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Home office pode ajudar a desencadear epidemia de solidão e perda de produtividade nas empresas, diz estudo

São Paulo, 25 de novembro de 2019 — A A.T. Kearney, consultoria global de gestão estratégica, divulgou recentemente o Global Trends 2019-2024, em que elenca as tendências — de mercado, econômicas, de saúde ou infraestrutura — que mais impactarão o cenário e o ambiente operacional em todo o mundo nos próximos cinco anos.Em sua mais recente edição, o estudo aponta a epidemia de solidão como uma dessas tendências, e alerta para os impactos que ela pode ter não apenas na saúde das pessoas, mas também na produtividade das empresas.

Segundo a análise, fatores como as mudanças de padrões e comportamento nos ambientes mais modernos de trabalho e o uso excessivo das redes sociais, entre outros, darão a essa tendência de solidão o status de epidemia. E além do impacto na saúde física e mental dos cidadãos, ela também acarretará a perda de produtividade nas empresas.

De acordo com o estudo, a solidão e o reduzido senso de pertencimento no ambiente de trabalho devem impactar o ambiente corporativo como um todo. A análise indica ainda que o número de trabalhadores remotos cresceu 115% entre 2008 e 2018, e são justamente esses colaboradores os mais propensos a desistir do trabalho por causa da solidão. “É fundamental promover ações de socialização, como happy hours, reuniões e treinamentos presenciais para despertar nos colaboradores o sentimento de que ele é parte do grupo e importante para a empresa”, sugere Sandra Strongren, gestora da área de Recursos Humanos da A.T. Kearney no Brasil. “Outra boa prática é a adoção de programas de mentores. O colaborador escolhe alguém mais sênior para que seja uma espécie de tutor dentro da companhia. É para essa pessoa que ele pedirá conselhos sobre sua vida profissional”, diz Sandra, lembrando que esse tipo de política ajuda a desenvolver no funcionário os sensos de direcionamento, inclusão e propósito.

Amigos no trabalho

O estudo da A.T. Kearney aponta ainda que ter amigos no trabalho importa, especialmente para os profissionais mais novos. Segundo o levantamento, 74% dos da Geração Z (nascidos a partir de 1995) e 69% dos Millenials (1980 – 1994) dizem que tendem a ficar numa companhia quando têm mais amigos ali. Os índices se comparam a 59% dos trabalhadores da Geração X (1965 – 1979) e 40% dos Baby Boomers (1945 – 1964) com a mesma opinião.Ranking de solidão (por gerações)

Segundo o Global Trends, a Geração Z é a mais solitária e afirma estar em piores condições de saúde do que as gerações mais velhas.
Nível de solidão (por idade)
Escala de solidão da UCLA (Universidade da Califórnia em Los Angeles)

Nota: Índice de 43% ou superior é considerado solidão, conforme a escala da UCLA (2018)
Fonte: Relatório U.S. Loniliness Index, 2018. Análises A.T. Kearney
Implicações para as empresas
A A.T. Kearney sugere que as empresas criem oportunidades para interação significativa entre os seus colaboradores. Além disso, indica a construção de uma cultura de bem-estar, incluindo desde a criação de uma atmosfera de boas-vindas para os novos contratados até cursos relacionados a saúde da família e nutrição, por exemplo.Confira aqui a íntegra do estudo Global Trends 2019-2024.

CX Summit: Primeiro dia de evento trouxe dicas, exemplos e insights sobre como melhorar a experiência do cliente nas empresas

Teve início nesta quarta-feira (27) a 5ª edição do CX Summit, maior evento de Experiência do Cliente da América Latina. O primeiro dia foi marcado por histórias, dicas e painéis sobre transformação digital e o universo do consumidor.

Durante a abertura do evento, Tomás Duarte, fundador do evento e CEO da Track, agradeceu a presença dos convidados e falou sobre o público do CX. “Na última edição do evento tivemos 800 pessoas e hoje batemos o recorde de público com 1.400 participantes, 150 colaboradores, 125 cidades e 663 empresas. É uma alegria ver gente de inúmeras regiões aqui, disponíveis para saber mais sobre Customer Experience, um assunto cada vez mais necessário para as marcas”, avalia.

A palestra de abertura foi ministrada por Andrea Iorio, CDO da L’Orèal , que abordou o tema “6 competências para surfar na transformação digital”. Em sua fala, Andrea compartilhou dicas sobre as competências básicas para que qualquer pessoa possa se desenvolver no mundo corporativo digital. “Precisamos todos entender como a flexibilidade cognitiva, a execução inovadora, o conhecimento sobre comportamento humano, o pensamento crítico, o crescimento sustentável e o altruísmo digital podem garantir o seu futuro e o seu sucesso”, explica.

Manoel Carlos Jr., autor do 1º livro sobre Experiência do Cliente do Brasil, falou sobre “A viagem fantástica pela experiência do cliente”. “Estamos em um tempo em que precisamos contar boas histórias, as pessoas precisam disso. Uma forma de fazer isso, por exemplo, é utilizando os 5 sentidos, isso é memória afetiva e há marcas que investem nisso e se dão super bem”, explicou o autor, colocando exemplo marcas como a Reserva e Tiffany. Além disso, também deu dicas para as marcas e conduziu o público à reflexão: “Precisamos sempre pensar no que fazer e como fazer, buscar as dores, resolver situações e fazer isso com amor, o segredo é ser apaixonado pelo que se faz”, finaliza.

No decorrer do dia, Caio Poli, da 99app; Cláudia Vale, da EID Instituto e Flow;Fabio Borges, da InSearch; Fabiana Dutra, da Fiat; Billy Nascimento, da Forebrain; Prof. Gil Giardelli; e Thiago Quintino, da FastShop, foram nomes que passaram pelo palco do CX Summit. O evento acontece até o dia 28.

