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Hanzo recebe aporte liderado pelo fundo norte-americano DotCapital

A Hanzo – plataforma SaaS de engajamento ao consumidor – acaba de receber uma captação série A, liderada pelo fundo norte-americano DotCapital. Com o investimento, a companhia planeja expandir para fora do Brasil e triplicar sua receita em 2020.

Em 2018, a startup foi selecionada para participar na oitava edição do Start Path, programa de aceleração global da Mastercard, criado para ter acesso à inovação alinhada com os objetivos estratégicos da Mastercard, trabalhando com as melhores startup ao redor do mundo. “O programa Start Path tem como chave a aproximação com as startups, que tem sido fundamental para seu sucesso a longo prazo”, explica a diretora do Mastercard Labs – Start Path para América Latina e Caribe -, Ilana Messing. “Acreditamos em ajudar nossas startups a subir para o próximo nível, conectando-as a futuros parceiros de tecnologia, recursos e inúmeras outras maneiras de fornecer as soluções que visam solucionar os desafios de meios de pagamentos, tecnologia e inclusão financeira em nossos mercados atuais”.

De acordo com o italiano Federico Pisani Massamormile, CEO e fundador da Hanzo, o investimento dá um selo de garantia de qualidade para os produtos. O executivo já passou por empresas como a TIM e a Mobile Marketing Association, onde assumiu o cargo de Global Chairman. “Estamos ainda mais confiantes de estar no caminho certo”, continua.

A Hanzo desenvolveu uma plataforma proprietária SaaS de fintech que possibilita que marcas interajam com seus consumidores, utilizando o smartphone. Com módulos de Fidelidade, M-Commerce, Pay ahead, POS, entre outros, a plataforma cria experiências incomparáveis. Com o aporte, a startup pretende expandir os projetos inovadores em outros países.

Dentre as empresas atendidas pela Hanzo, estão a Petz, Mastercard, Unilever, Kibon e algumas franquias no segmento de restaurantes, tipo a Vinil Burger. “Atualmente, nosso time é formado por 30 profissionais, atuando em países como Brasil, Estados Unidos, Costa Rica e na Europa. Nosso objetivo para 2020 é dobrar de tamanho e triplicar até 2021”, explica Pisani.

Os livros preferidos de executivos de grandes startups em 2019

Um dos grandes segredos do sucesso é estar disponível ao constante aprendizado. Conhecimento nunca é demais para qualquer negócio e para isso, reunimos alguns dos livros preferidos dos empresários e executivos de grandes startups, e como este conhecimento impactou a trajetória profissional deles.

Sympla:

Para Rodrigo Cartacho, CEO da Sympla, maior plataforma do Brasil em gestão de eventos e venda de ingressos, o livro mais inspirador de 2019 foi “Homo Deus”, escrito por Yuval Harari, que faz parte da trilogia autor, composta por “Sapiens” e “21 lições para o século 21”. Segundo ele, “o livro nos leva a uma reflexão brilhante do passado, presente e futuro da humanidade.”

Zee.Now:

Para Thadeu Diz, fundador e diretor criativo de Zee.Now, aplicativo para delivery de produtos pet que funciona 24 horas com frete gratuito, o livro escolhido foi “The Everything Store”, escrito pelo jornalista Brad Stone. Segundo o executivo, a Amazon começou como uma loja online de livros num momento onde as pessoas duvidavam completamente se eles dariam certo. Por isso, o foco e determinação de Jeff Bezos em inovar sempre o inspirou tremendamente. Um de seus quotes preferidos é: “You have to be willing to be misunderstood if you’re going to innovate”.

MaxMilhas

Para Max Oliveira, CEO da MaxMilhas, plataforma que vende passagens aéreas com desconto, o livro que inspira sua carreira é o Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas, de Dale Carnegie. Um dos principais pontos que ele aborda é a importância da inteligência emocional para se ter sucesso na vida. Uma pessoa pode ser ótima tecnicamente no que faz, mas só isso não basta para que ela trilhe um caminho de grandes conquistas. Isso envolve o desenvolvimento de inteligência emocional, resiliência, capacidade de ouvir o outro, empatia, comunicação e habilidade de resolver problemas e conflitos. Essas soft skills são fundamentais em negócios que crescem rápido e têm como base a inovação, porque reforçam a capacidade de adaptação e flexibilidade das pessoas a um ambiente que está em constante mudança.

Homer:

Para Lívia Rigueiral, CEO da Homer, aplicativo voltado para o mercado imobiliário com o objetivo de otimizar o trabalho dos corretores a ajudar a formar parcerias seguras entre eles, o livro que contribuiu para expansão da sua visão de futuro foi Abundância: O Futuro é Melhor do que Você Imagina, escrito por Peter H. Diamandis, empreendedor que se tornou um inovador pioneiro, e Steven Kotler, premiado escritor de ciências, publicado em 2012, que conta como o progresso nas áreas tecnológicas permitirão que tenhamos, nas próximas décadas, ganhos incomparáveis com os dos últimos séculos. O livro abre à mente possibilidades de um futuro inspirador para o mercado.

Facily:

Diego Dzodan, cofundador e CEO da Facily, primeiro app de social commerce da América Latina, indica o livro Made In America de Sam Walton. O livro, uma autobiografia do fundador da rede varejista Walmart, conta a história de como, por meio do trabalhar duro, foi criada uma das maiores e mais valiosas empresas do mundo. Para manter a cabeça focada no mercado e compreender como o jogo faz parte da nossa vida desde o princípio, Homo Ludens, de Johan Huizinga.

Hotmart:

Para João Pedro Resende, CEO e Cofundador da Hotmart, especializada em venda e distribuição de produtos digitais, o livro escolhido foi Adams Óbvio, do Robert Updegraff: O livro traz boas lições sobre como simplificar nossa comunicação, nos tornar mais analíticos e em como focar exclusivamente nos fatos. É um livro antigo, com mais de 100 anos, mas que traz lições atemporais para qualquer empreendedor atual. É uma leitura rápida e fácil, e foi uma das minhas principais influências. Hoje na Hotmart, dezenas de pessoas já leram Adams Óbvio e há líderes que presenteiam sua equipe com este pequeno livro logo no onboarding do time.

Assertiva:

Para Hederson Albertini, CEO da Assertiva, plataforma que utiliza inteligência de dados para prevenção a fraude e apoio nas relações comerciais, o livro de cabeceira que mereceu destaque em 2019 foi “De Zero a Um”, do autor Peter Thiel, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, como o Facebook. Para o CEO, o livro trata de um tema simples, mas que é a base de uma empresa: a união dos sócios, que devem saber administrar as diferenças, a vaidade e o ego. A Assertiva tem dois sócios com cabeças e idades diferentes e, contudo, souberam respeitar e entender os dois lados, colaborando para o crescimento do negócio.

Clooset:

Para Vinícius Picollo, CEO da Clooset, plataforma online que conecta microinfluenciadores a marcas, o livro mais inspirador de 2019 foi “Longe da Árvore”, escrito por Andrew Solomon, que fala sobre a construção de identidade entre pais e filhos. Segundo ele, “o livro é resultado de uma pesquisa de quase 20 anos de como as identidades de filhos que fogem do padrão normativo são formadas, e todo o processo de aceitação e empatia que os pais acabam passando quando se dão conta que seus filhos são diferentes das expectativas impostas pela sociedade. Sem cair na exploração de histórias de luta ou superação, o livro aborda dez identidades horizontais que contestam a lógica do ideal ‘normativo’ e amplia a visão sobre ‘ser humano’.”

