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Prêmio Valuable Young Leaders valoriza o intraempreendedorismo nas organizações

Falar sobre empreendedorismo, cultura de inovação, indústria 4.0 e desenvolvimento de lideranças para o futuro dos negócios e do trabalho tem sido pauta de muitos eventos, prêmios, cursos e, inclusive, de pautas de reuniões de estratégia nas empresas. Sempre com um olhar para o futuro – que ainda não é palpável – muitas vezes o presente e suas conquistas acabam passando em branco e não tendo sua real valorização como ponto de partida para as transformações tão necessárias para o futuro. E é pensando nisso que o Instituto Anga, braço do Grupo Anga, lança a terceira edição do Prêmio Valuable Young Leaders, com o objetivo de encontrar e apoiar o crescimento de jovens líderes que provocam o status quo em suas organizações e que serão grandes líderes do futuro.

O Prêmio, inédito no Brasil, já impactou diretamente mais de três mil jovens e já envolveu cerca de 150 executivos ao longo da jornada. Para participar da premiação, jovens de até 28 anos deverão demonstrar a capacidade de entregar resultados para uma organização, de forma a se tornar um importante ativo dela, tendo como parceiros os seus mentores diretos na empresa.

A metodologia de seleção foi baseada em conversas com CEOs, executivos C-Level e em conteúdos editoriais das principais publicações de negócios do país – e a partir de critérios e de um arquétipo-base, a organização selecionará e reconhecerá os jovens talentos intraempreendedores que estão transformando as organizações de dentro para fora. “Somos movidos pela certeza de que, se essa nova geração de jovens chegar ao mundo do trabalho com alto nível de consciência, dispostos a não abrir mão de seus valores e prontos para usar o pleno do seu potencial, a gente vira o jogo”, explica Augusto Junior, CEO do Instituto Anga.

O processo de construção da metodologia foi dividido em três etapas: 1. Levantamento das competências de liderança no ambiente organizacional, por meio de pesquisa na base de artigos publicados nas principais publicações de negócios do país; 2. Entrevistas com líderes de sucesso para conhecer a trajetória e identificar competências semelhantes de suas carreiras, bem como para captar as suas visões sobre novas lideranças emergentes. 3.Cruzamento das informações levantadas nas etapas 1 e 2 com o objetivo de definir os critérios para seleção de um potencial Valuable Young Leader. Entre os executivos que fizeram parte do estudo estão Sérgio Chaia (Óticas Carol), Claudia Sender (Latam), Mauro Kern (Embraer), Ruy Shiozawa (CEO da GPTW), Chieko Aoki (CEO da Blue Tree Hotels), Márcio Fernandes (CEO da Elektro).

Para participar, o jovem deve se inscrever pelo site da Eureca (www.eureca.me) até o próximo dia 19 de agosto e, no mesmo, período enviar os desafios online. Em seguida, 60 candidatos serão selecionados em entrevistas online. Destes, 30 serão convidados para a etapa presencial que acontecerá em São Paulo/SP.

Premiações

Jovens Finalistas, que participarão da Etapa Presencial:

– Convite para o Encerramento do Prêmio Valuble Young Leaders, em Novembro;

– Assinatura digital da Revista HSM durante o período de 1 ano;

– 30% de desconto na participação do Young Leaders Program do Instituto Anga nas edições de 2020.1 e 2020.2.

5 Jovens Vencedores (com distinção apenas de 1º lugar):

– Reconhecimento como vencedores do Prêmio Valuable Young Leaders 2019;

– Assinatura digital e impressa da Revista HSM durante o período de 1 ano;

– Assinatura digital da Revista MIT Sloan Management Review durante o período de 1 ano;

– Mentoria de 4 Líderes referência no mercado, com encontros online a partir de 2019 (4 encontros coletivos com Líderes referência);

– 100% de desconto na participação do Young Leaders Program do Instituto Anga nas edições de 2020.1 e 2020.2.

Linte é reconhecida em primeiro lugar na categoria Legal Tech no Ranking 100 Open Startups 2019

Considerada entre as startups brasileiras que mais despertam o interesse de grandes instituições e empresas pela solução inteligente oferecida, a Linte, lawtech de automação de documentos e gestão de contratos, é a 1ª do TOP 10, da categoria Legal, do Ranking 100 Open Startups 2019 – considerada a maior plataforma internacional de geração de negócios, foco de investidores.

Entre os critérios de seleção a que foram submetidas as 212 empresas, o potencial de tração e conversão de vendas que essas startups despertam no mercado em um período de ano, relacionamento, reconhecimentos e premiações, produto inovador e programa de aceleração com equity, assim como o alto índice de satisfação de clientes, performance e desempenho.

Nesta edição do prêmio, foram mais de 7.800 acordos de negócio registrados, 8.600 startups participantes, 895 declararam relacionamentos que foram validados pelo mercado corporativo. Em relação as grandes empresas, 2.200 corporações participaram. “Esse reconhecimento só reforça o quanto a tecnologia tem revolucionado a forma de se gerir e fazer negócios, de forma mais eficiente e inteligente. Prova disso, é que, no ano anterior do prêmio, sequer existia a categoria de legal, e o número de empresas que participaram foi três vezes menor. Esse ano a competição foi bem maior e acirrada”, conta Gabriel Senra, CEO da Linte, startup criada em 2015.

Só no Brasil já são mais de 150 lawtechs ou startups de tecnologia com soluções para a área jurídica, que somam mais de $1 bi em financiamento no mundo. “O crescimento da participação do ranking, batendo todos os recordes até agora, revela o poder do Open Innovation no Brasil. Comparando o mercado quatro anos atrás, quando começamos, com agora, vemos muita maturidade, abrangência e cada vez mais oportunidades de inovar em todos os setores”, avalia Bruno Rondani, CEO da 100 Open Startups.

Fundada em 2015, é residente no Cubo Itaú, maior centro de empreendedorismo tecnológico da América Latina, a Linte e foi uma das uma das primeiras startups brasileiras selecionadas para o programa de aceleração da “500 Startups” do Vale do Silício. Cresceu 100% em 2018, quando comparado ao ano anterior, e a previsão é seguir os mesmos passos este ano.

Como RH 4.0 está usando gamificação por meio da tecnologia

O setor de gestão de pessoas ainda é tradicional na maioria das empresas. Quando se fala do futuro da área e das tendências para o novo RH, percebe-se que a tecnologia está cada vez mais presente, orientando gestores na tomada de decisões estratégicas efetivas para os negócios. Implementar novas tecnologias no RH nunca se fez tão importante quanto hoje. Isso porque a automatização de processos agrega valor estratégico aos profissionais, que podem estabelecer novas políticas focadas no bem-estar dos colaboradores, gerando também benefícios para as empresas. Os custos envolvidos na perda de um funcionário — desde o desligamento até os processos de recrutamento e seleção, admissão, treinamentos e de integração de novos colaboradores — podem ser bastante significativos para as organizações.

Os números que podem ser gerados por meio da tecnologia servem para auxiliar a tomada de decisão e para uma consciência ampla e profunda do negócio. Segundo pesquisa da Deloitte, 62% das avaliações em uma gestão de desempenho tradicional são resultado de uma percepção subjetiva dos seus gestores. Isso pode criar um ambiente de insegurança entre os colaboradores — muitas empresas classificam os funcionários apenas por rankings, impedindo que eles entendam como realmente está o desempenho e como eles podem melhorar.

“A tecnologia tem papel fundamental para promover uma gestão de pessoas otimizada, mais do que uma tendência, isso já é realidade nas melhores empresas, principalmente as que já entenderam que quem cria o valor para o negócio são as pessoas. Assim, além de ter um funcionário satisfeito, a empresa também promove um controle de custos maior, uma vez que a iniciativa reduz a taxa de turnover e absenteísmo, assim como garante uma melhora na produtividade dos colaboradores”, comenta Bruno Soares, CEO e cofundador da Feedz — startup de Florianópolis (SC) que desenvolve uma plataforma completa para gestão ágil e estratégica de pessoas.

