Page

Author admin

Pesquisa global revela que líderes de TI lutam para integrar tecnologias que controlam o fluxo de dados corporativos

Uma nova pesquisa realizada com 550 tomadores de decisão seniores de TI, conduzida pela empresa Vanson Bourne e encomendada pela Axway, revelou uma mudança na forma de como a TI oferece seus serviços de integração em apoio às organizações modernas de hoje. Cerca de 86% dos entrevistados afirmaram que o departamento de TI não deve apenas estar se integrando com outros departamentos, a TI deve permitir que os outros se integrem por si mesmos. O estudo apontou que a segurança – e as complexidades, volumes e falta de experiência na realização de integrações – encabeçam uma lista de muitos desafios que a área enfrenta com as soluções tradicionais de integração.

“Nós encomendamos essa pesquisa para aprender com os líderes de TI sobre suas dificuldades em atender às demandas de negócios de transformação digital e modernização de TI”, disse o diretor de Tecnologia e Inovação da Axway, Vince Padua. “Os resultados revelam em que estágio as empresas globais estão em sua jornada de implementação de uma plataforma de integração híbrida que suporta sua estratégia de longo prazo e as necessidades táticas de hoje”.

O estudo mostrou que as empresas com uma plataforma de integração híbrida podem suportar mais integrações de missão crítica e obter um aumento de 300% na sua eficácia de integração do que as que não possuem. A pesquisa também apontou que o fator número um para impulsionar a adoção de plataformas de integração híbridas é a necessidade de inovar mais rapidamente para acompanhar com agilidade as startups nativas em nuvem.

Para Marcelo Ramos, vice-presidente sênior e gerente geral para América Latina da Axway, os dados identificados na pesquisa global confirmam a estratégia da empresa para ampliar negócios no mercado latino-americano. “A transformação digital já está acontecendo e o cenário apontado por esse estudo nos mostra o quanto plataformas híbridas capacitam e empoderam as áreas de TI para os desafios do dia a dia”, comenta o executivo.

O e-book completo da pesquisa de plataforma de integração híbrida poder ser acessado neste link.

O que há de novo no mundo das startups?

De acordo com estudo divulgado recentemente pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o ano de 2018 terminou com mais de 10 mil startups cadastradas, o dobro do número registrado em 2017. Para a instituição, o cenário para 2019 se mantém promissor.

O mundo das startups apresenta oportunidades não só para empreendedores, mas também para investidores. Segundo levantamento da Lavca (Association for Private Capital Investment in Latin America), em 2018 os investimentos em capital de risco bateram o recorde de US$ 1,3 bilhão, o que representa melhores oportunidades de crescimento e expansão para empresas de todos os portes, com alavancagens mais rápidas devido à troca de experiência com o investidor.

De acordo com Felipe Collins, sócio da aceleradora ACE Startups e um dos palestrantes do We Are Omie, festival de empreendedorismo organizado pela fintech Omie, a tendência é de que o venture capital amadureça progressivamente a partir de negociações com grandes corporações e maiores números de rodadas de investimento. Collins participa da trilha de Marketing e vendas de resultados no evento, que acontece no dia 8 de agosto em São Paulo.

No cenário promissor, grandes startups crescem cada vez mais. É o caso da Movile, iFood, Nubank, Rappi e 99, com valor de mercado estimado em mais de US$ 1 bilhão cada.

As fintechs Stone Pagamentos e PagSeguro já fizeram suas Ofertas Públicas Iniciais – ou seja, já registraram a entrada da empresa na Bolsa de Valores – e estão listadas, respectivamente, na Nasdaq e na NYSE.

Mas não há só unicórnios no mercado. O número de criações de startups e o ritmo dos investimentos aumenta cada vez mais. Confira 6 tendências listadas por Felipe Collins para que o empreendedor não perca nenhuma oportunidade:

1 – Grandes empresas atuando como mentoras e investidoras

Grandes corporações estão se aproximando de startups para tê-las como fornecedoras, oferecendo mentorias e também atuando por meio do corporate venture, em que operam como fundo de venture capital.

2 – Fintechs vão integrar cada vez mais o mercado financeiro

As fintechs passaram a integrar fortemente o mercado financeiro, já que entregam atendimento individualizado e taxas mais atrativas a partir de tecnologias avançadas. De acordo com Collins, a regulamentação do open banking, iniciada pelo Banco Central em abril, contribuirá para o cenário diminuindo os obstáculos para novas empresas que desejem prover serviços financeiros.

3. O mercado é oportuno para Agritechs

O agronegócio é uma área adepta às novas tecnologias, principalmente por ainda apresentar problemas, como crédito de safra e monitoramento de produção. Outra tendência é que startups de métricas passem a se desenvolver em centros de pesquisa no interior no país.

4. Empresas que observam necessidades têm mais sucesso

Ainda existem vários problemas na gestão e serviços e um número alto de intermediários em todos os tipos de processos. Segundo Anthony Ulwick, empresas que identificam problemas antes de investir em tecnologias têm 86% mais chances de alcançarem o sucesso. Portanto, antes de qualquer coisa, é preciso observar as necessidades.

5. Formação empreendedora capacita profissionais para o mundo das startups

De acordo com uma pesquisa divulgada pelo fundo de investimentos Canary, 37% dos universitários brasileiros querem seguir carreiras empreendedoras ou abrir empresas voltadas para a tecnologia. Neste sentido, a educação empreendedora está contribuindo para a capacitação de profissionais que desejam trabalhar em startups.

6. A lógica de colaboração encurta caminhos

As startups vêm se ajudando com compartilhamento de informações, criação de conteúdo, networking e conhecimentos que ajudem a encurtar caminhos para o sucesso.

Tags, , ,

Uso de aplicativos de compras sobe 50%, segundo estudo da Liftoff

A Liftoff, líder em marketing e retargeting de aplicativos para dispositivos móveis, lançou hoje sua terceira pesquisa anual sobre o mercado de comércio por aplicativos, o Relatório dos Apps Móveis de Compras. O estudo foi feito em parceria com o líder do setor em medição móvel e prevenção de fraude, Adjust. O levantamento mostra que esse será o maior ano do comércio móvel de todos os tempos.

O relatório revela as principais tendências de comportamento de compras em dispositivos móveis, sugerindo a ascensão do Mobile Window Shopping (tendência em olhar as lojas virtuais como se fossem vitrines de lojas físicas) na América Latina, na Ásia-Pacífico e na América do Norte. Além disso, mostra que a América Latina se destaca por ter as maiores taxas de registros em aplicativos de compras – 56% dos usuários que chegam neles, acabam cadastrando-se.

Em 2019, o relatório mostra que há uma estabilidade maior, em comparação ao mesmo período do ano passado, no custo para atrair um usuário para um app de varejo pela primeira vez. Esse valor gira atualmente entre US $ 30,00 e US $ 45,00 ao longo do ano. Estes custos para a aquisição de novos usuários caíram um terço se comparados a 2018, enquanto as taxas de instalação para compra dispararam quase 50%. Isso se deve ao fato dos usuários estarem ficando cada vez mais confortáveis com o uso dos dispositivos móveis para comprar. No Brasil, em março de 2019, 61% dos usuários acessou sites de compras por meio de smartphones, segundo pesquisa do eMarketer.

Outro fato que fica claro com a estabilidade dos custos de atração de novos usuários é que a tradicional “estação de compras” não existe mais, à medida que os usuários de dispositivos móveis consomem produtos o ano todo.

Com um número crescente de gigantes varejistas globais estabelecendo suas próprias datas para promoções sazonais, os usuários não precisam mais do Natal ou Dia das Mães como desculpa para comprar. Agora é mais atrativo fazê-lo o ano todo. “Nossos dados mostram que os consumidores gastam continuamente o ano todo, sugerindo que a tradicional temporada de compras de Natal não é mais decisiva para uma marca como era no passado. Profissionais de marketing podem integrar aplicativos de compras a uma estratégia maior de comunicação, com ofertas exclusivas por meio de aplicativo para atraírem os consumidores a entrarem nas lojas online, ou oferecerem promoções de tempo limitado, para incentivar as compras no aplicativo”, explica o cofundador e CEO da Liftoff, Mark Ellis.

Uma prova da efetividade desta estratégia são os dados apontados pelo Ebit Nielsen, mostrando que o e-commerce voltou a crescer, registrando um aumento de 12% em 2018. O Brasil alavancou a média da América Latina, que cresceu 17,9% no ano passado, em comparação com 2017. 58 milhões de usuários realizaram compras online no período analisado, sendo que 10 milhões desses as realizaram pela primeira vez no período. Acompanhando esse movimento, a expectativa é que as vendas totais no varejo cheguem aos US$ 2.354 trilhões até 2022, tendo o Brasil como maior mercado na região latina. Em 2017 o país foi responsável por quase um terço das vendas na região, segundo pesquisa do eMarketer.

Em suma, os dados sugerem que vincular campanhas de publicidade móvel a feriados tradicionais é um pouco ultrapassado.