Xerpa:

Para Paulo Ahagon, CTO da Xerpa, fintech que desenvolveu o app Xerpay, que auxilia no adiantamento do salário do funcionário, o livro que mais o inspirou e ajudou em 2019, foi o “Principles: Life and Work” do Ray Dalio. O autor que é investidor bilionário e um grande nome no cenário financeiro, traz na obra princípios fundamentais para o sucesso da vida profissional e pessoal. Para Ahagon, “o que eu mais gostei no livro é que ele me ajudou a estruturar o raciocínio para tomar decisões difíceis, com as perguntas ‘O que eu quero? O que é verdade? O que eu vou fazer com isso?’. O que ajuda na tomada de decisão”

Revelo:

Para Lachlan de Crespigny, Co-fundador da Revelo, plataforma de recrutameno digital, a obra de 2019 foi “Total Recall: My Unbelievably True Life Story, de Arnold Schwarzenegger”. Segundo o executivo, poucos sabem que ele veio de uma situação de extrema pobreza na Áustria, e este livro conta como ele usou seu carisma e foco para alavancar uma grande empresa do setor imobiliário, o que bancou sua entrada nos filmes. Mesmo depois de se tornar a grande celebridade que conhecemos, ele continua desenvolvendo grandes negócios, então é um livro bastante inspirador que Lachlan recomenda.

Locaweb:

Para o CEO da Locaweb, Fernando Cirne, sua maior indicação é o “Empresas Feitas para Vencer”, do Jim Collins. “O livro responde a uma pergunta simples: como as empresas podem atingir uma excelência que se perpetue no longo prazo. Como a missão de todas as empresas é atuar em seu mercado, ajudando os seus clientes a prosperarem, por muitos anos, acredito que as lições apresentadas no livro com exemplos práticos são muito importantes”, disse. Empresas Feitas para Vencer mostra como as grandes empresas atingem o sucesso no decorrer do tempo e como isso se aplica no DNA de uma organização desde o seu nascimento. Além disso, mostra quais são as características que levam uma empresa a se tornar excelente e outras a fracassarem.

All iN:

“O lado difícil das situações difíceis: Como construir um negócio quando não existem respostas prontas” de Ben Horowitz é a sugestão de leitura do Victor Popper, fundador e CEO da All iN – unidade de marketing cloud da Locaweb. Voltado para empreendedores experientes ou iniciantes, o livro traz as principais dicas de como criar e administrar uma startup sob o olhar de um dos empresários mais respeitados do Vale do Silício. Para o CEO, nem tudo é o que parece. A autonomia de um negócio próprio é atrativa, mas também significa que o sucesso da empresa está totalmente nas suas mãos. Entre erros e acertos, desenvolvemos a mentalidade de um líder e está tudo bem errar contanto que não se erre sempre. O livro é uma ótima oportunidade de aprender sobre os desafios diários do mercado corporativo sem trazer impactos diretos ao negócio.

TruckPad:

Para Carlos Mira, CEO do TruckPad, maior plataforma de conexão entre caminhoneiros e cargas da América Latina, um dos livros que mais marcou sua trajetória é “O Foco Define a Sorte”, escrito por Dulce Magalhães. A obra, que virou seu livro de cabeceira, aborda a importância de deixar para trás a ideia de fazer tudo ao mesmo tempo, e focar em poucas atividades – as mais relevantes – e executá-las de forma assertiva. “Resolver um problema por vez e não desperdiçar energias com problemas de pouca relevância foram algumas das lições que aprendi com esse livro e que foram responsáveis pelo meu sucesso como empreendedor no mercado de tecnologia”, conta Mira. “Acredito que esse livro não está entre os que empreendedores atuais costumam ler e traz lições muito necessárias”, completa.

Aplicativos financeiros, comércio mobile e de streaming de filmes ganham força no país

A mais recente pesquisa sobre o uso de apps pelos brasileiros que possuem smartphone, realizada pela Mobile Time e Opinion Box, releva que os aplicativos financeiros, de comércio mobile e streaming de filmes ganham força no país, conquistando uma posição na tela inicial dos aparelhos móveis, a chamada “home sreen”.

Entre os apps de bancos, de pagamentos e comércio móvel o destaque é para o Nubank, que nesta edição saltou da 18ª para a 12ª posição. Esta é primeira vez que o Nubank supera nesse ranking dois gigantes do mercado bancário brasileiro: Bradesco e Itaú. Caixa, iFood e 99 também cresceram acima da margem de erro. E entraram pela primeira vez para o radar de apps o Mercado Pago e PicPay, dois apps nacionais de pagamentos.

Segundo Fernando Paiva, editor do Mobile Time e organizador da pesquisa Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de Apps no Brasil, o crescimento da presença de apps de bancos, pagamentos e comércio móvel na tela inicial do brasileiro é resultado do aumento do número de fintechs e do uso de QR codes em estabelecimentos comerciais. “A tendência é que este segmento aumente ainda mais com lançamento no ano que vem da plataforma de pagamentos instantâneos do Banco Central, que permitirá a transferência de valores em tempo real entre contas de instituições bancárias e de pagamentos diferentes, pois a interoperabilidade será obrigatória. Acreditamos que a próxima edição da pesquisa, prevista para maio de 2020, essa tendência de alta dos apps de pagamentos ganhe ainda mais força”, afirma.

Crescimento dos serviços pagos de streaming de filmes e música

Os serviços de streaming têm movimentado o mercado de oferta de conteúdo em múltiplas telas, que podem ser vistos em qualquer tela (TV, computador e dispositivos móveis) a qualquer hora e lugar. Em seis meses, subiu de 38% para 44% a proporção de brasileiros com smartphone que assinam algum serviço pago de streaming de filmes e séries. Nesta edição da pesquisa, pela primeira vez, o Netflix perdeu participação como o serviço pago de streaming de vídeo mais popular, abrindo espaço para Amazon Prime Video e GloboPlay. Com a previsão da chegada do Disney+ ao Brasil em 2020, a expectativa é que a concorrência se torne ainda mais acirrada.

No caso do streaming de música, em seis meses, subiu de 20% para 26% a proporção de brasileiros com smartphone que assinam algum serviço pago. O Spotify manteve o seu mercado na liderança e subiu de 61% para 62% como o serviço preferido. O segundo colocado, Deezer, perdeu 9 pontos percentuais, sendo citado por 16% do público que assina streaming de música. “Aparentemente, o Deezer perdeu espaço para o Amazon Music (5%) e para o Youtube Music (4%)”, comenta Fernando Paiva.

O Panorama Mobile Time/Opinion Box – Uso de Apps no Brasil também pesquisou a preferências dos usuários por serviços de voz, rede sociais, jogos eletrônicos e wearables (dispositivos vestíveis), que estão em alta no Brasil: em 12 meses aumentou de 10% para 16% a proporção de brasileiros que possuem algum relógio ou pulseira conectados ao seu smartphone. O hábito é mais comum entre homens jovens das classes A e B. O relatório completo pode ser baixado em www.panoramamobiletime.com.br/

As profissões do futuro realmente existem?

Já faz algum tempo que a tecnologia está revolucionando o mercado de trabalho e todo mundo consegue ver que diversos segmentos estão sendo automatizados, os processos estão ficando mais simples e, consequentemente, ocorre a diminuição da necessidade da mão de obra humana. Por outro lado, existe a necessidade crescente de pessoas que desenvolvam essas tecnologias. Essas oportunidades estão criando espaço para o surgimento de novas profissões.

As novas profissões criam, consequentemente, novas vagas no mercado de trabalho, porém as chances que surgem são desconhecidas por muitos, já que o sistema educativo desajuda as empresas e os candidatos a se conhecerem. A maioria das oportunidades requerem a aprendizagem de habilidades exclusivas, reciclagem e visão ao longo prazo.

“Fizemos algumas pesquisas e identificamos um relatório da Janco Associates, publicado em abril de 2019, que nos mostrou que as vagas para atuar com blockchain e ativos digitais permanecem não preenchidas. Nós entendemos que as pessoas têm medo de se aprofundar em algo que não é conhecido por muitos e, também, de não terem as profissões de fácil entendimento dos outros. Mas, conseguimos identificar que aquelas que se deram a chance de aprender algo novo, estão fazendo muito sucesso”, afirma Roberto Cardassi, fundador da BlueBenx.

