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Rede Impecável utiliza SAP Qualtrics para gerenciar experiência do cliente em suas 11 lojas no Rio de Janeiro

A Impecável, varejista carioca especializada em moda masculina, feminina e calçados, com mais de 11 lojas na capital e diversas cidades do Rio de Janeiro, é uma das empresas que utilizam as soluções SAP Qualtrics para gestão da experiência dos clientes. Muito além das pesquisas sobre a compra ou o atendimento, a solução oferece uma visão completa da equipe de atendimento, vendedores e caixas, estrutura das lojas em requisitos como limpeza, organização, tamanho das filas e disponibilidade de produtos. O dashboard analítico fez de Qualtrics uma ferramenta estratégica de gerenciamento e tomada de decisão para a rede.

CEO da Impecável, Rafael Sampaio liderou a implementação de Qualtrics em 2017, em um projeto que foi apoiado diretamente pela área de consultoria da então startup a partir dos Estados Unidos. O projeto para iniciar a utilização da plataforma durou apenas quatro semanas em um processo rápido e fluido, com forte engajamento dos diversos departamentos da rede de lojas.

Poucos meses após a conclusão, a Impecável reduziu as reclamações no SAC em 25% e alcançou melhores indicadores de desempenho em todas as lojas. Em dois anos, a Impecável apurou o índice de satisfação de mais de 63 mil clientes e conta com alta taxa de retorno nas interações. Do ponto de vista dos funcionários, a ferramenta contribui para o reconhecimento dos melhores profissionais, aprimoramento do treinamento e na definição de um plano de carreira para os funcionários das lojas.

“O apoio consultivo da equipe Qualtrics contribuiu com a construção da estratégia para as diversas etapas – desde a definição do que deveria ser nossa prioridade para iniciar a ação, o roteiro para captação dos dados e a construção de um dashboard analítico adequado à nossa operação, que superasse o desafio de disponibilizar as informações em um formato que desse ao time decisório a capacidade de agir”, explica Sampaio.

Segundo o executivo, é a etapa analítica que diferencia Qualtrics de qualquer outra solução do mercado, por oferecer uma visão 360º da experiencia do cliente e justificar com dados cada etapa da interação com a marca. Após dois anos utilizando Qualtrics, Sampaio destaca a importância de ter prioritariamente investido no relacionamento como estratégia de negócios. “Apesar de sermos uma marca regional, a Impecável é constantemente citada entre as preferidas pelos cariocas e o nosso compromisso com o projeto foi, desde o início, o de transformar os dados mapeados em capacidade de ação”.

Renato Ajauskas, vice-presidente de Customer Experience da SAP Brasil ressalta que a Impecável é um bom exemplo de como a solução pode ser parametrizada para atender às necessidades de cada operação, adaptada ou totalmente reformulada quando a necessidade do negócio muda, se adequando e crescendo junto com a trajetória da empresa. “Com SAP Qualtrics, a Impecável tem instrumentos para avaliar cada uma de suas lojas e fazer as correções necessárias, seja reforçar o treinamento dos funcionários ou rever a oferta dos produtos, se a necessidade do público mostrar que há uma demanda distinta das demais lojas da rede”, completa.

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O que os millennials esperam do atendimento ao cliente

Por Cassiano Maschio

Nunca se falou tanto de uma geração quanto a dos millennials, ou “geração do milênio”. O recorte geracional varia um pouco de um instituto de pesquisa para o outro, mas, em geral, estão neste grupo as pessoas nascidas entre o final da década de 1970 e segunda metade dos anos 1990.

Por pertencerem a uma geração que cresceu com a internet, os millenials têm uma relação muito forte com a tecnologia e o mundo virtual, e usam dispositivos pessoais – especialmente smartphones – para comunicação, trabalho e lazer. A conectividade, para eles, é uma forma de vida.

A interação no mundo digital é intensa: de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, realizada nos Estados Unidos, 75% deles têm perfil em redes sociais, ante 50% da geração X, e 30% dos baby boomers, as gerações anteriores. Os millennials também são os que mais usam o celular para mandar mensagens de texto (88%).

Autoatendimento é o preferido

E o que isso tem a ver com o atendimento ao cliente? Tudo. Os millennials foram a principal geração a exigir das empresas uma nova postura na relação com o consumidor, puxando as mudanças que temos visto nos últimos anos.

Eles preferem o atendimento online, geralmente via redes sociais, por ser mais conveniente e aderente aos seus hábitos de vida. A última coisa que uma pessoa desta geração quer é fazer uma ligação para conseguir solucionar um problema. Ou, pior ainda, ter de resolver pessoalmente.

Para um consumidor com um perfil tão digital, o atendimento precisa ser rápido. Tão ruim quanto ter de dar um telefonema e ouvir uma musiquinha de espera é aguardar horas por uma resposta nas redes sociais. Para se ter ideia, uma pesquisa da empresa de software Salesforce apontou que 25% dos millennials têm a expectativa de uma resposta em menos de 10 minutos quando entram em contato por meio das principais redes.

Chatbots estão em alta

Diante deste cenário, os chatbots acabam sendo uma das principais formas de interação com este público, uma vez que são ferramentas online e habilitadas a prestar atendimento instantâneo. O que muitas empresas já notaram é que a disposição deste grupo de pessoas em interagir com chatbots vai além do SAC, criando oportunidades claras de venda, desde que o robô esteja preparado para prestar o serviço com eficiência.

A pesquisa “Messaging and Chatbots in Local”, feita nos Estados Unidos, revelou que 52% dos millennials estão interessados em usar um chatbot para serviços locais, como marcar um horário ou se matricular em um curso. Não por acaso, é cada vez maior o número de marcas que investem nessa tecnologia de relacionamento com cliente.

Cassiano Maschio, diretor comercial na Inbenta no Brasil, empresa que auxilia o relacionamento online das marcas com seus clientes

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Smart promove soluções de publicidade digital para a Black Friday

A Smart, plataforma full stack para publishers, promove o Data Marketplace, uma solução exclusiva para veículos, agências de publicidade digitais e trading desks que querem oferecer oportunidades mais eficientes para os anunciantes, especialmente no período da Black Friday.

Dentre as funcionalidades do Data Marketplace estão o Data Segment que, em parceria com a Navegg, mapeia audiências e cria segmentos específicos de consumidores de acordo com determinadas características de um público-alvo e a Segmentação por Contexto Semântico que identifica o real contexto de um conteúdo sem usar cookie ou palavra-chave, utilizando inteligência artificial proprietária para criar grupos por afinidade de assunto.

“Observando o comportamento do consumidor, sabemos que ele começa suas buscas 15 dias antes do evento, assim agências e anunciantes precisam iniciar as estratégias de engajamento antecipadamente, já o publisher precisa entender seu público e seu inventário, e o Data Marketplace oferece as ferramentas para ele segmentar e oferecer pacotes atraentes ao mercado pensando em toda a jornada do consumidor durante a Black Friday” comenta Taísa Pereira, Demand Sales Manager da Smart.