Wolters Kluwer Health nomeia Fabio Miyagawa como novo gerente de marketing para a América Latina

A Wolters Kluwer Health, líder mundial em fornecimento de informações para profissionais e estudantes da área de saúde, tem um novo gerente de marketing. Fabio Miyagawa possui ampla bagagem profissional em marketing no setor de tecnologia, atuando especialmente com mercados da América Latina e América do Norte. O executivo também possui experiência com marketing B2B em diversos segmentos como saúde, varejo, supply chain management, além de manufatura.

Miyagawa estará à frente da estratégia de marketing da Wolters Kluwer Health para toda a América Latina, com o objetivo de planejar e implementar ações que contribuam para ampliar o alcance e a adoção de soluções de efetividade clínica da companhia na região. O foco do trabalho estará centrado nos hospitais e profissionais e instituições de saúde. “Temos como meta posicionar e incentivar ainda mais a utilização das soluções baseadas em evidência da Wolters Kluwer Health, que ajudar a melhorar a Efetividade Clínica contribuindo para a redução da variabilidade do cuidado. Os recursos de suporte à decisão clínica fazem toda a diferença não só no quesito efetividade clínica, mas também contribuem com o aprimoramento da gestão da qualidade e atenção à saúde”, ressalta Miyagawa.

As soluções da WoltersKluwer Health estão entre as mais usadas e reconhecidas pelos médicos e estudantes de medicina no mundo. Além do Uptodate – que é a ferramenta líder global em suporte à decisão clínica, utilizada por cerca de 1,8 milhão de profissionais de saúde em mais de 180 países – o portfólio de Efetividade Clínica da Wolters Kluwer Health no Brasil é composto pelas soluções de Clinical Drug Information Lexicomp e MediSpan , que incorporam a informação e tecnologia necessárias para fortalecer a tomada de decisão sobre medicação. Ao todo são mais de 2,5 mil hospitais, 43 mil drogarias, quatro das cinco maiores redes de farmácia, e sete dos dez prontuários melhores classificados no KLAS.

Confiança da Indústria avança em novembro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) da Fundação Getulio Vargas avançou 1,7 ponto em novembro, na comparação com o mês anterior, para 96,3 pontos, maior nível desde maio de 2018 (97,2 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice subiu pela primeira vez desde março de 2019, ao passar de 95,3 pontos para 95,5 pontos.

“Embora o ICI permaneça em nível baixo em termos históricos, o avanço de novembro foi expressivo e bastante disseminado entre os setores industriais. Por esse ponto de vista, o resultado parece favorável, mas há que se considerar que esse movimento se respalda essencialmente na melhora das expectativas, e que a confiança ainda permanece em patamar baixo em termos históricos. Contudo, vale ressaltar que a maioria dos indicadores sem ajuste também avançaram na comparação interanual, sugerindo que o quarto trimestre de 2019 será melhor do que 2018”, comenta Renata de Mello Franco, economista da FGV/IBRE.

Mais informações sobre os resultados abaixo. Dados completos no Portal IBRE, no link http://bit.ly/2QYthND .

Startup de brasileiro fecha parceria com multinacional Nvidia

Startup focada em salvar vidas com sistemas de segurança que usam tecnologia de inteligência artificial, a Aiquimist, comandada pelo jovem programador brasileiro Nicholas Guimarães, 22 anos, acaba de fechar a parceria dos sonhos de toda empresa nascente. A Nvidia Corporation, multinacional de tecnologia com sede na Califórnia (EUA), acaba de inclui-la em seu programa Inception (espécie de banco de soluções a nível mundial), que dará todo o suporte necessário – inclusive de cientistas seus – para a startup continuar aperfeiçoando seu algoritmo de segurança até torna-lo vendável a nível mundial.

A Nvidia é responsável pela explosão recente da A.I. (Artificial Intelligence), com a geração de tecnologias que tornaram possível explorá-la em projetos de atendimento por chat em e-commerce e de assistentes de aparelhos celulares, como a Siri do Iphone, por exemplo. Ter colocado a Aiquimist “debaixo de seu guarda-chuva” é uma prova irrefutável de que enxerga grande potencial nos projetos da startup.

O mais ambicioso desenvolvido pela Aiquimist, até agora, é o AllSeenEye, que, conectado a câmeras de vídeo, consegue detectar, em tempo real, o porte de armas de fogo. Ainda emite alertas imediatos (para polícia e todo tipo de usuário) sobre o local e o tipo de armamento detectado. A tecnologia ainda pode emitir alertas para que pessoas nas proximidades de ataques se afastem, e até avisos para as redes sociais interromperem eventual transmissão ao vivo de um episódio envolvendo arma de fogo.

“Esse projeto de armas é 100% para proteger pessoas”, define o programador Nicholas. Ele teve a ideia de trabalhar no algoritmo após conhecer e avaliar sistemas de reconhecimento facial usando A.I. desenvolvidos por chineses, israelenses e russos.

Refletindo sobre a facilidade com que esses sistemas podem ser “enganados” apenas com o uso de óculos e boné por quem não quer ser reconhecido pelas câmeras de segurança, questionou-se: “Sempre que acontece algum ato que coloca as pessoas em risco tem uma arma de fogo envolvida. Por que não desenvolver um algoritmo de reconhecimento de armas? “. E começou a desenvolver e treinar a rede neural, que já é capaz de identificar armas de fogo curtas ou longas (pistola, revólver, fuzil, escopeta) em filmagens de vídeo.

Segundo o jovem programador, a ideia inicial é que o sistema seja utilizado por governos, em câmeras de segurança de escolas, aeroportos, estações de trem e ônibus ou no trânsito, por exemplo. Mas empresas privadas, como agências bancárias, estádios e shoppings, também podem se beneficiar dele. Em qualquer hipótese, trata-se de uma ferramenta para proteger vidas, por meio de uma verificação sistemática e constante das imagens das câmeras. Ao contrário do monitoramento humano, este não para e tem condições de checar numerosas câmeras 24 horas por dia.

