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Bancos digitais e a segurança da informação

Por Henrique Berger

A tendência de bancos digitais tem ganhado cada vez mais espaço entre brasileiros. A comodidade e as baixas taxas de serviços, ou até mesmo nulas, atrai clientes que já não aceitam mais perder horas dentro de uma agência bancária. Segundo pesquisa realizada pela Cantarino Brasileiro, 44% dos brasileiros possuem conta em banco digital e tradicional, simultaneamente. Porém, 25% desses usuários acreditam que, o principal item considerado negativo em relação a banco digitais é a segurança.

Mesmo que a segurança digital seja algo que avance a cada dia, muitas pessoas, e até mesmo empresas, enxergam, por exemplo, o mobile banking como algo perigoso. Porém, os recursos investidos pelas instituições financeiras em segurança cibernética, integração e entrega contínua, testes automatizados, ferramentas de análise e monitoração que utilizam analytics e inteligência artificial vieram ao encontro das necessidades dos clientes. Exemplos são o salto de interações por meio de chatbots e a maior oferta de produtos e serviços nos canais digitais, que acompanham as necessidades e comportamento dos clientes de maneira ágil e eficaz.

Fazer a governança da segurança de instituições financeiras é um grande desafio. Afinal, a proteção de dados não pode ter falhas. Temos como clientes grandes bancos digitais e conseguimos disponibilizar ainda mais funcionalidades e segurança em comparação com uma conta aberta de modo convencional. A diferença é a praticidade de resolver tudo pelo aplicativo sem perder mais tempo com a burocracia dos tradicionais bancos.

De acordo com a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, os bancos brasileiros investem anualmente bilhões de reais em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a tranquilidade de seus clientes e colaboradores. Também atuam em estreita parceria com governos, polícia e com o Poder Judiciário, para combater os crimes e propor novos padrões de proteção.

O fato de que os consumidores estão priorizando o celular para efetuar essas operações é um indicador da confiança que depositam nos bancos e de que as instituições financeiras estão no caminho certo em relação à oferta de soluções que reúnem praticidade e segurança. Segundo pesquisa da FEBRABAN, seis em cada dez transações bancárias já são realizadas pelo celular ou pelo computador. Em 2018 número de transações por mobile banking foi de 31,3 bilhões em 2018.

O efeito da tecnologia se concretiza quando há um propósito em sua aplicação, bem como uma sinergia com os demais elementos que compõem o contexto de mercado e de negócio no qual os bancos estão inseridos. Os dispositivos móveis cada vez mais possuem recursos que garantem a segurança das informações e identidade dos usuários, utilizando por exemplo, prova de vida através de reconhecimento facial e movimentos.

O que muda com a LGPD

A Lei de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020, provoca uma verdadeira corrida das empresas em busca da adequação. Em termos gerais, é uma resposta para o problema de segurança da informação que deve aumentar o nível de confiança para o fluxo de dados. Dessa forma, a regra geral para o sistema financeiro será a manutenção do sigilo dos dados pessoais e bancários do cliente.

A primeira será um diagnóstico da equipe de TI da própria empresa ou terceirizada – com relatórios de análises de risco e de impacto das novas exigências. Com isso, será possível verificar em qual estágio a empresa se encontra, quais são os pontos mais vulneráveis de seus sistemas e quais são os maiores fatores de risco.

Obrigatoriamente, as empresas terão que ter no quadro de funcionários todos responsáveis pelo tratamento de dados (controlador, operador e encarregado). As empresas ou grupos que não cumprirem com as novas exigências estarão sujeitas a uma multa que pode chegar a até R$ 50 milhões.

Henrique Berger, Diretor Executivo da CSU.ITS, Divisão da CSU especializada na terceirização de serviços de TI.

Havan investe em tecnologia no CDH

Quem passa pela rodovia BR-101 — um importante eixo de ligação entre os extremos Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, por onde transitam diariamente aproximadamente 22 mil veículos —, é levado a contemplar um empreendimento que surpreende pela sua dimensão: 300 m² de fachada, 105.000 m² construídos, num terreno de 800.000 m². Admirável, o Centro de Distribuição Havan, um dos mais modernos do Brasil, também chama atenção pela fachada com arquitetura no estilo georgiano, inspirada na Casa Branca (residência oficial e principal local de trabalho do presidente dos Estados Unidos) e por ter uma imponente réplica da Estátua da Liberdade com 57 metros de altura, o maior monumento do país, tendo até um mirante com vista panorâmica para o mar de Barra Velha, município brasileiro do estado de Santa Catarina.

O projeto do Centro de Distribuição Parada Havan é também um centro comercial e turístico da região, tendo megaloja (6.000 m²), restaurante, lanchonetes, playground, posto de combustível, sanitários e instalações para recepcionar visitantes da cidade e turistas brasileiros e estrangeiros, que chegam à região atraídos pelo belo litoral catarinense. Construído em 2010, o CDH é o coração da empresa, pulsando 24 horas ininterruptamente todos os dias — em três turnos de trabalho de oito horas e durante toda a semana — no armazenamento, movimentação e distribuição de mais de um milhão de produtos, que abastecem as 127 lojas da rede, espalhadas por todo o Brasil, desde a região Sul até Rio Branco, no Acre. A entrada e saída de caminhões na área reservada para eles não para: são cerca de 160 veículos sendo carregados diariamente, com movimento crescente em épocas festivas, como Natal e Dia das Mães.

Com 33 anos, a Havan surgiu do sonho empreendedor do então operário Luciano Hang e de seu ex-sócio Vanderlei. Da junção dos nomes deles, surgiu a marca. Talvez não imaginassem que de um pequeno comércio de tecelagem, com apenas 45 m², surgiria uma das mais importantes redes de departamentos do Brasil. Hoje, 40 milhões de clientes visitam as lojas — que comercializam produtos diversos de moda; cama, mesa e banho; utilidades domésticas e eletrodomésticos — a cada ano, sendo também um e-commerce de grande sucesso, com crescimento de 356% da receita nos últimos dois anos. A rede tem projeção de desenvolvimento para mais de 200 unidades até 2022.

Para que toda essa engrenagem comercial funcione, o gigante e impressionante CDH possui equipamentos de última geração, que reúnem modernidade e agilidade com sistema automatizado de armazenamento e separação de itens, beneficiando clientes e colaboradores. Entre eles, estão os equipamentos da marca STILL — pertencente ao Grupo KION, que fornece mais de 50 máquinas —, que são: Transpaleteiras, que pegam a carga e a erguem acima do solo para o transporte; e as Empilhadeiras Retráteis, que permitem que funcionários organizem e desloquem grandes quantidades de mercadorias de maneira rápida, simples e muito eficiente, com movimentação lateral, contribuindo para a otimização do espaço de armazenagem e podendo alcançar objetos e pacotes que estejam a até 12 metros de altura.

Normalmente, em centros de distribuição, a presença masculina é predominante, mas na Havan isso também é diferente, já que 80% dos funcionários do local são mulheres. “Elas são tão eficientes na operação dos equipamentos STILL quanto os homens, sendo, porém, mais detalhistas, graciosas e delicadas neste comando, ainda que lidem com cargas grandes e pesadas”, conta o Gerente de Célula do Centro de Distribuição, Ademir Klann. Nisto a tecnologia ajuda, pois, ainda que robustas, as máquinas deslizam silenciosamente de um lado para o outro com muita facilidade, retirando e distribuindo até 5.000 produtos por hora. Para abastecer as lojas Havan de outras localidades, são movimentadas uma série de caixas maiores e fechadas, com mais volume; e para o comércio on-line e da megaloja local, são produtos fracionados. O trabalho envolve objetos de todos os tamanhos, desde pequenos pacotes de fraldas até eletrodomésticos de maior porte, como televisores, geladeiras, fogões, micro-ondas e freezers.

