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​Ingresse recebe a maior rodada de investimento da América Latina no segmento de ticketing

A Ingresse , plataforma de experiências e marketplace de ingressos, recebeu sua rodada de investimentos, Série C, de aproximadamente R﹩ 90 milhões. O aporte, maior no segmento de tickets na América Latina, foi liderado pela Endurance, fundo investidor de marketplaces como Spotify, Rappi e Loggi. A rodada também contou com aportes do Grupo Globo, da Rival (plataforma de tickets sediada no Vale do Silício fundada pelo ex-CEO da Ticketmaster), eBricks e do grupo de sócios da gestora RK Partners. O braço de venture debt da Galápagos Capital e investidores atuais da empresa, como a Qualcomm Ventures (que investiu na 99 e Quinto Andar) e o Mercado Livre, reforçaram seu posicionamento como investidores de marketplaces top of mind, com o novo aporte feito na empresa.

Desde sua fundação em 2013, a Ingresse tem atraído capital de empresas atentas ao potencial de inovação e sustentabilidade de negócios da startup. O Grupo Globo, maior conglomerado de mídia, comunicação e entretenimento da América Latina, vem investindo em empresas como Stone, Buser e IDWall, reforçando os objetivos de diversificar seus investimentos em negócios de tecnologia, inteligência e análise de dados. O aporte feito na Ingresse, reflete a sinergia de interesses das empresas em desenvolver e inovar no mercado de entretenimento, onde a Globo se faz muito presente.

“Este grupo de investidores traz um gama diversificada de experiências: desde pioneiros em entretenimento no Brasil, como a Globo, até experts na nova geração de ticketing (como a Rival)”, destaca Gabriel Benarrós, sócio fundador e CEO da Ingresse.

“Acreditamos que o investimento na Ingresse é estratégico pois permite que a gente capture sinergias operacionais e de produto entre as Américas do Norte e Sul”, afirma Nathan Hubbard, CEO e fundador da Rival, que recebeu aportes de mais de US$ 30 milhões de fundos como Andreessen Horowitz, Upfront Ventures, entre outros.

Os sócios da RK, responsáveis pela reestruturação da MMX do Grupo EBX, fazem um movimento na direção de tech e, além do aporte na empresa, participam da rodada na criação de um fundo que visa beneficiar o mercado de entretenimento ao vivo no Brasil. Neste, a Ingresse atuará como uma operadora financeira fornecendo crédito aos produtores de eventos. “É a primeira vez que uma plataforma ticketing faz um movimento estruturado de serviços financeiros: uma fintech para eventos e para nos aliarmos a especialistas na área”, ressalta Benarrós.

Além da criação do fundo com a RK, os recursos da rodada serão utilizados para continuar o processo de aquisição de empresas e agregar valor à experiência do usuário. A Ingresse anunciou, até o momento, dois movimentos: a aquisição da BlackTag, ticketeira líder no segmento universitário no Brasil; a fusão com a Ingresso Certo, líder no mercado de entretenimento do Rio de Janeiro. A plataforma também declara realizando uma série de investimentos em tecnologias de pagamento para consumação em eventos e casas noturnas a fim de facilitar a experiência do usuário. O objetivo das empresas é integrar as experiências de compra de ingresso e de alimentos e bebidas em eventos ao vivo. “Queremos acabar com as filas e inconveniência que é comprar uma bebida em um show hoje em dia”, ressalta Gabriel.

Essa rodada de captação acontece em um momento de consolidação da marca Ingresse, que vem se tornando cada vez mais atrativa para investidores pelo seu modelo de negócio inovador, mas sustentável. “Este aporte nos permitirá crescer de forma ainda mais agressiva, trazendo soluções para nossos produtores (B2B) e usuários (B2C), tornando a Ingresse um destino com todas as funções necessárias para o entretenimento ao vivo, “one stop shop”. Além disso, temos como objetivo contribuir para o desenvolvimento do mercado de entretenimento como um todo”, conclui Benarrós. O fundador também destaca que uma nova rodada de investimento na Ingresse já está sendo negociada para o ano que vem.

CEO’s estão otimistas com 2020 e preocupados com a relação Planalto-Congresso

As perspectivas são boas para 2020. Esta é a visão de 40 CEO’s das maiores empresas em operação no Brasil. Mensalmente reunidos na Amcham, em encontro fechado, as lideranças de corporações e indústrias dos principais setores da economia apontaram tendências de investimentos e para o ambiente econômico em pesquisa inédita conduzida pela Câmara Americana de Comércio no Brasil (Amcham Brasil).

A maioria das empresas projetam crescimento ‘bom ou muito bom’ em 2020. Dos 40 entrevistados pela Amcham Brasil, 85% revelou apostar em projeções até 10% maior que o realizado este ano. A parcela que acredita em um ano “muito bom”, com faturamento acima de 10%, é de 52% dos executivos. Já 33% deles apostam em uma projeção ‘Boa’ com indicadores internos entre 5% e 10% considerando seu orçamento de 2019. Uma parcela menos otimista, de 15% dos consultados, apontou um previsão de crescimento entre 0 e 5%.

Para conquistar este crescimento, a maioria dessas organizações terão dois pontos de investimentos prioritários: inovação e transformação digital; e eficiência e produtividade, ambas ações apontadas por 31% dos consultados. A aquisição ou investimentos em novos mercados e investimento em pessoas foi citada igualmente por 14% deles. Uma minoria planeja uma ampliação geográfica no Brasil (14%) ou internacionalizar produtos e serviços (7%).

