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Para 71% das pessoas o deslocamento para o trabalho impacta na produtividade

O tempo de deslocamento diário da casa para o trabalho tem impacto direto na produtividade para 71% das pessoas entrevistadas pela pesquisa Alelo Hábitos do Trabalho, realizada pelo instituto Ipsos, nas 12 maiores regiões metropolitanas do país.

O transporte público, incluindo ônibus, metrô e trem, é o principal meio de deslocamento usado por 49% dos trabalhadores. A utilização de carros e motos próprios foi sinalizada por 37% dos pesquisados. Cada vez mais popular, o uso de aplicativos de mobilidade como Uber, 99, Cabify, entre outros, apareceu como a principal escolha para 16% dos empregados. Os entrevistados podiam indicar todas as opções que utilizam e, no geral, cada um usa de 1 a 2 meios em seu deslocamento.

Outra alternativa registrada foi o deslocamento feito por bicicletas e patinetes próprios, realizado por 5% dos entrevistados. Outros 3% utilizam as mesmas opções de micromobilidade só que por aplicativos de compartilhamento.
“A pesquisa oferece informações preciosas para compreendermos a realidade dos trabalhadores, nesse ambiente de transformações aceleradas na economia”, afirma André Turquetto, diretor de Marketing e Produtos da Alelo. “Um exemplo: as novas tecnologias de mobilidade já fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. Outro ponto importante é que a maior parte dos entrevistados expressou a percepção de que a qualidade e o tempo do deslocamento impactam a produtividade. As empresas precisam estar atentas a fatores como esse”.

Do total de entrevistados que afirmaram que o deslocamento impacta em sua rotina profissional, 54% são homens, 58% pertencem a classe C e 56% estão na faixa etária entre 25 e 44 anos.

Nos grandes centros urbanos, o impacto do tempo de deslocamento é ainda mais relevante. A maior influência foi registrada na região metropolitana de São Paulo, de acordo com 24% dos empregados ouvidos, seguido pelo interior paulista com 19%. A parte central do Rio de Janeiro ficou em terceiro lugar, com a indicação de 13% dos entrevistados.

Alelo Mobilidade

Para a Alelo, mobilidade urbana é um dos pilares mais importantes. “Acompanhamos esses novos comportamentos para que possamos oferecer os produtos que permitam mais liberdade de escolha aos usuários e uma melhor gestão às empresas”, acrescenta Turquetto.

Alinhada com as novas demandas e tendências, a empresa oferece o Alelo Mobilidade, um cartão para todos os tipos de modais urbanos, incluindo o abastecimento e pagamento de manutenção leve para o carro próprio, bem como outros tipos de transportes como aplicativos de táxi, carro compartilhado, locação de bicicleta, transporte público e até táxi aéreo. Nele, a empresa define o valor a ser disponibilizado ao colaborador, que escolhe a sua melhor opção de transporte.

Sobre a pesquisa

Encomendada pela Alelo ao Instituto Ipsos e realizada durante os meses de agosto e setembro de 2019, a pesquisa Hábitos do Trabalho ouviu 1.518 pessoas, com trabalho registrado, nas principais regiões do país, 56% homens e 44 % mulheres, de 18 e 65 anos, sendo a maior porcentagem (55%), a população entre 25 e 44 anos.
O Instituto Ipsos entrevistou, por meio de uma pesquisa online, ao todo, 2.333 pessoas: 1.518 com trabalho registrado, 468 desempregadas e 347 autônomas. O estudo foi nas principais regiões metropolitanas do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Brasília, Florianópolis, Belém, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador e Fortaleza. A pesquisa apresenta margem de erro de 2pp.

Glassdoor anuncia Melhores Lugares para Trabalhar em 2020

Glassdoor, um dos maiores sites de recrutamento e vagas do mundo, anuncia, pela primeira vez no Brasil, seu prêmio Melhores Lugares para Trabalhar – Escolha dos Profissionais. Diferentemente de outros prêmios sobre local de trabalho, o Melhores Lugares para Trabalhar do Glassdoor é feito com base na contribuição de funcionários que voluntariamente fornecem seu feedback de forma sigilosa sobre a empresa.

Neste ano, 10 listas serão divulgadas simultaneamente em 9 países, incluindo BrasilMéxico e Argentina. O prêmio reconhece empresas também nos Estados UnidosCanadáReino UnidoFrançaAlemanha e Singapura.

Nos Brasil, o Glassdoor premia os 50 Melhores Lugares para Trabalhar. Os vencedores são determinados usando um algoritmo proprietário do Glassdoor e a nota de cada empresa leva em conta a quantidade, qualidade e consistência das avaliações enviadas por funcionários sediados no Brasil entre 23 de outubro de 2018 e 21 de outubro de 2019. As notas vão de 1 a 5, sendo 1 muito insatisfeito e 5 muito satisfeito. Os cálculos reais se estendem além da milésima casa decimal.

“Este novo ano vai marcar o início de uma década “culture-first”, em que a cultura do local de trabalho ganha cada vez mais relevância. Os vencedores do prêmio são empresas que colocam a cultura, a missão e as pessoas no centro de tudo o que fazem. E, por isso, seus funcionários as reconhecem como os Melhores Lugares para Trabalhar em 2020″, diz Christian Sutherland-Wong, presidente, diretor de operações e futuro CEO do Glassdoor. “Além disso, os vencedores deste ano se destacam por promover a transparência, oferecer oportunidades de crescimento na carreira e valorizar o trabalho impulsionado por impacto e propósito. Parabéns a todas as empresas que foram genuinamente reconhecidas pelos seus funcionários nesta edição.”