Com trabalho rápido e preciso, uma das etapas mais importantes de separação de pedidos para envio de e-commerce é o picking. “O uso destes equipamentos tecnológicos da STILL promove otimizações, reduzindo o tempo e os gastos, aumentando a produtividade da equipe”, explica Ademir. Os operadores se divertem ao conduzir as máquinas, com o mesmo prazer de quem dirige um carro potente. Tamanha destreza faz com que virem esquinas, entrem em corredores e se desloquem com certa velocidade, sem esbarrar em nada. A modernidade tecnológica e de comunicação dentro do imenso galpão gera sintonia entre os departamentos, fazendo com que o pedido feito pela internet gere uma programação, acione o sistema de separação e um código para que o operador vá diretamente ao endereço e local exato do produto a ser retirado (cada corredor é como se fosse uma rua com código postal e número de prédio). Essa precisão impressiona! Desta agilidade, depende o índice de satisfação dos clientes, que receberão suas compras em tempo hábil. Certamente, a maioria dos consumidores não imagina esse interessante passado logístico do produto adquirido!

A demanda de serviços, a quantidade de colaboradores e o investimento em maquinário tecnológico não devem parar na Havan, já que os planos de ampliação do CDH já estão em andamento, prevendo mais de 40.000 m² construídos até 2021. Tanto profissionalismo e esforço na movimentação de materiais e logística devem ser mesmo o motivo de tamanho avanço (palavra que, coincidentemente, faz alusão à marca)!

Parceria promissora:

A Havan tem uma parceria de sucesso por mais de 9 anos com a STILL, que é líder de mercado no Brasil. A marca do Grupo KION oferece soluções customizadas para a intralogística mundialmente, implementando o gerenciamento inteligente de equipamentos de movimentação e armazenagem, softwares e serviços. Aquilo que o fundador da empresa, Hans Still, iniciou em 1920 com muita criatividade e espírito empreendedor, rapidamente se tornou uma marca forte e renomada globalmente.

Atualmente, mais de 8 mil funcionários qualificados trabalham diariamente no desenvolvimento, produção, vendas e serviços para atender às necessidades de clientes como a Havan no mundo todo. As chaves para o sucesso corporativo são o escopo de produtos altamente eficientes e as soluções projetadas sob medida para empresas de grande e pequeno portes, assim como aplicativos e softwares para logística visando a alcançar o gerenciamento eficiente do armazém e dos materiais movimentados.

Prestação de Serviços na Era da Experiência do Cliente

Por Mark Cattini

Nos últimos 10 anos, houve uma grande mudança na área de atendimento ao cliente. As expectativas dos clientes estão aumentando e agradá-los é, de fato, o padrão. Pesquisas apontam que 65% dos consumidores consideram que uma experiência positiva com uma marca é mais influente do que a publicidade tradicional. Essa grande mudança acelerou principalmente em função de empresas como Uber e Amazon, que introduziram novos modelos de negócios e redefiniram a experiência do cliente. Mesmo indústrias que tradicionalmente não se diferenciavam na prestação de serviços, agora se veem forçadas a se atualizar.

De acordo com o mais recente relatório do CXTrends, maior estudo sobre experiência do cliente no Brasil, 55% das empresas não estão satisfeitas com o atendimento que prestam, 48% ainda não possuem metas de atendimento e relacionamento, 35% não monitoram a satisfação e 49% aumentaram o investimento em gestão de atendimento ao cliente, sendo esta a área de maior investimento entre as empresas. Já sobre a percepção dos clientes, a pesquisa revelou que 68% dos consumidores não acham que os profissionais de atendimento são qualificados como deveriam e 72% dos clientes classificam como mediano ou ruim o atendimento recebido atualmente.

Agilidade e inovação aprimoram a experiência do cliente

Para melhorar os níveis de serviço e, ao mesmo tempo, continuar aumentando a eficiência operacional, nessas novas condições de negócios, as organizações devem manter um alto nível de agilidade nos negócios. Em outras palavras, as equipes de serviço em campo devem ser capazes de responder rapidamente a ambientes em mudança, satisfazer os clientes com prestação de serviços contínua e medir o impacto. Do ponto de vista gerencial, as decisões devem ser estrategicamente alinhadas para atender aos imperativos de negócios, como custos de serviços e conformidade com o SLA.

As organizações de serviços devem responder rapidamente a mudanças e incertezas. Uma maneira de garantir a agilidade dos negócios é através da constante inovação. Existem dezenas de exemplos de ex-líderes do setor que falharam devido à falta de inovação contínua. A Kodak, a Blackberry, a JCPenney e a Blockbuster são apenas alguns nomes familiares que não seguiram a direção do mercado e, posteriormente, pagaram o preço. Embora os detalhes em torno de cada exemplo sejam únicos, a única coisa em comum é que nenhuma dessas empresas conseguiu manter sua inovação ou agilidade. Por outro lado, a Amazon tem sido chamada de “uma das empresas mais ágeis do planeta”, o que é uma pedra angular de seu vencedor modelo de negócios.

Há muitas razões pelas quais as empresas não conseguem inovar, e uma das mais significativas é a relutância em adotar a mudança. O gerenciamento de mudanças é um elemento vital para a maioria das empresas acompanharem as tendências mais recentes, ajudando-as a obter uma vantagem competitiva. Sem uma estrutura adequada de gerenciamento de mudanças em vigor, as empresas que estão enfrentando uma transformação não terão a adesão de que precisam.

Na indústria de serviços em campo, existem dois objetivos críticos que as empresas precisam manter em vista para ter sucesso. A primeira delas é a eficiência, para garantir os recursos adequados com as habilidades e peças certas, no local e momento correto. Depois a eficácia, que significa a garantia de uma pronta correção, para fornecer uma experiência positiva ao cliente no ponto de serviço.

As empresas que mantêm esses objetivos em primeiro plano são as que oferecem as melhores experiências para os clientes. Mas um dos principais desafios que essas organizações enfrentam é como medir o seu impacto.

A importância da mensuração para otimizar a experiência do cliente

‘Você respeita o que você inspeciona’ – Esta é uma frase eficiente. O fato é que, se a sua empresa puder identificar os principais indicadores de desempenho e estabelecer uma linha de base, ela poderá ser medida e aprimorada.

Naturalmente, uma maneira eficaz de saber se sua empresa está entregando uma experiência satisfatória é simplesmente perguntar ao cliente. De acordo com o especialista em atendimento ao cliente e experiência, Shep Hyken, pesquisas breves são uma maneira ideal de solicitar feedback. Elas permitem que os clientes forneçam rapidamente um feedback valioso e honesto imediatamente após a chamada de serviço, enquanto a visita ainda está fresca em sua memória.

Capturar outros indicadores é importante para entender todo o quadro. Mesmo sem feedback direto dos clientes, os líderes de negócios podem observar outras métricas e fazer inferências para entender se seus clientes estão satisfeitos. Alguns indicadores como retenção, renovações e upsells sinalizarão um trabalho bem feito. Compromissos perdidos, várias visitas para um reparo e janelas longas de compromissos resultarão em clientes insatisfeitos – mesmo que não estejam lhe dizendo isso.

A experiência do cliente é, sem dúvida, crucial para todas as empresas de serviços. Mas é claro que nem todas as organizações podem ser a número um em seu mercado. Ao invés de buscar a perfeição, as empresas que buscam consistência, previsibilidade e cumprimento de promessas provavelmente proporcionarão grandes experiências aos clientes. Desde que o serviço atenda ou exceda as expectativas, a experiência do cliente pode ser o seu grande diferencial competitivo.