Já os CEOs vão investir parte da sua agenda de gestão em produtos e novos modelos de negócios (36%), eficiência de processos (32%), melhorias na experiência do cliente (25%) e integração de sistemas (7%). “Os executivos estão otimistas com as reformas que podem retomar a produtividade e transformar o ambiente de negócios brasileiro mais competitivo”, afirma a CEO da Amcham, Deborah Vieitas, durante a reunião do comitê Estratégico de CEO’s nesta quarta-feira (6/12), em São Paulo. Na ocasião, Deborah reforçou que a entidade tem se empenhado na defesa de tratados comerciais como o entre o Mercosul e a União Europeia e reformas favoráveis ao ambiente econômico.

E as incertezas e o PIB?

A maioria (72%) acredita em sequência da retomada econômica em 2020, com melhorias nos indicadores de consumo e produção. Outros 25% enxergam um cenário igual a 2019, com possibilidade de evolução dos indicadores só em 2021. Já o crescimento do PIB deve ser regular, com projeções entre 0e 2%, segundo 56% dos empresários. Os otimistas compõem 44% dos entrevistados pela Amcham. Eles acreditam que o PIB já voltará a crescer acima de 2% no próximo ano.

De acordo com os CEOs, apenas uma grande incerteza pode atrapalhar essa recuperação econômica brasileira em 2020. O ponto de preocupação de 69% deles é a governabilidade do presidente Jair Bolsonaro e sua capacidade de liderar a relação do Planalto com o Congresso. Outros 16% entendem que o quadro fiscal preocupante e dependente de mais reformas estruturais podem gerar incertezas relevantes. Ameaças pela desaceleração da economia global (9%) ou pela falta de confiança de consumidores e investidores (6%) foram citadas por uma parcela menor dos entrevistados.

A Amcham pediu para os CEOs listar ameaças ao crescimento empresarial brasileiro em 2020. Nenhum CEO enxerga um ano de riscos significativos em temas como cybersegurança, regulatório, operacional, compliance, socioambiental, cadeia de fornecedores ou tecnológicos. Nesta lista, somente quatro ameaças foram citadas, sendo o cenário político/econômico brasileiro a principal delas, segundo a visão de 58%. As tensões internacionais são significativas tensões monitoradas em 25% desses negócios. Outras ameaças listadas são de novos concorrentes (13%) ou escassez de mão de obra (4%).

Os empresários também listaram quais devem ser as prioridades do Governo Federal em 2020. Em ordem estratégica aparece: reforma tributária (53%), ajustes das contas públicas (28%), privatizações (9%) , agenda de concessões (6%) e diálogo público-privado (3%).

Rafael Martins assume a direção do Grupo Máxima

O Grupo Máxima, holding de empresas de tecnologia para a cadeia de abastecimento, anuncia Rafael Martins como novo CEO da companhia. O executivo será responsável direto por todas as operações do grupo, que englobam as empresas Máximatech, Onblox e LifeApps, onde atuou como CEO nos últimos dois anos.

Martins vai suceder o fundador da companhia, Wagner Patrus, que passa se dedicar exclusivamente ao conselho de administração da holding. Na nova posição, Martins dará continuidade aos processos de expansão do grupo a partir de novas fusões e aquisições previstas para 2020, além de fomentar, cada vez mais, uma gestão marcada pela integração dos negócios, inovação e transformação digital.

“A ideia é apoiar a evolução dos nossos clientes, trazendo ele para o centro da decisão. Todo e qualquer movimento estratégico será pensado para atende-lo com serviços e soluções ágeis de ponta a ponta. Atualmente, temos uma carteira com mais de 1500 nomes e mais de 80 mil usuários em todo Brasil. Ou seja, um vasto terreno para explorar, semear e colher bons frutos junto a nossa base”, contextualiza Martins.

Formado em Tecnologia da Informação pela Universidade Estadual de Goiás (UEG) e pós-graduado em Qualidade de Software pela Universidade Católica de Goiás (UCG), Rafael Martins chega à liderança do Grupo Máxima com uma experiência de 16 anos no mercado de TI. Somente na PC Sistemas (atual Totvs) atuou por mais de dez anos no desenvolvimento de soluções tecnológicas para o mercado atacadista distribuidor. Na LifeApps, sua mais recente incursão profissional, teve o papel determinante de levar os benefícios do e-commerce B2B para expressivos atacadistas distribuidores do País.

Wagner Patrus, que liderou a companhia desde a fundação, em 2008, diz que a nomeação de um executivo com histórico dentro da empresa, que veio com a missão de contribuir para o crescimento da organização e torná-la mais ágil, faz todo o sentido para o desenvolvimento estratégico da holding.

“Martins tem um perfil de gestão de startups, baseada na entrega do produto aos clientes de forma rápida e eficiente. Este é o caminho para a nova fase do Grupo Máxima”, finaliza Patrus.

Carteiras digitais devem representar 28% do mercado de pagamentos em 2022

Novo estudo da Bain & Company indica que os meios de pagamentos estão recebendo cada vez mais atenção do setor financeiro. Os avanços tecnológicos, o aumento na adoção das carteiras eletrônicas e o open banking estão redefinindo as expectativas dos clientes. Bancos, varejistas e outros players que estão acostumados a ganhar dinheiro por esse meio precisam mudar sua estratégia.

