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Linx e Magalu anunciam criação de parceria inédita que conecta o Marketplace às lojas físicas

A Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, e o Magalu, a principal plataforma digital voltada para o varejo do Brasil, acabam de anunciar uma parceria que vai permitir que sellers do marketplace do Magalu utilizem seus pontos físicos como opção de entrega para seus produtos vendidos na plataforma da companhia. Agora, quando um cliente fizer uma compra no site do Magalu ou Netshoes, de um produto vendido por um seller, na hora da escolha da forma de entrega, ele poderá optar por retirar o produto na loja física daquele parceiro.

Para ter acesso ao modelo de entrega em loja física, o seller do Magalu precisa ser usuário do Linx OMNI OMS (Order Management System). Com essa aliança, o consumidor poderá reduzir prazo de entrega e custo do frete na compra de seus produtos. A solução permite que o cliente tenha acesso a dados de geolocalização, que mostram as lojas mais próximas que podem entregar seu produto de forma rápida e com mais conveniência. Caso a opção seja receber a compra em casa, os sellers podem utilizar os serviços dos parceiros logísticos do Magalu e da Linx.

Esta experiência tornou-se viável através dos investimentos em tecnologia da Linx no tema de Omnicanalidade. Com o lançamento desta sua solução, a empresa se consolida como a maior referência no tema, no País – além de permitir que várias marcas líderes possam promover a transformação digital na relação com seus consumidores.

“Estamos fazendo história, promovendo uma experiência real de Omnichannel, conectando a audiência incrível do Magalu com marcas admiráveis que transformaram a loja física também em showroom e centro de distribuição”, explica Jean Klaumann, vice-presidente da Linx Digital.

“Por meio da tecnologia, transformamos o Magalu em uma plataforma digital. Agora, queremos, ajudar o seller analógico a se digitalizar e elevar o nível do serviço oferecido. Com essa solução da Linx, as empresas analógicas poderão disponibilizar os produtos de seu catálogo do ponto físico na plataforma de vendas do Magalu”, afirma Leandro Soares, diretor executivo de marketplace do Magalu. “A multicanalidade é outro ponto muito importante da nossa estratégia. Sabemos o quanto nossos clientes gostam de ter a opção de retirar em loja e, com essa parceria, vamos oferecer essa facilidade nos pontos físicos dos sellers”.

Experiência completa em todos os canais

A Linx tem se mostrado um parceiro tecnológico completo para varejistas que buscam integrar canais físicos e online, assim como potencializar o e-commerce. Por isso, a empresa consegue oferecer ao varejo ferramentas que viabilizam parcerias como essa estabelecida com o Magazine Luiza, que geram benefícios para o lojista, as marcas que vendem por meio dele e ao consumidor final.

Além de todos os benefícios que a parceria promete, o fluxo nas lojas físicas também deve aumentar. Por conta disso, o varejista poderá vender mais produtos durante a visita de um consumidor que apareceu apenas para retirar um item comprado online.

Cognizant abre vagas de emprego para programadores

A Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, realiza nos dias 30 de novembro e 1.º de dezembro, o primeiro Hackathon Day, com o objetivo de desenvolver profissionais que estão iniciando a carreira na tecnologia Mulesoft.
O Hackathon é um evento que reúne programadores para trabalhar em grupo, com um case específico ou em soluções para um ou mais projetos, o que permite o desenvolvimento de habilidades técnicas e pessoais, como trabalho em equipe e pensamento ágil.

“O universo de recrutamento e seleção se reinventa a todo instante, e, quando o assunto é seleção para vagas de tecnologia, os hackathons têm sido uma opção interessante para empresas que desejam recrutar talentos para atuar com determinadas ferramentas”, afirma Carla Catelan, responsável pela área de aquisição de talentos da Cognizant no Brasil.

Ainda de acordo com Carla, serão 15 horas de aprendizado, que envolve trabalho em equipe, programação, contato com uma plataforma de APIs e networking com os melhores profissionais de tecnologia da Cognizant.

O Hackathon Day será realizado no escritório da Cognizant, em São Paulo. Para participar, os estudantes precisam ter experiência em desenvolvimento de software, inglês intermediário ou avançado e se candidatarem por aqui:
http://www.walljobs.com.br/vagas/hackaton-day-cognizant-rua-jaceru-151-vila-gertrudes-sao-paulo-sp-04705-000 ou http://bit.ly/hackathon_day.

Em plataforma de rastreio do EBANX, consumidor pode acompanhar encomendas da Black Friday e informações sobre o despacho postal

O EBANX, fintech que cria soluções de pagamentos para latino-americanos acessarem produtos e serviços globais, oferecendo métodos locais como boleto e parcelamento, acaba de lançar uma nova versão do EBANX Track, plataforma de rastreio de compras online criada pela empresa. Consumidores poderão acompanhar a entrega de pedidos feitos em sites nacionais e internacionais, inclusive durante as promoções da Black Friday, que tiveram início nesta semana.

Com base em informações de mais de 600 transportadoras de todo o mundo, o EBANX Track consegue localizar uma encomenda mesmo antes de ela entrar no território nacional, utilizando o código de rastreio fornecido pelos sites em que a compra foi feita.

Entre as novidades do EBANX Track, estão:

Aviso sobre o pagamento do despacho postal: o despacho postal é uma taxa que passou a ser cobrada no ano passado pelos Correios, sobre encomendas internacionais, para processos de tratamento aduaneiro. Quando um pacote é taxado, o consumidor deve pagar o valor de R$ 15 aos Correios para que a encomenda seja liberada para entrega. Com base no código de rastreio, o EBANX Track consegue alertar o usuário se sua encomenda está sendo taxada pelo serviço de despacho postal. O usuário pode acessar, pela própria plataforma, um link que o direciona para a página de pagamento dos Correios. Desta forma, o processo ganha em agilidade e velocidade, e o pedido pode ser retirado em menos tempo;

Envio de notificações: pode ser feito por email e push, diretamente no navegador do usuário. O consumidor pode ainda atribuir um nome à encomenda, acabando com a confusão dos códigos de rastreio. Cada pacote poderá ser identificado com termos como “fone de ouvido do site X”, “camiseta do site Y”, etc;

Mais informação sobre o status do pedido: para saber onde o pacote se encontra em tempo real, o EBANX Track disponibiliza o status do pedido, com local de origem, destino e localização atual, em qualquer lugar do mundo.

Em um ano de funcionamento, a plataforma já atendeu 2 milhões de pessoas, rastreou 2,3 milhões de pacotes e recebe em média 300 mil usuários ativos por mês. Idealizado pelo EBANX, o EBANX Track traz em seu DNA a expertise da fintech, que há sete anos trabalha processando pagamentos de compras feitas em sites globais de comércio digital.

“A experiência de compra online envolve mais etapas do que apenas a navegação no site e o pagamento. Uma delas é a espera pela chegada do produto. Saber o caminho do seu pacote, desde a saída do país de origem até sua casa, é uma forma de visibilidade que gera confiança. O objetivo principal do EBANX Track é deixar a experiência de compra ainda melhor”, afirma Ariel Patschiki, diretor de produto para end user do EBANX.

Como parte dessa proposta, além do rastreio, o EBANX Track também oferece diversos conteúdos em vídeo e em texto relacionados a informações e serviços sobre compras internacionais, como explicações sobre o que é o despacho postal, saber em qual agência dos Correios está uma encomenda, prazos de entrega, entre outros.

Na outra ponta, a ferramenta também melhora a experiência para as empresas de e-commerce que operam com o EBANX: o EBANX Track disponibiliza aos sites clientes da fintech um dashboard de controle logístico, em que os sites podem acompanhar o envio de seus produtos de forma unificada e atuar de forma preventiva caso identifiquem algum gargalo logístico na cadeia de entrega.

Atualmente disponível em português e espanhol, o EBANX Track pode ser acessado pelo site track.ebanx.com, e irá ganhar uma versão em aplicativo até o primeiro trimestre de 2020, que poderá ser baixado gratuitamente tanto no sistema iOS quanto Android.

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Exact Sales compra startup e agrega big data a plataforma de aceleração comercial

Menos de dois meses após receber um aporte de R$ 15 milhões, a Exact Sales, de Florianópolis (SC), anuncia sua primeira aquisição. A empresa, que desenvolve plataforma tecnológica de aceleração comercial, comprou a Resultys. De Goiânia (GO), a Resultys é uma startup de big data analytics, focada em coleta e formação de bancos de dados públicos. Há dois anos fazia parte do portfólio de investimentos da Ace Startups, eleita a melhor aceleradora da América Latina.

O negócio permitirá agregar funcionalidades ao software da Exact Sales – o Exact Spotter, voltado à segmentação e qualificação de clientes potenciais. A plataforma, que se insere em um segmento de negócios conhecido como sales engagement (etapa do processo comercial dedicada ao diagnóstico da situação do cliente e a seu engajamento), é usada por mais de 2 mil empresas no Brasil.

A Resultys era parceira da Exact Sales desde 2017. Sua base de dados, que reúne informações de 20 milhões de empresas no Brasil, era integrada ao Exact Spotter e utilizada por usuários do software. Nela, é possível encontrar dados como CNPJ, setor de atuação, número de funcionários, estimativa de faturamento, entre muitos outros dados usados nas atividades de prospecção e qualificação de clientes potenciais. Com a aquisição, o sistema se tornará uma ferramenta permanente da plataforma. A marca Resultys será substituída — a nova funcionalidade se chamará Exact Searching.

“Percebemos que as empresas que utilizam grandes bases de dados, aliadas ao Exact Spotter, conseguem obter ainda mais agilidade e eficiência na prospecção de clientes potenciais”, diz Théo Orosco, cofundador e CEO da Exact Sales. “Ter uma ferramenta própria de coleta de dados públicos, trabalhando em conjunto com nossas tecnologias de inteligência artificial, é um passo importante para nos consolidarmos como líderes do segmento na América Latina”, afirma o executivo.

“A complementaridade entre as duas plataformas ficou evidente nesses dois anos de parceria. Acreditamos que essa sinergia ajudará os usuários do Exact Spotter a encontrar os clientes certos para seus produtos e serviços com maior efetividade”, diz Ivan Gonçalves, CEO da Resultys.

Mesmo com a aquisição, as outras ferramentas de big data analytics integradas ao Exact Spotter — como Proscore e Econodata — permanecerão disponíveis na plataforma, que continuará sendo aberta e dando total liberdade aos clientes.

Mais agilidade e eficiência com pré-venda

Fundada por Orosco e Felipe Roman, a Exact Sales ganhou mercado ao direcionar sua plataforma para uma etapa do processo comercial até então pouco atendida por ferramentas de tecnologia — a pré-venda, que dá suporte à área de vendas. Mais comum em empresas que oferecem produtos e serviços de alto valor para outras empresas (B2B), a pré-venda procura filtrar os clientes potenciais, de modo que só avancem no processo comercial os que estiverem tecnicamente prontos e no momento certo para comprar.

Esse trabalho envolve a coleta e a análise de dados sobre os clientes potenciais, permitindo que a área de vendas se dedique pessoalmente apenas àqueles com maiores chances de fechar negócio. Como resultado, empresas que têm profissionais dedicados à pré-venda costumam apresentar maior produtividade, um nível mais elevado de conversão de vendas e custos menores de aquisição de novos clientes.

Desde que iniciou as atividades, em 2015, a receita da Exact Sales foi multiplicada por dez — a previsão é de que o faturamento atinja R$ 13 milhões neste ano e que a equipe, de 200 colaboradores, duplique no próximo. Com o investimento de R$ 15 milhões recebido em outubro, liderado pela Astella Investimentos, a empresa pretende aprimorar as funcionalidades do Exact Spotter para elevar o ganho de produtividade dos usuários, seja pela padronização de processos, pela coleta de dados automatizada ou pela tomada de decisões baseadas em inteligência artificial. Nesse sentido, outras aquisições, além da Resultys, estão programadas até o final de 2020.

OEA Cyberwomen Challenge Brasil será realizada nesta sexta-feira (29) em Recife

Mulheres estudantes do ensino superior e funcionárias públicas que atuam na área de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) poderão participar, nesta sexta-feira (29), da segunda edição do OEA Cyberwomen Challenge Brasil. Desta vez, o evento será realizado no Casarão da Universidade Católica de Pernambuco, a partir das 8h.

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), à Trend Micro, ao Governo do Reino Unido, à Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e com o apoio da Universidade Católica de Pernambuco (UNICAP), promovem evento gratuito com a finalidade de potencializar a atuação das mulheres em uma área majoritariamente dominada por homens. Para se ter uma ideia, de acordo com levantamento da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), mulheres são apenas 20% dos 580 mil profissionais de TIC no Brasil.

Segundo Liliana Solha, gerente de segurança da informação da RNP, o evento – no formato de ciber-exercício e competição -, desafiará as equipes a colocarem à prova seus conhecimentos e habilidades no campo da cibersegurança. ‘‘A partir de um simulador lúdico, as participantes receberão desafios e, conforme as etapas destes desafios forem completadas, ganharão pontos. Como em um jogo, elas se revezarão em dois papeis. Por um lado, vão atuar como ‘hackers’ que atacam um determinador servidor de dados críticos e, em outro momento, vão representar especialistas em cibersegurança em defesa dessa mesma infraestrutura. O objetivo é o de estimular as competências dessas profissionais para que elas identifiquem ataques com rapidez e saibam solucionar os problemas’’, comenta.

O evento conta com o apoio financeiro do Governo do Reino Unido, que está empenhado em promover a inserção de mulheres nos setores acadêmico e público de TI, que carecem de representatividade feminina.

A equipe ganhadora da edição Brasil terá a oportunidade de participar do OEA Regional Cyberwomen Challenge, junto com as equipes vencedoras de outros países membros da OEA. Além disso, as vencedoras serão premiadas com créditos para participar dos cursos oferecidos na plataforma educacional da AWS, da Amazon.

Em 2018, as equipes que venceram a edição realizada em Florianópolis, ganharam a oportunidade de participar do encontro OEA Regional Cyberwomen Challenge realizado no Chile. Lá, a equipe brasileira venceu a competição das Américas e recebeu diversos prêmios.

As inscrições para o evento são gratuitas e podem ser realizadas através do site http://resources.trendmicro.com/CyberwomenChallengeBrasil2019.html.

A tecnologia que é o alicerce da Black Friday

Para os clientes que esperam na fila do caixa de uma loja física ou que estejam finalizando uma compra online, ter uma experiência de pagamento integrada, que ocorra de maneira rápida e fácil, faz toda a diferença. A maioria dos consumidores apenas passa seu cartão de crédito ou débito, mas não pensa no processo que acabou de realizar nem na tecnologia que possibilitou sua compra de forma rápida e segura. Mas para os varejistas, a anatomia de uma transação com cartão de crédito é um pouco mais complicada nos bastidores.

Empresas de cartão de crédito processam milhares de transações por segundo, o que na semana na Black Friday chega a equivaler a bilhões de dólares em receita. Mas um segundo de atraso no processamento da transação ou falha na execução da análise de fraude em tempo hábil pode levar a consequências catastróficas, como longas filas no caixa, vendas perdidas e impacto nos resultados finais. Segundo um estudo da Juniper Research, os varejistas devem perder cerca de US$ 130 bilhões em receita com transações digitais fraudulentas com cartão até 2023.

Ainda que com o surgimento de novas ferramentas, como Cloud e Blockchain, a tecnologia que permite que as transações dos principais varejistas sejam de fato realizadas é o Mainframe. Por causa de sua alta capacidade de processamento e segurança pervasiva, os Mainframes costumam ser empregados no uso de dados voltados a transações financeiras, como compras em cartão de crédito e pagamentos digitais. Os mainframes IBM z Systems, por exemplo, são responsáveis pelo processamento de 87% das transações com cartões de crédito de todo o mundo.

Durante a Black Friday o mainframe ainda apoia o varejo no processamento de até 1 trilhão de transações por dia e garante segurança das compras em tempo real, evitando fraudes. Pode parecer um detalhe, mas para os varejistas, alguns milissegundos de latência entre o furto do seu cartão e a execução da análise de fraude na nuvem levam muito tempo, o que significa que a análise e a tomada de decisões devem ser feitas o mais próximo possível dos dados no mainframe.

Fonte: IBM

ABEMF reúne profissionais de fidelização em primeiro Workshop no Brasil

Pensando em proporcionar aos profissionais do mercado um momento único e de grande aprendizado, a ABEMF (Associação Brasileira das Empresas do Mercado de Fidelização) promoveu o primeiro Workshop de Fidelização do país, que contou com a parceria das entidades internacionais: Loyalty Academy e The Wise Marketer e a presença de mais de 100 profissionais da área.

O programa de educação profissional, que aconteceu nos dias 25 e 26 de novembro em São Paulo, foi realizado em inglês, pois contou com a presença internacional do reitor/co-fundador da Loyalty Academy, Mike Capizzi, que ministrou o curso durante os dois dias. Com tecnologia para a tradução simultânea, os participantes puderam acompanhar o workshop em português para maior absorção de conteúdo.

“Muitas pessoas que trabalham com fidelidade vieram de diversos setores, tendo que adaptar sua experiência e conhecimento aos desafios do mercado de fidelização, isto devido à escassez de iniciativas de ensino dedicadas a fidelização. Por ter como princípio fomentar ações para o fortalecimento e aperfeiçoamento da área, a ABEMF liderou esse primeiro projeto, de muitos que virão, e com certeza irá auxiliar diversos profissionais a se desenvolverem”, afirma Paulo Curro, diretor executivo da entidade.

Com mais de 46 anos de experiência no mercado, Mike Capizzi, que também é membro da American Marketing Association, abordou durante o curso, desde uma introdução ao mercado de loyalty, design de programas de fidelidade, segmentação e análise de dados, até estratégias de comunicação e técnicas operacionais.

Além disso, o palestrante e reitor/co-fundador da Loyalty Academy, Mike Capizzi, demonstrou aos participantes parâmetros sobre psicologia das recompensas dos clientes, bem como táticas de engajamento e benefícios. “A experiência do cliente é o mais importante”, destacou. O professor ainda falou sobre soluções tecnológicas que devem estar no futuro dos programas de fidelidade, caso do Blockchain, dizendo ser essa “uma ideia forte” para o mercado.

O curso ainda garantiu 13 dos 15 créditos necessários para a obtenção da certificação CLMP (Certified Loyalty Marketing ProfessionalTM) e como incentivo aos participantes, a ABEMF, em conjunto com a Loyalty Academy, disponibilizou a realização de mais um crédito via EAD, além de acesso a todo o material da academia por um ano sem custos.

Coworking fora das grandes capitais movimentará R$ 20 bi no Brasil na próxima década

Pesquisa inédita conduzida em 19 países pelo International Workplace Group (IWG) — empresa líder mundial e brasileira no mercado de coworking — revela que o segmento de escritórios compartilhados será responsável por movimentar mais de 20 bilhões de reais no interior do Brasil nos próximos 10 anos. Intitulado “Suburban Business Centres”, o levantamento traz dados e informações sobre o setor de espaços flexíveis de trabalho localizados fora dos grandes centros comerciais brasileiros.

O estudo aponta que, na próxima década, o uso de escritórios compartilhados deve gerar cerca de 71 mil novos empregos nessas regiões. No total, a previsão é de que, até 2029, mais de 157 mil pessoas trabalhem em espaços de coworking no interior do país. O crescimento deste mercado fora das grandes capitais é percebido no âmbito global. A pesquisa indica que os escritórios flexíveis distantes dos principais centros comerciais deverão movimentar mais de 254 bilhões de dólares no mundo na próxima década.

Para Tiago Alves, presidente do IWG no Brasil, o país segue a tendência mundial. “À medida que mais empresas adotarem o trabalho flexível em seus modelos de negócios, uma gama mais ampla de oportunidades de emprego e carreira estará disponível para as populações locais em idade ativa fora dos grandes centros urbanos”, afirma o executivo. O estudo revela que, aqui no Brasil, um único ponto de trabalho flexível localizado fora das grandes capitais poderá acrescentar, em média, 93 empregos à economia local. Esses espaços de trabalho beneficiarão o PIB da cidade ou região onde operam com mais de 25 milhões de reais por ano.

“Além disso, a economia de tempo de deslocamento até grandes centros urbanos é grande e traz ganhos diretos de produtividade e qualidade de vida para os funcionários, além de contribuir com o meio ambiente, que somados com outras tecnologias que mudam as formas como as pessoas trabalham e se deslocam, colocarão cidades do interior no mesmo nível competitivo de grandes polos tradicionais como as capitais”, afirma o executivo.

Outro impacto positivo gerado pela utilização de espaços flexíveis se dá no meio ambiente. Segundo a pesquisa, mais de 68 mil toneladas de CO2 por ano deixarão de ser emitidas no interior do Brasil pelo uso de escritórios compartilhados, isso porque os deslocamentos para ir e voltar do trabalho ficam mais curtos. Para Tiago Alves, um dos primeiros aspectos que as pessoas consideram ao optar por empresas com políticas de flexibilidade é o impacto positivo na saúde, principalmente ao economizar tempo no trajeto de ida e volta ao escritório. “Níveis reduzidos de estresse aumentam o bem-estar mental da equipe, que se manifesta em menos dias ausentes”, esclarece Tiago.

4 dicas para o profissional de comunicação ser bem-sucedido na transformação digital

Por Thais Antoniolli, Presidente da PR Newswire América Latina.

A consultoria McKinsey indica que cinco elementos são fundamentais para o sucesso da transformação digital das empresas: ter os líderes certos e com experiência digital, efetuar a construção de capacidades para a força de trabalho do futuro, capacitar as pessoas a trabalharem de novas maneiras, dar às ferramentas diárias vitais para uma atualização digital e comunicar-se frequentemente por meio de métodos tradicionais e digitais.

Você deve pensar que são elementos triviais e até óbvios, mas muitas companhias falham na transformação digital. Um estudo da Bain revela que profissionais em todo mundo enfrentam uma realidade amarga: apenas 5% deles alcançam ou excederam as expectativas de transformação. Ainda há muito trabalho pela frente.

Pode-se dizer que a área de Comunicação chegou atrasada no processo de transformação digital. Somente agora talentos do setor começam a usar ferramental tecnológico para apoiar seu trabalho e a mudar a mentalidade em prol de uma transformação bem-sucedida.

Métricas e soluções como inteligência artificial (AI) e aprendizado de máquina (machine learning) passam a ser grandes aliadas do departamento em prol de resultados efetivos de negócios, estratégia que há tempos pautam o Marketing e outros setores.

Assim, se você, profissional de comunicação, quiser se dar bem nessa nova era, precisa se preparar e não é para o futuro. É para ontem! Separei 4 dicas para você chegar lá. Vamos nessa?

1. Mude sua mentalidade já

A resistência é o grande perigo de qualquer mudança. Segundo a McKinsey, uma boa prática nesse sentido é entender por que mudanças são importantes e como elas impactam no sucesso e no futuro da organização. Essa mentalidade, de acordo com a consultoria, aumenta em até três vezes a chance de uma transformação digital de sucesso. Que tal, então, se abrir para o novo, pensar nas novas possibilidades que a transformação digital pode trazer para sua empresa e sua carreira?

2. Invista nas ferramentas tecnológicas adequadas

Métricas e inteligência artificial precisam ser seus melhores amigos a partir de agora. Sua área precisa definir métricas que sejam chave para o departamento e que, essencialmente, tenha um impacto em todo o negócio. Qual métrica você busca na área? Que tal apostar na automação e na inteligência artificial para ajudar a mapear essas métricas? Depois, torne as informações acessíveis para toda a organização, o que mais do que duplica a probabilidade de uma transformação bem-sucedida.

3. Veja os dados com outros olhos

O principal ativo da nova era da comunicação são os dados. O comportamento da mídia dos clientes nos canais digitais revela muito sobre isso. Para alavancar esses dados, no entanto, as empresas não precisam apenas de tecnologias. Também devem criar as condições organizacionais necessárias para poder fazer pleno uso da capacidade de desempenho oferecida pela tecnologia.

4. Pense nos processos

Pensar em processos significa capturar o máximo de dados possível sem depender de talentos específicos. E aqui entra mais uma vez a automação. Essa abordagem do processo facilitará a rotina e ajudará o time a focar no que realmente importa: na estratégia de comunicação.

Startup Fishtag recebe R$1.8 milhão de 4 grupos de investidores

Pela primeira vez, quatro grupos de investidores-anjo participam de uma mesma rodada de investimento: Anjos do Brasil, GVAngels, Insead Angels e MIT Alumni Angels – sendo os três últimos formados por ex-alunos de renomadas universidades. Além dos grupos citados, participaram também alguns investidores independentes, totalizando um aporte de R$1.8 milhão em uma única startup.

A startup escolhida para receber este significativo aporte é a Fishtag, que possui uma atuação bem específica: agilizar e aprimorar a cadeia de venda e compra de pescados. O desafio da empresa é aproximar produtores de compradores em uma cadeia produtiva que possui até 10 intermediários.

A Fishtag oferece um serviço B2B, baseado em tecnologia online, fornecendo entrega porta a porta, preços competitivos, e garantindo a qualidade dos produtos por meio de rastreabilidade. A curadoria dos produtores também fica por conta deles. A Fishtag trabalha apenas com produtores que possuem as devidas licenças de pesca e comercializam pescado legalizados com Selo de Inspeção Federal (SIF).

“O nosso objetivo é estreitar a relação entre os produtores de pescado e restaurantes, enquanto promovemos um consumo consciente de pescado. Você sabe de onde vem o peixe que você come?”, aponta Barbara Granek, fundadora da Fishtag. A empresária, que fez seu MBA no MIT Sloan School of Management (EUA) e trabalhou em consultoria estratégica por 5 anos, idealizou o conceito da marca após passar dois anos inserida na realidade desse mercado, liderando a empresa de pesca da família com cerca de 60 funcionários.

Atualmente com uma equipe de apenas seis pessoas e sem investimentos específicos em marketing, os resultados da Fishtag chamaram a atenção de investidores. Fundada em janeiro de 2019 e com um investimento inicial de apenas R$150 mil, a startup já vendeu mais de 10 toneladas de peixes, com um faturamento acima de R$500 mil.

“Os recursos levantados irão permitir que Fishtag faça uma transformação digital na indústria, a começar pelo Brasil, pois o capital será investido principalmente em tecnologia e vendas”, relata Barbara.

A rodada de investimento

Com esta rodada de investimento, que conta com um aporte composto por mais de uma origem, os quatro grupos de investidores-anjo visam deixar claro para o mercado de startups, que atuar em parceria em prol do mesmo objetivo é sempre benéfico. Este é o resultado de um forte networking entre os principais investidores-anjo no país. Dessa forma, as rodadas de investimentos elaboradas em conjunto também permitem uma condução do processo de due diligence mais aprofundado, o que traz recursos para decisões de investimento ainda mais qualificadas.

A Anjos do Brasil viu com bons olhos a startup desde o primeiro contato com a empresa no primeiro semestre deste ano. “Percebemos uma startup com potencial de agregar valor para um grande mercado ainda muito carente de inovação. Temos uma ótima empreendedora liderando o time e ficamos satisfeitos em efetuarmos mais um coinvestimento entre as redes de investidores anjo”, diz Maria Rita Spina Bueno, Diretora Executiva do grupo.

Para Wlado Teixeira, head do Comitê de Seleção do GVAngels, grupo de investidores-anjo formado por ex-alunos da FGV, a empresa tende a revolucionar o setor de pescados no Brasil. “A Fishtag apresentou seu pitch em nosso 15º Fórum de Investimento, em agosto. Logo ficamos contagiados com o conhecimento que a empreendedora tem sobre os desafios que esse mercado enfrenta. Porém, ainda no processo de due diligence, percebemos que tínhamos que envolver grupos de investimento parceiros. Queremos explorar ao máximo seu potencial de escalabilidade”, observa Wlado, ressaltando o propósito dos cerca de 130 membros C-Level que compõem o smartmoney do GVAngels e potencializam o networking das startups.

Já para o Insead Angels Club Brazil (IACB), formado por ex-alunos da renomada escola global de negócio, o diferencial da rodada de investimento é que se trata de smartmoney. “Queremos focar na oferta de capital intelectual e não apenas no capital financeiro. Investimos em startups capazes de gerar movimentos inovadores no país e em empreendedores abertos a contribuição dos nossos investidores. Ao propor uma inovação na cadeia de valor de pescados, a Fishtag está alinhada com essa estratégia”, esclarece Alieksiei Martins, fundador e líder do IACB.
Lançado em março de 2019, o MIT Alumni Angels do Brasil, se interessou pela startup, inclusive pelo fato da empreendedora Bárbara ser ex-aluna da instituição, nos Estados Unidos. “É o terceiro investimento que fazemos em menos de um ano. A startup chamou nossa atenção por ser uma solução disruptiva, além de se tratar de um negócio já tracionado (early stage). Outro ponto positivo é o track record da Bárbara como ex-aluna do MIT e ex-consultora estratégica e sua expertise no setor”, aponta Maria Alice Frontini, presidente do grupo.

Mackenzie sedia Pitch Day para promover startups desenvolvidas no INOVAMACK

No dia 05 de dezembro, a partir das 14h, acontece o Pitch Day do Programa de Pré-Aceleração INOVAMACK, no Auditório João Calvino, no campus Higienópolis da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM). O evento é realizado pela Coordenadoria de Desenvolvimento e Inovação (CDI) da UPM, e pela Bluefields Aceleradora.

No dia, diversos empreendedores mackenzistas irão apresentar suas startups, que agora fazem parte do ecossistema do ambiente de inovação e startups da UPM. “O objetivo do Pitch Day é conectar as startups que passaram pelo programa com o ecossistema INOVAMACK, inclusive com investidores que estarão presentes para avaliar os novos empreendimentos e, quem sabe, investir e promover”, explica Paulo Humaitá, CEO da Bluefields.

O evento é gratuito e aberto ao público. Para fazer sua inscrição no evento, clique aqui

Programação
14:00 — Abertura oficial (CDI/Mackenzie)
14:05 — Explicação sobre INOVAMACK e jornada do programa de pré-aceleração
14:15 — Devocional sobre pitch para investidores
14:25 — Apresentação da dinâmica do dia (Bluefields Aceleradora)
14:35 — Apresentação dos investidores (investidores apresentam seu histórico e como tem investido em startups)
14:40 — Pitch das Startups (4 minutos de Pitch + ~3-5 minutos de Q&A)
15:20 — Dinâmica 1 com os presentes
15:30 — Pitch das Startups (4 minutos de Pitch + ~3-5 minutos de Q&A)
16:00 — Dinâmica 2 com os presentes
16:30 — Feedback dos investidores para as startups
17:00 — Encerramento (CDI/Mackenzie)

Serviço
Evento: Pitch Day
Data: 05 de dezembro
Local: Auditório João Calvino
Endereço: Rua da Consolação, 930 — Higienópolis
Horário: das 14h às 18h
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Pollux abre operação no Canadá e fortalece estratégia de internacionalização

Em menos de um ano da abertura do primeiro escritório fora do território nacional, a Pollux, empresa brasileira de tecnologia industrial, acaba de anunciar uma nova unidade internacional, desta vez, no Canadá. A companhia, que em 2018 começou a operar no México, também prevê expandir atuação para outros países como Estados Unidos e Colômbia até o final de 2020.

Para José Rizzo, CEO da Pollux, o mercado canadense tem se mostrado favorável às iniciativas de inovação e atrai cada vez mais empresas de tecnologia estimuladas pela facilidade e rapidez dos trâmites legais e tributários do país. “Nosso objetivo é atender, inicialmente, as demandas de empresas multinacionais que já são clientes da Pollux no Brasil e que possuem operação no Canadá”, explica o porta-voz. A empresa, que já possui proximidade com universidades e polos de inovação no Brasil, pretende incentivar o intercâmbio cultural entre os times que irão atuar nas novas unidades.

Rizzo avalia que o movimento de internacionalização é um processo natural para a Pollux que já havia exportado suas tecnologias em projetos conduzidos por toda América Latina. Fazem parte do portfólio da empresa, além das principais montadoras de veículos do País, clientes como Unilever, Nestlé, Natura e Saint-Gobain.

Algoritmo criado por brasileiros é premiado em desafio internacional de inteligência artificial

O projeto de detecção de hemorragia intracraniana em tomografias de crânio, desenvolvido pelo time Fundação Instituto de Pesquisa e Estudo de Diagnóstico por Imagem (FIDI), Iara Health e NESS Health, foi medalha de prata no RSNA Intracranial Hemorrhage Detection and Classification Challenge, da Sociedade Norte-Americana de Radiologia (RSNA, em inglês), a maior de radiologia do mundo. Este ano, o desafio lançado foi a criação de um algoritmo para detectar hemorragia intracraniana aguda e seus subtipos.

A equipe, formada pelos médicos radiologistas Dr. Igor Santos e Dr. Osvaldo Landi Junior, engenheiro Álesson Scapinello Selhorst, e cientistas de dados Daniel Souza e Bernardo Henz, conquistou a melhor colocação entre os times brasileiros da competição, que contou com 1.345 equipes participantes de todo o mundo.

Para o desafio, a equipe FIDI-Iara-Ness trabalhou intensamente por dois meses para desenvolver um algoritmo de inteligência artificial para análise de imagens de tomografia computadorizada de crânio para detecção de sangramento intracraniano.

“Os desafios de machine learning, hoje, são umas das principais formas de avanço do conhecimento para resolução de problemas de visão computacional. O desafio anual da RSNA fomenta a utilização desse novo tipo de tecnologia, garantindo, ainda, dados de altíssima qualidade para sua realização”, diz Dr. Igor Santos, médico radiologista e chefe de inovação da FIDI.

A competição foi aberta a indivíduos, empresas e grupos interessados em desenvolver uma ferramenta capaz de diagnosticar rapidamente a hemorragia intracraniana aguda. Para isso, um rico banco de imagens e dados foi providenciado pela RSNA, em colaboração com os membros da Sociedade Americana de Neurorradiologia (ASNR, em inglês) e a plataforma MD.ai.

“Para a FIDI, é um imenso reconhecimento estar entre as empresas que veem as novas tecnologias como uma forma de realizar a prática médica de maneira mais eficiente, segura e de maior qualidade para os nossos pacientes”, conta.

John Deere apresenta nos EUA a produção agrícola 4.0 e a sustentabilidade do agro brasileiro

Por seu engajamento na difusão de temas relacionados à produção de alimentos e sustentabilidade, principalmente quanto ao uso do sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta), a John Deere foi a única empresa privada do setor a palestrar em dois seminários a convite do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), nos Estados Unidos, na semana passada. “Tropical Sustainable Agriculture Best Practices”, em Washington DC, e “Investment Opportunities on Brazilian Sustainable”, em Nova York. Dirigidos a formadores de opinião, investidores e instituições, os eventos tiveram como objetivo demonstrar a oportunidades de investimento no Brasil com foco no agronegócio.

“A John Deere tem a visão clara de que o Brasil possui uma vocação: alimentar o mundo. Temos um clima que nos permite explorar todo o potencial agronômico e as tecnologias no campo, com total respeito ao meio ambiente, o que nos leva a ocupar as posições mais elevadas em produtividade agrícola responsável. Produzir e preservar são a maior força da agricultura brasileira”, ressaltou Herrmann.

Para exemplificar este pensamento, Herrmann compartilhou com a audiência os dados de três grandes marcos da agricultura brasileira nos últimos 40 anos, em termos de sustentabilidade e produtividade. O primeiro deles foi o desenvolvimento da produção agrícola em plantio direto, na década de 70, que resulta em um potencial de sequestro de carbono da ordem de 1,5 ton CO2 eq/ha.ano, em comparação aos sistemas convencionais de plantio. Cerca de 60% da área plantada no Brasil (35 milhões de hectares) utiliza este sistema, enquanto do total de área plantada no mundo apenas 12% usam o plantio direto.

Outra conquista marcante foi o crescimento da segunda safra (safrinha) e até da terceira safra de grãos anualmente, o que vem levando o Brasil a bater recordes de produção agrícola a cada ano.

O terceiro grande marco, destacou Herrmann, tem sido o sucesso da adoção do ILPF, promovendo o avanço da agricultura de baixa emissão de carbono que levou o Brasil a bater antes do prazo estabelecido algumas metas ambientais assumidas no Acordo do Clima de Paris. Segundo o compromisso do governo brasileiro, o País deveria alcançar 9 milhões de hectares cobertos com ILPF até 2030. No entanto, de acordo com dados da Rede ILPF (organização público-privada liderada pela Embrapa, com apoio da John Deere desde a sua criação), os agricultores brasileiros já aplicam esta técnica de manejo agrícola em cerca de 15 milhões de hectares. Ou seja, quase o dobro da meta estabelecida inicialmente, com mais de uma década de antecedência.

Olhando para o futuro, o presidente da John Deere ressaltou o potencial agronômico e ambiental do Brasil a partir da adoção de tecnologias de última geração. Herrmann comentou sobre os avanços do Centro de Suporte a Operações John Deere – plataforma tecnológica de análise de dados -, viabilizado por um serviço pioneiro da companhia no Brasil: o Conectividade Rural.

Visando contribuir para a maior eficiência produtiva dos agricultores brasileiros, a John Deere saiu na frente nas discussões e alternativas para suprir um dos grandes desafios dos produtores rurais: a deficiência em infraestrutura de telecomunicações em áreas rurais, que até então vinham impedindo que os agricultores pudessem utilizar os potenciais tecnológicos das máquinas em sua plenitude. Lançado conceitualmente em 2018 em parceria com a Trópico, o serviço de Conectividade Rural já está disponível a todos os produtores do País. “É a agricultura 4.0 que se expande rapidamente no Brasil consolidando o papel essencial do país para alimentar um mundo em crescimento”, finalizou.

Associações Comerciais preparam ofensiva contra as feiras itinerantes ilegais

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) prepara uma ofensiva contra as feiras itinerantes ilegais. Um dossiê, com informações sobre como agem os organizadores, será encaminhado à rede de Associações Comerciais (ACs), que somam 420 entidades, em todo o Estado.

O documento conta com um vasto material informativo e de orientação. O objetivo é que as ACs tenham subsídios para acionar o Executivo, o Legislativo e o Judiciário e, assim, regulamentar a realização das feiras.

O dossiê conta com manifestação dos Poderes Públicos; alertas sobre os malefícios causados; modelos de leis municipais, que regulamentam este tipo de atividade e que podem ser utilizadas como exemplo; ofícios para serem adaptados e encaminhados a diversos órgãos, como: Prefeitura, delegacia de polícia, Bombeiro, Procon, e departamentos regionais da Secretaria Estadual da Fazenda.

“Nos últimos anos temos acompanhado o crescimento deste tipo de modalidade, que gera um impacto negativos nas vendas do comércio legal”, afirmou o presidente da Facesp, Alfredo Cotait Neto. “Nas principais datas festivas, elas são instaladas em cidades menores, porém, próximas a grandes centros comerciais”, descreveu Cotait.

Além do prejuízo para o setor do comércio, que deixa de gerar emprego e renda, há, também, uma perda significativa de arrecadação tributária, uma vez que as mercadorias vendidas nas feiras não recolhem impostos na operação, o que causa impacto negativo no desenvolvimento da cidade e da região.

SEM SEGURANÇA

Outro grave problema está relacionado à segurança dos espaços onde estes eventos são realizados. Um grande número de pessoas é atraído para locais provisórios e precários, como galpões, terrenos vazios e praças. Estes lugares não contam com os alvarás necessários do Corpo de Bombeiros, que verificam e atestam às instalações elétricas, o sistema de proteção contra incêndio, entre outros fatores. Sem o aval dos Bombeiros, como ocorre nas lojas e nos centros de compras legais, o cliente passa a correr um risco iminente.

Há situações em que os organizadores alugam salões particulares, porém, o próprio locador desconhece que ali será realizada uma feira irregular.

A ideia de que a população é atraída pelo preço baixo praticado é igualmente combatida pela Facesp. Os produtos comercializados são de baixa qualidade e sem nenhuma garantia. “Assim que a feira é desmontada, não se encontra mais o vendedor para o pós-venda, ficando o consumidor sem poder exercer as garantias previstas no Código de Defesa do Consumido”, afirmou o vice-presidente da Facesp, Ary Russo.

CONCORRÊNCIA DESLEAL

Na avaliação da Facesp, o Poder Público de cada cidade precisa proteger a população. “Apoiar a realização de tais feiras, que passaram a ocorrer com mais frequência no Interior, é ir contra o local onde se vive, uma vez que o dinheiro das vendas vai todo embora, podendo levar ao fechamento de lojas e, consequentemente, gerar desemprego”, ressaltou Russo.

“Diante deste cenário, ações contra esta prática tornam-se urgentes. Tal concorrência desleal agrava a situação do comércio formal, que já vem sofrendo muito”, avaliou o superintendente-geral da Facesp, Natanael Miranda dos Anjos.

PAPEL DAS ACs

A Facesp tem alinhado ações em conjunto com as Secretarias Estaduais da Fazenda e de Segurança Pública. O objetivo é estabelecer uma forma eficiente de defender os municípios vítimas das feiras itinerantes.

A partir dos subsídios fornecidos pela Facesp, as Associações Comerciais passarão a exigir às autoridades locais, o cumprimento do Código de Posturas e a presença dos alvarás de funcionamento.

O portfólio dos documentos encaminhados às ACs é resultado do trabalho de um comitê formado na Facesp para tratar especificamente sobre este assunto. A sugestão de formar um grupo de trabalho partiu de uma reunião de vice-presidentes. Ary Russo foi indicado pelo presidente Cotait para ser o coordenador do comitê, que conta com o Grupo Colegiado Técnico, formado por executivos das 20 Regiões Administrativas (RAs).

“É de suma importância que a Associação Comercial, com o apoio dos associados e da comunidade, faça com que a Prefeitura e o Legislativo crie e atualize as leis com o intuito não de proibir, mas de estabelecer a livre concorrência de fato, de forma justa e por critérios legais aos quais os comerciantes locais também estão sujeitos”, disse Russo.

“As Associações Comerciais exigirão que o Poder Público faça valer todos os dispositivos legais, sem ferir o direito da livre iniciativa, no entanto, fazendo valer a garantia da ordem, da segurança e da equidade entre os comerciantes”, garantiu o assessor da Facesp José Olival, coordenador do Grupo Colegiado Técnico, que integra o comitê responsável pelo dossiê.

Agrofy inicia processo de consolidação no Brasil

A Agrofy, primeiro marketplace do agronegócio brasileiro, iniciou seu projeto de consolidação com o propósito de ser a maior plataforma digital de negócios do Brasil e em mais 19 países até 2025. Para isso, contou com um aporte inicial de aproximadamente US$ 11 milhões, vindo de investidores como Syngenta Ventures, Bunge Ventures, SP Ventures e Brasil Agro. Além disso, finalizará a rodada da Série B com um novo investimento de aproximadamente US$25 milhões, até novembro de 2019.

“A Agrofy reproduz o atual momento do agronegócio brasileiro”, destaca seu country manager no Brasil, Rafael Sant’Anna. “Somos uma empresa com DNA Agro, inovadora e dinâmica, que reflete o estado da arte da agricultura 4.0, pois une o agro, o digital e sua tendências (e-Agro), assim como a nova geração de produtores rurais”, completa.

Por enquanto, a plataforma da Agrofy está focada nas categorias de máquinas e implementos agrícola (como colheitadeiras e pulverizadores), veículos e máquinas pesadas (linha amarela) para o agronegócio, tanto novos quanto usados, de pequenos vendedores até as grandes empresas do setor, como a Mahindra e Stara. Até o final de 2019, o Marketplace do Agro também oferecerá insumos, sementes e até mesmo soluções de crédito e seguros rurais, dentre outras categorias de produtos e serviços relacionadas à atividade rural.

“A Agrofy conectará todas as etapas da cadeia produtiva do agronegócio, sendo um braço digital para as empresas, oferecendo mais opções de negócio, e um facilitador para o produtor, que busca cada vez mais a liberdade de escolha e agilidade no processo de decisão e compra”, explica Sant’Anna.

Menores de 35 anos: compras de final de ano focam em novas tecnologias, delivery e produtos ecológicos

A nova pesquisa da Capgemini: Festive shopping Trends mostra que 40% das pessoas entre 18 e 34 anos devem gastar mais em suas compras de final de ano em 2019 do que no ano passado, em comparação com uma média geral de 28% para todas as faixas etárias. Embora qualidade, custo e conveniência continuem a impulsionar a maioria das decisões de compra, os varejistas estão sob crescente pressão para adotar novas estratégias que consigam atrair compradores mais jovens. 

pesquisa descobriu que as principais estratégias para atrair compradores mais jovens incluem a diversificação de canais online, na loja e por voz; investimento em tornar os produtos e embalagens mais ecológicos; e utilizar a tecnologia para melhorar a experiência de compra e o delivery.

O estudo online explora os planos de gastos, prioridades de compras e expectativas de mais de 6,7 mil consumidores na Alemanha, Espanha, Estados Unidos, França e Reino Unido antes da temporada das festas e das compras deste ano, que começa com a Black Friday em 29 de novembro de 2019.

A sustentabilidade ambiental é uma prioridade aumentada, mas acertar o básico ainda é fundamental

Os consumidores ainda consideram a variedade/alcance de estoque disponível (34%) e a conveniência da localização de uma loja (21%) como os principais fatores para escolher comprar com um varejista em detrimento de outro, quando o preço não é um fator preponderante. Da mesma forma, quando solicitados a escolher os três principais fatores que os influenciam ao comprar presentes para familiares e amigos, os entrevistados priorizaram a qualidade dos produtos e as opções de economia de custos – por exemplo, reduções, vendas e descontos – igualmente em 54%, enquanto a variedade de produtos oferecidos (50%) foi o terceiro fator mais popular.

Quando perguntados sobre onde eles mais gostariam de ver os varejistas investirem nesta temporada, manter ou reduzir os níveis atuais dos preços dos itens (33%) foi a resposta mais popular. No entanto, talvez refletindo uma maior conscientização sobre questões de sustentabilidade este ano, a seleção de produtos/embalagens ambientalmente amigáveis​​foi uma consideração importante para 21% de todos os entrevistados e um pouco mais para aqueles entre 18 e 24 anos (24%). Em todos os países, os entrevistados no Reino Unido foram os mais focados em embalagens sustentáveis​​(29%), seguidos pela Alemanha (21%) e França (19%), com Estados Unidos e Espanha (14% cada).

Expectativas geracionais divergentes

As pessoas entre 18 e 34 anos mostraram várias diferenças importantes em suas prioridades de compras, em comparação com os compradores com 35 anos ou mais.

A população de 18 a 34 anos teve menos probabilidade de usar lojas físicas para as compras do final deste ano e optar por varejistas que oferecem acesso a várias marcas; 29% disseram que gastariam mais dinheiro na loja, enquanto 37% disseram que gastariam mais dinheiro com um varejista com acesso a várias marcas. Isso se compara a 39% e 32%, respectivamente, para a média da faixa etária.

Além disso, as pessoas de 18 a 34 anos têm mais probabilidade de usar novas tecnologias para melhorar sua experiência de compra. Eles tinham uma preferência maior por tecnologias como caixas automáticas (23% vs 16% em média), pagamentos de carteira móvel (21% vs 12% em média), tecnologias nas lojas, como espelhos de realidade virtual (22% vs 15% em média) e novos métodos de entrega – ou seja, drones ou entrega por carro (16% em comparação com 10% em média).

Importância da diversificação de canais

As lojas físicas ainda estão montadas para receber a maior parte dos gastos com as férias, com 39% dos consumidores planejando fazer a maior parte de suas compras nas lojas durante o período de festas. Os varejistas online que oferecem acesso a várias marcas diferentes também devem receber parcelas consideráveis​​dos orçamentos de final do ano deste ano, com 32% planejando gastar a maior parte de seu dinheiro nesses sites.

Para os varejistas que buscam capitalizar as oportunidades de compras baseadas em voz, os consumidores provavelmente usarão essas plataformas se acharem que a experiência será segura (25%), se receberem descontos exclusivos por voz (23%) e se eles estavam confiantes de que seria uma experiência direta (20%). Isso é particularmente importante para os varejistas que têm como alvo os compradores mais jovens (entre 18 e 24 anos), onde as porcentagens subiram para 29%, 33% e 27%, respectivamente.

Expectativas de entrega e conveniência

Não é de surpreender que o mês anterior às férias e festas do final do ano seja o horário de pico para os consumidores, com 30% dos compradores normalmente iniciando suas compras a partir desse ponto. Enquanto alguns varejistas online continuam a oferecer opções de entrega mais rápidas, como durante a noite e no mesmo dia, os consumidores geralmente esperam que a entrega/cobrança dentro de três dias úteis seja a norma (33%).

De maneira mais ampla, a conveniência orientada à tecnologia será essencial para melhorar a experiência de compra. No entanto, as variações regionais significam que os varejistas devem se adaptar à demanda do mercado local, incluindo lojas que utilizam tecnologias inovadoras na Espanha (31%) e na França (18%); a capacidade de usar o pagamento de carteira móvel para consumidores dos EUA (17%); e verificação de autoatendimento no Reino Unido (15%).

“As compras nas épocas festivas são críticas para os resultados dos varejistas, e os planos de gastos dos consumidores mais jovens oferecerão esperança aos empresários. No entanto, o mercado deve adaptar sua estratégia para obter um melhor retorno da carteira desse grupo”, disse Kees Jacobs, vice-presidente do setor global de produtos de varejo e varejo da Capgemini. “A tecnologia pode ajudar a oferecer a qualidade, o custo e o alcance que todos os grupos de consumidores desejam, mas os varejistas devem pensar cuidadosamente em como equilibrar novos investimentos com o atendimento às expectativas de uma geração mais jovem, mantendo os baixos preços em mente também”.

Para acessar as descobertas completas e o infográfico, clique aqui.

Metodologia de Pesquisa:

Todos os números, salvo indicação em contrário, são da YouGov Plc. O tamanho total da amostra foi de 7755 adultos em todos os países, dos quais 6718 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para a França foi 1032, dos quais 922 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para a Alemanha foi 2116, dos quais 1627 compram nos feriados. O tamanho total da amostra na Espanha foi de 1014, dos quais 960 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para o Reino Unido foi de 2204, dos quais 1975 compram nos feriados. O tamanho total da amostra para os Estados Unidos foi 1389, dos quais 1234 compram nos feriados. O trabalho de campo foi realizado entre 8 e 18 de novembro de 2019. A pesquisa foi realizada online. Os números receberam uma ponderação uniforme para cada país para produzir um valor “médio”.

FEBRABAN: cuidado com anúncios falsos nas redes sociais durante a Black Friday

A Black Friday está chegando. A megaliquidação, realizada tradicionalmente nos Estados Unidos na última sexta-feira de novembro, um dia depois do feriado de Ação de Graças, caiu no gosto dos brasileiros.

No entanto, aquela oportunidade para adiantar as compras de Natal gastando menos pode esconder vários perigos. Criminosos aproveitam o momento de entusiasmo com o elevado volume de ofertas para intensificar suas ações e aplicar golpes que causam grande prejuízo. Eles usam, especialmente, a tática da engenharia social – técnica usada por bandidos que induz o usuário a fornecer informações confidenciais.

Neste ano, um golpe vem ganhando espaço: a criação de perfis e páginas falsas em redes sociais, como Instagram e Facebook. As quadrilhas copiam a identidade visual de grandes marcas e patrocinam posts com ofertas tentadoras (o patrocínio de posts é uma estratégia para potencializar a visualização dos posts com o golpe).

Em algumas dessas páginas falsas, os consumidores precisam preencher um formulário com dados pessoais para ter acesso às promoções. Em outras, ao clicar no anúncio, o cliente já é direcionado para uma área de compra e convidado a digitar os dados do cartão de crédito.

“É uma prática comum, as marcas fazerem posts patrocinados nas redes sociais para alavancar as vendas; e os bandidos estão se aproveitando, criando postagens falsas, também patrocinadas, que se parecem com o conteúdo da página verdadeira”, alerta Adriano Volpini, diretor da Comissão Executiva de Prevenção a Fraudes da FEBRABAN.

Segundo o executivo, a forma mais eficaz de não cair nesse tipo de golpe é realizar as compras por meio do site oficial das lojas, em vez de usar páginas promocionais e anúncios publicados no Google ou em redes sociais. “Se você, consumidor, se interessou por uma oferta que apareceu no seu e-mail ou rede social, não clique”, recomenda Volpini. “Digite a URL do site no seu navegador de internet e confira se a mesma promoção está mesmo no site oficial da loja.”

As quadrilhas têm se especializado nesse tipo de ação baseado na captura de dados pessoais, após conquistar a confiança de clientes desavisados . “Hoje, 70% dos golpes feitos no mundo digital estão relacionados a engenharia social”, alerta Volpini.

Outro golpe que se torna cada vez mais comum é a falsificação de boletos digitais. Mais uma vez, as quadrilhas criam páginas que imitam a área de e-commerce de grandes marcas. Quando o cliente vai fazer a compra, esses sites emitem boletos cujos beneficiários não são as lojas, mas os criminosos.

Para evitar ser vítima desse tipo de golpe, é importante conferir quem é a empresa beneficiária que aparece no momento do pagamento do boleto, no aplicativo ou site do banco. Se o nome for diferente da marca ou empresa onde a compra foi feita, a transação não deve ser concluída.

Em alguns casos, o nome fantasia da loja é diferente daquele que consta no contrato social, ou então a empresa faz parte de uma holding. O ideal é entrar em contato com o SAC da marca e conferir se as informações do boleto estão corretas. “É preciso estar sempre vigilante: em caso de qualquer dúvida, nossa recomendação é não realizar a compra e entrar em contato com a loja por meio dos canais oficiais de atendimento ao cliente”, reforça Volpini.

Para ajudar as pessoas a não serem vítimas das quadrilhas, a FEBRABAN lançou, em 20 de outubro, uma campanha dedicada no assunto. Com o slogan “Tem coisa na vida que não dá para evitar. Mas, as fraudes, você pode evitar”, a ação reúne informações sobre os principais golpes e como evitá-los. O conteúdo estará disponível até o final de dezembro no hot site http://www.antifraudes.febraban.org.br.

Seguem mais algumas dicas para se proteger das quadrilhas que costumam agir no ambiente virtual:

• Ao receber um e-mail não solicitado, ou de um site no qual não esteja cadastrado para receber promoções, é importante verificar se o remetente é, de fato, uma empresa idônea. Não clique em links. Digite os dados no navegador para acessar;

• Ao utilizar sites de busca, verifique cuidadosamente o endereço (URL) para garantir que se trata do site que deseja acessar. Fraudadores utilizam-se de “links patrocinados” para ganhar visibilidade nos resultados de buscas;

• Dê preferência a sites conhecidos e verifique a reputação de sites não conhecidos, lendo comentários de clientes que já utilizaram as plataformas;

• Nunca use um computador público ou de um estranho para efetuar compras ou inscrever seus dados bancários;

• Sempre utilize, em seu computador ou smartphone, softwares e aplicativos originais e mantenha sempre um antivírus atualizado;

• Caso seu celular seja roubado, entre em contato com a central de atendimento de seu banco para comunicar a ocorrência e bloquear as operações que podem ser feitas via smartphone;

• Não repasse nenhum código fornecido por SMS e nem qualquer outra informação, sem confirmação com o setor responsável das empresas através dos canais de atendimento; e

• Como regra, as grandes empresas de compra e venda na internet não mantém contato com o cliente por meio de de aplicativos de mensagens, portanto sempre desconfie.