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TST confirma que não existe vínculo empregatício entre motoristas e a Uber

Em decisão inédita, o Tribunal Superior do Trabalho, em julgamento da 5ª Turma, confirmou que não existe vínculo de emprego entre a Uber e os motoristas parceiros. A decisão vai na mesma linha de 75 acórdãos proferidos por Tribunais Regionais e mais de 240 sentenças de diversas varas do trabalho pelo país, que afastaram o vínculo empregatício ou declararam a incompetência da Justiça do Trabalho em ações contra a Uber.

O julgamento desta quarta-feira (5/2) anulou o reconhecimento de vínculo empregatício entre a Uber e um motorista independente proferido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região-São Paulo, reforçando o entendimento já adotado também pelo Superior Tribunal de Justiça em julgamento de conflito de competência.

De acordo com o relator da ação, ministro Breno Medeiros, os motoristas que utilizam a plataforma da Uber para gerar renda têm autonomia e flexibilidade que são incompatíveis com o vínculo empregatício, já que podem escolher trabalhar o quanto e onde quiserem. Além disso, afirmou que o fato de ser reservado ao motorista o equivalente a 75% a 80% do valor pago pelo usuário configura a relação comercial entre a empresa e o motorista, incompatível com o vínculo de emprego.

O Tribunal Superior do Trabalho reconhece o caráter inovador do modelo, que conta com mais de 600 mil motoristas parceiros atualmente cadastrados na plataforma, em mais de 100 municípios em todo o país, e os usuários do aplicativo, que hoje já superam a marca de 22 milhões.

Associações Comerciais participam de ato contra o aumento de impostos, contra a PECs 45 e 110 e a favor da desoneração da folha

A rede de Associações Comerciais, coordenadas pela Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), participará de um ato contra o aumento de impostos; contra as PECs 45 e 110, que tratam sobre a unificação de tributos; e a favor da desoneração da folha. Uma manifestação será realizada em 17 de fevereiro, às 10h30, no Clube Esperia, na capital paulista. O protesto é organizado pelo Movimento de entidades e lideranças empresariais.

“A Facesp participa deste movimento que visa a mobilização de toda a rede de Associações Comerciais, que representa mais de 200 mil empreendedores no Estado, para que possamos defender um amplo debate que tenha como prioridade o contribuinte e as pequenas e médias empresas e não apenas as contas do governo”, afirmou o presidente da Facesp e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto.

A expectativa é que este primeiro ato reúna mais de mil pessoas. Trinta entidades e movimentos da sociedade civil participam do movimento. Diversos especialistas e autoridades confirmaram presença, entre eles: Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal e professor do Instituto Brasiliense de Direito Público; e Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT).

“Vamos ser firmes no posicionamento contrário às PECs 45 e 110 e a forma como está sendo conduzida as discussões sobre o novo modelo tributário brasileiro”, adiantou Cotait. “A população em geral, os trabalhadores e a classe empreendedora precisam ser ouvidos, porque são eles que sofrem com esta carga tributária gigantesca. A discussão deve ser transparente e não ficar resumida à classe política e às autoridades do governo”, criticou.

Uma pesquisa realizada pela ACSP, que motivou a campanha “Novo Ano Novo”, mostra que os 153 primeiros dias trabalhados do ano são apenas para pagar impostos.

CONTRA AS PECs 45 e 110

A PECs 45 e 110 propõem a extinção de diversos tributos que incidem sobre bens e serviços. “As PECs criam um cenário de taxação de imposto em 25%, o que, na prática, não dará chance de sobrevivência a nenhuma empresa. E mesmo sendo inviável é o que consta nos projetos em discussão no Congresso Nacional”, alertou Cotait.

Representante de mais de 420 Associações Comerciais, a Facesp defende que a desoneração da folha passe a ser prioridade. “Quando o empresário tem a contribuição patronal substituída por um imposto de transição financeira, temos um efeito positivo. Os salários se ajustam, a atividade econômica é revigorada, os custos são reduzidos e, indiretamente, a renda do contribuinte cresce há um aumento na geração de emprego”, avaliou Cotait.

NOVOS ATOS

Outros atos como o que ocorrerá em 17 de fevereiro estão sendo planejados. No dia 11 de março, a manifestação será no Congresso Nacional. “A missão da Facesp e das Associações Comerciais é proteger os empreendedores para que eles sigam produzindo, gerando emprego e renda e a questão dos impostos nos preocupa muito”, ponderou o presidente da Facesp.

“Temos a oportunidade de modificar o atual sistema tributária, então que façamos uma atualização transparente e que, verdadeiramente, possa criar condições de um crescimento vigoroso na economia brasileira”, finalizou Cotait.

AGEDA
Ato contra o aumento de impostos, contra as PEC 45 e 110 e a favor da desoneração da folha

Local: Clube Esperia (Av. Santos Dumont, N° 1.313 – Santana, SP)
Quando: 17 de fevereiro, às 10h30

Movimento de consumidores nas lojas físicas brasileiras deve crescer 4% na semana do Carnaval 2020, estima Seed Digital

O movimento de consumidores nas lojas físicas brasileiras (de rua e de shopping) deve aumentar 4% na semana do Carnaval 2020 (última semana de fevereiro), em comparação com a semana do Carnaval 2019. A projeção é da empresa de coleta e análise de dados do varejo Seed Digital.

“O desempenho do varejo no Carnaval deve seguir a linha de recuperação das últimas duas grandes datas comerciais (Black Friday e Natal). O ano de 2020 tende a ser mais movimentado do que 2019, que apresentou quedas de fluxo de pessoas em todos os meses do ano no varejo físico nacional consolidado. Indicadores econômicos apontam retomada de crescimento, o acesso a crédito aumentou e as taxas de juros estão na mínima histórica, impactando diretamente o consumo do país”, analisa Sidnei Raulino, CEO da Seed Digital.

Ele acrescenta que “o crescimento acelerado do e-commerce, em conjunto com a integração ao varejo físico, mostra que as empresas estão cada vez mais preocupadas com a experiência do cliente, com investimento no online sem deixar o mundo físico de fora. Portanto, por essas premissas, é possível estimar o mercado de varejo mais movimentado como um todo”.

Já em relação à média semanal de 2020, na semana do Carnaval 2020 o fluxo de consumidores nas lojas físicas deve cair 5%. Segundo Sidnei Raulino, o faturamento deve acompanhar esse comportamento e, portanto, é essencial que o empresário foque no atendimento ao cliente para o aumento da taxa de conversão para obter mais ganhos, aproveitamento melhor a ida dos clientes que vão até o estabelecimento. O CEO da Seed Digital dá as seguintes dicas para os lojistas:

• Acompanhar indicadores e traçar planos estratégicos ao longo do ano, para minimizar o baixo volume no Carnaval – isso pode ser essencial na apresentação de resultado no final do ano;

• Fazer ações promocionais como queima de coleção e de modelos antigos em estoque;

• Entender qual tipo de experiência o cliente deseja nessa época do ano;

• Para o segmento de vestuário, vender coleções temáticas de Carnaval é uma boa estratégia para alavancar vendas; para demais ramos, uma boa solução é dar atenção para produtos com maior procura no período (protetor solar, adereços, acessórios).