Gamificação no alinhamento de objetivos e nos feedbacks

Para solucionar os problemas de comunicação interna e estabelecer uma cultura de valorização dos talentos, a tecnologia é uma grande aliada, por meio da gamificação. “A gamificação proporciona engajamento entre os colaboradores e é, além de tudo, uma maneira de fornecer de feedbacks, deixando o ambiente muito mais leve”, explica Bruno Soares. Os feedbacks devem ser contínuos para que o colaborador entenda o que precisa ser melhorado e possa reverter o cenário de forma mais objetiva e rápida. O conceito também pode ser útil no alinhamento de objetivos entre a empresa e o colaborador — muitos funcionários veem os objetivos como uma lista de tarefas sem clareza, o que impede que o máximo de performance seja atingido.

Equilíbrio profissional e pessoal

Hoje em dia profissionais buscam empresas com um bom ambiente de trabalho, onde possam conquistar um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, e a tecnologia também pode ajudar nesse aspecto. “Quando uma organização investe na saúde dos colaboradores, ela está investindo também na melhoria da performance, na felicidade do ambiente de trabalho e no engajamento dos times. Tenho observado em nossos clientes grandes transformações de equipes”, comenta Bruno Rodrigues, CEO da GoGood, empresa de saúde corporativa que atende clientes como Natura, Santander e Ambev. A GoGood desenvolve uma plataforma gamificada que incentiva competições saudáveis nas empresas, onde os colaboradores são acompanhados por profissionais, como nutricionistas que avaliam cada refeição, e podem também registrar seus passos, atividades físicas, e qualidade do sono. A empresa atua diretamente na prevenção de doenças crônicas e reduz o custo com planos de saúde nas organizações.

Avanços tecnológicos transformam a humanização do atendimento em diferencial

Já estamos vivendo em uma cenário de filme futurista: temos máquinas inteligentes, super computadores que cabem na palma da mão, carros governados por softwares e muitas outras grandes invenções. A Inteligência Artificial (AI) se tornou uma tendência e muitas empresas estão adotando, por exemplo, os chatbots para conversar com os seus clientes via site ou redes sociais. Segundo dados da consultoria IDC, a indústria do varejo planeja gastar US$ 5,9 bilhões em 2019 apenas com esses investimentos.

Em contrapartida, temos empresas de tecnologia que além do uso de máquinas preferem investir na humanização do atendimento. Isto significa a geração de mais empregos, atenção especial e individual para cada necessidade das pessoas.

Neste contexto, Locaweb é uma das empresas que apoiam essa filosofia. A Big Tech Company brasileira, tem a tecnologia no seu DNA, mas acredita na presença humana nas empresas como algo crucial para o seu sucesso. Por isso, investe em um atendimento humanizado aos seus clientes que funciona 24×7, gratuito e em português. A área possui 240 colaboradores que se dedicam ao atendimento personalizado de cada pessoa, fazendo 100 mil atendimentos por mês e um investimento em capacitação de pessoas que acabam sendo selecionadas para outras áreas da empresa. A política da empresa vem por acreditar que cada cliente é mais que apenas um perfil para ser analisado e desmembrado por uma Inteligência Artificial visando o lucro.

“Hoje em dia, já temos chatbots avançados e por um valor acessível, mas o contato humano ainda é indispensável, principalmente para uma empresa de tecnologia, que lida com assuntos muito específicos e sensíveis”, disse o CEO da Locaweb, Fernando Cirne. “Podemos e devemos usar recursos avançados para melhorar a vida das pessoas, mas é o contato pessoal, a atenção e a qualidade no atendimento que faz a diferença”, complementa.

Confira dicas sobre como usar os recursos do Twitter

O Twitter possui diversas funcionalidades para que as pessoas possam encontrar e participar de conversas sobre o que está acontecendo em torno de seus assuntos de interesse. Para relembrar e indicar, de forma simples, como aproveitar essas diferentes funções da plataforma, o Twitter Brasil divulga uma série de vídeos com dicas divertidas do aplicativo.

Para saber o que está acontecendo e o que as pessoas estão falando

Um dos recursos mais populares do Twitter, a aba Explorar (símbolo da lupa) reúne conteúdos de temas mais comentados na plataforma no momento. Para encontrar informações em tempo real de jogo decisivo ou movimento importante que esteja acontecendo em algum lugar no mundo, por exemplo, basta clicar no símbolo da lupa e navegar entre as opções: assuntos do momento, notícias, esportes, diversão, entretenimento e conteúdos personalizados para cada um.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159908928592994304

Para compartilhar o que está acontecendo além do Twitter

Conversas, tendências, movimentos e memes são criados diariamente no Twitter e extrapolam a plataforma para diversos meios. Para tornar mais fácil a disseminação desse conteúdo, a opção de compartilhar Tweets além do Twitter está disponível para qualquer pessoa no menu de compartilhar abaixo do Tweet.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909342721794049

Para salvar Tweets para ler depois

Nem sempre há tempo para explorar todos os conteúdos produzidas pelas pessoas no Twitter no mesmo momento. A opção “Salvar Tweet” possibilita acessar os Tweets que interessam a qualquer hora – e também pode ser encontrada no menu de compartilhar abaixo do Tweet. Para visualizar os Tweets salvos, basta clicar em “Itens salvos” no menu principal.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909064652075008

Para participar de transmissões ao vivo por áudio

Além de engajar em conversas e Tweetar memes, GIFs e vídeos, também é possível participar de transmissões ao vivo como convidado direto do aplicativo do Twitter. A pessoa que iniciou o vídeo pode incluir até três convidados simultâneos para participar por áudio e tornar o debate mais rico. Para enviar a solicitação, é só clicar em “Pedir para participar” na tela da transmissão ao vivo.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909519985696769

Para controlar o conteúdo que você vê

Como parte do trabalho do Twitter para tornar a plataforma mais saudável, qualquer pessoa tem a possibilidade de bloquear ou silenciar uma conta no Twitter. As funcionalidades estão disponíveis no menu do canto superior direito do Tweet.

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Para ajudar a manter a conversa saudável

Também é possível denunciar um Tweet que possa estar violando as regras do Twitter. Após a denúncia, é conduzida uma análise para apurar se o conteúdo viola as regras da plataforma e tomar as medidas cabíveis.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909583625830400

Para escolher como as pessoas veem sua conta ou engajam com você

Para encontrar as configurações de privacidade que a plataforma oferece, basta clicar em “Mais” no menu principal, e selecionar a opção “Privacidade e segurança”. É possível mudar a visibilidade dos Tweets somente para seguidores; desativar a marcação de fotos; ou o recebimento de Mensagens Diretas (DMs) de qualquer pessoa.

twitter.com/TwitterBrasil/status/1159909140153667584

#AjudinhaDoTwitter

Os conteúdos também foram publicados por personalidades do Twitter nas últimas semanas, escolhidos por sua conexão com as pessoas na plataforma e familiaridade com o tema. Para conferir todos os vídeos, basta entrar na conta do @TwitterBrasil ou acompanhar a hashtag #AjudinhaDoTwitter na busca do Twitter.

Pesquisa revela nível de organização digital nas empresas e perspectiva de contratação dos profissionais digitais

A Talenses, consultoria de recrutamento especializado, elaborou uma pesquisa em parceria com a Digital House – hub de educação para a formação de profissionais de alta performance para o mercado digital -, para analisar a maturidade digital dentro de empresas com atuação no Brasil, nos setores de comércio, serviço e indústria. O estudo, realizado com 102 companhias de todos os portes, apontou que a indústria ainda é o setor menos digitalizado, com apenas 36% dos respondentes declarando ter um bom nível de organização digital. Em primeiro lugar está o setor de serviços, com 52%, seguido pelo comércio, com 41%. Essa organização digital também é maior em empresas de grande porte, sendo 43,3% delas consideradas organizadas digitalmente.

