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Mega Polo Moda lança o Startup Fashion, maior projeto de aceleração de marcas de moda do país

O Mega Polo Moda, maior shopping de atacado da América Latina, acaba de lançar a Startup Fashion, uma plataforma inédita de mentoria para marcas, que reúne moda, tecnologia e negócios.

O novo projeto tem como objetivo expandir e inovar o mercado de moda atacadista brasileiro e investir em marcas novas e com propósitos inusitados que desejam se modernizar frente ao cenário nacional através do seu produto ou estratégia de negócio.

Serão mais de 10 milhões de reais investidos ao longo da aceleração. As marcas escolhidas participarão de mentorias e workshops de moda, vendas e branding com nomes como Ricardo Amorim, Mônica Salgado, Núbia Mota entre outros nomes. Entre os benefícios, a Startup Fashion oferece imersão de conhecimento no setor atacadista, um ano de aluguel da loja no Shopping Mega Polo Moda, e consultorias financeiras e jurídicas.

“Queremos marcas que buscam crescimento, conhecimento e inovação. O programa foi criado para as empresas, de todos tamanhos, que buscam uma nova oportunidade de negócio dentro do atacado. É um momento de fomentar informações e aproveitar o programa em todas as suas dimensões. Quanto mais marcas e segmentos inscritos, mais rico ficará o programa”, comenta Juliana Gama, diretora comercial do Mega Polo Moda.

As inscrições para participar do Startup Fashion é feita de forma gratuita através do site do programa (www.startupfashion.br.com) e já estão abertas para todas as marcas que desejam se candidatar. Empresas de todo Brasil serão aceitas, varejistas ou atacadistas, e 30 marcas receberão a mentoria prevista até 2021.

Inaugurado em 2005, o Mega Polo Moda é o primeiro a trazer sofisticação para o bairro do Brás, com mais de 80 mil m2 de conforto e segurança. Sua importância no setor da moda e vestuário é reconhecida por todo o país, reinventado no Brasil o conceito de compra em atacado.

Hughes cria biblioteca colaborativa para incentivar a leitura

A Hughes do Brasil, uma subsidiária da Hughes Network Systems LCC (HUGHES), líder mundial em redes e serviços de internet de banda larga via satélite, criou uma biblioteca colaborativa para incentivar o hábito da leitura entre seus colaboradores, além de propiciar o engajamento entre eles.

De acordo com a última edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, publicada em 2016 e realizada pelo Instituto Pró Livro a cada quatro anos, no período de 2011 e 2015, a estimativa de brasileiros que consomem livros passou de 50% para 56%, totalizando 104,7 milhões de pessoas. A quantidade anual média de livros lidos por habitante passou de 4 para 4,96.

“Ainda que a pesquisa aponte um aumento no crescimento de leitores no Brasil, consideramos de suma importância incentivar e estimular os colaboradores a adquirir o hábito da leitura. Por isso, criamos a biblioteca colaborativa, onde eles podem pegar emprestado e até mesmo doar obras”, diz Rafael Guimarães, presidente da Hughes.

Mayara Moura, analista de Planejamento Comercial na Hughes, está empolgada com a iniciativa da empresa. “Ter uma biblioteca tão perto da gente, dentro do escritório, me incentivou a ler ainda mais. É muito legal doar livros e indicar para os colegas de trabalho títulos que li e me transformaram de alguma maneira”.

Para doar um livro, basta o colaborador se identificar com seu nome e área. Para pegar emprestado, é preciso registrar o empréstimo, e o leitor poderá ficar com o livro por até quatro meses, com possível renovação desse prazo. A biblioteca colaborativa está disponível para todos os colaboradores da companhia.

62% dos brasileiros tendem a comprar com uma marca em mente

A terceira edição do Connected Shoppers Report 2019, realizado pela Salesforce em mais de 20 países (incluindo o Brasil) apontou para uma mudança de comportamento dos consumidores. Segundo o estudo, estes estão migrando para o ambiente digital à medida que navegam, compram e solicitam serviço ou suporte em pontos de contato digitais que são completamente separados do comércio físico.

Abaixo, separamos quatro tendências emergentes do Brasil, todas remetendo ao crescente processo de transformação digital no varejo:

● Varejistas, marcas e marketplaces do Brasil estão “lutam entre si” pela carteira do consumidor: na era da “conectividade constante”, que está inserida no contexto da quarta revolução industrial, o relacionamento entre empresa e cliente encontra-se baseado em dois pilares (contato direto da marca com o consumidor e engajamento personalizado entre as partes). Assim, o modelo de compra praticado atualmente – cada vez mais online -, não se parece em nada com o modelo de compras do comércio físico – mais “tradicional e conservador”. A prova disso é que 88% dos brasileiros participantes da pesquisa afirmaram que compram de uma combinação de varejistas, lojas de marcas e marketplaces online.

