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Cognizant inova processo de recrutamento e seleção com ‘Hackathon Day’

A Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, realiza nos dias 30 de novembro e 1.º de dezembro, o primeiro Hackathon Day, com o objetivo de desenvolver profissionais que estão iniciando a carreira na tecnologia Mulesoft.
O Hackathon é um evento que reúne programadores para trabalhar em grupo, com um case específico ou em soluções para um ou mais projetos, o que permite o desenvolvimento de habilidades técnicas e pessoais, como trabalho em equipe e pensamento ágil.

“O universo de recrutamento e seleção se reinventa a todo instante, e, quando o assunto é seleção para vagas de tecnologia, os hackathons têm sido uma opção interessante para empresas que desejam recrutar talentos para atuar com determinadas ferramentas”, afirma Carla Catelan, responsável pela área de aquisição de talentos da Cognizant no Brasil.
Ainda de acordo com Carla, serão 15 horas de aprendizado, que envolve trabalho em equipe, programação, contato com uma plataforma de APIs e networking com os melhores profissionais de tecnologia da Cognizant.

O Hackathon Day será realizado no escritório da Cognizant, em São Paulo. Para participar, os estudantes precisam ter experiência em desenvolvimento de software, inglês intermediário ou avançado e se candidatarem por aqui:

http://www.walljobs.com.br/vagas/hackaton-day-cognizant-rua-jaceru-151-vila-gertrudes-sao-paulo-sp-04705-000 ou http://bit.ly/hackathon_day.

Check Point adquire startup israelense e amplia a segurança de dispositivos IoT

A Check Point® Software Technologies Ltd. (NASDAQ: CHKP), fornecedor global líder em soluções de cibersegurança, anunciou uma nova ferramenta de tecnologia de cibersegurança para IoT. A Check Point é a primeira empresa a oferecer uma solução de segurança consolidada que fortalece e protege o firmware dos dispositivos IoT, fornecendo uma camada de proteção contra os ataques mais sofisticados. A empresa oferecerá essa solução a partir da aquisição da Cymplify, uma startup baseada em Tel Aviv cuja tecnologia será integrada à arquitetura do Check Point Infinity.

A proliferação de dispositivos de IoT em ambientes corporativos e pessoais, bem como nos setores da indústria e saúde, e seus pontos fracos inerentes à segurança, criaram um ponto cego na proteção com o qual os cibercriminosos aproveitam para lançarem ataques cibernéticos de quinta (5ª) e sexta (6ª) gerações. Com isto, eles visam comprometer ou violar a segurança desses dispositivos (como câmeras de vigilância IP), manipular sua operação (invasão de dispositivos médicos) ou, até mesmo, controlar as infraestruturas críticas (como fábricas) que podem derivar em danos substanciais.

Com a tecnologia da Cymplify, agora é possível levar segurança a uma câmera IP, uma Smart TV, um controlador de elevador ou um dispositivo médico, como uma bomba de infusão, e de maneira rápida restringindo e protegendo contra ataques avançados de zero day.

“O anúncio desta aquisição representa o nosso esforço contínuo para proporcionar a melhor cibersegurança em todas as plataformas digitais”, afirma Dr. Dorit Dor, vice-presidente de produtos da Check Point. “As 5ª e 6ª gerações de ciberameaças impulsionam a crescente utilização de plataformas novas e em desenvolvimento incluindo dispositivos IoT, os quais requerem o aumento dos recursos das soluções de cibersegurança.

A incorporação da tecnologia Cymplify na arquitetura Infinity da Check Point reforçará a nossa capacidade de reduzir a exposição dos nossos clientes ao risco cibernético da IoT, e assim combater de forma proativa as ameaças e vulnerabilidades relacionadas à IoT sem interromper operações críticas”, reforça o executivo da Check Point.

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Watch Brasil cresce 40% a mais do que expectativa em seu primeiro ano

A Watch Brasil comemora 40% a mais de clientes do que o planejado para o primeiro ano de operação. A empresa foi o grande destaque deste ano no Encontro Nacional Abrint, o maior evento brasileiro para provedores de internet, e fará sua estreia neste mês na Futurecom, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo. Com mais de 3.000 horas de vídeo na programação exclusiva, incluindo milhares de episódios de séries, filmes, títulos de estúdios independentes, títulos infantis e lançamentos para locação/mês, a plataforma ampliou em 35% as horas de streaming disponíveis e passou a ter conteúdos exclusivos, como as séries para a Geração Z da ‘Awesomeness’.

