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Como a tecnologia ajuda um escritório de advocacia a crescer?

No final do mês de junho, a City of London Corporation (CLC) – o órgão que representa o centro financeiro global – anunciou que pretende ajudar os escritórios de advocacia e as equipes jurídicas com o que consideram um “desencontro” entre o que está sendo produzido pelas empresas de tecnologia e o que os advogados querem ou estão prontos para usar.Para isso, a CLC formou o ‘LawTech Sounding Board’ para reunir opiniões sobre como aumentar a adoção de tecnologia legal no setor de serviços financeiros e profissionais.

Com o auxílio de novas tecnologias, o direito está conseguindo alcançar novos espaços, modernizando os escritórios para oferecer soluções rápidas e práticas aos clientes. Softwares jurídicos, como o Data Lawyer, ajudam em questões gerenciais e administrativas dentro do seu negócio, auxiliando em tarefas rotineiras e ajudando no controle da atividade jurídica em si.

Mais do que uma plataforma de gestão jurídica, o Data Lawyer acredita em uma advocacia orientada a dados e nasceu para ser um hub de tecnologia e soluções jurídicas inteligentes. “O setor de advocacia ainda é analógico, burocrático, lento e ineficiente. Nosso objetivo é levar mais inovação para esse mercado que é conservador e necessita de mais informações e automações para poder ser mais célere”, afirma Caio Santos, fundador e CEO da startup.

A crescente inovação na área do Direito tem sido muito positiva para os escritórios de advocacia. Em uma pesquisa da revista Análise DNA de 2018, quando indagados sobre a importância de alguns investimentos relevantes para os escritórios de advocacia, a tecnologia também foi citada: 45% consideram muito importante o investimento em tecnologia e ferramentas de gestão.

Santos afirma que, ainda que incipiente, a relação entre direito e tecnologia está cada vez mais próxima. “O conjunto dos dois fatores aumenta a efetividade do negócio, assim como aumenta o valor dos profissionais que entendem a importância de usar novas ferramentas para crescer. Escritórios que usam a tecnologia para otimizar processos unem o melhor dos dois mundos: o conhecimento técnico dos advogados e a automatização das atividades burocráticas e menos importantes”, finaliza.

Dell Technologies lidera mercado brasileiro de soluções hiperconvergentes

A Dell Technologies liderou o mercado brasileiro de soluções hiperconvergentes, com 45% da receita registrada pelo segmento em 2018. Na comparação ano a ano, o crescimento do mercado nacional de soluções hiperconvergentes é de 93,2%. Os dados fazem parte do relatório IDC Latin America Converged Systems Tracker-19Q1, da IDC, empresa líder em inteligência de mercado, serviços de consultoria e conferências com as indústrias de Tecnologia da Informação e Telecomunicações.

“A Dell Technologies tem uma oferta completa que suporta os nossos clientes na Transformação da TI, incluindo as soluções hiperconvergentes. Além disso, contamos com a produção local dessas soluções, o que nos dá um diferencial competitivo muito importante no cenário brasileiro”, pontua Luis Gonçalves, vice-presidente sênior e gerente geral da Dell Technologies no Brasil. “Esses resultados atestam a assertividade da visão estratégica da companhia, que entende a tecnologia como uma das forças motoras para o desenvolvimento das empresas no País”.

O diferencial da Dell Technologies no mercado de soluções hiperconvergentes são aplicações, como o Dell EMC VxRail Appliance, que está disponível no mercado nacional, que integra em um único dispositivo todas os principais componentes da TI convencional. O portfólio inclui também uma família de appliances pré-configurados e pré-testados, preparados com software e desenvolvidos em parceria com os engenheiros da VMware.

“O resultado positivo reflete nossa estratégia de impulsionar a difusão das soluções de infraestrutura hiperconvergentes para modernizar o data center das empresas brasileiras e suportá-las rumo à transformação digital”, explica Christiano Lucena, vice-presidente de data center da Dell Technologies na América Latina. “A combinação de servidor, armazenamento, rede, virtualização e gerenciamento em uma plataforma única, entrega ganhos significativos em desempenho, escalabilidade e gestão da tecnologia”.

De acordo com o relatório global da IDC, no último trimestre de 2018, a receita do portfólio de soluções hiperconvergentes da Dell Technologies, incluindo Appliances VxRail, Sistemas VxRack e Série XC, superou o crescimento do mercado total de Infraestrutura Hiperconvergente – um dos mais rápidos crescimentos do setor de TI — e representou 28,6% dos sistemas hiperconvergentes vendidos globalmente no período.

89% das empresas afirmam que a distância entre as equipes é o principal desafio para implantar o DevOps

A Trend Micro, líder global em soluções de cibersegurança, anunciou os resultados de uma pesquisa recente que mostra que, apesar dos benefícios conquistados na adoção de uma cultura DevOps, a maioria dos líderes de TI entrevistados acreditam que a comunicação entre segurança de TI e desenvolvimento de software precisa melhorar muito para que se consiga sucesso.

Liderada pelo pesquisador Vanson Bourne, a companhia analisou as práticas de 1.310 tomadores de decisão de TI – tanto de grandes empresas, quanto de PMEs – ao redor do mundo em relação ao DevOps. Os entrevistados estão em estágios diversos da implementação da cultura DevOps enquanto integram os times, o desenvolvimento de aplicações, as operações de tecnologia da informação e a segurança, tudo isso a fim de ganhar em agilidade.

Embora 3/4 (74%) tenham afirmado que essas iniciativas se tornaram mais importantes no último ano, uma porcentagem ainda maior disse que a comunicação no departamento de TI precisava melhorar. 89% dos entrevistados afirma que os times de desenvolvimento de software e segurança de TI precisavam ter contato mais próximo, enquanto 77% afirmou o mesmo sobre desenvolvedores, segurança e operações. Um terço (34%) disse ainda que esses silos dificultam a criação de uma cultura DevOps na organização.

“A história do desenvolvimento de software mostra que os maiores e melhores progressos nos processos nunca acontecem rapidamente devido à variável mais valiosa, as pessoas, que têm padrões de comportamento e componentes culturais já existentes”, conta Steve Quane, vice-presidente executivo de defesa de rede e segurança para nuvem híbrida na Trend Micro. “Organizações implementando uma estrutura DevOps precisarão de forte direcionamento, mas a segurança não pode ser esquecida durante essa transição.”

Como fazer?

Os entrevistados indicaram as melhores maneiras de impulsionar essa mudança cultural: criar uma maior integração entre os times (61%), estabelecer objetivos comuns (58%) e compartilhar experiências de aprendizado entre as equipes (50%). Entretanto, 78% dos tomadores de decisão de TI acreditam que é preciso melhorias nessas áreas.

