.
O valor da compra e faturamento da empresa não foram divulgados. Mas, o executivo afirmou que a aquisição resultará em um crescimento de 20% no faturamento anual da operadora.

Comgás lança hub de inovação para criação de soluções voltadas aos desafios do setor de energia

A Comgás, maior distribuidora de gás natural encanado do país, acaba de lançar o Plugue, seu hub de inovação aberta voltado para a captação de possíveis parceiros que estejam dispostos a propor soluções para os desafios do setor de gás e energia. A novidade já nasce com inscrições abertas à novas ideias que podem ser enviadas até 30 de novembro pelo site

Por meio desta plataforma, startups, universidades, institutos e empresas terão a chance de propor ideias, soluções e ferramentas para as áreas de inteligência de mercado, logística, supply chain, ESG, eficiência energética, entre outros.

“Inovação é um pilar estratégico para a Comgás e estamos orgulhosos de lançar o Plugue como um canal para prospectar e estreitar o relacionamento com parceiros em busca de iniciativas que possam transformar o futuro do mercado de energia”, afirma Cristiano Barbieri, diretor de Tecnologia, Inovação e Mercado da Comgás.

Focado no futuro, o hub é mais um meio de evidenciar as diversas iniciativas que a empresa realiza para promover e democratizar a cultura da inovação que surge neste mercado já contando com mais de 180 startups em sua base, mais de 20 parceiros, além de já ter realizado inúmeros eventos e hackathon para a comunidade conectada ao Plugue. Além de inscrever ideias e projetos, também é possível ter acesso a conteúdos exclusivos e aprimorar conhecimento pela seção Academy da plataforma e ainda a possibilidade de se conectar a maior distribuidora de gás encanado do País.

Para participar, basta acessar o link.

Tags

Consultoria Capco lança estudo sobre tendências da digitalização no mercado de capitais

No mundo de hoje, a digitalização se tornou a resposta certa para empresas do mercado de capitais que buscam resolver problemas antigos e ganhar eficiência de forma rápida. A variedade de soluções prontas para uso que surgiram nas áreas de Inteligência Artificial (IA), Machine Learning (ML), robótica, Processamento de Linguagem Natural (PNL), tecnologia regulatória (regtech) e registro distribuído (DLT) mostram vários caminhos para a otimização de custos e suporte para o crescimento da receita em uma indústria em transformação.

Em seu novo estudo “Como a digitalização pode ajudar as empresas do mercado de capitais a gerar mais valor”, a Capco, consultoria global de gestão e tecnologia dedicada ao setor de serviços financeiros, identificou as principais tendências desse movimento. Essas tendências são:

– Rápida identificação e teste das soluções com maior potencial e com a aplicação de metodologias ágeis, o que acelera a digitalização do mercado de capitais;

– Democratização do desenvolvimento dos sistemas com a participação das áreas de negócios, operações, parceiros e fornecedores, além de TI, com base em plataformas low code. Com isso, a digitalização não é mais algo apenas de uma área das empresas, mas refere-se ao negócio como um todo;

– Orquestração Digital, ou seja, gerenciar bem as mudanças e projetos em termos de planejamento, operação e investimentos, o que significa obter resultados mais alinhados com as necessidades do negócio com um ROI reduzido.

Para Manoel Alexandre Bueno e Silva, Head do Capco Digital Lab São Paulo, “neste material, exploramos a melhor forma de abordar a digitalização para ajudar a perceber o valor e as oportunidades no futuro próximo, bem como as principais considerações para as empresas do mercado de capitais que estão fazendo essa jornada”.

“Poucas instituições financeiras têm os recursos financeiros e humanos para atender a demanda do mercado para desenvolvimento rápido de software por meio da codificação tradicional. Uma tendência chave para acelerar o processo de transformação é democratizar o desenvolvimento de capacidades digitais por meio de plataformas low code – uma coleção de ferramentas que permitem o desenvolvimento visual de aplicações. Como soluções de API abertas, plataformas low code permitem que os funcionários de uma empresa construam aplicativos para aumentar quaisquer conjuntos de dados, processos legados ou até mesmo expandir em novos aplicativos, como RPA com pouco ou nenhuma experiência em software”, ressalta o Head do Capco Digital Lab São Paulo.

Confira a íntegra do estudo aqui: https://www.capco.com/intelligence/capco-intelligence/how-can-digital-help-realize-value-in-capital-markets

Jovens representam 42% das contratações temporárias no primeiro semestre de 2021

Os jovens entre 18 a 25 anos representaram 42% das contratações na modalidade temporária no primeiro semestre deste ano, um aumento de cerca de 5% comparado ao mesmo período de 2020. Os dados são de um levantamento realizado pela Employer, uma das maiores empresas de RH do país que oferece serviços e tecnologia para Recursos Humanos.

A diretora de serviços de RH da Employer, Vânia Montenegro, explica que o trabalho temporário é uma excelente oportunidade para jovens que estão em busca do primeiro emprego e também para quem procura se recolocar no mercado de trabalho.

“O trabalho temporário é considerado como a porta de entrada dos jovens no mercado que querem crescer, é a oportunidade para os jovens conhecerem os desafios e tarefas em empresas de segmentos e portes diversos, além de ser uma alternativa para os que estão em busca de crescimento e de efetivação no mercado trabalho. Assim, é importante ressaltar que os jovens não devem encarar apenas como um trabalho temporário, mas, como uma possibilidade de efetivação. É importante que demonstrem suas competências profissionais durante este período”, afirma.

Contratações temporárias aquecidas

Houve ampliação de 39% na contratação de temporários no primeiro semestre deste ano em comparação ao mesmo período de 2020, de acordo com outro levantamento realizado pela Employer. A expectativa é a de que a modalidade de contratação continue em crescimento, já que, por conta da vacinação e da reabertura das atividades econômicas, as demandas pela admissão de pessoas estão em crescimento.

Vânia Montenegro considera que o momento é o ideal para jovens que buscam oportunidades. “Com as demandas do mercado crescendo cada vez mais, a forma mais segura que as empresas encontraram para aumentar o quadro de colaboradores foi à contratação temporária. É uma boa hora para os jovens analisarem e garantirem seu ingresso no mercado de trabalho” opina.

Direitos do trabalhador temporário

Na modalidade temporária, o trabalhador tem anotação em carteira e os direitos assegurados pela legislação 6.019/1974. Dentre os direitos, estão inclusos pagamento de horas extras, descanso semanal remunerado, 13º salário e férias proporcionais ao período trabalhado. Ele recebe 8% dos seus proventos a título de FGTS e o período como temporário conta como contribuição para a aposentadoria.

De acordo com a legislação, o trabalhador temporário pode ser contratado por até 180 dias, com possibilidade de prorrogação por até mais 90 dias. A efetivação pode acontecer a qualquer momento desse período. “Junto à Previdência, o trabalhador temporário também tem todos os direitos garantidos, como auxílio-doença, desde que se respeite a carência mínima exigida para o pagamento dos benefícios”, diz a diretora.

Black Friday “nas nuvens”

Por  Waldir Bertolino, Country Manager na Infor no Brasil

É indiscutível que as mudanças impostas pela pandemia na forma como consumimos vieram para ficar. Isso porque, durante o isolamento social, as empresas que optaram por estar presente no comércio eletrônico — e comprovaram suas vantagens — dificilmente vão abrir mão dele. Por outro lado, empreendedores e companhias estrearam ou aperfeiçoaram seus e-commerces do ano passado para cá, o que representa uma revolução no mundo das vendas pela internet.

