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GenesisGroup convida empreendedores e startups a colaborar no desenvolvimento de uma solução para automação do corte da soja para análise de amostras

Um dos gargalos do processo de análise e inspeção da soja envolve a automatização do processo de corte dos grãos, com agilidade e qualidade. O GenesisGroup, referência em testes, inspeções, análises, certificações e rastreabilidade para a cadeia do agroalimento decidiu buscar a ajuda de empreendedores, startups, universitários, centros de tecnologia e demais profissionais com ideias criativas para resolver esse problema. Para isso, conta com o apoio do hub AgTech Garage, do qual é parceiro.

Dessa necessidade nasceu o “Desafio GenesisGroup – Automatização do processo de corte do grão de soja”, que está aberto a todos os interessados.

“Não temos no momento uma solução que atenda, de forma eficiente, às nossas necessidades. Estamos buscando por meio desse desafio desenvolver opções criativas, funcionais e eficazes para o corte dos grãos da soja”, ressalta Fernando Souza, gerente comercial do GenesisGroup.

“Buscamos uma solução que alie segurança do classificador, ao mesmo tempo que dinamize o processo de corte da soja, dando agilidade, qualidade e elevados índices de eficiência”, complementa Souza.

Os interessados em participar do “Desafio GenesisGroup – Automatização do processo de corte do grão de soja” podem inscrever seus projetos até o dia 15 de dezembro. Todas as ideias serão avaliadas por especialistas do AgTech Garage e GenesisGroup. Os pré-selecionados serão convidados a apresentar seus pitchs aos executivos do GenesisGroup para posterior desenvolvimento das ideias mais aderentes.

O GenesisGroup e o AgTech Garage acreditam que a Inovação Aberta pode ser o caminho para encontrar a solução que buscamos. Importante destacar que mesmo que a ideia não esteja 100% desenvolvida, há possibilidade de se estabelecer projeto de co-desenvolvimento da solução com financiamento e apoio técnico por parte do GenesisGroup”, explica Fernando Souza.

Para inscrições e mais informações acesse:

http://www.agtechgarage.com/desafio-genesis-group/

Vendas devem crescer 9% na Black Friday, aponta Abrasce

De acordo com pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), a estimativa de crescimento das vendas durante a Black Friday será de 9%.

Apesar da data oficial ser na sexta-feira (29), os empreendimentos comerciais informaram que irão realizar as promoções até domingo (01), com lojas abrindo mais cedo (8h/9h) e fechando mais tarde (23h/00h).

Para o presidente da Abrasce, Glauco Humai, os números da pesquisa refletem o bom momento do setor e as perspectivas positivas para a reta final do ano. “Os shoppings tiveram um crescimento acumulado de 7,2% no terceiro trimestre de 2019. É o resultado mais positivo para o período desde 2013. Historicamente, a Black Friday é uma data forte para o comércio e com a liberação do saque do FGTS, a expansão do crédito e a inflação baixa, o setor se anima para ter resultados cada vez melhores”.

Os shoppings também esperam um aumento do ticket médio, que deve ficar entre R$ 300 e R$ 500 durante o período. Os valores são justificados pelas principais categorias que deverão impulsionar as vendas: eletroeletrônicos (77%), telefonia (71%), artigos de informática (68%) e eletro portáteis (66%).

Com relação às promoções, os empreendimentos deverão praticar descontos de até 70%. Além das ofertas, os shoppings irão realizar ações de marketing, como sorteios, “compre e ganhe” e “ganhe e concorra”.

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Neste final de ano, C&A abre 5 mil vagas temporárias em todo o país

A C&A, empresa que oferece produtos e experiências para conectar as pessoas por meio da moda, está com cerca de 5 mil vagas temporárias abertas para este final de ano em todo o país. As oportunidades são para os cargos de operador de vendas e serviços, operador de caixa e estoquista que atuarão nas mais de 280 lojas da empresa em todo o país por um período pré-determinado, de 14 a 28 dias

O processo seletivo é destinado para profissionais maiores de 18 anos e que atendam os pré-requisitos das posições. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas até o dia 16 de Dezembro nos sites das empresas de recrutamento Emprego Ligado, GI Group, Luandre, Global e Umana Brasil. Neste ano, mais uma vez, a TransEmpregos também apoia a C&A na divulgação das vagas temporárárias.