Na América Latina, as carteiras eletrônicas devem triplicar no período e alcançar 9% do mercado. O pagamento com dinheiro em espécie continuará a ser a modalidade mais comum, com 36%, e os cartões de crédito saltarão de 21% para 29%. “No Brasil, o cartão tem uma adesão muito grande, devido aos parcelamentos”, afirma Antônio Cerqueiro, sócio da Bain & Company e coautor do estudo. “A visão futura dos pagamentos é cada vez mais clara: gratuita, fácil e incorporada a outros produtos e serviços”, prevê.

As práticas, que já estão maduras na Ásia, são um prenúncio do que pode ocorrer em breve em qualquer outro lugar. “A experiência precisa ser simples e sem falhas, e players cada vez mais inovadores continuam elevando os padrões no que diz respeito ao que os consumidores e comerciantes esperam”, completa Cerqueiro.

O setor bancário será muito afetado pelas mudanças, e as instituições terão de decidir em quais outros segmentos apertarão suas margens para permanecer relevantes nesse mercado.

Algumas opções estratégicas para provedores de soluções de pagamentos incluem:

• Consolidação por meio de fusões e aquisições, a fim de se tornar mais eficientes em processos e inovação, entrar em novas praças ou segmentos de negócios e expandir as oportunidades de vendas cruzadas.

• Adição de novos serviços, como empréstimos a comerciantes, softwares de gerenciamento de negócios, incluindo folha de pagamento e inventário, e gerenciamento de relacionamento com os clientes.

• Otimização de transações no comércio eletrônico e integração de pagamentos com o registro das lojas.

“A inovação nos pagamentos está avançando a um ritmo vertiginoso, e qualquer pessoa que esteja ganhando dinheiro hoje com a atividade precisa pensar em como ampliar sua oferta de negócios para garantir o lucro futuro”, finaliza Cerqueiro.

Transformação digital impacta nas carreiras em alta para 2020

A Transformação Digital e os frequentes avanços da tecnologia em todas áreas e indústrias têm aumentando a competitividade das empresas, a disputa por vagas de trabalho e a exigência do aprendizado contínuo.

Uma pesquisa da Robert Half mostrou que 81% dos líderes sentem dificuldade de encontrar mão de obra qualificada por causa dos avanços tecnológicos. Entre os motivos está o fato de que as mudanças são rápidas e as atualizações dos profissionais, muitas vezes, não acompanham essa velocidade.

O Guia Salarial 2020 da Robert Half evidencia como a busca das organizações por inovação e a possibilidade de “surfar a onda” digital tem impactado no surgimento de novos cargos e a demanda por posições ligadas ao tema. Acesse: http://www.roberthalf.com.br/guia-salarial.

Confira alguns dos cargos em alta por conta da transformação digital (Fonte: Guia Salarial 2020 da Robert Half/ Valores em reais).

MERCADO FINANCEIRO E SEGUROS:

Gerente de Inovação Digital

– Motivo da alta demanda: com a transformação digital cada vez mais presente no dia a dia das empresas, esse profissional com qualificações específicas estará apto a liderar este processo de avanço tecnológico, sendo um catalisador de bons resultados.

– O que faz: é o profissional que trabalha para formular, implementar e gerenciar as ferramentas e processos de inovação dentro da companhia, com a responsabilidade de administrar corretamente os fundamentos principais, como pessoas, estratégia, processos e recursos.

– Salário: 18.200/ 22.500/ 26.550/ 32.650.

TECNOLOGIA

Desenvolvedor Mobile Sênior

– Motivo da alta demanda: o aumento da conectividade entre as pessoas e dentro das organizações demanda mais profissionais especializados em desenvolvimento de software.

– O que faz: é o profissional que escreve os códigos para construir as aplicações. É responsável por analisar, projetar, documentar, testar e implantar sistemas de Tecnologia da Informação, tanto para computadores como para outros dispositivos.

– Salário: 7.700/ 10.000/ 12.950/ 15.750.

Cientista de Dados

– Motivo da alta demanda: necessidade do mercado em ter um profissional habilitado para desenvolvimento e análise de técnica de informações e dados coletados em diversas redes, especialmente na internet.

– O que faz: Possui uma visão sistêmica, com conhecimentos essenciais matemáticos, de estatística, processamento e linguagem de software.

– Salário: 13.100/ 17.000/ 21.950/ 26.700.

Chief Technology Officer (CTO)

– Motivo da alta demanda: a realidade da transformação digital no mercado exige um profissional de nível executivo que tenha uma visão ampla do que acontece na empresa e uma vasta experiência em tecnologia, colocando em prática os objetivos e metas da companhia.

– O que faz: esse líder seleciona e retém talentos criativos para auxiliá-lo no desenvolvimento de projetos estratégicos, identifica oportunidades e fica atento aos riscos, aplica novas tecnologias e pensa no futuro da empresa, participa de decisões importantes e fornece soluções para a empresa.

– Salário: 24.700/ 32.000/ 41.350/ 50.300.

VENDAS E MARKETING

Head of Growth

– Motivo da alta demanda: empresas em forte processo de expansão precisam organizar processos para acelerar seu crescimento. É necessário criar uma ponte entre as áreas de vendas, marketing e pós-venda, utilizando métodos estatísticos para que se possa tomar decisões e desenhar iniciativas estratégicas.