Mas, a pergunta que fica é: as tecnologias, como a blockchain, criarão novas profissões? O fundador da BlueBenx acredita que o mercado está exigindo profissionais com habilidades específicas e que será necessário colocar, em todos os cursos das graduações, um viés tecnológico no plano de ensino, pois assim, terão mais capacidade e visão para conseguir se preparar para as novas oportunidades de trabalho do mercado do futuro e as vagas disponíveis serão preenchidas.

Profissionais de diversos ramos podem trabalhar com o mercado digital, não importando a formação. Mas, para conseguirem se destacar, precisam ter um interesse a mais e ir além do que os cursos de graduação oferecem, pois o ambiente tecnológico avança e se atualiza muito mais rápido que que o sistema formal de ensino.

“As pessoas precisam conhecer as novas oportunidades de emprego. Um advogado sai da faculdade achando que só poderá atuar nas áreas comuns e as empresas de criptoativos estão buscando jovens formados na área para atuarem com esse novo segmento. Isso não significa fugir do escopo da graduação e do que eles aprenderam, afinal, lidamos com as leis de todos os segmentos. A mesma coisa acontece com os outros cursos”, relata o fundador.

Trabalhar no mercado de ativos digitais é como em qualquer outro lugar. Conforme a pessoa vai gostando, consequentemente, sente a necessidade de se atualizar e se especializar, porque todos os empregos são assim. A grande diferença do mercado de tecnologia é que está indo contra a crise, ou seja, enquanto muitas empresas demitem, as de tecnologia contratam aqueles que estão interessados e empenhados em acreditar no futuro.

Além das novas profissões que a tecnologia cria, fica claro que as atuais precisam de uma revolução e assim serão construídas os “profissionais e profissões do futuro.” Uma faculdade brasileira já está oferecendo curso de Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital para preparar esses profissionais para um futuro brilhante.

Investir em habilidades digitais das equipes é prioridade para empresas brasileiras, aponta pesquisa da Sage

Cada vez mais a capacidade de aprender e lidar com tecnologia tem sido essencial para o sucesso dos negócios. Segundo um estudo global conduzido pela Sage, líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, 95% das empresas no Brasil consideram investir em habilidade digitais — nos Estados Unidos e no Reino Unido, por exemplo, 61% e 57% das companhias têm essa intenção, respectivamente.

As grandes corporações são as mais comprometidas com a qualificação dos seus times (98%), seguidas pelas médias (97%) e pequenas (88%). Em conjunto, 75% dos entrevistados afirmam que consideram tocar inciativas voltadas para habilidades digitais ainda em 2019, 19% acham pouco provável e 6% não souberam afirmar.

Quando perguntados sobre os motivos que estão impulsionando as ações de capacitação digital, os empresários afirmam: são essenciais para a estratégia dos negócios (55%); obter vantagem competitiva (50%); o conselho considera um investimento prioritário (40%); os colaboradores solicitaram (39%); os concorrentes estão fazendo (32%) e os clientes estão exigindo (27%).

Já quando questionados sobre os impactos positivos das habilidades digitais, os três principais pontos levantados foram aumento da lucratividade (62%), melhores serviços ao cliente (60%) e produtividade (59%). Também foram mencionados trabalho mais flexível (50%) e funcionários mais engajados (40%).

Outra questão importante indicada pelos entrevistados foram as políticas públicas para ajudar a aprimorar as habilidades digitais dos brasileiros. Entre as iniciativas mais citadas, que poderiam ser implementadas pelo governo estão treinamento gratuito (51%), incentivos fiscais (49%), fomento das melhores práticas (43%), subsídios para tecnologia (42%) e intercâmbio entre empresas do mesmo setor (38%).

Para o presidente da Sage no Brasil e América Latina, Jorge Santos Carneiro, “esse estudo mostra que o Brasil está avançando e desenvolver habilidades digitais impacta diretamente no aumento da eficiência operacional. Estratégias de sucesso usam a tecnologia como um meio e apostam na capacitação das pessoas para lidarem com ela. A transformação digital só é possível se todos se mantiverem em constante processo de aprendizagem”.

Os resultados fazem parte da pesquisa “We Power the Nation”, encomendada pela Sage e executada pela YouGov. O estudo ouviu 2.994 executivos, em 12 países: África do Sul, Alemanha, Austrália, Brasil, Canadá, Espanha, Estados Unidos, França, Irlanda, Malásia, Reino Unido e Suíça.

Presidente da Facesp e da ACSP, Alfredo Cotait repudia criminalização do não pagamento de ICMS

Alfredo Cotait Neto, presidente da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), repudia a nova definição do Supremo Tribunal Federal (STF) em punir criminalmente quem não pagar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

“Mesmo que o STF estabeleça restrições à aplicação dessa interpretação, e se espera que o faça, a manutenção dessa possibilidade de criminalização da atividade empresarial não só constitui um sério precedente, como agrava o desequilíbrio da relação fisco-contribuinte”, diz.

Na avaliação de Cotait, essa relação deveria ser simétrica, pois atualmente ela concede instrumentos suficientes de coação para o governo sobre as empresas.

Leia abaixo a íntegra do ofício:

A Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) manifestam sua posição contrária às decisões que vêm sendo adotadas por alguns Tribunais, de considerar passível de prisão o não recolhimento no prazo do ICMS, visão equivocada que revela desconhecimento ou desconsideração da verdadeira natureza desse imposto.

O valor desse imposto a ser recolhido começa a ser apurado a partir da primeira fase do processo produtivo, e se estende por todas operações até o consumidor final, não guardando necessariamente relação com a última etapa. A variação dos estoques também influencia, assim como o prazo de recebimento do valor da venda, que, no geral, é a prazo ou parcelado.

Durante o período que vai do início à conclusão de um negócio podem ocorrer, e geralmente ocorrem, mudanças no cenário econômico, ou na liquidez da empresa, que podem resultar em dificuldades para o pagamento do imposto. Essa situação é claramente reconhecida por alguns governos estaduais, como o de São Paulo, que parcelam o recolhimento do ICMS do mês de dezembro, por considerarem normal a defasagem entre a receita das vendas e o recebimento por parte da empresa vendedora.

Acresce destacar que além da grande complexidade da legislação desse tributo, que provoca divergências de interpretação entre o fisco e o contribuinte, evidenciada em recente decisão do STF, ao reconhecer que o ICMS não incide sobre a parcela do PIS COFINS embutida no preço do produto.

Mesmo que o STF estabeleça restrições à aplicação dessa interpretação, e se espera que o faça, a manutenção dessa da possibilidade de criminalização da atividade empresarial não só constitui um sério precedente, como agrava o desequilíbrio da relação fisco-contribuinte, que deveria ser simétrica, e que atualmente já concede instrumentos mais do que suficientes de coação para o governo sobre as empresas.

Feitas essas considerações, a FACESP e ACSP esperam que a interpretação equivocada dos Tribunais seja revista, não apenas por ser tecnicamente incorreta, mas por afetar negativamente o espírito empreendedor.

Alfredo Cotait Neto
Presidente da Facesp e da ACSP

Qualcomm e BNDES lançam fundo de R$ 160 milhões para incentivar Internet das Coisas

A Qualcomm Ventures, braço de investimentos da Qualcomm Incorporated, e o BNDES, anunciam o lançamento de um fundo de investimento em participações de R$ 160 milhões focado em startups que desenvolvam produtos e serviços para Internet das Coisas (ou Internet of Things — IoT). Com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de IoT no Brasil, o fundo irá apoiar startups em estágio inicial (capital semente e financiamento de série A).

A Qualcomm e o BNDES planejam investir 50% do valor total esperado para o fundo, o equivalente a R$80 milhões. Outros investidores serão convidados a participar e ajudar na composição do valor integral. O fundo será administrado por um gestor profissional a ser selecionado pela Qualcomm e pelo BNDES através de um edital de seleção, disponível no site do BNDES. Os gestores de fundos de investimentos em participações poderão encaminhar suas propostas até o dia 07/02/2020.