Segundo levantamento da eMarketer, o comércio online cresceu 26,7% em 2020. O cenário para 2021 promete ser ainda mais aquecido, pois até junho deste ano o setor de e-commerce cresceu 31% em relação ao mesmo período de 2020, conforme relatório divulgado pela Ebit em parceria com a Nielsen. Isso mostra que estar com a infraestrutura preparada para os períodos de alta demanda nas vendas do varejo é sinônimo de garantir o diferencial competitivo para sua marca e promover uma experiência única para o consumidor por meio da tecnologia. 

O papel das soluções em nuvem na Black Friday é o de tirar a angústia do varejo em relação à estabilidade e à velocidade, para que a data possa mirar em vendas e produtos. Mesmo com a aproximação do grande dia, ainda é possível fazer ajustes no negócio e buscar um incremento nas vendas em uma data tão importante. 

Um checklist pode ajudar a rever os pontos falhos, corrigir possíveis deficiências e impactar positivamente no desempenho. Confira: 

Gerenciamento de plataformas: o gerenciamento de plataformas de comércio eletrônico é muito mais fácil, barato e escalonável. Dessa forma, contamos com as arquiteturas AWS ou Azure para poder atender os usuários em qualquer escala de tempo e pagar de acordo com o uso. Essa arquitetura sem servidor é essencial para operar em cenários como os enfrentados pelo e-commerce durante a Black Friday. Em suma, o que importa é a forma como os dados digitais disponíveis são utilizados. Isso deve orientar a tomada de decisões e a capacidade de ver o que está acontecendo.

Escalabilidade: os serviços em nuvem, por exemplo, têm como característica principal a escalabilidade. Ou seja, se tiver um tráfego excedente é possível aumentar a capacidade de hospedagem quando houver necessidade. Além disso, é importante priorizar serviços que oferecem suporte 24 horas. Isso porque qualquer tipo de problema que ocorrer justamente na data pode implicar em prejuízos irreversíveis.

Competitividade: a escalabilidade afeta diretamente outro ponto para os negócios: a competitividade. A capacidade de se adaptar rapidamente a novos contextos de demanda sem acarretar custos elevados de infraestrutura é um diferencial para negócios menores competirem com outros de maior porte. A nuvem é decisiva para trazer esta opção para empresas do segmento varejista na internet.

Inovação: uma estrutura mais moderna, ágil e novos recursos sendo instalados com regularidade, a nuvem traz inúmeras oportunidades de inovação para os seus usuários. Com a nuvem é possível criar novas formas de interação, como hotsites, apps e ferramentas de relacionamento – é uma alternativa  mais acessível e economicamente viável para os negócios. 

Gestão de Estoque: faça o gerenciamento de estoque para saber quantos produtos a sua empresa tem disponível. Dessa forma, não se corre o risco de vender algo sem ter em estoque e fazer com que o prazo de entrega aumente, deixando o cliente insatisfeito. Afinal, a jornada de atendimento eficiente é muito importante para construir um bom relacionamento e fidelizar o cliente.

Tenha um armazém inteligente: fazer a gestão do armazém por meio de uma solução cloud contribui para trazer dados e inteligência para o negócio; além do mais importante quando pensamos no principal evento para o e-commerce brasileiro: agilidade na movimentação e expedição das mercadorias. Com um WMS (Warehouse Management System), é possível, também, que a separação e a conferência dos produtos seja realizada de forma mais rápida, conferindo um aumento de produtividade. E, por fim, você terá mais controle operacional e rastreabilidade de todos os produtos, incluindo o inventário, permitindo com que a empresa esteja sempre com o estoque confiável. 

Experiência em todos os canais: os consumidores esperam que o mesmo mix de produtos e preços encontrados no site ou na loja física esteja em todos os canais. Custo do frete e prazos de entrega são fatores importantes que determinam uma alta ou baixa conversão na loja virtual. Se a operação for unificada e o varejo conseguir entregar um produto de loja física no mesmo dia, porém comprado online, a marca pode conquistar o tão sonhado diferencial tão competitivo. 

Já deu para perceber as vantagens que a computação em nuvem traz para os seus negócios em qualquer período, não é mesmo? Só a possibilidade de conseguir escalar os negócios para evitar a queda do seu e-commerce e perda de receita já é um motivo para você adotá-la. Investir em nuvem é ter também flexibilidade porque geralmente os provedores cloud trabalham de forma  SaaS (software como serviço), ou seja, você pagará somente os serviços que for utilizado e de acordo com as demandas que o seu negócio exige.

Por fim, o principal segredo para manter tudo sob controle durante a Black Friday é o planejamento: pense em todos os aspectos do e-commerce e prepare-se para qualquer contratempo que possa acontecer. Afinal, esse período é exigente e intenso, e sua empresa  precisa vivê-lo como tal, porque é um evento único que proporciona grandes oportunidades para alcançar sucesso nas vendas e na conquista de novos clientes. O planejamento é fundamental não só para que tudo ocorra bem, mas também para atender a expectativa dos consumidores na hora da compra.

Lab abre inscrições para ideias inovadoras de investimentos sustentáveis no Brasil

Estão abertas as inscrições de ideias inovadoras para o ciclo de aceleração de 2022 do Laboratório Global de Inovação em Finanças Climáticas (Global Innovation Lab for Climate Finance – o Lab). O programa global, que conta com um capítulo brasileiro, busca propostas que ofereçam soluções para gargalos financeiros relacionados a questões climáticas em países em desenvolvimento como o Brasil.

As inscrições podem ser feitas a partir de hoje até às 22h (de Brasília) do dia 22 de dezembro no site do Lab . As ideias selecionadas serão anunciadas em março de 2022. Não há restrição do perfil de proponentes, sendo aceitas ideias desde empresas com metas ESG, ONGs, entidades, instituições financeiras, etc.

No dia 18 de novembro, o Lab realiza um webinar em português para explicar os detalhes do programa e tirar dúvidas sobre o processo de inscrição e seleção

Em 2022, o Lab vai acelerar seis ideias de instrumentos financeiros. Dois com foco setorial: um em sistemas sustentáveis de produção de alimentos e outro em adaptação climática. Três vagas são para os programas regionais do Brasil, da Índia e da África Austral (que inclui Angola e Moçambique). A sexta vaga é para a melhor ideia independente do setor ou da geografia.

As propostas são selecionadas com base em quatro critérios: capacidade de ação, inovação, potencial catalisador e sustentabilidade financeira. Essas ideias recebem sete meses de consultoria para desenvolvimento, design e análise de mercado. Além disso, contam com o apoio da rede de líderes de instituições públicas e privadas e também dos especialistas do Climate Policy Initiative.

Em 2021, das seis ideias globais, duas das escolhidas foram do Brasil: o Guarantee Fund for Biogas (GFB) , primeiro fundo de garantia ambiental do país, proposto pela Associação Brasileira de Biogás (ABiogás) e o Amazônia Sustainable Supply Chains Mechanism (AMSSC), fundo de crédito para fornecedores de insumos com práticas sustentáveis na Amazônia, proposto por Natura e Mauá Capital. Juntas, as iniciativas estimam destravar inicialmente cerca de US﹩ 100 milhões em investimentos sustentáveis.

O Lab é uma iniciativa de mais de 70 investidores que acelera soluções de investimentos para apoiar o desenvolvimento sustentável em mercados emergentes. Desde 2014, já lançou 55 instrumentos, comemorando esse ano a marca de mais de US﹩ 2,5 bilhões em recursos mobilizados. O Brasil tem sido estratégico para o Lab, com dez instrumentos acelerados no país.

A maioria das empresas ainda está distante da transformação digital

A pandemia acelerou o processo de digitalização das empresas. No entanto, a maioria (56,2%) se encontra ainda nos níveis iniciais de sua transformação. Somente 10,8% chegaram ao grau de desenvolvimento mais alto, de acordo com o primeiro relatório Deep Digital Journey publicado pela LLYC. Para realizar este estudo, que se enquadra no lançamento da nova unidade de Deep Digital Business da companhia, foram consultados mais de 200 executivos de marketing e comunicação de grandes empresas pertencentes a 16 setores e 12 países da Europa e América.