Apenas um terço (33%) dos entrevistados disse que DevOps é uma responsabilidade compartilhada entre desenvolvimento de software e operações de TI, o que é outra indicação do atual problema de comunicação entre os times. Parece que cada departamento acredita que tem a responsabilidade ou o direito de liderar esses projetos.

Apesar do entusiasmo para o DevOps – que já viu 81% das organizações implementarem ou atualmente trabalham em projetos – quase metade dos entrevistados (46%) desenvolveu apenas parcialmente sua estratégia de DevOps. Além disso, líderes de TI confirmaram que melhorar a segurança (46%) em TI é a principal prioridade no DevOps.

Conheça as empresas israelenses que prometem turbinar o ecossistema de startups brasileiro

O Brasil tem chamado a atenção de startups israelenses, país reconhecido por seu robusto ecossistema de inovação. Com o objetivo de acelerar o ingresso de empresas de tecnologia israelenses no Brasil, o Scaleup inBrazil, programa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), da ABVCAP (Associação Brasileira de Private Equity & Venture Capital) e do Israel Trade & Investment, selecionou seis empresas de Israel que contarão com o apoio dessas entidades para iniciar as operações no País.

Após criteriosa seleção, dentre 49 inscritas, foram finalistas do processo as empresas My Heritage, Cybereason, See Tree, SuperUp, SysAid e Intervyo, todas de base tecnológica e que atuam em setores estratégicos, como Saúde, TI, agricultura, varejo e RH.

“Tradicionalmente, a Apex-Brasil oferece apoio a empresas que desejam operar no Brasil. Essa iniciativa vai mais longe, pois opera como porta de entrada para empresas relativamente maduras, altamente inovadoras e com grande potencial de crescimento no país, em alternativa à China e aos Estados Unidos. Com isso, alavancamos o Brasil e posicionamos o país no radar como potencial mercado de expansão para empresas inovadoras que buscam novos negócios”, explica Helena Brandão, coordenadora de Investimentos Estrangeiros em Inovação da Apex-Brasil. “A qualidade e maturidade das candidatas ao programa nos chamou a atenção”, comenta Helena.

A meta inicial do programa, lançado em Israel em 31 de março deste ano, era alcançar pelo menos 30 inscrições. Um total de 49 empresas se inscreveram, sendo que 20 delas foram aprovadas para o primeiro estágio do programa, que ocorreu entre 24 de junho e 2 de julho. Dessas 20, foram selecionadas as cinco anunciadas hoje. A escolha foi feita por meio de entrevistas com integrantes do comitê de seleção, formado por gestores de venture capital do Brasil e de Israel.

Os empreendedores israelenses agora passarão por uma imersão de duas semanas no Brasil. Concluída essa fase, haverá uma etapa chamada de “momento da pivotada”, quando regressam a Israel por dois meses para fazer ajustes e adaptações necessárias ao mercado brasileiro. Por fim, eles voltam ao Brasil por mais duas semanas para validar sua solução ou fazer uma Prova de Conceito (POC), no jargão das startups.

A partir daí as empresas entram na fase de apoio. Por dois anos, os empreendedores poderão contar com a consultoria dos organizadores e parceiros no processo de implementação da operação.

“Esse programa é altamente abrangente pois aborda de forma prática os aspectos essenciais para qualquer empresa israelense se estabelecer no Brasil. Israel tem um programa de aceleração na China que nos inspirou a trazer algo semelhante ao Brasil. Aqui vemos muitas outras convergências de oportunidades, não tão nítidas no mercado chinês. Muitas empresas israelenses conseguem enxergar a oportunidade Brasil. No entanto, por falta de informação e orientação, muitas vezes acabam desistindo do processo devido às diferenças culturais”, afirmou Itzhak Reich, Cônsul para Assuntos Econômicos da Israel Trade & Investment.

O programa conta com entidades públicas e privadas de Israel e do Brasil como parceiros. Entre elas estão gestores de venture capital. Segundo Ângela Ximenes, superintendente da ABVCAP, uma das melhores maneiras de acessar um novo mercado é por meio de uma rede qualificada de investidores que tem em seu DNA o conhecimento do que é necessário para se expandir no mercado brasileiro. “Em contrapartida, esses investidores terão acesso a empresas com tecnologia de ponta podendo criar sinergias entre suas próprias investidas além da possibilidade de investimento nessas empresas no momento que elas se estabelecem no Brasil”, diz.

Durante o Scaleup inBrazil, as empresas participarão de workshops e encontros sobre assuntos jurídicos, tributários e bancários e também marketing, branding, adaptação de produtos e, mais importante, desenvolvimento de negócios. A ideia é que elas possam, durante esse tempo, conhecer fornecedores confiáveis e de qualidade que estejam aptos a ajudá-las a adaptar seus produtos aos consumidores locais e a garantir clientes potenciais, parceiros e até mesmo investidores no Brasil. Tudo está desenhando para garantir negócios e validação de clientes e produtos.

Entre os apoiadores do Scaleup inBrazil estão os principais players em inovação em Israel e no Brasil, como Ministério das Relações Exteriores, Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Ministério da Economia, Sebrae, Accenture, Anjos do Brasil, A5 Partners, Maverick, Mindset Ventures, OurCrowd, CUBO, Performa, Veirano Advogados, Derraik & Menezes Advogados, Crescera, SP Ventures, FESA, GKH, Inseed Investimentos, Wix e Wayra Brasil.

Sobre as empresas

My Heritage

Setor: Saúde

A MyHeritage desenvolveu kits de testes de DNA que podem ser feitos em casa, em menos de dois minutos. A amostra é enviada ao laboratório da empresa por meio de um envelope e os resultados estarão disponíveis online em até 4 semanas. Com isso, as pessoas poderão descobrir suas origens familiares e até encontrar parentes desconhecidos, pois a empresa também oferece um serviço de combinação de DNA, capaz de detectar o parentesco até primo de 2º grau. A análise inclui ainda estimativa de etnia, que verifica as raízes ancestrais. São rastreáveis até 42 etnias diferentes.

Cybereason

Setor: Cyber

A Cybereason fornece um antivírus de última geração e uma solução EDR (End point detection and response). Com o lema “nenhuma parede é alta o suficiente”, a empresa identificou a necessidade de uma tecnologia pós-infração que ajude as empresas a entender se elas estão sob um ataque cibernético, o escopo ou estágio do ataque e como mediar.

See Tree

Setor: AgriTech

A SeeTree oferece visibilidade dos registros de saúde e da produtividade de qualquer árvore individual, a qualquer momento e ao longo do tempo. O resultado é uma transformação da forma como as árvores são geridas, levando a um aumento significativo da rentabilidade. A tecnologia permite que os agricultores priorizem e personalizem seus métodos de corte até o nível de uma única árvore e otimizem as produções e a colheita de forma revolucionária em comparação com as práticas comuns. Também oferece uma espécie de “Waze das árvores”) para ajudar no tratamento de árvores problemáticas de maneira eficiente.

