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Estudo da IBM: líderes latino-americanos que valorizam a confiança nos dados estão posicionados para superar seus pares

A vigésima edição do estudo da IBM “Build Your Trust Advantage”, divulgado semestralmente, entrevistou cerca de 13,5 mil executivos globalmente para examinar como as empresas chegam a liderança de mercado, enfatizando a confiança na utilização e no intercâmbio de dados.

A pesquisa, conduzida pelo IBM Institute for Business Value (IBV) em cooperação com a Oxford Economics, entrevistou executivos C-level responsáveis por marcas líderes em 98 países e 20 indústrias em todo o mundo, incluindo a América Latina. O estudo mostrou que a liderança de mercado é alcançada com mais frequência quando uma organização estabelece um alto nível de confiança nos dados de seus clientes, em seus processos de negócios e com o ecossistema de parceiros.

Por meio de pesquisas quantitativas e qualitativas, ficou claro que havia um conjunto de líderes que se destacaram por entender que a transparência e a reciprocidade são ingredientes primordiais para ganhar a confiança do cliente, assim como gerar crescimento. Esses líderes aproveitam os dados para gerar confiança nos consumidores, criar uma cultura de tomada de decisão com base em dados, e frequentemente compartilham dados com parceiros do ecossistema sem abrir mão da vantagem competitiva. Também foi descoberto que esse grupo supera seus pares em inovação e gerenciamento de mudanças, assim como em crescimento de receita e lucratividade, oferecendo resultados 165% mais altos.

Esses líderes têm um profundo conhecimento de que construir confiança nos relacionamentos com os clientes é um imperativo estratégico e trabalham fortemente para conquistá-los e mantê-los. De fato:

• 82% dos líderes acreditam firmemente que os dados ajudam a criar uma vantagem
estratégica para fortalecer o nível de confiança do consumidor, bem como seus resultados.

• Os líderes também superam seus pares em 22% na capacidade de respeitar a privacidade dos dados dos clientes como uma vantagem competitiva central.

Isso é extremamente importante no momento em que os consumidores relatam mais preocupações do que nunca sobre a vontade de compartilhar informações pessoais. Um estudo relacionado da IBM sobre privacidade de dados constatou que 81% dos consumidores globais dizem que, no ano passado, se preocuparam mais com a forma como as empresas usam seus dados.

Felizmente, o mesmo estudo constatou que também há uma maior disposição de compartilhar informações com companhias que têm transparência em relação à utilização dos dados: 81% disseram que apoiam ativamente empresas que são transparentes sobre como usam seus dados e evitam fazer negócios com organizações que não o fazem. Como resultado, as companhias que conquistaram a confiança do cliente têm mais probabilidade de reter os dados que possuem. “As organizações líderes que colocam sua confiança no centro da maneira como usam os dados com seus clientes estão criando enormes oportunidades para obter maior sucesso”, disse Mark Foster, vice-presidente sênior de IBM Global Business Services.” As empresas de hoje precisam ser capazes de ganhar a confiança de seus clientes enquanto confiam nos dados de seus próprios processos e ecossistemas, ou eles rapidamente ficarão para trás de seus pares”.

Embora o estudo esteja concentrado na necessidade de transparência em como as empresas lidam com os dados dos clientes, também destaca a importância de confiar nos dados encontrados em uma organização. Foi descoberto que os líderes se esforçam para garantir que os dados dentro das suas próprias paredes sejam precisos e limpos, para que possam tirar proveito deles para tomar decisões mais bem informadas, como desenvolver novos modelos de negócios e entrar em mercados novos ou emergentes.

• Oito em cada dez líderes dizem que eles e seus colegas dependem muito de dados para melhorar a qualidade e a velocidade das decisões que tomam.

• 70% já usam os dados extensivamente para desenvolver novos modelos de negócios (112% a mais que seus pares), enquanto 66% já usam os dados para tomar decisões informadas ao entrar em novos mercados.

• Na América Latina, 14% dos entrevistados estão obtendo os maiores retornos com o uso dos seus dados e superam seus pares em crescimento de receita e lucratividade.

O estudo também revelou uma ênfase na importância da criação de ecossistemas confiáveis. Os dados que simplesmente permanecem dentro da organização têm mais probabilidade de se desviar do que de aumentar seu valor. As organizações líderes estão liberando seus dados e eliminando o risco de trocas de dados em um ecossistema compartilhado, permitindo que circulem amplamente, sem sacrificar a responsabilidade de garantir licenças e protegê-las. Esse comportamento continuará a crescer ao longo do tempo:

• 56% dos líderes já estão adquirindo e compartilhando dados amplamente com sua rede de parceiros e 85% esperam que suas redes de parceiros se expandam nos próximos anos.

• Os líderes esperam que a evolução das plataformas de negócios digitais exija uma nova abordagem para o compartilhamento de dados.

• 62% dos líderes já estão integrando novos modos de monetização em suas estratégias de dados.

Acesse os resultados completos do estudo aqui: http://ibm.co/c-suite-study

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Black Friday: sua empresa está preparada?

Falta pouco para uma das datas mais esperadas do varejo, a Black Friday, que nesse ano acontece no dia 29 de novembro. O evento, muito tradicional nos Estados Unidos, está cada vez mais popular no Brasil, desde que chegou por aqui, oficialmente, em 2010. De lá para cá, as vendas cresceram e para 2019, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), estima que o faturamento supere os 3,67 bilhões de reais, desempenho 5,8% acima do registrado em 2018.

Para aproveitar melhor essa data é preciso preparar o seu negócio e a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, listou algumas dicas que vão garantir uma Black Friday rentável e sem inconvenientes. Confira abaixo:

Prepare o seu servidor

O primeiro passo é ter um planejamento de TI especialmente pensado para a Black Friday, com uma estimava do volume de dados que será trafegado na data. Isso vai garantir a estabilidade dos seus sistemas. Se os softwares de sua empresa estiverem hospedados na nuvem, alinhe com o fornecedor para que a estrutura seja escalável. Ou seja, a capacidade de processamento aumentará no momento de pico. Agora, se servidor está dentro de casa, vale a pena adquirir ou alugar mais máquinas para suportar esse período atípico.

Se esse cuidado não for tomado, a operação estará em risco. Por exemplo, se o site do e-commerce trava, os pedidos não são enviados para o ERP faturar, e sem a nota gerada, o sistema logístico não seguirá o seu fluxo de entrega para o consumidor. Resumindo, uma falha pode ocasionar um efeito cascata.

No varejo físico, se o servidor não é robusto o suficiente, o caixa para de operar e o resultado são vendas perdidas. Se o seu planejamento prevê um alto fluxo de clientes na loja, considere abrir mais um caixa.

Cuide da sua infraestrutura com antecedência

As suas integrações estão funcionando bem? A plataforma de e-commerce está performando direitinho? Seu software de frente de caixa está em perfeito funcionamento? O emissor de nota fiscal está se comunicando bem com o governo? O ERP e as demais soluções estão ok? Chame o seu de time de TI e/ou fornecedor para debaterem juntos sobre esses pontos e considere tudo o que pode dar errado, até as hipóteses mais remotas.