– O que faz: esse líder encontra oportunidades para o sucesso, criando estratégias específicas visando resultados para o crescimento rápido da empresa. O profissional deve ter conhecimento técnico e conceitual de Marketing, entender de processos, metodologia de experimentos e tecnologia, inspirar a criatividade na equipe e, acima de tudo, compreender a psicologia do consumidor.

– Salário: P/M 13.000/ 16.000/ 19.650/ 21.600; G 17.250/ 25.000/ 30.700/ 33.800.

Analista de Marketing Digital

– Motivo da alta demanda: com a expansão da interação de consumo por meio das redes digitais, é necessário que as empresas tenham um profissional que identifique o seu consumidor, saiba onde ele se concentra e o que ele busca para, então, construir ações de relacionamento com este público focando nos objetivos estratégicos de marketing pré-estabelecidos pela companhia.

– O que faz: deve conhecer o cenário da comunicação digital, desenvolver sites, e-mails marketing, links patrocinados, SEO (Search Engine Optimization, ou Otimização para Mecanismos de Buscas) e campanhas em redes sociais a fim de planejar ações que levem a mensagem da marca ao consumidor.

– Salário: P/M – 3.450/ 5.000/ 6.150/ 6.800; G – 5.500/ 8.000/ 9.800/ 10.800.

RECURSOS HUMANOS

Gerente de Treinamento e Desenvolvimento

– Motivo da alta demanda: atrair e reter talentos nas organizações é um grande desafio e uma atitude chave para manter o alto desempenho e produtividade das companhias, especialmente na era da transformação digital. Por isso, ações internas que estimulam o engajamento dos colaboradores tornam-se cada vez mais necessárias.

– O que faz: a área atua com diversas competências, desde o treinamento básico do novo funcionário, passando por parcerias com instituições de ensino e idealização de cursos in company, até a transmissão de informações do nível estratégico ao operacional, aplicação de pesquisas de clima e demais métodos relativos à área.

– Salário: P/M 12.800/ 15.000/ 16.950/ 20.150; G 15.600/ 18.250/ 20.600/ 24.500.

* Com nova metodologia, o Guia Salarial 2020 da Robert Half traz quatro faixas salariaisdivididas em percentis, representados por 25º/ 50º/ 75º/ 95º. Os critérios para determinar em que faixa o perfil se encontra podem variar de acordo com a experiência na função, tempo no segmento, porte da empresa, características setoriais, demanda e disponibilidade pelo perfil no mercado, habilidades e certificações extras, por exemplo.

* Faturamento das empresas: P/M – até R﹩ 500 milhões; G – acima de R﹩ 500 milhões.

Vindi expande operação e abre 38 vagas para profissionais de diversas áreas

A Vindi , plataforma líder em pagamentos recorrentes no país, acaba de abrir 38 vagas para profissionais de diferentes áreas. A fim de expandir a operação, a empresa busca novos colaboradores das áreas de Engenharia de Software, Produto, Marketing e Comercial, além de vagas de Customer Experience, Cultura e Pessoas, Segurança da Informação e Suporte Técnico. De acordo com o Prêmio LinkedIn TOP Startups, a fintech figura entre as 25 startups mais desejadas do Brasil.

Atualmente, a Vindi conta com 130 funcionários, intitulados “Vindianos”. De acordo com a Head de RH, Fernanda Ramos, um dos principais diferenciais da empresa está relacionado ao seu código de cultura organizacional . “Costumamos dizer que as pessoas são do bem e trabalhamos em prol disso. A valorização do colaborador é sempre elogiada pelos Vindianos, assim como o ambiente descontraído e que transmite nossa transparência e oferece autonomia para todos trabalharem em um espaço cada vez mais colaborativo”, afirma.

A empresa preza pela comunicação e oferece voz ativa para que todos os profissionais opinem sobre as decisões a serem tomadas. O plano de carreira é mais um grande incentivo para quem tenha interesse em fazer parte da equipe da Vindi. “Além de oferecermos diversas possibilidades de crescimento, temos Vindianos que entraram como analistas e hoje são gerentes, assim como um alto índice de efetivação de estagiários, por exemplo. Trabalhamos diariamente para estabelecer um ambiente de constante desenvolvimento, capaz de ensinar os Vindianos sobre suas áreas e sobre nosso mercado”, explica Fernanda.

Outros benefícios da companhia incluem vale refeição, auxílio transporte, assistência médica e odontológica, seguro de vida e auxílio creche. A Vindi oferece ainda:

• Espaço para refeições, com geladeira e micro-ondas;

• Carteirinha do SESC;

• Parcerias com desconto em instituições de ensino, academias, restaurantes, estacionamento, etc;

• Ginástica Laboral;

• No dress code;

• Vindi University

• Vindi Creators

• Comunidade Vindiversidade

• Comunidade Qualidade de Vida;

• Comunidade Ação Solidária;

• Quick Massage;

• Manicure;

• Programa de Apadrinhamento

A Vindi conta ainda com projetos e ações que facilitam a colaboração com as pessoas tanto internamente quando fora. Por isso, nasceram dentro da empresa três comunidades que trabalham a diversidade e a manutenção de um ambiente seguro, além de auxiliar na qualidade de vida dos Vindianos. Para fazer parte da equipe é preciso atender aos Soft Skills. “Buscamos perfis alinhados com a nossa cultura, já que estamos num processo de constante crescimento e queremos atingir grandes objetivos, que só serão possíveis com as pessoas certas”, aponta Fernanda.