SuperUp

Setor: VarejoTech

SuperUp inventou uma revolucionária plataforma de compras e publicidade móvel conectando consumidores, varejistas, anunciantes e marcas: eComMarketingTM! A solução foi projetada especialmente para dispositivos móveis de forma a permitir que os consumidores tenham a melhor experiência de compra, saúde, beleza, moda e varejo. A plataforma SuperUp eComMarketing oferece uma experiência de compra personalizada com recursos de direcionamento em tempo real para alavancar os varejistas.

SysAid

Setor: Software

A SysAid é uma solução de gerenciamento de TI (ITSM) e help desk, disponível na nuvem ou no local, que combina recursos essenciais em uma ferramenta única. É fácil de utilizar e rápida de implementar, pode ser utilizada de imediato, sem necessidade de programação prévia, e oferece flexibilidade real de configurabilidade e automação para se adequar às necessidades dos clientes.

Intervyo

Setor: RH Tech

A Intervyo construiu um entrevistador virtual interativo de Inteligência Artificial que consegue selecionar inúmeros candidatos simultaneamente e fazer uma análise de 360 graus de seus perfis com o objetivo de selecionar o candidato mais adequado para qualquer organização, qualquer posição, e em qualquer idioma, baseado em critérios científicos de Programação Neurolinguística, análise semântica, de entonação e microfacial.

Para mais detalhes sobre o programa, acesse www.scaleupinbrazil.com

Diploma digital passa a ter validade jurídica reconhecida

As transformações tecnológicas estão invadindo desde empresas de Tecnologia da Informação até hospitais, e isso não é mais novidade para ninguém. A área da educação também não ficou de fora. Depois da Portaria nº 330, editada em abril do ano passado, que instituiu a obrigatoriedade do diploma digital, foi publicada no último dia 11, a Portaria nº 554 que confere total segurança ao uso dessa tecnologia, garantindo a validade jurídica desses documentos emitidos com certificado digital no padrão de Chaves Públicas Brasileiras – ICP-Brasil.

A nova normativa destaca, também, um padrão de arquivo XML e a necessidade do uso do Carimbo de Tempo, que atesta a data e hora exatas em que o documento foi gerado e assinado digitalmente. O diploma neste formato será obrigatório em um ano.

Essas medidas foram tomadas pelo MEC devido ao grande volume de falsificação de diplomas emitidos, principalmente quando os cursos EAD foram disponibilizados no mercado.

Para Maria Teresa Aarão, Diretora de Inovação da Certisign, o uso do diploma eletrônico é benéfico não apenas para os estudantes e empregadores, que terão a garantia de que aquela certidão é verdadeira, como para as faculdades e universidades, que gastarão menos tempo com sua emissão.

“Essa tecnologia torna a rotina administrativa mais dinâmica, já que não é preciso investir recursos em transporte, impressão e autenticação, pois tudo acontece no ambiente virtual, com total segurança. A ferramenta usada neste processo é a Plataforma de Assinaturas, permite que o universitário e a própria secretaria acadêmica acompanhem todo o processo. Esse modelo de certificado não pode ser fraudado ou falsificado, pois está protegido com criptografia”, afirma.

A diretora destaca ainda que o emprego dessa solução influenciará também o atendimento prestado pelas universidades aos alunos, já que tudo poderá ser feito via internet, sem a necessidade do deslocamento até a unidade. “Haverá um ganho de tempo enorme. Um diploma, que levava até 30 dias para ser impresso e assinado, agora fica pronto em menos de uma semana”, ressalta.

Desde o ano passado, grandes instituições já iniciaram os processos para a adequação, como: Universidade Presbiteriana Mackenzie; Centro Universitário Belas Artes de São Paulo; União das Instituições Educacionais de São Paulo (Uniesp); e o Instituto Municipal de Ensino Superior de Assis – Fundação Educacional do Município de Assis (Imesa-Fema).

Ensino a Distância

Além do ensino presencial, Maria Teresa explica que o diploma eletrônico será implementado também nos cursos a distância (EAD), permitindo que os alunos desta modalidade recebam, com rapidez e segurança, seus certificados de conclusão de curso.

Segundo ela, a expertise da Certisign em prover soluções de certificação digital facilita esse processo, garantindo aos alunos a agilidade e veracidade na obtenção desse documento.

“O diploma digital, assim como a digitalização de outros documentos acadêmicos é uma realidade, e estamos prontos para esse novo mundo”, conclui.

Dados do Censo da Educação Superior do Inep, divulgado em 2017, apontam que, um ano antes 1.169.449 estudantes concluíram algum curso universitário. No período, 6.058.623 brasileiros estavam matriculados em instituições públicas e privadas. Os cursos a distância contabilizavam 1,8 milhão de alunos.

Grupo Malwee migra Data Center para nuvem pública do Google

Com a proposta de modernizar sua infraestrutura e construir sistemas flexíveis a diferentes tipos de demandas, o Grupo Malwee, uma das principais empresas no segmento de moda do Brasil, vai transferir 90% de seu data center para a Google Cloud Platform (GCP), em um trabalho feito em conjunto com Google Cloud e a Tivit, multinacional brasileira de soluções digitais.

A iniciativa tem como foco a modernização dos processos da companhia, ampliando a eficiência operacional nos setores produtivos e na gestão do negócio. “A Google Cloud Platform proporcionará a adoção de novas tecnologias para a empresa. Além disso, dará flexibilidade operacional, por meio de ambientes escaláveis que suportem as demandas futuras do Grupo, garantindo eficiência e otimização de recursos”, ressalta Luciano André Baramarchi, gestor de TI do Grupo Malwee.

A plataforma foi escolhida após avaliação de grandes players do mercado. Segundo Fabio Andreotti, head de vendas de Google Cloud no Brasil, a migração do datacenter é apenas o começo da parceria do Google Cloud com o Grupo Malwee. “O nosso objetivo é fazer com que esta tecnologia, além de proporcionar modernização de infraestrutura e ganho de agilidade, também permita à empresa transformar dados em insights relevantes para o negócio. Esse avanço tecnológico será o grande diferencial competitivo para as empresas nos próximos anos”, conclui.

A migração do data center será feita em três fases e a previsão de término é dezembro de 2019. A Tivit será responsável por gerenciar a nuvem híbrida. O Head of Sales, Marketing and Partners da TIVIT, Anderson Gaspar, reforça: “O desafio da Malwee em alavancar sua transformação digital e ter um parceiro que suporte seu ambiente de TI, nos levou a desenhar uma solução de nuvem híbrida em conjunto com a equipe de Google Cloud. Com isso, será possível entregar um serviço de gerenciamento de ponta a ponta, habilitando o crescimento do cliente de maneira inovadora”.

Após a migração, o Grupo Malwee permanecerá com apenas 10% da infraestrutura on-premise, como os sistemas de tinturaria e corte.

