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GeekHunter recebe aporte de R$ 2 milhões da 42K Investimentos, Grupo Bossa Nova, Gávea Angels e Hangar 8

A GeekHunter, empresa de tecnologia com soluções voltadas para o mercado de recrutamento de desenvolvedores de software, acaba de anunciar o aporte de R$ 2 milhões da 42K Investimentos, com participação do grupo Gávea Angels, Bossa Nova e Hangar 8.

Fundada em 2015 pelos gêmeos Tomás e Celso Ferrari, a GeekHunter conta hoje com mais de 4,5 mil empresas e mais de 90 mil profissionais cadastrados na plataforma e busca inovar no mercado de recrutamento de profissionais de TI, minimizando o tempo de contratação. De forma transparente, a ferramenta evita entrevistas desnecessárias com profissionais que talvez declinem a proposta por não condizer com as suas expectativas, como ocorre no formato das contratações tradicionais.

“A GeekHunter une esforços e tecnologia para apresentar apenas os profissionais mais seletos de alta performance para imprimir uma maior velocidade nos processos seletivos, e uma contratação mais certeira do que a tradicional. Por isso, grande parte do investimento que recebemos será alocada em tecnologia, porque queremos acelerar ainda mais o desenvolvimento do produto e otimizar o sistema de conexão entre os melhores desenvolvedores com as empresas mais buscadas. Além disso, nossa expansão para outros estados do Brasil é fundamental para conectar profissionais e empresas que estão também em outros polos de tecnologia”, conta Tomás.

Pela plataforma, as empresas oferecem convites de entrevistas já com a descrição da posição, salário, benefícios e dados da contratante, para que então venham a ter uma entrevista formal com desenvolvedores que tenham o perfil desejado, ou seja, o processo de recrutamento é invertido em prol de todos os envolvidos. A partir disso, as organizações podem filtrar os selecionados por tipos de linguagem de programação, pretensão salarial, além de visualizar os testes com a nota obtida, qualidade do código e tempo dedicado em cada questão.

Já para os candidatos, a plataforma é 100% gratuita, e não há obrigação de aceitar qualquer oferta ou de conversar com as empresas. O processo é totalmente online e o candidato pode escolher se quer ficar invisível para alguma empresa, como por exemplo as organizações onde tenha trabalhado anteriormente ou para seu atual empregador. Além disso, caso o candidato seja contratado, ele recebe um bônus de até R$ 2 mil da GeekHunter por ter participado do processo seletivo pela plataforma.

As empresas levam, em média, dezesseis dias entre a abordagem do candidato e o aceite da proposta formal. A inteligência e tecnologias focadas no match entre candidatos e oportunidades garantem uma elevada taxa de conversão de entrevista em contratações. Clientes da GeekHunter entrevistam, em média, cinco candidatos para cada contratação realizada.

“Os profissionais na área de tecnologia amam o fato de que damos a eles o poder de escolher o que realmente interessa em sua próxima oportunidade de carreira, e tornamos o processo todo mais simples. Em contrapartida, funciona bem também para empresas porque nós garantimos a elas uma lista dos melhores profissionais, abertos e engajados a novas oportunidades”, finaliza o CEO.

Quatro procedimentos para uma Black Friday de sucesso

Por trás do sucesso de vendas da Black Friday existe um cenário diferente das filas e produtos esgotados: a preparação fiscal das empresas. Um dos procedimentos essenciais e quanto mais cedo for feito, melhor. É essa organização fiscal que irá impactar diretamente o sucesso da Black Friday para os lojistas e comerciantes, principalmente nesse momento de alta nas vendas.

O evento não acontece apenas no dia, existe todo um backstage, um trabalho de organização que fará a diferença ao final da promoção. É importante frisar que de nada adianta vender todo o estoque se o lojista fechar o mês sem todos os documentos fiscais organizados – encerrando assim o balanço no vermelho, independente do sucesso nas vendas.

A Arquivei, que fornece tecnologia de monitoramento, gestão e inteligência de documentos e dados fiscais explica como se preparar para esse boom das vendas com a chegada da Black Friday.

Na lista abaixo conheça quatro procedimentos essenciais para concluir a Black Friday com sucesso:

Preparo e organização para garantia da Segurança Fiscal

A gestão e organização dos documentos não ocorre somente durante o período de vendas, esse esquema deve estar preparado após a compra do estoque e a partir de então, manter a ordem para facilitar todo o processo, desde a compra até a organização do depósito. A garantia da segurança fiscal vem acompanhada do gerenciando as NFs de maneira eficiente. Durante esse período o aumento na produção de documentos fiscais é elevado, a organização pré-evento também facilita e diminui as chances de um retrabalho no pós-evento.

Gerenciamento de DFes

Atualmente, muitas pessoas passaram a fazer as compras de Natal durante a Black Friday para aproveitar os descontos e evitar o atraso nas entregas. A organização das notas fiscais é imprescindível para os comerciantes nesse momento, garantindo o êxito do evento.

Controle de Notas de Devolução

Com uma organização eficaz previamente realizada, tudo ficará mais fácil e tranquilo ao final do evento. A organização das notas de devolução também é um trabalho essencial para um controle mais eficaz, agilizando o procedimento de organização também dessas notas. Assim, ao final da época promocional – quando começam as trocas e devoluções – se ele estiver as notas organizadas, só vai facilitar ainda mais esse procedimento.

Chargebacks

É necessário também estar preparado para os chargebacks, que são os cancelamentos de compras online realizadas com cartão de débito ou crédito – muito comum nesse momento. Muitas vezes esse procedimento acontece em caso de fraude, erro no valor final (cobrando mais na fatura do cliente), não recebimento da mercadoria e em casos raros, erro no processamento do banco.

Toda essa organização é oferecida dentro da plataforma Arquivei: o comerciante pode gerenciar e organizar os eventos por demandas – e além disso, armazená-las em nuvem. A Arquivei é uma plataforma que também permite buscar e filtrar notas fiscais de acordo com dados da nota, como por data, CFOP, quantidade, cor e modelo.