Votorantim apresenta soluções inovadoras no CASE 2019

O Centro de Excelência da Votorantim participará nos dias 28 e 29 de novembro da 6ª edição da Conferência Anual de Startups e Empreendedorismo – Case 2019 – maior evento latino-americano voltado para startups no Transamérica Expo Center, em São Paulo.

O Centro de Excelência da Votorantim estará presente apresentando duas de suas soluções mais inovadoras: Avaliei – empresa de soluções tecnológicas que fornece ferramentas de avaliação imobiliária por meio de uma plataforma online; e Loss Prevention – solução com foco em aumentar os ganhos e evitar perdas financeiras.

A expectativa é que 10 mil pessoas circularão nos dois dias do evento que trará conteúdos focados no futuro da inovação. Informações e inscrições pelo site http://case.abstartups.com.br.

Avaliei
A Avaliei é uma empresa de soluções tecnológicas que fornece ferramentas de avaliação imobiliária por meio de uma plataforma online. É a primeira startup do Centro de Excelência da Votorantim.

O principal diferencial da solução é tornar o processo mais ágil e assertivo, integrando tecnologias como Geo Data Analytics e Inteligência Artificial, em conjunto com dados de mercado, econômicos e sociais, aliados à expertise imobiliária. Além disso, otimiza recursos ao trabalhar com uma base de engenheiros cadastrados que atuam sob demanda para a realização de vistoria técnica aos imóveis avaliados.

A solução atende a todas as necessidades de avaliação de imóveis, seja para pessoas físicas ou jurídicas, mas tem como foco de atuação o atendimento a instituições financeiras que concedem crédito com lastro imobiliário e que precisam de informações e atualizações rápidas e precisas.

Loss Prevention

Erros, desperdícios e abusos podem levar a perdas que comprometem a rentabilidade. Quanto antes forem detectadas anomalias e fraudes, maiores serão as chances de evitar perdas.

O software, concebido no modelo SaaS (Software as a Service), pode ser adaptado para diferentes demandas como transações com parceiros de negócios, despesas de viagem dos funcionários e pagamentos externos. As vantagens da ferramenta são: detectar transações anômalas mais cedo; simplificar esforços de triagem; melhorar a precisão da detecção a um custo menor; prevenir futuras anomalias; e dissuadir atividade suspeita.

A tecnologia de processamento em memória ajuda a equipe a realizar um processo rápido e de análises de dados históricos. Além disso, usando critérios granulares, é possível reduzir o número de falsos positivos.

CASE 2019

Data: 28 e 29 de novembro de 2019, das 10h às 20h

Local: Transamérica Expo Center

Endereço: Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro – São Paulo, SP

Informações e ingressos: http://case.abstartups.com.br

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Linx e Magalu anunciam criação de parceria inédita que conecta o Marketplace às lojas físicas

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, e o Magalu, a principal plataforma digital voltada para o varejo do Brasil, acabam de anunciar uma parceria que vai permitir que sellers do marketplace do Magalu utilizem seus pontos físicos como opção de entrega para seus produtos vendidos na plataforma da companhia. Agora, quando um cliente fizer uma compra no site do Magalu ou Netshoes, de um produto vendido por um seller, na hora da escolha da forma de entrega, ele poderá optar por retirar o produto na loja física daquele parceiro.

Para ter acesso ao modelo de entrega em loja física, o seller do Magalu precisa ser usuário do Linx OMNI OMS (Order Management System). Com essa aliança, o consumidor poderá reduzir prazo de entrega e custo do frete na compra de seus produtos. A solução permite que o cliente tenha acesso a dados de geolocalização, que mostram as lojas mais próximas que podem entregar seu produto de forma rápida e com mais conveniência. Caso a opção seja receber a compra em casa, os sellers podem utilizar os serviços dos parceiros logísticos do Magalu e da Linx.

Esta experiência tornou-se viável através dos investimentos em tecnologia da Linx no tema de Omnicanalidade. Com o lançamento desta sua solução, a empresa se consolida como a maior referência no tema, no País – além de permitir que várias marcas líderes possam promover a transformação digital na relação com seus consumidores.

“Estamos fazendo história, promovendo uma experiência real de Omnichannel, conectando a audiência incrível do Magalu com marcas admiráveis que transformaram a loja física também em showroom e centro de distribuição”, explica Jean Klaumann, vice-presidente da Linx Digital.

“Por meio da tecnologia, transformamos o Magalu em uma plataforma digital. Agora, queremos, ajudar o seller analógico a se digitalizar e elevar o nível do serviço oferecido. Com essa solução da Linx, as empresas analógicas poderão disponibilizar os produtos de seu catálogo do ponto físico na plataforma de vendas do Magalu”, afirma Leandro Soares, diretor executivo de marketplace do Magalu. “A multicanalidade é outro ponto muito importante da nossa estratégia. Sabemos o quanto nossos clientes gostam de ter a opção de retirar em loja e, com essa parceria, vamos oferecer essa facilidade nos pontos físicos dos sellers”.

Experiência completa em todos os canais

A Linx tem se mostrado um parceiro tecnológico completo para varejistas que buscam integrar canais físicos e online, assim como potencializar o e-commerce. Por isso, a empresa consegue oferecer ao varejo ferramentas que viabilizam parcerias como essa estabelecida com o Magazine Luiza, que geram benefícios para o lojista, as marcas que vendem por meio dele e ao consumidor final.

Além de todos os benefícios que a parceria promete, o fluxo nas lojas físicas também deve aumentar. Por conta disso, o varejista poderá vender mais produtos durante a visita de um consumidor que apareceu apenas para retirar um item comprado online.

Cognizant abre vagas de emprego para programadores

A Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, realiza nos dias 30 de novembro e 1.º de dezembro, o primeiro Hackathon Day, com o objetivo de desenvolver profissionais que estão iniciando a carreira na tecnologia Mulesoft.
O Hackathon é um evento que reúne programadores para trabalhar em grupo, com um case específico ou em soluções para um ou mais projetos, o que permite o desenvolvimento de habilidades técnicas e pessoais, como trabalho em equipe e pensamento ágil.