EMBRAPII capta R$ 40 milhões para desenvolvimento de projetos em Mobilidade e Logística

Empresas da cadeia produtiva do setor de mobilidade e logística contam com R$ 40 milhões não reembolsáveis para desenvolver projetos de inovação em parceria com a EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa de Inovação Industrial). O valor gerará o investimento total de R$ 100 milhões em novas soluções tecnológicas para o setor, já que à quantia é somada os recursos econômicos da Unidades EMBRAPII (centros de pesquisa) e a contrapartida das empresas.

A instituição oferece à indústria o diferencial de viabilizar projetos sem a necessidade de aguardar por edital, tornando-se um processo ágil, flexível e sem burocracia. Empresas de diferentes portes podem ser beneficiadas atendendo a demanda de toda a cadeia produtiva, tais como: eletromobilidade, Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), siderurgia, baterias, conectividade, biocombustíveis, novos materiais, inteligência artificial, entre outros. A expectativa é contratar 60 projetos ao longo de 2020.

Para viabilizar os projetos, a EMBRAPII fica responsável por até um terço do investimento, o restante é dividido entre o centro de pesquisa, que disponibiliza mão de obra e equipamentos, e a empresa parceira. Nos casos que envolvem mais de uma empresa e pelo menos uma delas seja pequena, o aporte financeiro aumenta e pode chegar até 50% do valor do projeto. O objetivo é estimular inovação com startups para aumentar a interação com grandes empresas. Conheça mais das duas modalidades .

O diretor de Planejamento e Gestão da EMBRAPII, José Luis Gordon, destaca que a instituição conta com uma rede de Unidades EMBRAPII com infraestrutura e profissionais qualificados para atender demandas industriais. Nos cinco anos de atuação, a EMBRAPII consolidou-se como uma importante ferramenta para a indústria brasileira inovar. Já são mais de R$ 1,4 bilhão em projetos, trabalhando com cerca de 600 empresas. “O modelo é ágil, flexível e desburocratizado. As empresas não precisam esperar edital para desenvolver seus projetos, os recursos já estão disponíveis na Unidade”, enfatiza Gordon.

Os R$ 40 milhões foram captados com a indústria em 2019, por meio da Política do Rota 2030, estratégia do governo federal para o desenvolvimento da cadeia produtiva do setor automotivo nacional. O Brasil é o 9º produtor de autopeças e veículos no mundo. Internamente, o setor automotivo responde por 22% do PIB industrial e gera cerca 1,3 bilhão de empregos diretos e indiretos no País.

Grupo +Unidos, Qualcomm e Gerdau colaboram com Governo de São Paulo para fortalecer ensino de tecnologia em escolas públicas

O Grupo + Unidos, a Qualcomm e a Gerdau anunciam colaboração com a Secretaria de Educação do Governo do Estado de São Paulo para o lançamento do componente de Tecnologia e Inovação do Programa Inova Educação. A iniciativa prevê que 2 milhões de alunos em 3,8 mil escolas da rede pública estadual tenham aulas semanais de tecnologia. O componente conta com três eixos: Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação, Letramento Digital e Pensamento Computacional, que abarcará questões de dados, segurança da Internet, Fake News, cidadania digital, programação e robótica.

Em 2018, o Grupo +Unidos trabalhou com a Secretaria de Educação do Estado de São Paulopara realizar um piloto de ensino de programação e robótica em 10 escolas, tendo beneficiado mais de 500 alunos por meio do projeto Robolab. Os aprendizados obtidos demonstraram o impacto positivo do ensino de robótica e no interesse dos alunos pela escola (aumento de 26% para 79%) e por matérias relacionadas a matemática e ciências (crescimento de 2% para 63%).

O Inova Educação abrange toda a rede Estadual do 6º ano do Ensino Fundamental II ao 3º ano do Ensino Médio. Ao todo, 100 mil professores realizaram o curso de formação inicial e eles poderão se candidatar para ministrar as aulas de tecnologia e inovação. A Secretaria de Educação do Estado investirá recursos para a compra de equipamentos e adequação da infraestrutura das escolas.

“O Inova Educação surgiu da resposta que queremos dar aos nossos estudantes sobre o que eles sonham e esperam das escolas. Queremos que a escola faça sentido aos nossos alunos, por isso vamos oferecer três novas disciplinas: Tecnologia e Inovação, Projeto de Vida e Eletivas”, destaca Rossieli Soares, secretário da Seduc.

“Sabemos dos grandes desafios que a educação básica enfrenta no Brasil. Reconhecemos também que é responsabilidade de toda a sociedade se mobilizar para garantir formação humana e profissional de qualidade a todos. Queremos que os jovens de hoje se tornem, num futuro breve, cidadãos capacitados e principais personagens de seu próprio desenvolvimento. Entendemos que a tecnologia tem papel fundamental neste intento, ao proporcionar acesso a novos conhecimentos, carreiras e possibilidades. Por este motivo, nos esforçamos para articular as inciativas pública e privada para que possam trabalhar em conjunto no sentido de garantir uma educação atual e coerente para a rede pública estadual de ensino”, declarou Augusto Corrêa, Diretor Executivo do Grupo +Unidos.

“A introdução de aulas de tecnologia e robótica para os alunos da rede pública é um importante fator de desenvolvimento das competências do século XXI para os jovens brasileiros, que irão se tornar protagonistas de um mundo cada vez mais conectado e digital. Por meio da Qualcomm Foundation, estamos felizes por dar suporte ao programa Inova Educação, um projeto de grande escala e que trará certamente impacto muito positivo para os alunos da rede estadual”, afirmou Rafael Steinhauser, Presidente da Qualcomm para América Latina. A participação da Qualcomm Foundation neste projeto foi feita por meio de uma doação ao Grupo + Unidos por um fundo da Qualcomm Foundation na Charities Aid Foundation.

“O mundo está mudando cada vez mais rápido, assim como o mercado de trabalho e as profissões. A iniciativa Inova Educação, por meio do módulo de robótica, tem como objetivo preparar os jovens para esse novo mundo. Na Gerdau, acreditamos que a educação empreendedora é um importante meio para construirmos uma sociedade mais justa, com oportunidades para todos, empoderando esses jovens para que eles construam e sejam protagonistas de seu próprio futuro. Por isso, firmamos a parceria com o Grupo Mais Unidos e o Governo do Estado de São Paulo nesse projeto, a fim de aprimorar o ensino, contribuindo diretamente para o desenvolvimento de professores e alunos”, declarou Gustavo Werneck, CEO da Gerdau.

Componente de Tecnologia – Inova Educação

No Inova Educação, cada escola receberá investimentos de acordo com seu nível de maturidade, podendo receber novos equipamentos dependendo de sua evolução ao longo programa. Para efeito de mensuração, serão utilizados os seguintes critérios: aplicação da tecnologia relacionada à Proposta Pedagógica da escola, envolvendo os critérios dimensão, formação, infraestrutura e recursos digitais em que serão ouvidos os três grupos: gestão, professores e alunos.

Os alunos poderão se beneficiar das descobertas que a tecnologia permite, qualquer que seja a quantidade de computadores, qualidade da conexão à internet ou nível de familiaridade dos professores com as tecnologias digitais. O objetivo é usar a tecnologia como ferramenta para comunicação, criação de projetos e soluções.

