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Saiba quais são os profissionais da área de tecnologia mais procurados em 2019

Em 2019, o Brasil soma 12,7% de desempregados, atingindo 13,4 milhões de pessoas segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém, o setor de tecnologia tem se desprendido da maioria das áreas profissionais no país e soma mais de 5 mil vagas somente em startups. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), entre janeiro e abril deste ano, cerca de 2 mil empresas foram fundadas no setor. Rodrigo Ricco, CEO e fundador Octadesk, startup desenvolvedora de sistemas para a gestão do relacionamento com o cliente, separou quatro vagas que estão em alta em 2019. Confira:

1 – UX Designer

O especialista em Experiência do Usuário (User Experience – da sigla em inglês) tem a função de criar produtos e serviços que vão ajudar pessoas a fazerem algo com facilidade. O principal objetivo do profissional é se colocar no lugar do consumidor, afinal, é para ele que você irá desenhar o produto. Como Designer, é essencial saber aplicar os princípios básicos de design gráfico.

2 – Growth Hacker

O profissional de Growth Hacker se concentra em resultados consideráveis e em alternativas inovadoras para o crescimento escalável de uma startup, com o pensamento analítico e métricas sociais para vender produtos e ganhar exposição. Os growths estão usando técnicas como o SEO (Search Engine Optimization), análise de sites, marketing de conteúdo e testes A / B.

3 – Desenvolvedor Full Stack

Falando em programação web, existem duas frentes: front-end e o back-end. O Desenvolvedor Full Stack (ou full stack developer, em inglês) é responsável por atuar nas duas áreas de conhecimento, resolvendo problemas e criando soluções. Portanto, um Desenvolvedor Full Stack possui conhecimento para trabalhar em diversos segmentos no desenvolvimento de software.

4 – Data Scientist

Um Data Scientist é um profissional com qualificação superior aos demais envolvidos na linha de frente com quantidades exponenciais de dados. Geralmente, é o responsável por conduzir as mais variadas formas de análises de dados, pois possui conhecimentos em tecnologias como o Hadoop – programa de software distribuída voltada para clusters e processamento de grandes volumes de dados – e outras plataformas de código aberto. O que diferencia esse profissional é o conhecimento teórico sobre como manipular os dados do jeito mais adequado.

Hospital Summit debate temas em evidência no setor

Com o intuito de ampliar as discussões sobre gestão de saúde, a Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) promove a 3ª edição do Hospital Summit, em 21 e 22 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). O evento acontece durante a 26ª Hospitalar, reconhecida como a feira mais importante do mercado nacional e internacional do setor.

O congresso traz mais de cem palestrantes nacionais e internacionais e aborda as melhores práticas das unidades de saúde do Brasil. O foco dos dois dias de debate será a gestão das instituições hospitalares e de saúde. Em cada dia, três seminários – compostos por palestras, mesas redondas, talk shows e workshops – serão realizados simultaneamente. No dia 21, salas próprias para discutir a atenção ao idoso; a coleta de dados das instituições e a gestão de saúde corporativa. As relações comerciais no hospital do futuro, a saúde baseada em valor, e a qualidade e segurança assistencial serão abordados nas salas do dia seguinte. No total, seis temas distintos, apresentados individualmente e discutidos em profundidade.

“O Hospital Summit surgiu em 2017 com o propósito de atingir os gestores da operação dos hospitais. A cada ano, identificamos temas em evidência e buscamos os melhores profissionais e instituições para compartilhar experiências. É à nossa maneira de promover a discussão das melhores práticas e tendências, contribuindo para o avanço do setor”, afirma Eduardo Amaro, presidente do Conselho Administrativo da Anahp.

Uma das novidades desta edição é a mudança no formato dos seminários, que, por meio de atividades práticas, proporcionará uma melhor absorção de todo aprendizado. Para Marco Aurélio Ferreira, diretor-executivo da instituição, o Hospital Summit tem que contribuir efetivamente para o crescimento e atualização dos profissionais da área da saúde. “Nossa expectativa é reunir cerca de 1,2 mil pessoas, entre técnicos operacionais e assistenciais. Queremos gerar conhecimento e capacitar os profissionais interessados em buscar as novidades e tendências do nosso setor”, afirma.

Entre os palestrantes do Hospital Summit estão profissionais do Hospital do Coração (HCor), Hospital Israelita Albert Einstein, Hospital São Camilo, Hospital Metropolitano, Hospital Santa Catarina, Hospital das Clínicas, Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Hospital Sírio-Libanês, Hospital Mater Dei, Hospital Anchieta, Hospital Santa Cruz (de Curitiba), da Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD), do Hospital Mãe de Deus, Hospital Márcio Cunha, Hospital Moinhos de Vento, Rede D´Or e Hospital Samaritano.

Especialistas das instituições SOS Vida, Qualirede, Cisco, Fleury, Dr. Consulta, Korn Ferry, Banco Votorantim, Confederação Nacional da Indústria (CNI), Arquitetos da Saúde, Amil, Fundação Zerrener, Instituto Brasileiro de Valor em Saúde, United Health Group, Medtronic, The World Bank e da Universidade da Califórnia em São Francisco, também contribuirão com as discussões e compartilhamento de melhores práticas durante o evento.

Inscrições e programação completa no site do evento: www.hospitalsummit.com.br/

21 de maio (terça-feira)

Sala 1: Modelos de atenção ao idoso

Debaterá as transformações na sociedade brasileira, devido ao aumento de pessoas com mais de 65 anos previsto para os próximos anos, e os novos modelos de saúde pensados para os idosos. Serão apresentadas propostas de como implementar programas e protocolos para reduzir os riscos da hospitalização do idoso e como viabilizar recursos na prática hospitalar para garantir a integração com a rede de cuidados.

Sala 2: Coleta de dados e sua utilização na gestão estratégica

A capacidade de gerenciar dados é fundamental para o sucesso das empresas. Porém, estudos mostram que, em média, menos da metade dos dados estruturados das empresas é usado ativamente nas tomadas de decisão – e menos de 1% dos dados não estruturados é sequer usado ou analisado. O objetivo deste seminário é discutir como a utilização de dados é importante nas decisões estratégicas das instituições, bem como integrar as informações a partir da inovação.

Sala 3: Gestão de saúde corporativa

Os custos crescentes da saúde pressionam cada vez mais as despesas das empresas que oferecem o benefício saúde a seus colaboradores. Além disso, essas empresas, as principais financiadoras do sistema, pouco participam da discussão sobre a qualidade e a sustentabilidade da saúde suplementar. No entanto, observamos nos últimos anos uma tendência de mudança no comportamento das empresas contratantes e o crescimento do número de planos de saúde com pós-pagamento e o aumento das negociações diretas das financiadoras com os prestadores: hospitais, laboratórios, clínicas.

Diante deste cenário, o objetivo do seminário é discutir e buscar alternativas e soluções para se enfrentar o aumento dos custos com a saúde dos funcionários, que já se tornou o segundo maior orçamento de RH. Além disso, a ideia dessa programação é conhecer as alternativas ao tradicional modelo de planos de saúde e entender a maior participação dos financiadores nestes novos modelos de negócio.

22 de maio (quarta-feira)

Sala 1: Qualidade e segurança assistencial

O objetivo deste seminário é discutir como integrar os comitês de pacientes e familiares à estrutura do hospital e quais as estratégias adotadas para o envolvimento de pacientes e familiares no processo de cuidado. O processo de disclosure – que reconhece e informa ao paciente a ocorrência de um evento adverso mantendo a confiança e confiabilidade no sistema de saúde – também será um dos temas abordados no evento. Entre os cases apresentados, o caso Julia Lima – jovem que faleceu por conta de um evento adverso e gerou uma mudança no hospital – e a criação de comitês e procedimentos de gestão.

Sala 2: Relações comerciais no hospital do futuro

A proposta do tema é debater as relações comerciais entre prestadores, operadoras e indústria. As perspectivas, os desafios e os novos modelos, que passam pela medição e criação de propostas de valor.