Mark Cattini, CEO da ClickSoftware para América Latina

Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,55 bi no Dia dos Pais, estima ABComm

O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,55 no Dia dos Pais, de acordo com previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Segundo a entidade, a data, que é considerada uma das mais importante para o varejo, deve ter um crescimento de 14%, quando comparado com o mesmo evento do ano passado.

A Associação estima que cerca de 8,63 milhões de pedidos sejam realizados no período de 20 de julho a 10 de agosto, com um tíquete médio de R$ 296. As principais categorias de produtos a serem buscados na data são Informática, Celulares, Eletrônicos, Materiais esportivos e Moda e Acessórios.

“O Dia dos Pais sempre movimenta muito no varejo. O mundo mais digital e conectado potencializa ainda mais os pedidos no e-commerce. A expectativa não poderia ser melhor”, explica Mauricio Salvador, Presidente da ABComm.

Para impulsionar app, Magazine Luiza “faz prévia da Blackfriday” no celular

O aplicativo do Magazine Luiza fará, neste domingo, segunda e terça-feira, a segunda edição da Black App, que traz descontos “com força de Black Friday”, de até 80%. Os aplicativos da Netshoes, Zattini e Época Cosméticos também vão entrar nas promoções do Black App.

Além dos descontos, o app do Magalu também dará frete grátis para compras acima de R$ 99 em milhares de produtos. “Nosso aplicativo já é sempre o mais baixado nas principais datas do varejo. A Black App surgiu para proporcionar ao consumidor descontos com força de Black Friday só no aplicativo”, afirma Rafael Montalvão, diretor de marketing e-commerce do Magazine Luiza. “Queremos ser o Super App do consumidor brasileiro.”

Já na fase que antecede a campanha, mais de 200 mil produtos foram “favoritados” por clientes. Eles receberão avisos, com antecedência, dos descontos que estarão no Black App.

O aplicativo do Magazine Luiza já conta com mais de 30 milhões de downloads. Ele foi escolhido pelo Google como um dos melhores apps brasileiros. Uma das metas da companhia é construir o primeiro Super App do Brasil – plataforma que, além de compras, conta com serviços financeiros, de redes sociais etc.

O celular é o novo centro de compras do brasileiro. De acordo com o Ebit, 42% dos pedidos do e-commerce no Brasil durante o segundo semestre de 2018 foram feitos via dispositivos móveis.

Mercado Livre Experience reúne grandes executivos para discutir tecnologia e inovação no mercado de negócios digitais

Ainda há ingressos disponíveis para a edição deste ano do Mercado Livre Experience (MELIXP), o maior evento de e-commerce da América Latina, que será realizado em 29 de agosto no SP Expo. Executivos do Mercado Livre e de empresas como Visa, Facebook, Google, Grupo Globo, PayPal, Twitter, Forrester Research e Publicis se reúnem para debater e trocar experiências sobre o futuro do mercado de negócios digitais e vendas online.

Em sua quarta edição, o MELIXP promove discussões sobre e-commerce, serviços financeiros, tecnologia e inovação e espera receber cerca de 10 mil pessoas representando empresas de todos os portes, em especial do segmento de varejo.

“Reunimos diversas categorias do segmento em uma experiência que privilegia o networking. É uma oportunidade de ouvir e discutir novos projetos e o futuro do mercado”, explica Guilherme Mazzola, Gerente de Eventos do Mercado Livre no Brasil.

A abertura do evento será às 9h com um bate-papo entre os fundadores do Mercado Livre: o CEO Marcos Galperin e o COO Stelleo Tolda, que falarão de suas experiências como empreendedores, o momento atual do Mercado Livre, que completa 20 anos este mês, e a visão deles sobre o futuro da empresa. Ao longo do dia, a plenária principal e os espaços paralelos receberão outros executivos da empresa como Túlio Oliveira, vice-presidente de Fintech Services do Mercado Pago, e Cristina Farjallat, diretora de Marketplace no Brasil, além de experts do mercado como Fernando Teles, Country Manager Brasil da Visa; Ann Mack, diretora Global de Insights Marketing do Facebook; John Lucena, Technical Director do Google; Roberto Marinho Neto, Head de Esportes do Grupo Globo; Paula Paschoal, diretora geral do PayPal Brasil; e Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil. Estão confirmados também Fiona Swerdlow, VP e diretora de pesquisa da Forrester Research, e Jason Goldberg, Head de estratégias comerciais da Publicis e apresentador do The Jason & Scot Show – ambos pela primeira vez no Brasil. Além do chef, empresário e apresentador Erick Jacquin, que contará sobre sua história como empreendedor.

O evento também vai abrigar espaços próprios de cada uma das unidades de negócios do Mercado Livre. O Marketplace, por exemplo, contará com a Casa MELI com cômodos de uma residência como quarto, sala, biblioteca, escritório, academia de ginástica e até jardim, montados com produtos que estão à venda no site. Entre as marcas participantes estão: Mobly, Reserva, MAC, Kikos, Artex e New Balance.

Já o espaço do Mercado Pago terá um game virtual onde os visitantes poderão responder perguntas sobre as funcionalidades do aplicativo, e uma feira onde os parceiros da unidade de negócios venderão seus produtos direto ao público participante no local.

O Mercado Livre Classificados terá em seu estande um game inspirado no famoso The Wall”, para apresentar as categorias Veículos e Imóveis. Os participantes que deixam a bola cair do paredão de cada categoria ganham uma chave “do seu próximo carro” ou “da sua próxima casa”. As chaves dão acesso a diversos brindes, inclusive a uma experiência com um carro da Jaguar promovida em parceria com Mercado Livre Publicidade e Localiza.

O MELIXP 2019 também será o cenário para o MELI Pitch, uma oportunidade para startups com soluções tecnológicas inovadoras apresentarem seus negócios a investidores. Essa é uma iniciativa que o Meli Fund, fundo de investimento do Mercado Livre, já adota há alguns anos com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de startups dos mais diversos setores de atuação. As empresas interessadas podem se inscrever neste link até o dia 17 de agosto para concorrer a um espaço no pitch.

Mercado Livre Experience 2019

Data: 29 de agosto, das 9h às 18h.

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo

Site evento: www.mercadolivreexperience.com.br/

Site Meli Fund: www.mercadolibre.com/fund

Honeywell lança primeiro Centro de Serviços para Aviação na América Latina

A Honeywell (NYSE: HON) inaugurou seu primeiro Centro de Serviços e Manutenção para aviação em São José dos Campos, cidade localizada a 94 km da capital paulista. No local, a companhia oferece diversos serviços, como substituição de peças, reparos e revisões de equipamentos aeronáuticos.

“O novo Centro de Serviço e Manutenção é um dos poucos locais preparados para oferecer apoio especializado às empresas do setor, incluindo os segmentos de aviação executiva, comercial, de defesa e geral”, disse Laurent Memvielle, Vice-presidente e Gerente Geral da área de Aeroespacial da Honeywell na América Latina. “Este lançamento é um passo importante para a expansão das operações da companhia no Brasil, onde temos o objetivo de desenvolver cada vez mais facilidades e atender às demandas dos nossos clientes de forma rápida e eficiente”, completou Memvielle.

São José dos Campos foi a cidade escolhida pela tradição no mercado da aviação e pela proximidade estratégica da Embraer e da cidade de São Paulo, além de outros centros urbanos da região sudeste, onde estão localizadas as principais companhias áreas do País. O Centro de Serviços e Manutenção está localizado em uma área de 500m², no Parque Tecnológico de São José dos Campos.

A divisão Aerospace é uma das quatro unidades de negócios da Honeywell e foi responsável por inovações na aviação, como o primeiro controle de voo com piloto automático e o primeiro sistema de radar meteorológico comercial. No total, o portfólio da companhia conta com 84 linhas de produtos focadas em criar aviões mais econômicos, práticos e que respeitem o meio ambiente.