Caso precise abrir mais um caixa, pense no SAT (Sistema Autenticador e Transmissor de Cupons Fiscais Eletrônicos), na impressora fiscal, no TEF (Transferência Eletrônica de Fundos) e em todas as obrigações fiscais. Também vale considerar a contratação de mais uma licença de software, caso o seu atual não esteja na nuvem, e um suporte diferenciado para esse período.

Porém, as alterações na sua infraestrutura de TI precisam ser feitas com no máximo 15 dias de antecedência. Mudanças em cima da hora podem trazer riscos desnecessários. Na hora da loucura, com muitos acessos ao site ou diversos clientes entrando no seu estabelecimento, o que você menos precisa é ter que lidar com um erro de sistema desconhecido.

Prepare o pós-evento

A Black Friday é dia 29 e na sequência já vem o período do fechamento contábil. Isso significa que o seu time fiscal terá trabalho multiplicado, com a conclusão do mês e o grande volume de notas da data. Verifique se a equipe está pronta para auditar essas operações e conferir se todos os tributos e impostos foram recolhidos adequadamente. Um erro nessa fase, pode significar multa que vai impactar na sua rentabilidade.

Outra área que também terá uma demanda maior é o SAC. Os profissionais precisam estar preparados para atendimentos de pós-venda, entendendo quais foram os produtos mais vendidos e aptos para solucionar diversas solicitações. Aqui um treinamento prévio é uma boa alternativa.

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Vittude recebe aporte de R$ 4,5 milhões liderado pela Redpoint eventures

A Vittude, startup que auxilia empresas a cuidarem da saúde mental e do bem-estar dos colaboradores, acaba de receber um aporte de R$ 4,5 milhões liderado pelo fundo de investimento em venture capital Redpoint eventures. A rodada também contou com participação da Superjobs, venture capital focado em negócios de impacto e de saúde.

O investimento será utilizado na ampliação do Vittude Corporate, serviço centrado em empresas, cujo principal objetivo é auxiliar na saúde mental dos colaboradores das companhias, contribuindo para que gestores reduzam custos oriundos do adoecimento emocional dos funcionários, como o sinistro dos seguros saúde, absenteísmo, presenteísmo, turnover e a baixa produtividade.

Trata-se de um serviço inovador, que engaja cinco vezes mais os funcionários do que os tradicionais EAP (Programa de Assistência ao Colaborador). Normalmente, esses programas possuem baixo índice de utilização e os canais 0800 são utilizados com foco nos momentos de crise, não direcionando a atenção para a prevenção. Atuar apenas no emergencial não reduz os custos de saúde de forma eficiente e nem contribui para o atingimento de metas de negócio, afirma Tatiana Pimenta, CEO da Vittude.

Além disso, um recente estudo da KPMG mostra um ROI de quatro vezes para investimentos em saúde mental no ambiente de trabalho.

Fundada em 2016 por Tatiana e Everton Höpner, a Vittude já atende clientes em mais de 50 países. Atualmente, a plataforma possui cerca de 3.500 psicólogos cadastrados. Entre seus clientes, estão empresas como a Resultados Digitais, 99, Grupo Positivo e os escritórios de advocacia Trigueiro Fontes e Lobo de Rizzo.

Um dos pontos fortes da startup é a preocupação com a qualificação da base de psicólogos credenciados nela. Segundo os dois fundadores, que já tiveram depressão e burnout no passado, para um tratamento eficaz, é preciso um profissional experiente, bem preparado, que se mantenha sempre atualizado, fazendo terapia e supervisão. Por essa razão, a plataforma preza pela qualidade do serviço prestado aos clientes finais, os colaboradores.

De acordo com Romero Rodrigues, sócio da Redpoint eventures, no cenário atual, é cada vez mais necessário que as empresas invistam na saúde mental de seus colaboradores.

“Estamos há algum tempo estudando o mercado de mental health. Depois de analisarmos diversas startups, escolhemos a Vittude por entender que a empresa apresenta um posicionamento estratégico, primando pela qualidade dos psicólogos cadastrados em sua base. O maior ativo de uma corporação é a saúde mental do seu quadro de funcionários, e está cada vez mais claro para as empresas a necessidade da atenção ao cuidado com os aspectos emocionais da equipe.”

Adepto da psicoterapia desde 2007, quando era CEO do Buscapé, Romero considera a ferramenta muito importante no âmbito da gestão de pessoas, sobretudo para C-Levels, empreendedores, líderes, gestores e pessoas que trabalham com pressão por resultados e curto espaço de tempo para tomadas de decisões.

“A posição de CEO também possui um lado solitário. Fazer terapia contribui para o aumento do autoconhecimento e para o aprimoramento da leitura do ambiente ao redor”, afirma o sócio da Redpoint eventures, cujo fundo já investiu em startups como Gesto, Xerpa, Gympass, Rappi, Olist e Creditas.

Para Tatiana, CEO da Vittude, a rodada representa um marco importante na história da empresa. “O fato da Redpoint ter escolhido a Vittude entre outras startups do mercado é um atestado de credibilidade. É a confirmação de um trabalho bem feito, não somente pelo nosso time, como também pelos nossos psicólogos. Costumo dizer que os psicólogos Vittude são nossos maiores ativos e, por isso, temos muita atenção e cuidado com eles”, declara a fundadora.

A empresa, que já havia sido investida pela Vetor Editora, líder em psicometria e testes psicológicos no Brasil, pretende utilizar os recursos captados no Seed Round para ampliar o time de vendas e produtos. De olho no futuro, já estão pensando em ferramentas e escalas preditivas que possam antever o adoecimento, ajudando gestores médicos e de RH a tomarem decisões mais assertivas e eficientes.

Para saber mais, acesse: http://www.vittude.com/empresas.

Treinamentos disruptivos ganham espaço no mundo corporativo

Em vez de palestras e debates em grupos, ‘brincadeiras’ com blocos de montar, meditação e até um miniteatro com personagens Disney estão sendo usados nas empresas para treinar suas equipes. São os chamados treinamentos disruptivos, que vêm ganhando terreno no mundo corporativo.

De acordo com Janaína Rost, head da TackTMI, empresa de treinamento corporativo da multinacional de recursos humanos Gi Group, a adesão a estas novas técnicas vem crescendo no Brasil. “Nos últimos dois anos, a demanda por treinamentos do gênero aqui na TackTMI cresceu 60%”, diz.

A profissional destaca que o aprendizado do adulto ocorre muito pelas experiências e vivências, e esta conexão aumenta o seu engajamento. Além disso, hoje há consenso no ‘compartilhar’ para o conhecimento. Assim, estes métodos acabam oferecendo maior garantia sobre o ROI (Retorno do Investimento) e o RE (Retorno sobre a Expectativa) nas empresas.

Por isso, diferentemente dos treinamentos convencionais, os disruptivos não visam transmitir conhecimento e informações técnica. A modalidade trabalha a inteligência emocional, o potencial criativo e a empatia entre os colegas de equipe.

Segundo Janaína, as empresas que estão em busca de inovação, que estimulam suas equipes a pensar ‘fora da caixa’, buscando novas formas de fazer/resolver velhos problemas, são as que mais procuram por este tipo de treinamento. “É o caso, por exemplo, das fintechs, agências de propaganda e indústrias que passam por algum processo de ‘change management’”, explica.

