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Startup de Marketing Digital cria plataforma e automatiza análise de concorrentes

A Incubadora de Negócios ESPM , escola de negócios referência nas áreas de Marketing, Administração, Consumo, Economia Criativa e Gestão, hospeda a startup Metlycs. Criada por ex-alunos, a Metlycs é uma plataforma de marketing digital que analisa e acompanha os dados da concorrência das empresas usuárias de forma instantânea.

O cadastro e o acesso à plataforma são gratuitos. “Os usuários podem testar à vontade o pacote básico de serviços e contribuir para o aperfeiçoamento da ferramenta”, diz Lucas Longhi, um dos fundadores da startup. “Nosso sistema apresenta funcionalidades inéditas e nos posiciona à frente dos demais.”

Segundo Longhi, o principal diferencial da Metlycs em relação a outras soluções de marketing digital é a automatização das informações. O usuário abre os sites das empresas concorrentes na plataforma e escolhe as informações que deseja rastrear. O gerenciador da atividade receberá uma notificação, no e-mail cadastrado, a cada mudança de dados.

A tecnologia também verifica a instabilidade de websites, gerencia o relacionamento com clientes (CRM) e cria campanhas de e-mail marketing. Permite criar landing pages e pop-ups para a captação de contatos — recursos utilizados em websites para rastrear e direcionar os consumidores na jornada de compra — e analisar métricas de campanhas de marketing digital.

A Metlycs foi criada no final de 2018, a partir de trabalhos de marketing digital de Longhi, ex-aluno do curso de Publicidade e Propaganda da ESPM SP, e seu sócio Matheus Lugon. “Dado o empenho da dupla, a startup tornou-se parte da Incubadora de Negócios da escola, onde seus criadores passaram a receber apoio gerencial, operacional e financeiro”, afirma Letícia Menegon, coordenadora do Centro de Empreendedorismo, da ESPM SP. “A empresa está em uma fase madura e pronta para encarar o mercado.

Integrações: transformando o Supply Chain

Quando um cliente realiza uma compra online, para que ele seja informado em tempo real onde seu produto está, além do prazo de espera para recebimento, é necessário que o sistema de tracking de qualquer estabelecimento esteja integrado com seu ERP (Enterprise Resource Planning). Por sua vez, esse sistema precisa ser ligado a outro software que informa ao consumidor o status daquele produto. Sem uma integração eficiente, informações erradas serão geradas, quebrando expectativas de stakeholders e, posteriormente, gerando nos consumidores uma má experiência. Parece complexo, mas já existem plataformas que são responsáveis por auxiliar todo o ciclo, como é o caso da LinkApi. A startup possibilita que empresas desenvolvam, monitorem e distribuam suas integrações de APIs de forma eficiente.

O processo se inicia na compra da matéria prima, passando pela produção até a sua distribuição. Segundo Thiago Lima, fundador e CEO da startup, “quando a cadeia dessa logística está alinhada e os dados transitam normalmente entre empresa e fornecedores, conseguindo acompanhar todo o processo do produto, isso impacta diretamente não só a equipe interna que possui o controle e desenvolvimento da mercadoria, mas também o consumidor final, criando laços e o tornando mais fiel a marca”.

E como integrar os processos? Thiago compartilha duas opções:

A primeira opção é interna. Deve-se analisar todas as regras de negócio de cada um dos sistemas, estabelecer os fluxos que esses dados vão percorrer e tratá-los para que os sistemas possam se “conversar”. Criando assim visualizações personalizadas para cada tipo de informação desejada, e assim, otimizar cada parte do seu processo.

Já a segunda forma é utilizar uma plataforma de integração, ou iPaaS, que serve para abstrair as complexidades citadas acima, e permite que as integrações sejam feitas de maneira rápida e eficiente. Segundo o relatório da Netskope de 2018 revela que atualmente, empresas consideradas enterprise utilizam uma média de 1,246 aplicações na nuvem. Ou seja, ainda que todas essas aplicações tenham como objetivo principal simplificar, automatizar ou aprimorar processos, há uma consequência imediata da manutenção e centralização de todos os dados e insights gerados por esses softwares. Um iPaaS permite a conexão de todas essas pontas de maneira muito mais simples e ágil, levando à uma tomada de decisão baseada em dados.