O documento trata de descobrir em que etapa se encontram as empresas dentro da viagem que supõe a transformação digital, que vai além da digitalização já que implica uma mudança cultural. Para isto, se estabelecem quatro fases, desde a atividade mínima da marca no entorno digital até a evolução máxima que uma empresa pode alcançar na automatização de seus processos. Apesar de que 41% dos pesquisados têm uma percepção própria como avançado ou especialista, o relatório lança as seguintes conclusões:

•34% das empresas desenvolvem práticas próprias do estado mais inicial da transformação digital (Digital Being).
•22,2% se localizam no segundo nível (Digital Optimization), afinando ferramentas e processos digitais.
•33% consideram que estão em um estado avançado (Digital Data Driven), no qual se adaptam ao entorno digital as atividades de suas diferentes áreas de negócio, bem como processos ou plataformas.
•10,8% alcançam o grau mais alto (Deep Digital) e operam já com uma visão de planificação e execução completamente digital.

Quer dizer, a maioria das empresas não chegou ainda à metade de seu processo de transformação digital.
Por setores há grandes diferenças. Turismo e Lazer (linhas aéreas, plataformas de viagem ou empresas de entretenimento) é o mais bem posicionado. 30% das empresas pesquisadas desse segmento estão na fase mais alta. Lhe seguem Tecnologia e Telecomunicações e Consultoria e serviços legais, com quase 20%. Por outro lado, o setor público aparece como o mais retrasado, com 70% das empresas no estado mais inicial da transformação digital.

Outras conclusões


Do relatório se podem extrair outros dados:

•57% das empresas focam mais nelas mesmas do que nas pessoas (clientes, funcionários ou stakeholders), quando são os protagonistas de seu negócio e a base de seu sucesso. A maioria não tem uma estratégia people centered.
•As empresas com um maior grau de transformação digital geram mais negócio através de seus canais digitais: mais de 70% das empresas que se encontram na fase de Deep Digital já gera mais de 20% dos ingressos por essa via.
•Apesar de que seu papel é chave, 73% das equipes de marketing e comunicação não utilizam modelos de IA (Inteligência Artificial) em suas comunicações ou campanhas.

O estudo conclui que as empresas e instituições necessitam deslocar o foco de atenção delas mesmas na direção das pessoas para conectar com elas. Além disso, deveriam intensificar sua viagem na direção de um autêntico processo cultural de transformação digital que significa o Deep Digital Journey para crescer na geração de seu negócio digital. Somente as empresas que avançam nessa direção estarão preparadas para este momentum digital e para antecipar-se a seu entorno.

Adolfo Corujo, Chief Strategy and Innovation Officer da LLYC, afirma: “A verdadeira transformação digital que implica o Deep Digital Journey está ligada a processos complexos de transformação cultural e não somente a avanços tecnológicos ou à digitalização de certas práticas. As empresas estão fazendo um enorme esforço para evolucionar e adaptar-se à disrupção digital, mas no caminho se encontram com resistências lógicas de uma mudança que é mais profunda e radical do que parece”.

Por sua parte, Ibo Sanz, Global Tech & Digital Strategy da LLYC, destaca: “Os departamentos de marketing e comunicação têm um papel fundamental no fenômeno da transformação digital e nos avanços nos processos de digitalização. Seu trabalho como responsáveis da interação entre as marcas e as pessoas que lhes importam os situam no centro da exposição da disrupção provocada pelas tecnologias exponenciais”.

inovabra habitat anuncia parceria inédita com hub do Centro-Oeste

Localizado em Goiás, o hub é a primeira instituição da região que reúne diferentes empresas focadas em tecnologia e inovação
Com o objetivo de estimular novos negócios entre os ecossistemas de inovação do Sudeste e do Centro-Oeste, o inovabra habitat e o Hub Gyntec anunciam parceria a partir de setembro. Essa aliança marca a presença do ambiente de coinovação do Bradesco em Goiás e região.

O acordo com o Gyntec vai viabilizar a troca de experiências em inovação aberta, divulgação de oportunidades para startups do inovabra habitat e oportunidades junto ao Bradesco para startups do hub goiano, o uso dos espaços de coinovação pelas startups dos dois hubs, além de conexão com o ecossistema de inovação acadêmico do Centro-Oeste.

Inaugurado em 2016, o Gyntec é a primeira instituição do Centro-Oeste que reúne diferentes empresas focadas totalmente na solução de tecnologia e inovação. O hub é o principal responsável por estimular investimentos voltados para a inovação no agro, na saúde e na educação, que são os três principais setores de influência na economia de Goiás. O hub está por trás de muitas iniciativas nesse sentido, seja com financiamento, pesquisas e colaboração. Atualmente, o Gyntec conta com um portfólio de quase 60 startups, incluindo sete que estão localizadas em Israel.

“A chegada da Gyntec está alinhada à expansão da nossa atuação para fora de São Paulo, ampliando as trocas e as conexões com outras regiões do Brasil. A diversidade é fundamental quando se trata de inovação aberta. Além disso, com o Gyntec vamos ampliar o acesso a soluções com o uso de tecnologias como o IOT e o 5G, o que é uma excelente oportunidade para fomentar inovações no agronegócio”, explica a head do inovabra habitat, Renata Petrovic.

O agro vem experimentando muitas transformações por meio das novas tecnologias e o espaço de coinovação do Bradesco conta com habitantes que oferecem diversas respostas para os desafios do setor, como as startups Agrosmart, Agrisolus, The AI Academy, Everynet, Khomp, Austin Data Labs e Dominus Soli.

“Essa troca com o inovabra habitat nos deixou muito entusiasmados, afinal, além de expandir o nosso portfólio, construir novas parcerias e expandir o nosso acesso, é uma oportunidade de projetar para o Brasil o trabalho inovador que estamos desenvolvendo em Goiânia”, comenta Marcos Alberto Bernardo, cofundador e CEO do Gyntec.

Em 2021, o ambiente de coinovação do Bradesco estabeleceu parceria com outros quatro hubs: Artemísia, Hospital de Amor, Hotmilk e Nexus. Essas entidades e o Gyntec se juntam à Acate e ao Porto Digital, que são parceiros do ambiente desde 2019.

Novos habitantes
Além da chegada no Gyntec, o inovabra habitat recebeu mais 21 novos habitantes, sendo cinco corporações e 16 startups de diferentes setores e localidades, incluindo outros países. São eles:

Corporações
Solvay
Gazin
Lopes
REMESP
AIG

Startups
Revex
Coodesh
HoffSoluções
QExpert
Clara
Hubbie
CashForce
Shapp
Proa.AI
Human Robotics
GoSharp
Plataforma Verde
BossaBox
iGanhei
Fast4Sign
Elleve

PageGroup lista 7 cargos em alta no setor industrial

Especialista em pesquisa e desenvolvimento e supervisor de produção industrial estão entre as posições mais procuradas

A recuperação gradual da indústria em meio à pandemia está refletindo na alta procura por talentos no mercado de trabalho. Segundo levantamento do PageGroup, consultoria líder mundial em recrutamento executivo especializado, a demanda por profissionais do setor industrial apresentou aumento de 54% de janeiro a setembro deste ano frente ao mesmo período de 2020. Entre as posições mais procuradas para contratações estão a de especialista em pesquisa e desenvolvimento e supervisor de produção industrial.

“Notamos que o perfil do profissional requisitado atualmente pelo setor industrial passa por habilidades multifuncionais, desde a liderança de projetos de pesquisa de novos produtos até o processo de produção”, analisa Luiz Seixlack, sócio da Page Executive.