A TackTMI oferece três modelos de workshops que alinham conteúdo e métodos disruptivos, são indicados para todos os níveis hierárquicos da organização e podem ser aplicados em grupos que variam de 10 a 100 pessoas:

Mindfulness – tem como base a meditação consciente e envolve técnicas de concentração para a autoconsciência e autorregulação dos pensamentos, comportamentos e emoções. Entre os benefícios estão o aumento do desempenho intelectual e potencial criativo, autoconfiança e manejo do estresse. É aplicável para desenvolver empatia, comunicação, relacionamento, além de organização e produtividade.

Poder de Encantar – O formato utiliza técnicas, padrões e inspirações do mundo Disney, com conteúdo normalmente usado para engajar os colaboradores da sua megaestrutura de entretenimento. O método visa estimular a integração e o trabalho em equipe, desperta a conscientização da importância do cuidado, zelo e superação nas funções e possibilita o encontro de soluções para desafios e problemas reais quando ao assunto é excelência em atendimento, serviço e qualidade.

Lego Serious Play – Consiste no uso dos blocos montáveis de brinquedo para estimular o raciocínio, a comunicação, resolução de problemas e tomada de decisões de maneira divertida. Divididos de forma individual e depois em grupos, os participantes utilizam as peças para materializar e construir ideias para organização, melhoria e soluções para uma situação/desafio de negócio. É ideal para busca de soluções com aplicações de estratégias em tempo real, porque aproveita a capacidade que o ser humano possui de imaginar, descrever e compreender uma situação presente, assim poderá iniciar mudanças, propor melhorias e, inclusive, criar algo radicalmente novo.

Janaína destaca ainda que, além de otimização da produtividade, resultados apresentados por empresas que já treinaram suas equipes com métodos disruptivos mostram melhoria real de reuniões sem foco, redução de custos operacionais, mais rapidez nas tomadas de decisão e, por vezes, reestruturação de práticas e processos.

GeneXus disponibiliza capacitação gratuita em TI

Mesmo com uma taxa de desemprego de 13%, o Brasil apresenta sobra de vagas na área de Tecnologia da Informação. Isso porque falta mão de obra qualificada no setor. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), dos 70 mil empregos que devem ser criados no setor anualmente até 2024, metade deles podem não ser preenchidos.

Ciente que escassez não será resolvida facilmente, uma vez que apenas 46 mil pessoas se formam ao ano no ensino superior com o perfil necessário para atender essas vagas, a GeneXus apresenta uma medida para o incentivo técnico com o programa de capacitação gratuita na sua ferramenta de desenvolvimento low-code. Para se inscrever, não há necessidade de conhecimento prévio de programação e banco de dados, basta ler o material disponível antes de iniciar o curso.

O curso GeneXus 16 nível júnior, que tem duração de cerca de 50 horas e está disponível na Udemy, maior plataforma de cursos online do mundo, é indicado para profissionais iniciantes que querem começar a desenvolver aplicativos em GeneXus o mais rápido possível. “Além disso, com a disponibilização do curso na Udemy, o profissional pode manter-se atualizado na tecnologia GeneXus sempre que quiser e de onde puder”, acrescenta Ricardo Recchi, country manager da GeneXus Brasil.

O curso é disponibilizado no formato de vídeo aulas, além da metodologia prática, que dispõe do download gratuito da ferramenta GeneXus para os participantes treinarem as demos realizadas pelo professor. Após este curso básico, o profissional pode continuar se aprofundando por meio dos vídeos tutoriais disponíveis na página da GeneXus Training.

O diferencial do desenvolvimento em GeneXus é que a plataforma funciona de forma prática, viabilizando tudo – em termos de programação – na palma da mão. “O GeneXus conta com muitas integrações prontas, bancos de dados, normalização, procedimentos e consultas, entre outros, o que torna o processo de construção da tecnologia extremamente simplificado”, finaliza Recchi.

A Agile Alliance anuncia a chamada de propostas para a Agile2020

A Agile Alliance convida os líderes em desenvolvimento da metodologia Agile com a chamada de propostas para a Agile2020, a conferência global anual da Agile Alliance que atrai praticantes, acadêmicos, empresas e integrantes da comunidade parceira de fornecedores do mundo todo. O evento de 2020 acontecerá em Orlando, Flórida, de 20 a 24 de julho.
“A conferência Agile2020 oferece uma oportunidade excepcional de compartilhamento de conhecimento, experiência e especialização com a comunidade Agile internacional”, disse Emma Armstrong, presidente da conferência Agile2020. “No ano passado, tivemos quase 2.400 executivos, gerentes, desenvolvedores de software e pesquisadores, de mais de 50 países, reunidos p ara ouvir especialistas, autores, inovadores e profissionais reconhecidos, que compartilharam suas ideias exclusivas em mais de 286 apresentações. A concorrência para falar neste evento é alta: recebemos quase 2.000 candidaturas em 2019 para as cobiçadas vagas. Sugiro que os adeptos da metodologia Agile que tiverem uma história para contar a enviarem suas propostas com antecedência”.

Os palestrantes da conferência são selecionados por um processo abrangente de revisão por pares. O sistema de envio de propostas da Agile2020 estará aberto até 9 de fevereiro de 2020.

Sugere-se que os potenciais palestrantes analisem cuidadosamente os 18 temas da conferência que estão aceitando candidaturas e enviem propostas para o tema que mais se aproximar do(s) tópico(s) proposto(s). Os temas abrangem todos os aspectos do desenvolvimento da metodologia Agile, desde dicas sobre como começar com equipes pequenas até estratégias empresariais avançadas com base em anos de experiência.

Em seu 19º ano, a conferência global da Agile Alliance é o principal evento internacional não comercial sobre a metodologia Agile no desenvolvimento de software. O grande objetivo da conferência da Agile é conectar e compartilhar. Participantes do mundo todo se reúnem, muitos deles por anos consecutivos, para encontrarem os colegas e os principais líderes do ambiente Agile. As relações estabelecidas, o apoio recebido e o conhecimento adquirido propiciam experiências enriquecedoras e duradouras, promovendo o sucesso individual e o avanço coletivo do setor. As conferências são abertas e envolventes, estimulando ideias inovadoras derivadas de implementações da metodologia Agile no mundo real.

Para obter mais informações, visite o site da conferência.

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O Brasil está comprometido com a 4ª Revolução Industrial?

[C]MARCOS PERON

Por Werter Padilha , coordenador do Comitê de IoT da ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software)

A 4ª Revolução Industrial está em curso no mundo. E acredito que para as empresas brasileiras do setor não existe opção: é primordial investir na modernização da gestão, dos processos produtivos, da logística, do supply chain, dos recursos humanos e, se precisar, agregar mais eficiência até no procedimento de servir o cafezinho.