● As compras estão evoluindo, devido às novas formas de fidelização dos clientes com as marcas: o varejo atual é muito mais do que uma transação no caixa de uma loja. É possível fortalecer as relações entre vendedores e consumidores ao fazer com que se sintam tratados de forma personalizada, como se fossem “especiais”. É por isso que 62% dos consumidores brasileiros relataram que tendem a concluir a compra já tendo uma marca específica em mente. A pesquisa mostra, ainda, que experiências e promoções exclusivas de compras são maneiras valiosas (e lucrativas) para as empresas criarem relacionamentos de fidelidade com seus clientes.

● A jornada do consumidor está nos canais controlados pelas marcas: a disseminação de pontos de contato digitais levou os consumidores brasileiros a usarem, em média, três tipos de canal para se comunicarem com as empresas. Dentre os entrevistados, 33% já utilizam carteira virtual para realizar as compras, 33% o fizerem por redes sociais e 25% via aplicativos de mensagens. “Na experiência virtual, em especial com o smartphone, o consumidor busca uma experiência fluída. Se não a encontra na loja ou marketplace visitado, parte no ato para o concorrente”, destaca Fabio Costa, gerente geral da Salesforce para o Brasil.

● As lojas físicas permanecem essenciais como centros de descoberta, experiência e satisfação: elas permanecem bastante relevantes no cenário do comércio, porém seus papéis estão evoluindo ao se tornarem centros de descoberta, experiência e satisfação. No Brasil, as principais razões apontadas pelos entrevistados para realização de compras diretamente na loja física são, pela ordem: retirar imediatamente o produto, possibilidade de tocar o produto e oportunidade de obter vantagens ou descontos disponíveis apenas presencialmente. Além disso, a pesquisa menciona outra possibilidade: a compra online para retirada na loja física, com 67% dos ouvidos afirmando já terem praticado essa modalidade.

Elo e MoneyPag lançam primeiro cartão no Brasil sem número impresso

A Elo, empresa 100% brasileira de tecnologia de pagamentos, e a MoneyPag lançam o MoneyPag Elo, primeiro cartão no Brasil sem numeração impressa. O cartão não cobra anuidade e oferece mais segurança ao disponibilizar acesso ao número, data de validade e código de segurança somente pelo app MoneyPag. O usuário pode controlar toda a sua conta pelo aplicativo, onde também acessa os comprovantes de compra e recebe notificações a cada utilização.

A iniciativa de restringir os dados específicos do cartão MoneyPag Elo ao app garante segurança ao portador e evita que informações fiquem expostas na versão física. Pelo aplicativo MoneyPag o usuário poderá controlar sua vida financeira com facilidade e agilidade: comprar, pagar contas, transferir e receber dinheiro, recarregar celular, fazer saques e depósitos em pontos credenciados, entre outras funcionalidades.

O cartão é aceito em mais de 9,5 milhões de estabelecimentos no País, e pode ser usado para sacar em mais de 23 mil caixas na rede 24h. Além disso, a conta digital MoneyPag também pode ser utilizada por quem não possui conta bancária ou cartão de crédito. “A parceria reforça nosso compromisso de ser uma empresa de tecnologia de pagamentos flexível e que se atenta às particularidades do mercado nacional”, afirma Jacó Silva, diretor de desenvolvimento de negócios da Elo.

Projeto de inovação da Rumo é selecionado pelo MIT

A Rumo (controlada pela Cosan) teve um projeto de inovação selecionado para receber o apoio de uma das mais renomadas universidades e centros de pesquisa científica do mundo: o Massachusetts Institute of Technology (MIT). O trabalho escolhido no final do ano passado envolve a aplicação de um algoritmo de inteligência artificial (IA) para otimizar a operação de formação de trens no Porto de Paranaguá (PR). Essa parceria é o primeiro case do projeto da Cosan em se aproximar de universidades nos Estados Unidos.

“As parcerias entre empresas e instituições de ensino fazem parte da agenda do grupo”, afirma Paula Kovarsky, head de Relações com Investidores e do escritório de Nova York da Cosan. “Essas iniciativas permitem trocas ricas de conhecimento e um contato direto com tecnologia de ponta e futuros talentos. Agora, vamos ampliar essa experiência para os outros negócios da Companhia”.

Os objetivos do projeto feito pela Rumo e MIT são reduzir custos e aumentar a eficiência do giro de vagões que descarregam no cais e precisam voltar rapidamente para os terminais do interior. A apresentação do projeto ocorreu no próprio MIT em meados do mês passado, sendo muito elogiado pela banca.

“Os estudantes do MIT desenvolveram um algoritmo para usarmos em nossos sistemas”, diz Roberto Rubio Potzmann, diretor de tecnologia da Companhia. “Com esta solução em mãos, poderemos ajustá-la conforme as nossas necessidades”.

O projeto de inovação da empresa brasileira foi selecionado pelo Analytics Lab (A-Lab), departamento do MIT no qual estudantes de graduação e MBA aplicam processos e métodos de analytics, machine learning e tecnologias digitais de ponta para resolver problemas de negócios.

Durante o último mês de 2019, colaboradores da empresa brasileira de serviços logísticos e do instituto norte-americano trabalharam juntos para propor soluções de IA coacona formação de trens no Porto de Paranaguá (PR). Ali, todos os meses, centenas de vagões da concessionária descarregam grãos e precisam voltar rapidamente para os terminais do interior.