Mercado de aviação brasileiro

Em reunião realizada com investidores na embaixada da Espanha no início de junho, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, comentou o forte potencial de crescimento do mercado nacional. Ele destacou que o Brasil, hoje o 6º maior mercado de aviação do mundo, pode facilmente se tornar o 3º no ranking mundial.

Segundo dados do relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo, divulgado pela ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, em janeiro deste ano, mais de 103 milhões de passageiros foram transportados em voos domésticos por companhias aéreas brasileiras em 2018, 4,1% a mais que no ano anterior.

Em relação ao mercado internacional, o mesmo documento mostra que, em 2018, o número de passageiros que voaram em companhias brasileiras com destinos internacionais aumentou 11,9% quando comparado a 2017. A Abear, Associação Brasileira das Empresas Aéreas, destaca que esse crescimento da demanda e do volume de passageiros no mercado doméstico vem sendo registrado por 26 meses consecutivos (dados de maio de 2019).

FGV Direito SP, FGV EAESP e IE Law School de Madrid promovem competição de startups jurídicas

O Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) da FGV Direito SP, em parceria com o IE Law School de Madrid e o Centro de Estudos em Private Equity da FGV EAESP, traz para o Brasil o Legaltech Venture Day, competição de startups ligadas ao mundo jurídico e espaço de debates acadêmicos sobre o futuro da profissão jurídica.

As inscrições para a competição vão até o dia 8 de setembro. As legaltechs pré-selecionadas serão avaliadas por uma comissão em um evento no dia 26 de setembro, em São Paulo.

Criado pelo IE, o Legaltech Venture Day tem por propósito expor e discutir as mudanças na profissão e nas organizações jurídicas.

A equipe da legaltech vencedora ganhará uma viagem, com todas as despesas pagas, para participar da etapa internacional da competição, em abril de 2020, em Madrid.

Serão aceitos projetos inovadores inclusivos, que utilizem tecnologia para resolver importantes desafios legais de empresas, governos, instituições públicas e instituições da sociedade civil.

Podem participar startups constituídas com um modelo de inovação baseado em serviços e produtos direcionados ao mercado jurídico, que tenham potencial de escala internacional e que consigam identificar oportunidades claras de mercado.

O evento está inserido no âmbito da pesquisa “O Futuro das Profissões Jurídicas”, integrando também os projetos da Law Schools Global League (LSGL), associação internacional com 27 escolas de Direito distribuídas pelo mundo, das quais fazem parte a FGV Direito SP, a FGV Direito Rio e o IE.

Mais detalhes sobre o evento e a competição estão disponíveis no site oficial.

As inscrições das legaltechs competidoras devem ser feitas por meio deste link.

O decreto do Plano Nacional IoT foi assinado. E agora?

Por Werter Padilha

Estava na fase de definição do tema deste artigo, quando foi assinado o decreto nº 9.854. de 25 de junho de 2019, que instituiu o “Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas”, conforme descrito na abertura do documento. A comemoração no ecossistema foi grande, pois era grande a expectativa em torno de sua oficialização, assim como analisei no texto Plano Nacional de Internet das Coisas Precisa sair da retranca. Afinal, desde 2017, o mercado e a sociedade brasileira aguardavam esse decreto. Por isso, o assunto do artigo não poderia ser outro.

O Plano Nacional de IoT (IoT.br) é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Ministério da Economia (ME) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em conjunto com a sociedade civil – empresas, academia, agências de fomento e outros órgãos -, e participei ativamente da sua elaboração como representante da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software no conselho consultivo, após muitas reuniões, consultas públicas, pesquisas e relatórios, que estão disponíveis para download. E, como tendemos a ser ansiosos, novas perguntas surgiram: o decreto do IoT.br foi assinado. E agora? Quais são os próximos passos?

Primeiramente, o decreto traz uma definição do que é IoT e seus devices (“sistemas de comunicação máquina a máquina”, com exceção de máquinas de cartão de crédito e débito); explica como funcionará a Câmara IoT; reitera quais são as quatro verticais prioritárias (agronegócios, saúde, cidades inteligentes e indústria) e explica, em seu segundo artigo, que Internet das Coisas diz respeito à “infraestrutura que integra a prestação de serviços de valor adicionado com capacidades de conexão física ou virtual de coisas com dispositivos baseados em tecnologias da informação e comunicação existentes e nas suas evoluções, com interoperabilidade”. Resumindo, temos bases para conferir mais segurança jurídica aos projetos e iniciativas baseados em IoT.

E, falando das iniciativas em IoT, agora temos a base oficial que dá direcionamento e estímulo à continuidade das ações em andamento, como o BNDES Projetos Piloto de IOT e suas linhas de crédito, assim como as atividades conduzidas pela Finep, Embrapii, Senai, Sebrae, ABDI e os institutos de ciência e tecnologia. Antes disso, tanto as iniciativas governamentais quanto as privadas, estavam trabalhando projetos relacionados à IoT sem uma base regulamentar, especialmente quanto às questões tributárias. Lembro ainda que temos no Congresso o Projeto de Lei 7.656/2017, de autoria do deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP) que propõe zerar taxas para incentivar o IoT, que já está aguardando parecer do Relator na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC).

Quanto à Anatel e suas certificadoras, em meu ponto de vista, terão o desafio de agilizar seus processos de homologação e certificação para os devices de IoT, a fim de evitar que a burocracia postergue os lançamentos e, consequentemente, afete os negócios em um segmento no qual a possibilidade de obsolescência de um equipamento tende a ser mais rápida, em alguns casos.

Importante ainda lembrar que o IoT.br está alinhado aos objetivos e ações definidas na Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, oficializada pelo Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018. A Câmara Nacional IoT retoma suas atividades e em decorrência das verticais priorizadas, já temos a Câmara Nacional da Indústria 4.0, criada em abril de 2019, em uma ação interministerial do MCTIC e Ministério da Economia (ME), da qual tenho participado e garanto que muitas ações boas e estruturadas virão brevemente. E neste mês de julho, o governo instituirá a Câmara Nacional do Agro 4.0, uma ação conjunta do Ministério da Agricultura e MCTIC e, muito em breve, virão as Câmara Saúde 4.0 e Cidades 4.0. E, se considerarmos a recente assinatura do acordo histórico de livre comércio, fechado entre o Mercosul e a União Europeia, ouso dizer que não me recordo de termos, nos últimos anos, condições tão propícias para “fazermos acontecer” de forma tão consistente.

Por isso, tenho dito que vejo o decreto não como um fim, mas como a retomada do “jogo” para que o Brasil se posicione na vanguarda do ecossistema mundial de IoT. A tendência é que muitas inovações comecem a aparecer rapidamente no mercado B2B e B2C, com novas soluções para todas as verticais citadas e introduzindo mais tecnologias IoT no cotidiano dos consumidores.

Werter Padilha, Coordenador do Comitê de IoT da ABES

Boa empresa, mau investimento

Por Tiago Reis, da casa de análise financeira Suno Research

Recentemente, um de meus investidores favoritos, Mohnish Pabrai, palestrou na Califórnia para alunos da Guanghua School of Management, da Peking University, sobre sua filosofia de vida. Dentre vários ensinamentos que ele transmitiu, um me chamou a atenção: uma empresa excelente pode sim se mostrar um investimento ruim. Mas por quê?

Empresas excelentes geralmente apresentam vantagens competitivas, receitas e lucros crescentes e estáveis, margens elevadas e uma série de fatores que as colocam nesta posição. Com tantas qualidades, essas acabam por atrair grande atenção dos investidores. Com analistas constantemente “de olho”, frequentemente, elas são precificadas de acordo com sua qualidade e por consequência, negociadas com múltiplos elevadíssimos, muito superiores à média do mercado.

