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SAP e Korn Ferry ampliam parceria para aprimorar programas de gestão da experiência do funcionários

A SAP e a Korn Ferry reforçam parceria para desenvolver um serviço global de consultoria com o objetivo de aprimorar os programas de experiência dos funcionários baseado em soluções de Experience Management (XM) Platform da SAP Qualtrics & SuccessFactors.

Como parte da rede de parceiros Qualtrics (QPN) a Korn Ferry passa a integrar e ofertar um conjunto de serviços de consultoria e assessoria para clientes em mais de 50 países, apoiada no Qualtrics EmployeeXM, desenvolvido sobre a Qualtrics XM Platform, para apresentar insights de engajamento dos funcionários em tempo real, que ajudam empresas a atrair, envolver e reter uma força de trabalho de classe mundial. A tecnologia permite que gerentes e funcionários identifiquem lacunas na experiência do funcionário, desde o recrutamento e a integração no ambiente de trabalho, até a gestão do desempenho, a fim de melhorar o engajamento, elevar a produtividade e reduzir os atritos em cada ponto de contato.

Esse é o caso da Alpargatas, que iniciou a implementação de SAP Qualtrics para uso interno, visando gerenciar cada etapa da experiência dos funcionários e será pioneira no Brasil em utilizar a ferramenta para entendimento da jornada do colaborador. Este projeto será conduzido pela KornFerry e consultoria da SAP para implementar até março de 2020 a plataforma SAP Qualtrics EX, que visa identificar oportunidades para melhorar o engajamento e aperfeiçoar cada ponto de contato do funcionário dentro da empresa.

A Korn Ferry também poderá disponibilizar seus estudos de “Engaged Performance” que avaliam o engajamento dos funcionários e analisam os resultados usando seus recursos de propriedade intelectual (IP e benchmarking organizacional) na plataforma Qualtrics XM Solution.

“Com a parceria entre Korn Ferry e SAP Qualtrics & SuccessFactors, nossos clientes poderão avaliar os dados sobre funcionários, revelar insights precisos e agir rapidamente com base em metodologias testadas e aprovadas pela indústria com o objetivo melhorar a experiência da força de trabalho”, afirma Jackson Borges, vice-presidente da área de SuccessFactors na SAP Brasil. “Estamos empolgados para combinar o conhecimento da Korn Ferry com nossa tecnologia, para que nossos clientes possam se manter competitivos na economia de hoje, em que cada experiência tem a sua importância”, completa.

“O Qualtrics Employee Experience oferece tecnologia adaptável, escalonável, ágil, moderna e voltada para o futuro, que apoia os serviços especializados da Korn Ferry”, afirma Ignacio Escalas, Diretor da Korn Ferry Digital para América Latina. “Essa parceria nos permitirá oferecer ao mercado a melhor plataforma, com pesquisas sobre engajamento e cultura dos funcionários, análises 360º e ferramentas de escuta social que permitem gerenciar talentos efetivamente”, complementa Escalas.

Quem disse que as fintechs querem acabar com os grandes bancos?

Por Ralf Germer

Recentemente, grandes instituições financeiras do Brasil reportaram o fechamento de centenas de suas agências. Desde então, muito se tem questionado sobre se as fintechs, com seus serviços e produtos inovadores, eficientes e mais baratos para o consumidor, vão acabar com os grandes bancos. E como poderiam, de certa forma, ser responsabilizadas por esse cenário. Tendo em vista que cerca de 92% de todos os lares brasileiros têm ao menos um smartphone e que no país há cerca de 45 milhões de pessoas sem conta bancária, acredito que a popularização das contas digitais justificaria melhor o que anda acontecendo.

É verdade que as fintechs têm conquistado cada vez mais espaço no mercado financeiro e que a entrada de novos players no setor favorece a competição, mas dificilmente seremos capazes de competir com nomes como Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – que além de concentrarem mais de 80% dos depósitos e empréstimos, segundo o Relatório de Economia Bancária divulgado pelo Banco Central – também oferecem uma série de conveniências atrativas para os clientes.

É mais fácil pensar assim: se por um lado as fintechs são capazes de fornecer soluções que simplificam a vida das pessoas e atendem suas necessidades específicas, por outro, os bancos muitas vezes são responsáveis por tornar viáveis essas inovações, além de utilizar sua capilaridade para atingir o consumidor. Ou seja, nessa relação quem ganha no final das contas é sempre o usuário final.

Já que citei o Banco Central, aproveito para dizer que ele tem um papel decisivo na evolução do mercado financeiro no país. Iniciativas como os pagamentos instantâneos, que aceleram o fluxo do dinheiro e ajudam o crescimento econômico do Brasil, e o open banking, que permite maior integração entre os bancos e as fintechs, são vistas de forma muito positiva, já que abrem o mercado para soluções que atendem ao novo cenário.