“Começamos em outubro de 2018 e de lá para cá conquistamos 140 provedores regionais (ISPs) como clientes – nossa meta para este ano era de 100 ISPs. Também estamos nos consolidando com títulos exclusivos, uma das grandes necessidades de empresas de streaming. Neste mês lançamos com exclusividade os conteúdos da Awesomeness para o Brasil, marca criada para a Geração Z com dezenas de títulos, entre séries e filmes. Ao mesmo tempo, novos players importantes entraram no mercado e tivemos que redefinir algumas estratégias”, conta Maurício Almeida, cofundador da Watch Brasil.

O executivo se refere às estratégias de ação para o modelo marketplace, anunciadas como iniciativa da versão 2.0. “A Watch Brasil nasceu com a proposta de ser um agregador de conteúdo e criar um marketplace para estúdios trazerem seus conteúdos. Já oferecemos no modelo o maior aplicativo infantil, o Noggin, no entanto, o mercado do streaming cresceu muito e vem mudando em rápida velocidade. Queremos entender melhor qual será a estratégia de companhias como ESPN e FOX, por exemplo, ambas da Disney, principalmente após o lançamento da Disney+”, conta o executivo.

Conteúdos exclusivos da ‘Awesomeness’ marcam nova fase

Na parte de conteúdo, a Watch Brasil, que já tem parcerias com estúdios como Sony Pictures, Paramount+ e Nick Jr., agora está entrando em novo patamar. “A parceria exclusiva com os conteúdos da ‘Awesomeness’ no Brasil trará uma aproximação com a Geração Z, o público que é o principal consumidor de streaming atualmente”, diz Almeida. A empresa também mira em outros grandes estúdios. “Estamos em negociações avançadas com Warner, Universal, BBC e Disney, por meio da Vubiquity (distribuidor deles no Brasil), o que viabiliza um potencial de aumento de 50% em entretenimento de nossa plataforma”, comenta o cofundador.

Já na área de ativação de assinaturas, a Watch Brasil deve ter um salto ainda nesse trimestre. Atualmente, a plataforma tem em sua base cerca de 95 mil assinantes, mas sabe que nem todos estão ativos entre os provedores regionais. No entanto, a empresa prevê uma virada nesta área a partir da parceria com um grande player de mídia, que será anunciado em breve. “Além de aumentar a base de usuários com mais ISPs parceiros, nosso principal foco para 2019 é melhorar nossa taxa de ativação”, declara Almeida.

Desenvolvimento tecnológico e experiência do consumidor de VOD

A Watch Brasil durante seu primeiro ano também apresentou novidades na plataforma, como uso de tecnologia de inteligência artificial e análise de dados com o foco principal ofertar ao cliente final uma experiência de consumo aprimorada. Mas, além do lado do consumidor final, a empresa também trabalha com a experiência do cliente dela, que é o provedor de internet.

A empresa investiu em integrações com os softwares de gestão empresarial (ERPs) que hoje fazem parte do dia a dia dos ISPs e prepara outras novidades: “Estamos desenvolvendo um backoffice completamente novo para os ISPs. Além disso, todo nosso ecossistema de apps vai mudar a partir de uma nova experiência de usuário (UX) e uma interface bem mais aprimorada (UI)”, anuncia Maurício Almeida.

Lawtech MOL – Mediação Online recebe aporte de US$ 3,5 milhões

A MOL – Mediação Online, primeira plataforma online de resolução, gestão e prevenção de conflitos do Brasil, acaba de captar US$ 3,5 milhões em rodada de investimento série A. A Redpoint eventures, fundo de investimento em venture capital focado em startups de tecnologia na América Latina, liderou a rodada, que também foi acompanhada pelo fundo brasileiro Canary.