Greentech Challenge tem sua primeira edição no Brasil

Novas demandas por tecnologias de impacto ambiental, tanto da indústria quanto dos consumidores finais, apontam para o aumento mundial de investimentos nesta área. Para apresentar estas iniciativas, a empresa dinamarquesa Green Innovation Group vem ao Brasil pela primeira vez. Ela é uma das líderes em buscar inovação “verde” pelo mundo. Para começar esta relação com o país, a Green Innovation traz seu evento Greentech Challenge para São Paulo.

Realizado no Cubo Itaú dia 28 de novembro, o evento será dedicado à compreensão e discussão do mercado de “negócios verdes”. Estarão presentes players como Marcos Penido, Secretário de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, que apresentará o Projeto Poluição dos rios Pinheiros e Tietê; Ricardo Gravina, da Climate Ventures; e Gustavo Junqueira, da Inseed.

Assuntos como Investimento de Impacto Sustentável global e local, Green Venture Capital Global e Brasil e Blockchain serão abordados em painéis. Estão confirmados também o dinamarquês Martin Petersen, diretor do Green Innovation Group e criador do evento, e Alessandra Sollberger, suíça de origem brasileira que é líder no mercado de blockchain global e CEO da Evermore Health.

Além disso, 12 startups brasileiras selecionadas pela Green Innovation finalizarão um intenso bootcamp (programa de imersão) de três dias, apresentado no palco suas iniciativas para participantes.

“O objetivo é trazer empresas cujos produtos tenham rentabilidade comprovada e validada. Há uma grande demanda por alternativas que, futuramente, poderão se tornar o produto principal no lugar de materiais e também ser formas de energia. Segundo o monitoramento do banco Credit-Suisse, 80% dos investidores pertencentes à geração Millenial têm interesse em negócios de impacto ambiental”, explica o representante do grupo dinamarquês no País, Tiago Brasil Rocha.

A base de dados da aceleradora conta com mais de 6 mil tecnologias de impacto mapeadas globalmente. Das startups aceleradas pela Green, mais de 70% que participaram do Greentech Challenge aumentaram o capital em cerca de 500 mil euros. São iniciativas nas áreas de aquacultura, blockchain, nanotecnologia, indústria 4.0, lixo, agricultura, energia via biomassa e Internet das Coisas (IOT), entre outras.

O evento traz ao país um olhar mais mercadológico para o meio sustentável: um segmento com empresas de rentabilidade comprovada e validada, escalabilidade global e com soluções necessárias para as futuras necessidades do campo, indústria e consumidores.

“O Greentech Challenge propõe uma mentalidade invertida, na qual o propósito das ideias das empresas vêm antes de sua rentabilidade, e conecta estas ideias com interessados”, afirma Tiago.

Dinâmica do bootcamp

Durante os 3 primeiros dias – entre 25 e 27 de novembro – uma seleção de 12 empresas promissoras será treinada, por meio de interações com grandes mentores na FEA-USP. Os critérios para a seleção foram: negócios já ativos no mercado, com potencial de venda, que despoluem o meio ambiente e reduzem dióxido de carbono (CO2).

Entre os parceiros na mentoria estão o Itaú, os escritórios de advocacia Tozzini Freire, brasileiro, e J. Pereira da Cruz, português, a Secretaria de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a Brain Business School, escola de empreendedorismo, entre outros.

No dia 28/11, as startups farão seus pitches no Cubo, para uma audiência de participantes de mercados relevantes. O Challenge recebeu, ao todo, mais de 100 inscrições de startups brasileiras.

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Você considera saber o que é importante para os colaboradores da Geração Z? Pense bem

Absorvidos, autônomos e conectados a seus telefones celulares. Estas são algumas das percepções comuns da Geração Z, a geração de pessoas nascidas entre 1997 e 2012 que agora está ingressando ao mercado de trabalho. Mas, de acordo com uma pesquisa recente realizada pela ServiceNow (NYSE: NOW), a empresa que faz o trabalho funcionar melhor para as pessoas, a Geração Z está desafiando alguns desses estereótipos no local de trabalho. As descobertas da ServiceNow quebram vários desses mitos e mostram que a Geração Z reconhece a promessa da tecnologia de melhorar as experiências de trabalho, prefere interações pessoais com os gerentes e não apenas deseja aprender com outras gerações, mas também acredita que pode ajudar as gerações mais velhas a terem uma mente mais aberta.

“A Geração Z representa o futuro do trabalho. À medida que as empresas conduzem a transformação digital, que afeta os ambientes de trabalho e as experiências de todos os funcionários, é fundamental entender, em vez de estereotipar, nossa nova geração de colaboradores”, disse Pat Wadors, Chief Talent Officer da ServiceNow.

“Enquanto a Geração Z traz fluência digital para o local de trabalho, eles desejam mais do que experiências de trabalho digitais. Eles esperam que a tecnologia no trabalho seja tão simples e fácil quanto é em suas vidas pessoais e, ao mesmo tempo, desejam interação humana com seus colegas e feedbacks construtivos do nível gerencial. A ServiceNow ajuda as empresas a atenderem às expectativas de seus colaboradores, oferecendo belas experiências a eles e facilitando momentos de qualidade que importam. Isso libera os colaboradores para gastarem mais tempo em um trabalho relevante, enquanto libertam sua produtividade e potencial”, continuou Wadors.

Apostar na tecnologia para melhorar o trabalho

Hoje, a tecnologia está confundindo a linha entre o trabalho e a vida doméstica como nunca antes. Com fácil acesso a aplicativos e tecnologias de comunicação, os colaboradores podem estar acessíveis 24/7. Para os colaboradores da Geração Z, que cresceram com smartphones em mãos, a tecnologia é uma segunda natureza. Bryanna Fuller , colaboradora da Geração Z que trabalha no departamento financeiro da ServiceNow, diz que “a comunicação por meio de texto, e-mail e mídia social tem sido uma segunda natureza para mim desde que cresci com a tecnologia. Por outro lado, também aprecio a importância da comunicação face a face. Acredito que nossa geração está agora em um ponto de ruptura, onde almejamos tanto a conexão humana quanto a conexão tecnológica”.

