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Co.W. Coworking Space e Anprotec firmam parceria

O Co.W. Coworking Space, ecossistema de compartilhamento de estações de trabalho que visa criar condições favoráveis à cultura da inovação, assina nesta quinta-feira, 27 de junho, a partir das 10h, um acordo de parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores). O evento que marca o início da parceria será realizado na Unidade Berrini do Co.W., em São Paulo.

O objetivo do acordo é a cooperação entre as partes para a promoção de ações que fomentem negócios entre as empresas residentes no Co.W e as associadas à Anprotec, além do desenvolvimento do ecossistema de inovação a partir destas novas oportunidades de negócios e de aprendizado, networking e benchmarking. Dentre as premissas da parceria, estão: divulgações de ações promovidas por ambas as partes, como projetos, eventos e editais, além de benefícios exclusivos aos agentes representados pelas instituições.

“Estamos sempre abertos às possibilidades de estabelecer parcerias que tenham sinergia com a nossa proposta de ser um espaço de compartilhamento voltado à inovação”, comenta Renato Auriemo, sócio-diretor do Co.W. “O acordo com a Anprotec se realiza nesse contexto e estamos entusiasmados com as possibilidades de resultados concretos que podem surgir a partir dessa parceria”.

Já o presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, destaca que o acordo deve ampliar o acesso de seus associados a oportunidades de networking e à participação em eventos, além da possibilidade de utilizar a infraestrutura do Co.W., entre outras vantagens.

“Estamos muitos satisfeitos com essa parceria. A partir da próxima semana, os associados da Anprotec terão acesso, em São Paulo, a um espaço de trabalho estruturado, com a oportunidade de um proveitoso networking e de participar em eventos da comunidade Co.W., o que pode gerar consistentes leads de negócios. Trata-se do Hub Anprotec no Co.W. Berrini”, completa Sampaio Aranha.

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Debate sobre futuro da educação reúne Viviane Senna, João Kepler e executivos do Google e LinkedIn em São Paulo

O LIDE FUTURO, plataforma de conteúdo, experiência e networking para jovens lideranças, recebeu mais de 300 convidados no LIKE THE FUTURE, maior evento do grupo, que abordou a temática do futuro da educação no país. Presidente do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, foi a responsável por introduzir dados atuais sobre a realidade brasileira, destacando a onerosidade na qualidade de serviços educacionais públicos. O debate principal ficou a cargo dos executivos do Google, Alexandre Campos, LinkedIn, Ana Claudia Plihal, Vereda, Danilo Costa, e EF Education First, Eduardo Santos, que contou com a mediação de Guilherme Junqueira, CEO da Gama Academy.

João Kepler, da Bossa Nova Investimentos, líder absoluta do segmento na América Latina, conduziu quatro pitches entre startups que prometem revolucionar o setor de educação no Brasil, trazendo insights e apresentando tendências às lideranças e filiados presentes. “Acreditamos que muitos dos nossos próximos investimentos poderão ser destinados às empresas do LIDE FUTURO. Com a parceria, queremos potencializar nossa busca pelas melhores oportunidades para estarmos próximos não apenas dos empreendedores, mas também de quem investe com o objetivo de educar e fomentar esse mercado”, comenta o executivo.

Sócia e CEO do LIDE FUTURO, Laís Macedo ressalta a importância de colocar o assunto em pauta, trazendo a experiência e a mentalidade dos principais líderes do mercado, sempre promovendo um rico debate e uma intensa troca entre os convidados do grupo. “Essa é a hora de discutir o atual momento do Brasil e buscar maneiras de oferecer soluções reais às pessoas no âmbito educacional, tão importante e defasado nos dias de hoje”, enfatiza.

Para o fundador e presidente da Vereda, debater sobre o futuro da educação é o primeiro passo para a transformação das próximas gerações. “É preciso entender que o futuro é agora para evoluir com propósito e agilidade. Afinal, o problema da educação é o grande desafio do Brasil e ela precisa ser atualizada urgentemente. A Vereda nasceu com a missão de atualizar o sistema educacional brasileiro e tornar a educação de qualidade uma realidade em nosso país”, conta ele.

Ainda durante o evento foi possível experimentar a sensação de pilotar um carro de Fórmula 1 com narração do campeão mundial brasileiro Ayrton Senna por meio de realidade virtual.

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Startups demonstram tecnologia inovadora na ISC Brasil

Um grupo de startups demonstrará tecnologias inovadoras na 14ª Feira e Conferência Internacional de Segurança (ISC Brasil), que acontece entre os dias 25 e 27 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo. A expectativa é que o evento receba mais de 18 mil visitantes, movimentando cerca de R$ 800 milhões em negócios. Neste ano, o evento conta com um crescimento de 31% no tamanho e volume de marcas presentes em relação ao ano anterior.

Entre as empresas presentes na “ilha” montada especialmente para startups está a Findme, originária de Natal (RN), que desenvolveu um software de gestão inteligente para ajudar empresas de segurança patrimonial no maior controle, eficiência e qualidade em seus serviços, possibilitando maior força de mercado e evolução em todo o setor. Em 11 meses de aceleração, a Findme saltou de uma carteira de um para 100 clientes, transferindo a sede para a São Paulo.

Outro destaque é a Aeroscan, uma startup que utiliza drones para fazer ronda de empresas e condomínios. A solução envolve uma plataforma de gerenciamento de múltiplos drones que permitem a criação de missões e rondas automatizadas, enviando as coordenadas e transmitindo a imagem para uma central de controle em tempo real. Além disso, a plataforma trabalha com APIs, o que possibilita a integração com qualquer central de monitoramento.

Os visitantes também podem ver o aplicativo desenvolvido pela startup sueca Sectech, que é voltada para empresas e tem como foco a comunicação em momentos de emergência. Por meio do aplicativo em smartphones, é possível alertar sobre qualquer incidente como assaltos, tiroteios, enchentes ou incêndios.

Congresso ISC Brasil

A 14ª edição da ISC Brasil traz em sua programação o Congresso ISC Brasil. Com uma grade focada na atualização profissional e capacitação técnica, o evento apresentará conceitos inovadores, tecnologias e recursos da indústria do segmento para aplicação de soluções integradas de segurança eletrônica, patrimonial e privada, pública e digital. No total, serão mais de 150 horas de conteúdo de alta qualidade e impacto no mercado de segurança brasileiro.

14ª edição ISC Brasil

Mais de 18 mil visitantes são esperados na 14ª ISC Brasil. Com a presença de mais de 150 expositores, a feira deve movimentar mais de R$ 800 milhões em negócios.