Confira os cargos atualmente disponíveis na empresa:

• Analista de Back Office de Pagamentos

• Analista de BI Sênior

• Analista de Credenciamento Pleno

• Analista de Customer Success

• Analista de Departamento Pessoal

• Analista de Eventos

• Analista de Implantação

• Analista de Infraestrutura de TI

• Analista de Marketing & Desenvolvimento de Negócios

• Analista de Negócio Pleno

• Analista de Pesquisa de Mercado Pleno

• Analista de Segurança de Aplicações Web – (Ruby)

• Analista de Sistemas

• Analista de Suporte ao Cliente

• Analista de Treinamento e Desenvolvimento

• Analista em Marketing de Produto

• Analista em Mídia de Performance

• Business Development Representative (BDR)

• Business Partner

• Coordenador Pré Vendas (Qualificação – SDR e BDR)

• Copywriter

• Designer de Produto (UX/UI) – Pleno

• Designer de Produto (UX/UI) – Sênior

• Enterprise Sales Outbound

• Gerente de Canais

• Pessoa Consultora Comercial Inside Sales

• Pessoa desenvolvedora de Software Ruby Pl

• Pessoa Desenvolvedora de Software Ruby Sr

• Product Manager Sr

• Produtora de Audiovisual

• Redatora Sênior

• Sales Development Representative (SDR)

• Tech Recruiter

Você sabe o que é trabalho flexível?

A Economia Compartilhada, uma tendência global que revoluciona o mundo dos negócios, também tem ganhado força no Brasil. Essa nova forma de pensar a economia transforma não apenas os processos de produção e o comércio de bens e serviços, mas também promove profundas mudanças no mercado de trabalho. Neste novo modelo, flexibilidade é o principal aspecto que tem pautado as relações entre empresas e funcionários.

Uma pesquisa do Internacional Workplace Group (IWG), empresa líder mundial e brasileira no mercado de escritórios compartilhados, aponta que 83% dos entrevistados acreditam que flexibilidade é um fator decisivo na hora de escolher uma proposta de emprego. Mas você realmente sabe o que é o trabalho flexível? Ao contrário do que muitos acreditam, ter flexibilidade no trabalho não é apenas poder fazer home office em dias específicos da semana.

O conceito de trabalho flexível reúne várias frentes, mas principalmente estão entre elas: horário, jornada, localização, remuneração e gestão por indicadores de performance. Para Tiago Alves, presidente do IWG, detentoras das marcas Regus e Spaces no Brasil, empresas que ainda atuam no modelo tradicional e pretendem adotar a modalidade flexível precisam passar por uma cuidadosa reorganização de processos. “É preciso, primeiramente, avaliar o padrão de trabalho vigente para verificar a viabilidade da implementação de um novo modelo. O benefício da flexibilidade é, hoje, o fator número 1 na guerra por talentos da nova geração”, explica o executivo.

Além disso, a combinação dos benefícios traz ganhos expressivos para as empresas e para os trabalhadores. O trabalho flexível propicia um aumento da produtividade em 10% e economiza tempo no deslocamento dos funcionários. “Se um empregado economizar 60 min de deslocamento todos os dias com o conceito de trabalho flexível, isso será o mesmo que ganhar 5 semanas úteis de volta nas 52 semanas do ano”, exemplifica Alves.

Entenda quais são os principais pilares e características básicas do modelo flexível de trabalho:

Horário

Esse é apenas o primeiro passo para a implementação do trabalho flexível. Aplicar a flexibilização do horário é, principalmente, permitir que seus funcionários possam entrar e sair da empresa fora de horários pré-estabelecidos. Essa prática pode, em alguns casos, até mesmo eliminar a necessidade de uma “folha de ponto” sendo previamente validado entre o empregador e empregado, e dependendo da classe, com o sindicato. De qualquer maneira, é importante que seja alinhado com o horário de atendimento ao cliente.

Jornada

Os dias trabalhados pelos funcionários também podem ser flexíveis! A contratação de profissionais pode acontecer sem uma jornada pré-definida. Os empregados poderão trabalhar, por exemplo, de segunda a quinta ou, até mesmo escolher os dias da semana que sejam mais produtivos. Esse benefício pode ajudar quem possui um segundo emprego ou tem compromissos fixos por semana – até mesmo funcionários que moram longe do escritório. Esse conceito de jornada flexível pode eliminar o famoso banco de horas ou horas extras, dias de rodízio, pais e mães com guarda alternada, entre outros. Vale lembrar que a última reforma trabalhista regulou a contratação por Intra-jornada.

Localização

A prática do tão conhecido home office refere-se à possiblidade de o funcionário poder exercer suas atividades em locais distintos, eliminando a necessidade de deslocamento. Esta modalidade traz muitos benefícios à empresa e ao empregado, sendo a principal modalidade adotada hoje pelas empresas que têm o melhor índice de satisfação de funcionários. Uma alternativa para a localização flexível é a implementação de um escritório regional da própria empresa ou a utilização de redes de escritórios compartilhados e espaços de coworking. Também vale para o tão famoso conceito de equipes regionais de trabalho, ou Squads, que estão em alta nas empresas mais inovadoras.

Remuneração e gestão por KPI: Indicadores de Desempenho

Quando o sistema de trabalho flexível é bem aplicado, a remuneração flexível e variável tende a ser uma ótima ferramenta para manter a equipe motivada e engajada. O pagamento se dá de acordo com a jornada, horário, produtividade e desempenho – ou seja, em conformidade com a performance de cada profissional ou do time. Isso traz uma grande chance para que empresas implementem o conceito de meritocracia e gestão por performance.