Com um terço de nossas vidas gasta no trabalho, a Geração Z está ansiosa por tecnologias que ajudem a simplificar suas vidas profissionais e reconheçam que a tecnologia pode desempenhar um papel mais significativo no local de trabalho. Usada corretamente, a tecnologia pode ser o catalisador que permite aos colaboradores navegarem facilmente pelos “momentos importantes” ao longo de sua carreira. De fato, de acordo com a nova pesquisa “Geração Z e o futuro do trabalho”, a ServiceNow descobriu que:

• Um total de 69% dos colaboradores da Geração Z acreditam que a vida profissional deveria ser tão fácil quanto a vida doméstica.

• Cerca de 54% dos entrevistados da Geração Z querem usar redes 5G no trabalho.
• Um total de 53% de entrevistados da Geração Z querem usar dispositivos conectados/inteligentes no local de trabalho.

• Uma média de 43% dos entrevistados da Geração Z querem usar tecnologia vestível (wearable) e ferramentas de IA no trabalho.

Vamos nos encontrar no café!

Enquanto a Geração Z acredita na promessa da tecnologia de simplificar suas vidas no trabalho, estes profissionais também valorizam as interações pessoais no local de trabalho. A maioria (83%) prefere se engajar pessoalmente com os gerentes. Ainda, de acordo com nossa pesquisa de gerentes de colaboradores da Geração Z da ServiceNow, a maioria dos gerentes (82%) acredita que seus colaboradores da Geração Z preferem se comunicar por mensagem instantânea, indicando uma desconexão significativa entre os dois grupos.

Além disso, a maioria (57%) dos entrevistados da Geração Z desejam receber feedbacks várias vezes por semana, mas apenas 50% de seus gerentes fornecem feedbacks a eles com tanta frequência. Além disso, 59% da Geração Z prefere receber reconhecimento na forma de um bônus e 51% da Geração Z prefere receber reconhecimento em uma discussão presencial com os gerentes, em vez de elogios verbais ou reconhecimento em uma reunião de equipe.

Essas interações são uma via de mão dupla. Mais da metade (58%) da Geração Z acredita que outras gerações podem aprender a ter uma mente mais aberta, e 53% acredita que podem ajudar outras gerações a resolverem problemas criativamente.

Equilíbrio entre vida profissional e pessoal – uma utopia?

Como as gerações anteriores, a Geração Z considera um desafio alcançar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Um total de 43% dos entrevistados disseram que temem o estresse que vem junto com um novo emprego. Essa geração mais jovem de colaboradores já experimenta a exaustão; dos que relataram sofrer exaustão, mais de um terço (34%) dos participantes da pesquisa atribuiu isso a um ambiente de trabalho de alta pressão. De fato, quase quatro em cada 10 participantes da Geração Z querem aprender habilidades de equilíbrio entre vida pessoal e profissional de outras gerações.

À medida que a Geração Z se junta cada vez mais à mão-de-obra, as empresas devem estar preparadas não apenas para criar uma cultura no local de trabalho que atenda às suas necessidades, mas também que utilize tecnologia para ajudar a simplificar suas vidas profissionais. De acordo com Wadors, “como colaboradores, temos a oportunidade de ter uma mente aberta e superar os estereótipos associados à Geração Z no local de trabalho. Devemos ouvir, aprender e ajudar a criar um ambiente e uma cultura que não apenas equipe a Geração Z a melhorar e crescer, mas também permita que seus gerentes se adaptem às suas necessidades”.Para mais descobertas da pesquisa, consulte “Geração Z e o futuro do trabalho” da ServiceNow.

Metodologia de pesquisa sobre a Geração Z e o futuro do trabalho

A pesquisa da ServiceNow, “Geração Z e o futuro do trabalho”, examina o futuro do trabalho através dos olhos dos colaboradores da Geração Z. Foi realizada em julho e agosto de 2019 por meio de uma pesquisa on-line de dez minutos. Um total de 424 colaboradores da Geração Z entre 18 e 22 anos respondeu à pesquisa. Esses entrevistados trabalham em empresas com 1,000 ou mais funcionários, incluindo a ServiceNow, e usam regularmente um computador, laptop, smartphone ou tablet no trabalho. Além disso, foi realizada uma pesquisa em separado com 73 gerentes da Geração Z da ServiceNow que responderam em agosto de 2019.

Liderança: 8 estratégias para se tornar um bom líder

Por Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

Liderança é algo que requer uma série de habilidades para ser bem desempenhada. Todas as pessoas que assumem o posto de líder desejam se destacar. Afinal, ser líder significa ser uma espécie de regente em uma orquestra. Algo que confere um certo poder, uma espécie de governança.

No entanto, é preciso entender que não basta apenas ser líder, mas que fundamental mesmo é ser um bom líder! E o que é preciso para se tornar um líder habilidoso, que agrega à equipe liderada, ao invés de ser apenas “alguém que diz o que fazer?”

É disso que vamos tratar nesse artigo: estratégias de liderança para que você chegue ao lugar que deseja e faça bem o seu trabalho em equipe ou, se já é um líder, passe a desempenhar ainda melhor esse papel.

Comando vs. liderança: o que faz um bom líder

Muita gente se engana ao acreditar que liderar um grupo é o mesmo que comandar e esse é um ponto-chave na hora de definir um bom líder. De modo geral, comandar uma equipe é o mesmo que chefiar, ou seja, dar ordens. Nesse tipo de relação hierárquica não há muita interação entre o “comandante” e os demais colaboradores.

Não é incomum que o chefe – ou qualquer pessoa numa posição de comando – seja visto como alguém rígido, do qual se deve manter uma certa distância. É um tipo de poder que transmite tensão. Afinal, chefes tradicionais costumam pressionar seus subordinados e cobrar por resultados constantes, quase sempre se colocando “de fora” da situação, como se parte da responsabilidade sobre os resultados não fosse também deles.

Claro que existem chefes “legais”, que comandam com certa empatia . Mas, ainda assim, estão longe de serem verdadeiros líderes e é justamente por isso que quando falamos em liderança sugerimos um outro tipo de relação, que possui, sim, um nível de poder hierárquico, mas que funciona de maneira mais fluida.

Liderar requer uma maior compreensão do todo, conhecimento sobre os objetivos e metas e uma visão abrangente do trabalho em desenvolvimento. O profissional que ocupa o lugar de líder costuma se manter atento aos colaboradores e ter um bom relacionamento interpessoal . Dessa forma, sempre que possível, atende às solicitações e expectativas de todos.

Liderança também não significa apenas falar aos demais membros da equipe, mas acima de tudo, ouvi-los e respeitá-los, entendendo suas particularidades, sem qualquer tipo de generalização. É por isso que liderança é algo mais complexo que comando. Para ser líder é necessário possuir certas características e estar disposto a desenvolver algumas habilidades, caso não as possua. Desta forma, praticar algumas das estratégias que listamos abaixo é tão importante para se tornar um líder de sucesso.

8 estratégias para ser um bom líder

É certo que algumas pessoas podem ser consideradas líderes natas. Isso porque costumam se destacar em seu papel de liderança sem que façam grandes esforços ou use qualquer estratégia para desenvolver suas habilidades.

Algumas teorias, inclusive, se concentram nos traços da personalidade para explicar a caracterizar bons líderes. No entanto, outra vertente teórica da liderança busca identificar comportamentos e desenvolver estratégias que podem ser adotadas para que qualquer pessoa melhore sua habilidade e se destaque como líder.

Separamos algumas dessas estratégias baseadas em comportamento para que você também possa se tornar um bom líder ou identificar um. Confira:

1. Estimule a criatividade da equipe

Pensamentos engessados e atividades feitas no “piloto automático” não rendem bons resultados. Por isso, para se tornar um bom líder é preciso uma boa dose de liberdade de criação, para si e para a equipe. Novos desafios, quando oferecidos com apoio e confiança, tornam os processos de liderança mais eficazes. Estimular a criatividade dos colaboradores, dando a eles vez e voz, faz com que a liderança seja vista como uma espécie de alavanca para o sucesso de todos. Afinal, as habilidades intelectuais de uma pessoa precisam ganhar espaço, pois podem resultar numa contribuição significativa para o desenvolvimento das atividades e alcance das metas.

No entanto, esse estímulo à criatividade e aos desafios propostos devem considerar a singularidade de cada membro do grupo e otimizar as habilidades já existentes para, quem sabe, possam ser descobertas novas capacidades.

2. Tenha atitudes inspiradoras

Líderes são como representantes. Não se trata apenas de alguém conduzindo a equipe, mas um espelho para o trabalho dos colaboradores que estão sob sua liderança. Dessa forma, liderar com sucesso e maestria requer ter atitudes que inspiram os demais membros da equipe. É assim que eles se sentirão representados e, com isso, ainda mais engajados nas tarefas e desafios propostos.

Para transformar as relações – e, assim, também os resultados – exercer uma influência positiva é fundamental, uma vez que é através das características e comportamentos tidos como exemplo que a equipe se sentirá encorajada pela admiração que tem pelo líder.

3. Sinta entusiasmo pelo trabalho

Liderança requer dedicação e uma boa dose de energia positiva. Não há como liderar de maneira eficaz sem paixão e entusiasmo pelo trabalho que está sendo realizado. Por isso, para se destacar como líder é necessário gostar muito do que faz e se sentir motivado a exercer seu papel.

Só assim é possível transmitir segurança ao grupo e, como dissemos no item anterior, ser alguém em quem os outros se inspiram. Afinal, ninguém levará em conta um líder que apenas “bate ponto” sem se preocupar muito com os resultados e com o andamento dos processos.

4. Saiba ouvir tão bem quanto falar

A boa comunicação é um dos pontos mais importantes quando se fala em liderança. Afinal, não há como transmitir a mensagem correta ao grupo quando há ruídos na comunicação. Pior ainda é um líder saber falar muito bem, mas não ter bons ouvidos.

Já dissemos anteriormente que liderar não significa comandar, dar ordens. Liderança é sobre gestão, não só de tarefas, mas também de pessoas. É por isso que para desempenhar a função de líder com qualidade e sucesso, saber receber o feedback dos colaboradores e ouvir o que eles têm a dizer é tão importante quanto lhes dar instruções.

5. Um bom líder é positivo e motivador

Imagine quão desagradável pode ser a convivência com um líder rabugento, reclamão e negativo. Ninguém gosta de pessoas assim por perto, menos ainda quando é justamente delas que esperamos motivação e otimismo .

Uma liderança eficaz precisa de positividade, otimismo e motivação. Líderes apáticos refletem isso na equipe. Ao contrário, líderes positivos também dão um “gás” para que o grupo faça seu trabalho com alegria e alcance os melhores resultados.

6. Esteja aberto a novas ideias

Não pense que sabe tudo ou que sabe mais do que qualquer membro da sua equipe. Ser um líder de sucesso é estar aberto a propostas e ideias novas, levando em conta o conhecimento e a experiência de cada colaborador.

Quando as pessoas sabem que o líder aceita suas ideias, um movimento participativo e democrático é criado e a liderança se torna transformadora, sendo capaz de encontrar soluções criativas e resolver os problemas sem que eles interfiram na produtividade.

7. Reconheça e recompense um bom trabalho

Todos nós buscamos reconhecimento. Não é diferente com as pessoas que trabalham sob sua liderança. Por isso, uma das qualidades do bom líder é saber reconhecer o trabalho do grupo e recompensar um desempenho satisfatório.

A valorização é capaz de criar uma atmosfera de entusiasmo, prazer e felicidade em torno do trabalho. Resultado: profissionais mais empenhados em suas tarefas e produtividade elevada.

8. Invista em autoconhecimento

Para ser um bom líder é preciso reconhecer as próprias habilidades e limitações. Existem diversos estilos de liderança. Se você descobrir qual é o seu, será muito mais fácil alcançar bons resultados. Todavia, buscar o autoconhecimento pessoal juntamente com as questões profissionais é o mais recomendado e, para isso, fazer psicoterapia pode ajudar muito!

Um profissional de psicologia pode aplicar alguns testes de liderança baseados nas experiências e características relatadas para você descobrir qual seu estilo e, assim, avaliar quais os pontos fortes que podem ser melhor aproveitados e quais os aspectos que devem ser melhorados.

Ao mesmo tempo, as características da personalidade e os comportamentos, tanto pessoais quanto profissionais, serão analisados para que você possa direcionar suas ações e aprimorar seus relacionamentos no ambiente de trabalho.

Conheça 4 aplicativos que facilitam o controle empresarial

Ter controle sobre tudo que acontece dentro de uma empresa é uma das tarefas mais complicadas vividas por um gestor. Na maioria das vezes, a análise de cada um dos setores da organização de forma independente, leva a decisões equivocadas, que podem gerar impactos negativos, por exemplo, no fluxo de caixa, causando um desequilíbrio financeiro em toda a instituição.

Para Rafael Dal Molin, diretor da Elevor – startup gaúcha que desenvolve softwares de gestão empresarial – é extremamente importante que os empreendedores estejam atentos às novidades tecnológicas e busquem alternativas que ajudem a manter a empresa bem organizada.

“Ter um controle empresarial eficiente e de alta qualidade é fundamental para que uma organização alcance o sucesso que almeja. Com o avanço das tecnologias, ferramentas ajudam os empreendedores nas tomadas de decisões.Ao em vez de perder um tempo precioso realizando processos manuais e repetitivos, é possível automatizar tarefas e extrair informações úteis e relevantes para o crescimento da marca”, explica.

No mundo moderno, existem vários aplicativos que facilitam o controle empresarial e simplificam as rotinas de uma empresa, gerando aumento de produtividade. Abaixo, conheça quatro deles:

ERP360

Voltado especificamente para as áreas de atacado, importação, varejo e serviços, o ERP360 é um dos aplicativos que facilitam o controle empresarial. O software coloca todos os setores dos negócios integrados em uma única ferramenta, armazenando todas as informações e deixando o gerenciamento muito mais prático, rápido e efetivo.

A tecnologia é capaz de aumentar o desempenho da organização através da integração entre contabilidade, financeiro, vendas, estoques, relacionamento com os clientes e demais operações, otimizando as ações de ponta a ponta.

Trello

Levando em consideração que o controle empresarial também passa pela gestão efetiva de todos os projetos paralelos que acontecem entre os setores empresariais, o Trello é um aplicativo que facilita a interação entre as equipes, com uma interface criada especialmente para a gestão de projetos e tarefas, tornando a comunicação mais eficiente. Com a plataforma, o gestor pode acompanhar o andamento das ações e delegar atividades de acordo com o desenvolvimento dos trabalhos.

Evernote

Com o aplicativo de anotações do Evernote, as pessoas podem guardar arquivos, contatos e fazer anotações importantes em qualquer lugar, deixando os dados bem organizados e armazenados. Todas as informações ficam armazenadas nas nuvens e podem ser acessadas de qualquer dispositivo digital, além de compartilhadas com qualquer pessoa.

Guia de Bolso

Um dos aplicativos mais conhecidos pelas pessoas têm a proposta de facilitar a análise das movimentações financeiras realizadas por uma empresa. Na prática, o Guia de Bolso funciona como uma planilha de controle financeiro que se preenche automaticamente, importando as movimentações realizadas nas contas bancárias cadastradas. A tecnologia também fornece a opção dos usuários informarem seus gastos financeiros de forma manual, desde que não esqueçam de notificar tudo o que foi gasto e recebido no período.

Saiba quais são as melhores formas de pagamento para Black Friday

Para muitos a Black Friday já começou. Outros ainda estão traçando um planejamento detalhado com as ações. O que importa é estar preparado para o período mais importante do ano para o e-commerce. Para garantir bons resultados, é importante saber que nunca é tarde para modificar as ações e rever os planos traçados.

Uma das mais importantes é verificar as formas de pagamento disponíveis no seu e-commerce. Sabendo que os meios de pagamentos são uma das principais ferramentas na hora do cliente concluir a compra, é necessário que existam opções suficientes para não frustrar o consumidor.

Por exemplo, caso um visitante da loja escolha diversos produtos, mas, ao chegar à finalização da compra, não encontre a forma de pagamento desejada, ele pode se tornar parte da temida estatística de abandono de carrinho.

“Ao finalizar a compra em uma loja virtual, um aspecto que tem bastante relevância são as formas de pagamento disponibilizadas pela marca. Por isso, o lojista precisa entender qual é a mais vantajosa para o seu e-commerce e ideal para o público”, afirma Renato Galletti, Gerente de Marketing e Inside Sales da Yapay.

Cartão de Crédito

Atualmente é um dos meios mais usados pelos brasileiros para compras em lojas virtuais. Para o lojista é um modelo seguro de pagamento garantindo o recebimento do valor da compra, diminuindo o risco de inadimplência. A desvantagem pode ser a parte burocrática, pois, em alguns casos, a contratação envolve uma série de processos e análises, o que pode demorar.

