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Contra “mimimi” corporativo, empresa aposta na mudança de mindset de líderes e colaboradores

Ter colaboradores engajados e felizes é um dos grandes desafios das organizações de todos os portes ao redor do mundo. Segundo pesquisa realizada pela Endeavor, o Brasil perde todo ano mais de 42 bilhões de dólares devido à baixa produtividade. A tarefa, muitas vezes delegada ao time de Recursos Humanos, se mostra cada vez mais complexa, exigindo dos líderes novas medidas para conquistar motivação e retenção de talentos.

Para atender a essa crescente demanda por um novo mindset organizacional, a pedagoga Erika Linhares fundou em 2018 a B-Have, empresa que oferece mentoria especializada em mudança de comportamento humano nas empresas. “Ao longo da minha trajetória profissional constatei que um dos principais motivos de empresas e funcionários não crescerem é o famoso ‘mimimi’, geralmente relacionado a dificuldade das pessoas em encarar os problemas como desafios”, explica a especialista.

A metodologia oferecida pela B-Have é pautada pelo movimento #NoMiMiMi, em que organizações e colaboradores aprendem como lidar com as “dores do mundo corporativo”. A B-Have oferece palestras, workshops e cursos através de três produtos: Click Speech, Move on e My Place, os quais entregam mudança de mindset e desenvolvimento de pessoas, e organização para alavancar operações, reduzir perdas e engajar equipes.

Com escritório no Rio de Janeiro, a B-Have atende companhias de todo o Brasil que desejam colaboradores mais autônomos e felizes atuando com a transformação do modelo mental. “As pessoas não estão felizes nas empresas e as empresas, por sua vez, não estão felizes com as pessoas, o que resulta em um ciclo de menor produção e, consequentemente, menor resultado. Mudar o mindset significa mudar também os resultados da empresa”, garante Erika.

Gartner anuncia que o mercado mundial de software de gestão de relacionamento de clientes cresceu 15,6% em 2018

Gartner, Inc., líder mundial em pesquisa e aconselhamento para empresas, anuncia que os gastos mundiais com o mercado de software de gerenciamento experiência e relacionamento de clientes (CRM – de Customer Relationship Manager, em inglês) cresceram 15,6%, movimentando US$ 48,2 bilhões em 2018. O CRM continua sendo a categoria de software de aplicações corporativas com maior e mais rápido crescimento no cenário global.

No geral, a receita mundial do setor de software de aplicações corporativas totalizou mais de US$ 193,6 bilhões em 2018, representando um aumento de 12,5% em relação ao faturamento de US$ 172,1 bilhões obtido em 2017. O CRM representou quase um quarto dessa receita.

O Gartner indica que aproximadamente 72,9% dos investimentos em CRM, em 2018, foram no formato de Software como Serviço (SaaS), e que este índice deverá crescer para aproximadamente 75% do total das vendas de software de CRM este ano. A expectativa é que em 2019 pontos como agilidade e flexibilidade sejam os grandes impulsionadores do setor, juntamente com a necessidade de serviços remotos e móveis no ambiente comercial.

“O crescimento nas vendas das aplicações em Nuvem caiu ligeiramente em 2018, mas continua registrando números expressivos, com alta de 20%, mantendo-se significativamente acima da taxa de crescimento geral de 15,6% registrada para o CRM”, diz Julian Poulter, Analista Sênior do Gartner. “Como um precursor da oferta em Nuvem, o software de CRM provavelmente está vendo uma redução gradual nas taxas de crescimento das soluções baseadas em Cloud, devido à alta adoção”.

Os cinco principais fornecedores de software de CRM representaram mais de 40% do mercado total em 2018 (ver Tabela). Os cinco principais fornecedores tiveram pouca mudança no ranking em comparação com 2017, embora a Microsoft tenha subido para a quinta posição, deslocando a Genesys por pouco.

Receita Total de Software de CRM, por Fornecedor, no Mundo em 2018 (em Dólares)

Companhia
Vendas – 2018
Participação de Mercado – 2018 (%)
Vendas – 2017
Participação de Mercado – 2017 (%)
Salesforce
US$ 9,4 bilhões
19,5%
US$ 7,6 bilhões
18,3%
SAP
US$ 4,0 bilhões
8,3%
US$ 3,4 bilhões
8,3%
Oracle
US$ 2,6 bilhões
5,5%
US$ 2,4 bilhões
6,0%
Adobe
US$ 2,4 bilhões
5,1%
US$ 2,0 bilhões
4,8%
Microsoft
US$ 1,3 bilhão
2,7%
US$ 1,1 bilhão
2,7%
Outras
US$ 28,3 bilhões
58,8%
US$ 24,9 bilhões
59,9%
Total
US$ 48,2 bilhões
100%
US$ 41,7 bilhões
100%

Fonte: Gartner (junho de 2019)

Todos os subsegmentos do mercado de CRM cresceram mais de 13,7%, com o marketing emergindo como o segmento de crescimento mais rápido, aumentando em 18,8% sua participação e representando mais de 25% de todo o mercado de CRM. O serviço e suporte ao cliente mantém sua posição número 1, contribuindo com 35,7% da receita do mercado de CRM.

“Para explorar as oportunidades significativas deste mercado, os gerentes de produto de provedores de aplicativos CRM devem duplicar as implementações em Nuvem e considerar a possibilidade de adicionar funcionalidades ao segmento de marketing, que está em rápido crescimento”, explica Poulter.

Vero investe R$ 750 milhões para levar Internet ao interior do Brasil

A união de oito provedoras de Internet em uma fusão liderada pela Vinci Partners – gestora de recursos com R$ 26 bilhões – formou a mais nova companhia do setor de telecomunicações do país, a Vero, que nasce com 140 mil clientes atendidos em 39 cidades. O plano agora é levar a operação para 200 municípios em até cinco anos.

Para isso, a Vero vai investir até R$ 750 milhões em recursos aportados pela Vinci Partners, que se tornou a acionista majoritária da companhia. “Além da expansão para novas cidades, a Vero vai buscar oportunidades de aquisições, com foco em negócios que já ofertem qualidade aos clientes e valorização dos funcionários”, afirma o presidente da Vero, Fabiano Ferreira.

Segundo ele, o crescimento da Vero vai ser sustentado por dois fatores principais. De um lado, a demanda reprimida por Banda Larga e Internet no interior do país; de outro, a cultura de atendimento da empresa, herdada das oito companhias que deram origem à fusão.

“Isso pode parecer clichê, mas temos dados para citar. Cerca de 70% de nosso pessoal trabalha no atendimento, na linha de frente da prestação de serviços. Esse é um dos motivos pelos quais cerca de 90% de nossos atendimentos à domicílio ocorrem dentro de um prazo de até seis horas do momento em que o cliente entra um chamado. Estamos presentes em mercados que ou não são atendidos pelas chamadas operadoras nacionais ou são atendidos remotamente. Temos os melhores indicadores de atendimento em todas as cidades em que atuamos”, diz Ferreira, sobre as empresas que deram origem à Vero: BD OnLine, NWNet, Efibra, PowerLine, G4 Telecom, Viaceu, ViaReal e City10.

Os empreendedores que criaram essas empresas já pensavam em buscar um modelo de negócio mais moderno e chegaram a criar uma holding em 2016 para gerar economia de escala e trocar experiências. No ano seguinte, em 2017, perceberam que precisariam de um investidor mais robusto para buscar novos mercados.

Aí entrou a Vinci Partners, firma de private equity que tem em sua carteira de investimentos no mundo grandes negócios de sucesso, como o Burger King, Unidas Rent a Car, Domino’s, rede de pizzarias, e o Cura, de serviços diagnóstico.

A Vero nasceu então com 750 funcionários, 140 mil clientes, distribuídos em 39 cidades mineiras, e 2,4 mil km de fibras ópticas até a residência dos clientes para oferecimento de acesso em banda larga fixa. A rede de fibra atende a 85% dos assinantes – o restante tem tecnologia de radiocomunicação.

Nessas localidades, a Vero detém a liderança, com 31%, em média, de participação de mercado. “Ainda tem muita oportunidade para crescer. Nessas cidades, banda larga é como água e energia elétrica, uma necessidade mesmo”, afirma o presidente da companhia, Fabiano Ferreira.

Segundo a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), em março o Brasil registrou 31,4 milhões de acessos em banda larga fixa. Desse total, 6,7 milhões eram de provedores regionais. A penetração da banda larga no Brasil é de 45%, ou pouco mais de 30 milhões de acessos.

Assim, no médio prazo, há espaço para 15 milhões de novos usuários em cinco anos, avalia Fabiano Ferreira. Mas houve já um crescimento de 276% da Banda larga fixa no Brasil de 2007 e 2018. “Essa demanda potencial vai atrair investimentos para o setor”, afirma o executivo.

Aluno do Instituto Mauá de Tecnologia ganha Hackathon CIAB FEBRABAN 2019

O aluno Willian Chan, do curso de Engenharia de Computação do Instituto Mauá de Tecnologia, foi um dos premiados do 3.º Hackathon CIAB FEBRABAN, promovido em 08, 09 e 11 de junho, o dia da grande final, em São Paulo. Eram 130 participantes selecionados, que formaram ao todo cerca de 20 equipes, compostas por profissionais com habilidades em áreas como Negócios, Design, Finanças e Programação.

O projeto vencedor, batizado de Linko, foi desenvolvido por Willian e dois colegas de trabalho. Trata-se de uma plataforma que conecta agricultores de pequeno porte a bancos, facilitando o processo de documentação e agilizando a liberação de crédito rural. “Criamos ainda um hardware embarcado, capaz de coletar informações sobre o plantio e condições climáticas da região”, destacou o aluno da Mauá.

Como prêmio, o grupo ganhou 5 notebooks, US$5,000 em créditos para uso na plataforma AWS, 5 ingressos para a Copa América e reuniões para apresentar o projeto com pelo menos 2 bancos. “Acredito que esses momentos serão muito importantes para avaliar a viabilidade do projeto e realizar modificações em detalhes finos da solução com a ajuda de especialistas no assunto. Também acredito que essa seja uma oportunidade espetacular para transformar nossa plataforma num projeto real que possa ajudar o nicho rural. Será uma experiência incrível levá-lo para frente e, quem sabe, fundar uma empresa!”, afirma Willian.

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Indústria 4.0: a preparação para o futuro

O conceito puro da indústria 4.0 (ou quarta revolução industrial) ainda é bastante distante de muitas empresas no mundo, porém temas como manufatura aditiva, inteligência artificial, internet das coisas, sistemas ciberfísicos e outras tecnologias relacionadas ao assunto estão no centro das discussões quando se trata do futuro da manufatura, tanto quando analisados os recursos técnicos (máquinas e equipamentos) quanto os humanos.

Num país como o Brasil, que perdeu posições no cenário global em produtividade e competitividade nos últimos anos em função das crises político-econômicas e da escassez de investimentos no setor, a quarta revolução representa uma importante oportunidade de retomada do crescimento com a redução dos custos industriais.

Segundo Emerson Narciso — diretor industrial da Hercules Motores Elétricos —, essa visão de futuro é fundamental para as empresas na atualidade: “Por isso, na nossa companhia, trabalhamos para otimizar a utilização dos nossos recursos visando o aumento da competitividade e produtividade. Isso implica dar continuidade na implantação do Lean Manufacturing e de softwares de gestão das informações na fábrica”.

“Para implementar o conceito da indústria 4.0, precisamos assegurar que os fluxos estejam bem definidos e que tenham sido reduzidas as fontes de desperdício. Por isso estamos focados no processo de melhoria contínua baseados nos conceitos do Lean Manufacturing”, explica.

Para Emerson, outro ponto importante é a análise em tempo real das informações na fábrica: “A informação é um bem que tem alto valor em qualquer empresa no mundo atual e na Hercules Motores Elétricos não é diferente: já dispomos de programas que nos ajudam a verificar em tempo real as informações para tomada de decisão na fábrica, tais como eficiência, controle de paradas, qualidade dos lotes produzidos, entre outras. Nos estudos para definição técnica dos novos investimentos, já estamos considerando que as máquinas venham preparadas para essas novas tecnologias”.

“Alinhada aos nossos valores, a evolução contínua dos nossos profissionais é um pilar importante para esse movimento rumo à quarta revolução, por isso temos colaboradores que estudam detalhadamente esses conceitos para inseri-los em nossa fábrica”, destaca.

O diretor explica que a Hercules Motores Elétricos está também avaliando, com frequência, novas políticas públicas que venham a fomentar a implantação de inovações tecnológicas por meio de programas de investimento e financiamento exclusivos para esse fim.

“Esta é, com certeza, uma jornada sem volta, de extrema necessidade para a redução dos custos industriais e aumento de nossa competitividade, e que todos os gestores da manufatura deverão estar atentos para não ficarem de fora desta nova onda mundial”, finaliza Emerson Narciso.

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Cuidado: seu corpo pode estar te traindo nos negócios!

Por Braulio Lalau de Carvalho, CEO da Orbitall, empresa do Grupo Stefanini

Você sabia que o nosso corpo é o responsável por dar sentido a mais da metade do que queremos falar (55%)? Eu descobri isso em um estudo da Universidade da Califórnia (UCLA). Nele, também estava registrado que 38% do que pensamos está traduzido em nosso tom de voz e apenas 7% é revelado por meio da nossa fala.

Quando converso com alguém, tenho por hábito reparar no comportamento geral da pessoa, mas confesso que os dados me impressionaram. Eu imaginava que nosso discurso representasse um pouco mais. Porém, fazendo um retrospecto dos últimos bate-papos que tive, notei que, ainda que inconscientemente, fico realmente muito mais atento ao que as pessoas não expressam por palavras.

Sabe aquela situação de estar conversando com alguém e essa pessoa não parar de consultar as horas no celular? Não sei quanto a você, mas para mim passa a mensagem de que ela precisa ou gostaria de estar em outro lugar. Também me incomoda quando chego empolgado para um encontro e não sou recepcionado com um aperto de mão firme, não existe uma conexão olho no olho durante o bate-papo e há pouca positividade no tom de voz do outro. Tudo isso é linguagem não-verbal.

Talvez, a pessoa não tenha a intenção de despertar sensações controversas, mas é importante ficarmos atentos para que esses comportamentos não interfiram de maneira negativa no desfecho de oportunidades de relacionamento, negócios ou emprego.

É claro que não dá para generalizar. Por exemplo, dizem que braços cruzados passa a ideia de irritação ou rejeição, mas pode ser que a pessoa esteja com frio porque a blusa é fina e o ar condicionado da sala está ligado. A má postura ao sentar também tende a transmitir mensagens negativas, mas pode ser apenas reflexo de uma cadeira desconfortável. Suar em excesso ou gaguejar costuma ser interpretado como indícios de mentira ou desconforto na situação, mas pode ser uma questão de saúde.

O que vale é ter atenção nos gestos e nos comportamentos. Policie-se para manter uma respiração regular e posicionar as mãos sobre a mesa ou próxima ao corpo, sem contorcê-las. Lembre-se: se não agir com tranquilidade, tudo o que você não conseguir, puder ou quiser falar vai ser entregue pelo seu corpo. Nem todas as pessoas estão capacitadas para fazer essa leitura, mas um especialista em recrutamento, por exemplo, estará atento a esses sinais.

Penso que, apesar da existência de vários livros e estudos sobre o tema, não há uma cartilha que garanta 100% de sucesso no nosso desempenho ao nos comunicarmos. Mas, não custa nada pesquisar sobre o assunto e reavaliar nosso comportamento. Paralelamente a isso, sugiro que você se baseie em três regras básicas:

· Prepare-se para os encontros, palestras, entrevista, eventos ou outra atividade qualquer;

· Reserve um tempo na agenda para estar no local de corpo e alma;

· Aja com naturalidade. Agindo assim, você terá mais chances de que sua fala, seu tom de voz e seus gestos estejam em harmonia ao traduzir sua personalidade, seu estado de espírito, seus pensamentos e suas intenções!

Fique de olho na maneira como está se comportando no ambiente de trabalho e tome cuidado para não desperdiçar boas oportunidades.

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Engineering lança Digital Lab para concentrar suas iniciativas de inovação

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital, está ampliando suas iniciativas voltadas às demandas digitais. A empresa reuniu toda a sua estrutura de especialistas e criou uma nova frente, denominada Digital Lab. O objetivo é potencializar essa prática por meio da concentração do time e alavancar os projetos de Transformação Digital, que se tornaram a essência da companhia.

“Esta iniciativa tem importância singular na organização. Além de comportar 25% do time de especialistas digitais presentes na operação brasileira e que estão distribuídos entre os escritórios de São Paulo e de Belo Horizonte, a companhia tem como meta investir no laboratório 20% do seu EBTIDA nos próximos três anos”, comenta Filippo Di Cesare, CEO da Engineering. Além dessa iniciativa na América Latina, a empresa mantém centros de pesquisa e inovação na Europa e nos Estados Unidos.

A estratégia de Transformação Digital da companhia está baseada em uma abordagem focada no framework denominado DigitalOne, que envolve o apoio às empresas no desenvolvimento de seus próprios roadmaps digitais com foco nos objetivos de negócio e no nível de maturidade na jornada da Transformação Digital. “Não é só um diagnóstico. O principal objetivo é desenhar junto com o cliente a sua trajetória, ou seja, o que ele precisa para, de fato, percorrer a jornada da transformação digital, digitalizar os processos e evoluir o nível de maturidade”, explica Filippo.

Três pilares sustentam uma estratégia DigitalOne – Customer Experience, Digital Operation e New Business Models. Nesta estrutura, a Engineering trabalha para que seus clientes promovam experiências personalizadas, ampliem a eficiência operacional e identifiquem novos modelos de negócios e de monetização.

“Com base neste framework, priorizamos as implementações de acordo com a geração de valor do negócio. Todo o processo, desde o assessment até a aplicação das tecnologias, é realizado com base na metodologia ágil, o que permite lidar com imprevisibilidades e mudanças de cenários no decorrer dos percursos”, afirma Rafael Lategahn, Head de Digital Architecture & Innovation da Engineering.

O ambiente do Digital Lab, que atua na arquitetura de soluções, atende tanto à implementação de projetos demandados pelos clientes, como também por meio do conceito de Produto Mínimo Viável, do inglês, Minimum Viable Product, ou simplesmente MVP, que não as versões mínimas de desenvolvimento, como o próprio nome diz, para iniciar a jornada digital do cliente, assim como desenvolve Provas de Conceito (POCs), que antecipam às empresas soluções já testadas, uma iniciativa que ocorre em 80% dos projetos da companhia. No formato de POC, o mercado tem demandado, por exemplo, soluções de análise de sentimento de rede social, assim como plataformas de omnichannel e assistentes virtuais projetada para setores específicos.

“Podemos dizer que o Digital Lab se tornou o coração da companhia. Neste ambiente se respira as inovações que são aplicadas nos clientes para torna-los digitais e guiados por dados para desfrutarem de novos ecossistemas digitais, como Application Programming Interface (API), Inteligência Artificial, Machine Learning, Intelligent Data Platforms, Omni-Channel, Chatbot, Big Data & Analytics, IoT, DevOps, entre outras soluções que impulsionam a jornada digital dos clientes”, finaliza o CEO da companhia.

A educação 4.0 já começou!

Por João Chequer, CEO do Kidsa English

A evolução da tecnologia está em todos os lugares. A indústria 4.0 ganha cada vez mais espaço no mercado nos negócios e agora, essa tendência chegou também no segmento educacional. A chamada “revolução tecnológica” tem mudado a relação do indivíduo com os estímulos digitais, e, por consequência, tem transformado também o modo de aprendizado, de pensamento e de relacionamento nas salas de aula.

Se antes, o aluno entrava na sala e assistia às aulas enquanto o professor ministrava a matéria na frente da sala, hoje, esse modelo é cada vez menos atrativo, principalmente quando se trata da geração alpha, que engloba pessoas que nasceram a partir de 2010. Nesse sentido, o conceito de “aprender fazendo”, que rege a educação 4.0, parece ser o melhor caminho. A pergunta não deve mais ser: qual o papel da tecnologia na educação, mas sim qual é a melhor forma de lidar com ela.

Um dos pilares mais importantes da educação 4.0 é o fácil acesso à informação, bem como a conteúdos personalizados. Esse fator, porém, nos leva a um problema: como garantir que os alunos tenham acesso a dados corretos e seguros?

Neste caso, a própria tecnologia pode ser utilizada para essa questão. Uma das soluções é priorizar os aplicativos aos sites em geral. Isso porque, os apps acabam se tornando opções digitais relativamente mais seguras quando comparado a navegação em sites de vídeo e plataformas digitais, mesmo em suas versões kids. Neles, os alunos têm acesso apenas a conteúdos controlados, produzidos e direcionados.

Além disso, a forma de distribuição dessa também pode ser um fator importante. Games, vídeos, animações, livros digitais e outros conteúdos interativos podem ser recursos muito mais valorizados, com maior interação, do que o modelo tradicional. Hoje, a natureza questionadora e curiosa da maioria dos alunos favorece isso.

Por outro lado, a tecnologia não é tudo e não precisa, nem deve, ser utilizada sozinha. Ela pode ser usada para o desenvolvimento do pensamento crítico e do uso da realidade do aluno para o ensino, esse último é particularmente importante no ensino de línguas. É muito mais fácil aprender uma língua quando ela se baseia na sua vivência, por exemplo, do que em teorias e formatos que não tem nada a ver com o dia a dia do usuário. O mesmo vale para qualquer tipo de aprendizado.

O ensino de línguas, aliás, é um dos grandes beneficiados com a educação 4.0. Aplicativos e tecnologias digitais podem ajudar no aprendizado de línguas desde a primeira infância, o que contribui para a fluência e facilidade de entendimento em outros idiomas. Naturalidade é o segredo para a assimilação nessa época da vida, e as estratégias digitais e lúdicas são ótimos aliados nesse sentido.

É claro que a educação 4.0 ainda tem muitos desafios. A maior parte deles relativos à falta de estrutura nas escolas e a falta de investimento em ferramentas tecnológicas. Mas, ainda assim, alguns pequenos passos podem ser uma alternativa. Muitas plataformas digitais e apps, por exemplo, podem ser usados em casa, em dispositivos móveis dos pais das crianças. Afinal, educação começa no lar. Estimular seu filho a utilizar esses recursos a favor dele pode ser a chave para uma educação diferenciada!

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Cargo X irá proporcionar capital de giro de 100 milhões de reais para transportadoras do agronegócio

A Cargo X, logtech brasileira fundada em 2013 com o objetivo de reescrever a cultura de transporte de carga no Brasil, anuncia que irá proporcionar capital de giro de 100 milhões de reais para transportadoras ainda em 2019. O objetivo é beneficiar transportadoras com foco no agronegócio de todos os tamanhos para que elas possam ter capital suficiente para manter e expandir suas operações e tecnologia para gerir os negócios. Há previsão para que outros setores da economia também sejam beneficiados.

“O agronegócio é muito importante para o País; e requer uma logística cada vez mais eficiente. Aliando o aporte financeiro junto à tecnologia que já oferecemos, acredito estarmos contribuindo muito com o setor”, explica Federico Vega, CEO da Cargo X. De acordo com o CEPEA – Centro de Estudos de Economia Aplicada da USP, o agronegócio representa a maior parcela do PIB brasileiro.

O aporte já começou a ser implementado e, até o momento, R$ 7 milhões foram investidos em pequenas transportadoras. O administrador Abel Crivelaro Júnior, diretor da Transportadora Rodogrãos, é um dos que já foi beneficiado com o capital de giro. “Antes, eu não tinha capital suficiente para atender a algumas demandas de clientes. A parceria com a Cargo X foi, simplesmente, uma revolução no nosso negócio. Com o capital de giro, eu consigo pagar o motorista à vista e, consequentemente, os motoristas preferem embarcar conosco; além disso, a quantidade de carregamentos aumentou e o faturamento também”, explica o administrador.

“Cerca de 95% das transportadoras no Brasil são de pequeno e médio porte. Queremos que elas tenham capital de giro para expandir suas operações, gerando renda e emprego no mercado”, afirma Vega. “Além de capital, oferecemos tecnologia às transportadoras para gestão do frete, tornando o setor mais eficaz e otimizado”, afirma Vega.

Reestruturação para o agronegócio

Para oferecer esse capital, a startup reestruturou todas as suas operações no agronegócio, que agora passa a operar de maneira mais otimizada e focada nas transportadoras do setor. “Mudamos a maneira de operar no setor. Agora, a Cargo X atua no agronegócio oferecendo capital de giro para os transportadores, e atende às empresas ‘embarcadoras’ exclusivamente por meio deste novo modelo”, finaliza Vega.

Diante desse novo contexto, a Cargo X anuncia uma reestruturação e, consequentemente, o fechamento das unidades de transporte, focadas no atendimento ao setor agro, localizadas nos estados de Goiás, Mato Grosso, Pará e Paraná. “Essa mudança se dá devido à nova forma de atuação neste setor, privilegiando a parceria com as transportadoras, ao invés do atendimento direto à empresa ‘embarcadora’. Em contrapartida, a Cargo X anunciou sua expansão, com a abertura, apenas em 2019, de mais 100 vagas de emprego em áreas como Tecnologia, Produto, Machine Learning, Business Intelligence, Vendas, Operações e áreas Administrativas”, explica Vega.

A expectativa é que a Cargo X injete até R$ 300 milhões em capital de giro para as transportadoras até o final de 2020. “Nós não queremos ser reconhecidos como o ‘Uber dos caminhões’, mas sim, como a empresa que ajuda outras transportadoras a tornarem-se elas mesmas um ‘Uber’ em seus mercados, como no agronegócio”, conclui Federico Vega.

Ripple anuncia parceria estratégica com a gigante MoneyGram

A Ripple, líder em soluções baseadas em blockchain corporativo para pagamentos globais, firmou uma parceria estratégica com a MoneyGram, uma das maiores empresas de transferência de recursos do mundo. Por meio do acordo, que terá prazo inicial de dois anos, a Ripple se tornará o parceiro-chave da MoneyGram para remessas internacionais e liquidação de câmbio usando ativos digitais. A Ripple também assumiu o compromisso de capitalizar a MoneyGram em até US$ 50 milhões por um período de até dois anos em troca de participação na companhia.

A parceria está focada no produto xRapid, uma solução para liquidez sob demanda, que reduz a dependência de pré-financiamento (pre-funding) ao permitir que o dinheiro seja enviado de uma moeda e liquidado instantaneamente na moeda de destino. Ele utiliza o XRP como ativo digital “ponte” em tempo real entre as moedas de envio e recebimento.

O XRP é o ativo digital mais eficiente para liquidação, com custos de transação na ordem de centavos em comparação com os outros ativos digitais, que podem girar em torno de até US$ 30 por transação. Da mesma forma, o tempo médio de transação com o XRP é de dois a três segundos, sendo que com outras moedas digitais relevantes esse intervalo é de 15 minutos a uma hora.

“À medida em que a indústria de pagamentos evolui e amadurece, é imperativo continuar a aprimorar nossa plataforma e fornecer a solução mais eficaz para levar fundos do ponto A ao ponto B”, comenta Alex Holmes, Chairman e CEO da MoneyGram. “Por meio do xRapid, teremos a capacidade de liquidar instantaneamente fundos de dólares americanos para outras moedas-destino 24 horas por dia, 7 dias por semana, o que potencialmente pode revolucionar nossas operações e simplificar drasticamente nossa gestão global de liquidez””, acrescenta Holmes.

A MoneyGram opera no mercado global de remessas, de valor aproximado de US$ 600 bilhões, atendendo a milhões de clientes em mais de 200 países e territórios, com diversas moedas. Hoje, a empresa atua em mercados tradicionais de câmbio para cumprir seus compromissos de liquidação, os quais demandam compras antecipadas da maioria das moedas. Por meio da parceria estratégica, a MoneyGram poderá liquidar as principais moedas e sincronizar a disponibilização dos recursos com as necessidades de liquidação, reduzindo custos, melhorando a eficiência do seu balanço e reduzindo o risco.

“Essa parceria estratégica permitirá à MoneyGram expandir ainda mais suas operações, possibilitando que milhões de pessoas em todo o mundo se beneficiem dessa eficiência aprimorada. É um grande marco, contribuindo na transformação dos pagamentos internacionais, e estou ansioso pelos resultados que virão por essa parceria estratégica e de longo prazo entre as nossas empresas”, disse Brad Garlinghouse, CEO da Ripple.

RedLions Capital investe 20 milhões e lança a BTX Digital

Desde os primórdios, 6% da sinergia da receita financeira de empresas são deixadas para os bancos. Além disso, para ser considerado realmente um banco, é preciso ter muito capital investido – garantias que chegam a mais de 30 milhões -, sendo uma enorme barreira para a entrada de qualquer empresário que queira aproveitar esse percentual. Com a chegada das Fintechs, em 2013, o mercado começou a se remodelar e as operações bancárias começaram a ser realizadas sem precisar de instituições financeiras. Sempre atentos a movimentação do cenário, o fundo RedLions Capital investe 20 milhões e lança a BTX Digital – plataforma completa e integrada para atender empresas que querem criar novas fontes de receita, sem precisar de todo o conhecimento bancário.

Trata de uma empresa especializada em criação de bancos digitais para negócios com faturamento acima de 100 milhões por ano, que conta com um Fundo de Investimento por trás com ativos superiores a 2 bilhões e os melhores profissionais do mercado. “A RedLions Capital fez um investimento de 20 milhões, sendo 10 milhões para a criação da plataforma com a Hubchain Technologies – empresa referência em Banktech – e vai chegar a mais 10 milhões até 2020”, revela Fernando Oliveira, co-CEO da BTX Digital. “Nós financiamos a entrada desses bancos no mercado e damos o funding”, explica Oliveira.

O setor bancário no Brasil é muito oneroso para empresários e correntistas, que chegam a deixar até 20% dos rendimentos para bancos. Com a popularização dos Digital Banks, um montante ainda pequeno de usuários começou a aproveitar de vantagens tarifárias, adiantamentos, entre diversos outros serviços. Segundo Rafael Pimenta, co-CEO da BTX Digital, esse percentual chamou a sua atenção e, juntamente com o seu sócio, decidiram criar bancos digitais com novas fontes de receita e dividir o spread e taxas com os donos de empresas. “A plataforma garante que toda a operação, administração, setor jurídico, contábil e marketing estejam sob nossa responsabilidade, ou seja, entregamos um produto para clientes que não têm conhecimento sobre a gestão e funcionalidades destes sistemas digitais, mas que podem implementá-los sem maiores dificuldades”, completa Pimenta. Com o melhor sistema e uma equipe altamente qualificada, a BTX Digital consegue finalizar e entregar o banco em até quinze dias – dependendo do projeto solicitado.

Dentre os serviços financeiros oferecidos pelo Digital Bank estão programas de recompensa e fidelidade, gateway de pagamento, marketplace, soluções financeiras, intranet, extranet, canais e parcerias, entre outros. Além disso, conta com a opção de aplicativos iOS, Android e WindowsPhone; e equipamentos como cartão magnético, ATM 24 horas, POS, Displays e muito mais. “Acho importante reforçar os benefícios que oferecemos aos nossos clientes e um deles é, sem dúvida, a antecipação de cartões, que as instituições financeiras tradicionais cobram taxas altíssimas e, através da BTX Digital e toda a estrutura de FIDC própria, podemos oferecer as melhores taxas do mercado, que podem chegar a menos 1% de taxa de antecipação”, destaca ainda Fernando Oliveira.

A seleção dos clientes acontece de maneira totalmente analítica, primeiramente a BTX Digital realiza uma pesquisa do volume real da empresa e, caso o financeiro aprove a viabilidade, inicia-se a abertura de uma nova empresa em sociedade com ambas as partes. Desta forma, um ficará responsável por operacionalizar e o outro cuidará da capilarização dos produtos.

Empatia, elemento fundamental para o sucesso de um líder

Por Tatiana Pimenta

Empatia, em síntese, é a capacidade de se colocar no lugar do outro, experimentando seu ponto de vista.

É uma característica inata ao ser humano e, diante da consciência de sua necessidade para relações mais saudáveis, pode ser exercitada de forma consistente e ponderada.

Praticar a empatia promove a quebra de preconceitos, amplia nossa percepção, enriquece opiniões e soluciona conflitos que parecem incontornáveis.

Por isso é uma habilidade tão cara aos relacionamentos pessoais e profissionais, sendo essencial para aqueles cuja função é gerenciar ou liderar equipes de trabalho.

Entenda melhor o conceito de empatia. Compreenda porque ela é tão benéfica para o ambiente profissional — assim como demais aspectos de sua vida.

Empatia e reconhecimento da individualidade
Aquela máxima, tantas vezes repetida pelas mães zelosas, de que “você não é todo mundo”, adquire uma nova conotação quando nos propomos a discutir o pensamento empático.

Talvez, nossas sábias progenitoras estivessem, justamente, nos estimulando a essa postura. Nós que entendíamos errado…

“Você não é todo mundo” significa que seu eu não deve ser transformado em medida para avaliar a todos, como se sua ótica pudesse ser a única resposta plausível aos acontecimentos.

Cada um de nós é um conjunto de vivências singulares, emoções particulares e interpretações decorrentes das experiências empíricas e intelectuais que tivemos ocasião de saborear — ou amargar.

Logo, o que pode ser simples e óbvio, de acordo com seu ponto de vista, pode ser um verdadeiro mistério para o outro ao seu lado. E vice-versa.

“Todo mundo” gostou daquele filme. Você, não. “Todos” amam aquela pessoa. Você, não. “Qualquer um” pode executar tal tarefa. Você, não.

Já se deu conta disso? Do embate entre um senso de coletividade, de unanimidade, e suas próprias conclusões, que apontam num sentido oposto?

Essa noção nos conduz ao entendimento de empatia porque, quando notamos nossa diferença, estamos mais aptos a respeitar a diferença do outro.

Não existe “todo mundo”. Mesmo quando fitamos um mesmo objetivo, cada um de nós o faz de modo exclusivo e por motivos distintos. Isso se descobre facilmente durante uma conversa franca.

O ser empático é um ouvinte interessado
Empatia e psicologia tem íntima ligação precisamente porque ambas estão preocupadas em desligar os “pilotos automáticos” das certezas redundantes — e equivocadas. O conceito é igualmente caro a áreas do saber como filosofia e sociologia, uma vez que também são ciências que privilegiam perguntas e análises desraigadas de estereótipos.

São ciências de escuta, de interrogações interessadas na variedade de hipóteses que o ser humano é capaz de suscitar. Ciências que celebram a diversidade e a individualidade como única convicção.

O outro não nos é inatingível. Ele se torna incompreensível apenas quando não nos dispomos a realmente escutá-lo. Quando nossos juízos prévios antecedem e servem de parâmetro para qualquer explicação ou entendimento que nos possa ser revelado.

A empatia nos desacomoda. Convoca o fim de uma surdez e de uma cegueira narcísica.

Não somos “todo mundo”. Não somos ponto referencial para o bom, o certo, o melhor. Não somos o padrão de conduta ou opinião.

Entender essa premissa nos liberta, ao mesmo tempo em que solicita flexibilidade e nos investe da responsabilidade de um despertar constante.

Por isso, ser empático é abandonar preconceitos limitantes, substituindo o comportamento egocêntrico por atitudes que denotam real inteligência e ética.

Empatia e liderança: por que essas palavras caminham juntas?
O líder de uma empresa, de uma organização, de um grupo de apoio, de um partido político, de um projeto, de opinião ou de audiência, só conquista sucesso quando desenvolve sua empatia. Do contrário, ele é ou um fracasso ou um ditador (ou ambos).

Em função de diferentes motivos — medo, necessidade e falta de opção, por exemplo — um líder não empático pode até perdurar no cargo, durante um tempo. Mas fatalmente será substituído, assim que a oportunidade surgir.

Quem lidera, precisa ter um olhar de atenção. Deve entender que motivações distintas movem cada um dos indivíduos sob sua tutela.

No caso de um líder de equipe profissional, é bastante evidente o resultado da falta de empatia. A baixa produtividade e proatividade, a alta taxa de rotatividade dos funcionários, ausências e conflitos são apenas alguns indícios recorrentes.

A regra de ouro de qualquer liderança é saber ouvir. É assim que reconhece talentos, identifica dificuldades, estimula inovações e compõe equipes com competências diversificadas.

Um líder empático não procura espelhos de si. Compreende que as funções que delega exigem personalidades compatíveis com as especificidades daquela incumbência. A pluralidade é, portanto, uma sábia estratégia.

Liderar exige o reconhecimento da importância das diferenças
O bom líder sabe que, se não praticar a empatia, acaba se sobrecarregando, pois, ao não enxergar os outros, lhes tira a autonomia de ações elementares.

Ele sabe que, se esperar apenas obediência como resultado de suas orientações, em breve encontrará colaboradores cansados, incapazes de buscar soluções para problemas cotidianos, dispostos a abandonar o emprego assim que uma nova oportunidade lhes ocorrer.

Liderança não é presunção de onisciência! Não basta estabelecer metas sem avaliar a coerência entre essas e as reais condições dos funcionários.

A entrega está aquém do esperado? Conclusões precipitadas ou ameaças não resolverão a divergência. O líder sensato lança mão da empatia e procura averiguar a origem da dissonância, questionando o colaborador sobre os motivos.

Ele não impõe sua verdade. Escuta, descobre se há alguma razão pessoal envolvida, se o prazo é incompatível com o objetivo, se existe alguma carência de aprendizado. Descobrindo o entrave, pode negociar soluções, apresentar alternativas. É assim que fortalece e justifica sua posição na empresa.

Sem empatia, um líder não é mais que um robô — prestes a ser substituído por uma inteligência que agregue sintonia aos processos.

Qual é a diferença entre empatia e simpatia?
Por vezes, confundimos essas palavras, embora exista uma distinção crucial entre ambas.

Quando dizemos que sentimos simpatia por alguém, estamos afirmando uma afinidade com seu modo de ser.

Geralmente, definimos uma pessoa simpática como aquela que revela bom-humor, gentileza, afabilidade e um caráter mais extrovertido.

Uma pessoa pode ser extremamente simpática sem, contudo, ser empática. A simpatia é uma espécie de polidez, um senso de ser agradável em encontros e diálogos.

Já a empatia nem sempre é tão sorridente. Uma pessoa empática pode ser mais sisuda, introspectiva, silenciosa. É alguém analítico, observador, que não se preocupa em oferecer aos outros aquilo que eles querem — mas, sim, o que precisam.

Empatia não pressupõe harmonia de gostos e pontos de vista. Empatia se constrói na capacidade de interpretar o outro, independente da simpatia mútua.

Simpatia pode, inclusive, ser utilizada como artifício para camuflar uma falta de empatia por alguém. Podemos ser solícitos e lisonjeiros, escondendo nossas impressões sobre uma pessoa, apenas porque esse comportamento é mais eficiente para nossos objetivos.

Não é algo negativo. Ao contrário, é o que possibilita uma série de relações com as quais precisamos lidar, mantendo uma postura socialmente apreciável.

A empatia não se sustenta com atitudes superficiais. Exige uma profunda conexão com emoções, necessidades e percepções alheias, num esforço legítimo de vestir a pele do outro, para decifrar suas atitudes e escolhas.

Empatia e liderança
Quando falamos em liderança, a noção exata da diferença entre empatia e simpatia é fundamental. Um bom líder, não necessariamente, é a típica figura simpática. Também não deve imaginar que sua missão, em conversas com colaboradores, é agradá-los. Essa atitude pode até inspirar uma boa impressão, num primeiro momento. Mas, em virtude de ser pouco efetiva e transformadora, não trará resultados.

Num exemplo prático, o líder que confundir simpatia com empatia pode ouvir desculpas para faltas ou não cumprimento de regras e, buscando deixar o colaborador confortável, aceitará as justificativas, evitando interrogações mais incisivas. Como consequência, não resolve o problema.

Já o líder empático, segue um caminho oposto. Não se preocupa em ser querido, a partir de uma atitude condescendente. Ele, de fato, deseja compreender, saber o que causa a irregularidade do funcionário. Lógico, ele precisa ter tato para conduzir suas perguntas — afinal, seu objetivo não é acuar o interlocutor e, sim, decifrá-lo.

Não é um exercício fácil, pois pressupõe isenção de juízo prévio e abandono da própria experiência como mediadora de conclusões. Contudo, liderança implica no desenvolvimento de habilidades complexas.

A empatia é, sempre, um desafio. Porém, ao administrá-la de modo competente, muitos obstáculos são produtivamente superados. Ouvir e constatar o que as pessoas precisam, para trabalhar com maior afinco e integração, é o que transporta o sentido de colaboração do papel para a prática.

Você é uma pessoa empática?
Lembre que a empatia faz parte de sua natureza. Ela pode estar meio “enferrujada” em seu cotidiano, mas pode ser estimulada a partir do momento em que você assume a responsabilidade de deixá-la mais presente em suas relações.

Uma forma de facilitar o desenvolvimento desse caráter é saber reconhecer, em si e nos outros, os sinais da empatia.

O hábito de questionar é uma das principais virtudes das pessoas empáticas. Questionamento sincero, que realmente objetiva notar pontos de vista que lhe escapam, que não são tangíveis através de experiências diretamente vivenciadas.

Pessoas empáticas são, por consequência, excelentes ouvintes. São atentos e dispostos a aprender. Gostam de ler pessoas, interpretando não apenas palavras, mas também emoções e linguagem corporal.

Empatia é sinônimo de uma curiosidade comprometida com o respeito. É uma preocupação ativa, que não se confunde com caridade, pena ou intromissão.

Empatia é conexão, que faz do encontro das diferenças, a ocasião de um aperfeiçoamento mútuo.

Tatiana Pimenta, CEO e fundadora da Vittude, plataforma que conecta psicólogos e pacientes.

MJV investe em Inovação Aberta para dobrar sua receita em 2019

Pioneira na utilização do Design Thinking para promover soluções inovadoras, a MJV Tecnologia & Inovação, empresa global dedicada a inovação e transformação digital, apresentou um crescimento de 80% no ano passado e o objetivo da companhia é dobrar sua receita em 2019. A companhia conta com mais de 800 colaboradores, distribuídos em suas filiais no Brasil, Portugal, Reino Unido, Estados Unidos, França e Itália.

Para reforçar sua presença global, a consultoria está disseminando a Transformação Digital e a cultura da Inovação Aberta. “Ambas as tendências são estratégicas para as organizações nos próximos anos. Estamos colaborarando com as empresas para promover essas iniciativas e maturar o processo dentro das companhias”, afirma Maurício Viana, CEO da MJV.

Nesse contexto de inovação aberta, a ação mais recente da empresa é a criação do Laboratório de Inovação no Parque Tecnológico da UFRJ. Além de promover projetos voltados para o campo do Data Science, o grande objetivo do lab é fomentar um programa de aceleração de startups, visando aproximar os jovens empreendedores com as grandes corporações.

Com mais de 20 anos no mercado, a MJV utiliza Design Thinking — metodologia focada em pessoas para promover inovação — e metodologias ágeis como guia em todos os seus projetos. Seu grande leque de cases envolve a Transformação Digital das companhias, incluindo mudanças culturais, processuais e a implementação de soluções de TI por meio de projetos continuados utilizando outsourcing.

Delta, Panasonic, Santander e Sul América são alguns dos clientes da MJV. “Essas organizações nos procuraram pela nossa capacidade de entender suas necessidades e oferecer soluções diferenciadas. O Design Thinking é fundamental nesse processo”, disse Ysmar Viana, Presidente da MJV.

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World FinTech Report 2019: Mercado está em transição de Open Banking para “Open X”

O World FinTech Report (WFTR) 2019, publicado pela Capgemini e Efma, indica que apesar do Open Banking ainda não ter atingido a maturidade, a indústria de serviços financeiros está entrando em uma nova fase de inovação – chamada de “Open X” – que exigirá colaboração e especialização mais profundas. O relatório defende que os bancos e outros agentes do ecossistema de serviços financeiros devem começar a planejar adequadamente e desenvolver seus modelos de negócios.

O WFTR 2019 identificou um desafio duplo: os FinTechs estão lutando para escalar suas operações e os bancos estão emperrados na colaboração FinTech. Como resultado, os players da indústria estão tentando pular do Open Banking direto para o Open X, que é uma forma mais eficaz e estruturada de colaboração, facilitada pela padronização de APIs (Application Program Interface) e insights compartilhados de dados de clientes. A era do Open X criará um mercado integrado, com funções especializadas para cada participante, que permitirão uma troca de dados e serviços, melhorando a experiência do cliente e acelerando a inovação de produtos.

As principais conclusões do relatório incluem:

Open X irá transformar as normas e suposições da indústria

O advento do Open X está sendo impulsionado por quatro mudanças fundamentais:

• Um afastamento do foco nos produtos para uma ênfase na experiência do cliente;
• A evolução dos dados como ativo crítico;
• Uma mudança para priorizar a propriedade com o intuito de facilitar o acesso compartilhado;
• Ênfase na parceria para inovar em vez de comprar ou construir novas soluções

O Open X guiará a indústria de serviços financeiros a um ecossistema ou mercado compartilhado, no qual a indústria reintroduz o reagrupamento de produtos e serviços, e ambos (bancos e FinTechs) devem reavaliar sua estratégia de inovação e atendimento aos clientes.

As APIs serão importantes ativadores do Open X

As APIs que permitem que terceiros acessem sistemas bancários e dados em um ambiente controlado, serão catalisadores para a criação do mercado Open X. Embora os dados dos clientes já sejam amplamente compartilhados e aproveitados no setor, as APIs padronizadas não são comuns. Embora os requisitos e as regulações sejam complexos, a padronização ajudará na redução de fraudes, na melhora da interoperabilidade, aumento da velocidade de lançamento no mercado e elevará a escalabilidade.

O WFTR 2019 também descobriu que os players da indústria estão olhando para dois modelos potenciais de monetização para APIs: compartilhamento de receita (que 60% dos bancos e 70% da FinTechs consideram viável) e taxas de acesso à API (suportadas por 46% dos bancos e 55% FinTechs). No entanto, apenas cerca de um terço dos executivos do setor bancário disseram que estão atualmente bem equipados para gerar receita com APIs.

Questões como privacidade, segurança e colaboração podem retardar o progresso
Embora os bancos e as FinTechs tenham dito que entendem a importância da colaboração, questões como privacidade e segurança permanecem no topo das preocupações. Quando perguntados sobre o que os inquieta sobre o Open Banking, a grande maioria dos bancos identificou segurança de dados (76%), privacidade do cliente (76%) e perda de controle dos dados do cliente (63%). As FinTechs estavam mais otimistas em relação ao Open Banking, mas 50% expressaram temores sobre segurança e privacidade e 38% sobre a perda de controle de dados de clientes.

Quando questionados sobre obstáculos à colaboração efetiva, 66% dos bancos e 70% das FinTechs apontaram para uma diferença na cultura organizacional/mentalidade do outro, 52% dos bancos e 70% das FinTechs mencionaram as barreiras de processo, e uma falta de longo prazo. visão de longo prazo e objetivos foram listados como portões por 54% dos bancos e 60% dos FinTechs. Apenas 26% dos executivos do banco e 43% dos líderes da FinTech disseram ter identificado o parceiro de colaboração do Open Banking. Essas respostas sugerem que muitos bancos e FinTechs continuam despreparados para o Open Banking, quanto mais para as crescentes demandas de compartilhamento de dados e integração que o Open X trará.

Os participantes do Open X devem escolher papéis estratégicos e baseados em especialidades

No mercado do Open X, os bancos precisarão aprimorar seu modelo integrado (tradicional) primeiro e depois se concentrar em áreas de força especializada. O WFTR 2019 identifica três papéis estratégicos que devem evoluir como parte do Open X:

• Fornecedores: desenvolverão produtos e serviços;
• Agregadores: irão acumular produtos e serviços do mercado e distribuí-los através de canais internos, mantendo o relacionamento com o cliente;
• Orquestradores: atuarão como conectores e coordenadores de mercado, facilitando as interações dos parceiros.

De acordo com o relatório, as empresas integradas provavelmente se esforçarão para combinar o tempo para o mercado de um ecossistema de especialistas e acharão um desafio atender às demandas exclusivas dos clientes. No mercado do Open X, muitos operadores podem não estar mais bem posicionados para competir como um orquestrador e seus pontos fortes podem levá-los a outras funções. Não importa qual papel eles assumam no Open X. No entanto, eles devem recrutar o talento certo, alavancar dados e tecnologia e colaborar com as FinTechs para primeiro garantir melhores recursos internos para a entrega competitiva de serviços relevantes no atual cenário do Open Banking.

“O Open Banking tem sido considerado transformacional para os serviços financeiros, mas este relatório mostra que é apenas uma parte de um cenário muito maior”, afirmou Anirban Bose, CEO da divisão de Financial Services e membro do Conselho Executivo do Grupo Capgemini. “A indústria está à beira de uma evolução mais abrangente, onde existe a oportunidade de saltar para um mercado integrado que estamos chamando de Open X. Nela, haverá compartilhamento transparente de dados, e os parceiros do ecossistema poderão colaborar de uma maneira muito mais abrangente. Nossa pesquisa sugere que os bancos e as FinTechs precisam se preparar para uma mudança mais radical do que muitos previam”.

“As conclusões do relatório não poderiam ser mais claras: a colaboração será o pilar do futuro dos serviços financeiros”, afirmou Vincent Bastid, Secretário-Geral da Efma. “Na era do Open X, os players do ecossistema terão que trabalhar juntos mais efetivamente do que antes. Somente abraçando a colaboração e novas funções especializadas, os bancos e as FinTechs podem prosperar e servir melhor seus clientes. Está claro que muitas das barreiras à colaboração ainda existem, e há uma necessidade urgente de superá-las para benefício coletivo”.

Metodologia de relatório

O World FinTech Report 2019 é baseado em uma pesquisa global que abrange respostas de 116 empresas tradicionais de serviços financeiros e 40 empresas FinTech, incluindo serviços bancários e empréstimos, pagamentos e transferências, e gestão de investimentos. As questões buscavam gerar perspectivas tanto das FinTechs quanto das empresas tradicionais de serviços financeiros – explorando o surgimento do Open Banking no setor de serviços financeiros. Ele esclarece o impacto que o novo ecossistema terá sobre todos os interessados, os desafios e as preocupações que as empresas enfrentarão e o surgimento de novos negócios e modelos de monetização nesse espaço.

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MCM e IBM recebem prêmio de melhor estande na CIAB 2019

Presente no mercado há 21 anos, a MCM Brand Group é um grupo de comunicação integrada de atuação nacional e internacional, detentor das marcas MCM Brand Experience, MCM Brand USA e MCM Digital. Em seu amplo portfólio de clientes, está uma das maiores empresas de tecnologia do mundo, a IBM, que participa ativamente do CIAB FEBRABAN, principal congresso de tecnologia da informação feita para o setor financeiro. Pela sétima vez, a MCM trabalhou na presença e na ativação da marca, o que rendeu, pelo quinto ano, o prêmio de melhor estande da feira.

O CIAB 2019 debateu o tema ‘Conectado com o Cliente. Contribuindo para a Sociedade’ e o assunto escolhido para o desenvolvimento do estande da IBM foi ‘Dadostudo’, na linguagem de programação, palavras entre os símbolos de maior e menor representam funções, neste caso, foi associada a função de conectar. A ideia do estante vencedor foi ter um espaço que funcionasse da mesma forma que o tráfego de dados e fosse reativo aos movimentos. Pulsando junto com os momentos vividos ali, o estande consistiu em um grande espaço com LEDs que mudaram de tom no decorrer dos dias, sendo – por si só – a atração principal da empresa.

O público contou com um espaço dedicado a mini palestras mudas e pode conhecer mais dos quatro principais temas da empresa no evento, voltados para o setor financeiro: o ‘open banking’, que diz respeito ao compartilhamento de informações e experiências entre bancos; ‘ciência de dados’, que trata da análise de dados buscando melhorar a experiência do cliente; ‘back office cognitivo’, com o sistema de inteligência artificial Watson, que ajuda no processamento de dados; e ‘proteção de dados’, pensado para a segurança e privacidade do cliente.

A MCM Brand Group foi responsável pelo conceito, projeto, produção e casting do evento, que teve como premissa o selo Lado B, que implementa iniciativas inclusivas e sustentáveis no desenvolvimento do estande. Por exemplo, o uso de mapa tátil e áudio descrição, onde os deficientes visuais puderam entender tudo o que o local ofereceu e ter a circulação facilitada. Com intérprete de libras, casting diverso e toda a comunicação voltada para a inclusão, o estande se destacou por suas iniciativas relacionadas à diversidade. Além disso, a IBM contou com um espaço diferenciado, reservado para um almoço com clientes especiais – no próprio Transamérica – e em parceria com a MCM Brand Group desenvolveram todos os detalhes para esse momento intimista focado em networking.

“O estande que projetamos para este ano teve vida, ele respirou através dos dados, o que é um reflexo da sociedade, afinal, os dados não existem sem as pessoas”, comenta Mônica Schimenes, CEO da MCM Brand Group. Mais de 23 mil pessoas passaram pela feira que aconteceu dos dias 11 a 13 de junho, que contou ainda com palestras de grandes nomes da IBM.

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Como aumentar as vendas on-line e a retenção de clientes com um chatbot?

Por Martín Frascaroli, CEO da Aivo

A Inteligência Artificial se tornou uma grande aliada para as empresas com grandes volumes de oportunidades de vendas e geração de leads. Essa tecnologia oferece um serviço ao cliente imediato por meio de todas as etapas anteriores à venda. De fato, segundo um estudo da Gartner, implementar a IA nas estratégias de vendas pode aumentar a taxa de conversão em até 30%.

A IA aplicada às vendas pode assumir a forma de diversas tecnologias que apoiam as estratégias dessa área, mas uma implementação específica está contribuindo para que o processo de venda seja mais rápido, mais eficiente e, em geral, mais inteligente: estamos falando dos chatbots.

Embora fossem inicialmente considerados uma ferramenta digital de serviço ao cliente que prestava atendimento simultâneo a diversos clientes, os chatbots estão ocupando um papel excepcional ao melhorar a qualidade dos leads e encurtar o ciclo de vendas.

Isso se aplica especialmente aos chatbots impulsionados por Inteligência Artificial, os quais se diferenciam dos chatbots de fluxo devido à capacidade de entender as intenções por trás das perguntas recebidas. Assim, são capazes de oferecer as informações exatas que os usuários (clientes reais ou em potencial) buscam no momento certo, sempre que eles precisarem, gerando oportunidades sólidas de vendas.

Mas então, mais especificamente, como os chatbots com IA podem impulsionar as vendas e a retenção de clientes?

Convertendo os visitantes do site em leads

Muitas das pessoas que visitam seu site podem virar clientes em potencial. Para isso, devem ser alimentados da forma certa. A geração, a qualificação e a conversão de leads são características que distinguem todos os chatbots inteligentes. Eles estão ali para responder imediatamente a qualquer consulta e para conhecer o usuário. Dessa forma, armazenam informações valiosas de contato e coletam dados de scoring de cada lead.

Se usados corretamente, os chatbots ajudarão você a aumentar sua base de dados, oferecendo maiores possibilidades de geração de novas vendas. Essas informações podem ser usadas para conhecer as necessidades, os comportamentos e as preferências dos clientes e, assim, ajudar na conversão.

Se um cliente em potencial cumprir os critérios estabelecidos, ele poderá ser transferido a um representante. Com o chatbot, é possível agendar uma chamada ou conectar-se aos clientes em tempo real por meio da interação direta pela janela de chat.

Entendendo as necessidades e as dúvidas dos clientes

Garantir que os clientes possam esclarecer todas as dúvidas e eliminar qualquer empecilho é fundamental para a conclusão da venda. Assim, as empresas devem garantir que fazer consultas e obter respostas seja o mais fácil possível para os seus clientes. Os chatbots permitem que as perguntas sejam respondidas de forma automática, imediata e sem precisar de um agente humano.

Mas eles não são úteis apenas para saciar a curiosidade dos clientes em potencial. Os chatbots são incríveis para combinar as tarefas de Serviço ao Cliente e Vendas. Dessa forma, as empresas podem atender a todas as necessidades de seus clientes e fornecer assistência ao vender produtos ou serviços, tudo em um só lugar e usando apenas uma ferramenta.

Encurtando o ciclo de vendas

Grandes quantias de dinheiro são investidas pelas empresas para a realização de tarefas básicas de inclusão de dados antes de transferir um lead a um representante de vendas. Com a IA, as empresas podem investir menos tempo para conhecer os clientes em potencial e mais tempo nas vendas. Com os dados do usuário e as informações de qualificação de cada lead coletadas pelo chatbot inteligente, o ciclo de vendas é drasticamente reduzido.

Assim, o chatbot se encarrega da prospecção e do acompanhamento, enquanto a equipe de vendas se concentra na venda em oportunidades já qualificadas pelo chatbot. Isso permite que a equipe se concentre nas pessoas que realmente estão buscando produtos ou serviços e torna o processo mais cômodo para a equipe e para o cliente.

Identificando oportunidades de cross-selling e up-selling

As vendas não vêm apenas de clientes novos. Uma estratégia excelente é capitalizar aqueles que já confiam nos produtos e serviços da empresa. Para isso, deve-se garantir que os produtos certos sejam oferecidos aos clientes certos.

De acordo com um estudo da Harte Hanks, uma estratégia centrada no cliente “oferece um aumento de 25% nas vendas, assim como uma melhoria de 300% na vida do cliente”. Ao coletar dados, um chatbot pode fazer recomendações inteligentes e úteis. Oferecer outros produtos baseando-se no comportamento de um usuário pode criar uma experiência muito mais individualizada e levá-lo ao que ele está realmente buscando.

Dessa forma, ao incluir técnicas de up-selling e cross-selling na configuração de um chatbot, é possível aumentar o número de pedidos e melhorar o ciclo de vida do consumidor, porque a relação da empresa com ele será aprimorada.