Há quem defenda que o preço não importa, mas grande parte dos que batem nessa tecla pouco sabem sobre investimentos. Na última reunião anual dos acionistas da Berkshire Hathaway, Buffett disse que “você sempre pode transformar um bom investimento em um mau negócio ao pagar caro demais”.

Para explicar esse ponto, Pabrai lança o exemplo da Coca-Cola, empresa mundialmente conhecida por sua excelência. Apesar de muito bem gerida, próximo ao ano 2000, ela chegou a ser negociada a mais de 40 vezes o lucro. Por mais que fosse uma companhia excelente, o preço não justificava o investimento. Caso você tivesse comprado as ações naquele ano e segurasse a posição até hoje, seus retornos anuais não superariam a marca de 3%. Caso tivesse comprado a ação em meados de 1998, em 2016, seu retorno seria nulo.

Isso não significa que a empresa não cresceu. Pelo contrário, a empresa mais do que dobrou suas receitas e quase triplicou seus lucros. Entretanto, como disse Pabrai, uma boa empresa, que constantemente melhora seus resultados, nem sempre é um bom investimento. E isso acontece quando o investidor paga caro demais.

Esse é o principal motivo porque reforço a necessidade de uma margem de segurança adequada para a realização de um investimento. Mesmo que você invista em uma companhia que não possua as características de uma companhia extraordinária, caso consiga pagar o preço correto, com grande desconto em relação ao valor intrínseco, este pode se mostrar um investimento extraordinário.

Não estou dizendo que empresas excelentes não podem ser boas apostas. Só reitero que investidor deve estar sempre atento ao preço inicial, pois, caso pague caro demais, como defende Warren Buffett, seu bom investimento se transformará em um mau negócio.

Regis Ataides assume Diretoria de Canais da Siemens Digital Industries Software

Com novas contratações na Colômbia, Argentina e Brasil, a Siemens Digital Industries Software anuncia a promoção do engenheiro Regis Ataides a diretor de Canais para América do Sul. A nomeação é parte da estratégia da companhia para fortalecer seu time de canais e elevar a qualidade dos processos e suporte aos seus parceiros. O executivo será responsável pela formulação do plano de negócios para canais parceiros da companhia e por atender às necessidades financeiras e tecnológicas dessas empresas. Assumindo o cargo regional, Regis passará também a responder pelo crescimento de vendas da empresa na América do Sul, onde a atuação da companhia se dá 100% por meio de parceiros.

Entre os desafios no novo cargo, chama a atenção o plano de aumentar o faturamento por meio de parceiros em 5 vezes até 2023. Para isso, Ataides aposta suas fichas nos pequenos e médios negócios, mercado que considerado de alto potencial para a companhia. “A sinergia se dará com empreendedores que estão interessados em crescer os seus negócios exponencialmente”, afirma o diretor. A meta, segundo ele, exigirá mais eficiência na execução e uma visão holística e estratégica.

Se engana, porém, quem pensa que o diretor busca necessariamente aumentar sua cartela de clientes. Segundo Ataides, a empresa está investindo no fortalecimento da relação com os parceiros atuais, com mais transparência e alinhamento estratégico, para ganhar abrangência geográfica e de portfólios para atender com eficiência à demanda de seus clientes. “O aumento de vendas não virá necessariamente pelo recrutamento de novos parceiros”.

O SMB (Small and Medium Business) segue no cerne da estratégia de Canais da Siemens nos próximos 5 anos. A companhia vem trabalhando intensamente nas soluções específicas para este mercado, com foco técnico e na qualidade e sob o ponto de vista comercial e estratégico. “Existe um mercado potencial enorme nesta área e estamos colocando muito esforço na busca por esse mercado”, afirma Ataides.

Com formação pela Universidade de Brasília, onde também completou seu mestrado, e MBA em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, Ataides ingressou na Siemens Digital Industries Software em 2016 como Gerente de Negócios e no ano seguinte assumiu a Gerência da área de Desenvolvimento de Portfólio. Para ele, a migração de uma área técnica para um departamento comercial é um movimento natural em sua jornada profissional. “O mercado está mudando e exigindo uma visão mais holística e completa das indústrias. A nova posição me permite ter uma visão mais abrangente dentro da digitalização e na indústria 4.0”

boostLAB, do BTG Pactual, elege oito startups para sua 4ª Edição

Essa semana, as oito Scale-ups selecionadas pelo BTG Pactual para a quarta edição do boostLAB começam a ser potencializadas pelos executivos do Banco, pela aceleradora ACE e pelo time de mentores do programa.

São elas: A55, BizCapital, Diin, Levee, Mobills, Netlex, Tail e Vindi.

No total, 268 empresas se inscreveram para a iniciativa, que ocorrerá durante o segundo semestre de 2019. O número é 33% maior do que na rodada anterior e 116% que na primeira rodada.

As escolhidas são Scale-ups, ou seja, startups mais maduras, já com faturamento e carteira de clientes. A ideia central é encontrar sinergias entre as empresas selecionadas, o BTG Pactual e empresas parceiras do banco, a fim de ampliar os negócios, dar um “boost” nas escolhidas, beneficiando assim todos os envolvidos.

As empresas selecionadas também recebem créditos de US$ 10 mil no serviço de nuvem da Amazon (AWS), US$ 5 mil no da Google e US$ 15 mil da Oracle.

Para Frederico Pompeu, sócio responsável pelo boostLAB, “o grande diferencial do programa é o comprometimento e envolvimento de sócios sêniores do Banco para efetivamente fazer negócios com as Scale-ups participantes”.

Este ano, o BTG Pactual anunciou investimento em cinco startups que participaram do boostLAB, direta ou indiretamente: Agronow, Digesto, Finpass, Liber Capital e Resale. Em um ano e meio de boostLAB, 20 startups foram potencializadas e quase todas são parceiras de negócios do BTG Pactual. Além disso, o programa foi reconhecido como um dos 25 melhores centros de inovação do mundo, sendo o único da América Latina, pelo Prêmio The Innovators 2019, da Global Finance.

“O BoostLAB está se tornando o hub de negócios do banco para empresas Tech. O envolvimento cada vez maior do Banco com as startups traz inovação para todas as áreas de atuação do nosso Grupo”, afirma Pompeu.

Informações adicionais sobre as selecionadas:

A55
Solução de venture debt para empresas de tecnologia (asset light).
Plataforma para acompanhamento, em tempo real, do fluxo de caixa e recebíveis das empresas financiadas.

BizCapital
Fintech de crédito online com foco em PMEs.
Modelo proprietário de análise e score de crédito via plataforma, permitindo o desembolso ao tomador no mesmo dia.

Diin
Aplicativo de educação financeira para as classes C, D e E.
A solução tem o objetivo de criar uma reserva financeira para os usuários, por meio de diferentes desafios e objetivos traçados via app.

Levee
Startup de recrutamento para posições operacionais.
Por meio de machine learning, a ferramenta aumenta a eficiência no processo de seleção. Possuem base de dados de milhões de CPFs cadastrados.

Mobills
Aplicativo de gestão de finanças pessoais e monitoramento de transações.

Netlex
Startups de automação de documentos jurídicos para aumentar a produtividade. Por meio de um questionário inteligente, a ferramenta permite facilitar o trabalho no processo de criação de contratos e propostas.

Tail
Solução de big data e analytics que permite conhecer os interesses do consumidor, enriquecendo a base de dados da empresa e gerando insights para área de marketing para melhor conversão de vendas.