Boleto Bancário

É a maneira simples e fácil de pagamento para ambas as partes, além de ser uma opção segura, sem a necessidade de muitas informações para concluir a transação. Tem baixas taxas, permite que o lojista ofereça descontos para os clientes e possibilita que o pagamento chegue mais rápido à conta de quem venda. A desvantagem, nesse caso, é que o número de compradores que desistem de finalizar o pagamento é maior, prejudicando as vendas e os lucros da loja virtual. A orientação, durante a Black Friday, é que o lojista diminua o prazo de vencimento dos boletos para um dia, assim, evita ficar com o estoque travado à espera da confirmação do pagamento.

Pagamento Recorrente

Para os lojistas que trabalham com assinaturas e mensalidades essa é uma opção interessante. É uma opção prática, pois, o lojista não precisa se preocupar todos os meses com os valores já que a cobrança acontece automaticamente. Nela, o cliente pode optar por realizar a quitação usando cartão de crédito, débito ou boleto bancário.

Cartão de Débito

É uma forma ágil e permite que os clientes tenham descontos à vista. A desvantagem são os custos e as burocracias da relação direta que será preciso manter com as instituições bancárias. Por outro lado, esse diferencial pode atrair mais pessoas para sua loja online.

Intermediadores

Os intermediadores de pagamento são considerados estratégicos para quem gerencia um e-commerce. Eles chamam atenção justamente por reunirem as diversas formas de pagamento desejadas pelo público em uma plataforma. Isso cria uma ponte entre quem consome e quem vende, eliminando, para os lojistas, a necessidade de firmar contratos com cada instituição que desejam trazer para sua loja. Além disso, intermediadores fornecem um sistema antifraude que traz segurança para ambas as partes.

Essas são as opções preferidas no comércio eletrônico. Mas, lembre-se, é necessário o lojista conhecer o perfil de compra do seu público e entender qual forma de pagamento é compatível com a realidade do negócio. Só assim é possível fazer a melhor escolha. “Contar com uma empresa especializada no assunto também contribui na tomada de decisões, para encontrar as soluções mais certeiras”, finaliza Galletti.

Por que as empresas devem manter o foco na jornada de adequação à LGPD?

Por Richard Blanchet e Denise Tavares

Faltando nove meses para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrar em vigor, foi apresentado no último dia 30, um projeto de lei de autoria do Deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), propondo que a lei seja adiada e passe a vigorar apenas em 2022, ou seja, uma prorrogação de mais de dois anos de um processo que já corre desde agosto de 2018.

Não há, contudo, razão para recuo. Primeiro, porque a tramitação deste projeto é longa e o seu desfecho incerto: pode não ser aprovado ou até mesmo caducar. Segundo, porque a lei estabelece um norte seguro para as empresas se adaptarem às demandas cada vez mais enfáticas da sociedade pela proteção de dados pessoais. Sem ele, as empresas serão questionadas com base em uma miríade de normas e interpretações por parte dos órgãos de controle e fiscalização.

Adiar o prazo para que a LGPD entre em vigor não é solução, pelo contrário, representa um risco e um retrocesso para as empresas, que não devem aguardar o desfecho deste PL ou paralisar suas iniciativas em curso para a jornada de adequação à lei.

É muito importante que as empresas compreendam, que, independentemente do prazo de vigência da LGPD, a proteção de dados já é uma realidade local e global e traz oportunidades únicas para que elas estabeleçam uma relação de confiança ainda maior com clientes, colaboradores, fornecedores, terceiros e com a sociedade em geral.

Outro aspecto é o impacto nas relações comerciais internacionais, que além de ter sido um fator determinante para a aprovação da LGPD, continua pressionando a aplicabilidade e eficiência da legislação, na medida em que as oportunidades de negócio entre empresas com países que já adotam leis de proteção de dados ficam prejudicadas pela ausência de uma regulamentação nacional como a LGPD.

Além disso, o respeito com a proteção de dados pessoais é um diferencial competitivo que cada vez mais a sociedade, em geral, e os consumidores, em particular, levam em consideração no momento do consumo. Por isso, muitas empresas já estão exigindo dos ecossistemas de negócio a adequação à LGPD, seja como forma de obter o diferencial competitivo, seja para evitar casos de reclamações de consumidores ou fiscalização das autoridades.

As sanções e penalidades também são cada vez mais uma preocupação, já que os casos de vazamentos de informações pessoais continuam sendo objeto de fiscalização e autuação pelo Ministério Público e demais órgãos de defesa do consumidor, como também de exigências por parte dos próprios titulares dos dados, com fundamento nas normas vigentes.

Outro ponto que temos que nos ater é que, na era da revolução digital, estabelecer modelos digitais ou inovação tecnológica sem considerar o conceito de Privacy by Design – que visa garantir a privacidade do usuário ao longo de todo o ciclo de vida de um serviço – e demais aspectos de tratamento de dados previstos na LGPD é um risco. Existem inúmeras oportunidades de inovação na economia digital e elas devem ser realizadas de maneira responsável e considerando os impactos em toda a sociedade.

Portanto, aquelas empresas que consideram a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados como um simples projeto, com começo, meio e fim, podem se sentir incentivadas a aguardar o desfecho deste projeto de lei, não obstante os enormes riscos associados à esta decisão. Por outro lado, aquelas empresas que têm clareza que a adequação à LGPD é uma jornada e não um projeto e é fruto de uma iniciativa empresarial multidisciplinar com benefícios diretos na relação com empregados, clientes, fornecedores e terceiros certamente continuarão sua jornada de adequação a LGPD.

Richard Blanchet, sócio do escritório Loeser, Blanchet e Hadad Advogados e responsável pela área de proteção de dados.

Denise Tavares, associada no escritório Loeser, Blanchet e Hadad Advogados e especialista em proteção de dados.

Robôs e Inteligências artificiais: seus mais novos colegas de trabalho

Foi-se o tempo em que as empresas investiam em grandes equipes para execução de processos repetitivos e manuais. O tempo gasto com esse tipo de trabalho faz com que os colaboradores não desenvolvam novas habilidades e fiquem presos às suas rotinas e atividades – motivos pelos quais tornam as equipes inchadas e com baixa performance. Para resolver essa equação ruim, soluções de automatização por meio de robôs e inteligências artificiais estão sendo utilizadas em diversas organizações.

A partir desse contexto, na próxima quinta-feira (21), o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-PR) irá promover um debate sobre redução de custos e ganhos de eficiência com aplicações de tecnologias de automação e soluções de Cloud com quatro palestrantes. O especialista em TI da startup Madeira Madeira, Cleison Cardoso, irá falar da importância da implementação dessas tecnologias, além da otimização de tempo dos colaboradores. “Nos dias atuais o tempo pode ser considerado a moeda mais valiosa. A automatização de processos exime os colaboradores de tarefas realizadas em produção, liberando tempo para o desenvolvimento de melhorias em rotinas mais importantes”, considera Cleison.

Conhecidas como Robotic Process Automation (RPA), as plataformas de automação são tecnologias que agilizam as operações do negócio, principalmente aqueles repetitivos e baseados em regras, com objetivo de reduzir tempo e custos. O software ou robô possui capacidade de interpretar e processar dados, resultando em respostas ou ações de um processo. Essa tecnologia de ponta tem sido sincronizada com outras aplicações como Machine Learning (ML) e Inteligência Artificial (IA), onde os processos, além de executados, também são aprimorados pela inteligência cognitiva.

APLICAÇÕES EM NUVEM

O sócio-diretor de Clientes & Mercados Sul da KPMG e moderador do evento, Aldo Macri, explica que as empresas estão buscando a transformação digital, principalmente na escolha de tecnologias emergentes para redução de custos e aumento de performance. É o caso das soluções em cloud computing, onde é possível armazenar, virtualizar e acessar dados em plataformas online, eximindo as empresas de investir em estrutura física de servidores próprios. “Ter uma estrutura de servidores próprios custa muito caro para as empresas, sem contar a responsabilidade em gerenciar e garantir a integridade das informações. Quando a empresa migra para serviço cloud consegue, além de reduzir custos, pagar apenas uma mensalidade para o espaço e os serviços utilizados. É um ganho de eficiência ter ferramentas como essas”, conclui.

O evento ainda irá abordar três cases de redução de custos e ganhos de eficiência operacional com a aplicação de robotização de processos e de aplicações na nuvem, que serão apresentados pela diretora corporativa do GRPCOM, Milena Seabra, pela gerente de TI da Servopa, Celina Hara e o especialista em TI da startup Madeira Madeira, Cleison Cardoso . A Amazon Web Service (AWS) será a patrocinadora desse evento, que irá receber executivos, empreendedores e profissionais da área de finanças.

Palestra – Redução de custos e ganhos de eficiência com aplicações de RPA – Robotic Process Automation e soluções Cloud

Dia: 21 de novembro de 2019

Horário: das 18h30 às 21:00

Local: Curitiba Trade Center – Auditório RE (Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 417)

Inscrições: R$ 100 para não sócios do IBEF PR

Mais informações em www.ibefpr.com.br ou (41) 99872.0203

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Apex-Brasil promove Mapa de Oportunidades para exportações brasileiras durante o ENAEX

Aproveitar a oportunidade de ter contato com profissionais, acadêmicos, estudantes, representantes de governo e empresários que atuam em atividades relacionadas ao comércio exterior para promover os serviços de qualificação oferecidos ao exportador por intermédio de programas de capacitação e informações estratégicas de inteligência de mercado. Com esse objetivo em vista, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) participa mais uma vez do Encontro Nacional de Comércio Exterior (ENAEX), que será realizado no Rio de Janeiro nos dias 21 e 22 de novembro de 2019.

Nos dois dias de evento, a Apex-Brasil prestará atendimento específico sobre o “Mapa Estratégico de Mercados e Oportunidades Comerciais para as Exportações Brasileiras “, uma ferramenta de análise de dados com informações preciosas de comércio exterior desenvolvida com exclusividade pela Agência para apoiar a tomada de decisão das empresas que desejam exportar.

No estande montado pela Apex-Brasil, funcionários da Agência estarão à disposição para explicar aos visitantes as classificações e metodologias utilizadas pelo mapa e prestar orientações sobre como tirar melhor proveito das informações estratégicas oferecidas pela ferramenta. Também serão apresentados os demais produtos de inteligência de mercado produzidos pela Agência, como estudos de mercado, estudos setoriais, de investimento, de acesso a mercados e perfis comerciais dos estados brasileiros.

“Queremos apresentar o Mapa como porta de entrada para os demais produtos e serviços da Agência. A partir daí, o nosso cliente pode se aprofundar nos dados e caminhar pelos demais produtos e serviços de inteligência de mercado que temos à disposição em nosso site”, afirma o Diretor de Negócios, Augusto Pestana.

Os interessados em receber apoio da Apex-Brasil para dar os primeiros passos no processo de exportação também terão atendimento personalizado no estande da Apex-Brasil durante o ENAEX. Nos dois dias de evento haverá técnicos do Programa de Qualificação para a Exportação (PEIEX) – parceria da Apex-Brasil com a Pontífice Universidade Católica (PUC) do Rio de Janeiro – esclarecendo dúvidas e oferecendo informações importantes para o processo de capacitação das empresas que buscam atuar no comércio exterior.

Novos produtos e serviços

Para identificar novas soluções que atendam às demandas de seus clientes, a Agência organizará durante o ENAEX duas atividades chamadas de “Dinâmica de Ideação da Apex-Brasil”. Participarão de cada etapa da ação 20 pessoas inscritas previamente. A iniciativa terá foco em quatro frentes de trabalho: sensibilizar empresas que nunca manifestaram interesse em exportar; apoiar aquelas que querem exportar, mas não sabem como; mostrar oportunidades de negócios para quem já exporta; e identificar possibilidades de negócios que podem ser oferecidas para potenciais compradores.

“Queremos aproveitar o conhecimento de estudantes, empresas e profissionais do ecossistema de comercio exterior, por meio de métodos ágeis, para avaliar a possibilidade de desenvolver novas soluções que atendam às necessidades dos empresários exportadores brasileiros”, explica Augusto Pestana.

Os interessados em participar da Dinâmica de Ideação da Apex-Brasil devem se inscrever por intermédio deste link.

Os pagamentos instantâneos vão acabar com as maquininhas de cartão?

Por Diogo Cuoco

O Banco Central está desenvolvendo um novo modelo de pagamentos que visa reduzir ou até mesmo acabar com as altas taxas de transferências, abrindo portas para o desenvolvimento de novas soluções, como as fintechs e as carteiras digitais. De modo simplista, os pagamentos poderão ser feitos via QR Code, por aproximação ou qualquer outra tecnologia de transferência de dados, dispensando intermediários e diminuindo gradativamente a circulação de dinheiro em espécie.

A iniciativa, prevista para 2021, tem a intenção de permitir que as transações financeiras sejam efetuadas imediatamente, sem restrições de datas ou horários – hoje, por exemplo,TED e DOC são realizados em dias úteis, entre às 6h30 e 17h. Ou seja, a medida pretende melhorar o ambiente de negócios: quando as pessoas têm dinheiro na conta corrente, elas exigem que as transações aconteçam de forma instantânea e é isso que a novidade traz.

Uma das maiores dúvidas dos micros, pequenos e médios empreendedores diz respeito ao futuro das maquininhas com o advento dos pagamentos instantâneos. A meu ver, as mudanças pelas quais o mercado financeiro brasileiro está passando colocam mais em xeque o cartão de débito do que de crédito – que já está incumbido na cultura dos brasileiros – ao invés de sinalizar o fim das maquininhas. No entanto, será preciso sim atualizar os modelos que existem hoje, trazendo soluções cada vez mais ágeis e práticas.

Atualmente, a maior parte das fintechs já realizam pagamentos instantâneos em QR Code, não sendo uma realidade distante para quem já atua no setor. Inclusive, algumas empresas de maquininhas de cartão já estão preparadas para o que vem pela frente, oferecendo além da taxa zero – que é a grande briga das fintechs – cartões pré-pagos para as pessoas que não tem vínculo com instituições bancárias e contas digitais com todas as funcionalidades da conta corrente tradicional, porém, sem consulta às restrições cadastrais.

Mais que isso: no país, já possível encontrar empresas que oferecem para os usuários de cartão de crédito, a possibilidade deles usarem essa forma de pagamento em estabelecimentos que não aceitam o parcelamento de compras, seja em produtos ou serviços. E essa é uma revolução bastante significativa, principalmente se olharmos os números de penetração da utilização de cartões nas compras dos brasileiros e o quanto ainda há de espaço para o crescimento desse share.

Se eu puder dar um conselho para as pessoas que trabalham com o desenvolvimento de maquininhas, diria que vai demorar um bom tempo para elas acabarem no Brasil. No entanto, melhorar cada vez mais a experiência e a vida dos usuários de cartão de crédito é um importante passo para se destacar no setor. Acredito que a adoção dos novos meios de pagamento não será tão instantânea assim: como tudo na vida, existe uma mudança cultural, das pessoas precisarem se adaptar. E isso também leva tempo.

Diogo Cuoco, dono e CEO da Taki Pagamentos, startup credenciada do Denatran com soluções para facilitar diversos tipos de pagamentos.

Dólar e investimentos de pessoas físicas batem recorde

O relatório divulgado pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) foi visto como um indicativo de crescimento da busca dos brasileiros por investimentos, analisa Leandro Benincá, educador financeiro da Messem Investimento.

“O brasileiro está investindo mais. A parte não tão boa desta notícia é que, dos R$ 3,1 trilhões de reais investidos por pessoas físicas no Brasil, a imensa maioria ainda se concentra em investimentos financeiros de baixa rentabilidade, como títulos e fundos que não ultrapassar sequer o CDI, sem contar nos ‘bilhões de reais alocados na caderneta de poupança’ que, com a recente queda da taxa básica de juros, a Selic, acumula um rendimento de 3,5% ao ano, inferior ao desempenho de muitos índices da inflação“, salienta o especialista.

Mesmo nos investimentos mais sofisticados, como a previdência privada e os fundos, inclusive para os segmentos de alta renda e private, a maior parte das alocações ainda transita entre produtos de baixa rentabilidade e/ou alto custo de taxas.

“Embora o número de investidores no Brasil ainda seja minúsculo em relação ao tamanho de nossa população, estamos no caminho certo”, frisa Benincá, ressaltando: “Um país com mais investidores é mais sólido, menos sujeito ao endividamento geral da população e a crises de crédito, o que se reflete também na própria estrutura da sociedade”.

Dólar

Para o head de renda variável da Messem Investimentos, William Teixeira, é preciso muita cautela para “surfar a onda” da valorização do dólar, que no último pregão alcançou a maior cotação desde o início do Plano Real.

“O investidor que quiser surfar essa onda, ou se proteger dela, pode utilizar de contratos futuros de dólar, NDF, ou opções sobre a moeda para tal, no entanto é importante que o investidor esteja ciente do funcionamento de cada um desses derivativos, pois além da volatilidade atual que a moeda apresenta, o dólar é um ativos de menor previsibilidade do mercado, uma vez que sua cotação depende de inúmeras variáveis observadas ao redor de todo o mundo”, explica.

Apesar do cenário de aversão ao risco, com os investidores receosos em aplicar nos países da América Latina, em função da instabilidade política e econômica na região, Teixeira acredita que a moeda deva reverter parte desse movimento de alta.

“O [Boletim] Focus mostra o dólar a R$ 4. O mercado ainda projeta a queda da moeda”, conclui.