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PluzApp utiliza EBANX como meio de pagamento

Eduardo Aguiar, do PluzApp, com Victor Silva, do EBANX

O PluzApp, aplicativo criado para facilitar negócios entre quem vende e quem compra pelo Whatsapp, vai contar com a eficiência do EBANX para pagamentos com a solução EBANX Pay da fintech. A parceria marca o apoio da fintech que virou unicórnio, após receber investimentos que elevaram o valor da companhia acima de 1 bilhão de dólares, a uma ideia inovadora, também nascida na cidade de Curitiba.

O empresário Eduardo Aguiar, do PluzApp, explica que “o consumidor que baixa o app consegue fazer pedidos diretamente a um fornecedor de produtos ou serviços, via WhatsApp, com a vantagem de não haver cobrança de grandes taxas, como acontece nas compras feitas por aplicativos de entrega, por exemplo”. “O que seria taxa, pode se transformar em vantagens para quem compra e também para quem vende”, ressalta Eduardo. O PluzApp já conta com centenas de parceiros e pode ser baixado nas lojas de aplicativos do Google e da Apple.

O EBANX, que se tornou gigante ao viabilizar compras pela internet em empresas internacionais com métodos locais de pagamento, apoia o PluzApp por acreditar no sonho grande de quem, como a própria fintech, começou pequeno, na capital paranaense, e também pelo fato de a parceria estar alinhada com a estratégia de crescimento como ferramenta de pagamentos entre empresas e consumidores brasileiros.

Victor Silva, Inside Sales Director do EBANX, afirma que a operação de pagamentos no Brasil já tem um ano e mostra que pode dar uma grande contribuição nos planos de crescimento da empresa. “Estamos prontos para atender, com muita eficiência, o mercado nacional e empresas de fora que tenham interesse em se estabelecer no Brasil. E apostamos em ideias inovadoras como o PluzApp, que também conecta pessoas e facilita transações pela ferramenta de comunicação mais popular do país”, explica o executivo.

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Startups Biosolvit, EcoPanplas e Green Mining são os destaques da primeira edição brasileira do Greentech Challenge

Aconteceu no dia 28 de novembro, no Cubo em São Paulo, a primeira edição latino-americana do Greentech Challenge. O evento faz parte da São Paulo Tech Week e mostra inovação verde para o mundo, destacando o trabalho de startups dos países onde passa. 

Das 12 empresas brasileiras selecionadas para um bootcamp de 3 dias, as vencedoras anunciadas no evento foram Green Mining, que trabalha com coleta de lixo reciclável via catadores registrados em rede colaborativa; a Biosolvit, que leva ao mercado suas tecnologias de alta absorção de óleo; e a EcoPanplas, que reaproveita óleo de embalagens para que sejam utilizados novamente. 

O Greentech Challenge foi criado pelo diretor do Green Innovation Group, o dinamarquês Martin Petersen e Frederik Van Deurs. 

Durante sua fala de abertura, o Martin destacou a satisfação de estar no país. “Se você não liga para as pessoas, pense no seu bolso. Hoje não faz mais sentido fazermos uma refinaria de petróleo, por exemplo”, alertou. A abertura foi feita por ele e pelo representante do Challenge no Brasil e Fundador da Build From Scratch Tiago Brasil Rocha.  

O objetivo do evento foi mostrar que apostar em empresas verdes é estar atento a negócios promissores e demandas futuras dos consumidores e indústria. Com a presença de grandes players, um dos primeiros painelistas foi o Secretário de Infra-Estrutura e Meio Ambiente do Estado de São Paulo, Marcos Penido. 

Responsável pelo Projeto de despoluição dos rios Pinheiros e Tietê, ele reforçou como o setor público pode agregar ao desenvolvimento de novas tecnologias. Juntamente com ele estava Juan Quirós, presidente da SP Negócios, que destacou que a São Paulo Tech Week hoje já é maior que a Londres Tech Week.  

Uma pesquisa recente do banco suíço UBS mostrou que os investidores brasileiros valorizam mais o meio ambiente do que o restante do mundo. Segundo o estudo, 97% têm interesse em empresas sustentáveis e que 65% já aposta nelas. 

Durante o dia, foram realizados painéis para discutir empreendedorismo sustentável, o papel blockchain e o mercado de startups verdes. As atividades reuniram nomes como Francisco Jardim, sócio do fundo SP Ventures; a suíça Alessandra Sollberger, CEO da Evermore Health e referência em criptomoedas; Ricardo Gravina, diretor da Climate Ventures; e Bruno Profeta; head do fundo FIMA da Inseed. 

“Podemos ter uma crise muito grande de refugiados climáticos. É um bom negócio fazer preservação” disse o painelista Gilberto Ribeiro Filho, sócio da Vox Capital.  

O desafio Greentech 

O grande destaque do Challenge ficou para os pitches – apresentações curtas – das startups brasileiras selecionadas para o desafio. Durante os três primeiros dias – entre 25 e 27 de novembro – elas foram treinadas por meio de interações com mentores na FEA-USP. Ao todo, o Greentech Challenge recebeu 200 inscrições de startups de todo o Brasil. 

As vencedoras foram premiadas com a possibilidade de assistirem aulas de mestrado em empreendedorismo na FEA-USP, 10 mil dólares para utilizarem na plataforma de desenvolvimento Amazon Web Services e mentoria da AdeSampa (Agência São Paulo de Desenvolvimento), iniciativa da Prefeitura de São Paulo voltada para o empreendedorismo que recentemente criou o projeto GreenSampa. 