Sala 3: Saúde baseada em valor (VBHC)

Tendência do setor, a saúde baseada em valor é uma proposta de reorganização dos sistemas de saúde em torno da relação entre desfechos clínicos e custo dos serviços relacionados aos resultados obtidos. Serão discutidos os modelos, desafios de implementação, resultados e performance, no Brasil e no mundo.

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Brazil Accelerate 2030 divulga 35 empresas finalistas do prêmio

São Paulo, maio de 2019 – O programa Brazil Accelerate 2030, iniciativa do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e do Impact Hub, divulga nesta segunda-feira os selecionados para a etapa nacional do prêmio. O projeto conta com a parceria da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), Fundação Grupo Boticário, Pfizer e International Trade Centre.

O coordenador do Accelerate2030 Brasil, André Maciel, se diz surpreso com o número alto de inscrições. “Fomos surpreendidos pelo grande volume de negócios de alta qualidade, o que tornou colossal a tarefa de decidir quais seriam as soluções que nós iremos apoiar. Foram quase 364 candidatos para apenas 30 vagas. Por isso, decidimos ampliar o número de selecionados e ao invés de 30, selecionamos as 35 organizaçõe”, enfatiza.

A banca avaliadora contou com mais de 70 pessoas, dentre eles, empreendedores, executivos, acadêmicos e especialistas de diversos setores e regiões do país. Cada negócio selecionado foi avaliado por no mínimo 3 pessoas, dentro dos critérios estabelecidos pelo edital do programa: clara contribuição aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), estar em estágio de crescimento e possuir um modelo escalável e uma equipe ambiciosa e competente.

Para essa primeira etapa nacional foram selecionados negócios de 12 estados brasileiros e 13 ODS diferentes. “Essa capilaridade de negócios demonstra a escala nacional do Programa e também a diversidade de soluções que merecem ganhar escala global”, finaliza Maciel.

Após um período de 3 meses de etapa nacional, as três empresas com melhor desempenho serão indicadas para a etapa global, iniciada em Genebra e composta por rodadas internacionais de negócios. A seguir as empresas que foram selecionadas para a etapa nacional:

boostLAB, do BTG Pactual, é eleito um dos melhores centros de inovação financeira do mundo

O boostLAB, programa de inovação do BTG Pactual – maior banco de investimentos da América Latina -, foi premiado em duas categorias do prêmio ‘The Innovators 2019’, da revista Global Finance.

O prêmio está em sua sétima edição e busca reconhecer entidades que regularmente identificam novos caminhos e projetam novas ferramentas para o mercado financeiro. Esse é o primeiro ano em que elegem os 25 melhores laboratórios de inovação financeira do mundo, sendo o boostLAB o único centro da América Latina a figurar na lista. O programa também está entre os mais inovadores na categoria Corporate Finance (finanças corporativas), que elegeu dez iniciativas.

“Estamos muito felizes com esse reconhecimento em tão pouco tempo. Nosso trabalho ajudou na evolução das startups e no desenvolvimento dos times empreendedores que passaram pelo programa. Isso só foi possível pelo engajamento do time de mentores, formado por profissionais com muita credibilidade e experiência, além da participação dos sócios do BTG Pactual”, afirma Frederico Pompeu, sócio do BTG Pactual responsável pelo boostLAB.

Criado há pouco mais de um ano, o boostLAB tem parceria com a ACE para potencialização das Startups e está agora em sua terceira edição. Ele já potencializou 20 empresas, tendo investido em 4 das participantes até o momento. A primeira edição do programa foi avaliada em 100 NPS (Net Promoter Score – métrica que tem como objetivo medir a satisfação e lealdade dos clientes) pelos empreendedores que participaram da iniciativa, pontuação inédita para um programa desse tipo assessorado pela ACE até então.

A escolha dos vencedores foi feita pelo conselho editorial da Global Finance, com a contribuição de repórteres especialistas no assunto. Fundada em 1987, a Global Finance, tem tiragem de mais de 50 mil exemplares e leitores em 188 países.

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4Results oferece capacitação gratuita em tecnologias Microsoft Cloud

Em um Brasil com mais de 13 milhões de desempregados, segundo dados do IIBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o setor de tecnologia contrata como se não houvesse crise no país e tem previsão de que mais de 160 mil vagas podem deixar de ser preenchidas, nos próximos cinco anos, por falta de profissionais capacitados.

A projeção é Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação. De acordo com levantamento divulgado recentemente pela Brasscom, até 2024, deve haver uma demanda por mais de 420 mil profissionais no setor, mas as universidades teriam capacidade para formar pouco mais de 250 mil pessoas em carreiras ligadas à TI.

Essa desproporção entre demanda e oferta de profissionais já é sentida pelas empresas e formar a própria mão de obra passa a ser uma alternativa para garantir crescimento, mesmo em tempos de crise.

Pensando no futuro e na capacitação de seus profissionais, a 4Results criou o LAB4Results, um laboratório para estudos, contando com acesso as tecnologias da Microsoft, equipamentos e sensores. “Assim será possível desenvolver novos projetos , permitindo melhorar, inovar, criar soluções disruptivas e abrir novas frentes conjuntas com os nossos clientes”, explica Cristiane Werner, CEO da 4Results.

O objetivo do LAB4Results é desenvolver projetos com tecnologias Azure, IOT, A.I., Análise de Big Data, Serviços Cognitivos, Assistência Remota e RPA – Automação de Processos Robóticos.

Como um parceiro Gold da Microsoft, a 4Results precisa de profissionais qualificados para atender as novas necessidades do mercado. “Nossos clientes buscam soluções inovadoras e disruptivas, utilizando as melhores tecnologias. Logo, investir em capacitação e formar novos talentos é um dos objetivos da empresa. Participamos do Microsoft FastTrack Architect Bootcamps, da Maratona Microsoft para Data Center Migration, Cloud Apps e Data & AI, em março, e, desde janeiro, tivemos 3 turmas realizando as academias em Dynamics 365 Funcional e Desenvolvimento com apoio da Microsoft, conta Cristiane.

Neste mês, a 4Results está disponibilizando, para a cidade de Curitiba, um treinamento avançado em desenvolvimento para o Dynamics 365. O objetivo é formar novos talentos em tecnologias Microsoft Cloud para o mercado.

A empresa busca novos talentos na área de tecnologia e preparou uma capacitação própria. Os interessados que se inscreverem vão participar de um processo de seleção. No final do treinamento, a 4Results vai avaliar os candidatos e pode convidar os mais qualificados para integrar a equipe.

O treinamento vai acontecer na sede da 4Results, em Curitiba, na última semana de maio, no período da noite.

Os interessados devem se inscrever acessando https://forms.office.com/Pages/ResponsePage.aspx?id=P6K5j48N-kG042LZ7LPXyvFxmx_NUshLgBSeKBciaGNUN0pFR0s2Q1RKQVlEQkhVMzYzMFNXSTc2Ri4u

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Galaxy S10 bate recorde de vendas no Brasil

Após um mês do lançamento, o Galaxy S10 continua um sucesso entre os consumidores brasileiros superando em 80% as vendas do Galaxy S9 e S9+ no mesmo período. Durante a pré-venda, a nova linha já havia superado em duas vezes o antecessor demonstrando a excelente aceitação do produto no Brasil.

“É com grande satisfação que recebemos esse feedback tão positivo do consumidor brasileiro. Seguimos firmes em nosso compromisso de oferecer os melhores produtos e serviços para tornar o dia a dia das pessoas ainda melhor com o uso da nossa tecnologia”, afirma Antonio Quintas, Vice-Presidente da Divisão de Dispositivos Móveis da Samsung Brasil.

A linha Samsung Galaxy S10 conta com o Galaxy S10, S10+ e S10e – todos especialmente projetados para usuários que buscam por inovação em smartphones. Entre os principais destaques do Galaxy S10 estão os diferenciais da câmera de última geração, para aqueles que buscam garantir os melhores registros; a inovadora função de Compartilhamento sem fio de bateria, que possibilita carregar facilmente dispositivos compatíveis com carregamento sem fio1; display cinematográfico; leitor de impressão digital ultrassônico2; além de outras características que proporcionam uma experiência ainda mais completa.