Para mais detalhes e inscrições, os candidatos poderão acessar os sites:

Emprego Ligado: www.empregoligado.com.br/pt-br/empresa/2347/canda
Luandre: luandre.com.br/
GI Group: br.gigroup.com/
Umana Brasil: umanabrasil.com/
Global Empregos: www.globalempregos.com.br/
TransEmpregos: www.transempregos.org/

MovilePay e iFood levam pagamentos por QR Code para restaurantes do centro de São Paulo

Quem mora ou trabalha na região central de São Paulo agora pode pagar suas refeições pelo celular, com uso do QR Code do aplicativo do iFood. Isso porque a MovilePay, fintech do Grupo Movile, expandiu sua atuação para a região, incluindo os bairros de Higienópolis, Santa Cecília e Vila Buarque. A previsão é chegar a 1500 restaurantes, bares e padarias até o final do ano, consolidando um momento de crescimento para diversas regiões da capital.

“Escolhemos o centro por ser uma área muito importante da cidade, tanto para o público corporativo como para o residencial, com uma grande quantidade de restaurantes e padarias. Dessa forma, vamos atuar oferecendo uma opção de meio de pagamento para a população, sempre como foco em nosso objetivo de impactar positivamente a vida das pessoas, garantindo mais facilidade no dia a dia e dando mais acesso à utilização de novas tecnologias”, afirma Daniel Bergman, CEO da MovilePay.

A movimentação acompanha uma forte onda de digitalização no país. De acordo com o Global Payments Report 2017, da Worldpay, o uso de aplicativos de pagamentos no Brasil deve passar dos 15% atuais para 31% em 2021. “O QR Code tem sido disseminado em diversos segmentos. Acreditamos, com isso, que as pessoas estarão cada vez mais familiarizadas com a tecnologia, o que facilita a aceitação e utilização dessa nova forma de pagamento”, reforça Bergman, CEO da Movile Pay.

Lançada em janeiro deste ano, a MovilePay já conta com mais de 10 mil restaurantes parceiros que utilizam o QR Code do iFood como forma de pagamento, além de bancas de jornal espalhadas pela cidade de São Paulo. Além da tecnologia de QR Code, a empresa também tem em sua carteira de produtos os terminais POS (mais conhecidos como maquininhas de cartão) e outras soluções financeiras para restaurantes.

Mercado Livre tem Black Friday com mais de 150 mil ofertas, descontos de até 80% e entregas expressas

O Mercado Livre, líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros para a América Latina, realiza Black Friday com descontos de até 80% no marketplace (http://www.mercadolivre.com.br/black-friday). São mais de 150 mil ofertas que vão desde produtos de beleza, moda, autopartes, bebidas até produtos eletrônicos como celular, notebook, TV e eletrodomésticos como ar condicionado, lavadora, fogão e refrigerador, os grandes destaques da data.

Dentre os produtos mais vendidos até o momento neste Novembro Black no Mercado Livre destaque para o celular – que ocupa as 4 primeiras posições de vendas, seguido de ar condicionado. O site conta com Lojas Oficiais de grandes marcas como as recém-lançadas Bose e Epson , além de Apple , Samsung , Lenovo , Brastemp , MAC Cosmetics , L’Óreal , Reserva , Hering , Levi’s , New Balance , entre outras.

Um diferencial do Mercado Livre é a operação logística da companhia para a data com a opção de entrega FULL – modelo em que o Mercado Livre fica responsável por todo o processo logístico do vendedor, até a entrega do produto ao cliente. Para a grande São Paulo as compras são entregues no dia seguinte e as compras realizadas por consumidores de Belo Horizonte, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Curitiba são entregues em até dois dias úteis.

“Nossa intenção é ser o destino de compras online durante a Black Friday com as melhores ofertas e condições de entrega, mantendo a oferta de frete grátis para todas as compras acima de R$ 120”, destaca Julia Rueff, diretora do Marketplace do Mercado Livre no Brasil.

A executiva destaca ainda o Compra Garantida, um programa exclusivo para pagamentos realizados com Mercado Pago dentro do marketplace do Mercado Livre, que garante a devolução do dinheiro caso a compra não saia como o esperado.

“Esse programa dá tranquilidade e segurança para as pessoas fazerem suas compras, especialmente aquelas que nunca compraram online”, finaliza Júlia. Segundo pesquisa realizada pelo Google, a Black Friday deste ano deverá ser a porta de entrada de 8 milhões novos compradores online no e-commerce brasileiro.