A solução tem por objetivo levar mais assertividade para as campanhas publicitárias, incluindo relatórios das principais métricas demandas do mercado como o viewability e o completion rate.

“Durante a Black Friday a internet está totalmente sobrecarregada, nesse momento é importante contar com um parceiro de tecnologia confiável que consiga oferecer diferenciais para não perder o timing das oportunidades” completa a executiva.

Segundo dados do e-commerce Brasil, 1 em cada 3 consumidores da Black Friday vão para as lojas dispostos a comprar, e a busca por eficiência por parte dos anunciantes é cada vez mais proeminente para as campanhas de varejo. “Saímos da esfera de mídia de massa para a mídia de audiência segmentada e as tecnologias hoje permitem esse ganho de eficiência, entregando o público certo na hora certa.” afirma Taísa.

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Black Friday: 53% dos consumidores devem gastar até R$1.000,00 em seus cartões de crédito

Black Friday está chegando. A data, conhecida por instigar até os mais conservadores com suas sedutoras promoções, tem altas expectativas de consumo e utilização de crédito para o ano de 2019.

A plataforma ShopFully, fonte primária de informação para quem quer encontrar produtos, ofertas e novidades sobre estabelecimentos comerciais de forma geolocalizada, realizou um levantamento junto a 4.813 consumidores de todo o país para mapear o comportamento, intenção de compra e preferências na data mais importante do varejo que antecede o Natal.

De acordo com a pesquisa, a maior parte do público são mulheres (63%), possuem entre 30 e 49 anos e 84% afirmou que pretende, sim, realizar compras e aproveitar as oportunidades e descontos. Menos de 2% afirmou não ter interesse de consumo durante o evento mundial e cerca de 14% ainda não decidiram.

A disposição para gastar reflete um cenário positivo para o varejo: mais de 53% dos entrevistados deve gastar até R$1.000,00 e mais de 15% irão gastar mais de R$2.000,00 em produtos. O método de pagamento mais utilizado será o cartão de crédito com mais de 62% e quase 22% devem utilizar dinheiro, a fim de barganhar ainda mais com os métodos à vista.

Dentre os entrevistados, 64% deve comprar para si mesmo e 58% para a família. Animais de estimação e amigos somam 5% das intenções. Cerca de 75% dos consumidores pretendem usar a data para adiantar compras de Natal.

HORA DE PESQUISAR

Para aqueles que querem aproveitar ao máximo as oportunidades trazidas pela data e irão pesquisar antes de comprar, 33% afirma utilizar de sites e aplicativos de ofertas, 27% buscam promoções em redes sociais, 14% em comparadores de preços e 8% nos próprios e-commerces.

Apenas 12% pretendem ir até lojas físicas para verificar promoções. Entretanto, quando perguntados onde devem efetuar as compras, cerca de 56% irá até as lojas físicas, reforçando o conceito de O2O (Online do Offline).

O principal motivo para a visita é possibilidade de ver o produto ou experimentá-lo (57%). Outros 27% afirmam preferir o método por conta da ausência da cobrança de frete, assim como poder levar produto na hora para casa (38%).

Expressivos 19% ainda tem receio de finalizar compras online por conta de fraudes e 10% preferem conversar com vendedores especializados sobre os produtos antes de adquiri-los.
Já aqueles que escolhem comprar nos e-commerces, acreditam que as opções em descontos e promoções online geralmente são maiores (73%), acham mais cômodo (38%), não gostariam de gastar com o deslocamento (9%) ou preferem não ser abordados por vendedores (10%). Outros 15% disseram já estar acostumados com compras via internet.

Quando se fala em categoria de produtos, os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra, com 58%. Moda (37%), Dispositivos eletrônicos (35%) e Móveis com 26% vem logo em seguida. Cosméticos (19%), Decoração (18%), Games (8%) e Livros (7%) apareceram nas últimas posições.

COMO FOI O ANO ANTERIOR

Comparando a pesquisa desse ano com a que foi realizada em 2018, foi possível observar uma pequena queda no número de entrevistados que não irão aproveitar as ofertas de Black Friday. Houve, também, um aumento de 8% de na parcela da amostragem que afirma pretensão em gastar mais de R$1.000,00, além de um crescimento de 1% dos que irão adiantar compras para o Natal.

Quando se fala em categoria de produtos, o TOP 5 foi semelhante ao de 2019: os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra com 61%, seguido por Roupas (55%), Dispositivos eletrônicos (38%), acessórios pessoais (35%) e Móveis (33%). Decoração (23%), Games (11%) e Livros (8%) apareceram nas últimas posições.

Quando se fala em categoria de produtos, os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra, com 58%. Moda (37%), Dispositivos eletrônicos (35%) e Móveis com 26% vem logo em seguida. Cosméticos (19%), Decoração (18%), Games (8%) e Livros (7%) apareceram nas últimas posições.

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A cibersegurança no filme “O Exterminador do Futuro”

O último filme do “Exterminador do Futuro” já chegou nos cinemas e promete atrair muitos fãs ao redor do mundo. De acordo com seus criadores, seu enredo seguirá os eventos de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”, com todo o contexto alternativo à realidade. No geral, a ideia de uma rebelião da Inteligência Artificial ​​é claramente um problema de segurança da informação, por isso os especialistas da Kaspersky decidiram avaliar os espectros técnicos abordados nos dois primeiros filmes da franquia.

O Exterminador do Futuro

Não há nenhum problema com o próprio Exterminador, o metalhead segue rigorosamente sua programação e exibe um grande talento em rastrear Sarah Connor. Lembre-se de que o primeiro filme foi lançado em 1984. Naqueles dias, os computadores não eram tão difundidos quanto são agora; portanto, na visão dos especialistas da Kaspersky, a parte mais interessante é a cena final da luta com o ciborgue.

Além disso, é importante destacar que ninguém considerou a segurança dos sistemas de informação ao projetar uma empresa industrial sem nome. As instalações onde as máquinas caras trabalham não têm proteção alguma. A porta que dá para a rua é feita de vidro! Certamente, não há qualquer segurança. A porta da unidade de produção onde os robôs industriais estão localizados não tem trava – apenas um parafuso no interior. E os computadores e os painéis de controle estão ao lado da entrada.

Além disso, em termos de posicionamento (intencional ou não) do produto, na entrada, temos uma imagem clara de uma unidade de controle para o robô FANUC S-Model 0, Série F30, EDIÇÃO 005, fabricado pela GMF Robotics. No eBay, você pode encontrar documentos para este dispositivo (marcado “Para uso interno do GMF”), que pode ser usado para aprender como sabotar o processo de produção. Obviamente, em 1984, teria sido mais difícil obter essa documentos. Por outro lado, o consultor de segurança e hacker convicto Kevin Mitnick conseguiu obter informações muito mais secretas.

Modificar levemente as configurações do computador pode trazer muitas consequências, desde sabotar o workflow e destruir a unidade de produção até ajustar o processo tecnológico para acabar com o produto final ou causar falhas durante a operação.

