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Como usar o WhatsApp Business durante a Black Friday

Por Alexandra Lima

O WhatsApp Business foi disponibilizado no Brasil oficialmente em março deste ano. A plataforma já está impulsionando o atendimento das empresas justamente pela penetração que o WhatsApp tem no País. Segundo o estudo Panorama de Mensageria de agosto de 2019, 98% dos smartphones brasileiros têm o aplicativo instalado. Ter um canal de atendimento via WhatsApp, portanto, é virtualmente poder alcançar quase todos os brasileiros que possuem um smartphone. Por esse motivo, o WhatsApp deveria ser uma peça-chave no atendimento das empresas durante datas especiais, quando aumenta a demanda no varejo.

É o caso da Black Friday, período em que as empresas têm grande procura de atendimento para compras. Ter um canal oficial para comunicação com o cliente pode fazer grande diferença nesse processo. Por exemplo, o WhatsApp pode ser usado como um canal de contato com um consumidor que não conseguiu finalizar sua compra no e-commerce da marca. Essa agilidade no atendimento pode fazer a diferença: além de fidelizar o cliente, pode evitar que ele desista do processo de compra em seu site e procure a concorrência.

Nesse período, o WhatsApp pode ser utilizado para atendimento a clientes, formalização da compra efetuada ou problemas no cartão de crédito, e avisos de data de entrega com rastreamento de pedido. Lembrando sempre que a empresa precisa, no início do cadastro do cliente, solicitar o opt-in para envio dessas informações via WhatsApp. Com uma conta oficial do Whatsapp, ao enviar informações para o consumidor, mesmo que o telefone da empresa não esteja cadastrado na agenda do celular, o aplicativo informa o nome da empresa, a logomarca, o horário de funcionamento, endereço e serviços oferecidos. Além disso, é possível cadastrar respostas automáticas fora do horário de atendimento e manter todo o histórico das mensagens enviadas e recebidas pelos clientes em uma única plataforma.

Além de coletar o opt-in dos clientes, as marcas também devem se atentar na elaboração das mensagens dentro do aplicativo. A jornada do consumidor deve ser desenhada para que ele navegue e interaja de forma intuitiva a fim de que o atendimento seja eficiente. Outro ponto é seguir as regras de boa conduta do WhatsApp, o que inclui não irritar o cliente com mensagens excessivas, lembrando que campanhas de marketing ainda não são permitidas pelo WhatsApp. Se uma companhia desobedecer às regras estipuladas pelo aplicativo, corre o risco de ter sua conta corporativa bloqueada.

Ainda dá tempo de implantar o Whatsapp e ter uma comunicação estruturada para atender à Black Friday, divulgar o número no site da empresa para dúvidas dos clientes, ou mesmo somente para enviar notificações de entrega.

Alexandra Lima, gerente de Vendas da Infobip

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Indigo e BeepBeep fecham parceria para expansão de estações de carros elétricos compartilhados

A Indigo, líder mundial em gestão de estacionamentos e mobilidade individual, fechou parceria com a BeepBeep, startup de compartilhamento de carros elétricos, para incentivar a mobilidade urbana mais sustentável e oferecer uma nova experiência a seus usuários. O acordo vai transformar estacionamentos da Indigo em smart stations, ou seja, pontos de retirada e recarga de carros elétricos compartilhados na cidade de São Paulo.

A proposta é fortalecer os estacionamentos como hubs de mobilidade, inicialmente na capital paulista, e, futuramente, em todo o Brasil. “A população está mudando a forma de se locomover, e a Indigo, como uma empresa pioneira em mobilidade urbana, quer consolidar essa ideia sustentável para todo o sistema de transporte. Precisamos incentivar a mobilidade compartilhada, não importa se é por carro compartilhado ou próprio, patinete ou bicicleta; no resto do mundo a integração de diferentes meios de transporte já está consolidada e temos certeza de que há oportunidade para trabalharmos dessa forma aqui no Brasil”, destaca Thiago Piovesan, diretor executivo da Indigo.

Segundo Fábio Fagionato, CEO e cofundador da BeepBeep, a Indigo tem muito a acrescentar na ampliação de pontos de acesso para os carros compartilhados. “A Indigo traz essa experiência de serviços com carros compartilhados nos países onde atua e entendemos que essa expertise global é muito importante para difundirmos a mobilidade inteligente”, explica.

A Indigo já conta com uma estação de recarga para carros elétricos no estacionamento do SP Expo, na zona sul de São Paulo. A apresentação das novas smart stations Indigo-BeepBeep será feita durante o Welcome Tomorrow 2019, evento que vai debater o futuro da América Latina em diversos aspectos, entre eles a mobilidade urbana, de 6 a 10 de novembro, no SP Expo, em São Paulo.

Mercado freelance: oportunidade acima dos 50 anos

Na atividade freelance, profissionais mais qualificados e experientes ganham mais: é o que aponta um estudo realizado pela Workana , maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina. Em meio ao envelhecimento da população, os dados apontam um caminho positivo para profissionais acima dos 50 anos, que representam 13% dentro da plataforma.

Dentre esses profissionais, 60% possuem título de graduação ou pós graduação. Os dados apontam, ainda, que, proporcionalmente, a porcentagem de freelancers acima dos 50 anos que recebem ticket médio superior a 4 mil dólares é maior quando comparado aos mais jovens. Guillermo Bracciaforte, cofundador da Workana, afirma: “Nossos estudos revelam insights positivos entre os freelancers acima dos 50 anos, que já carregam bagagem e maturidade de mercado e ainda são qualificados. Com esses diferenciais, este público está sendo valorizado e percebido pelas empresas”.

Bracciaforte aponta que o principal diferencial da atividade freelance em relação à remuneração é o empoderamento que o trabalhador tem de definir o quanto quer ganhar. “Em um mercado que, muitas vezes, exige muitas habilidades e nem sempre paga o que deveria, a modalidade freelance coloca nas mãos do trabalhador a escolha de quanto cobrar pelo seu trabalho. E quem acha que as empresas não querem pagar, se engana: vemos cada vez mais na Workana empresas buscando profissionais altamente qualificados para desenvolver projetos específicos, o que abre uma excelente oportunidade para quem busca um trabalho mais flexível e que valorize suas habilidades”, analisa.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população acima de 60 anos no país deve chegar a 25,5% da população brasileira até 2060; o que aponta que haverá escassez de mão de obra caso não haja inserção ou reinserção de profissionais acima de 50 anos gradativamente no mercado. Dados da Workana apontam que as áreas mais exploradas para os projetos freelancers, desta faixa etária, são: 22% em suporte administrativo, 21% em tradução e conteúdos, 13% marketing e vendas e 12% TI e Programação.