Para mais informações, acesse: www.samsung.com/br.

1 Wireless PowerShare limitado à produtos Samsung ou outros smartphones compatíveis com carregamento sem fio WPC Qi, como Galaxy S9, S9 +, S8, S8 +, S8 Active, S7, S7 edge, S7 Active, S6, S6 edge, S6 Active, S6 edge +, Note9, Note8, Note FE, Note5 e dispositivos wearables Samsung, incluindo o Galaxy Watch Active, Gear Sport, Gear S3, Galaxy Watch (46/42 mm) e Galaxy Buds. O carregamento sem fio pode não funcionar com acessórios ou capas que não sejam Samsung e ainda afetar a recepção de chamadas ou serviços de dados, dependendo do seu ambiente de rede.

2 Disponível no Galaxy S10 e no S10+. O Galaxy S10e possui leitor de impressão digital localizado no botão de energia. Galaxy S10 e S10+ já possuem película protetora aplicada. O correto funcionamento do leitor biométrico está condicionado ao uso de películas originais Samsung.

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Automação inteligente está relacionada ao desempenho financeiro, diz KPMG

As empresas com forte desempenho financeiro conseguiram se adequar melhor às tecnologias de automação inteligente. Essa é uma das conclusões da pesquisa “Facilitando os pontos de pressão: o estado da automação inteligente” (Easing the pressure points: The State of Intelligent Automation, em inglês), conduzida pela KPMG. Entretanto, as grandes companhias do mundo ainda não conseguiram se planejar de forma ágil o suficiente para utilizarem todos os recursos disponíveis e atingirem os objetivos que desejam.

O conceito de automação inteligente (AI) agrupa as tecnologias de inteligência artificial, análise avançada de dados e automação robótica de processos. Os investimentos nesse tipo de tecnologia estão ocorrendo em ritmo acelerado, mas muitas empresas demonstram dificuldade para apresentar os resultados desejados. Segundo a pesquisa, 20% das empresas ainda estão desenvolvendo recursos para a implementação automação inteligente, sendo que mais da metade (52%) das empresas que participaram da pesquisa confirmaram investimentos de mais de US$ 10 milhões.

“Vemos ainda que há uma discrepância muito grande no desenvolvimento e aplicação da automação inteligente, pois 59% das empresas entrevistadas vão precisar de dois a cinco anos para se adequarem o dimensionamento de suas tecnologias de inteligência artificial”, explica o sócio-líder de Artificial Intelligence, Cognitive & Customer Experience da KPMG no Brasil, Frank Meylan.

O conteúdo revela ainda que apenas 17% das empresas aumentaram em escala as suas tecnologias de AI ou conseguiram industrializá-la. Entre os três pontos do conceito de automação inteligente, a análise inteligente de dados foi mencionada como a tecnologia que mais aumentou em escala, enquanto a automação robótica de processo a que menos cresceu.

“Os executivos de negócios estão otimistas em relação ao impacto que a AI terá sobre empregos. Eles veem que a automação impactará menos de 20% de seus profissionais”, argumenta Frank Meylan.

Para obterem todo o potencial da automação inteligente, as empresas precisam ir além das reduções de custo e pensarem além dos investimentos em tecnologia, incorporando a gestão de mudanças a cada etapa. A pesquisa da KPMG ouviu aproximadamente 600 líderes empresarias entre vice-presidentes e diretores, incluindo executivos de alto nível de seis indústrias e 13 países. O conteúdo está disponível na íntegra no link – home.kpmg/xx/en/home/campaigns/2019/03/the-state-of-intelligent-automation.html.

Transformation Series: Beyond People

Para transformar a cultura de uma empresa é preciso promover o aprendizado consciente e preparar o ambiente para isso.

Você já parou para prestar um pouco de atenção no que está acontecendo a sua volta e se deu conta de que o mundo mudou? Isso pode parecer tão óbvio. Porém, quando ligamos o piloto automático, ficamos insensíveis ou incapazes de perceber que sim – o mundo mudou. E, para nos mantermos vivos, precisamos promover uma mudança interna.

Em 2017, quando ocorreu o período de planejamento estratégico na CINQ, paramos pra respirar e pensar e nos demos conta de forma muito lúcida que o setor de tecnologia e as forças do trabalho na área estavam em um processo muito intenso de mudança. Muitas tecnologias emergentes (blockchain, machine learning, IoT, entre outras) estavam se apresentando como aplicações entrantes no mundo real, na mesma medida que os novos modelos de negócios da economia digital também estavam explodindo para nos tirar da zona de conforto.

Ao refletir sobre esse contexto, percebemos que, cada vez mais, os profissionais seriam parte chave deste processo. Precisávamos, então, pensar em como despertar os colaboradores para um aprendizado intenso e proposital, pois sem eles nosso negócio deixaria de existir.

Quando essa conversa começou, a nossa pergunta era: por que em um mundo super conectado e com tanto conhecimento disponível, as pessoas não pareciam interessadas em aprender? Bem, esse questionamento coloca todo o peso da transformação e responsabilidade nas pessoas, mas será que a pergunta certa era essa? Depois de discutir um pouco sobre este assunto entre a liderança, acabamos invertendo a pergunta, como se tivéssemos rebatido com um espelho: será que estamos conseguindo ver o que as pessoas estão aprendendo? Ou será que estamos criando o melhor ambiente para as pessoas aprenderem e se sentirem estimuladas a compartilhar isso conosco?

A partir dessas reflexões, resolvemos assumir a nossa responsabilidade, pois é impossível cobrar do outro uma mudança se nós não estivéssemos dispostos a fazer o mesmo. Começamos, então, a transformar o nosso ambiente. Depois de uma sessão de criatividade, coletando experiências do nosso time e remodelando velhas práticas de treinamento da empresa, criamos um programa para desenvolvimento dos profissionais com base nos pilares: Explore, Learn, Develop. Explicamos um pouco mais do programa no artigo: https://bit.ly/2YiTmYo

Em nossa transformação de ambiente, trabalhamos primeiro no contexto tácito. Por exemplo, buscando incentivar que os profissionais compartilhassem seus aprendizados em pequenas sessões para explicitar conceitos (CINQ TECH Share) ou experimentassem codificar pelo prazer do aprendizado (Coding Dojo) e buscamos conhecimento até nas histórias dos projetos e os obstáculos vencidos (CINQ TECH Stories). Esse movimento voltado ao compartilhamento deu abertura para as pessoas participarem ativamente da formação de conhecimento da empresa. Começamos a sentir uma disposição em ajudar como ainda não tínhamos provado depois que a empresa atingiu o crescimento.

Depois de ver o comportamento dos profissionais mudar, sentimos que era a hora de promover essa mudança em um ambiente físico e conseguimos realizar um sonho antigo que aconteceu no momento certo: construímos uma nova sede. Nosso novo espaço foi pensado para continuar promovendo a troca entre profissionais e agora não mais apenas para dentro da empresa, mas sim para interação com o ecossistema. Temos convidado outras empresas, clientes, parceiros e até concorrentes para trocar ideias e promover esse ambiente de aprendizado.

Experimentar essa transformação em nossos profissionais têm sido algo muito enriquecedor. É como se enchêssemos o peito de ar em um movimento de respiração profunda e uma alegria tomasse conta da gente. Hoje podemos ver nos corredores e na transparência das nossas salas de vidro o prazer no trabalho e principalmente no compartilhamento de experiências.

Ainda temos uma longa jornada para fazer esse movimento de transformação profissional continuar a crescer e se consolidar. Pensando nisso, agora nosso alvo de estudo tem sido em promover o mindset de crescimento e auto responsabilidade na carreira de cada um. Mas isso é tema para outro artigo…

Por enquanto, podemos nos orgulhar em dizer: nós percebemos a mudança, fomos capazes de assumir a nossa responsabilidade, provemos o ambiente para ela acontecer e já estamos colhendo os frutos.

