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2/3 dos profissionais brasileiros tendem a cair em situações de conflito de interesses

Em algum momento de suas carreiras, profissionais podem ser expostos a dilemas éticos. Subornos, conflito de interesses, presentes, vazamento de informações, entre outras situações fraudulentas, geram prejuízo material e de imagem para as empresas e prejuízo moral para a sociedade. “Por mais que as empresas tenham regras, processos e controles internos, o verdadeiro desafio está no fator humano, já que o poder da decisão sobre tomar atitude antiética ou mesmo ignorar colegas que estão agindo de forma fraudulenta é 100% do indivíduo”, explica Renato Santos, diretor do IPRC, Instituto de Pesquisa do Risco Comportamental, que acaba de lançar estudo inédito do índice PIR® – Potencial de Integridade Resiliente, diante de oportunidades de fraude.

“Resiliência de integridade é a capacidade do ser humano de se posicionar eticamente diante de dilemas ambíguos, que ferem o compliance das organizações. Quanto maior a resiliência, menor será a manifestação de comportamentos antiéticos”, explica Renato.

O estudo “Índice de Potencial de Integridade Resiliente” foi realizado com 2.435 profissionais, entre homens e mulheres, a partir de 18 anos, expostos a dilemas éticos relacionados à Fraude, de 24 empresas no Brasil. Para isso, o tema “fraude” foi subdividido em: corrupção (conflito de interesse, suborno e presentes), apropriação indevida (desvio, pagamentos indevidos, manipulação de despesas) e demonstrações fraudulentas (vazamento de informações, manipulação de resultados e manipulação de inventário). A precisão do cálculo do índice PIR® é de 82%.

“Quando o índice de resiliência é alto significa não só que os profissionais resistiriam a situações antiéticas, mas também que não se calariam mediante atitudes antiéticas dos colegas, denunciando-os para a empresa”, explica Renato.

Apropriação Indevida

Praticamente metade dos profissionais 46% têm índice baixo ou moderado, podendo sucumbir a desvios ou ainda não denunciando colegas que desviam bens da organização. Este alto índice pode ser explicado com a ideia de que aquele bem não fará falta, como no exemplo de um dos relatos “Este celular iria para o lixo mesmo. Não faz diferença para no final das contas.”.

Quando o dilema versa sobre manipulação de despesas, o índice é mais alarmante, 48% dos profissionais manipulariam ou aceitariam que colegas manipulassem relatórios de despesas pagas pela empresa com intuito de ganhar um pouco mais. “Não importa quanto que gaste de refeição, sempre peço que coloquem na nota o valor que tenho direito de reembolso por dia. É meu direito!”, relatou um participante durante a pesquisa, demonstrando assim que a organização precisa deixar mais claro não somente a política de reembolso de despesas, mas os princípios que a norteia.

Dois terços (66%) dos profissionais tendem a realizar pagamentos indevidos a terceiros, ou seja, pagamentos antecipados a fornecedores por conta de conflito de interesses. Só 29% demonstra alta resiliência diante dessas situações, entendendo-as como atitudes fraudulentas.

“Na prática, treinamentos genéricos sobre ética e compliance, formas precárias de contratação de profissionais e a ausência de campanhas rotineiras sobre dilemas éticos profissionais podem contribuir para a formação de grupos com menor resiliência ética e ampliar a possibilidade de problemas relativos à fraude”, avalia Renato. “As organizações precisam não apenas declarar a intolerância a desvios evidentes e diretos, mas também investir na ampliação da percepção moral do indivíduo, por meio do investimento na instrução. E instrução, por sua vez, é mais ampla do que capacitar exclusivamente para a atividade profissional em sua dimensão técnica. Daí a necessidade das organizações investirem em programas de promoção da ética: elaboração de código de conduta, comunicação permanente, recrutamento centrado na observância da ética, comitê de ética e controle interno”, finaliza.

Para acesso ao estudo na íntegra: http://materiais.iprcbrasil.com.br/indice-pir

Anfavea apresenta balanço positivo de 2019 e projeta um 2020 com mais crescimento em produção e vendas

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) divulgou hoje os números do fechamento de 2019, terceiro ano consecutivo de recuperação nos volumes de vendas e produção. A entidade divulgou também suas projeções para 2020, com moderado otimismo em relação ao desempenho da indústria automobilística.

Dezembro: melhor mês em licenciamentos desde dezembro de 2014

O ano fechou com recorde de licenciamentos de autoveículos no último mês (262,6 mil unidades), melhor resultado mensal desde os 370 mil de dezembro de 2014. Foi também a melhor média diária de vendas em seis anos, com 13.173 unidades.

Com essa forte reação no segundo semestre, o Brasil fechou o ano com 2,57 milhões de autoveículos licenciados, o que deve levar o país a saltar da 8ª para a 6ª posição no ranking global, superando França e Reino Unido. Os números de fechamento dos outros países ainda são provisórios, mas tudo indica que o Brasil só ficará atrás de mercados como China, EUA, Japão, Alemanha e Índia.

2019: mercado interno impulsionou alta de 2,3% na produção

O licenciamento de autoveículos em 2019 registrou aumento de 8,6% em relação a 2018. Com isso, o mercado interno foi o grande responsável pelo crescimento de 2,3% na produção acumulada do ano, apesar da baixa de 31,9% nas exportações provocada pela aguda crise argentina. “Devemos comemorar esses números, que mostram uma consistente recuperação do setor pelo terceiro ano consecutivo”, afirmou Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

O segmento de caminhões foi o principal destaque positivo, com alta de 33,2% nos emplacamentos e de 7,5% na produção. Os ônibus também apresentaram forte recuperação – crescimento de 38,8%. Já o setor de máquinas agrícolas e rodoviárias teve recuo de 8,4% nas vendas e de 19,1% na produção, com alta de 1,5% nas exportações.

Projeções para 2020

A Anfavea também apresentou suas estimativas para o setor neste ano. A entidade prevê aumento de 9,4% no licenciamento de autoveículos, índice maior que o de 2019, e mais relevante ainda dada a maior base de comparação do ano anterior. “Todos os indicadores da economia brasileira apontam para um ano de recuperação mais robusta: alta de 2,5% no PIB em 2020, inflação controlada, emprego em leve recuperação, juros mais baixos e maior confiança do consumidor”, justifica Luiz Carlos Moraes.

Com esse aquecimento do mercado interno, a indústria automobilística espera produzir 7,3% mais veículos que em 2019, mesmo com uma retração nas exportações estimada em 11%. Para o setor de máquinas, a Anfavea projeta crescimento de 5,4% na produção e de 2,9% nas vendas.

“São números mais animadores que os do ano passado, mas ainda insuficientes para que retomemos os picos de vendas e produção verificados um pouco antes da grave crise de 2014 a 2016. O Brasil está no sentido correto das reformas estruturais e do saneamento da máquina pública, mas precisa ser ainda mais ambicioso no sentido de avançar nas reformas e privatizações, e sobretudo no ataque ao Custo Brasil. Só teremos uma recuperação duradoura quando o país eliminar os gargalos tributários, logísticos e burocráticos que prejudicam toda a indústria”, concluiu o presidente da Anfavea.