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Multiculturalismo: a engrenagem das empresas globais

Por Alessandra Albino, coordenadora de Recursos Humanos da PayU

Pode parecer pouco funcional criar um time de trabalho com integrantes de diversos países. Os desafios são facilmente reconhecidos: distância, fuso horário, idiomas, costumes e valores diferentes ou até mesmo divergentes. Meu conselho: vire a chave! Descontrua esse paradigma, que tem forma de fronteira, e veja como sua empresa pode se transformar. Como podemos falar em inovação quando ainda temos receio da mudança?

A palavra inovar, aliás, surgiu da ideia de romper padrões e a tecnologia vem ajudando nesse processo, principalmente quando existem pessoas de diferentes países na mesma organização. Um dia é possível que você esteja na África em uma conferência com um europeu. No outro, você, sul-americano, está falando em inglês com um asiático. Essas interações de equipes multiculturais têm o potencial de serem mais criativas devido à variedade de informações, ideias e perspectivas que seus integrantes podem apresentar, contribuindo muito para os negócios.

Porém, manter essa interação entre funcionários alocados em outros países e, muitas vezes, com horários de trabalho completamente diferentes, não é tão simples. As relações multiculturais precisam ser assistidas e cuidadas por profissionais preparados. Hoje, com inúmeras tecnologias disponíveis, é possível conectar pessoas a quilômetros de distância e proporcionar aos colaboradores interações simultâneas, como treinamentos internos por conferência, cursos online, reuniões e até armazenamento e compartilhamento de dados e documentos em comum.

É claro que, para isso acontecer, é necessário que as empresas tenham as ferramentas necessárias, como computadores e rede de internet de alta qualidade e meios de comunicação eficazes e únicos, tanto para conversas entre um grupo, como para comunicados globais, que devem ser feitos ao mesmo tempo para todas as filiais. Além disso, a corporação precisa ter um institucional bem definido, deixando muito claro para seus empregados sua missão, visão e valores. Assim, evitam-se conflitos, pois os colaboradores contratados identificam-se com a cultura organizacional e agem, internamente, de acordo com ela, o que chamamos de Seet Cultural.

Interagir com diferentes culturas pode ser um aprendizado diário e muito rico, por exigir empatia, respeito às diferenças e resiliência. Mas não só isso, essa proximidade também demanda alguns requisitos intelectuais que devem ser incentivados e viabilizados pela empresa, como falar inglês ou outro idioma em comum, entender a cultura para evitar erros e direcionar as ações de trabalho de forma estratégica, como num acordo comercial internacional. Esta relação beneficia os profissionais, que ficam mais preparados para adversidades na vida pessoal e também para o mercado de trabalho.

Pode parecer complexo, mas equipes multiculturais são capazes de capitalizar os benefícios da diversidade, provando, por si só, a sua importância dentro do contexto organizacional. Ainda, acredito que essa é a maneira mais genuína de inovar, pois pontos de vista diversos trazem possibilidades inusitadas. Uma organização é reflexo do que são os seus colaboradores e se você deseja ser uma empresa global, não se limite às fronteiras territoriais para buscar e desenvolver seus parceiros de trabalho e aproprie-se da tecnologia para virar a chave e transformar a sua empresa.

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Delta expande embarque via reconhecimento facial opcional para novos aeroportos beneficiando mais clientes

No próximo mês, a Delta Air Lines (NYSE: DAL), em parceria com a U.S. Customs and Border Protection (CBP), a autoridade da alfândega dos Estados Unidos, o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta (ATL), o Aeroporto Internacional de Minneapolis-Saint Paul (MSP) e o Aeroporto Internacional de Salt Lake City (SLC) implementará o sistema de embarque via reconhecimento facial opcional no Terminal E em ATL, MSP e SLC, expandindo a tecnologia para 49 novos portões de embarque e todos os voos internacionais.

Isso significa que os clientes com voo direto para um destino internacional da Delta e suas parceiras podem usar a tecnologia de reconhecimento facial para embarcar nesses aeroportos. E, se algum cliente não quiser usar o novo sistema, basta avisar o agente e fazer o embarque seguindo o procedimento normal, usando o cartão de embarque e o passaporte.

“Já estamos vendo melhorias na medição da satisfação dos clientes que se deslocam pelo aeroporto de Atlanta. A expansão do sistema de reconhecimento facial no embarque permite que mais clientes aproveitem esse processo fácil e rápido, um passo importante no nosso plano de implementação de reconhecimento facial em nossos hubs em todo o país, definindo a experiência para o setor”, disse Gil West, diretor de operações da Delta. “Na Delta, temos o melhor pessoal da aviação, e uma tecnologia como essa garante mais tempo para que eles ajudem os nossos clientes.”

A expansão do sistema para o aeroporto de ATL E complementa a experiência biométrica desde a entrada até o embarque dos passageiros internacionais do aeroporto. Com base em pesquisas recentes realizadas por terceiros com clientes no terminal F do ATL:

– 70% deles gostaram da experiência de usar o sistema de reconhecimento facial desde a entrada até o embarque

– 72% deles preferem reconhecimento facial ao embarque padrão

– 93% dos clientes não tiveram problemas ao usar a tecnologia no embarque

Além disso, menos de 2% dos passageiros optaram por não usar o sistema e a CBP tem uma taxa de acerto superior a 97%. Essa tecnologia pode economizar em média nove minutos no processo de embarque em uma aeronave de fuselagem larga, ou dois segundos por cliente, quando comparada ao embarque tradicional.

“Com a tecnologia de reconhecimento facial, tiramos uma foto e comparamos com fotos de passaporte, substituindo o processo de comparação manual”, disse John Wagner, vice-comissário assistente executivo de operações em campo da CBP. “Com base em anos de testes e parceria com a Delta, a expansão trará uma experiência de viagem mais eficiente para um número maior de passageiros, além de atender aos requisitos federais de verificação de passageiros internacionais em vigor desde 1996.”

A expansão da opção de reconhecimento facial com o sistema Delta Biometrics é o próximo passo após o lançamento do primeiro terminal biométrico nos Estados Unidos e a experiência desde a entrada até o terminal no DTW, resultado de vários anos de testes opcionais de reconhecimento facial com a CBP nos aeroportos de ATL, DTW e JFK. Além disso, a companhia testou o autosserviço biométrico de despacho de bagagem em MSP para clientes internacionais. A Delta também testou o embarque biométrico no Aeroporto Nacional Ronald Re agan, em Washington, e lançou o check-in biométrico opcional em todos os Delta Sky Clubs domésticos, com o suporte da Delta Biometrics.