Aplicativos são as novas vitrines do varejo

Embora os usuários instalem e façam cadastro nos apps de varejo com facilidade, o relatório mostra uma queda considerável na etapa posterior mais importante: a de compras. O custo por primeira compra na América Latina é de US$ 26,60, com uma baixa taxa de conversão, de 11,5%. Ou seja, na Região, pouco mais de um décimo das pessoas cadastradas nos aplicativos finaliza uma compra.

A pesquisa da Liftoff também aponta que a região da América do Norte apresenta um comportamento semelhante à América Latina nas transações em aplicativos de compras online. Enquanto o custo por primeira compra quase dobrou ano a ano, sendo hoje de US $ 58,86, as taxas de compra caíram quase 60%.

A força motriz dessa queda é incerta, mas pode apontar para uma tendência de varejo maior: a volta das lojas físicas tradicionais. Empresas digitais, como a Amazon, estão liderando um movimento em direção a lojas físicas “conectadas”, enquanto pesquisas mostram que os consumidores da Geração Z preferem procurar ofertas em celulares e concluir a compra na loja.

“O celular está monopolizando as entradas para o comércio eletrônico em todo o mundo, a eMarketer indica que as vendas por smartphones representaram mais de 25% das transações na América Latina em 2018. Sabendo de todas essas tendências, os profissionais de marketing de varejo podem integrar aplicativos de compras em uma estratégia maior, oferecendo ofertas exclusivas por meio de plataformas para motivar os consumidores a irem às lojas ou a oferecerem ofertas especiais por um tempo limitado para promover compras online”, comenta Karl Berta, Diretora da Liftoff da América Latina.

Para mais informações sobre marketing de aplicativos de varejo, consulte o relatório completo em: https://info.liftoff.io/2019-mobile-shopping-apps-report/

Metodologia

O Relatório de Compras por Aplicativos 2019 foi extraído dos dados internos da Liftoff de 1º de abril de 2018 até 1º de abril de 2019 – 90,9 bilhões de impressões de anúncios (90.932.926.448 para ser exato, quase duas vezes analisadas no ano anterior) em 13,6 milhões de instalações e 3,9 milhões eventos de aplicativos. Especificamente, o relatório rastreia custos e conversões globalmente, dividindo as principais atividades e tendências de engajamento para comparar o desempenho entre regiões (América do Norte, EMEA e APAC) e perfis de outros países (Japão, EUA e Reino Unido).

Internet das coisas tem o maior potencial de transformação dos negócios nos próximos três anos, aponta KPMG

A pesquisa da KPMG “Inovação na indústria de tecnologia 2019” (Technology Industry Innovation Survey) apontou a internet das coisas como o principal direcionador da transformação dos negócios nos próximos três anos. O levantamento entrevistou 740 líderes da indústria de tecnologia este ano que analisou as dez ferramentas que irão mudar as empresas a curto prazo.

Segundo o estudo, a automação robótica de processos (RPA, do inglês “Robotic process automation”) subiu para a segunda tecnologia com maior potencial para transformar o negócio. Essa foi a principal mudança já que na pesquisa anterior constava na nona posição. De acordo com os entrevistados, a robótica está mais associada a ganhos de eficiência e lucratividade e, na sequência, ao aumento da fatia de mercado. Ainda, segundo o levantamento, o maior desafio da adoção dessa ferramenta é a complexidade da implantação.

A pesquisa mostrou ainda que a inteligência artificial e aprendizado de máquina (machine learning) foram elencadas na terceira posição, perdendo uma posição em relação ao estudo anterior. Os entrevistados indicaram que as principais dificuldades de implementação dessas ferramentas são as dúvidas em relação à viabilidade econômica, complexidade da tecnologia e questões regulatórias.

As outras ferramentas foram citadas pelos entrevistados são blockchain (4? lugar), robótica e automação, incluindo veículos autônomos) (5?), realidade aumentada (6?), realidade virtual (7?), rede social e tecnologias colaborativas (8?), biotecnologia e saúde digital (9?) e plataformas de compartilhamento (10?).

“A pesquisa mostrou que estamos vivendo um período em que empresas de praticamente todos os setores estão se posicionando para implementar modelos de negócios inovadores baseados em tecnologia”, analisa o sócio-diretor da KPMG no Brasil, Felipe Catharino.

Para ter acesso à pesquisa completa, basta clicar no seguinte link: info.kpmg.us/content/dam/info/en/techinnovation/pdf/2019/top-10-technologies-for-business-transformation.pdf

Tags, ,

9 em cada 10 empresas têm reputação afetada pela má qualidade de seus dados, aponta pesquisa global da Experian

De acordo com a Pesquisa Global de Qualidade de Dados 2019 realizada pela Experian, 95% das empresas apontaram que a má qualidade das informações em seus negócios impacta negativamente a interação com o consumidor, a reputação e a eficiência de suas operações. Sete em cada 10 companhias afirmaram ainda não ter controle direto sobre os dados, apesar de saber o quanto isso afeta a capacidade de explorar ao máximo o potencial desse recurso para atingir objetivos estratégicos.

Esses foram alguns dos resultados revelados pelo levantamento que entrevistou, em novembro de 2018, cerca de 1.000 profissionais e lideranças da área de gestão de dados de companhias de mais de 10 segmentos de mercado nos quatro países participantes – Austrália, Brasil, Estados Unidos e Reino Unido. Para avaliar as tendências globais que norteiam a evolução da gestão de dados, a Experian concentrou seu foco em três perspectivas influenciadas pela transformação digital das empresas: a experiência do cliente, a confiabilidade dos dados, e a responsabilidade pelo controle dessas informações.

“Trabalhar o Marketing one-to-one é fundamental para prover uma experiência digital que supere expectativas, e nunca foi tão importante ter dados precisos e confiáveis. No entanto, muitas empresas ainda não conseguem aproveitar ao máximo as oportunidades que os dados podem oferecer aos seus negócios, uma vez que as práticas atuais de infraestrutura e de gerenciamento de informações não estão configuradas adequadamente para lidar com as expectativas do consumidor digital”, afirma Luiz Junqueira, diretor de Soluções da Serasa Experian.

Otimização da gestão de dados conectada à melhoria da experiência do cliente

A pesquisa da Experian mostra unanimidade das empresas (98%) em relação ao uso da gestão de dados para promover a melhoria da experiência do cliente. A otimização da interação com o consumidor apareceu entre as vantagens competitivas mais atribuídas a uma atuação orientada pela inteligência da informação – tanto na média dos países quanto no indicador das companhias ouvidas no Brasil:

Principais vantagens competitivas atribuídas a negócios orientados por dados

Geral Brasil
Melhoria da experiência do cliente 54% 62%
Práticas de negócios mais eficientes 52% 60%
Melhoria de insights para tomada de decisão 51% 51%
Melhor capacidade de se adaptar a mudanças do mercado 45% 64%

Confira outras percepções compartilhadas pelas empresas que participaram do levantamento:

– 69% reconhecem que dados imprecisos prejudicam a capacidade atual de fornecer uma melhor experiência ao cliente.

– 29% consideram que dados de clientes e clientes em potencial são imprecisos de alguma forma – no Brasil, essa percepção sobe para 33%.

– 53% apontaram a experiência do cliente como prioridade do seu negócio em 2019.

– 38% planejam consolidar uma visão única do cliente em seus negócios, nos próximos 12 meses.

Confiabilidade dos dados ainda representa um desafio para as empresas

O gerenciamento de dados ainda é um grande desafio para 89% das empresas, segundo o levantamento da Experian. A confiabilidade e a precisão estão associadas às dificuldades mais mencionadas pelos profissionais entrevistados – na média geral dos países e no Brasil – na hora de adotar informações e insights como impulsionadores de novos negócios:

Desafios mais citados relacionados à gestão de dados para viabilizar iniciativas de negócios

Geral

Brasil

Dados incompletos

38%

51%

Falta de uma visão única para os dados

36%

36%

Falta de confiança nos dados

33%

32%

Falta de habilidades para manipular e obter insights sobre os dados

33%

32%

Também ficaram em evidência entre os resultados apurados:

– 1 em cada 3 companhias (33%) considera a confiança como o maior desafio para conseguir extrair valor dos dados gerenciados.

– Metade dos entrevistados (50%) elegeram o erro humano como a razão de desconfiança relacionada às informações

– 65% afirmaram que o grande volume de dados impede uma gestão otimizada desse recurso para alavancar os objetivos estratégicos.

Controle sobre dados é fator decisivo para assegurar a qualidade da informação

A Pesquisa Global de Qualidade de Dados 2019 identificou que, embora para 84% das companhias o volume de informação continue administrado somente ou prioritariamente por TI, a área responde por apenas 53% dos novos projetos orientados por dados. Nesse cenário, já aparecem à frente dessas iniciativas uma atuação conjunta entre várias áreas atuando em conjunto (28%) e equipes lideradas por Chief Data Officers (24%).