2020: o poderoso ano das startups

Por Daniel Domeneghetti

Ebulição é o estado ideal para definir o mercado de startups em 2020 no Brasil. Se 2019 o momento foi dos investidores, no próximo ano o protagonismo será das startups. Se pudesse escolher uma frase para representar o futuro próximo, não titubearia em dizer que a citação ideal seria “juntar a fome com a vontade de comer”.

Não será raro ver o aumento de lançamentos de fundos de investimentos para startups no Brasil, tanto privados, via companhias da velha economia, como públicos, vide BNDES, BRDE e bancos regionais. O investidor brasileiro está faminto em desbravar mercados na busca por novos modelos de negócios. Os setores financeiro e varejista fiquem em alerta. Anjos olharão para e por vocês. Seja com soluções tecnológicas ou metodologias disruptivas, estes nichos poderão ser beneficiados pelo boom do empreendedorismo inovador, uma vez que lidam direta e indiretamente com os desejos do cliente final.

Nomes de peso do ecossistema do empreendedorismo nacional vão se aliar às startups em 2020. É a adaptação encontrada por essa classe, que foi concebida e projetada para resistir aos dissabores da velha economia. Igualmente às empresas tradicionais, que se curvarão às startups como uma das maneira de acompanhar o ritmo frenético do consumidor empoderado digitalmente, tal qual fez o Bradesco com o Inovabra e o Itaú com o Cubo. Reinvenção será a palavra de ordem na nova década!

Com um 2020 que prevê crescimento de pelo menos 2%, segundo o ministro da Economia, Paulo Guedes, o desafio será afinar os propósitos entre empresários tradicionalistas com startupeiros da nova geração. Tudo porque devido a um choque geracional de ideias e ideais, temos de um lado uma avalanche de pessoas com conhecimento e boa vontade querendo transformar o mercado. Do outro lado, instituições sedentas para injetar dinheiro em um produto novo. A soma disso é uma quantidade expressiva de novos empreendedores que darão o sangue em busca da carta de alforria: receber um bom aporte de dinheiro pela sua brilhante ideia e fim!

Adianto em responder que está errado! Não precisamos de empreendedores querendo apenas levantar fundos. Precisamos criar o empresarismo, ou seja, criar empresários, que passam parte da vida se dedicando aos negócios e fazendo com que eles se desenvolvam e deem frutos no mercado. É disso que precisamos! E tem um ano, uma década inteira, para aliar a fome dos investidores com a vontade de comer das startups. O tempo é agora e já começou.

Daniel Domeneghetti, especialista em práticas digitais no relacionamento com cliente e CEO da E-Consulting Corp.

Ascenty anuncia décimo oitavo data center na AL

A Ascenty, empresa líder no mercado de data centers com foco na América Latina, adiciona mais um data center ao seu conjunto de infraestruturas. Localizada em Vinhedo, no mega campus da companhia no município, a unidade entra em operação no segundo semestre de 2020. A infraestrutura tem um investimento de R$ 200 milhões e conta com 24.000 m², completando 40 MVA de energia total no campus.

“Com a segunda instalação em Vinhedo contabilizamos 18 data centers em nosso portifólio, o que significa que mais que dobramos nossas operações desde 2018, quando tínhamos oito data centers em operação no Brasil”, comenta Marcos Siqueira, vice-presidente de operações da Ascenty.

“Esse crescimento (125%) foi proporcionado pelos investimentos da Digital Realty e da Brookfield no último ano. A grande movimentação nos negócios tem sido impulsionada pela alta demanda por infraestrutura na região, que cresce juntamente ao mercado de cloud e às inovações no mercado de telecomunicações”, ressalta o executivo.

Ao todo, a Ascenty conta com 14 data centers em operação no Brasil e outros 4 em construção, que serão inaugurados até o fim de 2020. A empresa integra todas as instalações à sua rede de fibra óptica proprietária (4.500 Km), garantindo conectividade direta aos global cloud providers. Confira abaixo a lista de todos os data centers da companhia:

Como fazer folha de pagamento: 4 passos para começar agora!

Marcelo Furtado, fundador e CEO da Convenia
Foto: Dayane Figueiredo

Por Marcelo Furtado, fundador e CEO da Convenia

Ao contrário do que muitos pensam, a folha de pagamento abrange muitos itens que merecem atenção, indo muito além do salário líquido recebido pelos colaboradores.

Muitos gestores desconhecem o impacto que esse processo tem dentro da empresa. Contudo, é essencial saber e provisionar os impostos, contribuições e benefícios que fazem parte dos direitos e deveres junto às obrigações trabalhistas que causam efeitos financeiros imediatos no orçamento empresarial. Além, obviamente, de entender as rotinas do departamento pessoal e quais atividades são necessárias para evitar erros nessa operação.

Para auxiliá-los nesse processo, foram destacadas 4 informações imprescindíveis para tirar todas as dúvidas de como fazer folha de pagamento. Confira:

1. Classifique as categorias

No momento da contratação de um novo colaborador, a empresa está preenchendo uma vaga no seu quadro de atividades. Mas em que isso influencia a folha de pagamento? Já que dentro de uma empresa pode haver mais de uma atividade desenvolvida, é fundamental compreender todas as categorias que compõem essas funções.

Isso se faz necessário devido às diferentes classes trabalhadoras, sendo a indústria e comércio uma das mais encontradas. Com base nisso, é importante estar atento às Convenções Coletivas do Trabalho que regram as atividades; nelas, estão contidas especificações quanto aos benefícios e direitos de comum acordo entre os sindicatos dos empregados e representantes dos empresários.

Além disso, é imprescindível que o departamento pessoal esteja atento ao CBO (Classificação Brasileira de Ocupações), que nada mais é que a classificação das profissões existentes. Por meio dele também são planejadas as matrizes de cargos e salários. Por isso, é fundamental que essa classificação seja feita antes do início dos cálculos.

2. Cheque o registro de ponto

Saber quanto a empresa deve pagar a cada funcionário é de suma importância. Muitas vezes, para desempenhar as atividades necessárias é preciso ficar por mais tempo no serviço ou, por algum motivo pessoal, o colaborador teve que sair mais cedo. Nesses casos, é com o controle do ponto que serão calculados itens como horas extras, horas faltas e descanso semanal remunerado.

Outro fator que deve ser analisado junto ao registro de ponto são as faltas justificadas. Em situações nas quais elas apenas são justificadas, as horas podem ser descontadas, mas o funcionário não leva qualquer notificação. Entretanto, quando há atestado médico para essas faltas, a empresa não pode descontar do colaborador o período que ele se manteve afastado.

Esse controle é uma via de mão dupla, uma vez que não é correto o trabalhador receber menos por horas trabalhadas e a empresa também não pode pagar por horas que o funcionário não trabalhou.

3. Controle os tributos e benefícios

Como já mencionado, o custo de um trabalhador é bem maior do que o salário líquido que cai na conta desse funcionário. Por trás disso, existem todos os impostos previdenciários e os benefícios garantidos por lei.

Qualquer valor apurado de forma incorreta pode gerar prejuízos financeiros, tanto em pagamentos a maior quanto em possíveis processos trabalhistas.

O primeiro item que merece cuidado é o salário bruto, este deve ser conforme a base da categoria, a partir daí, esse valor será usado como base para todos os cálculos de tributos e benefícios. Nessa parte da folha, você deverá estar atento a todos os valores e as incidências de impostos.

