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Vivara e Linx anunciam parceria tecnológica para otimizar estoques e fortalecer operação Omnichannel

A Vivara, maior rede de joalherias do Brasil, anuncia a Linx como nova parceira tecnológica para suas 230 lojas espalhadas pelo país. Por entender que o perfil do consumidor está em constante transformação, a marca investe em soluções tecnológicas para tornar a experiência de compra ainda mais completa, ampliando as possibilidades de integração e fusão entre o físico e o digital.

Para isso, a Vivara habilitará lojas físicas para atuarem também como centros de distribuição estratégicos, capazes de atender aos pedidos gerados em todos os seus canais, inclusive no e-commerce. Além disso, a marca poderá fazer uma verdadeira integração dos estoques. Neste cenário, o consumidor ganhará novas opções na hora de coletar ou receber seu produto, enquanto a rede pode aumentar o fluxo de seus pontos de venda, além de diminuir custos logísticos.

Com a novidade, a Vivara passa a ter um sistema omnichannel atendendo pedidos originados em qualquer canal independentemente de onde o estoque esteja localizado, evitando possíveis rupturas. Com isso o consumidor ganhará mais flexibilidade e agilidade na escolha de como comprar e receber seu pedido.

“Desde 2016, a Vivara caminha em direção à transformação digital com o Omnichannel. Esse é mais um passo para evoluir a governança do nosso negócio e oferecer a melhor experiência tanto em lojas próprias ou e-commerce. Todas trabalhando com o mesmo propósito: permitir ao consumidor escolher quando, onde e como ele obterá nossos produtos”, explica Marina Kaufman, VP de Marketing da Vivara.

Para Alessandro Gil, diretor executivo de E-commerce, Omnichannel e Marketplace da Linx, “no varejo, a transformação digital é estimulada pela necessidade de oferecer aos consumidores uma experiência fluida entre o mundo físico e o virtual. O resultado é uma espiral positiva de vendas, uma vez que o varejista reforça seu relacionamento com o consumidor, obtém mais dados sobre ele, passa a compreender suas necessidades e realiza ações mais personalizadas”.

InovAtiva Brasil participa da conferência anual de startups e empreendedorismo e anuncia novos projetos para 2020

Durante os dias 28 e 29 de novembro, o InovAtiva Brasil , programa de aceleração de startups, realizado pelo Sebrae e Ministério da Economia, irá participar da 5ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo (CASE 2019) e aproveitará a ocasião para anunciar os novos projetos para 2020. O evento, considerado um dos principais voltados para o ecossistema de startups e empreendedorismo da América Latina, acontecerá no Transamerica Expo Center, em São Paulo.

Em parceria com ArcelorMittal e Darwin Startups, as startups irão receber mentorias gratuitas e participar de desafios. Com duração de 45 minutos – sendo 20 para cada startup – as mentorias têm como objetivo incentivar a troca de conhecimento e experiência entre as startups e mentores. Ao todo, serão três mentores convidados que irão auxiliar os empreendedores em relação ao potencial do seu negócio e dar dicas de como crescer em seu mercado de atuação, totalizando seis negócios atendidos no estande do Sebrae.

Em conjunto com a Darwin Startups, o InovAtiva também terá como missão conectar as startups participantes com desafios propostos pelos parceiros da aceleradora, como: B3, Neoway, Safra, TransUnion e RTM. Cada empreendedor terá que realizar um pitch para três jurados com duração de cinco minutos, seguido de perguntas e feedbacks. As áreas que serão englobadas com essa dinâmica são: Fintech, Telecom, Big Data, Smart Cities, Health Tech, AgTech, IoT e Logística.

Por fim, junto com a Arcelor Mittal, oito rodadas de negócios com duração de 20 minutos serão realizadas durante o CASE. Na ocasião, as startups terão como desafio desenvolver projetos e estratégias para melhorar algumas áreas de atuação da empresa.

Para Gustavo Ene, Secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, o evento será uma excelente oportunidade para mostrar a importância de um programa de aceleração para startups, além de divulgar os planos que temos para o próximo ano.

“Mais 2 mil startups de todas as regiões do Brasil já participaram do programa InovAtiva e mais de 900 delas chegaram à fase de apresentar seus negócios em bancas presenciais com investidores de 2013 até hoje. São iniciativas como a nossa que ajudam a agilizar o processo para que essas empresas ganhem mercado, utilizando mentoria, capacitação, conexão com o mercado e vivência experimental, além de proporcionar acesso a investimentos e recursos. Além disso, queremos aproveitar o alto fluxo de pessoas que irão participar do CASE para anunciarmos nossas novidades para 2020”, finaliza.

PepsiCo lança desafio de ideias para redução do desperdício de plástico

Com o objetivo de incentivar jovens na América Latina e no Caribe a apresentar ideias para a redução de resíduos plásticos, a PepsiCo, em parceria com a Young Americas Business Trust (YABT) e a Organização dos Estados Americanos (OEA), está lançando a 11ª edição do Eco-Desafio. O foco na identificação de soluções sustentáveis, com alto potencial de implementação, permitirá a PepsiCo avançar em direção à sua visão de ajudar a construir um mundo onde os plásticos nunca precisem se tornar lixo. Jovens, entre 18 e 34 anos, podem se inscrever até o dia 31 de dezembro por meio do site: http://ticamericas.net/eco-desafio/ .

O Eco-Desafio tem como objetivo promover o empreendedorismo através do empoderamento dos jovens, capazes de contribuir com soluções criativas e de alto impacto. No Brasil, o programa considera as seguintes categorias:

• Além da Garrafa e do Pacote: Soluções inovadoras e novas tecnologias focadas na criação de alternativas para os materiais das garrafas e dos pacotes e/ou na sua substituição. Soluções para pós-uso do consumidor de material PET também serão consideradas nesta categoria.

• Reciclagem e uso Pós-Consumo do BOPP: Soluções inovadoras para reciclar BOPP (material usado em embalagens flexíveis, como as de salgadinhos), bem como soluções para pós-uso do material pelo consumidor.

“A PepsiCo vem trabalhando ativamente há alguns anos em programas de reciclagem, apoiando a educação, o empreendedorismo e capacitando cooperativas de reciclagem. Reconhecemos que não podemos criar mudanças sustentáveis ​​sozinhos, por isso trabalhamos para ampliar nossas estratégias por meio de parcerias e assim aumentar seu impacto. Convidamos os jovens a serem nossos aliados nesse processo e contamos com a grande criatividade que os diferenciam para encontrar soluções inovadoras que nos permitam continuar avançando nessa visão “, afirma João Campos, CEO da PepsiCo Brasil Alimentos.

“O Eco-Desafio e nossa aliança de mais de onze anos com um parceiro de primeiro nível, como a YABT, é uma grande oportunidade para expandir nossos esforços pela redução do desperdício de plástico e reinvenção de nossas embalagens. É incrível ver o nível de compromisso que os jovens têm para ter um impacto positivo e apresentar inovações que combinam seus conhecimentos e habilidades, juntamente com sua experiência e entendimento de ciência, tecnologia e desenvolvimento sustentável”, reforça Ricardo Maldonado, general manager de Bebidas da PepsiCo Brasil.

O Eco-Desafio é a categoria especial de inovação sustentável da Competição de Talento e Inovação das Américas (TIC Americas). O programa está em vigor desde 2009 e, ao longo de suas dez edições, já recebeu 17.448 propostas de negócios entregues por 22.920 jovens em mais de 33 países. O programa oferece treinamento gratuito a todos os participantes, além de patrocínio para as equipes que chegarem às Finais e prêmios de US$ 5.000 para os vencedores de cada categoria, entre outros benefícios.

Para mais informações sobre o Eco-Desafio e como se inscrever, acesse http://ticamericas.net/eco-desafio/

Livro aborda regulação das novas tecnologias financeiras

A evolução tecnológica somada às novas regras voltadas ao sistema financeiro e de pagamentos têm provocado uma transformação no ambiente regulatório deste setor. Em razão do novo cenário que se forma, marcando uma nova fase do sistema financeiro e de pagamentos brasileiro, o advogado Pedro Eroles, sócio da área de Bancário, Meios de Pagamento e Fintechs do Focaccia, Amaral e Lamonica Advogados (FAS), organizou e coordenou a obra “Fintechs, Bancos Digitais e Meios de Pagamento – Aspectos Regulatórios das Novas Tecnologias Financeiras”, que conta com prefácio de João Manoel Pinho de Mello, Diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução do Banco Central, e participação de relevantes nomes do setor.