Para satisfazer uma população cada vez mais digital e que busca por soluções mais ágeis, simplificadas e de baixo ou nenhum custo, os bancos vão precisar adaptar alguns dos seus modelos de negócios. Como eles têm muito capital e, no Brasil, alta rentabilidade, eles poderão investir em novas tecnologias e, ainda, adquirir fintechs.

De acordo com o Fintech Mining Report, da Distrito – empresa que desenvolve dados sobre as startups brasileiras – existem 115 fintechs atuando com meios de pagamento e, dessas, 68 realizam processamento. No campo dos serviços digitais, 13 oferecem contas digitais. O que quero dizer com isso? Que ainda que atuem com transparência e atenção ao cliente, muitos players também vão desaparecer, uma vez que estamos falando de um segmento de inovação e sempre haverá aqueles que acabam se destacando em relação aos outros. Faz parte do jogo!

Ralf Germer, CEO e co-fundador da PagBrasil

WhatsApp e o Atendimento ao Cliente do futuro

Por Martin Frascaroli, CEO da Aivo

O WhatsApp foi o aplicativo mais baixado de 2019 com 709 milhões de instalações a nível mundial. Nos últimos anos, esta ferramenta destronou as redes sociais para se tornar um dos aplicativos que mais usamos para interagir com amigos e familiares e, agora, também com empresas.

A forma com que nos comunicamos entre pessoas foi evoluindo rapidamente na última década, passando pelo telefone, o e-mail, e as redes sociais até chegar às mensagens instantâneas, caracterizada pelo imediato e pessoal. A dinâmica com a qual as pessoas se comunicam com as empresas também mudou e hoje coexistem todos esses canais de atenção.

Uma tendência mundial

Hoje, já são mais de 3 milhões as empresas que utilizam o WhatsApp com o objetivo de conquistar relações mais pessoais, fluidas e multimídia com seus clientes. O jornal The Washington Post chamou o atendimento ao cliente através de mensagens instantâneas como “a maior mudança na indústria desde o 0800”.

Empresas de todas as vertentes como o Banco Bolivariano e a General Motors estão utilizando aplicativos de mensagens como o canal principal para a comunicação com o cliente. Coo resultado, estão notando um nível de aceitação incrível por parte dos consumidores.

O lançamento da API empresarial do WhatsApp em 2018, assim como o Apple Business Chat, fortaleceram ainda mais este movimento e ofereceram às empresas ferramentas concretas e inovadoras para atender aos clientes em seus meios de preferência.

O WhatsApp se tornou um dos canais mais populares entre as empresas. Algumas marcas inclusive estão indo tão longe quanto deixar de usar e-mails totalmente como método de contato de atenção. Mas por quê? Porque é o que os clientes querem.

De acordo com uma pesquisa do Facebook Messaging, 53% dos consumidores diz que é mais provável comprar em uma empresa que ele possa enviar mensagens, e 63% diz que hoje envia mais mensagens para as marcas do que há dois anos. E não se trata somente das gerações mais jovens. Enquanto 65% dos GenX e dos Millennials favorecem as mensagens, 63% dos Baby Boomers também prefere este tipo de comunicação.

Por que as empresas estão implementando o WhatsApp?

A revolução do atendimento ao cliente já está caminhando pelas mãos das mensagens instantâneas, e o WhatsApp está liderando o mercado em quase todo o mundo. Isso não é nenhuma casualidade: Os consumidores querem um atendimento eficiente e as empresas querem fortalecer continuamente a relação com seus clientes. O WhatsApp e os aplicativos de mensagens satisfazem ambos os objetivos.

1. Omnicanalidade

Uma estratégia de atendimento ao cliente por mensagens se adapta ao estilo de vida do consumidor. Hoje, as pessoas fazem tudo em seus smartphones e passam a maior parte do seu tempo interagindo nestes tipos de aplicativos. Ao oferecer um atendimento ao cliente por este meio, o usuário não deve migrar para outras plataformas. Como resultado, há um maior grau de interação e um tempo médio de resposta menor em comparação a outros canais.

2. Flexibilidade e assincronia

Os apps de mensagens se destacam por sua flexibilidade, já que permitem tanto ao cliente quando ao agente de atenção retomar a conversa quando, como e onde quiserem. Estes tipos de conversas assincrônicas ajudam as empresas a se integrarem à rotina do consumidor moderno e dar assistência a ele de uma forma mais conveniente e inteligente. Desta forma, os consumidores já não têm que esperar ao telefone por muitos minutos até que se resolva o problema, mas simplesmente podem enviar uma mensagem em poucos segundos e continuar com sua vida até receber uma resposta.

3. Experiências personalizadas e empatia

Os aplicativos de mensagens são mais pessoais e permitem envolver conversas mais próximas. Enquanto o e-mail muitas vezes pode ser um canal lento e burocrático, estes aplicativos desenvolvem uma comunicação um-a-um entre o cliente e o representante, fortalecendo a relação. O uso de linguagem natural, gifs e emojis também ajuda a contribuir para a personalização da conversa e a falar com os clientes da forma que eles se comunicam com seus amigos e familiares.