Para este projeto, foi criado um Grupo de Trabalho voltado exclusivamente para a construção de um modelo pedagógico. Esse grupo é composto por professores, coordenadores, técnicos, consultores externos, especialistas em linguística e em desenvolvimento pedagógico

No total, 100 mil professores de toda rede pública do Estado de São Paulo se inscreveram no primeiro módulo de treinamento à distância. Mais de 3800 escolas de todo o Estado receberão investimentos em infraestrutura. A nova edição do projeto visa contemplar 2 milhões de estudantes do Fundamental II e Ensino Médio.

No que se refere à linha pedagógica, o foco passa a ser o desenvolvimento pleno do estudante, unindo habilidades cognitivas com habilidades socioemocionais, em que entram conteúdos sobre mídias digitais e cidadania digital nas aulas.

Resultados do projeto Robolab

O projeto piloto, inaugurado em abril de 2018, fez sucesso entre os estudantes e superou as expectativas dos professores e idealizadores. De acordo com uma pesquisa feita com as escolas participantes, ajudou a aumentar o interesse dos estudantes por matemática e ciências, de 2% para 63%, assim como o interesse em tecnologia em geral, de 53% para 84%.

O engajamento dos estudantes com a escola também cresceu de 26% para 79%, de acordo com os professores consultados. O levantamento mostra ainda que 93% dos estudantes que tiveram experiência com pensamento computacional e robótica disseram que pretendem aplicar a maior parte do conhecimento adquirido em sala de aula.

E-commerce brasileiro cresceu 13,5% em 2019, indica Mastercard SpendingPulse

O comércio eletrônico brasileiro fechou 2019 com crescimento. No ano passado, as vendas online aumentaram 13,5% em comparação com 2018, de acordo com o Mastercard SpendingPulse™, um indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos.

Em 2019, o total de vendas no varejo – incluindo comércio eletrônico e lojas físicas – cresceu 1,5% em geral quando comparado com 2018. Especificamente no quarto trimestre, as vendas no comércio eletrônico cresceram 20,2%, enquanto as vendas totais no varejo mostraram um aumento de 2,5% em comparação com o mesmo período do ano passado.

Ao analisarmos os resultados de dezembro, o mês apresentou um sólido crescimento nas vendas, com o varejo online crescendo 25,7% e o volume total de vendas no varejo registrando um aumento de 2% em comparação com 2018. Em dezembro, os gastos nas lojas físicas tiveram maior enfoque em móveis e eletrodomésticos, artigos farmacêuticos, combustíveis e artigos de uso pessoal e de casa.

“Os saques do FGTS autorizados pelo governo tiveram uma influência favorável no poder de compra – impactando positivamente o crescimento das vendas online no varejo”, explica César Fukushima, diretor de análises avançadas da Mastercard no Brasil. “Além disso, a taxa de desemprego apresentou melhorias, promovendo um aumento na renda real e trazendo um bom resultado para o setor de varejo em 2019”.

Ao analisarmos o total de vendas no varejo por região em dezembro, o Sul (5,7%) e o Centro-Oeste (2,7%) apresentaram desempenho acima da média nacional, enquanto o Norte (0,8%), Nordeste (0,1%) e o Sudeste (1,4%), ficaram abaixo dos números do varejo quando comparados ao mesmo período do ano anterior.

Os desafios e as vitórias rumo ao primeiro bilhão

Victor Noda
Fotos: Fernando Cavalcanti

Por Victor Noda

Ao contrário do que muitos pensam, o caminho para o primeiro bilhão não começa nem com sorte, nem com uma ideia inovadora que chega de forma repentina aliada à empolgação de empreender. Claro, uma boa ideia é fundamental, mas não é o primeiro passo para o sucesso. O segredo está no planejamento, então, trabalhe em sua ideia, entenda se ela é sustentável, se gera interesse para o consumidor, se tem utilidade ou soluciona uma dor de mercado. Foi assim que eu e meu sócio, Marcelo Marques, fomos pioneiros no mercado brasileiro e fundamos uma startup de tecnologia que atua no varejo de móveis e itens de decoração e que lidera as vendas do segmento pela internet.

Após vendermos nosso primeiro negócio online, vimos a Wayfair, empresa americana de e-commerce que vende móveis e utensílios domésticos, anunciando um faturamento impressionante. Aquilo nos chamou a atenção e identificamos uma oportunidade de trabalhar em algo parecido no mercado brasileiro, onde, até então, ninguém havia feito nada parecido. O comércio eletrônico ainda estava engatinhando, em 2011 poucas lojas estavam adotando a tecnologia, e mesmo com os riscos, para nós era uma proposta que fazia sentido, então seguimos em frente. Sabíamos que iríamos enfrentar um grande desafio logístico, e foi então que convidamos o Mario Fernandes, para se juntar à sociedade e, juntos, criarmos um negócio disruptivo e inovador.

E foi justamente por apostar no novo, por identificarmos uma oportunidade e trabalharmos nela, que trilhamos o caminho rumo ao bilhão. Mas os desafios continuaram aparecendo e sabíamos que tínhamos muito para superar. Nossa proposta sempre foi ser uma loja de móveis e artigos de decoração em que o cliente pudesse ter acesso a um sortimento variado, por isso o primeiro desafio foi inaugurar o e-commerce com o maior portfólio de mercado, e foi o que fizemos.

Além de oferecer variedade, nossa missão é entregar produtos conforme cada gosto e oferecer uma ótima experiência de compra para o consumidor. Para chegarmos até essa etapa, três coisas foram fundamentais. A primeira delas foi trabalhar próximo da cadeia de valor, ou seja, desenvolver parcerias com fabricantes do segmento, o que na época foi um desafio, já que não estavam acostumados com a novidade do comércio eletrônico.

O segundo ponto, e acredito que seja algo que todas empresas precisam focar para continuar conquistando novos marcos, é a inovação. Desenvolvemos uma tecnologia proprietária, totalmente voltada para o nosso negócio, que suportasse todos processos, de ponta a ponta. Por fim, o ativo mais valioso de qualquer empresa são as pessoas, então apostamos em um time forte, com profissionais acreditaram no nosso sonho.

E foram com os investimentos feitos em tecnologia e um time de colaboradores com a mesma paixão que a nossa, que nosso faturamento passou de R$ 10 milhões para R$ 100 milhões. Continuamos com o trabalho focado, criamos uma marca mais forte, e nessa etapa foi indispensável continuar a melhoria dos sistemas, na capacitação de talentos e, acima de tudo, criar uma cultura organizacional cada vez mais forte, tudo isso com a mesma velocidade que tínhamos no começo. É válido destacar que o planejamento e estudo do mercado devem ser constantes, principalmente hoje em que vivemos uma era digital, e empresas que não se atualizam perdem para a concorrência. A Mobly nasceu no e-commerce, mas notamos que o mundo físico jamais iria ser substituído, e que o omnichannel era uma nova trilha a se seguir.

Falta pouco para alcançarmos o primeiro bilhão, mas nem por isso os desafios se tornam mais fáceis. Ao mesmo tempo que precisamos manter todas as conquistas que tivemos até agora, temos que nos preparar para suprir demandas que crescem cada dia mais e inovar sempre. Acredito que o segredo esteja na inovação alinhada às estratégias de negócios, mas o combustível para encarar essa trajetória é motivação e paixão. Então, se você acredita na sua proposta, não desista, lute por ela.

Victor Noda, sócio fundador da Mobly

Programa gratuito de Formação em Gestão Profissional para o Terceiro Setor recebe inscrições até 20 de fevereiro

A Fundação Salvador Arena recebe até o dia 20 de fevereiro, inscrições para o Programa de Formação em Gestão Profissional para o Terceiro Setor, voltada para profissionais que atuem em Associações e Fundações sem fins lucrativos de interesse social, que atuem nas áreas de assistência social, educação e saúde com sede ou atuação no Brasil.