Com cinco anos de existência, o A-Lab do MIT já levou cerca de 300 estudantes para trabalhar em soluções de projetos que abrangem internet das coisas (IoT), tecnologia digital, finanças, marketing, comércio eletrônico, varejo, manufatura, saúde, cadeias de suprimentos médicos e segurança de trabalho.

Dois em cada três usuários de aplicativos de transporte consideram desistir de seus carros futuramente, revela estudo da Accenture

Quase dois terços (63%) dos proprietários de automóveis nos EUA que usam aplicativos de transporte disseram que considerariam desistir de seu veículo pessoal durante a próxima década, de acordo com uma nova pesquisa da Accenture (NYSE: ACN).

A pesquisa, que entrevistou mais de mil consumidores nos EUA, constatou que a satisfação do consumidor com os aplicativos de transporte é muito forte (92%), e que a grande maioria (93%) dos entrevistados espera manter ou aumentar seus gastos com esses serviços neste ano. Apesar dessas descobertas, no entanto, mais da metade (52%) dos entrevistados relatou alternar entre aplicativos que oferecem serviços online para pegar caronas, ou corridas compartilhadas.

“Esses serviços têm crescido em satisfação dos clientes graças à praticidade que representam, incluindo a confiabilidade nos horários de início e término das corridas, a possibilidade de fazer reservas, e a simplicidade no pagamento”, disse Andrea Cardoso, diretora-executiva da Accenture para Indústria Automotiva. “O desafio agora para essas empresas é manter essa fidelização do cliente, por meio da customização de experiências”.

A pesquisa da Accenture indica uma oportunidade para as empresas que oferecem carona por plataformas digitais ꟷ bem como outras empresas de plataforma que estão enfrentando alto crescimento orgânico por meio da conquista de clientes ꟷ aprofundar seu relacionamento com os consumidores, considerando o seguinte:

• Os relacionamentos devem ter como base a confiança. Quase sete em cada 10 participantes (69%) disseram que ter seus dados pessoais protegidos é um aspecto extremamente importante da experiência, mas apenas 27% dos participantes disseram que confiam totalmente em seu provedor.

• As marcas devem ter um propósito. Menos de um em cada três motoristas de aplicativo norte-americanos (29%) disseram que sentem fortemente que sua marca é um negócio responsável que promove interesses ambientais e sociais. Pesquisas adicionais da Accenture descobriram que os clientes têm duas vezes mais chances de compartilhar dados pessoais com marcas que retribuem à sua comunidade do que com marcas que não fazem.

• A relevância é quem manda. Mais da metade dos consumidores está disposta a andar de veículo autônomo no próximo ano, incluindo veículos de passeio (62%), veículo pessoal (61%) e ônibus públicos (56%). No entanto, menos da metade (42%) dos veículos de passeio americanos expressam interesse em serviços adjacentes de empresas de transporte de passageiros, como entrega de alimentos e modos de transporte alternativos, como bicicletas e patinetes.

“A crescente demanda por marcas confiáveis ​​e direcionadas por propósito colocou a experiência do cliente no centro de como as empresas de plataforma criam e agregam valor aos seus usuários”, afirmou Robin Murdoch, que lidera a prática global de software e plataformas da Accenture. “É imperativo que eles tenham um entendimento muito claro das necessidades e expectativas de seus consumidores antes de lançar novos serviços”.

Para obter os resultados da pesquisa, visite:

http://www.accenture.com/us-en/industries/software-and-platforms-index

Metodologia

A Accenture Research conduziu uma pesquisa online com 1.003 consumidores nos EUA que usam serviços digitais de carona para entender suas percepções sobre corridas compartilhadas, hábitos de uso, fidelidade à marca e serviços adicionais que os consumidores estariam interessados ​​em usar com esses tipos de empresas. A pesquisa foi realizada em novembro de 2019.

Dassault Systèmes anuncia expansão do 3DEXPERIENCE Lab, programa de aceleração de startups para impactar positivamente o planeta

A Dassault Systèmes anuncia as novidades de seu laboratório de inovação aberta e de programa de aceleração 3DEXPERIENCE Lab. Dando continuidade em sua missão de fomentar inovações disruptivas que impactam positivamente a sociedade mundial, a Dassault Systèmes ampliou o alcance do 3DEXPERIENCE Lab ao acolher novas startups, incubadoras e novos parceiros como fab lab (laboratórios de fabricação) dentro de seu ecossistema internacional. O anúncio global está sendo divulgado esta semana, após pré-lançamento feito durante o 3DEXPERIENCE Lab, evento realizado no centro de arte digital Oficina das Luzes (Atelier des Lumières), em Paris.

