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TIVIT se une a Microsoft, Google e AWS para evento que discute tendências de transformação digital nas empresas

A TIVIT, multinacional brasileira de soluções digitais, realizou nesta terça-feira (26) a segunda edição do TIVIT Cloud Experience, evento com foco no papel da computação em nuvem na transformação digital de empresas e negócios. O evento ocorreu com o apoio de Amazon Web Services (AWS), Google Cloud e Microsoft.

“Mudar ou não mudar deixou de ser uma opção para as empresas. As companhias precisam adotar novos modos de trabalho para inovar e ganhar eficiência”, disse Carlos Gazaffi, Presidente da TIVIT na abertura do evento. O executivo frisou a importância para empresas de se adaptar rapidamente. “Algo em comum entre as companhias bem-sucedidas na transformação digital é a agilidade.”

A segunda edição do TIVIT Cloud Experience apresentou as principais tendências do mercado de computação em nuvem e como a sua adoção pode impulsionar a inovação dentro do cenário de transformação digital, com eficiência e agilidade às corporações. O evento, que teve as suas vagas esgotadas, foi transmitido em tempo real pelo LinkedIn da TIVIT, com aproximadamente sete mil pessoas conectadas.

“Viver o presente com tecnologias do passado traz paradoxos na tomada de decisão”, afirmou em sua apresentação André Frederico, Diretor Executivo e Head de Cloud Solutions da TIVIT. “A nuvem híbrida é o habilitador para a transformação digital e é a base para a jornada, inovação e disrupção dos modelos de negócio”, disse o executivo na apresentação.

Durante o evento, clientes da TIVIT compartilharam como o uso da computação na nuvem ajudou a transformar seus negócios. Luciano Baramarchi, IT Manager do Grupo Malwee, contou sobre a jornada de migração de 90% do data center da empresa para a Google Cloud Platform (GCP), em um trabalho feito em conjunto com o Google Cloud e a TIVIT.

Pelo palco desta segunda edição do TIVIT Cloud Experience estiveram clientes e parceiros da TIVIT, como Luciano Baramarchi, IT Manager do Grupo Malwee; Gilberto Baldini, Digital Solutions Manager na Credz; Nancy Abe, IT Director do Grupo NotreDame Intermédica; José Manuel Silva, Operations & IT Executive Director do Carrefour Soluções Financeiras; Luiz Paulo Yanai, Solutions Architect da Amazon Web Services (AWS); Adolfo Abreu, Head of Customer Engineering de Google Cloud e Gustavo Gattass, Data & AI Product Marketing Manager da Microsoft.

Em ano de retomada, Black Friday 2019 consolida estratégia omnichannel do varejo

Embora seja uma data que remonte a tradições norte-americanas, a Black Friday tem se tornado cada vez mais importante para o varejo do Brasil. A deste ano, celebrada no dia 29 de novembro, chega com enorme expectativa. Por um lado, pode servir como um marco para a retomada do setor, que já esboça leve recuperação. Por outro, pode consolidar uma estratégia entoada há anos, mas cujos resultados começam a apresentar sólidos resultados. Estamos falando da estratégia omnichannel.

Esse termo, que pode ser traduzido como multicanal, não consiste apenas em comercializar mercadorias tanto no online como no offline. Mais do que isso, preconiza integrar operações e aproveitar todas as oportunidades que se apresentam para impactar o consumidor, entregando a ele uma experiência mais prática e completa – independentemente do ponto de contato ou de compra. Nova queridinha do setor, a Magazine Luiza é adepta do mantra e, não por acaso, só este ano a cotação de sua ação mais do que duplicou.

“O fundamental é impactar o consumidor. Onde a compra será efetivada não tem tanta importância”, afirma Liuz Medeiros, New Business Associate da Foursales Group, especialista no recrutamento de talentos para a área comercial. “A taxa de conversão de vendas online depende muito do produto que está sendo vendido — é mais fácil com livros do que com roupas, por exemplo, embora estas, graças a iniciativas inovadoras, venham obtendo grande destaque nos últimos anos. De todo modo, é possível impactar o usuário pelo Instagram e atraí-lo para que ele experimente determinada peça. Você desperta o interesse pelo celular, mas define a compra na loja física”.

A Foursales recentemente concluiu uma pesquisa de Cargos & Salários pioneira em razão de seu foco exclusivo (área de marketing e vendas), alta amostragem (121 mil profissionais) e baixa margem de erro. Uma das inferências é que, no varejo tradicional, a média salarial dos funcionários do setor comercial caiu 8% de 2018 para 2019. No varejo omnichannel, porém, a alta foi significativa: 18%. A conclusão é inevitável: o salário dos funcionários tem acompanhado o ritmo de cada segmento, tanto para o bem como para o mal.

“Essa inflação salarial no varejo omnichannel pode ser atribuída também a um processo de job hunting. Há empresas que se destacaram na efetivação de estratégias multicanais — e formaram profissionais no processo — e há empresas que estão correndo atrás, construindo o novo modelo”, diz Medeiros. “Essas empresas estão “roubando” funcionários das companhias referência. O aumento salarial se dá em função de uma demanda aquecida e uma oferta insuficiente de profissionais qualificados, adaptados a essa nova prática”.