4. Redução de custos e tempos de espera

Segundo o Execs in the Know, um live chat tem um custo de U$3 por interação, enquanto que em aplicativos de mensagens instantâneas este número se reduz a U$1. Por sua vez, os agentes de atenção telefônica podem atender, em média, 15 clientes por hora; enquanto que através de aplicativos de mensagens eles podem ajudar 60 pessoas no mesmo intervalo de tempo. Não apenas permite que as empresas reduzam custos como também faz com que menos clientes permaneçam à espera de que um agente libere para atender sua consulta.

5. Respostas mais rápidas

Muitas empresas também estão optando por incorporar chatbots ao WhatsApp para automatizar e agilizar os processos de atendimento ao cliente. Isso permite que os clientes recebam assistência 24/7 e obtenham respostas a perguntas frequentes de forma imediata. Assim, o cliente pode obter resposta a consultas como “quais são os métodos de pagamento?” ou “quando chega meu pedido?” a qualquer hora do dia e sem esperar nem um par de segundos a mais.

Recomendações

Bem, então o que as empresas precisam levar em consideração quando elas querem utilizar este canal em sua estratégia de atendimento ao cliente?

– Agregar valor através de uma comunicação transacional

Isto significa conectar o WhatsApp com a informação do usuário para, por exemplo, notificar a ele o estado do seu pedido, confirmar a compra, lembrá-lo de que sua dívida vencerá, etc. Isso o dará um valor adicional ao atendimento e personalizará a experiência do cliente. Além disso, nada de spam! Para manter um vínculo próximo e pessoal com o cliente através do WhatsApp, comporte-se como se fosse mais um amigo do seu histórico de conversas.

– Os clientes têm que saber que a marca está no WhatsApp

Comunicar aos seus clientes que podem utilizar o WhatsApp para se comunicar com a empresa e implementá-lo naquelas etapas do customer journey onde seja mais relevante.

– Se apoiar nos dados e nas métricas

Nem todos os clientes são iguais e é importante conhecer como eles se comportam. Não importa o canal ou a estratégia, sempre é recomendável monitorar KPIs específicos para conhecer o comportamento dos usuários e assegurar uma melhora constante da sua experiência. Algumas métricas a considerar são o tempo médio de resposta, a satisfação do cliente e o volume de mensagens. É importante medi-las ao longo do tempo e analisar como elas evoluem e quais práticas podem se colocar de pé para melhorá-las. Como eu sempre digo: não se pode melhorar o que não se mede.

– Sim, implemente o tom de voz da marca, mas adaptado ao canal e seja criativo

O tom é indispensável para fortalecer a identidade da marca e ser consistente no trato com os clientes, e ele deve se manter em todas as comunicações e canais. No entanto, cada canal tem sua própria dinâmica que deve ser respeitada. No caso do WhatsApp, recomendo mensagens curtas, o uso de gifs, emojis e multimídia, e até áudios breves para ir direto ao ponto. Neste canal, você pode se comunicar com seus clientes da forma que eles o fazem com os amigos e familiares.

– Se apoiar na tecnologia e otimizar a experiência do cliente

Automatizar é uma boa ideia para estar presente as 24 horas do dia e responder a perguntas simples e frequentes de forma imediata. Isso solucionará uma grande porcentagem de consultas sem a necessidade de recorrer a um agente.

Conclusão

Na medida em que mudam os hábitos e preferências dos consumidores, é importante que as empresas modifiquem seus processos e se adaptem a eles. Hoje, a conveniência é a prioridade número um dos usuários, especialmente considerando que estão constantemente em movimento e realizando múltiplas tarefas do seu smartphone.

Utilizar o WhatsApp para a comunicação corporativa possibilita melhores e mais eficientes comunicações com os clientes, resultando em uma melhor experiência, um incremento da confiança e lealdade, e o fortalecimento do vínculo a longo prazo com o público. Além disso, não somente permite às empresas oferecer um melhor atendimento ao cliente, como também as posiciona como inovadoras, humanas e futuristas, se destacando na competência.

Sem dúvidas, incorporar o WhatsApp na estratégia de comunicação é se preparar para o cliente e os negócios do futuro. Se trata de entender as modalidades e dinâmicas que predominam no mercado e evoluir, consequentemente. Em um ecossistema digital competitivo e em constante transformação, a adaptação a estas novas dinâmicas é o único e mais importante método de sobrevivência.

UOL DIVEO: Black Friday registra aumento de 40% no faturamento de e-commerce

Época de alto volume de compras, a Black Friday tem caído nas graças dos consumidores brasileiros. Para analisar o evento e o volume de vendas, o UOL DIVEO, empresa que oferece serviços de tecnologia para apoiar as companhias em sua jornada para o digital, fez um levantamento com 20 clientes varejistas de diversos setores. Destes, 8 constataram um aumento de 40% no faturamento – se comparado a mesma época em 2018.