“A transformação digital é um caminho sem volta. As empresas de diferentes segmentos precisam passar por essa adaptação caso queiram continuar existindo de forma saudável, produtiva e moderna. No entanto, apesar de muitas empresas estarem atentas a esse movimento, já que 88% das companhias entrevistadas afirmaram demandarem profissionais digitais, a capacitação oferecida pelas próprias companhias está aquém do necessário: na indústria, por exemplo, apenas 29% das empresas oferece treinamento digital”, diz Luiz Valente, CEO do Talenses Group.

Para Carlos Alberto Júlio, CEO da Digital House, a transformação exige uma mudança de mindset bastante complexa. “Ter profissionais digitais é o embrião necessário para provocar uma transformação e, mesmo que os empresários saibam da teoria, muitos ainda não iniciaram a tarefa de colocar em prática treinamento de colaboradores sênior”, diz o CEO. Júlio ainda aponta que entre os 5 profissionais mais buscados estão analista de dados, analista de marketing digital, cientista de dados, especialista em customer experience e UX/UI designer e complementa: “Na contratação de um Gerente, por exemplo, 65% das companhias entrevistadas apontam dificuldade em encontrar um profissional digital, já 62% apontam o cargo de Especialista, seguindo o cargo de Coordenador, com 55%”.

Abaixo os principais resultados revelados na pesquisa:

– 92% das empresas do setor de comércio estão em busca de profissionais digitais, em seguida vem a indústria, com 91% e o setor de serviços, com 85%.

– Infraestrutura é a área mais avançada digitalmente dentro das empresas, com 57% dos respondentes considerando que ela apresenta um bom nível de digitalização. A área de programação vem em seguida, com 51%, e marketing com 50%. Recursos Humanos vem em quarto lugar, com 40%. As piores áreas são Análise de Dados, com 30% e Inteligência Artificial, com 19%.

– O ranking dos profissionais digitais mais buscados é: Analista de Dados / BI; Analista de Marketing Digital; Cientista de Dados; Especialista em Customer Experience; UX / UI Designer.

– As organizações apontam que o profissional digital deve ter as seguintes características: ser inovador, voltado ao aprendizado contínuo e possuir facilidade de adaptação.

– Mesmo com uma alta busca por profissionais digitais em todos os setores, a pesquisa revelou que grande parte das empresas não oferece treinamento interno e nem bolsas de estudo para o desenvolvimento dos profissionais.

– No setor de comércio, 50% das empresas disseram oferecer treinamento para o desenvolvimento do profissional digital. Na indústria apenas 29% das empresas oferece treinamento digital e 39% no setor de serviços.

– Entre as companhias que investem em bolsas de estudo para desenvolver o profissional com perfil digital, o comércio permanece em primeiro lugar, com 33%, seguido de serviços, com 30%, e indústria com 26%.

– As especializações digitais mais difíceis de recrutar são Direito Digital, User Experience e Dados.

– As áreas da organização que mais demandam a contratação de profissionais digitais são Tecnologia da Informação (67%), Finanças (64%), Logística (58%), Jurídico (56%).

– Os cargos de profissionais digitais mais difíceis de preencher são: Gerente (65%), Especialista (62%), Coordenador (55%), Analista Sênior (40%).

Portanto, nesta primeira pesquisa sobre o assunto, a Talenses e a Digital House notaram que as empresas que atuam no Brasil ainda estão se adaptando ao mindset digital e começam a perceber a necessidade de atualização neste sentido, principalmente na contratação de profissionais que já apresentem essas características e serão cada vez mais disputados pelo mercado.

Os dados completos da pesquisa podem ser acessados aqui.

Na era da inovação, tecnologia disponibilizada pelas empresas é alvo de críticas dos colaboradores

Ouvir os funcionários é uma das mais simples e efetivas atividades para que as empresas sejam mais humanas, saudáveis e que os ambientes de trabalho promovam a realização pessoal por meio do trabalho coletivo. Com base nisso, a plataforma Employer Branding Brasil desenvolveu a pesquisa Employee Experience Survey 2019 – O que descobrimos para avaliar os níveis de satisfação dos colaboradores. A pesquisa ouviu 539 pessoas, de 21 segmentos do mercado, que avaliaram 17 variáveis focadas em três ambientes: cultural, tecnológico e físico. O resultado apontou que o ambiente tecnológico foi o item com menos avaliações positivas, 38%. Por outro lado, o espaço físico foi o mais bem avaliado, com 54%, seguido pelo ambiente cultural, com 49% de positividade.

A tecnologia tem sido um grande desafio para as empresas e na pesquisa isso fica claro. Para 45% dos entrevistados, as empresas não têm ouvido ou atendido às necessidades dos colaboradores ao construir ou contratar uma tecnologia. O destaque positivo ficou na disponibilidade da tecnologia para todos os colaboradores, que alcançou 48%, segundo os entrevistados. Por outro lado, alguns segmentos estão aquém deste percentual, é o caso da área de bens de consumo, que alcançou apenas 13%, e químico, com 13%.

“Conhecendo a realidade no Brasil, fica claro que a tecnologia para o colaborador está distante daquela oferecida aos clientes das empresas. Ou seja, muitas vezes as companhias disponibilizam aos clientes o que há de mais moderno, como Inteligência Artificial, por exemplo, mas os funcionários ainda trabalham com equipamentos e softwares antigos ou ultrapassados”, explica Kiko Campos, CEO da Waggl, plataforma onde foi realizada a pesquisa feita em parceria com a Employer Branding Brasil.

Em relação aos outros ambientes avaliados, o grande destaque do físico está no orgulho de trazer um amigo ou visitante ao seu local de trabalho. Com a revolução dos coworkings, as organizações têm investido para melhorar os escritórios, tornando-os mais abertos, mais inteligentes e mais humanos. Destaque para os segmentos de tecnologia, serviços financeiros e bancos que alcançaram mais de 70% de positividade.

Mas, se por um lado as organizações estão criando mais opções de salas e estilos, por outro, ainda há dificuldade em oferecer maior flexibilidade de horários, além da opção de home office: 44% dos participantes demonstraram uma negativa percepção sobre este tema. O destaque negativo fica para a indústria, que obteve apenas 14% de positividade sobre este tema. Até o segmento de tecnologia teve um resultado menor de 58% de positividade.

Já o tema cultura vem sendo trabalhado há muitos anos com o propósito das empresas figurarem nos rankings de melhor local para se trabalhar. Recomendar uma vaga na empresa foi o melhor indicador, alcançando 60% de positividade e apenas 18% negativo. Destaque para os segmentos de tecnologia e energia que chegaram a superar 78%.

No entanto, a grande surpresa neste ambiente cultural foram os resultados relacionados à liderança: apenas 31% positivo contra 45% negativo. Ou seja, as pessoas não sentem seus líderes como mentores e treinadores. Por fim, a saúde física e mental também se destacou com apenas 35% positivo e 40% negativo. O pior resultado foi para o segmento de construção civil com apenas 8% positivo.

“A mensagem que fica é que parece que algumas missões das empresas precisam ser rapidamente revisitadas, como as questões relacionadas ao bem-estar físico e mental dos colaboradores, e a falta de preparo das pessoas para lideraram equipes”, complementa Caio Infante, diretor Geral para a América Latina da agência global TMP Worldwide.