O Exterminador 2

No segundo filme, existem muito mais computadores e sistemas de informação – afinal, o ano era 1991. Mas isso também significa mais problemas de segurança. Vamos começar com o fato de que, em algum lugar fora da tela, no futuro, os rebeldes reprogramaram o ciborgue. Não fica claro porque a Skynet não previu e bloqueou tal violação. Mas vamos dar um passo de cada vez.

Computador do carro de polícia

Uma cena inicial mostra como o exterminador de metal líquido assume a forma de um policial e sequestra seu carro, no qual há um computador conectado à rede policial. Aqui está a primeira pergunta para o time de segurança da informação da polícia: por que o computador não pede autorização? Um carro de polícia é considerado uma zona tão confiável que ninguém pensou nisso? É uma bola fora, especialmente porque os policiais frequentemente deixam seus carros para correr atrás de criminosos ou interrogar testemunhas, e a rede contém informações altamente confidenciais. Ou o policial simplesmente esqueceu de trancar o computador ao sair do veículo? Nesse caso, fica claro que a corporação precisava desesperadamente de treinamento em conscientização sobre ameaças cibernéticas para seu time.

Assalto a caixa eletrônico

Enquanto isso, John Connor e seu colega roubam um caixa eletrônico conectando-o a um PDA do portfólio da Atari através do slot do cartão. Esse desvio nos mostra que, mesmo sem a rebelião da Skynet, a tecnologia no mundo Exterminador está se movendo por um caminho alternativo; na realidade, não é possível extrair dados do cartão e senhas de um caixa eletrônico ou do próprio cartão, pois os caixas eletrônicos e os cartões não contêm senhas. Sem mencionar que o portfólio da Atari, com sua CPU 80C88 de 4.9152 MHz, dificilmente seria a melhor ferramenta para PINs de força bruta.

Engenharia social no estilo Exterminador

Curiosamente, a conversa telefônica entre os dois exterminadores parece plausível – um imita John Connor, o outro, sua mãe adotiva. É plausível no sentido de que é agora uma das profecias dos futuristas: em um caso recente, os atacantes aparentemente usaram um sistema de aprendizado de máquina para imitar a voz de um CEO .

Curiosamente, os dois exterminadores suspeita que possa estar conversando com um impostor, mas apenas um deles adivinha como verificar isso – o T800 pergunta por que o cachorro está latindo, deliberadamente usando o nome errado e o T1000 responde sem perceber o truque. Em geral, esse é um bom método para aplicar, sobretudo em caso de dúvidas acerca da autenticidade da pessoa do outro lado da linha.

Miles Dyson

O homem responsável por criar o “processador revolucionário” a partir dos restos de outra CPU de fonte desconhecida é bastante interessante. Para começar, ele trabalha com informações confidenciais em casa (e todos sabemos o que pode acontecer ). Mas essa não é a questão principal. Ele desliga o computador pressionando “Enter”. Não é surpresa quando o sistema baseado em seu processador acaba se se rebelando!

Cyberdyne Systems

É estranho, mas a Cyberdyne Systems é descrita como uma empresa que leva a sério a segurança da informação. O desenvolvedor-chefe chega ao escritório acompanhado por alguns tipos suspeitos? A segurança não o deixa entrar e exige autorização por escrito. O guarda encontra o colega amarrado? O alarme é disparado e a primeira ação é bloquear o acesso ao cofre secreto.

Abrir a porta do cofre exige duas chaves, uma das quais o engenheiro possui. A outra é mantida no balcão de segurança. A única falha aqui é que John abre o cofre com a chave usando seu fiel portfólio da Atari. O cofre é certamente uma coisa que poderia ter sido protegida contra a força bruta.

Destruindo informações

Honestamente, não há chances de que Sarah Connor e companhia limitada tenham realmente conseguido destruir informações. Por um lado, o T-800 esmaga os computadores com um machado, que, mesmo com a explosão subsequente, não é a maneira mais confiável de destruir um disco rígido.

Mas esse não é o ponto principal. Em 1991, as redes locais já eram amplamente utilizadas, portanto, a Cyberdyne Systems poderia ter cópias de backup dos dados do trabalho, e provavelmente não na mesma sala em que a equipe de desenvolvimento trabalhava. Claro, as ações dos atacantes foram baseadas no conhecimento do personagem Miles Dyson. Mas quem disse que ele sabia tudo? Afinal, ele não foi informado sobre a origem do processador danificado que fez a engenharia reversa, de modo que claramente não era 100% confiável.

Recursos de design do Cyborg

A cabeça do T-800 contém um chip que se autodenomina (falando através do ciborgue que controla) de “processador de rede neural”. O mais estranho aqui é um processador com uma chave de hardware para desativar o modo de aprendizado. A própria presença de tal mudança pode significar que a Skynet temia que os ciborgues se tornassem muito autônomos. Em outras palavras, a Skynet temia uma rebelião da IA ​​contra a IA rebelde. Uma loucura!

O T-1000 reage de maneira estranha a quedas extremas de temperatura quando congelado em nitrogênio líquido. Seu corpo físico parece voltar ao normal após o degelo, mas seu cérebro diminui substancialmente. Ele olha passivamente enquanto o T-800 ferido rasteja atrás de sua arma, embora seja mais lógico finalizar o modelo danificado imediatamente e continuar a busca pelo alvo principal, John Connor. Além disso, por alguma razão, ele força Sarah Connor a ligar para John em busca de ajuda, mesmo que ela possa imitar sua voz perfeitamente (o que ocorre alguns minutos depois). Em resumo, torna-se um pensamento lento e, portanto, vulnerável. Talvez alguns dos computadores dentro de sua cabeça não pudessem ser ligados como resultado do superaquecimento.

Para projetar um sistema de computador confiável que não se rebele contra seus criadores, faz sentido usar um sistema operacional seguro com o conceito de Padrão de Negação implementado no próprio sistema. A Kaspersky está desenvolvendo este tipo de sistema, embora um pouco depois de 1991.

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Loft adquire Decorati e concretiza 15º exit da ACE

A ACE, empresa de inovação, acaba de anunciar mais um Exit, ou seja, a venda de uma startup do seu portfólio. A Decorati, especializada na reforma e decoração de apartamentos, foi comprada pela Loft, plataforma digital que utiliza a tecnologia para simplificar a compra, reforma e venda de apartamentos de luxo. Com esse novo deal, a ACE já acumula 15 exits em seu portfólio.

A startup chegou à ACE em 2017, ano em que também atingiu seu break even. Em seu primeiro ano de operação, foram realizados 193 projetos com 58 clientes. Hoje, a Decorati tem 115 funcionários e ultrapassou a marca de 300 clientes no último ano. Além de movimentar um ecossistema de mais de 1 mil pessoas, incluindo engenheiros, empreiteiros, marceneiros, arquitetos e demais profissionais envolvidos nas obras.

“A Decorati passou pelo nosso processo de aceleração em 2017, e foi investida ao fim do programa. Desde então, a startup apresentou um crescimento de 600%”, explica Mike Ajnsztajn, cofundador da ACE.