Representantes de instituições sociais de todo o país interessados devem acessar o site da Fundação Salvador Arena, preencher o formulário de inscrição e indicar três participantes, sendo um deles representante da diretoria e/ou conselho e outros dois representantes com poder de decisão ou influência nas decisões.

O curso é na modalidade EaD (Ensino a Distância) com algumas atividades presenciais e terá duração de 2 de abril ao dia 25 de setembro de 2020. As atividades presenciais serão realizadas em Santo André -SP e a Fundação Salvador Arena irá reembolsar parte das despesas com Transporte e Hospedagem para a Organizações com sede mais distante.

Este curso será dividido em 14 aulas virtuais e 4 aulas presenciais, que irão abordar Teoria da Mudança, Planejamento, Marco Regulatório, Gestão Financeira, Contabilidade para o Terceiro Setor, Prestação de Contas, Governança, Sustentabilidade, entre outros, que são importantes para uma boa gestão. Além disso, os participantes terão um diagnóstico da sua organização e receberão consultoria personalizada e acompanhamento por tutores. Será oferecido aos participantes, em parceira com o professor José Alberto Tozzi, formação, consultoria personalizada e monitoria gratuitas.

Formação e Consultoria Monitorada em Gestão Profissional para o Terceiro Setor

Inscrições: até 20 de fevereiro de 2020

Divulgação do resultado: 28 de fevereiro de 2020

Início das aulas: 02 de abril de 2020

Inscrições e mais informações: http://www.fundacaosalvadorarena.org.br

Centro de Comando Operacional da SONDA alcança 60 mil dispositivos monitorados em tempo real

A SONDA, maior empresa latino-americana de soluções e serviços de tecnologia, anuncia o atingimento de 60 mil dispositivos monitorados simultaneamente e em tempo real para os serviços de outsourcing de impressão. O feito se deve ao Centro de Comando Operacional (CCO), localizado em Brasília (DF), que oferece inteligência preditiva e proativa para garantir disponibilidade contínua a um serviço simples, mas que tem impacto direto na experiência do usuário final, ou seja, o cliente do cliente.

Entre as principais instituições atendidas pelo CCO encontram-se dois dos maiores bancos do Brasil. Cada um deles com mais de 14 mil impressoras conectadas e cerca de 1,5 bilhão de impressões por ano.

“O mercado de outsourcing de dispositivos avança com o incremento de novas tecnologias, além de uma camada de serviços personalizados. É assim que agregamos valor e nos diferenciamos. Por isso, a SONDA lidera o segmento de impressoras e outros dispositivos conectados no País”, explica Richard Carnelossi, diretor da Unidade de Digital Workplace.

“Utilizamos IoT para monitorar os dispositivos e associamos os dados coletados à nossa camada analítica. Essa solução nos alerta, por exemplo, de falhas antes mesmo delas acontecerem, antecipa o momento correto para realizar a substituição de toner e papel e sugere períodos para manutenção preventiva”, explica o diretor.

Além da equipe de 30 profissionais que monitoram os 60 mil dispositivos à distância, a SONDA conta com mais de dois mil técnicos, capazes de atender mais de cinco mil cidades do Brasil. Vários desses dispositivos são direcionados para serviços críticos. A combinação do analytics com aplicações nos sistemas dos dispositivos também auxilia na redução do uso do papel, tornando ecologicamente mais sustentáveis as grandes empresas consumidoras desse insumo.

Adicionalmente, a solução entrega relatórios de desempenho constantes e disponibiliza acesso a serviços extras ao longo do mês. Assim, os clientes acompanham os custos do período, número de páginas impressas e volume de toners substituídos, evitando, dessa forma, surpresas no fim do mês.

Para este ano, o CCO vai receber um investimento para estender o número de dispositivos conectados. “Além das impressoras, adicionaremos computadores, notebooks e smartphones aos ecossistemas de monitoramento e devemos incrementar consideravelmente o número de dispositivos conectados e monitorados em tempo real”, explica Carnelossi.

Essa nova funcionalidade compõem o Workplace as a Service (WaaS), pacote de soluções que oferece para as companhias todos os serviços de TI, dispositivos, suporte, camadas de aplicações e inteligência artificial, em um modelo de contratação como serviço. A oferta é moldada conforme a demanda, tendo impacto direto na redução do Custo Total de Propriedade (TCO), uma vez que diminui a necessidade de imobilizar ativos, além de facilitar o descarte sustentável de equipamentos.

A aplicação do método Cram Down em Recuperações Judiciais

Por Eduardo Figueiredo

O método do Cram Down tem sua origem no direito norte-americano e, por meio dele, o juiz pode aprovar o plano de recuperação judicial, mesmo que rejeitado por uma ou mais classes de credores.

Ou seja, o juiz profere decisão que desconsidera a oposição de parte (maioria) dos credores da empresa que pretende valer-se da recuperação judicial, afastando-se a máxima de que a assembleia de credores é soberana.

Para aplicação deste método devem ser considerados (i) a comprovação da viabilidade econômica do plano apresentado; (ii) o interesse social e (iii) o princípio da preservação da empresa.

Por que há divergências acerca da aplicação deste método na recuperação judicial?

Dentre as atribuições da Assembleia Geral de Credores dispostas no art. 35 da Lei de Falências e Recuperação Judicial (Lei nº 11.101/2005), estão previstas as possibilidades de aprovação, rejeição ou modificação do plano de recuperação judicial.

A possibilidade de concessão de recuperação judicial sem a aprovação do Plano pela Assembleia Geral dos Credores está prevista no art. 58, §1º, da Lei nº 11.101/2005 e exige uma série de condições [1] relacionadas com a vontade dos credores.

Diante disso, o Superior Tribunal de Justiça sempre apresentou entendimento no sentido de que o que restar decidido na Assembleia é soberano.

Criou-se uma cláusula de competência privativa para a Assembleia dos Credores sobre o rumo do pedido de recuperação judicial, cabendo ao Judiciário apenas o controle da legalidade, impossibilitando qualquer juízo de viabilidade econômica acerca do plano de recuperação judicial.

Desse modo, do ponto de vista estritamente legal, nota-se que a atuação do julgador é limitada, não lhe sendo possível conceder a recuperação judicial da empresa, caso parte dos credores sejam contrários.

Esse método tem sido utilizado pelo Judiciário brasileiro?

A jurisprudência tem adotado postura pró-devedor e aplicado o método Cram Down, flexibilizando os requisitos legais previstos no art. 58, §1º, da Lei de Falência e Recuperação Judicial.

Recentemente, este método foi aplicado na concessão da recuperação judicial da Indústria de Máquinas Eldorado [2], com sede em Joinville. Com dívidas superiores a 4 milhões de reais, quando da realização das assembleias, as propostas foram rejeitadas. Os credores que possuíam maior porcentagem de voto (em decorrência do valor de seus créditos) rejeitaram o plano apresentado, mas eram minoria no que diz respeito ao número de credores, que votaram favoravelmente à aprovação do plano

Considerando os estritos termos da lei, nesse caso não restaria outro caminho que não fosse a decretação da falência da Indústria de Máquinas Eldorado. Contudo, por conta da aplicação do método cram down a recuperação judicial foi concedida e a falência, ao menos por ora, afastada.