O conceito de trabalho flexível pressupõe a implementação e combinação de todos esses fatores. Os benefícios dessa política são inúmeros, podendo até mesmo ser interpretada como uma relação de ganha-ganha. As vantagens são refletidas na satisfação do empregado, que consegue equilibrar as vidas social e profissional. Contudo, é sempre necessário averiguar a possibilidade legal e aprovar a adoção de alguns dos fatores que caracterizam flexibilidade no trabalho – como horário, jornada e remuneração – com o sindicato que representa a categoria se aplicável. Já a localização flexível, essa é ganho imediato.

American Airlines é a primeira companhia aérea a lançar escaneamento de passaporte por aplicativo

Fazer o check-in para voos internacionais acaba de ficar mais fácil: a American Airlines lançou a função de escaneamento de passaportes em seu aplicativo móvel. A American é a primeira companhia aérea a oferecer a função de escaneamento de chips de passaportes, transmitindo a informação do documento de forma segura a partir do chip NFC (Near Field Communication). Isso permite que passageiros se dirijam diretamente ao portão de embarque para voos internacionais sem precisar ter seus documentos checados novamente por um agente de atendimento ao cliente.

“Estamos constantemente acrescentando funções ao nosso aplicativo para tornar viagens mais fáceis e livres de preocupações para os nossos clientes”, afirma Maya Leibman, Chief Information Officer da American. “O escaneamento móvel de passaportes remove um passo mais demorado do check-in, dando a nossos clientes uma experiência mais simplificada para voos internacionais.”

Atualmente, passageiros de voos internacionais que fazem o check-in pelo aplicativo têm seus passaportes checados novamente no aeroporto. Esse passo é necessário até mesmo se o passageiro enviou uma foto de seu passaporte pelo aplicativo. Com essa nova função, o cliente poderá inserir as informações do passaporte e escanear o documento com um aparelho iOS ou Android. O aplicativo oferece instruções fáceis para o processo.

O escaneamento móvel do passaporte é a mais recente novidade em uma série de funções que a American implementou em seu aplicativo para facilitar as viagens. As novidades incluem notificações de embarque, atalhos da Siri (programa de inteligência artificial para o sistema iOS) e uma opção de modo escuro. A American também ofereceu novos serviços para melhorar experiências de viagem, incluindo embarque internacional biométrico, tours virtuais 3D de aeronaves online, um novo design do menu de autoatendimento para simplificar o processo do check-in e uma melhor abordagem de assentos para famílias, que garante que adultos e crianças com menos de 14 anos, quando viajando juntos sob a mesma reserva, sentem juntos.

Yahsat e Hughes lançam joint venture de serviços via satélite no Brasil

A Hughes Network Systems, LLC (HUGHES), líder global de redes e serviços de banda larga via satélite, e a Al Yah Satellite Communications Company (Yahsat), líder global em operações via satélite baseada nos Emirados Árabes Unidos e controlada pela Mubadala Investment Company (Mubadala), anunciam hoje (6) o início de uma joint venture para fornecer serviços de banda larga via satélite no Brasil. Agora operando sob o nome Hughes do Brasil, a nova empresa une as décadas de experiência da Hughes no fornecimento de serviços e redes satelitais no Brasil com o forte posicionamento e o potencial da Yahsat na região.

“Temos o prazer de anunciar o início da nossa joint venture brasileira com a Yahsat, nossa parceira de longa data, neste mercado tão importante”, disse Pradman Kaul, presidente da Hughes. “Essa parceria aumenta nosso comprometimento em levar as várias vantagens essenciais da conectividade a comunidades e negócios que não têm acesso a esse serviço.”

Masood M. Sharif Mahmood, CEO da Yahsat, acrescentou: “O começo dessa joint venture com a Hughes vai permitir que pessoas em todo o Brasil tenham acesso aos benefícios sociais e econômicos dos serviços de banda larga de alto desempenho tanto da Hughes como da Yahsat. Queremos trabalhar com a Hughes para fornecer soluções de conectividade de alta qualidade para todos os segmentos de consumo ao unir a força de nossas missões combinadas. Queremos fazer esse negócio crescer juntos no futuro”.

A joint venture foi anunciada em maio de 2019, durante a conferência SATELLITE 2019, realizada em Washington, D.C., e passou por todos os trâmites regulatórios necessários. Como resultado, a Hughes detém 80% da Hughes do Brasil, e a Yahsat, 20%.

Além de fornecer serviços por meio dos satélites Hughes 65 West e Hughes 63 West, a Hughes do Brasil agora vai fornecer serviços pelo satélite Al Yah 3, satélite de banda Ka da Yahsat. A empresa vai utilizar a tecnologia de rede terrestre com o sistema JUPITER™ – o padrão da indústria de facto – para entregar serviços de alta eficiência por meio do satélite da Yahsat em todo o País, otimizando o desempenho e a taxa de transferência.

Os serviços oferecidos pela Hughes do Brasil incluem a HughesNet®, escolha número um para internet via satélite veloz para residências e pequenas e médias empresas; serviços de rede gerenciadas, incluindo todos os tipos de tecnologia de transporte; hotspots de wi-fi comunitário que levam internet pré-paga a preços acessíveis para comunidades rurais; e soluções de backhaul de celulares para que operadoras de telefonia possam levar conectividade a pessoas e comunidades em todo o Brasil que não possuem acesso por via terrestre.