O designer Jailton Silva de França, de 55 anos, encontrou na atividade freelance a possibilidade de exercer sua profissão mesmo com os desafios do mercado. “A área de design tem um certo preconceito com profissionais que atingem certa idade, o que não acontece na modalidade freelance. Além disso, tenho a praticidade de definir meu próprio salário e os horários em que vou trabalhar”, conta. O profissional destaca, ainda, que as dificuldades que tinha antes de ser freelancer, como a falta de oportunidades por barreiras físicas e desvalorização do trabalho, não existem mais.

Ainda de acordo com Guillermo, a modalidade freelance é uma tendência que o mercado já está vivenciando. “Para as empresas que contratam profissionais freelancers, o retorno é positivo pela experiência de mercado que o profissional carrega consigo. Outro fator é com relação ao aumento da expectativa de vida, quando comparado a décadas atrás, isso também impacta no período produtivo prolongado das pessoas. Profissionais acima dos cinquenta anos podem agregar muito para as equipes com as quais trabalham, compartilhando conhecimento, inclusive de maneira remota.”, finaliza o cofundador.

A Workana, maior plataforma que conecta freelancers a empresas da América Latina,tem à disposição mais de 2,5 milhões de profissionais de toda a América Latina. Na plataforma é possível contratar e oferecer serviços nas áreas de TI e programação, design e multimídia, tradução e conteúdos, marketing e vendas, suporte administrativo, jurídico, finanças e administração e engenharia e manufatura. Para encontrar, basta acessar o site http://www.workana.com.

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FH fecha contrato de implementação SAP S/4HANA e GUEPARDO com uma das maiores fabricantes de fixadores do Brasil

Com o objetivo de profissionalizar e alavancar ainda mais o negócio, a Metalúrgica Fey, uma das maiores fabricantes de fixadores do Brasil e fornecedora para a indústria automotiva e agrícola, acaba de fechar com a FH, empresa de tecnologia especializada em processos de negócios e software, um contrato de implementação do SAP S/4HANA, Solução Fiscal GUEPARDO e suporte AMS, para a sustentação após o projeto. Em fase de planejamento, o trabalho está previsto para iniciar em novembro.

Com duração prevista de 10 meses, a implementação acompanha a transformação digital da empresa, que aposta na mudança de ERP e, para isso, optou por um parceiro com experiência na indústria de manufatura, conhecimento técnico, estrutura e profissionais capacitados.

O projeto de implementação do SAP S/4HANA permitirá que a companhia tenha maior governança corporativa, segurança e confiabilidade para a tomada de decisões, eficiência por meio de informações em tempo real, visão global de todos os processos operacionais, entre outros benefícios, que visam otimizar as áreas de negócios.

A governança fiscal e tributária também será um dos principais ganhos com a implementação do GUEPARDO, assegurando maior visibilidade gerencial do processo tributário, a correta apuração, geração e entrega das suas obrigações fiscais.

Localizada em Santa Catarina, em Indaial, a Metalúrgica Fey, após uma pesquisa e validação de mercado, também optou pela FH por se identificar com uma solução fiscal que atende as necessidades de entregas ao Fisco, além do suporte especializado. Outro fator decisivo para a escolha, foi a presença local da FH, que possui uma de suas unidades de negócio em Joinville (SC).

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ICTS Protiviti lança consultoria gratuita para avaliar a adequação das empresas à LGPD

A consultoria ICTS Protiviti, especializada em gestão de riscos e compliance, passa a oferecer uma consultoria gratuita para empresas avaliarem seu grau de adequação à nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que entra em vigor em agosto de 2020 e que prevê novas regras para coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Para realizar esta avaliação, empresas de qualquer porte e segmento podem acessar o portal http://www.protiviti.com/BR-por/protecao-de-dados-pessoais. O teste é em formato de questionário on-line, composto de perguntas alternativas relacionadas à política interna de proteção de dados da empresa. Após ser respondido, na mesma a hora, a empresa recebe gratuitamente um relatório com o diagnóstico sobre o seu atual nível de adequação à LGPD para saber se está, ou não, sujeita às multas e às infrações da lei.

O relatório também traz orientações de como as empresas devem iniciar seus processos de adequação. De acordo com André Cilurzo, especialista em LGPD e diretor associado na ICTS Protiviti, mesmo com pouco menos de um ano para que a lei entre em vigor, as empresas precisam entender que a adequação não é uma iniciativa simples, exigindo senso de urgência por parte das lideranças das organizações.

“Existem diversas ações e mecanismos, como treinamentos, workshops, revisão e estruturação de processos, implantação de ferramentas e mudança de cultura dos colaboradores no tratamento de dados pessoais, que demandam investimentos e esforços das corporações. A ficha ainda não caiu”, alerta Cilurzo.

A Lei Geral de Proteção de Dados abrange as operações de tratamento realizadas no Brasil, ou a partir da coleta de dados feita no país por empresas brasileiras ou estrangeiras. A norma também vale para empresas ou entes que ofertem bens e serviços ou tratem informações de pessoas que estão no Brasil. A partir desta lei, o Brasil iguala-se a mais de 100 países que já possuem norma sobre o assunto, alterando o cotidiano de usuários, empresas e do Poder Público.

Assim como ocorreu a partir da promulgação da lei europeia de proteção de dados, a GDPR (do inglês, General Data Protection Regulation), que impulsionou a aprovação da lei brasileira, espera-se uma grande demanda por parte dos usuários por privacidade, exigindo que as empresas tenham capacidade para responder e se adequar rapidamente.

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O circuito da inovação nos serviços compartilhados

Associar inovação em serviços à economia do compartilhamento envolve um ecossistema diverso. Reúne plataformas como Airbnb, Uber e Groupon, que compartilham recursos, reduzindo os investimentos em ativos fixos; e outras como Amazon, Mercado Livre, Fintechs, ZAP Imóveis e WhastApp, que estão substituindo lojas físicas, bancos, corretores e serviços de telecomunicações. Inclui ainda o segmento de produção de conteúdo pelos usuários (Facebook, Linkedin, Google, Wikipédia) e plataformas (Spotify, Netflix, SaaS e Kindle, por exemplo) que transformam produtos em serviços.

O desafio de fazer uma análise profunda da inovação em serviços foi cumprido no livro Inovação em serviços na economia do compartilhamento, recém-lançado pela Editora Saraiva. Coordenado por dois profissionais da área econômica, com conteúdo produzido por 12 autores de áreas distintas do conhecimento, a obra aborda o tema também do ponto de vista jurídico (direitos autorais), administrativo, de sistemas (software e novas tecnologias), de novos modelos de negócios e de empreendedorismo.

Os coordenadores Paulo Bastos Tigre, professor titular do Instituto de Economia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Alessandro Maia Pinheiro, coordenador das Pesquisas Empresariais, Estruturais e Temáticas do IBGE, fazem uma avaliação da economia digital do compartilhamento com profundidade, indo além da visão econômica. “A riqueza do livro está na visão de pessoas com qualificações diferentes”, acredita Paulo Tigre.