Veja como diminuir o impacto das tarifas bancárias no seu bolso

Uma das piores sensações na administração do orçamento é ver o dinheiro “evaporar” da conta e não saber direito quais foram as origens dos gastos. Se a falha de monitoramento ocorre justamente no primeiro lugar por onde o seu dinheiro passa, é provável que você tenha dificuldade de calcular o que está acontecendo com parte dos seus rendimentos.

Uma pesquisa do Ibope Inteligência encomendada pelo banco C6 indica pouco menos da metade dos entrevistados (49%) sabe responder com precisão o quanto pagam em tarifas em cada modalidade de conta bancária.

Outro dado da pesquisa que pode sinalizar o motivo desse desconhecimento é o número de contas abertas. O brasileiro bancarizado possui, em média, 3,7 contas abertas, de modo que a poupança é a mais popular, com 79% de adesão, seguida pela conta corrente, com 78%. Na profusão dos números de um mês para outro, o usuário não consegue colocar na ponta do lápis as tarifas incidentes em cada uma.

Por que as tarifas bancárias existem?

As tarifas bancárias são valores cobrados pelas instituições bancárias para prover serviços financeiros aos clientes. Transferências, extratos, emissão de cheques e tarifas de manutenção no geral são os serviços embutidos quando você fecha um pacote de conta com o banco.

Se você já estava ciente dos valores da sua conta ou ficou ciente agora, pode decidir negociar um pacote mais oportuno com seu banco ou entender melhor a dinâmica de tarifas na sua conta. Se as cobranças da sua instituição continuarem comprometendo mais do que você previa, dialogue com a instituição financeira e, caso não fique satisfeito, movimente seu dinheiro em outro lugar.

Com o crescimento das fintechs, ficou muito mais fácil evitar o pagamento de taxas como manutenção de conta e transferências como DOC e TED, além da possibilidade de linhas de empréstimo online com tarifas mais baixas que as praticadas pelo mercado financeiro tradicional.

Passe uma lupa na sua conta

Um primeiro passo para evitar sustos é gerenciar suas finanças com mais atenção e mapear qual é o “ralo” que está sugando o seu dinheiro. A partir daí, você poderá tomar medidas para que isso pare de acontecer, ou pelo menos minimizar os valores. Por isso, é fundamental compreender quanto do seu dinheiro fica retido para o pagamento de taxas bancárias.

Você sabia que entre 2017 e 2019, alguns pacotes tiveram acréscimo de até 50%? É o que mostrou uma pesquisa do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec), que comparou valores cobrados pelos cinco maiores bancos do País. O estudo analisou 70 pacotes de serviços e mostrou que a média de reajuste foi de 14%, o que representa quase o dobro da inflação no período (7,45%). Um dos pacotes avaliados apresentou alta muito acima da média: 50%.

Esse desconhecimento acontece porque, muitas vezes, as taxas são informadas em pequenos rodapés ao término do contrato, de maneira que o consumidor costuma ter dificuldade de visualizar com clareza o que vai pagar pela manutenção daquela aplicação.

Neste contexto, a conta bancária precisa ser uma aliada para administrar o seu dinheiro, e não uma vilã do seu orçamento.

Pagando menos taxas

Tudo começa na assinatura de contrato da conta corrente. Aquela documentação repassada pelo gerente vai determinar as tarifas incidentes nos pacotes da sua conta, por isso, é importante ler todas as cláusulas do contrato. Após a assinatura, você passa a ter ciência das tarifas praticadas no pacote da sua conta.

Não é raro encontrar taxas mensais que ultrapassam 30 reais, por exemplo. Em um ano, esse valor pode chegar a quase 400 reais.

Para quem já criou esse hábito, o ideal é manter o monitoramento para verificar se a cobrança está dentro do que foi previsto inicialmente no contrato da conta. Se você perceber a cobrança de valores indevidos, comunique o gerente da sua conta e conteste a cobrança.

Contas sem tarifas

Agora que você já está por dentro de como pagar menos taxas bancárias, o que acha de aumentar seu orçamento mensal excluindo esse custo?

A maior parte dos bancos brasileiros não costuma fazer muita propaganda, mas eles oferecem algumas opções para correntistas que não querem pagar tarifas por diversos serviços que não utilizam. Em 2010, o Banco Central regulamentou as contas digitais, isentas de tarifas desde que o consumidor concorde em realizar todas as transações por terminais do banco, sejam eles pelo site, celular ou via chat.

A conta digital é uma modalidade que pode ser aberta rapidamente por um dispositivo eletrônico e se destaca por oferecer diversos serviços ilimitados e, o melhor, sem cobrar por taxas de manutenção.

Além da praticidade de resolver tudo diretamente por dispositivos digitais, a conta pode custar até metade do preço das tradicionais, segundo levantamento feito pelo professor Joelson Sampaio, coordenador do curso de economia da Fundação Getúlio Vargas. O estudo indica que, em média, o consumidor de contas tradicionais paga 180 reais por ano para manter a conta ativa, isso sem incluir tarifas cobradas quando se ultrapassa a lista do pacote escolhido inicialmente.

Já as contas digitais não cobram tarifas de manutenção, mas possuem um limite menor para transações gratuitas. Segundo o estudo, a média é de dois saques e duas transferências por mês e, quando excedida é ultrapassada, o cliente paga em torno de R$ 6 em saques adicionais e R$ 3 no caso de DOCs e TEDs excedentes.

Vibratto leva terceirização financeira para startups e PMEs

Alinhar diversos serviços que uma empresa precisa contratar para existir é exaustivo. Finanças, contabilidade, tarefas bancárias, todas essas pontas correm soltas e, caso ocorra alguma desatenção, esquecer alguma delas pode gerar um rombo no orçamento. O excesso de tarefas leva à falta de atenção e pode ocasionar a morte prematura de pequenas e média empresas (PMEs) e startups.

Dados do Sebrae, juntamente com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, mostram que cerca de 30% das startups encerraram as atividades ainda em estágio inicial. Neste cenário, a Vibratto oferece terceirização financeira focada para empresas menores. O serviço consiste em terceirizar o gerenciamento de contas a pagar e receber, emissão de notas fiscais, fluxo de caixa, cobranças, gestão de aplicações e faturamento.

Fundada em 2012, a empresa leva maior otimização de custos para seus clientes, prática que reduz gastos com impostos e processos. Ou seja, é uma forma dos empreendedores eliminarem o efeito “bola de neve” que pode acontecer com suas finanças.

“Ao contratar a Vibratto, a empresa conversa apenas conosco e nós cuidamos de tudo”, afirma a CEO e fundadora, Deniane Bezerra.

Após vasta experiência com a internacionalização de empresas para o Brasil, a empreendedora percebeu como o mercado carecia de um serviço para marcas em estágio inicial. “Sabemos como é difícil se iniciar uma empresa no Brasil e que são muitos processos para ficar atento. O que fazemos é concentrar tudo em nossas mãos, assim o empreendedor fica livre para focar no crescimento” explica.

A empresa representa um segundo momento no ecossistema de startups brasileiro. Se antes os empreendedores não tinham muitas opções de serviços para se estruturarem – o que tornava a operação mais impessoal – hoje é possível iniciar uma startup de forma mais organizada. A atividade está alinhada à tendência de empreendedorismo solo que cresce no Brasil, país líder nesta prática. Segundo dados da pesquisa global Entrepreneurship Monitor 2018 do Sebrae e Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade, cerca de 81% dos empreendedores em estágio inicial, com menos de 3 anos de meio de atividades, não possuem funcionários.

A Vibratto torna possível abrir uma empresa já com as contas organizadas, serviço que antes era destinado apenas para grupos seletos de empresários, por conta do alto custo. Com preço justo, permite que essa organização seja aplicada logo no início das atividades. Além disso, possibilita a customização de serviços sob demanda, com mais adaptabilidade e menos gastos excessivos.