Para chegar a essa lista, o PageGroup consulta permanentemente empresas de todos os portes (pequena, média e grande) em 14 setores de todo o Brasil. A partir dessa conversa e da consolidação dos processos de contratação em todos os níveis hierárquicos, os consultores analisam essas informações e as transformam em indicadores de desempenho para entenderem as demandas e necessidades do mercado.

Veja abaixo quais são os profissionais do setor industrial mais demandados até o momento.

Confira a lista dos cargos em alta divididos por regiões:

São Paulo

Cargo: Especialista / Coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento

O que faz: é responsável por liderar todos os projetos de pesquisa de novos produtos e o desenvolvimento e melhoria contínua dos produtos existentes no portfólio. Além disso, é quem lidera o laboratório e trabalha com toda a parte de formulações.
Perfil da vaga: deve liderar projetos de pesquisa de novos produtos ou formulações e deverá aperfeiçoar os produtos existentes por meio de busca de novas matérias primas e novos aditivos. Além disso, é responsável pelos laboratórios, análises químicas, análises de estabilidade e de vida útil dos produtos. Muitas vezes, é o responsável por fazer a intermediação entre laboratório e times de produção.
Motivo para a alta: indústrias químicas, alimentícias e agronegócios cresceram muito nos últimos 12 meses no Brasil, principalmente puxados pela exportação. Isso faz com que a busca por novos produtos seja uma demanda latente das empresas para atender às necessidades da sociedade e propor algo diferente, entregando maior valor agregado aos seus produtos. Por esse motivo, as cadeiras de especialista ou coordenação de Pesquisa e Desenvolvimento têm crescido muito nos últimos meses.
Média salarial: R$ 9 mil a R$ 15 mil

Cargo: Gerente Nacional de Vendas B2B

O que faz: é responsável por difundir planos e metas definidos pela alta gestão da organização. Possui como principais interfaces o departamento de marketing e a alta diretoria. Quando olhamos para a indústria, identificamos profissionais com amplo conhecimento técnico do produto, além de boa capacidade de relacionamento e carreira sólida em vendas.
Perfil da vaga: será o grande elo entre a alta gestão e temperatura de mercado. Com o objetivo de atingir os resultados almejados pela organização, este profissional deverá não apenas motivar e acompanhar o time de gerentes regionais, vendedores e representantes, mas muitas vezes ser um dos principais interlocutores junto a grandes clientes e contratos. Possuirá também como principais atividades a gestão de lucros e perdas, acompanhamento do funil de vendas e planejamento estratégico comercial.
Motivo para a alta: com o momento de retomada da indústria, enxergamos o setor se reestruturando novamente em busca de posições de gestão. Para acompanhar o crescimento da demanda de mercado é preciso trazer de volta o pilar de ligação entre diretoria e times regionais. Desta forma se faz possível o acompanhamento próximo, possibilitando o ganho em capilaridade e como consequência aumento de faturamento.
Média salarial: R$ 17 mil a R$ 22 mil + pacote de comissão

Cargo: Gerente de RH

O que faz: é responsável pelo capital humano das organizações, que vão de atividades desde a gestão de folha de pagamentos, relações sindicais, trabalhistas, gestão da área de segurança do trabalho até funções mais estratégicas ligadas ao desenvolvimento organizacional, treinamento, recrutamento, definição de plano de sucessão e liderança.
Perfil da vaga: perfil bem híbrido que consiga transitar bem dentro da indústria, em níveis operacionais e no chão de fábrica e ao mesmo tempo que circule bem em esferas mais estratégicas. O perfil de parceiro de negócio ainda é bem demandado, com interfaces com áreas especificas como vendas, marketing, finanças e operações. Possuir uma visão do negócio e trabalhar alinhado com a estratégia da organização é fundamental e mandatório nessas cadeiras.
Motivo para a alta: assim como para as demais cadeiras, o RH teve um papel fundamental no gerenciamento da pandemia dentro das organizações, desde redefinição de processos, políticas e até a mudança no formato de trabalho. A preocupação com a saúde mental, burnout, equilibro entre qualidade de vida e trabalho é um ponto em alta nas discussões. Com a recuperação da indústria, como atrair os melhores talentos passa a ser um desafio para essa cadeira.
Média salarial: R$ 20 mil a R$ 25 mil

Região Sul


Cargo: Coordenador de Produção e Processos

O que faz: gestão das atividades da área de produção, de forma a garantir a execução de acordo com volume, prazos e qualidade estabelecidos; análise do desempenho dos processos, identificando riscos/desvios operacionais e oportunidades de melhoria.
Perfil da vaga: profissional em crescente de carreira, normalmente já com alguma vivência em gestão de pessoas. Formação em engenharias, principalmente mecânica e de produção, ou curso técnico/administração, com formações posteriores em melhoria de processos e certificações relacionadas, principalmente em Lean. Perfil de liderança e influência, com habilidades analíticas e de resolução de problemas.
Motivo para a alta: a indústria teve uma retomada em termos de produção, mas ainda em um cenário desafiador para muitos segmentos, considerando fatores como a crise de suprimentos. Margens mais apertadas significam um olhar mais atento para a cadeia e processo produtivo, e com isso aumenta a demanda por profissionais experientes na produção e com ferramentas de melhoria de processos.
Média salarial: R$ 7 mil a R$ 11 mil

Cargo: Engenheiro de Projetos

O que faz: gestão da despesa do capital da indústria; alinhamento entre as áreas internas, principalmente produção, processos e manutenção para a elaboração e condução de projetos.
Perfil da vaga: profissionais com formação técnica, normalmente em Engenharias, e pós-graduação em gerenciamento de projetos. Esse profissional tem um perfil de liderança e influência, já que lidará com diversos stakeholders, mas não necessariamente a gestão formal de pessoas é um pré-requisito. Também são importantes habilidades de organização, visão de negócios e constante atualização em práticas ou inovações do mercado.
Motivo para a alta: muitos dos segmentos que estiveram em alta nos últimos meses já vinham operando em sua capacidade máxima, e tiveram oportunidades de investimento e expansão de linhas de produção. Diversas empresas também têm automatizado cada vez mais suas operações, com iniciativas em indústria 4.0, o que torna essa área especialmente aquecida.
Média salarial: R$ 9 mil a R$ 13 mil

Região Nordeste


Cargo: Supervisor de Produção Industrial

O que faz: responsável por uma ou várias áreas de produção industrial, atua com gestão de pessoas e processos. É responsável por garantir o processo de fabricação e manutenção corretiva do seu turno, respeitando o plano de produção, alinhado com o cumprimento das metas de segurança e qualidade. É responsável por desenvolver e engajar a equipe, planejar e controlar indicadores da área, além de atuar com foco em melhoria contínua.
Perfil da vaga: um supervisor de produção precisa ter experiência em gestão de processos industriais e melhoria contínua. Além disso, é um perfil com alta liderança, dinâmico e resiliente, com um forte viés para entrega de resultados e senso de urgência, precisa possuir bagagem em gestão de times e conseguir engajar e influenciar equipes. Experiência com metodologias de melhoria contínua são necessárias e possuir certificação em Lean Six Sigma é um diferencial. As empresas buscam, principalmente, por profissionais que consigam alinhar bem as competências comportamentais e técnicas.
Motivo para a alta: mesmo com a pandemia, o segmento industrial continuou em crescimento e com uma projeção positiva em 2021. O setor de produção é sempre muito demandado, pois as indústrias precisam ter um time de alto desempenho para atender as demandas de mercado. As empresas buscam profissionais com forte senso de liderança para conseguir lidar bem com os desafios diários.
Média salarial: R$ 6 mil a R$ 9 mil