Entre os autores, há profissionais de áreas variadas — direito, administração, engenharia. São pesquisadores, especialistas em políticas públicas e em politica cientifica e tecnológica. Muitos capítulos resultaram de teses de doutorado; outros, de entrevistas em empresas nacionais e multinacionais que adotaram o compartilhamento, como o Cubo, do Itaú, e a rede Impact Hub; ou em um novo modelo de negócios, caso da plataforma OLX; e ainda estudos com startups que procuram desenvolver novas tecnologias.

Ilustrado por entrevistas e cases, o livro aponta tendências, como a tecnologia blockchain, a internet das coisas (e a internet dos serviços — IoS), a inteligência artificial (IA), o big data, e o impacto dessas novas tecnologias em empresas com estabelecimentos físicos. Também examina os modelos de negócios adotados por plataformas para competir no mercado de bens e serviços digitais. E oferece um rico glossário, conceituando cada uma das tecnologias e terminologias citadas.

“Todas essas tecnologias afetam a vida das pessoas. Procuramos mostrar como funcionam na prática e a relação dessas tecnologias com setores específicos como saúde, cultura, educação”, acrescenta Alessandro Pinheiro. Na obra, Pinheiro analisa as alternativas teóricas e metodológicas para medir atividades de inovação em serviços e explica porque inovações de natureza digital, financeira, organizacional, de marketing e relacionada a novos modelos de negócios não são adequadamente capturadas pelos indicadores convencionais.

Público alvo

O livro é voltado a estudantes de graduação e pós-graduação em Economia, Administração e Engenharia de Produção, além de pesquisadores, empreendedores, profissionais envolvidos com startups, e investidores interessados em novos modelos de negócios baseados em serviços.

O livro está à venda nas livrarias on-line Saraiva, Amazon, Lojas Americanas, Submarino, Shoptime, Magazine Luiza, Mercado Livre, Editora do Direito.

Inovação em serviços na economia do compartilhamento tem 14 capítulos, divididos em três partes:

I — Teorias, conceitos e metodologias (visa rever a literatura especializada, apresentar metodologias e modelos de análise, discutir a questão da produtividade, mostrar a emergência da economia do compartilhamento e as transformações estruturais que estão ocorrendo com a aplicação de tecnologias disruptivas em serviços).

II — Aspectos transversais das inovações em serviços (trata de temas transversais que afetam as diferentes atividades de serviços, como o uso de tecnologias da informação, direitos de propriedade intelectual sobre ativos intangíveis, financiamento da inovação, o papel das redes informais de conhecimentos na geração de inovações e o advento da tecnologia blockchain utilizada inicialmente em moedas virtuais, mas que promete revolucionar outros setores).

III — Análise setorial (analisa o processo de inovação e seus impactos em segmentos ou setores de serviços que apresentam grandes oportunidades de inovação e/ou que vem sendo transformados de forma radical).

O lado B da Black Friday: os bastidores da maior temporada de descontos do País

O e-commerce brasileiro movimentou mais de R$ 3,5 bilhões nos quatro dias de Black Friday em 2018, segundo informações divulgadas pelo Ebit/Nielsen. Se por um lado a data impacta positivamente as cifras do varejo, por outro é responsável por recordes de acessos nos sites de compras. Para suportar esses picos e garantir que o ambiente esteja propício para o fechamento das vendas existem profissionais experientes em arquiteturas robustas que oferecem todo o apoio técnico e consultivo às empresas de comércio eletrônico.

Há 6 anos, a Mandic Cloud Solutions, especialista em gestão de cloud corporativo, observa um aumento na contratação de projetos com o foco na temporada de compras. “No geral, os e-commerces precisam de um reforço na parte de infraestrutura e arquitetura de dados. Nem todos operam com um modelo escalável que possibilite provisionar os acessos e responder rapidamente a qualquer incidente ou situação crítica”, explica Bruno Almeida, diretor de Inovação da Mandic Cloud Solutions.

Segundo o executivo, o principal objetivo da empresa é garantir a disponibilidade do site para que clientes e varejistas possam fechar negócio. Para isso, a Mandic Cloud desenha um plano tático diferente para cada cliente considerando ao menos dois meses de antecedência do evento. “É importante fazer uma análise completa do site para que possamos sugerir melhorias na infraestrutura. Além disso, fazemos testes que simulam o aumento do tráfego que, dependendo do tamanho do e-commerce, pode chegar a 120 mil usuários simultâneos”, esclarece Almeida.

A empresa conta com um time preparado, apelidado de “tropa de elite”, escolhido a dedo para garantir a estabilidade e performance dos sites de compras durante um período de 26 horas de monitoramento full time (sendo duas horas antes da Black Friday e nas 24 horas seguintes). Essa força tarefa é realizada em três turnos e uma squad, equipe multidisciplinar com autonomia para tomada de decisões rápidas. Durante a operação, a empresa garante pizza e refrigerante à vontade para os colaboradores que ficam 100% dedicados no suporte aos clientes.

Entre as varejistas que já utilizaram o apoio da Mandic Cloud Solutions durante a Black Friday estão o e-commerce Giuliana Flores, o site Reclame Aqui, a plataforma de viagens MaxMilhas, o site de equipamentos eletrônicos Kabum, o portal de viagens Hotel Urbano e a gráfica online Printi.

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Black Friday: mais da metade das pessoas que usam Twitter e compram na data faz pesquisa sobre ofertas

Em meio a tantas promoções e descontos disputando a atenção dos consumidores na #BlackFriday, terão vantagem as marcas que já passarem a despertar o interesse do seu público desde o período que antecede a data, quando o processo de decisão de compra é iniciado. De acordo com levantamento realizado pelo Twitter no Brasil, 55% das pessoas que utilizam a plataforma e compram na Black Friday fazem pesquisas sobre as ofertas antes do dia – sendo que quase um terço delas já começa as buscas com um mês de antecedência.

Diante desse cenário, o Twitter tem chamado atenção para a necessidade de as marcas estabelecerem uma conexão com a sua audiência desde já, criando e participando de conversas em torno do tema na plataforma. Segundo levantamento interno, neste ano, até agora, já foi contabilizado um crescimento de 20% no volume de Tweets sobre a #BlackFriday em relação ao mesmo período de 2018. “As marcas nunca estiveram tão atentas à necessidade de construção de relacionamento para converter. Com tantas ofertas disponíveis em datas como a Black Friday, a tática de anunciar descontos de maneira concentrada e incisiva virou commodity e não funciona mais. Por isso, estamos abrindo aos clientes a oportunidade de criar estratégias pensadas exclusivamente para o Twitter com o objetivo de conectar seus planos para a Black Friday às conversas quentes sobre o assunto que já estão acontecendo na plataforma”, afirma Daniela Noyori, gerente comercial do Twitter no Brasil.