A pesquisa, que aconteceu durante a Black Friday, de 25 a 30 de novembro (semana conhecida como “Black Week”), revelou que um grande varejista de moda que é cliente do UOL DIVEO registrou os seguintes crescimentos: 48% em pageviews, 90% em faturamento, 22% em sessões e 15% mais usuários este ano. Já um outro cliente que é uma grande rede de supermercados apontou que teve 69% de aumento em sessões e 68% em usuários. Entre os setores que mais tiveram vendas estão: varejo de moda, bens de consumo embalados, tais como bebidas, alimentos e cosméticos.

Lições aprendidas

O UOL DIVEO e a Compasso, uma empresa do UOL DIVEO focada no desenvolvimento de soluções de transformação digital para o mercado corporativo, disponibilizaram uma estrutura com mais de 600 profissionais que estiveram focados nas operações de Black Friday dos clientes, realizando testes de performance e capacidade dos ambientes, ajustes e acréscimo de infraestrutura e desenvolvimento de soluções de transformação digital para oferecer uma experiência personalizada aos consumidores.

De acordo com Everton Pelissari, diretor de Negócios do UOL DIVEO, a empresa apoiou os clientes tanto em suas infraestruturas on premises e cloud como ativamente em testes de performance da capacidade dos ambientes. “Estivemos presentes nestes cenários para garantir que todo o sistema funcionasse de forma integrada. Este ano, notamos que houve um aumento de uso de componentes em cloud, que confirmou uma tendência de mercado e que estamos no caminho certo” comentou.

Seguindo a onda de nuvem está a compra via mobile, já que esse ano foi registrado um alto volume de consumidores que baixaram os aplicativos oferecido pelos varejistas e concluíram suas compras neste ambiente. “O app nos dá a oportunidade de fidelização do cliente, com isso, podemos conhecer melhor seus costumes, produtos de interesse e nos permite fazer campanhas customizadas”, conclui Everton.

No ponto de vista de marketing, a pesquisa do UOL DIVEO constatou um movimentou prévio dos clientes no quesito de propaganda das promoções. As empresas de e-commerce lançaram campanhas já no início de novembro, que fez com que os consumidores antecipassem as compras. Dessa forma, o consumo de infraestrutura foi beneficiado ao descentralizar a necessidade de recursos computacionais, otimizando o investimento do varejista online.

Além da pulverização das propagandas antecipadas, outras frentes foram abertas para que o varejo atingisse o público de interesse. Enquanto um varejista apostou em uma programação de ofertas de 5 horas com os maiores Youtubers do Brasil e transmissão simultânea em oito canais, outra empresa optou por transmitir shows de diversos ritmos – sem abrir mão de expor seus produtos. Everton comenta que “a fórmula do sucesso em vendas deste ano é simples e está depositada em dois fatores: marketing inteligente que conversa com o consumidor interessado em comprar e oferta de produtos que de fato estão na promoção”.

Para Everton, ainda é preciso estar bem preparado em períodos de maior pico de demanda. “A conquista de um cliente começa com uma jornada de compra personalizada com conformidade em todos os ambientes – seja ele online ou físico. Se um canal não funciona, a compra e a fidelização do cliente são comprometidas. Dificilmente ele voltará para aquela loja em outras épocas do ano. A Black Friday, assim como outros grandes eventos de compras, é uma oportunidade que deve ser aproveitada para mostrar aos consumidores que é possível oferecer um produto de qualidade e com preço acessível”, conclui.

Guia para incorporar freelancers nas empresas

Apenas no último ano, a atividade freelance cresceu 80%, de acordo com dados da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. Na plataforma, já são mais de 2,5 milhões de profissionais, e já foram realizados mais de 880 mil projetos. Em um momento em que as empresas estão com escassez de profissionais qualificados, especialmente na área de tecnologia, a contratação de freelancers pode ser uma boa alternativa para realizar projetos.

Além disso, os profissionais também estão buscando trabalhos mais flexíveis: dados da Workana apontam que 56% gostam de manejar seus próprios horários. De acordo com Daniel Schwebel, primeiro country manager da Workana no Brasil, o trabalho já não é tanto um lugar para onde vamos, e sim, algo que escolhemos para fazer. “Esta visão não somente impacta os trabalhadores como também transforma as organizações. As empresas são cada vez mais conscientes de que os recursos são limitados e que os projetos são infinitos. Ao enfrentar novos projetos, há também a contrapartida necessária de não superdimensionar estruturas com projetos que são cada vez mais solucionados baseados em datas e prazos específicos, e que geralmente podem durar até uma semana”, explica Schwebel.

De acordo com um estudo realizado pela Workana, cerca de 58% das empresas que contratam freelancers são multi ou transnacionais. Dos motivos para contratar esses profissionais, 42,5% das empresas apontam que necessitavam de um apoio externo para focar nas prioridades do negócio, 21,7% para realizar projetos pontuais e 16,3% pois acreditam que o freelancer pode somar ideias e experiências próprias que ajudem na realização ou aprimoramento de um projeto.