Drones devem revolucionar auditoria no agronegócio

Por Marcos Bassi e André Monaretti

O agronegócio brasileiro tem contribuído significativamente para os índices econômicos do Brasil, atingindo cada vez mais profissionalização, governança, gestão, eficiência e produtividade. Dados da Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) revelam que esse setor responde por 42% das exportações brasileiras, atingindo US$ 102 bilhões em 2018, um crescimento de 6% em relação ao ano anterior e saldo positivo na balança comercial brasileira de quase US$ 90 bilhões. Esses números, alinhados com o fato do agronegócio representar 23% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, provam que o Brasil País é uma potência global no setor.

Nesse ambiente, a utilização de tecnologia, já aplicada intensamente, está diretamente relacionada com a geração de emprego e renda. Com recursos tecnológicos, os níveis de produtividade do agronegócio brasileiro tem desempenho muitas vezes superior ao dos principais competidores mundiais. No caso da soja, por exemplo, a produtividade média mundial da safra de 2017/18 foi de 2,74 ton/hectare, enquanto, no Brasil, foi de 3,47 ton/hectare. Os Estados Unidos (principal concorrente) tiveram produtividade 5% inferior à do Brasil.

As perspectivas são otimistas e o Brasil já reúne mais de 135 empresas de desenvolvimento tecnológico direcionadas para o aprimoramento do agronegócio. Entre as soluções mais atuais, estão as que envolvem agricultura de precisão, drones, satélites, análise de dados, Internet das Coisas, inteligência artificial e gestão em nuvem.

Um dos recursos que vem ganhando espaço está associado à utilização de drones para diversas finalidades. Considerando a versatilidade desses equipamentos e o baixo custo de operação, muitas fazendas empregam drones para realizar análise da plantação, demarcação de plantio, acompanhamento de safra e pastagem, pulverização, monitoramento de desmatamento e vigilância.

Além de todas essas possibilidades, a convergência com o trabalho de auditoria está na utilização dos drones para a contagem de rebanhos, garantindo um inventário mais preciso e eficiente com a localização de animais em menos tempo, envolvendo menos pessoas e reduzindo custos.

O inventário de cabeças de gado é essencial para a proteção do patrimônio e o controle das movimentações, contribuindo também para melhorar eficiência da produção, rentabilidade dos negócios e sustentabilidade da operação. Com os drones, a expectativa de contagens de 30 mil cabeças, que demandaria o envolvimento de várias pessoas e aproximadamente 40 dias de trabalho, pode ser feita em até cinco dias. Para que isso ocorra, os drones sobrevoam as propriedades rurais e, por meio do registro de imagens e integração com recursos de computação, fazem a contagem dos animais.

Como a transformação digital está impactando todos os setores, o agronegócio também deve sofrer mudanças. Produtores rurais e grandes investidores já perceberam a necessidade de se reinventarem, estão atentos às tendências e têm destinado recursos financeiros que deverão ampliar ainda mais este mercado. Aproveitar o potencial de crescimento do agronegócio brasileiro é, nesse sentido, apostar em um produto determinante para o sucesso econômico do Brasil em termos de desenvolvimento econômico com geração de emprego e renda.

Em um mundo cada vez mais globalizado, a resiliência das organizações e a capacidade de se manterem competitivas está diretamente relacionada com a implementação de tecnologias inovadoras em escala internacional. Tendo em vista a qualidade do agronegócio brasileiro, há ainda um potencial a ser explorado para que a produção aumente ainda mais, gerando resultados positivos à economia e contribuindo para a melhoria dos índices nacionais de desenvolvimento.

Marcos Bassi, sócio da KPMG no Brasil.

André Monaretti, sócio-líder de Agronegócio da KPMG no Brasil.

Transformação digital e bancos: 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não-tradicional, aponta pesquisa da iProspect

A América Latina reúne duas condições fundamentais para o desenvolvimento do setor financeiro nos próximos anos: 45% da população adulta não atrelada a uma instituição financeira e uma das maiores penetrações digitais do mundo (mais de 70% com acesso a smartphones). Outros dados reveladores mostram que apenas 21% dos clientes bancários estão dispostos a manter o seu nível de negócios atual com o banco que operam e que 87% dos consumidores estão dispostos a conhecer um player não-tradicional. Além disso, o potencial de geração de receita a partir da população sem acesso ou com pouco bancário pode chegar a US$ 34 bilhões, impulsionando não apenas o setor financeiro, mas o comércio eletrônico e a inclusão de novas tecnologias e modelos de negócio na região.

Essas são algumas das principais conclusões da pesquisa inédita “A nova relação digital: uma história sobre finanças e o setor bancário” desenvolvida pela iProspect, agência de marketing digital full performance presente em 55 países. Para a análise, a iProspect entrevistou 4 mil consumidores no Brasil, México, Colômbia, Chile e Argentina.

O objetivo foi entender as percepções em relação aos bancos e às fintechs, auxiliando os players do setor a responder questões como os consumidores da América Latina estão dispostos a compartilhar seus dados, estão prontos para aceitar consultores-robôs, fariam transações bancárias com plataformas de tecnologia e por quê, dentre outros.

“Como os consumidores hoje se beneficiam de uma infinidade de opções, os bancos precisam se reinventar para permanecer relevantes. Fluência tecnológica, eficiência operacional e capacidade de adaptação acelerada às mudanças regulatórias são pilares evidentes para um melhor desempenho, porém, em um setor onde a confiança e a experiência do cliente são o alfa e o ômega, a compreensão genuína das expectativas dos consumidores é – mais do que nunca – a verdadeira receita para o sucesso”, afirma Bruno Mosconi, diretor geral da iProspect Brasil e um dos autores da pesquisa.

O estudo mostra também que 32% dos consumidores já utilizam serviços tanto de bancos tradicionais quanto provedores não-tradicionais e 25% gerenciam suas finanças em ambientes online. Considerando que 46% dos consumidores atualmente esperam uma solução de atendimento de última geração, 24h, 7X7, qualquer organização que ofereça serviços financeiros, seja um banco tradicional, varejista ou um gigante da tecnologia, é primordial oferecer uma experiência customizada, porém escalável. Para tanto, será necessário aproveitar as mudanças atuais de percepção em relação ao progresso na automação e no uso de dados (mais de 50% dos consumidores estão dispostos a compartilhar seus dados em troca de uma solução de atendimento ao cliente 24 horas).

Mercado brasileiro

No Brasil, mercado com alta concentração e baixa concorrência, o potencial também é muito grande, com mais de 50 milhões de pessoas sem acesso a serviços financeiros. A pesquisa revela que 73% dos brasileiros gerenciam suas finanças fazendo uso regular de serviços online e que 81% estariam dispostos para um provedor não-tradicional.