Por se tratar de um setor em transformação, Eroles convidou como autores diversos líderes de departamentos jurídicos que estão vivenciando as mudanças e inovações no dia a dia.

A obra, que resultou em 21 artigos, foi publicada pela editora Quartier Latin e será lançada no dia 5 de dezembro, na Livraria da Vila, em São Paulo.

Data – 5 de dezembro de 2019
Horário – às 17h
Local – Livraria da Vila (Av Juscelino Kubistchek, 2041 Vila Olímpia – São Paulo/ SP)

Gartner prevê que receita mundial de serviços em Nuvem Pública crescerá 17% em 2020

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, prevê que o mercado mundial de serviços de Nuvem Pública crescerá 17% em 2020, totalizando US$ 266,4 bilhões, contra US$ 227,8 bilhões em 2019.

            “Nesse momento, a adoção de serviços em Nuvem é algo predominante”, diz Sid Nag, Vice-Presidente de Pesquisa do Gartner. “As expectativas dos resultados associados aos investimentos em Nuvem também são mais altas. A adoção de soluções de próxima geração quase sempre se refere a soluções ‘aprimoradas em Nuvem’, o que significa que elas se baseiam nos pontos fortes de uma plataforma Cloud para oferecer recursos de negócios digitais”.

            A oferta de Software como Serviço (SaaS) continuará sendo o maior segmento de mercado, com previsão de faturamento de US$ 116 bilhões no próximo ano, devido à escalabilidade do modelo baseado em assinatura (consulte a Tabela 1). O segundo maior segmento de mercado refere-se aos serviços de Infraestrutura de Sistemas em Nuvem, ou Infraestrutura como Serviço (IaaS), que chegará a US$ 50 bilhões em 2020. O Gartner prevê, ainda, que a oferta de IaaS crescerá 24% ano a ano, o que representa a maior taxa de crescimento em todos os segmentos de mercado. Essa alta é atribuída às demandas de aplicações e cargas de trabalho modernas, que exigem uma infraestrutura que os Data Centers tradicionais já não podem mais atender.

Tabela 1. Previsão mundial de receita de serviço de Nuvem pública (em bilhões de dólares)

 
2018
2019
2020
2021
2022
Serviços de processos de negócios em Nuvem (BPaaS)
41,7
43,7
46,9
50,2
53,8
Serviços de plataforma de aplicações em Nuvem (PaaS)
26,4
32,2
39,7
48,3
58
Serviços de software em Nuvem (SaaS)
85,7
99,5
116
133
151,1
Serviços de gerenciamento e segurança em Nuvem
10,5
12
13,8
15,7
17,6
Serviços de infraestrutura em Nuvem (IaaS)
32,4
40,3
50
61,3
74,1
Total
196,7
227,8
266,4
308,5
354,6

BPaaS = business process as a service; IaaS = infrastructure as a service; PaaS = platform as a service; SaaS = software as a service
Nota: Os totais podem não corresponder devido a arredondamentos.

Fonte: Gartner (Novembro de 2019)

            Várias formas de Computação em Nuvem estão entre as três principais áreas em que a maioria dos Chief Information Officers (CIOs) globais aumentará seus investimentos no próximo ano, de acordo com o Gartner. À medida que as organizações aumentam sua dependência das tecnologias em Nuvem, mais as equipes de TI estão correndo para adotar aplicações já criadas no modelo nativo de Cloud e realocar seus ativos digitais existentes. “Construir, implementar e amadurecer estratégias de Nuvem continuará sendo a principal prioridade nos próximos anos”, afirma Nag.

            “O cenário de serviços gerenciados em Nuvem está se tornando cada vez mais sofisticado e competitivo. De fato, até 2022, mais de 60% das organizações usarão uma oferta de serviços de Cloud gerenciada por um provedor de serviços externo, o que representa o dobro da porcentagem de organizações que adotavam este formato até o ano de 2018″, explica o analista. “Recursos nativos de Nuvem, serviços de gestão de aplicações, operações Multicloud e infraestruturas Híbridas compreendem um ecossistema de Nuvem diversificado que será um importante diferencial para os gerentes de produtos de tecnologia. A demanda por resultados estratégicos obtidos por meio de serviços em Nuvem sinaliza uma mudança organizacional em direção aos resultados de negócios digitais”.

Os 10 eletrônicos mais buscados no período que antecede a Black Friday

A Black Friday é um dos períodos mais esperados para realizar compras gastando pouco ou aproveitar as promoções e descontos em todo o comércio. Na OLX, maior plataforma de compra e venda do país, é assim o ano inteiro. Diariamente, cerca de meio milhão de anúncios são publicados e mais de 2 milhões de vendas de produtos novos e seminovos são realizadas todos os meses, principalmente os itens tecnológicos que, além de sua revenda ser vantajosa tanto para quem compra como para quem vende, estimula a cultura de consumo colaborativo. “Tradicionalmente, os eletrônicos estão entre os itens mais procurados durante a Black Friday. Hoje, na OLX, “eletrônicos e celulares” conta com mais de 1,4 milhão de anúncios e os dez itens mais buscados representam 68% da demanda nesta categoria. Como o brasileiro já adotou o novo hábito de consumo de se apegar e desapegar, o tempo de vida útil desses produtos aumentou e a nossa plataforma é o lugar para encontrá-los”, diz Phillip Klien, Chief Growth Officer da OLX.

Veja ranking dos 10 eletrônicos mais buscados nos dias que antecedem o período de promoções preferido dos consumidores da Black Friday:

1. Celular
2. Vídeo Game
3. Televisão
4. Notebook
5. Som Automotivo
6. Computador Desktop
7.Tablet
8. Vídeo Game Portátil
9. Câmera Fotográfica
10. Impressora

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Maratona de inovação traz desafio para mobilidade sustentável

Entre os dias 21 e 24 de novembro, acontece o Inovathon 2019, maratona de inovação realizada pela Scania Latin America desde 2016. A quarta edição da competição tem como objetivo fomentar junto a alunos e à sociedade ideias que promovam a melhoria da mobilidade por meio da sustentabilidade e da inovação.

A edição deste ano contará com 25 universitários, de nove diferentes Estados do Brasil e 17 universidades – e dos mais diferentes cursos, como administração, engenharia elétrica, medicina, design, relações públicas, entre outras -, que se reunirão em São Paulo para vivenciarem uma série de experiências para pensar mobilidade urbana no país.

“O projeto começou como um hackthon e cresceu, hoje são três dias de muita troca de conhecimento e aprendizagem.”, explica Patricia Acioli, responsável por Corporate Relations da Scania Latin America. “Por meio de uma programação dinâmica e intensa, misturamos vivência e conteúdo, e, ao lado de nossos parceiros, fomentamos soluções para uma mobilidade segura, eficiente, limpa e acessível.” completa. Este ano, IBM, Loggi, Cabify, ViaQuatro, Ericsson e ABB apoiam o projeto e vão compartilhar com os estudantes sua visão de mobilidade sustentável.

Em 2019, a fase de seleção contou com três etapas para chegar aos finalistas que participam do Inovathon, divididos em cinco equipes – de cinco pessoas cada. Na quinta-feira, 21, as equipes sairão pela cidade de São Paulo para entender a mobilidade urbana da maior metrópole do País. Na sexta-feira, 22, antes de começar a maratona, os participantes vão visitar e receber mentorias dos parceiros. Nas últimas 24 horas, as equipes terão o desafio de apresentar uma solução para um estudo de caso.

Na visita à Cabify, por exemplo, os estudantes baterão um papo com Luis Saicali, Head de Growth da startup, e participarão de quiz bem animado com informações sobre mobilidade sustentável e sobre o trabalho da Cabify. Os vencedores ganharão um kit da empresa.