Confira as outras 8 selecionadas e participantes do desafio: Piipee, Meu Copo Eco, Sinctesys, Plataforma Verde, Cerensa, Green Farm CO2 Free, Papel Semente e Sauvez.

 

Setor de saúde deverá passar por adaptações com a LGPD

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que passa a vigorar a partir de agosto de 2020, regulamentará a coleta, processamento e transferência de dados de pessoas físicas. A nova legislação visa normalizar o mercado de dados pessoais para fins comerciais sem o consentimento do usuário, aumentando a segurança de informações confidenciais, principalmente no meio digital, onde são frequentes os relatos de vazamento de dados.

O setor de saúde deverá estar especialmente atento ao tráfego de informações médicas dos usuários. A LGPD estipula um cuidado rigoroso no tratamento dos dados trocados entre os sistemas de clínicas, hospitais, laboratórios, operadoras de saúde e seus terceirizados. O compartilhamento de dados de pacientes só poderá ser feito quando diretamente relacionado com os serviços de saúde prestados e para finalidades específicas. Recomenda-se o uso de sistemas certificados e com comunicação criptografada para diminuir os riscos de interceptação ou vazamento dos dados.

Segundo Rafael Reis, advogado especialista em Direito Digital, Proteção de Dados e Privacidade no escritório Becker Direito Empresarial, “os pacientes vão efetivamente assumir o papel de protagonista das informações. Eles poderão rever os dados, excluí-los, restringir o tratamento, portabilizá-los, invalidar o consentimento e saber exatamente de que maneira e por quem eles estão sendo utilizados”.

Rafael explica que a adaptação das empresas exige, em um primeiro momento, o mapeamento dos dados disponíveis, um diagnóstico e uma análise dos riscos. “Depois de concluída as etapas de observações, podemos entrar na implementação. Ela passa pelas áreas jurídica e técnica, a fim de definir contratos e garantias para parceiros e clientes, além da criação de procedimentos e manuais para que a empresa esteja dentro de regras de compliance e com as melhores práticas em segurança da informação”, diz.

Empresas estão atentas

Executivos do segmento já estão atentos à nova legislação. É o caso de Robson Almeida, CEO da HealthYou, uma health tech curitibana fundada em 2018. Segundo ele, sua empresa já nasceu com uma mentalidade que a enquadra nas exigências da nova legislação. A startup é uma plataforma de serviços de saúde onde colaboradores, empresas, planos de saúde e médicos estão integrados. Isso permite que os colaboradores tenham acesso e controle de históricos médicos, exames e agendamentos. Já as empresas contam com uma gestão independente e transparente da saúde dos funcionários.

“Nossa plataforma visa empoderar as pessoas sobre as informações de sua saúde, otimizando a jornada de relacionamento e facilitando a experiência nesse ecossistema. Ela reúne todas as informações em um único lugar, agilizando os atendimentos”, explica Almeida.

Rafael Reis, que é responsável pela assessoria jurídica da HealthYou, explica que dentro do aplicativo as empresas não têm acesso às informações específicas dos funcionários, recebendo apenas informações genéricas e estatísticas sobre a saúde do conjunto dos colaboradores. “Somente os médicos conhecem o histórico dos pacientes”, diz.

Ainda segundo Rafael, o caso da HealthYou é um exemplo do chamado privacy by design. “A privacidade dos dados pensada no início da modelagem do negócio é o melhor caminho para estar em conformidade com a LGPD. Dentro do próprio código do aplicativo, já estão definidas as permissões e funcionalidades de cada usuário, registros dos tratamentos e direitos dos titulares”, conclui.

Startup brasileira recebe aporte da Mastercard

A Hanzo, plataforma SaaS de engajamento ao consumidor, acaba de receber uma captação série A, liderada pelo fundo norte-americano DotCapital, com participação da Mastercard, uma líder no setor de pagamentos globais.

Desde 2015 a startup oferece serviços para a Mastercard e, mais recentemente, desenvolveu o app mobile do Surpreenda, programa de fidelidade da Mastercard, em que é possível acumular pontos a cada transação com cartões de crédito e débito e trocá-los por benefícios nas lojas participantes mais próximas, diretamente pelos smartphones.

Em 2018, a Hanzo foi selecionada para participar na oitava edição do Start Path, programa de aceleração global da Mastercard, criado para ter acesso à inovação alinhada com os objetivos estratégicos da Mastercard, trabalhando com as melhores startup ao redor do mundo. “O programa Start Path tem como chave a aproximação com as startups, que tem sido fundamental para seu sucesso a longo prazo”, explica a diretora do Mastercard Labs – Start Path para América Latina e Caribe, Ilana Messing. “Acreditamos em ajudar nossas startups a subir para o próximo nível, conectando-as a futuros parceiros de tecnologia, recursos e inúmeras outras maneiras de fornecer as soluções que visam solucionar os desafios de meios de pagamentos, tecnologia e inclusão financeira em nossos mercados atuais”.

“O investimento da Mastercard dá um selo de garantia de qualidade para nossos produtos. Estamos ainda mais confiantes de estar no caminho certo”, afirma o executivo italiano Federico Pisani Massamormile, fundador e CEO da Hanzo, que já passou por empresas como a TIM e a Mobile Marketing Association, onde assumiu o cargo de Global Chairman.

A Hanzo desenvolveu uma plataforma proprietária SaaS de fintech que possibilita que marcas interajam com seus consumidores, utilizando o smartphone. Com módulos de Fidelidade, M-Commerce, Pay ahead, POS, entre outros, a plataforma cria experiências incomparáveis. Com o aporte, a startup pretende expandir os projetos inovadores em outros países.