“Depois de anos sem grandes solavancos, o cenário do setor financeiro no Brasil vem mudando. Players mais acessíveis e centrados no usuário estão surgindo com soluções voltadas aos consumidores cada vez mais digitais, com demandas cada vez maiores por praticidade, transparência e serviços personalizados”, afirma o diretor geral da iProspect Brasil.

Algumas mudanças que merecem destaque incluem as empresas de tecnologia financeira que agora podem emprestar dinheiro sem a intermediação de bancos e, desde 2010, o setor de pagamentos foi desmembrado. Além disso, existem outras iniciativas em andamento sobre criptomoedas, tokens e câmbio internacional.

“Este estudo deixa claro a importância das instituições financeiras investirem no desenvolvimento e promoção de seus aplicativos, no estabelecimento de canais de bate-papo 24h e de parcerias com fintechs e outros players para o desenho de serviços cada vez mais convenientes e inovadores”, conclui Bruno Mosconi.

Automação: a nova fase da transformação digital nas empresas

Por Sandra Maura, CEO da TOPMIND

Há alguns anos, quando conceitos como a Computação em Nuvem e a Análise de Dados começaram a despontar no dia a dia das empresas, muita gente se perguntou qual seria o rumo da transformação digital. Agora, com as soluções de Cloud e Analytics em pleno destaque, as companhias estão começando a dar os próximos passos dessa trilha de inovação. Ou melhor: elas estão simplificando essa caminhada, investindo em novas soluções de Automação.

Pesquisas indicam que mais de dois terços das maiores empresas do planeta já contam ou planejam integrar ferramentas de automação a suas operações nos próximos dois anos. Isso significa que grande parcela das companhias, hoje em dia, já possui ao menos uma tarefa diária realizada por máquinas ou quer contar rapidamente com aplicações inteligentes em suas organizações.

De acordo com estudos globais sobre automação, o que se estima do segmento são importantes tendências voltadas a um mercado globalizado, extremamente dinâmico e que demande novas tecnologias, soluções sustentáveis, garantindo lucratividade. Entre os exemplos nesse contexto está à eficiência energética, primordialmente relacionada a soluções sustentáveis para esse mercado.

Impulsionada pelos ganhos de produtividade e de economia às companhias, a automação vem sendo apontada como o fator mais importante para a próxima fase da transformação digital global. Atualmente, é possível contar com soluções endereçadas as mais diversas etapas e ações para a organização das companhias. Entre as oportunidades estão a aplicação de recursos para a gestão automática de espaços, com a administração completa dos ambientes e estruturas dos escritórios e plantas fabris, e gerenciamento de segurança, com a análise inteligente de perfis de acesso às informações.

A utilização dessas opções é um caminho prático e eficiente para configurar e gerenciar a dinâmica das equipes, a troca de informações internas, o dimensionamento da estrutura necessária para a manutenção da alta disponibilidade de link de Internet etc. Em síntese, a automação da gestão de espaços corporativos retira das companhias a obrigação de controlar manualmente a utilização de ativos (computadores e projetores, por exemplo), de salas, redes de dados e até a quantidade de baias disponível para uma equipe rotativa de vendas.

Outra oportunidade de automação que já pode ser usada é a digitalização dos sistemas de telepresença e interação, com quadros e telas interativas. A automação das salas de conferência e reunião ajuda a poupar recursos, simplificar a gestão de equipes remotas, acelerar a comunicação entre times e maximizar a disseminação da cultura organizacional. A tecnologia tem o potencial para simplificar todo o entorno das apresentações, colaborando diretamente para a geração de uma experiência mais rica, eficaz e colaborativa.

Fora dos escritórios, as telas são excelentes oportunidades para implementar pontos de venda mais atraentes e modernos. Pesquisas indicam que o uso de soluções digitais interativas pode representar até 30% a mais de chances para atrair novos consumidores a uma marca. Nesse contexto, a automação desses pontos de contato, com inteligência agregada, ampliará o valor das companhias e o retorno às operações.

Seja qual for a opção para o início das ações de automação, a questão primordial é que a automatização das operações deve ser considerada como uma questão estratégica de alta prioridade dentro das companhias. É importante, no entanto, que esse plano seja tocado com ações realmente práticas. O desenvolvimento sistemático de novas tecnologias é importante para consolidar essa estrada de inovação.

A perspectiva para o mercado de automação ao longo de 2019 é positiva. Uma das promessas é que o setor passe a atuar na área de experiência do cliente no universo da automação comercial. Cenário que possibilita boa expectativa para o setor, com projeções de crescimento de cerca de 50% até 2020 no número de profissionais na área, segundo levantamento recente realizado por uma consultoria global.

As companhias que saírem à frente do mercado e entenderem o real propósito da automação, sobre como extrair valor prático das iniciativas, terão muito mais chances de satisfazerem os consumidores e, com isso, terem melhores resultados. Resta saber quem conseguirá ser mais rápido nesse novo movimento.

Claranet é nomeada ao Quadrante Mágico da Gartner pelo segundo ano consecutivo

A Claranet, provedora de serviços gerenciáveis de TI, foi posicionada no Quadrante Mágico da Gartner para “Data Center Outsourcing and Hybrid Infrastructure Managed Services” (DCO/HIMS) pelo segundo ano consecutivo na Europa, um reconhecimento do alto nível de consistência e excelência na entrega de serviços ágeis e flexíveis de TI. A empresa está presente no Brasil desde 2016, com a aquisição da CredibiliT, e promove um intercâmbio global de sua expertise em todos os 11 países em que opera.

Neste Quadrante Mágico, a Gartner analisa a capacidade de execução e abrangência de visão de 20 provedores de DCO / HIMS e as suas ofertas de serviços em nuvem, que são estimadas em mais de U$ 23 bilhões. A indicação reflete as medidas que a Claranet está adotando para fornecer a combinação certa de serviços para ajudar as empresas a transformar suas operações, manter a segurança e se adaptar rapidamente às mudanças nas necessidades dos clientes.

Charles Nasser, CEO da Claranet, afirma: “Estamos muito satisfeitos em ser reconhecidos neste Quadrante Mágico da Gartner de 2019 e acreditamos que isso sublinha o progresso que fizemos em nosso próprio negócio. Neste sentido, investimos substancialmente na contratação dos melhores especialistas e usamos a automação para transformar as operações de nossos clientes”.

Durante o ano passado, a Claranet ampliou suas habilidades em segurança cibernética, impulsionadas pela aquisição em julho de 2018 da NotSoSecure, que é responsável por fazer testes de testes de penetração e conduzir treinamento de hacking ético. Desde então, a companhia consolidou sua presença no mercado e criou sua própria unidade de cibersegurança, a Claranet Cyber Security.