Para a sua decisão o juiz designado teve que ponderar (i) se a empresa tem capacidade de se recuperar financeiramente, (ii) o princípio da preservação da empresa, (iii) a possibilidade de evitar a demissão em massa, dentre outros, para aprovar o plano de recuperação judicial que inicialmente foi rejeitado pela maioria dos credores.

Agora só restará aguardar para saber se a decisão foi acertada e se a empresa vai realmente dar a volta por cima ou se os credores que rejeitaram o plano é que tinham razão.

A aplicação deste método se alinha com o movimento denominado de Análise Econômica do Direito, que se utiliza da ótica da teoria econômica para examinar os riscos como critério de imputação de responsabilidade jurídica.

Eduardo Figueiredo, responsável pela área de insolvência, reestruturação de dívidas e recuperação de ativos e sócio do Silveira Advogados

Liberfly é selecionada para o programa Scale-Up Nacional da Endeavor

A Liberfly, primeira lawtech da América Latina voltada a mediar as relações entre consumidores e companhias aéreas acaba de ser selecionada para o programa Scale Up Nacional da Endeavor, maior organização de apoio ao empreendedorismo no país. O Programa Scale-Up Endeavor é uma plataforma de aceleração que funciona como uma rede de conexões com o objetivo de facilitar o crescimento de negócios de alto impacto em seus mercados de atuação.

Após um processo envolvendo 400 startups de todo o País e pré-seleção de 50, a Liberfly é uma das 10 finalistas que se conecta oficialmente à maior comunidade de empreendedores de alto crescimento do país em busca de fortalecer cada vez mais o ecossistema de inovação das lawtechs.

“Estamos honrados em fazer parte do programa Scale-Up promovido pela Endeavor. Em tempos os quais busca-se deslegitimar serviços pró-consumidor é incrível saber que há oportunidades cada vez mais sendo abertas para quem deseja melhorar o nível das entregas no Brasil”, celebra Ari Moraes Jr., CEO da Liberfly.

Por meio das metodologias desenvolvidas pela Endeavor, o programa tem por missão apoiar quem empreende fazendo conexões com executivos e lideranças à frente das empresas que mais crescem no Brasil, e com empreendedores em desafios e estágios semelhantes, o que facilita a busca por soluções rápidas e coerentes com os anseios da sociedade.

Dentre os benefícios adquiridos do ingresso ao Scale-Up estão o acesso ao Day1 e ao Scale-up Summit, os dois maiores eventos de inspiração, provocação e conteúdo para empreendedores de alto crescimento. “Não temos dúvidas de que será muito valiosa nossa participação no programa e que esta é uma ótima oportunidade de melhorarmos ainda mais as soluções aos nossos já milhares de clientes.”, finaliza Ari.

Setor Hospitalar foi responsável por 48 mil empregos gerados em 2019

Na contramão do desemprego ao longo dos últimos anos, o setor hospitalar fecha 2019 com saldo positivo. Responsável por mais da metade dos postos de trabalho formais criados no setor da saúde durante o ano, 48.082 pessoas foram empregadas dentro da atividade entre janeiro e dezembro, número 30% maior do que em 2018. Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), divulgados no último dia 24, pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

Os hospitais membros da Anahp foram responsáveis por 5.306 contratações, no acumulado de 12 meses até novembro de 2019 (dado mais recente disponível), segundo levantamento do Sistema de Indicadores Hospitalares Anahp (SINHA).

“Em relação à 2017, o número de empregos gerados pelos hospitais em 2019 foi 140% maior. A melhora deste índice é progressiva graças aos investimentos feitos pelas instituições, principalmente, em expansão, qualidade e segurança para o paciente”, avalia Marco Aurélio Ferreira, diretor executivo da Anahp.

Ainda segundo Ferreira, apesar da expectativa de que esse número continue crescendo em 2020, há um sinal de alerta no setor decorrente dos possíveis impactos que a Reforma Tributária poderá causar caso não haja uma análise aprofundada do cenário da saúde no país. “A principal despesa de um hospital, que representa cerca de 50% do total, está relacionada ao custo de pessoal. O aumento de tributo pode afetar diretamente a geração de empregos, em um momento no qual o Brasil começa a se recuperar da maior recessão econômica de sua história”, finalizou o executivo.

Unidas oferece 1º carro elétrico para terceirização de frotas no Brasil

A Unidas – segunda maior locadora de automóveis do Brasil e líder no mercado de terceirização de frotas – acaba de anunciar a inclusão de carros elétricos – Kangoo Z.E. Maxi – em sua frota para terceirização de veículos. Com o lançamento, a companhia se torna a primeira do país a viabilizar a oferta de veículos sustentáveis no mercado nacional. A novidade, que já está disponível no portfólio da locadora, tem como objetivo focar no desenvolvimento de tecnologias sustentáveis, aliado a expansão da companhia no setor de mobilidade urbana.

De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), do Ministério das Minas e Energia (MME), as vendas dos elétricos em 2030 devem acelerar para 180 mil carros por ano, mas por enquanto, a viabilização de veículos elétricos no país ainda é um desafio. Para Dirley Ricci, Head de Novos Projetos da Unidas, o lançamento vai de encontro às iniciativas do programa de Responsabilidade Social Corporativa da companhia, que promovem um conjunto de ações que beneficiam os diversos públicos de relacionamento, levando em consideração o tripé de sustentabilidade: governança e gestão, social e ambiental.

“Queremos oferecer o melhor serviço para nossos clientes e investir cada vez mais em iniciativas sustentáveis, alinhadas aos novos tempos. Os carros elétricos contribuem consideravelmente para a preservação do meio ambiente por não emitirem CO2, mas sabemos que sua inserção no mercado brasileiro ainda é um desafio devido aos altos custos de importação e impostos. Por tudo isso, tornar esse projeto viável é uma grande vitória não só para a Unidas, pioneira no segmento, como para todo o Brasil”, afirma Ricci, que conta que, recentemente, a locadora neutralizou 100% das emissões de carbono (equivalente) da frota da companhia, tendo início na aquisição de créditos de carbono.

Além da locação dos carros para terceirização de frotas para empresas, a Unidas oferece ainda uma consultoria aos clientes para instalação de estações próprias de recarga dos veículos, operação e manutenção dos mesmos. “Entregar um serviço completo para apoiar os clientes a terem o melhor resultado que o carro pode oferecer”, destaca Ricci.

Governo Federal leva startups para Nova York, Bogotá e Barcelona

Anualmente, o StartOut Brasil, programa de internacionalização de startups realizado pelo Governo Federal, promove ciclos de imersão para apoiar a inserção de soluções brasileiras nos mais promissores ecossistemas de inovação do mundo.

Em 2020, foram selecionados três destinos com potencial para a imersão dessas empresas. Essa escolha se deu com base na análise da abertura que esses polos têm para negócios estrangeiros, seu incentivo à inovação, bem como a possibilidade de conquistar clientes, parceiros e investidores.

A primeira imersão das startups aprovadas será em Nova York (Estados Unidos) e as inscrições já se encerraram. O segundo ciclo do ano será realizado em Bogotá (Colômbia) e a última imersão será em Barcelona (Espanha). Para participar, as startups precisam já faturar ou ter recebido algum tipo de investimento, contar com uma equipe 100% dedicada ao negócio e preencher o formulário de inscrições obrigatoriamente em inglês, com dados específicos sobre a solução e o mercado-alvo.