Quinze novas startups vindas da Bélgica, China, França, Índia, África do Sul e Estados Unidos foram adicionadas ao programa de aceleração do 3DEXPERIENCE Lab, que permite a companhias selecionadas acessarem a plataforma 3DEXPERIENCE para desenvolver digitalmente seus projetos transformadores que impactam a sociedade, atendendo uma ou mais metas sustentáveis estabelecidas pelo plano de desenvolvimento das Nações Unidas (ONU), além de se beneficiarem de sessões especiais de mentoria e de capacitação. As startups escolhidas são a AgreenCulture (robótica agrícola inteligente), DAMAE Medical (dispositivo para detectar câncer de pele), FEops (simulações específicas para intervenções cardíacas em pacientes), Gyrolift (nova solução de mobilidade), Inali (prótese de mão acessível), PKvitality (solução vestível para diabéticos – bio-wearable) e SparkCharge (unidade de carregamento elétrico portátil e ultra-rápida). Os projetos baseados em comunidades incluem a Magic Wheelchair (organização sem fins lucrativos que cria roupas épicas para crianças cadeirantes) e o Open R2 (para projetar e construir o famoso robô R2-D2).

As startups estão sendo adicionadas ao programa acelerador que analisou mais de 500 ideias, muitas das quais avançaram significativamente nos últimos meses. Entre os exemplos estão a Biomodex, que está produzindo órgãos personalizados e impressos em 3D para simulação de cirurgias a partir de seu escritório localizado em Boston (Estados Unidos) e já arrecadando sua segunda rodada de financiamentos; a EEL Energy, que testou com sucesso sua membrana em um instituto francês; a Syo, que já vendeu mais de 11.000 instrumentos musicais sob medida; e a XSun que acaba de lançar seu drone solar de longo alcance não tripulado.

Desde a criação do 3DEXPERIENCE Lab na França em 2015, a Dassault Systèmes já o expandiu a iniciativa para os Estados Unidos e a Índia. Agora conta com mais de 25 parceiros entre incubadoras, aceleradoras, instituições de educação, desenvolvimento de empreendedores, fornecedores tecnológicos e fab labs em todo o mundo. Como um acelerador colaborativo aberto, o 3DEXPERIENCE Lab também se associou a empresas multinacionais para co-acelerar projetos promissores em setores específicos. Sua crescente comunidade de 1.200 mentores fornece conhecimento em disciplinas que incluem design, simulação, regulamentação e marketing.

Entre os novos parceiros de 2019 estão as incubadoras MIT Enterprise Forum CEE (Polônia), Greentown Labs (Estados Unidos), Centech (Canadá), OuiCrea (China) e Tshimologong (África do Sul); além deles, destaque à Escola de Negócios HEC (França); e o laboratório Communautique FabLab (Canadá).

“O 3DEXPERIENCE Lab é um exemplo do poder da inteligência coletiva, da inovação aberta e das plataformas digitais armazenadas em Nuvem para possibilitar inovações revolucionárias para o bem da sociedade mundial, com os ganhos que se alinham aos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU”, afirma Frédéric Vacher, Diretor de Inovação da Dassault Systèmes. “A Dassault Systèmes está buscando extensivamente apoiar o desenvolvimento do planeta por meio de projetos e comunidades em estágio inicial para reforçar ainda mais essa missão e contribuir para criar um mundo melhor”.

Último mês para inscrições: Omie distribui mais de R$ 50 mil em prêmios de inovação

A Omie , plataforma de gestão em nuvem número um para pequenas e médias empresas, anuncia as últimas vagas para inscrições no primeiro prêmio a unir contabilidade e empreendedorismo no Brasil.

Com o objetivo de reconhecer e incentivar ações inovadoras por parte de estudantes de contabilidade, empresários contábeis e empreendedores, a scale-up criou o Prêmio Omie de Inovação Empreendedora, que distribuirá mais de R﹩ 50 mil para os vencedores das três categorias. O regulamento completo pode ser conferido no link, bem como as inscrições, que vão até dia 11 de fevereiro de 2020.

“Criamos o prêmio para estabelecer um espaço de integração entre estudantes de contabilidade – que representam o futuro do setor – contadores e empreendedores que estão pensando fora da caixa; queremos reconhecer seus esforços de inovação e, mais uma vez, tangibilizar nosso propósito de reduzir o gap de eficiência da PME brasileira, contribuindo para que elas sejam mais prósperas e vivam todo seu potencial”, afirma o fundador e CEO da Omie, Marcelo Lombardo.

A coordenação do prêmio fica por conta da RP Consultoria, especializada em programas de reconhecimento de mérito, e que geriu o Prêmio Esso de Jornalismo por mais de duas décadas. A comissão de julgamento dos trabalhos será composta por especialistas em contabilidade e empreendedorismo, acadêmicos e grandes nomes do mercado.

Em todas as categorias, a ideia é a mesma: recompensar ideias e ações inovadoras que tenham impacto real nos negócios. Estudantes poderão submeter TCCs, relatos técnicos e monografias, enquanto empresários contábeis e empreendedores deverão inscrever cases demonstrando os resultados práticos da implementação de projetos inovadores em suas empresas.

Serão escolhidos três vencedores em cada categoria, ranqueados em 1ª, 2º e 3º lugar. Os premiados receberão R﹩ 10 mil, R﹩ 5 mil e R﹩ 3 mil, respectivamente.

A iniciativa faz parte de uma série de ações da Omie, embaixadora da #culturadocrescimento, que visam a empoderar empreendedores e contadores, de forma a desenvolver o mercado de PMEs do país como um todo, cumprindo assim seu propósito.