Mais de 35 mil casos já foram tratados extrajudicialmente nas soluções da startup, em sua maioria conflitos de grandes empresas com alto número de litígios. Os novos recursos serão utilizados para dar ainda mais escala ao negócio. “Ampliaremos a máquina de vendas e incluiremos novas funcionalidades ao produto, para atender um fluxo de acordo completo e com tecnologia integrada para as empresas”, explica Melissa Gava, CEO da MOL – Mediação Online.

“A Redpoint eventures vem acompanhando a evolução da MOL – Mediação Online desde a sua fundação. Estamos muito orgulhosos em investir na empresa, que, além de um ótimo retorno para o fundo, empreendedores e colaboradores, trará benefícios para o nosso país, ao melhorar a eficiência do sistema judiciário como um todo”, afirma Flavio Pripas, Corporate Venture Officer da Redpoint eventures.

Com a conclusão dessa rodada, a lawtech soma mais de US$ 4,5 milhões em investimentos desde 2017. Os aportes anteriores foram realizados pela aceleradora Wayra Brasil, iniciativa do programa Telefônica Open Future, pela 500 Startups, pelo Canary e investidores anjos.

Impacto e reconhecimento

No mercado desde 2015, ano em que a Lei da Mediação e o Novo Código de Processo Civil foram sancionados, as soluções da MOL – Mediação Online são seis vezes mais econômicas e 30 vezes mais ágeis quando comparadas aos trâmites na Justiça. A atuação da MOL – Mediação Online também promove o aumento no NPS (Net Promoter Score), indicador que avalia a satisfação dos clientes sobre serviços prestados por empresas. Pesquisas feitas pela startup com participantes de mediação e negociação têm gerado, em média, um NPS de 86% – neste índice, resultados acima de 75% indicam excelência no atendimento.

Companhias como Itaú, Magazine Luiza, Ativos S.A., Cogna (antiga Kroton), SOMOS Educação, MercadoLivre, Caixa Econômica Federal e Rodobens já buscaram as soluções da MOL – Mediação Online para resolver conflitos e reconstruir as relações perdidas com clientes, fornecedores e colaboradores. O trabalho da lawtech também foi reconhecido pelo Conselho Nacional de Justiça, com o prêmio Conciliar É Legal 2018, pela primeira vez concedido a uma startup. Na ocasião, o CNJ reforçou a importância da atuação da MOL – Mediação Online em um país que tem 78,7 milhões de processos aguardando uma solução definitiva da Justiça.

100% online

Todas as sessões de mediação e negociação da MOL – Mediação Online são realizadas 100% online, com segurança e validade jurídica. Os acordos firmados na plataforma são formalizados em uma minuta ou petição, que é enviada para assinatura digital das partes. Este documento é um título executivo extrajudicial — reconhecido como compromisso pelo Direito, e nos casos judicializados, a MOL – Mediação Online homologa os acordos judicialmente. Se algum dos lados descumprir o acordo, a parte prejudicada tem caminho facilitado na Justiça para garantir os termos do acordo, porque poderá ir diretamente para a fase de execução.

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TOTVS cria biblioteca gratuita de componentes web em código aberto

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia o projeto Portinari UI, uma biblioteca de componentes web focada no desenvolvimento de interfaces para aplicações corporativas. A iniciativa, baseada em Angular, é aberta a toda comunidade de TI e os usuários podem aproveitar os módulos gratuitamente, com respaldo de que a manutenção dos componentes é feita por desenvolvedores da TOTVS.

Os elementos hospedados na biblioteca Portinari UI aceleram o processo de criação de interfaces para aplicações web, por serem módulos preparados para inclusão direta no código fonte. Esse apoio da TOTVS à comunidade aumenta a produtividade dos profissionais de TI e facilita os processos cotidianos, além de incentivar a criação de novas soluções e fornecer maior flexibilidade e liberdade de escolha às micro e pequenas empresas, principalmente.

Os itens disponíveis vão desde um simples avatar ou tela de login até combos mais complexos, e os usuários podem contribuir apontando bugs e sugerindo melhorias por meio do GitHub. Além disso, o Portinari UI também atende às demandas internas da TOTVS, sendo usado nas interfaces de funcionalidades nas várias linhas de produtos da empresa.