Troposlab: a aceleradora que transforma colaboradores em empreendedores por meio do intraempreendedorismo

O termo “aceleração” vem sendo utilizado há muitos anos no mercado para descrever o processo de desenvolvimento e testes rápidos de novos modelos de negócio. Um dos modelos de aceleração mais comuns do mercado é o de investir no crescimento de startups e prepará-las para receber investimentos em troca de um equity da empresa. Porém, existem outros modelos de aceleração para médias e grandes empresas.

A Troposlab , aceleradora de negócios, projetos e pessoas, foi criada dentro do Instituto Inovação, grupo gerador de novos negócios e pioneira em inovação no Brasil e na América Latina.

Fundada em 2012, no estado de Minas Gerais, por Renata Horta, Paulo Renato e Pedro Teixeira, a Troposlab desenvolve programas de inovação sob medida, que se adequam às necessidades de cada empresa. Na terminologia grega, a palavra “Tropos” significa um novo caminho ou direção. Já o termo “Lab” é comumente usado no meio da inovação como referência a um local de experimentações.

A ideia surgiu a partir da percepção de que as empresas são formadas por pessoas, logo, o crescimento está diretamente atrelado à capacitação, conhecimento e desenvolvimento de seus colaboradores.

Pensando nisso, um dos modelos de aceleração desenvolvidos pela Troposlab conta com a participação dos colaboradores, que ganham papel de protagonismo no programa.

Indicados pela própria empresa-cliente ou escolhidos por meio de uma seleção de propostas com foco no desafio apresentado, os colaboradores são capacitados para desenvolverem projetos inovadores utilizando as metodologias ágeis características às startups, que buscam gerar, além de uma grande economia – uma vez que a empresa não precisa se preocupar em terceirizar o serviço -, aumento da eficiência operacional, geração de novos negócios, entre outras vantagens facilitadas por um time que já conhece com mais profundidade a empresa.

Com o intuito de aperfeiçoar os projetos de intraempreendedorismo e, com isso, apresentar os melhores resultados, a aceleradora mantém, em parceria com a Universidade Federal de Minas Gerais, um núcleo de P&D (Pesquisa e Desenvolvimento) especializado no estudo do comportamento empreendedor. Esse núcleo tem como objetivo investigar quais são as características que um indivíduo precisa ter para triunfar como empreendedor, seja em seu próprio negócio ou trabalhando para uma empresa.

Outro modelo de desenvolvimento corporativo trabalhado é por meio da interação com as startups. Neste caso, são realizados programas financiados por grandes empresas para atração e seleção de startups, que também são aceleradas enquanto desenvolvem projetos para as próprias companhias curadoras da iniciativa.

A Troposlab já realizou 42 programas de aceleração no Brasil, em 14 estados diferentes levando inovação a grandes companhias por meio de programas de intraempreendedorismo ou de atração de startups. Dentre as empresas que passaram pelo programa de aceleração, estão grandes marcas como Nestlé e Mercedes-Benz, e órgãos governamentais, como o Governo do Estado de Minas Gerais e o Sebrae. Para a citação de cases.

Fundada por brasileiros, Wildlife Studios é avaliada em US$ 1.3 bi e alcança patamar de unicórnio

Criada pelos irmãos Victor e Arthur Lazarte com investimento total até hoje de apenas US$ 100, a empresa de jogos mobile Wildlife Studios acaba de se juntar ao seleto grupo de unicórnios globais. A empresa foi avaliada em US$ 1,3 bilhão após rodada de investimentos liderada pelo fundo norte-americano Benchmark Capital.

A Wildlife nasceu em 2011, na casa dos pais dos empreendedores, em São Paulo. Os irmãos enxergaram no avanço dos smartphones a oportunidade de combinar o sonho de desenvolver jogos com o potencial de distribuição do então incipiente mercado mobile. A aposta dos jovens engenheiros estava certa: hoje os jogos mobile já respondem por mais de 50% de toda a indústria de video games, movimentando quase US$ 70 bilhões por ano e crescendo 26% a.a..

Formados em engenharia pela USP, Arthur e Victor têm duplo diploma pela École Polytechnique e École Centrale de Paris, respectivamente. Antes de empreender, Arthur trabalhou no Boston Consulting Group e Victor no JP Morgan, em Londres.

“A Wildlife sempre foi uma empresa que gerou caixa para financiar o próprio crescimento. A motivação para essa rodada de investimento foi construir uma parceria estratégica com o Benchmark, que já viu e ajudou outras empresas de tecnologia a desenhar e implementar suas estratégias de crescimento. De fato, poderíamos ter levantado capital com outros fundos em valuations maiores. A escolha pelo Benchmark foi principalmente baseada no track record e no nosso alinhamento com os sócios. O Benchmark é o fundo com maior retorno na indústria de venture capital, e empresas investidas crescem em média 10 vezes após o aporte inicial”, conta o co-fundador da Wildlife, Victor Lazarte, hoje com 33 anos de idade.

Já fizeram parte do portfólio do Benchmark empresas como Twitter, Ebay, Instagram, Riot Games, Dropbox, Yelp e Snapchat. O fundo foi também um dos primeiros investidores do Uber, no qual o investimento inicial de $9M no Series A valia $6.9B no momento do IPO do Uber. Peter Fenton, sócio do Benchmark que liderou o investimento, é o segundo colocado na famosa “Midas List”, o ranking mundial dos maiores investidores de tecnologia do mundo, elaborado e publicado anualmente pela Forbes.