Para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), se deve obedecer às seguintes regras para reter na folha do colaborador, usando como base o salário bruto:

• até R﹩ 1.751,81 – alíquota de 8%;

• de R﹩ 1.751,82 até R﹩ 2.919,72 – alíquota de 9%;

• de R﹩ 2.919,73 até R﹩ 5.839,45 – alíquota de 11%.

Acima de R﹩ 5.839,45 o teto máximo para contribuição é de R﹩ 642,34 fixo. Outro tributo que é calculado na folha de pagamento é o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), nesse ato, a responsabilidade é do empregador, sendo sua alíquota fixa em 8%.

No caso do IRRF (Imposto de Renda Retido na Fonte), o tributo tem como base o salário bruto, menos as deduções de INSS. Em seguida se aplica as alíquotas conforme tabela disponibilizada pela Receita Federal, veja:

• rendimentos de até R﹩1.903,98 – isento;

• rendimentos de R﹩ 1.903,99 até R﹩ 2.826,65 – alíquota de 7,5% com dedução de R﹩ 142,80;

• rendimentos de R﹩ 2.826,66 até R﹩ 3.751,05 – alíquota de 15% com dedução de R﹩ 354,80;

• rendimentos de R﹩ 3.751,06 até R﹩ 4.664,68 – alíquota de 22,5% com dedução de R﹩ 636,13;

• rendimentos acima de R﹩ 4.664,69 – alíquota de 27,5% com dedução de R﹩ 869,36.

Além disso, é importante considerar a dedução relacionada aos dependentes no valor de R﹩ 189,59.

Na hora de aprender a como fazer folha de pagamento é importante lembrar do salário-família, esse abono é regrado pela Portaria MF n°9 de 01/2019 . Nesse sentido, esse valor destina-se aos funcionários que se enquadram nas seguintes faixas, conforme o salário bruto: até R﹩ 907,77 abono de R﹩ 46,54, de R﹩ 907,78 a R﹩ 1.364,43 abono de R﹩ 32,80. Esse benefício não sofre nenhum tipo de retenção, incidência ou desconto.

Outros fatores que demandam atenção dos profissionais que fazem a folha estão relacionados aos adicionais de insalubridade, periculosidade, vale-transporte , vale-refeição e auxílio-educação, novamente, é imprescindível analisar detalhadamente a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) e as Convenções Coletivas.

4. Automatize os processos

Pode-se perceber que fazer a folha de pagamento requer um cuidado minucioso. Realizar todos os procedimentos de forma manual é algo que aumenta os riscos operacionais. Por isso, contar com um sistema de automatização que se alinhe com as necessidades da empresa é indispensável.

Com o uso de um software, rotinas repetitivas são realizadas de formas rápidas, otimizando as atividades e minimizando os erros, pois a automatização permite a integração dos dados e a aplicação dos eventos conforme tabelas predefinidas.

As empresas que utilizam dos benefícios tecnológicos conseguem maximizar seus resultados, uma vez que, ao agilizar as operações da folha, os colaboradores ganham tempo para realizar outras atividades, mais estratégicas.

Além disso, aumenta a segurança dos dados e reduz possíveis prejuízos financeiros, sem contar que possibilita análises mais precisas do custo da folha, por meio de relatórios e gráficos que ajudam no planejamento estratégico do empreendimento.

Contudo, antes de contratar um sistema para seu departamento pessoal é fundamental que as necessidades da empresa sejam avaliadas com cuidado o que a empresa precisa e como a empresa contratada pode auxiliar.

Huawei ICT Competition 2019/20: últimas semanas de inscrições

O Huawei ICT Competition, uma competição mundial com participação de mais de 50 países e focada em talentos da área de Tecnologia da Informação e Comunicação, está com inscrições abertas, de forma gratuita, para universitários brasileiros até 31 de janeiro.

Promovido pela Huawei desde 2015, o ICT Competition terá a participação do Brasil pelo segundo ano consecutivo. Divididos nas áreas de Redes e Computação em Nuvem, os estudantes formam times com seus colegas e participam de desafios que podem levar os vencedores até à China e à chance de intercâmbios internacionais.

Os times participam de etapas nacionais e depois regionais, para enfim disputar com os melhores times de todo o mundo na China. Nestas etapas, os estudantes recebem orientação e treinamento com especialistas da Huawei. Ao longo destes anos, mais de 70 mil estudantes foram treinados em toda a América Latina.

As inscrições para a edição 2019/2020 podem ser feitas por meio do link:
https://e.huawei.com/cn/talent/#/ict/middle-east?zoneCode=040593&zoneId=98269437&compId=85131949&divisionName=Latin%20America%20-%20All%20countries.

Computação em Nuvem tem potencial inexplorado para transformar negócios

Por José Saldanha

Entre as distintas e relevantes transformações que estão revolucionando o mercado, há uma que ainda passa um pouco despercebida, embora tenha bastante potencial para transformar negócios: a computação em Nuvem.

Pesquisa do Gartner revela que, até 2022, 75% de todos os bancos de dados serão implantados ou migrados para uma plataforma baseada em Nuvem, tendência que será em grande parte direcionada para análises de informações e vendas de softwares como serviços (SaaS).

A mesma consultoria revela que, até 2020, empresas que não utilizam computação em nuvem serão tão raras quanto as que hoje não utilizam internet. Já a Forbes afirma em estudo que o mercado da computação em nuvem deverá faturar mais de US$ 162 bilhões em 2020.

Apesar disso, a temática ainda não está sendo observada de forma estratégica na ampla maioria das empresas que operam no Brasil, sobretudo diante da ausência de orçamentos direcionados para esse tipo de ação e da falta de grupos de executivos capazes de liderar essa transformação dentro das organizações.

Entre os benefícios da migração para a Nuvem, está a facilidade de monitorar indicadores de desempenho por executivos de locais diferentes, que, utilizando diversos dispositivos de acesso à rede, podem acompanhar em tempo real distintas linhas de negócios, como operação, produtos, vendas e pagamento de impostos.

Essa é uma perspectiva mais integrada de transformação digital nas empresas que só tem a contribuir para a agilidade na tomada de decisões e o direcionamento de estratégias de negócios customizadas por produtos, regiões e preferências dos consumidores.

Com as áreas conectadas na nuvem, e o acesso aos dados facilitado, há espaço, ainda, para a geração de indicadores e análises preditivas dedicadas a reforçarem a percepção de valor, evidenciarem diferenciais e ampliarem a competitividade das empresas de todos os setores da economia.

No varejo, por exemplo, com a utilização de determinadas tecnologias em nuvem, a força de vendas pode estar mais alinhada aos objetivos estratégicos por meio da integração de dados pulverizados para que haja uma atuação mais cirúrgica e assertiva sempre que conveniente.

Para as empresas de entretenimento, que têm demandas pontuais quando há intensa venda digital de ingressos, por exemplo, servidores hospedados na nuvem podem ser contratados sob demanda, o que também contribui para ganho de escala e redução de custos.

Embora muitos não percebam, grande parte das atividades cotidianas de trabalho e vida pessoal já estão atreladas à nuvem. Ela garante acesso a arquivos a qualquer momento, de qualquer lugar, com diferentes dispositivos. As empresas também estão utilizando esse recurso para gerenciarem dados e ampliarem a experiência do cliente.