Rio de Janeiro

Cargo: Coordenador de Suprimentos CAPEX


O que faz: é responsável pela aquisição de equipamentos, materiais e serviços voltados a projetos de investimento. O profissional possui como principal interface o setor técnico e jurídico. É um profissional sênior, analítico, tem contato constante com o departamento corporativo da companhia e forte habilidade em negociação de contratos nacionais e internacionais de alto orçamento.
Perfil da vaga: será responsável pela negociação com fornecedores, elaboração e controle dos contratos/aditivos visando a garantir o desempenho e cumprimento das normas da sua área de atuação. Possui como principal responsabilidade garantir as melhores condições na contratação de serviços, materiais e aquisição de equipamentos, considerando 3 principais vertentes: preço, qualidade e prazo (prazo de entrega e prazo de pagamento). Será responsável pela análise e implementação de indicadores da sua área, além de assegurar se o andamento dos projetos está de acordo com o contrato.
Motivo para a alta: as indústrias pesadas, a exemplo da mineração, siderurgia, cimenteiras, vem surfando um momento positivo da economia e de investimentos na área. Estes setores, por sua vez, apresentam contratos robustos, que representam projetos de longo prazo e enxergam a importância de ter profissionais com uma visão mais estratégica do negócio na área de suprimentos. Se fez fundamental ter profissionais que pensem o negócio, que saibam entender os impactos de suas ações no dia a dia da área para os resultados estratégicos da companhia.
Média salarial: R$ 9 mil a R$ 17 mil

Cargo: Supervisor de Produção e Manutenção


O que faz: são responsáveis pela manutenção e controle da produção da indústria. Engenheiros e técnicos de manutenção elétrica, mecânica, metalúrgica e afins. São responsáveis por assegurar a promoção do foco no cliente na organização, garantindo que os processos internos da companhia entreguem as saídas pretendidas. Possui foco nos processos de produção, análise e tratamento de não-conformidades por meio da implementação de ações corretivas e preventivas, com o objetivo principal de manter seus processos produtivos em funcionamento.
Perfil da vaga: atuação na operação de uma ou mais linhas de produção, sendo responsável pelo nível de produtividade das linhas e qualidade dos produtos entregues por meio do monitoramento de planilhas, gráficos e mapas de produção, atuando corretivamente nos desvios. É responsável pela supervisão e treinamento de grandes times industriais. Possui como escopo principal controlar fluxo de produção em função da programação de produção e manutenção.
Motivo para a alta: o setor industrial, especialmente em momentos de crise, notou a importância de ter profissionais multitarefas. Para cadeira são exigidas atribuições que reúnem a visão de indicadores de produtividade, qualidade de processos, materiais e equipamentos e gestão de risco. Para ter sucesso como supervisor de produção, é necessário que o profissional possua orientação a implementação e acompanhamento de processos, conhecimento e gestão de ferramentas de qualidade e que consiga trabalhar sob pressão, com várias demandas simultâneas.
Média salarial: R$ 6 mil a R$ 12 mil

7 dicas para profissionais de TI que querem se destacar no mercado de trabalho

Segundo a série “Explosão Digital S/A” da CNN, a pandemia adiantou o mercado de TI em 10 anos e, com o seu aquecimento, aumentou ainda mais a demanda por profissionais capacitados para a área de TI. Só no Brasil, a busca por profissionais do setor aumentou 310%, segundo levantamento feito pela GeekHunter.

Apesar do mercado aquecido para essa turma no Brasil e no mundo, com atitudes simples do dia a dia, os colaboradores da área têm a oportunidade de se destacarem ainda mais. Pensando nisso, Júlio Xavier, CEO da KTECH, vertical da Kainos &Co dedicada a tecnologia, fez um compilado de sete dicas para que profissionais de TI consigam se destacar no mercado de trabalho. Confira:

1. Visão holística do negócio
O profissional de TI precisa se capacitar para entender as demandas da empresa, conversar com profissionais de outras áreas e entender as necessidades gerais da companhia. Dessa forma, ele conseguirá se destacar e fará uma entrega mais assertiva, por isso se dedique para conhecer mais sobre as particularidades da empresa, acumulando insumos para obter uma visão holística sobre o negócio;

2. Saber se comunicar
Os profissionais de TI são conhecidos por sua introspecção. Mas asseguro que quando você desenvolve a habilidade de se comunicar mais abertamente com as pessoas de sua equipe, participando de reuniões, fazendo perguntas sem medo de errar e conversando com todos, terá a oportunidade de sugerir projetos com muito mais propriedade;

3. Capacidade de escuta
Se o profissional sabe se comunicar, ele também deve ouvir. Acredito que apenas escutando com atenção o que outras pessoas ensinam e querendo aprender com elas que você conseguirá fazer as perguntas certa e colaborar para a construção do negócio;

4. Fazer o básico muito bem-feito
Antes de entregar projetos extraordinários, você precisa fazer o básico muito bem feito. Primeiro faça a entrega essencial, e depois dela, você pode fazer mais. Contudo, reforço que um plano muito bem executado e entregue com perfeição é primordial.

5. Cursos extracurriculares na área de negócios
Além dos cursos inerentes à área técnica, eu recomendo que profissionais de TI complementem seu currículo com cursos relacionados ao mundo de negócios. A formação extracurricular ou especialização como em marketing, vendas e finanças, por exemplo, são grandes diferenciais. Essas áreas te darão uma visão mais ampla sobre o negócio. Além disso, quando você faz um projeto, precisa conhecer uma série de cálculos para entrega de relatórios e ROI (retorno sobre o investimento), a formação nessas áreas vai te ajudar com essas demandas;

6. Ser curioso
Para mim, a curiosidade é imprescindível para qualquer profissional. Essa característica mostra interesse pelos negócios que a empresa atua. Profissionais que são naturalmente mais curiosos, conhecem mais processos do que os outros e se beneficiam da visibilidade que ela traz. Além disso, acredito que a curiosidade faz o colaborador ser mais criativo, pois o saber que adquire faz você sair da zona de conhecimento comum e se destacar;

7. Inglês
O inglês certamente é um diferencial para qualquer profissional do mercado. Se você deseja ingressar em uma multinacional ou trilhar carreira internacional, a fluência nesse principalmente, ou em outro idioma, com certeza é um conhecimento chave para dar start.

Lambda3 abre 25 vagas para profissionais da área de T.I.

Oportunidades abertas para atuar remotamente ou em regime híbrido nos times de Desenvolvimento, Dados, Agilidade e UX

Reconhecida pelo prêmio GPTW como a 5ª melhor empresa de T.I. para se trabalhar no Brasil, a Lambda3 – referência no setor tecnológico, com foco em soluções digitais – está com 25 vagas abertas para profissionais de T.I. que atuam com desenvolvimento de software, agilidade, infraestrutura para segurança de dados, análise de BI, designer de produto (UX e UI), data science e engenharia de dados. O processo seletivo será realizado via conferência on-line. Algumas das posições oferecem trabalho 100% remoto e outras em regime híbrido – home office e presencial, quando necessário. 

“Além de excelência técnica, entregar valor para os clientes que trabalham conosco é um esforço que exige constante sinergia entre toda a equipe. Buscamos novos desafios técnicos e, por isso, recrutamos pessoas que estejam dispostas a aprender em todos os momentos, sair das respectivas zonas de conforto e contribuir com times autogerenciáveis”, explica Victor Hugo Germano, CEO da Lambda3. 