Já faz mais de 10 anos que países como Alemanha, Estados Unidos e China investem em tecnologias para avanços no setor industrial. Enquanto isso, no Brasil, recebemos a notícia de que a indústria brasileira pode deixar o ranking das dez maiores do mundo devido à crise econômica, retração de mercados na América Latina e aos problemas estruturais de competitividade, produtividade e inovação – ainda seguimos com um parque produtivo envelhecido, com linhas fabris e padrões que caracterizam a ultrapassada 2ª Revolução Industrial, conforme podemos analisar com base nos dados publicados nesse site pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). A participação do setor de transformação industrial no PIB já foi 21,6%, em meados da década de 80, e atualmente gira em torno de 11%. O Brasil registra queda também na produtividade da indústria nos últimos 10 anos.

A principal pergunta então é: como superar os limites impostos pelas questões financeiras e tributárias, assim como pelas pequenas taxas de crescimento industrial dos últimos anos e a falta de confiança do empresário, para promover a reversão deste cenário marcado pela desindustrialização?

O Plano Nacional de IoT (IoT.br), que tem a Indústria como uma das verticais prioritárias, veio para alavancar a inovação na direção da Indústria 4.0, beneficiando pequenas, médias e grandes empresas, e responder à questão acima. Também de olho nesta necessidade de priorização do setor, a Câmara da Indústria 4.0 foi a primeira câmara multisetorial criada em função do IoT.br, coordenada pela Ministério da Economia e o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) e com participação de empresas, academia e entidades, como a ABES (Associação Brasileira das Empresas de Software).

Desde que foi instituída, em maio deste ano, seus membros trabalham intensamente e esta Câmara divulgou, em setembro, a primeira proposta de um Plano de Ação a ser implementado entre 2019 e 2022, que “objetiva ser um instrumento indutor do uso de conceitos e práticas relacionados à Indústria 4.0, visando o aumento da competitividade e produtividade das empresas brasileiras, contribuindo para inserção do Brasil nas cadeias globais de valores e, consequentemente, melhorando sua posição em índices globais de competitividade”.

Outro ponto a ser destacado nesse sentido é o avanço do projeto de lei que isenta os dispositivos de IoT de vários tributos (Fistel, CFRP e Condecine) no Congresso Nacional, desonerando o preço final dos equipamentos e contribuindo para a democratização do acesso às novas tecnologias, já que IoT é uma das tecnologias indutoras da inovação e da produtividade, junto com Manufatura Aditiva (3D), Inteligência Artificial, Robótica, entre outras.

Em meu dia a dia, tenho me empenhado em falar sobre os instrumentos disponibilizados pelos órgãos de fomento à inovação, que beneficiam a indústria, tais como FINEP, BNDES, Sebrae, EMBRAPII, SENAI e CNPq, entre outros. São linhas de financiamento ofertadas aos empreendedores interessados em inserir as suas empresas no ambiente disruptivo da manufatura avançada, com condições mais atrativas que nos bancos comerciais e, inclusive, com fundos não-reembolsáveis, em função do desenho do projeto.

A mais recente delas é a FINEP INOVACRED 4.0 , que conta com medidas para agilizar a liberação dos recursos e que disponibilizará R$ 200 milhões na modalidade de crédito, visando apoiar a formulação e implementação de planos estratégicos de transformação digital que abarquem a utilização, em linhas de produção, de serviços de implantação de tecnologias, tais como IoT, big data, computação em nuvem, segurança digital, robótica avançada, manufatura digital e aditiva, inteligência artificial e digitalização.

Mesmo um setor industrial moderno, como o da Indústria Automotiva, para o qual presto serviços há muitos anos e onde tive a satisfação de conduzir, recentemente, um projeto pionei r o de IoT na gestão de estoques, tem muito caminho a percorrer na transformação digital. Nesse sentido, o Brasil conta com um programa do Governo Federal, Rota 2030 – Mobilidade e Logística , cujo objetivo principal é ampliar a inserção global da indústria automotiva brasileira por meio da exportação de veículos e autopeças, que também conta com linhas específicas de financiamento à inovação, como as da Finep e da Embrapii, que conta a linha específica EMPRAPII Rota 2030.

Há poucas semanas estive em uma missão da Amcham em Israel e chamou a minha atenção a capacidade que os israelenses têm de fazer acontecer, sem medo das falhas e possíveis fracassos. Acredito que esta cultura também possa ser estabelecida no Brasil para acelerar nossa transição para a Indústria 4.0, pois o cenário geral é bastante desafiador.

Pelas ações em prol da Indústria 4.0 no mercado brasileiro que listei aqui (poderia citar muitas outras), acredito que o Brasil está comprometido na concretização da 4ª Revolução Industrial, a fim de retomar a representatividade do setor em relação ao PIB, sustentar a posição do País no cenário internacional, ampliar a produtividade e aumentar a geração de empregos qualificados. Recentemente, ouvi uma declaração que endosso aqui: o investimento na Indústria 4.0 não é caro e nem barato. Este investimento é necessário e urgente.

FGV realiza workshop sobre Private Equity, Venture Capital e Investimentos em Startups

A Fundação Getulio Vargas realizará na segunda-feira (2/12), a partir das 8h30, em São Paulo, um workshop sobre o mercado de private equity, venture capital e investimentos em startups. O objetivo é debater o crescimento e desenvolvimento do país a partir dos investimentos em startups, inovação, venture capital e private equity.

O evento reunirá em um mesmo ambiente investidores, gestores de private equity e venture capital, corporações interessadas em inovação, conselheiros e executivos de fundos de pensão, formuladores de políticas públicas, consultores, advogados, fundadores de startups e demais interessados no tema.

O workshop será dividido em quatro painéis: Alocação pelos LPs em Venture Capital e Private Equity: Desafios e Oportunidades; Investimentos de Private Equity; Inovação, Venture Capital, Private Equity e a Revolução nos Negócios Tradicionais; e Venture Capital e Investimentos em Startups.

Participam grandes nomes do mercado como: Eric Acher, sócio, Monashees; Luís Ricardo Martins, presidente, ABRAPP; Luiz Chrysostomo, sócio, NEO Investimentos e Diretor, ANBIMA; Carlos Garcia, sócio, Itajubá Investimentos; Alexandre Saigh, sócio, Patria Investments; Cristiano Lauretti, sócio, Kinea Private Equity; Mario Malta, sócio, Advent International; Priscila Rodrigues, sócia, Crescera Investimentos; Luiz Maia, sócio, Brookfield; Anderson Thees, sócio, Redpoint eventures; Frederico Pompeu, sócio, BTG Pactual e head, BoostLab; Rafael Padilha, diretor, Bradesco Private Equity & Venture Capital; Cláudio V. Furtado, presidente, INPI; Fernando Wagner da Silva, sócio, Crescera Investimentos; Izabel Gallera, sócia, Canary; Laura Constantini, sócia, Astella Investimentos; Pedro Oliveira, senior investment officer, Kaszek Ventures; e Maria Rita Spina Bueno, diretora executiva, Anjos do Brasil.

Inscrições:http://educacao-executiva.fgv.br/sp/sao-paulo/eventos/workshop-de-lancamento-do-mba-em-private-equity-venture-capital-e-investimentos-em-startups?geo-popup=hide

Workshop Private Equity e Venture Capital

Data: 2 de dezembro de 2019

Horário: 8h30-13h

Local: FGV – Rua Itapeva, 432 – Auditório FGV

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Concentrix tem novo diretor de operações

A Concentrix, companhia global especializada em outsourcing e em prestação de serviços, anuncia a contratação de Zenaldo Magalhães como novo diretor de operações. O executivo chega para contribuir com a fase atual de expansão da companhia no Brasil.