Também prevaleceram entre os resultados:

– 75% concordam que a responsabilidade pelos dados deve estar em vários departamentos, com a ajuda pontual da área de TI – no Brasil, essa percepção é de 68%.

– 13% afirmaram já adotar uma gestão descentralizada da informação – no Brasil, o indicador cai para 6%.

– 56% têm a percepção de que TI não entende completamente as necessidades de gerenciamento de dados dos usuários – sendo que 57% das respostas correspondem à opinião de profissionais que atuam na própria área.

“Constatamos que mais organizações começam a estabelecer uma propriedade correta e uma liderança de dados mais forte, conduzida por um Chief Data Officer (CDO). Esse é um direcionamento fundamental para implementar estratégias capazes de reforçar a conformidade e a segurança das informações, bem como garantir que pessoas certas tenham acesso a dados confiáveis, para tirar proveito otimizado de insights, que possam proporcionar decisões mais respaldadas e, consequentemente, melhores resultados para os negócios”, disse Junqueira.

Acesse a íntegra da pesquisa no link: www.serasaexperian.com.br/blog/pesquisaqualidadededados2019

Metodologia

A Experian realizou a Pesquisa Global de Qualidade de Dados para analisar as tendências globais no gerenciamento de informações. Para este levantamento, foram entrevistados profissionais de dados e líderes de negócios orientados por dados. O objetivo foi identificar como as empresas estão aproveitando esse recurso para resolver os principais desafios de negócios e como as práticas de gestão estão mudando ao longo do tempo.

Produzida pela Insight Avenue para a Experian em novembro de 2018, a pesquisa ouviu mais de 1.000 profissionais de empresas em quatro países: Estados Unidos, Reino Unido, Brasil e Austrália. Participaram companhias de vários setores, incluindo TI, telecomunicações, manufatura, varejo, serviços comerciais, serviços financeiros, saúde, setor público, educação, serviços públicos e muito mais.

O público envolvido compreendeu pessoas com funções diversas, de todas as áreas da organização – entre elas diretor de dados, diretor de marketing, analista de dados, analista financeiro, engenheiro de dados, administrador de dados e gerenciamento de riscos. Os entrevistados foram escolhidos com base nas práticas de gerenciamento de dados de clientes ou prospectos de suas respectivas organizações.

Aplicativos para TV ganham espaço no mercado de tecnologia

Lembra daquela cena clássica de uma família dos anos 90 reunida em frente à TV para acompanhar a novela? Mesmo após 30 anos, a cena não mudou. Mas, embora o aparelho ainda seja o grande protagonista da casa, o consumo da programação tem se modificado ao longo dos anos. Hoje, cada vez famílias reúnem-se diante da TV para acompanhar séries ou assistir conteúdos de YouTubers por meio de plataformas de vídeo e streaming.

E se para muitos isso pode ser considerado uma ameaça, para outros trata-se de uma grande oportunidade. É assim que o setor de tecnologia tem observado esses novos hábitos de consumo da audiência brasileira. Tanto que, hoje, a grande aposta é o desenvolvimento de aplicativos para a TV. “O Fórum SBTVD, que é um dos responsáveis pela implantação do sistema de TV Digital no Brasil, tem trabalhado para a evolução contínua da televisão, o que abre oportunidades para o mercado de tecnologia e softwares, além do setor de radiodifusão.”, afirma Leonardo Chaves, coordenador do Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (SBTVD).

No entanto, diferente dos apps produzidos para mobiles, as aplicações de TV precisam conter uma linguagem específica, o que muda de fabricante para fabricante. “Enquanto smartphones e tablets utilizam as plataformas Java, para Android, e iOS, para Apple, as tecnologias mais comuns para a programação de apps para smart TVs são HTML 5 e Android TV”, aponta Leonardo.

O executivo sinaliza ainda que um dos principais atrativos para esse mercado é a baixa concorrência diante dos outros. “A televisão é um veículo muito poderoso dentro da cultura brasileira. Não há dúvidas de que, em poucos anos, os aplicativos serão tão populares nas smarts TVs quanto são nos celulares. Quem apostar nessa novidade agora, certamente terá mais espaço do que os outros que chegarem mais tarde.”, explica.

Além disso, o especialista explica que para haja uma constante evolução da TV, é necessário trazer para a discussão empresas de fora do setor de radiodifusão. “Nosso objetivo é trocar ideias e experiências com empresas tecnologicamente engajadas e antenadas no que há de mais novo no mundo”, indica.

De dentro do mercado

Para quem já atua no mercado de TV Digital no Brasil, a percepção é de que, para desenvolvedores de aplicativos e conteúdo, oferecer suporte às smart TVs é menos uma opção e cada vez mais uma necessidade. É o que analisa David Britto, executivo da empresa de tecnologia Mirakulo. Para ele, os aplicativos de smart TVs estão impulsionando o envolvimento do consumidor em um nível totalmente diferente do que se imaginava. “À medida que o mercado de conteúdo se torna mais competitivo, as empresas estão percebendo como esses aplicativos podem promover uma experiência mais completa, com conteúdo personalizado, maior engajamento e presença de marca”.

Sobre a adaptação das emissoras de TV ao mundo dos apps, Rodrigo Cascão, executivo da EiTV, empresa de tecnologia voltada para TV digital, argumenta que a adaptação a esse mercado vale pena, por se tratar de um canal de comunicação muito utilizado pelas novas gerações. “As pessoas hoje em dia querem ter a possibilidade de escolher o consumo on-demand do conteúdo. Além disso, abre-se uma possibilidade para que as emissoras conheçam melhor sua audiência e desenvolvam novos modelos de negócios”, finaliza.

Aprendizado de Máquinas: Como o Deep Learning está facilitando o avanço da Indústria 4.0

Com o avanço da Quarta Revolução Industrial, as máquinas e computadores também precisam se adaptar às novas tecnologias e aprenderem novas formas de executarem suas funções. Por mais estranho que isso possa soar, o Aprendizado de Máquina é uma das áreas mais importantes da Inteligência Artificial e vem conquistando resultados surpreendentes.

Um dos métodos mais conhecidos de aprendizado é o Deep Learning (Aprendizado Profundo, em tradução literal), no qual permitimos que as máquinas aprimorem seus reconhecimentos de fala, processamentos de linguagem natural e suas visões computacionais. De acordo com o professor de Ciência da Computação Danilo Perico, do Centro Universitário FEI, com o Deep Learning podemos ensinar os computadores por meio de exemplos.

“Se quisermos um programa que consiga classificar de forma automática se existem carros em determinadas imagens, podemos mostrar ao computador fotos com automóveis e outras sem veículo algum. Desta forma, o algoritmo de Deep Learning aprenderá a diferença entre as figuras e conseguirá classificar de forma correta qualquer outra imagem dada”, explica Perico.

Segundo o aluno Isaac Jesus da Silva, doutorando em Engenharia Elétrica, esta técnica de aprendizado é muito importante, pois tem se mostrado eficiente para a resolução de uma gama abrangente de problemas, trazendo benefícios excepcionais para a ciência e para os setores industriais e de serviços.

“Muito do que tem sido desenvolvido com o intuito de automatizar processos faz uso de Deep Learning. Por exemplo, na área médica, os pesquisadores da universidade de Stanford estão utilizando Deep Learning para classificar, por meio da imagem, se lesões de pele são benignas ou malignas. A técnica desenvolvida por eles obteve, até agora, desempenho similar ao de dermatologistas reconhecidos”, comenta Silva.

Outro exemplo pode ser encontrado nos veículos autônomos, que utilizam Deep Learning para detecção e classificação de outros veículos, pedestres, obstáculos, placas ou qualquer outra informação que precise ser registrada.

Trazendoo Deep Learning para as salas de aula

Conhecimento indispensável para os profissionais do futuro, é de extrema importância que graduandos em Engenharia e Ciência da Computação possam trabalhar com Deep Learning ainda dentro das universidades. “O Centro Universitário FEI aplica essa técnica na visão computacional dos robôs humanoides e do robô de serviço HERA. Também possui trabalhos com classificação de textos, detecção de objetos e otimização de jogos digitais”, conta Perico.

A disciplina de Inteligência Artificial é dada nos cursos de Ciência da Computação, Engenharia de Automação e Controle e, agora, será dada também no novo curso de Engenharia de Robôs. Dentre vários outros conceitos, os alunos têm contato com as Redes Neurais, inclusive em laboratório, onde precisam utilizar as técnicas aprendidas de IA para resolver os diversos tipos de problemas que são apresentados.

Iugu participa do Fórum E-commerce Brasil 2019

Entre os dias 16 e 18 de julho, acontece a maior feira de e-commerce da América Latina, o Fórum E-commerce Brasil. Serão mais de 196 empresas nacionais e internacionais expondo suas soluções e produtos e, entre elas, está a plataforma online de meios de pagamento, iugu. A startup faz parte do conjunto do evento que mostrará o papel da tecnologia para promover a inovação no mercado.