Os dez melhores lugares para trabalhar do Brasil em 2020 são:

  1. SAP (Nota: 4.6)
  2. ThoughtWorks (Nota: 4.5)
  3. Google (Nota: 4.5)
  4. Takeda Pharmaceuticals (Nota: 4.5)
  5. Banco Votorantim (Nota: 4.5)
  6. MetLife (Nota: 4.5)
  7. Bain & Co mpany (Nota: 4.5)
  8. Eurofarma (Nota: 4.5)
  9. McKinsey & Company (Nota: 4.5)
  10. Nubank (Nota: 4.4)

A lista dos 50 melhores lugares para trabalhar em 20 20 do Glassdoor traz empresas de vários setores, incluindo tecnologia, serviços financeiros, consultoria e outros. A SAP ocupa o primeiro lugar na lista, com uma nota de 4,6. ThoughtWorks (4.5), Google (4.5), Takeda Pharmaceuticals (4.5) e Banco Votorantim (4.5) completam o top 5.

“As pessoas se preocupam profundamente com o local onde trabalham e um conjunto crescente de pesquisas mostra que empresas com excelentes culturas não apenas têm uma clara vantagem competitiva para atrair talentos, mas também frequentemente estão à frente dos concorrentes em termos de desempenho financeiro. Os líderes de hoje não podem ignorar dados que mostram que a cultura é um dos investimentos mais inteligentes que as empresas podem fazer a longo prazo”, afirma Andrew Chamberlain, economista-chefe do Glassdoor.

Ao avaliar uma empresa no Glassdoor, os usuários avaliam sua satisfação geral, além de critérios como oportunidades de carreira, remuneração e benefícios, qualidade de vida, alta liderança e cultura e valores. Além disso, compartilham sua opinião sobre os prós e contras do ambiente de trabalho e são incentivados a deixar conselhos para a presidência. Também é perguntado aos profissionais se eles recomendariam seu empregador a um amigo e se eles acreditam que as perspectivas de negócios para os próximos seis meses são positivas, negativas ou neutras. Entre mais de um milhão de empresas avaliadas no Glassdoor, a nota média é de 3,5.

Durante o período de elegibilidade de um ano, as empresas consideradas para a lista devem ter recebido pelo menos 30 avaliações para cada um dos seis atributos (classificação geral da empresa, oportunidades de carreira, remuneração e benefícios, cultura e valores, qualidade de vida e recomendação para um amigo) levados em consideração como parte do algoritmo de premiação. Para esta edição, foram consideradas empresas com 1000 funcionários ou mais globalmente.

Para simplificar os relatórios, as notas são exibidas com apenas uma casa decimal, embora os cálculos se estendam além da milésima casa decimal para determinar a ordem de classificação final. A metodologia completa dos prêmios pode ser encontrada e baixada aqui: https://www.glassdoor.com.br/Award/index.htm.

VEJA OS VENCEDORES DE 2020:

50 Melhores Lugares para Trabalhar – Brasil

25 Melhores Lugares para Trabalhar – México

10 Melhores Lugares para Trabalhar – Argentina

100 Melhores Lugares para Trabalhar – EUA (Grandes Empresas)

50 Melhores Lugares para Trabalhar – EUA (PMEs)

25 Melhores Lugares para Trabalhar – Canadá

50 Melhores Lugares para Trabalhar – Reino Unido

25 Melhores Lugares para Trabalhar – França

25 Melhores Lugares para Trabalhar – Alemanha

10 Melhores Lugares para Trabalhar – Singapura

Startup acelerada pelo Banco Central quer transformar comércios em caixas eletrônicos

No Brasil o mercado de caixas eletrônicos é dominado pela rede 24 Horas, de propriedade dos 5 maiores bancos brasileiros. Os bancos digitais e empresas de tecnologia financeira, conhecidas como fintechs, tem encontrado dificuldades para se conectarem a esta rede. No início de Novembro o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, criticou publicamente os preços cobrados pela rede Banco 24 horas.

Neste contexto foi criada a Saxperto. Uma iniciativa que permite aos clientes de bancos e carteiras digitais fazerem saques em pontos de comércio próximos de sua localização, como bancas de jornais, padarias e supermercados.

Seus fundadores são Tiago Godoi que foi consultor na Mckinsey e no Mercado Pago e Rodrigo Batista, fundador do Mercado Bitcoin, empresa líder em trasações de moedas virtuais e blockchain no Brasil, que ele vendeu recentemente. A ideia de criar a startup surgiu quando Rodrigo percebeu que sua dificuldade de permitir que os clientes sacassem os reais de sua empresa era comum a diversas outras fintechs.

Com a solução criada pelos empreendedores, os clientes dos bancos digitais não precisam instalar nenhuma aplicativo adicional. Basta abrir o app de sua conta digital que passará a exibir um mapa com locais próximos que tem notas de real disponíveis e ir sacar. A iniciativa conta com a aceleração do Banco Central por meio do programa Lift.

“Essa solução permite às carteiras digitais terem acesso a uma rede grande e bem mais barata de pontos de saques, aos clientes terem locais próximos de onde estejam. Para os estabelecimentos comerciais ela trás mais público e remove dinheiro do caixa, o que normalmente gera custos de segurança e transporte”, diz Tiago Godoi.

A startup cobra dos bancos digitais metade do cobrado pela Rede 24 Horas. Hoje está testando sua solução em Porto Alegre, mas pretende chegar a 100 mil pontos de saques até o final de 2020.