“Consideramos muito importante o setor de mobilidade se unir para promover a sustentabilidade. Entendemos que todos os meios de transporte são importantes e devem ser acessíveis para que as pessoas deixem cada vez mais de ter carro próprio para poder usufruir de um serviço de mobilidade sustentável e intermodal. Estamos muito felizes de fazer parte do Inovathon com a Scania e temos certeza que conquistaremos nosso objetivo de transformar as cidades em lugares mais limpos”, pontua Saicali.

Claudelino Pereira Lima Oliveira, estudante de Engenharia Elétrica da Universidade Federal da Bahia, é um dos 25 finalistas e destaca a importância de projetos como o Inovathon. “Estou muito contente de poder participar de uma maratona como essa. Quem vive em regiões periféricas, como o meu caso em Salvador, conhece bem os problemas da mobilidade, então fico feliz de poder participar de debates com esse foco e da construção de um melhor sistema de mobilidade. A multidisciplinaridade do projeto também é interessante. Meu grupo será formado por estudantes de engenharia, relações públicas, administração e até design”, pontua.

Já Marina Araújo Ferraz Feitosa, estudante do curso de Design na Universidade Federal de Pernambuco, enxerga no Inovathon a oportunidade de conhecer e se conectar com mentes criativas. “É uma oportunidade incrível de conhecer pessoas com criatividade. O mundo precisa disso. Precisamos repensar a forma como organizamos nossas cidades e transformá-las em locais mais humanos e sustentáveis”, diz.

Estudante de Medicina e morador de Manaus, no Amazonas, Leonardo Maquiné Hermont é mais um participante da quarta edição do Inovathon. Para ele, a sua geração e as próximas são as que estão sentindo na pele as mudanças climáticas. “Minha geração tem sido impactada diretamente com as questões do clima, por isso essa iniciativa da Scania é tão importante, colocando os jovens no debate para a melhora da mobilidade e da otimização de transporte”, explica.

Os vencedores da edição 2019 ganharão uma viagem para a Europa e conhecerão a sede da Scania na Suécia, além de percorrem uma programação especial com foco em inovação, tecnologia e sustentabilidade.

Edições anteriores

O Inovathon é uma competição criada pela Scania que reúne universitários de todo o Brasil com o propósito de fomentar a discussão e ampliar o conhecimento sobre o transporte sustentável.

A primeira edição, em 2016, reuniu 25 universitários de diversas partes do país para desenvolver um projeto de gerenciamento logístico utilizando os conceitos de conectividade e tecnologias de monitoramento e direção autônoma. O grupo vencedor era formado por alunos da Universidade Federal do ABC (UFABC), do Centro Universitário Fundação Santo André, Centro Universitário FEI e da Universidade de São Paulo (USP).

Em 2017, o Inovathon comemorou a presença da Scania no Brasil há 60 anos e viajou pelo país em busca das melhores equipes, passando pelas cinco regiões do país, com etapas em Porto Alegre (RS), Manaus (AM), Brasília (DF) e Fortaleza (CE). A etapa da região sudeste foi realizada na sede da empresa, em São Bernardo do Campo (SP), no ABC Paulista.

Os vencedores de cada região embarcaram para a grande final, realizada no LPC (Logistic Parts Center), centro logístico de peças de reposição da Scania para a América Latina, na cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo. A grande campeã foi a equipe Norte (Manaus), formada por estudantes da Universidade Federal do Amazonas (UFA), Universidade do Estado do Amazonas (UEA) e Centro Universitário do Norte (Uninorte).

Já em 2018, foram 72 horas de maratona, tendo como vencedora a equipe de estudantes de Campinas (SP), São Bernardo do Campo (SP), Brasília (DF) e Taquara (RS), que desenvolveu o MobiBus, uma solução que integra periferias a zonas com melhor malha de transportes coletivos. A edição contou com parceiros de inovação e mobilidade, como Oracle, Siemens, Ericsson, Yellow e Tecnowise.

Brasileiros são os mais preocupados com impactos da tecnologia em suas carreiras

Os profissionais brasileiros são os mais preocupados com os possíveis impactos das novas tecnologias em suas carreiras e estão entre os mais cautelosos às consequências da globalização. Como consequência, o Brasil é também um dos países onde mais trabalhadores reservam tempo para se capacitar visando o mercado futuro.

As informações vêm do novo estudo do Boston Consulting Group (BCG), realizado em parceria com a The Network, e que teve como objetivo avaliar a conscientização dos profissionais sobre as mudanças pelas quais a indústria e o mercado de trabalho passarão nos próximos anos. Intitulado Decoding Global Trends in Upskilling and Reskilling , o estudo contou com a participação de mais de 366 mil entrevistados – com idade a partir de 20 anos – de 197 países.

De acordo com o levantamento, 65% dos brasileiros entrevistados acreditam que a ascensão das novas tecnologias – como automação, inteligência artificial e robótica – irão afetar as suas profissões nos próximos anos. O Brasil foi o líder em respostas afirmativas nesse quesito, ficando bem acima da média global (49%).

Quando perguntados sobre os impactos da globalização – o que inclui comércio internacional e outsourcing -, os brasileiros também estiveram entre os mais apreensivos: 69% responderam acreditar que esses fatores afetarão suas vidas profissionais, índice que colocou o país abaixo apenas de Nigéria e Myanmar. Na média global, 45% dos entrevistados disseram ter a mesma preocupação.

O estudo aponta também que 74% dos brasileiros dedicam parte de seu tempo se capacitando para os possíveis impactos da tecnologia e da globalização em suas carreiras. O Brasil é 11º da lista global. Na média, 65% dos entrevistados afirmaram ter a mesma aplicação.

“A análise do estudo mostra que os profissionais brasileiros estão procurando se adaptar proativamente às mudanças no mercado de trabalho. Preocupados com as futuras exigências, eles estão buscando desde já adquirir novas competências”, analisa Manuel Luiz, sócio e líder da área de Pessoas & Organização do BCG Brasil.

As habilidades que os brasileiros consideram mais importantes para as suas carreiras no futuro são comunicação, adaptação e liderança.

Mudança de carreira é realidade

A América Latina é a região onde os profissionais se mostram mais dispostos a se requalificar visando uma nova profissão (84%). Os principais responsáveis por essa posição são o México – onde o índice chega a 90% – e países do Caribe. O Brasil – onde 75% dos respondentes afirmaram estar pré-dispostos a mudar de carreira – foi o 35º nesse quesito na lista global.

Os profissionais mais propensos a mudar de área trabalham atualmente com: Vendas (75%), Administração (73%) e Serviços (73%). Os menos propensos atuam nos setores: Ciência (59%), TI (59%) e Jurídico (58%).

Quanto maior o nível de escolaridade, menor é a disposição dos profissionais em mudar de carreira – o estudo atribui como a principal razão o tempo que eles já investiram para se qualificar. Mesmo assim, os números são altos para todos os níveis: 56% dos doutorados estão abertos às mudanças, assim como 64% daqueles com diploma de mestrado.

Tendência autodidata

A maioria dos entrevistados prefere se capacitar por conta própria (63%) ou no trabalho (61%). A tendência à qualificação autodidata é reforçada por outros dois quesitos: 30% utilizam plataformas educacionais online e 24%, aplicativos móveis. No Brasil, a tendência segue sentido oposto: a maior parte (64%) prefere as instituições de ensino tradicionais; na sequência aparecem capacitação por cursos online (49%) ou no próprio trabalho (48%).

Confira a íntegra do estudo em: http://www.bcg.com/de-de/publications/2019/decoding-global-trends-upskilling-reskilling.aspx

Inovação com propósito: a tecnologia como uma força para o bem

Por José Duarte, presidente da VMware Brasil

Não é segredo que empresas que abraçam causas em prol da sociedade têm muito a ganhar; seja no âmbito dos negócios, no social ou no corporativo. Quando o assunto é a tecnologia, essa questão se torna ainda mais fundamental, uma vez que esta tem o potencial de resolver os grandes problemas do nosso dia a dia e ajudar na construção de um mundo mais inclusivo, igualitário e seguro para todos.