Por estarem sempre em busca de novidades, mais dispostas a compartilhar conteúdos e entre as primeiras a experimentar novos produtos, as pessoas que usam o Twitter tendem a utilizar a plataforma em todas as fases de consumo – no momento da descoberta, na consideração, no ato de compra e na avaliação após adquirir o produto ou serviço. Quando o assunto é #BlackFriday, a conexão entre consumidor e marca se intensifica ainda mais.

Entre os brasileiros que protagonizam as milhões de conversas no Twitter diariamente, quase 90% seguem contas de marcas. Por adotarem um comportamento mais receptivo e aberto quando estão na plataforma, os consumidores também encontram-se aptos a conferir ofertas e informações exclusivas e conteúdos personalizados e a se conectar com pessoas que possuem interesses semelhantes – 39% deles querem ter acesso a ofertas exclusivas, por exemplo. Além disso, uma em cada três pessoas diz que o Twitter é uma fonte valiosa de informação para compras de produtos e o lugar que permite que marcas entrem em contato direto com seus clientes.

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ROFF anuncia extensão da parceria estratégica com a SAP Brasil

A ROFF, empresa do grupo Gfi, acaba de ser reconhecida pela SAP Brasil como SAP VAR (Value Added Reseller). Como parceiro revendedor de valor agregado, a empresa passa a atuar na revenda de licenças de software SAP e respetivos serviços de suporte e manutenção. A parceria foi anunciada no decorrer do SAP Now Brasil.

Ao integrar o grupo de parceiros de negócio certificados pela SAP Brasil, a ROFF demonstra solidez e um padrão de serviços de nível internacional, comprometido com a qualidade técnica e certificação de profissionais. Devido à amplitude de serviços e foco em inovação e transformação digital, a empresa, líder no mercado português na prestação de serviços SAP, tem realizado investimentos para trazer ao mercado brasileiro o seu nível de excelência em serviços de TI e beneficiar os clientes que já tem nesta região do mundo. Atualmente, a consultora presta apoio a clientes em diferentes regiões do Brasil, com uma particular especialização em áreas de negócio como o Varejo, Recursos Humanos, Compliance (GRC), Construção, área Fiscal e Agribussiness. José Antonio Ignacio, diretor-geral da filial brasileira da ROFF, explica que “A ROFF está estrategicamente alinhada com a SAP Brasil para ampliar a sua participação no mercado nacional de serviços SAP e revenda de licenças de software. Este novo patamar vem concretizar mais uma fase importante da sua estratégia de expansão neste mercado.

Pelo que, estamos orgulhosos da confiança que a SAP deposita na ROFF ao nos qualificar e ampliar nossa parceria.” Desde que chegou ao mercado brasileiro, em 2012, a ROFF tem tido um crescimento exponencial. A meta de crescimento em faturação para o ano corrente é de 34% e para o ano de 2020 cerca de 40%. Com projetos no Brasil desde 1998, a consultora conta atualmente com mais de 100 clientes na sua base instalada neste mercado. “A ROFF é uma empresa global e está entre os principais parceiros de vendas da SAP no mundo, com grande destaque em Portugal. Queremos ajudá-los a executar o mesmo sucesso no Brasil. Trabalhamos ao longo de meses na construção de um plano de negócio focado em inovação e Soluções Cloud, principalmente para as indústrias de Agronegócio e Construção. Na perspectiva geográfica, daremos destaque para o Centro Oeste, região onde a SAP Brasil está expandindo sua cobertura de parceiros“, comenta Neemias Costa, General Channel Sales Head da SAP Brasil.

Detentora do nível de parceria “SAP Silver Partner” no mercado brasileiro, a ROFF tem cerca de 95% do seu volume de negócios relacionado com a tecnologia SAP e um percurso de internacionalização a nível global onde se destacam as últimas aberturas de filiais em Singapura e Espanha. Em 2018, a empresa com 1.200 consultores, faturou 79 milhões de euros o que representa um crescimento de cerca de 16,5% em relação ao período homólogo.

Digisystem anuncia plataforma para atender sociedade 5.0

A Digisystem, companhia brasileira fornecedora de soluções de negócios que ajudam as empresas a passarem pela jornada da transformação digital, acaba de anunciar o lançamento da Plataforma 5.0. A Solução de Negócio é fundamentada no conceito de Sociedade 5.0 – movimento disruptivo que visa promover, por meio da tecnologia, soluções para o bem-estar dos seres humanos -, e foi desenvolvida para otimizar a experiência do usuário.

De acordo com João Paulo Nieto, Diretor Executivo da Digisystem, em um mundo em que a transformação digital está cada vez mais presente na sociedade, é imperativo que as empresas inovem e tragam soluções de negócio que atendam todos os stakeholders envolvidos em um processo. “A plataforma 5.0 é totalmente integrada para dar ao usuário agilidade, simplicidade e facilidade, uma vez que ele é o centro de toda a transformação digital. A tecnologia é aplicada para melhorar a experiência do usuário, seja cliente, gestor ou fornecedor”, enfatiza o executivo.

Usuário no centro da transformação digital

Para o desenvolvimento da nova tecnologia, a Digisystem realizou grandes investimentos para mudar processos, pessoas e ferramentas, além de parcerias estratégicas para integração com Uipath, IBM Watson, entre outros. “Utilizando o conceito de machine learning, a plataforma 5.0 integra as soluções de inteligência artificial no atendimento primário, tornando-a mais assertiva e eficiente a interação humana no próximo estágio do processo”, explica Nieto.

A plataforma utiliza tecnologias como inteligência artificial, por exemplo, a fim de transformar as empresas, que a partir de uma consultoria para identificação dos problemas são unificadas para atender melhor todos os usuários. A solução de negócio promove o estudo do comportamento do usuário, com o objetivo de oferecer a melhor experiência e qualidade de vida através de resolução de problemas e execução de tarefas de maneira automatizada.

Experiência customizada e flexível

A nova solução da Digisystem é destinada aos gestores de TI que sofrem com a inatividade de serviços, longo tempo de resposta, atendimento de baixa qualidade, experiência ruim do usuário na utilização das tecnologias, falta de gestão a vista e ainda a falta de conhecimento dos processos de melhoria de User Experience.

Para as empresas, os principais benefícios incluem a melhoria e controle da user experience, integração de todos os pontos do processo em uma única plataforma, controle de compliance de todas as etapas do processo, swat team (equipe de especialistas pronta para atender a qualquer momento), zero call resolution, rapidez na solução de crises, controle de BI (gestão a vista). Já para os usuários, envolvem a facilidade de execução através de entradas ominichannel, automatização de tarefas repetitivas, maior agilidade e rapidez na resolução de qualquer tipo de problema e consequentemente maior qualidade de vida.

“O atendimento ao cliente precisa ser mais inteligente, fornecendo a experiência de serviço certo, para o usuário certo, no momento certo, dentro das restrições de custo e dos objetivos de cada organização. Nosso grande intuito é entender e suprir a real necessidade das empresas e seus clientes, trazendo uma experiência customizada e flexível”, finaliza Nieto.