O início da startup conta com saques para cinco bancos digitais e a meta é ampliar a oferta a clientes de 50 carteiras digitais até o fim do próximo ano.

Candidato ideal: como acertar na hora da contratação?

Contratar o funcionário “errado” pode sair caro para as empresas, além de trazer custos e perda de produtividade. O processo de seleção de um novo colaborador é complexo e os recrutadores devem considerar muitos fatores na hora da seleção.

Para esclarecer dúvidas e ajudar os entrevistadores e gestores a encontrar o “candidato ideal”, o coordenador do curso de pós-graduação em Gestão Estratégica de Pessoas da FECAP, Augusto Dutra Galery, elenca os pontos principais que devem ser levados em conta para não ter “dores de cabeça”.

QUAIS COMPETÊNCIAS A EMPRESA BUSCA?

O ideal no momento de selecionar um novo colaborador é compreender quais competências ele deve ter para desempenhar a atividade. Um erro comum nesse momento é conhecer pouco os processos de trabalho da vaga em questão. Se o recrutador está distante da rotina que o funcionário realizará, não deve partir do pressuposto que compreende o trabalho. Uma dica é conversar com supervisores ou outras pessoas na mesma posição para compreender quais são as reais habilidades e conhecimentos necessários para a vaga.

CONSIDERE EXPERIÊNCIAS ANTERIORES

Outro erro comum é considerar apenas a experiência profissional e desqualificar as atividades extras que o candidato traz. Peça para o candidato contar histórias de suas experiências e pense em quais conhecimentos questionar na entrevista. Por exemplo, se o candidato afirma que conhece um determinado sistema de informática, acrescente perguntas: “Como você aprendeu a usar esse sistema?” ou “Você já teve que gerar relatórios nesse sistema?”. Vale a pena listar essas competências para analisar como as experiências anteriores do candidato poderão somar à nova posição que ele ocupará. Pondere se vale a pena aplicar um teste (por exemplo, peça ao entrevistado para fazer uma planilha no Excel, se essa for uma habilidade necessária).

SALÁRIO É IMPORTANTE, MAS NÃO É TUDO

Busque descobrir as motivações do candidato. Um erro comum é achar que apenas o salário manterá o colaborador motivado. O dinheiro é importante, mas não é o único motivador. Funcionários que trabalham apenas pelo dinheiro não criam comprometimento com os resultados, nem engajamento com a empresa, mesmo quando são comissionados. Procure as motivações relacionadas à aprendizagem que a vaga poderá trazer. Descubra se a pessoa tem interesse nas tarefas que assumirá, se as considera desafiadoras, ou se poderá aprender com elas.

O CANDIDATO SE ADEQUA À CULTURA DA EMPRESA?

Não selecione os candidatos com base apenas em habilidades e conhecimentos técnicos. Uma em cada quatro demissões no Brasil acontece por falta de adequação do funcionário à cultura da empresa, segundo estudo da consultoria Robert Half. Conhecer os valores do candidato é muito importante para compreender se ele se adaptará à organização. Questões relacionadas a relacionamento com a equipe e o líder também estão entre as principais causas de demissão. Deixe que ele converse com o líder imediato e faça dinâmicas para avaliar se o candidato se comporta em grupo da forma que você espera de um colaborador. Não é uma questão de descobrir valores certos ou errados, mas de checar aqueles que mais se adequam à cultura da empresa.

Levantamento da Ticket mostra que 87% dos brasileiros preferem receber benefícios de Natal em cartão

A Ticket, marca pioneira no setor de benefícios de refeição e alimentação da Edenred Brasil, realizou neste mês um amplo levantamento sobre as preferências e o comportamento do brasileiro com relação aos benefícios de fim de ano, especificamente à cesta de Natal. A marca recebeu mais de 68,7 mil respostas sobre o tema.

De acordo com a pesquisa, entre os mais de 25 mil trabalhadores que declararam receber benefícios de Natal, apenas 12,7% informaram a preferência pela cesta física, mas essa é a aposta das empresas em que 24% dos respondentes trabalham.

Em contrapartida, mais de 87% consideram ser melhor receber o auxílio em um cartão carregado com o valor definido pela empresa. Entre os que recebem a cesta física, quase 36% disseram que não utilizam todos os produtos que a compõem, e que é necessário complementá-la para a elaboração da ceia. Para quase metade desse público (46%), há algum desconforto no transporte do benefício: 33% levam a cesta para casa em transporte público; 8% pedem carona para levar os produtos para sua residência; e 4% carregam os itens aos poucos, pois não têm como realizar o transporte de uma única vez.

A pesquisa da Ticket também revelou que, em geral, os produtos para a ceia são adquiridos nos dias que antecedem as festas por 66% dos trabalhadores.
As compras são realizadas com dois ou três dias de antecedência por 31,5% dos entrevistados; e por 35% uma semana antes das festas.

Os trabalhadores também estão de olho nos preços dos ingredientes. Quase 65% relataram ter percebido um aumento considerável no valor nos ingredientes da ceia em 2018, no comparativo com o ano anterior. Em geral, as compras são feitas em supermercados: apenas 2,3% disseram optar por minimercados; e 2,5% preferem açougues ou hortifrútis.

Com relação ao cardápio, 40% indicam que tentam variar o menu com novas receitas. Mas a grande maioria não abre mão de preparações com algum tipo de carne: 37,2% preferem aves, como peru e chester; 25,4% optam por carne bovina; 11,8% consideram essencial contar com carne suína; e apenas 5,6% relatam preferência por peixes. Somente 2,63% dos entrevistados ressaltaram que ter opções de saladas no cardápio é fundamental. No tocante às bebidas, as alcoólicas (31,5%) e os refrigerantes (40,2%) são considerados indispensáveis na mesa dos brasileiros durante as festas.