“A criação deste fundo está em linha com a visão estratégica da Qualcomm de impulsionar o ecossistema de Internet das Coisas no Brasil. Queremos nos engajar com empresas líderes em diferentes verticais, de maneira a explorar o potencial do país como produtor de tecnologia”, explica Rafael Steinhauser, Vice-Presidente Sênior da Qualcomm Serviços de Telecomunicação Ltda. e Presidente da Qualcomm para a América Latina. “Além do aporte financeiro, contribuiremos também com nossa expertise em IoT, afinal estamos desenvolvendo tecnologias nesse campo há pelo menos uma década”, complementa o executivo.

“O lançamento do fundo vem em um bom momento de retomada do crescimento econômico e contribuirá para o desenvolvimento do ecossistema de startups e de IoT. Fundos como esse são instrumentos inovadores para fomentar o empreendedorismo no Brasil, principalmente em setores de maior risco, como o de tecnologia”, afirma Gustavo Montezano, Presidente do BNDES.

“O governo federal instituiu o Plano Nacional de Internet das Coisas em 2019 com vistas a aprimorar o ambiente regulatório, impulsionar novos negócios e melhorar a qualidade de vida das pessoas. Para que esses objetivos sejam alcançados e as empresas brasileiras sigam transformando o mercado global com tecnologias e modelos de negócios sofisticados, a disponibilidade de capital de risco é fundamental. BNDES e Qualcomm demonstram hoje o alinhamento das estratégias de governo, MCTIC, indústria e ecossistema ao darem início a esse fundo de investimento em participações voltado especificamente a IoT. Esperamos que esta iniciativa inspire outros agentes a investirem nas potencialidades da inovação aberta por meio de capital inteligente”, afirma Paulo Alvim, Secretário de Empreendedorismo e Inovação do SEMPI/MCTIC.

“O fundo se insere em um contexto de Corporate Venture Capital, no qual empresas são investidores relevantes dos fundos, uma tendência que tem muito a contribuir para o Mercado de Capitais e para a inovação no país,” explica Filipe Borsato, Chefe do Departamento de Gestão de Investimentos em Fundos do BNDES.

Alexandre Villela, Diretor Sênior da Qualcomm Technologies Inc. e Diretor-Executivo da Qualcomm Ventures para América Latina, explica que “a chamada Internet das Coisas é uma arquitetura tecnológica que permite que milhões de dispositivos se conectem à nuvem, sem intervenção humana, para fins de tomada de decisão. Em um momento onde as empresas buscam ganhos de produtividade para aumentar sua competitividade global, a internet das coisas surge como um dos pilares da transformação digital e da manufatura 4.0 nas empresas”.

A política de investimentos do fundo deve contemplar empresas com aplicações de hardware, software e análise de dados, voltadas para áreas estratégicas, tais quais: manufatura 4.0, smart cities, saúde, smart agro e IoT residencial. Além disso, o fundo está alinhado com o Plano Nacional de Internet das Coisas, política pública lançada em junho de 2019 com o objetivo de desenvolver o ecossistema de IoT no Brasil. Está alinhado, também, com a nova regulamentação da Lei de Informática que permite que empresas fabricantes de eletrônicos invistam recursos incentivados em Fundos de Venture Capital.

Com nuvem híbrida do UOL DIVEO, Dotz economiza 60% em custos operacionais

A Dotz, líder no varejo brasileiro em programas de fidelidade, deu mais um passo rumo à transformação digital de seus negócios. Com a parceria do UOL DIVEO , a companhia utilizou uma solução de nuvem híbridas e contabilizou uma economia de 60% em seus custos operacionais.

Mas, para chegar neste patamar, a Dotz tem uma história de transição para a cloud com um background maior. No final de 2017, a companhia resolveu migrar seus sistemas – que estavam em hosting no UOL DIVEO – para a nuvem pública. Essa ideia está depositada em três pilares que orientavam o negócio a seguir para a nuvem: escalabilidade, que proporciona integração com parceiros em ambiente mais versátil e com elasticidade; segurança e confiabilidade dos parceiros por estarem em um ecossistema mais robusto. Com isso, a solução foi considerada como a ideal para a digitalização da empresa.

Vinícius Santana, gerente de Operações da Dotz, explica que a empresa estava em um momento de rápida transição para o digital. “Nos programamos para migrar para a nuvem pública e planejamos esse passo com foco em nossos sistemas. Em poucos meses vimos que, apesar de termos migrado para cloud, precisávamos rever os custos extras que apareceram nesse novo ambiente. Foi então que contamos com a ajuda do UOL DIVEO”, conta.

O UOL DIVEO atuou diretamente com algumas arquiteturas e aplicações monolíticas da Dotz, que não estavam preparadas para serem suportadas pela nuvem, comprometendo o desempenho do sistema e elevando os custos da operação. Isso acontecia devido a uma quantidade alta de códigos e necessidade de máquinas maiores para interpretação dos comandos.

Como solução, Everton Pelissari, diretor de Novos Negócios do UOL DIVEO, conta que era preciso encontrar uma solução que suprimisse os custos extras, sem impactar na performance da Dotz. “Juntamos forças entre nossas equipes para fazermos um plano de ação eficiente e ágil. Em três meses concluímos a implantação da solução hibrida, em que os sistemas monolíticos foram destinados à nuvem privada, e conseguimos a economia de 60% para a Dotz”, explica.

Outro benefício da migração inclui o controle maior das aplicações de arquitetura monolítica, o que reflete diretamente na governança e segurança das aplicações do cliente.

Próximos passos

Como planejamento futuro, a Dotz continua na esteira da inovação e vai investir no lançamento do aplicativo que abrirá portas para o mercado de Meios de Pagamentos. Entre as funcionalidades do app estão: transferência de Dotz para dinheiro (e vice-versa), pagamentos e movimentações de carteira.

Ainda em 2020, a empresa pretende reformular o site, com desenvolvimento de Marketplace em parceria com UOL DIVEO. Neste quesito, a Compasso, empresa do UOL DIVEO com foco no desenvolvimento de soluções de transformação digital, integra o projeto ao reescrever essas aplicações monolíticas e prepará-las para a migração em ambiente de nuvem.

Pelissari esclarece que a preparação prévia da equipe da Compasso já acontece como forma de antecipar as necessidades do cliente. “Nosso intuito é ir além da infraestrutura, pois vemos oportunidades de crescimento para a Dotz em outras frentes. Nosso papel é estar preparado para atender as demandas personalizadas de acordo com os rumos dos negócios do cliente”, explica.

Para Santana, essa visão estratégica de investimento em Meios de Pagamento vai aumentar a potencialidade da Dotz no ambiente híbrido. “A evolução tecnológica transformará nossa atuação e será nossa ponte para agregarmos mais valor à nossa marca”, finalizou.

Estratégias para aumentar as vendas no final do ano

Por Israel Nacaxe

O Natal continua sendo a principal data de vendas do segundo semestre, o que torna o período uma grande oportunidade de vendas, tanto para o varejo online como físico. De acordo com um estudo feito pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a estimativa de arrecadação no Natal 2019 é de R﹩ 35,6 bilhões, o que representará um aumento de 4,8% em relação a 2018.

Mas, para ter sucesso nessa época do ano e aumentar o seu faturamento, é preciso se atentar a alguns pontos que vão fazer toda a diferença no negócio, independentemente do segmento ou canal de venda, seja e-commerce ou loja física.

Tenha uma equipe de vendas bem treinada

Preparar a sua equipe é fundamental, principalmente porque os consumidores estão muito mais dispostos a gastar e os vendedores precisam saber lidar com esse aumento da demanda. Nesse caso, é imprescindível que eles estejam treinados, uma vez que a capacitação reduz a rotatividade da equipe e faz com que os colaboradores cresçam profissionalmente, permitindo ainda a padronização do atendimento aos clientes e a otimização de oportunidades de vendas, o que gera boas experiências de compra.