Em outubro de 2018 a Decorati foi responsável por fazer toda a estrutura do escritório da empresa de inovação, tendo em mãos seu primeiro grande projeto a ser finalizado dentro de 60 dias. Apesar do curto prazo, a startup conseguiu entregar, em 53 dias, um ambiente mais sério e maduro, com cores sóbrias e muito uso de madeira. “Foi uma maneira de colocar o produto da Decorati à prova e é satisfatório ver que outras empresas estão valorizando isso também”, afirma Ajnsztajn.

A gestão da empresa permanecerá com seus co-fundadores Rafael Pais e Murillo Morale, e seguirá atuando como uma empresa independente, atendendo a Loft e outros clientes. “A ACE nos ajudou a ser quem somos hoje, eles nos deram todo o suporte necessário, além da oportunidade de reformar o escritório, um grande desafio que nos preparou para os próximos”, conta Rafael Pais, co-fundador da Decorati.

“Já realizamos mais de 2.000 projetos, mais de 18 mil metros quadrados de obras entregues em ciclos de 60 dias e hoje tocamos 150 reformas simultâneas”, conta Rafael Pais.

A ACE, como uma das únicas investidoras da Decorati e tendo acompanhado o processo de crescimento da startup tem muito orgulho dos resultados alcançados. Além dessa startup a ACE já produziu outros 14 exits, como Hiper, InfoPrice, Kaplen, LoveMondays, Venda.la, e Conaz.

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Selecionadas as 10 startups que estarão no Conahp 2019

Entre os dias 26 e 28 de novembro, as dez empresas selecionadas no Startups Anahp apresentarão seus projetos no Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), em São Paulo. As startups foram escolhidas ontem, dia 4 de novembro, com base em suas soluções tecnológicas voltadas à saúde humana, e a vencedora – que será anunciada ao final do evento – ganhará um estande para expor durante todo o Conahp 2020.

A banca responsável pela seleção foi composta por Marco Bissi, costumer success da Associação Brasileira de Startups, Rafael Barbosa, da Bionexo, Mara Nasrala, superintendente executiva do Hospital Santa Rosa, e José Henrique Salvador, diretor de operações do Mater Dei, além da diretoria e especialistas da Anahp.

Confira abaixo as startups (em ordem alfabética) e os projetos que estarão na sétima edição do Conahp:

• 3 Wings Inteligência e Gestão LTDA – Soluções de software e consultoria para automação e ganho de controle, qualidade e produtividade (redução de tempo e custos) em processos operacionais de hospitais.

• Anestech Tecnologia da Informação LTDA – Plataforma mobile que traz um suporte ao anestesista promovendo a gestão de riscos e controle de eventos adversos em momentos onde é necessária tomada de decisão imediata.

• Brain4care (Braincare Desenvolvimento e Inovação Tecnológica S.A.) – Primeiro método no mundo para acesso não invasivo à ICP waveform (curva da pressão intracraniana), viabilizando um novo sinal vital.

• CUCO Health – Acompanhamento do paciente durante a após seu tratamento, com o objetivo de aumentar a adesão e educação sobre a patologia e gerar feedback para a equipe multidisciplinar envolvida no cuidado.

• Doc Line Medicina e Tecnologia LTDA – Realização de atendimento médico através de smartphone e tablet. O médico realiza o atendimento via desktop ou notebook, com possibilidade de emissão de receitas, atestado, relatórios e solicitações de exames, com certificado digital.

• DrChat – Vinculada à Medicinia, trata-se de uma plataforma white label para que hospitais possam oferecer atendimento remoto aos seus pacientes utilizando seus próprios médicos.

• PBSF – Protecting Brains & Saving Futures – Telemedicina focada na prevenção de lesões cerebrais em recém-nascidos de alto risco.

• Promptly Health – Voltada ao paciente, a plataforma realiza coleta e análise de dados padronizados e cientificamente validados sobre desfechos clínicos, promovendo um melhor gerenciamento próprio da saúde.

• UpFlux – Plataforma de inteligência de processos hospitalares, para melhorar a eficiência nas linhas de cuidados e adesão aos protocolos.

• Vivax Serviços EPP Ltda – Desenvolvedora de robô portátil para reabilitação neurológica e ortopédica dos membros superiores, voltado às vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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E-commerce brasileiro cresce 13,4% no terceiro trimestre, indica Mastercard SpendingPulse

O e-commerce brasileiro continua em constante crescimento, de acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos. As vendas no varejo on-line cresceram 13,4% no terceiro trimestre se comparado ao mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre, as vendas de comércio eletrônico nos setores de eletrônicos e móveis superaram a média do canal de distribuição em 18,3% e 17,5%, respectivamente.

Por mais que as vendas online nos setores farmacêutico (+13%), vestuário (+8,1%) e hobby e livraria (+2,3%) tenham crescido, essas categorias tiveram um desempenho inferior à média do canal.

Vendas totais

No terceiro trimestre, as vendas totais (excluindo vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) cresceram 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, quatro setores cresceram acima da média do canal:

• vestuário (+4,6%);
• produtos farmacêuticos (+4,4%);
• combustíveis (+5,0%);
• artigos pessoais e domésticos (+5,0%).

No entanto, os setores de móveis e eletrodomésticos (-1,8%) e supermercado (-0,7%) apresentaram ligeira desaceleração.

As regiões Sul (+2,7%), Sudeste (+2%) e Norte (+2%) também superaram a média nacional, enquanto as regiões Nordeste (+0,5%) e Centro-Oeste (+0,2%) ficaram abaixo dos níveis totais de vendas no varejo, comparado com o mesmo período do ano passado.

“No terceiro trimestre, fatores como redução da taxa de desemprego, melhoria da renda familiar e aumento do crédito para pessoas físicas, juntamente com inflação estável, ajudaram a aumentar as vendas”, diz César Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

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Magazine Luiza, Americanas e Zoom dominam ranking de aplicativos para a Black Friday 2019

Magazine Luiza ao lado de Americanas lideram o ranking de aplicativos para Android, e Zoom é o primeiro no ranking iOS dos aplicativos mais bem posicionados para a Black Friday 2019, segundo o relatório exclusivo do RankMyAPP, empresa de tecnologia referência em mobile marketing no Brasil.

O ranking é gerado em tempo real através de um algoritmo criado pela equipe de desenvolvimento do RankMyAPP e combina dados próprios com dados das app stores, criando uma pontuação indicando o market share de visibilidade para cada aplicativo, considerando as palavras mais relevantes buscadas para Black Friday. “Sabemos que a Black Friday é uma data chave para o comércio, o relatório entrega ao mercado um indicador para as empresas trabalharem em otimizações e obterem o melhor resultado de vendas”, afirma Juliana Assunção, CMO do RankMyAPP.

O relatório também mostra a relevância das palavras-chave mais pesquisadas para a Black Friday baseada no comportamento do usuário. “As buscas mais relevantes são para termos específicos como ‘TV LED’ e ‘geladeira’ e não por marcas específicas. A exceção é o iPhone, única marca a aparecer com mais de 50% de relevância para a Black Friday”, complementa a executiva.