O varejo muda, o profissional também

Segundo recente artigo da consultoria BCG, apenas 4% das vendas do varejo brasileiro acontecem online, mas a internet influencia mais de 50% das compras efetuadas em lojas físicas. Por tudo isso, Medeiros acredita que as estratégias bem sucedidas nesta Black Friday não serão substancialmente diferentes das que já vimos, mas serão compostas por ações e variações de um modelo omnichannel cada vez mais consolidado.

Em outras palavras, teremos mais uma vez a multiplicação de pontos de interação para que o cliente seja de alguma forma impactado. E conclua a compra onde bem entender.

No entanto, fica o alerta para os funcionários do setor: o varejo está evoluindo e eles precisam mudar também. “O profissional que não está com uma mentalidade multicanal está ficando para trás. É esse o perfil que o mercado está procurando”, aponta Medeiros. “Tanto em vendas como em marketing, é necessário se qualificar. E isso inclui entender os diferentes meios de interação e aprender as melhores maneiras de utilizá-los”.

Gestão fiscal na Black Friday: a tecnologia a favor da vantagem competitiva

Por Cibele Carvalho

Tão importante quanto preservar informações e fazer uma compra segura, é preparar sua área fiscal para ajudar a vender mais na Black Friday. Com picos de vendas por minutos e alto fluxo de pedidos, a data exige dos varejistas atenção redobrada para lidar com todas as validações fiscais em tempo real a fim de garantir a efetiva realização da operação, observando tanto o aspecto logístico quanto financeiro.

Desencontro entre as informações do pedido de compra e as informações do documento fiscal recebido, além de rejeições causadas por inconsistência das regras de tributação ou nos códigos a serem informados nos documentos, tais como Código Fiscal de Operações e Prestações (CFOP), Código de Situação Tributária (CST), Código Especificador da Substituição Tributária (CEST), estão entre os gargalos mais comuns na área fiscal das empresas. Se levarmos para o universo do e-commerce, as chances de inconstâncias são ainda maiores devido ao grande aumento nos possíveis cenários de operação.

Uma vez que a maioria dessas mercadorias está sujeita à substituição tributária, cabem às empresas mapearem previamente a legislação das 27 unidades da federação em relação a todos os produtos do portfólio, pois nesse caso é necessário conhecer a legislação do destino final da mercadoria.

Um dos aliados para amenizar os desafios da operação diante de um cenário de grandes volumes de recebimentos e emissão de documentos fiscais, e consequentemente, a necessidade de validações em tempo real, é o uso de tecnologias especialistas na realidade fiscal. Neste caso, uma vantagem competitiva é a utilização de um motor de cálculo com regras fiscais atualizadas em tempo real e parametrizadas, levando em consideração todas as possibilidades de tributação no cenário desse cliente, considerando toda cadeia de operação, seja na entrada ou na saída da mercadoria.

Para estar preparado para datas como Black Friday, uma das principais datas para o varejo, as empresas precisam planejar com antecedência e contar com o auxílio de soluções que possam assegurar o Compliance fiscal e gerar valor para o negócio. Neste período, será enfatizado o quanto a área fiscal pode contribuir com a margem de lucro da operação. Aproveitar ao máximo esta oportunidade a fim de trazer benefícios competitivos para o negócio só depende da busca pelo auxílio de soluções aptas para atender o alto volume da demanda fiscal e o vasto cenário de possibilidades tributárias na legislação brasileira.

Cibele Carvalho, especialista em gestão tributária para o varejo e diretora comercial na Taxweb, pioneira em Digital Tax para o Compliance Fiscal das empresas.

E-commerces adotam medidas para se proteger contra fraudes

Cada vez mais, no Brasil, os donos de e-commerces concentram seus esforços não somente em aumentar suas vendas, mas também em se proteger de pessoas mal-intencionadas que agem especialmente nas altas temporadas do varejo, como a Black Friday. A Emailage, empresa especializada em soluções preventivas contra fraudes online, registrou o dobro de solicitações de lojas virtuais para realizar consultas ao histórico de internautas interessados em adquirir produtos e serviços entre janeiro e agosto de 2019, comparativamente, ao mesmo período do ano passado. O objetivo da verificação é garantir uma venda segura e evitar prejuízos.

O país já conta com quase 1 milhão de sites dedicados ao comércio eletrônico, segundo dados do levantamento divulgado recentemente pelo BigData Corp em parceria com o Paypal Brasil. Infelizmente, só em 2018, 72% dos negócios online admitiram aumento de prejuízos devido ao avanço de fraudes digitais em suas operações. É o que mostrou o Global Identity and Fraud Report, pesquisa realizada pela Experian, que entrevistou mais de 1.000 companhias em todo o mundo. O Brasil aparece como o terceiro maior entre os apurados – atrás apenas dos Estados Unidos e do Reino Unido.

“Com a chegada da Black Friday, as compras eletrônicas terão um aumento em relação a outros períodos do ano. Infelizmente, isso significa que o número de fraudes contra comércios virtuais também aumentará”, afirma Luciana Lello, Gerente Geral da Emailage para América do Sul. Somente a Emailage, registrou um aumento de 200% do número de fraudes compartilhadas por seus clientes em todo o mundo, entre setembro de 2018 e setembro de 2019. Desse total, 55% das denúncias foram feitas no Brasil.