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Rede Impecável utiliza SAP Qualtrics para gerenciar experiência do cliente em suas 11 lojas no Rio de Janeiro

A Impecável, varejista carioca especializada em moda masculina, feminina e calçados, com mais de 11 lojas na capital e diversas cidades do Rio de Janeiro, é uma das empresas que utilizam as soluções SAP Qualtrics para gestão da experiência dos clientes. Muito além das pesquisas sobre a compra ou o atendimento, a solução oferece uma visão completa da equipe de atendimento, vendedores e caixas, estrutura das lojas em requisitos como limpeza, organização, tamanho das filas e disponibilidade de produtos. O dashboard analítico fez de Qualtrics uma ferramenta estratégica de gerenciamento e tomada de decisão para a rede.

CEO da Impecável, Rafael Sampaio liderou a implementação de Qualtrics em 2017, em um projeto que foi apoiado diretamente pela área de consultoria da então startup a partir dos Estados Unidos. O projeto para iniciar a utilização da plataforma durou apenas quatro semanas em um processo rápido e fluido, com forte engajamento dos diversos departamentos da rede de lojas.

Poucos meses após a conclusão, a Impecável reduziu as reclamações no SAC em 25% e alcançou melhores indicadores de desempenho em todas as lojas. Em dois anos, a Impecável apurou o índice de satisfação de mais de 63 mil clientes e conta com alta taxa de retorno nas interações. Do ponto de vista dos funcionários, a ferramenta contribui para o reconhecimento dos melhores profissionais, aprimoramento do treinamento e na definição de um plano de carreira para os funcionários das lojas.

“O apoio consultivo da equipe Qualtrics contribuiu com a construção da estratégia para as diversas etapas – desde a definição do que deveria ser nossa prioridade para iniciar a ação, o roteiro para captação dos dados e a construção de um dashboard analítico adequado à nossa operação, que superasse o desafio de disponibilizar as informações em um formato que desse ao time decisório a capacidade de agir”, explica Sampaio.

Segundo o executivo, é a etapa analítica que diferencia Qualtrics de qualquer outra solução do mercado, por oferecer uma visão 360º da experiencia do cliente e justificar com dados cada etapa da interação com a marca. Após dois anos utilizando Qualtrics, Sampaio destaca a importância de ter prioritariamente investido no relacionamento como estratégia de negócios. “Apesar de sermos uma marca regional, a Impecável é constantemente citada entre as preferidas pelos cariocas e o nosso compromisso com o projeto foi, desde o início, o de transformar os dados mapeados em capacidade de ação”.

Renato Ajauskas, vice-presidente de Customer Experience da SAP Brasil ressalta que a Impecável é um bom exemplo de como a solução pode ser parametrizada para atender às necessidades de cada operação, adaptada ou totalmente reformulada quando a necessidade do negócio muda, se adequando e crescendo junto com a trajetória da empresa. “Com SAP Qualtrics, a Impecável tem instrumentos para avaliar cada uma de suas lojas e fazer as correções necessárias, seja reforçar o treinamento dos funcionários ou rever a oferta dos produtos, se a necessidade do público mostrar que há uma demanda distinta das demais lojas da rede”, completa.

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O que os millennials esperam do atendimento ao cliente

Por Cassiano Maschio

Nunca se falou tanto de uma geração quanto a dos millennials, ou “geração do milênio”. O recorte geracional varia um pouco de um instituto de pesquisa para o outro, mas, em geral, estão neste grupo as pessoas nascidas entre o final da década de 1970 e segunda metade dos anos 1990.

Por pertencerem a uma geração que cresceu com a internet, os millenials têm uma relação muito forte com a tecnologia e o mundo virtual, e usam dispositivos pessoais – especialmente smartphones – para comunicação, trabalho e lazer. A conectividade, para eles, é uma forma de vida.

A interação no mundo digital é intensa: de acordo com uma pesquisa do Pew Research Center, realizada nos Estados Unidos, 75% deles têm perfil em redes sociais, ante 50% da geração X, e 30% dos baby boomers, as gerações anteriores. Os millennials também são os que mais usam o celular para mandar mensagens de texto (88%).

Autoatendimento é o preferido

E o que isso tem a ver com o atendimento ao cliente? Tudo. Os millennials foram a principal geração a exigir das empresas uma nova postura na relação com o consumidor, puxando as mudanças que temos visto nos últimos anos.

Eles preferem o atendimento online, geralmente via redes sociais, por ser mais conveniente e aderente aos seus hábitos de vida. A última coisa que uma pessoa desta geração quer é fazer uma ligação para conseguir solucionar um problema. Ou, pior ainda, ter de resolver pessoalmente.

Para um consumidor com um perfil tão digital, o atendimento precisa ser rápido. Tão ruim quanto ter de dar um telefonema e ouvir uma musiquinha de espera é aguardar horas por uma resposta nas redes sociais. Para se ter ideia, uma pesquisa da empresa de software Salesforce apontou que 25% dos millennials têm a expectativa de uma resposta em menos de 10 minutos quando entram em contato por meio das principais redes.

Chatbots estão em alta

Diante deste cenário, os chatbots acabam sendo uma das principais formas de interação com este público, uma vez que são ferramentas online e habilitadas a prestar atendimento instantâneo. O que muitas empresas já notaram é que a disposição deste grupo de pessoas em interagir com chatbots vai além do SAC, criando oportunidades claras de venda, desde que o robô esteja preparado para prestar o serviço com eficiência.

A pesquisa “Messaging and Chatbots in Local”, feita nos Estados Unidos, revelou que 52% dos millennials estão interessados em usar um chatbot para serviços locais, como marcar um horário ou se matricular em um curso. Não por acaso, é cada vez maior o número de marcas que investem nessa tecnologia de relacionamento com cliente.

Cassiano Maschio, diretor comercial na Inbenta no Brasil, empresa que auxilia o relacionamento online das marcas com seus clientes

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Smart promove soluções de publicidade digital para a Black Friday

A Smart, plataforma full stack para publishers, promove o Data Marketplace, uma solução exclusiva para veículos, agências de publicidade digitais e trading desks que querem oferecer oportunidades mais eficientes para os anunciantes, especialmente no período da Black Friday.

Dentre as funcionalidades do Data Marketplace estão o Data Segment que, em parceria com a Navegg, mapeia audiências e cria segmentos específicos de consumidores de acordo com determinadas características de um público-alvo e a Segmentação por Contexto Semântico que identifica o real contexto de um conteúdo sem usar cookie ou palavra-chave, utilizando inteligência artificial proprietária para criar grupos por afinidade de assunto.