Em um mundo cada vez mais globalizado, competitivo e digital, as empresas que não forem ágeis e assertivas na tomada de decisões estratégicas poderão se tornar obsoletas e perderão ótimas oportunidades. Não há tempo a perder e, dentre todas as transformações do mercado, certamente investir na computação em nuvem será cada vez mais determinante para o sucesso dos negócios.

É interessante que, nesse processo de migração, as empresas contem com uma metodologia que analise esse desenvolvimento a partir do ponto de vista do negócio, construindo um roteiro alinhado com o processo de transformação da própria empresa, acompanhado de gerenciamento de mudança, segurança e governança.

José Saldanha, sócio-diretor de Alianças e Soluções em Nuvem da KPMG no Brasil.

Como as fintechs estão pautando a regulação do mercado financeiro no Brasil

O avanço da tecnologia e a atuação das fintechs no Brasil geraram diversas mudanças no mercado financeiro. Os órgãos reguladores, atentos aos novos desafios advindos dessas mudanças, têm construído um diálogo com todos os agentes, pensando na abertura de mercado, mas sem perder o foco na segurança das operações, segundo afirmam os especialistas da JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados, empresa com 21 anos de atuação, especializada em regulação, organização, acesso e supervisão do mercado financeiro e de capitais.

“As fintechs surgiram como solução menos burocrática e menos onerosa na prestação de serviços financeiros e, por serem ágeis e inovadoras, têm feito os órgãos reguladores trabalharem para acompanhar as mudanças que elas trazem. Não é papel dos órgãos reguladores estar adiantados às novidades, mas sim acompanhar o que acontece no setor e organizá-lo, visando a segurança dos consumidores e o amadurecimento do próprio mercado”, explica José Luiz Rodrigues, especialista em regulação e sócio da JL Rodrigues, Carlos Átila & Consultores Associados. “Como resultado, vemos o Banco Central atualizando normas, e lançando consultas públicas sobre temas como o Sandbox Regulatório e o Open Banking, para propiciar um ambiente que favoreça a competição e a inclusão de novos players, sem gerar riscos aos usuários”, completa.

A entrada de novos modelos de negócio no mercado fomenta a criação de produtos dinâmicos e de um ambiente com mais competição que, por sua vez, reduz custos para o consumidor. Neste cenário, a responsabilidade dos órgãos reguladores é determinar o limite do que pode ser feito dentro de um ambiente que preserve a segurança nas operações. “Os reguladores estão sempre balizando o mercado, e como as fintechs são empresas mais rápidas, criativas e com mobilidade, elas acabam por trazer mais dinamismo nos processos de regulamentação”, complementa Rodrigues.

Segundo o especialista, em 2010 havia um cenário de afrontamento entre o sistema financeiro mais tradicional e as fintechs, mas desde 2017 há uma sinergia de processos. “Bancos e fintechs têm se olhado e enxergado uma relação não apenas de concorrência, mas de possível parceria. Nessa nova dinâmica, alguns bancos incorporaram fintechs em seus negócios, como uma estratégia para inovar na oferta de serviços”, argumenta Rodrigues.

Outra consequência direta da movimentação das fintechs no mercado foi a regulamentação de fintechs de crédito, definida pelo Banco Central, em duas opções: Sociedade de Empréstimo entre Pessoas (SEP) e Sociedade de Crédito Direto (SCD).

Um reflexo da rápida evolução do segmento é o aumento expressivo de fintechs nos últimos anos. Em 2017, havia cerca de 500 mapeadas no Brasil e, em 2019, esse número saltou para cerca de 700, de acordo com a ABFintechs (Associação Brasileira de Fintechs). Além disso, algumas fintechs brasileiras já são consideradas “unicórnios”, isto é, foram avaliadas em mais de US﹩ 1 bilhão.

De acordo com José Luiz Rodrigues, o maior desafio para o mercado financeiro é continuar acompanhando a evolução tecnológica. “As estruturas das fintechs são menores e permitem mais flexibilidade nas operações, enquanto os bancos atuam com mais robustez, por serem muito grandes, com uma governança muito rigorosa e, muitas vezes tradicionais em termos de produtos. O desafio do mercado é acompanhar essa evolução e, para isso, o sistema financeiro formal deve se apropriar do “conceito fintech” para ser mais competitivo”, conclui o especialista.

Fintech Cash Me lança Programa Jovens Talentos 2020

A Cash Me, fintech pertencente ao Grupo Cyrela com foco no segmento de home equity, anuncia o lançamento do seu primeiro “Programa Jovens Talentos 2020”, com o objetivo de atrair estagiários e trainees para a operação. Todas as vagas são para atuação no escritório de São Paulo (SP) e as inscrições podem ser feitas até o dia 31 de janeiro.

O programa irá selecionar 4 trainees, em cada uma das seguintes áreas: Novos Negócios, Marketing, Inovação e Controladoria, com previsão de formatura entre Dez/2020 a Dez/2021. Com o objetivo de encontrar os melhores talentos do Sul e do Sudeste, a seleção de trainees e dinâmicas de grupo acontecerá em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre e Florianópolis.

Para o programa de estágio, será aberta uma vaga para atuação na área de Finanças. Os candidatos devem ter previsão de conclusão do curso entre Dezembro de 2020 a Dezembro de 2021.

A admissão dos colaboradores será realizada em abril de 2020 e, por meio desse programa, os candidatos terão a oportunidade de trabalhar diretamente com as lideranças das respectivas áreas da empresa. Estagiários e trainees serão acompanhados durante 20 meses por um programa de desenvolvimento e vão receber treinamentos específicos em suas áreas de atuação.

Os futuros profissionais da Cash.Me precisam demonstrar competências importantes para acompanhar o desenvolvimento do negócio, as chamadas soft skills, alinhadas com um pensamento estratégico, trabalho em equipe, vontade de crescimento e criatividade para buscar novas ideias para contribuir com o desempenho do negócio. “Buscamos jovens que tenham vontade de aprender e que queiram trabalhar em uma empresa jovem, moderna e dinâmica. Os novos profissionais Cash Me terão a oportunidade de conhecer e construir com todo o time a Cultura e os Valores da fintech”, destaca Juliano Bello, co-founder da Cash.Me.

Entre os benefícios do programa, os estagiários e trainees terão respectivamente bolsa-auxílio e os salários compatíveis com o mercado. Ambos, terão direito assistência médica e odontológica, vale transporte, vale refeição, parceria com academias e seguro de vida. Para se inscrever acesse: http://talentoscashme.gupy.io/.

Focar na experiência do cliente aproxima marcas de suas metas, aponta estudo da Adobe

O relatório Digital Trends 2019, feito pela Adobe em parceria com a Econsultancy, analisa as tendências digitais mais relevantes para estratégias de marketing e customer experience (CX). O estudo, realizado globalmente, aponta a importância da experiência do cliente, que se mostra essencial para o sucesso das organizações, mas ainda em estágio inicial de implantação em muitas das empresas ouvidas.

Segundo a pesquisa, apenas 1 em 10 empresas se considera “muito avançada” na questão de CX, o que representa um aumento de apenas 2% em relação a 2015. A maioria das empresas (44%) se considera pouco avançada, sem estratégias consolidadas.

A CX, porém, aparece como um fator extremamente relevante para o desenvolvimento das marcas e metade dos entrevistados afirmou que sua empresa planejava aumentar gastos com tecnologia de CX em 2019.