“A pesquisa que realizamos evidencia um aspecto importante no perfil de consumo de itens de alimentação do trabalhador brasileiro com relação às festas de fim de ano: o principal desejo é o de ter liberdade de escolha. E isso é algo pelo que a Ticket preza e possui expertise e vasta experiência para solucionar. Dar ao trabalhador o direito de eleger pela compra de itens que lhe agradam mais, respeitando a pluralidade do mundo e transformando a ceia em um momento ainda mais especial é um dos conceitos relacionados ao Ticket Alimentação Natal. Um cartão que permite mais liberdade na escolha dos itens e mais conforto, evitando deslocamentos longos com itens físicos”, avalia Felipe Gomes, Diretor-Geral da Ticket.

Apenas 36,8% dos respondentes afirmaram receber algum benefício de alimentação diferenciado para as festas de fim de ano. Entre as soluções oferecidas pela Ticket, o Ticket Alimentação Natal é ideal para as empresas no fim de ano. O cartão pré-carregável oferece praticidade e segurança, tanto para as empresas quanto para os empregados beneficiados. Além de simplificar a contratação do benefício e reduzir as preocupações com logística e armazenamento, como ocorre com as cestas de Natal físicas, reduz riscos de acidente no percurso do trabalho para a residência e dá liberdade de escolha dos itens que serão comprados.

Revolucionando a experiência do consumidor na edge

Por Anderson Santos

Quando falamos em varejo, logo vêm à mente estabelecimentos comerciais que vendem artigos diversos. Mas há, sim, outros lugares voltados ao cliente a serem considerados. Os hospitais, por exemplo. Lá, existem, inclusive, quiosques de atendimento. O fato é que essas novas experiências do consumidor demandam uma infraestrutura digital e, mais do que isso, devem, de alguma forma, resolver uma equação: precisam fornecer a confiabilidade e a segurança características dos ambientes tradicionais de TI, mas têm que ser entregues em um contexto inteiramente novo.

O consolo é que, agora, a tecnologia é bem compreendida. Mais do que nunca, companhias aéreas digitizam quiosques de check-in; lojas fazem o mesmo com balcões de atendimento; e bancos transformam o modo como os serviços são prestados. O processo de implantação é sempre particular, e as problemáticas a serem resolvidas podem ser únicas; no entanto, as ferramentas tecnológicas que sustentam a transformação são praticamente idênticas.

Ao mesmo tempo que a tecnologia está mudando, o varejo e os outros setores voltados ao cliente estão em pleno desenvolvimento. Eles estão migrando para um mundo omnichannel, no qual a experiência física em uma loja, em um hospital ou em qualquer outro local é enriquecida por uma experiência on-line paralela. A loja física e o mundo virtual ficarão entrelaçados. Tudo começa com um e-mail que leva o cliente à loja com uma oferta de desconto. Uma vez dentro da loja, o marketing interativo ajuda o cliente a encontrar o produto certo e a compará-lo com o que está disponível em outro lugar.

Nos últimos anos, a mudança acelerou à medida que as experiências direcionadas ao cliente deixaram de ser um complemento ou uma novidade para se tornarem intrínsecas aos negócios. Muitas lojas já investem em sinalização digital interativa. No princípio, esses equipamentos eram tidos como brinquedos – dispensáveis, inclusive. Hoje, porém, os clientes entram no estabelecimento apenas para usar os displays.

Em um nível mais básico, os restaurantes têm terminais móveis de cartão de crédito para pagamento na mesa. Essa é a norma na Europa. Já nos Estados Unidos, o que começou como uma conveniência não demorou a se tornar essencial. Mas, se os terminais do cartão de crédito caírem, como será possível receber os pagamentos? A conclusão é uma só: a experiência digital foi incorporada à experiência principal.

Operação sem pessoal

Uma enorme diferença entre essas aplicações e a TI tradicional é a localização. As aplicações antigas de back end estão em um data center em que o público não entra. Já as novas estão no “tumulto”, em locais onde os atendimentos efetivamente acontecem. Porém, apesar disso, um profissional-chave não está ali. Estamos falando do engenheiro de TI.

Uma loja com milhares de unidades não consegue arcar com as despesas de ter alguém de TI em todas elas. Portanto, os equipamentos voltados ao cliente, instalados em espaços distribuídos, dependem de monitoramento e gerenciamento remotos.

Algumas organizações descobriram isso da maneira mais difícil. Elas tentaram implantar a tecnologia enviando profissionais de TI para todas as lojas, para configurar novos sistemas. Logo veio a sobrecarga, e a empresa voltou para a prancheta. A saída foi construir sistemas totalmente convergentes, cuidar da configuração e deixá-los prontos para execução.

Onde ainda é necessário algum suporte de TI no local, ele deve ser planejado e previsível. Algumas companhias assinam um serviço gerenciado para TI, enquanto outras têm um cronograma semanal de visitas do profissional de TI em diferentes localidades. E tudo isso pode ser muito caro… Não dá para ficar sem manutenção, mas é crucial limitá-la a um custo razoável.

Essencialmente, essas demandas mudarão a maneira como a tecnologia é criada. O hardware incluirá mais componentes que poderão ser trocados, e os sistemas sofisticados serão mais simplistas em termos de manutenção. A tecnologia também deverá oferecer níveis de confiabilidade tão bons quanto os da TI tradicional – ou até melhores. As experiências voltadas ao consumidor podem lidar com a manutenção preventiva, mas devem evitar a todo custo paralisações não planejadas durante o horário de pico.