Dentre as empresas atendidas pela Hanzo, estão a Petz, Mastercard, Unilever, Kibon e algumas franquias no segmento de restaurantes, tipo a Vinil Burger. “Atualmente, nosso time é formado por 30 profissionais, atuando em países como Brasil, Estados Unidos, Costa Rica e na Europa. Nosso objetivo para 2020 é dobrar de tamanho e triplicar até 2021”, explica Pisani.

Cora levanta USD10M em rodada seed com Kaszek Ventures e Ribbit Capital para levar serviços financeiros para pequenos negócios no Brasil

A Cora, uma empresa brasileira focada em oferecer serviços financeiros para pequenos e médios negócios, anuncia o fechamento de sua Rodada Seed, arrecadando mais de US$ 10 milhões. Esta rodada, o maior investimento seed de uma fintech na América Latina, mostra o interesse significativo que os fundos globais têm no espaço no Brasil e a experiência única que os fundadores da Cora trazem para esta oportunidade.

A rodada foi liderada pela Kaszek Ventures, a maior empresa de Venture Capital em estágio inicial da América Latina e também a empresa local que conta com mais unicórnios em seu portfólio. A Kaszek juntou-se a Ribbit Capital, um dos investidores de fintech mais bem-sucedidos do mundo.

Os fundadores da Cora, Igor Senra e Leo Mendes, já trabalham juntos há mais de 15 anos. Eles fundaram a empresa de pagamentos online MOIP em 2007, construíram a empresa por mais de uma década e depois a venderam para a Wirecard em 2016.

“Criamos a Cora para perseguir nosso objetivo de vida, que é resolver os problemas financeiros enfrentados pelas pequenas e médias empresas. Esses negócios produzem 67% do PIB brasileiro, mas são totalmente mal atendidos pelos bancos tradicionais”, diz Senra, que atua como CEO da empresa.

A missão da Cora é apoiar essas empresas em todos os desafios financeiros que enfrentam em sua jornada, permitindo que os empreendedores se concentrem em seus negócios, em vez de terem que lidar com as complexidades e os custos de lidar com instituições financeiras tradicionais.

Atualmente, a empresa opera em beta somente para convidados oferecendo uma solução de conta digital simplificada. O boleto para pagamento foi reinventado, agora tem uma interface simples e pode ser emitido sem custo pelo aplicativo da empresa.

A empresa planeja lançar seu produto para o público em geral somente no primeiro semestre de 2020. De qualquer forma, hoje é possível se cadastrar na lista de espera da empresa para ter acesso ao produto antecipadamente.

A Cora lançará posteriormente um portfólio de pagamentos, produtos relacionados a crédito e ferramentas de gerenciamento financeiro atualmente sendo desenvolvido.

“Até agora, as grandes instituições financeiras construíram principalmente produtos focados em pessoas físicas ou grandes clientes corporativos e ignoraram totalmente as pequenas e médias empresas, que são os criadores de valor mais relevantes em nossas economias. Queremos oferecer um conjunto de produtos financeiros de alta qualidade, centrado no cliente, que atenda às necessidades específicas não atendidas das empresas de nossos clientes ”, diz Mendes, que lidera as equipes de produtos e tecnologia da empresa.

Segundo Santiago Fossatti, sócio da Kaszek Ventures “Estamos extremamente empolgados em fazer parceria com Igor e Leo. Eles são líderes e empreendedores excepcionais, posicionados de maneira única para buscar essa oportunidade e criar uma ótima solução para as PME. Estamos analisando esse espaço no Brasil há um bom tempo, pois estávamos vendo a dor que as empresas menores estavam passando, e agora estamos orgulhosos de fazer parceria com a experiente equipe da Cora e se juntar a eles em sua missão ”.

MCTIC investirá R$ 22 milhões em programa para a formação de programadores de TI e empreendedores

O Brasil corre um sério risco de não participar da disputa pelo próspero mercado de aplicações móveis. Estimado hoje em US$ 100 bilhões e crescendo a uma taxa anual de aproximadamente 14%*, ele demanda não apenas uma comunidade de desenvolvedores numerosa, mas capacitada.

Segundo dados de um levantamento realizado pela unidade de inteligência, estudos e pesquisas da Softex, o déficit de profissionais de TI no país deverá superar 408 mil em 2022, ocasionando uma perda de receita de R$ 167 bilhões para o setor no período de 2010 a 2020.

Para atenuar essa realidade, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) anuncia o lançamento do Programa de Capacitação Empreendedora. Com gestão da Softex, ele contará com a participação de oito instituições que cobrem nove regiões metropolitanas, concentram 29% da população e respondem por 47% do PIB do país.

O Programa de Capacitação Empreendedora, a ser realizado a partir do início de 2020, contará com recursos da ordem de R$ 22 milhões e tem por objetivo capacitar novos desenvolvedores, gerar empregos qualificados e impactar mais de 10 mil pessoas. O material didático será disponibilizado via internet (EAD) e, semanalmente, os alunos participarão de sessões presenciais em laboratórios próprios e também móveis para que possam perceber na prática os desafios e as oportunidades do mundo 4.0.

A iniciativa contempla a realização de três ações distintas: capacitação tecnológica de jovens; desenvolvimento de pesquisa, capacitação e incentivo ao empreendedorismo; pesquisa e desenvolvimento para a popularização de aplicações móveis.