Por que investir em CX?

As empresas muito avançadas em experiência do cliente têm 3x mais chance de ter superado seu principal objetivo empresarial de 2018.

Além disso, as empresas líderes em CX (classificadas como muito avançadas) têm 4,5x mais chance de ter uma estrutura tecnológica integrada e baseada em nuvem. As organizações que têm esse tipo de estrutura têm 131% mais chances de ter superado significantemente seu principal objetivo empresarial de 2018.

O estudo também levantou que companhias digital-first têm 64% mais chance de ter superado significantemente seu principal objetivo empresarial de 2018 e que, entre os profissionais de TI, a prioridade (25%) para 2019 era entregar experiências aprimoradas para os clientes por meio do uso de novas tecnologias.

Jornada do cliente – a chave da personalização

Parte essencial de fortalecer a customer experience é compreender as jornadas realizadas por cada cliente e como aperfeiçoá-las. Imergindo nessa questão, a pesquisa aponta que a principal prioridade digital das grandes organizações (com lucro maior que US﹩195m) é a “gestão da jornada do cliente” (33%), a segunda é “direcionamento e personalização” (28%).

Outro dado interessante é que 37% das grandes companhias consideram “fornecimento de experiências personalizadas em tempo real” como a perspectiva mais empolgante dos próximos três anos. Em segundo lugar, com 22%, fica “utilização de inteligência artificial/bots para impulsionar campanhas e experiências” e, em terceiro, “Internet das Coisas (IoT)/dispositivos conectados”, com 12%.

Metodologia

O estudo foi feito em parceria com a Econsultancy e baseado em uma pesquisa online realizada entre novembro e dezembro de 2018. Foram entrevistados mais de 12 mil profissionais que atuam em diversas áreas em todo o mundo. O estudo completo pode ser acessado aqui .

TIM ativa rede de experimentação 5G no Cubo Itaú

A TIM acaba de ativar o seu primeiro polo de estudos e testes do 5G em São Paulo. O local escolhido é o maior hub de empreendedorismo da América Latina, o Cubo Itaú. A rede de quinta geração, instalada em parceria com a Ericsson, vai possibilitar que as startups possam desenvolver aplicações inéditas nas áreas de indústria 4.0, saúde, educação, tecnologias imersivas e IoT.

“É importante que as startups tenham consciência do poder transformador dessa transição tecnológica e comecem a avaliar os impactos e benefícios sobre os seus modelos de negócio. A TIM, por meio dessa parceria e ação em colaboração com Cubo, começa a influenciar e a fomentar o ecossistema dessa tecnologia para atender as demandas no Brasil e no mundo”, avalia Janílson Bezerra, Head de Innovation & Business Development da TIM Brasil.

O 5G diminui significativamente a latência, que é o tempo de resposta ao acessar conteúdo na internet, possibilitando novos modelos de negócios, como o processamento de dados na nuvem, reduzindo exponencialmente os custos de software e hardware, além de permitir a construção de uma rede massiva de dispositivos conectados à Internet das Coisas (IoT, na sigla em Inglês).

“Por essa razão, acreditamos que o 5G oferece grandes oportunidades para a indústria e outros setores. Ao mesmo tempo, o Cubo se transforma em uma grande vitrine tecnológica, trazendo novas competências e ampliando o alcance das startups”, finaliza o executivo.

A ativação, mediante autorização específica da Anatel, celebra a parceria de quatro anos do Cubo com a TIM, que já havia instalado no espaço o NB-IoT, plataforma dedicada para o desenvolvimento de soluções de Internet das Coisas.

“O 5G não trará apenas alta definição de vídeos que muitos falam. É muito mais que isso. Será transformacional para todas as indústrias e também será utilizado de diferentes maneiras que ainda nem podemos imaginar porque é uma forma totalmente diferente de conectividade. 5G será a extensão de todas as futuras gerações e a utilização pelas startups certamente trará muitos benefícios “, Avalia a co-head do Cubo, Renata Zanuto.

Para liderar um ecossistema favorável ao 5G no Brasil, a TIM optou por atuar no engajamento de empresas de tecnologias, fundações e instituições de pesquisas e ambientes empreendedores para o desenvolvimento de aplicações, produtos e soluções. A operadora já possui três laboratórios 5G em Florianópolis (SC), Campina Grande (PB) e Santa Rita do Sapucaí (MG), além de lojas da operadora na capital paulista.

80% dos brasileiros estão otimistas em relação à melhora das finanças pessoais em 2020

Os brasileiros estão otimistas em relação à sua situação financeira para os próximos 12 meses. A expectativa é apontada por 80% dos entrevistados da pesquisa “PayU Financial Prosperity Barometer: Perceptions of prosperity in high-growth markets”, realizada pela PayU, fintech e divisão de pagamentos eletrônicos da Prosus. E, embora 24% dos pesquisados tendam a adiar decisões financeiras, somente 5% deles acredita que a situação deve piorar nos próximos meses. Ampliando para a América Latina, a projeção continua sendo otimista, embora menor do que no Brasil: 76% dos latino-americanos entrevistados acreditam em uma melhora da situação financeira em 2020. Na contramão, somente 6% avalia um cenário negativo para o futuro.

“Vale destacar o número cada vez maior de EdTechs e fintechs, que desenvolvem soluções para diminuir a burocratização e as barreiras físicas de acesso aos serviços financeiros. Além disso, essas startups ajudam no processo diário de inclusão e avanço da prosperidade financeira no Brasil,” afirma Felipe Gonçalves, diretor de Desenvolvimento de Negócios Globais para a PayU Brasil.

A pesquisa realizada pela PayU ouviu mais de 10 mil pessoas em 18 países e tem como objetivo analisar as percepções de prosperidade em mercados de alto crescimento.

App usa IBM Blockchain para ajudar consumidores a saberem a qualidade e origem do café

Um novo aplicativo móvel para consumidores chamado “Thank My Farmer” vai permitir que apreciadores de café rastreiem o produto para entender sua qualidade e origem e até apoiem o agricultor que cultivou os grãos. Desenvolvido com empresas líderes em toda a cadeia de suprimentos global, incluindo a brasileira Volcafe, além da Beyers Koffie, Federação Colombiana de Produtores de Café (FNC), ITOCHU Corporation, Jacobs Douwe Egberts (JDE), Empresa JM Smucker, Rabobank, RGC Coffee, Sucafina e Yara International, o Farmer Connect é uma plataforma de rastreabilidade desenvolvida pelo IBM Blockchain projetada para ajudar a aumentar a rastreabilidade, eficiência e justiça na cadeia de suprimentos de café.

Atualmente, os consumidores de café consomem mais de meio trilhão de xícaras por ano, e até dois terços dos consumidores entre 19 e 24 anos dizem que preferem comprar café cultivado de forma sustentável e de origem responsável. Mas, apesar do progresso dos órgãos internacionais de certificação, ainda há falta de conhecimento sobre a necessidade de os cafeicultores lucrarem o suficiente para levarem seus produtos ao mercado.

Sua grande cadeia de suprimentos global dificulta a rastreabilidade do café. Uma vez cultivados, o grão faz diversas paradas, inclusive em cooperativas, exportadores, expedidores, importadores, torrefadores, distribuidores e varejistas antes de finalmente chegar ao consumidor. Cada participante desse complexo sistema rastreia apenas seu pequeno segmento da jornada e cada um usa seu próprio sistema para registrar dados. Isso significa que as informações sobre o produto estão fragmentadas.