Essa forma de pensar e agir empurrará as mais novas tecnologias para a cena. Por exemplo, as baterias de íon de lítio são mais caras que as de chumbo-ácido reguladas por válvula (VRLA). Todavia, as primeiras têm um nível manutenção bem baixo e permitem gerenciamento remoto. Elas podem ser fabricadas de tal forma que nunca precisem de manutenção. Essa realidade, a propósito, precisará do suporte de sistemas como o EcoStruxure, da Schneider Electric, que pode gerenciar equipamentos de vários fabricantes em tempo real.

Problemas de segurança

Outro fator significativo para a experiência do consumidor é – não surpreendentemente – a segurança. O aumento das interações digitizadas com os clientes abre mais riscos para a violação de dados pessoais.

Cerca de 30% das violações acontecem, porque um invasor tem acesso direto à infraestrutura de TI, às vezes a partir de um ponto de acesso à rede. Muito trabalho de segurança pode ser feito bloqueando o sistema no software, mas a segurança física também desempenha um papel enorme.

Os padrões globais de segurança para quem lida com cartões de crédito incluem uma parte que cobre a segurança física. Uma variedade de opções pode atender a esses requisitos, incluindo segurança biométrica para acesso e CFTV.

Riscos e oportunidades

A introdução de novas tecnologias pode ser impulsionada por vários motivos. Quiosques e caixas automáticos, por exemplo, podem ser instalados para aumentar a receita pela venda cruzada, para minimizar os erros humanos, ou simplesmente para reduzir a necessidade de pessoal treinado. Seja como for, qualquer tecnologia será avaliada e justificada por seu retorno do investimento (ROI). E o foco na confiabilidade e na segurança da infraestrutura aumentará a probabilidade de que esse cálculo seja positivo.

As pessoas esperam que a TI seja confiável quando ela é entregue a partir do ambiente protegido de um data center. Agora, ela está sendo distribuída por toda a empresa, oferecendo experiências voltadas ao consumidor. Esse novo mundo só terá sucesso se vencermos um grande desafio: esses novos sistemas devem ser tão confiáveis​​quanto aqueles que já conhecemos. A boa notícia é que diversos projetos estão conseguindo exatamente isso.

A principal tecnologia que tem permitido que tudo isso aconteça é a edge computing (computação de borda), que permite que os dados sejam processados e armazenados em um servidor localizado no mesmo espaço onde foram gerados, evitando problemas de latência – termo utilizado para descrever o período em que os dados processados vão até a nuvem e voltam para o dispositivo, podendo gerar lentidão. A edge computing é o que garante a disponibilidade e qualidade dos serviços digitais. E tudo isso é intermediado por um pequeno data center de edge, que precisa ser disponível, confiável e, do ponto de vista técnico, viável.

Anderson Santos, gerente de Canais de TI da Schneider Electric Brasil

Python está no ranking das linguagens com mais procura no mercado de trabalho

Você já ouviu falar em Python? A linguagem, criada em 1991, ganha cada vez mais popularidade entre os programadores devido ao aumento do desenvolvimento de aplicações web, já que permite a criação rápida e assertiva de websites.

Um estudo promovido pelo Coding Dojo , site que oferece mentorias de carreira, demonstrou que o Phyton está entre as três tecnologias de programação com maior procura de mercado, ao lado do Javascript e do Java. A linguagem tem crescido progressivamente, registrando aumento de demanda desde 2017 e já foi adotada por grandes organizações como NASA, Nokia e Google.

O principal objetivo do Python é promover a legibilidade e produtividade dos códigos, já que atende a uma grande variedade de propósitos. Com apenas algumas linhas, é possível criar diversas funcionalidades.

Para as empresas, agrega valor a partir da ciência de dados e do potencial de automação de sistemas de forma prática e simplificada. Já para os profissionais, é a programação mais simples para começar a atuar na área ao mesmo tempo em que representa uma grande vantagem competitiva no mercado de trabalho.

O Olist, startup que oferece soluções para a venda em marketplaces, é uma das empresas que valoriza o potencial da linguagem Python e oferece ferramentas para que os interessados se profissionalizem na área.

De acordo com Cristian Medeiros, CTO da empresa, “Python nos trouxe uma imensa versatilidade na evolução da nossa plataforma, tanto pela facilidade no desenvolvimento WEB como em trabalhos de automação, análise e ciência de dados, o que nos garante uma excelente velocidade de trabalho atrelada a uma boa qualidade de código, natural dos programadores dessa linguagem. O Python ainda irá crescer muito, graças a sua rápida curva de aprendizado e versatilidade de uso, que facilita a entrada de novos profissionais e permite que as empresas continuem investindo na evolução de sistemas.”

Recentemente, a startup criou o Olist Learning: uma série de cursos abertos ao público, oferecidos a valores simbólicos, com o objetivo de capacitar profissionais em busca de aperfeiçoamento ou dispostos a enfrentar desafios em novas áreas. Entre as trilhas de conteúdo, está o Phyton Labs, que ensina do básico ao avançado para quem já sabe programar e deseja se especializar na linguagem.

De acordo com Rhayana Souza, analista de comunicação da startup, “Já que o mercado brasileiro carece deste tipo de mão de obra, por que não investir e capacitar profissionais que possam suprir essa demanda? Foi com esse pensamento que criamos o Python Labs. As primeiras turmas começaram em novembro deste ano em Curitiba e a ideia é expandir o curso em 2020, formando mais profissionais Python não somente na capital paranaense como em todo o Brasil por meio do ensino à distância.”