O executivo aponta que algumas das principais dúvidas que as empresas costumam ter na hora de contratar um freelancer é não saber do que o profissional é capaz e que tipo de perfis podem encontrar, ou ainda de que maneira e em quais projetos eles podem escolher avançar com essa opção.

Quais são os pontos de atenção?

• Ter claro uma data de início e de finalização de projeto (pelo menos estimada);

• Definir que tipo de entregáveis são esperados (aplicadas ao projeto) e em que condições espera-se receber. Exemplos: código fonte, manual de marcas, editáveis, etc;

• Canal de comunicação: é muito importante manter a comunicação de maneira contínua, estabelecendo horários e modalidades preferidas;

• Apresentação de avances: é importante acordar antecipadamente sobre a frequência e horário que se espera para que o profissional apresente os avances. Isto ajuda a fazer correções ao longo do percurso, se for necessário.

• Demanda por horas para o projeto: mínimo de horas requeridas semanais, se é necessário que trabalhe em um horário específico ou ainda ter um horário comum para responder consultas, atender chat de clientes, recepcionar chamadas, reuniões, etc.

O que já deve estar acordado?

Antes de iniciar a pesquisa, a organização deve realizar um exercício de reflexão e tentar cobrir a maioria dos seguintes requisitos.

• É importante ter um breve resumo do projeto que cubra o que é, o que se espera, como serão alcançados os objetivos, quando e com que orçamento. Este resumo deve ser o mais claro possível, não apenas para ajudar a definir quais perfis são indicados para o projeto, mas também como um documento no qual o cliente e o profissional possam começar a trabalhar.

• Definir se prefere que o projeto seja executado como um projeto fixo, com entregas definidas ou se a modalidade de horas é melhor opção, porque é esperado que se cumpram as tarefas especificadas, as quais podem mudar ao longo de um projeto.

• Material de trabalho: deve ser disponibilizado e definido o material que será entregue ao profissional para levar o projeto adiante, otimizar o tempo e a qualidade do trabalho.

Perguntas frequentes que as empresas realizam para a Workana

As perguntas mais frequentes estão sempre relacionadas com os medos e com as preocupações diante da modalidade de trabalho que ainda desconhecem.

1) Como posso controlar o que faz um freelancer que não se encontra trabalhando de maneira presencial no escritório?

As metodologias de controle podem ser várias, dependendo do tipo de projeto. A primeira metodologia é a comunicação, estabelecer um canal claro e direto com o freelancer é um ponto fundamental. Por sua vez, acordar uma reunião semanal ou quinzenal é recomendável sobretudo para projetos grandes. Outra metodologia de controle são as pré entregas. Programar para receber conteúdos que adiantem a entrega final, ajuda a ter visibilidade do trabalho do freelancer. Isso te possibilita a tomar ações corretivas sobre o andamento e evitar desvios na entrega final ou atrasos no projeto.

2) Se os prazos e objetivos do projeto são cumpridos.

É importante discutir esses pontos em uma reunião inicial com o freelancer. Para ter este ponto bem claro é importante que o cliente já tenha identificado para quando precisa do trabalho e qual é o objetivo e necessidade do mesmo, para poder transmitir ao profissional de forma clara. Cruzar estas informações com as entregas ajudam a otimizar a experiência.

3) Se os profissionais são idôneos para assumir seus projetos.

Neste ponto, é importante ter como parceiro uma plataforma de confiança que faça o intermédio desses contatos, como a Workana. Só assim será possível pedir ajuda caso haja algum problema na entrega do projeto.

4) Como assegurar a qualidade do produto final entregue pelo freelancer.

A qualidade no produto final é composta pela qualidade durante todo o processo, desde ter claro o objetivo do projeto resumido a um briefing, seguido pela seleção do recurso, conhecer o mesmo em uma entrevista e contar de forma clara o objetivo do trabalho.

Uma vez selecionado o recurso, deve-se implementar metodologias de controle e feedback, instâncias parciais de entrega e revisão de resultados com relação ao freelancer e o cliente por um trabalho de qualidade.

5) Como posso proteger as informações que necessito compartilhar com o profissional.

Dependendo do tipo de projeto que está sendo realizado, o profissional que irá executá-lo pode contar com uma informação parcial, ou ter acesso integral a ela. Se houver esta necessidade num projeto, nós da Workana sugerimos que o cliente faça um contrato NDA (Non Disclosure Agreement) para reforçar ao freelancer a importância da confidencialidade no projeto e em seu conteúdo.

6) Se é possível realizar trabalhos de forma presencial.