IA é aliada dos e-commerces para evitar prejuízos com fraudes

Segundo Luciana Lello, “Uma das formas mais seguras de realizar transações virtuais é conhecer a identidade digital dos comparadores e um dos principais elementos que formam essa identidade é o e-mail, pois seu histórico ao ser analisado é a fonte mais rica de informações que as empresas com transações online, solicitam aos consumidores de seus produtos ou serviços”, comenta.

Graças aos avanços da inteligência artificial e ao uso de sistemas de machine learning, é possível classificar o nível de risco dos emails dos compradores, sua reputação e comportamento durante as transações online para identificar solicitações suspeitas e evitar novas fraudes.

Bruno Rodrigues, head de prevenção a fraudes LATAM da Grow, destaca o impacto positivo da utilização do sistema de análise de e-mails como fator preventivo no combate à fraude. “No início da nossa operação online, tivemos muitos problemas nesse sentido. Foi então que buscamos a Emailage, fizemos uma integração de sistemas muito rápida e tranquila e em 30 e 60 dias vimos nossos números de Charge Back (Estorno) melhorando de forma bastante efetiva”, diz Rodrigues.

A mesma tecnologia capaz de detectar e-mails suspeitos, também classifica os confiáveis com notas. “Um e-mail criado há muitos anos, atrelado a diferentes contas de redes sociais, utilizado em contas bancárias e em outras compras no passado, por exemplo, normalmente, é um e-mail com histórico positivo e bem avaliado”, explica Luciana Lello. “Essa recomendação feita a partir da IA oferece ao comerciante virtual maior segurança na hora de aprovar as transações realizadas em seu estabelecimento e diminui drasticamente as riscos de fraudes”, completa.

É o que atesta o gerente de prevenção à fraudes da Azul Linhas Aéreas, Henrique Thomas Florencio Silva. “Nós temos uma preocupação grande em aplicar medidas de prevenção à fraude nas nossas transações comerciais, gerando o mínimo de impacto possível aos nossos clientes. A Emailage nos ajuda nesse desafio, porque consegue fazer uma autenticação silenciosa dos e-mails cadastrados, capturando informações valiosas de cada um deles para que nos resguardemos de prejuízos”, explica Silva. “Assim, temos mais segurança, com menos burocracia e menos desgaste com os clientes”, concluiu.

Situações em que a IA detecta a tentativa de fraude ao analisar o e-mail do comprador

Tentativa de compras com e-mails, que foram detectados como fraudulentos no passado;
Tentativas de fraudes ao comprar com e-mails recém-criados (sem histórico, portanto, suspeitos);

Tentativas de compra relacionadas com telefones associados a casos anteriores de fraudes;

Transações usando e-mails com padrões de risco claros, como sintaxe suspeita, entre outros elementos;

Tentativas de compras com endereços de entrega associados a ataques de fraudes anteriores;

E-mails que fazem tentativas de compras em várias lojas ao mesmo tempo ou em um curto período de tempo.

Como o Brasil ganha ao apostar em iniciativas verdes

Por Martin Petersen

Para inventores e negócios inteligentes, grandes desafios significam grandes oportunidades. O porquê é bastante simples: se você solucionar um grande problema, há um grande lucro a ser gerado se o fizeres bem. Neste artigo iremos nos aprofundar em como o Brasil pode ganhar bastante ao enfrentar o maior desafio do nosso tempo: a transição para um economia verde que possibilitará que os nossos padrões de vida aumentem, assegurando simultaneamente a existência de um planeta onde os nossos filhos e netos possam viver e prosperar.

Vamos começar falando sobre a questão principal. Se tornar sustentável é um bom negócio. Existe um discurso desinformado sobre ser sustentável custar caro. O Boston Consulting Group (BCG) provou no artigo “The Economic Case for Combating Climate Change” que a maioria dos países pode ganhar muito com a transição para uma economia que nos manterá abaixo de 2 graus Celsius de aquecimento em comparação com os níveis pré-industriais, usando apenas tecnologias conhecidas e comprovadas.

Para o Brasil, o BCG tem algumas conclusões bastante surpreendentes: o argumento comercial para a substituição de combustíveis fósseis na indústria é muito bom. Sem nenhum custo adicional, o Brasil poderia substituir 70% do seu consumo de combustíveis fósseis por biomassa. E novamente, através de tecnologias relativamente antigas e bem comprovadas. Também não inclui os benefícios para a saúde e o bem-estar, nem o valor do armazenamento de carbono. O grande desafio para o Brasil é que o custo do capital é alto, o que significa que os investimentos de longo prazo têm que ser extremamente lucrativos para valer a pena (ou ter um retorno muito rápido). Felizmente, tanto para a produção de energia solar como para a de biomassa, o retorno é rápido e as operações em curso são muito lucrativas.

O ponto em que, de uma perspectiva brasileira, se torna bastante interessante, é como as novas tecnologias podem mudar a perspectiva e como os recursos existentes no Brasil podem desempenhar um papel único na modelação do nosso futuro.