“O nosso objetivo é oferecer todas as ferramentas para o cliente resolver os principais problemas de meios de pagamento e obstáculos de gestão financeira. Por isso, estar presente em um evento de renome como o Fórum E-commerce Brasil, irá reforçar os benefícios e funcionalidades das nossas soluções para os empreendedores. Além de nos conectarmos ainda mais com público do evento “, comenta Patrick Negri, CEO da iugu.

O evento está na 10º edição e estima 15.000 participantes, que irão conferir as novas oportunidades de negócios. A proposta da iugu é trazer ao cenário as suas soluções e planos de negócios que ocorrem em três pilares diferentes: Tradicional, Recorrente e Marketplace, atuando em diversas áreas, se tornando assim uma das principais plataformas de meio de pagamentos do Brasil.

Fórum E-commerce Brasil

Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Villas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro
Data e horário: 16 a 18 de julho, das 8h às 20h
Stand iugu: S-13

Tags, ,

Ágil e eficiente: como a brasileira Pipefy se tornou referência na filosofia Lean?

Para manter a competitividade, empresas devem se atentar às diferentes formas de inovação. Tendência em corporações de base tecnológica, a filosofia Lean pode ser uma aliada quando aplicada corretamente na cultura da organização. Garantir maior qualidade, agilidade e eficiência focados nas necessidades do cliente, eliminando desperdícios e melhorando continuamente produtos e serviços, se tornou tão essencial quanto vender em qualquer segmento ou mercado.

Empresas que nasceram com a cultura já implementada em seus times disparam na frente. Esse é o caso da brasileira Pipefy, que desde 2014, quando foi fundada, estabeleceu o Lean como pilar fundamental para seu funcionamento. A estratégia vem trazendo resultados expressivos: nos dois últimos anos, a startup de SaaS (Software as a Service – Software como Serviço), que fornece uma plataforma intuitiva e customizável para o gerenciamento de processos, cresceu 300%.

O sucesso pode ser atribuído à equipe liderada pelo paranaense Alessio Alionço, fundador e CEO da Pipefy. Desde o primeiro dia, o empreendedor estabeleceu dois grandes objetivos: ser global e referência no método. As duas metas foram cumpridas em um curto espaço de tempo. Hoje, a startup está presente em 150 países, tem bases no Vale do Silício e Austin, nos Estados Unidos, além da matriz em Curitiba, e ainda é modelo de eficiência na aplicação da filosofia.

Além da eficiência nos processos internos, a Pipefy ainda é capaz de implementar o Lean em outras companhias que desejam a filosofia aplicada em sua cultura. Com a plataforma, qualquer profissional ou gestor consegue ter plena autonomia para executar tarefas, controlar fluxos e prevenir falhas, exercendo a máxima da metodologia, com qualidade, agilidade e eficiência.

“Enxergamos uma combinação entre Lean e tecnologia muito interessante. Um é capaz de maximizar e otimizar o outro. Com a tecnologia, tiramos o máximo proveito do Lean e vice-versa”, explica o especialista no método na Pipefy, Leonardo Tomadon. Para ele, a filosofia foi capaz de fazer com que a empresa mantivesse, ainda que com o crescimento acelerado, a mesma qualidade e eficiência entregues no primeiro dia, ao primeiro cliente.

“Aqui na Pipefy, estimulamos que o time execute mais com menos e adotamos o mindset de Learn by Doing, ou seja, fazer, medir e, então, aprender. Como conseguimos isso? Empoderando nossos colaboradores a terem total autonomia em resolver problemas. É preciso que eles tenham a cabeça de dono e pensem sempre em como evitar erros e manter qualidade e o valor que tanto prezamos e entregamos ao cliente”, conta Alessio.

Desde sua fundação, a startup já recebeu investimentos da Redpoint Ventures, Valor Capital, 500 Startups, Founders Fund e dos fundadores da Zendesk, Morten Primdahl e Alexander Aghassipour. Em 2018, a Pipefy levantou US$ 16 mi em sua rodada de investimentos Series A, encabeçada pela OpenView Partners e Trinity Ventures.

Hoje com mais de 162 funcionários, incluindo profissionais de países como Estados Unidos, Nicarágua, Israel, Egito e Venezuela, a empresa está entre as melhores PMEs brasileiras para trabalhar. “A junção de produto inovador e eficiência de método chamou a atenção de gigantes que hoje fazem parte do nosso portfólio. Entre os mais de 15 mil clientes estão o McDonald’s, Unilever, Ambev, IBM e Accenture”, comemora o executivo.

Tags, ,

Edenred convoca startups para programa de aceleração

Gilles Coccoli, Chief Operating Officer Américas da Edenred

A Edenred, líder mundial em soluções transacionais para empresas, comerciantes e empregados e que integra as marcas Ticket, Ticket Log, Repom e Edenred Soluções Pré-Pagas no Brasil, em parceria com a Kyvo, plataforma de inovação e design de serviços, abrem a 3ª edição do Programa de Open Innovation, o Edenred Connect, que visa aproximar o Grupo de startups com o objetivo de trazer inovação de fora para dentro. Entre 14 de junho e 14 de julho, startups de todo o País, que tenham projetos inovadores e que contribuam com novas soluções ou com a melhoria de produtos e serviços relacionados a todas as marcas do grupo, poderão fazer suas inscrições.

Como uma precursora da inovação aberta, a Edenred desenvolveu um sistema global que antecipa tendências e explora ecossistemas que tenham afinidade com seu core business e o Edenred Connect faz parte do plano estratégico de aceleração do grupo. “Em 2018, tivemos um recorde de inscrições, foram mais de 220 startups que participaram do processo, o que mostra o potencial de atuação que elas têm em nosso mercado, a confiança em nosso programa e a solidez de grupo. Somos uma empresa que conecta empresas e pessoas e acreditamos muito na força da associação de uma empresa multinacional líder de mercado às startups, que agregam ainda mais valor ao nosso trabalho pela força e agilidade que depositam em seus negócios”, destaca o Chief Operating Officer Américas da Edenred, Gilles Coccoli.

Em 2019, serão selecionados até cinco parceiros, que passarão por etapas que incluem a avaliação do material disponibilizado na inscrição, entrevistas com os projetos selecionados e o Pitch Day, última etapa, que acontecerá em 8 de agosto, em que as 15 startups finalistas terão a oportunidade de apresentar seus modelos de negócios destacando as oportunidades de sinergia com a Edenred Brasil. A banca que definirá quem seguirá no programa, avaliará quesitos, como crescimento e evolução da startup, estrutura da equipe dedicada para a execução do projeto, clientes já atendidos, potencial do negócio e sua maturidade.

O processo de aceleração terá duração estimada de cinco meses. Nesse período, as equipes farão de uma imersão, na qual poderão aprofundar aspectos, como estratégia de usabilidade do projeto e contarão ainda com espaço físico, horas de mentoria de diretores do grupo e workshops da Kyvo, que terão como foco as necessidades apresentadas pelas startups, como planejamento estratégico, gestão de recursos humanos, marketing digital, análise de dados, recursos financeiros e relações mercadológicas, entre outros.

“Estamos muito contentes com o nível que o nosso programa de aceleração tem atingido. Com o amadurecimento do projeto e de nossa experiência, observamos resultados relevantes para nossa atuação no Brasil e também para nossos clientes, nos três níveis: empresas, comerciantes e trabalhadores.”, avalia Coccoli.

Podem ser inscritos projetos de startups de todo o Brasil. Detalhes sobre o programa e o processo de inscrições estão disponíveis no site: http://edenred.com.br/aceleracao/
Programa de Open Innovation Endered Connect

Adotado no Brasil em 2017, o Programa de Open Innovation Edenred Connect faz parte do plano estratégico de aceleração do grupo com foco na digitalização de sua oferta e na consolidação da liderança em B2B2C, refletido pelo posicionamento: “We connect, you win.”

Em 2018, o Edenred Connect recebeu mais de 220 inscrições e selecionou cinco startups com as quais trabalhou durante seis meses. Nesse período, os parceiros receberam cerca de 30 sessões de mentorias e coaching, que os auxiliaram no desenvolvimento dos projetos.

Como resultado dos programas de inovação já realizados pela Edenred, destacam-se a parceria fechada pela Repom com a Credisfera, que oferece a disponibilidade de contratação de empréstimo pessoal para os caminhoneiros. Outra parceria de destaque foi realizada pela Ticket Log com a integração da Onboard no Log&Go, que permite a utilização do saldo do Ticket Car para a recarga do Bilhete Único na cidade de São Paulo.

Tags, ,

Mais de 20 marcas expõem pela primeira vez na Eletrolar Show 2019

De 29 de julho a 01 de agosto, a Eletrolar Show apresentará com exclusividade as principais novidades e os mais recentes avanços tecnológicos de produtos como eletrodomésticos, eletroeletrônicos, eletroportáteis, celulares, wearables, bem-estar, TI e UD, na maior exposição dos produtos que ocuparão as vitrines dos principais varejistas do País no segundo semestre deste ano.