Os consumidores que esperam diminuir a distância entre o barista do bairro e o agricultor que cultivou seu café agora têm uma solução, graças à mesma tecnologia Blockchain por trás do IBM Food Trust. O Farmer Connect está apresentando o aplicativo “Thank My Farmer”, um sistema voltado para o consumidor que extrai informações diretamente do Blockchain de uma maneira padronizada que pode ser usada em todo o setor. Ele conecta o usuário a agricultores, comerciantes, torrefadores e marcas. As informações são apresentadas em um mapa interativo, permitindo que cada produto conte uma história de maneira simples e escalável. O aplicativo “Thank My Farmer” também apresenta projetos de sustentabilidade nas comunidades cafeeiras e uma oportunidade para os consumidores apoiá-los.

A tecnologia Blockchain junta todas as partes da cadeia de suprimentos de café, simplificando a troca e o rastreamento de informações e pagamentos e permitindo que o setor trabalhe em conjunto com mais confiança. Ele cria uma cadeia digitalizada permanente de transações que não podem ser alteradas. Cada participante da rede possui uma cópia exata dos dados e as adições à Blockchain são compartilhadas em toda a rede com base no nível de permissão de cada participante. Agricultores, atacadistas, comerciantes e varejistas podem interagir de forma mais eficiente usando acesso abrangente a dados em tempo quase real e os consumidores podem ter novas ideias sobre a origem dos produtos que consomem.

“O objetivo é humanizar o relacionamento de cada consumidor de café com sua xícara diária”, afirma David Behrends, fundador e presidente da Farmer Connect. “Os consumidores agora podem desempenhar um papel ativo na governança da sustentabilidade, apoiando os cafeicultores nos países em desenvolvimento. Através do Blockchain e deste aplicativo de consumidor, estamos criando um ciclo virtuoso”.

O novo aplicativo móvel será lançado no mercado geral no início de 2020. Usuários nos Estados Unidos e no Canadá poderão digitalizar códigos QR no café premium da marca 1850®. Os consumidores europeus poderão acessar o aplicativo “Thank My Farmer” por meio de uma nova marca de origem única, a Beyers 1769, assada na Beyers Koffie.

À medida que o aplicativo se expandir em 2020, grandes e pequenas empresas serão convidadas a participar e os consumidores de café poderão apoiar as comunidades onde o café é cultivado, financiando projetos locais. O Farmer Connect está incorporando atualmente a identidade auto soberana, uma nova forma de identidade digital criada com base na tecnologia de contabilidade distribuída, em colaboração com a Sovrin Foundation. Isso fecha o ciclo de uma economia circular que aumentará os meios de subsistência dos pequenos produtores, oferecendo transparência e uma melhor experiência para o consumidor.

Este trabalho com o Farmer Connect também é outro exemplo do impacto da IBM que estende a adoção da tecnologia Blockchain em muitos setores e casos de uso, transformando processos de negócios inteiros e fornecendo aos consumidores informações mais confiáveis. A IBM convocou redes Blockchain inovadoras em áreas como segurança alimentar, remessa global, financiamento comercial, mineração responsável e muito mais.

“Este projeto é outro exemplo de como a tecnologia Blockchain pode ativar um canal para mudanças reais”, ressalta Raj Rao, gerente geral do IBM Food Trust. “O Blockchain é mais do que uma tecnologia comercial aspiracional, é usado hoje para transformar como as pessoas podem construir confiança nos bens que consomem. Para os negócios, pode gerar maior transparência e eficiência”.

Agropad

Recentemente, a IBM e a Enveritas, uma ONG que visa levar práticas sustentáveis ​​ao desenvolvimento econômico e social dos pequenos cafeicultores, assinaram um projeto conjunto para a realização de testes do AgroPad, tecnologia baseada em IA desenvolvida pelo Laboratório de Pesquisa da IBM Brasil, que permite a análise química e remota de solo. A partir deste projeto, IBM e Enveritas também pretendem entender melhor o ambiente, o contexto e as pessoas que potencialmente irão usar o AgroPad, bem como desenvolver um material educacional para treinar e capacitar futuros usuários da tecnologia.

Carros autônomos e o futuro dos dados conectados

Por Paulo Roberto Henneberg, Field Marketing Manager da Hitachi Vantara*

Os dados são o “novo petróleo” do mundo, dizem muitos especialistas. Mas, como atrelá-los à uma inovação consciente, que traga redução de custos operacionais, processos mais eficientes e, claro, maior experiência para os clientes?

A velocidade das informações fez com que muitas áreas sofressem mudanças. Obviamente, o setor automobilístico é um dos mais afetados com a transformação digital, porém sou bastante otimista quando falo sobre o tema, acredito que integração de dados é o caminho paras as empresas deste segmento.

As novas tecnologias aumentam o volume de dados de clientes e de produtos, integrando as operações com análises cada vez mais avançadas de dados. Um veículo autônomo além de reduzir o tempo de uma viagem, também pode reduzir custos operacionais para garantir a segurança de pedestres e do tráfego, diminuindo assim o impacto ambiental. Segundo o relatório “Global In-Vehicle Infotainment Market, Analysis & Forecast, 2017 – 2022 “, da BIS Automotive, o mercado global de infotainment em veículos deve alcançar US﹩ 52,2 bilhões até 2022.

Um estudo da Boston Consulting Group em parceria com o Fórum Econômico Mundial analisou a presença de carros autônomos em centros urbanos, o que resultaria em uma redução de 60% de carros circulando nas ruas e uma diminuição de 90% em números de acidente entre os veículos. Em relação aos ganhos ambientais, a estimativa é de menos de 80% em relação a emissão de gases poluentes.

As empresas já se preparam há alguns anos para atingir este mercado, em 2010 a Google chegou a desenvolver um carro autônomo e obteve excelentes resultados em milhões de quilômetros nas ruas de Mountain View e da Califórnia, regiões próximas da sede da empresa. Porém, até o momento o carro ainda não foi produzido, devido alguns acidentes ocorridos com o protótipo.

O assunto também é estratégico para grandes empresas, como a Hitachi Automotive Systems, empresa que faz parte do conglomerado Hitachi, que recentemente anunciou que pretende fundir quatro de seus fabricantes de autopeças com a Honda para criar um fornecedor único. O anúncio feito no início do mês de novembro, tem o objetivo de criar a terceira maior empresa fornecedora de autopeças do Japão em vendas. O foco desta fusão é o desenvolvimento de componentes para sistemas de carros elétricos e de condução autônoma.

A Hitachi Automative Systems começou a testar carros autônomos e conectados na América do Norte em 2015 em ambientes urbanos simulados, somente no ano passado que iniciou os testes nas estradas do Japão. Em outubro deste ano, a empresa anunciou o desenvolvimento de uma tecnologia de controle que usa uma AD ECU (Unidade de Controle Eletrônico de Condução Autônoma), que será utilizada para evitar riscos ao mapear e reconhecer perigos potenciais, antecipando assim o comportamento de objetos em movimentos. AD ECU deve processar todos os dados sensoriais (câmera estéreo, radar etc.) para determinar os comandos de controle do veículo.