O Olist também está com oportunidades abertas para profissionais da área que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial. As vagas são para home office e presenciais. Interessados de todo o Brasil podem se inscrever. Confira no link .

Confiança nos negócios em 2020 está em alta, mostra pesquisa internacional da Robert Half

A confiança nos negócios está em alta para 2020, de acordo com 96% dos executivos c-level que participaram de recente pesquisa internacional da Robert Half, indicando uma perspectiva positiva de crescimento para os próximos seis meses.

Os fatores que sustentam a confiança nos negócios incluem o atual clima econômico (54%), ampliação das oportunidades de negócios (51%) e atração de talentos adequados (50%). Embora o ritmo da digitalização, as mudanças legislativas e regulatórias, bem como a estabilidade política continuem sendo preocupações importantes para muitos executivos em todo o mundo, em geral o clima corporativo predominante para 2020 é otimista.

O levantamento, que reuniu 5.165 entrevistados c-level em treze principais mercados internacionais, focou em perspectivas de crescimento, prioridades estratégicas e planos de contratação de General Managers, Chief Financial Officers (CFOs) e Chief Information Officers (CIOs), com responsabilidades de contratação em pequenas (50 a 249 funcionários), médias (250-499) e grandes (mais de 500 funcionários) empresas, abrangendo os setores privado, de capital aberto e público.

Prioridades estratégicas

As prioridades estratégicas para o primeiro semestre de 2020 evidenciam um foco duplo na segurança da informação e nas novas tecnologias alinhadas à gestão de talentos, automação e considerações sobre Big Data – tudo com o objetivo de aumentar a eficiência e produtividade dos negócios. As áreas prioritárias, segundo a opinião dos entrevistados da Robert Half, incluem:

1.Segurança de TI e proteção das informações da empresa
2.Projetos de transformação dos negócios/ digital
3.Gestão de custos (especialmente em relação ao aumento de eficiência e produtividade)
4.Gestão de talentos (aquisição e retenção)
5.Inovação e investimento em novas tecnologias

Entre os CIOs brasileiros participantes da pesquisa, as prioridades estratégias para 2020 são:

1.Segurança de TI e proteção das informações da empresa
2.Trabalhar capacidades 5G na estratégia de TI
3.Inovação e investimento em novas tecnologias
4.Automatização de processos para aumentar a produtividade e reduzir custo
5.Projetos/iniciativas em nuvem

Planos e demanda de contratação de talentos qualificados para 2020

Cinquenta por cento (50%) dos executivos pesquisados veem a capacidade de atrair talentos adequados como um fator determinante que afeta a confiança dos negócios para 2020. As lacunas de habilidade nos setores de TI, Finanças e Contabilidade, Administração e Mercado Financeiro permanecem elevadas, impulsionadas por uma série de fatores.

A falta de treinamento interno, a disponibilidade de aprendizagens externas ou programas de treinamento específicos para habilidades são os exemplos mais comuns citados pelos respondentes da pesquisa.

Demanda por talentos de TI

A demanda por profissionais experientes em Tecnologia da Informação continua alta em todo o mundo, com os CIOs entrevistados na pesquisa da Robert Half indicando uma demanda alta e urgente por Cloud (86%), inteligência/relatórios (79%), desenvolvedores para dispositivos móveis (77%) e especialistas em virtualização (75%).

De acordo com o Guia Salarial 2020 da Robert Half, as posições em alta em tecnologia são: Gerente de TI Generalista, Desenvolvedor, Cientista de Dados, Chief Technology Officer (CTO) e Analista de Segurança da Informação.

Abaixo as perspectivas de remuneração em 2020:

• Gerente de TI Generalista – 15.450/ 20.000/ 25.850/ 31.450.
• Desenvolvedor full stack sênior – 8.100/ 10.500/ 13.550/ 16.500.
• Cientista de Dados – 13.100/ 17.000/ 21.950/ 26.700.
• Chief Technology Officer (CTO) – 24.700/ 32.000/ 41.350/ 50.300.
• Analista de Segurança da Informação Sênior – 7.750/ 10.000/ 12.950/ 15.750.

Demanda por talentos em Finanças e Contabilidade

Contabilidade (16%), Gestão financeira (15%), Impostos (15%) e Gestão de Crédito (13%) são as áreas que os CFOs consideram atualmente mais difíceis de encontrar candidatos qualificados, à medida que mais e mais departamentos financeiros vivenciam os benefícios da automação, digitalização e transformação digital.

Entre as posições em alta da área estão: Gerente de Planejamento Financeiro, Gerente de Auditoria/Compliance e Gerente de Finanças Corporativas.

Abaixo as perspectivas de remuneração em 2020:

• Gerente de Planejamento Financeiro/ Controladoria – P/M – 13.650/ 17.000/ 21.000/ 30.000; G – 18.850/ 23.500/ 29.000/ 41.500.
• Gerente de Auditoria/Compliance – G – 18.450/ 23.000/ 28.400/ 40.600.
• Gerente de Finanças Corporativas – P/M – 13.250/ 16.500/ 20.400/ 29.150; G – 18.450/ 23.000/ 28.400/ 40.600.

Sem dúvida, 2020 será mais um ano em que as oportunidades surgirão e as mudanças serão constantes. Para obter mais informações sobre salários, contratações e solicitações de emprego para o próximo ano, visite www.roberthalf.com.br.

Finanças (36%), Contabilidade (21%), Risco (19%) e Conformidade (17%) são as áreas mais procuradas pelos CFOs de Serviços Financeiros, pois esse setor vê uma concorrência cada vez maior pelos principais candidatos – particularmente aqueles com experiência em fintechs, gestão de ativos e mercado de dívida.