“Não somos aquela empresa tradicional de consultoria que faz o diagnóstico e diz apenas o que o cliente deve fazer; caminhamos com ele desde o começo para o resultado desejado com a ‘mão na massa’ e assessoria durante toda jornada”, finaliza Deniane Bezerra.

Bancos digitais e a segurança da informação

Por Henrique Berger

A tendência de bancos digitais tem ganhado cada vez mais espaço entre brasileiros. A comodidade e as baixas taxas de serviços, ou até mesmo nulas, atrai clientes que já não aceitam mais perder horas dentro de uma agência bancária. Segundo pesquisa realizada pela Cantarino Brasileiro, 44% dos brasileiros possuem conta em banco digital e tradicional, simultaneamente. Porém, 25% desses usuários acreditam que, o principal item considerado negativo em relação a banco digitais é a segurança.

Mesmo que a segurança digital seja algo que avance a cada dia, muitas pessoas, e até mesmo empresas, enxergam, por exemplo, o mobile banking como algo perigoso. Porém, os recursos investidos pelas instituições financeiras em segurança cibernética, integração e entrega contínua, testes automatizados, ferramentas de análise e monitoração que utilizam analytics e inteligência artificial vieram ao encontro das necessidades dos clientes. Exemplos são o salto de interações por meio de chatbots e a maior oferta de produtos e serviços nos canais digitais, que acompanham as necessidades e comportamento dos clientes de maneira ágil e eficaz.

Fazer a governança da segurança de instituições financeiras é um grande desafio. Afinal, a proteção de dados não pode ter falhas. Temos como clientes grandes bancos digitais e conseguimos disponibilizar ainda mais funcionalidades e segurança em comparação com uma conta aberta de modo convencional. A diferença é a praticidade de resolver tudo pelo aplicativo sem perder mais tempo com a burocracia dos tradicionais bancos.

De acordo com a FEBRABAN – Federação Brasileira de Bancos, os bancos brasileiros investem anualmente bilhões de reais em sistemas de segurança física e eletrônica para garantir a tranquilidade de seus clientes e colaboradores. Também atuam em estreita parceria com governos, polícia e com o Poder Judiciário, para combater os crimes e propor novos padrões de proteção.

O fato de que os consumidores estão priorizando o celular para efetuar essas operações é um indicador da confiança que depositam nos bancos e de que as instituições financeiras estão no caminho certo em relação à oferta de soluções que reúnem praticidade e segurança. Segundo pesquisa da FEBRABAN, seis em cada dez transações bancárias já são realizadas pelo celular ou pelo computador. Em 2018 número de transações por mobile banking foi de 31,3 bilhões em 2018.

O efeito da tecnologia se concretiza quando há um propósito em sua aplicação, bem como uma sinergia com os demais elementos que compõem o contexto de mercado e de negócio no qual os bancos estão inseridos. Os dispositivos móveis cada vez mais possuem recursos que garantem a segurança das informações e identidade dos usuários, utilizando por exemplo, prova de vida através de reconhecimento facial e movimentos.

O que muda com a LGPD

A Lei de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020, provoca uma verdadeira corrida das empresas em busca da adequação. Em termos gerais, é uma resposta para o problema de segurança da informação que deve aumentar o nível de confiança para o fluxo de dados. Dessa forma, a regra geral para o sistema financeiro será a manutenção do sigilo dos dados pessoais e bancários do cliente.

A primeira será um diagnóstico da equipe de TI da própria empresa ou terceirizada – com relatórios de análises de risco e de impacto das novas exigências. Com isso, será possível verificar em qual estágio a empresa se encontra, quais são os pontos mais vulneráveis de seus sistemas e quais são os maiores fatores de risco.

Obrigatoriamente, as empresas terão que ter no quadro de funcionários todos responsáveis pelo tratamento de dados (controlador, operador e encarregado). As empresas ou grupos que não cumprirem com as novas exigências estarão sujeitas a uma multa que pode chegar a até R$ 50 milhões.

Henrique Berger, Diretor Executivo da CSU.ITS, Divisão da CSU especializada na terceirização de serviços de TI.

Havan investe em tecnologia no CDH

Quem passa pela rodovia BR-101 — um importante eixo de ligação entre os extremos Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul, por onde transitam diariamente aproximadamente 22 mil veículos —, é levado a contemplar um empreendimento que surpreende pela sua dimensão: 300 m² de fachada, 105.000 m² construídos, num terreno de 800.000 m². Admirável, o Centro de Distribuição Havan, um dos mais modernos do Brasil, também chama atenção pela fachada com arquitetura no estilo georgiano, inspirada na Casa Branca (residência oficial e principal local de trabalho do presidente dos Estados Unidos) e por ter uma imponente réplica da Estátua da Liberdade com 57 metros de altura, o maior monumento do país, tendo até um mirante com vista panorâmica para o mar de Barra Velha, município brasileiro do estado de Santa Catarina.

O projeto do Centro de Distribuição Parada Havan é também um centro comercial e turístico da região, tendo megaloja (6.000 m²), restaurante, lanchonetes, playground, posto de combustível, sanitários e instalações para recepcionar visitantes da cidade e turistas brasileiros e estrangeiros, que chegam à região atraídos pelo belo litoral catarinense. Construído em 2010, o CDH é o coração da empresa, pulsando 24 horas ininterruptamente todos os dias — em três turnos de trabalho de oito horas e durante toda a semana — no armazenamento, movimentação e distribuição de mais de um milhão de produtos, que abastecem as 127 lojas da rede, espalhadas por todo o Brasil, desde a região Sul até Rio Branco, no Acre. A entrada e saída de caminhões na área reservada para eles não para: são cerca de 160 veículos sendo carregados diariamente, com movimento crescente em épocas festivas, como Natal e Dia das Mães.

Com 33 anos, a Havan surgiu do sonho empreendedor do então operário Luciano Hang e de seu ex-sócio Vanderlei. Da junção dos nomes deles, surgiu a marca. Talvez não imaginassem que de um pequeno comércio de tecelagem, com apenas 45 m², surgiria uma das mais importantes redes de departamentos do Brasil. Hoje, 40 milhões de clientes visitam as lojas — que comercializam produtos diversos de moda; cama, mesa e banho; utilidades domésticas e eletrodomésticos — a cada ano, sendo também um e-commerce de grande sucesso, com crescimento de 356% da receita nos últimos dois anos. A rede tem projeção de desenvolvimento para mais de 200 unidades até 2022.

Para que toda essa engrenagem comercial funcione, o gigante e impressionante CDH possui equipamentos de última geração, que reúnem modernidade e agilidade com sistema automatizado de armazenamento e separação de itens, beneficiando clientes e colaboradores. Entre eles, estão os equipamentos da marca STILL — pertencente ao Grupo KION, que fornece mais de 50 máquinas —, que são: Transpaleteiras, que pegam a carga e a erguem acima do solo para o transporte; e as Empilhadeiras Retráteis, que permitem que funcionários organizem e desloquem grandes quantidades de mercadorias de maneira rápida, simples e muito eficiente, com movimentação lateral, contribuindo para a otimização do espaço de armazenagem e podendo alcançar objetos e pacotes que estejam a até 12 metros de altura.

Normalmente, em centros de distribuição, a presença masculina é predominante, mas na Havan isso também é diferente, já que 80% dos funcionários do local são mulheres. “Elas são tão eficientes na operação dos equipamentos STILL quanto os homens, sendo, porém, mais detalhistas, graciosas e delicadas neste comando, ainda que lidem com cargas grandes e pesadas”, conta o Gerente de Célula do Centro de Distribuição, Ademir Klann. Nisto a tecnologia ajuda, pois, ainda que robustas, as máquinas deslizam silenciosamente de um lado para o outro com muita facilidade, retirando e distribuindo até 5.000 produtos por hora. Para abastecer as lojas Havan de outras localidades, são movimentadas uma série de caixas maiores e fechadas, com mais volume; e para o comércio on-line e da megaloja local, são produtos fracionados. O trabalho envolve objetos de todos os tamanhos, desde pequenos pacotes de fraldas até eletrodomésticos de maior porte, como televisores, geladeiras, fogões, micro-ondas e freezers.