“Estamos comprometidos com nosso status como uma das cinco empresas no mundo que possuem as certificações de MSP auditadas mais altas da AWS, do Google e da Microsoft. Isso destaca a solidez da nossa expertise, que é fundamental para impulsionar o crescimento de nossa prática de nuvem híbrida, além de fornecer resultados superiores para nossos clientes “, acrescenta Nasser.

A avaliação do Quadrante Mágico da Gartner oferece análises detalhadas de mercados e ofertas de fornecedores, permitindo que os usuários mapeiem os pontos fortes e fracos do prestador de serviços em relação às suas necessidades atuais e futuras. A Gartner avalia os fornecedores de tecnologia tanto na totalidade da sua visão de mercado quanto na capacidade de execução, usando uma série de critérios refinados.

Apesar da indicação da Claranet, a Gartner não apoia nenhum fornecedor, produto ou serviço específico descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de levantamentos da Gartner consistem nas opiniões da organização de pesquisa e não devem ser interpretadas como declarações de fato. Dessa forma, a empresa se isenta de todas as garantias expressas ou implícitas, com relação à referida pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a uma finalidade específica.

Transformação da experiência do cliente receberá 23% do 1,68 bilhão de dólares investidos em digitalização em 2019

Melhorar a experiência do cliente está no núcleo dos investimentos digitais corporativos em 2019, afirma a IDC Research da Espanha, em seu último estudo “Impact of Digital Technologies in The Customer Journey”, elaborado em parceria com a Atento. De acordo com os dados da IDC, do 1,68 bilhão de dólares investidos em processos de digitalização, no decorrer do ano, 23% se concentrarão na transformação da experiência do cliente.

“A convergência entre tecnologia e a jornada do cliente é uma área cada vez mais vital para as marcas. Por exemplo, o desenvolvimento e a configuração de plataformas omnichannel, que combinem canais convencionais e digitais, permitem às empresas oferecer uma experiência do cliente mais uniforme e homogênea, gerando maior valor para os consumidores”, diz Isabel Tovar, analista da IDC Research da Espanha. “A gestão da jornada do cliente e o impacto das novas tecnologias nesse processo são cruciais, pois podem gerar uma clara vantagem competitiva para as organizações”, acrescenta.

As chaves para alcançar o sucesso na transformação da experiência do cliente

Otimizar a experiência do cliente com o impulsionamento da tecnologia é indispensável. Segundo a IDC, o impacto das plataformas digitais na experiência do cliente é um dos fatores que podem decidir o sucesso ou fracasso das organizações, especialmente se for considerado que uma plataforma digital não é apenas uma questão de tecnologia, mas uma nova maneira de organizar os negócios, que possibilitará a introdução de novos modelos operacionais e comerciais. Além disso, organizações focadas em melhorar a experiência do cliente estão reinventando seu relacionamento com o consumidor, graças à implementação de plataformas omnichannel e à criação de conexões altamente relevantes, que aumentam a satisfação e a fidelidade.

Outros componentes relacionados à tecnologia que permitem às organizações otimizar a experiência do cliente, são infraestruturas seguras, uso em tempo real de Big Data, capacidade de inovação, experiência perfeita e padronizada em todos os canais e proteção da privacidade dos dados.

“Para serem bem-sucedidas, as empresas devem investir em plataformas omnichannel que integrem jornadas personalizadas dos clientes, dotadas das suas informações e que permitam a construção de suas ofertas de serviços atuais e futuras”, afirma Tovar.

Plataformas omnichannel: o novo desafio que as empresas enfrentam na era digital

Segundo a IDC, até o final de 2019, cerca de 50% dos varejistas terão adotado uma plataforma de comércio omnichannel. A chave para as organizações é utilizar essas plataformas omnichannel para adicionar inteligência em cada interação com o cliente, visando melhorar a experiência e obter conhecimentos úteis para o futuro. A omnicanalidade permite o desenvolvimento de relacionamentos mais profundos, mais imersivos e confiáveis, que impulsionarão a frequência das interações, aumentando o consumo, a satisfação e a lucratividade.

As soluções digitais de experiência do cliente da Atento

A Atento, por meio de sua unidade de negócios digitais, Atento Digital, fornece ferramentas e soluções de marketing digital, automação de processos de front e back-office relacionados ao cliente, plataforma omnichannel sólida e o uso de ferramentas analíticas para maior eficiência e melhores resultados na aquisição, gerenciamento e retenção de clientes. Também oferece soluções para o avanço dos processos de transformação digital, ao mesmo tempo, aproveitando sistemas já existentes. A proposta de valor da Atento Digital incorpora o uso de tecnologia cognitiva baseada na ferramenta semântica da Keepcon e compreende uma ampla variedade de soluções, incluindo as de 100% de vendas online, atendimento digital ao cliente, suporte técnico digital ou cobrança digital de dívidas. Todos esses serviços são oferecidos através da plataforma omnichannel da Atento, que combina canais tradicionais e digitais.

Você pode acessar o relatório “Impact of Digital Technologies in The Customer Journey” aqui.

Samsung Creative Startups seleciona incubadoras para 5ª rodada do programa

O Samsung Creative Startups, programa de aceleração de startups de base tecnológica realizado em parceria com a Anprotec (Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores) e com o CCEI (Centro Coreano de Economia Criativa e Inovação), está com inscrições abertas para as incubadoras e aceleradoras interessadas em apoiar as startups que serão selecionadas para a quinta rodada do programa.

As incubadoras devem estar credenciadas junto ao Comitê da Área de Tecnologia da Informação (CATI), do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), e/ou ao Comitê das atividades de Pesquisa e Desenvolvimento da Amazônia (CAPDA), do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Também é necessário estar em situação regular para a utilização de recursos da Lei de Informática (Lei nº 8.248/1991).

No processo seletivo, serão aceitas incubadoras e aceleradoras que já tenham formalizado a solicitação do registro junto aos órgãos citados acima e ainda aguardam a publicação no Diário Oficial da União, assim como as associadas à Anprotec na Amazônia Ocidental e nas cidades de Macapá e Santana, no Estado do Amapá, sem credenciamento CAPDA, desde que estejam em operação há pelo menos um ano e possuam, no mínimo, cinco empresas de base tecnológica em processo de incubação ou aceleração.

Os ambientes de inovação selecionados devem participar do evento de transferência de conhecimento; controlar e monitorar as futuras empresas no âmbito do Programa; zelar pela administração e pelo uso adequado dos recursos provenientes do projeto; e possuir os recursos materiais e humanos necessários para o sucesso da operacionalização durante todas as etapas.

As incubadoras e aceleradoras também serão responsáveis por auxiliar as startups selecionadas para o Samsung Creative – que receberão R$ 200 mil livres de equity para desenvolver e aprimorar produtos e serviços – em treinamentos, assessorias e mentorias.