Uma pesquisa da Edelman Intelligence sobre o avanço das novas tecnologias e o seu impacto na sociedade, mostra que 78% dos brasileiros acreditam que é possível tomar decisões de negócios capazes de, ao mesmo tempo, aumentar os lucros das empresas e gerar resultados econômicos e sociais positivos nas comunidades em que estão inseridas. Mais do que possível, isso já se tornou realidade em muitas companhias.

Recentemente, a VMware, em parceria com o Instituto Federal do Rio Grande do Norte, implementou um laboratório virtual. Através da tecnologia, os alunos passaram a ter acesso ao laboratório por meio de qualquer dispositivo, independente da hora e lugar, melhorando e democratizando o ensino. O projeto já impacta cerca de 100 alunos e deve chegar a quase mil até o fim de 2019.

O exemplo do IFRN é uma demonstração de como é possível e, sobretudo, necessário enxergar oportunidades ao encontrar um obstáculo pela frente. Usar a inovação para oferecer serviços e experiências que transformam não só os negócios, mas também a sociedade como um todo, é utilizar a tecnologia como força motora para o bem. Isso vai desde soluções simples, tais como a adoção de recursos para otimização de data centers (colaborando com a redução na emissão de CO2), até as menos evidentes, como inteligência artificial e automação para reduzir o tempo de espera em um semáforo à noite (contribuindo para a segurança da população local).

É importante reforçar que quando se investe em tecnologia para o bem, também ganha-se no ambiente corporativo, da porta para dentro. Quando a empresa usa a inovação para promover o bem-estar do funcionário, propiciando um ambiente mais saudável, aumenta o engajamento e a taxa de retenção de talentos. Hoje, já é possível ter acesso a qualquer conteúdo, de qualquer lugar, por meio de diversos dispositivos. Permitir que os colaboradores trabalhem de onde estiverem, evitando por exemplo estar em trânsito em horários de pico, é uma forma de usar a tecnologia para o bem.

Quanto mais as empresas pensarem em seus projetos de forma humanizada, maior a chance do resultado impactar o mundo de forma positiva. Esse cenário não acontece da noite para o dia, nem de maneira individualizada; a inovação é muito mais poderosa quando é trabalhada em conjunto. O uso inteligente da tecnologia, e não só a mera utilização desta, acontece quando todos saem ganhando, especialmente a sociedade.

GeekHunter recebe aporte de R$ 2 milhões da 42K Investimentos, Grupo Bossa Nova, Gávea Angels e Hangar 8

A GeekHunter, empresa de tecnologia com soluções voltadas para o mercado de recrutamento de desenvolvedores de software, acaba de anunciar o aporte de R$ 2 milhões da 42K Investimentos, com participação do grupo Gávea Angels, Bossa Nova e Hangar 8.

Fundada em 2015 pelos gêmeos Tomás e Celso Ferrari, a GeekHunter conta hoje com mais de 4,5 mil empresas e mais de 90 mil profissionais cadastrados na plataforma e busca inovar no mercado de recrutamento de profissionais de TI, minimizando o tempo de contratação. De forma transparente, a ferramenta evita entrevistas desnecessárias com profissionais que talvez declinem a proposta por não condizer com as suas expectativas, como ocorre no formato das contratações tradicionais.

“A GeekHunter une esforços e tecnologia para apresentar apenas os profissionais mais seletos de alta performance para imprimir uma maior velocidade nos processos seletivos, e uma contratação mais certeira do que a tradicional. Por isso, grande parte do investimento que recebemos será alocada em tecnologia, porque queremos acelerar ainda mais o desenvolvimento do produto e otimizar o sistema de conexão entre os melhores desenvolvedores com as empresas mais buscadas. Além disso, nossa expansão para outros estados do Brasil é fundamental para conectar profissionais e empresas que estão também em outros polos de tecnologia”, conta Tomás.

Pela plataforma, as empresas oferecem convites de entrevistas já com a descrição da posição, salário, benefícios e dados da contratante, para que então venham a ter uma entrevista formal com desenvolvedores que tenham o perfil desejado, ou seja, o processo de recrutamento é invertido em prol de todos os envolvidos. A partir disso, as organizações podem filtrar os selecionados por tipos de linguagem de programação, pretensão salarial, além de visualizar os testes com a nota obtida, qualidade do código e tempo dedicado em cada questão.

Já para os candidatos, a plataforma é 100% gratuita, e não há obrigação de aceitar qualquer oferta ou de conversar com as empresas. O processo é totalmente online e o candidato pode escolher se quer ficar invisível para alguma empresa, como por exemplo as organizações onde tenha trabalhado anteriormente ou para seu atual empregador. Além disso, caso o candidato seja contratado, ele recebe um bônus de até R$ 2 mil da GeekHunter por ter participado do processo seletivo pela plataforma.

As empresas levam, em média, dezesseis dias entre a abordagem do candidato e o aceite da proposta formal. A inteligência e tecnologias focadas no match entre candidatos e oportunidades garantem uma elevada taxa de conversão de entrevista em contratações. Clientes da GeekHunter entrevistam, em média, cinco candidatos para cada contratação realizada.

“Os profissionais na área de tecnologia amam o fato de que damos a eles o poder de escolher o que realmente interessa em sua próxima oportunidade de carreira, e tornamos o processo todo mais simples. Em contrapartida, funciona bem também para empresas porque nós garantimos a elas uma lista dos melhores profissionais, abertos e engajados a novas oportunidades”, finaliza o CEO.

Quatro procedimentos para uma Black Friday de sucesso

Por trás do sucesso de vendas da Black Friday existe um cenário diferente das filas e produtos esgotados: a preparação fiscal das empresas. Um dos procedimentos essenciais e quanto mais cedo for feito, melhor. É essa organização fiscal que irá impactar diretamente o sucesso da Black Friday para os lojistas e comerciantes, principalmente nesse momento de alta nas vendas.

O evento não acontece apenas no dia, existe todo um backstage, um trabalho de organização que fará a diferença ao final da promoção. É importante frisar que de nada adianta vender todo o estoque se o lojista fechar o mês sem todos os documentos fiscais organizados – encerrando assim o balanço no vermelho, independente do sucesso nas vendas.

A Arquivei, que fornece tecnologia de monitoramento, gestão e inteligência de documentos e dados fiscais explica como se preparar para esse boom das vendas com a chegada da Black Friday.

Na lista abaixo conheça quatro procedimentos essenciais para concluir a Black Friday com sucesso:

Preparo e organização para garantia da Segurança Fiscal

A gestão e organização dos documentos não ocorre somente durante o período de vendas, esse esquema deve estar preparado após a compra do estoque e a partir de então, manter a ordem para facilitar todo o processo, desde a compra até a organização do depósito. A garantia da segurança fiscal vem acompanhada do gerenciando as NFs de maneira eficiente. Durante esse período o aumento na produção de documentos fiscais é elevado, a organização pré-evento também facilita e diminui as chances de um retrabalho no pós-evento.

Gerenciamento de DFes

Atualmente, muitas pessoas passaram a fazer as compras de Natal durante a Black Friday para aproveitar os descontos e evitar o atraso nas entregas. A organização das notas fiscais é imprescindível para os comerciantes nesse momento, garantindo o êxito do evento.

Controle de Notas de Devolução

Com uma organização eficaz previamente realizada, tudo ficará mais fácil e tranquilo ao final do evento. A organização das notas de devolução também é um trabalho essencial para um controle mais eficaz, agilizando o procedimento de organização também dessas notas. Assim, ao final da época promocional – quando começam as trocas e devoluções – se ele estiver as notas organizadas, só vai facilitar ainda mais esse procedimento.

Chargebacks

É necessário também estar preparado para os chargebacks, que são os cancelamentos de compras online realizadas com cartão de débito ou crédito – muito comum nesse momento. Muitas vezes esse procedimento acontece em caso de fraude, erro no valor final (cobrando mais na fatura do cliente), não recebimento da mercadoria e em casos raros, erro no processamento do banco.

Toda essa organização é oferecida dentro da plataforma Arquivei: o comerciante pode gerenciar e organizar os eventos por demandas – e além disso, armazená-las em nuvem. A Arquivei é uma plataforma que também permite buscar e filtrar notas fiscais de acordo com dados da nota, como por data, CFOP, quantidade, cor e modelo.