Para Fabio Rocha, gerente de Desenvolvimento de Software da TOTVS, o principal diferencial do Portinari UI é ser a primeira iniciativa em código aberto mantida pela empresa. “Inicialmente, a biblioteca foi criada para atender uma demanda interna de convergência de aplicações. Mas percebemos que a comunidade de TI requisita cada vez mais agilidade e flexibilidade no desenvolvimento de soluções, por isso decidimos direcionar um time específico de devs da TOTVS para alimentar o Portinari”, afirma.

Ao entregar a biblioteca para o público, a TOTVS está apoiando milhares de profissionais de TI a desenvolverem novas tecnologias em tempo reduzido. “Para quem está do outro lado da tela, usufruindo dos módulos disponíveis no Portinari UI, saber que a TOTVS é responsável pelos códigos é sinônimo de segurança e confiabilidade”, completa Fabio.

Para conhecer a plataforma, acesse https://portinari.io/

“São Paulo Play Week”, que começa dia 28, terá Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos

Um dos principais destaques da “São Paulo Play Week”, maior evento brasileiro voltado à criação de games, jogos e brinquedos de impactos social e pessoal transformadores, que será realizada de 28 de novembro a 8 de dezembro, no Campus Butantã da Universidade de São Paulo USP), será o 6º Fórum Acadêmico de Estudos Lúdicos (FAEL), que acontece nos dias 28, 29 e 30.

Organizado pela Rede Brasileira de Estudos Lúdicos (REBEL), o fórum trará a apresentação de trabalhos acadêmicos na área de jogos digitais e sociais, ficção, entretenimento e humor. Além disso, haverá uma exposição de produtos lúdicos selecionados pela comissão organizadora.

“Será um encontro aberto aos interessados no lúdico como trabalho e cultura, onde promovemos a troca de experiência de desenvolvimento, pesquisa e mercado”, explica Ernane Guimarães Neto, presidente da REBEL, criada em 2016, sem fins lucrativos, justamente com o objetivo de fomentar o debate, ampliar o conhecimento, qualificar a produção de jogos e prestigiar os profissionais dessa área transdisciplinar e colaborativa.

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Gi Group anuncia mais de 650 vagas de trabalho para início imediato

Mesmo com a instabilidade econômica, as contratações de temporários para o fim do ano continuam em alta na Gi Group Brasil. A multinacional de recursos humanos está com mais de 650 vagas em aberto, em diferentes posições, para atuar em empresas de grande porte do segmento de varejo, entre elas, a C&A e o Boticário.

A seleção é para reforçar as equipes para atender o crescimento no movimento que costuma acontecer no período de festas e férias. Há vagas para Auxiliar e Operador de Vendas, Caixa, Estoquista e Fiscal de Loja em nove estados brasileiros (BA, DF, ES, MG, PE, PR, RJ, SC e SP), com maior concentração de vagas em São Paulo e Rio de Janeiro.

Os salários são compatíveis com o mercado e variam de acordo com o cargo. Podem se candidatar pessoas a partir de 18 anos e o interessado deve gostar de lidar com público e vendas, ter disponibilidade de horário, ser organizado e dinâmico.

Para candidatar-se, basta acessar o site Contratando, por meio dos links: http://bit.ly/2Nn5PY6 e http://bit.ly/2WPIxNE

As contratações vão até o dia 20 de dezembro e o início é imediato.

Pesquisa mostra que 3 em cada 4 CIOs estão preocupados com o aumento da complexidade das áreas de TI

Dynatrace, líder mundial em inteligência de software, anuncia as conclusões de sua pesquisa global “Top Challenges for CIOs in a Software-Driven, Hybrid, Multi-Cloud World”, com participação de mais de 800 CIOs (Chief Information Officers) de todo o mundo. A pesquisa mostra que a transformação digital, a migração dos dados para a Computação em Nuvem e as maiores demandas para atender os clientes estão criando um crescente aumento na complexidade da TI e nos custos associados ao gerenciamento das redes corporativas. Os líderes técnicos estão preocupados com o efeito que isso tem na performance dos ambientes de tecnologia e nos negócios das organizações.