“Queremos converter oportunidade e desafio em qualidade de vida para a sociedade, com a aplicação de tecnologias disruptivas como Internet das Coisas (IoT), edge computing, blockchain e Indústria 4.0, que surgem para transformar o país e gerar conhecimento científico e técnico que podem ser aproveitados em carreiras como as de TI, por exemplo. Novas tecnologias, dispositivos e áreas de aplicação com foco em aplicações móveis podem mover recursos e políticas públicas para solucionar problemas globais e ajudar as empresas a diminuir o “gap” entre o mercado e os profissionais qualificados que atuarão nestes setores estratégicos”, destaca Marcos Pontes, Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações.

Paulo Alvim, secretário de Empreendedorismo e Inovação do MCTIC, lembra que desde o início do ano o Governo tem trabalhado em um conjunto de iniciativas com o intuito de proporcionar um ambiente mais favorável para quem quer empreender no Brasil por meio de legislação e instrumentos de apoio. “A capacitação é uma parte fundamental desse processo. Nós precisamos de mais gente trabalhando com a área de TI, desenvolvedores, profissionais qualificados e com condições de empreender nesse mercado tão promissor de aplicações móveis”, avalia.

Além da formação técnica, os participantes receberão capacitação em empreendedorismo e intraempreendedorismo e serão incentivados a empreender seja atuando nas empresas ou criando startups para propor soluções para desafios que são identificados em organizações parceiras ou apoiadoras.

“As ações do Programa não apenas contribuirão diretamente para a formação de milhares de novos profissionais, universitários e técnicos de alto nível distribuídos por todas as regiões do Brasil, mas também para o fortalecimento e para o aumento da densidade de empresas nacionais de base tecnológica”, avalia Ruben Delgado, presidente da Softex.

As oito instituições que participarão do Programa de Capacitação Empreendedora são: Instituto Presbiteriano Mackenzie (São Paulo), Senac (São Paulo), Pontifícia Universidade Católica, unidades Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul; União Brasileira de Educação Católica (Brasília), Instituto de Pesquisas Eldorado (Campinas) e Associação pela Excelência do Software de Campinas.

* Fonte: Market Research Future, 2019

SAP e Korn Ferry ampliam parceria para aprimorar programas de gestão da experiência do funcionários

A SAP e a Korn Ferry reforçam parceria para desenvolver um serviço global de consultoria com o objetivo de aprimorar os programas de experiência dos funcionários baseado em soluções de Experience Management (XM) Platform da SAP Qualtrics & SuccessFactors.

Como parte da rede de parceiros Qualtrics (QPN) a Korn Ferry passa a integrar e ofertar um conjunto de serviços de consultoria e assessoria para clientes em mais de 50 países, apoiada no Qualtrics EmployeeXM, desenvolvido sobre a Qualtrics XM Platform, para apresentar insights de engajamento dos funcionários em tempo real, que ajudam empresas a atrair, envolver e reter uma força de trabalho de classe mundial. A tecnologia permite que gerentes e funcionários identifiquem lacunas na experiência do funcionário, desde o recrutamento e a integração no ambiente de trabalho, até a gestão do desempenho, a fim de melhorar o engajamento, elevar a produtividade e reduzir os atritos em cada ponto de contato.

Esse é o caso da Alpargatas, que iniciou a implementação de SAP Qualtrics para uso interno, visando gerenciar cada etapa da experiência dos funcionários e será pioneira no Brasil em utilizar a ferramenta para entendimento da jornada do colaborador. Este projeto será conduzido pela KornFerry e consultoria da SAP para implementar até março de 2020 a plataforma SAP Qualtrics EX, que visa identificar oportunidades para melhorar o engajamento e aperfeiçoar cada ponto de contato do funcionário dentro da empresa.

A Korn Ferry também poderá disponibilizar seus estudos de “Engaged Performance” que avaliam o engajamento dos funcionários e analisam os resultados usando seus recursos de propriedade intelectual (IP e benchmarking organizacional) na plataforma Qualtrics XM Solution.

“Com a parceria entre Korn Ferry e SAP Qualtrics & SuccessFactors, nossos clientes poderão avaliar os dados sobre funcionários, revelar insights precisos e agir rapidamente com base em metodologias testadas e aprovadas pela indústria com o objetivo melhorar a experiência da força de trabalho”, afirma Jackson Borges, vice-presidente da área de SuccessFactors na SAP Brasil. “Estamos empolgados para combinar o conhecimento da Korn Ferry com nossa tecnologia, para que nossos clientes possam se manter competitivos na economia de hoje, em que cada experiência tem a sua importância”, completa.

“O Qualtrics Employee Experience oferece tecnologia adaptável, escalonável, ágil, moderna e voltada para o futuro, que apoia os serviços especializados da Korn Ferry”, afirma Ignacio Escalas, Diretor da Korn Ferry Digital para América Latina. “Essa parceria nos permitirá oferecer ao mercado a melhor plataforma, com pesquisas sobre engajamento e cultura dos funcionários, análises 360º e ferramentas de escuta social que permitem gerenciar talentos efetivamente”, complementa Escalas.

Quem disse que as fintechs querem acabar com os grandes bancos?

Por Ralf Germer

Recentemente, grandes instituições financeiras do Brasil reportaram o fechamento de centenas de suas agências. Desde então, muito se tem questionado sobre se as fintechs, com seus serviços e produtos inovadores, eficientes e mais baratos para o consumidor, vão acabar com os grandes bancos. E como poderiam, de certa forma, ser responsabilizadas por esse cenário. Tendo em vista que cerca de 92% de todos os lares brasileiros têm ao menos um smartphone e que no país há cerca de 45 milhões de pessoas sem conta bancária, acredito que a popularização das contas digitais justificaria melhor o que anda acontecendo.