O core da Workana é o trabalho remoto, já que acessamos o talento através de qualquer zona geográfica de onde se encontra o escritório do cliente. No momento em que limitamos uma determinada zona, a quantidade de profissionais passa a ser menor. Tendo em conta estes pontos, temos feito alguns projetos de forma presencial, nos quais incorremos em contratar um seguro para o freelancer pelos dias em que o projeto está em andamento, sendo os custos do seguro assumidos pelo cliente.

A Workana tem profissionais de diversas formações e especificações. Os principais perfis vão desde habilidades de TI e Programação, Marketing Digital, Design e Multimídia, Redação e Tradução, etc. Mas também temos outras categorias que já nos solicitaram, como engenheiros, especialistas em comunicação, perfis de finanças, equipe de vendas. Os requerimentos foram vários e nossa base é muito boa.

Decolar divulga os destinos mais procurados durante a Black Friday

A Decolar – maior empresa de viagens online do Brasil e América Latina — acaba de divulgar o ranking dos destinos mais procurados pelos brasileiros durante a Black Friday. Na companhia, a ação promocional começou com campanha em 28 de novembro e foi finalizada em 1º de dezembro.

O levantamento revela que São Paulo está em primeiro lugar no ranking dos destinos nacionais. Isso porque a capital paulista atrai passageiros oriundos de cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, por exemplo, que desejam vivenciar experiências culturais e gastronômicas. Já no internacional, a liderança fica por conta de Orlando, nos Estados Unidos, que mesmo com a alta do dólar, o brasileiro se programou e esperou uma ação promocional, como a Black Friday para concretizar o sonho de viagem.

Confira o ranking completo:

Como fazer uma adequação legal dos contratos de trabalho à nova lei de proteção de dados?

Por Julia Marins, advogada especialista em Direito Trabalhista do escritório Giugliani Advogados

Com a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), mostrou-se essencial para as empresas verificarem as novas regulamentações em relação a seus bancos de dados em vistas ao cumprimento da nova legislação. É importante ressaltar que esta lei traz, inclusive, impactos em relação aos contratos de trabalho que as empresas já tenham com seus funcionários.

A partir desta disposição legal, para realização das atividades nas quais haja tratamento de dados, é imprescindível a observância dos parâmetros para armazenamento e coleta, assim como o devido registro em relatórios e nomeação de um encarregado de proteção de dados pessoais, entre outras deliberações advindas da lei.

Ainda pensando na adequação legal dos contratos de trabalho que mantêm e nas novas contratações que poderão realizar, é muito importante as companhias contratarem uma assistência jurídica que realize serviços de análise de todos esses contratos, a fim de que possam se adequar às novas normas e até mesmo proceder com inclusão de cláusulas acerca do consentimento expresso e da responsabilidade específica no tocante ao tratamento de dados, para melhor atender às necessidades do empregador e dos empregados.

Neste passo, deverá ainda ser observado o prazo para armazenamento dos dados, não só de empregados, mas também de todos os indivíduos dos quais houver a coleta de dados, ainda que na fase pré-contratual, motivo pelo qual as cautelas deverão ser adotadas desde o anúncio de emprego até o fim da relação contratual.

E, assim sendo, é essencial que todas as empresas busquem auxílio profissional adequado, em especial auxílio jurídico, para que haja uma análise completa de condutas a serem adotadas e revisão dos contratos a qualquer tempo, bem como solicitar a elaboração de modelos para adequação às inovações trazidas, para que possam atuar com segurança jurídica dentro dos parâmetros legais.

Vamos falar sobre empresarismo?

Por Daniel Domeneghetti

O mundo decidiu apostar no chamado empreendedorismo, que tem como objetivo desbravar o mercado em busca de novos modelos de negócios. A economia, certamente, impulsionou essa iniciativa quando o mercado de trabalho passou a ter um novo perfil e a Geração Y, aqueles que estão na faixa de 21 a 34 anos, buscou novas formas de atuação profissional.

E aí vieram as avalanches de startups. Muitos enxergaram este movimento como a saída para revolucionar o mercado, sendo um mecanismo para encontrar a solução de problemas em diferentes setores. E a quantidade de iniciativas neste sentido só tem aumentado. Segundo levantamento feito pela Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o número de empresas startups cadastradas na associação dobrou entre 2012 e 2017, indo de 2.519 negócios para 5.147. Hoje, já são 12 mil empresas seguindo esse modelo.

Com os sonhos, vieram os investimentos e o Brasil passou a sediar os novos unicórnios, termo que classifica empresas que deslancham em seus segmentos e passam a valer mais de 1 bilhão de dólares, como a Nubank, a Pagseguro e a 99 Táxi. Hoje, no País, há cerca de sete mil investidores dispostos a investir pelo menos 50 mil reais, segundo dados da associação Anjos do Brasil.

É um mundo a explorar e também a questionar! Por um lado, temos uma avalanche de pessoas com conhecimento e boa vontade querendo transformar o mercado. Do outro lado, instituições sedentas para injetar dinheiro em um produto novo. A soma disso é uma quantidade expressiva de novos empreendedores que dão o sangue em busca da carta de alforria: receber um bom aporte de dinheiro pela sua brilhante ideia fim!