De acordo com as respostas obtidas na pesquisa, as possíveis perdas de receita (49%) e os danos à reputação (52%) estão entre as maiores preocupações dos CIOs na atualidade, em relação à maior complexidade das redes de TI. Essas preocupações se tornam ainda maiores, à medida que as empresas aceleram a mudança de suas estruturas, migrando das aplicações locais para a Computação em Nuvem.

Além disso, o levantamento indica que as equipes de TI passam 33% do tempo lidando com problemas de performance digital, custando às empresas uma média de US$ 3,3 milhões por ano, um aumento de 34% em comparação com os números registrados em 2018 – quando esse valor representava US$ 2,5 milhões. Para combater esse cenário, 88% dos CIOs dizem que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para ampliar a capacidade das equipes de TI dominarem o aumento da complexidade tecnológica.

As principais conclusões do relatório global de 2019 são:

O Software está transformando todos os negócios – Todas as empresas (de todos os setores) estão se transformando em um negócio de software. Isso porque a maneira como as companhias interagem com os clientes, asseguram experiências de qualidade e otimizam as receitas, hoje, é impulsionada por aplicações e pelos ambientes híbridos de várias Nuvens que os sustentam. Assim, o sucesso ou fracasso das operações está diretamente relacionado ao software que suporta os esforços da organização. Por outro lado, a expectativa por alta performance do software para “executar os negócios” tem ramificações significativas para os profissionais de TI.

 Segundo o relatório, 44% dos CIOs temem que possa haver uma ameaça à existência de seus negócios se suas equipes não conseguirem gerenciar a performance da estrutura de TI.

 Com a complexidade continuando a crescer, 74% dos CIOs acreditam que, em breve, será extremamente difícil realizar ações manuais para gerenciar a performance das redes com eficiência.

A expansão das estratégias corporativas de “Cloud First” está aumentando a complexidade da TI – Por trás dessa revolução de software está a Nuvem corporativa, permitindo que as empresas inovem mais rapidamente e, principalmente, atendam melhor às necessidades dos clientes. A Nuvem corporativa é dinâmica, híbrida, dividida em múltiplas aplicações e desenvolvida em escala Web, contendo centenas de tecnologias, milhões de linhas de código e bilhões de dependências. No entanto, essa transformação não trata apenas de elevar e transferir serviços para o ambiente Cloud: esse cenário também representa uma mudança fundamental na maneira como as aplicações são criadas, implantadas e operadas.

 A maioria dos CIOs já está usando ou planeja implantar microsserviços (88%), contêineres (86%), computação sem servidor (85%), PaaS (89%), SaaS (94%), IaaS (91%) e Nuvem privada (95%) nos próximos 12 meses.

 Em média, a operação de aplicações móveis ou de Web perpassam 37 sistemas ou componentes de tecnologia diferentes. Isso traz um aumento inerente à complexidade de TI, dificultando o gerenciamento de performance às redes das organizações. 

A Era dos Clientes aumenta a pressão para a oferta de experiências melhores – Estamos na Era dos Clientes, na qual o serviço de alta qualidade é essencial para as empresas, sobretudo devido à facilidade com que os clientes experimentam novas ofertas e compartilham suas experiências instantaneamente por meio das mídias sociais. A pesquisa destaca até que ponto as empresas estão lutando para combater a complexidade de TI que ameaça a experiência dos clientes, com os CIOs revelando que:

 Nos últimos 12 meses, as organizações sofreram, em média, seis interrupções de TI nas quais as experiências dos usuários, as receitas ou as operações dos negócios foram impactadas.

As equipes de TI estão sentindo a tensão – A transformação digital, a migração para a Nuvem corporativa e as crescentes demandas dos clientes estão pressionando coletivamente as equipes de TI, que continuam sentindo a tensão, especialmente no que se refere à performance. Revelando a extensão desse dilema, as principais conclusões da pesquisa também mostram que:

 Mais de três quartos dos CIOs (76%) dizem que não têm visibilidade completa sobre a performance das aplicações baseadas em arquiteturas nativas em Nuvem.

 78% dos CIOs estão frustrados por gastar tanto tempo configurando o monitoramento de diferentes ambientes de Nuvem, ao invés de implementar e desenvolver novos serviços.