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TecBan revoluciona o setor de serviços financeiros com tecnologia para transações bancárias em blockchain

A TecBan anuncia o lançamento de uma solução inédita que utiliza blockchain para transações interbancárias. A tecnologia permite que as instituições financeiras compartilhem e consumam serviços hospedados em uma rede compartilhada digital, otimizando a disponibilidade de dinheiro em suas agências espalhadas por diversas cidades no país e melhorando o acesso à moeda pela população.

Especializada na gestão do ciclo do dinheiro por meio de soluções de autoatendimento e compartilhamento bancário, com uma forte cultura voltada para a inovação, a TecBan, que direcionou nos últimos cinco anos R$ 2,2 bilhões para novas soluções, pretende continuar evoluindo com o uso de blockchain, uma plataforma que funciona como um livro de registro imutável, que registra transações e permite a troca segura de informações.

“O projeto tem como objetivo ajudar nas transações de transferência de dinheiro entre todo o setor bancário no Brasil”, afirma Robert Baumgartner, Diretor de TI da TecBan. “Se antes cada banco tinha a necessidade de ter seu numerário em cada local, agora a rede blockchain permite uma necessidade única de dinheiro em espécie por localização, independentemente de qual seja o banco, processando cada transação na rede blockchain e hospedando essas transações em uma única rede empresarial. Com menos numerário distribuído, há menos risco e mais eficiência para o sistema bancário”, conclui.

À medida que as instituições financeiras trabalham cada vez mais para implementar novas tecnologias em suas operações, os mercados financeiros ficam saturados com vários sistemas executando as mesmas funções de negócios e com dados em silos que exigem processos de reconciliação caros. Com este projeto da TecBan, os funcionários das instituições financeiras que realizam as atividades de forma manual para as movimentações de numerário, passaram a ter uma aplicação confiável e segura para realizarem suas operações.

Como o sistema interbancário prevê a otimização intra e entre custódias de valores através do uso da IBM Blockchain Platform em IBM Cloud, muitas vezes já não é necessário transportar o numerário. Apenas com uma transferência da custódia, a necessidade é atendida e a operação é concluída.

“Tecnologias disruptivas como blockchain e cloud têm o potencial de transformar os processos de negócio em qualquer indústria, especialmente quando temos ambientes de múltiplas partes interessadas e que a confiança nas atividades deve ser extremamente alta, tais como as dos serviços financeiros”, comentou Fabio Marras, CTO da IBM Brasil. “A rede da TecBan, baseada na IBM Blockchain Platform e na IBM Cloud coloca o setor bancário brasileiro no próximo nível de transparência e segurança e estabelece um precedente transformador no mercado financeiro, não apenas no Brasil, mas em toda a região e no mundo”.

A solução está localizada no IBM Blockchain Solutions Hub em São Paulo, projetado para ajudar os clientes a criar uma nova geração de aplicativos blockchain em IBM Cloud.

De acordo com pesquisa, até 2030, Brasil deve perder mais de US$ 400 bilhões de dólares por escassez de talentos

A ausência de profissionais qualificados, além de impactar o mercado de trabalho pelas inúmeras vagas que não são preenchidas devido à falta de capacitação, pode afetar, também, a economia do país. De acordo com o levantamento realizado pela Korn Ferry, maior empresa global de recrutamento de executivos e consultoria organizacional, divulgada neste ano, até 2030 o déficit de mão de obra especializada, no Brasil, atingirá 5,7 milhões de colaboradores. A pesquisa apontou, ainda, que devido à escassez profissional, a receita que o país deixará de gerar pode chegar a US$ 493,84 bilhões de dólares.

Em contrapartida, os profissionais que estão entre os mais qualificados serão superestimados pelas organizações, pois o estudo apontou que 38% dos líderes das empresas acreditam que a escassez de talentos pode força-los a aumentar salários de forma insustentável. O levantamento prevê que, ainda em 2030, as empresas brasileiras serão sujeitas a pagar, em média, US$ 10.800 a mais por cada colaborador que é altamente especializado. O valor refere-se à quantia que a organização terá que investir, incluindo a inflação, para atrair e reter talentos que estarão escassos no mercado. Em geral, no país, o custo total para profissionais altamente especializados, em 2030, será de US$ 173,6 bi a mais. Já para o próximo ano, o levantamento prevê que as contas salariais deverão apresentar um aumento de US$ 65,54 bi.