É verdade que as fintechs têm conquistado cada vez mais espaço no mercado financeiro e que a entrada de novos players no setor favorece a competição, mas dificilmente seremos capazes de competir com nomes como Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – que além de concentrarem mais de 80% dos depósitos e empréstimos, segundo o Relatório de Economia Bancária divulgado pelo Banco Central – também oferecem uma série de conveniências atrativas para os clientes.

É mais fácil pensar assim: se por um lado as fintechs são capazes de fornecer soluções que simplificam a vida das pessoas e atendem suas necessidades específicas, por outro, os bancos muitas vezes são responsáveis por tornar viáveis essas inovações, além de utilizar sua capilaridade para atingir o consumidor. Ou seja, nessa relação quem ganha no final das contas é sempre o usuário final.

Já que citei o Banco Central, aproveito para dizer que ele tem um papel decisivo na evolução do mercado financeiro no país. Iniciativas como os pagamentos instantâneos, que aceleram o fluxo do dinheiro e ajudam o crescimento econômico do Brasil, e o open banking, que permite maior integração entre os bancos e as fintechs, são vistas de forma muito positiva, já que abrem o mercado para soluções que atendem ao novo cenário.

Para satisfazer uma população cada vez mais digital e que busca por soluções mais ágeis, simplificadas e de baixo ou nenhum custo, os bancos vão precisar adaptar alguns dos seus modelos de negócios. Como eles têm muito capital e, no Brasil, alta rentabilidade, eles poderão investir em novas tecnologias e, ainda, adquirir fintechs.

De acordo com o Fintech Mining Report, da Distrito – empresa que desenvolve dados sobre as startups brasileiras – existem 115 fintechs atuando com meios de pagamento e, dessas, 68 realizam processamento. No campo dos serviços digitais, 13 oferecem contas digitais. O que quero dizer com isso? Que ainda que atuem com transparência e atenção ao cliente, muitos players também vão desaparecer, uma vez que estamos falando de um segmento de inovação e sempre haverá aqueles que acabam se destacando em relação aos outros. Faz parte do jogo!

Ralf Germer, CEO e co-fundador da PagBrasil

WhatsApp e o Atendimento ao Cliente do futuro

Por Martin Frascaroli, CEO da Aivo

O WhatsApp foi o aplicativo mais baixado de 2019 com 709 milhões de instalações a nível mundial. Nos últimos anos, esta ferramenta destronou as redes sociais para se tornar um dos aplicativos que mais usamos para interagir com amigos e familiares e, agora, também com empresas.

A forma com que nos comunicamos entre pessoas foi evoluindo rapidamente na última década, passando pelo telefone, o e-mail, e as redes sociais até chegar às mensagens instantâneas, caracterizada pelo imediato e pessoal. A dinâmica com a qual as pessoas se comunicam com as empresas também mudou e hoje coexistem todos esses canais de atenção.

Uma tendência mundial

Hoje, já são mais de 3 milhões as empresas que utilizam o WhatsApp com o objetivo de conquistar relações mais pessoais, fluidas e multimídia com seus clientes. O jornal The Washington Post chamou o atendimento ao cliente através de mensagens instantâneas como “a maior mudança na indústria desde o 0800”.

Empresas de todas as vertentes como o Banco Bolivariano e a General Motors estão utilizando aplicativos de mensagens como o canal principal para a comunicação com o cliente. Coo resultado, estão notando um nível de aceitação incrível por parte dos consumidores.

O lançamento da API empresarial do WhatsApp em 2018, assim como o Apple Business Chat, fortaleceram ainda mais este movimento e ofereceram às empresas ferramentas concretas e inovadoras para atender aos clientes em seus meios de preferência.

O WhatsApp se tornou um dos canais mais populares entre as empresas. Algumas marcas inclusive estão indo tão longe quanto deixar de usar e-mails totalmente como método de contato de atenção. Mas por quê? Porque é o que os clientes querem.

De acordo com uma pesquisa do Facebook Messaging, 53% dos consumidores diz que é mais provável comprar em uma empresa que ele possa enviar mensagens, e 63% diz que hoje envia mais mensagens para as marcas do que há dois anos. E não se trata somente das gerações mais jovens. Enquanto 65% dos GenX e dos Millennials favorecem as mensagens, 63% dos Baby Boomers também prefere este tipo de comunicação.

Por que as empresas estão implementando o WhatsApp?

A revolução do atendimento ao cliente já está caminhando pelas mãos das mensagens instantâneas, e o WhatsApp está liderando o mercado em quase todo o mundo. Isso não é nenhuma casualidade: Os consumidores querem um atendimento eficiente e as empresas querem fortalecer continuamente a relação com seus clientes. O WhatsApp e os aplicativos de mensagens satisfazem ambos os objetivos.

1. Omnicanalidade

Uma estratégia de atendimento ao cliente por mensagens se adapta ao estilo de vida do consumidor. Hoje, as pessoas fazem tudo em seus smartphones e passam a maior parte do seu tempo interagindo nestes tipos de aplicativos. Ao oferecer um atendimento ao cliente por este meio, o usuário não deve migrar para outras plataformas. Como resultado, há um maior grau de interação e um tempo médio de resposta menor em comparação a outros canais.

2. Flexibilidade e assincronia

Os apps de mensagens se destacam por sua flexibilidade, já que permitem tanto ao cliente quando ao agente de atenção retomar a conversa quando, como e onde quiserem. Estes tipos de conversas assincrônicas ajudam as empresas a se integrarem à rotina do consumidor moderno e dar assistência a ele de uma forma mais conveniente e inteligente. Desta forma, os consumidores já não têm que esperar ao telefone por muitos minutos até que se resolva o problema, mas simplesmente podem enviar uma mensagem em poucos segundos e continuar com sua vida até receber uma resposta.