Com trabalho rápido e preciso, uma das etapas mais importantes de separação de pedidos para envio de e-commerce é o picking. “O uso destes equipamentos tecnológicos da STILL promove otimizações, reduzindo o tempo e os gastos, aumentando a produtividade da equipe”, explica Ademir. Os operadores se divertem ao conduzir as máquinas, com o mesmo prazer de quem dirige um carro potente. Tamanha destreza faz com que virem esquinas, entrem em corredores e se desloquem com certa velocidade, sem esbarrar em nada. A modernidade tecnológica e de comunicação dentro do imenso galpão gera sintonia entre os departamentos, fazendo com que o pedido feito pela internet gere uma programação, acione o sistema de separação e um código para que o operador vá diretamente ao endereço e local exato do produto a ser retirado (cada corredor é como se fosse uma rua com código postal e número de prédio). Essa precisão impressiona! Desta agilidade, depende o índice de satisfação dos clientes, que receberão suas compras em tempo hábil. Certamente, a maioria dos consumidores não imagina esse interessante passado logístico do produto adquirido!

A demanda de serviços, a quantidade de colaboradores e o investimento em maquinário tecnológico não devem parar na Havan, já que os planos de ampliação do CDH já estão em andamento, prevendo mais de 40.000 m² construídos até 2021. Tanto profissionalismo e esforço na movimentação de materiais e logística devem ser mesmo o motivo de tamanho avanço (palavra que, coincidentemente, faz alusão à marca)!

Parceria promissora:

A Havan tem uma parceria de sucesso por mais de 9 anos com a STILL, que é líder de mercado no Brasil. A marca do Grupo KION oferece soluções customizadas para a intralogística mundialmente, implementando o gerenciamento inteligente de equipamentos de movimentação e armazenagem, softwares e serviços. Aquilo que o fundador da empresa, Hans Still, iniciou em 1920 com muita criatividade e espírito empreendedor, rapidamente se tornou uma marca forte e renomada globalmente.

Atualmente, mais de 8 mil funcionários qualificados trabalham diariamente no desenvolvimento, produção, vendas e serviços para atender às necessidades de clientes como a Havan no mundo todo. As chaves para o sucesso corporativo são o escopo de produtos altamente eficientes e as soluções projetadas sob medida para empresas de grande e pequeno portes, assim como aplicativos e softwares para logística visando a alcançar o gerenciamento eficiente do armazém e dos materiais movimentados.

Prestação de Serviços na Era da Experiência do Cliente

Por Mark Cattini

Nos últimos 10 anos, houve uma grande mudança na área de atendimento ao cliente. As expectativas dos clientes estão aumentando e agradá-los é, de fato, o padrão. Pesquisas apontam que 65% dos consumidores consideram que uma experiência positiva com uma marca é mais influente do que a publicidade tradicional. Essa grande mudança acelerou principalmente em função de empresas como Uber e Amazon, que introduziram novos modelos de negócios e redefiniram a experiência do cliente. Mesmo indústrias que tradicionalmente não se diferenciavam na prestação de serviços, agora se veem forçadas a se atualizar.

De acordo com o mais recente relatório do CXTrends, maior estudo sobre experiência do cliente no Brasil, 55% das empresas não estão satisfeitas com o atendimento que prestam, 48% ainda não possuem metas de atendimento e relacionamento, 35% não monitoram a satisfação e 49% aumentaram o investimento em gestão de atendimento ao cliente, sendo esta a área de maior investimento entre as empresas. Já sobre a percepção dos clientes, a pesquisa revelou que 68% dos consumidores não acham que os profissionais de atendimento são qualificados como deveriam e 72% dos clientes classificam como mediano ou ruim o atendimento recebido atualmente.

Agilidade e inovação aprimoram a experiência do cliente

Para melhorar os níveis de serviço e, ao mesmo tempo, continuar aumentando a eficiência operacional, nessas novas condições de negócios, as organizações devem manter um alto nível de agilidade nos negócios. Em outras palavras, as equipes de serviço em campo devem ser capazes de responder rapidamente a ambientes em mudança, satisfazer os clientes com prestação de serviços contínua e medir o impacto. Do ponto de vista gerencial, as decisões devem ser estrategicamente alinhadas para atender aos imperativos de negócios, como custos de serviços e conformidade com o SLA.

As organizações de serviços devem responder rapidamente a mudanças e incertezas. Uma maneira de garantir a agilidade dos negócios é através da constante inovação. Existem dezenas de exemplos de ex-líderes do setor que falharam devido à falta de inovação contínua. A Kodak, a Blackberry, a JCPenney e a Blockbuster são apenas alguns nomes familiares que não seguiram a direção do mercado e, posteriormente, pagaram o preço. Embora os detalhes em torno de cada exemplo sejam únicos, a única coisa em comum é que nenhuma dessas empresas conseguiu manter sua inovação ou agilidade. Por outro lado, a Amazon tem sido chamada de “uma das empresas mais ágeis do planeta”, o que é uma pedra angular de seu vencedor modelo de negócios.

Há muitas razões pelas quais as empresas não conseguem inovar, e uma das mais significativas é a relutância em adotar a mudança. O gerenciamento de mudanças é um elemento vital para a maioria das empresas acompanharem as tendências mais recentes, ajudando-as a obter uma vantagem competitiva. Sem uma estrutura adequada de gerenciamento de mudanças em vigor, as empresas que estão enfrentando uma transformação não terão a adesão de que precisam.

Na indústria de serviços em campo, existem dois objetivos críticos que as empresas precisam manter em vista para ter sucesso. A primeira delas é a eficiência, para garantir os recursos adequados com as habilidades e peças certas, no local e momento correto. Depois a eficácia, que significa a garantia de uma pronta correção, para fornecer uma experiência positiva ao cliente no ponto de serviço.

As empresas que mantêm esses objetivos em primeiro plano são as que oferecem as melhores experiências para os clientes. Mas um dos principais desafios que essas organizações enfrentam é como medir o seu impacto.

A importância da mensuração para otimizar a experiência do cliente

‘Você respeita o que você inspeciona’ – Esta é uma frase eficiente. O fato é que, se a sua empresa puder identificar os principais indicadores de desempenho e estabelecer uma linha de base, ela poderá ser medida e aprimorada.

Naturalmente, uma maneira eficaz de saber se sua empresa está entregando uma experiência satisfatória é simplesmente perguntar ao cliente. De acordo com o especialista em atendimento ao cliente e experiência, Shep Hyken, pesquisas breves são uma maneira ideal de solicitar feedback. Elas permitem que os clientes forneçam rapidamente um feedback valioso e honesto imediatamente após a chamada de serviço, enquanto a visita ainda está fresca em sua memória.

Capturar outros indicadores é importante para entender todo o quadro. Mesmo sem feedback direto dos clientes, os líderes de negócios podem observar outras métricas e fazer inferências para entender se seus clientes estão satisfeitos. Alguns indicadores como retenção, renovações e upsells sinalizarão um trabalho bem feito. Compromissos perdidos, várias visitas para um reparo e janelas longas de compromissos resultarão em clientes insatisfeitos – mesmo que não estejam lhe dizendo isso.

A experiência do cliente é, sem dúvida, crucial para todas as empresas de serviços. Mas é claro que nem todas as organizações podem ser a número um em seu mercado. Ao invés de buscar a perfeição, as empresas que buscam consistência, previsibilidade e cumprimento de promessas provavelmente proporcionarão grandes experiências aos clientes. Desde que o serviço atenda ou exceda as expectativas, a experiência do cliente pode ser o seu grande diferencial competitivo.