Vale ressaltar que a Lambda3 tem o compromisso de atrelar tecnologia à diversidade. “As vagas são para todas as pessoas que se identificarem com nossas oportunidades, independentemente de gênero ou região demográfica. Buscamos a presença do respeito e da diversidade em nosso dia a dia, para conquistarmos um ambiente tão diverso e plural quanto a sociedade, com autonomia e responsabilidade acima de regras rígidas e políticas internas”, contextualiza Victor Cavalcante, CSO da empresa. 

A companhia é definida como uma comunidade multidisciplinar e inclusiva, que trabalha com várias linguagens e frameworks ao redor de metodologias ágeis, com flexibilidade e autonomia sobre as rotinas individuais e dos times. As pessoas selecionadas terão a oportunidade de atuar desde a ideação e concepção de produtos e serviços, até sua entrega e sustentação; fazer escolhas e participar de discussões sobre as tecnologias empregadas em projetos; e trabalhar com metodologias ágeis e integração contínua, entre outras áreas. 

“Nos orgulhamos em ser uma empresa referência em serviços e produtos de ponta-a-ponta [da proposta, passando por todo ciclo de vida, à entrega]. Por isso, procuramos profissionais que contribuirão com a evolução dos nossos projetos, sendo parte de um time de alta performance, que atua diretamente com companhias de relevância nacional e internacional”, conclui Germano. 

Os interessados em participar do processo seletivo podem se candidatar por meio do site: vagas.lambda3.com.br.  

Tags,

Como o Customer Experience (CX) pode ajudar a alavancar os negócios?

cid:image010.jpg@01D7C10A.1C4C5FC0

Por Roberto Ameriot Jr, Chief Sales Officer da Digisystem

É evidente que a Experiência do Cliente ou Customer Experience (CX) tornou-se mandatória para o sucesso de qualquer operação, especialmente após a irrupção da pandemia. Segundo pesquisa de mercado, tanto clientes quanto empresas afirmam que a Experiência do Cliente tornou-se mais importante no último ano, uma vez que saltou para o primeiro lugar na estratégia de negócios das companhias. A pesquisa aponta ainda que 75% dos clientes estão dispostos a gastar mais para comprar de empresas que proporcionam uma boa experiência. Mas de que maneira o Customer Experience (CX) pode ajudar a alavancar os negócios?

Atualmente, existem diferentes tecnologias disponíveis que podem aprimorar a Experiência do Cliente levando em consideração a sua jornada de atendimento. Nesta jornada, as organizações podem estreitar o relacionamento com seu consumidor por meio da multicanalidade, utilizando meios como atendimento telefônico, WhatsApp e ainda canais automatizados, através de chats e mensagens. Além disso, recursos tecnológicos como Chatbot, RPA e Analytics têm sido cada vez mais utilizados no mercado. Este último, por exemplo, auxilia as empresas a qualificarem o perfil de seus clientes (sempre seguindo as diretrizes da LGPD), permitindo visualizar dados como solicitações, período do chamado, região em que o cliente se encontra, entre outras informações que permitem qualificá-lo, e personifica-lo, para assim, oferecer soluções diferenciadas, tanto no aspecto de consumo do serviço, quanto na área de atendimento. A partir do momento em que as empresas conseguem entender melhor a necessidade do cliente, é possível prover uma solução customizada e flexível.

Como implementar tecnologias de Customer Experience nas empresas?

O primeiro passo é conhecer o cliente. Após conhecê-lo, é necessário ter em mente algumas perguntas: Como abordar esse tipo de cliente? De que maneira podemos melhorar a experiência desse cliente por meio dos produtos e serviços? Depois de mapear essas respostas, é hora de escolher a tecnologia necessária para aprimorar a jornada deste usuário.

Já o Chatbot é uma tecnologia que pode ser implementada de maneira rápida nas empresas. Geralmente, todo o processo tem duração de apenas um mês. Desta forma, este recurso está sempre evoluindo com a ajuda de uma curadoria que analisa os dados para mapear os gaps e trabalhar para implantar soluções que auxiliam na evolução do atendimento. É importante ressaltar que a tecnologia serve de apoio ao atendimento, que deve ser sempre humanizado.

Por isso, o Chatbot consegue repassar a demanda para o atendimento humano quando não conseguir solucionar algum problema. Em suma, o Chatbot consegue traduzir o que o usuário está tentando dizer e encaminhar essa demanda para um fluxo de solução. No entanto, quando se trata de RPA, o processo de implantação é um pouco mais longo, e leva entre dois a três meses, uma vez que envolve o levantamento de todos os processos ofensores, ou seja, tudo aquilo que está ofendendo a operação, seja de negócio ou de TI. Só após este mapeamento, o processo é automatizado.

Em quais segmentos é possível implementar essas tecnologias? 

Vale ressaltar que os segmentos são variados para implementação dessas soluções, uma vez que envolve custos, jornada, tempo e depende da preparação das empresas, e, especialmente a validação da alta direção. Contudo, com a chegada da pandemia, o varejo teve uma necessidade iminente de se transformar em um curto período, por isso, foi um dos setores que mais adotou tecnologias e aprimorou os serviços digitais.

A aceleração digital era necessária para as empresas tornarem-se competitivas no mercado muito antes da Covid-19. As empresas que seguiram essa orientação anteriormente, não tiveram dores com as transformações resultantes da pandemia. Assim como as empresas que já tinham adotado o conceito da Sociedade 5.0, uma vez que o conceito tem como objetivo inserir o ser humano no centro de tudo, verificando as suas necessidades e implementando soluções para resolver essas dores. Desta forma, o futuro do mundo está ligado à personificação e entrega de experiências customizadas. A grande tendência é manter o ser humano como foco, o entendimento das suas necessidades e, consequentemente, o uso correto das tecnologias emergentes para garantir uma experiência positiva.

Estudo da GfK mostra que 79% dos consumidores pretendem fazer compras no período da Black Friday

Estudo feito pela GfK, consultoria mundial que utiliza big data e inteligência artificial para trazer novas estratégias para seus clientes, apresenta que a Black Friday 2021 será melhor que a do ano passado para o setor de eletroeletrônicos. Esse resultado positivo será alcançado por conta do aumento dos preços e não pela quantidade de itens vendidos.

Em 2020, as oito semanas sazonais representaram 21% das vendas do ano, somando mais de R﹩23 bilhões. Neste total, a semana da Black Friday foi a que mais se destacou, gerando aproximadamente 7% do faturamento do ano, 3,4X mais que a média semanal.

Fernando Baialuna, diretor de Negócios e Varejo da GfK, analisa que a Black Friday é uma data que o consumidor se prepara para as compras e tem os eletroeletrônicos como o grande foco. “Os consumidores veem na Black Friday uma oportunidade para comprar um item de desejo ou fazer a troca de um aparelho mais antigo por um moderno. Esse ano, com a alta dos preços, haverá uma cautela na escolha dos modelos, mesmo assim, 87% das pessoas pretendem gastar o mesmo ou até mais do que no ano passado.”

Os varejistas devem pensar na jornada do consumidor, que mesmo tendo migrado para o online, as vendas na modalidade figital – fusão das vendas no ambiente físico e digital – devem ser levadas ainda mais em conta.

“De acordo com a categoria que está sendo procurada, o cliente tem uma preferência para efetivar a compra. Itens como smartphones, TV e linha branca ainda são muito fortes no comércio tradicional, já que o consumidor tem a necessidade de vivenciar a experiência com o produto”, explica Baialuna.

Os dados do estudo da GfK também mostram que Black Friday deve durar mais tempo, com ações promocionais durante todo o mês de novembro. Essa estratégia de pulverizar os descontos acontece há alguns anos e isso traz confiança para o cliente, que terá melhores ofertas por um período maior.