“O universo de recrutamento e seleção se reinventa a todo instante, e, quando o assunto é seleção para vagas de tecnologia, os hackathons têm sido uma opção interessante para empresas que desejam recrutar talentos para atuar com determinadas ferramentas”, afirma Carla Catelan, responsável pela área de aquisição de talentos da Cognizant no Brasil.

Ainda de acordo com Carla, serão 15 horas de aprendizado, que envolve trabalho em equipe, programação, contato com uma plataforma de APIs e networking com os melhores profissionais de tecnologia da Cognizant.

O Hackathon Day será realizado no escritório da Cognizant, em São Paulo. Para participar, os estudantes precisam ter experiência em desenvolvimento de software, inglês intermediário ou avançado e se candidatarem por aqui:
http://www.walljobs.com.br/vagas/hackaton-day-cognizant-rua-jaceru-151-vila-gertrudes-sao-paulo-sp-04705-000 ou http://bit.ly/hackathon_day.

Em plataforma de rastreio do EBANX, consumidor pode acompanhar encomendas da Black Friday e informações sobre o despacho postal

O EBANX, fintech que cria soluções de pagamentos para latino-americanos acessarem produtos e serviços globais, oferecendo métodos locais como boleto e parcelamento, acaba de lançar uma nova versão do EBANX Track, plataforma de rastreio de compras online criada pela empresa. Consumidores poderão acompanhar a entrega de pedidos feitos em sites nacionais e internacionais, inclusive durante as promoções da Black Friday, que tiveram início nesta semana.

Com base em informações de mais de 600 transportadoras de todo o mundo, o EBANX Track consegue localizar uma encomenda mesmo antes de ela entrar no território nacional, utilizando o código de rastreio fornecido pelos sites em que a compra foi feita.

Entre as novidades do EBANX Track, estão:

Aviso sobre o pagamento do despacho postal: o despacho postal é uma taxa que passou a ser cobrada no ano passado pelos Correios, sobre encomendas internacionais, para processos de tratamento aduaneiro. Quando um pacote é taxado, o consumidor deve pagar o valor de R$ 15 aos Correios para que a encomenda seja liberada para entrega. Com base no código de rastreio, o EBANX Track consegue alertar o usuário se sua encomenda está sendo taxada pelo serviço de despacho postal. O usuário pode acessar, pela própria plataforma, um link que o direciona para a página de pagamento dos Correios. Desta forma, o processo ganha em agilidade e velocidade, e o pedido pode ser retirado em menos tempo;

Envio de notificações: pode ser feito por email e push, diretamente no navegador do usuário. O consumidor pode ainda atribuir um nome à encomenda, acabando com a confusão dos códigos de rastreio. Cada pacote poderá ser identificado com termos como “fone de ouvido do site X”, “camiseta do site Y”, etc;

Mais informação sobre o status do pedido: para saber onde o pacote se encontra em tempo real, o EBANX Track disponibiliza o status do pedido, com local de origem, destino e localização atual, em qualquer lugar do mundo.

Em um ano de funcionamento, a plataforma já atendeu 2 milhões de pessoas, rastreou 2,3 milhões de pacotes e recebe em média 300 mil usuários ativos por mês. Idealizado pelo EBANX, o EBANX Track traz em seu DNA a expertise da fintech, que há sete anos trabalha processando pagamentos de compras feitas em sites globais de comércio digital.

“A experiência de compra online envolve mais etapas do que apenas a navegação no site e o pagamento. Uma delas é a espera pela chegada do produto. Saber o caminho do seu pacote, desde a saída do país de origem até sua casa, é uma forma de visibilidade que gera confiança. O objetivo principal do EBANX Track é deixar a experiência de compra ainda melhor”, afirma Ariel Patschiki, diretor de produto para end user do EBANX.

Como parte dessa proposta, além do rastreio, o EBANX Track também oferece diversos conteúdos em vídeo e em texto relacionados a informações e serviços sobre compras internacionais, como explicações sobre o que é o despacho postal, saber em qual agência dos Correios está uma encomenda, prazos de entrega, entre outros.

Na outra ponta, a ferramenta também melhora a experiência para as empresas de e-commerce que operam com o EBANX: o EBANX Track disponibiliza aos sites clientes da fintech um dashboard de controle logístico, em que os sites podem acompanhar o envio de seus produtos de forma unificada e atuar de forma preventiva caso identifiquem algum gargalo logístico na cadeia de entrega.

Atualmente disponível em português e espanhol, o EBANX Track pode ser acessado pelo site track.ebanx.com, e irá ganhar uma versão em aplicativo até o primeiro trimestre de 2020, que poderá ser baixado gratuitamente tanto no sistema iOS quanto Android.

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Exact Sales compra startup e agrega big data a plataforma de aceleração comercial

Menos de dois meses após receber um aporte de R$ 15 milhões, a Exact Sales, de Florianópolis (SC), anuncia sua primeira aquisição. A empresa, que desenvolve plataforma tecnológica de aceleração comercial, comprou a Resultys. De Goiânia (GO), a Resultys é uma startup de big data analytics, focada em coleta e formação de bancos de dados públicos. Há dois anos fazia parte do portfólio de investimentos da Ace Startups, eleita a melhor aceleradora da América Latina.

O negócio permitirá agregar funcionalidades ao software da Exact Sales – o Exact Spotter, voltado à segmentação e qualificação de clientes potenciais. A plataforma, que se insere em um segmento de negócios conhecido como sales engagement (etapa do processo comercial dedicada ao diagnóstico da situação do cliente e a seu engajamento), é usada por mais de 2 mil empresas no Brasil.