Para se prevenir desta ausência de mão de obra qualificada, 84% dos líderes afirmaram que já têm uma previsão dos talentos que irão precisar para os próximos anos, enquanto 45% comentaram que já traçaram um modelo de suas necessidades futuras. Por este motivo, os líderes das organizações acreditam que, para os próximos anos, terão que promover ações com o objetivo de reter profissionais.

Globalmente, 51% dos líderes afirmaram que nunca lidaram com uma escassez de talentos tão expressiva, aponta o estudo. Em resumo, a pesquisa mostrou que, futuramente, haverá uma carência coletiva de conhecimento prático sobre métodos eficazes de lidar com uma crise nesta área. Para mudar esta realidade dentro das empresas, entre as soluções identificadas estão o treinamento das equipes, investimento no bem-estar do colaborador e, também, o pagamento de bônus salariais para atrair e reter profissionais qualificados.

Sobre a Pesquisa

O levantamento foi realizado com 1.550 líderes de negócios de organizações milionárias localizadas em 19 países. O estudo previu as consequências da escassez de talentos para três marcos: 2020, 2025 e 2030.

Entre os setores que foram analisados, estão:

• Serviços financeiros e comerciais: Incluindo serviços financeiros, seguros e imóveis;

• Tecnologia, mídia e telecomunicações (TMT): Incluindo TIC, publicação, radiodifusão e telecomunicações;

• Manufatura: incluindo industrial e consumidor produtos embalados e ciências da vida.

Foram considerados três diferentes níveis de habilidades, são elas:

1. Altamente qualificados
Profissionais que concluíram o ensino superior;

2. Qualificações médias
Profissionais que concluíram apenas o ensino médio;

3. Pouco qualificados
Profissionais que não concluíram o ensino médio.

50% dos empregados pretendem abrir seu próprio negócio

Em uma rápida busca pela internet, é fácil achar diversos materiais com dicas de como empreender. Os brasileiros estão cada vez mais dispostos a ter a sua própria fonte de renda. Como efeito do atual cenário econômico e com alta taxa de desemprego no Brasil, essa escolha tem sido, cada vez mais, o caminho.

Um dado relevante apontado pela pesquisa inédita Alelo Hábitos do Trabalho, encomendada pela Alelo e realizada pelo Instituto Ipsos, foi de que 50% das pessoas com empregos fixos pretendem abrir seu próprio negócio, no período de até cinco anos.

“Temos acompanhado um fortalecimento no ecossistema empreendedor, motivado pelo uso de novas tecnologias e com o aumento nos programas de incentivos de aceleradoras, incubadoras e até mesmo grandes empresas. Esse é um novo hábito de trabalho que faz muito sentido para os mais jovens, já no início da carreira ou, em alguns casos, para os profissionais mais maduros e experientes com carreira já consolidada”, comenta André Turquetto, diretor de Marketing e Produtos da Alelo.

Quando perguntadas sobre os principais motivos que as levariam a empreender, as pessoas empregadas podiam escolher mais de uma alternativa e disseram, entre outros pontos, que isso proporcionaria maior autonomia nas decisões (77%). Trabalhar com o que gosta e ganhar mais dinheiro foram as razões apontadas por 76% dos entrevistados. E para 74%, seria uma opção para inovar e contribuir para melhorar o mercado de trabalho.

Satisfação e mudança

De maneira geral, os empregados entrevistados estão satisfeitos com sua atual ocupação. Na Pesquisa Alelo Hábitos do Trabalho, era possível escolher quais pontos influenciavam a satisfação deles no trabalho, podendo ser mais de um: 67% afirmam estar muito satisfeitos com seu trabalho em geral; 71% dizem estar muito satisfeitos com o espaço físico; 69% estão muito satisfeitos com o clima organizacional e 71% estão muito satisfeitos com o relacionamento com seu superior.

Mas, mesmo satisfeitos, quando questionados sobre os próximos três anos, 58% dos profissionais empregados afirmaram que pretendem mudar de trabalho, sendo os homens (54%) a maioria.

O estudo foi encomendado pela Alelo ao Instituto Ipsos e realizada durante os meses de agosto e setembro de 2019, nas principais regiões do Brasil, apresenta margem de erro de 2pp. Foram ouvidas 2.333 pessoas, por meio de uma pesquisa online, sendo 1.518 empregadas, 468 desempregadas e 347 autônomas.