Para delinear algumas:

A Floresta Amazônica tem o maior potencial médico do mundo. Cerca de 25% de todos os ingredientes da medicina ocidental hoje são produtos químicos descobertos nesta floresta tropical. O mercado de ingredientes médicos era de cerca de 162 bilhões de dólares (um pouco abaixo de 10% do PIB do Brasil). As reservas estão expirando em todo o mundo, o que só levará a um aumento no preço dos ingredientes, já que mais produtores procurarão encontrar mais e novos ingredientes médicos. Ao mesmo tempo, um envelhecimento demográfico aumentará a demanda.

O Brasil tem grande potencial para se tornar o maior produtor mundial de biocombustíveis para aviação: uma das partes mais difíceis e importantes do quebra-cabeça para transição sustentável- e, como consequência,uma das mais rentáveis. O combustível de aviação sustentável do Brasil poderia reduzir as emissões dos voos em 55%.

Ao investir em tecnologias de baixo custo e baixas emissões/baixo consumo, o Brasil pode aproveitar a oportunidade de se tornar um dos principais fornecedores de tecnologia essenciais (água, alimento, eletricidade, etc.) para os mercados emergentes. Das próximas 2,4 bilhões de pessoas que nascerão neste planeta, metade nascerá (mais ou menos) na Índia, Nigéria, República Democrática do Congo, Paquistão, Etiópia, República Unida da Tanzânia, Estados Unidos da América, Uganda e Indonésia – com exceção dos EUA, todos mercados emergentes. Ao mesmo tempo, uma quantidade crescente da classe média global viverá na Índia, Ásia-Pacífico, China e África. Fora da China, a maior parte dessa classe média viverá, portanto, em países que atualmente não têm a infraestrutura de rede necessária para sustentar o estilo de vida abastado da classe média. O Brasil está perfeitamente posicionado com um grande mercado interno para desenvolver, testar e implantar tecnologias que atendam às necessidades da nova classe média.

Na próxima semana eu terei o prazer de trabalhar juntamente com algumas estrelas do futuro verde brasileiro. Analisamos centenas de tecnologias sustentáveis até filtrarmos o ‘crème de la crème’. Entre nossos escolhidos temos mentes brilhantes especializadas em transformarem lixo em tesouros, outra empresa que pode reduzir em 40% a perda que América Latina tem sofrido na produção de água potável e outros 9 agentes transformadores que estou ansioso para conhecer em São Paulo. Se você quer um vislumbre do que será o futuro verde, junte-se a nós no Cubo!

Martin Petersen, dinamarquês e diretor do Green Innovation Group, empresa líder em buscar inovação verde pelo mundo e criador do evento Greentech Challenge.

Engineering arremata R$ 100 milhões em contratos SAP

A Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital, anuncia um total de R$ 100 milhões em contratos direcionados à prestação de serviços relacionados ao software de gestão empresarial da SAP.

O montante, que soma o total de novos negócios firmados no período janeiro a setembro deste ano, envolve principalmente os projetos de melhorias no ambiente SAP das empresas. O foco é obter eficiência operacional, o que inclui consultoria, sustentação e desenvolvimento de projetos.

Ao todo, várias empresas estão nesta rodada de investimentos, incluindo a Eletrobrás e a BR Distribuidora. A expectativa é que, até o final do ano, quatro novas organizações embarquem neste cenário de melhorias rumo à disrupção.

De acordo com o diretor de operações SAP da Engineering, Martim Tuma, o movimento dessas empresas em direção à excelência operacional sistêmica é o primeiro passo para a evolução dos demais pilares de Transformação Digital, que consistem em melhores experiências para o cliente e novos modelos de negócios.

“As organizações estão cientes de que, para evoluir na jornada de inovação, é preciso, inicialmente, mudar a mentalidade interna com foco no cliente. E, para isso, o cenário interno deve promover ferramentas que corroborem com esse novo mindset”, explica Tuma.

Para 2020, a Enginering do Brasil está participando de rodadas globais junto às demais subsidiárias do Grupo Engineering localizadas na Alemanha, Espanha, Sérvia, Rússia e China para definirem o modelo mundial da companhia em relação às operações SAP.

Epson anuncia novos executivos nas áreas de Vendas, Marketing e Serviços

Novos executivos chegam à Epson do Brasil para reforçar a estratégia da empresa: Marcelo Madi junta-se ao alto escalão da empresa para acelerar a atuação da empresa junto aos varejistas; já para os cargos de gerência sênior, chegam Cinthia Araújo como Gerente Regional de Marketing e David Poli é o novo Gerente de Suporte e Serviços.

Marcelo Madi é o novo Diretor de Vendas, responsável pelo canal de Varejo, com o desafio de expandir as parcerias da marca e manter as atuais, além de desenvolver os planos de expansão para o e-commerce. Graduado em Engenharia de Produção e possui MBA em Gestão de Negócios pela FGV. Já atuou em grandes empresas como Pirelli, Motorola e Samsung, e possui sólida experiência em planejamento, estratégias de negócio e e-commerce.

Cinthia Araujo possui mais de 20 anos de carreira consolidada na área de Marketing, com forte atuação em Planejamento Estratégico, Canais, Trade Marketing e Produtos em multinacionais de tecnologia como LG Eletronics e XEROX. Chega à Epson com o desafio de inovar as ações de Geração de Demanda em B2C através de estratégias vencedoras e elevar o patamar de atuação no segmento B2B, foco da empresa no Brasil. É graduada em Comunicação Social pela Universidade Gama Filho, MBA em Marketing Estratégico pela Universidade Estácio de Sá e Executivo em Negócios pela COPPEAD-UFRJ.