Embora a data aqueça as compras de bens de consumo e tickets maiores, o ranking mostra que o consumidor também busca ofertas de produtos consumidos no dia a dia como fast food e deliveries, colocando McDonald’s, Burger King e iFood bem posicionados.

As recomendações para as empresas trabalharem sua estratégia de mobile marketing para a data são os testes e o planejamento. “O ideal é iniciar o planejamento entre julho e agosto, é nessa época que começam a surgir no ranking jogos casuais aleatórios que realizam suas otimizações para a Black Friday. Além disso, o aplicativo precisa entregar o que promete na campanha sendo imprescindível testá-lo durante toda a jornada do usuário, desde a descoberta nas app stores até no uso do app em si, senão todos os investimentos podem trazer efeitos até negativos”, analisa Juliana.

O relatório está dividido entre apps para Android e apps para iOS e pode ser consultado gratuitamente no site do RankMyAPP.

FONTE RankMyAPP

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Original atinge a marca de 1 milhão de atendimentos via Chatbot por mês

O Original, primeiro banco no Brasil a proporcionar abertura de conta corrente 100% digital, acaba de atingir 1 milhão de atendimentos mensais via Chatbot. Esse número representa um aumento de 700% desde Janeiro de 2019, quando o Chatbot do Original realizava cerca de 125 mil assistências por mês.

Para atingir esses índices, o Banco Original faz um trabalho contínuo de aprimoramento da ferramenta de inteligência artificial. O grande intuito é aumentar a retenção do cliente, ampliando o sucesso da resolução dos atendimentos por esse canal. Como resultado, a taxa de retenção do Original saltou de 60%, em Janeiro de 2019, para 90% em Outubro, porcentagem maior que a média do mercado.

Um dos focos do trabalho é a curadoria contínua das mensagens trocadas entre o atendente virtual e os consumidores. Com essa análise, é possível aprimorar cada vez mais tanto o entendimento da ferramenta, quanto acrescentar novas funcionalidades. Foi com essa base que o banco percebeu a tendência do usuário de usar frases cada vez menores e focadas em palavras-chave, perfil totalmente alinhado com os clientes do Original.

“O Original está sempre focado em oferecer a melhor experiência para o cliente e o atendimento via Chatbot está completamente alinhado com esse objetivo. Atualmente, nossa ferramenta é muito mais transacional do que informacional e funciona como um canal efetivo de vendas do banco, diferente de outros do mercado, que funcionam como um canal de reclamação. Hoje, o Chatbot representa 70% do atendimento aos clientes, seja para tirar dúvidas, obter informações ou realizar transações bancárias, o que mostra o trabalho bem-sucedido que temos desempenhado”, diz Raul Moreira, diretor executivo de TI, Produtos e Operações do Banco Original.

T-Systems Brasil participa de hackathon da Deutsche Telekom

A T-Systems Brasil, provedora alemã com amplo portfólio digital de soluções e serviços de TI, participou no final de outubro de um hackathon organizado pela Deutsche Telekom. Entre os dias 24 e 25 de outubro, o evento reuniu profissionais de desenvolvimento de software do Brasil, Alemanha e Hungria com o objetivo de criar soluções de “digital workplace”.

De acordo com o head de Automação e Inovação em Cloud e Serviços Gerenciados de T-Systems Brasil, Elber Bernardino, o evento tinha como foco o desenvolvimento de soluções que tornassem a rotina de trabalho da companhia mais digital e, ao mesmo tempo, ampliasse a colaboração entre os funcionários. “O evento aconteceu, com o mesmo tema, nos três países, com integração entre todos os participantes”, explica.

Ao todo, cerca de 80 profissionais da companhia participaram do hackathon. No Brasil, foram cerca de 40 reunidos em São Paulo, vindos das unidades da T-Systems em Blumenau (SC), Curitiba (PR), São Bernardo do Campo (SP), São Paulo (capital) e Barueri (SP), além de profissionais locados na Volkswagen e na Daimler. Além destes, o evento contou com mais 30 profissionais em Bonn (Alemanha) e dez em Budapeste (Hungria). Os participantes foram escolhidos por sorteio, depois de se candidatarem na YAM, rede social interna da T-Systems.

No Brasil, o hackathon foi aberto pela presidente da companhia, Angelica Vitali, que destacou o evento como parte da iniciativa TransformAção, que vem trazendo inovação para a empresa em diversas áreas. “O hackathon é parte de nosso pilar de inovação e mostrou como os talentos que temos dentro de casa são fundamentais, não só para nossos clientes, para a nossa evolução”, afirma.

Bernardino explica que o evento durou 24 horas, divididas em dois dias. “Durante este período, mantivemos abertos os canais de videoconferência para que os participantes daqui e da Europa pudessem trocar informações”, explica. Ao todo, o evento resultou no desenvolvimento de quatro soluções voltadas a ampliação da colaboração interna e da digitalização do espaço de trabalho:

Inteligência Artificial – integração com Alexa, da Amazon, para agendamento de reunião e alocação de sala automatizada via comando de voz;

Microsoft PowerApps – aplicativo para os colaboradores consultarem projetos ativos, aplicarem candidaturas e, também, listar hobbies para melhor integração entre equipes;

RPA – aplicativo para automação do processo de reembolsos com integração automatizada com o Uber e uso da tecnologia OCR para leitura física de notas fiscais e comprovantes;

YAM – chat para interação entre colaboradores T-Systems durante leitura de Blogs, comunicados e notícias. Contém também um chatbot para resolver problemas automáticos para as ferramentas internas.

Bernardino explica que a YAM, rede social interna da T-Systems, será a plataforma onde serão implementadas as ideias vencedoras. “As soluções surgiram da colaboração entre equipes de diferentes países e vão ajudar a aumentar ainda mais essa colaboração. Essa é uma das formas de fazermos inovação dentro de casa”, afirma.

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Neobpo desenvolve solução tecnológica para as instituições de ensino

A Neobpo, empresa especializada na oferta de soluções, aliando consultoria, tecnologia e serviço de BPO, desenvolveu uma ferramenta de automação capaz de realizar a transformação digital nas instituições de ensino. A solução é direcionada para otimizar a experiência do aluno, automatizar processos e ainda contribuir com as exigências impostas pelo Ministério da Educação, em que decreta que todas as universidades brasileiras têm até abril de 2020 para migrar todo o acervo acadêmico e jornada do aluno para o formato digital.

A medida inclui a documentação dos alunos, professores e cursos de graduação, pós e ensino médio. Portanto, documentos de planejamento acadêmico, dos docentes e de toda a jornada do aluno, do ingresso à conclusão, deverão estar disponíveis digitalmente.

A diretora comercial e marketing, Fernanda Grolla explica que a transformação digital está promovendo uma mudança de mindset em organizações de diversos segmentos e a área da Educação está cada vez mais empenhada em aplicar essa mudança. “A ferramenta que desenvolvemos moderniza o sistema de ensino, trazendo mais segurança para a custódia dos documentos. Nosso objetivo é levar inovação de automação às instituições de ensino para que elas possam se concentrar no que é mais importante: seus alunos”, afirma.