Em sua 14ª edição, a Eletrolar Show traz cerca de 23 marcas estreantes. Entre elas, estão grandes nomes do setor com destaque para a categoria de celulares, onde serão apresentados inúmeros acessórios diferenciados e lançada uma película para esses aparelhos e que é considerada a mais resistente do mundo. Demonstrações do produto serão feitas durante a feira, utilizando a tela de um iPhone como martelo para fixar um prego em uma madeira.

Para Carlos Clur, presidente do Grupo Eletrolar, a participação de novos expositores é significativa e valida a importância dada pelas marcas à maior feira de bens duráveis da América Latina. “A feira impulsiona a divulgação das marcas e possibilita aos executivos do setor identificar tendências e escolher o que é mais adequado aos seus pontos de venda. Ela também é importante porque elimina barreiras comerciais e abre caminho para novas parcerias e canais, o que é essencial numa época em que o varejo e o comportamento do consumidor passam por muitas mudanças”, comenta Carlos.

No ano passado, a categoria de bens duráveis cresceu 6% em faturamento, impulsionada por Eletrônicos com 16,8%, especialmente pelos Televisores com 195% de alta, de acordo com recente estudo divulgado pela empresa de pesquisas GfK.

Confira abaixo as marcas estreantes na 14ª Eletrolar Show:

ALTOMEX
Lança 50 produtos de todas as linhas que fabrica, com destaque para as caixas de som Bluetooth. Expõe, também, demais acessórios para smartphones, como carregadores, cabos, fones de ouvido, suportes automotivos e controles de videogames. “Os produtos têm como diferenciais o design, a qualidade e o preço. Nosso objetivo é alcançar clientes de todos os estados brasileiros”, diz Alexandre Lião, gerente nacional de vendas da Altomex.

ANIMUS DISTRIBUIÇÃO
A marca lança a Leswin, uma prancha motorizada que auxilia no exercício e na diversão de adultos e crianças. Permite mergulhar até 3 metros de profundidade e tem compartimento para acoplar uma câmera de ação. “Queremos apresentar a novidade ao mercado e esperamos resultados concretos em vendas, assim como o reconhecimento da Animus como importadora de produtos inovadores. Teremos preços diferenciados para negócios fechados na feira”, diz a diretora comercial Thelma Gonçalves.

BEURER
Apresenta seus produtos para a saúde e o bem-estar, como almofada massageadora, monitor de pressão arterial, balanças de vidro e sauna facial. O destaque é o aparelho que alivia o estresse, segundo Santiago Garrido, CEO da Garrido e Guzman, distribuidora da Beurer. “Colocado na área do diafragma, transmite impulsos que ajudam o usuário a respirar corretamente. Na feira, nosso objetivo é apresentar a marca, fazer lançamentos e entrar em vários magazines e lojas diferenciados do Brasil”, acrescenta o CEO.

CHAMALUX
Na feira, seu intuito é ampliar os negócios, divulgar a marca e as novidades aos clientes de todo o País. “É sempre melhor ter contato pessoal com o cliente e mostrar toda a linha de produtos e seus diferenciais”, diz Irineu Boscheid, diretor-geral da Chamalux. Na feira, lança linha de cooktops e também expõe fornos elétricos. “Os cooktops têm design e cores diferenciados, que tornam o ambiente mais bonito e charmoso. Teremos um incremento para quem visitar nosso estande”, conta Irineu.

DÉVIA
A marca de acessórios para celulares expõe na Eletrolar Show todo o seu mix de produtos, incluindo carregadores, cabos, capas, baterias, caixas de som, películas, suportes veiculares e power banks. “São produtos importados, de alto padrão, todos top de linha”, afirma Carlos Veronesi, controller da Dévia. “Estamos na feira pela primeira vez, motivados pelas possibilidades de divulgação da marca em nível nacional e da geração de bons negócios. Nossa expectativa é grande”, acrescenta.

FAM BRAZIL
Distribuidora de acessórios para celulares, a empresa apresenta suas linhas de produtos como carregadores, cabos, fones de ouvido, suportes veiculares, caixinhas de música e headphones. O intuito é tornar a marca mais conhecida e prospectar novos clientes. “Atualizamos nossas linhas à medida que são lançados aparelhos mais avançados e focamos muito no design, nas embalagens e descrição dos produtos”, diz Li Jun, diretora administrativa da Fam Brazil.

FANCY
Fabricante e importadora de acessórios para celulares, destaca seu fone ouvido sem fio TWS, exclusivo da marca, com versão avançada Bluetooth 5.0, precisão acústica e isolamento de ruídos. Vem em um estojo de metal grafitado, charmoso e clean. “A feira vai ampliar o alcance da nossa marca e o seu valor. Também vai gerar mais vendas, possibilitar o contato direto com o público-alvo e fortalecer o nosso posicionamento”, afirma Cindy Pan, gerente de vendas.

FEIYUTECH
A marca representada pela Windys lança o Gimbal, estabilizador para smartphone e câmeras, tanto de ação quanto profissionais. O Gimbal é um suporte articulado que estabiliza a imagem e, assim, evita que a filmagem saia tremida por causa do movimento da mão. “A FeiyuTech tem uma expectativa muito grande em relação ao mercado brasileiro”, afirma Tomas Lee, diretor da Windys.

GOAR
Lança o climatizador Novo Floripa, que refresca, umidifica e decora o ambiente. Tem como diferencial a água aspergida completamente limpa e livre de bactérias. “Nosso foco é divulgar o novo climatizador e expandir as vendas do ventilador de 70 cm”, diz o gerente de vendas, Jordan Dal Moro. A empresa tem uma linha de produtos diferenciada para o conforto térmico, e a Eletrolar Show é uma excelente vitrine. Nossa expectativa é ampliar negócios e divulgar a marca”, acrescenta Jordan”

GORILA SHIELD
Diretor da empresa, João Paulo Rezende diz que seu objetivo “é aproveitar o diferencial da Eletrolar Show, que é a visibilidade que ela dá à marca.” Na feira, apresenta uma linha completa de acessórios premium para smartphones e tablets. “Temos produtos com preços de R$ 9,90 até R$ 399,99 e pretendemos dar descontos agressivos na feira. Também lançaremos o modelo de negócios B2B da Gorila Shield”, conta João Paulo.

GRANDEVER
Traz para o Brasil telas e componentes para celular, como o frontal completo, que será um dos destaques no estande da empresa. “O que motiva a nossa participação na Eletrolar Show é o fato de ela reunir grandes empresas em um só lugar. É uma oportunidade de ampliar o leque de negócios e de clientes. Trabalhamos com preços tabelados para atacadistas e temos produtos com promoções especiais”, informa Eliete Rodrigues, gerente comercial.

HPRIME
Expõe a linha principal de películas para celulares. Destaque para a Nanoshield, uma exclusividade HPrime no Brasil. “A película inovou no mercado com sua durabilidade, maior que a do vidro temperado”, diz Fernando Hudelit, gerente comercial, que tem também linhas para modelos específicos de smartphones, como SafetyMax e Vidro Curvo UV. Na feira, quer fortalecer a marca, se aproximar mais dos clientes e ampliar o mercado. “O diferencial da Eletrolar Show é o seu alcance”, afirma Fernando.

HREBOS
O fabricante de acessórios para celular quer aumentar a carteira de clientes e agregar mais valor à marca Hrebos, diz Paulo Costa, gerente administrativo. “As maiores empresas do nosso segmento estão na Eletrolar Show. É o local para encontrar novos clientes e parcerias.” A empresa trabalha com produtos feitos com o logotipo do cliente, desde a embalagem. “Temos capas a partir de R$ 1,50 no atacado, e com certeza haverá negociação especial para o comprador que fechar contrato na feira”, afirma Paulo.

INOVA
Participa da feira motivada por relatos positivos de empresários que atuam no mesmo ramo, diz Vítor Costa, analista administrativo. “É a chance de levar nossas marcas e produtos para potenciais clientes que trabalham com artigos para celular, através da exposição em uma das maiores feiras do segmento.” No estande, estarão carregadores, cabos, fones de ouvido e caixas de som portáteis. “O preço será competitivo, com descontos negociados conforme o volume das compras”, conta Vítor.

LEHMOX
A empresa, que atua nas áreas de comunicação, segurança e TI, expõe acessórios para celular e lança produtos como teclados e mouses, de inteligência artificial e de segurança doméstica. Suas expectativas se concentram, principalmente, em mostrar o que pode fazer e tornar a marca mais conhecida no mercado. Um dos destaques será o olho mágico virtual. “Ele permite à pessoa ver, de qualquer lugar, quem está à sua porta”, diz Joseph Wang, diretor operacional da empresa.