3. Experiências personalizadas e empatia

Os aplicativos de mensagens são mais pessoais e permitem envolver conversas mais próximas. Enquanto o e-mail muitas vezes pode ser um canal lento e burocrático, estes aplicativos desenvolvem uma comunicação um-a-um entre o cliente e o representante, fortalecendo a relação. O uso de linguagem natural, gifs e emojis também ajuda a contribuir para a personalização da conversa e a falar com os clientes da forma que eles se comunicam com seus amigos e familiares.

4. Redução de custos e tempos de espera

Segundo o Execs in the Know, um live chat tem um custo de U$3 por interação, enquanto que em aplicativos de mensagens instantâneas este número se reduz a U$1. Por sua vez, os agentes de atenção telefônica podem atender, em média, 15 clientes por hora; enquanto que através de aplicativos de mensagens eles podem ajudar 60 pessoas no mesmo intervalo de tempo. Não apenas permite que as empresas reduzam custos como também faz com que menos clientes permaneçam à espera de que um agente libere para atender sua consulta.

5. Respostas mais rápidas

Muitas empresas também estão optando por incorporar chatbots ao WhatsApp para automatizar e agilizar os processos de atendimento ao cliente. Isso permite que os clientes recebam assistência 24/7 e obtenham respostas a perguntas frequentes de forma imediata. Assim, o cliente pode obter resposta a consultas como “quais são os métodos de pagamento?” ou “quando chega meu pedido?” a qualquer hora do dia e sem esperar nem um par de segundos a mais.

Recomendações

Bem, então o que as empresas precisam levar em consideração quando elas querem utilizar este canal em sua estratégia de atendimento ao cliente?

– Agregar valor através de uma comunicação transacional

Isto significa conectar o WhatsApp com a informação do usuário para, por exemplo, notificar a ele o estado do seu pedido, confirmar a compra, lembrá-lo de que sua dívida vencerá, etc. Isso o dará um valor adicional ao atendimento e personalizará a experiência do cliente. Além disso, nada de spam! Para manter um vínculo próximo e pessoal com o cliente através do WhatsApp, comporte-se como se fosse mais um amigo do seu histórico de conversas.

– Os clientes têm que saber que a marca está no WhatsApp

Comunicar aos seus clientes que podem utilizar o WhatsApp para se comunicar com a empresa e implementá-lo naquelas etapas do customer journey onde seja mais relevante.

– Se apoiar nos dados e nas métricas

Nem todos os clientes são iguais e é importante conhecer como eles se comportam. Não importa o canal ou a estratégia, sempre é recomendável monitorar KPIs específicos para conhecer o comportamento dos usuários e assegurar uma melhora constante da sua experiência. Algumas métricas a considerar são o tempo médio de resposta, a satisfação do cliente e o volume de mensagens. É importante medi-las ao longo do tempo e analisar como elas evoluem e quais práticas podem se colocar de pé para melhorá-las. Como eu sempre digo: não se pode melhorar o que não se mede.

– Sim, implemente o tom de voz da marca, mas adaptado ao canal e seja criativo

O tom é indispensável para fortalecer a identidade da marca e ser consistente no trato com os clientes, e ele deve se manter em todas as comunicações e canais. No entanto, cada canal tem sua própria dinâmica que deve ser respeitada. No caso do WhatsApp, recomendo mensagens curtas, o uso de gifs, emojis e multimídia, e até áudios breves para ir direto ao ponto. Neste canal, você pode se comunicar com seus clientes da forma que eles o fazem com os amigos e familiares.

– Se apoiar na tecnologia e otimizar a experiência do cliente

Automatizar é uma boa ideia para estar presente as 24 horas do dia e responder a perguntas simples e frequentes de forma imediata. Isso solucionará uma grande porcentagem de consultas sem a necessidade de recorrer a um agente.

Conclusão

Na medida em que mudam os hábitos e preferências dos consumidores, é importante que as empresas modifiquem seus processos e se adaptem a eles. Hoje, a conveniência é a prioridade número um dos usuários, especialmente considerando que estão constantemente em movimento e realizando múltiplas tarefas do seu smartphone.

Utilizar o WhatsApp para a comunicação corporativa possibilita melhores e mais eficientes comunicações com os clientes, resultando em uma melhor experiência, um incremento da confiança e lealdade, e o fortalecimento do vínculo a longo prazo com o público. Além disso, não somente permite às empresas oferecer um melhor atendimento ao cliente, como também as posiciona como inovadoras, humanas e futuristas, se destacando na competência.

Sem dúvidas, incorporar o WhatsApp na estratégia de comunicação é se preparar para o cliente e os negócios do futuro. Se trata de entender as modalidades e dinâmicas que predominam no mercado e evoluir, consequentemente. Em um ecossistema digital competitivo e em constante transformação, a adaptação a estas novas dinâmicas é o único e mais importante método de sobrevivência.

UOL DIVEO: Black Friday registra aumento de 40% no faturamento de e-commerce

Época de alto volume de compras, a Black Friday tem caído nas graças dos consumidores brasileiros. Para analisar o evento e o volume de vendas, o UOL DIVEO, empresa que oferece serviços de tecnologia para apoiar as companhias em sua jornada para o digital, fez um levantamento com 20 clientes varejistas de diversos setores. Destes, 8 constataram um aumento de 40% no faturamento – se comparado a mesma época em 2018.