Greentech Challenge tem sua primeira edição no Brasil

Novas demandas por tecnologias de impacto ambiental, tanto da indústria quanto dos consumidores finais, apontam para o aumento mundial de investimentos nesta área. Para apresentar estas iniciativas, a empresa dinamarquesa Green Innovation Group vem ao Brasil pela primeira vez. Ela é uma das líderes em buscar inovação “verde” pelo mundo. Para começar esta relação com o país, a Green Innovation traz seu evento Greentech Challenge para São Paulo.

Realizado no Cubo Itaú dia 28 de novembro, o evento será dedicado à compreensão e discussão do mercado de “negócios verdes”. Estarão presentes players como Marcos Penido, Secretário de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, que apresentará o Projeto Poluição dos rios Pinheiros e Tietê; Ricardo Gravina, da Climate Ventures; e Gustavo Junqueira, da Inseed.

Assuntos como Investimento de Impacto Sustentável global e local, Green Venture Capital Global e Brasil e Blockchain serão abordados em painéis. Estão confirmados também o dinamarquês Martin Petersen, diretor do Green Innovation Group e criador do evento, e Alessandra Sollberger, suíça de origem brasileira que é líder no mercado de blockchain global e CEO da Evermore Health.

Além disso, 12 startups brasileiras selecionadas pela Green Innovation finalizarão um intenso bootcamp (programa de imersão) de três dias, apresentado no palco suas iniciativas para participantes.

“O objetivo é trazer empresas cujos produtos tenham rentabilidade comprovada e validada. Há uma grande demanda por alternativas que, futuramente, poderão se tornar o produto principal no lugar de materiais e também ser formas de energia. Segundo o monitoramento do banco Credit-Suisse, 80% dos investidores pertencentes à geração Millenial têm interesse em negócios de impacto ambiental”, explica o representante do grupo dinamarquês no País, Tiago Brasil Rocha.

A base de dados da aceleradora conta com mais de 6 mil tecnologias de impacto mapeadas globalmente. Das startups aceleradas pela Green, mais de 70% que participaram do Greentech Challenge aumentaram o capital em cerca de 500 mil euros. São iniciativas nas áreas de aquacultura, blockchain, nanotecnologia, indústria 4.0, lixo, agricultura, energia via biomassa e Internet das Coisas (IOT), entre outras.

O evento traz ao país um olhar mais mercadológico para o meio sustentável: um segmento com empresas de rentabilidade comprovada e validada, escalabilidade global e com soluções necessárias para as futuras necessidades do campo, indústria e consumidores.

“O Greentech Challenge propõe uma mentalidade invertida, na qual o propósito das ideias das empresas vêm antes de sua rentabilidade, e conecta estas ideias com interessados”, afirma Tiago.

Dinâmica do bootcamp

Durante os 3 primeiros dias – entre 25 e 27 de novembro – uma seleção de 12 empresas promissoras será treinada, por meio de interações com grandes mentores na FEA-USP. Os critérios para a seleção foram: negócios já ativos no mercado, com potencial de venda, que despoluem o meio ambiente e reduzem dióxido de carbono (CO2).

Entre os parceiros na mentoria estão o Itaú, os escritórios de advocacia Tozzini Freire, brasileiro, e J. Pereira da Cruz, português, a Secretaria de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, a Brain Business School, escola de empreendedorismo, entre outros.

No dia 28/11, as startups farão seus pitches no Cubo, para uma audiência de participantes de mercados relevantes. O Challenge recebeu, ao todo, mais de 100 inscrições de startups brasileiras.

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Você considera saber o que é importante para os colaboradores da Geração Z? Pense bem

Absorvidos, autônomos e conectados a seus telefones celulares. Estas são algumas das percepções comuns da Geração Z, a geração de pessoas nascidas entre 1997 e 2012 que agora está ingressando ao mercado de trabalho. Mas, de acordo com uma pesquisa recente realizada pela ServiceNow (NYSE: NOW), a empresa que faz o trabalho funcionar melhor para as pessoas, a Geração Z está desafiando alguns desses estereótipos no local de trabalho. As descobertas da ServiceNow quebram vários desses mitos e mostram que a Geração Z reconhece a promessa da tecnologia de melhorar as experiências de trabalho, prefere interações pessoais com os gerentes e não apenas deseja aprender com outras gerações, mas também acredita que pode ajudar as gerações mais velhas a terem uma mente mais aberta.

“A Geração Z representa o futuro do trabalho. À medida que as empresas conduzem a transformação digital, que afeta os ambientes de trabalho e as experiências de todos os funcionários, é fundamental entender, em vez de estereotipar, nossa nova geração de colaboradores”, disse Pat Wadors, Chief Talent Officer da ServiceNow.

“Enquanto a Geração Z traz fluência digital para o local de trabalho, eles desejam mais do que experiências de trabalho digitais. Eles esperam que a tecnologia no trabalho seja tão simples e fácil quanto é em suas vidas pessoais e, ao mesmo tempo, desejam interação humana com seus colegas e feedbacks construtivos do nível gerencial. A ServiceNow ajuda as empresas a atenderem às expectativas de seus colaboradores, oferecendo belas experiências a eles e facilitando momentos de qualidade que importam. Isso libera os colaboradores para gastarem mais tempo em um trabalho relevante, enquanto libertam sua produtividade e potencial”, continuou Wadors.

Apostar na tecnologia para melhorar o trabalho

Hoje, a tecnologia está confundindo a linha entre o trabalho e a vida doméstica como nunca antes. Com fácil acesso a aplicativos e tecnologias de comunicação, os colaboradores podem estar acessíveis 24/7. Para os colaboradores da Geração Z, que cresceram com smartphones em mãos, a tecnologia é uma segunda natureza. Bryanna Fuller , colaboradora da Geração Z que trabalha no departamento financeiro da ServiceNow, diz que “a comunicação por meio de texto, e-mail e mídia social tem sido uma segunda natureza para mim desde que cresci com a tecnologia. Por outro lado, também aprecio a importância da comunicação face a face. Acredito que nossa geração está agora em um ponto de ruptura, onde almejamos tanto a conexão humana quanto a conexão tecnológica”.

Com um terço de nossas vidas gasta no trabalho, a Geração Z está ansiosa por tecnologias que ajudem a simplificar suas vidas profissionais e reconheçam que a tecnologia pode desempenhar um papel mais significativo no local de trabalho. Usada corretamente, a tecnologia pode ser o catalisador que permite aos colaboradores navegarem facilmente pelos “momentos importantes” ao longo de sua carreira. De fato, de acordo com a nova pesquisa “Geração Z e o futuro do trabalho”, a ServiceNow descobriu que:

• Um total de 69% dos colaboradores da Geração Z acreditam que a vida profissional deveria ser tão fácil quanto a vida doméstica.

• Cerca de 54% dos entrevistados da Geração Z querem usar redes 5G no trabalho.
• Um total de 53% de entrevistados da Geração Z querem usar dispositivos conectados/inteligentes no local de trabalho.

• Uma média de 43% dos entrevistados da Geração Z querem usar tecnologia vestível (wearable) e ferramentas de IA no trabalho.

Vamos nos encontrar no café!

Enquanto a Geração Z acredita na promessa da tecnologia de simplificar suas vidas no trabalho, estes profissionais também valorizam as interações pessoais no local de trabalho. A maioria (83%) prefere se engajar pessoalmente com os gerentes. Ainda, de acordo com nossa pesquisa de gerentes de colaboradores da Geração Z da ServiceNow, a maioria dos gerentes (82%) acredita que seus colaboradores da Geração Z preferem se comunicar por mensagem instantânea, indicando uma desconexão significativa entre os dois grupos.

Além disso, a maioria (57%) dos entrevistados da Geração Z desejam receber feedbacks várias vezes por semana, mas apenas 50% de seus gerentes fornecem feedbacks a eles com tanta frequência. Além disso, 59% da Geração Z prefere receber reconhecimento na forma de um bônus e 51% da Geração Z prefere receber reconhecimento em uma discussão presencial com os gerentes, em vez de elogios verbais ou reconhecimento em uma reunião de equipe.