Estudo da Cognizant aponta 42 tendências e seus impactos no futuro do trabalho

Cognizant , uma das empresas líderes mundiais em tecnologia e negócios, apresenta estudo com 42 tendências sobre o futuro do trabalho. O levantamento contém análises e insights coletados nos 10 anos de trabalho do Center for the Future of Work (CFoW – Centro para o Futuro do Trabalho) da empresa. As tendências foram divididas em cinco categorias: mudanças nos modos, nas ferramentas, na estética, nos desafios e no significado do trabalho.
“A ideia do estudo era demonstrar como a tecnologia teve e continua tendo impactos contundentes no mercado de trabalho. Os humanos serão cada vez mais necessários. Não para tarefas repetitivas, mas para dar um direcionamento crítico e criativo para os insights que os bots nos trarão”, afirma João Lúcio de Azevedo Filho, presidente da Cognizant no Brasil.
 
Modos de trabalho
 
• De hierarquia para “wirearquia” – Apesar de terem sido importantes, as hierarquias não pertencem a um mundo colaborativo. Aí entram as “wirearquias”, um modelo de organização baseado em auxílio mútuo e confiança. O futuro da estrutura organizacional está em equilibrar esses dois modelos.
 
• De cargos para tarefas – Nossas profissões são um pedaço de nossa identidade. Contudo, o futuro do trabalho requer que as profissões sejam pensadas de maneira mais fluida, aceitando mudanças e reinvenções. Isso quer dizer que cargos estão sendo desconstruídos em tarefas, que são a forma mais sustentável de lidarmos com a força de trabalho homem-máquina.
 
• De segunda a sexta para segunda a quinta – A jornada de trabalho de 40 horas distribuídas em cinco dias ao longo da semana é fruto da Primeira Revolução Industrial. Mas agora o trabalho pode ser realizado a qualquer hora, de qualquer lugar. E a tendência é que o fim de semana passe a contemplar a sexta-feira também.
 
• De assistentes para robôs assistentes – Os assistentes facilitam o trabalho daqueles em posições de liderança. Mas esses profissionais poderiam ter profissões mais rentáveis e produtivas. Dessa forma, os robôs não vão roubar empregos, mas sim facilitar o trabalho. O novo assistente funcionará com zeros e uns, não com café.
 
• De comprar para alugar – Os custos de comprar são maiores do que a ideia de comprar. A ligação entre riqueza e posses está diminuindo. E logo será desfeita. Embora a ideia de posse tenha sido um dos pilares do mundo moderno, a tendência é de mudança. Possuir bens não é mais tão sedutor assim para os jovens que estão entrando no mercado.
 
• De robôs maus para robôs bons – Uma ideia disseminada pelo imaginário popular é a de que os robôs fazem muitas coisas boas, mas também podem fazer coisas muito ruins. De quem é a culpa? Nossa! Bots mal programados só podem ser corrigidos por humanos. Ou seja, bons humanos ainda são necessários para desenvolver bons bots.
Ferramentas de trabalho
 
• Do polegar para a voz – Pode ser a era digital, mas o ato de digitar é cada vez mais supérfluo. Seus gadgets são capazes de ouvir tudo que você fala agora. Com isso, a tendência é cada vez menos digitar e cada vez mais utilizar os comandos por voz.
 
• De microscópios para datascópios – Tal como os microscópios mudaram a medicina, a inteligência artificial é um datascópio que trará soluções antes inimaginadas. A IA, assim como outras ferramentas, não substituirá as pessoas, mas sim permitirá que façamos coisas incríveis.
 
• De programação a (quase) sem programação – Os softwares estão engolindo o mundo – incluindo outros softwares. Por isso, plataformas que requerem pouco ou nenhum conhecimento de programação estão democratizando a maneira com que sistemas empresariais são desenvolvidos, utilizados e expandidos.
 
• Da insegurança para a segurança – Estamos às vésperas de uma transformação em que a tecnologia será o aspecto central da sociedade moderna. Portanto, as empresas não devem hesitar em investir em cibersegurança. Quadruplicar o investimento atual é um bom começo.
 
• De petaescala para exaescala – O Eniac, primeiro computador a ser comercializado, completou 74 anos. Mas não vimos nada ainda. O futuro do trabalho será baseado na exaescala – um sistema computacional capaz de realizar um quintilhão de cálculos por segundo.
 
• Do 4G para o 5G – O advento do 5G vai acelerar a transmissão de dados ante as redes 4G. O próximo espectro de banda larga será a fase seguinte da revolução digital. E a fusão do 5G com a inteligência artificial vai aumentar a escala da Internet das Coisas.
 
• Da inteligência artificial para o machine learning – As aplicações comerciais da IA e do ML estão trazendo grandes retornos financeiros. Os filmes de Hollywood com robôs inteligentes malvados são uma miragem. Mas modelos de negócio baseados em machine learning serão uma realidade.
 
• Do centralizado para o descentralizado – A tecnologia moderna deu mais ferramentas de centralização e controle para pessoas, governos e sociedades. Mas são as expressões descentralizadas que fazem as democracias liberais. A descentralização – se feita da maneira correta – será o antídoto para a polarização na era digital.
 