A Resultys era parceira da Exact Sales desde 2017. Sua base de dados, que reúne informações de 20 milhões de empresas no Brasil, era integrada ao Exact Spotter e utilizada por usuários do software. Nela, é possível encontrar dados como CNPJ, setor de atuação, número de funcionários, estimativa de faturamento, entre muitos outros dados usados nas atividades de prospecção e qualificação de clientes potenciais. Com a aquisição, o sistema se tornará uma ferramenta permanente da plataforma. A marca Resultys será substituída — a nova funcionalidade se chamará Exact Searching.

“Percebemos que as empresas que utilizam grandes bases de dados, aliadas ao Exact Spotter, conseguem obter ainda mais agilidade e eficiência na prospecção de clientes potenciais”, diz Théo Orosco, cofundador e CEO da Exact Sales. “Ter uma ferramenta própria de coleta de dados públicos, trabalhando em conjunto com nossas tecnologias de inteligência artificial, é um passo importante para nos consolidarmos como líderes do segmento na América Latina”, afirma o executivo.

“A complementaridade entre as duas plataformas ficou evidente nesses dois anos de parceria. Acreditamos que essa sinergia ajudará os usuários do Exact Spotter a encontrar os clientes certos para seus produtos e serviços com maior efetividade”, diz Ivan Gonçalves, CEO da Resultys.

Mesmo com a aquisição, as outras ferramentas de big data analytics integradas ao Exact Spotter — como Proscore e Econodata — permanecerão disponíveis na plataforma, que continuará sendo aberta e dando total liberdade aos clientes.

Mais agilidade e eficiência com pré-venda

Fundada por Orosco e Felipe Roman, a Exact Sales ganhou mercado ao direcionar sua plataforma para uma etapa do processo comercial até então pouco atendida por ferramentas de tecnologia — a pré-venda, que dá suporte à área de vendas. Mais comum em empresas que oferecem produtos e serviços de alto valor para outras empresas (B2B), a pré-venda procura filtrar os clientes potenciais, de modo que só avancem no processo comercial os que estiverem tecnicamente prontos e no momento certo para comprar.

Esse trabalho envolve a coleta e a análise de dados sobre os clientes potenciais, permitindo que a área de vendas se dedique pessoalmente apenas àqueles com maiores chances de fechar negócio. Como resultado, empresas que têm profissionais dedicados à pré-venda costumam apresentar maior produtividade, um nível mais elevado de conversão de vendas e custos menores de aquisição de novos clientes.

Desde que iniciou as atividades, em 2015, a receita da Exact Sales foi multiplicada por dez — a previsão é de que o faturamento atinja R$ 13 milhões neste ano e que a equipe, de 200 colaboradores, duplique no próximo. Com o investimento de R$ 15 milhões recebido em outubro, liderado pela Astella Investimentos, a empresa pretende aprimorar as funcionalidades do Exact Spotter para elevar o ganho de produtividade dos usuários, seja pela padronização de processos, pela coleta de dados automatizada ou pela tomada de decisões baseadas em inteligência artificial. Nesse sentido, outras aquisições, além da Resultys, estão programadas até o final de 2020.

OEA Cyberwomen Challenge Brasil será realizada nesta sexta-feira (29) em Recife

Mulheres estudantes do ensino superior e funcionárias públicas que atuam na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) poderão participar, nesta sexta-feira (29), da segunda edição do OEA Cyberwomen Challenge Brasil. Desta vez, o evento será realizado no Casarão da Universidade Católica de Pernambuco, a partir das 8h.

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), à Trend Micro, ao Governo do Reino Unido, à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e com o apoio da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), promovem evento gratuito com a finalidade de potencializar a atuação das mulheres em uma área majoritariamente dominada por homens. Para se ter uma ideia, de acordo com levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), mulheres são apenas 20% dos 580 mil profissionais de TIC no Brasil.

Segundo Liliana Solha, gerente de segurança da informação da RNP, o evento – no formato de ciber-exercício e competição -, desafiará as equipes a colocarem à prova seus conhecimentos e habilidades no campo da cibersegurança. ‘‘A partir de um simulador lúdico, as participantes receberão desafios e, conforme as etapas destes desafios forem completadas, ganharão pontos. Como em um jogo, elas se revezarão em dois papeis. Por um lado, vão atuar como ‘hackers’ que atacam um determinador servidor de dados críticos e, em outro momento, vão representar especialistas em cibersegurança em defesa dessa mesma infraestrutura. O objetivo é o de estimular as competências dessas profissionais para que elas identifiquem ataques com rapidez e saibam solucionar os problemas’’, comenta.

O evento conta com o apoio financeiro do Governo do Reino Unido, que está empenhado em promover a inserção de mulheres nos setores acadêmico e público de TI, que carecem de representatividade feminina.

A equipe ganhadora da edição Brasil terá a oportunidade de participar do OEA Regional Cyberwomen Challenge, junto com as equipes vencedoras de outros países membros da OEA. Além disso, as vencedoras serão premiadas com créditos para participar dos cursos oferecidos na plataforma educacional da AWS, da Amazon.

Em 2018, as equipes que venceram a edição realizada em Florianópolis, ganharam a oportunidade de participar do encontro OEA Regional Cyberwomen Challenge realizado no Chile. Lá, a equipe brasileira venceu a competição das Américas e recebeu diversos prêmios.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas através do site http://resources.trendmicro.com/CyberwomenChallengeBrasil2019.html.

A tecnologia que é o alicerce da Black Friday

Para os clientes que esperam na fila do caixa de uma loja física ou que estejam finalizando uma compra online, ter uma experiência de pagamento integrada, que ocorra de maneira rápida e fácil, faz toda a diferença. A maioria dos consumidores apenas passa seu cartão de crédito ou débito, mas não pensa no processo que acabou de realizar nem na tecnologia que possibilitou sua compra de forma rápida e segura. Mas para os varejistas, a anatomia de uma transação com cartão de crédito é um pouco mais complicada nos bastidores.