Graduado em Administração e mestre em Gestão Empresarial pela Universidade Paulista, Zenaldo conta com mais de 20 anos de experiência e já atuou como diretor da área de operações e infraestrutura de grandes empresas multinacionais.

“O principal desafio para qualquer empresa que cresce em um ritmo acelerado como a Concentrix vem crescendo é o de manter o foco na cultura, que traz o engajamento necessário para que possamos superar as expectativas dos nossos clientes na qualidade do serviço que entregamos. Acredito que toda a minha trajetória me preparou para suportar a Concentrix da melhor maneira nesse momento tão importante”, comenta o novo diretor.

Além de Zenaldo Magalhães, a equipe de operações também conta com as executivas Ana Rocha e Tatiana Herculano. Ana é graduada em Administração e Marketing pela Universidade Nove de Julho e tem mais de 15 anos de experiência no setor, atuando com gestão de equipes, implementações e processos de contratação com foco em melhorar o desempenho e os resultados das operações. Já Tatiana Herculano é mestre em Administração de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas e atua no setor de terceirização desde 2002, com forte experiência em negociação, planejamento de negócios, gerenciamento de operações e de pessoas. Juntos, os profissionais atuam na gestão de toda a carteira de clientes da Concentrix no País.

A equipe de Marketing e de Recursos Humanos também ganhou reforços. Com mais de 10 anos de experiência na área em diversas industrias e pós-graduada em Marketing pela Business School of São Paulo, Sabrina Desmaison é a nova gerente de Marketing da Concentrix. Já Kira Kimura, com mais de 14 anos de experiência em Recrutamento e Seleção e especialização em Gestão Estratégica e Econômica em RH pela FGV, é a nova Gerente de Aquisição de Talentos.

A chegada dos novos profissionais vai ao encontro do fortalecimento da Concentrix no mercado, que este ano expandiu seu portfólio de clientes, inaugurou novas unidades e aumentou seu time de colaboradores nacionalmente em 70%. A previsão é abrir ainda mais vagas até o fim de 2019.

Caderode inova com a locação de mobiliário corporativo

Foto: Fábio Perini

As empresas que desejam ingressar em 2020 com a ‘casa renovada’, repaginando seu ambiente de trabalho, podem se beneficiar com uma nova facilidade que a Caderode agrega ao mercado de móveis corporativos: a possibilidade de locação de mobiliário, em planos que vão de 12 a 60 meses. A novidade é prática e desburocratizada: a empresa interessada alinha com a Caderode as demandas de mobiliário, seleciona os itens que necessita e aluga-os por um período pré-determinado. Encerrado o contrato, há a opção de renovação. A modalidade contempla todos os produtos do mix da Caderode.

Mais do que uma alternativa direta e viável para equipar os espaços funcionais, a medida pode ser considerada como um importante instrumento de gestão financeira e fiscal, pois permite manter o capital circulante e as linhas de créditos disponíveis para outros investimentos. Dessa forma, é possível encaixar a necessidade de modernizar a estrutura interna ao plano orçamentário. “Estamos diante de um cenário em que a economia brasileira ainda está em recuperação, em diversos setores, o que exige cautela para se projetar novos investimentos com segurança.

Por isso, estamos oferecendo uma alternativa que pode auxiliar no processo de retomada, tanto para os empreendedores que estão entrando no mercado como para aqueles que buscam se reinventar”, ressalta Heitor Pinto Filho, CEO da Caderode.

Para poder aderir a esta facilidade, é preciso que as empresas atendam a alguns requisitos, como ter o CNPJ com pelo menos três anos de atividade. Inicialmente, o foco de atuação será nas regiões Sul e Sudeste, mas casos específicos de outros pontos do país poderão ser analisados individualmente.

Vantagens

Para os empreendimentos que se encaixam na tributação por lucro real, esta é uma opção ainda mais atrativa, pois eles podem considerar a locação como despesas dedutíveis de Imposto de Renda — Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), desde que a empresa apresente rendimento durante o exercício.

Nestas situações, o benefício pode variar de 25% a 35%. Além disso, as empresas que utilizarem os equipamentos para suas atividades produtivas terão também direito ao crédito de PIS/Cofins. É importante destacar, ainda, que a operação não se enquadra como endividamento junto ao Banco Central.

Outra vantagem apresentada pela Caderode é a locação de 100% do valor da negociação, na qual até 30% podem ser considerados como serviços. Com parcelas fixas, sem alterações durante a vigência do acordo, a renovação ocorre automaticamente a cada seis meses — se esse novo prazo firmado for superior a um ano, contudo, há um desconto nas prestações.

Em tempo para as compras de fim de ano, pequenos varejistas brasileiros podem vender globalmente

Faltam poucas semanas para a temporada de compras de fim de ano, e há grandes oportunidades para varejistas brasileiros fazerem parte da economia global ao exportar via eBay, especialmente para os Estados Unidos, onde estima-se que 2019 será, pela primeira vez, a temporada de festas de US$ 1 trilhão, com um forte crescimento para e-commerce.

Esta é uma oportunidade perfeita para que vendedores ao redor do mundo, inclusive brasileiros, aproveitem a temporada e coloquem uma lista de produtos relevante aos olhos de consumidores internacionais, especialmente nos EUA onde, de acordo com o eMarketer, 22% dos internautas já iniciaram suas compras para as festas de fim de ano e 26% continuarão a comprar durante novembro.

eBay quebra barreiras para o comércio cross border

O eBay oferece um marketplace global de confiança e uma plataforma de vendas poderosa para vendedores brasileiros de todos os modelos e tamanhos, que estejam interessados em exportar. Atualmente:

• 99% dos vendedores brasileiros no eBay exportam produtos para aproximadamente 22 mercados internacionais. Este número cai para cinco quando falamos sobre negócios tradicionais.

• eBay tem 183 milhões de compradores ativos ao redor do mundo, o que significa que o varejista brasileiro que exporta pela plataforma poderia aumentar o mercado potencial dele, ou dela em 85%, ao invés de apenas vender localmente.

• Em 2018, havia 58 milhões de consumidores online no Brasil, o que indica que os vendedores locais podem alcançar um mercado três vezes maior vendendo via eBay.

• Segundo o IBGE, o PIB de Distrito Federal é de US$ 69,8 bilhões, o que representa 3,8% do PIB nacional total. Anualmente, as vendas via eBay alcançam um número maior, totalizando aproximadamente US$ 90 bilhões.

O que brasileiros estão vendendo no eBay e para onde

Até o momento, neste ano os vendedores brasileiros no eBay estão:

• Vendendo principalmente para os EUA, Reino Unido, Alemanha, Austrália e França.

• Vendo relógios de luxo, quadrinhos originais, discos e equipamentos de som para veículos como as quatro melhores categorias de venda.