• Do desenvolvimento de software para engenharia de software – O maior desafio dos desenvolvedores de software hoje em dia é conseguir acompanhar a velocidade com a qual o mercado muda. É o fim da programação como a conhecemos. A engenharia de software fará com que o desenvolvimento de programas acompanhe a economia digital.
 
• Do bit para o qubit – O futuro é muito mais do que números binários. O futuro da sociedade e da inteligência artificial está no qubit – a base da computação quântica.
 
• De cloud para edge computing – A IoT pôs fogo na definição de cloud computing. A nuvem sobrecarrega a distribuição de computadores, mas a próxima parada está nas beiradas da rede. A mudança de cloud para edge computing vai acelerar e virtualizar o mundo em níveis sem precedentes.
 
• Da internet para a splinternet – A internet como uma vila global está se dividindo em tribos locais da splinternet conforme países aplicam diferentes regulações em seu funcionamento. A internet como conhecemos está morrendo.
 
• De smartphones para smartdevices – Aplicativos, plataformas, sistemas e websites fazem parte do nosso cotidiano. Você não precisa aprender como a tecnologia funciona. Você precisa aprender como trabalhamos e vivemos com ela.
 
• Do servidor para o contêiner – A arquitetura cliente/servidor foi padrão por muito tempo. Agora esse modelo está sendo desafiado pelo surgimento de softwares de visualização que redefinem o que é um servidor. Contêineres estão substituindo componentes de hardware por códigos.
 
Estética do trabalho
 
• Do terno para o capuz – Os ternos não combinam mais com essa nova era de disrupções. Os softwares comandam o mundo dos negócios agora, e os ternos caindo em desuso foi só dano colateral.
 
• Do cubículo para o sofá – Atualmente, conseguimos trabalhar de qualquer lugar com um computador, celular ou tablet: num café, no saguão de um aeroporto, num quarto de hotel e até mesmo em um escritório. Nossos cubículos serão extintos.
 
• Do subúrbio para a cidade – Antes isolados tecnologicamente, os subúrbios urbanos agora estão florescendo. Procurando pela Quarta Revolução Industrial? Ela está lá.
 
• De vidro e aço para tijolos e madeira – Novas ideias vêm de prédios antigos. Ambientes legais não são apenas aqueles feitos de vidro e aço. Prédios antigos estão sendo rejuvenescidos para abrigar empresas desenvolvendo novas tecnologias.
 
• De “originals” para “digit-alls” – No mundo da TI, os “originals” cuidam da parte de infraestrutura, enquanto os “digit-alls” desenham os aplicativos e plataformas que dominarão o mundo. Os primeiros ficarão até toda a carga de trabalho de infraestrutura do mundo ser automatizada. Os segundos ficarão até saírem de moda.
 
Desafios
 
• De “ver” para “tome cuidado com o que vê” – A manipulação digital está fazendo com que questionemos o que é real e o que não é. Os deepfakes também são um perigo no mundo digital.
 
• De “somos todos um” para “todos somos um” – A personalização da tecnologia está acabando com a crença de que todos temos uma identidade em comum. Com a chegada da realidade virtual, a tendência é que cada um viva sua realidade de forma cada vez mais pessoal.
 
• De “wi-fi grátis” para “sem wi-fi” – Ficar conectado o tempo todo está deixando todos malucos. Por isso, espaços sem wi-fi vão restaurar a calma e a sanidade de nossos cérebros confusos.
 
• De “a privacidade morreu” para ” vida longa à privacidade” – Assinar newsletters e fazer testes on-line pode ser divertido, mas as pessoas estão começando a questionar se vale a pena trocar seus dados por isso. As grandes empresas de tecnologia estão na mira da sociedade por conta de problemas com a privacidade do usuário. Não, a privacidade não morreu ainda.
 
• De humano para ciborgue – Hoje, nós acessamos as informações por meio de nossos gadgets. No futuro, todas as respostas serão enviadas diretamente para nossas mentes. Nossos avós acham que já somos super-humanos, mas seremos simplórios perto de nossos netos. Estamos nos transformando em ciborgues, e as gerações futuras terão curiosidade para saber como era ser um humano pré-tecnológico.
 

Significado do trabalho

• De “cuidado com a língua” para “desembucha!” – Estamos eliminando as formalidades. Prepare-se para ficar chocado. A necessidade de sermos cada vez mais autênticos causará o fim da conversa fiada.
 
• De #sextou para #segundou – Você saberá que o futuro do trabalho chegou quando se sentir motivado em uma segunda-feira. Esqueça o medo de os robôs tomarem todos os nossos trabalhos. Pode ser que o que nos torna humanos seja o trabalho em si.
 
• De serviços para experiências – A não ser que você seja um gamer ou um influencer, você se desenvolveu em uma carreira na área de serviços. Mas o que vem depois? Prepare-se para a era das experiências. Tecnologias como realidade aumentada, realidade virtual, inteligência artificial e cross reality vão abrir as portas para a criatividade e experiências imersivas.
 