Nos últimos anos, a empresa se tornou líder do setor em várias soluções para clientes, como controle de bagagem por sistema RFID, check-in automático e rastreamento de bagagem pelo aplicativo móvel Fly Delta, além da aliança entre setores que fornecerá aos clientes uma experiência de conectividade superior na cabine, estações de verificação automatizadas mais eficientes e de alta tecnologia, aplicativo inovadorque ajuda os pilotos da Delta a evitar turbulência e garantir voos mais confortáveis. A Delta foi nomeada uma das empresas mais inovadoras do mundo pela Fast Company por dois anos consecutivos, subindo para a segunda posição entre as empresas de viagens deste ano.

Quer saber mais sobre como esta tecnologia funciona? Confira este gráfico.

A importância da alocação de Slots usando o WSG reafirmada na última Assembleia Geral Anual da IATA

A Associação Internacional de Transporte Aéreo (IATA – International Air Transport Association), em sua recente 75ª Assembleia Geral Anual, aprovou uma resolução sobre a política de slots, reafirmando a importância de um sistema de slots global e harmonizado nos aeroportos e pedindo que os governos resolvam urgentemente o problema de falta de capacidade.

Há mais de 40 anos, as Diretrizes Mundiais para Slots (WSG – Worldwide Slot Guidelines) gerenciam a capacidade de aeroportos saturados fornecendo benefícios aos consumidores, como horários convenientes, promoção da conectividade global e maximização da movimentação de aeronaves. Atualmente, mais de 200 aeroportos espalhados pelo mundo são coordenados (nível 3), o que significa que eles têm capacidade insuficiente para atender à demanda atual. Este número deve aumentar consideravelmente nas próximas décadas, porque a construção de aeroportos não está acompanhando o aumento da demanda de movimentação de aeronaves.

É essencial que os órgãos reguladores da região, incluindo o Brasil, continuem a aderir ao WSG como o padrão global de políticas, princípios e procedimentos de alocação de slots e gerenciamento da capacidade disponível em aeroportos saturados para garantir uniformidade, consistência, certeza, continuidade e flexibilidade e assim fornecer horários e conectividade de forma harmônica. Isto reforça a forma justa, transparente, independente e não discriminatória da alocação de slots. Além disso, fornece uma estrutura padronizada para que as companhias aéreas operem conforme seus horários publicados e planejem seus planos de crescimento futuros.

Com isso, a resolução também elaborou a Declaração de Objetivos do WSG, que incluem:

– Facilitar a escolha do consumidor e melhorar a conectividade global,

– Fornecer horários convenientes que atendam à demanda do consumidor,

– Alocar slots de forma transparente e sem discriminação por um coordenador independente de slots, e

-Aproveitar todo o potencial da capacidade da infraestrutura do aeroporto, avaliando regularmente a capacidade.

Os slots do aeroporto são horários específicos previstos para uma aeronave pousar ou decolar. Nos casos em que a procura por slots em um determinado aeroporto excede a capacidade disponível, esse aeroporto pode ser considerado ‘de capacidade restrita’, quando então é implementado um processo de ‘alocação de slot’. Veja neste vídeo um guia resumido sobre a alocação de slots.

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Aeroportos brasileiros têm piora de pontualidade nos primeiros cinco meses do ano, aponta levantamento da AirHelp

Levantamento da AirHelp, maior empresa global especializada em direitos de passageiros aéreos, apontou que 8 entre os 10 principais aeroportos brasileiros tiverem piora no índice de pontualidade nos cinco primeiros meses deste ano frente a igual período do ano anterior. Afonso Pena, em Curitiba, e Viracopos, em Campinas, registraram uma queda significativa nos índices de pontualidade. Os dois aeroportos haviam entrado na lista dos dez melhores do mundo, segundo o ranking AirHelp Score, divulgado em maio e que avaliou os melhores do mundo em 2018. Entre as companhias aéreas, a Gol piorou a pontualidade dos voos, enquanto a Latam teve melhora no quesito. A Azul manteve os mesmos níveis de performance do ano anterior.

No período analisado, a Gol teve aproximadamente 22% dos voos com atraso, piorando o resultado frente ao ano passado (19%). Por causa disso, o OTP (On-time Perfomance), que é o índice de pontualidade que mensura voos que pousam com até 15 minutos de diferença do horário previsto de chegada, caiu de 81% para 78%.

Por outro lado, a chilena Latam Airlines, que tem forte atuação no Brasil, melhorou a sua performance nos cinco primeiros meses do ano, diminuindo atrasos de voos de 19% para 9%, registrando uma melhora do índice de OTP de 81% para 91%. Já a Azul teve cerca de 17% de voos impontuais e um OTP de 83%, mantendo os mesmos índices de desempenho do ano anterior.

Em maio, o ranking internacional AirHelp Score anunciou a lista dos melhores aeroportos e companhias aéreas referentes ao desempenho em 2018. As empresas brasileiras não entraram no top 10. A Azul Airlines ficou no 29º lugar, enquanto a Gol Intelligent Airlines ficou na 58ª posição e a chilena Latam ficou em 6º lugar. Apesar de terem pontuação satisfatória em termos de serviço e performance de partida e chegada no horário, as companhias aéreas brasileiras foram mal avaliadas no atendimento a queixas de passageiros – por exemplo, quando um voo sofreu atraso, cancelamento ou superlotação.

A companhia aérea mais bem cotada no ranking AirHelp Score foi a Qatar Airways, seguida pela American Airlines e Aeromexico. O ranking avaliou as 72 principais companhias do mundo em 2018, levando em conta informações de voos da base de dados da AirHelp e centenas de pesquisas com passageiros. No total, cerca de 40 mil usuários contribuíram com a pesquisa, que contou com a participação de cerca de 2,5 mil brasileiros.

Aeroportos registram mais atrasos em 2019

Oito dos 10 aeroportos analisados no levantamento tiveram queda de performance. Entre os dois que apresentaram evolução estão: o Aeroporto Internacional de Brasília–Presidente Juscelino Kubitschek, que teve alta do OTP de 82% para 83%; e o Aeroporto Internacional São Paulo–Guarulhos (SP), que variou de 75% para 76%.