 

Por Bárbara Ritzmann, Gerente da área de Desenvolvimento Organizacional da CINQ Technologies

 

 

 

 

 

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Oxigênio Aceleradora lança novo modelo de aceleração

Começa nesta quinta-feira, 16 de maio, a nova fase de aceleração promovida pela Oxigênio Aceleradora. Voltado para startups em fase de tração, o modelo tem como objetivo impulsionar empresas em estágios mais avançados. As startups terão o acompanhamento de mentores de mercado, equipe da Oxigênio Aceleradora e Executivos da empresa. Serão selecionadas até 10 startups por ciclo, com dois ciclos por ano, sendo 4 meses de aceleração no escritório da Oxigênio em São Paulo. O espaço conta com um equipado laboratório de tecnologia, auditório, salas de reunião, local onde recebe e promove eventos sobre inovação e empreendedorismo.

A novidade oferece às startups selecionadas oportunidade de créditos em consultorias jurídicas, designer, growth, desenvolvimento e assessoria de imprensa, além de créditos em nuvem (AWS, Google e IBM), plataforma de contratação de desenvolvedores e vouchers de desconto com parceiros. A Oxigênio vai ainda provocar encontros com outras empresas parceiras e clientes do Grupo Porto Seguro, a fim de proporcionar oportunidades de negócios para essas empresas.

Uma outra mudança do programa é que agora ele será equity free, ou seja, as startups não precisam abrir mão de nenhuma participação societária para serem aceleradas. Isso abre espaço para a participação de startups em diferentes estágios, que estejam ou não captando investimentos.

“Nosso maior objetivo é criar oportunidades de negócios com a Porto Seguro, desenvolver empresas com soluções inovadoras e assim estimular o ecossistema do empreendedorismo no Brasil. Essa nova fase oferece uma série de facilidades às startups que já têm um projeto em andamento e precisam de estímulos para seguir com seu trabalho. Queremos startups que ofereçam soluções aos nossos negócios e contribuam para o mercado”, explica o gerente de Pesquisa e Desenvolvimento da Porto Seguro e Oxigênio Aceleradora, Mauricio Martinez.

Segundo a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), em 2018 o Brasil contava com mais de seis mil startups, um crescimento de 316% comparado a 2012. “Atenta às necessidades dos novos empreendedores, a Oxigênio acredita que oferecendo consultorias qualificadas pode influenciar para que as startups multipliquem seu crescimento e criar um case de negócio com a Porto Seguro pode trazer benefícios para ambos os lados”, explica Martinez. Os interessados no novo processo seletivo, podem se cadastrar pelo site da aceleradora https://oxigenioaceleradora.com.br/.

Benefícios da transformação digital no RH

Por Priscila Toledo, head de produtos do Grupo New Space

O digital já é parte fundamental do DNA das empresas, sejam elas ligadas a tecnologia ou não. Processos antigos estão sendo redesenhados para aproveitar modernas ferramentas e, se antes o digital ficava restrito a atividades de apoio, hoje ele passou a fator estratégico para agregar valor e conquistar melhores resultados. Uma constatação que se faz cada vez mais evidente é que saímos definitivamente do mundo analógico, e isso tem incluído departamentos tradicionais – e burocráticos – como o RH.

Para não ficar para trás, a área responsável por cuidar de todo o capital humano e que concentra em si tarefas vitais para o funcionamento das empresas também deve acompanhar as transformações e benefícios que o mundo digital oferece. Abaixo, elenco os principais motivos para trazer o seu RH para a era digital:

1. Otimização do tempo

Todo profissional de RH sabe: a burocracia consome muito tempo. Entre entradas, conferências e solicitações de documentos, a rotina do departamento vai se estagnando, sobrando pouco tempo para atuar de forma estratégica, repensar modelos ou organizar atividades internas para os colaboradores. Imagine a diferença de um montante de papel x uma tela com interface limpa, onde todos os dados estão prontos para uso? Uma das principais vantagens do digital, certamente, é otimização de tempo.

2. Redução de custos

Conhecido por ser uma área que não gera lucro de forma direta, uma das grandes metas de todo RH é fazer mais com menos. O gasto com armazenamento, conservação e mesmo com assistentes e auxiliares para dar conta de todas as análises e processos necessários para o funcionamento da área pode ser drasticamente reduzido quando as atividades são apenas gerenciadas, porém executadas por um sistema inteligente. Mais eficiência por muito menos.

3. Aumento da segurança

O RH lida com informações sensíveis da empresa e de colaboradores, informações essas que demandam máxima segurança. Fraudes, erros, extravios ou mesmo má fé podem se tornar bolas de neves judiciais. Um sistema autônomo de controle que diminua as falhas humanas, que permita auditorias completas de forma simplificada e que tenha visualização por hierarquia no acesso previne maiores surpresas. Por isso, combinar uma solução de digitalização com antifraude é o ideal.

4. Aumento do espaço físico

Ter “sala de arquivo” é literalmente algo do passado! Se você ainda mantém alguma na sua empresa, aproveite o espaço que se abrirá para criar postos de trabalho, ampliar o espaços destinados ao descanso, alimentação ou inovação, enfim, sempre bom se livrar daquela papelada em prol da ampliação de um espaço físico produtivo.

5. Incorporar o RH à atuação estratégica

Liberar os colaboradores que atuam no RH das burocracias e tarefas mecânicas de controle e análise de documentação é dar a possibilidade desse setor ter tempo suficiente para atuar com inteligência e no apoio às estratégias de negócio, além de agregar valor de forma colateral aos serviços e produtos da empresa.

Os benefícios do RH digital vão além dos cinco expostos aqui. A implementação de processos digitais na área também melhora a rotina de departamento pessoal, otimiza a comunicação interna e aprimora os processos de recrutamento e seleção. Sua implementação já não é mais uma opção, mas sim uma necessidade para as companhias que desejam continuar competitivas no mercado.

EMBRAPII participa de fórum para debater inovação na economia digital

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) participa, nesta quinta-feira (16), do fórum Veja/Exame que abordará o tema “A importância da inovação na economia digital”. O encontro será realizado na capital paulista a partir das 8h00 e terá como uma de suas atrações a apresentação do livro “Innovation In Brazil Advancing Development in the 21st Century”, estudo editado por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT/EUA), um dos mais prestigiados centros de pesquisas do mundo. O lançamento da obra está agendado para às 18h30, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.

O diretor-presidente da EMBRAPII, Jorge Guimarães, será um dos palestrantes do painel 2 do fórum que debaterá o incentivo governamental às instituições de ciência e tecnologia. Representantes do Instituto de Tecnologia de Massachusetts, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e de organizações internacionais também participarão do evento.

A publicação “Innovation In Brazil Advancing Development in the 21st Century” traz diversos artigos de gestores, lideranças industriais e acadêmicas apontando oportunidades e desafios para fortalecer a inovação na indústria brasileira. O professor Jorge Guimarães, juntamente com o ex-presidente da EMBRAPII, João Fernando de Oliveira, assina um dos capítulos.

O texto traça os caminhos para construir uma relação de confiança, capaz de integrar o setor industrial e os centros de pesquisas abordando de maneira detalhada todos os processos para a evolução do modelo operacional, desde o credenciamento de Unidades EMBRAPII, financiamento até o acompanhamento e conclusão dos projetos.

“A missão básica da EMBRAPII é contornar as dificuldades adotando um modelo diferenciado de atuação para incentivar e fomentar PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) na indústria brasileira envolvendo o setor acadêmico qualificado. A geração de um novo produto é o primeiro resultado, mas não é somente isso. A atuação da EMBRAPII gera patentes, empregos qualificados e desenvolvimento econômico e social no Brasil”, declarou Jorge Guimarães.