Dê atenção a apresentação dos produtos

Uma das bases do varejo hoje é a experiência vivenciada na loja, seja ela física ou online. Por isso, não basta ter o produto certo e hora certa, é preciso que haja uma boa estratégia de venda aliada a uma apresentação adequada dos produtos na loja para atrair mais clientes. Isso ajuda a comunicar mais rapidamente o seu posicionamento de mercado e gera, consequentemente, um aumento de vendas, independente da categoria do produto.

Gestão de estoques

Uma das frustrações dos clientes é ir até uma loja para comprar um presente de Natal e descobrir que ele não está mais disponível. Com isso, há grandes chances da loja perder a venda e, consequentemente, o cliente. Nesta época do ano, não dá para fazer as correções necessárias de rota, pois não há tempo hábil para a reposição de produtos. Nessa situação, uma das soluções encontradas pelos lojistas é a utilização de sistemas de gestão que fazem uso do histórico de vendas e estimam a quantidade de unidades que cada uma delas vai precisar. Com isso, é possível integrar os estoques das lojas online e offline com os centros de distribuição e ter uma visão mais ampla de todos os produtos existentes na empresa para que não ocorra esse tipo de falha.

Facilite o checkout

Um dos pontos mais importantes para os consumidores é a praticidade e a economia de tempo, principalmente no final do ano. Por isso, os lojistas que facilitarem o checkout do seu cliente, diminuindo as filas, aumentando a sua satisfação, trazendo mais produtividade para o ponto de venda se destacará perante seus concorrentes. Para isso, existem inúmeras soluções tecnológicas, incluindo terminais de PDV mais rápidos e autoatendimento, aplicativos de pagamento, carteiras digitais, equipamentos “papa-fila”. Por isso, vale a pena explorar essas possibilidades para economizar o tempo do seu cliente.

Ofereça programas de fidelidade

Investir em um programa de fidelidade é uma opção para conhecer melhor o seu consumidor e ser mais assertivo nas ofertas, promoções e ações de comunicação. Os programas de fidelidade estão passando por grandes mudanças devido ao comportamento dos clientes e o seu uso gera inúmeras quantidades de dados que podem ser utilizados pelo varejo para entregar melhores soluções e experiências.

Utilize bem a comunicação digital

As redes sociais são excelentes ferramentas que ajudam a impulsionar as vendas, seja de forma orgânica ou publicidade. A possibilidade de segmentação das ações nesses canais gera ganhos importantes, como a possibilidade de entregar uma comunicação mais direta e dentro do contexto para o seu público-alvo.

Um bom exemplo são as buscas de geolocalização no Google. No fim do ano, muitas pessoas fazem compras por impulso, por exemplo. Com isso, os lojistas podem se destacar dentro do mecanismo de busca na hora que esse cliente vai buscar a loja mais próxima.

Por isso, para finalizar, é importante que seja feita uma análise de como seu público se relaciona com a sua marca, quais caminhos ele utiliza para chegar até você e finalizar a compra, avaliando como melhorar essa jornada. Facilitar a vida do consumidor é uma forma certeira de melhorar seus resultados!

Israel Nacaxe, COO e co-fundador da Propz – empresa de tecnologia que oferece soluções de inteligência artificial e Big Data para o varejo físico e serviços financeiros

Oracle lança programa de formação em tecnologia, empreendedorismo e conexão dos jovens com o mercado de trabalho

A Oracle possui um sólido histórico de apoio à educação e compartilhamento de conhecimento que destaca seu propósito de transformar o mundo empoderando as pessoas por meio da inovação. Em linha com essa realidade, a empresa lança hoje o programa ONE – Oracle Next Education. Além de oferecer cursos avançados para a preparação de jovens em TI e foco em empreendorismo, o ONE traz um diferencial: aproximar os formados das oportunidades de trabalho do futuro.

O ONE nasce para gerar uma grande possibilidade de desenvolvimento pessoal e profissional. O mundo tem mudado rapidamente e exige novas habilidades alinhadas com a evolução e dinamismo do mundo da tecnologia, que move todos os setores da economia. Por isso, aprender como se posicionar, ampliar conhecimentos de TI, incentivar o espírito de empreender com novas ideias e projetos são temas-chave que sustentam o programa.

As principais etapas do ONE compreendem capacitação e conexão com empresas aliadas interessadas em recrutar esses novos talentos. A formação contará com treinamento on-line de aproximadamente 450 horas disponíveis para obter conteúdo técnico em TI, aptidões essenciais para aprimorar a comunicação, como se preparar para o mercado de trabalho e práticas de como inovar. Já sobre o tema de conexão, a ideia é que clientes e parceiros possam considerar os participantes do ONE em eventuais processos seletivos, já que o mercado de trabalho está sempre em busca dos profissionais do futuro.

Os módulos dos cursos on-line abrangem: lógica de programação, linguagem Java, front end, soft skills (empreendedorismo, criatividade e inteligência emocional), entre outros.

O comprometimento e a inclusão é outro tema fundamental do programa. Assim, para incentivar a conclusão do programa e facilitar o acesso de jovens com poucas condições a esse tipo de treinamento, o ONE terá um custo. A Oracle disponibilizará com o programa 30 cursos específicos para o ONE com valor acessível de R$ 99,00 (à vista ou em seis parcelas de R$ 16,50). O pagamento se destina a incentivar o engajamento até a conclusão, que deve ser feita no prazo de até seis meses.

“A educação é um dos nossos pilares e acreditamos nela como impulso para a transformação da sociedade. Queremos oferecer a oportunidade para todos mudarem suas vidas. Hoje há uma lacuna de aproximadamente 300 mil profissionais de TI no Brasil. As vagas não estão sendo ocupadas por falta de especialização necessária. O ONE ajudará a reduzir esse impacto no mercado e, sem dúvida, incentivar ainda mais a inovação no país”, diz Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

As inscrições para o ONE são limitadas e o objetivo é formar 3 mil jovens.

ONE se consolida com o envolvimento de aliados

O ONE é idealizado pela Oracle e conta com apoiadores importantes a fim de levar ao público interessado todos os recursos necessários para o desenvolvimento de suas carreiras profissionais. São eles: Alura, CIEE, Cogna Gerdau, Bayer e Easynvest.

A Cogna Educação, uma das principais organizações educacionais do mundo, formada pelas instituições Kroton, Platos, Saber e Vasta Educação/Somos Educação, disponibilizará laboratórios de computação conectados à internet, em oito das unidades da Anhanguera Educacional, localizadas na Grande São Paulo, para os participantes inscritos no programa que não possuam estes recursos. Além disso, os alunos das faculdades Kroton inscritos dos cursos de tecnologia também poderão se beneficiar do projeto.

Para Rodrigo Galindo, CEO da Cogna Educação, o projeto auxilia na empregabilidade dos participantes. “Acreditamos fortemente no poder transformador da educação na vida das pessoas. De acordo com uma pesquisa que realizamos internamente, o aumento médio da renda dos nossos alunos é de até 95% depois de formados – um impacto extremamente significativo e que abre para cada um deles a possibilidade de transformar não apenas as suas vidas, mas as de suas famílias. Certificações como esta complementam a aprendizagem e aumentam as chances de um bom emprego”, afirma.

Com o apoio do CIEE, Centro de Integração Empresa-Escola, o ONE ganha ainda mais visibilidade com a divulgação das inscrições para os estagiários ligados à instituição. “O CIEE é a casa do jovem brasileiro. Trabalhamos para que a juventude tenha cada vez mais oportunidades de se capacitar para o mundo do trabalho. Parcerias como esta, com grandes empresas, ajudam os jovens a estarem prontos para dar os primeiros passos em suas vidas profissionais”, destaca Luiz Gustavo Coppola, superintendente Nacional de Atendimento do CIEE.