• De uma carreira para várias – O mindset de ter apenas uma carreira está virando um problema. O crescimento da automação e da IA fará com que o modelo “educação-emprego-carreiras” fique obsoleto. Há mais de um caminho para o sucesso – você pode só precisar de mais de uma carreira para alcançá-lo.
 
• Do vermelho para o verde – Energias renováveis. Reciclagem. Transporte público. É o encontro do capitalismo com o conservacionismo. Ainda bem que várias tecnologias estão mudando a percepção do público em relação à sustentabilidade, fazendo com que ideias ecológicas de negócio sejam cada vez mais possíveis. A sustentabilidade finalmente faz sentido (e dinheiro).
 
• Da produção privada à produção individual – Prototipações rápidas e produções velozes abrirão para bens personalizados feitos pelo próprio usuário. As produções individuais são a alternativa ecológica para a manufatura e o varejo.
 
• Da reciclagem para a economia circular – Há mil anos, os japoneses produziram o primeiro papel reciclado. Mas precisamos pensar em novas abordagens. A sustentabilidade está completando seu ciclo, e, na economia circular, todo dia é o Dia da Terra.
 
• De informação grátis para informação paga – A onda das informações públicas disponibilizadas na internet está acabando, mas serviços de assinatura podem ser uma salvação. Não há gratuidade – pelo menos não do ponto de vista da privacidade.
 
• Da aposentadoria à continuidade – Nosso ciclo de trabalho esteve bem definido no decorrer do último século. Os 65 anos eram a linha de chegada da carreira de muita gente. Mas agora precisamos dar umas voltas a mais. O jogo não acaba com a chegada da aposentadoria.
 
• Do CEO para a SHEO – Ainda teremos uma era em que a chegada de uma mulher ao cargo de CEO de uma grande empresa não será notícia por si só. O mundo corporativo ainda é predominantemente masculino, mas isso está acabando.
 
• Do Ocidente para o Oriente – O domínio econômico do mundo ocidental está desaparecendo com a chegada da era da informação. O Ocidente levou a melhor nas três primeiras Revoluções Industriais, mas pode perder a Quarta para países como a China, os Emirados Árabes Unidos e a Índia.
 
• Da diversidade ao pertencimento – A diversidade é um conceito que está na ponta da língua. Mas a inclusão para minorias no ambiente de trabalho deve ser mais do que um representante no meio da maioria. Essa abordagem está chegando ao fim. Não importa nossa identidade, todos nós queremos sentir que pertencemos a algum lugar.
 

Qual é o próximo passo da nuvem no Brasil?

Por Sandra Zanin

A migração para o ambiente em nuvem, seja ele privado, público ou híbrido, é uma tendência irreversível do mercado, e se coloca como a pedra fundamental do processo de transformação digital de muitas empresas. De acordo com o Gartner, só o mercado mundial de serviços de nuvem pública deve crescer 17% em 2020, totalizando receita de US﹩ 266,4 bilhões. Já a pesquisa Red Hat Global Customer Tech Outlook 2020* mostrou que, das empresas ouvidas, 31% escolheram a nuvem híbrida por terem melhor custo/benefício, segurança e facilidade de integração de dados.

Um dos atributos-chave que se mostra presente nesse cenário é a escalabilidade de operações, cuja prova de conceito fica clara em períodos como a Black Friday. Porém, não é algo que se resume ao varejo – operações de naturezas distintas podem ter melhorias em seus negócios, incluindo empresas de educação, saúde, seguradoras e muitas outras.

Enquanto a nuvem privada tem como principal vantagem a adaptabilidade à organização, permitindo customizações, comportando ambientes legados e atendendo às questões regulatórias ou culturais, a solução mantém a infraestrutura sob domínio local. Já a nuvem pública tem como principal vantagem a escalabilidade sob demanda sem ferir critérios de disponibilidade e confiabilidade. No universo da cloud privada, o planejamento e investimento prévio são fatores importantes para acompanhar o crescimento da organização.

Diante tantas particularidades, é preciso analisar desde a arquitetura de software, até os impactos da segurança que a transição a um novo ambiente pode trazer. Faz-se necessário um passo inicial, para que sejam mapeadas as variáveis do processo e fazer uma estratégia de implementação que tenha embutida em si processos para mitigar riscos. Sem um estudo cuidadoso e parceiros de alto nível técnico, a migração para cloud pode ser um problema, ao invés de uma solução.

Se antes, a escolha estava em apenas duas opções, hoje em dia muitas companhias mesclam ambos ambientes e utilizam o multicloud. É certo que trabalhar com mais de uma nuvem trará mais complexidade. Por isso, a análise dos benefícios de uma estratégia multicloud para os respectivos ambientes e, consequentemente, para o negócio deve partir de uma análise de cenários completa e abrangente.

Diante deste cenário, qual é o próximo passo da nuvem?

É fato que o ambiente de cloud está se tornando cada vez mais sofisticado e competitivo, com serviços gerenciados em nuvem tornam-se complementos essenciais que precisam de atualização constante. E, entre diversos fatores, está o que muitas empresas precisam considerar antes mesmo da migração: a otimização de custos.