Conselhos fiscais das estatais não podem ter indicações políticas, diz IBGC

Os requisitos e vedações estabelecidos pela Lei 13.303/2016 (Lei das Estatais) para a ocupação de cargos de conselho de administração e diretoria de empresas públicas e sociedades de economia mista têm gerado controvérsia sobre sua aplicabilidade a membros de órgãos de governança não explicitamente citados pelo artigo 17.

Em defesa da observância das melhores práticas e dos comandos da Lei das Estatais em sua essência, o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) reafirma sua convicção de que um dos principais avanços dessa legislação está justamente no esforço em proteger organizações de controle estatal da influência de interesses político-partidários e eleitorais, que fomentaram casos notórios de ineficiência, corrupção e danos à sociedade brasileira.

A maior expressão dessa finalidade está no artigo 17, que define critérios mínimos de qualificação e de inelegibilidade. Exigir que membros do conselho fiscal cumpram, portanto, pelo menos os mesmos requisitos e vedações válidos para os administradores é essencial para que a legislação tenha a efetividade necessária e alcance seu propósito de aprimorar a governança das estatais.

Conselheiros fiscais são responsáveis por fiscalizar, de maneira independente, os atos da administração. O processo de seleção de seus membros deve atender a critérios que sejam considerados sólidos e que possam mitigar conflitos de interesses.

A história recente tem ensinado que qualquer tentativa de flexibilizar a aplicação desse ou de quaisquer outros princípios da lei e da boa governança em empresas estatais deve ser combatida, tendo em vista que pode constituir grave retrocesso na busca por eficiência, responsabilidade, transparência e integridade na administração desse tipo de organização.

Vivara e Linx anunciam parceria tecnológica para otimizar estoques e fortalecer operação Omnichannel

A Vivara, maior rede de joalherias do Brasil, anuncia a Linx como nova parceira tecnológica para suas 230 lojas espalhadas pelo país. Por entender que o perfil do consumidor está em constante transformação, a marca investe em soluções tecnológicas para tornar a experiência de compra ainda mais completa, ampliando as possibilidades de integração e fusão entre o físico e o digital.

Para isso, a Vivara habilitará lojas físicas para atuarem também como centros de distribuição estratégicos, capazes de atender aos pedidos gerados em todos os seus canais, inclusive no e-commerce. Além disso, a marca poderá fazer uma verdadeira integração dos estoques. Neste cenário, o consumidor ganhará novas opções na hora de coletar ou receber seu produto, enquanto a rede pode aumentar o fluxo de seus pontos de venda, além de diminuir custos logísticos.

Com a novidade, a Vivara passa a ter um sistema omnichannel atendendo pedidos originados em qualquer canal independentemente de onde o estoque esteja localizado, evitando possíveis rupturas. Com isso o consumidor ganhará mais flexibilidade e agilidade na escolha de como comprar e receber seu pedido.

“Desde 2016, a Vivara caminha em direção à transformação digital com o Omnichannel. Esse é mais um passo para evoluir a governança do nosso negócio e oferecer a melhor experiência tanto em lojas próprias ou e-commerce. Todas trabalhando com o mesmo propósito: permitir ao consumidor escolher quando, onde e como ele obterá nossos produtos”, explica Marina Kaufman, VP de Marketing da Vivara.

Para Alessandro Gil, diretor executivo de E-commerce, Omnichannel e Marketplace da Linx, “no varejo, a transformação digital é estimulada pela necessidade de oferecer aos consumidores uma experiência fluida entre o mundo físico e o virtual. O resultado é uma espiral positiva de vendas, uma vez que o varejista reforça seu relacionamento com o consumidor, obtém mais dados sobre ele, passa a compreender suas necessidades e realiza ações mais personalizadas”.

InovAtiva Brasil participa da conferência anual de startups e empreendedorismo e anuncia novos projetos para 2020

Durante os dias 28 e 29 de novembro, o InovAtiva Brasil , programa de aceleração de startups, realizado pelo Sebrae e Ministério da Economia, irá participar da 5ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE 2019) e aproveitará a ocasião para anunciar os novos projetos para 2020. O evento, considerado um dos principais voltados para o ecossistema de startups e empreendedorismo da América Latina, acontecerá no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Em parceria com ArcelorMittal e Darwin Startups, as startups irão receber mentorias gratuitas e participar de desafios. Com duração de 45 minutos – sendo 20 para cada startup – as mentorias têm como objetivo incentivar a troca de conhecimento e experiência entre as startups e mentores. Ao todo, serão três mentores convidados que irão auxiliar os empreendedores em relação ao potencial do seu negócio e dar dicas de como crescer em seu mercado de atuação, totalizando seis negócios atendidos no estande do Sebrae.

Em conjunto com a Darwin Startups, o InovAtiva também terá como missão conectar as startups participantes com desafios propostos pelos parceiros da aceleradora, como: B3, Neoway, Safra, TransUnion e RTM. Cada empreendedor terá que realizar um pitch para três jurados com duração de cinco minutos, seguido de perguntas e feedbacks. As áreas que serão englobadas com essa dinâmica são: Fintech, Telecom, Big Data, Smart Cities, Health Tech, AgTech, IoT e Logística.

Por fim, junto com a Arcelor Mittal, oito rodadas de negócios com duração de 20 minutos serão realizadas durante o CASE. Na ocasião, as startups terão como desafio desenvolver projetos e estratégias para melhorar algumas áreas de atuação da empresa.

Para Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, o evento será uma excelente oportunidade para mostrar a importância de um programa de aceleração para startups, além de divulgar os planos que temos para o próximo ano.

“Mais 2 mil startups de todas as regiões do Brasil já participaram do programa InovAtiva e mais de 900 delas chegaram à fase de apresentar seus negócios em bancas presenciais com investidores de 2013 até hoje. São iniciativas como a nossa que ajudam a agilizar o processo para que essas empresas ganhem mercado, utilizando mentoria, capacitação, conexão com o mercado e vivência experimental, além de proporcionar acesso a investimentos e recursos. Além disso, queremos aproveitar o alto fluxo de pessoas que irão participar do CASE para anunciarmos nossas novidades para 2020”, finaliza.

PepsiCo lança desafio de ideias para redução do desperdício de plástico

Com o objetivo de incentivar jovens na América Latina e no Caribe a apresentar ideias para a redução de resíduos plásticos, a PepsiCo, em parceria com a Young Americas Business Trust (YABT) e a Organização dos Estados Americanos (OEA), está lançando a 11ª edição do Eco-Desafio. O foco na identificação de soluções sustentáveis, com alto potencial de implementação, permitirá a PepsiCo avançar em direção à sua visão de ajudar a construir um mundo onde os plásticos nunca precisem se tornar lixo. Jovens, entre 18 e 34 anos, podem se inscrever até o dia 31 de dezembro por meio do site: http://ticamericas.net/eco-desafio/ .

O Eco-Desafio tem como objetivo promover o empreendedorismo através do empoderamento dos jovens, capazes de contribuir com soluções criativas e de alto impacto. No Brasil, o programa considera as seguintes categorias:

• Além da Garrafa e do Pacote: Soluções inovadoras e novas tecnologias focadas na criação de alternativas para os materiais das garrafas e dos pacotes e/ou na sua substituição. Soluções para pós-uso do consumidor de material PET também serão consideradas nesta categoria.

• Reciclagem e uso Pós-Consumo do BOPP: Soluções inovadoras para reciclar BOPP (material usado em embalagens flexíveis, como as de salgadinhos), bem como soluções para pós-uso do material pelo consumidor.

“A PepsiCo vem trabalhando ativamente há alguns anos em programas de reciclagem, apoiando a educação, o empreendedorismo e capacitando cooperativas de reciclagem. Reconhecemos que não podemos criar mudanças sustentáveis ​​sozinhos, por isso trabalhamos para ampliar nossas estratégias por meio de parcerias e assim aumentar seu impacto. Convidamos os jovens a serem nossos aliados nesse processo e contamos com a grande criatividade que os diferenciam para encontrar soluções inovadoras que nos permitam continuar avançando nessa visão “, afirma João Campos, CEO da PepsiCo Brasil Alimentos.

“O Eco-Desafio e nossa aliança de mais de onze anos com um parceiro de primeiro nível, como a YABT, é uma grande oportunidade para expandir nossos esforços pela redução do desperdício de plástico e reinvenção de nossas embalagens. É incrível ver o nível de compromisso que os jovens têm para ter um impacto positivo e apresentar inovações que combinam seus conhecimentos e habilidades, juntamente com sua experiência e entendimento de ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável”, reforça Ricardo Maldonado, general manager de Bebidas da PepsiCo Brasil.

O Eco-Desafio é a categoria especial de inovação sustentável da Competição de Talento e Inovação das Américas (TIC Americas). O programa está em vigor desde 2009 e, ao longo de suas dez edições, já recebeu 17.448 propostas de negócios entregues por 22.920 jovens em mais de 33 países. O programa oferece treinamento gratuito a todos os participantes, além de patrocínio para as equipes que chegarem às Finais e prêmios de US$ 5.000 para os vencedores de cada categoria, entre outros benefícios.

Para mais informações sobre o Eco-Desafio e como se inscrever, acesse http://ticamericas.net/eco-desafio/

Livro aborda regulação das novas tecnologias financeiras

A evolução tecnológica somada às novas regras voltadas ao sistema financeiro e de pagamentos têm provocado uma transformação no ambiente regulatório deste setor. Em razão do novo cenário que se forma, marcando uma nova fase do sistema financeiro e de pagamentos brasileiro, o advogado Pedro Eroles, sócio da área de Bancário, Meios de Pagamento e Fintechs do Focaccia, Amaral e Lamonica Advogados (FAS), organizou e coordenou a obra “Fintechs, Bancos Digitais e Meios de Pagamento – Aspectos Regulatórios das Novas Tecnologias Financeiras”, que conta com prefácio de João Manoel Pinho de Mello, Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, e participação de relevantes nomes do setor.

Por se tratar de um setor em transformação, Eroles convidou como autores diversos líderes de departamentos jurídicos que estão vivenciando as mudanças e inovações no dia a dia.

A obra, que resultou em 21 artigos, foi publicada pela editora Quartier Latin e será lançada no dia 5 de dezembro, na Livraria da Vila, em São Paulo.

Data – 5 de dezembro de 2019
Horário – às 17h
Local – Livraria da Vila (Av Juscelino Kubistchek, 2041 Vila Olímpia – São Paulo/ SP)

Gartner prevê que receita mundial de serviços em Nuvem Pública crescerá 17% em 2020

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, prevê que o mercado mundial de serviços de Nuvem Pública crescerá 17% em 2020, totalizando US$ 266,4 bilhões, contra US$ 227,8 bilhões em 2019.

            “Nesse momento, a adoção de serviços em Nuvem é algo predominante”, diz Sid Nag, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “As expectativas dos resultados associados aos investimentos em Nuvem também são mais altas. A adoção de soluções de próxima geração quase sempre se refere a soluções ‘aprimoradas em Nuvem’, o que significa que elas se baseiam nos pontos fortes de uma plataforma Cloud para oferecer recursos de negócios digitais”.

            A oferta de Software como Serviço (SaaS) continuará sendo o maior segmento de mercado, com previsão de faturamento de US$ 116 bilhões no próximo ano, devido à escalabilidade do modelo baseado em assinatura (consulte a Tabela 1). O segundo maior segmento de mercado refere-se aos serviços de Infraestrutura de Sistemas em Nuvem, ou Infraestrutura como Serviço (IaaS), que chegará a US$ 50 bilhões em 2020. O Gartner prevê, ainda, que a oferta de IaaS crescerá 24% ano a ano, o que representa a maior taxa de crescimento em todos os segmentos de mercado. Essa alta é atribuída às demandas de aplicações e cargas de trabalho modernas, que exigem uma infraestrutura que os Data Centers tradicionais já não podem mais atender.

Tabela 1. Previsão mundial de receita de serviço de Nuvem pública (em bilhões de dólares)

 
2018
2019
2020
2021
2022
Serviços de processos de negócios em Nuvem (BPaaS)
41,7
43,7
46,9
50,2
53,8
Serviços de plataforma de aplicações em Nuvem (PaaS)
26,4
32,2
39,7
48,3
58
Serviços de software em Nuvem (SaaS)
85,7
99,5
116
133
151,1
Serviços de gerenciamento e segurança em Nuvem
10,5
12
13,8
15,7
17,6
Serviços de infraestrutura em Nuvem (IaaS)
32,4
40,3
50
61,3
74,1
Total
196,7
227,8
266,4
308,5
354,6

BPaaS = business process as a service; IaaS = infrastructure as a service; PaaS = platform as a service; SaaS = software as a service
Nota: Os totais podem não corresponder devido a arredondamentos.

Fonte: Gartner (Novembro de 2019)

            Várias formas de Computação em Nuvem estão entre as três principais áreas em que a maioria dos Chief Information Officers (CIOs) globais aumentará seus investimentos no próximo ano, de acordo com o Gartner. À medida que as organizações aumentam sua dependência das tecnologias em Nuvem, mais as equipes de TI estão correndo para adotar aplicações já criadas no modelo nativo de Cloud e realocar seus ativos digitais existentes. “Construir, implementar e amadurecer estratégias de Nuvem continuará sendo a principal prioridade nos próximos anos”, afirma Nag.

            “O cenário de serviços gerenciados em Nuvem está se tornando cada vez mais sofisticado e competitivo. De fato, até 2022, mais de 60% das organizações usarão uma oferta de serviços de Cloud gerenciada por um provedor de serviços externo, o que representa o dobro da porcentagem de organizações que adotavam este formato até o ano de 2018″, explica o analista. “Recursos nativos de Nuvem, serviços de gestão de aplicações, operações Multicloud e infraestruturas Híbridas compreendem um ecossistema de Nuvem diversificado que será um importante diferencial para os gerentes de produtos de tecnologia. A demanda por resultados estratégicos obtidos por meio de serviços em Nuvem sinaliza uma mudança organizacional em direção aos resultados de negócios digitais”.

Os 10 eletrônicos mais buscados no período que antecede a Black Friday

A Black Friday é um dos períodos mais esperados para realizar compras gastando pouco ou aproveitar as promoções e descontos em todo o comércio. Na OLX, maior plataforma de compra e venda do país, é assim o ano inteiro. Diariamente, cerca de meio milhão de anúncios são publicados e mais de 2 milhões de vendas de produtos novos e seminovos são realizadas todos os meses, principalmente os itens tecnológicos que, além de sua revenda ser vantajosa tanto para quem compra como para quem vende, estimula a cultura de consumo colaborativo. “Tradicionalmente, os eletrônicos estão entre os itens mais procurados durante a Black Friday. Hoje, na OLX, “eletrônicos e celulares” conta com mais de 1,4 milhão de anúncios e os dez itens mais buscados representam 68% da demanda nesta categoria. Como o brasileiro já adotou o novo hábito de consumo de se apegar e desapegar, o tempo de vida útil desses produtos aumentou e a nossa plataforma é o lugar para encontrá-los”, diz Phillip Klien, Chief Growth Officer da OLX.

Veja ranking dos 10 eletrônicos mais buscados nos dias que antecedem o período de promoções preferido dos consumidores da Black Friday:

1. Celular
2. Vídeo Game
3. Televisão
4. Notebook
5. Som Automotivo
6. Computador Desktop
7.Tablet
8. Vídeo Game Portátil
9. Câmera Fotográfica
10. Impressora

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Maratona de inovação traz desafio para mobilidade sustentável

Entre os dias 21 e 24 de novembro, acontece o Inovathon 2019, maratona de inovação realizada pela Scania Latin America desde 2016. A quarta edição da competição tem como objetivo fomentar junto a alunos e à sociedade ideias que promovam a melhoria da mobilidade por meio da sustentabilidade e da inovação.

A edição deste ano contará com 25 universitários, de nove diferentes Estados do Brasil e 17 universidades – e dos mais diferentes cursos, como administração, engenharia elétrica, medicina, design, relações públicas, entre outras -, que se reunirão em São Paulo para vivenciarem uma série de experiências para pensar mobilidade urbana no país.

“O projeto começou como um hackthon e cresceu, hoje são três dias de muita troca de conhecimento e aprendizagem.”, explica Patricia Acioli, responsável por Corporate Relations da Scania Latin America. “Por meio de uma programação dinâmica e intensa, misturamos vivência e conteúdo, e, ao lado de nossos parceiros, fomentamos soluções para uma mobilidade segura, eficiente, limpa e acessível.” completa. Este ano, IBM, Loggi, Cabify, ViaQuatro, Ericsson e ABB apoiam o projeto e vão compartilhar com os estudantes sua visão de mobilidade sustentável.

Em 2019, a fase de seleção contou com três etapas para chegar aos finalistas que participam do Inovathon, divididos em cinco equipes – de cinco pessoas cada. Na quinta-feira, 21, as equipes sairão pela cidade de São Paulo para entender a mobilidade urbana da maior metrópole do País. Na sexta-feira, 22, antes de começar a maratona, os participantes vão visitar e receber mentorias dos parceiros. Nas últimas 24 horas, as equipes terão o desafio de apresentar uma solução para um estudo de caso.

Na visita à Cabify, por exemplo, os estudantes baterão um papo com Luis Saicali, Head de Growth da startup, e participarão de quiz bem animado com informações sobre mobilidade sustentável e sobre o trabalho da Cabify. Os vencedores ganharão um kit da empresa.

“Consideramos muito importante o setor de mobilidade se unir para promover a sustentabilidade. Entendemos que todos os meios de transporte são importantes e devem ser acessíveis para que as pessoas deixem cada vez mais de ter carro próprio para poder usufruir de um serviço de mobilidade sustentável e intermodal. Estamos muito felizes de fazer parte do Inovathon com a Scania e temos certeza que conquistaremos nosso objetivo de transformar as cidades em lugares mais limpos”, pontua Saicali.

Claudelino Pereira Lima Oliveira, estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia, é um dos 25 finalistas e destaca a importância de projetos como o Inovathon. “Estou muito contente de poder participar de uma maratona como essa. Quem vive em regiões periféricas, como o meu caso em Salvador, conhece bem os problemas da mobilidade, então fico feliz de poder participar de debates com esse foco e da construção de um melhor sistema de mobilidade. A multidisciplinaridade do projeto também é interessante. Meu grupo será formado por estudantes de engenharia, relações públicas, administração e até design”, pontua.

Já Marina Araújo Ferraz Feitosa, estudante do curso de Design na Universidade Federal de Pernambuco, enxerga no Inovathon a oportunidade de conhecer e se conectar com mentes criativas. “É uma oportunidade incrível de conhecer pessoas com criatividade. O mundo precisa disso. Precisamos repensar a forma como organizamos nossas cidades e transformá-las em locais mais humanos e sustentáveis”, diz.

Estudante de Medicina e morador de Manaus, no Amazonas, Leonardo Maquiné Hermont é mais um participante da quarta edição do Inovathon. Para ele, a sua geração e as próximas são as que estão sentindo na pele as mudanças climáticas. “Minha geração tem sido impactada diretamente com as questões do clima, por isso essa iniciativa da Scania é tão importante, colocando os jovens no debate para a melhora da mobilidade e da otimização de transporte”, explica.

Os vencedores da edição 2019 ganharão uma viagem para a Europa e conhecerão a sede da Scania na Suécia, além de percorrem uma programação especial com foco em inovação, tecnologia e sustentabilidade.

Edições anteriores

O Inovathon é uma competição criada pela Scania que reúne universitários de todo o Brasil com o propósito de fomentar a discussão e ampliar o conhecimento sobre o transporte sustentável.

A primeira edição, em 2016, reuniu 25 universitários de diversas partes do país para desenvolver um projeto de gerenciamento logístico utilizando os conceitos de conectividade e tecnologias de monitoramento e direção autônoma. O grupo vencedor era formado por alunos da Universidade Federal do ABC (UFABC), do Centro Universitário Fundação Santo André, Centro Universitário FEI e da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2017, o Inovathon comemorou a presença da Scania no Brasil há 60 anos e viajou pelo país em busca das melhores equipes, passando pelas cinco regiões do país, com etapas em Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). A etapa da região sudeste foi realizada na sede da empresa, em São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista.

Os vencedores de cada região embarcaram para a grande final, realizada no LPC (Logistic Parts Center), centro logístico de peças de reposição da Scania para a América Latina, na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo. A grande campeã foi a equipe Norte (Manaus), formada por estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFA), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Centro Universitário do Norte (Uninorte).

Já em 2018, foram 72 horas de maratona, tendo como vencedora a equipe de estudantes de Campinas (SP), São Bernardo do Campo (SP), Brasília (DF) e Taquara (RS), que desenvolveu o MobiBus, uma solução que integra periferias a zonas com melhor malha de transportes coletivos. A edição contou com parceiros de inovação e mobilidade, como Oracle, Siemens, Ericsson, Yellow e Tecnowise.

Brasileiros são os mais preocupados com impactos da tecnologia em suas carreiras

Os profissionais brasileiros são os mais preocupados com os possíveis impactos das novas tecnologias em suas carreiras e estão entre os mais cautelosos às consequências da globalização. Como consequência, o Brasil é também um dos países onde mais trabalhadores reservam tempo para se capacitar visando o mercado futuro.

As informações vêm do novo estudo do Boston Consulting Group (BCG), realizado em parceria com a The Network, e que teve como objetivo avaliar a conscientização dos profissionais sobre as mudanças pelas quais a indústria e o mercado de trabalho passarão nos próximos anos. Intitulado Decoding Global Trends in Upskilling and Reskilling , o estudo contou com a participação de mais de 366 mil entrevistados – com idade a partir de 20 anos – de 197 países.

De acordo com o levantamento, 65% dos brasileiros entrevistados acreditam que a ascensão das novas tecnologias – como automação, inteligência artificial e robótica – irão afetar as suas profissões nos próximos anos. O Brasil foi o líder em respostas afirmativas nesse quesito, ficando bem acima da média global (49%).

Quando perguntados sobre os impactos da globalização – o que inclui comércio internacional e outsourcing -, os brasileiros também estiveram entre os mais apreensivos: 69% responderam acreditar que esses fatores afetarão suas vidas profissionais, índice que colocou o país abaixo apenas de Nigéria e Myanmar. Na média global, 45% dos entrevistados disseram ter a mesma preocupação.

O estudo aponta também que 74% dos brasileiros dedicam parte de seu tempo se capacitando para os possíveis impactos da tecnologia e da globalização em suas carreiras. O Brasil é 11º da lista global. Na média, 65% dos entrevistados afirmaram ter a mesma aplicação.

“A análise do estudo mostra que os profissionais brasileiros estão procurando se adaptar proativamente às mudanças no mercado de trabalho. Preocupados com as futuras exigências, eles estão buscando desde já adquirir novas competências”, analisa Manuel Luiz, sócio e líder da área de Pessoas & Organização do BCG Brasil.

As habilidades que os brasileiros consideram mais importantes para as suas carreiras no futuro são comunicação, adaptação e liderança.

Mudança de carreira é realidade

A América Latina é a região onde os profissionais se mostram mais dispostos a se requalificar visando uma nova profissão (84%). Os principais responsáveis por essa posição são o México – onde o índice chega a 90% – e países do Caribe. O Brasil – onde 75% dos respondentes afirmaram estar pré-dispostos a mudar de carreira – foi o 35º nesse quesito na lista global.

Os profissionais mais propensos a mudar de área trabalham atualmente com: Vendas (75%), Administração (73%) e Serviços (73%). Os menos propensos atuam nos setores: Ciência (59%), TI (59%) e Jurídico (58%).

Quanto maior o nível de escolaridade, menor é a disposição dos profissionais em mudar de carreira – o estudo atribui como a principal razão o tempo que eles já investiram para se qualificar. Mesmo assim, os números são altos para todos os níveis: 56% dos doutorados estão abertos às mudanças, assim como 64% daqueles com diploma de mestrado.

Tendência autodidata

A maioria dos entrevistados prefere se capacitar por conta própria (63%) ou no trabalho (61%). A tendência à qualificação autodidata é reforçada por outros dois quesitos: 30% utilizam plataformas educacionais online e 24%, aplicativos móveis. No Brasil, a tendência segue sentido oposto: a maior parte (64%) prefere as instituições de ensino tradicionais; na sequência aparecem capacitação por cursos online (49%) ou no próprio trabalho (48%).

Confira a íntegra do estudo em: http://www.bcg.com/de-de/publications/2019/decoding-global-trends-upskilling-reskilling.aspx

Inovação com propósito: a tecnologia como uma força para o bem

Por José Duarte, presidente da VMware Brasil

Não é segredo que empresas que abraçam causas em prol da sociedade têm muito a ganhar; seja no âmbito dos negócios, no social ou no corporativo. Quando o assunto é a tecnologia, essa questão se torna ainda mais fundamental, uma vez que esta tem o potencial de resolver os grandes problemas do nosso dia a dia e ajudar na construção de um mundo mais inclusivo, igualitário e seguro para todos.

Uma pesquisa da Edelman Intelligence sobre o avanço das novas tecnologias e o seu impacto na sociedade, mostra que 78% dos brasileiros acreditam que é possível tomar decisões de negócios capazes de, ao mesmo tempo, aumentar os lucros das empresas e gerar resultados econômicos e sociais positivos nas comunidades em que estão inseridas. Mais do que possível, isso já se tornou realidade em muitas companhias.

Recentemente, a VMware, em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Norte, implementou um laboratório virtual. Através da tecnologia, os alunos passaram a ter acesso ao laboratório por meio de qualquer dispositivo, independente da hora e lugar, melhorando e democratizando o ensino. O projeto já impacta cerca de 100 alunos e deve chegar a quase mil até o fim de 2019.

O exemplo do IFRN é uma demonstração de como é possível e, sobretudo, necessário enxergar oportunidades ao encontrar um obstáculo pela frente. Usar a inovação para oferecer serviços e experiências que transformam não só os negócios, mas também a sociedade como um todo, é utilizar a tecnologia como força motora para o bem. Isso vai desde soluções simples, tais como a adoção de recursos para otimização de data centers (colaborando com a redução na emissão de CO2), até as menos evidentes, como inteligência artificial e automação para reduzir o tempo de espera em um semáforo à noite (contribuindo para a segurança da população local).

É importante reforçar que quando se investe em tecnologia para o bem, também ganha-se no ambiente corporativo, da porta para dentro. Quando a empresa usa a inovação para promover o bem-estar do funcionário, propiciando um ambiente mais saudável, aumenta o engajamento e a taxa de retenção de talentos. Hoje, já é possível ter acesso a qualquer conteúdo, de qualquer lugar, por meio de diversos dispositivos. Permitir que os colaboradores trabalhem de onde estiverem, evitando por exemplo estar em trânsito em horários de pico, é uma forma de usar a tecnologia para o bem.

Quanto mais as empresas pensarem em seus projetos de forma humanizada, maior a chance do resultado impactar o mundo de forma positiva. Esse cenário não acontece da noite para o dia, nem de maneira individualizada; a inovação é muito mais poderosa quando é trabalhada em conjunto. O uso inteligente da tecnologia, e não só a mera utilização desta, acontece quando todos saem ganhando, especialmente a sociedade.