“Observando o comportamento do consumidor, sabemos que ele começa suas buscas 15 dias antes do evento, assim agências e anunciantes precisam iniciar as estratégias de engajamento antecipadamente, já o publisher precisa entender seu público e seu inventário, e o Data Marketplace oferece as ferramentas para ele segmentar e oferecer pacotes atraentes ao mercado pensando em toda a jornada do consumidor durante a Black Friday” comenta Taísa Pereira, Demand Sales Manager da Smart.

A solução tem por objetivo levar mais assertividade para as campanhas publicitárias, incluindo relatórios das principais métricas demandas do mercado como o viewability e o completion rate.

“Durante a Black Friday a internet está totalmente sobrecarregada, nesse momento é importante contar com um parceiro de tecnologia confiável que consiga oferecer diferenciais para não perder o timing das oportunidades” completa a executiva.

Segundo dados do e-commerce Brasil, 1 em cada 3 consumidores da Black Friday vão para as lojas dispostos a comprar, e a busca por eficiência por parte dos anunciantes é cada vez mais proeminente para as campanhas de varejo. “Saímos da esfera de mídia de massa para a mídia de audiência segmentada e as tecnologias hoje permitem esse ganho de eficiência, entregando o público certo na hora certa.” afirma Taísa.

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Black Friday: 53% dos consumidores devem gastar até R$1.000,00 em seus cartões de crédito

Black Friday está chegando. A data, conhecida por instigar até os mais conservadores com suas sedutoras promoções, tem altas expectativas de consumo e utilização de crédito para o ano de 2019.

A plataforma ShopFully, fonte primária de informação para quem quer encontrar produtos, ofertas e novidades sobre estabelecimentos comerciais de forma geolocalizada, realizou um levantamento junto a 4.813 consumidores de todo o país para mapear o comportamento, intenção de compra e preferências na data mais importante do varejo que antecede o Natal.

De acordo com a pesquisa, a maior parte do público são mulheres (63%), possuem entre 30 e 49 anos e 84% afirmou que pretende, sim, realizar compras e aproveitar as oportunidades e descontos. Menos de 2% afirmou não ter interesse de consumo durante o evento mundial e cerca de 14% ainda não decidiram.

A disposição para gastar reflete um cenário positivo para o varejo: mais de 53% dos entrevistados deve gastar até R$1.000,00 e mais de 15% irão gastar mais de R$2.000,00 em produtos. O método de pagamento mais utilizado será o cartão de crédito com mais de 62% e quase 22% devem utilizar dinheiro, a fim de barganhar ainda mais com os métodos à vista.

Dentre os entrevistados, 64% deve comprar para si mesmo e 58% para a família. Animais de estimação e amigos somam 5% das intenções. Cerca de 75% dos consumidores pretendem usar a data para adiantar compras de Natal.

HORA DE PESQUISAR

Para aqueles que querem aproveitar ao máximo as oportunidades trazidas pela data e irão pesquisar antes de comprar, 33% afirma utilizar de sites e aplicativos de ofertas, 27% buscam promoções em redes sociais, 14% em comparadores de preços e 8% nos próprios e-commerces.

Apenas 12% pretendem ir até lojas físicas para verificar promoções. Entretanto, quando perguntados onde devem efetuar as compras, cerca de 56% irá até as lojas físicas, reforçando o conceito de O2O (Online do Offline).

O principal motivo para a visita é possibilidade de ver o produto ou experimentá-lo (57%). Outros 27% afirmam preferir o método por conta da ausência da cobrança de frete, assim como poder levar produto na hora para casa (38%).

Expressivos 19% ainda tem receio de finalizar compras online por conta de fraudes e 10% preferem conversar com vendedores especializados sobre os produtos antes de adquiri-los.
Já aqueles que escolhem comprar nos e-commerces, acreditam que as opções em descontos e promoções online geralmente são maiores (73%), acham mais cômodo (38%), não gostariam de gastar com o deslocamento (9%) ou preferem não ser abordados por vendedores (10%). Outros 15% disseram já estar acostumados com compras via internet.

Quando se fala em categoria de produtos, os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra, com 58%. Moda (37%), Dispositivos eletrônicos (35%) e Móveis com 26% vem logo em seguida. Cosméticos (19%), Decoração (18%), Games (8%) e Livros (7%) apareceram nas últimas posições.

COMO FOI O ANO ANTERIOR

Comparando a pesquisa desse ano com a que foi realizada em 2018, foi possível observar uma pequena queda no número de entrevistados que não irão aproveitar as ofertas de Black Friday. Houve, também, um aumento de 8% de na parcela da amostragem que afirma pretensão em gastar mais de R$1.000,00, além de um crescimento de 1% dos que irão adiantar compras para o Natal.

Quando se fala em categoria de produtos, o TOP 5 foi semelhante ao de 2019: os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra com 61%, seguido por Roupas (55%), Dispositivos eletrônicos (38%), acessórios pessoais (35%) e Móveis (33%). Decoração (23%), Games (11%) e Livros (8%) apareceram nas últimas posições.

Quando se fala em categoria de produtos, os eletrodomésticos vieram no topo das intenções de compra, com 58%. Moda (37%), Dispositivos eletrônicos (35%) e Móveis com 26% vem logo em seguida. Cosméticos (19%), Decoração (18%), Games (8%) e Livros (7%) apareceram nas últimas posições.

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A cibersegurança no filme “O Exterminador do Futuro”

O último filme do “Exterminador do Futuro” já chegou nos cinemas e promete atrair muitos fãs ao redor do mundo. De acordo com seus criadores, seu enredo seguirá os eventos de “O Exterminador do Futuro 2: O Julgamento Final”, com todo o contexto alternativo à realidade. No geral, a ideia de uma rebelião da Inteligência Artificial ​​é claramente um problema de segurança da informação, por isso os especialistas da Kaspersky decidiram avaliar os espectros técnicos abordados nos dois primeiros filmes da franquia.

O Exterminador do Futuro

Não há nenhum problema com o próprio Exterminador, o metalhead segue rigorosamente sua programação e exibe um grande talento em rastrear Sarah Connor. Lembre-se de que o primeiro filme foi lançado em 1984. Naqueles dias, os computadores não eram tão difundidos quanto são agora; portanto, na visão dos especialistas da Kaspersky, a parte mais interessante é a cena final da luta com o ciborgue.

Além disso, é importante destacar que ninguém considerou a segurança dos sistemas de informação ao projetar uma empresa industrial sem nome. As instalações onde as máquinas caras trabalham não têm proteção alguma. A porta que dá para a rua é feita de vidro! Certamente, não há qualquer segurança. A porta da unidade de produção onde os robôs industriais estão localizados não tem trava – apenas um parafuso no interior. E os computadores e os painéis de controle estão ao lado da entrada.

Além disso, em termos de posicionamento (intencional ou não) do produto, na entrada, temos uma imagem clara de uma unidade de controle para o robô FANUC S-Model 0, Série F30, EDIÇÃO 005, fabricado pela GMF Robotics. No eBay, você pode encontrar documentos para este dispositivo (marcado “Para uso interno do GMF”), que pode ser usado para aprender como sabotar o processo de produção. Obviamente, em 1984, teria sido mais difícil obter essa documentos. Por outro lado, o consultor de segurança e hacker convicto Kevin Mitnick conseguiu obter informações muito mais secretas.

