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Elo e MoneyPag lançam primeiro cartão no Brasil sem número impresso

A Elo, empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos, e a MoneyPag lançam o MoneyPag Elo, primeiro cartão no Brasil sem numeração impressa. O cartão não cobra anuidade e oferece mais segurança ao disponibilizar acesso ao número, data de validade e código de segurança somente pelo app MoneyPag. O usuário pode controlar toda a sua conta pelo aplicativo, onde também acessa os comprovantes de compra e recebe notificações a cada utilização.

A iniciativa de restringir os dados específicos do cartão MoneyPag Elo ao app garante segurança ao portador e evita que informações fiquem expostas na versão física. Pelo aplicativo MoneyPag o usuário poderá controlar sua vida financeira com facilidade e agilidade: comprar, pagar contas, transferir e receber dinheiro, recarregar celular, fazer saques e depósitos em pontos credenciados, entre outras funcionalidades.

O cartão é aceito em mais de 9,5 milhões de estabelecimentos no País, e pode ser usado para sacar em mais de 23 mil caixas na rede 24h. Além disso, a conta digital MoneyPag também pode ser utilizada por quem não possui conta bancária ou cartão de crédito. “A parceria reforça nosso compromisso de ser uma empresa de tecnologia de pagamentos flexível e que se atenta às particularidades do mercado nacional”, afirma Jacó Silva, diretor de desenvolvimento de negócios da Elo.

Projeto de inovação da Rumo é selecionado pelo MIT

A Rumo (controlada pela Cosan) teve um projeto de inovação selecionado para receber o apoio de uma das mais renomadas universidades e centros de pesquisa científica do mundo: o Massachusetts Institute of Technology (MIT). O trabalho escolhido no final do ano passado envolve a aplicação de um algoritmo de inteligência artificial (IA) para otimizar a operação de formação de trens no Porto de Paranaguá (PR). Essa parceria é o primeiro case do projeto da Cosan em se aproximar de universidades nos Estados Unidos.

“As parcerias entre empresas e instituições de ensino fazem parte da agenda do grupo”, afirma Paula Kovarsky, head de Relações com Investidores e do escritório de Nova York da Cosan. “Essas iniciativas permitem trocas ricas de conhecimento e um contato direto com tecnologia de ponta e futuros talentos. Agora, vamos ampliar essa experiência para os outros negócios da Companhia”.

Os objetivos do projeto feito pela Rumo e MIT são reduzir custos e aumentar a eficiência do giro de vagões que descarregam no cais e precisam voltar rapidamente para os terminais do interior. A apresentação do projeto ocorreu no próprio MIT em meados do mês passado, sendo muito elogiado pela banca.

“Os estudantes do MIT desenvolveram um algoritmo para usarmos em nossos sistemas”, diz Roberto Rubio Potzmann, diretor de tecnologia da Companhia. “Com esta solução em mãos, poderemos ajustá-la conforme as nossas necessidades”.

O projeto de inovação da empresa brasileira foi selecionado pelo Analytics Lab (A-Lab), departamento do MIT no qual estudantes de graduação e MBA aplicam processos e métodos de analytics, machine learning e tecnologias digitais de ponta para resolver problemas de negócios.

Durante o último mês de 2019, colaboradores da empresa brasileira de serviços logísticos e do instituto norte-americano trabalharam juntos para propor soluções de IA coacona formação de trens no Porto de Paranaguá (PR). Ali, todos os meses, centenas de vagões da concessionária descarregam grãos e precisam voltar rapidamente para os terminais do interior.

Com cinco anos de existência, o A-Lab do MIT já levou cerca de 300 estudantes para trabalhar em soluções de projetos que abrangem internet das coisas (IoT), tecnologia digital, finanças, marketing, comércio eletrônico, varejo, manufatura, saúde, cadeias de suprimentos médicos e segurança de trabalho.

Dois em cada três usuários de aplicativos de transporte consideram desistir de seus carros futuramente, revela estudo da Accenture

Quase dois terços (63%) dos proprietários de automóveis nos EUA que usam aplicativos de transporte disseram que considerariam desistir de seu veículo pessoal durante a próxima década, de acordo com uma nova pesquisa da Accenture (NYSE: ACN).

A pesquisa, que entrevistou mais de mil consumidores nos EUA, constatou que a satisfação do consumidor com os aplicativos de transporte é muito forte (92%), e que a grande maioria (93%) dos entrevistados espera manter ou aumentar seus gastos com esses serviços neste ano. Apesar dessas descobertas, no entanto, mais da metade (52%) dos entrevistados relatou alternar entre aplicativos que oferecem serviços online para pegar caronas, ou corridas compartilhadas.

“Esses serviços têm crescido em satisfação dos clientes graças à praticidade que representam, incluindo a confiabilidade nos horários de início e término das corridas, a possibilidade de fazer reservas, e a simplicidade no pagamento”, disse Andrea Cardoso, diretora-executiva da Accenture para Indústria Automotiva. “O desafio agora para essas empresas é manter essa fidelização do cliente, por meio da customização de experiências”.

A pesquisa da Accenture indica uma oportunidade para as empresas que oferecem carona por plataformas digitais ꟷ bem como outras empresas de plataforma que estão enfrentando alto crescimento orgânico por meio da conquista de clientes ꟷ aprofundar seu relacionamento com os consumidores, considerando o seguinte:

• Os relacionamentos devem ter como base a confiança. Quase sete em cada 10 participantes (69%) disseram que ter seus dados pessoais protegidos é um aspecto extremamente importante da experiência, mas apenas 27% dos participantes disseram que confiam totalmente em seu provedor.

• As marcas devem ter um propósito. Menos de um em cada três motoristas de aplicativo norte-americanos (29%) disseram que sentem fortemente que sua marca é um negócio responsável que promove interesses ambientais e sociais. Pesquisas adicionais da Accenture descobriram que os clientes têm duas vezes mais chances de compartilhar dados pessoais com marcas que retribuem à sua comunidade do que com marcas que não fazem.

• A relevância é quem manda. Mais da metade dos consumidores está disposta a andar de veículo autônomo no próximo ano, incluindo veículos de passeio (62%), veículo pessoal (61%) e ônibus públicos (56%). No entanto, menos da metade (42%) dos veículos de passeio americanos expressam interesse em serviços adjacentes de empresas de transporte de passageiros, como entrega de alimentos e modos de transporte alternativos, como bicicletas e patinetes.

“A crescente demanda por marcas confiáveis ​​e direcionadas por propósito colocou a experiência do cliente no centro de como as empresas de plataforma criam e agregam valor aos seus usuários”, afirmou Robin Murdoch, que lidera a prática global de software e plataformas da Accenture. “É imperativo que eles tenham um entendimento muito claro das necessidades e expectativas de seus consumidores antes de lançar novos serviços”.

Para obter os resultados da pesquisa, visite:

http://www.accenture.com/us-en/industries/software-and-platforms-index

Metodologia

A Accenture Research conduziu uma pesquisa online com 1.003 consumidores nos EUA que usam serviços digitais de carona para entender suas percepções sobre corridas compartilhadas, hábitos de uso, fidelidade à marca e serviços adicionais que os consumidores estariam interessados ​​em usar com esses tipos de empresas. A pesquisa foi realizada em novembro de 2019.

Dassault Systèmes anuncia expansão do 3DEXPERIENCE Lab, programa de aceleração de startups para impactar positivamente o planeta

A Dassault Systèmes anuncia as novidades de seu laboratório de inovação aberta e de programa de aceleração 3DEXPERIENCE Lab. Dando continuidade em sua missão de fomentar inovações disruptivas que impactam positivamente a sociedade mundial, a Dassault Systèmes ampliou o alcance do 3DEXPERIENCE Lab ao acolher novas startups, incubadoras e novos parceiros como fab lab (laboratórios de fabricação) dentro de seu ecossistema internacional. O anúncio global está sendo divulgado esta semana, após pré-lançamento feito durante o 3DEXPERIENCE Lab, evento realizado no centro de arte digital Oficina das Luzes (Atelier des Lumières), em Paris.

Quinze novas startups vindas da Bélgica, China, França, Índia, África do Sul e Estados Unidos foram adicionadas ao programa de aceleração do 3DEXPERIENCE Lab, que permite a companhias selecionadas acessarem a plataforma 3DEXPERIENCE para desenvolver digitalmente seus projetos transformadores que impactam a sociedade, atendendo uma ou mais metas sustentáveis estabelecidas pelo plano de desenvolvimento das Nações Unidas (ONU), além de se beneficiarem de sessões especiais de mentoria e de capacitação. As startups escolhidas são a AgreenCulture (robótica agrícola inteligente), DAMAE Medical (dispositivo para detectar câncer de pele), FEops (simulações específicas para intervenções cardíacas em pacientes), Gyrolift (nova solução de mobilidade), Inali (prótese de mão acessível), PKvitality (solução vestível para diabéticos – bio-wearable) e SparkCharge (unidade de carregamento elétrico portátil e ultra-rápida). Os projetos baseados em comunidades incluem a Magic Wheelchair (organização sem fins lucrativos que cria roupas épicas para crianças cadeirantes) e o Open R2 (para projetar e construir o famoso robô R2-D2).

As startups estão sendo adicionadas ao programa acelerador que analisou mais de 500 ideias, muitas das quais avançaram significativamente nos últimos meses. Entre os exemplos estão a Biomodex, que está produzindo órgãos personalizados e impressos em 3D para simulação de cirurgias a partir de seu escritório localizado em Boston (Estados Unidos) e já arrecadando sua segunda rodada de financiamentos; a EEL Energy, que testou com sucesso sua membrana em um instituto francês; a Syo, que já vendeu mais de 11.000 instrumentos musicais sob medida; e a XSun que acaba de lançar seu drone solar de longo alcance não tripulado.

Desde a criação do 3DEXPERIENCE Lab na França em 2015, a Dassault Systèmes já o expandiu a iniciativa para os Estados Unidos e a Índia. Agora conta com mais de 25 parceiros entre incubadoras, aceleradoras, instituições de educação, desenvolvimento de empreendedores, fornecedores tecnológicos e fab labs em todo o mundo. Como um acelerador colaborativo aberto, o 3DEXPERIENCE Lab também se associou a empresas multinacionais para co-acelerar projetos promissores em setores específicos. Sua crescente comunidade de 1.200 mentores fornece conhecimento em disciplinas que incluem design, simulação, regulamentação e marketing.

Entre os novos parceiros de 2019 estão as incubadoras MIT Enterprise Forum CEE (Polônia), Greentown Labs (Estados Unidos), Centech (Canadá), OuiCrea (China) e Tshimologong (África do Sul); além deles, destaque à Escola de Negócios HEC (França); e o laboratório Communautique FabLab (Canadá).

“O 3DEXPERIENCE Lab é um exemplo do poder da inteligência coletiva, da inovação aberta e das plataformas digitais armazenadas em Nuvem para possibilitar inovações revolucionárias para o bem da sociedade mundial, com os ganhos que se alinham aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU”, afirma Frédéric Vacher, Diretor de Inovação da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes está buscando extensivamente apoiar o desenvolvimento do planeta por meio de projetos e comunidades em estágio inicial para reforçar ainda mais essa missão e contribuir para criar um mundo melhor”.

Último mês para inscrições: Omie distribui mais de R$ 50 mil em prêmios de inovação

A Omie , plataforma de gestão em nuvem número um para pequenas e médias empresas, anuncia as últimas vagas para inscrições no primeiro prêmio a unir contabilidade e empreendedorismo no Brasil.

Com o objetivo de reconhecer e incentivar ações inovadoras por parte de estudantes de contabilidade, empresários contábeis e empreendedores, a scale-up criou o Prêmio Omie de Inovação Empreendedora, que distribuirá mais de R﹩ 50 mil para os vencedores das três categorias. O regulamento completo pode ser conferido no link, bem como as inscrições, que vão até dia 11 de fevereiro de 2020.

“Criamos o prêmio para estabelecer um espaço de integração entre estudantes de contabilidade – que representam o futuro do setor – contadores e empreendedores que estão pensando fora da caixa; queremos reconhecer seus esforços de inovação e, mais uma vez, tangibilizar nosso propósito de reduzir o gap de eficiência da PME brasileira, contribuindo para que elas sejam mais prósperas e vivam todo seu potencial”, afirma o fundador e CEO da Omie, Marcelo Lombardo.

A coordenação do prêmio fica por conta da RP Consultoria, especializada em programas de reconhecimento de mérito, e que geriu o Prêmio Esso de Jornalismo por mais de duas décadas. A comissão de julgamento dos trabalhos será composta por especialistas em contabilidade e empreendedorismo, acadêmicos e grandes nomes do mercado.

Em todas as categorias, a ideia é a mesma: recompensar ideias e ações inovadoras que tenham impacto real nos negócios. Estudantes poderão submeter TCCs, relatos técnicos e monografias, enquanto empresários contábeis e empreendedores deverão inscrever cases demonstrando os resultados práticos da implementação de projetos inovadores em suas empresas.

Serão escolhidos três vencedores em cada categoria, ranqueados em 1ª, 2º e 3º lugar. Os premiados receberão R﹩ 10 mil, R﹩ 5 mil e R﹩ 3 mil, respectivamente.

A iniciativa faz parte de uma série de ações da Omie, embaixadora da #culturadocrescimento, que visam a empoderar empreendedores e contadores, de forma a desenvolver o mercado de PMEs do país como um todo, cumprindo assim seu propósito.

Estudo da Cognizant aponta 42 tendências e seus impactos no futuro do trabalho

Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta estudo com 42 tendências sobre o futuro do trabalho. O levantamento contém análises e insights coletados nos 10 anos de trabalho do Center for the Future of Work (CFoW – Centro para o Futuro do Trabalho) da empresa. As tendências foram divididas em cinco categorias: mudanças nos modos, nas ferramentas, na estética, nos desafios e no significado do trabalho.
“A ideia do estudo era demonstrar como a tecnologia teve e continua tendo impactos contundentes no mercado de trabalho. Os humanos serão cada vez mais necessários. Não para tarefas repetitivas, mas para dar um direcionamento crítico e criativo para os insights que os bots nos trarão”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil.
 
Modos de trabalho
 
• De hierarquia para “wirearquia” – Apesar de terem sido importantes, as hierarquias não pertencem a um mundo colaborativo. Aí entram as “wirearquias”, um modelo de organização baseado em auxílio mútuo e confiança. O futuro da estrutura organizacional está em equilibrar esses dois modelos.
 
• De cargos para tarefas – Nossas profissões são um pedaço de nossa identidade. Contudo, o futuro do trabalho requer que as profissões sejam pensadas de maneira mais fluida, aceitando mudanças e reinvenções. Isso quer dizer que cargos estão sendo desconstruídos em tarefas, que são a forma mais sustentável de lidarmos com a força de trabalho homem-máquina.
 
• De segunda a sexta para segunda a quinta – A jornada de trabalho de 40 horas distribuídas em cinco dias ao longo da semana é fruto da Primeira Revolução Industrial. Mas agora o trabalho pode ser realizado a qualquer hora, de qualquer lugar. E a tendência é que o fim de semana passe a contemplar a sexta-feira também.
 
• De assistentes para robôs assistentes – Os assistentes facilitam o trabalho daqueles em posições de liderança. Mas esses profissionais poderiam ter profissões mais rentáveis e produtivas. Dessa forma, os robôs não vão roubar empregos, mas sim facilitar o trabalho. O novo assistente funcionará com zeros e uns, não com café.
 
• De comprar para alugar – Os custos de comprar são maiores do que a ideia de comprar. A ligação entre riqueza e posses está diminuindo. E logo será desfeita. Embora a ideia de posse tenha sido um dos pilares do mundo moderno, a tendência é de mudança. Possuir bens não é mais tão sedutor assim para os jovens que estão entrando no mercado.
 
• De robôs maus para robôs bons – Uma ideia disseminada pelo imaginário popular é a de que os robôs fazem muitas coisas boas, mas também podem fazer coisas muito ruins. De quem é a culpa? Nossa! Bots mal programados só podem ser corrigidos por humanos. Ou seja, bons humanos ainda são necessários para desenvolver bons bots.
Ferramentas de trabalho
 
• Do polegar para a voz – Pode ser a era digital, mas o ato de digitar é cada vez mais supérfluo. Seus gadgets são capazes de ouvir tudo que você fala agora. Com isso, a tendência é cada vez menos digitar e cada vez mais utilizar os comandos por voz.
 
• De microscópios para datascópios – Tal como os microscópios mudaram a medicina, a inteligência artificial é um datascópio que trará soluções antes inimaginadas. A IA, assim como outras ferramentas, não substituirá as pessoas, mas sim permitirá que façamos coisas incríveis.
 
• De programação a (quase) sem programação – Os softwares estão engolindo o mundo – incluindo outros softwares. Por isso, plataformas que requerem pouco ou nenhum conhecimento de programação estão democratizando a maneira com que sistemas empresariais são desenvolvidos, utilizados e expandidos.
 
• Da insegurança para a segurança – Estamos às vésperas de uma transformação em que a tecnologia será o aspecto central da sociedade moderna. Portanto, as empresas não devem hesitar em investir em cibersegurança. Quadruplicar o investimento atual é um bom começo.
 
• De petaescala para exaescala – O Eniac, primeiro computador a ser comercializado, completou 74 anos. Mas não vimos nada ainda. O futuro do trabalho será baseado na exaescala – um sistema computacional capaz de realizar um quintilhão de cálculos por segundo.
 
• Do 4G para o 5G – O advento do 5G vai acelerar a transmissão de dados ante as redes 4G. O próximo espectro de banda larga será a fase seguinte da revolução digital. E a fusão do 5G com a inteligência artificial vai aumentar a escala da Internet das Coisas.
 
• Da inteligência artificial para o machine learning – As aplicações comerciais da IA e do ML estão trazendo grandes retornos financeiros. Os filmes de Hollywood com robôs inteligentes malvados são uma miragem. Mas modelos de negócio baseados em machine learning serão uma realidade.
 
• Do centralizado para o descentralizado – A tecnologia moderna deu mais ferramentas de centralização e controle para pessoas, governos e sociedades. Mas são as expressões descentralizadas que fazem as democracias liberais. A descentralização – se feita da maneira correta – será o antídoto para a polarização na era digital.
 
• Do desenvolvimento de software para engenharia de software – O maior desafio dos desenvolvedores de software hoje em dia é conseguir acompanhar a velocidade com a qual o mercado muda. É o fim da programação como a conhecemos. A engenharia de software fará com que o desenvolvimento de programas acompanhe a economia digital.
 
• Do bit para o qubit – O futuro é muito mais do que números binários. O futuro da sociedade e da inteligência artificial está no qubit – a base da computação quântica.
 
• De cloud para edge computing – A IoT pôs fogo na definição de cloud computing. A nuvem sobrecarrega a distribuição de computadores, mas a próxima parada está nas beiradas da rede. A mudança de cloud para edge computing vai acelerar e virtualizar o mundo em níveis sem precedentes.
 
• Da internet para a splinternet – A internet como uma vila global está se dividindo em tribos locais da splinternet conforme países aplicam diferentes regulações em seu funcionamento. A internet como conhecemos está morrendo.
 
• De smartphones para smartdevices – Aplicativos, plataformas, sistemas e websites fazem parte do nosso cotidiano. Você não precisa aprender como a tecnologia funciona. Você precisa aprender como trabalhamos e vivemos com ela.
 
• Do servidor para o contêiner – A arquitetura cliente/servidor foi padrão por muito tempo. Agora esse modelo está sendo desafiado pelo surgimento de softwares de visualização que redefinem o que é um servidor. Contêineres estão substituindo componentes de hardware por códigos.
 
Estética do trabalho
 
• Do terno para o capuz – Os ternos não combinam mais com essa nova era de disrupções. Os softwares comandam o mundo dos negócios agora, e os ternos caindo em desuso foi só dano colateral.
 
• Do cubículo para o sofá – Atualmente, conseguimos trabalhar de qualquer lugar com um computador, celular ou tablet: num café, no saguão de um aeroporto, num quarto de hotel e até mesmo em um escritório. Nossos cubículos serão extintos.
 
• Do subúrbio para a cidade – Antes isolados tecnologicamente, os subúrbios urbanos agora estão florescendo. Procurando pela Quarta Revolução Industrial? Ela está lá.
 
• De vidro e aço para tijolos e madeira – Novas ideias vêm de prédios antigos. Ambientes legais não são apenas aqueles feitos de vidro e aço. Prédios antigos estão sendo rejuvenescidos para abrigar empresas desenvolvendo novas tecnologias.
 
• De “originals” para “digit-alls” – No mundo da TI, os “originals” cuidam da parte de infraestrutura, enquanto os “digit-alls” desenham os aplicativos e plataformas que dominarão o mundo. Os primeiros ficarão até toda a carga de trabalho de infraestrutura do mundo ser automatizada. Os segundos ficarão até saírem de moda.
 
Desafios
 
• De “ver” para “tome cuidado com o que vê” – A manipulação digital está fazendo com que questionemos o que é real e o que não é. Os deepfakes também são um perigo no mundo digital.
 
• De “somos todos um” para “todos somos um” – A personalização da tecnologia está acabando com a crença de que todos temos uma identidade em comum. Com a chegada da realidade virtual, a tendência é que cada um viva sua realidade de forma cada vez mais pessoal.
 
• De “wi-fi grátis” para “sem wi-fi” – Ficar conectado o tempo todo está deixando todos malucos. Por isso, espaços sem wi-fi vão restaurar a calma e a sanidade de nossos cérebros confusos.
 
• De “a privacidade morreu” para ” vida longa à privacidade” – Assinar newsletters e fazer testes on-line pode ser divertido, mas as pessoas estão começando a questionar se vale a pena trocar seus dados por isso. As grandes empresas de tecnologia estão na mira da sociedade por conta de problemas com a privacidade do usuário. Não, a privacidade não morreu ainda.
 
• De humano para ciborgue – Hoje, nós acessamos as informações por meio de nossos gadgets. No futuro, todas as respostas serão enviadas diretamente para nossas mentes. Nossos avós acham que já somos super-humanos, mas seremos simplórios perto de nossos netos. Estamos nos transformando em ciborgues, e as gerações futuras terão curiosidade para saber como era ser um humano pré-tecnológico.
 

Significado do trabalho

• De “cuidado com a língua” para “desembucha!” – Estamos eliminando as formalidades. Prepare-se para ficar chocado. A necessidade de sermos cada vez mais autênticos causará o fim da conversa fiada.
 
• De #sextou para #segundou – Você saberá que o futuro do trabalho chegou quando se sentir motivado em uma segunda-feira. Esqueça o medo de os robôs tomarem todos os nossos trabalhos. Pode ser que o que nos torna humanos seja o trabalho em si.
 
• De serviços para experiências – A não ser que você seja um gamer ou um influencer, você se desenvolveu em uma carreira na área de serviços. Mas o que vem depois? Prepare-se para a era das experiências. Tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual, inteligência artificial e cross reality vão abrir as portas para a criatividade e experiências imersivas.
 
• De uma carreira para várias – O mindset de ter apenas uma carreira está virando um problema. O crescimento da automação e da IA fará com que o modelo “educação-emprego-carreiras” fique obsoleto. Há mais de um caminho para o sucesso – você pode só precisar de mais de uma carreira para alcançá-lo.
 
• Do vermelho para o verde – Energias renováveis. Reciclagem. Transporte público. É o encontro do capitalismo com o conservacionismo. Ainda bem que várias tecnologias estão mudando a percepção do público em relação à sustentabilidade, fazendo com que ideias ecológicas de negócio sejam cada vez mais possíveis. A sustentabilidade finalmente faz sentido (e dinheiro).
 
• Da produção privada à produção individual – Prototipações rápidas e produções velozes abrirão para bens personalizados feitos pelo próprio usuário. As produções individuais são a alternativa ecológica para a manufatura e o varejo.
 
• Da reciclagem para a economia circular – Há mil anos, os japoneses produziram o primeiro papel reciclado. Mas precisamos pensar em novas abordagens. A sustentabilidade está completando seu ciclo, e, na economia circular, todo dia é o Dia da Terra.
 
• De informação grátis para informação paga – A onda das informações públicas disponibilizadas na internet está acabando, mas serviços de assinatura podem ser uma salvação. Não há gratuidade – pelo menos não do ponto de vista da privacidade.
 
• Da aposentadoria à continuidade – Nosso ciclo de trabalho esteve bem definido no decorrer do último século. Os 65 anos eram a linha de chegada da carreira de muita gente. Mas agora precisamos dar umas voltas a mais. O jogo não acaba com a chegada da aposentadoria.
 
• Do CEO para a SHEO – Ainda teremos uma era em que a chegada de uma mulher ao cargo de CEO de uma grande empresa não será notícia por si só. O mundo corporativo ainda é predominantemente masculino, mas isso está acabando.
 
• Do Ocidente para o Oriente – O domínio econômico do mundo ocidental está desaparecendo com a chegada da era da informação. O Ocidente levou a melhor nas três primeiras Revoluções Industriais, mas pode perder a Quarta para países como a China, os Emirados Árabes Unidos e a Índia.
 
• Da diversidade ao pertencimento – A diversidade é um conceito que está na ponta da língua. Mas a inclusão para minorias no ambiente de trabalho deve ser mais do que um representante no meio da maioria. Essa abordagem está chegando ao fim. Não importa nossa identidade, todos nós queremos sentir que pertencemos a algum lugar.
 

Qual é o próximo passo da nuvem no Brasil?

Por Sandra Zanin

A migração para o ambiente em nuvem, seja ele privado, público ou híbrido, é uma tendência irreversível do mercado, e se coloca como a pedra fundamental do processo de transformação digital de muitas empresas. De acordo com o Gartner, só o mercado mundial de serviços de nuvem pública deve crescer 17% em 2020, totalizando receita de US﹩ 266,4 bilhões. Já a pesquisa Red Hat Global Customer Tech Outlook 2020* mostrou que, das empresas ouvidas, 31% escolheram a nuvem híbrida por terem melhor custo/benefício, segurança e facilidade de integração de dados.

Um dos atributos-chave que se mostra presente nesse cenário é a escalabilidade de operações, cuja prova de conceito fica clara em períodos como a Black Friday. Porém, não é algo que se resume ao varejo – operações de naturezas distintas podem ter melhorias em seus negócios, incluindo empresas de educação, saúde, seguradoras e muitas outras.

Enquanto a nuvem privada tem como principal vantagem a adaptabilidade à organização, permitindo customizações, comportando ambientes legados e atendendo às questões regulatórias ou culturais, a solução mantém a infraestrutura sob domínio local. Já a nuvem pública tem como principal vantagem a escalabilidade sob demanda sem ferir critérios de disponibilidade e confiabilidade. No universo da cloud privada, o planejamento e investimento prévio são fatores importantes para acompanhar o crescimento da organização.

Diante tantas particularidades, é preciso analisar desde a arquitetura de software, até os impactos da segurança que a transição a um novo ambiente pode trazer. Faz-se necessário um passo inicial, para que sejam mapeadas as variáveis do processo e fazer uma estratégia de implementação que tenha embutida em si processos para mitigar riscos. Sem um estudo cuidadoso e parceiros de alto nível técnico, a migração para cloud pode ser um problema, ao invés de uma solução.

Se antes, a escolha estava em apenas duas opções, hoje em dia muitas companhias mesclam ambos ambientes e utilizam o multicloud. É certo que trabalhar com mais de uma nuvem trará mais complexidade. Por isso, a análise dos benefícios de uma estratégia multicloud para os respectivos ambientes e, consequentemente, para o negócio deve partir de uma análise de cenários completa e abrangente.

Diante deste cenário, qual é o próximo passo da nuvem?

É fato que o ambiente de cloud está se tornando cada vez mais sofisticado e competitivo, com serviços gerenciados em nuvem tornam-se complementos essenciais que precisam de atualização constante. E, entre diversos fatores, está o que muitas empresas precisam considerar antes mesmo da migração: a otimização de custos.

O mapeamento da melhor opção de nuvem para cada ambiente se faz necessário com o intuito de combinar performance e investimento. Para a cloud, o monitoramento de custos torna-se primordial, uma vez que é possível identificar rapidamente desvios de comportamento por performance, implantação de automação e até mesmo o uso indevido do ambiente, evitando assim impactos inesperados no orçamento.

Como complemento, as revisões na arquitetura baseadas no crescimento do ambiente e ampliação de serviços poderão ser necessárias para que se mantenha a melhor relação de custo x performance. Para as empresas que optam por essas migrações, é importante ter parcerias com provedores e consultores que possuem profundo entendimento sobre o mercado e que estejam atentos aos objetivos de negócios do projeto. No caso do UOL DIVEO, nos preocupamos em estar à frente da demanda e temos parceiros que avaliam nosso desempenho, tal como a premiação “LATAM Partner of the Year”, que a CloudHealth nos ofereceu em evento promovido pela AWS. Mais que uma premiação, é a demonstração do papel fundamental que os provedores de nuvem têm em oferecer produtos de qualidade e segurança.

Nos próximos anos, os investimentos em estratégias de nuvem continuarão sendo prioridade, já que a globalização das corporações compreende um ecossistema diversificado para os negócios. Em um mundo em que a demanda por resultados estratégicos de serviços em nuvem continua crescendo, o caminho é a mudança organizacional em direção ao digital, em que a nuvem é a protagonista que viabiliza o fluxo dos negócios.

Sandra Zanin, gerente geral de Produtos, Alianças Estratégicas e P&D no UOL DIVEO.

**A pesquisa Red Hat Global Customer Tech Outlook 2020 foi feita com mais de 850 empresas em todo o mundo para descobrir quais as prioridades das organizações para o próximo ano em adoção de novas tecnologias.

Programa vai escolher universitário para ser CEO por um mês

Estão abertas as inscrições para o programa CEO for One Month do Grupo Adecco, que seleciona um universitário brasileiro para uma vaga remunerada de CEO pelo período de um mês.

Em sua fase nacional, o estudante irá atuar juntamente aos líderes do Grupo Adecco no Brasil, Andre Vicente (CEO da Adecco no Brasil), Guillermo Sasiaian (CFO da Adecco no Brasil) e Ricardo Rocha (Diretor-Executivo da Spring), no escritório de São Paulo, vivendo os desafios dos profissionais do setor de recursos humanos e desenvolvendo um projeto próprio.

O programa acontece em 46 países, e, em sua fase internacional, os responsáveis pelos dez melhores projetos participam de um bootcamp na Suíça. Um deles trabalhará por mais um mês no país ao lado do CEO global do grupo, Alain Dehaze.

Para participar, os estudantes devem estar matriculados em qualquer curso universitário e ter inglês fluente. Para fazer a inscrição, basta acessar o site global do programa (http://www.ceoforonemonth.com/) até o dia 19 de março 2020.

Linx e PicPay fecham parceria para viabilizar pagamentos via QR Code

Com a popularização dos meios de pagamento digitais, a Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia sua parceria com o PicPay, um dos maiores aplicativos de pagamentos do Brasil, com mais de 13 milhões de usuários, para oferecer aos varejistas uma nova opção para os seus consumidores a partir de janeiro.

A atuação conjunta entre a Linx e o PicPay terá um potencial para que os usuários realizem pagamentos com QR Code em mais de 100 mil estabelecimentos que operam o sistema Linx. Criado em 2012, o PicPay é pioneiro no uso do código para movimentações financeiras no País e já ultrapassou a marca de 3,5 milhões de transações do gênero em sua história.

Essa integração promete facilitar a vida dos lojistas e usuários PicPay, evitando fraudes e trazendo agilidade ao mercado de pagamentos, possibilitando uma gestão mais rápida e eficaz. No caixa, o varejista deixará à mostra apenas um QR Code, que poderá ser pago em diferentes plataformas, como o PicPay e outras carteiras digitais parceiras da Linx.

“O pagamento feito via QR Code traz inovação para o varejo e atende a três anseios dos consumidores: segurança, facilidade de uso e rapidez. De forma simples, reduz os atritos na hora de pagar, melhora consideravelmente a experiência do cliente e, consequentemente, a vida do varejista. Essa tecnologia ainda democratiza o acesso ao consumo, já que, para utilizar o nosso aplicativo, não é preciso ter conta bancária ou cartão de plástico”, afirma Elvis Tinti, diretor comercial do PicPay.

O momento contribui para escalar a aceitação do Código QR, tecnologia de pagamento instantâneo que está transformando a indústria, uma vez que reduz o número de intermediários e os custos das transações. “Foi pensando nas necessidades do mercado que buscamos essa parceria. A Linx e o PicPay são especialistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que facilitam o dia a dia dos seus clientes. Com o QR Linx, vamos impulsionar o uso dos pagamentos via wallet no mercado”, explica Denis Piovezan, vice-presidente da Linx Pay Hub, fintech da Linx.

ASICS participa pela primeira vez da CES, em Las Vegas, e apresenta seu laboratório de inovações

A ASICS participa pela primeira vez da Consumer Electronic Show (CES), em Las Vegas, entre os dias 07 e 10 de janeiro. Para este evento internacional que reúne mais de 3 mil empresas e as principais novidades tecnológicas, a marca esportiva apresenta seu Laboratório de Pesquisa Energética e suas principais tecnologias por trás de seus produtos voltados ao mundo da corrida. Em seu estande, a ASICS oferece a oportunidade dos visitantes terem acesso a tudo o que os pesquisadores da ASICS Institute Of Sport Science (ISS) trabalham, demonstrando como a tecnologia pode nos ajudar a correr mais, mais rápido e mais fácil.

Entre as principais novidades apresentadas pela ASICS está o primeiro protótipo de tênis inteligente realizada em parceria com a startup japonesa No New Folk Inc. Com a união de forças e know-how das suas empresas, a parceria conta com sensores multidimensionais precisos da NNF com todo o conhecimento e experiência em movimento humano dos cientistas da ISS. O objetivo é oferecer aos corredores um enriquecimento às experiências esportivas por meio das avançadas tecnologias digitais.

Os novos tênis inteligentes vão contar com rastreamento de dados e análises em tempo real que ajudam os corredores. A ISS e a NNF apresentam o protótipo em funcionamento no laboratório de pesquisa energética em seu estande durante a CES 2020. O protótipo conta com o mais recente sensor chamado Orphe Track, incorporado no tênis de corrida ASICS EVORIDE. Por meio de rastreamento de uma variedade de movimentos – incluindo força e estabilidade -, o tênis fornece aos corredores um feedback em tempo real e insights que ajudarão na evolução do treino.

A ASICS pretende lançar seus primeiros tênis inteligentes ainda em 2020. Vale destacar que o tênis inteligente apresentado durante a CES 2020 é apenas um protótipo e que toda a tecnologia utilizada não será lançada no modelo EVORIDE.

EVORIDE

No estande da marca, a ASICS também revelou o seu novo tênis de corrida chamado EVORIDE. O mais recente lançamento da família RIDE proporciona ainda mais economia de energia e foi criado com o mesmo padrão de qualidade dos lançamentos de 2019: METARIDE e GLIDERIDE.

Os calçados que oferecem a economia de energia são construídos com base na revolucionária tecnologia GUIDESOLE, da ASICS. Projetado para minimizar o movimento da perna e auxiliar os corredores a economizar energia, o tênis dá maior eficiência no momento da corrida. A tecnologia GUIDESOLE é uma das inovações mais importantes nos 70 anos da ASICS. Por conta disso, fora criada uma categoria completamente nova de tênis da marca para a indústria. O EVORIDE estará disponível nas lojas em todo o mundo a partir do dia 07 de fevereiro e no Brasil será lançado em março.

Economia de Energia

O estande do Laboratório de Pesquisa Energética da ASICS na CES tem uma forte mensagem em sua essência: a eficiência energética é essencial para os corredores que desejam correr e manter-se saudáveis. Para corredores do dia-a-dia e atletas de elite, tênis e soluções digitais que os ajudem a correr de forma eficiente, não apenas aumentam seu desempenho e os deixam energizados para o próximo desafio, mas também os protegem de quaisquer lesões. O Laboratório de Pesquisa Energética da ASICS permite que os visitantes experimentem uma série de testes que fornecerão feedback e análise em tempo real dos cientistas da ISS. Os visitantes não apenas podem testar o protótipo de tênis inteligente e o EVORIDE, mas também podem experimentar a versão mais recente do aplicativo Running Analyzer, disponível nas principais lojas de varejo e constantemente atualizado para fornecer aos corredores insights significativos sobre o gasto de energia.

Transformando eventos de corrida por meio de inovações tecnológicas
Fundamentalmente a ASICS acredita que não basta só correr, é preciso vivenciar toda a experiência. Para marcar sua primeira participação na CES e apresentar sua aquisição mais recente, a Race Roster (sistema de registro de corrida baseado em nuvem), a marca esportiva convidou todos os visitantes para uma corrida aberta de 5 km, organizada pelo presidente e diretor de operações da ASICS Yasuhito Hirota e pelo fundador da Race Roster, Alex Vander Hoeven.

“A chegada à CES é um momento de trampolim para a inovação esportiva da ASICS. Sempre buscamos a perfeição e é por isso que resolvemos ter nosso próprio estande na CES. Estamos realmente satisfeitos por mostrar a incrível inovação que normalmente é guardada em nossos laboratórios da ISS, especialmente em um ano que é tão importante para o esporte, para o Japão e, é claro, para a ASICS também ”, comenta Hirota.

Philips expande o portfólio de soluções de saúde digital focado no consumidor na CES 2020

Na Consumer Eletronics Show (CES) 2020, um dos principais eventos de tecnologia de consumo, realizado entre os dias 7 a 10 de janeiro, em Las Vegas (EUA), a Royal Philips , líder global em tecnologia de saúde, anuncia sua expansão de soluções personalizadas para a saúde do consumidor que ajudam a moldar esse setor. Com novidades como a expansão da parceria com a Delta Dental, da Califórnia, para aprimorar os resultados dos cuidados orais; a apresentação do Bebê+, aplicativo que apoia os pais no desenvolvimentos dos bebês e o conjunto de soluções SmartSleep, a companhia está atenta às necessidades individuais e busca capacitar as pessoas a fazerem escolhas mais saudáveis.

“A nova geração de consumidores, que está conectada a tecnologia e preocupada com a saúde, exige soluções inteligentes que se adaptem às suas necessidades e estilos de vida específicos”, explica Roy Jakobs, Líder da área de Cuidados Pessoais da Philips. “Ao integrar dispositivos inteligentes, aplicativos e serviços de software à inteligência artificial baseada em nuvem, a Philips oferece soluções de saúde pessoal baseadas em evidências que se adaptam aos objetivos, preferências e comportamentos de um usuário, tornando essas soluções ainda mais personalizadas e significativas. Todos os nossos lançamentos na CES deste ano, tais como nossas soluções de saúde bucal, gravidez e novas soluções de sono para consumidores fazem parte de um ecossistema conectado, que vincula o envolvimento proativo com a saúde pessoal e o fácil acesso ao aconselhamento profissional”.

Ecossistema de saúde bucal Philips Sonicare

Com base no sucesso do amplo portfólio de saúde bucal da Philips, que incluem a inovadora Philips Sonicare, a escova de dentes conectada DiamondClean Smart e o serviço de Teleodontologia Sonicare da empresa, a CES deste ano atesta a implantação da próxima fase do programa BrushSmart ® da Philips, Delta Dental e suas afiliadas, que compõem o maior fornecedor de serviços odontológicos nos Estados Unidos. Com a missão de aperfeiçoar o resultado dos cuidados orais, o BrushSmart® [1] foi projetado para conectar comportamentos de escovação em casa com os cuidados odontológicos profissionais. De acordo com o programa, as pessoas que fazem a escovação regularmente e autorizam a coleta e compartilhamento de dados, em tempo real, se beneficiam das ofertas exclusivas de produtos e serviços de higiene bucal, incluindo a escova de dentes Philips Sonicare ExpertClean , além de refis d e escovas gratuitos.

O uso do programa contribui para a melhora da saúde bucal dos consumidores e ainda, permite à Philips e a Delta Dental [2] criar, com base em dados, insights e soluções personalizadas que atendem às necessidades de cada membro do programa.

Ecossistema Philips Avent de cuidados para a mãe e o bebê

Após o sucesso do aplicativo gratuito Gravidez , disponível para IOS e Android, que atualmente possui cerca de 30 milhões de downloads em todo o mundo, a Philips apresenta outro aplicativo gratuito chamado Bebê , também disponível no Google Play e na Apple Store. Enquanto o Gravidez+ foi desenvolvido para ajudar os pais a partir do momento em que descobrem a gestação, o Bebê+ é uma ferramenta dedicada ao acompanhamento do crescimento do bebê, que traz aconselhamentos contínuos, específicos de cada estágio do desenvolvimento da criança desde o seu nascimento. Ambos aplicativos foram desenvolvidos com o apoio de profissionais da saúde e pais, e oferecem informações especializadas por meio de artigos e conteúdo que auxilie nos monitoramentos dos dois primeiros anos do bebê.

No Bebê+, é possível acompanhar vários bebês da mesma família (por exemplo, gêmeos ou irmãos com pouca diferença de idade), além disso, os pais podem criar um anuário ou usar a função “um rosto por dia” do aplicativo para capturar momentos preciosos do crescimento do bebê e compartilhar com outros membros da família.
 
Ainda no segmento de maternidade, a marca destaca o Philips Lumify , um ultrassom portátil baseado em aplicativo. O Lumify traz os recursos de diagnóstico para dispositivos móveis inteligentes compatíveis, permitindo que o transdutor se conecte diretamente a um telefone ou tablet, fazendo com que o ultrassom seja mais portátil, tornando assim, a disponibilidade de avaliação médica de mulheres grávidas mais fácil.
 

Ecossistema SmartSleep da Philips

Como parte do objetivo de abordar mais de 80% de todos os problemas de sono em todo o mundo, a Philips apresenta ainda, a mais recente evolução em seu conjunto de soluções SmartSleep , a SmartSleep Deep Sleep Headband 2. A companhia desenvolveu a próxima geração do Deep Sleep usando os dados de sono do consumidor em uma pesquisa contínua ao lado de médicos do sono e feedbacks dos primeiros usuários para oferecer uma experiência de sono completa. O modelo mais recente continua a melhorar ativamente o sono profundo para quem não dorme o suficiente, devido ao estilo de vida e ao mesmo tempo introduz novos recursos.

O New Fall Asleep Sounds ajuda a acalmar o usuário para dormir, enquanto o SmartAlarm ajuda a acordar o usuário em seu estágio mais leve de sono entre 5 a 30 minutos do seu horário desejado de despertar. O design mais compacto e mais leve também apresenta tons de condução óssea com a substituição dos alto-falantes externos, sensores secos e uma experiência aprimorada do aplicativo SleepMapper com rastreamento da fase REM para uma visão mais consistente dos padrões de sono do usuário. Outro destaque é a Faixa de Alívio do Ronco SmartSleep, desenvolvido para aliviar o ronco posicional, quando a pessoa ronca ao dormir de barriga para cima. O programa SmartSleep Better Sleep reeduca os hábitos de sono do usuário para ajudá-lo a adormecer mais rápido e permanecer dormindo por mais tempo. E, por fim, a luz despertadora conectada SmartSleep , que permite aos usuários controlar aspectos-chave de suas experiências de sono e vigília com o aplicativo SleepMapper. Usando o Analisador SmartSleep , da Philips, uma ferramenta online recentemente incorporada à plataforma Walgreens Find Care™, os consumidores podem avaliar sua qualidade de sono atual e receber feedbacks personalizados, insights valiosos e recomendações sobre soluções clinicamente validadas da Philips e seus parceiros do ecossistema SmartSleep para ajudar a enfrentar seus problemas de sono.
 

Com uma marca sólida e confiável no setor de saúde profissional e do consumidor, a Philips está em uma posição única para unir os dois mundos – combinando o conhecimento clínico com insights do consumidor para desenvolver soluções e ecossistemas que atendam às necessidades crescentes e em evolução dos consumidores, profissionais de saúde e fontes pagadoras/ seguradoras ao longo de todo o cuidado contínuo da saúde.

[1] BrushSmart é uma marca registrada da Delta Dental da Califórnia.

[2] A Delta Dental é uma marca licenciada da Delta Dental Plans Association (“DDPA”).

Para 84% dos brasileiros, lealdade às marcas deve-se à qualidade do produto, revela KPMG

De acordo com a pesquisa “A verdade sobre a lealdade do cliente”, em inglês, The truth about customer loyalty realizada pela KPMG, entre setembro e outubro de 2019, em mais de vinte países, 84% dos entrevistados no Brasil afirmaram que a qualidade do produto é o item mais importante para manter a fidelidade a uma marca. Outro ponto está agregado ao valor sobre o produto, considerado primordial para 76%. O levantamento ouviu 836 consumidores no País.

Segundo a pesquisa, os principais motivos para ganhar e manter a lealdade ao varejista estão relacionados aos seguintes fatores: custo-benefício (75%); atendimento ao cliente e experiência de compra (72%); segurança e privacidade dos dados (67%).

Ainda segundo o levantamento, quando falamos de significado de lealdade, 80% dos entrevistados acreditam que a fidelidade à marca está relacionada, também, a um tratamento especial ou personalizado. Vale ressaltar que 40% dos brasileiros comprariam da sua marca de preferência mesmo que seu produto fosse menos conveniente do que o do seu concorrente. Apesar de alto, esse número ainda fica abaixo da média global, que é de 52%.

“O tratamento diferencial pode, de fato, conquistar lealdade maior do usuário. Quem não gosta de receber um e-mail personalizado com os produtos prediletos? Mas, esta estratégia precisa ser executada com muita precisão, pois se o consumidor passa a receber mensagens que não estão de acordo com seus hábitos de consumo, a ação tem efeito negativo e não estimula a fidelidade. Além disto, vemos que a qualidade das entregas ainda é o ponto primordial para o consumidor brasileiro. Ao observarmos as respostas da pesquisa, enquanto para 84% um determinado produto ou artigo é fundamental, na média global essa exigência cai para 74%. A soma “produto de qualidade mais ações de relacionamento” desperta o interesse do cliente, explica o sócio-líder de consumo e varejo da KPMG no Brasil e América do Sul, Fernando Gambôa.

De acordo com o estudo, ter um usuário leal à sua marca pode proporcionar inúmeros benefícios ao negócio. Prova disso é que 95% dos brasileiros entrevistados afirmaram que provavelmente recomendariam aos seus amigos e familiares a marca de preferência. Outros 74% escreveriam comentários positivos de produtos e marcas na internet, o que gera engajamento e estimula a fidelização.

Segmentos com maior fidelidade

Outro resultado apresentado na pesquisa é relacionado à categoria na qual as pessoas são mais fiéis. Mais da metade (59%) mantém, ao menos, fidelidade a uma marca relacionada a vestuário, calçado ou acessórios. Outro setor no qual existe uma lealdade com a marca é o de alimentos, bebidas e mantimentos: 58% são leais ao produto. Em ambos os segmentos no Brasil, esses números ficam acima da média global, que é de 55% e 51%, respectivamente.

A categoria com menos lealdade relaciona-se aos bens luxuosos, com 14%. Na pesquisa global este segmento está acima, com 23.

Lojas físicas x compras online

Segundo a pesquisa, no Brasil, mesmo com o enorme sucesso dos eventos online, como Black Friday e Cyber Monday, ainda há muita procura por compras em lojas físicas. Na categoria vestuário, calçado e acessório, 51% dos respondentes compram apenas ou na maioria das vezes em lojas físicas. No comércio eletrônico, a maior procura está nos bens duráveis e eletrônicos. Nestes, 18% compram somente ou principalmente em lojas online.

“Mesmo com esse cenário de diversas promoções no comércio eletrônico, existe uma resistência das pessoas para esse tipo de negócio, principalmente por insegurança de compartilhar seus dados na internet e com dúvidas sobre como será feita a entrega. Além disso, muitos consumidores preferem fazer uma primeira compra na loja física e a partir da segunda, usar outros canais. A primeira compra na loja física está muito relacionada com a necessidade de tocar e sentir o produto, além da comodidade de levar a mercadoria imediatamente”, ressalta o sócio da KPMG.

Geração Millennials pede novas fórmulas para premiar clientes fiéis

De acordo com a pesquisa global, 96% dos Millennials desejam que as empresas encontrem novas maneiras de recompensar sua lealdade. No total, 75% de todos os consumidores afirmaram que trocariam de marca por um programa de fidelidade melhor. Tratando-se do âmbito nacional, 86% deixariam a sua lealdade por uma marca.

“O cliente, na maioria das vezes, busca sua fidelidade por uma marca ou produto. Cabe ao varejista criar fórmulas para gerar essa parceria. Uma das maneiras de levar o foco do cliente a sério é repensar os tradicionais programas de fidelidade, baseados em pontos. No Brasil já existe uma evolução, que consiste em varejistas unirem-se para criar uma plataforma para o acúmulo de recompensas, aumentando as possibilidades de troca, melhorando a experiência dos usuários e os fidelizando”, explica o sócio da KPMG.

A pesquisa contou com a participação de mais de 18 mil pessoas, das quais 836 são brasileiras, 50,2% mulheres e 49,8%, homens, distribuídos entre Geração Z, Millennials, Geração X, Baby Boomers e Geração Silenciosa.

Para ler o estudo completo, acesse: http://assets.kpmg/content/dam/kpmg/xx/pdf/2019/11/customer-loyalty-report.pdf

PIB pode chegar a 2,5% diante de um cenário fiscal positivo, estima Órama

A aprovação de uma agenda de reformas, entre elas a administrativa e a tributária, e um cenário externo favorável — apesar da escalada recente da tensão no Oriente Médio — são os principais fatores que devem influenciar o crescimento do Brasil em 2020. Diante de um cenário fiscal positivo, o país poderá crescer entre 2,3% e 2,5% no ano. É o que estima Alexandre Espirito Santo, economista da Órama, no e-book “Cenários e Investimentos 2020”. O texto, preparado com a consultora de investimentos Sandra Blanco, expõe as perspectivas da casa de cenários macroeconômicos e de investimentos para o ano.

“Nossa aposta é que a locomotiva para um PIB nesse patamar será o consumo das famílias, a ser favorecido pela queda dos juros e aumento do crédito, bem como pelo retorno do investimento empresarial”, explica Espirito Santo.

Para os juros, a projeção é de que a taxa Selic permaneça no patamar de 4,5% ao ano, por um período mais longo, diante de um quadro de inflação benigno. Segundo os cálculos do economista, o IPCA será de 3,9% em 2020. Já o dólar deve oscilar em torno de R$ 4,20 no primeiro trimestre e fechar o ano a R$ 4,10.

Em meio a este cenário, com o juro real entre 0% e 1%, será preciso abrir mão da previsibilidade de retornos de curto prazo para alcançar ganhos acima da inflação no médio e longo prazos.

“Em renda fixa, destacamos a importância de manter apenas a reserva para as emergências, com o mínimo de seis vezes o total de gastos mensal, em aplicações de baixo risco — como o Tesouro Selic ou o fundo Órama DI –, em percentual limitado a 40%”, explica Sandra Blanco. Para superar o CDI, acrescenta, a orientação é aplicar em títulos ou fundos de crédito privado e estruturados, e alongar os horizontes.

Quando o assunto é renda variável, a recomendação é comprar ações e seus derivativos e investir em fundos de ações. O investidor de perfil conservador deve ter 10% dos recursos investidos; e o de perfil arrojado pode alocar mais nesta classe, caso decida diversificar.

“Já em estratégias diferenciadas, com os fundos multimercado e imobiliários, sugerimos um mínimo de 30%”, orienta.

O ouro e o câmbio são opções para uma carteira que estiver mais exposta ao risco, pois também podem servir como hedge.

Comprometida com a disseminação da educação financeira, a Órama disponibiliza desde 2015 o e-book “Cenários & Investimentos”, com o objetivo de compartilhar conteúdo de qualidade para que os investidores possam tomar as decisões mais adequadas de acordo com seu perfil, objetivo e faixa de renda.

FGV Direito Rio lança nova pós-graduação em Inovação e Tecnologia

Em tempos de transformação digital, novos desafios se abrem à carreira jurídica. Nesse contexto, advogados – ou profissionais ligados à área – têm uma oportunidade única: diversificar sua atuação, tanto no assessoramento técnico a empreendedores, incubadoras e aceleradoras de novos negócios, quanto empreendendo diretamente.

Para chegar lá, no entanto, o mercado exige um perfil multidisciplinar e competências que geralmente fogem à formação tradicional do Direito, em temas como programação, criptoativos, regulação da IA e o LLM em Direito: Inovação e Tecnologia, da FGV Direito Rio, responde a essa necessidade.

Ao longo das 360 horas da pós-graduação, serão abordadas disciplinas como: Fundamentos da Programação para Advogados; Proteção de Dados e Privacidade; Direito para startups; Private Equity e Venture Capital; Fintechs; Regulação e Concorrência em Mercado digitais, Cyber Segurança e Crimes Virtuais.

O curso terá início em 16 de março de 2020, às segundas, quartas e, eventualmente, sextas-feiras, das 19h às 22h, na sede da FGV – Praia de Botafogo, Rio de Janeiro. As inscrições para as 35 vagas disponíveis já estão abertas e vão até o dia 10 de fevereiro de 2020, no site: http://bit.ly/2r5HEow

LLM em Direito: Inovação e Tecnologia

Início das aulas: 16/03/2020

Dias e Horário: 2ª, 4ª e eventualmente 6ª, das 19h às 22h

Carga Horária: 360h

Local de Realização: Sede FGV – Praia de Botafogo, 190 – Rio de Janeiro – RJ

Huggies e Connect Car subsidiam vagas de startups fundadas por mulheres em programa de aceleração da B2Mamy

Voltado para mulheres que querem impulsionar sua startup, aprender os diversos conceitos do empreendedorismo e imergir nesse mundo ou implementar processos mais ágeis a B2Mamy , aceleradora que conecta mães empreendedoras ao ecossistema de inovação e tecnologia, criou o Pulse, programa de aceleração powered by Google for Startups focado em startups early stage, ou seja, que estejam na fase inicial.

A 7ª edição do Pulse, pela primeira vez, oferece 10 vagas subsidiadas pelas marcas apoiadoras, como Huggies e Connect Car. Para isso é preciso participar das seletivas até 24 de janeiro e preencher os seguintes critérios:

• Estar em estágio inicial (early stage);

• Ter um ou mais sócios em sua composição;

• Ao menos um dos sócios estar totalmente dedicado ao negócio;

• Ideias e soluções que partam de base tecnológica, mesmo que sem protótipo;

Com mais de três anos de atuação no mercado, a B2Mamy já acelerou mais de 170 empresas e já capacitou mais de 7.000 mulheres. As últimas turmas formadas pelo Pulse, juntas, já faturaram mais de R﹩ 4 milhões. Além da aceleração, as empresas ficarão incubadas por 4 meses na Casa B2Mamy para as rodadas de mentoria, networking e investimento.

Mais do que orientar ideias na fase inicial, a B2Mamy entrega informações essenciais para as mães empreendedoras, dando a elas oportunidades reais de na área das startups. “O programa Pulse nasceu com o intuito de trazer conexão a essas empreendedoras e a vivência do mercado na prática”, comenta Dani Junco, CEO e fundadora da aceleradora.

Cada uma das 10 empresas selecionadas pagarão R﹩ 2.500 do investimento total do Pulse presencial e R﹩ 1.500 do online, que normalmente custa R﹩ 15.000. As marcas buscam reduzir o gap de mulheres fundadoras de startups e líderes na áreas de tecnologia de olho na diversidade de gênero nesses ambientes. Enxergam longe, apoiando mulheres a competir no ecossistema de inovação – daí a união com a B2Mamy.

B2Mamy Pulse – 7ª turma

Seletivas até: 24 de Janeiro

Início das aulas: 13 e 14 de Fevereiro

Final das aulas: 19 de Junho

Local dos encontros: Google for Startups – Rua Coronel Oscar Porto, 70 – Paraíso*

*Alguns encontros acontecerão na Casa B2Mamy na Rua Mateus Grou, 576 – Pinheiros

Link Inscrição:

http://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfA8casUflFQeFUMd6r6xaESU6ZnITtqVQpogW_DBLjJWrkbg/viewform

Pulse:

http://www.b2mamy.com.br/single-post/Novidades-programa-de-Acelerao-B2Mamy-Pulse

Cielo e Bitfy firmam parceria para pagamento direto com bitcoins via QR Code

Lucas Schoch, CEO da Bitfy.
Foto: Jotapê

A Cielo, maior credenciadora de cartões do Brasil e da América Latina, firmou parceria com a startup Bitfy – primeira carteira multiuso não custodiante de criptomoedas do país – para pagamentos com bitcoins via QR Code. Com o objetivo de democratizar o uso da criptomoeda no dia a dia de maneira massificada, o acordo permite de maneira inédita o pagamento em mais de 1,5 milhão de terminais de pagamentos da Cielo a partir de agora como se fosse com um cartão de crédito à vista.

A parceria posiciona o Brasil com o país que mais aceita bitcoins no mundo como meio de pagamento direto no varejo físico dando de maneira inédita a total custódia da moeda ao consumidor: “Com o nosso app é o usuário o custodiante, ou seja, o dinheiro fica realmente com só ele. Isso significa autonomia e liberdade de escolhas a quem o tem e estar ao lado da Cielo é motivo de grande alegria pois permite que mais pessoas possam ter bitcoins e usá-los para comprar qualquer coisa”, afirma Lucas Schoch, CEO da Bitfy. Desde o início das operações da startup, há pouco mais de 1 mês a Bitfy conquistou 2 mil usuários e R﹩ 50 mil transacionados. A estimativa mínima é chegar ao fim do ano com 50 mil usuários.

Como funciona?

O usuário precisa baixar o app Bitfy, disponível em Android e IOS. No cadastro serão informadas as chaves de segurança que só poderão ser utilizadas pelo usuário. Isso significa que a startup não tem acesso algum aos bitcoins do usuário, dando a ele total autonomia sem perder a segurança.

No caso dos pagamentos com a maquininha, coloca-se o valor desejado, a opção por crédito à vista e mais um clique no botão verde. Nesse momento surgirá um QR Code. Em paralelo, o usuário abre o app da Bitfy e clica no botão paga e, na sequência, a opção “Máquinas Cielo”. Nesse momento, a câmera do smartphone é aberta para a leitura do código. Com isso, basta colocar a senha do app cadastrada. Pronto: a transação é confirmada.

De acordo com o diretor de produtos da Cielo, Rodrigo Penteado, a parceria é uma oportunidade para expandir as receitas dos terminais da empresa. “Nossos clientes vendem mais e os usuários da Bitfy ganham uma alternativa muito prática para fazer compras”, diz. Entre agosto e setembro de 2019 foram movimentados quase R﹩ 14 BI no Brasil, segundo dados oficiais da Receita Federal. A expectativa com essa parceria é que o uso do bitcoin se torne uma opção interessante para o dia a dia também como qualquer outra moeda.

A Bitfy deverá aceitar outras moedas digitais no futuro. Ainda sem previsão, no entanto, a iniciativa deverá acontecer quando o brasileiro estiver mais familiarizado com as criptomoedas e elas tenham maior liquidez. “De acordo com a Receita Federal, a partir de agosto de 2019, foram movimentados R﹩ 14 bilhões em moedas digitais no País. Nossa expectativa com essas parcerias é que o uso do bitcoin se torne uma opção interessante para o dia a dia como qualquer outra moeda”.

Os benefícios do app ao usuário não param por aí

Dentro do próprio app é possível comprar e vender os bitcoins que ficarão sempre guardados única e exclusivamente na wallet. Nesse contexto, o usuário consegue ver também a cotação do dia, valor em reais, além de fazer transferências para outras contas de bitcoins e para bancos tradicionais, as quais as conversões para reais são feitas automaticamente.

Investimentos

Recentemente, a Bitfy fez uma rodada de investimento e um grupo de anjos aportou cerca de R﹩ 1,25 milhão na empresa. “Esse valor fez o nosso bootstrap. Financiei a operação nesse tempo e esse capital que entra vai para ações de marketing, entre outras. Lembrando que a Bitfy é uma empresa 100% digital e somos proprietários da tecnologia”, explica Lucas.

Grupo Movile tem mais de 500 vagas abertas em 12 cidades do país

Grupo Movile, ecossistema de tecnologia líder na América Latina, tem 500 vagas abertas. Dentre as posições, 39% são na área de tecnologia, como engenheiros de software, analistas de dados e desenvolvedores backend. As demais são para ramos como vendas, logística, área administrativa, entre outras.

“Inovamos muito e estamos em constante expansão, por isso queremos novos talentos para compor nosso time. O sonho grande da Movile é melhorar a vida de 1 bilhão de pessoas por meio dos nossos aplicativos e, para chegar lá, precisaremos de cada vez mais gente comprometida e disposta a sonhar conosco”, afirma Luciana Carvalho, diretora de Gente do Grupo.

Há vagas para a Movile e para todas as empresas do seu ecossistema: iFood, Sympla, Zoop, MovilePay, PlayKids e Wavy. As oportunidades estão distribuídas entre São Paulo, Osasco, Campinas, São Carlos, Jundiaí, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Poços de Caldas, Rio de Janeiro, Salvador e Brasília.

Para se inscrever, basta acessar a página de carreiras da Movile. “Prezamos muito pelo histórico do candidato e seu fit cultural com os nossos valores. Estamos em busca de pessoas que queiram sempre se desenvolver e não tenham medo de desafios”, completa Luciana.

Com mais de 4.000 funcionários e crescimento anual médio de 60% nos últimos 8 anos, a Movile, um dos unicórnios brasileiros, defende que o país tem potencial para empresas ainda maiores, e pretende se tornar uma gigante mundial.

Vendas com propósito: o que muda com as novas gerações?

O cliente atual é cada vez mais exigente. Em busca de produtos e serviços de qualidade, demanda um profissional de vendas que atue de forma consultiva, que entenda suas necessidades e, assim, ofereça a melhor solução para cada caso. O desafio é ainda maior quando trata-se de vendas B2B, em que a busca pelo melhor custo-benefício e pela agilidade nos processos também são essenciais para impactar no resultado das empresas envolvidas.

Em meio a um mercado complexo, dinâmico e seletivo, para se destacar na área de vendas é preciso ouvir o cliente, ter empatia e buscar as melhores alternativas para solucionar seus problemas e alavancar seus negócios. Dessa forma, para concluir uma venda com sucesso e atender às expectativas dos consumidores, é preciso ter um propósito que vá além do produto que está sendo vendido e ser coerente sobre ele.

Segundo Jéssica França, Team Leader de Vendas do Olist – startup que oferece soluções para a venda em marketplaces – “A venda com propósito causa empatia por parte do vendedor, faz com que o processo seja natural, com foco na dor do cliente e em como é possível ajudá-lo. Sem empatia e objetivos claros, torna-se superficial.”

Segundo levantamento da PwC, uma das maiores prestadoras de serviços do mundo nas áreas de auditoria e consultoria, 83% dos profissionais afirmam que trabalhar em empresas com propósito lhes traz realização e significado e que se não os encontrarem no trabalho atual, procurarão em outro lugar.

Vender com propósito não é vender mais, mas vender o que é importante para a vida das pessoas. Quando uma empresa atinge o objetivo, pode lucrar a curto prazo, mas com a certeza de que o seu cliente desfrutará de benefícios futuramente.

Para Jéssica França, “É vantajoso para os dois lados: tanto para quem vende quanto para quem compra. O time de vendas do Olist, por exemplo, é engajado porque acredita de verdade no propósito da empresa, por isso os resultados aumentam mês após mês. Nossos clientes ficam satisfeitos na parceria a longo prazo, até mesmo porque, após a venda, temos um time dedicado ao sucesso do nosso cliente.”

Mas, se existe um propósito por trás da venda, também há chances constantes de renovação: é enriquecedor, causa sensação de pertencimento e motivação tanto em quem está fazendo a venda quanto no cliente, e isso vende!

Olist é uma das empresas que atua com base no propósito de empoderar o comércio mundial. Para atingir os objetivos, a startup oferece meios para capacitar os profissionais de seu time de vendas, para que, assim, estejam aptos a auxiliar lojistas a alavancarem seus negócios.

De acordo com Maisa Tomkiw, Analista de Vendas no Olist, “Vender para mim é muito mais que bater meta, é ter um propósito que me mova, um objetivo que me faça acordar todos os dias e saber que posso agregar algo na vida de alguém. Não consigo vender algo em que não acredito. Sinto que não é natural, que estou enganando o cliente e me enganando, pois vai contra os meus princípios.”

Recentemente, a startup criou o Olist Learning, série de cursos abertos ao público, oferecidos a valores simbólicos, com o objetivo de capacitar profissionais em busca de aperfeiçoamento ou dispostos a enfrentar desafios em novas áreas. Entre as trilhas de conteúdo, está o Sales Academy, que aborda as melhores práticas da área comercial.

O Olist também está com oportunidades abertas para profissionais da área que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial. Há vagas em Curitiba e em São Paulo, tanto para inside sales – categoria em que a venda é feita à distância por meio de telefone – quanto para field sales – a tradicional venda porta a porta, modalidade que permite a oferta da solução do Olist para um maior número de lojistas. Interessados de todo o Brasil podem se inscrever. Confira no link .