Vindi
Fintech de gateway de pagamentos. São especializados em cobranças de pagamentos recorrentes, com foco na indústria de serviços

Startup Green Mining é a primeira parceira brasileira da organização europeia Friends of Glass

O vidro leva cerca de 5 mil anos para se decompor, mas em contrapartida, pode ser reciclado infinitas vezes. Para apoiar esta iniciativa, startups como a brasileira Green Mining, que atua na coleta seletiva e logística reversa de forma eficiente, e a organização europeia Friends of Glass, que apoia o estilo de vida sustentável, se uniram em parceria para incentivar a reciclagem do vidro.

Criada pela European Container Glass Federation (FEVE), uma associação internacional sem fins lucrativos, a Friends of Glass começou como uma campanha de conscientização para o vidro e, atualmente, conta com organizações para promover os benefícios ambientais, de saúde e segurança das embalagens. Impulsionando campanhas voltadas ao consumidor e ativações de varejo em mercados europeus, oferece uma maneira de colaborar na promoção dos benefícios do vidro por meio de mídias sociais e comunicações digitais.

“O vidro é uma matéria prima de longa vida e deve ser reciclado para evitar a contaminação do ambiente, preservando assim, os recursos naturais (solo e água) e contribuindo para o desenvolvimento sustentável. Para nós, a parceria com a Friends of Glass trará resultados positivos, pois queremos inspirar, ainda mais, pessoas a serem ecologicamente ativas e responsáveis”, afirma Rodrigo Oliveira, presidente da Green Mining.

De acordo o levantamento realizado pela Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro), a reciclagem do material no Brasil movimenta aproximadamente R$ 120 milhões por ano. “A logística reversa é uma tendência em todo o mundo, em que as empresas se responsabilizam pelo retorno das embalagens pós consumo ao ciclo de produção”, diz Rodrigo.

Os golfinhos agradecem

Em uma ação chamada #CheersFromTheOcean, realizada recentemente em Portugal, a Friends of Glass fez com que os clientes fossem agradecidos, de forma virtual, por golfinhos quando compram produtos com embalagens de vidro. No momento que o código de barras era passado pelo terminal de pagamento, os clientes enxergavam imagens e ouviam sons dos animais que os alertavam para a importância da escolha do vidro, em detrimento do plástico.

Segundo estudo divulgado durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, em 2050, o oceano terá mais plástico que peixes, e 99% das aves que consomem animais marinhos também terão plástico em seus estômagos.

Mas se engana quem pensa que somente as espécies marinhas serão prejudicadas. Segundo documento divulgado pela organização não governamental World Wide Fund for Nature (WWF), a contaminação de macro, micro e nanoplásticos já atinge os solos, águas doces e oceanos. “A cada ano, seres humanos ingerem cada vez mais nanoplástico a partir de seus alimentos e da água potável, e seus efeitos totais ainda são desconhecidos”, diz o documento.

Clique na imagem e confira o vídeo da ação #CheersFromTheOcean divulgado pela Friends of Glass:

Cruze Premier chega como o primeiro carro com Wi-Fi

O Campo de Provas da GM está completando 45 anos de atividades em meio a ampliações para o desenvolvimento de veículos inéditos e tecnologias inovadoras de conectividade, segurança e eficiência energética. Novidades que vão estrear com os próximos lançamentos da Chevrolet no país.

O Cruze Premier é o primeiro carro com Wi-Fi nativo a bordo do mercado. A tecnologia exclusiva da Chevrolet proporciona conexão automática de alta velocidade para até sete dispositivos simultaneamente e a possibilidade de serviços conectados na tela do veículo, entre outras vantagens.

“Estamos acostumados a acessar o Wi-Fi em casa, no trabalho, no restaurante. Por que não no carro? Estudos mostram que o brasileiro é um dos mais conectados do mundo e passa, em média, duas horas e meia por dia no trânsito de grandes centros. O Wi-Fi a bordo muda completamente a experiência do usuário no automóvel”, diz Carlos Zarlenga, presidente da GM América do Sul.

Além de não precisar usar o plano de dados de seu smartphone para acessar a internet, o usuário do Cruze Premier ainda tem à disposição uma intensidade de sinal até 12 vezes maior em deslocamentos.

“Isto acontece pelo fato de a antena do veículo ser dotada de sistema de amplificação. O posicionamento dela sobre o teto também contribui para reduzir a perda de sinal proveniente de áreas de “sombra”, como é chamado fenômenos que atrapalham a conexão – e quanto maior a velocidade de deslocamento, maior é a percepção da estabilidade de sinal que se tem a bordo do Chevrolet com Wi-Fi”, explica Rosana Herbst, diretora de Serviços Conectados da GM.

No caso do Cruze Premier, o sistema de internet Wi-Fi é nativo. Ou seja, faz parte da arquitetura eletrônica do veículo, permitindo assim melhor funcionamento, máximo nível de segurança cibernética e acesso no futuro a serviços conectados na tela do painel, como aplicativos que já existem hoje para smatphones.

Aliás, o multimídia MyLink do Cruze Premier agora é de nova geração. Ganha melhor resolução gráfica para a tela de 8 polegadas, mais velocidade de processamento e novas funcionalidades, entre elas navegação conectada, manual do proprietário digitalizado e ícone para agendamento online de revisão.

O novo MyLink permite ainda o pareamento via bluetooth simultâneo até dois celulares, traz mais uma entrada USB no console dianteiro, carregamento wireless compatível com maior gama de celulares e introduz o sistema para reconhecimento do motorista – o carro identifica qual de suas chaves eletrônicas está no comando e automaticamente ajusta o conteúdo da tela para as preferencias memorizadas de cada usuário (aplicativos, estações de rádio, etc).

Tudo isso mantendo a compatibilidade com os sistemas Android Auto e Apple CarPlay de projeção de smartphones.

Apesar de os serviços poderem ser independentes, o Wi-Fi utiliza-se da estrutura do sistema OnStar, outro item exclusivo do Cruze em seu segmento.

A Claro é a empresa de telecomunicações provedora do sinal para o Wi-Fi dos veículos Chevrolet. A parceria da Claro com a GM começou em 2015 no Brasil quando a Chevrolet lançou a tecnologia de telemática avançada OnStar.

Entre outros benefícios, o OnStar é capaz de identificar que o veículo se envolveu em um acidente e contatar a central 24h para providenciar resgate automático, se necessário. Há também assistência na recuperação veicular em caso de roubo ou furto e apoio em caso de problemas mecânicos cobertos pelo Chevrolet Road Service.

Isso faz da GM a empresa líder em conectividade com a maior frota de carros conectados do mundo – são mais de 11 milhões de veículos em circulação.

O Cruze Premier chega às concessionárias Chevrolet do Brasil a partir de setembro nas opções sedã e Sport6. A nova configuração topo de linha do modelo traz ainda atualizações visuais que o deixaram com muito mais personalidade. O acabamento interno está mais sofisticado, com destaque para os revestimentos premium em preto e castanho.

Botão para desabilitar o sistema Stop/Start (que desliga temporariamente o motor em paradas de semáforos, por exemplo, para economizar combustível), câmera de ré de alta definição e novos equipamentos, como o sistema de frenagem automática de emergência com detecção de pedestres são outras novidades do modelo equipado com motor turbo e transmissão automática de série.

A versão Premier traz também os sistemas que consagraram o Cruze como referência no segmento dos médios em relação a performance, tecnologia, conectividade e segurança, como o alerta de colisão frontal, o alerta de ponto cego e o assistente de permanência em faixa.

Visual com a nova linguagem de design da Chevrolet

O Cruze Premier estreia com mudanças estéticas que ressaltam sua personalidade, em linha com a mais recente linguagem de design global da marca.

As alterações começam pela parte frontal do veículo, que traz novos para-choque, luzes auxiliares e grade. A tradicional gravata Chevrolet ganha destaque por estar agora mais centralizada verticalmente e posicionada sobre uma imponente moldura cromada que divide as duas entradas que de ar. As grades trazem novos elementos estéticos internos, alusivos à tecnologia.