Já como Gerente de Suporte e Serviços, chega David Poli, que acumula mais de 14 anos de carreira em empresas de Tecnologia, Impressoras, Indústria e Serviços, liderando equipes de serviço e revendedores em multinacionais, em empresas como Videojet Technologies, Pitney Bowes e Xerox. O executivo será responsável pela implementação da estratégia de serviços no B2B, aumentando a qualidade e capilaridade do suporte Epson no Brasil para o segmento corporativo e têxtil. É graduado em Tecnologia em Engenharia Elétrica e Eletrônica e pós-graduado em Marketing, Administração e Negócios pelo Mackenzie.

CEOs globais estão insatisfeitos com as ações corporativas para atingir os Objetivos Globais de Sustentabilidade

A Accenture desenvolveu, em parceria com a Organização das Nações Unidas (ONU), um estudo que traz a visão dos CEOs sobre as oportunidades e os desafios para o atingimento dos Objetivos Globais de Sustentabilidade, lançados pela própria entidade em 2015. O estudo mostra que os CEOs reconhecem que a comunidade empresarial poderia ꟷ e deveria ꟷ dar uma contribuição muito maior para alcançar uma economia global sustentável, mesmo que o compromisso com os objetivos represente uma potencial vantagem competitiva para suas empresas.

O estudo traz dados impactantes, como:

• Apenas 21% dos CEOs acreditam que as empresas estão contribuindo de forma crítica para alcançar os Objetivos Globais;

• Ao mesmo tempo, 99% das empresas com mais de US$ 1 bilhão em receita anual acreditam que a sustentabilidade é importante para o futuro de seus negócios;

• 71% dos CEOs acreditam que as empresas têm o potencial para contribuir de forma crítica para alcançar os Objetivos Globais, com o comprometimento necessário;

• No entanto, 55% se veem pressionados a operar sob extrema redução de custo, o que prejudica os investimentos em sustentabilidade;

• Para os CEOs, o Objetivo Global mais longe de ser atingido é a redução de poluição nos oceanos, com apenas 13% da meta atingida;

• Apenas 44% dos líderes de negócios acreditam na concretização de um futuro de emissões zero nas suas empresas ao longo dos próximos 10 anos.

“É hora de os líderes garantirem que as metas de sustentabilidade estejam firmemente incorporadas na estratégia corporativa e no objetivo da empresa”, diz Peter Lacy, diretor da Accenture Strategy para Reino Unido e Irlanda e líder da Accenture WEF, siglas de World Economic Forum.

O estudo aponta que a comunidade empresarial global atingiu um ponto de inflexão claro na jornada para 2030. Os CEOs concordam que os negócios devem desempenhar um papel mais crítico no avanço dos Objetivos Globais e apontam para as barreiras que os impedem de fazer mais por esse objetivo, assim como os fatores que facilitariam o potencial do setor privado.

Em 2016, um ano após o lançamento dos Objetivos Globais, as ações dos líderes empresariais em relação à sustentabilidade atingiram um pico, pois os CEOs viram a oportunidade de reavaliar seus esforços de sustentabilidade. Este não é exatamente o caso três anos depois. Em 2019, os CEOs reconhecem que a execução do negócio não está à altura do tamanho do desafio dos Objetivos Globais, ou de sua ambição anterior.

Ansiosos por uma correção no curso, os CEOs estão renovando seu comprometimento para aumentar o impacto de suas ações de sustentabilidade. Dessa forma, 71% dos CEOs acreditam que, com maior comprometimento e ação, seus negócios podem desempenhar um papel crítico na contribuição para os Objetivos Globais.

“Com uma década para cumprir os Objetivos Globais, a tecnologia tem o potencial de acelerar o progresso, ajudando as empresas a aumentar sua agilidade competitiva”, diz Jessica Long, diretora de Sustentabilidade da Accenture Strategy.

No entanto, a transformação é difícil. Restrições econômicas e prioridades concorrentes são barreiras identificadas pelos CEOs para serem superadas, e eles veem a próxima década como desafiadora, por conta das incertezas geopolíticas, tecnológicas e socioeconômicas.

Três caminhos para a ação em prol dos Objetivos Globais de Sustentabilidade

O cenário global incerto está levando os líderes empresariais a irem mais longe e a serem mais proativos na agenda de sustentabilidade. Com isso, os CEOs ouvidos pelo estudo recomendam às empresas do mundo todo as seguintes práticas:

Estimular a ambição e o impacto

Os líderes devem promover mudanças em suas próprias organizações e por meio da disrupção nos modelos de negócios.

Inovar na colaboração

Os principais players do mercado devem conectar-se de novas maneiras, colaborando em prol da transformação significativa em suas ações sustentáveis.

Assumir a liderança responsável

Os líderes devem assumir seu papel como agentes de mudança para defender a agenda de sustentabilidade.