Thoughtworks abre 140 vagas de tecnologia em diversas áreas

A Thoughtworks, consultoria global de tecnologia que integra estratégia, design e engenharia para alavancar a inovação digital, acaba de anunciar 140 vagas nas áreas de Data, Customer Experience, User Experience, Dev, Quality Assurance, Business Analytics, entre outras. As vagas são na modalidade de trabalho remoto, permitindo que candidatos de todo o país possam se candidatar.

“Nosso processo de entrevistas tem foco em avaliar o potencial de cada uma de nossas candidatas, desta forma, olhamos para as individualidades de cada pessoa, além de habilidades, potencial e alinhamento à cultura Thoughtworks. Somos intencionais em buscar pessoas de grupos sub-representados, este é um dos principais norteadores em nosso processo de recrutamento” explica Carla Catelan, Diretora de Recrutamento da Thoughtworks. “O processo tradicional de entrevistas pode ser um obstáculo para encontrar pessoas talentosas e diversas, por isso não nos limitamos a olhar experiências, mas também para habilidades que nossas candidatas possam desenvolver com o nosso suporte.”, acrescenta.

A busca por talentos também é influenciada pelas mudanças que estão acontecendo no mundo digital, com novas tendências e abordagens impactando o perfil de especialistas que buscamos. “Data Mesh, um conceito que nasceu dentro da Thoughtworks, é uma das inovações recentes na área de dados, e representa uma transformação significativa em como abordamos a construção e escala de plataforma de dados”, explica Wigor Correia, Diretor de Dados e Inteligência Artificial na consultoria. “A Thoughtworks tem a reputação em conectar a visão de negócio com a execução. É uma oportunidade para quem busca novas tendências em dados e inteligência artificial, por exemplo, fazer parte de uma organização orientada por excelência técnica, práticas ágeis e engenharia de dados avançada, como adotar boas práticas de governança de dados com base nos princípios do data mesh”, ressalta.

Diversidade e inclusão na tecnologia


Em 2021, a Thoughtworks figurou novamente entre as dez melhores empresas de médio porte para as mulheres trabalharem pelo prêmio GPTW (Great Places to Work). Seus números comprovam a efetividades das iniciativas da empresa em fomentar times diversos, sendo que dos 20 cargos de liderança, 10 são ocupados por mulheres. Outro destaque na Thoughtworks também é o crescimento do número de funcionários negros: em 2017 eram 13%, e em 2020 o percentual aumentou para 34%.

Para visualizar e aplicar às vagas clique aqui: https://www.thoughtworks.com/pt/careers/jobs

Tags

81% dos brasileiros têm contas em mais de uma instituição financeira; automação de serviços é baixa

Principal motivação para diversificação de provedores de serviços é a busca por melhores ofertas, segundo a pesquisa do PayPal “Terceira Onda de Inovação Fintech”

Oito em cada dez brasileiros têm conta em mais de uma instituição financeira, ou seja, controla suas finanças de força desagregada. É o que aponta a pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech”, realizada pelo PayPal, líder mundial em pagamentos eletrônicos. O principal motivo para tanto é a busca pela melhor oferta, segundo 41% dos entrevistados no levantamento; a preferência por diversificação de provedores de serviços é importante para 31%; seguida pela qualidade no atendimento ao cliente (30%).

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” foi realizada pela equipe de Política Pública e Pesquisa do PayPal e envolveu um público de 4.000 pessoas em quatro mercados – EUA, China, Brasil e Alemanha. O levantamento buscou entender melhor como os consumidores estão acessando serviços financeiros; como a evolução das tecnologias pode melhorar o acesso financeiro e a saúde financeira; e as condições e requisitos para inovação responsável e equitativa no setor de fintech.

“Ao olharmos em retrospectiva a evolução do PayPal, como primeira fintech mundo, e dos serviços financeiros, podemos dizer que grandes mudanças ocorreram com a combinação de três fatores: crises socioeconômicas, mudanças no ambiente regulatório e novas tecnologias. Sendo assim, nosso estudo visa mapear quais seriam os próximos passos dessa evolução fintech”, explica Leonardo Sertã, Head de Desenvolvimento de Mercados do PayPal para a América Latina.

Participação de serviços financeiros agregados e desagregados entre entrevistados

Motivos para optar por serviços financeiros desagregados

 USBrazilChinaGermany
Look for the best deal32%41%28%29%
Better customer service for certain service lines27%30%37%25%
Different companies specialize in different product and service offerings39%25%29%23%
Prefer diversifying service providers27%31%43%15%
One of my financial products is with a different financial institution so I opened an account with them20%20%26%22%
Greater privacy enhancement by avoiding concentration of data with one entity17%15%36%16%
Don’t have the interest to look at other options15%13%12%22%
Don’t have the time to look at other options10%9%13%13%
Other3%1%0%2%

Os dados mostram que o grande volume de consumidores que detém serviços financeiros desagregados, ou seja, com vários provedores diferentes, destoa da preferência declarada. A Fig. 1 mostra uma porcentagem semelhante entre as pessoas que preferem ter todo o seu dinheiro em uma instituição financeira e as que preferem ter seu dinheiro distribuído em várias instituições nos EUA, Brasil e Alemanha. Paralelamente, no Brasil, 29% dos entrevistados indicaram ter problemas para manter o controle de todas as contas financeiras.

Já a análise geracional desse universo de consumidores revela que, nos Estados Unidos, no Brasil e na China, uma porcentagem menor da Geração Z* prefere ter seus serviços financeiros em diversas instituições, em comparação com as gerações Y* (Millennials) e X* (Fig. 3). Isso implica que, à medida que mais indivíduos da Geração Z entrarem em estágio de maturidade financeira, irão potencialmente empurrar a preferência geral do consumidor para serviços financeiros agrupados em uma única instituição. Mas claro que suas preferências podem evoluir conforme suas necessidades financeiras mudam.

*Geração Z: nascidos entre 1995 e 2010; Geração Y/Millenials: nascidos entre 1980 e 1995; Geração X: nascidos entre 1960 e 1980.

Os entrevistados que agruparam serviços financeiros têm muito pouco desejo de desagregar – menos de 10% em todos os mercados que pesquisamos –, enquanto que uma parcela significativa dos entrevistados – por exemplo, 31% no Brasil – que atualmente usam serviços financeiros desagregados preferem agrupar seus provedores de serviços financeiros (Fig. 4).

“No decorrer dos últimos 15 anos, os bancos deixaram de ser a única opção para pagamentos, empréstimos, crédito, finanças pessoais, gestão de investimentos, seguros, transferência de dinheiro e outros. A conveniência do balcão único deu lugar à novidade, à sofisticação e à especialização de vários aplicativos e canais”, avalia Sertã. “A diversificação dos provedores de serviços pode ser motivada pelo desejo de aumentar a privacidade e evitar a concentração de dados em uma entidade. Também influencia a proposta de valor de cada provedor, aí incluímos ofertas e conveniência, como poder resolver tudo por meio de um aplicativo. O consumidor está sendo atraído por quem oferece mais com melhor custo e menor esforço, e acompanhamos uma competição positiva por essa preferência. Podemos dizer que a diferença entre as preferências declaradas e o comportamento do consumidor cria um cenário complexo, então as empresas devem estas antenadas para oferecerem os serviços que satisfaçam um consumidor cada vez mais exigente”, conclui.

Quando os serviços financeiros entrarão no piloto automático?

Avanços em big data e inteligência artificial resultaram em automação em escala de diversas indústrias. A automação em serviços financeiros pode ser tão trivial quanto usar o débito automático em conta para pagar a fatura do cartão de crédito, como futurista, ao receber um aconselhamento financeiro de um robô (“robo-advising”). Na esteira da digitalização acelerada durante a pandemia COVID-19, podemos esperar muitos serviços financeiros sendo realizados por robôs, mas o quadro completo é mais complicado.