De acordo com o levantamento, o Aeroporto internacional Afonso Pena, em Curitiba (PR), que ficou em 4º lugar no ranking AirHelp Score, teve uma queda no desempenho. As disrupções de voo cresceram de 16% para 20% nos cinco primeiros meses do ano e o índice OTP caiu de 84% para 80%.

Em relação ao Aeroporto Internacional de Viracopos, que ficou em 10ª posição no ranking, a queda foi ainda maior. O desempenho caiu de 84% para 78%, com disrupções de voos saltando de 16% para 22%.

O Brasil foi o único país a ter dois aeroportos na lista dos dez melhores do mundo no ano de 2018, segundo o ranking AirHelp Score. No total, 12 aeroportos brasileiros ficaram entre os Top 50, como o Aeroporto Internacional de Recife (11º lugar), o Tancredo Neves – Confins (15º) e o Santos Dumont (17º), no Rio de Janeiro.

De acordo com o ranking, o melhor do mundo é o Aeroporto Internacional Hamad, no Catar, seguido pelo Aeroporto Internacional Tóquio Haneda, no Japão, e o Aeroporto Internacional de Atenas, na Grécia.

Maior feira de segurança do país começa nesta terça-feira, 25, em São Paulo

Até 2020 o mercado mundial de tecnologia e serviços de segurança deverá gerar US$ 240 bilhões, segundo estimativa da consultoria alemã de pesquisa independente Statista. De olho neste faturamento, 150 expositores e mais de 18 mil visitantes se encontram para apresentar e negociar as novidades que devem movimentar cerca de R$ 800 milhões na 14ª Feira e Conferência Internacional de Segurança (ISC Brasil), de 25 a 27 de junho.

O Brasil está com este setor superaquecido, crescendo cerca de 8% a cada ano e, em 2019, não será diferente. A ISC Brasil conta com um incremento de 31% no tamanho e volume de marcas presentes em relação ao ano anterior. De acordo com a organização, essa evolução demonstra a pujança do setor de segurança.

Abertura

A cerimônia de abertura acontece às 12h, e contará com a presença de autoridades como o governador do Estado de São Paulo, João Dória; do senador da República por São Paulo, Major Olímpio; do secretário da Administração Penitenciária do Estado de São Paulo, Coronel Nivaldo Cesar Restivo; e do secretário Municipal de Segurança Urbana de São Paulo, Coronel José Roberto Rodrigues de Oliveira; além de representantes de entidades do setor.

Reunião de Comandantes

Logo após a cerimônia acontece a Reunião Extraordinária do Conselho Nacional de Comandantes das Polícias e Corpos de Bombeiros Militares do Brasil (CNCG), que contará com a presença do presidente do Conselho Nacional de Comandantes Gerais (CNCG), Coronel Carlos Alberto de Araujo Gomes Junior. Mais de 40 líderes de todo país estarão presentes durante os três dias de ISC Brasil para discutir temas relacionados à segurança pública e a atuação das forças militares estaduais.

Ainda no primeiro dia, das 16h às 17h, a feira recebe Antonio Alfonso, para apresentar o case Tolerância Zero. Alfonso, oficial aposentado do Departamento de Polícia de Nova Iorque e presidente na Arona Executive Services, explicará como uma das cidades mais violentas dos Estados Unidos se tornou uma das mais seguras.

14ª edição ISC Brasil

Com o objetivo de apresentar soluções integradas, tecnologia e projetos inovadores para o mercado de segurança brasileiro, a ISC Brasil acontece no Expo Center Norte, em São Paulo. O pré-credenciamento para visitantes ainda está aberto e os interessados devem fazer sua inscrição, que é gratuita, no www.iscbrasil.com.br/Credenciamento/.

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Dell realiza evento anual focado em empreendedorismo e inovação para PMEs

A Dell realiza mais uma edição do “Dell Expert Network Annual Meeting 2019”, evento anual direcionado a consultores de TI do programa da companhia que atendem pequenas e médias empresas, e contará com apresentação de tendências de mercado, cases de sucesso, além de conteúdos para promover o empreendedorismo e inovação dentro da rede de PMEs. Durante o encontro, que acontece no próximo dia 25, a empresa também irá falar sobre a estratégia do programa “Dell Expert Network” – que conta com 4 mil consultores -, além de apresentar o portfólio atualizado de soluções focado no segmento.

Na ocasião, uma das novidades que será apresentada é o aplicativo onde os consultores poderão acompanhar as novidades do Dell Expert Network, além de programas de treinamentos, incentivos e de recompensas. Com isso, os usuários terão ganho de mobilidade, agilidade e eficiência na comunicação. Outro ponto de destaque são treinamentos focados em “soft skills” focados em empreendedorismo e inovação.

O evento contará com a participação de Ricardo Amorim, apresentador e empreendedor, que falará sobre “Transformação digital: como tornar seu negócio mais sólido, acelerar seu crescimento e aumentar sua rentabilidade”; e Fabio Hara, arquiteto de Soluções para Nuvem da Microsoft, que apresentará o painel sobre “Modern Workplace: Como o fim do suporte de sistemas Microsoft e a necessidade de modernizar podem ser oportunidades para você e seu cliente”. Além disso, Alexandre Ariki, consultor membro do Dell Expert Network, abordará o case: “O que aprendi em minha jornada em TI”, e Tomaz Procópio, executivo sênior da indústria de tecnologia do Google Brasil, com o tema “Eu no Digital”.

“Com o Dell Expert Network, temos o objetivo de auxiliar a nossa rede de consultores de TI com as ferramentas necessárias para que eles consigam impulsionar o sucesso dos seus clientes por meio da tecnologia”, destaca Luciane Dalmolin, diretora para pequenas empresas da Dell no Brasil.

Dell Expert Network Annual Meeting 2019

Data: 25/06 (terça-feira)

Horário: das 9h às 15h30

Local: Espaço Citron (Av. Cecília Lottenberg, 12 – Chácara Santo Antônio – São Paulo/SP

Startup cria robô capaz de mapear comportamento de colaboradores

Qualidade de vida dos funcionários é um tema cada vez mais discutido em empresas mundo afora. Estar feliz e saudável pode aumentar a produtividade e garantir o engajamento da equipe. Também é verdade que dar atenção a essas questões gera um ganho extra para as companhias e foi pensando exatamente nisso que a Hisnëk, primeira startup a desenvolver um benefício corporativo de saúde e bem-estar, criou a robô Ivi (Inteligência Virtual Interativa).