Conheça o modelo EMBRAPII de incentivo à inovação

As empresas que possuem um projeto avaliado como inovador devem se associar a um dos 42 centros de pesquisa que foram credenciados pela organização (Unidades EMBRAPII). O apoio à inovação adotado está centrado no modelo da Tríplice Hélice, ou seja, a EMBRAPII fica responsável por um terço do investimento, o centro de pesquisa disponibiliza mão de obra, infraestrutura e equipamentos, e a empresa financia o restante.

Em cinco anos de atuação, a EMBRAPII superou a marca de 700 projetos apoiados. O montante do investimento chega a R$ 1,2 bilhão e o número de propostas avança ano a ano. Em 2014, foram R$ 11 milhões investidos em nove projetos. No ano seguinte, o aporte financeiro atingiu R$ 131 milhões em 69 projetos. Em 2016, foram firmados 108 projetos que totalizaram R$ 178 milhões e, em 2017, o número de projetos mais que dobrou em relação ao ano anterior, chegando a 214 projetos, com investimento total de R$ 342 milhões. O último ano (2018) gerou 256 novos negócios de valor total R$ 437 milhões, ou seja, os recursos aplicados são 40 vezes maiores do que em seu primeiro ano de atuação.

Fórum Veja/Exame – A importância da inovação na economia digital

Dia 16 de maio, às 8h00
Local: Hotel Palácio Tangará, rua Deputado Laércio Corte nº 1501 – bairro Panamby, São Paulo

Lançamento do livro “Innovation In Brazil Advancing Development in the 21st Century”

Dia 16 de maio, às 18h30
Local: Museu de Arte Moderna de São Paulo – Av. Pedro Álvares Cabral, s/n° – Vila Mariana, São Paulo

Nutanix amplia portfolio de soluções multicloud

A Nutanix (NASDAQ: NTNX), líder em computação em nuvem corporativa, anunciou a ampliação de suas soluções de DaaS, passando o Xi Frame da nuvem pública para a nuvem privada, permitindo a entrega de aplicações e desktops em um verdadeiro ambiente de nuvem híbrida. Além disso, a empresa está anunciando novas funcionalidades e zonas adicionais de disponibilidade planejada para seu serviço de disaster recovery (DR) em nuvem, o Xi Leap.

Em relação ao Nutanix Xi Frame, já era possível acessar aplicações e desktops virtuais a partir de nuvens públicas populares, como AWS e Azure, de maneira simples e fácil, usando qualquer navegador e qualquer dispositivo. Com a atualização em execução no hypervisor Nutanix AHV, os clientes agora podem estender a entrega de desktops à sua nuvem privada Nutanix, integrando serviços de infraestrutura de desktop virtualizada (VDI) com a plataforma Nutanix Enterprise Cloud. Os clientes podem provisionar milhares de desktops virtuais em minutos, em vez de semanas, o que lhes permite melhorar a economia, a velocidade e a escala da entrega. Ainda, as equipes de TI agora podem selecionar a nuvem certa – pública ou privada – para suas iniciativas de VDI.

A recuperação de desastres baseada em nuvem é uma estratégia atraente para qualquer grande organização para proteger suas aplicações essenciais aos negócios. Pensando desta forma, o Nutanix Xi Leap estende o data center corporativo para a nuvem, permitindo que as equipes de TI harmonizem as nuvens públicas e privadas e forneçam maior disponibilidade para dados e aplicações críticas. Em sua nova fase, os clientes obtêm um serviço de nuvem de DR integrado e gerenciamento de painel único para proteger cargas de trabalho críticas em execução no data center e em uma nuvem, oferecendo melhor continuidade de negócios.

É fundamental entregar aplicações em uma arquitetura multicloud para garantir segurança independentemente da infraestrutura de nuvem escolhida. Avaliações de conformidade abrangentes e automatizadas são necessárias para garantir a mobilidade de aplicações entre nuvens. O Xi Beam, uma oferta Nutanix SaaS que fornece controle de nuvem, passa a incluir um módulo de conformidade de segurança em tempo real, projetado para identificar vulnerabilidades críticas de infraestrutura de nuvem e recomendar correção específica. Com novas funcionalidades de segurança e conformidade, os arquitetos de TI estarão habilitados para corrigir os riscos de segurança antes que eles afetem os negócios.

“O mundo multicloud é a nova realidade para a TI – não está mais em debate. Os clientes precisam de soluções que possam reunir todo o conjunto de nuvens públicas, privadas e periféricas que em breve formarão sua infra-estrutura crítica sem afundá-las em complexidade desnecessária e custos descontrolados”, diz Sunil Potti, diretor de produtos e desenvolvimento da Nutanix.

Beers&Bytes chega a sua 13ª edição com discussões sobre tracking, design system e validação de regras em aplicativos

O mercado de tecnologia cresce e se atualiza quase que diariamente, por isso, a conexão entre profissionais do setor é importante para fomentar o cenário e ampliar as inovações possíveis. Pensando nisso, o Grupo ZAP realiza a 13ª edição do Beers & Bytes, evento que visa discutir sobre temas importantes, nesta edição tópicos serão abordados temas como mapeamento das ações de usuários e como esses dados ajudam a melhorar e otimizar as buscas; Design System criado pelo Grupo ZAP e, por fim, os aprendizados de se lidar com as mais de 190 milhões de imagens ativas e um volume diário de 2,5 milhões de novas fotos.

As conversas serão baseadas em casos reais de sistemas criados pelo Grupo ZAP e que atendem milhões de usuários todos os dias, explorados com profundidade. O evento ocorrerá na sede da empresa em São Paulo (SP), no próximo dia 16/05 das 15h até 20h, além das discussões, ocorrerá um happy hour descontraído para todos os participantes possam realizar networking.

Na última edição, ocorrida em dezembro de 2018, o evento demonstrou experiências práticas que relacionadas a Kubernetes, VueJS, Kafka, Firebase, Elastic Search e NodeJS e a adesão da comunidade tecnológica superou às expectativas. O encontro contou com a participação de engenheiros, desenvolvedores, profissionais de UX de diversas empresas de tecnologia do Brasil, além de estudantes da área.

Serviço:

Local: Sede Grupo ZAP: Rua Bela Cintra, 539 – Consolação, São Paulo (SP)

Data e Horário: 16/05/2019, das 15h às 20h

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Volkswagen faz parceria com IBM e Centro Paula Souza para formar profissionais da Era Digital

Estudantes da Etec Jorge Street, de São Caetano do Sul

A Volkswagen assinou hoje parceria com o Centro Paula Souza, autarquia do Governo do Estado de São Paulo, para participar da implementação no Brasil do modelo educacional P-TECH. O programa chegou ao País no fim de 2018 e foi desenvolvido pela IBM nos Estados Unidos em 2011. O modelo combina ensino médio com universitário para possibilitar que estudantes tenham as competências e a formação necessárias em novas tecnologias, além de proporcionar oportunidade de mentoria e estágios em empresas.

A participação da Volkswagen no projeto beneficiará, nos próximos cinco anos, 200 estudantes da Escola Técnica Estadual (Etec) Jorge Street, de São Caetano do Sul. O ingresso dos alunos ocorre pelo Ensino Médio com Habilitação Técnica Profissional em Desenvolvimento de Sistemas, com conclusão por meio do curso superior tecnológico de Análise e Desenvolvimento de Sistemas.

“Vivemos hoje na indústria automotiva uma verdadeira revolução tecnológica, com carros e processos cada vez mais conectados. Queremos preparar as pessoas para esta nova era, contribuindo com a formação de profissionais capacitados para a transformação digital”, afirmou Marcellus Puig, Vice-Presidente de Recursos Humanos da Volkswagen do Brasil.

Eles terão a oportunidade de vivenciar na fábrica Anchieta da Volkswagen, em São Bernardo do Campo, 200 horas anuais de práticas profissionais, realizadas nos três anos iniciais do curso. Conhecerão as áreas de Tecnologia de Informação e Desenvolvimento do Produto, as inovações da Indústria 4.0 aplicadas no processo produtivo, o Laboratório de Protótipo Virtual e tecnologias avançadas como o Manual Cognitivo de modelos como o Virtus e T-Cross.