O objetivo é prover mais qualidade no atendimento ao aluno da captação à conclusão e mais agilidade no dia a dia de trabalho. A solução tecnológica suporta todos os processos administrativos, como controle geral de cursos e follow-up automáticos das notificações e prazos, e principalmente, toda a jornada do aluno, com ingresso e secretaria digital. Algumas funcionalidades são: a tipificação automática de documentos e reconhecimento ótico de caracteres que acelera o processo de ingresso, controle em tempo real das solicitações dos alunos durante a vida acadêmica e emissão de certificado com assinatura digital.

De acordo com Fernanda Grolla, a adequação das universidades às exigências passa pela sua entrada no ecossistema brasileiro de inovação. “A regulação cria as bases para um sistema de ingresso totalmente digital, acompanhamento online do desempenho acadêmico do aluno, provas com QR code muito mais fáceis de corrigir e subir no sistema, entre outras inovações possíveis. O ecossistema de inovação está pronto para oferecer soluções às instituições de ensino para tornar tudo isso possível”, conclui.

ACE apresenta o passo a passo para o RH Moderno e um levantamento exclusivo com 168 HRTechs

O RH está passando por uma nova transformação mais radical, baseada não só em tecnologia, mas também em mudança cultural. Neste cenário, o RH toma o protagonismo como um dos grandes responsáveis pelo sucesso das empresas, especialmente em momentos incertos e cheios de transformações. E mais: além de resolver o problema do presente, o RH precisa se antecipar às tendências do futuro.

Diante disso, a ACE criou um report com os principais pilares dos desafios do RH, divididos em blocos temáticos como Cultura e Propósito, Transformação digital (você sabia que apenas 15% das empresas consideram alta a utilização de tecnologia em seus RH?), o RH ágil e a construção do RH moderno.

A tecnologia está revolucionando mercados cada vez mais tradicionais e com o RH não foi diferente, as HRtechs são startups brasileiras que estão mudando mercado de recursos humanos no Brasil. Com essa realidade se aproximando cada vez mais das grandes empresas brasileiras, a ACE, empresa de inovação, mapeou 168 startups que atuam em toda a jornada do RH, desde plataformas de divulgação de vagas, até acompanhamento de desempenho e engajamento e comunicação.

Diante do desafio, a ACE ainda propõe sete dicas essenciais para a construção do RH moderno.

1. RH protagonista da inovação

O departamento pode ter um papel questionador no modo de operar as empresas. Aproveite o espaço para sugerir novas metodologias, ferramentas e processos. Seja a mudança dentro das companhias.

2. Incentive a cultura do aprendizado

Erros fazem parte do processo de inovação e devem ser tolerados. Mas se for para errar, que seja rápido e que a rota seja corrigida o quanto antes. O erro, no caso, é persistir nele.

3. Dê feedbacks constantes

Não espere avaliações semestrais ou anuais para melhorar o desenvolvimento dos colaboradores. Feedbacks contínuos ajudam melhorias nas rotinas e relacionamentos, antes que o desgaste já esteja instalado.

4. Absorva novas tecnologias

Não tenha medo de adotar novas ferramentas que automatizem o trabalho. Deixe que plataformas façam a parte mais operacional e foque os esforços no estratégico.

5. Trabalhe a marca empregadora

Colaboradores alinhados com o propósito da empresa são mais leais e produtivos. Deixe claro, desde o início do processo de seleção, os valores e objetivos da empresa. Mostre porque é uma boa opção.

6. Repense processos obsoletos

Burocracias, processos, demorados, sistemas… Antes de adotar e seguir em frente, questione se ainda faz sentido e se existiria uma ferramenta mais ágil para ajudar na execução.

7. Monitore dados

RH também deve ser um departamento Data Driven. Crie um dashboard para acompanhamento de contratações, avaliações, treinamentos, desempenho, retenção e monte um escopo de trabalho baseado em dados.

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Embratel fornece soluções de TI e Telecomunicações para GP Brasil de Fórmula 1

A Embratel será a Fornecedora Oficial de Telecomunicações e TI do Grande Prêmio Brasil de Fórmula 1 por mais um ano. Esta é a 14ª edição do evento automobilístico que contará com o fornecimento oficial de soluções da Embratel. A etapa brasileira da competição acontece nos dias 15, 16 e 17 de novembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

“Mais uma vez, a Embratel irá dispor do que existe de mais moderno para garantir conexão rápida de Internet e excelência na transmissão de sinais de áudio e vídeo para a mais importante prova automobilística do mundo”, diz Marcello Miguel, Diretor Executivo de Marketing e Negócios da Embratel, lembrando que as soluções fornecidas irão permitir que o mundo inteiro acompanhe os treinos e a corrida com as melhores imagens e conexão.

A movimentação de dados será intensa em Interlagos. Nesta edição, a Embratel trará uma solução especial de circuito ponto a ponto que liga o autódromo a um Data Center, possibilitando tráfego de grande volume de dados. A empresa também irá disponibilizar Wi-Fi em pontos estratégicos, como a Sala de Imprensa e a Sala de Fotos, possibilitando a comunicação e troca de informações de forma ágil por parte dos jornalistas brasileiros e internacionais que cobrem esta que é uma das etapas mais aguardadas da Fórmula 1.

O Paddock Club, local privilegiado para assistir à corrida, também terá acesso Wi-Fi da Embratel. As soluções para transporte de sinais de vídeo e áudio garantirão qualidade de transmissão digital. O centro de geração de imagem será equipado com fibras ópticas da Embratel e, por mais um ano, dez painéis localizados no autódromo serão interligados pela empresa.

O fornecimento de serviços para uma competição desta dimensão reforça a excelência do portfólio da Embratel. Também serão providos serviços de telefonia fixa para ligações locais e de longa distância, links dedicados para acesso à Internet, com suporte para alta capacidade de tráfego, e soluções de voz e dados para a rede de telefonia utilizada por emissoras de rádio e de televisão para a transmissão do evento.

Uma equipe técnica especializada estará no comando das atividades para assegurar o êxito da operação, garantindo uma experiência única ao público. Durante todo os dias, os serviços da Embratel serão monitorados com análise das performances em tempo real. Entre os diversos serviços fornecidos pela Embratel para a F1 deste ano também estão comunicações unificadas e colaboração, gerenciamento de redes, Smart Vídeo e Cloud.

A presença da Embratel no segmento automobilístico é de longa data e também se destaca pelo fornecimento de soluções de carros conectados para as maiores montadoras do País, garantindo bem-estar e segurança a milhares de motoristas e passageiros. Entre os benefícios do uso da tecnologia estão o monitoramento 24 horas dos veículos por meio do Centro de Operações de Segurança (Security Operations Center – SOC) Embratel, com rastreamento por satélite. Diversas funcionalidades são disponibilizadas por meio de conectividade, como travamento e destravamento remoto de portas, Wi-Fi para diversos dispositivos, chamadas ao Centro de Atendimento da montadora para pedir auxílio em caso de roubo, furto ou de qualquer outra emergência, além do acesso a informações essenciais para o bom funcionamento do automóvel, como calibragem dos pneus e volume de óleo.