Como perfil demográfico total, 54% dos entrevistados eram homens, 46% mulheres, com idades entre 18 e 65 anos. O estudo foi realizado com abrangência nas principais regiões metropolitanas do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Florianópolis, Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador e Fortaleza.

HubChain Technologies desenvolve sistema de aprovação instantânea de boletos para Black Friday

Segundo pesquisa realizada pelo E-commerce Brasil em parceria com o SEBRAE no início do ano, cerca de 75% dos consumidores nacionais optam pela forma de pagamento em boleto bancário na hora de adquirir um produto pela internet. Este fator se deve pelas baixas taxas cobradas em comparação aos pagamentos com cartões de créditos e a facilidade para a emissão do código de barras, embora o período de aprovação do pagamento seja maior, levando até 48hs para compensar.

Acompanhando o mercado e buscando estar sempre alguns passos a frente quando o assunto é tecnologia, a HubChain Technologies – empresa focada no desenvolvimento de tecnologia “blockchain” para qualquer negócio que demande velocidade e segurança – lança o Boleto Instant Check, um sistema que realiza o monitoramento para aprovação instantânea de boletos, em até 1 hora, para a época mais movimentada do ano: o Black Friday.

A última sexta-feira de novembro tornou-se uma data importante para os amantes de compras e – principalmente – para os donos de grandes conglomerados logísticos. Com a ajuda da internet, cada vez mais pessoas entram no clima de consumo coletivo e são postas diante de uma tela onde sinalizam-se três formas de pagamento, compostas por cartão de crédito, débito e boleto bancário. Por esse motivo, a HubChain se adiantou, com o sistema de monitoramento que beneficiará tanto empresas varejistas quanto o consumidor final, dando a chance de ambos saírem felizes e realizados nessa época do ano.

“O sistema desenvolvido monitora constantemente o pagamento via boleto, em até 1 hora, ele avisa a loja se o código de cobrança já foi pago”, revela Rodrigo Pimenta, CEO da HubChain Technologies. “O cliente se sentirá satisfeito com a agilidade com que sua compra foi aprovada e a empresa reduzirá o tempo de congelamento de estoque, reduzindo custo, além de ser um diferencial de venda para a própria loja.”, completa o especialista.

De acordo com a última pesquisa realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), existem cerca de 60 milhões de pessoas sem movimentação bancária ou que não possuem vínculo com instituições financeiras no país. Indivíduos como estes são os principais adeptos ao uso de pagamentos via boletos bancários como única opção de pagamento e, assim como a empresa de tecnologia defende, todos podem receber suas compras mais rápido, sem precisar esperar dias para a aprovação.

Plano de carreira é coisa do passado

Por Fabio Bier

Plano de carreira já é coisa do passado. Hoje, as empresas têm falado sobre trilha de carreira, que esclarece não só requisitos de formação formal, mas também comportamentos e atitudes que um profissional deverá demonstrar para ocupar cargos mais elevados. Nesse contexto, a carreira deixa de ser responsabilidade da empresa, e passa a caber ao indivíduo.

Em um mundo VUCA – do inglês volatile (volátil), uncertain (incerto), complex (complexo) e ambiguos (ambíguo) -, as garantias de desenvolvimento de carreira pautada em organogramas já não são mais factíveis. Garantir que cargos estarão disponíveis para um profissional em determinado lapso de tempo é infundado quando os negócios são dinâmicos.

As empresas, por sua vez, têm se preparado para oferecer um ambiente de desenvolvimento, no qual as pessoas descubram seu propósito, possam exercer sua criatividade e desenvolvimento pessoal e onde conheçam o caminho que deverão percorrer para o desenvolvimento de suas carreiras na organização.

As áreas corporativas de desenvolvimento organizacional têm se preocupado em oferecer suporte a essa jornada, promovendo comunicação clara e transparente a respeito de oportunidades e requisitos, apostando no desenvolvimento individual. E também com treinamentos formais, por meio de ações como coaching, mentoring e empowerment, que estão focadas no aprendizado do próprio indivíduo, além de suas aspirações, capacidades, valores e planos de futuro.

Fazer parte de uma organização é muito mais do que exercer uma função técnica para a qual o indivíduo se preparou por meio de formações específicas. Significa realmente comungar dos mesmos valores corporativos, encontrar sentido no que a organização se propõe a oferecer para a sociedade, sentir-se bem com a cultura e o clima organizacional.