Jadlog espera elevar em cerca de 50% o volume de entregas da Black Friday 2019

A Jadlog, uma das maiores empresas de movimentações de cargas expressas fracionadas do País, já está em ritmo de Black Friday. Apontada como a transportadora privada mais utilizada pelo e-commerce no Brasil, espera elevar em cerca de 50% o volume de entregas originárias deste período de grandes ofertas do varejo virtual, em relação à mesma data do ano passado.

Para atender este pico de demanda, a transportadora colocou em prática um plano para atender a elevada quantidade de encomendas a serem entregues ao consumidor final, principalmente nas próximas três semanas, em que deve ser registrado pico diário de 130 mil encomendas. A Jadlog ampliou sua estrutura, com a contratação de profissionais adicionais; locou temporariamente 10 mil metros quadrados próximo ao TECA (Terminal de Cargas) da Anhanguera, em São Paulo; adotou turnos de trabalho 24/7; e incluiu saídas adicionais de caminhões da Expedição da empresa.

“Estamos cada vez mais comprometidos com o cumprimento dos prazos e a qualidade dos serviços prestados pela Jadlog, especialmente na ocasião da Black Friday, o período de maior movimentação de remessas do ano”, afirma o presidente da Jadlog. Bruno Tortorello.

A Black Friday representa uma grande oportunidade de negócios para a Jadlog e reforça o posicionamento da empresa como especialista no atendimento ao e-commerce. Atualmente, as encomendas relacionadas ao comércio eletrônico representam cerca de 60% do total das operações da transportadora.

Recentemente, a Jadlog foi apontada como a empresa mais utilizada por lojas virtuais que contratam serviços de transportadoras privadas, segundo a pesquisa Logística no E-commerce Brasileiro 2019, realizada pela ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) em conjunto com a ComSchool. Este resultado representa a evolução da Jadlog no atendimento do e-commerce.

A Jadlog se diferencia no mercado pela rapidez e infraestrutura de distribuição de encomendas, e também pelas opções de entregas que oferece aos marketplaces e consumidores finais. Além do delivery, a empresa oferece o Pickup. O Pickup é o serviço de conveniência que permite a retirada dos produtos adquiridos no comércio eletrônico em pontos comerciais parceiros, que contam com a tecnologia da Jadlog, e estão estrategicamente localizados nas cidades brasileiras.

“O Pickup, além de ser um grande alavancador de vendas no e-commerce, já que mais opções de entregas influenciam os consumidores a concluírem suas compras, também é uma opção eficiente para as entregas da Black Friday, até porque reduz significativamente o insucesso da entrega e os custos logísticos para os embarcadores e ainda aos consumidores finais, por ser uma opção mais barata de frete”, destaca Tortorello.

Até outubro de 2019, quase 2 milhões de encomendas do e-commerce já haviam sido entregues aos consumidores finais por esta modalidade. A rede Pickup da Jadlog está com mais de 2,5 mil pontos parceiros, atendendo 25 estados e o Distrito Federal. A meta é alcançar, na maturidade da rede, 8 mil pontos, estando a apenas 10 minutos a pé de 90% do mercado consumidor brasileiro.

O Pickup é um serviço consolidado e de sucesso na Europa, por meio da DPDgroup, a segunda maior rede de distribuição de cargas expressas do continente europeu, que adquiriu, em 2017, 60% da Jadlog. Ele foi incorporado ao portfólio de serviços da Jadlog no ano passado. Em 2018, na Europa, foram retiradas mais de 83 milhões de encomendas nas mais de 42 mil lojas da rede Pickup, em 27 países. Em muitos países, o Pickup representa mais de 25% das entregas do e-commerce.

Startup americana PayJoy chega ao Brasil

O aparelho celular é um desejo de muitos brasileiros, mas nem sempre é tão acessível devido à ausência de uma conta bancária ou simplesmente por não ter um limite de crédito ou então ele ser baixo. Com essa dificuldade, por que não usar o próprio celular adquirido como uma garantia para um crédito financeiro pessoal? Nesse contexto surge a PayJoy, startup americana de tecnologia que facilita a aquisição de um smartphone pelos consumidores com restrições de crédito.

Fundada em 2015 em São Francisco, nos Estados Unidos, por Doug Ricket, ex-funcionário do Google Maps, e os cofundadores Gib Lopez e Mark Heynen, a PayJoy iniciou a primeira operação no México. Atualmente, a startup tem atuação em 13 países, como África do Sul, Índia e Indonésia. No Brasil, a empresa acaba de iniciar as operações e tem à sua frente Wagner Mendonça, Líder de Desenvolvimento de Negócios.

O último investimento levantando pela PayJoy foi de 20 milhões de dólares, liderado pela Greylock Partners, empresa líder em capital de risco, seguida por Union Square Ventures, EchoVC e Core Innovation Capital que também participaram da rodada de série B. Totalizando até então mais de 70 milhões de dólares captados, a startup americana tem, ainda, como investidores as seguintes empresas: Santander InnoVentures, Assurant, Mindset Ventures, Orange Digital Ventures, Nxtp Labs, Draper Nexus, Itochu e Fenway Summer Ventures.

De acordo com o Banco Mundial, 32% da população brasileira não possui conta bancária, ou seja, são cerca de 67 milhões de pessoas sem acesso a crédito. Além disso, outro dado para se ressaltar é o uso de celular: 92% da população brasileira possui ou tem acesso a um aparelho.