No sedã, a peça imprime um ar mais sóbrio e refinado pelo efeito dos filetes cromados. Já na configuração Sport6, o que mais chama a atenção são os apliques customizados nas extremidades do para-choque que acomodam as luzes auxiliares, conferindo um aspecto mais agressivo.

Na lateral, as rodas aro 17 de linhas exclusivas da versão Premier trazem acabamento diamantado na superfície e pintura escurecida na parte interna. Um friso cromado na base da área envidraçada ressalta a linha de cintura elevada e a silhueta contemporânea do carro.

Na traseira, a novidade fica por conta das lanternas. Elas agora extrapolam o limite da carroceria criando um interessante efeito 3D. As lentes acrílicas e a disposição dos elementos internos também foram retrabalhadas para receber uma nova assinatura luminosa em LED.

Por dentro, o grande diferencial do Cruze Premier está no acabamento mais refinado na combinação de cores preto e castanho. Estes revestimentos premium dos painéis, dos bancos, volante e até do teto são inéditos na gama e foram inspirados em veículos de alto luxo.

Todo este capricho também é visto na execução das costuras pespontadas dos assentos e nos apliques que enobrecem o ambiente. À noite, os LEDs do painel e o novo grafismo do computador de bordo digital no centro do quadro de instrumentos criam uma atmosfera especialmente aconchegante.

Pensadas para combinar com o interior em preto e castanho, duas novas opções de cores para a carroceria estão sendo lançadas com o Cruze Premier: o Marrom Capuccino e Azul Eclipse, este puxado para o escuro.

“O Cruze Premier traz consigo o máximo em sofisticação e tecnologia que esta versão simboliza para a Chevrolet. Além disso, é um produto comercialmente estratégico para a companhia, pois atende um consumidor bastante específico, que não abre mão da performance e do prazer ao dirigir característicos dos carros médios da marca”, explica Rodrigo Fioco, diretor de Marketing de produto da GM.

Outra característica de mercado determinante que guiou o desenvolvimento do Cruze Premier foi o fato de a procura pelas versões mais sofisticadas do modelo terem duplicado nos últimos anos. Saltaram de 25% do mix em 2015 para mais de 55% até o fechamento do primeiro semestre deste ano.

Sistema de estacionamento semiautônomo, acionamento da ignição por controle remoto para prévia climatização da cabine, sistema de som de alta definição e banco do motorista com ajustes elétricos são apenas algumas das conveniências disponíveis para estas configurações.

Com todas estas novidades, incluindo o sistema Wi-Fi, o Cruze Premier chega para complementar a gama do modelo no país e inaugura um novo patamar de sofisticação e conectividade no mercado.

Patrick Hruby junta-se à Movile com o desafio de impactar a vida de 1 bilhão de pessoas

O Grupo Movile, líder em marketplaces móveis e holding de empresas como iFood, Wavy, Sympla, Zoop, PlayKids e Movile Pay , anuncia Patrick Hruby como novo executivo. Ele chega ao grupo como Executive in Residence, modelo inovador de contratação no qual passará um período conhecendo toda a operação das unidades de negócios, até juntar-se ao C-level para levar a Movile até o estágio de empresa global.

Hruby tem 14 anos de experiência em empresas do Vale do Silício, sendo sete no Google e os últimos sete no Facebook, onde até o momento ocupava o cargo de vice-presidente de vendas de pequenas e médias empresas para América Latina. O executivo contribuirá com a estratégia de inovação e crescimento do grupo, que tem como sonho melhorar a vida de 1 bilhão de pessoas por meio de seus apps. “Tenho como desafio ajudar a consolidar a Movile como primeira empresa global de tecnologia sediada no Brasil. Os anos de vivência em grandes companhias globais contribuirão para isso”, afirma.

Fabricio Bloisi, CEO do grupo, reforça que a chegada de Hruby vem para somar ao momento de grande crescimento da Movile. “Temos que pensar cada vez maior. O Brasil tem espaço para ter empresas de tecnologia de US$ 100 bilhões, assim como China e Estados Unidos. E, por isso, estamos olhando para o mercado e trazendo as melhores pessoas para nos apoiar na conquista deste patamar”, reforça.

Patrick Hruby tem mais de 20 anos de experiência em empresas como Deloitte e ExxonMobil, além de Google e Facebook. Formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, possui MBA em Finanças em Yale.

Volanty anuncia aporte de R$70 milhões liderado por SoftBank e Kaszek Ventures

A Volanty, primeiro marketplace digital de carros seminovos no Brasil, acaba de concluir uma nova rodada de financiamento e receber um aporte Series B no valor de R$ 70 milhões. O investimento, liderado pelo grupo japonês SoftBank e pela firma de venture capital Kaszek Ventures, contou também com a participação da monashees e Canary, que já haviam aportado na empresa.

A startup, que conecta compradores e vendedores de seminovos, nasceu no Rio de Janeiro em maio de 2017. A plataforma cresceu mais de 20 vezes desde então e planeja usar o investimento recebido para acelerar sua expansão nacional, com a abertura de novos centros de atendimento nas principais cidades e capitais do País (atualmente já são 9 unidades em São Paulo e 3 no Rio de Janeiro), bem como no desenvolvimento de novas tecnologias para melhorar a experiência de compra e venda dos carros.

“Usamos a tecnologia para conectar compradores e vendedores de forma eficiente, segura e conveniente, maximizando assim o valor de venda do carro. Eliminamos a burocracia e a parte chata de se vender ou comprar um carro usado já que fazemos todo o trabalho de precificar, fotografar, anunciar, negociar propostas e resolver a papelada da transferência do carro, que sai com 1 ano de garantia”, afirma Mauricio Feldman, cofundador e CEO da Volanty.

Apenas no ano passado, mais de 14 milhões de carros usados e seminovos foram vendidos no Brasil, de acordo com a Fenauto, a federação das revendedoras no País. O número ajuda a dar uma ideia do potencial de crescimento da Volanty no mercado nacional nos próximos anos. O desejo de Mauricio e seu sócio Antonio Avellar empreenderem surgiu quando eles estudavam nos Estados Unidos. Mauricio na Stanford University, na Califórnia, e Antonio na NYU, em Nova York.

Obstinados em resolver grandes problemas e com a certeza que queriam criar algo inovador, os dois empreendedores decidiram juntar forças em 2016. Aliando a experiência de Mauricio em marketplaces digitais e de Antonio no mercado de automóveis, eles fundaram a Volanty. “O mais importante para o nosso futuro é encontrarmos os melhores talentos do mundo que se encaixam à nossa cultura e investirmos em mantê-los felizes e desafiados. Boa parte desse aporte será usada na aquisição de novos colaboradores e desenvolvimento do time”, afirma Antonio. A Volanty possui 100 funcionários e está com vagas abertas e contratando.

“Procuramos por equipes ambiciosas que atuam em grandes mercados com tecnologia de verdade. Estamos entusiasmados com o fato de termos encontrado essa combinação na Volanty e esperamos ajudá-los a acelerar seu crescimento”, avalia Shu Nyatta, membro da equipe executiva do Softbank no Brasil.

Hernan Kazah, sócio da Kaszek Ventures conta que “decidimos investir na Volanty porque vemos a necessidade de proporcionar uma experiência muito melhor para compradores e vendedores de carros e acreditamos que a equipe e a tecnologia de Volanty vão dominar esse mercado”.