O que vende bem para o mercado dos EUA no eBay

• Itens de coleção como camisas de times de futebol, selos, cartões colecionáveis, pinturas, antiguidades e quadrinhos, desde que sejam exclusivos, avaliados em dólar americano e com uma alta demanda internacional.

• Itens que custam menos de US$800, o limite mínimo dos EUA para o qual itens abaixo deste valor não estão sujeitos a impostos ou taxas.

Vendas cross border estão crescendo como uma opção para atingir consumidores internacionais

• Um estudo da Pitney Bowes que entrevistou pessoas de 12 países revela que em 2017 70% dos entrevistados compraram de sites internacionais. O e-commerce cross border internacional pode crescer 25% até 2020, de acordo com o relatório “The 21st Century Spice Trade” da DHL.

• De acordo com um estudo do Ebit, o e-commerce cross border do Brasil para outros países cresceu 3% em 2017, com 23,1 milhões de usuários.

• 82% dos vendedores brasileiros no eBay alcançam mais de dez mercados por ano.

• A maioria das vendas do eBay no Brasil vêm da exportação.

“A tecnologia tem criado um novo cenário do varejo que não é somente online, é global, e é inclusivo e acessível para negócios de todos os formatos e tamanhos”, disse Xavier Aguirre, Gerente de Desenvolvimento de Negócios e Exportações do eBay para a América Latina. “Graças a marketplaces globais como o eBay, nunca houve tantas oportunidades para brasileiros com pequenos e médios negócios de se engajar no comércio global e aproveitar a demanda de consumo das compras de final de ano fora da sua economia local.”

De fato, os marketplaces estão crescendo atualmente também porque permitem o varejo omnichannel de uma forma fácil, com um bom custo-benefício, e demanda agregada. Além disso, estas plataformas são apoiadas pela tecnologia que está constantemente evoluindo.

“Para que os vendedores possam proporcionar aos clientes uma experiência de compra holística e positiva por meio de diferentes canais, as ferramentas de tecnologia devem estar na lista de vendas dos varejistas.”, diz Aguirre.

Varejistas interessados em aproveitar ao máximo as compras para as festas podem acessar o eBayMag.com , uma ferramenta em português para vendedores brasileiros, com o objetivo de ajudá-los a crescer e escalar seus negócios internacionalmente. O eBayMag foi criado pelo eBay para permitir aos vendedores locais listar ativamente seus produtos em nove sites chave internacionais da plataforma: Estados Unidos, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, Espanha, Austrália e Canadá (inglês ou francês), fornecendo a eles acesso a milhões de consumidores pelo mundo.

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A revolução da justiça com o big data

Por Eduardo Tardelli

No Brasil, é de conhecimento geral que o sistema judiciário é um exemplo de morosidade civilizatória, seja pelo grande volume de processos em andamento ou pelo número elevado de arquivos, informações e documentos que escritórios de advocacia devem armazenar e organizar para ter em mãos sempre que necessário. É uma rotina cheia de dados, cujo Big Data tem estado cada vez mais presente para organização e facilitação desses trâmites.

Nesse sentido, as lawtechs têm ganhado espaço, aos poucos, com soluções que buscam otimizar a rotina e solucionar os principais problemas da área de Direito. Segundo a Associação Brasileira de Startups, há hoje 87 startups mapeadas e a tendência é que esse número aumente nos próximos anos.

No Brasil, cada processo apresenta longas peças (em textos), que sobrecarregam advogados, promotores, procuradores, juízes e desembargadores com informações. Logo, o Big Data surge como um meio para solucionar a leitura, investigação e acesso aos conteúdos contidos, além de unificar soluções, uma vez que cada tribunal possui um sistema próprio, dificultando a ação dos profissionais envolvidos para acessar detalhes de ações semelhantes com a finalidade de encontrar leis e jurisprudências que possam auxiliar nas resoluções.

Outro benefício é em relação a administração diária de escritórios de advocacia, pois a coleta e utilização dos dados ajudam a segmentar o faturamento da empresa por cliente, por origem e caso, indicando também honorários, provisionamentos e contratos que possam estar por vencer, para que erros dessa natureza não ocorram e onerem todo um trabalho. Além disso, softwares dessa natureza apresentam flexibilidade o suficiente para que essas organizações analisem resultados de maneira personalizada e, a partir daí, direcionarem novas abordagens de negócio.

Ferramentas de Big Data possibilitam ainda que profissionais da área jurídica podem verifiquem as chances de vitória em uma audiência, possibilidades de acordo e, assim por diante. Enfim, é um universo de possibilidades que prometem automatizar atividades e simplificar o dia a dia dentro deste segmento.

Em outras palavras, o Big Data surgiu não apenas para organizar informações, mais para transformá-las em novas oportunidades, simplificando a vida de quem as possui e, quem sabe, gerar mais negócios. No campo jurídico, facilita o poderio dos arquivos e dados de um escritório ou empresa.

Antes resistentes, os gestores jurídicos enxergam, cada vez mais com bons olhos a possibilidade de unir o poderio humano e ferramentas modernas de gestão, trazendo mais agilidade ao setor ao transformar dados em informações relevantes com o “plus” de práticas de compliance.

Eduardo Tardelli, CEO da upLexis

Bootcamp do Garage Criativa mira recolocar desempregados no mercado de trabalho

Com o objetivo de auxiliar desempregados em busca de recolocação no mercado de trabalho, o Garage Criativa promove, em parceria com o programa Mais Mulheres na TI, o Innovation Academy Bootcamp, uma academia de capacitação e formação que prepara profissionais para atuarem com base em abordagens emergentes, relevantes para o modelo de trabalho originado pela quarta revolução industrial.

A imersão de 40 horas acontece entre os dias 29 de novembro e 5 de dezembro, e aborda as melhores práticas de Design Thinking, User Experience, Scrum Master, Lean Startup e Agile, metodologias em alta demanda nos dias de hoje. As inscrições podem ser feitas por meio do link .

90% dos participantes que passaram por edições anteriores da imersão conseguiram a recolocação no mercado de trabalho.

Segundo Marco Antonio Silva, co-fundador da empresa, “Hoje, as organizações buscam por profissionais que tenham conhecimento e estejam alinhados com as abordagens emergentes, que representam um novo mindset para gestão de projetos e concepção de soluções (Produtos e Serviços). Para isso, uma formação prática é essencial, já que permite a vivência de um case concreto e a produção de insights a partir dele.”

O laboratório de inovação, que tem ajudado empresas de diferentes segmentos em suas jornadas de transformação digital, promove a imersão como forma de inclusão social e digital, visando a criar oportunidades de transformação de carreiras e de conexões entre os participantes e o mercado de trabalho.

A programação ainda inclui uma trilha de conteúdo voltada para o desenho de bons currículos e perfis no LinkedIn – que aumentam as chances de contratação pelas empresas – e para dicas que otimizam a performance do participantes nas entrevistas de emprego.

As vagas são limitadas a 20 participantes. Os inscritos passarão por um processo de seleção que envolve análise de situação empregatícia e entrevista.