“Esse novo modelo de ensino possibilita que os alunos apliquem no ambiente real de trabalho a teoria que aprendem em sala de aula. É a maneira mais eficiente de articular a formação profissional com as necessidades e inovações do setor produtivo”, afirma Laura Laganá, diretora-superintendente do Centro Paula Souza.

Os estudantes também receberão o apoio de profissionais da Volkswagen do Brasil, que atuarão como mentores no projeto. Os jovens formados no P-TECH terão prioridade para contratação pelo programa de estágio da Volkswagen.

A IBM, por meio de seus esforços de Responsabilidade Social Corporativa, anunciou no Brasil o lançamento do modelo educacional P-TECH em dezembro de 2018, como parte de suas iniciativas para apoiar o desenvolvimento de futuros profissionais. Por meio do programa, a IBM contribui com mentoria e informações sobre as competências do profissional de tecnologia do futuro, oferece aos estudantes palestras sobre temas como carreira, inteligência artificial, nuvem, blockchain e outros, além da divulgação de vagas de estágio remunerado na IBM. Depois de se formarem, os alunos terão entrevistas garantidas para vagas disponíveis.

Segundo estudo publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico* (OCDE), o Brasil tem uma das mais baixas participações em graduados nas áreas de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (STEM): 17% em comparação à média de 24% da OCDE. O P-TECH quer mudar este cenário promovendo o desenvolvimento de competências profissionais relacionadas com os campos STEM, preparando estudantes para a economia digital, combinando o conteúdo acadêmico e técnico da formação profissional com experiências práticas dentro de empresas. Além disso, o modelo educacional possibilita de forma inédita nas instituições públicas do País a articulação dos Ensinos Médio, Técnico e Superior.

“A tecnologia está presente em todos os setores e devemos agir para desenvolver a futura força de trabalho. Estamos animados em ter a Volkswagen implementando esse programa inovador conosco e incentivamos outras empresas a replicar o modelo P-TECH e apoiar a formação de profissionais do século XXI”, afirma Tonny Martins, presidente da IBM Brasil.

* Fonte: “Education at a Glance 2018” OEDC.

Kovi capta US$ 10,6 milhões e faz maior rodada de investimento seed no Brasil

Uma das startups que mais crescem no País, a Kovi agora se prepara para uma nova fase de crescimento ao fazer uma das maiores rodadas de aporte no Brasil, e captar US$ 10,6 milhões em investimento seed. Com o aporte, a empresa visa manter seu franco crescimento, ampliando o desenvolvimento de sua plataforma através de novas melhorias e novas contratações.

Com modelo inovador, a Kovi, que faz parceria com montadoras e locadoras, possibilita que essas empresas cresçam neste mercado com um risco reduzido, podendo prestar o serviço de aluguel de carros sob demanda para motoristas de apps de transporte individual. Setor que tem média de crescimento de 20% por semana, e neste primeiro trimestre de 2019 já multiplicou em dez sua frota de carros. Dentro do mercado de mobilidade, é considerada uma das startups com maior potencial no País.

A Kovi tem a visão de prestar serviços essenciais, desde aluguel de carros, motos, seguro e empréstimos para Gig-Workers, como motoristas de aplicativos ou entregadores das plataformas Rappi, iFood, Loggi, Uber, 99, entre outras, com a missão de dar a melhor condição de vida e trabalho para esses usuários.

“Queremos ajudar um país de 13 milhões de desempregados, e acreditamos que a Kovi irá facilitar ainda mais a entrada de novas pessoas nestas plataformas. Acreditamos em uma nova economia em que os bens serão transformados de posse para consumo”, explica Adhemar Milani Neto, cofundador e CEO da Kovi.

A empresa trouxe um pool dos melhores investidores, entre elas a Monashees (um dos maiores VCs Latam), a YCombinator (maior aceleradora do mundo e investidora da Rappi, AirBnB), Kevin Efrusy (Accel partner) e a Maya Capital (fundado pela filha de Jorge Paulo Lemman). Os fundadores também foram executivos da 99/Didi, primeiro unicórnio brasileiro.

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Mapa Startup + Indústria do Brasil

A Spin, primeira aceleradora especializada em startups com foco em indústrias do Brasil e a A2C, empresa de transformação de marcas e de negócios, realizaram o primeiro mapa Startup + Indústria do Brasil. Com o apoio das entidades ABDI, ABII, ABIMAQ e FIESC, participaram do levantamento 55 indústrias de sete Estados e 18 cidades, e 295 startups de 22 Estados e 81 cidades. A partir dos dados atualizados foi construído uma análise cruzando as informações obtidas de ambos os públicos. Obter a visão das expectativas e necessidades da indústria foi fundamental para traçar a análise das respostas das startups participantes. Confira abaixo os principais dados computados:

INDÚSTRIA NO BRASIL

– Segundo cálculos da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), até 2028, 15% das corporações nacionais devem atuar baseadas na Indústria 4.0;

– De acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Indústria, como um todo, representa 22% do PIB do Brasil;

– Responde por 49% das exportações;

– por 67% da pesquisa e desenvolvimento do setor privado;

– por 32% dos tributos federais (exceto receitas previdenciárias).

Para se ter ideia da importância desse movimento econômico, para cada R$ 1 produzido na indústria, são gerados R$ 2,40 na economia como um todo, sendo que nos demais setores, o valor gerado é menor: R$ 1,66 na agricultura e R$ 1,49 no comércio e serviços.

PERFIL DAS STARTUPS COM SOLUÇÕES PARA A INDÚSTRIA

São Paulo é, definitivamente, a maior influência nacional quando falamos de ecossistema de startups. Das 81 cidades mapeadas, a maior cidade do país representou também o maior índice de startups mapeadas: 19% do volume total;

A capital paulista e São José dos Campos foram as duas representantes do estado entre as 10 cidades mais representadas no Mapa Startup+Indústria, colocando São Paulo em segundo lugar em representatividade, atrás apenas de Santa Catarina;

O estado do Santa Catarina está no topo da lista com 30% da representação total, o que mostra o crescimento cada vez mais constante da maturidade catarinense no desenvolvimento do seu ecossistema de inovação dos últimos anos;

25% das startups mapeadas têm até dois anos de operação, tempo que compreende um processo de amadurecimento na constituição desses negócios iniciantes;

O número de startups com até dois sócios na sua formação chega a 47%, sendo que 38% dessas empresas têm dois sócios na composição societária;

Ainda em relação aos sócios, 84% do número total são homens;

É interessante analisar que a maior parte dos sócios – tanto homens quanto mulheres –, estão na faixa etária entre 30 e 44 anos;

EMPREGABILIDADE

São Paulo é o estado com o maior número de colaboradores indicados no mapeamento, com cerca de 31% do total informado na pesquisa. Seguido por Santa Catarina, com 29% e Minas Gerais, com 10%, logo na terceira posição;

O Sudeste, assim, é a região com o maior número de colaboradores mapeados pela pesquisa, compondo 47% do total pesquisado;

Ainda sobre o total de colaboradores, 76% têm uma média de idade entre 20 e 30 anos e 48% estão em startups com o nível operacional considerado em escala, ou seja, com alta capacidade de crescimento exponencial no mercado;

FATURAMENTO X MATURIDADE DO NEGÓCIO

26% das startups mapeadas faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil, correspondendo ao maior grupo dentre os pesquisados. Dentro deste grupo, Santa Catarina é o estado que possui a maior representatividade, com 37% do total das startups que geram essa faixa de faturamento anual;

São Paulo segue em segundo, com 22%. A relevância do ecossistema do estado de São Paulo foi determinante no grupo de startups que faturam acima de R$ 5 milhões: 29% das startups que superam esse faturamento anual são do estado. Deste número, 19% foram constituídas na cidade de São Paulo.