Empresas de cartão de crédito processam milhares de transações por segundo, o que na semana na Black Friday chega a equivaler a bilhões de dólares em receita. Mas um segundo de atraso no processamento da transação ou falha na execução da análise de fraude em tempo hábil pode levar a consequências catastróficas, como longas filas no caixa, vendas perdidas e impacto nos resultados finais. Segundo um estudo da Juniper Research, os varejistas devem perder cerca de US$ 130 bilhões em receita com transações digitais fraudulentas com cartão até 2023.

Ainda que com o surgimento de novas ferramentas, como Cloud e Blockchain, a tecnologia que permite que as transações dos principais varejistas sejam de fato realizadas é o Mainframe. Por causa de sua alta capacidade de processamento e segurança pervasiva, os Mainframes costumam ser empregados no uso de dados voltados a transações financeiras, como compras em cartão de crédito e pagamentos digitais. Os mainframes IBM z Systems, por exemplo, são responsáveis pelo processamento de 87% das transações com cartões de crédito de todo o mundo.

Durante a Black Friday o mainframe ainda apoia o varejo no processamento de até 1 trilhão de transações por dia e garante segurança das compras em tempo real, evitando fraudes. Pode parecer um detalhe, mas para os varejistas, alguns milissegundos de latência entre o furto do seu cartão e a execução da análise de fraude na nuvem levam muito tempo, o que significa que a análise e a tomada de decisões devem ser feitas o mais próximo possível dos dados no mainframe.

Fonte: IBM

ABEMF reúne profissionais de fidelização em primeiro Workshop no Brasil

Pensando em proporcionar aos profissionais do mercado um momento único e de grande aprendizado, a ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) promoveu o primeiro Workshop de Fidelização do país, que contou com a parceria das entidades internacionais: Loyalty Academy e The Wise Marketer e a presença de mais de 100 profissionais da área.

O programa de educação profissional, que aconteceu nos dias 25 e 26 de novembro em São Paulo, foi realizado em inglês, pois contou com a presença internacional do reitor/co-fundador da Loyalty Academy, Mike Capizzi, que ministrou o curso durante os dois dias. Com tecnologia para a tradução simultânea, os participantes puderam acompanhar o workshop em português para maior absorção de conteúdo.

“Muitas pessoas que trabalham com fidelidade vieram de diversos setores, tendo que adaptar sua experiência e conhecimento aos desafios do mercado de fidelização, isto devido à escassez de iniciativas de ensino dedicadas a fidelização. Por ter como princípio fomentar ações para o fortalecimento e aperfeiçoamento da área, a ABEMF liderou esse primeiro projeto, de muitos que virão, e com certeza irá auxiliar diversos profissionais a se desenvolverem”, afirma Paulo Curro, diretor executivo da entidade.

Com mais de 46 anos de experiência no mercado, Mike Capizzi, que também é membro da American Marketing Association, abordou durante o curso, desde uma introdução ao mercado de loyalty, design de programas de fidelidade, segmentação e análise de dados, até estratégias de comunicação e técnicas operacionais.

Além disso, o palestrante e reitor/co-fundador da Loyalty Academy, Mike Capizzi, demonstrou aos participantes parâmetros sobre psicologia das recompensas dos clientes, bem como táticas de engajamento e benefícios. “A experiência do cliente é o mais importante”, destacou. O professor ainda falou sobre soluções tecnológicas que devem estar no futuro dos programas de fidelidade, caso do Blockchain, dizendo ser essa “uma ideia forte” para o mercado.

O curso ainda garantiu 13 dos 15 créditos necessários para a obtenção da certificação CLMP (Certified Loyalty Marketing ProfessionalTM) e como incentivo aos participantes, a ABEMF, em conjunto com a Loyalty Academy, disponibilizou a realização de mais um crédito via EAD, além de acesso a todo o material da academia por um ano sem custos.

Coworking fora das grandes capitais movimentará R$ 20 bi no Brasil na próxima década

Pesquisa inédita conduzida em 19 países pelo International Workplace Group (IWG) — empresa líder mundial e brasileira no mercado de coworking — revela que o segmento de escritórios compartilhados será responsável por movimentar mais de 20 bilhões de reais no interior do Brasil nos próximos 10 anos. Intitulado “Suburban Business Centres”, o levantamento traz dados e informações sobre o setor de espaços flexíveis de trabalho localizados fora dos grandes centros comerciais brasileiros.

O estudo aponta que, na próxima década, o uso de escritórios compartilhados deve gerar cerca de 71 mil novos empregos nessas regiões. No total, a previsão é de que, até 2029, mais de 157 mil pessoas trabalhem em espaços de coworking no interior do país. O crescimento deste mercado fora das grandes capitais é percebido no âmbito global. A pesquisa indica que os escritórios flexíveis distantes dos principais centros comerciais deverão movimentar mais de 254 bilhões de dólares no mundo na próxima década.

Para Tiago Alves, presidente do IWG no Brasil, o país segue a tendência mundial. “À medida que mais empresas adotarem o trabalho flexível em seus modelos de negócios, uma gama mais ampla de oportunidades de emprego e carreira estará disponível para as populações locais em idade ativa fora dos grandes centros urbanos”, afirma o executivo. O estudo revela que, aqui no Brasil, um único ponto de trabalho flexível localizado fora das grandes capitais poderá acrescentar, em média, 93 empregos à economia local. Esses espaços de trabalho beneficiarão o PIB da cidade ou região onde operam com mais de 25 milhões de reais por ano.

“Além disso, a economia de tempo de deslocamento até grandes centros urbanos é grande e traz ganhos diretos de produtividade e qualidade de vida para os funcionários, além de contribuir com o meio ambiente, que somados com outras tecnologias que mudam as formas como as pessoas trabalham e se deslocam, colocarão cidades do interior no mesmo nível competitivo de grandes polos tradicionais como as capitais”, afirma o executivo.