Entre as posições em alta da área estão: Gerente/ Analista de Auditoria e Compliance, Gerente Comercial (corporate e private), Gerente/ Analista de Crédito e Riscos, e Analista de Investimentos.

Abaixo as perspectivas de remuneração em 2020:

• Analista de Auditoria e Compliance – 9.900/ 12.200/ 14.400/ 17.700.
• Gerente de Auditoria e Compliance – 18.150/ 22.400/ 26.450/ 32.500.
• Gerente Comercial Corporate – 22.250/ 27.500/ 32.450/ 39.850.
• Gerente Comercial Private – 16.350/ 20.200/ 23.850/ 29.300.
• Gerente de Crédito e Risco – 20.150/ 24.900/ 29.400/ 36.100.
• Analista de Crédito e Risco – 10.100/ 12.500/ 14.550/ 18.100.
• Analista de Investimentos M&A – 10.600/ 13.100/ 15.450/ 19.000.

Demanda por talentos na área Administrativa

Atendimento ao cliente (17%), Suporte financeiro (14%), Assistentes executivos/pessoais (13%) e Suporte gerencial (13%) também estão sendo muito procurados por General Managers que buscam preencher as funções de suporte ao core business e de atendimento ao cliente.

Perspectivas 2020

A pesquisa mais recente da Robert Half indica um ambiente de negócios dinâmico em 2020. “Embora o sentimento dos executivos c-level seja otimista na região EMEA [Europa, Oriente Médio e África], Ásia-Pacífico e América do Sul, a agilidade comercial, capacidade tecnológica e planejamento futuro permanecem vitais para o crescimento contínuo dos negócios”, considera Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half no Brasil, ao anunciar os resultados do levantamento divulgado hoje.

“A expansão das oportunidades de negócios em locais de trabalho cada vez mais abertos para a tecnologia exigem não apenas a necessidade de desenvolvimento de conjuntos de habilidades, descrições de cargos, estruturas organizacionais e abordagens para treinamento e orientação, mas também a capacidade de atrair e reter os melhores talentos disponíveis. É por isso que, na Robert Half, estamos sempre buscando entender as tendências atuais, de médio e longo prazo dos negócios e do mercado de trabalho para ajudar clientes e candidatos a prepararem o futuro para suas carreiras e negócios”, completa Mantovani.

Sem dúvida, 2020 será mais um ano em que as oportunidades surgirão e as mudanças serão constantes. Para obter mais informações sobre salários, contratações e solicitações de emprego para o próximo ano, visite www.roberthalf.com.br.

Sobre a pesquisa
A Robert Half entrevistou 5.165 pessoas em todo o mundo, usando uma metodologia de coleta de dados online, no mês de outubro de 2019. Foram 501 entrevistas na Austrália; 200 na Nova Zelândia; 228 em Singapura; 227 em Hong Kong; 602 na Bélgica; 603 na França; 601 na Alemanha; 300 na Suíça; 403 na Holanda; 600 no Reino Unido; 275 nos Emirados Árabes Unidos; 400 no Brasil; e 425 no Chile.

Os entrevistados representam General Managers, Chief Financial Officers (CFOs) e Chief Information Officers (CIOs) com responsabilidades de contratação entre pequenas (50-249 funcionários), médias (250-499) e grandes (500+ funcionários) empresas privadas, de capital aberto e do setor público.

Pipefy recebe prêmio de empresa que mais cresceu entre as apoiadas pela Endeavor

Com forte expansão no mercado global e crescimento anual de 300%, a Pipefy não para de colher bons resultados. Com sedes em Curitiba, no Sul do Brasil; São Francisco, no Vale do Silício (EUA); e Austin, no Texas (EUA); e mais de 200 colaboradores espalhados em diversas partes do mundo, a startup de gerenciamento de processos eficientes foi reconhecida como a empresa que mais cresceu entre as apoiadas pela Endeavor, organização sem fins lucrativos que oferece suporte financeiro e mentoria para empreendedores.

Lançada em 2015, a plataforma permite que gestores altamente qualificados criem e gerenciem fluxos de trabalho eficientes sem que precisem de suporte técnico – tornando contato com o TI na gestão de processos inteiramente opcional. Seu software fornece uma plataforma de autosserviço em que gestores podem projetar, implementar e mensurar o desempenho de novos fluxos de trabalho digitais.

Ao longo desses quatro anos, a startup conquistou 20 mil clientes, em mais de 150 países. “Quando se tem o time certo no barco, com o DNA, atitude e cultura alinhados, todo resultado tornar-se possível de ser atingido. Ainda não chegamos na performance que queremos, no nosso sonho a barra ainda é bem mais alta. Mas, hoje, receber esse reconhecimento, mostra que estamos no caminho certo”, destaca Alessio Alionço, CEO e fundador da Pipefy.

Investimentos

Em 2019, a Pipefy recebeu aporte de 45 milhões de dólares – equivalente a mais de 170 milhões de reais – em rodada série B liderada pelo fundo nova-iorquino Insight Partners, com a participação da OpenView e Trinity Ventures, que já são investidores da empresa.

Outros investidores da companhia são a 500 Startups, o Founders Fund (do fundador do Paypal, Peter Thiel) e os fundadores da Zendesk. Os fundos estão sendo utilizados para escalar as operações da empresa à medida que a Pipefy expande suas equipes tanto em São Francisco quanto no Brasil.