Modificar levemente as configurações do computador pode trazer muitas consequências, desde sabotar o workflow e destruir a unidade de produção até ajustar o processo tecnológico para acabar com o produto final ou causar falhas durante a operação.

O Exterminador 2

No segundo filme, existem muito mais computadores e sistemas de informação – afinal, o ano era 1991. Mas isso também significa mais problemas de segurança. Vamos começar com o fato de que, em algum lugar fora da tela, no futuro, os rebeldes reprogramaram o ciborgue. Não fica claro porque a Skynet não previu e bloqueou tal violação. Mas vamos dar um passo de cada vez.

Computador do carro de polícia

Uma cena inicial mostra como o exterminador de metal líquido assume a forma de um policial e sequestra seu carro, no qual há um computador conectado à rede policial. Aqui está a primeira pergunta para o time de segurança da informação da polícia: por que o computador não pede autorização? Um carro de polícia é considerado uma zona tão confiável que ninguém pensou nisso? É uma bola fora, especialmente porque os policiais frequentemente deixam seus carros para correr atrás de criminosos ou interrogar testemunhas, e a rede contém informações altamente confidenciais. Ou o policial simplesmente esqueceu de trancar o computador ao sair do veículo? Nesse caso, fica claro que a corporação precisava desesperadamente de treinamento em conscientização sobre ameaças cibernéticas para seu time.

Assalto a caixa eletrônico

Enquanto isso, John Connor e seu colega roubam um caixa eletrônico conectando-o a um PDA do portfólio da Atari através do slot do cartão. Esse desvio nos mostra que, mesmo sem a rebelião da Skynet, a tecnologia no mundo Exterminador está se movendo por um caminho alternativo; na realidade, não é possível extrair dados do cartão e senhas de um caixa eletrônico ou do próprio cartão, pois os caixas eletrônicos e os cartões não contêm senhas. Sem mencionar que o portfólio da Atari, com sua CPU 80C88 de 4.9152 MHz, dificilmente seria a melhor ferramenta para PINs de força bruta.

Engenharia social no estilo Exterminador

Curiosamente, a conversa telefônica entre os dois exterminadores parece plausível – um imita John Connor, o outro, sua mãe adotiva. É plausível no sentido de que é agora uma das profecias dos futuristas: em um caso recente, os atacantes aparentemente usaram um sistema de aprendizado de máquina para imitar a voz de um CEO .

Curiosamente, os dois exterminadores suspeita que possa estar conversando com um impostor, mas apenas um deles adivinha como verificar isso – o T800 pergunta por que o cachorro está latindo, deliberadamente usando o nome errado e o T1000 responde sem perceber o truque. Em geral, esse é um bom método para aplicar, sobretudo em caso de dúvidas acerca da autenticidade da pessoa do outro lado da linha.

Miles Dyson

O homem responsável por criar o “processador revolucionário” a partir dos restos de outra CPU de fonte desconhecida é bastante interessante. Para começar, ele trabalha com informações confidenciais em casa (e todos sabemos o que pode acontecer ). Mas essa não é a questão principal. Ele desliga o computador pressionando “Enter”. Não é surpresa quando o sistema baseado em seu processador acaba se se rebelando!

Cyberdyne Systems

É estranho, mas a Cyberdyne Systems é descrita como uma empresa que leva a sério a segurança da informação. O desenvolvedor-chefe chega ao escritório acompanhado por alguns tipos suspeitos? A segurança não o deixa entrar e exige autorização por escrito. O guarda encontra o colega amarrado? O alarme é disparado e a primeira ação é bloquear o acesso ao cofre secreto.

Abrir a porta do cofre exige duas chaves, uma das quais o engenheiro possui. A outra é mantida no balcão de segurança. A única falha aqui é que John abre o cofre com a chave usando seu fiel portfólio da Atari. O cofre é certamente uma coisa que poderia ter sido protegida contra a força bruta.

Destruindo informações

Honestamente, não há chances de que Sarah Connor e companhia limitada tenham realmente conseguido destruir informações. Por um lado, o T-800 esmaga os computadores com um machado, que, mesmo com a explosão subsequente, não é a maneira mais confiável de destruir um disco rígido.

Mas esse não é o ponto principal. Em 1991, as redes locais já eram amplamente utilizadas, portanto, a Cyberdyne Systems poderia ter cópias de backup dos dados do trabalho, e provavelmente não na mesma sala em que a equipe de desenvolvimento trabalhava. Claro, as ações dos atacantes foram baseadas no conhecimento do personagem Miles Dyson. Mas quem disse que ele sabia tudo? Afinal, ele não foi informado sobre a origem do processador danificado que fez a engenharia reversa, de modo que claramente não era 100% confiável.

Recursos de design do Cyborg

A cabeça do T-800 contém um chip que se autodenomina (falando através do ciborgue que controla) de “processador de rede neural”. O mais estranho aqui é um processador com uma chave de hardware para desativar o modo de aprendizado. A própria presença de tal mudança pode significar que a Skynet temia que os ciborgues se tornassem muito autônomos. Em outras palavras, a Skynet temia uma rebelião da IA ​​contra a IA rebelde. Uma loucura!

O T-1000 reage de maneira estranha a quedas extremas de temperatura quando congelado em nitrogênio líquido. Seu corpo físico parece voltar ao normal após o degelo, mas seu cérebro diminui substancialmente. Ele olha passivamente enquanto o T-800 ferido rasteja atrás de sua arma, embora seja mais lógico finalizar o modelo danificado imediatamente e continuar a busca pelo alvo principal, John Connor. Além disso, por alguma razão, ele força Sarah Connor a ligar para John em busca de ajuda, mesmo que ela possa imitar sua voz perfeitamente (o que ocorre alguns minutos depois). Em resumo, torna-se um pensamento lento e, portanto, vulnerável. Talvez alguns dos computadores dentro de sua cabeça não pudessem ser ligados como resultado do superaquecimento.

Para projetar um sistema de computador confiável que não se rebele contra seus criadores, faz sentido usar um sistema operacional seguro com o conceito de Padrão de Negação implementado no próprio sistema. A Kaspersky está desenvolvendo este tipo de sistema, embora um pouco depois de 1991.

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Loft adquire Decorati e concretiza 15º exit da ACE

A ACE, empresa de inovação, acaba de anunciar mais um Exit, ou seja, a venda de uma startup do seu portfólio. A Decorati, especializada na reforma e decoração de apartamentos, foi comprada pela Loft, plataforma digital que utiliza a tecnologia para simplificar a compra, reforma e venda de apartamentos de luxo. Com esse novo deal, a ACE já acumula 15 exits em seu portfólio.