FATURAMENTO POR FASE

Dentro das startups mapeadas, 15% estão na fase de Tração dos seus negócios, faturando entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano;

O segundo grupo com o maior número de startups encontra-se no estágio de Operação, com 11% do total mapeado;

Do grupo que fatura entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões, 11% encontram-se na região Sudeste – este número representa o maior grupo de startups entre as regiões do país;

TEMPO DE OPERAÇÃO X FATURAMENTO

Dentro das startups pesquisadas, 25% têm entre um e dois anos de operação, seguido pelo grupo das startups com até 1 ano de operação, com 22% do total;

Do grupo de startups mais maduras do Mapa, aquelas que possuem mais de 5 anos de operação, 6% dessas faturam entre R$ 1 milhão até R$ 5 milhões.

ACELERADAS

O número de startups mapeadas que já passaram ou ainda passam por um processo de aceleração é quase a metade do total pesquisado. De acordo com o Mapa, esse número chega aos 46%, com uma predominância em São Paulo e Santa Catarina;

No estado de São Paulo, o grupo de startups com o maior número de aceleradas refere-se às empresas com faturamento médio anual entre R$ 1 milhão e R$ 5 milhões. O maior grupo em Santa Catarina chega aos 7%, porém com outra faixa de faturamento, girando valores de até R$ 50 mil por ano.

MODELO DE NEGÓCIO

SaaS (Software como Serviço) foi o mais citado sendo o modelo de negócios de 35% das startups mapeadas. Seguido por Outros com 16% e App (aplicativo) com 14%. Do número total de empresas que atuam com SaaS no mercado, 11% são de Santa Catarina, 10% de São Paulo e 4% do Rio Grande do Sul;

Dentro das cinco principais áreas para as quais as soluções das startups mapeadas são direcionadas Vendas/Comercial é a mais citada com 19% do total, seguida pela Produção com 15% e Marketing e Comunicação, com 13%. As outras duas áreas são Logística, representando 11% das áreas de atuação das startups e Outros, com 8%, fechando a lista;

5% das startups mapeadas que faturam entre R$ 100 mil e R$ 500 mil por ano são de áreas ligadas ao Comercial/Vendas dos seus clientes. É a maior representação apontada pela pesquisa.

SOLUÇÃO

Quando falamos sobre a orientação da solução da startup, buscamos colocar o foco do seu produto e/ou serviço que possa gerar um benefício claro para o seu cliente. De acordo com o Mapa, 20% do total das startups trabalham orientadas para Redução de custos e/ou perdas, seguido por soluções orientadas à Inovação e Tecnologia com 19% do total.

SETORES

Considerando os setores para os quais as startups já venderam algum tipo de solução, 8% do total afirmam já ter vendido para a Indústria de Tecnologia da Informação e para a Indústria de Alimentação e Bebidas. O mercado de Tecnologia da Informação, por exemplo, prevê um crescimento de 10,5% no Brasil em 2019, de acordo com o IDC Brasil;

Outros setores representativos da indústria mapeados foram o Metalmecânico, o Têxtil e o Farmacêutico, com 5% de atuação global das startups cada.

PRINCIPAIS OBSTÁCULOS

Assim como a Spin vê constantemente nas startups com que se relaciona, a dificuldade de acesso ao capital também foi vista como algo relevante no mapeamento. Do total das startups mapeadas, 26% têm esta dificuldade como a principal durante a sua jornada empreendedora. Logo em seguida vem o Mercado, 18% e Recursos Humanos, 16%, como principais obstáculos que as startups enfrentam.

FONTE DE INVESTIMENTOS

Para as empresas que estão buscando escalar seus negócios, o Capital Próprio é a principal origem desses recursos apontado por 24% das startups;

Modalidades mais maduras de investimento, como Venture Capital, vêm em seguida na preferência de 20% das startups que estão criando escala.

RECURSOS

Para 66% das startups mapeadas, o Capital Próprio é a principal origem dos recursos dos negócios iniciantes;

Em segundo lugar vem o Investimento-anjo, com 13% do total;

A grande maioria aponta o Brasil como o país de origem desses recursos financeiros – uma representação que chega a 94% do total das startups.

Para conferir o mapa completo com gráficos e outros dados, acesse: http://www.mapastartup.com/

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Carreiras digitais: minha profissão vai morrer?

Por Andrea Tedesco, Mentora de Carreiras da Digital House

No final do século XX, entramos na Era da Informação, momento em que os avanços tecnológicos mudaram a forma como nos comunicamos uns com os outros. No entanto, o processo de transformação vem acontecendo desde sempre, tanto no mundo corporativo como no intelectual. Nos últimos anos, passamos pelos processos de automatização – nuvem, machine learning, IoT, reconhecimento de voz – com o objetivo de desenvolver novas experiências, modelos de negócios, processos, produtos, serviços e conexão de diversas áreas.

É importante reforçar que o processo de transformação digital não é uma tendência e, sim, uma realidade. Contudo, não se faz isso da noite para o dia, mesmo sendo a tecnologia o grande fator dos impactos gerados e da velocidade das transformações. Empresas e profissionais ainda estão em fase de adaptação, entendendo quais são seus papéis em meio a tantas mudanças. O mundo caminha para o digital e entender que essa mudança de era é um fato e não uma tendência faz com que antecipemos a nossa atualização e possamos caminhar junto ao mercado de maneira menos injusta.

As empresas atualizam seus processos, produtos e serviços mais rápido do que os próprios profissionais conseguem acompanhar. A cada dia, acompanhamos as constantes substituições de mão de obra por tecnologias, as novas empresas substituindo negócios inteiros em modelos disruptivos (entende-se por disruptivo a digitalização, desmaterialização e a democratização). Ter a consciência de que já estamos vivendo na Era Digital e perceber a necessidade de nos tornarmos produtores e não só consumidores é vital para a saúde dos negócios e das carreiras.

As carreiras digitais são uma realidade no momento em que vivemos, já que todas as áreas estão passando por um processo de digitalização. Algumas de forma mais avançada, como marketing, tecnologia, dados, experiência do usuário, liderança de projetos e produtos, comunicação, mídia e tantas outras área. Por isso, os profissionais precisam acompanhar o quanto a tecnologia vem impactando os negócios e as nossas vidas, mas também entender que ela é apenas um meio para o processo de digitalização. É necessário compreender esse movimento como um fato e passar a gerenciar melhor as nossas carreiras para não gerar o efeito “lost”, ou seja, quando estamos em uma situação que nos desconecta de tudo. Precisamos acompanhar essa evolução para não ter que sair correndo em desespero quando as carreiras digitais se tornarem 100% da nossa realidade.

Muitos modelos de negócios já estão surgindo para acompanhar essa nova demanda do mercado, como é o caso da Digital House, uma escola localizada em São Paulo totalmente voltada para o mundo digital e que forma profissionais em até 5 meses com a proposta de ajudar a diminuir o gargalo de mão-de-obra no setor de tecnologia.

Apesar de algumas empresas e instituições já estarem dando os primeiros passos para essa nova realidade, o Brasil ainda explora o mercado digital de forma tímida. Precisamos passar de consumidores para produtores de novas tecnologias, outros modelos de negócios e novos processos, caso contrário, continuaremos atrasando a transformação digital e, consequentemente, o avanço da nossa economia. Entender melhor esse mundo é fundamental e conectar os setores, ainda mais. Estamos em processo e temos muito a aprender e resolver ainda. Como dizem alguns especialistas, a transformação digital não é uma responsabilidade da área de tecnologia e, sim, de todos.

O que vem mudando na economia pede que os modelos de negócios sejam digitais. Mas não é só isso: pensar de forma digital e produzir tecnologia são atitudes necessárias. Trabalhar com foco direcionado ao trabalho junto com o cliente faz com que essas transformações digitais sejam mais bem sucedidas. O profissional precisa se empoderar da sua vida e de sua carreira para que apoie as transformações digitais das empresas, que já começam com uma atualização de uma nova cultura, e aprender como trabalhar junto e não com medo da tecnologia, substituindo carreiras.