Innovation Academy Bootcamp – Formação profissional para a indústria 4.0

Data: 29 de novembro, 2, 3, 4 e 5 de dezembro

O local será divulgado no ato da confirmação dos participantes

Com novo aplicativo, Manserv reduz em 50% o tempo de serviços de manutenção industrial

A Manserv, empresa líder em serviços Industriais, Facilities e Logística, implantou um aplicativo na área da Industrial para agilizar as solicitações de serviços de reparo e auxiliar os clientes a acompanharem os procedimentos de forma mais detalhada. Criado primeiramente para ser usado pela área Facilities, o app Manserv Go teve um bom desempenho na tarefa de integrar os processos de serviços volantes e por isso ganhou adaptação para outras áreas da empresa.

O aplicativo está disponível para os clientes da empresa realizarem abertura de solicitação de serviço por meio de QR Code, incluindo fotos se necessário. De acordo com o diretor-presidente da Manserv Industrial, Marcelo Felipe, houve a redução de 50% no tempo para gerar solicitações. “Também tivemos um enorme ganho de qualidade, pois as informações ficam mais esclarecidas devido à utilização de imagens”, explica.

As solicitações são enviadas ao sistema de gerenciamento Prisma para serem planejadas e incluídas automaticamente em gráficos do aplicativo, que ficam disponíveis para que o solicitante acompanhe o andamento. O app está disponível para smartphones Android e iOS.

“A Manserv busca desenvolver tecnologias que proporcionem a aplicação de soluções adequadas para evoluirmos ainda mais na qualidade e no nível de confiabilidade da nossa atuação”, afirma Felipe. Entre os serviços oferecidos pela empresa estão a operação e manutenção de processos industriais; paradas programadas; medição de carga e inspeção de redes e distribuição de energia elétrica; monitoramento inteligente de máquinas; e manutenção preditiva 4.0.

Twitter lança recurso que permite seguir Tópicos

O Twitter anuncia o lançamento do recurso Tópicos, uma funcionalidade que permitirá que as pessoas acompanhem as conversas sobre tópicos de seu interesse na plataforma com a mesma facilidade com que seguem contas. Ao escolher seguir um tópico, serão exibidos na página inicial Tweets de diversas contas que podem ser de especialistas no assunto e fãs, ou de pessoas que falam muito sobre determinado assunto. Assim, será possível acompanhar interesses e descobrir novas pessoas falando a respeito deles, sem precisar segui-las diretamente.

A funcionalidade está disponível globalmente no iOS e chegará à Web e Android na próxima quarta-feira (13). Inicialmente, será possível seguir Tópicos sobre esportes, games, K-POP e outros interesses de nicho.

As sugestões de tópicos aparecerão na linha do tempo e na pesquisa, com base no que cada um costuma buscar e já segue na plataforma. A descrição do tópico estará no idioma local, mas, por enquanto, quem seguir um tópico receberá apenas Tweets em inglês. Futuramente, os Tweets exibidos em cada tópico estarão disponíveis em outras línguas.

Até então, para se conectar aos seus interesses no Twitter, as pessoas precisavam seguir diversas contas diferentes. O recurso Tópicos é uma solução que permite encontrar as melhores conversas sobre seus interesses com apenas um toque.

Confira abaixo alguns dos recursos e experimentos que estarão disponíveis nos próximos meses:

• Seleção de Tópicos: além de receber sugestões, você pode acessar a página de Gerenciamento de Tópicos para ver quais estão disponíveis e escolher quais deseja seguir.

• Tópicos em uma Lista: em breve o Twitter começara a testar a adição de tópicos às suas listas. Na prática, seria como filtrar suas listas para ver apenas Tweets relacionados a um tema de interesse, publicados por suas contas favoritas.

• Página de Tópicos: em breve serão exploradas ainda mais maneiras para que seja possível ver os Tweets de um Tópico antes de segui-lo.

• Novos Tópicos: de pessoas a programas de TV, novos Tópicos poderão ser seguidos, com base nas maiores conversas que acontecem na plataforma, continuamente, em diferentes idiomas, países e interesses.

ABBC realiza congresso sobre inovação em serviços financeiros

A ABBC – Associação Brasileira de Bancos realizará no dia 28 de novembro, a partir das 9h, o Congresso de Inovação em Serviços Financeiros (CISF) – open banking e pagamentos instantâneos. O objetivo é compartilhar diversas visões e experiências sobre o tema para que o sistema financeiro evolua em um ambiente ainda mais inclusivo. No evento, também serão conhecidos os ganhadores da segunda edição do Prêmio Idei@ABBC.

Entre os palestrantes: Guga Stocco, fundador da GR1D; Mariana Cunha e Melo, Relações Institucionais do Nubank; In Hsieh, fundador da Chinnovation e da Marco Polo Ventures; Thiago Guimaraes, head de Digital Finance na Stefanini; Rodrigo Furiato, diretor da área de Contas Digitais (Wallet) do Mercado Pago; Carlos Augusto de Oliveira, diretor de Tecnologia da ABBC; André Jafferian e Jorge Sant’Anna, diretores da CRT4; Marcelo Modesto, da Avivatec; e Diogo José Sousa da Silva, chefe de Subunidade do Departamento de Regulação do Sistema Financeiro do Banco Central.

Confira a programação completa e faça a inscrição no site: http://www.abbc.org.br/cisf/

Serviço

Data: 28/11/2019

Horário: 8h30-18h30

Local: Teatro CIEE – Rua Tabapuã, 445 – São Paulo.

A busca do Paraná para se tornar uma potência econômica

Foto: Agência de Notícias do Paraaná

Primeiro estado brasileiro a receber dois empreendimentos da rede Hard Rock, o Paraná quer alavancar o crescimento regional e aumentar as relações econômicas para atrair novos empreendimentos, gerar emprego e estabelecer o desenvolvimento sustentável das cidades.

Para abrir tantas portas, o governador do Estado do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, se inspira em países que souberam dar um salto qualitativo em sua economia quando entenderam e investiram em sua principal vocação. Ele cita o caso de Israel com a tecnologia e da Alemanha com a educação.

No caso do Paraná, Ratinho Júnior vê no agronegócio a maior oportunidade para materializar projetos em diferentes frentes. O Paraná, considerado o quinto Estado mais rico do País, se destaca com um dos principais produtores de proteína animal do Brasil e também na produção de grãos.

Na segunda-feira (11/11), o governador se reuniu com integrantes do Conselho Político e Social (COPS), coordenado por Heráclito Fortes, e Conselho de Economia (COE), coordenado por Roberto Macedo, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) para discutir as oportunidades de gestão e inovação do Paraná.

O desejo de consolidar o Paraná no fornecimento de alimentos, segundo Ratinho Júnior, passa por alguns gargalos logísticos, especialmente, na criação de condições para escoar a produção e exportar de forma mais eficiente para países, como China e Estados Unidos.

“Estamos organizando o Estado para alcançar esse posto. Já somos o maior produtor de carnes do País. No futuro, o mundo vai precisar cada vez mais de comida e o Paraná pode se destacar nesse cenário, já que ninguém produz em quantidade e em variedade como o nosso Estado”, diz.

Para tanto, há alguns projetos em discussão, como a entrada do Estado no leilão de concessões de aeroportos. Outro deles é a criação da ferrovia bioceânica, que ligará os portos de Paranaguá, no litoral do Estado, ao de Antofagasta, no Chile.