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Consumidor está menos pessimista, mas mantém cautela, revela índice da Associação Comercial de SP

Em outubro, o Índice Nacional de Confiança do Consumidor (INC) da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou leve alta no mês: foram 94 pontos, ante 92 em setembro.

Mesmo ainda no campo do pessimismo (abaixo de 100 pontos), o indicador está melhor do que em igual mês de 2018, quando registrou 82 pontos num cenário de incerteza e polarização eleitoral.

A leve queda do desemprego em doze meses – de 11,9% em setembro do ano passado, para 11,8%, em setembro último, de acordo com os últimos dados do IBGE – ajudou a melhorar o indicador, de acordo com Emílio Alfieri, economista da ACSP.

A média de conhecidos fora do mercado de trabalho diminuiu de 4,7, em outubro de 2018, para 4,3, atualmente. A percepção de insegurança no emprego também saiu de 50%, na comparação anual, para 44% dos entrevistados, atualmente.

Por outro lado, a intenção de compra de médio porte, que também teve uma ligeira alta, de 25% para 27%, aponta uma ligeira melhora, mas sem muitas expectativas.

“O consumidor ficou um pouco menos pessimista quanto ao emprego, mas isso ainda não aumentou muito na intenção de compras, já que quase 50% não querem se comprometer com dívidas”, diz Alfieri.

Porém, considerando que os juros devem ter novo corte, e a liberação de parte do FGTS para 2020 será antecipada, é possível que o ânimo para a compra de móveis e eletrodomésticos aumente, já que as lojas farão promoções na Black Friday e podem alongar prazos de pagamento, destaca.

“Mas estamos no fim do ano, e qualquer expectativa melhor deve ficar para o ano que vem”, diz o economista, citando o indicador sobre melhora na situação financeira futura (em 6 meses), que vem subindo continuamente, e aumentou, de 43%, em setembro, para 46% em outubro. Há um ano, esse percentual era de 38%.

O INC da ACSP/Ipsos varia entre zero e 200 pontos, sendo o intervalo de zero a 100 contempla o campo do pessimismo e, de 100 a 200, o do otimismo. A margem de erro é de três pontos. A pesquisa foi realizada com 1.242 entrevistados de 75 cidades brasileiras, entre os dias 18 e 25 de outubro.

Pesquisa completa:

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Para 44,2% dos C-levels, perder clientes é a principal ameaça de não aderir à transformação digital

44,2% dos executivos C-level acreditam que a perda de clientes é o principal impacto negativo de não passar pela transformação digital, de acordo com a segunda edição do estudo Business Impact Insights, realizado pela CI&T, multinacional brasileira especializada em transformação digital, em parceria com a Opinion Box. A pesquisa, que foi apresentada durante o segundo CI&T Business Impact Summit 2019, evento realizado agora em outubro, ouviu 1.064 líderes e evidencia o papel da transformação digital no sucesso dos negócios.

Além do risco com os clientes, os C-levels, especificamente, apontaram perda de competitividade perante o mercado (43%) e perda de eficiência operacional (41%) como outras principais ameaças. Já o impacto positivo da transformação digital traz o efeito inverso, na visão dos executivos entrevistados – atraindo clientes (51,5%) e aumentando a eficiência operacional (55,6%) e a competitividade no mercado (51%).

“Estamos em um momento em que todas as empresas sabem – ou deveriam saber – que a transformação digital é uma realidade imposta e necessária. Se a mudança não começar por dentro e de forma urgente, haverá pressão do ambiente externo, e então a companhia tem apenas duas escolhas: ou se adapta ou perde espaço para os concorrentes” afirma Cesar Gon, co-fundador e CEO da CI&T. “O ponto positivo é que a maioria dos líderes já percebeu isso – 81% têm projetos de transformação digital em andamento e para 91% dos executivos ouvidos há planos de acelerar o processo”.

O entusiasmo com a inovação não significa, porém, que a jornada é fácil. Apenas 46% dos entrevistados consideram que sua empresa está totalmente preparada para o processo de transformação digital – a limitação de orçamento (41%) e a burocracia interna (38%) são apontados como os principais entraves.

Mas as barreiras não se limitam a problemas estruturais da organização, já que pessoas e cultura são parte essencial da transformação. E como os executivos avaliam esse preparo? 51,2% acreditam que estão totalmente preparados, mas apenas 37,3% e 37,6% avaliam sua equipe e a liderança de sua organização, respectivamente, como totalmente preparadas. “O potencial individual é importante, mas as mudanças realmente acontecem quando as pessoas trabalham em conjunto. É preciso incentivar um mindset de colaboração e sinergia, e o líder é essencial nesse processo”, comenta Gon.

Em um outro recorte, a pesquisa também avaliou o papel das diferentes áreas na transformação digital das empresas. A área de Tecnologia/TI aparece como a mais fundamental (43%) e engajada (30%), mas ao mesmo tempo a mais resistente (12%) a esse processo. O Marketing também tem destaque, sendo a segunda área mais engajada (10,3%) e fundamental (25,6%), com um baixo índice de resistência (4,5%).

Olhando para o mercado, a maioria (43%) dos C-levels acreditam que sua empresa está em linha com a velocidade de transformação do mercado brasileiro e que seus concorrentes estão no mesmo patamar que sua organização (41,6%), enquanto 30% considera seus concorrentes avançados. Apenas 14,2% dos executivos C-level se consideram muito à frente do mercado.

Metodologia da Pesquisa

Foram realizadas 1.064 entrevistas online, com profissionais de nível de gestão (coordenadores, gerentes, diretores, superintendentes, vice-presidentes e C-levels) em empresas com no mínimo 51 funcionários em verticais como Tecnologia, Finanças, Varejo e Comércio, Indústria e Manufatura, Educação, Saúde, Serviços, Bens de Consumo, RH, entre outros; aplicadas através de um questionário de autopreenchimento. As entrevistas foram realizadas pela Opinion Box entre os dias 25/set a 07/out de 2019, com margem de erro geral de 3,0 pp e nível de confiança de 95%.

Sage melhora performance no atendimento ao utilizar metodologias ágeis com foco na experiência do usuário

Comprometida com a inovação e alinhada com o novo momento do setor contábil, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, utilizou metodologias ágeis para reestruturar a área de customer care e melhorar a experiência do usuário. Com a mudança, o time agora é formado por profissionais dos setores de engenharia de produto, treinamento, atendimento e serviços. Todos com um único foco, simplificar a rotina do cliente com mais agilidade.

A transformação contabiliza indicadores expressivos. O tempo de resolução de chamados, por exemplo, reduziu em mais de 50%. Além disso, já foram identificados impactos positivos na cultura interna, com colaboradores mais engajados e motivados. Outro ponto relevante é a implantação de um programa de capacitação para os funcionários que atuam no atendimento. Toda semana são ministrados cursos sobre tecnologia, metodologias ágeis, atualizações e conhecimentos sobre os softwares da Sage.