Outro impacto positivo gerado pela utilização de espaços flexíveis se dá no meio ambiente. Segundo a pesquisa, mais de 68 mil toneladas de CO2 por ano deixarão de ser emitidas no interior do Brasil pelo uso de escritórios compartilhados, isso porque os deslocamentos para ir e voltar do trabalho ficam mais curtos. Para Tiago Alves, um dos primeiros aspectos que as pessoas consideram ao optar por empresas com políticas de flexibilidade é o impacto positivo na saúde, principalmente ao economizar tempo no trajeto de ida e volta ao escritório. “Níveis reduzidos de estresse aumentam o bem-estar mental da equipe, que se manifesta em menos dias ausentes”, esclarece Tiago.

4 dicas para o profissional de comunicação ser bem-sucedido na transformação digital

Por Thais Antoniolli, Presidente da PR Newswire América Latina.

A consultoria McKinsey indica que cinco elementos são fundamentais para o sucesso da transformação digital das empresas: ter os líderes certos e com experiência digital, efetuar a construção de capacidades para a força de trabalho do futuro, capacitar as pessoas a trabalharem de novas maneiras, dar às ferramentas diárias vitais para uma atualização digital e comunicar-se frequentemente por meio de métodos tradicionais e digitais.

Você deve pensar que são elementos triviais e até óbvios, mas muitas companhias falham na transformação digital. Um estudo da Bain revela que profissionais em todo mundo enfrentam uma realidade amarga: apenas 5% deles alcançam ou excederam as expectativas de transformação. Ainda há muito trabalho pela frente.

Pode-se dizer que a área de Comunicação chegou atrasada no processo de transformação digital. Somente agora talentos do setor começam a usar ferramental tecnológico para apoiar seu trabalho e a mudar a mentalidade em prol de uma transformação bem-sucedida.

Métricas e soluções como inteligência artificial (AI) e aprendizado de máquina (machine learning) passam a ser grandes aliadas do departamento em prol de resultados efetivos de negócios, estratégia que há tempos pautam o Marketing e outros setores.

Assim, se você, profissional de comunicação, quiser se dar bem nessa nova era, precisa se preparar e não é para o futuro. É para ontem! Separei 4 dicas para você chegar lá. Vamos nessa?

1. Mude sua mentalidade já

A resistência é o grande perigo de qualquer mudança. Segundo a McKinsey, uma boa prática nesse sentido é entender por que mudanças são importantes e como elas impactam no sucesso e no futuro da organização. Essa mentalidade, de acordo com a consultoria, aumenta em até três vezes a chance de uma transformação digital de sucesso. Que tal, então, se abrir para o novo, pensar nas novas possibilidades que a transformação digital pode trazer para sua empresa e sua carreira?

2. Invista nas ferramentas tecnológicas adequadas

Métricas e inteligência artificial precisam ser seus melhores amigos a partir de agora. Sua área precisa definir métricas que sejam chave para o departamento e que, essencialmente, tenha um impacto em todo o negócio. Qual métrica você busca na área? Que tal apostar na automação e na inteligência artificial para ajudar a mapear essas métricas? Depois, torne as informações acessíveis para toda a organização, o que mais do que duplica a probabilidade de uma transformação bem-sucedida.

3. Veja os dados com outros olhos

O principal ativo da nova era da comunicação são os dados. O comportamento da mídia dos clientes nos canais digitais revela muito sobre isso. Para alavancar esses dados, no entanto, as empresas não precisam apenas de tecnologias. Também devem criar as condições organizacionais necessárias para poder fazer pleno uso da capacidade de desempenho oferecida pela tecnologia.

4. Pense nos processos

Pensar em processos significa capturar o máximo de dados possível sem depender de talentos específicos. E aqui entra mais uma vez a automação. Essa abordagem do processo facilitará a rotina e ajudará o time a focar no que realmente importa: na estratégia de comunicação.

Startup Fishtag recebe R$1.8 milhão de 4 grupos de investidores

Pela primeira vez, quatro grupos de investidores-anjo participam de uma mesma rodada de investimento: Anjos do Brasil, GVAngels, Insead Angels e MIT Alumni Angels – sendo os três últimos formados por ex-alunos de renomadas universidades. Além dos grupos citados, participaram também alguns investidores independentes, totalizando um aporte de R$1.8 milhão em uma única startup.

A startup escolhida para receber este significativo aporte é a Fishtag, que possui uma atuação bem específica: agilizar e aprimorar a cadeia de venda e compra de pescados. O desafio da empresa é aproximar produtores de compradores em uma cadeia produtiva que possui até 10 intermediários.

A Fishtag oferece um serviço B2B, baseado em tecnologia online, fornecendo entrega porta a porta, preços competitivos, e garantindo a qualidade dos produtos por meio de rastreabilidade. A curadoria dos produtores também fica por conta deles. A Fishtag trabalha apenas com produtores que possuem as devidas licenças de pesca e comercializam pescado legalizados com Selo de Inspeção Federal (SIF).

“O nosso objetivo é estreitar a relação entre os produtores de pescado e restaurantes, enquanto promovemos um consumo consciente de pescado. Você sabe de onde vem o peixe que você come?”, aponta Barbara Granek, fundadora da Fishtag. A empresária, que fez seu MBA no MIT Sloan School of Management (EUA) e trabalhou em consultoria estratégica por 5 anos, idealizou o conceito da marca após passar dois anos inserida na realidade desse mercado, liderando a empresa de pesca da família com cerca de 60 funcionários.

Atualmente com uma equipe de apenas seis pessoas e sem investimentos específicos em marketing, os resultados da Fishtag chamaram a atenção de investidores. Fundada em janeiro de 2019 e com um investimento inicial de apenas R$150 mil, a startup já vendeu mais de 10 toneladas de peixes, com um faturamento acima de R$500 mil.

“Os recursos levantados irão permitir que Fishtag faça uma transformação digital na indústria, a começar pelo Brasil, pois o capital será investido principalmente em tecnologia e vendas”, relata Barbara.