Serão selecionadas até 20 startups por ciclo. Estes negócios receberão consultoria especializada em internacionalização, mentoria com especialistas no mercado de destino e treinamento de pitch (discurso de apresentação de negócios) para se prepararem para a missão. No local de imersão, terão uma agenda voltada à prospecção de clientes e investidores e à conexão a ambientes de inovação, com visitas a aceleradoras, incubadoras e empresas locais; seminário de oportunidades; rodada de reuniões com prestadores de serviços; encontros de negócios organizados por um matchmaker; e demoday para investidores.

Após esse período de imersão, as cinco organizações responsáveis pelo programa continuam ajudando e monitorando as startups participantes durante os 18 meses seguintes à viagem. Assim, os StartOuters não ficam desamparados durante o processo de definição da sua estratégia de internacionalização e/ou softlanding no mercado-alvo.

“Sendo um programa de Governo, o StartOut oferece um apoio de peso aos empreendedores, mas é essencial que eles também tenham participação ativa nas atividades oferecidas, concentrando esforços em identificar oportunidades locais. E quando retornam da missão, devem imediatamente acionar toda a rede de contatos constituída durante o ciclo de imersão, a fim de concretizar os resultados desse trabalho e gerar novos negócios”, orienta o secretário de Desenvolvimento da Indústria, Comércio, Serviços e Inovação da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Gustavo Ene.

Maiores informações sobre cada um dos ciclos serão disponibilizadas no site: http://www.startoutbrasil.com.br/

O que esperar do mercado de data centers em 2020

Por Luis Domingues

O ano de 2019 foi um período de transformação digital em várias áreas e mercados – e o mercado de data centers não foi exceção. Sob crescente pressão para permanecer relevante e acompanhar as tecnologias que avançam rapidamente, os provedores de data centers viram a necessidade de transformação e de se preparar para o que está por vir.

Este ano, os resultados da adoção, tanto de tecnologias mais novas como mais maduras, começarão a tomar forma no data center. Especificamente veremos o 5G impulsionar um aumento na demanda por Edge Computing, enquanto a Inteligência Artificial (IA) fará com que sejam implantados novos serviços neste mercado, tanto para o usuário final quanto funcionários internos.

Conheça as três principais tendências para o mercado de data center em 2020:

Ascensão do Edge Computing graças à promessa do 5G

Em 2020 serão disponibilizadas as primeiras aplicações que utilizam 5G de alta velocidade, baixa latência e comunicação machine-to-machine. Essas novas ofertas, como jogos em nuvem de alta resolução, controle de processos com Internet das Coisas industrial (IIoT) e aplicações com realidade aumentada no local de trabalho, demonstrarão o universo que o 5G pode revelar.

Embora não esperemos que essas aplicações sejam amplamente implantadas no próximo ano, seu potencial começará a remodelar o mercado, incluindo o setor de data centers. Por exemplo, com a capacidade do 5G de fornecer latências inferiores a 10 milissegundos, em breve será muito mais fácil implantar aplicativos 5G de baixa latência e 2020 verá o data center se preparando para essa chegada.

Para que aplicações de baixa latência sejam bem-sucedidas, é necessário mais do que apenas o 5G. É também necessário processar os dados dessas aplicações perto de suas fontes, usando a tecnologia de Edge Computing, com os chamados edge data centers. Isso reduz significativamente a latência e permite que essas novas aplicações 5G de baixa latência cumpram sua promessa. Como resultado, veremos mais data centers migrando para o Edge Computing em 2020, para levar essas aplicações ao limite de sua eficiência.

IA impulsionará a adoção de novas tecnologias

A implementação do aprendizado de máquina, deep learning e outras tecnologias de Inteligência Artificial será predominante e eles alimentam muitos dos serviços em nuvem que usamos todos os dias.

Esperamos que o uso da IA acelere este ano, à medida que as empresas usam cada vez mais os dados que coletam para criar e implantar modelos de Inteligência Artificial, impulsionando novos serviços e gerando novos insights de negócios. Se elas esperam manter essas empresas satisfeitas, as operadoras de data center precisam responder não apenas com redes e servidores mais rápidos em seu core, mas também no edge, para permitir a implantação de modelos de IA mais próximos dos usuários.

Embora isso represente um desafio para os operadores de data center, também é uma oportunidade: se eles forem inteligentes em adotar as tecnologias corretas de rede, computação e edge data center para dar suporte à IA, os clientes baterão em suas portas. É por isso que, em 2020, esperamos que os proprietários e operadores de data centers se concentrem cada vez mais em como podem oferecer o desempenho que seus clientes precisam para serviços em nuvem habilitados para IA.

IA para incentivar a eficiência da força de trabalho

Com um mercado de trabalho restrito, demanda crescente e a necessidade cada vez maior de construir centros de Edge Computing longe dos locais tier-1 para a obtenção de talentos técnicos, os operadores de data center enfrentarão um desafio relacionado ao recrutamento e retenção das pessoas necessárias.

Diante disso, podemos esperar que os operadores de data center aumentem o uso de novas inteligências artificiais e outras tecnologias inteligentes para maximizar a produtividade de seus funcionários – por exemplo, fones de realidade aumentada que utilizam a tecnologia de IA para orientar os técnicos de serviço na conclusão de tarefas. Ao mesmo tempo, os fornecedores de equipamentos de data center usarão a Inteligência Artificial para tornar seus produtos mais fáceis de instalar e usar, permitindo que os operadores de data center façam mais com menos recursos humanos.

Os operadores de data centers que esperarem para adotar esses novos recursos de IA podem experimentar um crescimento mais lento, com dificuldades em encontrar ou manter as pessoas necessárias para prestar todos os serviços que seus clientes exigem no mercado altamente competitivo de hoje.

Preparação para a próxima fase do data center

O ano de 2020 verá as primeiras aplicações de tecnologias avançadas como o 5G começarem a encontrar seu caminho dentro do data center, enquanto a implantação do aprendizado de máquina e outras tecnologias de IA criarão novas maneiras de aprender e executar. Isso significa uma maior oportunidade para os provedores de data center crescerem e aprimorarem seus negócios. Embora os benefícios dessas tecnologias possam levar pelo menos alguns anos para serem realmente concretizados, as empresas de data center que as incorporarem a sua estratégia de negócios estarão melhor posicionadas para colher os frutos que estão por vir.

Luis Domingues, engenheiro de aplicação da CommScope

SAP amplia compromisso com inovação do SAP S/4HANA e assegura clareza e opções de escolha para SAP Business Suite 7

SAP SE (NYSE: SAP) anunciou hoje um compromisso de manutenção do SAP S/4HANA até o final de 2040. Além disso, vai assegurar a manutenção geral das principais aplicações do software SAP Business Suite 7 até final de 2027, com posterior manutenção estendida opcional até final de 2030.