 As equipes de TI agora gastam aproximadamente 33% do tempo lidando com problemas de performance.

Os CIOs estão procurando a Inteligência Artificial para obter as respostas necessárias para suas operações – Como potencial solução para esses desafios, a pesquisa revela que 88% dos CIOs acreditam que a Inteligência Artificial (IA) será fundamental para a capacidade das equipes de TI dominarem a crescente complexidade de suas redes.

“À medida que a complexidade cresce além dos recursos das equipes de TI, buscar apenas mais mão de obra para atacar o problema não funciona “, diz Bernd Greifeneder, Fundador e CTO da Dynatrace. “As organizações precisam de uma abordagem de Inteligência Artificial radicalmente diferente. Por isso, reinventamos esse caminho desde o início, criando uma plataforma completa, centrada em recursos de Inteligência Artificial determinística, que fornece uma análise verdadeira, não apenas a partir de verificações de correlação.

Diferentemente das abordagens de aprendizado de máquina, a plataforma Dynatrace® não requer um longo período de aprendizado. O Dynatrace® descobre e captura automaticamente dados de aplicações, contêineres, microsserviços, processos e infraestrutura. Em seguida, mapeia automaticamente todas as dependências e interconexões nesses ambientes complexos.

O mecanismo de IA, Davis ™, analisa esses dados e suas dependências em tempo real para fornecer instantaneamente respostas precisas. É esse nível de automação e inteligência que supera os desafios apresentados pela Nuvem corporativa e que permite que as equipes desenvolvam suas soluções de software de forma mais rápida e assertiva, automatizem operações e entreguem melhores resultados de negócios em suas organizações”.

Para acessar o relatório global de 2019, “Top Challenges for CIOs in a Software-Driven, Hybrid, Multi-Cloud World”, visite a página:  https://www.dynatrace.com/global-cio-report/. Esse relatório é baseado em uma pesquisa global, que ouviu mais de 800 CIOs de grandes empresas com mais de 1.000 funcionários, realizada pela Vanson Bourne e encomendada pela Dynatrace.

Stone promove programa de bolsas de estudos com prêmio de até R$20 mil

A Stone, fintech de serviços financeiros, acaba de lançar o Top Minds Challenge, iniciativa que irá premiar os melhores candidatos em conhecimentos lógicos e matemáticos com bolsas de estudos. O primeiro colocado receberá uma bolsa de R$ 20 mil, já o segundo e terceiro lugares receberão respectivamente bolsas de R$10 mil e R$5 mil. Os valores poderão ser utilizados em qualquer instituição de ensino.

“Acreditamos que a melhor forma de mudar e desenvolver o futuro é investindo em educação e, por isso, a Stone investe em uma série de iniciativas similares. Enxergamos oportunidades em todos os cantos do Brasil, e queremos ampliar o alcance desses projetos para garantir que esses talentos maximizem o seu potencial”, explica Fernanda Teich, responsável pela área de educação da Stone.

O desafio terá duas fases: a primeira será um teste on-line de raciocínio lógico. Os melhores colocados serão convidados para realizar uma segunda prova, também on-line ou nos escritórios da empresa, no Rio de Janeiro e São Paulo. Os ganhadores serão anunciados no mês de dezembro.

Os interessados devem se inscrever e realizar a primeira etapa do desafio até 7 de dezembro pelo link www.stone.com.br/desafio.

90% das marcas ainda falham em Customer Experience

Consumidores ao redor do mundo concordam amplamente que as marcas não conseguem oferecer boas experiências aos clientes. De acordo com os resultados da segunda edição da pesquisa global “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends” da Acquia, 90% deles acreditam que as marcas estão errando o alvo em relação à experiência do cliente. Além disso, 94% dos profissionais de marketing concordam com essa afirmação, porém 80% deles acredita que sua própria marca já atende à expectativa dos clientes. A boa notícia é que os consumidores também apontam a personalização como chave para uma boa customer experience (CX): 80% afirmam que marcas que conhecem melhor seus clientes ganham sua lealdade.