A pesquisa, que aconteceu durante a Black Friday, de 25 a 30 de novembro (semana conhecida como “Black Week”), revelou que um grande varejista de moda que é cliente do UOL DIVEO registrou os seguintes crescimentos: 48% em pageviews, 90% em faturamento, 22% em sessões e 15% mais usuários este ano. Já um outro cliente que é uma grande rede de supermercados apontou que teve 69% de aumento em sessões e 68% em usuários. Entre os setores que mais tiveram vendas estão: varejo de moda, bens de consumo embalados, tais como bebidas, alimentos e cosméticos.

Lições aprendidas

O UOL DIVEO e a Compasso, uma empresa do UOL DIVEO focada no desenvolvimento de soluções de transformação digital para o mercado corporativo, disponibilizaram uma estrutura com mais de 600 profissionais que estiveram focados nas operações de Black Friday dos clientes, realizando testes de performance e capacidade dos ambientes, ajustes e acréscimo de infraestrutura e desenvolvimento de soluções de transformação digital para oferecer uma experiência personalizada aos consumidores.

De acordo com Everton Pelissari, diretor de Negócios do UOL DIVEO, a empresa apoiou os clientes tanto em suas infraestruturas on premises e cloud como ativamente em testes de performance da capacidade dos ambientes. “Estivemos presentes nestes cenários para garantir que todo o sistema funcionasse de forma integrada. Este ano, notamos que houve um aumento de uso de componentes em cloud, que confirmou uma tendência de mercado e que estamos no caminho certo” comentou.

Seguindo a onda de nuvem está a compra via mobile, já que esse ano foi registrado um alto volume de consumidores que baixaram os aplicativos oferecido pelos varejistas e concluíram suas compras neste ambiente. “O app nos dá a oportunidade de fidelização do cliente, com isso, podemos conhecer melhor seus costumes, produtos de interesse e nos permite fazer campanhas customizadas”, conclui Everton.

No ponto de vista de marketing, a pesquisa do UOL DIVEO constatou um movimentou prévio dos clientes no quesito de propaganda das promoções. As empresas de e-commerce lançaram campanhas já no início de novembro, que fez com que os consumidores antecipassem as compras. Dessa forma, o consumo de infraestrutura foi beneficiado ao descentralizar a necessidade de recursos computacionais, otimizando o investimento do varejista online.

Além da pulverização das propagandas antecipadas, outras frentes foram abertas para que o varejo atingisse o público de interesse. Enquanto um varejista apostou em uma programação de ofertas de 5 horas com os maiores Youtubers do Brasil e transmissão simultânea em oito canais, outra empresa optou por transmitir shows de diversos ritmos – sem abrir mão de expor seus produtos. Everton comenta que “a fórmula do sucesso em vendas deste ano é simples e está depositada em dois fatores: marketing inteligente que conversa com o consumidor interessado em comprar e oferta de produtos que de fato estão na promoção”.

Para Everton, ainda é preciso estar bem preparado em períodos de maior pico de demanda. “A conquista de um cliente começa com uma jornada de compra personalizada com conformidade em todos os ambientes – seja ele online ou físico. Se um canal não funciona, a compra e a fidelização do cliente são comprometidas. Dificilmente ele voltará para aquela loja em outras épocas do ano. A Black Friday, assim como outros grandes eventos de compras, é uma oportunidade que deve ser aproveitada para mostrar aos consumidores que é possível oferecer um produto de qualidade e com preço acessível”, conclui.

Guia para incorporar freelancers nas empresas

Apenas no último ano, a atividade freelance cresceu 80%, de acordo com dados da Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. Na plataforma, já são mais de 2,5 milhões de profissionais, e já foram realizados mais de 880 mil projetos. Em um momento em que as empresas estão com escassez de profissionais qualificados, especialmente na área de tecnologia, a contratação de freelancers pode ser uma boa alternativa para realizar projetos.

Além disso, os profissionais também estão buscando trabalhos mais flexíveis: dados da Workana apontam que 56% gostam de manejar seus próprios horários. De acordo com Daniel Schwebel, primeiro country manager da Workana no Brasil, o trabalho já não é tanto um lugar para onde vamos, e sim, algo que escolhemos para fazer. “Esta visão não somente impacta os trabalhadores como também transforma as organizações. As empresas são cada vez mais conscientes de que os recursos são limitados e que os projetos são infinitos. Ao enfrentar novos projetos, há também a contrapartida necessária de não superdimensionar estruturas com projetos que são cada vez mais solucionados baseados em datas e prazos específicos, e que geralmente podem durar até uma semana”, explica Schwebel.

De acordo com um estudo realizado pela Workana, cerca de 58% das empresas que contratam freelancers são multi ou transnacionais. Dos motivos para contratar esses profissionais, 42,5% das empresas apontam que necessitavam de um apoio externo para focar nas prioridades do negócio, 21,7% para realizar projetos pontuais e 16,3% pois acreditam que o freelancer pode somar ideias e experiências próprias que ajudem na realização ou aprimoramento de um projeto.

O executivo aponta que algumas das principais dúvidas que as empresas costumam ter na hora de contratar um freelancer é não saber do que o profissional é capaz e que tipo de perfis podem encontrar, ou ainda de que maneira e em quais projetos eles podem escolher avançar com essa opção.

Quais são os pontos de atenção?

• Ter claro uma data de início e de finalização de projeto (pelo menos estimada);

• Definir que tipo de entregáveis são esperados (aplicadas ao projeto) e em que condições espera-se receber. Exemplos: código fonte, manual de marcas, editáveis, etc;

• Canal de comunicação: é muito importante manter a comunicação de maneira contínua, estabelecendo horários e modalidades preferidas;

• Apresentação de avances: é importante acordar antecipadamente sobre a frequência e horário que se espera para que o profissional apresente os avances. Isto ajuda a fazer correções ao longo do percurso, se for necessário.