Já a Alura é um dos aliados do programa e disponibilizará todo o acesso ao conteúdo do ONE por meio da maior plataforma de cursos on-line de tecnologia do Brasil. “Um conteúdo forte em front-end e Java, com a nossa plataforma e curadoria da Oracle, vai certamente abrir portas para o mercado de trabalho para os iniciantes em TI. As vagas nessas tecnologias continuam abertas em busca de profissionais qualificados e são utilizadas no mais diversos tamanhos de empresas”, afirma Paulo Silveira, CEO da Alura.

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, entra nessa parceria na fase de inserção no mercado de trabalho. “Para nós, é essencial estimularmos o espírito empreendedor desses jovens e o desenvolvimento de habilidades técnicas e comportamentais da nova geração de profissionais que integrarão o mercado de trabalho do futuro. Isto tem uma relação direta com o nosso propósito, que é empoderar pessoas que constroem o futuro”, afirma Gustavo França, líder global de digital e TI da Gerdau.

A Easynvest, maior plataforma de investimentos independente do Brasil com mais de 1 milhão de clientes, completará a última etapa do ciclo, com potenciais contratações desses profissionais capacitados. “Temos no nosso DNA um compromisso muito forte com a educação, principalmente a financeira. Estender esse propósito para conectar os jovens ao mercado de trabalho vai de encontro com o que realmente acreditamos e praticamos. Nosso maior time na empresa é o de tecnologia. Somente neste ano, contratamos mais de 220 pessoas. Uma das nossas maiores dificuldades é justamente encontrar profissionais qualificados, com olhar para a estratégia de negócio e que esteja sempre um passo à frente.”, explica Fernando Miranda, CEO da Easynvest.

Como se inscrever

Para se inscrever, o participante precisa ter, no mínimo, 18 anos, e preencher o formulário on-line no http://www.oracle.com/one, optar pelo modelo de pagamento adequado e começar e acompanhar a grade dos treinamentos. As inscrições são limitadas.

Instituto TIM apresenta startups de universitários em feira para investidores

Um braço robótico que auxilia médicos em cirurgias por vídeo. Uma solução inovadora de ordenha que monitora doenças no leite e ajuda produtores a atingir padrões de qualidade internacionais. Fototerapia para estimular a cicatrização de feridas em pessoas diabéticas. Esses são alguns dos projetos que estarão na Feira de Investimentos do Academic Working Capital (AWC), que acontece na próxima quinta-feira (18), no Cubo Itaú. O evento conclui a quinta edição do programa de educação empreendedora do Instituto TIM.

Desde 2015, cerca de 400 estudantes já participaram do Academic Working Capital e mais de 30 startups foram constituídas. O programa atua junto a universitários em final de graduação, uma abordagem única no universo dos programas de fomento. O Instituto TIM estimula o jovem a considerar um negócio próprio como alternativa de carreira, tendo como ponto de partida a transformação do seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em uma startup de base tecnológica. Na edição de 2019, estão alunos de 27 faculdades de seis estados do Brasil e do Distrito Federal. Eles participaram de diversas rodadas de workshops e receberam orientação de negócios e recursos financeiros para apresentarem seus produtos a investidores e especialistas.

“O AWC incentiva jovens no final da graduação a investir em uma carreira dinâmica e com oportunidades baseadas no seu próprio talento. O objetivo do Instituto TIM é ajudar os estudantes a transformarem suas ideias em empreendedorismo inovador. TCCs que muitas vezes acabariam engavetados já viraram soluções reconhecidas até mesmo internacionalmente”, explica Mario Girasole, Presidente do Instituto TIM.

Três projetos da edição de 2018 do AWC estiveram entre os cinco finalistas da HackBrazil, que premia ideias inovadoras durante a Brazil Conference at Harvard & MIT, em Boston (EUA). Cinco equipes da turma atual seguem o mesmo caminho e já foram selecionadas para a segunda fase do concurso de 2020. Na competição passada, a equipe do Aqualuz, dispositivo que utiliza a radiação solar para tornar potável a água de poços ou cisternas, ficou na segunda colocação e recebeu apoio financeiro para continuar investindo na sua solução. Sua idealizadora, Anna Luísa Beserra, teve reconhecimento ainda maior: foi uma das vencedoras do Jovens Campeões da Terra, premiação da ONU voltada para jovens empreendedores com ideias inovadoras para o futuro do planeta.

A Feira de Investimentos acontece de 12h às 16h30, com as soluções das equipes expostas em estandes para potenciais investidores-anjo. Antes, os cinco grupos mais bem avaliados pela coordenação do AWC apresentam seus negócios em formato de “pitch”, recebendo feedbacks de uma banca composta por Célia Kano (Head da Aceleradora Herd e Rede Mulher Empreendedora), Rubens Approbato (Co-Fundador da Poli Angels e Polistart) e Alexandre Castanheira (investidor da FEA Angels). Além disso, haverá um painel com empreendedores convidados e ex-alunos do programa contando suas histórias.

O Academic Working Capital possui coordenação acadêmica do professor Marcos Barretto, membro do Departamento de Engenharia Mecatrônica e de Sistemas Mecânicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), e coordenação de conteúdo de Diogo Dutra, sócio-fundador da Venture Builder CAOS Focado.

“A Feira de Investimento é um grande marco para os alunos e também para a equipe pedagógica do projeto. Conseguimos formar equipes homogêneas e maduras. Todos estão prontos para fechar o seu primeiro negócio. A cultura do ‘empreendedorismo de palco’ não existe no AWC. Executamos o empreendedorismo científico com análise de dados e testando hipóteses”, explica Diogo Dutra.

Startups do Distrito Federal:

• Heal Light — UnB/DF
Tecnologia que usa fototerapia para cura acelerada de lesões causadas pelo “Pé Diabético”, condição que atinge milhares de pessoas no Brasil.

• Clara — UnB/DF
Dispositivo para controle preciso e estável da ótica que aumenta a autonomia dos cirurgiões por meio de um sistema de comando por pedal ou joystick.

• Ecomoney — Centro Universitário Projeção/DF
O Ecomoney é um sistema de coleta seletiva monetizada para estabelecimentos comerciais, condomínios e outros segmentos que oferece monitoramento e maior eficiência.

CPF na nota: por que o valor devolvido aos contribuintes varia?

Quem pede CPF na nota já viu na prática: uma compra de 100 reais pode render 7 reais em um mês e apenas alguns centavos em outro. Isso acontece porque a devolução de tributos aos contribuintes é calculada com base no Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) que o estado recolheu daquele estabelecimento – e o ICMS varia mês a mês.

“O imposto pago pelos lojistas depende de diversos fatores, como o faturamento da empresa, o tipo de produto, o valor do produto e o volume de vendas realizadas naquele período. Por conta disso, um mesmo produto pode ou não gerar créditos em meses diferentes”, explica a professora do curso de Blockchain, Criptomoedas e Finanças na Era Digital do Centro Universitário Internacional Uninter, Pollyana Rodrigues Guendin.

Outro fator que interfere no valor destinado aos consumidores é o número de pessoas cadastradas no programa naquele mês. Por exemplo, o Nota Paraná devolve 30% do ICMS recolhido entre os lojistas e prestadores de serviços para os contribuintes. O valor total é rateado entre os cidadãos.

“Cada pessoa recebe do rateio um valor proporcional ao que gastou naquele mês. Se menos pessoas estão cadastradas no programa, maior é o valor que cada um vai receber”, esclarece a professora.

Por esses motivos, o consumidor não consegue estimar quanto receberá de retorno no momento da compra. Mas isso não deve ser um fator de desmotivação. “Os programas estaduais foram criados como um incentivo financeiro para que os consumidores exijam a emissão de nota fiscal, auxiliando na regulamentação do recolhimento de tributos”, defende.