Utilizando a máxima da tecnologia e robotização, a healthtech aperfeiçoou seus serviços e desenvolveu um sistema de video bot capaz de conversar e entender o comportamento de funcionários. Assim, a partir de um relatório entregue mensalmente, é possível analisar se ações de bem-estar promovidas pela empresa estão sendo eficazes e proveitosas para eles. Dependendo do rumo da conversa, a inteligência artificial consegue oferecer conteúdos específicos para a necessidade do colaborador, com total foco na prevenção da síndrome de burnout, ou esgotamento profissional, que acomete 30% dos trabalhadores brasileiros, de acordo com pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma).

Gigantes como Nokia, Dasa, Alelo, Pirelli e Love Mondays já oferecem o benefício para cerca de 80 mil funcionários pelo Brasil inteiro. “A longo prazo, a ideia é que essa solução, além de melhorar os hábitos dos trabalhadores, também reverta os gastos da empresa, reduzindo tanto as taxas de absenteísmo, quanto as de sinistralidade”, afirma Carol Dassie, fundadora e CEO da startup.

O negócio surgiu em 2014 e hoje funciona em três pilares centrais: nutrição e alimentação para prevenir e controlar doenças crônicas; saúde mental, com a disponibilização de conteúdos específicos para administração do estresse; e saúde física, criando sugestões de treinos acessíveis e garantindo orientação profissional individual.

“Decidimos ampliar nossa área de atuação devido ao crescente número de profissionais que sofrem de depressão. A OMS (Organização Mundial da Saúde) estima, inclusive, que no ano que vem, essa será a doença que mais vai incapacitar pessoas no mundo”, explica Carol. Ela ainda reforça a necessidade em investir em soluções que consigam transformar os ambientes que as pessoas passam, pelo menos, oito horas todos os dias.

A multinacional das telecomunicações Nokia já havia percebido que os principais gargalos no time eram o sedentarismo e a má alimentação. Assim que implementaram o benefício na empresa, Bianca Gois, responsável pela área de Recursos Humanos, percebeu o entusiasmo da equipe. “A receptividade dos produtos da Hisnëk foi muito positiva. Durante a ativação da campanha, pude perceber que muitos colaboradores se interessaram em assinar a caixa de lanches saudáveis para seus filhos também. Isso nos deixa muito felizes, já que é uma mudança de hábito que impacta a família toda”, comemora ela. A empresa oferece hoje somente o pilar de alimentação para seu time, mas estuda a possibilidade de rodar o chatbot ainda neste ano.

“A expectativa é que cada vez mais, mais empresas se preocupem verdadeiramente com a saúde daqueles que fazem o negócio acontecer”, reforça a CEO da Hisnëk, que está sediada no CUBO, espaço de empreendedorismo mantido pelo Itaú e pelo fundo Redpoint eVentures.

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GFT busca 100 profissionais brasileiros de TI para trabalhar na Espanha

Para atender a alta demanda de novos projetos de empresas e instituições bancárias que estão repensando sua estratégia digital e regulatória, a GFT Brasil, empresa referência em tecnologias exponenciais digitais e projetos ágeis, está com 100 vagas para profissionais de TI em suas unidades em Barcelona e Madri, na Espanha.

Nesta edição, as vagas estão voltadas para especialistas em desenvolvimento front e back-end e arquitetos com bons conhecimentos em tecnologias como Java. O processo seletivo contará com uma pré-seleção feita no Brasil, sendo as etapas posteriores conduzidas pelo RH da Espanha. Para ajudar nas despesas de viagem, os candidatos selecionados receberão um crédito de 3000 euros e terão o visto pago pela GFT. Os requisitos para concorrer às vagas são formação na área da Tecnologia da Informação, Computação ou áreas correlatas.

Essa é a terceira vez que a companhia abre oportunidades de recrutamento e seleção de brasileiros para o país europeu, já tendo contratado mais de 150 profissionais estrangeiros para atuação na Espanha nas campanhas dos anos anteriores. Segundo Carlos Eres, managing director da GFT Espanha, o crescimento da demanda por profissionais de TI vem acontecendo por causa do aumento da quantidade de projetos ligados à transformação digital, especialmente aqueles direcionados ao setor financeiro, área em que a empresa atua com pioneirismo.

“Na GFT Espanha, os projetos relacionados à transformação digital têm aumentando muito e precisamos incorporar cada vez mais profissionais. Além da contratação de novos colaboradores espanhóis, também estamos procurando candidatos no Brasil, um país que conta com excelentes profissionais de TI, com muito conhecimento e rápida adaptação aos projetos. A GFT Espanha oferece oportunidades de carreira e programas de incentivo a todos os seus colaboradores”, explica o executivo.

Para Marco Santos, managing director da GFT Brasil e América Latina, as vagas em aberto são excelentes oportunidades para alavancar a carreira de profissionais que já atuam em tecnologia da informação. “Experiências internacionais são sempre enriquecedoras. E, quando você entra em uma empresa com a cultura global e ambiente de inovação da GFT, as oportunidades são ainda mais gratificantes. Os profissionais selecionados encontrarão toda uma estrutura para recepção, integração e estímulo ao desenvolvimento pessoal e profissional”, complementa o executivo. Os candidatos podem se inscrever para as vagas em questão enviando um e-mail com os respectivos currículos para careerbrasil@gft.com até o dia 30/07.

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Startup Loud Voice Services recebe investimento de U$1,5 milhões

O setor de call center parece um serviço do passado, mas ainda possui um faturamento de 50 bilhões de dólares. Por isso, as empresas estão de olho nesse setor e acreditam que é possível trazem mais tecnologia para aumentar sua eficiência. A Loud Voice Services, startup pioneira no desenvolvimento de experiência de voz humanizada com Inteligência Artificial, por exemplo, aposta na integração entre diversas soluções de assistentes virtuais.

Fundada pelo ex-executivo do Facebook Leonardo Leão e pelos desenvolvedores Elio Capelati e Felipe Almeida. Em apenas sete meses no mercado a startup captou 1,5 milhões de dólares em investimento anjo e já desenvolveu mais de 10 projetos pra grandes empresas entre elas: Reclame Aqui, Oracle, Amazon Web Services.

O objetivo da startup é aumentar em 10x seu faturamento até o final de 2019 e conquistar mais empresas que tenham estruturas onerosas de call center ou que possuam área de atendimento mais antigas. “Esse mercado possui grande potencial e nosso objetivo é otimizar ainda mais os serviços e oferecer uma tecnologia de ponta, que possa atender clientes de vários portes”, afirma Leonardo Leão, sócio da Loud Voice Services.