Além de todo esse acesso aos dados, é necessário interpretá-los para gerenciá-los da melhor forma como combiná-los com Big Data, IoT e análises avançadas (IA, Machine Learning e Deep Learning) que impulsionam a excelência operacional, seja também por meio da análise voltada às expectativas dos atuais consumidores, que buscam cada vez maiores experiências, como para empresas no seu processo de monetização de dados.

Garage Criativa oferece workshop de introdução a Métodos Ágeis

O Garage Criativa, laboratório de inovação que tem auxiliado empresas de diversos setores em suas jornadas de transformação digital, acaba de abrir inscrições para seu workshop de introdução aos métodos ágeis, que acontece no dia 22 de janeiro.

A programação demonstra como o Agile pode auxiliar uma organização em seu processo de digitalização, impulsionando a gestão de projetos complexos e otimizando times de alta performance.

As metodologias ágeis foram criadas em 2001 por programadores que visavam a adequar seus trabalhos aos desafios de gestão ocasionados pela revolução digital.

O conceito redefiniu relações sociais e trabalhistas, impactou a produtividade de negócios e agilizou a entrega de produtos e projetos, que passou a ser realizada em ciclos curtos, com foco no cliente final.

Segundo estudo da CA Technologies, empresa de software estadunidense, 81% dos executivos acreditam que as metodologias ágeis são essenciais para uma transformação digital bem-sucedida e para o melhor desempenho do negócio.

O conteúdo do workshop permite que o aluno tenha contato com casos reais, usando a proposta inovadora do Problem Based Learning (PBL) – ou seja, a aprendizagem baseada em problemas que inserem o aluno no centro do processo de resolução -, para que todas as dificuldades sejam abordadas em sala de aula.

Todos os cursos do Garage Criativa entregam ao inscrito 80% da carga horária em exercícios práticos. Os projetos são propostos para o desenvolvimento de estudos relacionados a 4ª Revolução Industrial, Organizações Exponenciais e a Transformação Digital.

Serviço

Investimento: R﹩97,00

Local: Rua Cubatão, 436 – Paraíso, São Paulo – São Paulo, 04013-001 – Conj. 32 – 3o. Andar, 18h45 às 22h15

Data: 22 de janeiro

Vagas: Limitado a 20 vagas

Adoção de blockchain cresce, mas falta estratégia, diz estudo da Accenture e do Fórum Econômico Mundial

No contexto atual de negócios, as organizações estão tentando entender qual o papel das tecnologias emergentes, como inteligência artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), realidade imersiva e até computação quântica. Um estudo conduzido pela Accenture em parceria com o Fórum Econômico Mundial indica que as organizações em alto crescimento estão investindo agressivamente e adotando uma abordagem distinta da inovação, orientada para a mudança, orientada a resultados e com foco em interrupções.

Estudo global do Fórum Econômico Mundial e da Accenture:

– 550 líderes dos setores público e privado entrevistados;
– 13 principais indústrias globais identificadas como prioritárias;
– 79 projetos Blockchain desconstruídos e examinados.

De acordo com a pesquisa “Construindo Valor com Blockchain” da Accenture, atualmente mais de 64% das iniciativas de blockchain estão sendo financiadas por verbas de TI ou de pesquisa / inovação – o que implica que o foco está na tecnologia, e não no alinhamento quanto às oportunidades com as principais áreas da empresa.

Quando perguntados sobre o que levou as organizações a investirem em tecnologia blockchain, 75% mencionaram a prioridade de suas empresas para a inovação. As três principais áreas de interesse dos setores pesquisados ​​foram: 1) rastreabilidade total das informações sobre o blockchain; 2) a capacidade de verificar se os dados não foram adulterados; e 3) a maneira como a tecnologia é distribuída.

Notavelmente, poucas organizações selecionaram “novos produtos ou serviços para negócios” – que ficou em último lugar entre as opções de investimento. Isso sugere que o foco atual das organizações é melhorar os produtos e serviços existentes antes de considerar investir em novas oportunidades.

Recomendações para a implementação de blockchain

O estudo traz em sua conclusão uma série de recomendações para os gestores alcançarem um investimento positivo ao implementar blockchain em suas organizações. Dentre elas:

Tire um tempo para entender a tecnologia

Cada organização deve ter um líder sênior responsável por entender e rastrear o que está acontecendo com a tecnologia e dentro das indústrias.

Alinhar prioridades estratégicas

O processo de mudança deve ser resultado da identificação de uma vantagem competitiva na construção de redes blockchain e da aplicação da tecnologia.

Defina expectativas realistas

Garantir que todos estejam na mesma página desde o início, tanto na organização como em parceiros externos, oferece a maior chance de superar a impaciência e suposições irreais.

Tenha uma abordagem ágil

Embora possa não haver uma proposta clara de valor agora, será importante que as organizações monitorem e se preparem se estiverem interessadas em participar potencialmente.

Pense além da sua empresa

Ao avaliar o valor, é importante considerar os efeitos de rede e de escala, principalmente nos resultados da colaboração com diferentes partes internas e externas.

5 desafios de pequenas empresas que a tecnologia soluciona

O número de empreendedores cresce a cada ano no Brasil — fator que ocorre seja por necessidade ou oportunidade. E esse número deve continuar subindo, impulsionado pela retomada da economia brasileira — segundo o Banco Central, em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) deve aumentar 2,2% — quase o dobro do que foi registrado em 2019 (1,2%).

Na contramão desse contexto de expansão, de acordo com o Sebrae, uma a cada quatro empresas fecha antes de completar dois anos de funcionamento e a principal razão é a dificuldade de planejamento e execução de algumas tarefas, incluindo a administração dos negócios.

Em pesquisa recente, a instituição mostrou que cerca de 2,1 milhões de empresas fazem a contabilidade à moda antiga, no papel, e 73% não possui página na internet. Para auxiliar na mudança desse cenário, a Sage, empresa líder de mercado em soluções de gestão na nuvem, listou algumas dicas que podem melhorar a rotina administrativa dos pequenos negócios e ajudá-los a crescer em 2020.

1 — Controle as atividades financeiras

Uma das atividades mais complexas para os empreendedores é administração financeira. Para driblar essa dificuldade, o primeiro passo é separar as contas pessoais das finanças da empresa — abra uma conta bancária jurídica, estabeleça um salário para você e nem pense em misturar o seu dinheiro com o do seu negócio. O segundo é adotar uma solução para administrar o fluxo de caixa e contar com tecnologia para auxiliar nesse processo. Por exemplo, os sistemas Sage NFe e Sage Financeiro são opções acessíveis que irão ajudar o empreendedor nesta atividade. Juntos, realizam respectivamente a emissão de notas fiscais e gestão de fluxo de caixa em uma mesma solução na nuvem, o que permite que a gestão seja realizada onde e quando o empreendedor quiser.

2 — Migre para a nuvem

As pilhas de documentos que antes enchiam os escritórios passaram a ocupar espaço na memória dos computadores. Porém, ainda assim, estão fisicamente presos a um dispositivo. O armazenamento em nuvem é uma tecnologia criada para resolver esse desafio e dar mais mobilidade e produtividade ao usuário, ou seja, ideal para a rotina do empreendedor. Com ela é possível guardar dados utilizando um servidor online, que está sempre disponível, em qualquer hora e lugar. Outro ponto importante é a garantia de continuidade dos seus negócios porque os fornecedores desse tipo de solução seguem um protocolo rigoroso de segurança e garantem que nenhum documento seja perdido. E tudo isso com pacotes que cabem no bolso do empreendedor.