Está errado! Não precisamos de empreendedores querendo apenas levantar fundos. Precisamos criar o empresarismo, ou seja, criar empresários, que passam parte da vida se dedicando aos negócios e fazendo com que eles se desenvolvam e deem frutos no mercado. É disso que precisamos!

Para aproveitarmos esses investidores que podem emergir os novos negócios, temos que conectar aqueles que trazem a inspiração aos que têm condições de subsidiar essas novas ideias que surgem dia a dia. Assim, teremos condições de colocar uma nova turbina no Brasil, já que a estrutura político-econômica não dá condições para quem quer apostar no mercado.

É hora de arregaçar as mangas, mostrar que cada iniciativa não deve ser pensada apenas para ser vendida, mas sim ser regada para semear o mercado. O pensamento da venda de uma grande ideia turva a proliferação de um mercado fértil para esta e para as próximas gerações. Vamos apostar no empresarismo para transformar nosso País!

Daniel Domeneghetti, especialista em relações de consumo, em práticas digitais no relacionamento com cliente e CEO da DOM Strategy Partners

Black Friday: eletrônicos lideraram com alta de 17,23% na procura em lojas

Levantamento realizado pela FX Retail Analytics, empresa especializada em monitoramento de fluxo para o varejo, em parceria com a F360º, plataforma de gestão financeira para pequenos e médios comerciantes, mostra que a movimentação nas lojas durante a data aumentou 10,35% em relação ao ano passado.

O destaque ficou para a região Nordeste, que, sozinha, concentrou um aumento de 17,22% – no comparativo, a região Sudeste teve um crescimento de 10,37%.

A FX e a F360º também avaliaram a movimentação das lojas uma semana antes da Black Friday, que compreende o período de “esquenta BF”. Nele, foi observado um aumento de 8,65% no fluxo de consumidores em lojas de todo o País.

Já no acumulado, o mês de novembro registrou um aumento de 28,46% em relação ao mesmo período do ano passado. Por fim, na comparação com o mês de outubro, a FX e a F360º observaram um salto de 35,88% no fluxo de consumidores em lojas.

Quanto aos segmentos de consumo, as empresas identificaram que os eletrônicos seguem sendo a preferência dos brasileiros na hora de saírem às compras na Black Friday: o segmento registrou uma alta de 17,23% na procura em lojas.

A fintech F360º também fez um levantamento paralelo sobre o fluxo de caixa das empresas no mesmo intervalo de sexta-feira (29) a domingo (1). A empresa constatou um aumento de 29,4% em relação ao mesmo intervalo de tempo do ano passado. Nesse caso, foi a região Sul que disparou na frente, registrando salto de 43,8% no movimento dos caixas — em comparação, a região Sudeste teve aumento de 30,4%.

No acumulado mensal, houve um aumento de 28,6% em novembro em relação ao mesmo período de 2018, e um crescimento de 29,7% em relação ao mês passado.

Desenvolvedores mudam perfil para enfrentar a concorrência no mercado de trabalho

Os desenvolvedores estão em ascensão no mercado, com a demanda pelos serviços do profissional aumentando a cada ano, seja para começar novos projetos ou ampliar outros serviços. Devido a esse ‘boom’, o próprio meio tem pressionado os “devs”, como são chamados, a passar por uma transformação profissional.

Muitos ainda optam por “codar’ de maneira freelancer, sem um vínculo empregatício com determinada empresa. De casa ou em um atendimento ‘in loco’ é possível oferecer todas as soluções para o negócio do cliente. No entanto, atualmente, não basta “codar” e enfrentar a mudança exige aperfeiçoar o próprio perfil.

“Quando falamos do perfil do dev que trabalha mais sozinho, aquele ‘faz-tudo’, inicialmente, ele se via apenas como programador, mas o mercado está exigindo uma mudança, pois, atualmente, ele também é um microempresário, por isso, tem que cuidar do relacionamento com cliente”, explica Letícia Araújo da Silveira, responsável pelo Marketing de Relacionamento com Parceiros de Locaweb Pro.

O processo, que até então era natural, de sempre ter cliente buscando serviço já não ocorre mais como antes. “Hoje há mais facilidade para colocar um site na internet, então, a demanda natural que existia diminuiu, tem ainda o avanço das redes sociais e os diversos canais que as pessoas podem trabalhar o negócio. Soma-se ainda o cenário de crise, com orçamentos reduzidos”, disse Araújo.

Com o crescimento de pequenos e médios negócios e a ampliação dos investimentos no online, o profissional de programação é uma ótima opção para o mercado. Porém, o cliente, que tem o perfil mais leigo, busca resultados específicos e precisa entender como o dev pode ajudá-lo com isso.