MERIDIONAL
Marca da Souk, a Meridional estreia com o lançamento da linha de panelas na cor cobre. Expõe, também, jogos de panelas de alumínio com revestimento antiaderente e vitrocerâmico, faqueiros e formas refratárias brancas e coloridas. Além da linha de vidro da marca turca Pasabahce, composta por copos, garrafas, taças e xícaras de café, suqueiras e utensílios de cozinha. “Estamos fazendo lançamentos, é importante a empresa mostrar sua face e produtos”, diz o diretor da Souk, Mauricio Verakha.

OMRON
Fabricante de monitores de pressão, inalador, termômetro e balanças, a Omron quer ampliar o seu espaço no varejo de todo o País. Seu destaque é a balança de bioimpedância HBF 514C. “Mede gordura corporal, idade corporal, IMC e músculo esquelético, sendo muito utilizada por endocrinologistas e nutricionistas”, diz Gabriela Cavalcanti da Silva Mello, executiva de contas. Lança, também, o umidificador de ar com tecnologia que quebra as partículas, evitando que o chão fique molhado.

POSH
Apresenta mochilas com sistema antifurto, fones de ouvido Bluetooth e power banks, entre outros itens. “Nosso principal produto, atualmente, é a mochila com sistema antifurto, versátil, produzida com alta tecnologia e materiais de última geração”, diz Monica Hui, gerente comercial. A empresa destaca que seus preços são bem competitivos. “Os interessados em adquirir os produtos ou se tornarem revendedores ou representantes da marca terão um preço melhor”, acrescenta Monica.

RED MOBILE
Participa para ampliar a presença de seus celulares em todo o País. “É o maior evento do segmento no Brasil”, diz o presidente Felipe Cavalcanti. A empresa, que tem uma linha enxuta de aparelhos para as classes C, D e E, lança o smartphone Quick 5.0, em vermelho e prata. “Os diferenciais da linha são o elaborado design e o índice de RMA baixíssimo, se comparado ao do segmento”, atesta Felipe, que terá uma política de preços diferenciados para os negócios fechados no evento.

SOLID IMPORTAÇÃO
Apresenta a Redragon, marca de acessórios para gamers profissionais, um novo player no mercado de informática, diz Rony Uemura, diretor comercial da Solid Importação. “Somos líderes em teclados mecânicos para jogos eletrônicos. Prestamos serviços de OEM (Original Equipment Manufacturer) para marcas como Razer, HP, Dell, Asus, Huawei e Lenovo. Esperamos crescimento de 30% em nossa base de revendas”, completa.

TABLE GRILL
Seu destaque é a churrasqueira portátil à base de carvão, que funciona a pilha, com entrada USB, cuja patente a empresa comprou da China e tem o direito de comercializá-la no Brasil, México e Estados Unidos. Apresenta, também, o forno elétrico para fazer pizza e lança o carvão extraído do coco, que não faz muita fumaça e tem até três horas de queima. “Nosso produto é inovador, tem muito a ver com proposta da feira”, diz o gestor de marketing, Isaque Rodrigues.

X-ONE BRASIL
Presente em mais de 65 países, a X-ONE®, recém-chegada ao Brasil, lança a película para celular mais resistente do mundo, informa o diretor de marketing e vendas, Breno França. “A X-ONE® Extreme Shock Eliminator tem cinco camadas de proteção fundidas sob nanotecnologia, resistentes a quedas e impactos. Para comprovar essa resistência, faremos demonstrações durante a feira, utilizando a tela de um iPhone como martelo para fixar um prego em uma madeira”, completa Breno.

Tags,

Conferência Gartner Segurança & Gestão de Risco 2019 destaca novos desafios de cibersegurança no mundo digital

Qual é o papel dos líderes de TI e Negócios diante dos novos desafios de cibersegurança? Essa e muitas outras perguntas serão respondidas durante a Conferência Gartner Segurança e Gestão de Risco 2019, que acontece nos dias 13 e 14 de agosto, em São Paulo. No evento, analistas do Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, apresentarão insights e novidades sobre a área de segurança e como os executivos de tecnologia e business podem se preparar para o futuro de suas operações.

“Hoje, os riscos cibernéticos são um dos três maiores inibidores do progresso das iniciativas de negócios digitais em todo o mundo. Esse cenário exige que os líderes de TI e negócios descubram e desenvolvam novas habilidades para atender as exigências de cibersegurança e resiliência dentro das organizações. São esses pontos que abordaremos nestes dois dias de atividade em São Paulo”, explica Augusto Barros, Chairman da Conferência e Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner.

Dividida em quatro vertentes de conteúdo (Liderança e Estratégia; Tendências e Competências; Gestão de Risco e Resiliência; e Arquitetura e Operações), a Conferência discutirá as principais tendências e demandas da área de segurança, privacidade e gestão de riscos. Durante a programação, o público terá acesso às apresentações de analistas do Gartner, workshops, casos de sucesso e oportunidades para troca de experiências.

Com expectativa de reunir mais de 700 especialistas, o evento apresentará em dezenas de painéis o cenário de segurança digital e indicará como os líderes podem avançar em suas estratégias de proteção em uma era marcada pela expansão de soluções Cloud, escassez de profissionais qualificados e grandes desafios de compliance. “Ao todo serão apresentadas mais de 30 novas pesquisas e análises exclusivas sobre os mais importantes e relevantes assuntos”, diz Barros.

De acordo com pesquisas do Gartner, 95% dos líderes de dados acreditam que as ameaças de cibersegurança vão aumentar e impactar o dia a dia de diferentes partes e processos de uma organização. “Estamos em um momento que é preciso estabelecer novos padrões de liderança e comunicação para mudar o mindset organizacional no que diz respeito à proteção das informações e a inovação”, explica Barros, ressaltando que o objetivo da Conferência é apresentar insights e dados que estimulem o aprimoramento dos gestores de diferentes áreas em relação à segurança.

Um dos destaques do evento deste ano é a realização do CISO Circle, criado exclusivamente para Chief Information Security Officers (CISOs), Chief Risk Officers (CROs) e executivos com poder de decisão nas áreas de segurança e risco dentro das organizações. A meta é proporcionar uma experiência diferenciada por meio de sessões únicas e relevantes ao permitir acesso a conteúdos relevantes para os negócios.

Durante a Conferência, os participantes que desejarem recomendações específicas para os desafios de suas empresas poderão agendar reuniões particulares com analistas do Gartner. Nesses encontros, os executivos participantes receberão dicas sobre como preparar seus negócios para incorporar assertivamente tecnologias como Internet das Coisas (IoT), Inteligência Artificial, Aprendizado de Máquina e Analytics. Entre os temas discutidos estão Blockchain e cibersegurança.

Até o dia 12 de julho, o Gartner oferece desconto de R$ 550,00. Interessados em participar do evento devem contatar o Gartner pelo e-mail conferencias.brasil@gartner.com, pelos telefones (11) 5632-3109 e 0800 774 1440, ou pelo site http://www.gartner.com/pt-br/conferences/la/security-risk-management-brazil.

Tags,

FGV Energia realiza o evento “Energia em Foco: O Futuro do Setor Petrolífero Brasileiro”

Após uma sequência de alterações regulatórias e jurídicas do setor desde 2016, juntamente com a política de preços de derivados voltada para um mercado mais aberto e competitivo, o Brasil parece estar pronto para a atração de investimentos que pretendem inundar o país com óleo, gás, receitas, empregos e atividade econômica. Para discutir esse cenário, a FGV Energia realiza, no dia 28 de junho, às 11h, o evento “O Futuro do Setor Petrolífero Brasileiro”, no auditório da Sede FGV (Praia de Botafogo, 190 – 12º andar – Botafogo, Rio de Janeiro).

O debate contará com a participação do ex-ministro de Minas e Energia e deputado federal, Fernando Coelho, e do diretor de Relacionamento Institucional da Petrobras, Roberto Ardenghy. Eles irão abordar os grandes desafios que precisam ser superados para o desenvolvimento do setor. O evento integra a série Energia em Foco, que visa proporcionar um debate de alto nível, servindo como conexão entre consumidores e produtores, governo e indústria e acadêmicos.

Energia em Foco: O Futuro do Setor Petrolífero Brasileiro

Data: 28/06/2019
Horário: 11h às 12h30
Local: Auditório Engenheiro M. F. Thompson Motta – 12º andar – Praia de Botafogo, 190 – Botafogo
Inscrições:www.fgv.br/eventos/?P_EVENTO=4596&P_IDIOMA=0

Indústria busca o modelo ideal do 4.0

A principal conclusão do Summit 4.0, promovido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, em sua sede em São Paulo, é de que toda a tecnologia envolvida na transformação digital, que nos levará ao modelo da indústria 4.0, se destina a um só objetivo – tornar a vida das pessoas mais agradável e produtiva. A tecnologia a serviço do homem é um consenso. Durante o encontro, vários especialistas no assunto mostraram como a automação, a tecnologia e os novos conceitos melhoram a eficiência das empresas e, por consequência, facilitam as tarefas diárias.