Segundo dados da própria PayJoy, sua tecnologia é capaz de contribuir e impulsionar a inclusão financeira e melhorar os três indicadores-chave para os seus parceiros: aumento nas vendas de aparelhos de celulares, elevação no preço médio de venda dos mesmos e crescimento da participação no mercado. No México, por exemplo, a venda nas lojas foi um sucesso graças ao seu processo operacional simples, que já garantiu a rápida assimilação do produto. Com relação aos resultados, houve uma redução significativa da taxa de inadimplência e um aumento na propensão dos consumidores em efetuar os pagamentos.

“Estamos trabalhando e construindo uma tecnologia capaz de favorecer a inclusão financeira, algo que apresenta uma grande sinergia com países como é o caso do Brasil”, explica Mark Heynen, cofundador e CBO da PayJoy. “Apostamos no Brasil porque é um país com mercado gigantesco e bastante promissor para nossa tecnologia, principalmente porque reúne características como um alto interesse pela categoria de celulares por parte dos consumidores e grande parcela da população não possui acesso a crédito ou mesmo à conta bancária”, complementa.

Como funciona

A PayJoy oferece às operadoras de comunicação móvel, empresas financeiras e varejistas uma tecnologia que permite que os celulares sejam uma garantia para a compra do próprio aparelho ou empréstimo pessoal. Em caso de não pagamento as empresas poderão limitar a utilização das funcionalidades dos aparelhos e seus aplicativos.

O modelo de negócio é business to business, ou seja, a PayJoy licencia o uso desta tecnologia para seus parceiros comerciais. Nestes casos, as regras do bloqueio e os valores dos empréstimos são definidos pelos próprios parceiros, de acordo com seus interesses, podendo variar caso a caso. Adicionalmente pode ser contratado o recurso de Score que possibilita, por exemplo, ao varejista traçar um perfil de crédito mais preciso de seus consumidores facilitando o processo decisório.

Brasil bate recorde de vendas no Festival Global de Compras 11.11

O AliExpress, marketplace global de vendas online do Alibaba Group, anunciou que o Brasil bateu um recorde durante o Festival Global de Compras 11/11 deste ano registrando três vezes mais transações em comparação com o ano passado, fazendo do país, o mercado que cresce mais rapidamente na plataforma.

No Brasil, foram necessárias apenas 16 horas do festival para superar as 48 horas de vendas do evento em 2018. As categorias mais vendidas durante o 11.11 incluem Beleza e saúde, Computador e escritório, Aparelhos eletrônicos, Telefones e Telecomunicações, Brinquedos e Hobbies, Relógios – 15 vendas por minuto, entre outras.

No início do festival, o AliExpress colaborou com 11 influenciadores populares no Brasil, cujos seguidores no YouTube e Instagram totalizam 120 milhões. 10 iPhones foram doados aos consumidores que compartilharam as novidades do evento pelas redes sociais e o AliExpress sorteou ainda dois carros 0km entre os compradores brasileiros.

Os dois ganhadores receberam os carros na quinta-feira (21/11). Um dos sortudos foi um estudante da Bahia que comprou acessórios eletrônicos e roupas, gastando em torno de R$ 630. O estudante elogiou a extensa seleção de produtos que a plataforma oferece, junto com preços acessíveis.

Outra sorteada foi uma designer do Paraná que descobriu o AliExpress através do Google e destacou a variedade de produtos interessantes de qualidade e com bom preço que o marketplace oferece.

AliExpress na Black Friday

Para a próxima Black Friday, o AliExpress preparou outro sorteio exclusivo para os consumidores brasileiros, e dessa vez, o carro sorteado é uma Mercedes-Benz. A participação será por pedidos de compra – ou seja, uma compra é igual a um número da sorte e cada pessoa pode acumular até 20 números. Para concorrer ao carro, o cliente deve fazer compras a partir de US$5 (aproximadamente R$ 20) na plataforma, entre as 5 da manhã (horário de Brasília) de 29/11 às 5h do dia 03/12. O grande sortudo será anunciado após o término da Black Friday.

Os consumidores que ajudarem a compartilhar o sorteio do carro do AliExpress também terão chances de concorrer por cinquentas Xiaomi Redmi Note 8 e cem Mi Band (pulseiras inteligentes da Xiaomi).

Todos podem participar da competição, basta fazer um repost da imagem do sorteio com a hashtag #blackfridaybrasil, marcar o AliExpress Brasil (@aliexpressbr) e dois amigos entre os dias 23/11 e 28/11. O vencedor ganhará um Xiaomi Redmi Note 8 e duas Mi Bands, um para cada amigo marcado. Ao todo, serão anunciados 50 vencedores no dia 12/12.

Para acompanhar as ofertas especiais para o Black Friday no Brasil, clique aqui. A promoção começa na sexta-feira (29/11).

Transformando o 11/11 em um evento global

À medida que o grupo Alibaba se expande para os mercados globais, o AliExpress difunde o fenômeno da “satisfação das compras” para os consumidores, mudando a maneira como as pessoas compram, oferecendo conteúdo e entretenimento enquanto elas navegam e adquirem o produto desejado.