“Em muitas empresas, a falta de personalização as impede de oferecer experiências de valor aos clientes. Além disso, com tantas opções disponíveis, as expectativas dos consumidores estão mais altas do que nunca. Hoje, para o sucesso de uma marca, as experiências proporcionadas aos clientes devem não apenas ser extremamente convenientes, mas também provar que a marca os reconhece como indivíduos – e suportam a tecnologia que promete melhorar a interação entre eles. Se as marcas os decepcionarem ou explorarem seus dados pessoais de forma inadequada, os clientes irão para outro lugar. Por isso, oferecer experiências satisfatórias aos clientes se torna indispensável”, comenta Brenno Valerio, gerente regional da Acquia para América Latina.

As descobertas da pesquisa global da Acquia sobre o estado do CX também destacam o delta contínuo entre o dinheiro gasto em tecnologia de marketing e a receita perdida devido à falha na conversão e retenção de clientes. O relatório examina o CX da perspectiva de consumidores e profissionais de marketing e os principais resultados incluem:

Não complique demais o CX: 90% dos clientes pesquisados ​​dizem que uma experiência conveniente é importante e 68% deles apontam que as marcas precisam reduzir o atrito para facilitar sua experiência. Assim, as marcas devem se concentrar em atender às expectativas mais básicas dos clientes, garantindo conveniência.

Personalização é imperativa: a personalização não é opcional, mais da metade (60%) dos clientes pesquisados ​​diz que as marcas não os reconhecem individualmente. Por ser a chave para atender às expectativas de conveniência do cliente e garantir lealdade, a personalização deve permanecer como prioridade.

Tecnologia “aberta” é essencial: para gerenciar os dados necessários para personalização e manter experiências simples e contínuas em vários canais, os profissionais de marketing precisam de ferramentas abertas e adaptáveis e de tecnologia de CX. O relatório aponta que 82% dos consumidores afirmam que a tecnologia deve melhorar suas experiências on-line com as marcas. No entanto, encontrar a tecnologia certa que ofereça isso ainda é um desafio para os profissionais de marketing: 57% deles dizem que a tecnologia tornou mais difícil oferecer experiências personalizadas por conta da falta de integração entre plataformas.

“Os clientes deixaram suas demandas claras e agora é a hora das organizações de marketing responderem a esses desafios”, aponta Valerio. “As marcas devem se concentrar em inovar sua geração de valor e conseguir mostrar vitórias ao longo do processo. Os dados do relatório mostram que a única maneira de atender às expectativas dos clientes é por meio do desenvolvimento de uma prática de personalização. Profissionais visionários estão de olho nas tendências, planejando e executando uma abordagem aberta que oferece personalização, ao mesmo tempo em que atendem as preocupações com a privacidade de dados para aumentar a fidelidade do cliente”, completa.

Mais de 6.000 consumidores e 600 profissionais de marketing na Austrália, Europa e América do Norte contribuíram com o relatório anual “Deliver the CX They Expect: Customer Experience Trends”. Um e-book destacando as descobertas e fornecendo análises está disponível para download em: http://www.acquia.com/resources/ebooks/deliver-cx-they-expect-customer-experience-trends-report.

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Economia Brasileira ensaia recuperação, diz CEMAP FGV

Com base em indicadores disponíveis até dia 14 de novembro de 2019, o Centro de Macroeconomia Aplicada ( (CEMAP) da FGV EESP estima que o crescimento do PIB do terceiro trimestre de 2019 em comparação com o segundo trimestre, já ajustado sazonalmente, deve ser de 0,4%. Se este resultado se confirmar, a economia brasileira apresentará o segundo trimestre de crescimento positivo, mas ainda sem grande aceleração do ritmo de expansão.

A aceleração deve ficar para o último trimestre de 2019 garantindo uma taxa anual próxima a 1%. Os valores detalhados podem ser vistos na Tabela 1. A previsão de crescimento está um pouco acima da mediana do Boletim Focus com dados até o dia 08 de novembro de 2019 que era de 0,92%.

Se a previsão feita neste documento se confirmar, o ano de 2019 será de baixo crescimento econômico no qual
o PIB per capita permanecerá praticamente estável. O monitoramento do último trimestre será bem importante
para nos dar respostas em relação a uma possível retomada da atividade em 2020. O afrouxamento da política
monetária brasileira pode começar a gerar efeitos positivos sobre a atividade, melhorando a perspectiva para 2020.