Participaram do Summit 4.0 especialistas como Bruno Jorge Soares, da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial; Mauricio Finotti, da Associação Brasileira de Internet das Coisas; Rafael Rapp, da HP Brasil; Nicole Augustowski, da Here Mobility; Fausto Padrão Jr., da Coca-Cola Andina; e Sergio Gama, da IBM; além de um público qualificado de mais de 100 pessoas. Entre os temas expostos, o debate começa pelo desafio que o Brasil tem pela frente, que é integrar sistemas e promover a interoperabilidade entre eles para que a indústria 4.0 esteja habilitada. Para Bruno Jorge, coordenador do programa de Indústria 4.0 da ABDI, “o país deve transpor as barreiras que uma indústria diversificada como a do Brasil ainda enfrenta como, por exemplo, alto custo de implantação, dificuldade de medir o retorno do investimento, além da mudança de toda a estrutura e da cultura das empresas”. Segundo Bruno Jorge, a agência trabalha com os planos de Agenda 4.0, Plano IoT, Pró-futuro e Brasil 2027, com a finalidade de incentivar as empresas.

Os robôs colaborativos não devem causar temor ou eliminar empregos, de acordo com a opinião de Mauricio Finotti, coordenador do Comitê de Manufatura da Abinc. “Eles vão colaborar com os profissionais em tarefas repetitivas e fazer evoluir nossa capacidade de integrar sistemas físico-digitais.” Finotti citou exemplos que já estão colaborando com a evolução das profissões como as realidades virtual e aumentada possibilitando a indústria 4.0 na medicina, na agroindústria, na manufatura e, por fim, na Internet das Coisas – o tudo conectado a tudo. Para ele, o maior desafio será a segurança na imensidão dos dados que trafegam pelos sistemas.

Se a integração é a meta da Indústria 4.0, essa é a bandeira da Here Mobility, empresa que nasceu para mudar as tendências da mobilidade urbana. “O futuro da mobilidade é integrar os meios de transporte à demanda; ou seja, quando uma pessoa precisa, o transporte já está disponível”, acredita Nicole Augustowski, responsável por desenvolvimento de negócios da Here Mobility. A empresa aposta em uma projeção da McKinsey para o mercado de mobilidade urbana, na qual calcula que até 2030 a receita da mobilidade urbana compartilhada atinja $ 1,3 trilhão de dólares. Com vistas nesse potencial, a Here Mobility investe em uma plataforma que agrega todas as opções de mobilidade para o usuário, as empresas e os prestadores desse serviço. “Se as empresas gerenciarem facilmente uma plataforma de mobilidade e incentivarem seus funcionários a compartilhar viagens e usar serviços de vans, isso vai gerar uma enorme economia e ações de sustentabilidade”, explica Nicole.

Não há modelo – Cada empresa deve projetar seus processos e a gestão para a era digital. “Cada empresa deve encontrar seu modelo de Indústria 4.0”, analisa Fausto Padrão, gerente de Engenharia da Coca-Cola Andina. Ele acredita em mudança no processo interno da indústria para se repensar a gestão. “Tudo que é digital gera dados, que devem se transformar em negócios sob os princípios da era 4.0: tempo real, descentralização, modularidade, interconectividade, orientação a serviços e cadeia de valores.” Essas mudanças dependem, segundo Fausto, da inteligência gerada a partir das informações que vão conectar as máquinas e dispositivos.

Essa opinião pode ser comparada, por exemplo, à apresentação de Sergio Gama, membro do Conselho de Tecnologia da IBM e líder da empresa na América Latina. “O consumidor tem o poder nas suas mãos e o imediatismo é seu novo hábito” é uma das frases marcantes ao explicar a capacidade que as pessoas têm ao gerar uma infinidade de dados por meio de smartphones e impelir a indústria a criar produtos e serviços para atender a uma demanda que exige inovação a cada dia. “Um mar de dados é ao mesmo tempo o combustível e o resultado da transformação digital”, explica o especialista.
A conclusão se reforça no estudo que produziu o Índice de Automação do Mercado Brasileiro, calculado pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil e a GfK Brasil. A partir de entrevistas realizadas com 2,7 mil consumidores em todo o país, se concluiu que a média é de 11 aplicativos instalados nos smartphones, dos quais 83% destinam-se a compras e vendas de produtos. Já no segmento de serviços, 78% são usados para mobilidade urbana; 73% para mobile banking; e 33% para pedidos de refeições. Ou seja, o consumidor quer inovação a seu serviço e é isso que define o modelo da indústria 4.0.

“O volume, variedade e velocidade dos dados está criando oportunidades sem precedentes”, mostra a apresentação de Sergio Gama. Ao estruturar os dados, a indústria pode criar aplicações inovadoras como, por exemplo, está fazendo a IBM ao apresentar o supercomputador Watson, que é hoje a máquina mais desenvolvida para interpretar os dados e transformá-los em informação inteligente – conceitos de machine learning e inteligência artificial. “A máquina não vai substituir o homem, mas vai potencializar sua capacidade de cumprir tarefas intelectuais repetitivas”, afirma Gama.

A Indústria 4.0 está ajudando até as empresas a promoverem ações de sustentabilidade. É o caso da HP Brasil, que criou o Smart Packaging Program, resultado de anos de planejamento e prática de ações que integraram tecnologias como identificação de itens na linha de produção com radiofrequência (RFID), business intelligence, Internet das Coisas e padrões GS1, entre outras, para proporcionar rastreabilidade e visibilidade de todos os processos, desde a fabricação até a distribuição de seus produtos. De acordo com Rafael Rapp, gerente de operações da HP Brasil, “além da redução de custos de processos ao se estruturar os dados gerados pela fábrica, houve melhora na experiência do cliente, preservação da marca e redução de 600 toneladas ao ano na emissão de carbono na atmosfera”. O programa criado no Brasil servirá de modelo para a HP expandir a iniciativa em outros países.

Tags, ,

Holding de novo Shark Tank Brasil leva marcas para Feira da ABF

O novo Shark Tank Brasil, José Carlos Semenzato, marcará presença na próxima ABF Franchising Expo, que acontece dos dias 26 a 29 de junho. Fundador da SMZTO Holding de Franquias, o empreendedor levará algumas de suas marcas para o evento. A United, que recebeu investimento recente da Holding, participará da feira pela primeira vez, assim como a OAKBERRY, a mais nova investida do grupo SMZTO.

“Como uma das principais vitrines da América Latina, a feira da ABF é uma ótima oportunidade tanto para dar visibilidade para as nossas marcas como para ajudar o empreendedor a encontrar um negócio consolidado no mercado”, afirma Semenzato.

No Stand da SMZTO, haverá um totem com um teste rápido para o investidor entender um pouco mais do seu perfil como franqueado. Além disso, o espaço contará com atendimento personalizado, e os visitantes poderão “visitar” as unidades da rede SMZTO por meio do uso de óculos de realidade virtual.

Negócio de sucesso

A escolha de uma franquia é um dos grandes dilemas dos empreendedores. Por isso, é importante estar atento ao prestígio e ao crescimento da marca no mercado. Este é um dos principais conselhos do empresário José Carlos Semenzato, que começou sua carreira empreendedora vendendo coxinhas e hoje fatura R$ 1,45 bilhão por ano.

Atualmente, sentado na cadeira do Shark Tank Brasil, reality show sobre negócios do Canal Sony, o empreendedor possui uma história inspiradora. Após o sucesso como vendedor de coxinhas, Semenzato fez um curso de processamento de dados e, em seguida, começou a dar aulas nesta área. Foi assim que surgiu a ideia de criar uma escola de informática, a Microlins. O negócio deslanchou, mas o empreendedor decidiu apostar em um novo desafio. Em 2010, vendeu a Microlins para Carlos Wizard e fundou, no mesmo ano, a SMZTO.

Criada com o propósito de acelerar negócios promissores por meio do modelo de franchising, a holding conta hoje com mais de 1.800 unidades sob sua gestão. A SMZTO é sócia de todas as suas marcas, tais como Espaçolaser, belle.club, OdontoCompany, Instituto Embelleze, Joy Juice, Partmed, United, Casa X, L’Entrecôte de Paris, Oakberry e Gua.Co. Juntas, as marcas que contam com investimentos da SMZTO têm previsão de faturamento de R$ 2,2 bilhões em 2019.

Os destaques na feira

Neste ano, entre as novidades que a Holding traz para a feira estão as marcas United e Oakberry. A United, rede de escolas de inglês, já formou mais de 70 mil alunos e possui atualmente 26 unidades. Com foco no público adulto, a rede oferece aulas com horários flexíveis, que podem ser agendadas e desmarcadas por meio de um aplicativo, e uma metodologia que permite ao aluno aprender a falar inglês em 18 meses.

Outra estreante na feira é a Oakberry, rede de alimentação saudável focada em açaí. A Oakberry Açaí Bowls nasceu em 2016 para atender a um nicho de mercado ainda pouco explorado, o fast food de alimentação saudável.