Essas interações são uma via de mão dupla. Mais da metade (58%) da Geração Z acredita que outras gerações podem aprender a ter uma mente mais aberta, e 53% acredita que podem ajudar outras gerações a resolverem problemas criativamente.

Equilíbrio entre vida profissional e pessoal – uma utopia?

Como as gerações anteriores, a Geração Z considera um desafio alcançar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Um total de 43% dos entrevistados disseram que temem o estresse que vem junto com um novo emprego. Essa geração mais jovem de colaboradores já experimenta a exaustão; dos que relataram sofrer exaustão, mais de um terço (34%) dos participantes da pesquisa atribuiu isso a um ambiente de trabalho de alta pressão. De fato, quase quatro em cada 10 participantes da Geração Z querem aprender habilidades de equilíbrio entre vida pessoal e profissional de outras gerações.

À medida que a Geração Z se junta cada vez mais à mão-de-obra, as empresas devem estar preparadas não apenas para criar uma cultura no local de trabalho que atenda às suas necessidades, mas também que utilize tecnologia para ajudar a simplificar suas vidas profissionais. De acordo com Wadors, “como colaboradores, temos a oportunidade de ter uma mente aberta e superar os estereótipos associados à Geração Z no local de trabalho. Devemos ouvir, aprender e ajudar a criar um ambiente e uma cultura que não apenas equipe a Geração Z a melhorar e crescer, mas também permita que seus gerentes se adaptem às suas necessidades”.Para mais descobertas da pesquisa, consulte “Geração Z e o futuro do trabalho” da ServiceNow.

Metodologia de pesquisa sobre a Geração Z e o futuro do trabalho

A pesquisa da ServiceNow, “Geração Z e o futuro do trabalho”, examina o futuro do trabalho através dos olhos dos colaboradores da Geração Z. Foi realizada em julho e agosto de 2019 por meio de uma pesquisa on-line de dez minutos. Um total de 424 colaboradores da Geração Z entre 18 e 22 anos respondeu à pesquisa. Esses entrevistados trabalham em empresas com 1,000 ou mais funcionários, incluindo a ServiceNow, e usam regularmente um computador, laptop, smartphone ou tablet no trabalho. Além disso, foi realizada uma pesquisa em separado com 73 gerentes da Geração Z da ServiceNow que responderam em agosto de 2019.

Liderança: 8 estratégias para se tornar um bom líder

Por Tatiana Pimenta, fundadora e CEO da Vittude

Liderança é algo que requer uma série de habilidades para ser bem desempenhada. Todas as pessoas que assumem o posto de líder desejam se destacar. Afinal, ser líder significa ser uma espécie de regente em uma orquestra. Algo que confere um certo poder, uma espécie de governança.

No entanto, é preciso entender que não basta apenas ser líder, mas que fundamental mesmo é ser um bom líder! E o que é preciso para se tornar um líder habilidoso, que agrega à equipe liderada, ao invés de ser apenas “alguém que diz o que fazer?”

É disso que vamos tratar nesse artigo: estratégias de liderança para que você chegue ao lugar que deseja e faça bem o seu trabalho em equipe ou, se já é um líder, passe a desempenhar ainda melhor esse papel.

Comando vs. liderança: o que faz um bom líder

Muita gente se engana ao acreditar que liderar um grupo é o mesmo que comandar e esse é um ponto-chave na hora de definir um bom líder. De modo geral, comandar uma equipe é o mesmo que chefiar, ou seja, dar ordens. Nesse tipo de relação hierárquica não há muita interação entre o “comandante” e os demais colaboradores.

Não é incomum que o chefe – ou qualquer pessoa numa posição de comando – seja visto como alguém rígido, do qual se deve manter uma certa distância. É um tipo de poder que transmite tensão. Afinal, chefes tradicionais costumam pressionar seus subordinados e cobrar por resultados constantes, quase sempre se colocando “de fora” da situação, como se parte da responsabilidade sobre os resultados não fosse também deles.

Claro que existem chefes “legais”, que comandam com certa empatia . Mas, ainda assim, estão longe de serem verdadeiros líderes e é justamente por isso que quando falamos em liderança sugerimos um outro tipo de relação, que possui, sim, um nível de poder hierárquico, mas que funciona de maneira mais fluida.

Liderar requer uma maior compreensão do todo, conhecimento sobre os objetivos e metas e uma visão abrangente do trabalho em desenvolvimento. O profissional que ocupa o lugar de líder costuma se manter atento aos colaboradores e ter um bom relacionamento interpessoal . Dessa forma, sempre que possível, atende às solicitações e expectativas de todos.

Liderança também não significa apenas falar aos demais membros da equipe, mas acima de tudo, ouvi-los e respeitá-los, entendendo suas particularidades, sem qualquer tipo de generalização. É por isso que liderança é algo mais complexo que comando. Para ser líder é necessário possuir certas características e estar disposto a desenvolver algumas habilidades, caso não as possua. Desta forma, praticar algumas das estratégias que listamos abaixo é tão importante para se tornar um líder de sucesso.

8 estratégias para ser um bom líder

É certo que algumas pessoas podem ser consideradas líderes natas. Isso porque costumam se destacar em seu papel de liderança sem que façam grandes esforços ou use qualquer estratégia para desenvolver suas habilidades.

Algumas teorias, inclusive, se concentram nos traços da personalidade para explicar a caracterizar bons líderes. No entanto, outra vertente teórica da liderança busca identificar comportamentos e desenvolver estratégias que podem ser adotadas para que qualquer pessoa melhore sua habilidade e se destaque como líder.

Separamos algumas dessas estratégias baseadas em comportamento para que você também possa se tornar um bom líder ou identificar um. Confira:

1. Estimule a criatividade da equipe

Pensamentos engessados e atividades feitas no “piloto automático” não rendem bons resultados. Por isso, para se tornar um bom líder é preciso uma boa dose de liberdade de criação, para si e para a equipe. Novos desafios, quando oferecidos com apoio e confiança, tornam os processos de liderança mais eficazes. Estimular a criatividade dos colaboradores, dando a eles vez e voz, faz com que a liderança seja vista como uma espécie de alavanca para o sucesso de todos. Afinal, as habilidades intelectuais de uma pessoa precisam ganhar espaço, pois podem resultar numa contribuição significativa para o desenvolvimento das atividades e alcance das metas.

No entanto, esse estímulo à criatividade e aos desafios propostos devem considerar a singularidade de cada membro do grupo e otimizar as habilidades já existentes para, quem sabe, possam ser descobertas novas capacidades.

2. Tenha atitudes inspiradoras

Líderes são como representantes. Não se trata apenas de alguém conduzindo a equipe, mas um espelho para o trabalho dos colaboradores que estão sob sua liderança. Dessa forma, liderar com sucesso e maestria requer ter atitudes que inspiram os demais membros da equipe. É assim que eles se sentirão representados e, com isso, ainda mais engajados nas tarefas e desafios propostos.

Para transformar as relações – e, assim, também os resultados – exercer uma influência positiva é fundamental, uma vez que é através das características e comportamentos tidos como exemplo que a equipe se sentirá encorajada pela admiração que tem pelo líder.

3. Sinta entusiasmo pelo trabalho

Liderança requer dedicação e uma boa dose de energia positiva. Não há como liderar de maneira eficaz sem paixão e entusiasmo pelo trabalho que está sendo realizado. Por isso, para se destacar como líder é necessário gostar muito do que faz e se sentir motivado a exercer seu papel.

Só assim é possível transmitir segurança ao grupo e, como dissemos no item anterior, ser alguém em quem os outros se inspiram. Afinal, ninguém levará em conta um líder que apenas “bate ponto” sem se preocupar muito com os resultados e com o andamento dos processos.

4. Saiba ouvir tão bem quanto falar

A boa comunicação é um dos pontos mais importantes quando se fala em liderança. Afinal, não há como transmitir a mensagem correta ao grupo quando há ruídos na comunicação. Pior ainda é um líder saber falar muito bem, mas não ter bons ouvidos.