Mark Cattini, CEO da ClickSoftware para América Latina

Comércio eletrônico espera faturar R$ 2,55 bi no Dia dos Pais, estima ABComm

O comércio eletrônico deve movimentar R$ 2,55 no Dia dos Pais, de acordo com previsão da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). Segundo a entidade, a data, que é considerada uma das mais importante para o varejo, deve ter um crescimento de 14%, quando comparado com o mesmo evento do ano passado.

A Associação estima que cerca de 8,63 milhões de pedidos sejam realizados no período de 20 de julho a 10 de agosto, com um tíquete médio de R$ 296. As principais categorias de produtos a serem buscados na data são Informática, Celulares, Eletrônicos, Materiais esportivos e Moda e Acessórios.

“O Dia dos Pais sempre movimenta muito no varejo. O mundo mais digital e conectado potencializa ainda mais os pedidos no e-commerce. A expectativa não poderia ser melhor”, explica Mauricio Salvador, Presidente da ABComm.

Para impulsionar app, Magazine Luiza “faz prévia da Blackfriday” no celular

O aplicativo do Magazine Luiza fará, neste domingo, segunda e terça-feira, a segunda edição da Black App, que traz descontos “com força de Black Friday”, de até 80%. Os aplicativos da Netshoes, Zattini e Época Cosméticos também vão entrar nas promoções do Black App.

Além dos descontos, o app do Magalu também dará frete grátis para compras acima de R$ 99 em milhares de produtos. “Nosso aplicativo já é sempre o mais baixado nas principais datas do varejo. A Black App surgiu para proporcionar ao consumidor descontos com força de Black Friday só no aplicativo”, afirma Rafael Montalvão, diretor de marketing e-commerce do Magazine Luiza. “Queremos ser o Super App do consumidor brasileiro.”

Já na fase que antecede a campanha, mais de 200 mil produtos foram “favoritados” por clientes. Eles receberão avisos, com antecedência, dos descontos que estarão no Black App.

O aplicativo do Magazine Luiza já conta com mais de 30 milhões de downloads. Ele foi escolhido pelo Google como um dos melhores apps brasileiros. Uma das metas da companhia é construir o primeiro Super App do Brasil – plataforma que, além de compras, conta com serviços financeiros, de redes sociais etc.

O celular é o novo centro de compras do brasileiro. De acordo com o Ebit, 42% dos pedidos do e-commerce no Brasil durante o segundo semestre de 2018 foram feitos via dispositivos móveis.

Mercado Livre Experience reúne grandes executivos para discutir tecnologia e inovação no mercado de negócios digitais

Ainda há ingressos disponíveis para a edição deste ano do Mercado Livre Experience (MELIXP), o maior evento de e-commerce da América Latina, que será realizado em 29 de agosto no SP Expo. Executivos do Mercado Livre e de empresas como Visa, Facebook, Google, Grupo Globo, PayPal, Twitter, Forrester Research e Publicis se reúnem para debater e trocar experiências sobre o futuro do mercado de negócios digitais e vendas online.

Em sua quarta edição, o MELIXP promove discussões sobre e-commerce, serviços financeiros, tecnologia e inovação e espera receber cerca de 10 mil pessoas representando empresas de todos os portes, em especial do segmento de varejo.

“Reunimos diversas categorias do segmento em uma experiência que privilegia o networking. É uma oportunidade de ouvir e discutir novos projetos e o futuro do mercado”, explica Guilherme Mazzola, Gerente de Eventos do Mercado Livre no Brasil.

A abertura do evento será às 9h com um bate-papo entre os fundadores do Mercado Livre: o CEO Marcos Galperin e o COO Stelleo Tolda, que falarão de suas experiências como empreendedores, o momento atual do Mercado Livre, que completa 20 anos este mês, e a visão deles sobre o futuro da empresa. Ao longo do dia, a plenária principal e os espaços paralelos receberão outros executivos da empresa como Túlio Oliveira, vice-presidente de Fintech Services do Mercado Pago, e Cristina Farjallat, diretora de Marketplace no Brasil, além de experts do mercado como Fernando Teles, Country Manager Brasil da Visa; Ann Mack, diretora Global de Insights Marketing do Facebook; John Lucena, Technical Director do Google; Roberto Marinho Neto, Head de Esportes do Grupo Globo; Paula Paschoal, diretora geral do PayPal Brasil; e Fiamma Zarife, diretora geral do Twitter Brasil. Estão confirmados também Fiona Swerdlow, VP e diretora de pesquisa da Forrester Research, e Jason Goldberg, Head de estratégias comerciais da Publicis e apresentador do The Jason & Scot Show – ambos pela primeira vez no Brasil. Além do chef, empresário e apresentador Erick Jacquin, que contará sobre sua história como empreendedor.

O evento também vai abrigar espaços próprios de cada uma das unidades de negócios do Mercado Livre. O Marketplace, por exemplo, contará com a Casa MELI com cômodos de uma residência como quarto, sala, biblioteca, escritório, academia de ginástica e até jardim, montados com produtos que estão à venda no site. Entre as marcas participantes estão: Mobly, Reserva, MAC, Kikos, Artex e New Balance.

Já o espaço do Mercado Pago terá um game virtual onde os visitantes poderão responder perguntas sobre as funcionalidades do aplicativo, e uma feira onde os parceiros da unidade de negócios venderão seus produtos direto ao público participante no local.

O Mercado Livre Classificados terá em seu estande um game inspirado no famoso The Wall”, para apresentar as categorias Veículos e Imóveis. Os participantes que deixam a bola cair do paredão de cada categoria ganham uma chave “do seu próximo carro” ou “da sua próxima casa”. As chaves dão acesso a diversos brindes, inclusive a uma experiência com um carro da Jaguar promovida em parceria com Mercado Livre Publicidade e Localiza.

O MELIXP 2019 também será o cenário para o MELI Pitch, uma oportunidade para startups com soluções tecnológicas inovadoras apresentarem seus negócios a investidores. Essa é uma iniciativa que o Meli Fund, fundo de investimento do Mercado Livre, já adota há alguns anos com o objetivo de fomentar o desenvolvimento de startups dos mais diversos setores de atuação. As empresas interessadas podem se inscrever neste link até o dia 17 de agosto para concorrer a um espaço no pitch.

Mercado Livre Experience 2019

Data: 29 de agosto, das 9h às 18h.

Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, s/n – Km 1,5 – Vila Água Funda – São Paulo

Site evento: www.mercadolivreexperience.com.br/

Site Meli Fund: www.mercadolibre.com/fund

Honeywell lança primeiro Centro de Serviços para Aviação na América Latina

A Honeywell (NYSE: HON) inaugurou seu primeiro Centro de Serviços e Manutenção para aviação em São José dos Campos, cidade localizada a 94 km da capital paulista. No local, a companhia oferece diversos serviços, como substituição de peças, reparos e revisões de equipamentos aeronáuticos.

“O novo Centro de Serviço e Manutenção é um dos poucos locais preparados para oferecer apoio especializado às empresas do setor, incluindo os segmentos de aviação executiva, comercial, de defesa e geral”, disse Laurent Memvielle, Vice-presidente e Gerente Geral da área de Aeroespacial da Honeywell na América Latina. “Este lançamento é um passo importante para a expansão das operações da companhia no Brasil, onde temos o objetivo de desenvolver cada vez mais facilidades e atender às demandas dos nossos clientes de forma rápida e eficiente”, completou Memvielle.

São José dos Campos foi a cidade escolhida pela tradição no mercado da aviação e pela proximidade estratégica da Embraer e da cidade de São Paulo, além de outros centros urbanos da região sudeste, onde estão localizadas as principais companhias áreas do País. O Centro de Serviços e Manutenção está localizado em uma área de 500m², no Parque Tecnológico de São José dos Campos.