Quando existir propósito em estar, é hora de entender como funciona a organização, quais são os cargos disponíveis e quais são os requisitos técnicos e comportamentais que exigem. Para isso, é importante criar relacionamentos internos, participar de projetos e ações corporativas, perguntar sobre desenvolvimento e trilha de carreira, falar abertamente sobre ambições e ajustar-se às necessidades do negócio.

É muito comum que as pessoas se frustrem quando acham que foram injustiçadas, e isso realmente pode acontecer, mas antes desse sentimento é primordial entender os motivos pelos quais não foi escolhido para determinada promoção, por exemplo, e entender o feedback como aprendizagem. Assim como em qualquer relacionamento, a relação de um indivíduo com a empresa também depende de muito diálogo e resiliência.

Nesse novo cenário, os profissionais de recursos humanos são responsáveis em conectar as pessoas ao negócio, e, no mundo VUCA, garantir que isso ocorra com o máximo de transparência e agilidade é primordial. Para isso, o desenvolvimento da liderança é o principal desafio. Por meio dos líderes as pessoas entendem, ou não, qual é o foco do negócio, as oportunidades de carreira e os atributos profissionais valorizados pela organização.

Em suma, a tarefa é compartilhada, ou seja, empresa e colaboradores precisam manter diálogo constante sobre as necessidades organizacionais. Enquanto é papel da organização oferecer transparência a respeito dos atributos que mais valoriza e a jornada que pode levar um profissional a ser promovido, também é papel do colaborador esclarecer suas ambições, estar envolvido com o negócio, demonstrar que seu propósito pessoal está alinhado aos propósitos da organização.

O plano de carreira é coisa do passado, porque o que importa é o desenvolvimento da carreira – uma responsabilidade do indivíduo e que pode ser adaptado pelas organizações.

Fabio Bier, gerente de RH da Husqvarna para América Latina

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Black Friday deve ser mais forte esse ano, 89% dos brasileiros declaram que irão gastar mais, afirma estudo da SBVC

Para a Black Friday 2019 o consumidor está animado, 89% dos entrevistados pretendem gastar mais do que a edição de 2018, um aumento de 21%. O consumidor também admite se planejar para as promoções (94%) e declara que vai pesquisar produtos e preços (98%).

O valor destinado a compras de Natal se aproxima de 42% do total das compras da Black Friday. Essa é uma das descobertas do estudo “O fenômeno Black Friday no varejo brasileiro” – 2ª edição, desenvolvido pela SBVC (Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo) em parceria com a Ferraz Pesquisas, que faz uma radiografia dos principais hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday.

Apesar da crise que o país vem enfrentando, o consumidor está animado e otimista para a Black Friday 2019. 100% dos entrevistados pretendem se arriscar nas promoções esse ano e pretendem gastar em média R$ 1.333,88. Em 2018 a intenção de gasto médio (compras on e off-line) dos consumidores na data foi de R$1.283,92. A maioria das compras estão destinadas a uso próprio e a preferência é por Eletrônicos, Eletrodomésticos e Vestuários.

O estudo mostra que 61% concordam que a Black Friday é uma data para encontrar produtos de coleções anteriores ou que estão fora de linha, porém 45% acreditam que irão encontrar produtos de lançamento. A data está consolidada no país, e aos poucos os consumidores passam a ver vantagens de comprar (85%) na Black Friday. Porém, a credibilidade (70%) em relação as promoções ainda não estão em um patamar sólido. Para todos os atributos pesquisados foram considerados uma escala de 1 a 4, sendo 1 concordo
totalmente e 4 discordo totalmente, e analisados conforme a soma de “Top2Box” (1+2).

O canal online é a principal fonte de pesquisa de preços, sendo que 98% dos entrevistados irão pesquisar antes de realizar a compra na data, principalmente em sites de lojas próprias, sites de busca e redes sociais. Assim como a busca por informações é online, o e-commerce (37%) se sobressai quando comparado com lojas físicas (15%) no processo da compra, porém a maioria utiliza os dois canais para fazer suas compras (47%).

Para Eduardo Terra, presidente da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC), “O varejista deve aproveitar a data para oferecer a melhor experiência de compra e atendimento através da interação dos canais online e off-line, bem como atrair um novo público a fim de conhecer sua marca”.