Já dissemos anteriormente que liderar não significa comandar, dar ordens. Liderança é sobre gestão, não só de tarefas, mas também de pessoas. É por isso que para desempenhar a função de líder com qualidade e sucesso, saber receber o feedback dos colaboradores e ouvir o que eles têm a dizer é tão importante quanto lhes dar instruções.

5. Um bom líder é positivo e motivador

Imagine quão desagradável pode ser a convivência com um líder rabugento, reclamão e negativo. Ninguém gosta de pessoas assim por perto, menos ainda quando é justamente delas que esperamos motivação e otimismo .

Uma liderança eficaz precisa de positividade, otimismo e motivação. Líderes apáticos refletem isso na equipe. Ao contrário, líderes positivos também dão um “gás” para que o grupo faça seu trabalho com alegria e alcance os melhores resultados.

6. Esteja aberto a novas ideias

Não pense que sabe tudo ou que sabe mais do que qualquer membro da sua equipe. Ser um líder de sucesso é estar aberto a propostas e ideias novas, levando em conta o conhecimento e a experiência de cada colaborador.

Quando as pessoas sabem que o líder aceita suas ideias, um movimento participativo e democrático é criado e a liderança se torna transformadora, sendo capaz de encontrar soluções criativas e resolver os problemas sem que eles interfiram na produtividade.

7. Reconheça e recompense um bom trabalho

Todos nós buscamos reconhecimento. Não é diferente com as pessoas que trabalham sob sua liderança. Por isso, uma das qualidades do bom líder é saber reconhecer o trabalho do grupo e recompensar um desempenho satisfatório.

A valorização é capaz de criar uma atmosfera de entusiasmo, prazer e felicidade em torno do trabalho. Resultado: profissionais mais empenhados em suas tarefas e produtividade elevada.

8. Invista em autoconhecimento

Para ser um bom líder é preciso reconhecer as próprias habilidades e limitações. Existem diversos estilos de liderança. Se você descobrir qual é o seu, será muito mais fácil alcançar bons resultados. Todavia, buscar o autoconhecimento pessoal juntamente com as questões profissionais é o mais recomendado e, para isso, fazer psicoterapia pode ajudar muito!

Um profissional de psicologia pode aplicar alguns testes de liderança baseados nas experiências e características relatadas para você descobrir qual seu estilo e, assim, avaliar quais os pontos fortes que podem ser melhor aproveitados e quais os aspectos que devem ser melhorados.

Ao mesmo tempo, as características da personalidade e os comportamentos, tanto pessoais quanto profissionais, serão analisados para que você possa direcionar suas ações e aprimorar seus relacionamentos no ambiente de trabalho.

Conheça 4 aplicativos que facilitam o controle empresarial

Ter controle sobre tudo que acontece dentro de uma empresa é uma das tarefas mais complicadas vividas por um gestor. Na maioria das vezes, a análise de cada um dos setores da organização de forma independente, leva a decisões equivocadas, que podem gerar impactos negativos, por exemplo, no fluxo de caixa, causando um desequilíbrio financeiro em toda a instituição.

Para Rafael Dal Molin, diretor da Elevor – startup gaúcha que desenvolve softwares de gestão empresarial – é extremamente importante que os empreendedores estejam atentos às novidades tecnológicas e busquem alternativas que ajudem a manter a empresa bem organizada.

“Ter um controle empresarial eficiente e de alta qualidade é fundamental para que uma organização alcance o sucesso que almeja. Com o avanço das tecnologias, ferramentas ajudam os empreendedores nas tomadas de decisões.Ao em vez de perder um tempo precioso realizando processos manuais e repetitivos, é possível automatizar tarefas e extrair informações úteis e relevantes para o crescimento da marca”, explica.

No mundo moderno, existem vários aplicativos que facilitam o controle empresarial e simplificam as rotinas de uma empresa, gerando aumento de produtividade. Abaixo, conheça quatro deles:

ERP360

Voltado especificamente para as áreas de atacado, importação, varejo e serviços, o ERP360 é um dos aplicativos que facilitam o controle empresarial. O software coloca todos os setores dos negócios integrados em uma única ferramenta, armazenando todas as informações e deixando o gerenciamento muito mais prático, rápido e efetivo.

A tecnologia é capaz de aumentar o desempenho da organização através da integração entre contabilidade, financeiro, vendas, estoques, relacionamento com os clientes e demais operações, otimizando as ações de ponta a ponta.

Trello

Levando em consideração que o controle empresarial também passa pela gestão efetiva de todos os projetos paralelos que acontecem entre os setores empresariais, o Trello é um aplicativo que facilita a interação entre as equipes, com uma interface criada especialmente para a gestão de projetos e tarefas, tornando a comunicação mais eficiente. Com a plataforma, o gestor pode acompanhar o andamento das ações e delegar atividades de acordo com o desenvolvimento dos trabalhos.

Evernote

Com o aplicativo de anotações do Evernote, as pessoas podem guardar arquivos, contatos e fazer anotações importantes em qualquer lugar, deixando os dados bem organizados e armazenados. Todas as informações ficam armazenadas nas nuvens e podem ser acessadas de qualquer dispositivo digital, além de compartilhadas com qualquer pessoa.

Guia de Bolso

Um dos aplicativos mais conhecidos pelas pessoas têm a proposta de facilitar a análise das movimentações financeiras realizadas por uma empresa. Na prática, o Guia de Bolso funciona como uma planilha de controle financeiro que se preenche automaticamente, importando as movimentações realizadas nas contas bancárias cadastradas. A tecnologia também fornece a opção dos usuários informarem seus gastos financeiros de forma manual, desde que não esqueçam de notificar tudo o que foi gasto e recebido no período.

Saiba quais são as melhores formas de pagamento para Black Friday

Para muitos a Black Friday já começou. Outros ainda estão traçando um planejamento detalhado com as ações. O que importa é estar preparado para o período mais importante do ano para o e-commerce. Para garantir bons resultados, é importante saber que nunca é tarde para modificar as ações e rever os planos traçados.

Uma das mais importantes é verificar as formas de pagamento disponíveis no seu e-commerce. Sabendo que os meios de pagamentos são uma das principais ferramentas na hora do cliente concluir a compra, é necessário que existam opções suficientes para não frustrar o consumidor.

Por exemplo, caso um visitante da loja escolha diversos produtos, mas, ao chegar à finalização da compra, não encontre a forma de pagamento desejada, ele pode se tornar parte da temida estatística de abandono de carrinho.

“Ao finalizar a compra em uma loja virtual, um aspecto que tem bastante relevância são as formas de pagamento disponibilizadas pela marca. Por isso, o lojista precisa entender qual é a mais vantajosa para o seu e-commerce e ideal para o público”, afirma Renato Galletti, Gerente de Marketing e Inside Sales da Yapay.

Cartão de Crédito

Atualmente é um dos meios mais usados pelos brasileiros para compras em lojas virtuais. Para o lojista é um modelo seguro de pagamento garantindo o recebimento do valor da compra, diminuindo o risco de inadimplência. A desvantagem pode ser a parte burocrática, pois, em alguns casos, a contratação envolve uma série de processos e análises, o que pode demorar.

Boleto Bancário

É a maneira simples e fácil de pagamento para ambas as partes, além de ser uma opção segura, sem a necessidade de muitas informações para concluir a transação. Tem baixas taxas, permite que o lojista ofereça descontos para os clientes e possibilita que o pagamento chegue mais rápido à conta de quem venda. A desvantagem, nesse caso, é que o número de compradores que desistem de finalizar o pagamento é maior, prejudicando as vendas e os lucros da loja virtual. A orientação, durante a Black Friday, é que o lojista diminua o prazo de vencimento dos boletos para um dia, assim, evita ficar com o estoque travado à espera da confirmação do pagamento.

Pagamento Recorrente

Para os lojistas que trabalham com assinaturas e mensalidades essa é uma opção interessante. É uma opção prática, pois, o lojista não precisa se preocupar todos os meses com os valores já que a cobrança acontece automaticamente. Nela, o cliente pode optar por realizar a quitação usando cartão de crédito, débito ou boleto bancário.