A rodada de investimento

Com esta rodada de investimento, que conta com um aporte composto por mais de uma origem, os quatro grupos de investidores-anjo visam deixar claro para o mercado de startups, que atuar em parceria em prol do mesmo objetivo é sempre benéfico. Este é o resultado de um forte networking entre os principais investidores-anjo no país. Dessa forma, as rodadas de investimentos elaboradas em conjunto também permitem uma condução do processo de due diligence mais aprofundado, o que traz recursos para decisões de investimento ainda mais qualificadas.

A Anjos do Brasil viu com bons olhos a startup desde o primeiro contato com a empresa no primeiro semestre deste ano. “Percebemos uma startup com potencial de agregar valor para um grande mercado ainda muito carente de inovação. Temos uma ótima empreendedora liderando o time e ficamos satisfeitos em efetuarmos mais um coinvestimento entre as redes de investidores anjo”, diz Maria Rita Spina Bueno, Diretora Executiva do grupo.

Para Wlado Teixeira, head do Comitê de Seleção do GVAngels, grupo de investidores-anjo formado por ex-alunos da FGV, a empresa tende a revolucionar o setor de pescados no Brasil. “A Fishtag apresentou seu pitch em nosso 15º Fórum de Investimento, em agosto. Logo ficamos contagiados com o conhecimento que a empreendedora tem sobre os desafios que esse mercado enfrenta. Porém, ainda no processo de due diligence, percebemos que tínhamos que envolver grupos de investimento parceiros. Queremos explorar ao máximo seu potencial de escalabilidade”, observa Wlado, ressaltando o propósito dos cerca de 130 membros C-Level que compõem o smartmoney do GVAngels e potencializam o networking das startups.

Já para o Insead Angels Club Brazil (IACB), formado por ex-alunos da renomada escola global de negócio, o diferencial da rodada de investimento é que se trata de smartmoney. “Queremos focar na oferta de capital intelectual e não apenas no capital financeiro. Investimos em startups capazes de gerar movimentos inovadores no país e em empreendedores abertos a contribuição dos nossos investidores. Ao propor uma inovação na cadeia de valor de pescados, a Fishtag está alinhada com essa estratégia”, esclarece Alieksiei Martins, fundador e líder do IACB.
Lançado em março de 2019, o MIT Alumni Angels do Brasil, se interessou pela startup, inclusive pelo fato da empreendedora Bárbara ser ex-aluna da instituição, nos Estados Unidos. “É o terceiro investimento que fazemos em menos de um ano. A startup chamou nossa atenção por ser uma solução disruptiva, além de se tratar de um negócio já tracionado (early stage). Outro ponto positivo é o track record da Bárbara como ex-aluna do MIT e ex-consultora estratégica e sua expertise no setor”, aponta Maria Alice Frontini, presidente do grupo.

Mackenzie sedia Pitch Day para promover startups desenvolvidas no INOVAMACK

No dia 05 de dezembro, a partir das 14h, acontece o Pitch Day do Programa de Pré-Aceleração INOVAMACK, no Auditório João Calvino, no campus Higienópolis da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). O evento é realizado pela Coordenadoria de Desenvolvimento e Inovação (CDI) da UPM, e pela Bluefields Aceleradora.

No dia, diversos empreendedores mackenzistas irão apresentar suas startups, que agora fazem parte do ecossistema do ambiente de inovação e startups da UPM. “O objetivo do Pitch Day é conectar as startups que passaram pelo programa com o ecossistema INOVAMACK, inclusive com investidores que estarão presentes para avaliar os novos empreendimentos e, quem sabe, investir e promover”, explica Paulo Humaitá, CEO da Bluefields.

O evento é gratuito e aberto ao público. Para fazer sua inscrição no evento, clique aqui

Programação
14:00 — Abertura oficial (CDI/Mackenzie)
14:05 — Explicação sobre INOVAMACK e jornada do programa de pré-aceleração
14:15 — Devocional sobre pitch para investidores
14:25 — Apresentação da dinâmica do dia (Bluefields Aceleradora)
14:35 — Apresentação dos investidores (investidores apresentam seu histórico e como tem investido em startups)
14:40 — Pitch das Startups (4 minutos de Pitch + ~3-5 minutos de Q&A)
15:20 — Dinâmica 1 com os presentes
15:30 — Pitch das Startups (4 minutos de Pitch + ~3-5 minutos de Q&A)
16:00 — Dinâmica 2 com os presentes
16:30 — Feedback dos investidores para as startups
17:00 — Encerramento (CDI/Mackenzie)

Serviço
Evento: Pitch Day
Data: 05 de dezembro
Local: Auditório João Calvino
Endereço: Rua da Consolação, 930 — Higienópolis
Horário: das 14h às 18h
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Pollux abre operação no Canadá e fortalece estratégia de internacionalização

Em menos de um ano da abertura do primeiro escritório fora do território nacional, a Pollux, empresa brasileira de tecnologia industrial, acaba de anunciar uma nova unidade internacional, desta vez, no Canadá. A companhia, que em 2018 começou a operar no México, também prevê expandir atuação para outros países como Estados Unidos e Colômbia até o final de 2020.

Para José Rizzo, CEO da Pollux, o mercado canadense tem se mostrado favorável às iniciativas de inovação e atrai cada vez mais empresas de tecnologia estimuladas pela facilidade e rapidez dos trâmites legais e tributários do país. “Nosso objetivo é atender, inicialmente, as demandas de empresas multinacionais que já são clientes da Pollux no Brasil e que possuem operação no Canadá”, explica o porta-voz. A empresa, que já possui proximidade com universidades e polos de inovação no Brasil, pretende incentivar o intercâmbio cultural entre os times que irão atuar nas novas unidades.

Rizzo avalia que o movimento de internacionalização é um processo natural para a Pollux que já havia exportado suas tecnologias em projetos conduzidos por toda América Latina. Fazem parte do portfólio da empresa, além das principais montadoras de veículos do País, clientes como Unilever, Nestlé, Natura e Saint-Gobain.