A startup chegou à ACE em 2017, ano em que também atingiu seu break even. Em seu primeiro ano de operação, foram realizados 193 projetos com 58 clientes. Hoje, a Decorati tem 115 funcionários e ultrapassou a marca de 300 clientes no último ano. Além de movimentar um ecossistema de mais de 1 mil pessoas, incluindo engenheiros, empreiteiros, marceneiros, arquitetos e demais profissionais envolvidos nas obras.

“A Decorati passou pelo nosso processo de aceleração em 2017, e foi investida ao fim do programa. Desde então, a startup apresentou um crescimento de 600%”, explica Mike Ajnsztajn, cofundador da ACE.

Em outubro de 2018 a Decorati foi responsável por fazer toda a estrutura do escritório da empresa de inovação, tendo em mãos seu primeiro grande projeto a ser finalizado dentro de 60 dias. Apesar do curto prazo, a startup conseguiu entregar, em 53 dias, um ambiente mais sério e maduro, com cores sóbrias e muito uso de madeira. “Foi uma maneira de colocar o produto da Decorati à prova e é satisfatório ver que outras empresas estão valorizando isso também”, afirma Ajnsztajn.

A gestão da empresa permanecerá com seus co-fundadores Rafael Pais e Murillo Morale, e seguirá atuando como uma empresa independente, atendendo a Loft e outros clientes. “A ACE nos ajudou a ser quem somos hoje, eles nos deram todo o suporte necessário, além da oportunidade de reformar o escritório, um grande desafio que nos preparou para os próximos”, conta Rafael Pais, co-fundador da Decorati.

“Já realizamos mais de 2.000 projetos, mais de 18 mil metros quadrados de obras entregues em ciclos de 60 dias e hoje tocamos 150 reformas simultâneas”, conta Rafael Pais.

A ACE, como uma das únicas investidoras da Decorati e tendo acompanhado o processo de crescimento da startup tem muito orgulho dos resultados alcançados. Além dessa startup a ACE já produziu outros 14 exits, como Hiper, InfoPrice, Kaplen, LoveMondays, Venda.la, e Conaz.

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Selecionadas as 10 startups que estarão no Conahp 2019

Entre os dias 26 e 28 de novembro, as dez empresas selecionadas no Startups Anahp apresentarão seus projetos no Congresso Nacional de Hospitais Privados (Conahp), em São Paulo. As startups foram escolhidas ontem, dia 4 de novembro, com base em suas soluções tecnológicas voltadas à saúde humana, e a vencedora – que será anunciada ao final do evento – ganhará um estande para expor durante todo o Conahp 2020.

A banca responsável pela seleção foi composta por Marco Bissi, costumer success da Associação Brasileira de Startups, Rafael Barbosa, da Bionexo, Mara Nasrala, superintendente executiva do Hospital Santa Rosa, e José Henrique Salvador, diretor de operações do Mater Dei, além da diretoria e especialistas da Anahp.

Confira abaixo as startups (em ordem alfabética) e os projetos que estarão na sétima edição do Conahp:

• 3 Wings Inteligência e Gestão LTDA – Soluções de software e consultoria para automação e ganho de controle, qualidade e produtividade (redução de tempo e custos) em processos operacionais de hospitais.

• Anestech Tecnologia da Informação LTDA – Plataforma mobile que traz um suporte ao anestesista promovendo a gestão de riscos e controle de eventos adversos em momentos onde é necessária tomada de decisão imediata.

• Brain4care (Braincare Desenvolvimento e Inovação Tecnológica S.A.) – Primeiro método no mundo para acesso não invasivo à ICP waveform (curva da pressão intracraniana), viabilizando um novo sinal vital.

• CUCO Health – Acompanhamento do paciente durante a após seu tratamento, com o objetivo de aumentar a adesão e educação sobre a patologia e gerar feedback para a equipe multidisciplinar envolvida no cuidado.

• Doc Line Medicina e Tecnologia LTDA – Realização de atendimento médico através de smartphone e tablet. O médico realiza o atendimento via desktop ou notebook, com possibilidade de emissão de receitas, atestado, relatórios e solicitações de exames, com certificado digital.

• DrChat – Vinculada à Medicinia, trata-se de uma plataforma white label para que hospitais possam oferecer atendimento remoto aos seus pacientes utilizando seus próprios médicos.

• PBSF – Protecting Brains & Saving Futures – Telemedicina focada na prevenção de lesões cerebrais em recém-nascidos de alto risco.

• Promptly Health – Voltada ao paciente, a plataforma realiza coleta e análise de dados padronizados e cientificamente validados sobre desfechos clínicos, promovendo um melhor gerenciamento próprio da saúde.

• UpFlux – Plataforma de inteligência de processos hospitalares, para melhorar a eficiência nas linhas de cuidados e adesão aos protocolos.

• Vivax Serviços EPP Ltda – Desenvolvedora de robô portátil para reabilitação neurológica e ortopédica dos membros superiores, voltado às vítimas de Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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E-commerce brasileiro cresce 13,4% no terceiro trimestre, indica Mastercard SpendingPulse

O e-commerce brasileiro continua em constante crescimento, de acordo com o Mastercard SpendingPulse™, indicador que fornece informações sobre as tendências gerais de gastos do varejo em todos os tipos de pagamentos. As vendas no varejo on-line cresceram 13,4% no terceiro trimestre se comparado ao mesmo período do ano passado.

No terceiro trimestre, as vendas de comércio eletrônico nos setores de eletrônicos e móveis superaram a média do canal de distribuição em 18,3% e 17,5%, respectivamente.

Por mais que as vendas online nos setores farmacêutico (+13%), vestuário (+8,1%) e hobby e livraria (+2,3%) tenham crescido, essas categorias tiveram um desempenho inferior à média do canal.

Vendas totais

No terceiro trimestre, as vendas totais (excluindo vendas de automóveis, materiais de construção, restaurantes e cama, mesa e banho) cresceram 1,6% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, quatro setores cresceram acima da média do canal:

• vestuário (+4,6%);
• produtos farmacêuticos (+4,4%);
• combustíveis (+5,0%);
• artigos pessoais e domésticos (+5,0%).

No entanto, os setores de móveis e eletrodomésticos (-1,8%) e supermercado (-0,7%) apresentaram ligeira desaceleração.

As regiões Sul (+2,7%), Sudeste (+2%) e Norte (+2%) também superaram a média nacional, enquanto as regiões Nordeste (+0,5%) e Centro-Oeste (+0,2%) ficaram abaixo dos níveis totais de vendas no varejo, comparado com o mesmo período do ano passado.

“No terceiro trimestre, fatores como redução da taxa de desemprego, melhoria da renda familiar e aumento do crédito para pessoas físicas, juntamente com inflação estável, ajudaram a aumentar as vendas”, diz César Fukushima, Diretor de Análise Avançada da Mastercard no Brasil.

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