“A Wildlife Studios está bem posicionada para conseguir uma fatia ainda maior do mercado de gaming mobile”, afirmou Fenton. O time é incrível e eles tem a ambição e a criatividade para capturarem uma base global de usuários”. A empolgação de Peter é refletida tanto no tamanho do investimento (maior valuation de entrada na história do Benchmark) quanto no nível de engajamento do investidor com o negócio (Peter passa a integrar o conselho da Wildlife a partir do fechamento do negócio).

Além do Benchmark, participaram da rodada também outros cinco investidores: Javier Olivan, executivo do Facebook; Ric Elias, co-founder e CEO da Red Ventures, Micky Malka, sócio da Ribbit Capital; Divesh Makan, sócio do ICONIQ Capital; e Hugo Barra, VP de VR do Facebook, amigo e mentor de longa data da companhia. Antes da rodada atual, a companhia contava com apenas um investidor externo, a Bessemer Venture Partners, investidora do LinkedIn, Skype, Twitch, Yelp, Pinterest e Shopify.

Com o aporte, a companhia tem planos de acelerar as contratações de talentos, investir ainda mais em melhorar a qualidade dos jogos além de auxiliar outros desenvolvedores a levar seus jogos para mercado.

“Iniciamos uma nova etapa no nosso ciclo de crescimento, que nos deixa mais próximos da nossa missão de divertir bilhões de pessoas ao redor do mundo. Queremos entregar a melhor experiência aos nossos jogadores, por isso, continuaremos focados em unir profissionais de referência, com ampla experiência internacional, a jovens talentos nos mercados onde atuamos. Queremos que a Wildlife seja a empresa onde os melhores talentos vêm e fazem o melhor trabalho das suas vidas, desenvolvendo e distribuindo jogos que marcarão uma geração de jogadores”, diz o co-fundador da Wildlife, Arthur Lazarte, de 35 anos de idade.

A Wildlife deve atingir até o final de 2019 a marca de mais de 2 bilhões de downloads. A companhia cresce em média 80% ao ano nos últimos seis anos. Discreta, a empresa é mais conhecida pelo sucesso dos seus jogos, que estão entre os mais baixados do mundo, como o Sniper 3D, 7º jogo mais baixado no mundo em 2018, e mais recentemente o Tennis Clash, lançado em 2019. Com uma temática e uma jogabilidade inéditas para mobile, o Tennis Clash já registra mais de 300 mil downloads por dia e é atualmente top 10 em mais de 100 países, estando no topo do ranking em mais de 40.

A empresa conta com escritórios ao redor do mundo: Buenos Aires, Dublin, São Paulo, São Francisco, Orange County e Palo Alto. Alguns dos marcos recentes em termos de atração de talentos foram as contratações do diretor de arte do estúdio da Riot Games, responsável pela criação do jogo League of Legends (LoL) e do VP de Engenharia que dirigiu o estúdio de games da Sony em Londres. Para liderar a expansão do time de desenvolvimento na Argentina, foram contratados o ex-VP de Engenharia do Mercado Libre e o ex-Head of People da OLX. “Estamos em um negócio em que a competição é global, por isso é importante trazer e reter os melhores talentos do mundo. Esperamos aumentar o nosso quadro de funcionários de 500 para 800 no próximo ano, em todas as geografias e disciplinas”, aponta Victor Lazarte.

Sinqia abre mais de 150 vagas de emprego em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro

A Sinqia, empresa líder em tecnologia para o mercado financeiro, está em busca de 160 profissionais de diversas áreas de atuação, para contratação imediata nas cidades de São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG) e Rio de Janeiro (RJ). As vagas disponíveis são nas áreas Comercial, Controladoria, IT Business, IT Quality & Assurance, IT Software, Marketing, People (Recursos Humanos), Relação com Investidores, Suporte e Tesouraria. As inscrições podem ser feitas pelo site www.jobs.kenoby.com/sinqia. A expectativa é preencher as posições ainda em 2019.

Especialista na transformação digital de instituições financeiras e uma das maiores provedoras de tecnologia e serviços para este segmento, a companhia foi certificada pelo Great Place to Work, em 2019, como uma das melhores empresas para se trabalhar no Brasil, e eleita como uma das 100 maiores fintechs do mundo em 2017, 2018 e 2019, pelo IDC. Sua excelência em governança levou a companhia ao Novo Mercado da B3, um grupo seleto de empresas na bolsa.

A Sinqia possui colaboradores alocados nas filiais de Belo Horizonte, Curitiba, Salvador, além da matriz, localizada em São Paulo. É focada no desenvolvimento e qualificação de talentos, por isso possui parceria com instituições de ensino que certifiquem seus colaboradores, aplica o conceito “Carreira em Y” em sua gestão, oferece programas internos de liderança, além de promover um ambiente de trabalho descontraído e dinâmico, com flexibilidade de horário e sistema de home office semanal.

A empresa está em busca candidatos com perfis compatíveis com o momento de transformação em que se encontra — de constante e rápido crescimento. “Somos uma empresa dinâmica, que está em um processo de aperfeiçoamento. Buscamos atrair profissionais que estejam dispostas a fazer parte dessa evolução e, inclusive, que queiram ser protagonistas dela. Buscamos pessoas com perfil empreendedor, que gostem de inovar e não tenham medo de desafios”, afirma Tatiana Cirio, head da área de People da Sinqia.