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Circuito Einstein de Startups recebe inscrições para 9ª edição do evento

O 9º Circuito Einstein de Startups, voltado para pequenas empresas de base tecnológica que atuem na área da saúde, está com as inscrições abertas para empreendedores deste segmento. O evento acontece em 10 de setembro, no Auditório Moise Safra e Salão Chella, que ficam no Hospital Israelita Albert Einstein.

Durante um dia inteiro, as 14 startups selecionadas – que serão divulgadas no dia 06 de agosto – terão a oportunidade de expor suas soluções em um stand ou pitch para um público composto por profissionais, investidores, empreendedores e inovadores ligados ao mercado nacional e internacional de saúde.

O circuito acontece dentro do III Encontro Internacional de Empreendedorismo e Inovação em Saúde e abordará os seguintes temas: transformação digital – desafios e oportunidades, inovação e empreendedorismo em saúde na América Latina, os desafios de inovar em Life Science e intraempreendedorismo como mecanismo de inovação.

Para participar do processo de seleção do 9° Circuito, é necessário que os empreendedores se inscrevam, até 18 de julho, no site https://encontroempreendedorismo.inovaeinstein.com.br/9-circuito-startups/.

O evento conta como apoiador diamante a Janssen.

9º Circuito Einstein de Startups

Data: 10 de setembro de 2019
Local: Auditório Moise Safra e Salão Chella – Hospital Israelita Albert Einstein
Endereço: Av. Albert Einstein, 627 – Jardim Leonor – SP
Inscrições e Requerimento:
https://encontroempreendedorismo.inovaeinstein.com.br/9-circuito-startups/startups,

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Brasil é um dos líderes mundiais em fuga de talentos digitais, aponta estudo do BCG

O Brasil é um dos países mais propensos à fuga de talentos locais na área digital. Estudo realizado pelo Boston Consulting Group (BCG) e pela The Network em 180 países aponta que os profissionais brasileiros que atuam no segmento estão entre os que mais desejam construir uma carreira no exterior. De acordo com o relatório Decoding Digital Talent, nada menos que 87% dos experts digitais desejam sair do país, uma porcentagem bem superior à média global, que é de 67%.

Os Estados Unidos, citados por 63%, aparecem como destino de preferência do brasileiro, seguidos de Canadá (51%), Portugal (37%), Alemanha (34%) e Austrália (37%). Entre as cidades, Nova York (EUA), Londres (UK), Lisboa (POR), Barcelona (ESP) e Toronto (CAN) foram, em ordem decrescente, as mais mencionadas pelos entrevistados locais.

Para a realização do estudo, foram entrevistadas 27 mil pessoas com os seguintes perfis: conhecimento especializado (expert-level) em programação e desenvolvimento web, desenvolvimento de aplicativos, inteligência artificial, robótica, entre outras habilidades digitais. Os dados foram recortados do relatório Decoding Global Talent 2018, que, na ocasião, entrevistou 366 mil pessoas de 197 países para identificar as principais tendências entre os profissionais de diversos setores em âmbito global.

Profissionais digitais são mais propensos a sair

Levando em conta todos os segmentos profissionais, na área digital a tendência à imigração é maior. Enquanto 55% dos não especialistas afirmaram estar dispostos a se mudar para uma oportunidade de carreira no exterior, no segmento digital esse índice chega a 67%. E o interesse varia muito de país para país. Em lugares como o Brasil e a Índia, a disposição para tal mudança é de mais de três quartos, enquanto na China, por exemplo, menos de um em cada quatro entrevistados consideraria tal movimento.

Os Estados Unidos são o principal destino para especialistas digitais em todo o mundo. A lista dos cinco países mais atraentes inclui também Alemanha, Canadá, Austrália e Reino Unido, em ordem decrescente. Londres foi a cidade mais citada no âmbito global, seguida de Nova York, Berlim (ALE), Amsterdã (HOL) e Barcelona (ESP).

De acordo com o estudo, uma das razões que priorizam a escolha dos países, além da proximidade geográfica, linguística e cultural, é a possibilidade de maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional, e as possibilidades de aprendizado, treinamento e de crescimento na carreira.

Brasil atrai pouco

Enquanto os experts digitais brasileiros pensam em partir para o exterior, são poucos os estrangeiros que se atraem pelo mercado local. O Brasil ocupa a 23ª posição no ranking geral de atratividade. Os estrangeiros que mais têm vontade de trabalhar no mercado digital brasileiro são de Angola (35%), Peru (34%), Argentina (29%), Costa Rica (22%) e Nicarágua (17%).

BCG indica ações para reter os talentos

Em um momento em que as empresas têm alta demanda por pessoas com habilidades digitais, esses profissionais estão mais dispostos a se mudar para outro país com o propósito de ganhar experiência ou avançar em suas carreiras. Dessa forma, desenvolver ações para atrair ou reter talentos digitais surge como um ponto de atenção para as organizações. O relatório do BCG mostra alguns dos caminhos para enfrentar esse desafio.

“O primeiro passo para as empresas é entender o impacto que tendências digitais – como inteligência artificial, robótica e automação – terão sobre a força de trabalho e como podem melhorar a qualificação de suas equipes nessas especialidades, viabilizando o recrutamento de especialistas digitais para preencher possíveis lacunas”, afirma Manuel Luiz, sócio do BCG que lidera a prática de Pessoas e Organizações.

Startups não são as mais atraentes

Além da tendência imigratória dos especialistas na área digital, o relatório identificou outras características desses profissionais. Uma delas é que, ao contrário do que se imagina, a preferência deles é em trabalhar para uma grande empresa, e não para uma startup. Entre os experts digitais brasileiros, a preferência por local de trabalho são, em ordem decrescente, uma grande empresa, uma startup, pequenas ou médias empresas, órgãos governamentais e de maneira autônoma.

Déficit em Inteligência artificial

Na pesquisa global, foram identificadas 3.666 pessoas como especialistas em Inteligência Artificial (IA); isto é, com conhecimento especializado e capacidade de ensinar o que sabem. Esse número coloca o talento da IA em cerca de 14% dos especialistas digitais.

Como os especialistas digitais em geral, esses profissionais preferem trabalhar para grandes empresas, mas, nesse recorte, a análise do BCG encontrou uma lacuna de gênero ainda maior, com os homens respondendo por 72% dos talentos em IA, em comparação com 68% dos especialistas em digital em geral.

Setenta por cento das pessoas com habilidades de Inteligência Artificial estão dispostas a se mudarem em razão de uma proposta de trabalho, um pouco mais do que outros especialistas digitais. As preferências desses especialistas são os Estados Unidos (38%) e a Alemanha (34%), sendo Nova York e Berlim grandes centros de tecnologia que oferecem amplas oportunidades de emprego.

Confira a íntegra do estudo em: https://www.bcg.com/publications/2019/decoding-digital-talent.aspx

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Accesstage investe R$ 2 milhões na aquisição da startup Kaspper Innovation

Depois de investir R$ 50 milhões em seis startups no ano passado, a Accesstage, uma das principais empresas de tecnologia integradora de soluções e serviços para a gestão de pagamentos, recebimentos e tráfego eletrônico de informações financeiras do país, faz seu primeiro aporte em 2019. A empresa integra ao grupo a Kaspper Innovation, uma fábrica de softwares sob medida adquirida por R$ 2 milhões.

A Kaspper Innovation é uma startup que surge com a expectativa de faturamento superior R$ 3 milhões em seu primeiro ano de operação. “A ideia é proporcionar ao mercado uma experiência diferente de fábrica de software. A Kaspper tem o compromisso de ser parceiro do seu cliente e não só um fornecedor de soluções. E, com a entrada na Accesstage, conseguimos atuar em todo o ecossistema financeiro.” destaca Flávio Eduardo Cardoso, CEO da Kaspper. A negociação entre as empresas surgiu em 2017 e no ano passado as discussões foram direcionadas para mais um novo investimento.

Escritório em Jundiaí – Com o investimento da Accesstage, a primeira mudança na Kaspper acaba de ocorrer. A partir deste mês, a companhia passa a funcionar em Jundiaí, a 60 km de São Paulo, por uma questão muito estratégica. A empresa, com 20 colaboradores, quer fechar o ano com 70 funcionários no total e, para isso, está firmando uma parceria com instituições de ensino no sentido de fornecer tecnologia e atrair mão de obra qualificada em TI na cidade, polo tecnológico nessa área. “Aqui, o colaborador será parte do negócio nos ajudando a pensar na melhor solução para o cliente, equalizando qualidade, preço e prazo para que cada projeto seja uma entrega única e com excelência”, completa Flávio.

As soluções em mobile, API e transformação digital são os carros-chefe dos produtos ofertados pela companhia. “Não vamos apenas prover tecnologia, mas soluções de ponta a ponta, baseadas no mapeamento e na estratégia do cliente para chegarmos à melhor tecnologia a ser implementada”, diz Cardoso.

De acordo com o presidente da Accesstage, Celso Sato, a ideia é estar sempre atentos às startups que já possuam soluções maduras e que possuem sinergia com as necessidades do mercado da Accesstage. “Estamos em busca de startups que possam somar ao portfólio de ofertas Accesstage, além de nos possibilitar ir além do ecossistema financeiro, otimizando também a rotina de outras áreas de negócio das empresas. No caso da Kaspper, pensamos, ‘por que não investir em uma linha de negócios para atender a nossa própria demanda e oferecer os serviços ao mercado?'”, argumenta.

Em 2018, a Accesstage investiu mais de R$ 50 milhões nas startups Trustion, Movats, Negocie Online, Moneto, IN10 e CyberBlock. E os planos de expansão continuam em 2019. A companhia, que espera faturar R$ 100 milhões neste ano, mantém-se de olho nas boas oportunidades de investimento, especialmente entre as empresas inovadoras que atuam com meios de pagamentos, varejo e fintechs. A Accesstage conta atualmente com 120 mil CNPJs conectados, mais de 80 bancos e 34 adquirentes homologadas em seu ecossistema.

Super Marcas em tempos de Super Apps

Por Andrea Dietrich, Sócia/ Digital Transformation & Branding Consultant da Organica

Quando uma amiga recebeu uma entrega da Rappi, me chamou atenção a embalagem super descolada e customizada do próprio serviço. Questionei de onde era o seu pedido, e ela rapidamente respondeu: “Não tenho ideia, queria comida japonesa, percorri as opções disponíveis e escolhi uma delas”. O nome do restaurante estava na embalagem, de uma forma bem sutil que quase nem notei. Quem ganhou a cena foi mesmo a linda caixinha da Rappi. E para completar chegou numa sacola que dizia “seu supermercado online em 35 minutos”, divulgando seu serviço para supermercados.

Os super apps (ou “delivery de tudo”), que resolvem nossas vidas com milhões de funcionalidades num mesmo aplicativo, me fez gerar uma reflexão: como vamos diferenciar as marcas dentro desse novo ecossistema? Como as marcas poderão usufruir desses novos canais de venda, porém preservando seus diferenciais e sua base de clientes?

Os aplicativos próprios das empresas sempre foram ferramentas fortíssimas de fidelização e, consequentemente, de conhecimento do comportamento de seus clientes. Quando começamos a ver um crescimento absurdo desses sistemas integrados, em função de uma lacuna enorme deixada pelas próprias marcas, vemos a divisão dessas bases de clientes. A confiança do consumidor começa a ser mais na plataforma, que atende às suas necessidades de conveniência, do que necessariamente na marca que está de fato servindo.

A grande referência desse movimento é o WeChat na China (com mais de 1 bilhão de usuários) e, seguindo a tendência, a rede de supermercado Pão de Açúcar adquiriu recentemente o James, plataforma de serviços “entrega tudo”. A Magazine Luiza já anunciou que está em seus planos criar o seu super aplicativo próprio para não ficar fora desse jogo. E, nessa guerra de inovações digitais na corrida por otimizar o tempo das pessoas, fazer parcerias com esse tipo de serviço parece ser uma saída rápida e eficiente para ampliar canais. Para quem ainda não tinha um e-commerce próprio, é uma oportunidade de começar a vender online.

Porém, sob a ótica de construção de valor de marca e de engajamento com a sua base de clientes, vale refletirmos alguns desafios do sistema:

01) Seus clientes serão direcionados para uma plataforma terceira, com milhões de outras opções similares;

02) Os super apps vão ficando cada vez mais inteligentes com toda base comportamental dos usuários, e tendo a oportunidade de poder fazer uma curadoria ou filtro de marcas para os usuários em sua plataforma (obs: vale conhecer as iniciativas por tras do Rappi one.rappi.com/);

03) A construção de marcas está cada vez mais pautada na experiência que ela proporciona na vida das pessoas. Como transmitir os diferenciais de experiência do negócio quando você não controla a cadeia (por exemplo quem está selecionando o mamão para o cliente)?;

04) A experiência dos seus clientes e dos shoppers e motoboys das plataformas dentro da loja física merece um cuidado adicional. Cuidado com as filas nos checkouts, as vagas no estacionamento, a harmonia da circulação interna de loja. Alguns varejistas já dedicam um caixa exclusivo aos shoppers de Rappi, iFood e Cia, outros determinam somente algumas lojas para esse tipo de serviço.

Isso tudo não quer dizer que esses apps sejam vilões, ao contrário, são importantes aceleradores para ampliar sua atuação no mercado online, porém, com a ressalva de que não sejam trabalhados como seu canal único e principal a longo prazo. Vale uma estratégia clara e equilibrada do seu ecossistema próprio e terceiro, e daquilo que você quer terceirizar ou não.

Em tempos de “tudo o que quiser em minutos”, é fundamental preservar e potencializar aquilo que as empresas têm de mais importante: sua base de clientes e sua experiência de marca.

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Processos e burocratização são os inimigos da área de TI

Por Frederico Queiroz, da NetSupport

O uso da tecnologia está cada vez mais presente no nosso dia a dia, tanto na nossa vida pessoal quanto profissional, facilitando diversos trâmites que antigamente só eram possíveis de serem feitos de forma manual. Por isso, um dos setores mais estratégicos de uma empresa atualmente é o da Tecnologia da Informação (TI), que, sem dúvidas, é um forte aliado para a inovação e flexibilidade das organizações.

Porém, como tudo tem vantagens e desvantagens, um grande desafio da área é com relação a burocratização dos serviços, que faz com que os processos demorem a ser resolvidos. Atualmente, quando uma organização não tem uma área interna destinada a TI, ela contrata uma pessoa para realizar o serviço que necessita de inúmeras autorizações para a execução do trabalho.

O resultado disso são atrasos nas entregas e na resolução de problemas, gerando insatisfações por parte do cliente, além de aumento nos custos, uma vez que esses profissionais normalmente cobram por hora. Além disso, existem diversas leis federais, estaduais e municipais que impõem regras para que o sistema seja cada vez mais restrito.

Como opção para a resolução desses problemas está a otimização de processos para contratação de profissionais de TI, que é fundamental para que ambas as partes saiam satisfeitas. Atualmente, no mercado diversas startups oferecem serviços mais ágeis, reduzindo a burocracia com a oferta de serviços de acordo com a necessidade e prazo do cliente.

Compreender os processos internos da empresa para a resolução de problemas é o primeiro passo para melhorar o serviço. É necessário investigar quais os tamanhos das documentações, quais os departamentos responsáveis e quais as autorizações necessárias antes de iniciar o trabalho.

Outra atividade primordial para desburocratização é a integração de processos, pois ajuda a otimizar todas as ações entre o profissional de TI e a empresa. Nesses casos, é importante seguir um planejamento concreto para que nada saia do controle. Realizar processos digitalizados e de fácil acesso para todos os setores responsáveis pela aprovação do projeto ou serviço de TI é o melhor caminho para isso.

Outro ponto importante é sempre buscar alternativas e soluções que visam melhorias em todos os setores da companhia, principalmente no setor de TI que diariamente está em evolução. É imprescindível se manter atualizado! A área de tecnologia é o coração de uma empresa e quando não são feitas atualizações constantes, perdemos agilidade.

Em uma área que não para de crescer, é preciso atenção e cuidados para que os processos gerem resultados e aumento na produtividade. Em um mundo, onde a rapidez é um fator importantíssimo para o crescimento do seu negócio, a tecnologia não pode se tornar um empecilho, e sim uma ferramenta estratégica na resolução de dificuldades. Use a seu favor!

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79% dos profissionais aceitariam um emprego de nível hierárquico inferior ao último emprego

Se reinventar tem sido a escolha de muitos profissionais no mercado de trabalho, é o que aponta um levantamento realizado pela Catho. Segundo a Pesquisa dos Profissionais, 79% aceitariam um emprego de nível hierárquico inferior ao último emprego.

A pesquisa ainda aponta outras condições que os profissionais aceitariam apenas para conseguir um emprego: 86% trocariam de carreira e área de atuação, enquanto 73% aceitariam um salário inferior à sua última remuneração.

Se por uma lado encontrar o tão sonhado emprego parece a solução de muitos problemas, por outro, a depender do caso, aceitar as mudanças de área e até mesmo de salário podem resultar em outras questões dentro do trabalho, tais como desmotivação e frustração.

Para Bianca Machado, gerente sênior de Catho, ao longo do processo de encontrar um emprego, o profissional passa por alterações comportamentais. Para cada etapa o profissional reage de forma diferente, sendo guiado por emoções. A busca, a entrevista, o recebimento de proposta e após a contratação, o período de experiência. Durante esse momento ele não avalia criteriosamente as escolhas, pois está motivado a simplesmente estar empregado.

“Após esse período, ele começa a pensar sobre as antigas e atuais e expectativas e, logo, isso acaba pesando bastante na decisão, pois o profissional tem convicção que poderia estar melhor empregado. Nesse momento sentimentos como desmotivação e frustração começam a causar um impacto maior na carreira”, afirma Machado, que listou, ainda, quatro pontos que precisam ser bem avaliados antes do profissional aceitar um trabalho abaixo da expectativa.

Propósito

Você trabalharia em uma empresa do time de futebol adversário ao seu? Parece simples, mas na prática, abrir mão dos próprios valores e propósitos refletem diretamente na carreira profissional.

Localização do trabalho x moradia

Ter que se deslocar muitas horas preso ao trânsito, metrô, ônibus ou trem. Será que o desgaste físico vale realmente a pena? Às vezes, em um primeiro momento a escolha pode parecer propícia, mas é necessário avaliar em longo prazo quais os impactos que ela trará para a vida pessoal do profissional.

Cultura que viabiliza a motivação

Uma empresa com um ótimo clima, oferece férias coletivas, permite flexibilidade de horários e possui creche para os filhos? Seria um sonho! Por vezes, a empresa oferece menos salários e benefícios que o esperado, mas em contrapartida proporciona uma cultura de motivação que faz com que o profissional queira realmente estar ali.

Pacote de benefícios

Vale-transporte, vale-alimentação, plano de saúde, bônus, auxílio-creche, dentre outros. Muitos são os benefícios que as empresas podem oferecer aos funcionários, permitindo equilíbrio entre o salário (às vezes abaixo de expectativa) e o custo de vida. Na hora de se recolocar, esse é mais um ponto que deve ser avaliado e calculado com atenção.

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