Sobre o CPF na nota

O primeiro estado brasileiro a criar um programa de devolução de tributos foi o Rio Grande do Sul, em 2012. Desde então, 14 outras unidades federativas brasileiras instauraram mecanismos semelhantes. Como o ICMS é um imposto estadual, cabe a cada estado criar seu próprio programa de incentivos. No Paraná, por exemplo, o Governo Estadual já devolveu R$ 1,64 bilhão em créditos desde a criação do programa, em 2015.

Varejo de SP cresce 5,9% na 1ª quinzena de dezembro, informa Associação Comercial

O movimento de vendas do varejo da capital paulista cresceu em média 5,9% na primeira quinzena de dezembro de 2019 ante o mesmo período de 2018. De acordo com o Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a média resulta das altas de 2,7% do sistema a prazo e especialmente, de 9% do sistema à vista.

“São dados que surpreendem favoravelmente com destaque para o comércio de rua. Essa alta reflete o aumento nas vendas de vestuário, calçados, brinquedos, produtos de beleza e itens de uso pessoal. Os bens duráveis, provavelmente, já foram comprados na Black Friday e agora, são sustentados pela venda de smartphones”, diz Emílio Alfieri, economista da ACSP.

Entre as outras razões para o estímulo ao consumo, segundo Alfieri, estão o número de pessoas que voltou a trabalhar, ainda que informal – foram 1,6 milhão de novas vagas. Além disso, os juros menores e a liberação do saque complementar do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) com saldo de até R﹩ 998.

Embora a perspectiva para o restante do mês seja positiva, o economista acredita que a intensidade do ritmo da primeira quinzena não se sustente ao longo do mês. “Não dá para projetar esse movimento para o fim do mês”.

“Em síntese, pode-se dizer que uma parte da população que ficou quase dois anos sem renda e sem consumir, agora, consegue fazer pequenas compras para passar o fim de ano de um jeito diferente”, diz.

O Balanço de Vendas da ACSP ainda mostra que na comparação com os quinze primeiros dias de novembro de 2019, o movimento de vendas na capital cresceu em média 34,5% na primeira quinzena de dezembro.

4ª edição do Programa de Aceleração do BrazilLAB define selecionadas

O BrazilLAB, hub de inovação que conecta startups ao poder público, revela as 28 startups selecionadas para a 4º edição do seu Programa de Aceleração. O objetivo do programa, que nesta edição contou com mais de 300 inscrições, é apoiar os empreendedores no desenvolvimento e adaptação de suas soluções para o modelo B2G, ou seja, Business to Government.

A principal novidade deste ano foi que o BrazilLAB considerou projetos capazes de atender, além do executivo, o judiciário e o legislativo, cujo potencial de economia de recursos é de cerca de 600 milhões de reais. Além disso, o programa também buscou soluções voltadas para as temáticas de smart cities e novos profissionais, esse último pensando nos novos empregos que surgirão a partir da transformação digital. “Unimos empreendedores e governos em prol da melhoria dos serviços públicos e pensamos em como eles podem impactar diretamente a população, principalmente quem mora em áreas mais carentes”, comenta Letícia Picolotto, presidente e fundadora do BraziLAB.

Destaque para projetos como os das startups Colab (São Paulo, SP), que apostou no desenvolvimento de um canal de comunicação e relacionamento direto entre governo e cidadão. A RevelaGov (Ribeirão Preto, SP), por sua vez, trabalha na criação de uma solução que combina inteligência artificial e denúncia anônima para divulgar casos de corrupção social no Brasil. Outro exemplo é a a Wifi.fi – Midia Digital Signage, de João Pessoa (PB). A startup criou uma multiplataforma de mobiliários urbano inteligentes que fornecem Wi-Fi Grátis.

De janeiro a março de 2020, o Programa de Aceleração do BrazilLAB vai apoiar as startups a validar seus modelos de negócio para trabalhar diretamente com governos. Os empreendedores vão passar por mentorias e capacitações, farão visitas a municípios parceiros do BrazilLAB, e poderão se conectar com gestores públicos e investidores. Os empreendedores podem ainda ter a certificação do Selo Govtech, que funciona como uma vitrine para facilitar negócios com governos.

Ao final dos três meses da aceleração, os empreendedores serão avaliados por uma banca composta por líderes públicos, parceiros e especialistas, que identificarão as melhores soluções. Os três primeiros colocados ganharão horas de assessoria jurídica dedicada e poderão participar de eventos com gestores públicos. O grande vencedor ganhará um contrato de investimento de até 250.000 reais e uma missão ao Vale do Silício, nos Estados Unidos.

Segundo dados do Relatório Estratégia Brasileira de Transformação Digital, uma boa estratégia digital pode trazer ao Brasil um aumento de 5,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e economizar até 97% dos custos de atendimento e serviços públicos. Além disso, a contínua digitalização do atendimento pode representar uma economia para o governo brasileiro de R﹩ 663 milhões ao ano, e, para a sociedade como um todo, a economia alcança a casa de R﹩ 5,6 bilhões. “A sociedade está passando por uma grande mudança na sua relação com a Gestão Pública, e as lideranças do setor precisam responder a esses novos de forma eficaz. Soluções que priorizem a automatização e digitalização de processos se fazem necessárias em todas as esferas, Executivo, Legislativo e Judiciário, e têm grandes chances de aplicabilidade.”, finaliza Letícia.

Investimento global em fintechs está em queda, diz KPMG

O investimento global em fintechs está desacelerando e caiu de US$ 120 bilhões em 2018 para apenas US$ 37,9 bilhões no primeiro semestre de 2019. Contudo, essa queda pode ser temporária se consideradas as fusões e aquisições propensas a ocorrer no futuro próximo. Essas são algumas das conclusões da pesquisa “Pulse of FinTech”, desenvolvida pela KPMG.

“O conteúdo revela as principais atividades e tendências do mercado global de fintechs nas principais regiões do mundo. A queda acentuada de investimentos identificada até o momento é decorrente de diversos fatores, como falta de acordos de grande sucesso, incertezas geopolíticas, mudanças regulatórias na China e tensões entre este País e os Estados Unidos”, afirma Oliver Cunningham, sócio-líder de Transformação Digital da KPMG no Brasil.

A pesquisa da KPMG também revelou que a América Latina foi um alvo muito atraente para os investidores em fintechs em 2018. O Brasil, especialmente, testemunhou um grande aumento no financiamento de fintechs, alcançando uma alta recorde de US$ 500,1 milhões, com 31 negócios. Ao mesmo tempo que o investimento brasileiro em fintechs pegou fôlego no primeiro semestre de 2019, a Argentina concluiu agora o que deveria ter sido feito em governos anteriores.

Ainda sobre dados globais, a pesquisa da KPMG revelou que houve um declínio acentuado no investimento geral em blockchain e criptomoedas no primeiro semestre deste ano, com os investimentos caindo de US$ 5 bilhões em 586 negócios para apenas US$ 1 bilhão em 171 negócios.

O volume de investimentos em insurtechs também caiu drasticamente no primeiro semestre de 2019, conforme o financiamento de estágios iniciais afundou. O total de investimentos em insurtechs despencou de US$ 7,6 bilhões em 2018 para somente US$ 1,1 bilhão no primeiro semestre de 2019.

As empresas de private equity mantiveram o ritmo aquecido de investimentos estabelecido em 2018, impulsionado pela maturação contínua do ramo das fintechs e das oportunidades de investimento resultantes em líderes de categorias. O investimento global em private equity alcançou mais de US$ 1,9 bilhão no primeiro semestre do ano.

Outra conclusão é que a diversidade das jurisdições que atraem o financiamento significativo de fintechs continuou a crescer, incluindo grandes negócios durante o primeiro semestre de 2019 vindos da França, Argentina, Canadá, China, Alemanha e Estados Unidos. A diversidade dos locais provavelmente ajudou a manter o investimento em fintechs relativamente forte nesses casos, apesar da falta de grandes negócios nessas jurisdições.