A pesquisa “Terceira Onda de Inovação Fintech” também investigou o tema, e todos os entrevistados nos EUA, Brasil, China e Alemanha indicaram baixos níveis de adesão à automação (Fig. 1). Por exemplo, na maioria dos mercados, apenas 1 em cada 5 consumidores está automatizando o pagamento de dívidas, com a maior taxa sendo registrada na China (30%) e o Brasil ficando com 22% dos entrevistados. Praticamente todos os serviços pesquisados que poderiam ser automatizados têm baixa adesão no Brasil, incluindo depósito automático de salário em conta (21%), aplicação financeira para aposentadoria (11%), aplicação financeira para emergências (23%), decisões de investimento (13%), entre outros. O serviço financeiro mais automatizado no Brasil é o pagamento de contas recorrentes, com 31% de penetração (índice na Alemanha é de 50%).

O patamar surpreendentemente baixo de adoção de serviços financeiros automatizados é ainda mais aparente quando os entrevistados foram questionados sobre seu nível de interesse em migrar para o automático (Fig. 2). Mais abertura foi registrada na China e no Brasil, onde quase 1 em cada 5 entrevistados expressou interesse em automatizar o pagamento de contas recorrentes e o aconselhamento no pagamento de dívidas.

Embora os consumidores não tenham entusiasmo em automatizar os serviços financeiros, muitos deles desfrutaram da conveniência da automação por meio de serviços financeiros incorporados em outras plataformas. Um exemplo simples é o sistema de pagamento do Uber, que dispensa cartão, senha e outras etapas. Onde a transação financeira está embutida, os consumidores não precisam mais perder tempo explorando ativamente e adquirindo produtos financeiros. Em vez disso, ofertas financeiras personalizadas estão disponíveis no ponto de venda por meio da plataforma de atendimento não financeiro, como é o caso do parcelamento de compras em um e-commerce, por exemplo.

A aparente contradição entre a hesitação em automatizar encontrada pela pesquisa e a adoção anedótica de finanças embutidas em outros serviços pode estar revelando o desafio central da automação: o poder de escolha como chave para um equilíbrio entre conveniência e controle.

Então, o que pode dar aos consumidores uma sensação de controle? A resposta dos entrevistados a outra pergunta pode fornecer uma pista (Fig. 3). Surpreendentemente, 71% dos entrevistados no Brasil indicou que precisam de mais educação sobre pagamentos digitais. Além disso, 36% dos entrevistados relataram não se sentir confortáveis o suficiente com o smartphone para transações financeiras.

“A digitalização acelerou de maneiras sem precedentes durante a pandemia de COVID-19, mas a adoção adicional da automação pelo usuário só será alcançada se os consumidores se sentirem mais confortáveis com a tecnologia e tiverem maior nível de conhecimento percebido e compreensão sobre como esses serviços funcionam”, adiciona Sertã.

Criada por fundadores de iFood e Zé Delivery, Mercê do Bairro levanta R$ 53 milhões em Series A

Transformar o Brasil a partir dos empreendedores. Esse é o objetivo de Diego Libanio e Guilherme Bonifácio, que cofundaram o Zé Delivery e o iFood, respectivamente, e se juntaram para criar a Mercê do Bairro em 2019. Trata-se de um marketplace para pequenos mercados que permite a empreendedores comprar barato e receber rapidamente de inúmeros fornecedores. A startup acaba de levantar R$ 53 milhões em um Series A liderado por Flourish e GFC, com participação de MAYA, SV Latam, Quartz, Picus, Domo, Alexia Ventures e Prana, entre outros.

O modelo da Mercê é conhecido como varejo integrado e já é largamente utilizado em outros países, como na China, onde foi responsável por transformar o setor ao conectar toda a cadeia com uso de tecnologia. No Brasil, a Mercê está substituindo a tradicional prancheta por um aplicativo que conecta o mercadinho do bairro a fornecedores e auxilia em toda a gestão de compras e vendas.

O varejo alimentar no Brasil é um mercado de mais de R$ 550 bilhões, segundo levantamento da Associação Brasileira de Supermercados. Os mais de 400 mil mercadinhos do país, que têm de um a quatro caixas, representam 35% desse total. “Estamos falando de um público enorme e hoje muito mal atendido. Esses empreendedores não têm acesso a ferramentas de gestão, vendas e crédito, e não contam com poder de barganha para negociar preços e serviços. Além de não terem capital de giro, nem todo fornecedor vende para eles, pois muitos são informais ou não compram as quantidades mínimas exigidas pelos distribuidores”, explica Diego. “Queremos que os mercados de bairro possam usufruir dos mesmos benefícios daqueles que fazem parte de grandes redes, tornando-os, assim, mais competitivos.​”

“Hoje oferecemos uma ferramenta simples e atraente, pois o empreendedor não tem o que perder. Oferecemos comprar de maneira mais prática, barata e ele só paga depois que recebe”, completa Guilherme. “Nossa visão de longo prazo é criar uma revolução no mercado de proximidade, permitindo que o mercado opere melhor, com mais tecnologia em todas as suas frentes, dando uma melhor experiência para o cliente final.”

Na prática, com a Mercê, o dono do mercadinho lista os produtos de que necessita no aplicativo da empresa, que funciona 24/7. A startup se responsabiliza por fazer as compras no atacado e entregar na porta do estabelecimento em até um dia útil. A Mercê também pluga outros parceiros de abastecimento, distribuidores e fabricantes que têm logística de entrega, monitora preços, para que o empreendedor tenha acesso às melhores ofertas, além de auxiliá-lo no acesso a crédito.

Acesso a crédito e expansão

O aplicativo é simples de usar, não requer treinamentos, nem exige muito tempo para adaptação. Segundo os sócios, o maior impacto provocado até agora para os empreendedores tem sido a economia de tempo nesse processo, que chega a 70% com o uso do app.

Já o crédito é oferecido aos proprietários de duas formas. Em uma delas, é dado um prazo que vai de 7 a 28 dias para o mercadinho pagar suas compras; em outra, a Mercê ajuda na obtenção de empréstimos, conectando os mercadinhos a parceiros que oferecem o serviço. O empreendedor consegue, assim, ter acesso a um capital que não teria de outra forma.

“Mercê tem o potencial de transformar o varejo informal no Brasil. A plataforma fácil de usar e a logística que oferece eliminam as fricções em termos de abastecimento, gerenciamento e otimização de inventário, permitindo assim ao pequeno empreendedor focar em atender sua clientela”, diz Arjuna Costa, Managing Partner da Flourish Ventures. “Ainda, ao adicionar produtos financeiros como crédito e pagamento em sua solução vertical, Mercê amplifica o impacto que tem no sucesso financeiro dos comerciantes.”

O faturamento da startup é obtido sobre uma comissão cobrada dos fornecedores parceiros, que pagam uma porcentagem em cima das vendas realizadas. Ainda assim, o valor final das transações é menor do que outras alternativas, de forma que é reduzido o custo tanto do fornecedor, quanto do mercado.

Hoje, a Mercê opera nas regiões oeste, sul e leste da cidade de São Paulo, sobretudo em bairros periféricos. Com o aporte, a empresa irá expandir sua atuação, em um primeiro momento, para as áreas metropolitanas do Sudeste, em particular São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. No futuro, a startup pretende ajudar a escalar mercados de bairro em todo o país. Além disso, com o valor, os sócios devem investir no desenvolvimento do marketplace e reforçar o time, especialmente nas áreas de tecnologia e produto.

“Estamos muito otimistas com a Mercê. O mercado é enorme e fiquei particularmente animado com o impacto que a startup tem provocado nos bairros em que opera. É notável a sensação de empoderamento nos empreendedores que trabalham com a Mercê”, conclui Alex Anton, da GFC.