Cartão de Débito

É uma forma ágil e permite que os clientes tenham descontos à vista. A desvantagem são os custos e as burocracias da relação direta que será preciso manter com as instituições bancárias. Por outro lado, esse diferencial pode atrair mais pessoas para sua loja online.

Intermediadores

Os intermediadores de pagamento são considerados estratégicos para quem gerencia um e-commerce. Eles chamam atenção justamente por reunirem as diversas formas de pagamento desejadas pelo público em uma plataforma. Isso cria uma ponte entre quem consome e quem vende, eliminando, para os lojistas, a necessidade de firmar contratos com cada instituição que desejam trazer para sua loja. Além disso, intermediadores fornecem um sistema antifraude que traz segurança para ambas as partes.

Essas são as opções preferidas no comércio eletrônico. Mas, lembre-se, é necessário o lojista conhecer o perfil de compra do seu público e entender qual forma de pagamento é compatível com a realidade do negócio. Só assim é possível fazer a melhor escolha. “Contar com uma empresa especializada no assunto também contribui na tomada de decisões, para encontrar as soluções mais certeiras”, finaliza Galletti.

Por que as empresas devem manter o foco na jornada de adequação à LGPD?

Por Richard Blanchet e Denise Tavares

Faltando nove meses para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrar em vigor, foi apresentado no último dia 30, um projeto de lei de autoria do Deputado Carlos Bezerra (MDB-MT), propondo que a lei seja adiada e passe a vigorar apenas em 2022, ou seja, uma prorrogação de mais de dois anos de um processo que já corre desde agosto de 2018.

Não há, contudo, razão para recuo. Primeiro, porque a tramitação deste projeto é longa e o seu desfecho incerto: pode não ser aprovado ou até mesmo caducar. Segundo, porque a lei estabelece um norte seguro para as empresas se adaptarem às demandas cada vez mais enfáticas da sociedade pela proteção de dados pessoais. Sem ele, as empresas serão questionadas com base em uma miríade de normas e interpretações por parte dos órgãos de controle e fiscalização.

Adiar o prazo para que a LGPD entre em vigor não é solução, pelo contrário, representa um risco e um retrocesso para as empresas, que não devem aguardar o desfecho deste PL ou paralisar suas iniciativas em curso para a jornada de adequação à lei.

É muito importante que as empresas compreendam, que, independentemente do prazo de vigência da LGPD, a proteção de dados já é uma realidade local e global e traz oportunidades únicas para que elas estabeleçam uma relação de confiança ainda maior com clientes, colaboradores, fornecedores, terceiros e com a sociedade em geral.

Outro aspecto é o impacto nas relações comerciais internacionais, que além de ter sido um fator determinante para a aprovação da LGPD, continua pressionando a aplicabilidade e eficiência da legislação, na medida em que as oportunidades de negócio entre empresas com países que já adotam leis de proteção de dados ficam prejudicadas pela ausência de uma regulamentação nacional como a LGPD.

Além disso, o respeito com a proteção de dados pessoais é um diferencial competitivo que cada vez mais a sociedade, em geral, e os consumidores, em particular, levam em consideração no momento do consumo. Por isso, muitas empresas já estão exigindo dos ecossistemas de negócio a adequação à LGPD, seja como forma de obter o diferencial competitivo, seja para evitar casos de reclamações de consumidores ou fiscalização das autoridades.

As sanções e penalidades também são cada vez mais uma preocupação, já que os casos de vazamentos de informações pessoais continuam sendo objeto de fiscalização e autuação pelo Ministério Público e demais órgãos de defesa do consumidor, como também de exigências por parte dos próprios titulares dos dados, com fundamento nas normas vigentes.

Outro ponto que temos que nos ater é que, na era da revolução digital, estabelecer modelos digitais ou inovação tecnológica sem considerar o conceito de Privacy by Design – que visa garantir a privacidade do usuário ao longo de todo o ciclo de vida de um serviço – e demais aspectos de tratamento de dados previstos na LGPD é um risco. Existem inúmeras oportunidades de inovação na economia digital e elas devem ser realizadas de maneira responsável e considerando os impactos em toda a sociedade.

Portanto, aquelas empresas que consideram a adequação à Lei Geral de Proteção de Dados como um simples projeto, com começo, meio e fim, podem se sentir incentivadas a aguardar o desfecho deste projeto de lei, não obstante os enormes riscos associados à esta decisão. Por outro lado, aquelas empresas que têm clareza que a adequação à LGPD é uma jornada e não um projeto e é fruto de uma iniciativa empresarial multidisciplinar com benefícios diretos na relação com empregados, clientes, fornecedores e terceiros certamente continuarão sua jornada de adequação a LGPD.

Richard Blanchet, sócio do escritório Loeser, Blanchet e Hadad Advogados e responsável pela área de proteção de dados.

Denise Tavares, associada no escritório Loeser, Blanchet e Hadad Advogados e especialista em proteção de dados.

Robôs e Inteligências artificiais: seus mais novos colegas de trabalho

Foi-se o tempo em que as empresas investiam em grandes equipes para execução de processos repetitivos e manuais. O tempo gasto com esse tipo de trabalho faz com que os colaboradores não desenvolvam novas habilidades e fiquem presos às suas rotinas e atividades – motivos pelos quais tornam as equipes inchadas e com baixa performance. Para resolver essa equação ruim, soluções de automatização por meio de robôs e inteligências artificiais estão sendo utilizadas em diversas organizações.

A partir desse contexto, na próxima quinta-feira (21), o Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF-PR) irá promover um debate sobre redução de custos e ganhos de eficiência com aplicações de tecnologias de automação e soluções de Cloud com quatro palestrantes. O especialista em TI da startup Madeira Madeira, Cleison Cardoso, irá falar da importância da implementação dessas tecnologias, além da otimização de tempo dos colaboradores. “Nos dias atuais o tempo pode ser considerado a moeda mais valiosa. A automatização de processos exime os colaboradores de tarefas realizadas em produção, liberando tempo para o desenvolvimento de melhorias em rotinas mais importantes”, considera Cleison.

Conhecidas como Robotic Process Automation (RPA), as plataformas de automação são tecnologias que agilizam as operações do negócio, principalmente aqueles repetitivos e baseados em regras, com objetivo de reduzir tempo e custos. O software ou robô possui capacidade de interpretar e processar dados, resultando em respostas ou ações de um processo. Essa tecnologia de ponta tem sido sincronizada com outras aplicações como Machine Learning (ML) e Inteligência Artificial (IA), onde os processos, além de executados, também são aprimorados pela inteligência cognitiva.

APLICAÇÕES EM NUVEM

O sócio-diretor de Clientes & Mercados Sul da KPMG e moderador do evento, Aldo Macri, explica que as empresas estão buscando a transformação digital, principalmente na escolha de tecnologias emergentes para redução de custos e aumento de performance. É o caso das soluções em cloud computing, onde é possível armazenar, virtualizar e acessar dados em plataformas online, eximindo as empresas de investir em estrutura física de servidores próprios. “Ter uma estrutura de servidores próprios custa muito caro para as empresas, sem contar a responsabilidade em gerenciar e garantir a integridade das informações. Quando a empresa migra para serviço cloud consegue, além de reduzir custos, pagar apenas uma mensalidade para o espaço e os serviços utilizados. É um ganho de eficiência ter ferramentas como essas”, conclui.

O evento ainda irá abordar três cases de redução de custos e ganhos de eficiência operacional com a aplicação de robotização de processos e de aplicações na nuvem, que serão apresentados pela diretora corporativa do GRPCOM, Milena Seabra, pela gerente de TI da Servopa, Celina Hara e o especialista em TI da startup Madeira Madeira, Cleison Cardoso . A Amazon Web Service (AWS) será a patrocinadora desse evento, que irá receber executivos, empreendedores e profissionais da área de finanças.

Palestra – Redução de custos e ganhos de eficiência com aplicações de RPA – Robotic Process Automation e soluções Cloud

Dia: 21 de novembro de 2019

Horário: das 18h30 às 21:00

Local: Curitiba Trade Center – Auditório RE (Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 417)

Inscrições: R$ 100 para não sócios do IBEF PR

Mais informações em www.ibefpr.com.br ou (41) 99872.0203

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