“As startups também terão acesso aos profissionais da Samsung e contarão com ajuda especial para conversar com as áreas atendidas pela empresa”, destaca Paulo Quirino, Coordenador Nacional do Programa Samsung Creative Startups na área de Pesquisa e Desenvolvimento da Samsung. “Ao final da quinta rodada, as startups poderão ser indicadas para um intercâmbio na Coreia do Sul para apresentar as soluções desenvolvidas para investidores asiáticos”, conta.

O presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, ressalta a importância dos ambientes de inovação ao Programa. “Através da rede de incubadoras, que recebe as startups do Programa, são oferecidas as ferramentas para que a empresa nascente chegue mais estruturada, com um produto melhor desenvolvido, e know-how ao mercado, porque é isso que transforma ideias em grandes projetos”, afirma.

As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 5 de agosto. O cadastro é concluído com o preenchimento do formulário de inscrição e o envio dos documentos necessários pelo e-mail: economiacriativa@anprotec.org.br.

Proteção de dados pessoais poderá entrar na Constituição Federal

O Senado Federal aprovou essa semana a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que inclui a proteção de dados pessoais, inclusive dos meios digitais, na lista de direitos e garantias individuais da Constituição Federal. A PEC 17/2019, que foi aprovada com 64 votos no primeiro turno e 62 no segundo, busca assegurar a privacidade desses dados de forma constitucional com o intuito de resguardar a inviolabilidade das informações dos cidadãos que usam a Internet.

O Pesquisador de Segurança da ESET, Daniel Cunha Barbosa, destaca que a medida significa um tempo de mudança. “É incrível ver o senado fazendo movimentos para que a segurança dos dados pessoais faça parte da nossa Constituição. Isso trará ainda mais força e robustez para a segurança da informação de um modo geral, mas principalmente para o tema confidencialidade. Todos nós que nos preocupamos em fazer um mundo melhor e mais seguro comemoramos estes avanços”, comenta.

Caso a PEC seja aprovada, o Brasil se aproximará das melhores legislações internacionais sobre o tema. Atualmente, o país já conta com normas infraconstitucionais, como o Marco Civil da Internet (Lei 12.965, de 2014), da sua regulamentação (Decreto 8.771, de 2016) e da Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709, de 2018), que são consideradas como grandes avanços no país em termos de proteção de dados dos brasileiros. Segundo o portal de notícias G1, o autor da proposta, Eduardo Gomes, destaque que “convictos de que o Brasil necessita muito mais do que uma lei ordinária sobre o assunto, apesar da envergadura jurídica da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), propomos a presente mudança à Constituição Federal”.

TIM lança pacotes de WhatsApp e Instagram ilimitados para viagens ao exterior

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Os clientes da TIM em viagens ao exterior terão ainda mais liberdade para postar um registro inesquecível no Instagram ou dar notícias do passeio no grupo da família no WhatsApp. A operadora reformulou seu portfólio de roaming internacional e lança ofertas inéditas no mercado brasileiro: será possível contratar pacotes semanais de WhatsApp ou Instagram ilimitados, com preços muito atrativos. Quem ainda quiser navegar na internet poderá escolher entre franquias de dados diárias, semanais ou mensais. Já aqueles que preferem ligar pagam apenas os minutos que usarem, de forma muito mais simples.

As novas ofertas são válidas para clientes de todos os planos pós-pagos com pagamento em fatura, inclusive usuários de planos corporativos¹. O pacote de roaming internacional exclusivo do TIM Black Família – com sete dias de WhatsApp ilimitado e 30 minutos em chamadas grátis todos os meses para qualquer lugar do mundo – agora também é válido para clientes dos planos pós-pagos TIM Black D e E e Da Vinci. A ativação e o controle do consumo têm interface simples, por meio de um portal no próprio celular, garantindo a melhor experiência de uso.

“O cliente da TIM não vai mais pesquisar novas oferta para trocar de chip quando estiver fora do Brasil. Analisamos o comportamento da nossa base durante viagens internacionais para lançar um novo portfólio que atenda a diferentes necessidades. Temos pacotes só com os apps mais usados e internet por dia, semana ou mês, entregando opções para todos os bolsos. E como as chamadas são cada vez menos utilizadas, decidimos voltar com a tarifação por minuto. Assim, o cliente economiza porque só paga pelo tempo que falar, não precisa ativar um pacote diário de voz. Para completar, a gestão das ofertas é 100% digital, trazendo ainda mais facilidade e conveniência para os usuários”, explica Renato Ciuchini, Head de Marketing Consumer da TIM Brasil.

Quando o cliente chegar ao seu país de destino, ele receberá um SMS de boas-vindas, com um link para o portal de roaming internacional. Na página, ele escolhe o pacote que deseja contratar e já começa a navegar imediatamente.

Os preços variam de acordo com o destino da viagem do cliente. A oferta de WhatsApp ilimitado inclui ligações de voz e vídeo pelo aplicativo, além de troca de mensagens de texto e áudio, fotos e vídeos. Já o pacote de Instagram possibilita ao cliente postar fotos, vídeos, fazer Stories e utilizar o direct à vontade. Cada uma das opções custa R$ 39,90 por semana para viagens aos EUA e R$ 49,90 para América do Sul ou Europa, por exemplo.

Quem quiser contratar um pacote de dados pode escolher entre as opções de 500MB por dia com preços a partir de R$ 29,90²; 3GB ou 5GB por semana a partir de R$ 149,50²; ou 8GB por mês, a partir de R$ 448,50².

As ligações custarão R$ 1,99 por minuto nos Estados Unidos e Canadá, R$ 2,49 por minuto em outros países da América e na Europa e R$ 2,99 em alguns países da África, Ásia e Oceania, como África do Sul, Japão, China, Austrália e Nova Zelândia. Clientes de planos corporativos podem contratar pacotes mensais de voz de 60, 180 ou 500 minutos, a partir de R$ 51,90/mês.

Os clientes dos planos com roaming internacional incluído não precisam realizar qualquer ativação para realizar ligações. Para usar o WhatsApp, se estiverem no exterior, é só entrar no portal e selecionar a oferta inclusa no plano TIM Black ou ligar para o atendimento TIM enquanto estiver no Brasil antes da viagem. No corporativo, o administrador é quem precisa fazer a contratação dos pacotes previamente via *144.

¹ O pacote de Instagram ilimitado não está disponível no segmento corporativo.

² Valores referentes aos pacotes para pessoa física.

Veículos autônomos: revolução no mercado de seguro auto?

Por Andre Gregori

Quem me conhece sabe que uma das colocações que faço com frequência, é “não é se, mas quando”. Ainda que não tenham sido lançados por enquanto, os veículos autônomos já fazem parte do sonho de consumo de grande parte dos brasileiros. No entanto, a tecnologia pode ir muito além do que se espera: os carros inteligentes não só trazem extrema praticidade aos seus proprietários como também podem causar uma grande transformação na indústria de seguros. Um estudo americano produzido pela startup de seguros Metromile, inclusive, mostrou que o preço do seguro pode sofrer uma redução de 80% com a chegada dos carros autônomos.