O mapeamento da melhor opção de nuvem para cada ambiente se faz necessário com o intuito de combinar performance e investimento. Para a cloud, o monitoramento de custos torna-se primordial, uma vez que é possível identificar rapidamente desvios de comportamento por performance, implantação de automação e até mesmo o uso indevido do ambiente, evitando assim impactos inesperados no orçamento.

Como complemento, as revisões na arquitetura baseadas no crescimento do ambiente e ampliação de serviços poderão ser necessárias para que se mantenha a melhor relação de custo x performance. Para as empresas que optam por essas migrações, é importante ter parcerias com provedores e consultores que possuem profundo entendimento sobre o mercado e que estejam atentos aos objetivos de negócios do projeto. No caso do UOL DIVEO, nos preocupamos em estar à frente da demanda e temos parceiros que avaliam nosso desempenho, tal como a premiação “LATAM Partner of the Year”, que a CloudHealth nos ofereceu em evento promovido pela AWS. Mais que uma premiação, é a demonstração do papel fundamental que os provedores de nuvem têm em oferecer produtos de qualidade e segurança.

Nos próximos anos, os investimentos em estratégias de nuvem continuarão sendo prioridade, já que a globalização das corporações compreende um ecossistema diversificado para os negócios. Em um mundo em que a demanda por resultados estratégicos de serviços em nuvem continua crescendo, o caminho é a mudança organizacional em direção ao digital, em que a nuvem é a protagonista que viabiliza o fluxo dos negócios.

Sandra Zanin, gerente geral de Produtos, Alianças Estratégicas e P&D no UOL DIVEO.

**A pesquisa Red Hat Global Customer Tech Outlook 2020 foi feita com mais de 850 empresas em todo o mundo para descobrir quais as prioridades das organizações para o próximo ano em adoção de novas tecnologias.

Programa vai escolher universitário para ser CEO por um mês

Estão abertas as inscrições para o programa CEO for One Month do Grupo Adecco, que seleciona um universitário brasileiro para uma vaga remunerada de CEO pelo período de um mês.

Em sua fase nacional, o estudante irá atuar juntamente aos líderes do Grupo Adecco no Brasil, Andre Vicente (CEO da Adecco no Brasil), Guillermo Sasiaian (CFO da Adecco no Brasil) e Ricardo Rocha (Diretor-Executivo da Spring), no escritório de São Paulo, vivendo os desafios dos profissionais do setor de recursos humanos e desenvolvendo um projeto próprio.

O programa acontece em 46 países, e, em sua fase internacional, os responsáveis pelos dez melhores projetos participam de um bootcamp na Suíça. Um deles trabalhará por mais um mês no país ao lado do CEO global do grupo, Alain Dehaze.

Para participar, os estudantes devem estar matriculados em qualquer curso universitário e ter inglês fluente. Para fazer a inscrição, basta acessar o site global do programa (http://www.ceoforonemonth.com/) até o dia 19 de março 2020.

Linx e PicPay fecham parceria para viabilizar pagamentos via QR Code

Com a popularização dos meios de pagamento digitais, a Linx, líder e especialista em tecnologia para o varejo, anuncia sua parceria com o PicPay, um dos maiores aplicativos de pagamentos do Brasil, com mais de 13 milhões de usuários, para oferecer aos varejistas uma nova opção para os seus consumidores a partir de janeiro.

A atuação conjunta entre a Linx e o PicPay terá um potencial para que os usuários realizem pagamentos com QR Code em mais de 100 mil estabelecimentos que operam o sistema Linx. Criado em 2012, o PicPay é pioneiro no uso do código para movimentações financeiras no País e já ultrapassou a marca de 3,5 milhões de transações do gênero em sua história.

Essa integração promete facilitar a vida dos lojistas e usuários PicPay, evitando fraudes e trazendo agilidade ao mercado de pagamentos, possibilitando uma gestão mais rápida e eficaz. No caixa, o varejista deixará à mostra apenas um QR Code, que poderá ser pago em diferentes plataformas, como o PicPay e outras carteiras digitais parceiras da Linx.

“O pagamento feito via QR Code traz inovação para o varejo e atende a três anseios dos consumidores: segurança, facilidade de uso e rapidez. De forma simples, reduz os atritos na hora de pagar, melhora consideravelmente a experiência do cliente e, consequentemente, a vida do varejista. Essa tecnologia ainda democratiza o acesso ao consumo, já que, para utilizar o nosso aplicativo, não é preciso ter conta bancária ou cartão de plástico”, afirma Elvis Tinti, diretor comercial do PicPay.

O momento contribui para escalar a aceitação do Código QR, tecnologia de pagamento instantâneo que está transformando a indústria, uma vez que reduz o número de intermediários e os custos das transações. “Foi pensando nas necessidades do mercado que buscamos essa parceria. A Linx e o PicPay são especialistas no desenvolvimento de soluções inovadoras que facilitam o dia a dia dos seus clientes. Com o QR Linx, vamos impulsionar o uso dos pagamentos via wallet no mercado”, explica Denis Piovezan, vice-presidente da Linx Pay Hub, fintech da Linx.