Durante o festival de 48 horas deste ano, o AliExpress convidou mais de 3.500 influenciadores on-line e blogueiros do Brasil, Oriente Médio, Rússia, Itália, Coréia, Espanha e Polônia para promover vendedores e produtos em suas contas das redes sociais.

Com o número total de seguidores superior a 100 milhões, o AliExpress obteve potencialmente acesso a mais de 10% da população dos países mencionados acima. O AliExpress também hospedou mais de 1.000 transmissões ao vivo em sua plataforma, trazendo uma nova experiência de compra para os consumidores, além de novas oportunidades de emprego.

A infraestrutura é outro ponto que o AliExpress teve que dar como uma das prioridades para conseguir tornar o evento global. Junto com Cainiao, braço logístico da Alibaba e Ant Financial, o AliExpress está colaborando com parceiros de logísticas locais, internacionais e com provedores de pagamento para facilitar a venda e a compra por comerciantes através da plataforma.

Um exemplo a ser citado é a parceria com a Turkish Post para lançar um serviço dedicado Turquia-Rússia, o que reduziu a velocidade média da entrega de 35 para 10 dias.

ParquesTecnológicos passam a utilizar o Sistema RNP para impulsionar novos empreendimentos de inovação

A Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP), ligada ao Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e responsável pela rede acadêmica brasileira, está trabalhando junto à Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec) em um projeto-piloto que visa, em futuro bem próximo, à criação de uma “Rede Nacional de Ambientes de Inovação”.

O projeto-piloto está sendo realizado em seis parques tecnológicos indicados pela própria Anprotec. “Com a ampliação de nossa política de uso do Sistema RNP, foram incluídos os ambientes promotores de inovação como uma nova classe de Organização Usuária e essas passaram a usufruir das funcionalidades desse sistema”, explicou Fausto Vetter, coordenador de Pesquisa & Desenvolvimento na RNP.

Para o presidente da Anprotec, José Alberto Sampaio Aranha, a parceria com a RNP acontece em um momento extremamente propício para as duas instituições. “Em nosso planejamento estratégico, colocamos como meta a criação de uma rede de inovações para possibilitar o crescimento de empreendimentos na área de inovação em nosso país. Ao mesmo tempo, também em seu planejamento estratégico, a RNP já autorizava a ampliação de sua rede para institutos e parques tecnológicos que atuam na área de inovação. Nada melhor, então, que aproveitar a expertise da RNP já existente no país, na rede de ensino e pesquisas, para um piloto que visa a criação dessa Rede Nacional de Ambientes de Inovação”, comenta Aranha.

Os parques tecnológicos que fazem parte deste piloto são: Parque Tecnológico São José dos Campos (SP); Parque Zenit da UFRGS (Rio Grande do Sul); Parque da UFRJ (Rio de Janeiro); PCT Guamá da UFPA (Pará); Parque CITTA da UFCG (Paraíba); e BIOTIC (Brasília).

Para se ter uma ideia da importância da utilização da Ciberinfraestrutura nacional da RNP pelos parques tecnológicos, destacamos o Parque Tecnológico São José dos Campos, no Vale do Paraíba paulista, criado em 2006 e considerado um dos maiores complexos de inovação e empreendedorismo do Brasil.

O Parque Tecnológico São José dos Campos tem a missão de promover ciência, tecnologia, inovação e empreendedorismo, visando ao desenvolvimento competitivo e sustentável das empresas e instituições vinculadas. Ocupa hoje uma área de 188 mil m2, onde cerca de 6.000 pessoas transitam diariamente, e onde estão instaladas 145 empresas, quatro universidades (Unifesp, Unesp, Univesp e Anhembi-Morumbi), um campus da Fatec, um escritório do ITA e um escritório da Escola de Economia de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas; além de quatro institutos de ciência e tecnologia. O Parque também é gestor do Cluster Aeroespacial Brasileiro e do Arranjo Produtivo Local de Tecnologia da Informação e Comunicação do Vale do Paraíba.

A participação nesse projeto-piloto com os demais parques tecnológicos é vista com entusiasmo pelo diretor de novos negócios do Parque Tecnológico São José dos Campos, Elso Alberti Jr. “Identificamos que a RNP tem recursos muito relevantes para o Parque e para nossas empresas residentes e vinculadas. Durante o projeto-piloto, vamos ter condições de avaliar questões relacionadas à infraestrutura necessária, assim como a dinâmica de distribuição e acesso das empresas, não apenas à internet como também às ferramentas disponibilizadas pela RNP. Nossa expectativa é totalmente positiva, pois entendemos o Parque como um grande articulador de empresas, universidades, instituições públicas e sociedade, em busca de processos inovadores e desenvolvimento tecnológico que possam estimular o crescimento socioeconômico de nossa região e do país”, declarou.

Para a RNP, que já oferece conexão e estrutura de conexão de ponta em mais de 1.500 instituições e laboratórios de pesquisa do país, o projeto-piloto com os Parques Tecnológicos ajudará a instituição a compreender o funcionamento e a operação de ambientes promotores de inovação e suas necessidades em termos de infraestrutura e serviços baseados em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC). A partir daí, será possível ofertar a Ciberinfraestrutura Nacional da RNP como plataforma de inovação para ambientes promotores de inovação em todo o país.