Assim, com seu registro de direção quase sem falhas, este tipo de veículo deve trazer uma economia de US$ 1 mil anualmente – o que representa cerca de R$ 4 mil para o bolso dos brasileiros. Isso porque, de acordo com o Observatório Nacional de Segurança Viária, 90% dos acidentes de trânsito são causados pelo processo de decisão do motorista. Um carro inteligente, neste caso, diminuiria de forma significativa os riscos de acidentes e, consequentemente, os gastos do seguro.

De qualquer forma, os autônomos não devem acabar com a necessidade de seguros tão cedo. Ainda encontramos todo um ecossistema favorável para os acidentes, principalmente no Brasil. Seria necessário renovar a infraestrutura das cidades para que os veículos inteligentes vivessem em perfeita harmonia com o ambiente, sem que nenhum tipo de falha acontecesse.

Diante de um cenário como este, é preciso continuar reforçando também, principalmente ao consumidor brasileiro, a importância da contratação de um seguro. Afinal, 70% dos veículos não têm seguro no país. E a diminuição dos preços por conta do lançamento dos carros autônomos pode ser uma grande aliada nesse movimento. Isso porque o alto custo – junto à entrega de um serviço, em sua maioria, ineficiente -, é um dos principais motivos da não aquisição de um seguro.

Claro que não é só nestes aspectos que a tecnologia irá impactar a indústria de seguros. A partir do momento que os carros autônomos entrarem em comercialização, as seguradoras podem começar a pensar em uma gama ainda maior de proteção, como, por exemplo, contra hackers. Um serviço diferenciado, aliado ao valor mais baixo, pode ser um fator determinante no processo decisório da contratação de uma seguradora.

O fato é: os veículos autônomos devem chegar para revolucionar. E, já está mais do que claro que isso “não é se, mas quando”. Por isso, cabe a nós, que atuamos no setor de seguros, aproveitar este momento para inovar na construção de serviços e produtos, que atendam às necessidades deste futuro breve. Só assim, conseguiremos alcançar o propósito de proteger cada vez mais vidas no trânsito.

Andre Gregori, ex-BTG Pactual e CEO e fundador do Grupo Thinkseg.

SulAmérica promove encontro com startups para ampliar sinergias em Auto e Massificados

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, realizou nesta quarta-feira (3), no Rio de Janeiro, um encontro para conhecer startups com características que agregam valor aos produtos de Automóvel e Massificados. Chamado de “Pitch Day”, o evento reuniu desde empresas especializadas em inteligência artificial até companhias voltadas ao desenvolvimento de chatbots e blockchain, e possibilitou à seguradora avaliar potenciais parceiros para as linhas de produtos voltados para veículos, residências e empresas.

O “Pitch Day” ocorre em um contexto de investimento contínuo da SulAmérica em tecnologia e inovação e tem como meta aprimorar as experiências de clientes, corretores e demais parceiros em todas as linhas de negócio, entre elas Automóvel e Massificados.

Mercado em crescimento

Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), o País já conta com mais de 10 mil startups – quase metade das empresas está sediada na região Sudeste. Especificamente no setor de seguros, o número das chamadas insurtechs (startups do mercado segurador) chega a 80. Em setembro de 2017, o País tinha apenas 25 empresas neste ramo, um avanço de 316%.

Facesp e ACSP apoiam aprovação da MP da Liberdade Econômica

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) – que congrega 420 filiadas – e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) manifestam integral apoio à aprovação da Medida Provisória 881/19, conhecida como “MP da Liberdade Econômica”, que visa criar no País um ambiente de negócios favorável ao empreendedorismo e ao desenvolvimento econômico.

Tendo como premissa a liberdade de iniciativa, a partir da “boa-fé objetiva“ dos agentes econômicos, a MP busca reduzir o intervencionismo e a burocracia, que emperram a atividade empresarial.

Ao reduzir a intervenção estatal e desburocratizar os controles, a MP 881/19 permite a criação de instituições que assegurem liberdade, criatividade e responsabilidade como pilares do crescimento econômico e equipara as condições para a atividade empresarial às das nações mais desenvolvidas, preparando o Brasil para o ingresso nas grandes organizações internacionais.

Na última segunda-feira (1/7), o deputado federal Jerônimo Goergen (PP-RS), relator da MP 881/19 na Comissão Mista do Congresso Nacional, esteve na sede da Facesp para discutir o tema. Ele foi recebido pelo presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, e pelo vice-presidente e deputado federal, Marco Bertaiolli.

As associações comerciais estão certas de que o relatório do deputado Goergen, incorporando as contribuições dos membros da comissão, contribuiu para o aprimoramento do texto, mantendo o objetivo essencial de garantir a liberdade econômica. Por isso, as entidades reiteram seu apoio à aprovação da MP 881/19.

Grupo Movile lança nova edição de curso gratuito de tecnologia

Estão abertas as inscrições para mais uma edição do Movile Next, iniciativa criada pelas empresas do Grupo Movile para capacitar profissionais na área de tecnologia. “Queremos contribuir para fortalecer as comunidades e acelerar a formação de profissionais de tecnologia de alto nível”, afirma Matheus Fonseca, Analista de Employer Branding do Grupo Movile.

A 4ª edição do curso será composta por duas turmas, uma delas será voltada para Desenvolvimento Backend e outra para Inteligência Artificial, sendo a última em parceria com o Data Bootcamp, e cada uma com 15 vagas. O curso é totalmente gratuito, acontecerá em São Paulo e as inscrições vão até 07/07. Para participar, basta se inscrever pelo site movile.com/next e aguardar a seleção. O curso já formou 135 participantes em edições anteriores e recebeu mais de 1.500 inscrições.

As aulas acontecerão aos sábados com início para 27/07 e término no dia 17/08, no escritório do iFood em Osasco. Além das 32h de carga horária com instrutores extremamente qualificados, os participantes terão acesso a atividades e conteúdos complementares ao longo da semana e contato com muitos profissionais de todas as empresas do Grupo.

Durante o curso, os alunos terão a possibilidade de praticar os conhecimentos com cases reais do Grupo Movile, além de acompanhar apresentações dos times de tecnologia de empresas da holding, como iFood, Sympla, Wavy e PlayKids.

A iniciativa criada pelo Grupo quer dar a oportunidade de acelerar a carreira de profissionais de tecnologia e ajudar a capacitar talentos cada vez mais preparados para o mercado.

O Grupo Movile, é líder em marketplaces móveis e tem como objetivo melhorar a vida de 1 bilhão de pessoas por meio de seus apps. Com um crescimento anual médio de 60% nos últimos 8 anos, a empresa tem a tecnologia e a inovação em seu DNA, e acredita em seus avanços para criar soluções cada vez mais completas para seus usuários.