Na figura 1, apresenta-se a evolução da taxa de crescimento do PIB em relação ao trimestre imediatamente
anterior e a evolução da taxa do trimestre comparada com o mesmo período do ano anterior. Na figura 2 mostra
a evolução esperada para o crescimento acumulado em quatro trimestres.

Breve descrição do modelo:

O modelo desenvolvido no CEMAP permite apresentar estimativas de nowcast para o Produto Interno Bruto Brasileiro (PIB). Com base numa ampla gama de indicadores disponíveis, o modelo desenvolvido permite estimar o que está acontecendo na economia brasileira em tempo real, além de permitir projetar a tendência para os próximos trimestres. O modelo construído baseia-se em técnicas de nowcast que utilizam frequências múltiplas. Os dados que têm alta correlação com o Produto Interno Bruto e estão disponíveis, em geral, antes da publicação do indicador que é feita com quase 3 meses de defasagem. Os dados coletados contém indicadores de atividade doméstica como a Pesquisa Industrial Mensal, indicadores monetários, indicadores de atividade externa, consumo de energia elétrica entre outros. Técnicas de seleção de modelos são aplicadas para escolher os melhores indicadores para a construção da estimativa e da projeção para cada período que se deseja avaliar. O indicador de nowcastganha mais precisão quanto mais próximo do final trimestre estiver a base de indicadores, dado que o conjunto de informações vai se tornando mais completo. Também após final do trimestre é possível fornecer um indicador de postcast, ou seja, o trimestre já terminou mas o PIB ainda não foi divulgado. Como indicadores posteriores ao trimestre já estão disponíveis, é possível utilizá-los também para estimar qual será o valor a ser divulgado.

O que é um Bitcoin?

Mesmo que você não saiba o que é uma criptomoeda, já pode ter ouvido falar sobre o Bitcoin , a principal criptomoeda do mundo. O Bitcoin é a primeira moeda virtual e nasceu após a crise mundial de 2008. Ao contrário das tradicionais, não é emitida por nenhum governo e nem controlado por nenhum Banco Central.

Assim como qualquer outra moeda digital, ela é criptografada e tem circulação global – e com a mesma cotação em todos os países do mundo. Tudo isso sem que haja um órgão regulador capaz de definir sua forma de flutuação e seu valor de mercado.

“Quem quiser adquirir a criptomoeda terá que pagar o que o mercado estabelecer. Como a relação entre demanda e oferta é que dita as regras de preços, quanto menor for a oferta maior tende a ser a demanda e ainda mais elevado deverá ser o preço”, explica Daniel Coquieri, COO da BitcoinTrade, uma corretora de moedas virtuais inteiramente voltada para o mercado brasileiro, com objetivo de facilitar e expandir o modelo no país.

De acordo com o especialista, o limite de unidades é característica comum dos criptoativos, por uma razão simples: cada moeda digital tem uma codificação única.

Como o Bitcoin pode ser usado?

Na prática, é possível usar o bitcoin para realizar reserva de dinheiro, fazer operações de compra e venda e transferências. O primeiro ponto é que quem adquire a moeda aposta na sua valorização ao longo do tempo, o que a coloca como um instrumento para aumento de patrimônio do investidor.

Há a possibilidade de utilização, de fato, do Bitcoin em transações de compra e venda junto a empresas e instituições que aceitam pagamento em moeda virtual. Além disso, existe a transferência de valores entre contas.

“Para quem ainda quer entrar nesse mercado, a ideia é se antecipar. Mais de 80% da quantidade de Bitcoins já está distribuída. Isso quer dizer que restam apenas 20% do total de unidades possíveis”, recomenda Coquieri.

Segundo o COO da BitcoinTrade, os preços desse ativo tendem a se manter em expansão, no longo prazo, por conta do aumento da procura frente à oferta limitada de unidades. “É por isso que mesmo em cenário de desvalorização, o interesse em comprar Bitcoin continua, o que indica que vale a pena preservar o investimento no longo prazo”, ressalta Coquieri.

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