A companhia está apresentando essa iniciativa na 26ª CONVECON, uma das maiores convenções de contabilidade do País, que acontece de 4 a 6 de novembro, no Expo Center Norte, em São Paulo, e é promovida pelo Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP).

Durante o evento, a Sage também está oferecendo experiências reais de uma plataforma inovadora, a aocubo by Sage, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2020. O produto, que já está rodando em clientes beta, é fruto do conhecimento da companhia sobre o mercado de contabilidade aliado ao processo de entendimento sobre o impacto da tecnologia no cotidiano contábil. Ele foi pensado para suportar todos os processos da cadeia: funcionário, empreendedor e contador.

Segundo pesquisa realizada com pequenas empresas, elas avaliam que os contadores deveriam atuar de maneira mais consultiva e agregar novos serviços. Quando perguntados sobre como eles poderiam agregar mais valor para suas empresas, os empreendedores citaram: oferecer diagnósticos, relatórios dinâmicos e recomendações para ajudar na tomada de decisão (54%), consultoria em gestão financeira e empresarial (47%) e apoio no planejamento estratégico (33%).

“Precisamos ressaltar todo o trabalho estratégico que é realizado pelo contador. Muitas vezes, isso não é totalmente percebido pelas empresas. Porém, sabemos que os empreendedores acreditam no potencial desse parceiro para ajudá-los nos seus desafios de gestão. Uma solução que privilegia a experiência do usuário, aliada ao conhecimento do contador, faz a diferença diante do complexo cenário tributário brasileiro, em que as leis sofrem alterações diariamente”, diz Osvaldo Meneghel, diretor de marketing da Sage Brasil.

É aí que entra a nova solução aocubo by Sage. Baseada em uma plataforma digital, ela nascerá totalmente na nuvem, integrada e preparada para expansão. A primeira experiência permitirá processar uma folha de pagamento de forma intuitiva e rápida. “O lançamento está alinhado ao momento de ressignificação da contabilidade e transformará a gestão empresarial”, finaliza Meneghel.

26ª CONVECON

Data: 4 a 6 de novembro de 2019
Horário: 04/11 das 14h às 19h30, 05 e 06/1 das 09h às 20h
Local – Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo
Informações e inscrições: http://convecon.com.br/2019/

Black Friday: Como aproveitar a temporada com segurança?

A maioria das pessoas aguardam a Black Friday para adquirir aquele produto tão desejado com desconto. Por isso, a expectativa das vendas tanto para os consumidores como para os varejistas é alta.

De acordo com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o e-commerce espera faturar R$ 3,45 bilhões em 2019, aumento de 18% em comparação ao ano anterior, com o valor médio das compras girando em torno de R$ 340,00. Dentre os segmentos mais procurados estão: informática, eletrônicos, moda e acessórios e casa e decoração. Por isso, é importante que os varejistas se preparem com antecedência.

Para que os consumidores possam aproveitar melhor a data, Rodrigo Camargo, head de moderação do Promobit, social commerce que reúne as melhores ofertas da internet, Tom Canabarro, co-fundador da Konduto, empresa de antifraude para pagamentos online, e Diogo Cuoco, CEO da Taki Pagamentos – startup com soluções para facilitar diversos tipos de pagamentos – listaram algumas dicas para ajudá-los a comprar com segurança.

Vale a pena esperar a Black Friday? Segundo Rodrigo Camargo vale a pena sim. Cada ano que passa as lojas estão fazendo ofertas mais agressivas na Black Friday com objetivo de atrair as pessoas que esperam a data para as compras. A variedade de produtos realmente baratos vem aumentando com os anos, mas não é tudo que está em promoção nessa época, como a maioria das pessoas acreditam. As lojas têm começado a disponibilizar promoção geralmente uma semana antes e se mantém uma semana depois, onde em muitos casos o produto chega a aparecer mais barato do que no dia da Black Friday.

Como saber se realmente está pagando o menor preço? Segundo Rodrigo, a melhor forma é usar ferramentas disponíveis na internet que ajudam a saber se o valor está no menor preço. Existem opções como comparadores de preço e comunidades voltadas à economia que vem se tornando cada vez mais relevantes. O Promobit, por exemplo, conta com milhares de usuários que compartilham ofertas diariamente, que são verificadas uma a uma para garantir que estão entre os menores valores registrado nos últimos meses. Além disso, o consumidor pode cadastrar produtos para ser alertado quando entrar em promoção, ficando difícil perder as melhores ofertas.

Quais são os tipos de golpes mais comuns na Black Friday? Os mais comuns são descontos muito acima da realidade, onde a loja aumenta o valor anterior para criar uma percepção falsa de desconto, conta Rodrigo. Outra prática comum e muito perigosa são as páginas de phishing, que é quando um site se passa por outro para roubar os dados de compras do consumidor, conta o especialista.

Como se proteger dos golpes? É sempre importante desconfiar das ofertas com desconto muito grande. Como os sites são idênticos aos verdadeiros, o consumidor precisa ficar atento a URL da página, que é sempre diferente da URL das lojas. No Promobit usamos um sistema próprio para identificar links falsos: como todas as lojas são verificadas, garantimos aos membros da comunidade que estão comprando de lojas verdadeiras, finaliza Camargo.

Para Diogo Cuoco, da Taki Pagamentos, uma outra maneira dos consumidores se protegerem de golpes virtuais é usarem e abusarem das tecnologias para compras na internet. “Gerar cartões virtuais para compras online é uma boa pedida, uma vez que o cartão fica disponível somente por um período de uso, definido por cada usuário dentro do aplicativo do banco”, explica.

Qual a forma de pagamento mais adequada para a data? É muito importante verificar quais as formas de pagamento que são aceitas no e-commerce, especialmente se a loja virtual disponibiliza a opção do cartão de crédito. “Uma loja, para poder receber pagamentos via cartão, precisa apresentar uma extensa documentação — e isso, por si só, já cria uma grande barreira para um fraudador oportunista. O cliente não precisa necessariamente escolher pagar no cartão, mas só de o fato de o estabelecimento oferecer esta opção já significa muita coisa”, ressalta Tom Canabarro, co-fundador da Konduto.

Por que se atentar as medidas de segurança? “O consumidor precisa tomar cuidado com e-mails falsos (phishing), manter um antivírus sempre atualizado no computador e no smartphone e nunca deve enviar dados sensíveis de cartão de crédito (número, código CVV e validade) por e-mail, chat ou mensagem de texto”, ressalta Canabarro. Sobre o assunto, Diogo Cuoco opina: “Brasileiros são amistosos e acostumados a emprestar o cartão de crédito para amigos e familiares, a fim de ajudá-los a fazer alguma compra. No entanto, ainda que sejam pessoas de confiança, é preciso acompanhar de perto e saber onde pretendem usar o cartão, para evitar dores de cabeça”, finaliza.

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