3 — Dimensione seu estoque

Conhecer o estoque e saber a hora certa para comprar mais é essencial para prevenir prejuízos. O final de ano em uma loja, por exemplo, é extremamente corrido e dimensionar a quantidade de mercadorias armazenadas poderá ser o diferencial para lucrar mais nesse período e evitar a perda de mercadorias. É possível encontrar no mercado soluções com preços baixos, que oferecem mecanismos de gerenciamento de estoque integrados aos fluxos de compra e venda do negócio. Por exemplo, quando uma venda é efetuada, o próprio software dá baixa automaticamente no estoque do produto vendido e quando atingido um valor mínimo o sistema dispara um pedido ou cotação de compra.

4 — Conheça o seu cliente

Conhecer o cliente e saber do que ele precisa é ter domínio sobre os negócios. É nessa linha que o CRM (Customer Relationship Management) trabalha. Ele mapeia o perfil de cada consumidor — dos itens mais adquiridos até a frequência de compras — e gera indicadores que possibilitam ao empreendedor criar estratégias de vendas focadas em seus consumidores e assim estreitar o relacionamento com eles. É importante ressaltar que alguns sistemas são gratuitos por um curto período ou limitados a um certo número de recursos.

5 — Use os dados ao seu favor

Que os dados são o novo petróleo, todo mundo já sabe. Porém, para o empreendedor, reunir informações pulverizadas e extrair conclusões poderosas de planilhas é um desafio e tanto. Mas o mercado já criou opções que se adaptam a realidade do micro e pequeno empresário: são as chamadas soluções self-service BI (Business Intelligence, ou Inteligência de Negócios). Com parametrização simplificada e custo acessível, o próprio empreendedor consegue operá-las de forma autônoma sem a necessidade de um especialista. Essas ferramentas centralizam os dados que estão em diferentes locais — vendas, perfil dos clientes, performance de funcionários, resultados contábeis e entre outros serviços — criando análises dinâmicas através do cruzamento destes dados, que irão transformar o processo de tomada de decisão do negócio ou até mesmo resolver pequenos problemas do dia a dia, reduzindo custos e impulsionando as vendas.

92% dos brasileiro desejam um novo emprego em 2020. Confira 10 dicas para começar o ano de trabalho novo

“Ano novo, vida nova”, quem nunca mencionou a frase durante a virada do ano, não é mesmo?! Com a entrada de um novo ano muitas desejos são renovados, lista de desejos são feitas e o objetivo é um só: tirá-los do papel! Segundo pesquisa conduzida pela catho com mais de 7 mil respondentes, 92% dos brasileiros desejam um novo emprego em 2020.

A mostra ainda identificou que para 70% não ter um emprego é impeditivo para realizar os objetivos que almejam, enquanto para 92,5% a chave para realização das promessas de ano novo estão atreladas à empregabilidade, ou seja, sem um emprego novo, nada se concretiza. Mas afinal, como transformar o desejo em realidade?

Para Tábitha Laurino, gerente sênior da Catho, as expectativas é que em 2020 serão disponibilizadas mais oportunidades de vagas, no entanto, sendo esse o momento ideal para que candidatos fortaleçam sua competitividade no mercado.

“Profissionais que desejam colocação ou recolocação profissional encontrarão grandes oportunidades. No entanto, etapas como currículo e entrevista merecem ganhar atenção redobradas dos candidatos, afinal, essas são as fases mais importantes de um processo seletivo e também as que mais exigem dúvidas”, afirma a profissional.

Conheça 10 dicas que especialista preparou para fazer o trabalho novo virar realidade e finalizar 2020 de uma forma diferente:

Trace um objetivo – Tenha de forma clara qual é a sua meta profissional: “Quero um emprego como analista de marketing!”. Se cerque sobre o tema, estude as principais empresas no setor, principais vagas no segmento e corra em direção a ele. Não vale desanimar no meio do caminho e trocar de objetivos várias vezes ao ano. Mantenha o foco!

Meta de carreira – Onde você se enxerga daqui a 5 anos? Rabisque quais são suas ambições profissionais e quais os principais caminhos necessários para conquistá-las. E claro, trabalhe com metas realistas. É importante compreender que nem todas as conquistas profissionais dependem exclusivamente de você.

Atualize seu currículo – Revise, pesquise modelos atualizados, peça opinião de um amigo. Todos os esforços para manter o material competitivo são válidos. Ah, não deixe de conferir os contatos utilizados no cabeçalho, esse é tópico é imprescindível. Além disso, aponte de que forma você agregou em sua passagem pelas empresas, esse é mais um diferencial.

Não atire para todos os lados – Você sabia que as chances de você ser notado pelo recrutador são maiores quando você se candidata a uma vaga que tem aderência ao seu perfil profissional? Quer trabalhar em mais de uma área? Crie dois currículos, assim, suas chances são maiores.

Recorra a sites de emprego – Segundo dados da Pesquisa dos Profissionais Brasileiros de 2019 da Catho, cerca de 80% das pessoas procuram oportunidades de emprego em plataformas online. A escolha se sobressai devido ao uso da Inteligência Artificial, que une qualificação e comportamento do candidato, em cruzamento com os requisitos das vagas anunciadas e preferências dos recrutadores. Trabalhando palavras-chave específicas da área aumentam-se as chances do “match” acontecer.

Se prepare para a entrevista – Um dos momentos mais esperado chegou, não perca essa oportunidade! Estude sobre a empresa, conheça mais sobre o seu segmento, que tipo de cultura ela aplica no ambiente organizacional, quais outras empresas parceiras ela se filia. Chegue para o bate papo com o recrutador afiado e mostre seu conhecimento e preparo.

Não tenha medo de arriscar – Ainda segundo a pesquisa, 13% dos profissionais tem medo de se arriscar em um novo emprego e se deparar com dificuldades na nova trajetória profissional. Aproveite os estímulos do novo ano e se desafie a ir além. Toda experiência contribui para potencializar habilidades técnicas e comportamentais. Esteja aberto!

Não deixe de buscar novos conhecimentos – Graduação, curso de idiomas, apostilas online, tudo é válido para agregar novos saberes. Com pouco ou nenhum recurso, não deixe de investir, busque meios que caibam no seu orçamento – mesmo que ele seja R﹩ 0, há também opções gratuitas – avance nos estudos, o maior beneficiado será você e o seu currículo.

Tire tempo para você – Ainda segundo a pesquisa, 39% gostariam de ter mais qualidade de vida. Ainda que o novo emprego não tenha surgido, não deixe de tirar um tempo de relaxamento, fazer uma caminhada ao ar livre ou até mesmo curtir programações gratuitas. Esses momentos dão fôlego e mantenham a chama dos objetivos acesa.

Não desanime – Dentre os principais empecilhos identificados pelos profissionais destacam-se: muita concorrência (50%), não ter um currículo competitivo (29%) e medo de perder a estabilidade (19%). Não importa quais são os seus receios, acredite em você, trabalhe todas as fases do processo seletivo, se dedique e acredite que a oportunidade irá aparecer!