Por exemplo, se o chatbot sabe que o cliente deseja comprar sapatos vermelhos, oferecerá a ele todos os sapatos vermelhos disponíveis caso o que tenha sido escolhido esteja esgotado. Assim, as chances de fechar a venda serão maiores. Um chatbot que não é inteligente não será capaz de fazer isso, limitando-se a responder que os sapatos vermelhos escolhidos pelo cliente estão indisponíveis, anulando a oportunidade de fechar a venda.

Está pronto para a era dos bots?

No ecossistema empresarial atual, a Inteligência Artificial está cada vez mais disponível para as marcas. Isso não quer dizer que ela substituirá as equipes de vendas, mas os benefícios da adoção dessa tecnologia para o fortalecimento dos agentes estão fazendo com que ela se torne uma ferramenta essencial, elevando o padrão para todas as empresas do mundo.

Na verdade, um estudo realizado pela Adobe demonstrou que, hoje, 15% das empresas já estão usando a IA e 31% das empresas planejam implementá-la nos próximos 12 meses. Em geral, até 2022, os investimentos globais em IA chegarão a US$ 7,3 bilhões por ano, um valor muito acima dos US$ 2 bilhões investidos em 2018 (Juniper Research), e 46% do total dos investimentos virão dos departamentos de vendas e marketing.

A Movistar é um exemplo. Ao implementar soluções de serviço ao cliente impulsionadas por IA, aumentaram a retenção de clientes em 80% e reduziram custos em até 30%. Isso demonstra que, para sobreviver no atual mercado competitivo, as empresas devem se adaptar às inovações propostas pela tecnologia.

Para saber mais sobre como os chatbots podem aumentar as vendas e a retenção dos clientes, baixe o ebook gratuito “Como aumentar as vendas com chatbots e inteligência artificial”, um guia completo de vendas on-line para gerar mais leads e conversões em seu site. Para saber mais sobre a Aivo, acesse nosso site www.aivo.co ou nosso blog.

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O perfil do profissional que o mercado procura mudou muito. Você já se transformou?

Por Marcelo Arakaki, Sócio e COO da BlueLab

As inovações tecnológicas que impactam o dia a dia – e consequentemente o mercado de trabalho – sempre delinearam o perfil do profissional que terá seu espaço garantido.

Inevitavelmente, o trabalhador precisa ser atualmente uma pessoa inclinada ao uso da tecnologia, pois se hoje ela permeia praticamente todas as áreas da economia mundial, em breve será inimaginável uma rotina de trabalho que não tenha absorvido essas inovações em seus processos.

E se a resistência às mudanças e o apego à rotina já foram atributos valorizados por muitas empresas, principalmente por serem inerentes a pessoas consideradas mais “estáveis”, hoje em dia, e daqui para frente, os profissionais precisarão ser flexíveis e abertos às transformações. E isso exige uma outra qualidade que tende a ser muito valorizada: a do bom planejador. Obviamente não é necessário que a pessoa adivinhe o futuro, mas que planeje sua carreira com mais frequência, considerando as tendências de sua profissão e do seu setor.

Muito se fala também sobre o fato de apenas os empregos mais repetitivos correrem o risco de serem automatizados. Mas o fato ao qual pouca gente se atentou é que muitas funções consideradas intelectuais também são repetitivas e, dessa maneira, automatizáveis. Dou aqui um exemplo prático, citando o trabalho de um advogado cuja função é buscar em processos anteriores brechas ou decisões de juízes que tenham sido favoráveis a casos similares ao qual ele defende atualmente. Pois hoje já há robôs que fazem esse tipo de investigação.

Da mesma maneira, a Inteligência Artificial está sendo utilizada para analisar laudos de exames médicos que, até pouco tempo atrás, apenas especialistas podiam fazer. E o que isso indica? Que o profissional do futuro precisa usar as tecnologias para ampliar sua capacidade produtiva e trabalhar cada vez mais seu lado criativo. A criatividade já era, mas será ainda mais uma das características mais procuradas e valorizadas pelos empregadores. Estamos falando de criatividade orientada ao negócio, ou seja, a capacidade de inovar.

Se por um lado já é possível antever o que as empresas esperam desse novo profissional, por outro, a formação desse perfil, pelo menos aqui no Brasil, está muito distante dessa nova realidade. Os modelos adotados por quase 100% das escolas de ensinos fundamental e médio são medievais diante da verdadeira revolução que já está acontecendo no mercado de trabalho. Por isso, não conte só com eles, pelo menos por ora.

Nesse cenário adverso, como as empresas valorizam o desempenho excepcional, então cabe a cada um descobrir e reforçar os seus pontos fortes, pois, por definição, é mesmo impossível conseguir um desempenho acima da média com os seus pontos fracos. O profissional deve conhecer diversas áreas diferentes e acumular experiências boas.

Em paralelo, também deve buscar potencializar ainda mais seus diferenciais por meio de muito estudo, cursos e práticas que reforcem ainda mais seus pontos fortes, pois trabalhar nos pontos fracos significará, na maioria das vezes, apenas alcançar a média de mercado neste ponto… E o que se busca é a excelência!!!

Sempre haverá espaço para aqueles esforçados que estiverem abertos à nova realidade e dispostos a se transformar com ela.

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Última semana de inscrições para programa de incubação do MIDITEC, em Florianópolis

Esta semana traz a última oportunidade para startups de todo o Brasil realizarem suas inscrições para o programa de incubação do MIDITEC, incubadora de empresas de base tecnológica gerenciada pela Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE), em parceria com o Sebrae/SC. As etapas do processo seletivo e o próprio programa de incubação sãor realizados presencialmente, em Florianópolis. O processo seletivo envolve etapas eliminatórias por meio de critérios de avaliação previstos em edital, e o resultado será divulgado no site do MIDITEC no dia 20 de setembro, e o ingresso das startups selecionadas está previsto para início de outubro. As inscrições estão disponíveis até este domingo, 23 de junho, neste link: http://bit.ly/miditec_inscrição2019.

Para esta rodada de incubação, serão selecionadas sete startups de base tecnológica que já validaram o seu modelo de negócio ou estejam em processo de validação, e que necessitam, portanto, de apoio para tracionar, se desenvolver e gerar crescimento. Dentre os benefícios do programa de incubação no MIDITEC, destacam-se: desenvolvimento e aperfeiçoamento dos empreendedores enquanto gestores do negócio, programa de mentoria, consultorias em 12 áreas de negócio, participação em eventos, treinamentos e networking, aproximação com investidores e grandes players parceiros da incubadora, associação automática à ACATE, participação nas Verticais de Negócios da Associação e acesso aos demais programas estratégicos da ACATE, além de poder instalar a sua startup em um ambiente colaborativo e inovador, que no ano de 2018 recebeu o prêmio de melhor Hub de Inovação do Brasil segundo a ABStartups.

O programa de incubação do MIDITEC tem duração de até 24 meses e disponibiliza duas modalidades: residente e não-residente, de acordo com as necessidades de cada startup. A jornada da startup o programa envolve três grandes fases: Start, com duração de seis meses e focada em entender melhor se a solução proposta pela startup atende a dor do seu cliente, e para isso é necessário testar hipóteses de mercado; Growth, que dura um ano e na qual o MIDITEC auxiliar a startup a verificar se o seu processo de vendas é viável e se o produto é rentável; por isso esta fase é totalmente focada em vendas para que a startup encontre a sua máquina de vendas; e Expansion, que corresponde aos últimos seis meses do programa, em que a startup já tem sua máquina de vendas operando e está em fase de se preparar para escalar e acelerar. Em cada etapa, algumas entregas principais são exigidas das empresas incubadas, o que confere a elas o status para avançar no programa.

Com um histórico de reconhecimento de mercado — ao longo de seus mais de 20 anos de história, foi eleita pela Anprotec por quatro vezes como a melhor incubadora do Brasil e, pelo UBI como 5ª melhor incubadora do mundo, em 2018 —, a incubadora MIDITEC visa formar e transformar empreendedores, e consequentemente, desenvolver negócios conscientes e de alto impacto. Ao longo da trajetória da incubadora, mais de 100 empresas já participaram do programa, entre as quais Pixeon, Resultados Digitais, Ahgora, Arvus, JExperts, Knewin etc. Maiores informações sobre a incubadora e sobre o edital podem ser encontradas no site do MIDITEC: http://www.miditec.com.br/.

Programa de incubação no MIDITEC da ACATE e Sebrae/SC abre inscrições

Quando: Até 23 de junho

Inscrições: http://bit.ly/miditec_inscrição2019

Edital: http://bit.ly/edital_miditec2019

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