“Nossos clientes têm nos mostrado que o SAP S/4HANA é a sua direção futura e que esperam um compromisso de longo prazo da SAP para essa plataforma”, afirma Christian Klein, co-CEO e membro do Conselho Executivo da SAP. “Sabemos que nossos clientes estão conduzindo transformações profundas nos negócios usando os recursos exclusivos da solução. Nossos grupos de usuários confirmam isso. Uma pesquisa recente do Grupo de Usuários SAP nas Américas (ASUG – Americas’ SAP Users’ Group) mostrou que não há um único cliente que não esteja disposto a migrar para SAP S/4HANA. Além disso, o Grupo de Usuários de Língua Alemã (DSAG – German-Speaking User Group) indicou em sua pesquisa publicada recentemente que os investimentos dos clientes no SAP S/4HANA estão crescendo significativamente. Em resposta a isso e à demanda por opções de escolha de nossos clientes, a SAP garantirá maior flexibilidade para abraçar plenamente as oportunidades inovadoras do SAP S/4HANA que reflitam o ritmo e as complexidades específicas dos projetos de nossos clientes.”

De acordo com Thomas Saueressig, membro do Conselho Executivo e SAP Product Engineering, “o SAP S/4HANA é a arquitetura e a plataforma do futuro de nossos clientes. A SAP está comprometida com o sucesso e opções de escolha de nossos clientes. Garantir períodos de manutenção é mais um sinal de transparência e confiança. O crescimento significativo em 2019 confirma nossa estratégia e a demanda em relação ao SAP S/4HANA”.

Os principais aplicativos do software SAP Business Suite 7 incluem o SAP ERP 6.0, o SAP Customer Relationship Management 7.0, o SAP Supply Chain Management 7.0 e os aplicativos SAP Supplier Relationship Management 7.0 e o SAP Business Suite desenvolvido com o SAP HANA.

 

Forte impulso e flexibilidade

O SAP S/4HANA é o pacote inteligente de próxima geração que permite transformar empresas em negócios digitais inteligentes com base nas melhores práticas e na automação habilitada pela inteligência artificial. Ao mesmo tempo, está abrindo caminho para arquiteturas de nuvem e híbridas, impulsionando um alto nível de simplificação e redução do custo total de propriedade. Mais de 13.800 clientes já escolheram o SAP S/4HANA, e milhares estão implantando a solução para remodelar negócios e se tornar empresas inteligentes. Pesquisas recentes do ASUG e do DSAG mostraram um crescimento significativo dos investimentos dos clientes no SAP S/4HANA. O DSAG relatou que mais de 49% dos clientes planejam migrar para SAP S/4HANA nos próximos três anos, enquanto o relatório da ASUG mostrou que o número de clientes que não pretendem mudar para SAP S/4HANA caiu para zero.

A SAP apoia esse movimento com um programa completo de ofertas, serviços e ferramentas, juntamente com um vasto ecossistema de provedores de serviços de TI que representa mais de quatro décadas de sucesso contínuo, inovação e crescimento em implementações de soluções SAP.

Como resultado da colaboração com clientes, grupos de usuários e parceiros, bem como com outras partes interessadas do setor, a SAP está comprometida com o SAP S/4HANA até 2040 combinado com um suporte mais longo para SAP Business Suite 7. Isso ajudará os clientes a explorar o potencial de inovação para revolucionar processos de negócios com ótima flexibilidade, protegendo investimentos existentes.

“Os clientes que adotam o SAP S/4HANA para realizar suas transformações digitais precisam de um parceiro comprometido em apoiar a inovação dos negócios e dos processos. Assegurar a manutenção do SAP S/4HANA até 2040 representa um compromisso com os clientes da SAP, dando a eles a confiança necessária para planejar o futuro”, destaca Joshua Greenbaum, diretor da Enterprise Applications Consulting. “Esses clientes também precisam da flexibilidade para planejar as transformações com cuidado e um mínimo de interrupção em seus processos de negócios. O período de manutenção ampliada do SAP Business Suite 7 é um importante reconhecimento da SAP de que o ritmo da mudança pode variar entre clientes e que é importante dar suporte aos processos de software existentes do SAP Business Suite em sincronia com a transformação dos negócios, contribuindo para o sucesso dos clientes”.

 

Opções de escolha e proteção dos Investimentos

A SAP assegura clareza sobre a manutenção do SAP Business Suite 7, com mais dois anos de manutenção para as principais aplicações do pacote. Durante a fase de transição, a SAP continuará fornecendo sólidos recursos gerais de manutenção que os clientes precisam. Não haverá alterações contratuais e nenhuma taxa adicional será aplicada. Após esse período a SAP oferecerá opções de escolha para manter as principais aplicações SAP Business Suite 7 a partir de 2028:

  • Clientes que precisam de suporte para aplicações em fases mais longas de conversão para SAP S/4HANA podem aproveitar a oferta de manutenção estendida.  Isso vem com um bônus de dois pontos percentuais na base existente de manutenção para as principais aplicações do SAP Business Suite 7 em todas as ofertas de suporte.  A oferta estará disponível por mais três anos, a partir do início de 2028 e terminando no final de 2030.

  • Clientes que não decidirem pelo nível de suporte estendido de manutenção até final de 2027, mas optarem por continuar com os sistemas de software SAP Business Suite 7 serão automaticamente transferidos para um modelo de manutenção específico do cliente.  Isso inclui a resolução para problemas conhecidos sem alteração das taxas.

“Na ASUG, sustentamos o tempo todo que, se você é um cliente da SAP que deseja crescer e acelerar os negócios, remover ineficiências, reduzir o atraso técnico e tirar proveito dos recursos mais recentes do software SAP, precisará migrar para SAP S/4HANA. Com as notícias de hoje, acreditamos que os clientes da SAP devem se antecipar a qualquer prazo”, afirma Geoff Scott, CEO do ASUG. “A decisão sobre o ‘ERP do futuro’ não deve se concentrar apenas na atualização técnica para SAP S/4HANA. Deve avaliar a melhor forma de preparar os negócios para o futuro. Esse anúncio não é um sinal de desaceleração. Agora é a hora de dar inícios aos planos e avançar para que os clientes da SAP possam aproveitar o valor da mudança tecnológica mais significativa na história recente da SAP”.

Michael Kleinemeier, membro do Conselho Executivo e SAP Digital Business Services, afirma que “a empresa está determinada a ajudar os clientes a ter sucesso. O compromisso mais amplo com o SAP Business Suite 7 e o suporte duradouro para SAP S/4HANA é central e proporciona aos clientes opções de escolha e flexibilidade no planejamento do caminho certo para o futuro. Agradecemos nossos clientes e especialmente aos nossos grupos de usuários pela grande cooperação para que isso aconteça”, completa.

Startups e empresas de tecnologia abrem vagas em diferentes áreas

O ecossistema de startup tem movimentado muito o mercado. Segundo a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), são cerca de 5 mil vagas abertas no setor. De acordo com a pesquisa da Organização Internacional do Trabalho (OIT), a previsão é que a taxa de desempregados caia de 12%, em 2019, para 11,4%, em 2025. Confira abaixo as startups que estão ajudando a economia e gerando novos postos de trabalho:

Pipefy: Para quem sonha em trabalhar em uma empresa global, uma ótima alternativa é a Pipefy, startup de gerenciamento de processos eficientes, que possui sedes em Curitiba, no Sul do Brasil; São Francisco, no Vale do Silício (EUA); e Austin, no Texas (EUA). A startup atua em mais de 150 países no mundo e acaba de anunciar a abertura do seu programa de trainee, o Young Guns, que selecionará entre 15 e 20 jovens profissionais para passarem por um treinamento de um ano com possibilidade de intercâmbio no Vale do Silício, na Califórnia. O programa está em sua quarta edição e as inscrições vão até 8 de fevereiro. Para mais informações, confira o link.