Metodologia

O estudo entrevistou 402 consumidores em todo o país, e teve como objetivo quantificar aspectos relacionados aos hábitos de compra, intenção de compra e opiniões em relação a Black Friday, visando entender o impacto dessa data para o varejo brasileiro.

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Como a Inteligência Artificial (IA) pode ser ainda mais decisiva para melhorar a experiência do cliente

Por Fernanda Benhami

Por que Inteligência Artificial (IA) tem sido um tema amplamente debatido, e implementado, por tantas empresas ao redor do mundo? Além de ser uma tendência, ouso dizer que a IA é uma tecnologia com um potencial incrível de transformar negócios, ambientes e sociedades.

Assim, um dos fatores que tem auxiliado os sistemas baseados em IA a tomar melhores decisões é o contexto ou a informação utilizada para treiná-los. Por exemplo, houve uma experiência em que foi perguntado para pessoas de diversos países a quem salvariam em caso de um acidente: um grupo de idosos ou um grupo de crianças. Em certas partes do mundo, salvavam as crianças, em outras, os idosos. Portanto, nesse caso, se quisermos treinar um sistema baseado em Inteligência Artificial é preciso levar em conta o contexto da situação-problema e a personalização. O debate ético e a interpretação humana sempre devem ser considerados quando se trata de implementar soluções de decisões autônomas.

Para responder à pergunta “como a Inteligência Artificial pode ajudar no âmbito dos negócios?” podemos mencionar diversos casos e exemplos práticos. Um dos que mais chamam a atenção, por ser uma atividade tão cotidiana, é o de compras em supermercados. Em um estudo feito nesta indústria, foram instalados sensores e câmeras nas gôndolas para capturar o dia a dia da distribuição dos diferentes produtos, além de outras variáveis, como cor, temperatura, umidade, entre outros.

Toda a informação recolhida foi armazenada diretamente na nuvem e, por meio de técnicas de Machine Learning e Inteligência Artificial, foi possível gerar padrões de compra de diferentes categorias, identificando a velocidade em que certos produtos perecíveis, como frutas, vegetais ou mesmo pão, são vendidos. Parece algo simples e superficial, mas não é. Como essa informação é convertida em inteligência de negócios, é possível modificar a produção, o abastecimento e a distribuição de certos produtos, melhorando sobremaneira a experiência do cliente.

Outro exemplo da utilização da IA de forma efetiva é a sua aplicação na venda de eletrodomésticos, como televisores, por exemplo. É normal ir a um shopping ou a uma loja e se deparar com diversos modelos de TVs, mas que, à primeira vista, parecem iguais. A pergunta então é “como chamar a atenção do cliente?”. As marcas têm se questionado se através de uma câmera localizada em cada TV é possível identificar a roupa que a pessoa que se encontra à frente usa e, de acordo com esta característica, se seria possível gerar uma oferta exclusiva e personalizada para aquele consumidor. Com a IA este tipo de aplicação é possível — e já acontece.

A partir de capacidades de Reconhecimento de Imagens (Computer Vision) é possível identificar, por exemplo, quantos torcedores de um time A ou de um time B entram nessa loja ou mesmo quantas pessoas usam roupas de alguma marca específica e, imediatamente, gerar na tela um código QR para que o cliente o escaneie e tenha uma oferta exclusiva. Se o cliente não aceitar a oferta, o sistema é treinado com esta interação para melhorar as futuras propostas a outros consumidores.

Agora, se o cliente aceitar e escanear o código QR, então será possível saber quem ele é e estabelecer uma jornada de consumo (Customer Journey) específica. O objetivo com esse tipo de solução é o de transferir a experiência personalizada que as lojas oferecem em seus e-commerces – que apresentam promoções realmente personalizadas de acordo com a análise da informação de cada usuário – para as lojas físicas.

Entregar experiências mais personalizadas e assertivas ao consumidor é, ou deveria ser, o objetivo de qualquer marca. Contudo, vale ressaltar a importância de uma utilização ética e transparente de todos os dados coletados, obedecendo à legislação. Por outro lado, está cada vez mais evidente que, quando se trata de obter uma boa experiência, os usuários estão mais dispostos a flexibilizar o uso de seus dados pessoais, contanto que isso gere valor. E sua companhia, o que tem feito para promover experiências mais eficientes aos seus clientes?

Fernanda Benhami, LATAM Business Manager for Customer Intelligence Solutions do SAS