O conteúdo está disponível na íntegra no link – http://home.kpmg/xx/en/home/campaigns/2019/07/pulse-of-fintech-h1-2019.html.

Quatro mentalidades para se tornar digital

Muito se fala sobre a necessidade de ter uma mentalidade digital e de mudar o mindset para se adaptar ao novo cenário do mercado de trabalho, que tem se tornado cada vez mais tecnológico. Para muitos, principalmente para os que não atuam na área da tecnologia, paira a dúvida sobre o que de fato é pensar de forma digital.

O Diretor Acadêmico da Digital House, escola para formação de profissionais de alta performance para o mercado digital, Edney Souza, conhecido no mundo digital como “Interney”, explica quais são as quatro mentalidades para uma pessoa transformar o pensamento e começar a se tornar digital:

Programador: Ter a capacidade de analisar algo e quebrar em pequenas tarefas para automatizar, esse é o mindset do desenvolvedor de software. Quando uma pessoa com essa mentalidade recebe uma tarefa pela primeira vez, ela a faz; na segunda, se for um trabalho manual, faz reclamando; na terceira ela desaparece e quando você se dá conta, ela está descobrindo um jeito para automatizar aquela demanda.

UX Designer: É a mentalidade de quem pensa “Que problema desse usuário estou resolvendo? Em que estou tornando a vida dele mais fácil?”. Às vezes seguimos os processos e burocracias da empresa e fazemos o de sempre, mas não estamos preocupados com o usuário. Essa pessoa terá o mindset para desenvolver alguma ferramenta para melhorar a experiência desses clientes.

Dados: Fala-se muito sobre dados serem o novo petróleo, mas não temos refinarias em casa. Se o dado não tem muito valor para você, não terá para as empresas também. Quem possui essa mentalidade saberá qual valor dessa informação, não deixará que a máquina decida por ela e usará os dados oferecidos para analisar todo o cenário e tomar uma decisão.

Marketing Digital: Ter a capacidade de contar histórias. Essa habilidade não é só para quem vende produtos e serviços, dentro da sua empresa você passou a vida inteira pensando que seu chefe não entendia o que você fazia, mas quando apresentava um projeto novo, só apontava os detalhes técnicos. Desenvolver este mindset ajudará a contar para ele uma história explicando como lucrar mais, como fazer para o consumidor fique mais feliz e compre mais. Se você não aprende a contar histórias, não venderá projetos dentro da empresa.

“Ser digital não é uma característica apenas daqueles que trabalham com tecnologia. Hoje todo mundo precisa ter uma mentalidade de programador, pegar tarefas e repartir em pequenas partes, descobrir como automatizar, isso independe da área em que atua. Quem mergulhar nessa mudança, terá mais sucesso no mercado de trabalho atual”, esclarece o Diretor.

Transformação digital gera impacto global e requer novas habilidades profissionais

A transformação digital é um tema que faz parte do dia a dia do brasileiro. Este é um processo que vem ocorrendo desde o final dos anos 90 e início dos anos 2000 e que pode gerar grande impacto econômico global. Segundo estudo da empresa de dispositivos móveis Ericsson, até 2030, as novas tecnologias podem aportar até US$ 3,8 trilhões (R$ 15,86 trilhões) à economia global.

A mudança de comportamento em diversas áreas provocada pela digitalização envolve a aplicação de uma série de novas tecnologias. Mas como essa mudança impacta às pessoas? De acordo com pesquisa conduzida pela Thomson Reuters, no Brasil 63% das empresas investem na capacitação de seus profissionais para uso da tecnologia e 80% dos executivos entrevistados acreditam que será impossível se manter competitivo nos próximos 3 anos sem a adoção das novas tecnologias.

Pensando na necessidade dos profissionais de dominar as tecnologias que estão transformando as organizações e o cenário dos negócios no mundo contemporâneo, o IGTI, escola de pós-graduação 100% online e classificada como TOP3 Brasil em inovação na educação, com cursos voltados para tecnologia e inovação, busca construir soluções baseadas em Inteligência Artificial, Cloud Computing, Blockchain, Big Data, IoT, Sistemas Cyberfísicos, Experiência Imersiva e outras tecnologias emergentes através da educação.

Segundo levantamento do IGTI mais de 90% dos profissionais do setor percebe que exige uma carência de conhecimento em tecnologias emergentes. Por outro lado, apenas 35% dos profissionais se mobilizam para buscar capacitação, o que reflete um campo enorme de possibilidades para quem quer se capacitar.

“O mercado exige capacitação constante e evolui rapidamente. A demanda por profissionais de tecnologia tende a aumentar consistentemente nos próximos dez anos. Soluções inovadoras baseadas em tecnologias emergentes vão gradualmente ganhar espaço em todos os setores da economia, permitindo que aplicações, robôs e dispositivos autônomos substituam funções que atualmente demandam intervenção humana.” explica Guilherme Cavalieri, diretor acadêmico do IGTI.

As mudanças trazidas pela transformação digital significam o fim de muitas profissões e a criação de outras, com isso serão criadas muitas oportunidades para quem quiser trabalhar com tecnologia, principalmente, para quem desenvolver habilidades humanas interpessoais e de análise que não serão realizadas pelas máquinas.

“Com a criação de novas profissões, o mercado ganha também com as oportunidades para profissionais que já são experientes mas que desejam ressignificar a carreira. Nesse caso o estudo e a atualização são essenciais.” afirma Guilherme.

Engajamento de CEOs em desafios de impacto global conquista apoio de investidores

Segundo o CEO Imperative Study 2019, realizado pela EY, mais de dois terços (67%) dos CEOs das maiores empresas do mundo afirmam que devem assumir, nos próximos cinco a dez anos, posicionamentos públicos sobre questões politicamente complexas relacionadas a desafios globais, como segurança cibernética, desigualdade de renda e desemprego relacionado à transformações tecnológicas. A pesquisa contou com a participação de aproximadamente 200 CEOs globais e 100 diretores independentes, além de 100 investidores institucionais de empresas multinacionais com pelo menos US $ 100 bilhões em ativos sob gestão.

De acordo com a pesquisa, 57% dos CEOs, 63% dos diretores e 54% dos investidores acreditam que para as grandes empresas é mais interessante que os CEOs assumam um papel mais ativo nos desafios globais e que 76% dos diretores e 79% dos investidores provavelmente apoiariam a decisão do CEO. Além disso, a maioria dos CEOs (57%) veem mais oportunidades do que riscos em enfrentar os desafios globais e quase metade dos conselheiros (49%) e investidores (42%) apoiam essa visão.

Para Luiz Sergio Vieira, CEO da EY Brasil, o papel do CEO deve se expandir para além dos objetivos relacionados aos negócios tradicionais se as empresas quiserem ampliar seus negócios, já que estamos em um mundo em constante transformação. “A maioria dos investidores e membros do conselho – assim como os clientes – esperam que os CEOs desempenhem um papel maior na abordagem dos desafios globais, tornando-se um imperativo de crescimento”, afirma Vieira.

Além disso, 60% dos investidores relatam apoiar investimentos de longo prazo para enfrentar desafios globais, mesmo quando o desempenho de curto prazo pode ser reduzido. A postura e as ações das empresas em desafios globais é um critério de investimento cada vez mais importante, com mais da metade (55%) afirmando que o ativismo de CEOs tem sido frequente, enquanto 35% dos investidores afirmam que os desafios globais têm sido ocasionalmente levado em consideração para decisões de financiamento nos últimos dois anos. Entretanto, 83% dos investidores dizem que as ações corporativas em desafios globais se tornarão um dos fatores mais importante nas tomadas de decisões nos próximos cinco anos.

O estudo conclui que tanto os CEOs quanto diretores e investidores reconhecem que têm um papel fundamental junto com o setor público na abordagem de desafios sociais em busca de crescimento sustentável.