O Instituto Embelleze, rede de cursos na área de beleza, também trará novidades para o evento. Recentemente, a franquia lançou um projeto para atender cidades com até 100 mil habitantes. O investimento inicial é de R$ 120 mil, já incluídas a taxa de franquia e o capital de giro. O intuito é ampliar sua presença em cidades de menor porte.

Tags, , , , , , ,

Tecnologias como biometria e QR Code serão os próximos passos dos meios de pagamento no Brasil

Os avanços tecnológicos atingiram os negócios de diferentes maneiras, transformando os hábitos de consumo em nossa sociedade. Uma dessas mudanças foi nos meios de pagamento que, nos últimos cinco anos, se transformaram de maneira expressiva, apresentando maneiras cada vez mais inovadoras de realizar transações.

Para Felipe Maffei, diretor de produtos da Elo, a tendência é que o consumidor seja livre para escolher a forma que melhor lhe convier. “Temos cada vez mais opções para o público final, como relógios, pulseiras, cartões com aproximação, serviços como Apple Pay e Google Pay, enfim, não será mais apenas o estabelecimento que vai escolher como receber, o cliente vai dizer como pagar”, comenta.

O executivo conta que na época em que a Elo surgiu, em 2011, os cartões representavam pouco mais de 10% das formas de pagamento e, assim como a companhia, foram crescendo no cenário brasileiro. Segundo pesquisa do Banco Central, realizada em 2018, 60% das transações ainda são feitas em dinheiro e 40% em cartões, com expectativa de representarem 60% nos próximos cinco anos. A Elo, atualmente, representa 15% do market share no Brasil.

A Transire, empresa que fabrica terminais POS e PINPads, acredita na democratização dos meios de pagamento através de terminais mais simples, portáteis e modernos. Como produtora de terminais de pagamento, a empresa diz que a demanda por produtos mais tecnológicos vem aumentando. “Temos recebido solicitações de terminais mais simples, porém extremamente seguros e integrados com biometria. Assim também como terminais biométricos integrados com automação comercial” conta Gilberto Novaes, fundador e presidente da Transire.

Novaes concorda que os meios de pagamento utilizarão cada vez mais tecnologias que simplificam significativamente a vida do usuário. “O mercado brasileiro está avançando para a utilização do QR Code, mas acreditamos que a adoção da biometria virá muito rapidamente. Na China, por exemplo, a adoção de novas tecnologias para meios de pagamento propiciou saltos substanciais em pouquíssimo tempo, e hoje, essas soluções são encontradas globalmente”, complementa.

Com as novas tecnologias, fica o questionamento sobre os dados do usuário, mas as companhias concordam ao afirmarem que a segurança é uma das áreas mais importantes dentro das operações. Com o uso de tecnologias que se baseiam em características únicas e não copiáveis, como a autorização biométrica, a íris, a impressão digital e a voz, que são recursos muito mais difíceis de serem burlados do que simplesmente uma senha, será cada vez mais seguro optar por novos modelos de pagamento.

Este universo é muito vasto e com grande potencial para ser explorado por empresas emissoras de cartão, como a Elo. De acordo com Maffei, a companhia está trabalhando com novos emissores, que são as startups e fintechs, em ambientes 100% digitais, outra transformação característica dos últimos anos.

“Durante os primeiros anos estivemos restritos à cartela de clientes que possuíamos dos três bancos que fundaram a empresa. A partir de 2017, aumentamos nosso leque para outras instituições, como nosso primeiro case, a rede de lojas Pernambucanas. E a ideia é essa, levar cada vez mais novas soluções e ferramentas para os mais variados mercados”, explica.

Sobre o futuro dos pagamentos, o fundador da Transire acredita que será o uso da biometria. “Cartões físicos não serão mais necessários e os terminais irão captar as características biométricas no esquema 1-N, aquele em que o sistema busca na base a biometria e a valida sem necessidade de informações adicionais”, conclui o executivo.

Todas essas tendências e novidades serão abordadas no LATAM Retail Show, mais completo evento de varejo e consumo da América Latina, que acontece de 27 a 29 de agosto, no Expo Center Norte.

Temas e histórico do evento

O LATAM Retail Show focará em outros temas relevantes, como: evolução do varejo, ecossistema de negócios da China, omnichannel, cultura, liderança, inovação, jornada do consumidor, data analytics, mercado imobiliário, shopping center, strip malls, estratégia de distribuição, meios de pagamento, blockchain, big data, entre outros.

Em 2018, o LATAM Retail Show reuniu mais de 13 mil visitantes, cerca de dois mil congressistas, mais de 250 palestrantes, 220 expositores e 76 apoiadores durante os três dias de debates, palestras e networking. “Nossa expectativa é superar este número em 2019, ampliando a discussão para temas cada vez mais relevantes para os interessados no setor. Nomes relevantes do mercado irão discutir as transformações digitais, tecnológicas, comportamentais e econômicas pelas quais o mercado e a forma de consumir vêm passando”, destaca Marcos Gouvêa de Souza, diretor-geral do Grupo GS& Gouvêa de Souza.

Confira a agenda completa no site www.latamretailshow.com.br.

TOTVS lança Índice de Produtividade Tecnológica

A TOTVS, líder brasileira no desenvolvimento de software de gestão, anuncia os resultados de um estudo inédito, encomendado para a H2R Pesquisas Avançadas, voltado a identificar o grau de produtividade dos ambientes tecnológicos relacionado ao uso de ERP e de outros sistemas de gestão das indústrias brasileiras para suportar as demandas associadas à Indústria 4.0. O levantamento gerou o Índice de Produtividade Tecnológica (IPT), que concluiu que, em uma escala de 0 a 1, as manufaturas instaladas no Brasil atingiram uma média de 0,52 pontos. O que demonstra que ainda existe um longo caminho para que essas empresas utilizem melhor tecnologias de sistemas de gestão (ERP) para aumentar a performance e melhorar a gestão do negócio.

O estudo entrevistou 800 profissionais responsáveis pelas áreas de TI de indústrias instaladas no Brasil, com faturamento acima de R$ 5 milhões e atuantes em sete setores: bens de consumo, bens duráveis, metal-mecânica/plástico, têxtil/vestuário, química/reciclagem, extrativismo/beneficiamento e papel/celulose. A análise, realizada entre março e maio de 2019, avaliou dois grandes indicadores essenciais para a produtividade dos ambientes tecnológicos: Prontidão Atual e Performance.

A Prontidão Atual indica o nível de internalização do uso dos sistemas de gestão da empresa e a Performance indica o ganho de desempenho do negócio e da produção obtido com o uso dos sistemas de gestão (ERP).

Quando analisado o uso dos sistemas de gestão empresarial (ERP) – considerados essenciais para a performance e o sucesso dos negócios -, o índice IPT revela que há uma alta adoção do ERP na área financeira, mas o uso da solução ainda é disperso para as demais áreas das empresas. Como exemplo, só 42% das indústrias consultadas têm a utilização do sistema completo instalado nas áreas de produção e de manutenção.

Da mesma forma, mais da metade das empresas consultadas (57%) afirma ter uma solução de Business Intelligence (BI), mas apenas 28% apresentam uma integração total desses sistemas com o ERP. O que demonstra que poucas indústrias estão de fato transformando os dados em inteligência para o negócio.

iZettle lança máquina de pagamentos contactless no Brasil

A iZettle, fintech sueca líder em meios de pagamentos na Europa, acaba de anunciar o lançamento da funcionalidade contactless no Brasil. A partir de junho, todas as máquinas de pagamentos comercializadas pela empresa contam com a tecnologia de proximidade. Com foco no pequeno e médio empreendedor, a fintech pretende popularizar a modalidade no país com as novas máquinas na modalidade mPos.

De acordo com Maria Oldham, CEO da iZettle no Brasil, a maior adesão do uso da tecnologia reflete consequentemente no aumento de pagamentos eletrônicos em substituição ao dinheiro em papel, o que gera benefícios financeiros, redução de custos operacionais e crescimento econômico. Por isso, inclusive, o incentivo das instituições financeiras. “Acreditamos que a tecnologia contactless é uma oportunidade de digitalizar bilhões de transações de baixo valor, melhorando a experiência do consumidor, além de redução de custos operacionais para os estabelecimentos. A iZettle traz para o Brasil uma tendência mundial e oferece tecnologia para pequenos e médios empreendedores inovarem em seus negócios”, afirma Oldham.

Contactless, ou tecnologia NFC (Near Field Communication), é a alternativa de pagamento móvel apenas pela proximidade do cartão de débito ou de gadgets, como relógio e celular, de uma máquina de cartão – sem a necessidade de digitar senha para compras de até R$50,00. Apesar de estar disponível desde 2013, a tecnologia ganhou mais força a partir de 2017 com o investimento de bandeiras de cartões. De acordo com Oldham, é importante que o mercado tome conhecimento da tecnologia e incentive sua implementação. “As transações por proximidade são simples, seguras e ainda mais rápidas do que as que utilizam o chip. Queremos levar a tecnologia para todo o país contribuindo no posicionamento do Brasil como um polo de inovação na América Latina”, destaca a CEO.