ABRH-PR busca modernização com tecnologia da Microsoft e apoio da Xtrategus

Hamilton Barretto, da Xtrategus, e Ariel Ferreira da Silva, da ABRH-PR

Com mais de 50 anos de atuação no Paraná, a Associação Brasileira de Recursos Humanos acompanha o avanço da tecnologia no setor de RH e passa a contar com os recursos da suÍte de colaboração do Office 365 da Microsoft para permitir que a entidade e associados possam se modernizar.

Ariel Ferreira da Silva, Diretor de Tecnologia da Informação da ABRH-PR, reforça a importância do apoio da Microsoft que vê, na entidade e seus associados, um importante papel no desenvolvimento de organizações e profissionais para maximizar desempenho com uso de recursos tecnológicos. “Vamos poder oferecer soluções e infraestrutura para que o Paraná desponte no setor de RH”, explica Ariel. 

A Xtrategus, empresa parceira da Microsoft, especializada em Gestão da Excelência, Cloud Computing e Serviços de Infraestrutura,  patrocina a ABRH-PR e garante implantação das soluções e suporte para que os serviços da parceria rodem com o máximo de eficiência. Hamilton Barretto, CEO da companhia, ressalta que “essa mudança no setor, permeado pela tecnologia, tem mudado a dinâmica das contratações nas empresas, entrando pela área de business. Por isso, é importante empoderar cada organização, cada colaborador”.

Os parceiros também destacam o fato de 70% do tempo do RH, nas empresas, ser informacional e que, futuramente,  o uso de chatbots(robôs de atendimento) vai ser oferecido para ser incorporado nas soluções com a marca da ABRH-PR.    

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Cultura organizacional: a ponte que viabiliza o caminho para o sucesso corporativo

Por Pedro Saenger, vice-presidente da Veritas para América Latina

Definir a cultura organizacional de uma empresa não é tarefa fácil. É como moldar a personalidade da companhia: saber identificar a importância maior, a razão de ser, o que traz felicidade à empresa como um todo. Na verdade, a cultura organizacional pode ser vista como uma ponte com três pilares de sustentação fundamentais: as colunas, as beiradas e o caminho a ser percorrido nela.

As colunas tomam como base a felicidade e a vitória. É essencial entender o que é importante para a empresa e os objetivos para se alcançar o sucesso. Vale lembrar que nenhuma cultura é baseada só no lucro. É necessário que se definam valores, mensagens, diretrizes específicas que vão diferenciar uma organização das demais.

Depois, temos as beiradas, identificadas pelo respeito e humildade – características fundamentais para qualquer gestor que pretende manter uma equipe de colaboradores focada e dedicada. Aliás, investir em pessoas e saber identificar novos talentos que estejam alinhados com os propósitos da empresa é essencial para um bom ambiente de trabalho e desempenho acima da média.

Uma pesquisa divulgada pela Robert Half no início do ano corrobora com esse ponto de vista: o estudo mostra que para 29% dos recrutadores o que mais chama a atenção durante uma entrevista de emprego é a sinergia entre o candidato e a cultura da empresa.

Uma cultura organizacional forte e bem definida também tem influência direta na retenção de talentos. De acordo com uma pesquisa da Academy of Management Journal, os funcionários que se identificam com a cultura da companhia onde trabalham tendem a ficar, em média, 13 meses a mais do que aqueles que não compartilham dos mesmos valores da organização em que atuam.

E para finalizar, chegamos ao caminho, que nada mais é do que a comunicação. A forma como uma empresa se comunica com sua equipe pode mudar, mas os valores que ela representa e a mensagem que precisa ser passada, se mantem e são perenes: precisam ser reforçados o tempo todo, por meio de ações pontuais e no dia a dia da companhia.

A cultura organizacional é um organismo vivo e está sempre em transformação. E, dependendo da dificuldade e dos obstáculos no caminho, a ponte pode até tremer de vez em quando. O grande desafio é mantê-la flexível, sem perder o foco no objetivo final: a conquista e manutenção do sucesso, não apenas dos negócios, mas também do ambiente corporativo, da porta para dentro.

TIM oferece experimentação do motorola razr

O razr, celular que marcou uma geração e foi ícone da moda e da cultura pop, acaba de ser reinventado pela Motorola e chega à TIM para exposição. O smartphone – primeiro com tela dobrável da marca – já pode ser testado nas lojas dos shoppings Barigui (Curitiba) e Rio Mar (Recife).

O motorola razr é compacto e cabe confortavelmente no bolso. Quando aberto, garante uma experiência mais imersiva, com a tela interna dobrável Flex View de 6.2″ e proporção 21:9. Quando fechado, a tela externa interativa Quick View de 2.7″ permite o acesso prático a atalhos e ferramentas importantes. É possível fazer chamadas, responder mensagens, fazer pagamentos, controlar suas músicas, tirar selfies incríveis e utilizar o Google Assistant. Todas essas funções estão disponíveis sem a necessidade de abrir o aparelho.

O aparelho promete ser realmente compacto, mas sem comprometer a experiência de uma tela grande. Ele será comercializado pela operadora a partir de janeiro. Para receber informações sobre o início das vendas, acesse motorola.com.br e cadastre-se.

Avisos Legais

O desenho repelente a água cria uma barreira que ajuda a proteger contra exposição moderada à água, tais como derramamentos, respingos, transpiração ou chuva leve. Não é projetado para submersão na água ou exposição a água pressurizada ou outros líquidos; pode diminuir com o tempo. Não é à prova d’água.

RAZR é uma marca registrada de Razor USA LLC; RAZR e RAZR-formatives são utilizadas com a permissão de Razor USA LLC.