Obviamente, existem barreiras que a tecnologia enfrenta. A forma de pensar das pessoas sobre elas mesmas e a falta de conhecimento sobre as necessidades de mudança de mindset atrapalham bastante os avanços da transformação digital. As lideranças e os colaboradores são papéis fundamentais nesse processo, onde a mentalidade, cultura e ação intraempreendedora se fazem necessárias.

As empresas que resistirem à tecnologia estão fadadas à extinção, sem sombra de dúvida, à curto ou médio prazo. A transformação coloca modelos de negócios em outro patamar de concorrência e sobrevivência. Portanto, não estar no mundo digital não é mais uma opção.

Já ouvimos o seguinte questionamento algumas vezes: “Com o avanço tecnológico, corre o risco de algumas profissões acabarem?”. A resposta é sim, mas isso não deve ser motivo de pânico. Não somente os modelos de negócios estão se transformando, mas as pessoas também, como sempre estivemos. A velocidade nos força a fazer isso em outro processo de consciência e, infelizmente, muita gente só percebe a mudança depois que ela passa. Tomar posse da administração da sua vida e carreira torna o profissional dono de sua marca e esse processo nos coloca em contato com as nossas melhores competências, resultados, análise de cenários, cruzamento de objetivos, entendimento do mercado, oportunidades e muito mais. É aí que as pessoas se reinventam, se adaptam e criam profissões novas, um novo mundo e novos desafios, sempre.

Para uma empresa ou um profissional identificar que é a hora de ingressar no digital, é necessário conhecer mais sobre Gestão de Vida e de Carreira. Desta forma, é possível ter ferramentas, além de um novo mindset sobre como identificar necessidades e oportunidades.

É importante que o profissional – esteja ele inserido ou não no meio digital – aprenda a reaprender, tome posse da sua marca profissional e identifique quais gaps possui para algo que deseja construir e atingir. E se estiver pensando somente nas oportunidades do mercado, faça o seu balanço profissional, identificando qual a sua capacidade de execução e qual seria melhor ferramenta digital para compor seu branding, mas com o mindset totalmente voltado para a necessidade de se alfabetizar no digital.

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Aracaju é a primeira capital do País a tornar seus processos públicos 100% digitais

Com o objetivo de promover uma gestão inovadora, inteligente e que preze pela celeridade e transparência das demandas da população, a prefeitura de Aracaju (SE) está promovendo uma informatização completa dos serviços prestados por todos os órgãos e secretarias do Poder Executivo Municipal. Com isso, o município será a primeira capital do Brasil a adotar uma comunicação 100% eficiente e digital junto aos cidadãos.

Intitulado AjuInteliGENTE, o projeto tem como principal ponto de inovação o atendimento da prefeitura com a população. Com a gestão totalmente digital, o acesso do cidadão com o poder municipal poderá ser feito a qualquer hora do dia sem que haja a necessidade de deslocamento físico. Ou seja, ele poderá fazer qualquer solicitação direto de casa. A expectativa é que os mais de 650 mil habitantes da capital sergipana sejam diretamente impactados com serviços mais ágeis, transparentes e eficientes.

A medida, que teve início oficial em 14 de maio, está sendo aplicada em parceria com a 1Doc, maior GovTech do Brasil. A plataforma agiliza a comunicação e a gestão documental, com uma tecnologia que possui mecanismos que visam à economia de recursos financeiros, materiais e humanos, gerando a celeridade dos atos administrativos e permitindo transparência e acesso à informação para todos os cidadãos.

De acordo com estimativas preliminares, ao informatizar todos os processos da gestão pública, é esperado que a administração municipal gere uma economia de recursos da ordem de mais de R$ 190 mil por mês. Isso acontece por eliminar os gastos diretos e indiretos com o uso do papel. Com a informatização completa da gestão, os processos já nascem digitais e proporcionam, entre outros benefícios, que o atendimento ao cidadão seja simples e transparente. Além disso, serão poupados mais de 150 árvores e 11,5 milhões de litros de água por mês.

Para o prefeito de Aracaju, Edvaldo Nogueira, a iniciativa faz parte do lema principal da sua gestão de tornar a cidade mais humana, inteligente e criativa. “O AjuInteliGENTE é uma plataforma extraordinária porque traz o melhor da tecnologia para facilitar os processos, de forma econômica e sustentável”, afirma. “Mas o maior ganho é seu caráter democrático, uma vez que empodera os cidadãos e promove o acesso direto aos serviços da cidade. O resultado é uma Aracaju mais moderna e inteligente, e que, por meio de soluções criativas, valoriza seu principal elemento: as mulheres e homens que vivem nela”, complementa o prefeito.

A primeira etapa de informatização dos processos da gestão de Aracaju contemplará os órgãos que mais possuem demandas da população. Dentre as pastas estão a Secretaria Municipal do Planejamento, Orçamento e Gestão, a Secretaria Municipal da Fazenda, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a Secretaria Municipal da Família e da Assistência Social, além da Empresa Municipal de Serviços Urbanos, a Empresa Municipal de Urbanização e a Controladoria Geral do Município. De acordo com a secretaria de administração da cidade, estima-se que em 12 meses todas as secretárias do município estarão integradas.

A iniciativa da prefeitura de Aracaju em se tornar a primeira capital do País a ter seus processos 100% digitais faz da gestão pioneira em inovação em todo o território brasileiro. A tendência é que em poucos anos todos os órgãos públicos disponibilizem acessos mais ágeis, eficientes e transparentes aos seus públicos, seja ele interno ou externo. A capital de Sergipe dá um passo inédito em tornar a gestão mais assertiva. Os principais pontos de mudança serão:

Memorandos

Documentos em papel que antes acumulavam-se rapidamente serão totalmente informatizado, levando à redução do arquivo atual. A comunicação interna será padronizada, fazendo com que a informação chegue rapidamente ao responsável por sua resolução. A informatização evitará pedidos informais, sendo registrado as solicitações, tanto de caráter informativo, como de solicitações. Cada documento eletrônico enviado corresponderá, ao menos, a duas impressões economizadas.

Circular

Da forma atual, para cada comunicado oficial, é necessário imprimir as circulares, fazer dezenas ou centenas de cópias, distribuindo fisicamente em todos os prédios. Com a informatização, as circulares serão oficiais e chegarão a seus destinatários em um clique. Haverá a possibilidade de ver quem leu, garantindo ciência das informações. Centenas de impressões serão economizadas a cada circular enviada, garantindo melhor aproveitamento dos recursos e colaborando com o meio ambiente.

Ouvidoria

Os cidadãos registram pedidos e solicitações diretamente no site da Prefeitura, via smartphone ou em atendimento presencial. As demandas são organizadas internamente e entregues a quem realmente resolve. Com isso, ele receberá uma cópia do atendimento e de todas as atualizações via e-mail e/ou SMS. O gestor público saberá quando o cidadão abriu os e-mails de notificação, sendo proativo para agilizar o atendimento.

Protocolo

A população pode iniciar processos sem sair de casa e receber atualizações assim que forem encaminhados e resolvidos. Tudo será feito eletronicamente, garantido que nada seja perdido ou extraviado, com a organização e liberação para as Secretarias responsáveis. Todos os envolvidos recebem notificações quando as tramitações ocorrem, e os gestores têm acesso a indicadores e estatísticas de atendimento.

Liberação de alvarás

Possibilita análises prévias, validação e classificação de documentos e encaminhamento de processos de forma automática e ágil. Estima-se uma redução significativa no tempo de tramitação desses processos, que hoje levam em torno de 60 dias para serem concluídos. Todo o processo será digital e permitirá que os próprios técnicos das prefeituras possam realizar a geração de documentos específicos para cada contexto com a criação de modelos de forma intuitiva sem a necessidade de possuir conhecimentos em desenvolvimento de sistemas ou inteligência artificial.

Assinatura Digital

Com trâmites 100% digital, a prefeitura não terá mais necessidade de imprimir processos para assinatura. Com a tecnologia de informatização, o servidor poderá assinar o documento digitalmente.