Pier: Com a missão de transformar o relacionamento entre consumidores e o mercado de seguros, a Pier proporciona uma opção mais flexível e menos burocrática para os consumidores. Com crescimento acelerado e mais de 66 funcionários a startup acaba de anunciar a abertura de quatro vagas, que vão desde atendimento ao cliente à estágio de mídias pagas. Todas as colocações têm a possibilidade de trabalho remoto. Para mais informações acesse: http://careers.pier.digital/

Resale desenvolveu uma plataforma para gestão e venda de imóveis de bancos e instituições financeiras. A startup prioriza uma jornada de compra mais ágil e acompanha todos os processos, até o pós-vendas (registro em cartório), e procura profissional para o time de desenvolvedores para trabalhar com backend serverless Python e outras tecnologias. A vaga é em Belo Horizonte-MG com média salarial de R$5.000. Currículos para: ti@resale.com.br.

BRQ: A empresa é uma das maiores de tecnologia do país e se dedica a promover a digitalização de bancos, seguradoras, companhias de telecomunicação e outras. Com mais de 2 mil funcionários em seis unidades, a BRQ possui em média 500 vagas espalhadas pelo Brasil e com salário máximo de R$ 12.000, além dos benefícios. Entre os cargos estão Desenvolvedor Java, Desenvolvedor. Net, Desenvolvedor Mobile IOS e Desenvolvedor Mobile Android e Tech Lead Mobile. As vagas estão disponíveis no link.

Vittude: Recentemente investida pela Redpoint eventures em uma rodada de R$ 4,5 milhões, a Vittude é uma startup que ajuda empresas a cuidarem da saúde mental e bem-estar dos colaboradores. A empresa está com três vagas abertas, sendo duas na posição de Sales Executive e uma para Tech Leader. Em 2019, foi a única empresa brasileira finalista da premiação internacional Cartier Women’s Initiative Awards, tendo recebido um prêmio em dinheiro de US$30mil. Atualmente, está presente em mais de 50 países. Os currículos podem ser enviados para o e-mail recrutamento@vittude.com

ChatClass revoluciona o ensino de inglês. A Inteligência Artificia da edtech conversa com alunos no idioma via áudios e textos inseridos em chats já presentes em suas rotinas. Essa forma intuitiva á impactou mais de 150 mil alunos de escolas públicas e particulares de todo o Brasil. A startup está com vagas abertas para seu time de tecnologia alocado em São Paulo nos cargos de Product Manager, UX Writer/Chatbot Writer, Software Architect, Data Scientist/Machine Learning Scientist e Visual Designer. Currículos para: talento@chatclass.com.br .

Olist: A mais nova investida do SoftBank, maior fundo de venture capital do mundo, está em forte expansão. A startup, que oferece soluções para a venda em marketplaces, anuncia que deve contratar até 400 pessoas ao longo de 2020 em diversas áreas e níveis hierárquicos. A empresa busca por profissionais que trabalhem com propósito, não tenham medo de pôr a mão na massa e queiram fazer parte da revolução do comércio mundial. Candidatos de São Paulo e Curitiba já podem conferir vagas abertas no link.

Omie: Com cultura de startup e ritmo acelerado de desenvolvimento, tendo aumentado mais de 5 vezes desde 2016, a Omie investe na evolução de suas equipes e oferece inúmeras possibilidades de crescimento em um ambiente de alta performance. Crescendo mais de 100% ao ano, a plataforma de gestão em nuvem número um para PMEs está com quase 50 oportunidades de emprego em sua sede e em franquias por todo o Brasil nas áreas de Inside Sales, Franquias, Performance Digital, Vendas, Marketing e Produtos. Todas as vagas estão disponíveis para PcDs. Assim como a descrição das oportunidades, as vagas podem ser conferidas na página de carreiras da empresa.

Bom Pra Crédito, maior marketplace de crédito online do Brasil, está com oito vagas abertas. A empresa, localizada em São Paulo, procura por Analista de Business Inteligence Senior, Analista de FP&A Senior, Analista de Governança Pleno, Analista de Growth Hacker Senior, Growth Marketing Manager, Analista de Desenvolvimento de Sistemas Senior, Analista de Infraestrutura Senior e Analista de Service Desk Pleno. Informações sobre as oportunidades e o banco de talentos da Bom Pra Crédito encontram-se neste link http://jobs.kenoby.com/bompracredito.

 

Grupo Movile abre inscrições para hackathon exclusivo para pessoas negras

Estão abertas as inscrições para o primeiro MovileHack Afro, hackathon com foco em pessoas negras, realizado pelo Grupo Movile, ecossistema de tecnologia líder na América Latina. A ação faz parte de diversas iniciativas focadas em trazer mais diversidade para as empresas do Grupo, além de promover a aproximação e capacitação para as comunidades de tecnologia. Os interessados podem se candidatar até o dia 17 de fevereiro pelo site do projeto.

O evento, com duração de 30 horas, terá como desafio estimular os participantes a propor soluções em grupo para o seguinte problema: “Como educar jovens em situação de vulnerabilidade usando tecnologia?”. Com 50 vagas, a maratona será realizada no escritório da Movile, em São Paulo, com início no sábado, 07 de março, e término no domingo, 08 de março. O MovileHack Afro marca a quarta edição de atividades realizadas pelo Grupo Movile nesse sentido. Nos anos anteriores, os hackatons despertaram o interesse de mais de 1 mil pessoas em Campinas, São Carlos e Recife. Neste ano, a expectativa é chegar a mais de 1500 pessoas inscritas.

As três melhores equipes serão premiadas com valores em dinheiro e, para o grupo que ficar em primeiro lugar, haverá também uma mentoria com Nina Silva, uma das 100 pessoas afrodescendentes com menos de 40 anos mais influentes do mundo e sócia fundadora do Movimento Black Money.

O evento será promovido em conjunto com o AfroMovile, grupo interno da Movile que suporta as iniciativas focadas em diversidade com foco em pessoas negras. Além disso, o evento contará também com o apoio de comunidades externas como o Movimento Black Money e o AfroTech BR. “Para nós, é muito importante promover eventos que envolvam de fato a comunidade negra e seus representantes, por isso estamos muito felizes em promover o MovileHack Afro com parceiros tão relevantes”, afirma Carolina Pinto, advogada na MovilePay e Líder do AfroMovile.

Além de fomentar a troca de conhecimentos na comunidade de tecnologia, o evento tem como objetivo também aproximar a Movile de talentos nessa área. “Nosso objetivo principal é promover a imersão em tecnologia e experiência com os produtos do Grupo, permitindo que os participantes vivenciem um pouco do que representa todo o ecossistema da Movile e consigam propor soluções para um grande desafio do nosso país, a educação. Para nós, investir na realização desse evento é muito gratificante, para dar oportunidade de reconhecimento e desenvolvimento de novos talentos”, afirma Matheus Fonseca, Coordenador de Gente do Grupo Movile.

Com mais de 4.000 funcionários e crescimento anual médio de 60% nos últimos 8 anos, a Movile, com foco na promoção da diversidade no Grupo, realizou no último semestre um grande programa de estágio e jovens talentos usando o método de contratação às cegas. “Acreditamos que também é nosso papel fomentar a presença de pessoas diversas no setor em que atuamos e o MovileHack Afro é um passo importante para nós nesse caminho”, completa Matheus.

Inscrições através do site movile.com/hack