A divisão Aerospace é uma das quatro unidades de negócios da Honeywell e foi responsável por inovações na aviação, como o primeiro controle de voo com piloto automático e o primeiro sistema de radar meteorológico comercial. No total, o portfólio da companhia conta com 84 linhas de produtos focadas em criar aviões mais econômicos, práticos e que respeitem o meio ambiente.

Mercado de aviação brasileiro

Em reunião realizada com investidores na embaixada da Espanha no início de junho, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, comentou o forte potencial de crescimento do mercado nacional. Ele destacou que o Brasil, hoje o 6º maior mercado de aviação do mundo, pode facilmente se tornar o 3º no ranking mundial.

Segundo dados do relatório de Demanda e Oferta do Transporte Aéreo, divulgado pela ANAC, Agência Nacional de Aviação Civil, em janeiro deste ano, mais de 103 milhões de passageiros foram transportados em voos domésticos por companhias aéreas brasileiras em 2018, 4,1% a mais que no ano anterior.

Em relação ao mercado internacional, o mesmo documento mostra que, em 2018, o número de passageiros que voaram em companhias brasileiras com destinos internacionais aumentou 11,9% quando comparado a 2017. A Abear, Associação Brasileira das Empresas Aéreas, destaca que esse crescimento da demanda e do volume de passageiros no mercado doméstico vem sendo registrado por 26 meses consecutivos (dados de maio de 2019).

FGV Direito SP, FGV EAESP e IE Law School de Madrid promovem competição de startups jurídicas

O Centro de Ensino e Pesquisa em Inovação (CEPI) da FGV Direito SP, em parceria com o IE Law School de Madrid e o Centro de Estudos em Private Equity da FGV EAESP, traz para o Brasil o Legaltech Venture Day, competição de startups ligadas ao mundo jurídico e espaço de debates acadêmicos sobre o futuro da profissão jurídica.

As inscrições para a competição vão até o dia 8 de setembro. As legaltechs pré-selecionadas serão avaliadas por uma comissão em um evento no dia 26 de setembro, em São Paulo.

Criado pelo IE, o Legaltech Venture Day tem por propósito expor e discutir as mudanças na profissão e nas organizações jurídicas.

A equipe da legaltech vencedora ganhará uma viagem, com todas as despesas pagas, para participar da etapa internacional da competição, em abril de 2020, em Madrid.

Serão aceitos projetos inovadores inclusivos, que utilizem tecnologia para resolver importantes desafios legais de empresas, governos, instituições públicas e instituições da sociedade civil.

Podem participar startups constituídas com um modelo de inovação baseado em serviços e produtos direcionados ao mercado jurídico, que tenham potencial de escala internacional e que consigam identificar oportunidades claras de mercado.

O evento está inserido no âmbito da pesquisa “O Futuro das Profissões Jurídicas”, integrando também os projetos da Law Schools Global League (LSGL), associação internacional com 27 escolas de Direito distribuídas pelo mundo, das quais fazem parte a FGV Direito SP, a FGV Direito Rio e o IE.

Mais detalhes sobre o evento e a competição estão disponíveis no site oficial.

As inscrições das legaltechs competidoras devem ser feitas por meio deste link.

O decreto do Plano Nacional IoT foi assinado. E agora?

Por Werter Padilha

Estava na fase de definição do tema deste artigo, quando foi assinado o decreto nº 9.854. de 25 de junho de 2019, que instituiu o “Plano Nacional de Internet das Coisas e dispõe sobre a Câmara de Gestão e Acompanhamento do Desenvolvimento de Sistemas de Comunicação Máquina a Máquina e Internet das Coisas”, conforme descrito na abertura do documento. A comemoração no ecossistema foi grande, pois era grande a expectativa em torno de sua oficialização, assim como analisei no texto Plano Nacional de Internet das Coisas Precisa sair da retranca. Afinal, desde 2017, o mercado e a sociedade brasileira aguardavam esse decreto. Por isso, o assunto do artigo não poderia ser outro.

O Plano Nacional de IoT (IoT.br) é uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), do Ministério da Economia (ME) e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em conjunto com a sociedade civil – empresas, academia, agências de fomento e outros órgãos -, e participei ativamente da sua elaboração como representante da ABES – Associação Brasileira das Empresas de Software no conselho consultivo, após muitas reuniões, consultas públicas, pesquisas e relatórios, que estão disponíveis para download. E, como tendemos a ser ansiosos, novas perguntas surgiram: o decreto do IoT.br foi assinado. E agora? Quais são os próximos passos?

Primeiramente, o decreto traz uma definição do que é IoT e seus devices (“sistemas de comunicação máquina a máquina”, com exceção de máquinas de cartão de crédito e débito); explica como funcionará a Câmara IoT; reitera quais são as quatro verticais prioritárias (agronegócios, saúde, cidades inteligentes e indústria) e explica, em seu segundo artigo, que Internet das Coisas diz respeito à “infraestrutura que integra a prestação de serviços de valor adicionado com capacidades de conexão física ou virtual de coisas com dispositivos baseados em tecnologias da informação e comunicação existentes e nas suas evoluções, com interoperabilidade”. Resumindo, temos bases para conferir mais segurança jurídica aos projetos e iniciativas baseados em IoT.

E, falando das iniciativas em IoT, agora temos a base oficial que dá direcionamento e estímulo à continuidade das ações em andamento, como o BNDES Projetos Piloto de IOT e suas linhas de crédito, assim como as atividades conduzidas pela Finep, Embrapii, Senai, Sebrae, ABDI e os institutos de ciência e tecnologia. Antes disso, tanto as iniciativas governamentais quanto as privadas, estavam trabalhando projetos relacionados à IoT sem uma base regulamentar, especialmente quanto às questões tributárias. Lembro ainda que temos no Congresso o Projeto de Lei 7.656/2017, de autoria do deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP) que propõe zerar taxas para incentivar o IoT, que já está aguardando parecer do Relator na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC).

Quanto à Anatel e suas certificadoras, em meu ponto de vista, terão o desafio de agilizar seus processos de homologação e certificação para os devices de IoT, a fim de evitar que a burocracia postergue os lançamentos e, consequentemente, afete os negócios em um segmento no qual a possibilidade de obsolescência de um equipamento tende a ser mais rápida, em alguns casos.

Importante ainda lembrar que o IoT.br está alinhado aos objetivos e ações definidas na Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, oficializada pelo Decreto nº 9.319, de 21 de março de 2018. A Câmara Nacional IoT retoma suas atividades e em decorrência das verticais priorizadas, já temos a Câmara Nacional da Indústria 4.0, criada em abril de 2019, em uma ação interministerial do MCTIC e Ministério da Economia (ME), da qual tenho participado e garanto que muitas ações boas e estruturadas virão brevemente. E neste mês de julho, o governo instituirá a Câmara Nacional do Agro 4.0, uma ação conjunta do Ministério da Agricultura e MCTIC e, muito em breve, virão as Câmara Saúde 4.0 e Cidades 4.0. E, se considerarmos a recente assinatura do acordo histórico de livre comércio, fechado entre o Mercosul e a União Europeia, ouso dizer que não me recordo de termos, nos últimos anos, condições tão propícias para “fazermos acontecer” de forma tão consistente.

Por isso, tenho dito que vejo o decreto não como um fim, mas como a retomada do “jogo” para que o Brasil se posicione na vanguarda do ecossistema mundial de IoT. A tendência é que muitas inovações comecem a aparecer rapidamente no mercado B2B e B2C, com novas soluções para todas as verticais citadas e introduzindo mais tecnologias IoT no cotidiano dos consumidores.

Werter Padilha, Coordenador do Comitê de IoT da ABES