Deslocamento até o trabalho representa uma das principais causas de estresse entre os colaboradores, aponta pesquisa

O estresse está entre os principais motivos para a diminuição da produtividade no trabalho. Para combatê-lo, empresas têm investido em recursos para melhorar a qualidade de vida e promover a satisfação e reconhecimento do profissional. De acordo com levantamento realizado pela Associação Internacional de Manejo do Estresse (ISMA), 72% dos brasileiros que estão no mercado de trabalho apresentam alguma sequela ocasionada pelo estresse. Outra pesquisa realizada, em 2018, pelo Comparably, site de carreiras, apontou que o deslocamento até o trabalho representa 16% do estresse entre os colaboradores, ficando à frente de outros causadores de estresse como colegas difíceis (14%) e passar tempo demais na empresa (13%).

Segundo estudo, realizado em 2018 pelo Ibope Inteligência, a pedido da Rede Nossa São Paulo, organização da sociedade civil, sobre mobilidade urbana, mostrou que o paulistano leva, em média, 1h57 minutos para se deslocar, ida e volta, ao realizar atividades essenciais como estudo e trabalho, sendo o ônibus o meio de transporte mais utilizado para locomoção (43%). Como o deslocamento até o trabalho está entre os motivos de insatisfação dos colaboradores, a RB, empresa de benefícios, desenvolveu um sistema que colabora para a redução do tempo de locomoção, traçando rotas mais práticas e rápidas, aumentando, assim, a qualidade de vida do colaborador. “O sistema de roteirização apresenta informações como a linha de transporte mais célere, local de embarque e desembarque, tempo estimado, distância a pé até o destino e, também, valor da tarifa, com o objetivo de auxiliar o profissional a identificar o caminho mais rápido até o trabalho”, comenta Renato Zacharias, sócio-diretor da RB. Para o executivo esta é uma forma de motivar o colaborador e investir para que ele se sinta valorizado na organização. “Atualmente, muitas empresas investem em ações para minimizar o estresse no ambiente de trabalho, como sala de jogos, massagem, meditação, medidas para melhorar a qualidade de vida e aumentar a produtividade do profissional”, comenta.

As consultas preventivas das rotas podem ser feitas, inclusive, durante o processo de recrutamento e seleção. “O software pode ser manuseado online, em tempo real, por meio da própria plataforma da empresa, apresentando o resultado no mesmo instante. Por este motivo, a roteirização pode ser usada durante os processos pré-admissionais, para identificar qual seria o melhor trajeto para o futuro colaborador e facilitar o cálculo com o vale-transporte. O sistema pode ser utilizado, também, para consulta dos profissionais que estão mudando de unidade, sendo necessário que a empresa ofereça uma nova opção de deslocamento”, completa.

Além de poupar o tempo do colaborador, o sistema de roteirização permite uma economia para as empresas nos gastos com vale-transporte. “Roteirizar este trajeto auxilia no gerenciamento do benefício e pode gerar uma economia para as organizações de até 15%, em curto prazo. O software auxilia na qualidade de vida do colaborador e, para a empresa, auxilia na reeducação referente aos gastos com o transporte. Logo, todos os lados saem ganhando”, finaliza Zacharias.

Com novo CEO, Extreme Digital Solutions aposta em novos mercados

A Extreme Digital Solutions (EDS), empresa brasileira integradora de soluções tecnológicas, anuncia a contratação de Gustavo Rabelo, ex-IBM e Oracle, como novo CEO. Com a chegada do novo executivo, quase um ano depois do início das conversas, o sócio fundador Márcio Moreira transfere o comando da empresa e assume a presidência do Conselho de Administração, recém-criado, para liderar o processo de expansão no mercado internacional. O sócio fundador Fábio Machado permanece no dia a dia dos negócios, como chefe das operações.

As mudanças na EDS, consideradas as mais significativas desde sua fundação em 2013, marcam o início de uma nova fase, fundamentada em um plano ambicioso de expansão – tanto no Brasil como nos países da América Latina e nos Estados Unidos. Além do mercado brasileiro, a empresa já possui clientes no estado americano da Flórida.

Dentre as principais missões do novo CEO destacam-se a tarefa de ampliar as parcerias com fabricantes de tecnologia e parceiros técnicos, além de diversificar o portfólio de clientes no setor público e iniciativa privada. A estratégia é fortalecer a capacidade da EDS de disputar a implementação de projetos de transformação digital em clientes que atendem, sobretudo, consumidores ávidos por uso de tecnologias como serviço, cada vez mais acessíveis a custos baixos. “Minha missão é buscar e crescer em mercados heterodoxos, romper fronteiras e tornar a EDS a maior referência nacional em transformação digital”, diz Rabelo. “Chegou a hora de planejar voos mais altos, por meio de crescimento orgânico e inorgânico, uma vez que a EDS possui estrutura para isso”.

Para alcançar os objetivos, Rabelo conta com 20 anos de experiência no mercado de TI – 14 anos na IBM e 6 na Oracle. Ele traz na bagagem liderança de importantes projetos, como o programa Smart Cities da IBM, que envolve o uso de tecnologia e soluções inovadoras para melhorar a infraestrutura urbana, aumentar a eficiência de serviços e promover o bem-estar da população. Formado em Tecnologia da Informação pelo Uniceub, tem MBA e especialização em Gestão Empresarial e de Negócios pela Fundação Dom Cabral e participou de programas de formação executiva na Harvard Business School, no IESE Business School, no Ross Business School, além do Singularity University.

Internacionalização

A contratação de Gustavo Rabelo também abre espaço para que o fundador Márcio Moreira passe a atuar de forma mais estratégica, sobretudo no processo de internacionalização da EDS. Segundo Moreira, há muitas oportunidades de negócios nos Estados Unidos, Caribe e América Latina. “Vamos priorizar regiões onde nossos principais parceiros de tecnologia não possuem atuação marcante ou onde é grande a carência de prestadores de serviços de qualidade, que entregam resultados com o nível de exigência esperado pelo cliente”, avalia Moreira. “Temos sido convidados por fabricantes para atuar como integradores de solução em outros países porque nossa visão é o foco no cliente, e a missão é o resultado”.

Para o empresário, o apetite para desbravar novos setores no Brasil e buscar espaço no mercado internacional tem por base a expansão acelerada em sua história. Nos seis anos de atuação, a EDS passou de três funcionários para um time de 250, com escritórios em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. A contratação do Gustavo, ressalta Moreira, foi motivada pela sua capacidade de entrega e o compromisso com o cliente, características que marcaram a história da própria EDS. “Gustavo conhece a excelência do trabalho técnico da EDS. É um passo enorme trazer um executivo com sua experiência, o que demonstra que entraremos numa nova fase de investimentos. Sentimo-nos com uma musculatura robusta para executar esse movimento”.

Certificações

A EDS vem ganhando notoriedade no mercado pelo expressivo número de certificações obtidas nos últimos meses. Em julho deste ano, a empresa entrou pela segunda vez consecutiva no ranking das “Melhores Empresas para Trabalhar no Rio de Janeiro”, na 13ª posição na categoria “Médias Empresas”, segundo o GPTW, a maior autoridade global do mundo do trabalho. No mesmo mês, a empresa conquistou a CertiGov, uma certificação de processos éticos de vendas ao governo com maior credibilidade e transparência.

Em 2018, a empresa conquistou o certificado corporativo de qualidade em serviços MPT.Br (Melhoria do Processo de Teste), que assegura as melhores práticas no desenvolvimento de software com foco nos testes. No início de 2017, a EDS também recebeu a certificação internacional CMMI Dev ML 3 (sigla em inglês para Modelo de Maturidade em Capacitação e Integração Nível 3), um selo de melhores práticas para a maturidade de diferentes áreas de tecnologia, como Engenharia de Sistemas, Engenharia de Software, Desenvolvimento de Processo e Produtos, entre outros, validando o estágio de desenvolvimento dos processos e padronização da empresa.