De acordo com o governador, os cálculos mostram que essa ferrovia conseguiria baratear em 40% o custo logístico de exportação para a Ásia, por exemplo.

A iniciativa de criar um banco de projetos para investir R$ 350 milhões em obras foi exaltada por Alfredo Cotait, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado (Facesp). A ideia é viabilizar e agilizar obras de reestruturação de rodovias, ferrovias e investimentos em segurança pública.

“Pensar nesse formato é inédito e pode resolver gargalos históricos. É muito importante enaltecer uma gestão pensada em longo prazo, como esse banco que vai ficar por muitos anos à disposição dos próximos governantes”, diz Cotait.

Durante a sua apresentação, o governador afirmou que também aposta no setor de turismo como uma das principais matrizes econômicas do Paraná, colocando especialmente, Foz do Iguaçu na rota turística internacional, além de promover o trânsito interno de turistas do próprio Estado com a melhoria nas rodovias.

Na opinião de Ratinho Júnior, o desenvolvimento deste setor é a forma mais barata de ampliar a geração de empregos no Paraná. A transformação dessa área passa pelo investimento em infraestrutura, comunicação, qualificação e parcerias com a iniciativa privada.

Ele cita a abertura do Hard Rock Hotel Ilha do Sol, no Norte do Paraná como exemplo de desenvolvimento regional a partir do turismo. O novo empreendimento vai criar 500 novas vagas diretas e 1,2 mil indiretas, a partir da inauguração, entre 2020 e 2021.

O economista Roberto Macedo enalteceu o ritmo de crescimento do Estado e o bom desempenho paranaense, especialmente, no setor agropecuário e industrial.

“Estamos num momento tão insólito no Brasil em que miramos nas mazelas, então nos surpreende ouvir falar de iniciativas que estão funcionando tão bem”, diz.

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Aprendizado de novas habilidades para um mundo cada vez mais digital é a principal tendência de capital humano no Brasil, de acordo com estudo da Deloitte

Em meio ao cenário de forte aceleração do uso de Inteligência Artificial, tecnologias cognitivas e automação, o mercado de trabalho não para de evoluir. Essas questões, atreladas à força de trabalho e ao novo ritmo dentro das empresas, mostram que as organizações ainda precisam se preparar para enfrentar a necessidade de aperfeiçoamento de seus funcionários com novas habilidades e adaptações. Em seu relatório global “Tendências Globais de Capital Humano de 2019 — Liderando a empresa social: reinvente com um foco humano”, a Deloitte examina as crescentes expectativas que essa nova ordem traz e a necessidade das empresas de irem além das declarações de missão e propósito para aprender a liderar e buscar um novo significado e importância para o trabalho.

A pesquisa global, realizada anualmente pela Deloitte, contou com a participação de mais de 10 mil líderes de Negócios e de Recursos Humanos em 119 países. No caso da amostra nacional, o estudo contou com 194 respondentes, de diferentes setores da Indústria. O relatório foi dividido em três categorias: a primeira trata do futuro da força de trabalho. A segunda se refere ao futuro das organizações e como equipes, redes e novas abordagens estão impulsionando o desempenho dos negócios. E a terceira diz respeito ao futuro do RH: como a função está se aproximando do desafio de redesenhar seus recursos, tecnologias e foco para liderar a transformação em toda a empresa.

“O levantamento demonstra que 96% dos respondentes brasileiros apontam a aprendizagem como a tendência mais importante da pesquisa. Globalmente, esse dado foi de 86%. Essa principal tendência reforça que ainda precisamos avançar muito em questões relacionadas à capacitação e qualificação para preparar profissionais que consigam aliar produtividade às habilidades requeridas em um meio cada vez mais digital , em que tecnologias vêm trazendo mudanças bastante disruptivas”, destaca Roberta Yoshida, sócia-líder da Consultoria em Gestão de Capital Humano da Deloitte Brasil.

No Brasil, as duas outras tendências que se destacaram foram a Experiência do Empregado, com 92% e Liderança, com 94% das respostas classificadas como “importante ou muito importante”. No mundo, os números foram de 84% e 80%, respectivamente. “O que revela que, de forma, geral, a ordem de importância dos tópicos das amostras global e nacional ficaram bem semelhantes, embora as tendências tenham mudado de um ano para o outro”, avalia Yoshida. Na edição anterior, os top 3 do ranking foram ‘a sinfônica C-Suíte, dados sobre pessoas e de carreiras para experiências’.

Além destas, compõem a lista deste ano as seguintes tendências: mobilidade de talentos, tecnologias de RH em nuvem, acessando talentos, recompensas para funcionários, redesenho de RH, equipes e mão-de-obra alternativa.

No entanto, um dado alarmante é que as empresas estão menos de 50% preparadas para lidar com as tendências que consideraram importantes. Em relação aos principais “gaps” ou dificuldades de implementação, o relatório mostra que no Brasil as tecnologias de RH e questões relacionadas à liderança, mesmo sendo apontadas como muito relevantes, são as tendências que precisam ser mais aprimoradas.

“As empresas estão se adaptando e ainda não se sentem totalmente preparadas para esta nova ordem, mas já estão se movimentando com iniciativas estruturadas de curto a longo prazo, visando o futuro. Desenvolver líderes de forma diferente, frente às novas pressões para mover-se mais rápido e adaptar-se à diversidade é ainda um desafio que se apresenta às organizações”, frisa a executiva.

O relatório de Human Capital Trends deste ano mostra, ainda, que liderar uma empresa social vai além do lucro; o objetivo deve estar voltado também para o bem-estar e desenvolvimento de seus trabalhadores e clientes, bem como desenvolver uma boa relação com a comunidade na qual está inserida.

“Os fatores externos, tais como desigualdade de renda, salários e o papel social estão cada dia mais impactando as atividades dentro das empresas e a vida dos funcionários. A Quarta Revolução Industrial está trazendo uma ruptura no cenário político, econômico e social que mostra a mudança na relação dentro das organizações, com o crescimento das novas tecnologias”, aponta Yoshida.

A pesquisa traz cinco princípios para a reinvenção da empresa social:

· Propósito e significado: dar à organização e aos funcionários um propósito para trabalho;

· Ética e justiça: usar dados, novas tecnologias e sistemas de maneira ética e confiável;

· Crescimento e paixão: projetar empregos, trabalho e missões organizacionais para nutrir paixões e senso de crescimento pessoal;

· Colaboração e relações pessoais: construir e desenvolver esquipes com foco em relacionamento pessoal;

· Transparência e abertura: compartilhar informações abertamente e discutir desafios e erros com entre a equipe.

Metodologia e amostra

Para a realização da pesquisa, foram ouvidos mais de 10 mil líderes negócios e de Recursos Humanos 119 países. Foram 194 respondentes no Brasil, de diferentes setores da Indústria, entre eles os de Bens de Consumo (19%), Serviços (17%), Energia e Recursos Naturais (22%) e Tecnologia, Mídia e Telecom (7%), Serviços Financeiros (8%), Setor Público (2%) Saúde (4%) e outros (21%). A América Latina e América do Sul foram as regiões com o maior número de respondentes (25%).