• Demanda por horas para o projeto: mínimo de horas requeridas semanais, se é necessário que trabalhe em um horário específico ou ainda ter um horário comum para responder consultas, atender chat de clientes, recepcionar chamadas, reuniões, etc.

O que já deve estar acordado?

Antes de iniciar a pesquisa, a organização deve realizar um exercício de reflexão e tentar cobrir a maioria dos seguintes requisitos.

• É importante ter um breve resumo do projeto que cubra o que é, o que se espera, como serão alcançados os objetivos, quando e com que orçamento. Este resumo deve ser o mais claro possível, não apenas para ajudar a definir quais perfis são indicados para o projeto, mas também como um documento no qual o cliente e o profissional possam começar a trabalhar.

• Definir se prefere que o projeto seja executado como um projeto fixo, com entregas definidas ou se a modalidade de horas é melhor opção, porque é esperado que se cumpram as tarefas especificadas, as quais podem mudar ao longo de um projeto.

• Material de trabalho: deve ser disponibilizado e definido o material que será entregue ao profissional para levar o projeto adiante, otimizar o tempo e a qualidade do trabalho.

Perguntas frequentes que as empresas realizam para a Workana

As perguntas mais frequentes estão sempre relacionadas com os medos e com as preocupações diante da modalidade de trabalho que ainda desconhecem.

1) Como posso controlar o que faz um freelancer que não se encontra trabalhando de maneira presencial no escritório?

As metodologias de controle podem ser várias, dependendo do tipo de projeto. A primeira metodologia é a comunicação, estabelecer um canal claro e direto com o freelancer é um ponto fundamental. Por sua vez, acordar uma reunião semanal ou quinzenal é recomendável sobretudo para projetos grandes. Outra metodologia de controle são as pré entregas. Programar para receber conteúdos que adiantem a entrega final, ajuda a ter visibilidade do trabalho do freelancer. Isso te possibilita a tomar ações corretivas sobre o andamento e evitar desvios na entrega final ou atrasos no projeto.

2) Se os prazos e objetivos do projeto são cumpridos.

É importante discutir esses pontos em uma reunião inicial com o freelancer. Para ter este ponto bem claro é importante que o cliente já tenha identificado para quando precisa do trabalho e qual é o objetivo e necessidade do mesmo, para poder transmitir ao profissional de forma clara. Cruzar estas informações com as entregas ajudam a otimizar a experiência.

3) Se os profissionais são idôneos para assumir seus projetos.

Neste ponto, é importante ter como parceiro uma plataforma de confiança que faça o intermédio desses contatos, como a Workana. Só assim será possível pedir ajuda caso haja algum problema na entrega do projeto.

4) Como assegurar a qualidade do produto final entregue pelo freelancer.

A qualidade no produto final é composta pela qualidade durante todo o processo, desde ter claro o objetivo do projeto resumido a um briefing, seguido pela seleção do recurso, conhecer o mesmo em uma entrevista e contar de forma clara o objetivo do trabalho.

Uma vez selecionado o recurso, deve-se implementar metodologias de controle e feedback, instâncias parciais de entrega e revisão de resultados com relação ao freelancer e o cliente por um trabalho de qualidade.

5) Como posso proteger as informações que necessito compartilhar com o profissional.

Dependendo do tipo de projeto que está sendo realizado, o profissional que irá executá-lo pode contar com uma informação parcial, ou ter acesso integral a ela. Se houver esta necessidade num projeto, nós da Workana sugerimos que o cliente faça um contrato NDA (Non Disclosure Agreement) para reforçar ao freelancer a importância da confidencialidade no projeto e em seu conteúdo.

6) Se é possível realizar trabalhos de forma presencial.

O core da Workana é o trabalho remoto, já que acessamos o talento através de qualquer zona geográfica de onde se encontra o escritório do cliente. No momento em que limitamos uma determinada zona, a quantidade de profissionais passa a ser menor. Tendo em conta estes pontos, temos feito alguns projetos de forma presencial, nos quais incorremos em contratar um seguro para o freelancer pelos dias em que o projeto está em andamento, sendo os custos do seguro assumidos pelo cliente.

A Workana tem profissionais de diversas formações e especificações. Os principais perfis vão desde habilidades de TI e Programação, Marketing Digital, Design e Multimídia, Redação e Tradução, etc. Mas também temos outras categorias que já nos solicitaram, como engenheiros, especialistas em comunicação, perfis de finanças, equipe de vendas. Os requerimentos foram vários e nossa base é muito boa.

Decolar divulga os destinos mais procurados durante a Black Friday

A Decolar – maior empresa de viagens online do Brasil e América Latina — acaba de divulgar o ranking dos destinos mais procurados pelos brasileiros durante a Black Friday. Na companhia, a ação promocional começou com campanha em 28 de novembro e foi finalizada em 1º de dezembro.

O levantamento revela que São Paulo está em primeiro lugar no ranking dos destinos nacionais. Isso porque a capital paulista atrai passageiros oriundos de cidades como Rio de Janeiro, Porto Alegre e Salvador, por exemplo, que desejam vivenciar experiências culturais e gastronômicas. Já no internacional, a liderança fica por conta de Orlando, nos Estados Unidos, que mesmo com a alta do dólar, o brasileiro se programou e esperou uma ação promocional, como a Black Friday para concretizar o sonho de viagem.

Confira o ranking completo: