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Pelotas Parque Tecnológico receberá instalação de usina fotovoltaica com geração de energia sustentável

Um novo projeto irá mudar a forma do Pelotas Parque Tecnológico se relacionar com o meio ambiente e a energia graças à instalação de uma usina de geração solar fotovoltaica no local. A assinatura para o início da sua execução aconteceu em 09 de janeiro, na Prefeitura Municipal de Pelotas, que também participará com uma contrapartida sob a gestão da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação. A operação municipal é da Secretaria de Planejamento e Gestão (SEPLAG). O investimento total será de cerca de R﹩ 425.000,00.

A implementação da usina é resultado de uma emenda parlamentar de responsabilidade do senador Lasier Martins, que destinou R﹩ 420.774,00 em recursos. O senador havia visitado as obras de Pelotas Parque em 2015 e se comprometido em buscar verbas para potencializar o empreendimento visando o desenvolvimento sustentável. Para o representante gaúcho no Senado, que é um entusiasta do trabalho que vem sendo realizado, o Parque se destaca a nível nacional. “É um ambiente fomentador de pesquisa, inovação, geração de renda e empregos e significa muito dentro das novas tecnologias e economias”, afirma. A prefeitura municipal também é parceira da instalação da usina com uma contrapartida no valor de R﹩ 4.250,24.

Ao todo, serão instalados 245 painéis solares que irão gerar 109.000 kWa/ano, formando um teto com estrutura para 32 vagas de estacionamento coberto. Nos recursos também estão previstos os custos com a compra de outros equipamentos necessários e toda a infraestrutura do projeto elétrico. Para o Presidente do CONSAD -Conselho de Administração do Pelotas Parque, Mauro Meireles Leite, o impacto irá gerar uma economia de 90% no consumo das áreas comuns utilizados pelas empresas, parceiros e comunidade .

Vantagens competitivas

O desenvolvimento sustentável sempre se enquadrou entre as vertentes do Pelotas Parque Tecnológico. Com a instalação da usina, o empreendimento passará a ganhar condições de ainda mais competitividade. Além da questão de diminuir os custos na fatura de energia elétrica, essa será uma energia limpa, abundante, gratuita e renovável.

Já quanto a sua instalação, a usina se caracteriza por não emitir ruídos e também poder ser ampliada pelo fato de ser modular. Portanto, se houver necessidade de mais placas devido ao aumento de consumo, isso também será possível. A manutenção otimiza ainda mais os custos: as placas necessitam apenas de lavagem de seis em seis meses.

Mauro Meireles destaca também que a instalação valoriza o próprio imóvel, além de ser combinado a uma nova estrutura coberta para o estacionamento dos veículos para 50% das vagas existentes, o que hoje não existe no local. As obras devem iniciar no segundo trimestre deste ano, após a tramitação do projeto na Caixa Econômica Federal e processo de licitação.

Estiveram presentes no Gabinete da Prefeita Paula Mascarenhas, além do presidente do CONSAD, o vice-prefeito de Pelotas, Idemar Barz; representantes da SEPLAG – Secretaria de Planejamento e Gestão; Caixa Econômica Federal; representantes da SDETI – Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação, Lisandra Cardoso e Diego Knorr e os Diretores do Pelotas Parque Tecnológico, Cristian Kuster, João Carlos Deschamps e Rosâni Ribeiro.

EBANX lança conta digital no Brasil e marca entrada no segmento de produtos para o consumidor

O EBANX, fintech brasileira conhecida por oferecer soluções de pagamento da América Latina a sites nacionais e internacionais, acaba de lançar em fase beta — por meio da sua nova empresa de pagamentos locais, o EBANX Pagamentos Ltda. — o EBANX GO, uma conta de pagamentos digital com cartão físico e virtual Visa para consumidores brasileiros.

O produto marca a entrada da empresa, que atingiu o status de unicórnio em outubro do ano passado, no segmento de produtos voltados para o consumidor final, o que amplia o leque de atuação da fintech e reforça sua presença no mercado de pagamentos brasileiro.

“Oferecer acesso sempre foi a grande missão do EBANX. Começamos com soluções de pagamentos latino-americanos para sites internacionais, que ajudaram a popularizar produtos e serviços globais como Airbnb, Spotify e AliExpress no Brasil e em outros sete países da América Latina. O EBANX GO é mais um passo nessa direção, dessa vez atuando diretamente no mercado brasileiro”, afirma Wagner Ruiz, cofundador e CFO do EBANX.

O cartão do EBANX GO foi lançado em caráter experimental, em parceria com a Dock (do Grupo Conductor) e a Visa do Brasil, e foi oferecido por convite a 10 mil consumidores brasileiros num primeiro momento. Ele pode ser acessado por meio de um aplicativo, disponível para os sistemas Android e iOS. Há uma lista de espera para quem tiver interesse no produto, que deve ser lançado em definitivo no mercado brasileiro no início do segundo semestre de 2020.

“Estamos muito felizes em apoiar o EBANX na construção dessa solução. Ser parceiro de um produto tão disruptivo e inovador é estratégico para o nosso compromisso de acelerar a transformação por trás do aumento do uso dos pagamentos eletrônicos no Brasil”, conta Fernando Teles, country manager da Visa do Brasil.

Entre as funcionalidades em teste do EBANX GO, está o cashback de 5% para compras realizadas em 18 e-commerces e serviços digitais parceiros, como AliExpress, Gearbest e Spotify. O dinheiro é disponibilizado no próprio EBANX GO, e pode ser usado em outras transações ou transferido a uma segunda conta, de acordo com a preferência do usuário.

“É um produto extremamente competitivo, com cashback de verdade, sem prazo de expiração. Entramos neste mercado com uma visão diferente, aplicando toda nossa experiência adquirida com clientes globais e aprendizado com consumidores brasileiros ao longo de muitos anos para garantir um serviço diferenciado sem perder o DNA do EBANX, que sempre está atrelado a acesso, velocidade e democratização financeira. Estamos orgulhosos de oferecer mais uma plataforma a milhares de brasileiros”, diz Ruiz.

Um em cada três brasileiros não tem acesso a uma conta bancária, segundo pesquisa recente. O Brasil também tem um dos maiores spreads bancários do mundo, de acordo com o Banco Mundial. O lançamento do EBANX GO contribui para a transformação dessa realidade ao oferecer acesso a serviços financeiros baratos e de qualidade para milhares de consumidores.

O EBANX GO foi criado por uma área da fintech que se dedica exclusivamente à inovação e ao desenvolvimento de novas soluções. Entre os produtos criados, está o EBANX Track, uma plataforma de rastreamento de encomendas.

“No EBANX, a inovação está presente em todas as áreas, e não restrita a um setor específico. Os projetos criados na área de End User se alimentam disso, e têm base nos insights trazidos por todas elas”, afirma Ariel Patschiki, diretor de produto para End User do EBANX Pagamentos Ltda.

Como funciona

O EBANX GO é um cartão pré-pago Visa e pode ser usado para compras em qualquer estabelecimento, site ou aplicativo que aceite a bandeira. O produto é vinculado a uma conta de pagamento, que pode ter seu saldo adicionado pelo próprio usuário. É com esse saldo que o consumidor pode fazer suas compras, usando o EBANX GO como um cartão virtual e físico.

Não são cobradas taxas para o depósito, manutenção ou para a abertura da conta digital, nem para transferências — que serão possíveis do EBANX GO para qualquer conta corrente ou poupança.

O cashback de 5% será oferecido apenas para compras realizadas em 18 e-commerces e serviços digitais que estão participando da fase beta do EBANX GO. Entre eles, estão Spotify, AliExpress, Gearbest, UseGiraffe, PatPat, Ctrip, Civitatis e Cambly. A lista completa pode ser consultada no site www.ebanxgo.com/.

A cada compra realizada nesses sites, o consumidor terá direito a 5% do valor da transação de volta. Esse valor não tem data de expiração para ser usado, e será depositado em até 15 dias úteis, na conta digital EBANX GO. Ele ainda pode ser transferido para outra conta ou usado em futuras compras, de acordo com a preferência do cliente.

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PluzApp tem máquina de débito e crédito para pessoas físicas

Dando sequência a uma parceria fechada com o EBANX, gigante nacional em meios de pagamentos, foi lançada, nesta semana, PluzApp Business Conections, máquina de cartão de débito/crédito para Pessoas Físicas, ferramenta que vai auxiliar o trabalho de autônomos parceiros do aplicativo PluzApp na cobrança de vendas e serviços.

O PluzApp foi criado para facilitar negócios entre quem vende e quem compra pelo Whatsapp, serviço de mensagens que se tornou uma ferramenta poderosa para alavancar vendas e escalar negócios com baixo investimento e resultados exponenciais.

A maquininha não tem custo inicial, somente as taxas no débito e crédito que são as de mercado.

Saiba mais sobre o PluZapp em https://www.vendawhatsapp.com.br/

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Congressos irão debater o futuro da energia solar distribuída e resultados de projetos de biomassa no Brasil

As fontes renováveis para a geração de energia elétrica têm obtido aumento da capacidade instalada e, consequentemente, participação ainda mais expressiva na matriz energética brasileira.

De acordo com o Balanço Energético Nacional 2019, da EPE – Empresa de Pesquisa Energética, houve um aumento de 131% na geração distribuída, em comparação ao ano anterior.

O Brasil é o país com a maior produção de energia limpa do planeta. Isso devido, principalmente, às hidrelétricas, mas solar, biomassa e eólica avançam. E, para debater esse tema estratégico para o país, dois eventos acontecerão em paralelo à Ecoenergy 2020 – Feira e Congresso Internacional de Tecnologias Limpas e Renováveis para Geração de Energia .

O primeiro é o Congresso Ecoenergy, que será realizado entre os dias 14 e 16 de abril de 2020, no pavilhão do São Paulo Expo. Tem o objetivo de debater questões imprescindíveis para o desenvolvimento das energias solar no Brasil, como a disponibilização de linhas de financiamento e novas iniciativas de adequação às necessidades dos empreendedores, assim como tecnologias disruptivas e alianças estratégicas entre os agentes.

O tema central será o “Retorno sobre o Investimento e Empreendedorismo em Geração Solar Distribuída”, com painéis sobre “Geração distribuída e perspectivas para avanços na geração de energia solar em 2020”; “Modelo regulatório em pauta: análise de especialistas sobre a gestão de investimentos em geração distribuída no Brasil”; “Empreendedorismo em energia solar: como buscar capacitação e começar um novo negócio no mercado de energia solar?”; “Potencial de mercado para gestão de projetos, instalação de painéis fotovoltaicos e manutenção de sistemas”; “Requisitos a serem cumpridos em Segurança do Trabalho: Normas Regulamentadoras (NRs) a seguir e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) fundamentais para a atividade”.

No segundo dia, estarão em debate a “Inovação tecnológica e parceria com fabricantes de equipamentos, softwares e gestão operacional e controles na produção de energia solar: como construir parcerias de sucesso?”; “Gestão financeira do negócio e análise do retorno sobre o investimento: diretrizes para os empreendedores que já estão no mercado e aos que estão começando novos negócios voltados à instalação e gerenciamento de projetos”; “Implantação de sistemas de energia solar em prédios públicos e em condomínios residenciais ou corporativos: quais são os impactos na redução de custos e o efetivo retorno sobre o investimento?” e “Geração de energia solar em plantas industriais, prédios comerciais e residenciais: benefícios operacionais e financeiros para os gestores de Facilities, Manutenção e aos próprios condôminos”.

Já no último dia, congressistas e palestrantes irão debater “Alternativas de financiamento de equipamentos para geração de energia solar”; “Comercialização de energia: o que é fundamental saber sobre a operacionalização e ganhos com a venda de energia excedente”; “Direcionamento a respeito da tributação de energia solar”; “Seguros para empreendimentos de geração distribuída em energia solar”; e “Quais as soluções propostas pelas startups para a geração de energia solar e eficiência energética dos empreendimentos? A Inteligência Artificial já é uma realidade em energia solar?”.

A biomassa como alternativa

Paralelamente ao Congresso Ecoenergy, acontecerá nos dias 14 e 15 de abril a 4ª edição do Biomass Day – Congresso Internacional de Biomassa que discutirá a utilização da biomassa para a geração de energia elétrica. O evento vai tratar das “Vantagens Competitivas e Potencial para Geração de Receitas em Projetos de Biomassa” diante do imenso potencial de geração de energia elétrica, vapor e bioprodutos de acordo com as particularidades dos vários tipos de biomassa.

O tema central será “Vantagem competitiva, eficiência energética e resultados financeiros no aproveitamento das biomassas agrícolas, florestais e urbanas”, com painéis sobre “Panorama da biomassa no Brasil, participação na matriz energética e potencial para atração de investimentos”; “Panorama, perspectivas e potencial para atração de investimentos em biomassa”; “Questões jurídicas que norteiam os resíduos agrícolas, florestais ou urbanos”; “Aproveitamento de resíduos urbanos, gestão industrial e as vantagens econômico-financeira dos projetos waste-to-energy na geração de biogás”; “Eficiência energética e tecnologia orientada à otimização da biomassa para geração de energia e vapor nas caldeiras de alta pressão”; “Mercado de compra e venda de biomassa agrícola para cogeração de energia: como rentabilizar a operação?”.

No último dia, a programação segue com painéis sobre “Tributação e gestão fiscal em operações de comercialização de biomassa”; “Estudo de viabilidade financeira para uso dos resíduos”; “Comercialização de energia – como operacionalizar a venda da energia excedente, produzidos por meio da cogeração de biomassa”; “Economia circular e a construção de parcerias para monetizar os resíduos de origem florestal e urbana”.

Ecoenergy 2020

Data: de 14 a 16 de abril

Horários: Congressos – 9h às 18h | Feira – 13h às 20h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center

Rodovia dos Imigrantes, Km 1,5 – São Paulo/SP

http://feiraecoenergy.com.br/16/

Cinco tendências de segurança de redes para 2020

Por Guilherme Araújo, Diretor de Serviços da Blockbit

Dois trilhões de dólares. Segundo pesquisas globais, esse é o tamanho do prejuízo provocado por crimes virtuais ao longo de 2019, em uma lista de ataques que inclui todo o tipo de fraudes e contaminações em busca do roubo e sequestro de dados. De fato, números como os registrados este ano deixam claro que nunca foi tão complexo manter a segurança digital das informações como hoje em dia. Afinal de contas, ao mesmo tempo em que a tecnologia evolui, os cibercriminosos também continuam a desenvolver suas armadilhas e truques.

Nesse cenário, garantir a segurança da infraestrutura de TI demanda uma postura proativa, que invista em soluções e processos que mitiguem as possíveis ameaças, eliminando as brechas e vulnerabilidades que, porventura, existam dentro das organizações como um todo. Além disso, é fundamental ter sistemas de segurança capazes de monitorar a estrutura tecnológica de forma contínua.

Com ajuda da tecnologia, é possível aumentar a proteção digital das empresas e iniciar uma jornada de maior performance empresarial. Para manter as empresas em alerta, destacamos as tendências que merecem destaque e atenção dos executivos líderes de TI e, também, dos responsáveis por segurança. As cinco principais tendências de segurança digital para 2020:

1. Privacidade de Dados – Com a entrada em vigor da nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) prevista para agosto de 2020, a “privacidade de dados” será um tema bastante frequente para as empresas, especialmente aquelas com grandes operações e diversos canais de atendimento a clientes. Contudo, vale destacar que as organizações serão responsáveis por todos os tipos de dados pessoais – incluindo o de parceiros e colaboradores, além dos consumidores. Isso exigirá que os líderes de negócios e TI trabalhem para fortalecer suas defesas, incluindo a gestão de links e o reforço de políticas de controle de acesso às informações.

2. Gestão de dispositivos pessoais – Aproximadamente dois terços dos problemas de segurança acontecem por meio de falhas humanas, com erros de processo e negligência durante as operações. Outro ponto interessante é que a maior parte dos ataques virtuais começam com contaminações de equipamentos “pessoais” (dos colaboradores), que são usados dentro da rotina corporativa. Isso significa, portanto, que gerenciar redes com cada vez mais dispositivos conectados é uma atividade verdadeiramente desafiadora – e complexa – para as equipes de cibersegurança. Em ambientes onde os usuários podem usar seus próprios equipamentos, é indicado que as companhias estabeleçam políticas de segurança mais rigorosas, com filtros de conteúdo práticos. Outra medida importante é contar com firewalls de próxima geração, com recursos avançados para o monitoramento e proteção das informações.

3. Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial (IA) – À medida que a Quarta Revolução Industrial avança, podemos esperar que novas ameaças contra os novos padrões de interação homem-máquina surjam gradualmente. Os projetos de IoT estão sendo construídos em diferentes camadas, com redes e sistemas que podem ser atacados em diferentes pontos e formatos. Hoje, estudos já indicam o aumento das tentativas de fraude direcionadas aos sistemas de automação, sensores e access points utilizados na estrutura geral. Além disso, clusters em Nuvem e servidores locais também podem ser alvos de contaminações. É recomendado investir em novas ferramentas de identificação de ameaças, com detecção inteligente de invasões e anomalias de rede.

4. Foco nas pessoas – Um dos desafios das empresas para 2020 será conscientizar e engajar os profissionais para a importância do tema cibersegurança, uma vez que a proteção digital depende da atenção e do empenho de todos. Com processos cada vez mais rápidos e alta exigência por eficiência, é extremamente importante que os usuários entendam seus papeis dentro da segurança da organização como um todo. Até porque é bastante provável que as tentativas de Phishing – envio de iscas maliciosas por e-mail, mensagem e redes sociais – siga sendo o principal mecanismo de infecção de vírus e malwares. Nesse cenário, as empresas devem treinar seus colaboradores, estabelecendo regras práticas de atuação. O objetivo é diminuir ao máximo as vulnerabilidades, sem abrir mão da produtividade trazida à tona pela transformação digital.

5. Prepare-se para mudanças – Estamos diante de um cenário em evolução tecnológica, no qual as ameaças cibernéticas também estão aumentando ano após ano em todo o planeta. Vale deixar claro, porém, que os ataques não visam apenas as grandes empresas – hoje, até mesmo os pequenos negócios são alvo de hackers, que ficam à procura de brechas em seus sistemas de segurança. Para enfrentar esse ambiente desafiador, as organizações devem adotar ferramentas para monitorar seu ambiente de TI e contar com o apoio de especialistas que trabalham constantemente para manter as configurações bem ajustadas às necessidades de desempenho e proteção das redes. É fundamental observar a segurança das redes como um ponto estratégico, com impactos diretos às vendas, à produção e, desse modo, ao resultado geral da companhia. É hora de se antecipar às ameaças buscando as inovações que permitirão aos líderes uma nova experiência para gerenciar os riscos e maximizar as oportunidades.

EMBRAPII recebe aporte de 80 milhões para ampliar pesquisa e inovação

A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) recebeu aporte de R﹩ 80 milhões do Ministério da Educação (MEC). O recurso será destinado para credenciamento de universidades e institutos federais como novas Unidades EMBRAPII, além de financiar e desenvolver mais projetos de inovação com os centros de pesquisa cadastrados.

No modelo da EMBRAPII, as empresas que possuem um projeto avaliado como inovador podem buscar uma das 42 Unidades credenciadas pela instituição (renomados centros de pesquisa distribuídos pelo país) para desenvolverem seus projetos. A demanda da indústria é avaliada, inclusive, com análise de questões como viabilidade técnica e interesse do mercado. Caso aprovados, os gastos para o desenvolvimento são divididos em três partes. A EMBRAPII fica responsável por até um terço do investimento (recursos não reembolsáveis). Os 2/3 remanescentes dos recursos necessários para a execução são negociados entre a unidade credenciada e as empresas contratantes do projeto.

O diretor-presidente da EMBRAPII, Jorge Almeida Guimarães, lembra que, desde 2013, a instituição tem contribuído para o desenvolvimento da pesquisa e inovação na indústria brasileira. Já são mais de 850 projetos apoiados em diferentes áreas, beneficiando empresas em todas as regiões do Brasil. O recurso aportado irá contribuir para que este trabalho continue crescendo, juntamente com a colaboração dos institutos de pesquisas.

“As universidades brasileiras têm reconhecida competência para atuar em projetos de inovação e a EMBRAPII oferece tais possibilidades pelo financiamento com recursos não reembolsáveis, centrado em um processo simples, ágil, flexível e sem burocracia. Com apoio, é possível construir um espaço maior de inovação em cada campus universitário”, destaca.

Para o ano de 2020, estão previstos R﹩ 47,8 milhões oriundos de emenda parlamentar, que fortalecerá as ações da instituição. Somado a esse montante, a expectativa é que outros aportes venham do MCTIC (Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), bem como um aporte do orçamento de 2020 do MEC.

Modelo que aproxima pesquisa e indústria

A EMBRAPII é uma organização social que tem contrato de gestão com três ministérios: Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Educação (MEC) e Saúde (MS).

Possui um modelo próprio de incentivo à inovação industrial inspirado em organizações internacionais e adequado ao ecossistema brasileiro. Em seis anos de atuação, já beneficiou mais de 600 empresas dos mais variados segmentos, tanto no desenvolvimento de projetos, quanto em seu financiamento.

Seja gentil primeiro, esteja certo depois

Por Marvio Portela, vice-presidente do SAS para América Latina

“Be kind first, be right later”

Como parte do debate em andamento sobre inovação e novas maneiras de fazer as coisas, um dos desenvolvimentos que mais me empolga ao entrarmos em uma nova década é a mudança dos sistemas de trabalho tradicionais em direção a uma mentalidade baseada na gentileza.

No mundo da tecnologia, ouvimos muito a palavra “ecosystem” — que descreve uma configuração que engloba valores e interdependência compartilhados. Essa maneira de trabalhar visa substituir o “egosystem”: a insistência no status quo, a necessidade de auto-engrandecimento e estar certo o tempo todo.

Quando entramos em uma nova década, em que a colaboração será a tônica de todos os negócios de sucesso, essa maneira estabelecida de trabalhar dará lugar a uma cultura em que as equipes que vencerão serão aquelas em que as pessoas são gentis umas com as outras.

Embora nossos egos possam ser informados pela necessidade de estar certo e impor nossos pensamentos e crenças – para que sejamos respeitados e creditados por nossas realizações -, precisamos aceitar que podemos (e vamos) estar errados, mas sem nenhum senso de falha ou constrangimento. Essa aceitação, essa vulnerabilidade, é um elemento central de ser gentil.

Em 2020, celebrar e possibilitar as realizações de outras pessoas e sair dos holofotes sempre que necessário precisará ser muito mais difundido para que possamos liberar o real potencial das equipes. Como líderes, também precisaremos associar as ocasiões em que estamos incorretos com nossa jornada de aprendizado contínuo.

Para trabalharmos bem, precisamos estar menos obcecados com nossas próprias certezas

Fiquei imensamente satisfeito com os resultados da minha pesquisa por sinônimos da palavra gentil. Isso porque existem tantos, todos relacionados a coisas que gostamos de ver nas melhores pessoas: são calorosos, generosos, atenciosos, altruístas, bem-intencionados, pacientes, agradáveis, decentes.

Em minha pesquisa, também encontrei a origem real da palavra. Vem do inglês antigo, onde o sentido original é “natureza, a ordem natural”, também “caráter inato”. Então, estamos falando de uma característica básica de todos nós, algo em que todos somos capazes de explorar.

Considerando que todos somos capazes de ser gentis, os benefícios da gentileza para com o bem-estar, a satisfação com a vida e até quanto tempo vivemos, estão bem ao nosso alcance. E como as pessoas legais criam uma vida melhor para si mesmas, são capazes de fazer com que outras pessoas se sintam bem: neste momento, convido você a fechar seus olhos brevemente e pensar em pessoas que você conhece que se saem extremamente bem na vida. É muito provável que eles sejam principalmente indivíduos com quem as pessoas gostam de estar por perto e trabalhando.

Ser gentil é uma característica humana básica

À medida que nos aproximamos do final de um ano e início de outro, sou verdadeiramente grato a todas as pessoas com quem interagi nos últimos 12 meses. Tenho a sorte de que a maioria deles, particularmente na minha equipe, são pessoas que demonstram repetidamente o verdadeiro valor de ser gentil – seja nos negócios ou no sentido pessoal.

Em 2020, estou determinado a seguir as palavras sábias atribuídas a Kazuki Yamada, que sabiamente disse que nosso objetivo na vida deveria ser “be kind first, be right later”. Não é apenas a coisa mais natural e correta a ser feita como líder, mas como ser humano.

Startup espanhola desenvolve novas funções para seu aplicativo e cresce o número de lojas no Brasil

O ano de 2019 foi de crescimento no mercado de franquias. O setor obteve avanço nos três primeiros trimestres em relação ao mesmo período levantado em 2018. Os primeiro três meses a alta foi de 7%, no segundo foi de 5,9% e no terceiro o aumento foi de 6,1%, todos os dados em pesquisa feita pela ABF (Associação Brasileira de Franchising).

O segmento de lavanderias da Mr Jeff, de fevereiro até dezembro, abriu 59 lojas em todo o Brasil, divididos nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Paraná, Rio Grande do Sul, Goiânia, Santa Catarina, Tocantins, Pará e o Distrito Federal.

A maior mudança foi em sua marca corporativa, a Mr Jeff se tornou Jeff e desenvolveu novas funcionalidades para expandir seu leque de serviços através do aplicativo “Jeff – O Super app de serviços”, mantendo as funções de lavanderia e adicionando as opções de cuidados com beleza e condicionamento físico, tudo isso em apenas um clique para satisfação e praticidade ao cliente.

“Essa expansão do nosso produto foi importante para abranger mais serviços de utilidade para as pessoas. Somado isso ao crescimento de franquias da Jeff espalhada pelo Brasil, terminamos 2019 com apreço pelo que foi feito, mas temos muito trabalho para 2020”, afirma Eloi Gómez, CEO e cofundador da Jeff.

O ano da Jeff também teve parcerias importantes ligadas ao esporte, a empresa se juntou ao Valencia, clube de futebol da Espanha e a seleção feminina de futebol da Argentina, para ser o patrocinador oficial da duas equipes para a temporada 2019/2020.

Ao todo, a startup obteve crescimento de 30% nos downloads do seu aplicativo e aumentou o números de lojas pelo país. Para o próximo ano, a Jeff espera mais inaugurações por vir. “Para o ano que vem há uma previsão mínima de duplicar o volume de lojas. O Brasil se tornou um ótimo mercado para os nossos serviços e é importante mantermos a expansão por aqui”, conclui Eloi.

Contact center do futuro: 5 investimentos essenciais

Por Paul Lang

Como centro da experiência do cliente, o contact center precisa evoluir fundamentalmente para que as organizações continuem competitivas em um mundo cada vez mais digital. Mas de que tipo de mudanças estamos falando? Como é esse “novo contact center”? Estudos sugerem cinco investimentos essenciais para navegar no contact center do futuro:

1) Autoatendimento sem esforço: o Gartner prevê que, até 2023, os clientes preferirão usar interfaces de fala para iniciar 70% das interações de autoatendimento, em comparação com 40% em 2019. Recursos poderosos de automação fornecem interfaces de conversação simples e fáceis de usar que melhoram a precisão, eficiência e eficácia do autoatendimento. Se um cliente decidir escalar a interação, um agente será preparado com todo o contexto da conversa, incluindo o histórico de transações e comunicações. Dessa maneira, “autoatendimento sem esforço” significa aumentar – não substituir – as conexões humanas; ele reconhece a importância tanto do físico quanto do digital ao longo da jornada do cliente.

2) Foco no agente: com tanta ênfase na experiência do cliente, pode ser fácil para as marcas ignorarem a experiência que seus funcionários precisam para atender efetivamente aos clientes. O contact center do futuro capacitará os agentes com desktops modernos que permitam acesso rápido às informações sem precisar pesquisar ou sair da tela principal (pesquisas mostram que a mudança de tela por parte do agente custa a um contact center típico US﹩ 1,57 milhão por ano em perda de produtividade). Isso inclui assistentes virtuais inteligentes capazes de desviar interações repetitivas ou tediosas para manter os agentes produtivos, imersos e engajados (de acordo com a Dimension Data, 62% dos executivos esperam que os assistentes virtuais tenham um lugar nas suas empresas nos próximos dois anos).

3) Insights sobre interação: segundo a Accenture, 81% dos clientes desejam que as marcas os entendam melhor para saber quando e como abordá-los. As organizações devem migrar da comunicação para a conversa a fim de impulsionar o alto nível de personalização requerido pelos clientes. Isso significa usar a análise conversacional em tempo real para entender melhor os tipos de experiências que os clientes estão tendo nos canais de comunicação (principais tendências, preferências, problemas). Significa também analisar essas conversas para melhorar a experiência dos agentes, obtendo um melhor entendimento das suas preferências, satisfação geral e de onde eles podem enfrentar problemas como limitações em aplicativos, procedimentos ou políticas.

4. Emparelhamento inteligente: uma das grandes frustrações – se não a maior delas – no contact center continua sendo as transferências desnecessárias entre agentes. Os insights de interação podem ser usados para emparelhar clientes e agentes de forma inteligente, com base nos principais dados de negócios (por exemplo, histórico de comunicação, padrões de conversação) e características (sentimento, relacionamento, emoção) para gerar uma conexão humana mais significativa, aumentando a receita e reduzindo os custos trabalhistas. Em um banco, por exemplo, um chamador pode ser encaminhado para um especialista em gestão de capital já que as últimas cinco perguntas feitas no chat ao vivo eram sobre gastos com contas. O emparelhamento inteligente ajuda a evitar esforços exaustivos para levar as pessoas ao representante e/ou canal de serviço certo, acelerando os resultados e aumentando a probabilidade de lealdade e advocacy.

5. Ecossistema de aplicativos: uma abordagem de ecossistema de aplicativos permite que as organizações avaliem com flexibilidade as tecnologias de contact center necessárias para fornecer experiências incríveis para clientes e agentes. Eles podem obter acesso a aplicativos e recursos do tipo “clique para adicionar” aparentemente intermináveis (por exemplo, análise de fala, relatórios avançados, roteamento inteligente, gerenciamento de conhecimento, automação de processos robóticos) para criar um ambiente personalizado de contact center que atenda às necessidades exatas dos seus colaboradores e clientes. Segundo o Gartner, até 2025, uma empresa típica de contact center estará explorando os benefícios de uma abordagem de ecossistema de aplicativos para capacitar melhor a equipe e aprimorar o serviço.

Há uma coisa que todos esses investimentos têm em comum: inteligência artificial. A IA está impulsionando recursos verdadeiramente revolucionários no contact center que atuam na tendência abrangente da transformação digital. Quando implementada de maneira eficaz, a IA nessa área de negócios reduz custos, melhora a receita, fortalece o desempenho da força de trabalho e, acima de tudo, gera uma conexão humana mais significativa. O contact center do futuro é construído em IA, a ponto de 81% das marcas acreditarem que deixar de adotar essa tecnologia agora lhes custará na próxima década.

O fato é: o contact center experimentará mais mudanças nos próximos 10 anos do que nos próximos 100; por isso, é preciso investir já, ou a conta a ser paga depois será muito cara…

Paul Lang lidera a área de Contact Center Marketing da Avaya

Taxação de energia solar desestimula investimentos no agro, diz SRB

A Sociedade Rural Brasileira (SRB) apoia a decisão do Presidente da República, Jair Bolsonaro, de manter os descontos para empresas e consumidores que utilizam energia solar no Brasil. Bolsonaro assegurou na última terça-feira (07/01) que a taxação está descartada, mas a decisão final só será tomada no dia 21, data da próxima reunião de diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Para a entidade, a chamada “taxação do sol”, proposta pela agência reguladora, representa custos adicionais aos produtores e desmotiva os investimentos em geração de energia limpa nas propriedades rurais.

Residências e empresas com painéis solares se enquadram na modalidade de Geração Distribuída (GD) de produção de energia. A norma atual prevê que consumidores dessa modalidade podem ceder o excedente de energia produzido para o sistema geral, ficando como um crédito. Nesse caso, o consumidor de GD não paga o custo da rede de transporte de energia para a distribuidora. A proposta da Aneel prevê o fim dessa isenção. “O desconto é um incentivo para o setor concentrar o uso da maior parte dos equipamentos elétricos nos horários de menor consumo de energia e, portanto, reduzir a demanda nos horários de pico”, explica Marcelo Vieira, presidente da SRB.

Segundo a SRB, boa parte dos produtores rurais no Brasil investem em fontes sustentáveis e alternativas de energia, como eólica, solar e a partir de biomassa e resíduos florestais, para garantir o abastecimento das propriedades. Esses investimentos foram viabilizados a partir de 2012, quando a Aneel lançou normativo que permitiu aos consumidores gerar a sua própria energia. “Muitos produtores têm dificuldade de acesso à rede de distribuição de energia elétrica, o que torna a geração alternativa ainda mais importante”, ressalta Vieira.

Para a entidade, a aprovação da nova proposta torna inviável a implementação de sistemas de geração de energia, já que o prazo para recuperar o valor investido nas instalações será ainda mais longo. A SRB lembra ainda que aumentar a participação de bioenergia sustentável na matriz energética é um dos compromissos firmados pelo Brasil durante o Acordo de Paris, em 2015.

A entidade destaca que os custos com energia elétrica para o agronegócio são altos e correspondem a uma parcela significativa nos investimentos da produção. “Gerar a própria energia é uma alternativa para baratear os custos e deixar os produtores menos dependentes do fornecimento tradicional”, completa Vieira.

A energia solar está cada vez mais presente em propriedades rurais. Somente no primeiro semestre de 2019, foram produzidos 32.963kWp, o que representa cerca de 86% do total gerado durante o ano todo em 2018. Os dados são da própria Aneel. Segundo a SRB, a matriz energética brasileira já é uma das mais limpas entre as grandes economias. “Estamos comprometidos em dobrar a produção de biocombustíveis e quintuplicar a produção de bioenergia, precisamos que as agências reguladoras estejam em consonância com esse pensamento”, conclui o presidente da SRB.

Grupo BID lança Desafio de Inovação Aberta para reduzir o uso de plástico

O Grupo do Banco Interamericano de Desenvolvimento, junto com o MIT Solve, lança um Desafio de Inovação Aberta que busca encontrar as soluções mais inovadoras que reduzam substancialmente ou eliminam resíduos de plástico e plástico descartável na América Latina e no Caribe. O Desafio Rethink Plastics oferece prêmios no total de US$ 60.000 às soluções selecionadas.

Os plásticos mudaram as indústrias em todo o mundo, de medicamentos para alimentos, e são onipresentes em nossas vidas diárias. No entanto, os plásticos tiveram imensos impactos adversos na saúde humana e ambiental. A produção de plásticos a partir de combustíveis fósseis é o segundo maior e de mais rápido crescimento nas emissões de industriais de gases de efeito estufa, o principal fator de mudança climática. Em todo o mundo, um milhão de garrafas plásticas descartáveis são usadas a cada ano, e apenas uma pequena fração é recuperada. Com a maioria terminando em nosso ambiente, o lixo plástico libera substâncias químicas tóxicas no abastecimento de água doce, no solo e nos ecossistemas marinhos.

A região da América Latina e do Caribe produz mais de 400 milhões de toneladas de resíduos plásticos por ano e 36% são plásticos descartáveis. Isso está criando problemas econômicos, ambientais e de saúde para as próximas gerações. Como consumidores, empresas e governos reduzem ou eliminam o plástico descartável e o resíduo de plástico é uma questão crítica de desenvolvimento.

Vários países da região instituíram proibições e impostos sobre o varejo de sacolas plásticas que levaram a reduções no seu uso. Os métodos inovadores de incentivar bairros aumentaram a reciclagem, e os aplicativos de celular estão ajudando as pessoas a descartarem adequadamente o lixo na ausência de serviços formais de coleta de lixo. Embora estes sejam passos promissores na direção certa, a América Latina e o Caribe estão bem posicionados para desenvolver e implementar novas práticas para reduzir substancialmente ou eliminar os resíduos de plástico e plástico descartável.

“O plástico está em todo lugar. Flutua nos nossos oceanos e se amontoa no formato de montanhas; já estamos comendo cerca de um cartão de crédito em microplásticos por semana. Plástico é uma emergência global, e nós estamos enfrentando um dos maiores desafios dos nossos tempos: como apoiar países e comunidades a desenvolver uma resposta radical a esta realidade.” Disse Juliano Seabra, Chefe da Divisão de Inovação e Criatividade no Banco Interamericano de Desenvolvimento. “Com esse Desafio , esperamos inspirar pessoas com uma forte paixão por desenvolver soluções inovadoras a tentar repensar como usar plásticos.”

Para reduzir ou eliminar a produção de plástico descartável e resíduos de plástico na América Latina e no Caribe, o Banco Interamericano de Desenvolvimento busca soluções inovadoras que:

Afastem os modelos de negócio do uso de plásticos em embalagens ou transporte;
Reduzam plásticos descartáveis e resíduos através da promoção de mudanças no comportamento do consumidor e incentivando a reutilização e a reciclagem;
Permitam que o setor público, especialmente os municípios, pilotem e implementem sistemas novos e inovadores em seus sistemas de gerenciamento de resíduos.
O Desafio oferece US$ 60.000 em prêmios em dinheiro , com um prêmio máximo de US$ 30.000. Além disso, as propostas vencedoras poderiam ser consideradas para um projeto piloto financiado pelo Grupo BID de até US$ 250.000, sujeito à devida diligência e aprovações internas. As organizações nomearão um representante para apresentar durante a Reunião Anual do BID. As despesas de viagem e acomodação dos finalistas serão cobertas pelo BID.

O Desafio Rethink Plastics é alimentado pela plataforma MIT Solve , uma iniciativa do Instituto de Tecnologia de Massachusetts que usa inovação aberta e crowdsourcing para resolver desafios globais. Por meio da premiada plataforma do MIT, inovadores, empreendedores e organizações, onde quer que estejam no mundo, podem enviar sua solução para este Desafio.

O Banco Interamericano de Desenvolvimento tem como missão melhorar vidas. Criado em 1959, o BID é uma das principais fontes de financiamento de longo prazo para o desenvolvimento econômico, social e institucional da América Latina e o Caribe. O BID também realiza projetos de pesquisas de vanguarda e oferece assessoria sobre políticas, assistência técnica e capacitação a clientes públicos e privados em toda a região.

SYNNEX anuncia plano de separação em duas empresas de capital aberto

A SYNNEX Corporation anuncia seu plano de se separar em duas companhias de capital aberto: a SYNNEX Technology Solutions, uma empresa líder em distribuição de TI, serviços e soluções integradas, e a Concentrix, uma empresa líder global em soluções de customer experience. Imediatamente após a transação, os acionistas da SYNNEX vão contar com ações de ambas as empresas, SYNNEX e Concentrix.

“Hoje, a SYNNEX está tomando medidas afirmativas para aumentar ainda mais o valor para os acionistas, anunciando nosso plano de separação em duas empresas públicas fortes e independentes”, diz Dennis Polk, presidente e CEO da SYNNEX. “O spin-off vai proporcionar a cada empresa um foco estratégico e gerencial mais preciso e permitirá que os acionistas da SYNNEX possuam e valorizem cada negócio separadamente. Estamos muito orgulhosos de nossa empresa e dos retornos que geramos investindo na distribuição de TI e nos serviços de customer experience ao longo de quase 40 anos de história. Estamos igualmente orgulhosos de ter essas duas empresas atingindo um ponto em que são líderes de mercado e bem posicionadas para serem empresas públicas independentes de sucesso”.

Chris Caldwell, presidente da Concentrix, acrescenta: “Com a Concentrix alcançando sua escala e eficiência acima das expectativas, juntamente com as oportunidades de mercado que temos pela frente, o momento apropriado para a separação é agora. A separação dos dois negócios vai aumentar a posição competitiva de cada empresa e acelerar oportunidades significativas de criação de valor. Eu, juntamente com o restante do time da Concentrix, sou grato pelo nosso tempo na família SYNNEX e esperamos continuar com o seu bem-sucedido legado”.

Detalhes da transação

SYNNEX Technology Solutions

A SYNNEX Technology Solutions, com aproximadamente US$ 19 bilhões em receita anual, continuará como uma das três principais empresas de distribuição de TI nas Américas e no Japão, fornecendo uma gama abrangente de serviços de distribuição, logística e integração para o setor de tecnologia. Com uma das linhas e portfólio de serviços mais robustos do setor, a SYNNEX está bem posicionada para investir ainda mais em recursos e iniciativas que continuarão a aumentar sua participação de mercado. Com essa separação, a SYNNEX terá flexibilidade, foco e controle para executar ainda mais suas iniciativas estratégicas.

Concentrix

A Concentrix, com aproximadamente US$ 4,7 bilhões em receita anual, continuará como uma das duas principais fornecedoras globais de soluções de customer experience com foco em tecnologia, centrada em ajudar os clientes a aprimorar a experiência da marca para seus consumidores e fornecer recursos de ponta a ponta que impulsionam o engajamento do cliente. Com um portfólio diferenciado de soluções, a Concentrix atende mais de 125 clientes presentes no Global Fortune 2000 e mais de 50 clientes disruptivos e de alto crescimento em mais de 275 localidades no mundo, oferecendo uma experiência de marca consistente em todos os canais. Como uma empresa autônoma, a Concentrix estará mais bem posicionada para impulsionar um crescimento sustentável e lucrativo.

Estrutura de gerenciamento

Ambas as empresas têm equipes de liderança fortes e bem firmadas, com experiência significativa no setor, adequadas para liderar as duas empresas em seus distintos mercados.

Dennis Polk, presidente e CEO da SYNNEX, continuará ocupando essa posição e liderando a SYNNEX após a separação.

Chris Caldwell, presidente da Concentrix, vai liderar a Concentrix como presidente e CEO e continuará a supervisionar os negócios como uma empresa autônoma após a separação.

Nos próximos meses, a Concentrix vai reunir seu Conselho de Administração e anunciar as nomeações próximo a data prevista de separação.

Processo de transação

A transação está prevista para ser concluída no segundo semestre de 2020. A separação pretende se qualificar como uma transação isenta de impostos para fins de imposto de renda federal para a SYNNEX Corporation e para os atuais acionistas da SYNNEX. Imediatamente após a separação, os acionistas da SYNNEX possuirão ações da SYNNEX Technology Solutions e da Concentrix na mesma porcentagem possuída da SYNNEX antes da transação.

A conclusão da separação não exigirá voto dos acionistas, mas estará sujeita às condições habituais de fechamento, incluindo a aprovação final do Conselho de Administração da SYNNEX, o recebimento de opinião favorável em relação à natureza isenta de impostos da transação, e a efetividade de um Form-10 arquivado na U.S. Securities and Exchange Commission.

A SYNNEX vai operar em uma base “Negócios como de costume” enquanto os detalhes da separação estão sendo finalizados. Após a separação, espera-se que a SYNNEX e a Concentrix sejam capitalizadas adequadamente com ampla liquidez para apoiar os investimentos e crescimento em andamento.

Cresce o investimento de empresas em causas sociais

O consumidor está cada vez mais atento ao posicionamento político, social e ambiental das organizações. E, ao contrário do que muitos pensam, a convicção em relação ao engajamento da empresa é um fator determinante na hora da compra para a maioria dos consumidores brasileiros. Segundo o estudo global Edelman Brand 2018, 69% das pessoas declararam que realizam compras por convicção sobre os valores de uma organização. O percentual cresceu 13 pontos em comparação com 2017, ano em que 56% dos entrevistados declararam essa motivação.

Quando o assunto são os colaboradores, o estímulo da empresa para que os funcionários pratiquem voluntariado ou se engajem em causas sociais também apresenta melhorias para a produtividade. Uma pesquisa realizada pela Ação Social para Igualdade das Diferenças (ASID) mostrou que 89% dos gestores de diferentes áreas consideram que o voluntariado corporativo faz a pessoa ser um profissional melhor.

Nesse contexto, a preocupação das marcas com a responsabilidade social tem crescido nos últimos anos. E as formas de se engajar são diversas. “Quando a empresa se engaja com uma causa com a qual a marca e os colaboradores se identificam, o apoio torna-se ainda mais relevante para ambos os lados”, explica Carla Lettieri, Coordenadora de Programas & Projetos no Instituto Ronald.

A Aspen Pharma, farmacêutica sul-africana que é líder do continente africano e uma das 20 maiores do segmento de branded generic no mundo, apoia desde 2018 o Instituto Ronald McDonald, que atua para promover saúde e qualidade de vida para crianças e adolescentes com câncer. Para 2019, a Aspen Pharma apoiará diversas ações para arrecadar fundos com o objetivo de ajudar o Instituto Ronald a realizar suas metas, uma delas é chegar em dez anos no mesmo patamar de chances de cura de países como Estados Unidos e Canadá, que corresponde a 85%. Hoje as chances de cura estão em torno de 64% no Brasil. Entre as ações realizadas pela Aspen estão o patrocínio em Workshops com foco no diagnóstico precoce da doença, jantares beneficentes e o apadrinhamento de restaurantes para o McDia Feliz.

Organizações sem fins lucrativos, como o Instituto Ronald, dependem do apoio de empresas e doadores para colocar em prática os projetos e programas em prol de causas. E como o Instituto atua ao redor do Brasil? Desde sua fundação, em 8 de abril de 1999, o Instituto Ronald McDonald – vencedor do prêmio de Melhor ONG em saúde e classificado entre as 100 melhores ONGs do Brasil de acordo com o Instituto Doar e a Revista Época – age nas principais necessidades no antes, durante e após o tratamento, através do desenvolvimento e da coordenação de programas como Diagnóstico Precoce, Atenção Integral, Espaço da Família Ronald McDonald e Casa Ronald McDonald.

“Nossa luta é para que as crianças sejam curadas do câncer e possam sonhar. Pois cada sonho pode se transformar em um novo craque de bola, em um médico, engenheiro, e até mesmo em um líder de verdade para o nosso País, que tanto precisa”, ressalta o CEO da companhia, Alexandre França.

Saiba como apoiar a causa do câncer infantojuvenil no Brasil

O Instituto conta com o apoio de diversas empresas e pessoas físicas para desenvolver e manter seus programas. Saiba mais sobre as fontes de arrecadação, os programas e as instituições beneficiadas em http://www.institutoronald.org.br.

10 dicas para conquistar um emprego novo

Janeiro é o mês oficial das novas metas. Entre um novo amor, um novo estilo de vida, ou o sonho de uma viagem, muita gente tem na vida profissional como foco para o ano novo. Para essas pessoas que querem mudar de emprego em 2020, Pollini Jorio, especialista em RH e co-fundadora da plataforma Feedback House, lista 10 dicas para tornar essa meta mais fácil de atingir.

1. Evite pedir demissão antes de ter uma vaga engatilhada. A não ser que seja um caso extremo, como situações de assédio sexual, moral ou risco de vida. É muito mais fácil conquistar um emprego quando se está empregado.

2. Atualize seu Linkedin, que é uma ferramenta ampla e valiosa para recrutadores. Seu perfil precisa estar bem completo. As empresas vão checar a sua rede profissional mesmo tendo recebido currículo para verem recomendações de outros profissionais e mais informações sobre as outras empresas pelas quais passou.

3. Procure emprego usando ferramentas adequadas: o Linkedin não é a única. Os sites das próprias empresas em que você quer trabalhar possuem espaço para envio de currículos ou ainda anúncios de seleção em andamento.

4. Faça um bom mapeamento de empresas nas quais gostaria de trabalhar. Seja por segmento, por estratégia, ou pelo mercado onde você já tem experiência prévia. Mande o CV para aquelas que você selecionar como prioritárias com mensagem personalizada.

5. Nesse mapeamento, veja quais são as empresas em que amigos e conhecidos já trabalham e talvez possam te indicar. Ser apresentado por alguém de dentro não garante a vaga, mas aumenta as possibilidades de conseguir uma entrevista.

6. Não faça SPAM de email de CV. Claro que você precisa avisar sua rede de contatos que está em busca de oportunidades. Mas evite o básico “Prezado fulano…” enviando para centenas de emails. Personalize a mensagem e saiba exatamente para qual empresa você está prospectando. Melhor mandar para menos pessoas com qualidade de apresentação, do que um SPAM genérico.

7. Entenda a diferença entre Head Hunter e Outplacement. O Head Hunter não tem a pessoa como cliente, ele tem as empresas como clientes, então ele não vai buscar uma vaga para você. O Outplacement sim, trabalha para o profissional, especificamente para recolocá-lo.

8. Use o Networking! Muito! Não é só postar no Facebook “Manda Jobs”. A lição de casa é bem mais ampla: acione seus conhecidos e pessoas que já trabalharam com você para saberem que está procurando. Marque almoços, cafés, bate-papos, conte como está sua carreira, exponha seus desejos de um novo emprego. Faça com que sua rede saiba que você está disponível, porém com qualidade nessa mensagem.

9. Saiba se seu perfil condiz com a vaga. Há cargos que permitem a mudança de indústria, como por exemplo, o RH. Não faz tanta diferença se você trabalhou a vida toda em RH de empresas de bebidas e aplicar para uma vaga de RH em tecnologia. Porém, há outros departamentos que tornam essa mudança de indústria bem mais difícil.

10. Falando nisso, mudar de área de atuação não é impossível, mas exige mais paciência. É difícil mudar de empresa e já partir para outra área na qual não tem experiência prévia. Caso o interesse seja mudar de área, tente mudar dentro da empresa na qual já atua primeiro.

Tendências de tecnologia para 2020

Por Vincent Goetten, diretor do TOTVS Labs, laboratório de inovação e pesquisa da TOTVS

A tecnologia evolui constantemente e prever os destaques para o futuro é um grande desafio. Mas algumas tecnologias que foram muito faladas em 2019, provavelmente deverão ganhar ainda mais escala em 2020, deixando de ser tendência para se tornarem uma realidade.

Pensando em facilitar o plano de negócios para 2020 e entender o que pode ser aplicado para ampliar os resultados, listamos abaixo seis tecnologias que você deve ficar de olho a partir de agora.

Processamento em linguagem natural e automação de processos

Em 2020 vamos viver uma explosão ainda maior em projetos que utilizem linguagem natural para automatização de processos. Áreas como RH, atendimento ao cliente, helpdesk, dentre outras vão contar com processos cada vez mais inteligentes e disponíveis 24×7. A evolução dos algoritmos e técnicas de NLP (natural language processing) combinadas ao grande volume de dados são fatores decisivos para isso. Veremos ainda a adoção cada vez maior de voz como interface no mundo corporativo.

Visão computacional em todos os lugares

Em 2019 vimos muitos casos de aplicação de tecnologia de visão computacional, desde processos como marcação de ponto com reconhecimento facial até identificação de pragas na lavoura com um simples smartphone. O aumento do poder computacional nos dispositivos da ponta (edge computing) deve permitir o uso de visão computacional em processos como checagem de qualidade em linha de produção, identificação de risco de pragas nas plantações, identificação de anomalias em exames de imagem e vários outros.

Aumento da capacidade do ser humano com IA

A inteligência artificial vai nos ajudar a aumentar ainda mais a nossa capacidade cognitiva ao invés de nos substituir. Em 2020 (e nos anos subsequentes) vamos contar com modelos de Machine Learning nos ajudando a tomar decisões do dia a dia como, por exemplo, aprovação ou não de uma requisição de compra, previsão de vendas, aprovação automática de um procedimento médico e até identificar o risco de fraudes.

O poder computacional nas pontas – Edge computing

Cada vez que um carro, que tem a funcionalidade de “self-driving” (auto-condução), toma uma decisão de mudar de faixa para fazer uma ultrapassagem, pegar uma saída na estrada ou parar porque um pedestre está atravessando a rua, a computação para essa tomada de decisão acontece sem que o carro precise consultar o datacenter na nuvem. A próxima onda de Cloud Computing vai combinar o poder de processamento local juntamente com o poder de computação quase infinito que temos na nuvem. Temos visto isso já acontecendo em segmentos como agricultura, manufatura e saúde.

Aplicações Low e No-code

O sonho de se ter apps desenvolvidos por não desenvolvedores e que possam ser disponibilizados de forma ágil e com uma boa experiência de uso não é algo novo. No entanto, nos anos recentes o avanço de conectividade e de tecnologias das plataformas de low code ou até mesmo no-code tem tornado isto possível. No ano de 2019 trabalhamos em diversos projetos com os nossos clientes onde processos de negócio viraram apps que aumentaram muito a eficiência das empresas. Nossa aposta é que em 2020 o uso de plataformas no/low code deve aumentar ainda mais.

Privacidade e transparência

O surgimento da LGPD (Lei Geral da Proteção dos Dados) e a conscientização das pessoas da importância da segurança vai exigir que empresas invistam mais em segurança e prezem pela privacidade dos dados dos seus funcionários e clientes. Para os serviços em que nós somos os produtos (redes sociais, por exemplo), as pessoas vão exigir cada vez mais transparência para saber como esses dados são compartilhados. Já em 2019 notamos uma movimentação no mercado para definição e implementação de estratégias de dados com segurança e privacidade. Em 2020 acreditamos que haverá uma aceleração na adoção dessas tecnologias.

A digitalização do valor e a “banquerização do próximo bilhão” – Bitcoin

Você pode não acreditar na moeda digital de maior destaque do mundo, o Bitcoin. No entanto, desde o início da existência do Bitcoin, não houve uma indisponibilidade ou ataque hacker com sucesso sequer e o seu uso cresce ano após ano. Nos últimos nós do TOTVS Labs utilizamos o Bitcoin para pagamento de fornecedores baseados nos mais diversos lugares do mundo. Além disso, utilizamos o blockchain do Bitcoin para assegurar a imutabilidade de dados importantes. Um outro caso bastante interessante que exploramos esse ano com nossos clientes, foi a utilização da rede lightning do Bitcoin em um Data Marketplace com suporte a microtransações sem intermediários.

Existe um movimento bastante grande em utilizar o Bitcoin para “banqueirizar” as mais de 1,2 bilhão de pessoas que vivem hoje no continente africano. Como exemplo, temos a decisão do CEO da Square e Twitter, Jack Dorsey, em se mudar para a África em uma missão de levar Bitcoin para o continente.

Em 2020 as tecnologias continuarão evoluindo de forma eficaz para facilitar cada vez mais nossas vidas. Inovação e tecnologia são praticamente sinônimos, com os investimentos corretos e os parceiros ideais a sua companhia caminhará lado a lado com essas evoluções e se manterá competitiva no mercado.

Mega Polo Moda lança o Startup Fashion, maior projeto de aceleração de marcas de moda do país

O Mega Polo Moda, maior shopping de atacado da América Latina, acaba de lançar a Startup Fashion, uma plataforma inédita de mentoria para marcas, que reúne moda, tecnologia e negócios.

O novo projeto tem como objetivo expandir e inovar o mercado de moda atacadista brasileiro e investir em marcas novas e com propósitos inusitados que desejam se modernizar frente ao cenário nacional através do seu produto ou estratégia de negócio.

Serão mais de 10 milhões de reais investidos ao longo da aceleração. As marcas escolhidas participarão de mentorias e workshops de moda, vendas e branding com nomes como Ricardo Amorim, Mônica Salgado, Núbia Mota entre outros nomes. Entre os benefícios, a Startup Fashion oferece imersão de conhecimento no setor atacadista, um ano de aluguel da loja no Shopping Mega Polo Moda, e consultorias financeiras e jurídicas.

“Queremos marcas que buscam crescimento, conhecimento e inovação. O programa foi criado para as empresas, de todos tamanhos, que buscam uma nova oportunidade de negócio dentro do atacado. É um momento de fomentar informações e aproveitar o programa em todas as suas dimensões. Quanto mais marcas e segmentos inscritos, mais rico ficará o programa”, comenta Juliana Gama, diretora comercial do Mega Polo Moda.

As inscrições para participar do Startup Fashion é feita de forma gratuita através do site do programa (www.startupfashion.br.com) e já estão abertas para todas as marcas que desejam se candidatar. Empresas de todo Brasil serão aceitas, varejistas ou atacadistas, e 30 marcas receberão a mentoria prevista até 2021.

Inaugurado em 2005, o Mega Polo Moda é o primeiro a trazer sofisticação para o bairro do Brás, com mais de 80 mil m2 de conforto e segurança. Sua importância no setor da moda e vestuário é reconhecida por todo o país, reinventado no Brasil o conceito de compra em atacado.

Hughes cria biblioteca colaborativa para incentivar a leitura

A Hughes do Brasil, uma subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), líder mundial em redes e serviços de internet de banda larga via satélite, criou uma biblioteca colaborativa para incentivar o hábito da leitura entre seus colaboradores, além de propiciar o engajamento entre eles.

De acordo com a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, publicada em 2016 e realizada pelo Instituto Pró Livro a cada quatro anos, no período de 2011 e 2015, a estimativa de brasileiros que consomem livros passou de 50% para 56%, totalizando 104,7 milhões de pessoas. A quantidade anual média de livros lidos por habitante passou de 4 para 4,96.

“Ainda que a pesquisa aponte um aumento no crescimento de leitores no Brasil, consideramos de suma importância incentivar e estimular os colaboradores a adquirir o hábito da leitura. Por isso, criamos a biblioteca colaborativa, onde eles podem pegar emprestado e até mesmo doar obras”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes.

Mayara Moura, analista de Planejamento Comercial na Hughes, está empolgada com a iniciativa da empresa. “Ter uma biblioteca tão perto da gente, dentro do escritório, me incentivou a ler ainda mais. É muito legal doar livros e indicar para os colegas de trabalho títulos que li e me transformaram de alguma maneira”.

Para doar um livro, basta o colaborador se identificar com seu nome e área. Para pegar emprestado, é preciso registrar o empréstimo, e o leitor poderá ficar com o livro por até quatro meses, com possível renovação desse prazo. A biblioteca colaborativa está disponível para todos os colaboradores da companhia.

62% dos brasileiros tendem a comprar com uma marca em mente

A terceira edição do Connected Shoppers Report 2019, realizado pela Salesforce em mais de 20 países (incluindo o Brasil) apontou para uma mudança de comportamento dos consumidores. Segundo o estudo, estes estão migrando para o ambiente digital à medida que navegam, compram e solicitam serviço ou suporte em pontos de contato digitais que são completamente separados do comércio físico.

Abaixo, separamos quatro tendências emergentes do Brasil, todas remetendo ao crescente processo de transformação digital no varejo:

● Varejistas, marcas e marketplaces do Brasil estão “lutam entre si” pela carteira do consumidor: na era da “conectividade constante”, que está inserida no contexto da quarta revolução industrial, o relacionamento entre empresa e cliente encontra-se baseado em dois pilares (contato direto da marca com o consumidor e engajamento personalizado entre as partes). Assim, o modelo de compra praticado atualmente – cada vez mais online -, não se parece em nada com o modelo de compras do comércio físico – mais “tradicional e conservador”. A prova disso é que 88% dos brasileiros participantes da pesquisa afirmaram que compram de uma combinação de varejistas, lojas de marcas e marketplaces online.

● As compras estão evoluindo, devido às novas formas de fidelização dos clientes com as marcas: o varejo atual é muito mais do que uma transação no caixa de uma loja. É possível fortalecer as relações entre vendedores e consumidores ao fazer com que se sintam tratados de forma personalizada, como se fossem “especiais”. É por isso que 62% dos consumidores brasileiros relataram que tendem a concluir a compra já tendo uma marca específica em mente. A pesquisa mostra, ainda, que experiências e promoções exclusivas de compras são maneiras valiosas (e lucrativas) para as empresas criarem relacionamentos de fidelidade com seus clientes.

● A jornada do consumidor está nos canais controlados pelas marcas: a disseminação de pontos de contato digitais levou os consumidores brasileiros a usarem, em média, três tipos de canal para se comunicarem com as empresas. Dentre os entrevistados, 33% já utilizam carteira virtual para realizar as compras, 33% o fizerem por redes sociais e 25% via aplicativos de mensagens. “Na experiência virtual, em especial com o smartphone, o consumidor busca uma experiência fluída. Se não a encontra na loja ou marketplace visitado, parte no ato para o concorrente”, destaca Fabio Costa, gerente geral da Salesforce para o Brasil.

● As lojas físicas permanecem essenciais como centros de descoberta, experiência e satisfação: elas permanecem bastante relevantes no cenário do comércio, porém seus papéis estão evoluindo ao se tornarem centros de descoberta, experiência e satisfação. No Brasil, as principais razões apontadas pelos entrevistados para realização de compras diretamente na loja física são, pela ordem: retirar imediatamente o produto, possibilidade de tocar o produto e oportunidade de obter vantagens ou descontos disponíveis apenas presencialmente. Além disso, a pesquisa menciona outra possibilidade: a compra online para retirada na loja física, com 67% dos ouvidos afirmando já terem praticado essa modalidade.