A necessidade acaba despertando essa ‘veia’ dos negócios para quem estava acostumado apenas a ‘codar’. Para permanecer ativo, tem que conciliar as atividades para cuidar dos negócios, gerenciar a carteira de clientes, fazer cobranças, etc. Tudo isso se tornou um desafio para os profissionais que precisam se tornar proativos. “Os devs já entenderam, não quer dizer que estão confortáveis ou gostem, mas viram que é necessário e estão cada vez mais buscando ajuda”, afirma Araújo.

A Locaweb Pro, unidade de negócios da Locaweb dedicada às agências e desenvolvedores, percebeu essa dificuldade que muitos enfrentam no dia a dia e, por isso, oferece toda estrutura para o desenvolvimento da rotina. “Ter a parceria de grandes empresas endossa o trabalho do desenvolvedor e acaba sendo um diferencial no mercado, já que há uma grande estrutura por trás”, explica Letícia Araújo da Silveira. Como qualquer outro empreendedor, o dev precisa ter técnicas de negociação, saber vender, conhecer o público e entender do negócio. Conforme ele cresce, é possível designar esse serviço para terceiros.

Assim, o desenvolvedor pode ficar mais tranquilo para continuar fazendo o que sabe de melhor. Mas, isso não exclui a necessidade de ficar atento ao redor, acompanhando as tendências de e-commerce, participando das comunidades de desenvolvedores e, principalmente, falando a língua do cliente. Quanto mais próximo desse mundo, maiores são as chances de sucesso nesse mercado em transformação.

ACSP: Vendas do varejo crescem 5,8% em novembro

A consolidação da Black Friday no varejo brasileiro puxou uma alta significativa nas vendas do comércio paulistano em novembro. O movimento registrou crescimento médio de 5,8%, ante igual período de 2018, de acordo com o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).

Na comparação anual, o indicador de vendas à vista subiu 7,6% com o aumento na procura por itens de vestuários, calçados, artigos de uso pessoal e eletroportáteis de valores mais baixos, como, por exemplo, ferro elétrico e sanduicheiras. Já nas compras parceladas ou a prazo, a alta foi de 4%, puxada pelo aumento do crédito pessoa física.

“O consumo está se espraindo para outros itens, além dos gêneros de primeira necessidade”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP.

Além das ofertas de Black Friday, os fatores circunstanciais que puxam esse movimento, segundo Alfieri, são a liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os juros em queda e, no caso dos bens de menor valor, o crescimento do emprego, ainda que informal.

“De um ano para cá, foram 1,6 milhão de novas vagas, embora grande parte delas seja de origem informal. Mesmo sem condições de abrir um crediário, o trabalhador já tem um dinheiro extra para gastar.

O economista também destaca que as lojas se anteciparam e anunciaram promoções durante todo o mês de novembro, pegando carona na Black Friday.

Na comparação com o mês anterior, a alta média foi ainda maior, de 11,2% – sendo 16,3%, nas vendas à vista e crescimento de 6,1% no movimento a prazo. No acumulado de janeiro a novembro, a alta média foi de 2,3%, sendo que as vendas à vista cresceram 3,1% no período, e as a prazo, 1,5%.

Alfieri explica que o crescimento circunstancial decorreu do aproveitamento das lojas físicas em relação a Black Friday e pode não se repetir no Natal, cuja expectativa de alta está em torno de 3% – o que pode elevar minimamente a média anual.

“Importamos de fato a Black Friday. Embora não fosse esperado pelo mercado, essa ideia de transformar a data em um mês promocional acabou dando certo e trouxe uma tração para a média acumulada que até outubro girava em torno de 1,9%”.

O Balanço de Vendas é elaborado pelo Instituto de Economia da ACSP com base em amostra da Boa Vista Serviços.

Startups brasileiras chegam a Xangai, na China

O último ciclo do programa Startout Brasil de 2019 está em sua fase final. No dia 01 de dezembro, 15 startups foram levadas a Xangai, na China, para uma imersão no ecossistema asiático. Já no primeiro dia, essas empresas participaram de um seminário recheado de informações sobre o ambiente de negócios na China. O encontro foi aberto pelo Embaixador Gilberto Fonseca, Cônsul-geral do Brasil em Xangai.

Ao longo do seminário, os empreendedores conheceram detalhes sobre aceleração de startups, receberam orientações sobre negociação com investidores chineses e conheceram a perspectiva de brasileiros que já estão trabalhando na China, com informações e dados para orientar a chegada ao ecossistema de negócios chinês.

Em seguida, tiveram a oportunidade de apresentar seus pitches já treinados para especialistas locais reunidos pelas entidades organizadoras (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos — Apex-Brasil, Sebrae, Anprotec, Ministério da Economia e Ministério das Relações Exteriores), que se dedicaram a conhecer as empresas, seus discursos de venda e oferecer importantes perspectivas para o aprimoramento dessas apresentações.

Ao final deste período de imersão, as startups têm a oportunidade de se apresentar para o público local em Demodays, realizados nos dias 04 de dezembro, em Xangai, e 05 de dezembro, em Hangzhou.